– Vai Malandra? Mas e a mercantilização do corpo?…

O professor Marco Antonio Villa é um historiador conhecido por suas fortes opiniões políticas. Uns gostam dele, outros não. Mas ele resolveu falar sobre o “Culto para Anitta” e a transformação da música “Vai Malandra” como sucesso e representatividade do Brasil.

Em certo ponto, sobre a música, ele diz: “NÃO É PORQUE TODO MUNDO GOSTA QUE EU TENHO QUE GOSTAR”. E disserta sobre a vulgarização do corpo da mulher, a mercantilização do sexo e o orgulho da falta de cultura.

Sinceramente? Concordei com tudo o que ele falou… o mais engraçado é o professor recitando a letra em 1’46” do vídeo.

Assista a opinião dele em: https://www.youtube.com/watch?v=KCWB1cQ1C1k

 

– Jogador expulso por gesto obsceno: a culpa é de quem?

Na partida da Copa São Paulo envolvendo Marília x Mogi Mirim, aos 34 minutos, o jogador do time da casa, o lateral Gemerson Bahia, após bate-boca com o adversário, segurou suas próprias partes íntimas fazendo o grotesco gesto ofensivo de intimidação. Por tal ato obsceno foi expulso corretamente pelo árbitro Márcio Roberto Soares, e ao sair de campo, deu adeus com o dedo do meio em riste.

Na Copinha, há meninos de todas as condições e culturas: pobres, ricos, educados, solteiros, casados, com filhos… mas fatos evitáveis como esses, são culpa de quem? Dos seus pais que não deram educação suficiente para saber respeitar o próximo ou dos clubes de futebol que não se preocupam com o fair play e com a formação social do atleta?

Ouso dizer que a responsabilidade é dos seus genitores e dos times. Conjuntamente, querem filhos jogadores para ganhar dinheiro, à frente de profissionais corretos.

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– Dica de Monteiro Lobato

Sabedoria indiscutível:

Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.”

Monteiro Lobato

Quer discordar? Eu não ousaria…

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– Nada de homofobia, mas algo impróprio: pra quê levar Drag Queen a falar sobre brinquedo de menino e brinquedo de menina nas escolas?

O material é de 2 meses, mas recebi hoje e gostaria de reproduzir diante de tamanha insensibilidade. Em uma escola pública, levou-se uma Drag Queen para conversar com os alunos de Educação Infantil na gravação de um programa de TV Universitária, em “homenagem” ao Dia das Crianças.

A pergunta é: pra quê?

Para educar?

Para falar do combate à homofobia?

Mas não era Dia das Crianças?

Penso que o sexo deve ser falado inicialmente no lar, pelos pais, no tempo de maturidade correto.

Para que erotizar e despertar desejo sexual precocemente nas nossas inocentes crianças? Isso não é cidadania e nem vontade de tornar o mundo mais tolerante. É deixar o mundo mais sensualizado, materialista, refém do sexo como algo mais importante do que todos as outras necessidades e valores da vida. É sexualizar indevidamente.

Infelizmente, para variar, surgiu novamente a questão da “Ideologia do Gênero”… algo que não gosto que se torne assunto de escola. Pior: veja, ao longo da matéria abaixo, o que se pensa sobre a família, registrado pelo O GLOBO.

Reitero: nada contra o homossexual e contra o necessário combate à homofobia, afinal, todos somos cidadãos brasileiros, iguais em direito e deveres, além de sermos filhos amados de Deus. Mas APOLOGIA à homossexualidade também é algo incorreto.

Extraído de: https://oglobo.globo.com/sociedade/video-com-drag-discutindo-genero-em-escola-desperta-ira-de-politicos-21963445

VÍDEO COM ‘DRAG’ DISCUTINDO GÊNERO EM ESCOLA DESPERTA IRA DE POLÍTICOS

‘Me assusta a quantidade de mensagens de ódio’, diz artista performático; conselheiro tutelar que já é acusado de racismo pede para MPF mover ação contra colégio

por Clarissa Pains

Um vídeo gravado dentro do Colégio de Aplicação João XXIII, ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, foi alvo de uma enxurrada de comentários preconceituosos nas redes sociais. A gravação mostra um episódio de um programa mensal feito pela UFJF intitulado “Na hora do lanche”. No episódio em questão, exibido na página de Facebook da universidade na véspera do Dia das Crianças, o artista performático Nino de Barros foi à escola vestido como a drag queen Femmenino e entrevistou os alunos sobre o que eles querem ganhar de presente.

Um trecho de menos de 15 segundos do vídeo — que tem ao todo pouco mais de 4 minutos —, no qual a drag fala sobre não existir diferenciação entre brinquedos de menina e brinquedos de menino, viralizou na internet por meio de páginas como a do movimento “Escola sem partido” e a do deputado Jair Bolsonaro (PSC). O deputado compartilhou esse trecho na última sexta-feira, 14, três dias após a publicação original do programa na íntegra. Na postagem de Bolsonaro, o vídeo aparece com os dizeres “Prestem atenção na canalhice que estão fazendo com nossas crianças”. Esse vídeo tem, até a hora em que esta reportagem foi ao ar, mais de 850 mil visualizações. O vídeo na página da UFJF tem 300 mil.

O programa “Na hora do lanche” já é exibido, mensalmente, há mais de dois anos, segundo informou o atual apresentador, Nino de Barros. Ele, que é bolsista do curso de artes e design da UFJF, assumiu o comando da atração em maio deste ano e conta que, na maioria das vezes, não o apresenta “montado” como drag queen. Isso aconteceu somente duas vezes: no primeiro episódio, ainda em maio, sobre o Dia de Combate à LGBTfobia, e agora em outubro, em comemoração ao Dia das Crianças.

— O que aconteceu desta vez foi que reeditaram o vídeo publicado na página da UFJF e descontextualizaram a minha fala, fazendo parecer que eu estava dizendo que não existe menina e menino. Na realidade, o que eu estava falando era que não deveria existir diferença entre brinquedos para menina e brinquedos para menino — afirma Nino, de 22 anos, intérprete da drag queen Femmenino, já conhecida na cidade.

Ele conta que, a cada dia, o número de comentários agressivo cresce em suas páginas em redes sociais.

— Eu pensei que, conforme os dias fossem passando, os ataques diminuiriam. Mas isso não está acontecendo. Todo dia acordo com um número maior de mensagens do que no dia anterior. Eu estou bem tranquilo porque sei que não estou errado, mas me assusta a quantidade de mensagens de ódio nas minhas páginas pessoais. Além de criticar o que eu falei, muitos chegam a inventar histórias… Já reportaram que a escola contratou uma “professora travesti” para dar aula às crianças, o que não tem um pingo de verdade — lamenta Nino.

Questionado se já havia sofrido ataques dessa natureza antes, por conta de seu trabalho com drag queen, o artista disse que, nessa proporção, a experiência negativa é inédita:

— Não é todo dia que o Jair Bolsonaro publica um vídeo meu. A repercussão, depois disso, extrapolou Juiz de Fora e ganhou um tamanho que eu não imaginava — conta ele.

Na página Femmenino no Facebook, ele postou um vídeo no qual responde a alguns dos comentários que recebeu. O vídeo tem, até o momento, mais de 230 mil visualizações.

Queremos acabar com a família? Sim, mas apenas com um tipo de família, é um formato muito específico de família patriarcal que mantem homens e mulheres presos em padrões do passado“, diz o artista.

CRUZADA MOVIDA POR VEREADORES

Dois vereadores da cidade entraram com pedidos de moções de repúdio ao programa com a drag queen. André Mariano (PSC), que é do mesmo partido de Bolsonaro, e José Fiorilo (PTC) tentaram aprovar as moções na Câmara Municipal de Juiz de Fora em uma audiência realizada na última terça-feira, dia 17. No entanto, após a pressão de moradores da cidade, que protestaram dentro da Câmara na hora da votação, os dois vereadores retiraram as moções.

— O vereador André Mariano fez questão dizer que retiraram apenas provisoriamente. Então, estamos em cima para acompanhar o desenrolar dessa história e ver se esse pedido de repúdio volta à Câmara — afirmou Matheus Brum, ex-aluno da UFJF que organizou a manifestação contra a iniciativa dos vereadores.

Brum conta que cerca de 300 pessoas participaram do protesto e que, antes mesmo da votação desta terça, os vereadores haviam tentado aprovar as moções na noite de segunda-feira.

— Tentaram aprovar “na calada” — diz o jovem. — Mas outro vereador conseguiu adiar, e, em menos de 24 horas organizamos uma manifestação, porque a comunidade LGBTTI [sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transgêneros e Intersexos] de Juiz de Fora é muito unida e consciente de seus direitos.

André Mariano é o mesmo vereador que levou o projeto “Escola sem partido” para a cidade e é autor da lei que instituiu 31 de outubro como Dia Municipal da Proclamação do Evangelho.

— Ele é um velho conhecido nosso, que traz à Câmara pautas que, para nós, não fazem nenhum sentido — destaca Brum.

CONSELHEIRO TUTELAR ACIONA MPF

A grande repercussão do vídeo também fez o conselheiro tutelar da cidade Abraão Fernandes Nogueira enviar um ofício ao Ministério Público Federal (MPF) que pede a apuração da conduta da escola e da drag queen. No documento, Nogueira considera que o artista desrespeitou a legislação municipal e nacional que determina as normas de proteção aos direitos de crianças e adolescentes.

“Em determinado momento, a drag deixa transparecer a questão da ideologia de gênero, ao dizer que não existe questão de brinquedo de menino e de menina. E ao dizer ‘Toma família brasileira’ se torna um desrespeito, porque todas aquelas crianças são parte de uma família. A gente não está sendo homofóbico, nem discutindo diferentes formas de famílias. O artigo 22 do ECA destacou o direito de guarda dos pais e o Estado não pode ir na contramão do direito fundamental do pai e da mãe sobre como educar o filho”, escreveu o conselheiro, no ofício.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) se posicionou a favor da universidade, afirmando, em nota publicada na última segunda-feira, que declara “apoio ao material produzido pela UFJF” e que “fomentar a reflexão sobre gênero nas escolas é contribuir para a descontrução da cultura do machismo, para o combate à LGBTfobia e para o reconhecimento da diversidade e e respeito aos direitos humanos”.

‘NÃO HOUVE DESRESPEITO’, DIZ ADVOGADA

Integrante da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da OAB-JF, Joana de Souza Machado explica que a instituição decidiu se manifestar publicamente porque vê com bons olhos a iniciativa da escola e da UFJF de discutir questões de gênero com crianças, considerando, assim, sem fundamento o pedido do conselheiro tutelar para que seja movida uma ação.

— Quando a gente vê esse vídeo, a primeira percepção é de que a escola teve uma iniciativa junto à universidade de abordar a identidade de gênero com as crianças, com conteúdo apropriado e que não desrespeitou as crianças em nenhum momento — afirma Joana. — A gente sentiu a neccesidade de se posicionar porque o vídeo não traz nenhum desrespeito. Questiona apenas, de forma muito clara, a imposição sobre meninas e meninos em relação aos brinquedos que devem escolher e a todas as escolhas que devem fazer na vida. Essa imposição de que meninas são mais apropriadas para escolher certas coisas e meninos, outras, muitas vezes limitam as pessoas. É um questionamento que a gente considera válido e está em acordo com a Constituição.

Joana também critica o termo usado pelo conselheiro em seu ofício ao MPF, no qual escreve “ideologia de gênero”. De acordo com a advogada, esse conceito não existe.

— É muito preocupante quando um conselheiro tutelar, que deveria cuidar de crianças e adolescentes, se vale de uma expressão completamente equivocada como “ideologia de gênero”. Esse conceito não existe, porque gênero não se constrói ideologicamente. Só existe no meio eleitoral, para políticos promoverem ódio — considera Joana. — [Ele] é alguém que traz esse preconceito para o cargo que ocupa. Isso é perturbador.

Para a advogada, as chances de o MPF aceitar o pedido do conselheiro e de fato mover uma ação são pequenas.

— Todo cidadão, independemente do cargo, pode pedir uma ação ao MPF. Mas o órgão vai analisar se o pedido traz algum fundamento. A nossão avaliação é de que esse ofício deve ser arquivado, porque não conseguimos ver fundamento para prosseguir. Seria “tribunalizar” o ambiente escolar, o que não traria nenhum benefício — avalia ela.

CONSELHEIRO JÁ É INDICIADO POR RACISMO

Esse mesmo conselheiro tutelar está sendo indiciado por injúria racial. Abraão Fernandes Nogueira é acusado de ofender uma mulher negra de 25 anos. A fotógrafa Mariana Cristina Dias Martins registrou boletim de ocorrência na Polícia Militar de Juiz de Fora alegando ter sido vítima de racismo. No documento, ela informa que, na última segunda-feira, dia 16, durante uma discussão entre várias pessoas no Facebook, Nogueira enviou a ela mensagens privadas dizendo que ela tinha “cor de bosta”.

Ainda segundo o texto da ocorrência, o conselheiro disse a Mariana que “ela deveria se cuidar melhor, pois devia esconder um monte de coisas na cabeça, menos pente e shampoo”. O caso foi encaminhado para a Polícia Civil.

Após a enxurrada de comentários na internet sobre o vídeo com a drag queen Femmenino, a UFJF também se posicionou em sua página no Facebook:

“Prezados e prezadas, apreciamos a discussão de ideias. As manifestações a respeito do vídeo certamente serão objeto de discussão e análise pelos responsáveis. Mas comentários homofóbicos, que contenham palavrões, injúria ou firam a política de comentários da página serão excluídos. Temos cópia de todos eles para não haver dúvidas sobre o procedimento adotado, como a exclusão das manifestações ‘tem de fuzilar’, ‘poderia jogar gasolina no próprio corpo’. #VaiTerDragSim.”

A reportagem do GLOBO teve acesso à informação de que o reitor da universidade, Marcus David, faria uma reunião com os dois vereadores que pediram moções de repúdio em relação ao programa da instituição. Tentamos confirmar a informação com a universidade, mas, até a presente publicação, não tivemos retorno.</span>

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No vídeo do programa “Na hora do lanche” em comemoração ao Dia das Crianças, a drag queen Femmenino entrevista alunos do Colégio João XXIII, em Juiz de Fora, sobre o que eles querem ganhar de presente

– “Extraordinário” e a Síndrome de Treacher Collins no Brasil

O Filme “Extraordinário” vem fazendo sucesso nos Cinemas. A história é de um garotinho com uma doença rara, que o faz sofrer bullying e traz muitos questionamentos, precisando da ajuda de todos! Trata-se da Síndrome de Treacher Collins.

E sabe de algo curioso? Essa história acontece na vida real em Campinas!

Calma, o final é feliz graças ao Hospital Sobrapar, especializado no assunto, e aos pais que educam suas crianças para respeitarem os coleguinhas com tal doença.

Veja que história bonita de solidariedade.

Em: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2017/12/entretenimento/504084-sindrome-tratada-pelo-sobrapar-e-destaque-em-filme.html

SÍNDROME TRATADA PELO ‘SOBRAPAR’ ESTÁ EM FILME

O filme “Extraordinário”, lançado no Brasil na última semana, traz a história de um garoto portador de uma síndrome rara (Treacher Collins) que o levou a fazer uma série de cirurgias na face. A exibição especial do filme acontecerá nesta quarta-feira, às 20h, na sala 1 do Cinemark do Iguatemi Campinas.

Aos 10 anos, ele irá frequentar, pela primeira vez, uma escola regular, e precisará lidar com as dificuldades. A experiência desse personagem é semelhante à de muitos pacientes do Hospital Sobrapar, de Campinas (SP), referência no país no tratamento da síndrome.

“Estou ansioso para ver um garoto como eu no cinema”, diz Pablo Diego A. de Lima, portador da síndrome que já realizou cinco cirurgias no Sobrapar.

Pablo é o protagonista de um teaser de 30 segundos a ser exibido na sessão especial do filme para convidados no shopping Iguatemi Campinas, contando sobre seu tratamento, que incluiu uma cirurgia para que o garoto começasse a ouvir.

Portador de microtia (deformidade congênita na qual pode haver ausência total da orelha e do canal auditivo), com surdez parcial, ele recebeu um implante auditivo ancorado no osso, permitindo a melhora da audição.

Em 36 anos de atividades, o Sobrapar atendeu cerca de 50 pacientes portadores dessa síndrome rara. Estudo coordenado pelo cirurgião plástico Cassio Eduardo Raposo do Amaral, vice-presidente do Hospital Sobrapar, avaliou que esses pacientes têm boa qualidade de vida por receberem tratamento multidisciplinar em um centro craniofacial especializado.

Treacher Collins é um distúrbio no desenvolvimento craniofacial causado principalmente por mutações genéticas, caracterizada pelo achatamento de ossos da face, queixo pequeno, orelhas pequenas, malformadas ou ausentes, surdez total ou parcial, defeito ocular, fendas das pálpebras inclinadas para baixo e palato (céu da boca) estreito ou fissurado.

“A gravidade dos sinais clínicos varia muito, mesmo entre pessoas da mesma família. Nos casos mais graves são pelo menos 15 cirurgias até os 18 anos de idade” explica Raposo do Amaral.

Um paciente com a síndrome tem 50% de risco de transmitir a síndrome a seus filhos. O teste genético pode confirmar o diagnóstico, sendo importante em casos com quadro clínico leve, quando há dúvidas no diagnóstico ou há apenas um indivíduo afetado na família.

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– Um Atlas que ensina errado?

Dias atrás, comprei para minha filha o “Meu Primeiro Atlas em 3D”, da Editora Happy Books. A Marina tem 8 anos e adora mapas, globos terrestres (tem 5, é mole?) e está craque em capitais de países e estados.

Mas não é que hoje, estudando por conta própria Geografia com ela (sim, sobrou tempo no domingo para isso) descobrimos que, no Atlas, está escrito que a América do Norte agrupa 23 países?

Isso mesmo: 23 (vinte e três)! Ora bolas, são apenas 3 (três) nações: México, Estados Unidos e Canadá. E aqui nem adianta falar que houve a confusão com a América Anglo-Saxônica (que são os de colonização de língua inglesa: Canadá e EUA) ou América Latina (do México para baixo) ou ainda a América Central, ou Inteira, ou blá-blá-blá!

Ô caríssima Happy Books, cuidado na revisão. Não se pode ensinar as crianças errado. E custou caro: R$ 49,00!

– Um país que não acaba com a Corrupção e ainda tira verba de Pesquisa Científica e Educação

Que coisa, não? O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) demitiu 40 funcionários. Tal órgão é um dos mais plausíveis e de vanguarda do Brasil.

Motivo?

A crise econômica, que reduziu 42% o seu patrimônio.

Como desenvolver o país desse jeito? É a prova cabal que a situação econômica-política do país reflete diretamente em ciência e pesquisa – e por tabela na Educação.

Abaixo, extraído de: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2017/12/campinas_e_rmc/504558-laboratorio-de-bioetanol-demite-40.html

LABORATÓRIO DE BIOETANOL DEMITE 40

Por Leandro Ferreira e Letícia Guimarães

Sede do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol: necessidade de redução de custos

O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), instalado no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, está sofrendo com os cortes de gastos. De acordo com o diretor-geral do CNPEM, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, foram 40 demissões este ano, metade delas desde o último dia 23, sobrando 90 dos 130 trabalhadores que atuavam no local.

O laboratório desenvolve pesquisas com capital público e em parceria com a iniciativa privada sobre bioenergia, com foco especial no bioetanol, além de projetos e linhas de pesquisas de importância para o setor. Hoje, o CTBE ocupa posição de destaque no campo de pesquisa e desenvolvimento em bioenergia, assim como atua como peça central na discussão e desenvolvimento de novas políticas bíblicas.

Na última sexta-feira, autoridades de entidades ligadas ao setor de biocombustíveis enviaram uma carta ao ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, reforçando o apoio às atividades do CTBE e solicitando alternativas para que o trabalho realizado não seja descontinuado. O documento também detalha a preocupação dos representantes destas instituições com os cortes que já foram feitos, inclusive do ex-diretor do laboratório, Gonçalo Pereira, e dos que ainda estão por vir. “Nos preocupa a fragilidade institucional de um laboratório com tal importância estratégica para o País”, informa um trecho da carta.

Segundo Cerqueira Leite, o primeiro bloco de demissões ocorreu devido ao término de um projeto financiado pela iniciativa privada que ressarcia parte dos salários. “Os demais funcionários foram desligados devido à reestruturação das frentes de ação do CTBE, as quais devem ser estrategicamente alinhadas à missão do CNPEM, que tem como prioridade promover atividades científicas de excelência. As duas situações são permeadas também pela necessidade de redução de custos.”

O diretor-geral do CNPEM informou que o orçamento este ano foi reduzido em 42%, em verbas que vêm do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTIC). “Novas contratações só ocorrerão se houver aumento do orçamento.”

O CNPEM abriga também o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), e o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano). Segundo Cerqueira Leite, nestes laboratórios não está havendo cortes relacionados à redução de custos ou encerramento de convênios. “O orçamento do CNPEM deveria ser em torno de R$ 90 milhões e até agora recebemos R$ 54 milhões. O orçamento é do Centro e não por laboratório. Assim, todos os laboratórios nacionais sofreram com a redução orçamentária e tiveram que rever seus custos de operação.”

Para Gonçalo, que também foi demitido, a instabilidade no CTBE pode afetar o interesse de empresas privadas em contratarem pesquisas no laboratório. “Empresa exige estabilidade para investir”, afirmou.

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– As inúmeras demissões da Estácio teriam relação com a nova lei trabalhista?

Um ambiente de crise ou simplesmente redução de custos?

A Universidade Estácio de Sá demitiu, ao todo, 1200 professores. No Rio de Janeiro, se especula é que a instituição quer aproveitar a nova lei trabalhista para reduzir os encargos com docentes.

Compartilho, extraído de:  https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/12/08/suspensao-demissoes-professores-estacio-rio-de-janeiro.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

JUSTIÇA DO RJ SUSPENDE PARTE DAS DEMISSÕES NA ESTÁCIO; EMPRESA VAI RECORRER

A Justiça do Trabalho suspendeu, na quinta-feira (7), parte das demissões da universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro, segundo o Sinpro-Rio (Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região). A decisão é liminar (provisória), e a universidade pode recorrer.

Segundo o Sinpro-Rio, que entrou com a ação civil pública contra as demissões, a decisão vale para a capital do Estado e os municípios de Itaguaí, Paracambi e Seropédica, cidades cujos professores são representados pelo sindicato.

Ao todo, cerca de 400 professores foram demitidos no Estado do Rio de Janeiro, segundo o Sinpro-RJ, mas a entidade não soube informar quantos destes foram beneficiados pela suspensão, já que parte deles trabalha em unidades de outras cidades.

“Não houve nenhuma homologação das demissões, então todos eles [professores], teoricamente, continuam na empresa”, disse à agência de notícias Reuters nesta sexta-feira (8) o diretor jurídico do Sinpro-Rio, Elson Simões de Paiva, que pela manhã esteve em manifestação que reuniu cerca de 200 professores em frente à sede da Estácio no Rio de Janeiro.

Paiva disse, ainda, que os mais novos entre os professores desligados que recorreram ao sindicato tinham cerca de 10 anos de casa. “Claramente o intuito [da Estácio] é mandar embora os professores mais antigos, que têm salário maior, e contratar outros com salário menor ou até os mesmos pagando menos.”

EMPRESA DIZ QUE VAI RECORRER

A Estácio afirma que vai recorrer da decisão e que “suas medidas foram tomadas com total amparo da lei”.

A Justiça determinou a suspensão até que a universidade apresente a lista de professores demitidos, os termos de rescisão dos contratos e a lista de professores que serão contratados ou recontratados, de acordo com o sindicato.

Segundo a entidade, a Estácio tem “o prazo de 72 horas, sob pena de multa de R$ 50 mil, e no mesmo valor para cada dispensa procedida até o fornecimento dos documentos”.

Sobre a pena, a Estácio afirma que “desconhece qualquer legislação que a obrigue apresentar a relação dos profissionais desligados”.

1.200 DEMITIDOS

Segundo informação do jornal “O Globo” publicada no começo da semana, a Estácio demitiu 1.200 professores de unidades de diversos Estados. A universidade possui cerca de 10 mil docentes, ao todo.

A Estácio nega que as demissões tenham sido motivadas pela reforma trabalhista, e diz que os profissionais que forem contratados seguirão o mesmo regime de trabalho dos professores demitidos.

“É importante lembrar que a legislação brasileira determina que eventuais desligamentos de professores só ocorram em janela muito restrita, o que faz com que o volume de desligamentos fique concentrado em curto espaço de tempo”, afirmou a empresa.

Em nota ao mercado na quarta-feira, a companhia afirmou que os desligamentos faziam parte de uma reestruturação da base de docentes que resultará na substituição dos profissionais.

AÇÃO EXTINTA UM DIA ANTES

A decisão favorável obtida pelo Sinpro-Rio marca uma reviravolta em relação à ação civil pública movida na quinta-feira pela CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) na 13ª Vara do Trabalho de Brasília, que foi extinta no mesmo dia.

A CSB pedia a reintegração dos cargos e suspensão das demissões, mas a juíza Ana Beatriz do Amaral Cid Ornelas questionou a legitimidade da entidade como autora da ação por representar outras entidades sindicais e não trabalhadores a que elas se filiam.

(Com Reuters)

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– Identificados os alunos-vândalos das Escolas Estaduais de Jundiaí?

Muito me entristeceu ver aqui no Vetor Oeste o vandalismo causado por “ditos alunos” na Escola Albertina Fortarel, tradicional unidade de ensino do Parque Eloy Chaves. Livros jogados e rasgados, farra, desrespeito total. Também na Paulo Mendes, na Vila Progresso, uma situação parecida.

Ainda bem que estão chegando as férias escolares, caso contrário isso poderia se tornar “moda” (como acontece com muitas idiotices da nossa sociedade).

Será que os alunos praticantes de tal ato foram identificados e punidos? 

Tenho pena dos professores e diretores dessas instituições, já que tais estudantes estão no carrinho errado – o do anarquismo, da bobagem e da ideologia do caos (ou falta de bom senso). Entendo que se a qualidade de ensino decaiu (e não sei se isso aconteceu nessas duas escolas, que reconhecidamente têm bons docentes), a forma de crítica e/ou protesto deve ser outra. Aliás, isso não me parece movimento de contestação, mas puramente bagunça. Uma pena!

Aliás, está “bombando” nas redes sociais uma manifestação em vídeo do vereador EdiCarlos, onde ele talvez tenha se expressado mal e cuja opinião ficou dúbia (abaixo).

Ops: eu estudei também em escola pública: a EEPG Irmã Úrsula Gherello (Caic) e na EEPG Rafael de Oliveira (Medeiros). Não me recordo NUNCA de qualquer ato no sense…

Compartilho, extraído de: http://tudo.com.vc/jundiai-regiao/2017/12/03/escola-e-chata-nao-vou-julgar-os-alunos-qualidade-de-ensino-esta-cada-dia-pior-diz-vereador-de-jundiai/

“A ESCOLA É CHATA . Não vou julgar os alunos; a qualidade de ensino está cada dia pior”, diz vereador de Jundiaí

por Hanaí Costa

O vereador de Jundiaí EdiCarlos (PSD) postou um vídeo nas redes sociais neste domingo pela manhã clamando pela ‘qualidade de ensino nas escolas estaduais’. Mais: disse que não vai ‘julgar’ os alunos que queimaram material escolar e rasgaram apostilas nas escolas Albertina Fortarel, no Eloy Chaves, e na EE Paulo Mendes Silva, na Vila Progresso esta semana. Ontem, o Portal Tudo publicou o vandalismo nas duas escolas. Em uma delas, a direção da unidade cancelou a festa de confraternização por conta da postura de uma parte dos alunos. Muitas pessoas se manifestaram contra a postura dos alunos, inclusive, pessoas ligadas à Educação.

A escola é chata. Converso com inúmeros alunos que me dizem isso. Estudei em escola publica e sei o que estou falando. Claro que não estou incentivando vandalismo, mas a reflexão tem que ser mais profunda”, disse, em vídeo, o vereador.

Alexandra Gasparini Spiandorelo é professora. Ela também se mostrou indignada nas redes. “Esse é o valor que a sociedade da para escola. É o valor que os pais dão aos professores. É a situação da educação das crianças….. tudo pode.”, lamentou.

Já Claudia Alencar disse: “Essa ação mostra quem são nossos alunos e a falta de educação dos mesmos. Falta educação, falta compromisso, vontade, respeito pelos colegas, pelos adultos, pelo ecossistema, pela cidade, pelo planeta”.

O Portal Tudo entrou em contato com a secretaria de Estado da Educação e aguarda posicionamento.

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Na escola do Eloy Chaves alunos ficaram sem confraternização

– A licença de um treinador de futebol custa caro ou não?

Em entrevista ao Bola da Vez da ESPN, segundo Jorge Nicola, o treinador corintiano Fabio Carile disse que para se ter todas as licenças para técnico de futebol a pessoa tem que investir R$ 50.000,00, e isso seria um problema.

Pense: qualquer graduação que você faça, para ter o diploma, custará quanto?

Para um treinador de divisões menores, é caríssimo. Mas será que para Luxemburgo, Cuca, Abel e tantos outros caríssimos “professores”, tal valor é tão significativo? Quanto ganham por mês?

É para se pensar…

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– Os atrasados do ENEM

Cada vez mais, e costumeiramente todo ano, todos os alertas são dados aos candidatos que prestarão as provas do Exame Nacional do Ensino Médio: “chegue adiantado”, “os portões se fecham tal horário”, “etc e etc”.

Bem se sabe que o número de atrasados continua sendo enorme, e os motivos da não chegada ao horário limite vão desde contratempos a relaxos.

Neste ano, com a febre de memes, muito foi produzido sobre alunos desesperados. Talvez a foto que mais vi na Internet seja essa da aluna carioca, que viralizou na rede, abaixo (do Dia.com).

Dá pena, mas… é sempre bom reservar o dia exclusivamente para o ENEM.

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– O Brasil virou um país de um povo mal educado e mal governado?

Que Brasil é esse em que eu tenho comer feijão preto importado da China?

Que ser honesto é virtude e não obrigação?

Que políticos se consideram autoridades com imunidade pra tudo, estando acima do bem e do mal?

Que pastores disputam o fiel como cliente?

Que a classe média paga para ter segurança privada?

Que se paga plano de saúde para ser atendido, e na hora da marcação o médico impõe cotas para atender?

Que o futebol leva a torcedores profissionais a ver o adversário como inimigo e os matam?

Que pessoas estacionam em vagas de deficiente, sem se importarem com quem realmente precisa?

Que se gasta com radares, punições, multas e cadeias, mas se economiza em escolas?

Nessas horas, reflito: a culpa é de quem? Dos políticos ou dos eleitores?

Uma dura indagação: será que tem mais gente desonesta no Brasil do que gente de bem?

Tomara que não. Nossos filhos merecem e precisam de um país melhor.

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– Ver os Estudantes se Esforçando para o ENEM lembra o quê?

Neste final de semana teremos a realização do ENEM.

Ao ouvir estudantes entrevistados, as falas, ansiedades e vozes, não dá uma saudade do tempo de vestibulando? Uma certa nostalgia de uma época gostosa (dura, mas gostosa) que não voltará nunca mais…

Me recordo de cada prova, das preparações, angústias e celebrações para o Vestibular. A melhor: o tema “Privatização X Estatização”, Unicamp, vestibular para Economia!

Gozado, mas dá saudade…

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– Ser contra, a favor ou neutro à Ideologia de Gênero defendida por Judith Butler

Judith Butler, 61 anos, é uma filósofa americana conhecida internacionalmente. É dela o trabalho “Undoing Gener” (Desfazendo o Gênero), e se tornou ídolo “queer” (pessoas adeptas a um movimento onde se defende que a orientação e a identidade sexual – que julgam ser coisas separadas – são resultado da construção social da pessoa).

Ela é uma das defensoras da Ideologia de Gênero, tão polemizada nos últimos tempos, e estará no Sesc Pompéia entre o dia 07 e 09 de novembro, juntamente com outros professores, no evento “Os Fins da Democracia”, que falará amplamente de diversos assuntos da Sociedade.

Entretanto, há uma grande manifestação de pessoas contrárias à vinda dela em nosso país. Outros, simpatizantes das suas ideias e dos seus ideias, prometem fazer uma recepção digna de pop star à teórica.

Claro, existem ações extremadas de radicais dos dois lados, mas o mote é outro: defensores da Ideologia de Gênero têm Judith como um símbolo da causa. Respeito quem pratica essa Ideologia (a de que crianças nascem e se definem meninos héteros ou meninos gays, idem às meninas ou ainda se tornam sem identidade e orientação sexual e que conformem crescem podem ser moldadas). Mas importante: respeitar não é defender ou fazer apologia!

Assim como discordo (embora respeite democraticamente quem defenda) a Ideologia de Gênero, posso (e é meu direito) expressar que defendo, faço apologia, luto pela causa de que a família nuclear constituída por pai, mãe e filhos (meninos que crescerão homens e gostarão de mulheres e meninas que crescerão mulheres e que gostarão de homens) é a coisa natural e correta.

Ué, por que uma senhora do movimento queer pregando que a sexualidade é construída ao longo do tempo e que criança não é menino e nem menina, mas meninx (detesto essa moda do x para dizer que não tem sexo definido), pode estar certa para alguns, e eu, católico, casado e pai de duas lindas filhas crianças não posso pregar que o ideal é que minhas meninas um dia casem com homens honrados, respeitosos, trabalhadores e que constituam uma linda família me dando netos tão maravilhosos quanto elas são?

Se você olhar pela ótica cristã, Deus fez o homem e a mulher, mandando-os que povoassem a Terra (claro que Adão e Eva na Bíblia representam os primeiros homens e as primeiras mulheres, o Catolicismo sabe que essa forma foi a encontrada pelos autores do Gênesis para apresentarem um Deus Criador e Senhor). É meu direito ter crença, acreditar na minha Fé e fazer disso a minha verdade (é inclusive garantia inconstitucional de um Estado que é laico – laico não significa ateu, mas independente/ neutro na acepção da palavra). É natural, então, que homens se casem com mulheres e tenham filhos, na minha verdade (na nossa e da maioria), que é diferente da verdade defendida por Butler e seus seguidores. Há de se permitir a fala de todos, mesmo discordando.

Entretanto, se alguém entende que criança nasça com o sexo a definir em identidade (se vai escolher ser homem ou mulher) e em orientação (se vai querer gostar de homem ou de mulher ou de qualquer outra identidade criada), deve-se respeitar. SÓ QUE… Não venha me impor tal verdade – que é a do pessoal que defende a Identidade de Gênero! Assim como querem ser respeitados, que respeitem quem pensa como eu. Em hipótese alguma isso deve ser levado às escolas como método de tratamento aos nossos inocentes e ensino às criancinhas.

Parem URGENTEMENTE de confundirem a cabeça dos pequenos e sexualizar tão precocemente nas instituições de ensino. Desenvolvimento e orientação sexual não é para tal ambiente, mas sim para os pais e mães ensinarem. Escola é para ensinar Matemática, Geografia, Português, História, Sociologia, Política (apartidariamente). Essas outras coisas ensinam-se em casa!

Com pesar, parece que o sexo se tornou a coisa mais importante do mundo. Estamos virando uma nação de tarados?

Deixem Judith Bluter falar aos seus adeptos e seguidores. Eu, você que pensa como eu, católicos, evangélicos, judeus, ateus e agnósticos e tantas outras pessoas (a maioria delas) que entende ser errado querer IMPOR a Ideologia de Gênero nas instituições públicas de ensino, ignorem a filósofa (não por ser queer, mas pelo seu ideário).

Vivemos de fato uma democracia torta. Está virando pecado pensar diferente daqueles que querem impor a sua cultura. A pessoa pode defender a ideologia de Gênero pois vivemos uma democracia; mas eu não posso criticar, e vivo nessa mesma democracia?

Aí a gente fica louco… Simplesmente e no português “das ruas”: quem gosta, se delicie. Quem é contra, não se contamine por esses propósitos. E “cada um no seu quadrado”.

O que não pode, insisto, é essa maldita IMPOSIÇÃO de que a criança deve escolher o seu sexo no comportamento do dia-a-dia e que tipo de sexo quer fazer. Deixem as crianças serem puras, inocentes e infantis.

Por fim: eu não quero professor (eu sou professor!) falando às minhas filhas que elas podem ser meninos e gostarem de meninos e meninas. Repito: não é esse o papel das escolas.

E você, o que pensa sobre isso?

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– O número de Analfabetos no Brasil: que vergonha!

Não dá para aceitar que, em pleno século XXI, o analfabetismo seja um problema em nosso país.

A média da população (sempre contando acima de 15 anos, pois menor do que essa idade está em processo de alfabetização) é de 11,4%.

E sabe onde o analfabetismo é maior? Em Alagoas (20%), terra de Fernando Collor e Renan Calheiros!

Abaixo, extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/10/10/analfabetismo-no-ne-entre-pessoas-acima-de-15-anos-e-dobro-da-media-do-pais.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-noticias&utm_source=t.com&utm_medium=social

ANALFABETISMO NO NE ACIMA DE 15 ANOS É DOBRO DA MÉDIA DO PAÍS, DIZ ESTUDO

Por Felipe Redondo

Mais de 16% da população do Nordeste acima de 15 anos é analfabeta, mostrou um estudo da Fundação Abrinq baseado em números do Pnad 2015 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e apresentado nesta terça-feira (10).

No entendimento da fundação, este e outros números regionais da educação brasileira podem dificultar que o país alcance as metas assumidas em 2015 nos ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo o levantamento, o analfabetismo atinge 8% da população brasileira acima de 15 anos. Na região Nordeste, porém, a taxa é mais do que o dobro da média nacional: 16,2%. Apenas a região Norte, com 9,1%, também tem um índice de analfabetos acima da taxa brasileira.

Percentual de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais – Brasil e regiões:

Brasil: 8,0%

Nordeste: 16,2%

Norte: 9,1%

Centro-Oeste: 5,7%

Sudeste: 4,3%

Sul: 4,1%

Fonte: IBGE-Pnad

Não por coincidência, os cinco estados que concentram a maior taxa de analfabetismo do país estão no Nordeste, com Alagoas chegando a 20% de população não alfabetizada acima de 15 anos. Maranhão, Piauí, Ceará e Paraíba completam o ranking dos estados mais mal colocados.

Percentual de analfabetos entre a população de 15 anos – Estados:

Alagoas: 20%

Maranhão: 18,8%

Piauí: 18,2%

Ceará: 17,3%

Paraíba: 17,1%

Fonte: IBGE-Pnad

Entre os estados, as menores taxas de analfabetismo da população acima de 15 anos estão no Rio de Janeiro e Distrito Federal: 3% em ambos. Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina vêm em seguida, cada um com 3,5%.

“O indicador de analfabetismo entre a população maior de 15 anos é capaz de mensurar a população adulta analfabeta, ou seja, aqueles que não foram alfabetizados nem enquanto estavam em idade escolar e/ou posteriormente. Além de adolescentes e jovens que, idealmente, até o final do Ensino Fundamental, ainda não haviam sido devidamente alfabetizados”, informa o estudo.

Norte tem pior índice de analfabetismo entre crianças e adolescentes

Entre jovens entre 5 e 17 anos, os índices de analfabetismo também se mostram bem superiores nas regiões Norte e Nordeste, respectivamente 15,6% e 13,9%. A média nacional é de 11,4%.

Percentual da população entre 5 e 17 anos não alfabetizada – Brasil e regiões:

Brasil: 11,4%

Norte: 15,6%

Nordeste: 13,9%

Centro-Oeste: 10,3%

Sul: 9,5%

Sudeste: 8,9%

Fonte: IBGE-Pnad

Na mostra por estados, o Maranhão lidera o índice negativo com 18,7% de crianças e adolescentes não alfabetizados, seguido por Pará, Alagoas, Acre e Rio Grande do Norte.

Entre os mais bem avaliados, Minas Gerais é quem tem a menor taxa de analfabetismo do país para pessoas entre 5 e 17 anos: 8,2%. Paraná (8,3%), Rio de Janeiro (8,9), Distrito Federal (9,1%) e São Paulo (9,2%) aparecem em seguida.

Dificuldades para cumprir as metas

O levantamento da Abrinq tem por intuito discutir as metas assumidas pelo Brasil nos ODS, especificamente o ODS4 (garantia de educação inclusiva e equitativa de qualidade) e o ODS8 (erradicação do trabalho infantil, entre outros pontos). Na avaliação da fundação, as discrepâncias entre os estados e regiões nos índices levantados podem dificultar o alcance dos objetivos firmados até 2030.

As metas do Brasil nos ODSs se associam também aos objetivos traçados em 2014 no PNE (Plano Nacional de Educação). Uma das metas do Plano é erradicar o analfabetismo absoluto no Brasil até 2024.

“A maior preocupação recai sobre as condições de vulnerabilidade de algumas regiões, com indicadores bastante discrepantes da média nacional”, afirma Heloisa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq. “Não deixar ninguém para trás significa assegurarmos o acesso à educação pública de qualidade para todas e todos. Isso é condição fundamental para o desenvolvimento sustentável no Brasil”.

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– Feliz Dia dos Professores!

A Educação, que é tão importante para a sociedade, é pouco valorizada nesse país. Pior: um dos principais instrumentos para levá-la às pessoas – o professor – é o mais esquecido dessa cadeia educacional…

Mas não é dia de lamentação. É dia de alegria e reflexão. Feliz ‘nosso dia’ assim mesmo!

Ser Professor não é só educar: é levar a cidadania; trazer a esperança; incentivar; fazer pensar; ajudar e ter fé.

Em suma, ser professor não é ofício; é vocação! Exige disposição, prazer, amor e dedicação.

Retorno?

O retorno é garantido: mentes brilhantes que você ajudou a formar. Sim, apenas ajudou, pois o esforço verdadeiro é do aluno.

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– Motivos que explicam porque sou CONTRA a Ideologia de Gênero

Aqui não entra radicalismo, conservadorismo, modismo ou qualquer outra coisa, a não ser a explicação clara e sensata sobre esse tema delicado. 

Assista ao vídeo sobre a Ideologia de Gênero, abaixo, e entenda um pouco melhor o que é isso. Penso exatamente como o professor dessa explicação: ​

 

– O Ensino Religioso nas Escolas: o que você pensa?

Claro que ensinar bons valores, falar de Deus, propagar a paz é bom. Indispensável. Mas alguns “poréns” a serem discutidos sobre a disciplina “Religião” nas Escolas:

1- A introdução do ensino religioso nas escolas públicas contará com professores especializados (teólogos) e preparados para alunos (e não necessariamente fiéis)?

2- A permissão para que os alunos que não queiram participar das aulas saírem da sala não ocasionará casos de “classes vazias” e/ou constrangimentos, com público diminuto demais (valeria ainda a idéia da introdução da aula de religião em substituição a outra?)

3- E a profissão de fé a ser escolhida: Umbanda, Budismo, Islamismo, Judaísmo? E se for Cristianismo, seria Católico, Evangélico ou Ortodoxo? O Ecumenismo foi descartado?

Enfim, repito: a religião é algo para pacificar, trazer mensagens de amor e unir (independente de qual seja). O problema é agradar as diferentes crenças e fazer com que os alunos não crentes em determina fé não reclamem da escolha ofertada pela instituição de ensino.

Enfim: independente das escolas oferecerem (nesse complicado cenário) as aulas de religião, fica o lembrete: a Igreja, a família e a comunidade são as primeiras evangelizadoras do aluno. Sem contar, claro, o ensino da ausência de fé (ateísmo) ou do não crer mas não duvidar (agnóstico), que se deve respeitar dentro do espírito democrático no nosso país.

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– Você levaria sua filha para a encenação pornô do MAM?

O Museu de Arte Moderna (MAM) trouxe uma performance onde havia um homem nu. Mas diferente da mostra gaúcha de péssimo gosto Queermuseum, onde havia ofensas à religião, imagens de pedofilia e zoofilia abertas ao público, aqui o museu paulistano reservou um espaço com TODOS OS AVISOS do conteúdo que seria encontrado, já que La Bête (ou em português: A Besta) é uma encenação forte para menores de idade. Ou seja: um evento para adultos que simpatizam com tal obra, em ambiente fechado (não me incluo naqueles que entendem isso como “arte”, mas respeito quem pensa diferente). Entretanto, algumas mamães com crianças resolveram participar com suas filhas por lá. 

É culpa da Arte, do Museu ou das Mamães extremamente ultra-liberais o fato de tanta repercussão?

Imagine essa imagem (abaixo) se acontecesse na casa do vizinho; na rua; ou em um lugar qualquer… se uma inocente criança fosse incentivada a tocar um estranho pelado, como isso seria chamado?

Criança deve ser criança. Sempre!

Erotização precoce, aliás, é sinônimo de boa Educação? Desde quando?


Foto 1: La Bête exibida em Salvador-BA

Foto 2: La Bête exibida em São Paulo-SP

– O país da impunidade no caso do reincidente tarado do metrô!

Uma vergonha! Um sujeito acusado 5 vezes (CINCO VEZES) por suspeita de estupro, ejaculou em uma mulher na Avenida Paulista, dentro de um ônibus. Mas a justiça (sim, com “j” minúsculo) o liberou por não considerar assédio sexual, mas importunação.

Ridículo. Compartilho, extraído de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/justica-manda-soltar-homem-que-assediou-mulher-em-onibus-e-tem-5-passagens-por-estupro.ghtml

JUSTIÇA MANDA SOLTAR HOMEM QUE ASSEDIOU MULHER EM ÔNIBUS E TEM 5 PASSAGENS POR ESTUPRO

Rapaz de 27 anos foi liberado em audiência de custódia nesta quarta-feira (30). Juiz não viu ‘constrangimento tampouco violência’ no caso e considerou crime de menor potencial ofensivo.

Na tarde desta terça (29), uma mulher sofreu assédio sexual dentro de um ônibus em SP

O homem que ejaculou em uma mulher dentro de um ônibus na Avenida Paulista, no Centro de São Paulo, na tarde desta terça-feira (29), foi solto pela Justiça em audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (30).

Ele havia passado cinco vezes pela polícia por suspeita de estupro, mas em nenhuma delas foi a julgamento.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o juiz José Eugenio do Amaral Souza Neto entendeu que não era necessária a manutenção da prisão. Para o magistrado, o crime se encaixa no artigo 61 da lei de contravenção penal – “importunar alguém em local público de modo ofensivo ao pudor” – e é considerado de menor potencial ofensivo.

A lei é de 1941. O agressor ficou menos de 24 horas detido.

Na decisão, embora afirme que “o ato praticado é grave”, e destaque o “histórico desse tipo de comportamento” do rapaz, o juiz diz não ver “constrangimento tampouco violência” e, por tal razão, defende que o crime “se amolda à contravenção e não estupro”.

“Entendo que não houve constrangimento tampouco violência ou grave ameaça, pois a vítima estava sentada em um banco de ônibus, quando foi surpreendida pela ejaculação do indiciado”, aponta o texto.

Ainda de acordo com o TJ, a Polícia Civil não pediu a prisão preventiva do acusado e o Ministério Público, durante a audiência de custódia, se manifestou pela liberação do rapaz.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) contesta a afirmação e afirma que a delegada Denise Orlandini do Prado, do 78º DP, solicitou à Justiça a prisão preventiva do suspeito. Procurado pelo G1 o Ministério Público disse que não irá se manifestar sobre o caso.

O caso ocorreu no início da tarde desta terça-feira (29), na altura da Alameda Joaquim Eugênio de Lima. A Polícia Militar foi acionada e o homem foi preso em flagrante por estupro e levado ao 78º Distrito Policial, no Jardins. Depois, encaminhado para carceragem do 2° DP, no Bom Retiro.

Chorando e em estado de choque, a vítima foi acolhida por outras mulheres. O assediador foi mantido dentro do ônibus até ser retirado por policiais militares. O local rapidamente reuniu dezenas de pessoas. Revoltados, muitos gritavam, xingavam e ameaçavam linchar o agressor.

Procurada pelo G1, a SPTrans disse que “lamenta e repudia o ocorrido no início da tarde desta terça-feira em um ônibus do sistema municipal de transportes”. A empresa disse ainda que “nos casos de abuso sexual no interior dos ônibus, a SPTrans recomenda que o motorista seja comunicado imediatamente e conduza o veículo até a delegacia de polícia mais próxima. Lá, a vítima poderá registrar um boletim de ocorrência e receber amparo das autoridades policiais, que tomarão as providências cabíveis”.

Coincidentemente, nesta terça-feira a SPTrans, a CPTM, o Metrô e a EMTU, do governo do estado, lançaram a campanha “Juntos podemos parar o abuso sexual nos transportes”. O objetivo é “é unir instituições públicas e privadas para combater a violência sexual no transporte coletivo”, informou o Metrô.

Em menos de 24 horas, outro assédio

Na tarde desta quarta-feira (30), outra mulher foi vítima de assédio sexual dentro de um ônibus que também passava pela Avenida Paulista, na região central de São Paulo. A vítima relatou que o agressor passou a mão em seus seios. O motorista fechou a porta e chamou a polícia, que deteve o agressor.

“Ele passou a mão em mim e quis parecer que eu estava louca”, relatou Juliana de Deus, de 25 anos. “Estava sentada ao lado dele. Ele começou a passar a mão no meio seio e eu comecei a me ligar. ‘Sai de perto, sai de perto!’ As mulheres ao redor também começaram a se revoltar”, disse a vítima, que é cantora.

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– Lecionar em Universidade Federal ou Estadual?

O reitor da Unicamp, Prof Dr José Tadeu Jorge, escreveu um brilhante e esclarecedor artigo na Folha de São Paulo, Página A3, “Tendências e Debates”, sobre as diferenças e dificuldades dos professores de universidades públicas. E alerta: quem dá aula em Universidade Federal, hoje, pode ganhar até R$ 12.000,00 a mais do que seu colega de Universidade Estadual!

Abaixo:

O COMEÇO DO FIM

Não é por acaso que USP e Unicamp são as melhores universidades da América Latina e se situam, juntamente com a Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), entre as melhores do mundo. Um fator decisivo para conquistar suas posições destacadas foi o processo de autonomia com vinculação orçamentária iniciado no ano de 1989.

Desde então, responsabilidade, compromisso social e planejamento tornaram-se princípios fundamentais dos projetos dessas universidades, propiciando indicadores de qualidade e produtividade muito acima da média nacional.

A carreira de um professor universitário em instituições públicas é baseada no mérito. Nas universidades estaduais paulistas só é possível ingressar por concurso público e depois da obtenção do título de doutor. Um programa de doutorado exige, no mínimo, de quatro a cinco anos de intensa dedicação. O cargo final da carreira é o de professor titular, alcançado por cerca de 40% dos professores após 20 a 25 anos, em média.

Ao longo desses 26 anos de autonomia plena, as universidades públicas paulistas estabeleceram uma carreira atrativa, condição indispensável para conquistar a liderança qualitativa que hoje ostentam. Sem contar com os melhores professores e pesquisadores jamais teriam conseguido chegar aos níveis de qualidade que hoje ocupam.

Todo esse cenário, construído com muito esforço e dedicação, começa a ruir. Uma sequência de equívocos está conduzindo as universidades estaduais paulistas à vala comum dos serviços públicos burocráticos e pouco qualificados.

A raiz dos acontecimentos pode ser identificada em uma mudança constitucional aprovada em 2003, desrespeitando o conceito básico da própria Constituição, que permitiu tetos salariais distintos para atividades, fundamentalmente, iguais.

Tanto a Constituição Federal, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação consagram o caráter nacional da educação. Não há distinção entre universidades federais e estaduais. Pelo contrário, os textos legais destacam a necessária articulação e integração entre os diferentes sistemas e níveis.

Trata-se de conceito idêntico ao que se aplica aos membros da magistratura federal e estadual, que, por decisão do Supremo Tribunal Federal, têm o mesmo teto salarial.

O teto salarial do sistema federal é de R$ 33.763. Assim, um professor universitário de uma universidade federal pode receber até esse valor. Entretanto, cada Estado da Federação pode fixar seu subteto. Dezesseis Estados optaram por definir o subteto com base no subsídio do desembargador (R$ 30.471,11) e quatro escolheram o de ministro do Supremo Tribunal Federal (R$ 33.763).

Apenas sete Estados fizeram a opção de limitar os salários aos subsídios dos seus governadores, entre eles São Paulo, onde o limite é de R$ 21.613,05. Esse valor só não é menor do que os subtetos dos Estados de Espírito Santo e Ceará.

A evidência é estarrecedora! Ser professor de uma universidade do sistema federal permite ganhar, por mês, cerca de R$ 12 mil a mais do que o mesmo professor em uma universidade estadual paulista, as melhores da América Latina.

Ótimo para as universidades federais, sentença de morte para as estaduais paulistas, que não mais conseguirão atrair os melhores professores e pesquisadores.

Dirigentes e legisladores estão, portanto, diante de opções que impactarão decisivamente a história: consolidar a conquista da condição de melhores universidades da América Latina ou condenarem essas instituições ao papel de meras figurantes no enredo do desenvolvimento social e econômico.

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– A Procuradoria do STJD quer acabar com os Palavrões no Futebol!

Calma, o texto não é de hoje, mas sim de 25 de agosto de 2012. Há exatos 5 anos, o STJD discutia a “punição ou não” contra xingamentos diversos. A postagem da época, deste mesmo blog, aqui:

PALAVRÃO NÃO PODE MAIS?

Nesta quinta-feira, o Flamengo será julgado no STJD pelo fato da sua torcida chamar o jogador Loco Abreu de “viado”, na partida contra o Figueirense. A denúncia foi feita pelo procurador Maran Carneiro da Silva, que, segundo ele próprio, luta para “reverter a contracultura” do futebol.

A ideia do procurador é iniciar uma batalha contra ofensas em estádios, seja um xingamento contra o adversário ou um desabafo contra o árbitro, responsabilizando o time pelos seus torcedores.

Na partida entre Santos 1 X 3 Bahia, Paulo Henrique Ganso foi severamente hostilizado pelos torcedores do próprio time do Santos. O STJD iria atuar, como Maran Carneiro quer, denunciando a equipe santista?

Pior: no jogo Portuguesa 3 X 0 Palmeiras, os jogadores palmeirenses foram ofendidos pela sua revoltada torcida e ironizados pelo adversário. Indiciar-se-ão Lusa e Verdão?

Já a tarefa mais fácil será quanto aos árbitros: aproveita-se a animosidade cultural entre os torcedores e apitadores, e abre-se um processo contra os 20 clubes da série A. Ah, e não podemos nos esquecer dos da série B também.

No momento em que o STJD quer ser excessivamente politicamente correto, é inacreditável que passe pela cabeça de um procurador que existirão dias em que o torcedor dirá calmamente ao árbitro: “Professor, o senhor, na sua magnífica sapiência, se equivocou na não-marcação de um tiro penal a favor da nossa equipe. Tal falha se deve a má fama da sua genitora ou pela preferência sexual que julgo ser diferente da minha?”

O STJD está caprichando nesse ano. Ontem, por exemplo, mais um árbitro foi levado ao tribunal pelo fato do STJD discordar da cor do cartão. Curioso: a defesa do advogado do árbitro foi a de que o Cartão Amarelo aplicado por Marcelo de Lima Henrique na partida FLA X VAS (e contestado pelo STJD) teve “ação conjunta do sexteto de arbitragem”. Ou seja: os 6 árbitros em campo conversaram entre si e foram unânimes. É o conceito de cartão múltiplo criado no futebol. Argumento risível para indiciamento indevido (resultado: justa absolvição do árbitro).

E você: acredita que a manifestação do procurador Maran Carneiro da Silva em responsabilizar o clube contra ofensas das arquibancadas reduzirá o número de palavrões nos jogos?

Abaixo, extraído do Jornal “Extra” – RJ, link em: http://is.gd/mZR2Np

PROCURADOR QUER BANIR PALAVRÕES DO FUTEBOL

O politicamente correto invadiu os campos de futebol. Para a alegria das mães de árbitros e de jogadores que gostam de provocar as torcidas adversárias, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) quer limpar a boca dos torcedores que extravasam suas emoções de forma não tão polida. Só que quem pode pagar o pato por isso são os clubes. E o primeiro da lista é o Flamengo, que irá a julgamento nesta quinta-feira pelos gritos de “El Loco viado” de sua torcida no jogo contra o Figueirense, dia 8, em Florianópolis.
O Rubro-negro pode pagar não só o pato como também R$ 100 mil. Esse é o valor máximo da multa caso seja condenado no artigo 191, incisos I e III (deixar de cumprir uma obrigação legal ou de regulamento) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. A obrigação, no caso, seria conter seus torcedores.
A denúncia foi feita pelo procurador Maran Carneiro da Silva (PR). Ele se baseou no artigo 67 do código disciplinar da Fifa, que responsabiliza o clube pela conduta de sua torcida, e no artigo 13-A do Estatuto do Torcedor, que define as condições de acesso e permanência dos torcedores em um estádio.
Grosso modo, o que a Procuradoria do STJD espera é o que nem mães e professoras conseguiram. Só que ao invés de dar palmadas, pretendem controlar a boca dos torcedores fazendo doer no bolso de seus clubes.
– Hoje já não há tantos casos como arremessos de objetos e ofensas. O torcedor já sabe que pode prejudicar o seu clube – disse o procurador-geral Paulo Schmidt, que considera normal a denúncia de Maran. – A partir do momento que há ofensa, como, por exemplo, no caso da faixa xingando a mãe do Ronaldinho Gaúcho (no jogo entre Atlético-MG e Grêmio), este é o caminho normal.
No entanto, para Marco Aurélio Assef, advogado do Flamengo, o caso de Loco não se enquadra nos citados por Schmidt. Ele pretende mostrar que a torcida foi provocada pelo jogador ao beijar o escudo do Botafogo, sob a camisa do Figueirense.
– O Loco Abreu incitou a torcida do Flamengo, que apenas reagiu – disse o advogado, que reclamou da denúncia do STJD. – Além de exagero, é casuísmo. Quando no time adversário você tem um jogador que se destaca mais que os outros, é comum a torcida xingá-lo. Então porque só o Flamengo? E porque só nessa partida?
Quem também irá a julgamento é Leo Moura. Expulso contra o Figueirense, ele pode pegar cinco jogos de gancho. Nesta quarta, será a vez de Adryan, que pela entrada em Auremir, do Vasco, pode pegar de quatro a 12 jogos.

‘Um estádio de futebol não é território imune às leis e à educação’
Maran Carneiro, procurador do STJD, no processo nº 22 de 23/08/12
“A Procuradoria de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro, tomando por base a súmula elaborada pelo árbitro da partida realizada em 08/08/2012, (…), vem respeitosamente oferecer denúncia em desfavor de: (…) Clube de Regatas do Flamengo, em razão de sua torcida ter, a partir dos 44 minutos do segundo tempo, até o final da partida, entoado coro com a seguinte e repetida expressão: “El Loco viado”, assim o fazendo no intuito de nitidamente injuriar o atleta Washington Sebastian Abreu (…).
(…) Considerando-se que situações como a em tela são previsíveis, surge de crucial importância a penalização de clubes e federações justamente para que se logre impedir a perpetuação de tais condutas.
É mais do que chegado o tempo de a sociedade brasileira entender que um evento desportivo não pode ser justificativa para ofensas baixas e vis, da mesma forma que uma praça desportiva, seja uma cancha, ginásio ou um estádio de futebol, não é território imune de (sic) leis e de educação.
Muitos ainda acham que, por estarem no interior de um estádio de futebol, estão em lugar sem lei e que por isso podem, a seu bel-prazer, lançar ofensas, notadamente mediante o uso de palavrões.
É preciso reverter esta contracultura e isto começa com a punição daqueles que toleram e, por omissão, concordam com tais nefastas práticas”.

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– Capriche na Mira para não ser Multado!

Se a moda pega… Na China, quem for ao banheiro e errar o xixi no mictório pagará multa equivalente a R$ 38,00!

Extraído de Revista Época, 21/08 pg 16

A ORDEM É CAPRICHAR NA MIRA

Sujou. Fiscais na cidade de Shenjen, no sul da China, passarão a multar em 100 yuan (R$ 38) os usuários de banheiros públicos masculinos que urinarem fora do mictório. O governo criou a lei para conter o que chamou de “uso grosseiro de um banheiro público” – parece que a coisa andava feia em Shenjen. A nova lei foi motivo de intenso debate em jornais locais e na versão chinesa do Twitter, o Weibo. A medida, que começará a valer em setembro, impõe alguns desafios para os homens da lei. Não se sabe que quantidade de urina precisa respingar fora do mictório para ser considerada uma infração. Uma gota já vale? Críticos afirmam que serão necessários inspetores em cada banheiro para cumprir a lei. Com os olhos bem abertos.

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– Aluno de 15 anos soca a professora! Pode?

Educação da família, valores morais e éticos, respeito e honestidade: são condições para um Brasil melhor. Mas quando leio que uma professora levou socos de um aluno por ter lhe chamado a atenção, penso: que país teremos no futuro?

Extraído de: http://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/seguranca/noticia/2017/08/professora-e-agredida-por-aluno-em-indaial-no-vale-do-itajai-9875692.html

PROFESSORA É AGREDIDA POR ALUNO EM INDAIAL, NO VALE DO ITAJAÍ

Professora da rede pública relatou o incidente nas redes sociais

Uma professora da rede pública de Indaial, no Vale do Itajaí, foi agredida por um aluno dentro da escola nesta segunda-feira de manhã. A violência foi relatada pela vítima nas redes sociais e confirmada pela delegacia de Polícia Civil da cidade, que registrou o boletim de ocorrência.

O caso ocorreu em uma escola municipal no bairro dos Estados, em Indaial, nesta segunda-feira de manhã. Segundo o relato da professora de Língua Portuguesa Marcia de Lourdes Friggi, 51 anos, compartilhado por ela no Facebook, uma discussão teria iniciado após ela ter pedido que o aluno tirasse um livro do meio das pernas e colocasse em cima da mesa. O jovem de 15 anos teria se negado e xingado a professora, que o encaminhou até a diretoria.

Após relatar o caso na direção, o jovem teria começado a agredir a professora com socos. Ela ficou ferida e precisou receber pontos na altura do supercílio. Às 19h desta segunda-feira, a postagem no Facebook da professora já passava dos 80 mil compartilhamentos.

O secretário de Educação do município, Ozinil Martins de Souza, diz que a mãe do aluno foi chamada na escola na tarde desta segunda-feira e está a par da situação. Ainda segundo Souza, o rapaz já era acompanhado pelo Conselho Tutelar e teria entrevistas com psicólogos, mas não soube dizer os motivos. A secretaria, a direção da escola e o Conselho Tutelar vão decidir nesta terça-feira qual será o encaminhamento.

O adolescente é aluno da unidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) de Indaial e esta era a primeira aula que Marcia tinha com ele.

— Se o menino tem 15 anos e está no EJA, não completou os estudos no ano correto. Então, pode ter problemas de conduta ou desinteresse. Evidente que é uma atitude que a gente não concorda, precisamos ouvir os dois lados, entender o que levou o menino a ter uma reação tão violenta — diz o secretário.

Souza acrescenta que desde que assumiu a pasta, em janeiro, é o primeiro caso de agressão contra professores em escolas. Será marcada uma reunião com diretores das unidades escolares da cidade para abordarem o assunto.

A reportagem tentou contato com a diretoria da unidade de ensino, mas não teve retorno até o momento.

A Secretaria de Educação de Indaial também divulgou nota em que “repudia qualquer tipo de agressão física ou moral, independentemente da motivação” e que, após a ocorrência, a direção do centro de ensino prestou apoio à profissional e a levou até a delegacia e ao Hospital Beatriz Ramos, onde foi atendida e, depois, encaminhada para casa.

Marcia dá aulas no EJA com contrato por admissão de caráter temporário. Ela também é professora efetiva da rede estadual e leciona na Escola Prefeito Germano Brandes Júnior, em Indaial.

Em nota, o governo do Estado reiterou que Marcia é funcionária da rede estadual, onde presta 20 horas semanais de serviço, e que “lamenta o ocorrido e vai continuar acompanhando o caso”.

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– As Crianças e o Fracasso

Na semana passada, uma interessante matéria nas Páginas Amarelas da Revista Veja: “O FRACASSO FAZ BEM ÀS CRIANÇAS”, trazida em uma entrevista da jornalista Stephanie Saches Feder com a ex-reitora de Stanford, Profa Dra Julie Lythcott-Haims.

O debate é: crianças precisam vivenciar a experiência do fracasso para aprenderem com os erros! Disse a doutora:

O que todos os pais que protegem os filhos têm em comum é o medo do fracasso. Eles temem que um fracasso arruíne a vida de seus filhos. E eles estão errados. O fracasso é talvez o melhor professor da vida (…) Os ‘adultos-crianças’ têm pouca confiança em si mesmos e não conseguem refletir com independência sobre as questões cotidianas. ‘Sou incapaz de fazer isso sozinho’, pensam. Afinal, durante toda a vida alguém sempre fez tudo por eles (…) Os pais têm que aceitar que o objetivo é criar aquela pequena pessoa para que ela seja capaz de se cuidar.

Como é difícil para o papai e a mamãe deixar seus filhos baterem asas e voarem sozinhos, não? Enquanto filho, imagino a dificuldade de meu pai. E, claro, a minha dificuldade futuramente…

E aí: concorda ou não concorda com o depoimento da professora?

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– Compare a necessidade de um deputado com a de um professor!

Se você pudesse escolher um profissional para premiá-lo com o título de “indispensável” para o Brasil: escolheria um deputado federal ou um professor?

Pois bem: compare o salário e os auxílios de cada um deles. Abaixo: 

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– Unicamp supera USP e é eleita a melhor da América Latina!

O renomado Times Higher Education divulgou: entre as 10 melhores universidades latino-americanas, metade são brasileiras e o topo é ocupado pela UNICAMP.

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/07/20/unicamp-ultrapassa-usp-e-ocupa-1-lugar-em-ranking-de-universidades-latinas.htm

UNICAMP PASSA USP E É A MELHOR INSTITUIÇÃO DA AMÉRICA LATINA SEGUNDO RANKING

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) é a melhor universidade da América Latina, segundo avaliação de um dos principais rankings universitários do mundo, o Times Higher Education, divulgado nesta quinta (20).

Com isso, a universidade ultrapassou a USP (Universidade de São Paulo), uma das instituições de ensino mais tradicionais do Brasil, que ocupou a primeira posição no ranking do ano passado e aparece em segundo lugar na avaliação de 2017.

O Times Higher Education é uma publicação britânica, considerada uma das principais avaliações educacionais do mundo todo, que analisa universidades desde 2011. No ranking global, a USP sempre esteve à frente da Unicamp. No ano passado, por exemplo, ficou no grupo das instituições entre o 251º e o 300º lugar, enquanto a universidade do interior paulista ficou no grupo 401º-500º. A classificação é feita em grupos a partir da posição 200.

Em 2016, a publicação britânica passou a fazer um recorte específico sobre as instituições de ensino superior da América Latina. 

Na avaliação, critérios como ensino, pesquisa, citações, visão internacional e transferência de conhecimento são utilizados como indicadores de desempenho das universidades.

Para Marcelo Knobel, reitor da Unicamp, a liderança da instituição na América Latina “é um orgulho”. Ele afirma que a universidade se destaca por ser inovadora desde a sua fundação, mantendo “um foco muito grande nas ciências aplicadas”, e por seu pioneirismo na criação da Inova, uma agência de inovação que estimula a pesquisa e o empreendedorismo dentro da própria Unicamp.

Knobel diz ainda que a “flutuação” de posições entre a USP e a Unicamp é algo que “faz parte do processo de rankings”. “As duas têm um corpo de professores, estudantes e funcionários de excelência”, avalia.

O reitor destaca que o desafio atual da Unicamp e de outras universidades paulistas é manter a qualidade de ensino em um momento “dramático” de crise financeira.

Assim como a USP, a Unicamp afirma ter um comprometimento com a folha de pagamento dos servidores superior à verba repassada pelo Estado de São Paulo, que vem de impostos como o ICMS.

Atualmente, o deficit da universidade está previsto em R$ 250 milhões. “A principal preocupação, agora, é atingir o equilíbrio financeiro”, afirma Knobel.

Procurada pelo UOL, a reitoria da USP ainda não comentou a listagem.

O Brasil no ranking

Ao todo, o Times Higher Education avaliou 81 universidades da América Latina. No quadro das 10 melhores instituições, o Brasil é o país mais presente, com 5 universidades na lista: além da Unicamp e da USP, aparecem no topo a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a Ufrj (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e a PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).

Considerando as 50 melhores universidades da região, 18 são brasileiras –uma piora em relação ao ano passado, quando eram 23 instituições nesse quadro. 

“Muitas destas universidades melhoraram a sua pontuação total desde o ano passado, mas perderam terreno devido ao aumento da concorrência e porque outras instituições melhoraram em um ritmo mais rápido”, afirmou Phil Baty, editor dos rankings da Times Higher Education, em relatório.

Entre os países que ascenderam rapidamente no ranking da América Latina estão o Chile, com 15 universidades entre as 50 melhores (11 a mais do que no ano passado), a Colômbia, com cinco (no ano passado eram quatro), e a Argentina, que entra na avaliação pela primeira vez, com duas colocações nessa lista.

Segundo Baty, apesar de o Brasil gastar mais em pesquisa e desenvolvimento do que os outros países da região, o investimento ainda é pequeno. “Os salários dos pesquisadores também são muito baixos para os padrões internacionais e estão entre os mais baixos da região”, disse.

A análise do Times Higher Education é de que junto ao pouco financiamento para pesquisas, ao excesso de burocracia e a políticas mal-definidas para pesquisas, os baixos salários dos pesquisadores podem incentivar a saída desses estudiosos do país.

– Crianças podem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress”.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERADADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil? Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos.

Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada.

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.

Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos.

Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos.

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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– Você sabe quais são as piores faculdades do Brasil?

De 2109 instituições de ensino superior avaliadas pelo MEC, mais de 300 foram consideradas insatisfatórias.

Sabe quais são elas?

O link está em: https://exame-abril-com-br.cdn.ampproject.org/c/exame.abril.com.br/carreira/as-piores-faculdades-do-brasil-segundo-avaliacao-do-mec/amp/

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– A arte de ser um radical babaca!

Que lamentável!

Um fanático radical atacou com agressões verbais o jornalista Alexandre Garcia no aeroporto. 

O rapaz, mal educado e fazendo propositalmente a filmagem (provavelmente para aparecer), dá uma aula de “como ser idiota“.

Maldito fanatismo político, seja de esquerda ou de direita!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=i-L15LHlbok

– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

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– Bons Cursos via Web de Ótimas Universidades

A divulgação é pequena, mas as ofertas são boas: cursos a distância (EAD) da Unicamp e da USP.

Vale a divulgação e o compartilhamento entre amigos.

Abaixo, extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/11/usp-e-unicamp-lancam-cursos-a-distancia-gratuitos.htm

USP E UNICAMP LANÇAM CURSOS A DISTÂNCIA GRATUITOS

O Coursera, uma das principais plataformas de ensino online do mundo, lançou neste mês seus primeiros cursos em língua portuguesa. As formações, gratuitas, são ministradas por instituições renomadas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos.

Os cursos da plataforma – com vídeos, simulações e exercícios – não têm data para começar ou terminar, o que facilita a participação dos alunos. O conteúdo é gratuito e cobra-se apenas uma taxa de 85 dólares (cerca de R$ 300) para emissão de certificado. O Coursera tem 12 milhões de usuários no mundo, sendo 500 mil no Brasil.

A USP oferece dois cursos: um sobre história da contabilidade e outro sobre linguagem de negócios nessa área. O primeiro estará disponível na próxima semana e o segundo, em agosto. Outras formações da USP já devem ser abertas nos próximos meses.

A Unicamp oferece, a partir deste mês, um curso de processamento digital de sinais, voltado para engenheiros. A ideia é mostrar como se criam aplicativos para converter músicas, imagens, vídeos e outros sinais em formato digital.

O segundo programa, para julho, mira interessados em empreender. A Unicamp também planeja criar cursos online abertos de Português para Estrangeiros e Física Básica.

Os chamados Moocs (sigla em inglês para cursos gratuitos, online e dirigidos ao grande público) são uma tendência em grandes universidades estrangeiras. A oferta dessas aulas virtuais também é uma estratégia para aumentar o alcance de instituições brasileiras de ponta.

Já a Fundação Lemann lança neste mês o programa de gestão para aprendizagem. O objetivo é discutir novos conceitos de planejamento estratégico nas escolas.

O Coursera ainda traduziu dois dos seus cursos mais populares. Um deles, da Universidade da Califórnia, trata de como o cérebro absorve informações para melhorar hábitos de aprendizado. O outro, da Universidade de Michigan, discute estratégias de sucesso nos negócios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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– Dia do Desafio 2017 em Jundiaí

Gostaria de parabenizar os organizadores do “Dia do Desafio” em Jundiaí (competimos com Uberlândia-MG), em especial à àrea de Esportes e de Cultura do município, pela manhã gostosa que passamos nesta quarta-feira.

Minha filha participou com seus colegas do Projeto Guri, unindo música e atividade física (cultura e esporte são sinônimos de educação para a mente e para o corpo). Saíram da sede (vizinha do Teatro Polytheama) e foram caminhando até o Solar do Barão. Em frente à Catedral Nossa Senhora do Desterro (Matriz), se reuniram em outras atividades – tocando, cantando, pulando e se exercitando. 

Aqui, um vídeo de 30 segundos da festa no Centro da Cidade. Isso sim vale a pena: iniciativa eficaz de socialização, prática sadia e educacional, além de ser de baixo custo

Assista o vídeo em: https://m.youtube.com/watch?v=mJd0FyRzpXc


Algumas fotos abaixo:

Mais um derradeiro e bacana vídeo:

– As Mochilas de Jequié são o retrato do descaso das autoridades da Educação Infantil

Ou não são pessoas da área educacional, ou não estão nem aí com as crianças: em Jequié-BA, a Prefeitura comprou 18 mil mochilas para os alunos das escolas públicas. Só que elas são ENORMES, quase do tamanho dos pobres pequenos.

O Prefeito de lá ou o seu Secretário da Educação não têm bom senso? Isso causa lesões na coluna!

Que feio…

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– Trocando Educação ao Povo por Mordomia ao Parlamentar!

Que loucura está o Rio de Janeiro, não? A Cidade carioca e o Estado fluminense quebraram! E pensar que a euforia das Olimpíadas foi tão recente… (e o ex-governador Cabral preso).

Em Jundiaí, outra cidade preocupada com as contas: cargos comissionados da antiga e da nova gestão em questionamento, preocupação com a Previdência Municipal e outras medidas de quem está na pindaíba.

Leio algo ainda pior: em Miracema do Norte, a primeira (e ex) capital do Tocantins: o prefeito de lá, no final do ano passado, para economizar, simplesmente encerrou as aulas da rede pública de ensino no dia 1o de Novembro, determinou dever de casa até 2017 e decretou férias!

Economizar com Educação é necessário? Não seria melhor cortar as mordomias das esferas municipal, estadual e federal?

Um suplente de senador que seja empossado por 1 dia já ganha o super plano de previdência do Senado vitaliciamente (com Sírio Libanês e Albert Einstein). Os ex-presidentes (incluindo Collor e Dilma, que sofreram impeachment), possuem um cartão corporativo de vale combustível, com cota polpuda, perpetuamente!

Assim a conta não fecha mesmo…

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