– A Corrente Migratória de Cientistas.

Veja que interessante (é de 2019, mas importante): a Índia é o país que mais exporta cientistas. Já a Suíça é quem mais atrai.

Abaixo, extraído de: epocanegocios.globo.com/insipidez-cientifica.html

INSIPIDEZ CIENTÍFICA

O Brasil não atrai e nem exporta cérebros

O Bureau Nacional de Pesquisa Econômica, órgão do Governo Americano, divulgou no mês passado um mapa sobre a mobilidade de cientistas de 16 países. 

As nações que mais atraem cérebros estrangeiros: Suíça 57%, Canadá 47%, Austrália 45%, EUA 30%.

Isso é bom, pois esse tipo de corrente migratória reforça o time de gênios em atividade nesses locais. A Índia, por sua vez, é o maior exportador de cérebros do planeta. Quatro em cada dez cientistas indianos atuam no exterior. Mas isso não é tão ruim. Tal movimento reflete a capacidade do país em formar técnicos de altíssimo desempenho. O que incomoda mesmo é a situação do Brasil. São Poucos os crânios que entram ou deixam o país. essa insipidez é indesejável para uma nação onde a pesquisa científica é um amplo campo a ser explorado.

– Estudar (e ensinar) faz bem!

Hoje estive falando sobre Educação Financeira (Descomplique Finanças) a um pessoal empreendedor de Pinhalzinho!

Município próspero, alunos interessados e a boa ajuda do Sebrae: um conjunto de fatores favoráveis ao MEI.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– Com a Educação, o Brasil sairá da crise.

Terminando o dia, muito feliz com o rendimento das atividades acadêmicas que exerci (em 3 períodos).
 Estive à noite em Joanópolis, a Terra do Lobisomem, falando de Marketing no Fundo Social de Solidariedade, em evento do Sebrae / IBS Américas.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– Os efeitos da massificação do EAD na carreira dos docentes.

E quando o Ensino à Distância quer “substituir na marra” o Presencial?

E quando os professores são dispensados em massa por conta da modalidade?

Questões interessantes para discussão. Abaixo:

Extraído de: (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62072764)

APOSTA EM EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA GERA DEMISSÃO EM MASSA

Quando definia o foco de seu novo estudo, o pesquisador Yuri Lima considerou primeiramente analisar o impacto da covid-19 no Brasil sobre uma gama ampla de profissões. Mas a situação dos professores chamou sua atenção a ponto de se tornar o eixo principal do trabalho.

Lima observou que a aposta de instituições privadas no ensino a distância (EaD), uma tendência que vem dos anos 2010 e se consolidou fortemente na pandemia, tinha relação com o ritmo de diminuição dos quadros de funcionários e a precarização das condições de trabalho de docentes.

Em listas sobre as profissões com “mais futuro”, como um importante estudo da Universidade de Oxford (Inglaterra) de 2013, os professores aparecem entre as funções com mais chances de resistir à automação.

Mas o pesquisador do Laboratório do Futuro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) diz que o ensino a distância surge como “uma forma indireta de automação”, que “está embutida no modelo de negócios de certas empresas”.

Atualmente, parte da carga horária dos cursos é ocupada por vídeos gravados previamente, que podem ser usados durante anos pelas faculdades, e substituem o material dado de forma presencial por um professor.

Rodrigo Barbosa e Silva, pesquisador-sênior de políticas públicas em tecnologias do Transformative Learning Technologies Lab da Universidade de Columbia (EUA), explica que “vemos talvez há quase duas décadas uma série de cursos online na área de lato sensu [cursos voltados para atualização e especialização] em que a aula era gravada, algumas vezes com estudantes presencialmente ou interagindo à distância.”

“E o que acontece com essa aula? Já vi contratos em que essa aula fica válida por três anos com possibilidade de prorrogação. A aula que foi feita por um docente, vamos dizer por 10 horas, acaba sendo retransmitida ao longo de três anos ou mais.”

O principal ponto de virada da tecnologia é o tamanho das turmas: uma sala presencial com, por exemplo, 50 alunos, que seria considerada “inchada” a depender do espaço físico, hoje dá lugar a salas virtuais que comportam em alguns casos até mil alunos.

Essas mudanças têm permitido uma redução significativa de custos para empresas educacionais nas suas folhas de pagamento.

A BBC News Brasil pediu posicionamento sobre a situação dos professores para a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que representa faculdades particulares em todo o país, mas a entidade preferiu não se manifestar.

Entre março de 2020 e dezembro de 2021 o número de docentes no ensino superior como um todo caiu 7,14%, com a saída de quase 30 mil profissionais, segundo o Ministério do Trabalho.

O ano de 2020, o primeiro da pandemia do coronavírus, também marcou a primeira vez na história que graduações a distância tiveram mais alunos novos do que cursos presenciais. Em dez anos, o crescimento do EaD foi de 428% no país.

Antes mesmo da quarentena em razão da covid, uma portaria assinada pelo então ministro da Educação Abraham Weintraub permitiu que graduações presenciais pudessem ter 40% de aulas virtuais em relação à carga horária total (uma exceção é o curso de Medicina).

O Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação, órgão independente associado ao MEC que formula e avalia a política nacional de ensino, não responderam aos pedidos de posicionamento da BBC News Brasil sobre o tema.

“A diferença entre as duas modalidades é significativa do ponto de vista de estrutura. O presencial exige muitos professores em sala de aula. Exige uma infraestrutura física, administrativa, muito grande”, diz Lima.

Ele faz questão de enfatizar que o ensino a distância não deve “ser visto como vilão” nem que seu estudo representa uma postura “neoludita” (referência ao movimento de trabalhadores que destruíam as novas máquinas que os substituíram durante a revolução industrial inglesa).
“Eu, como uma pessoa que vem da área de tecnologia, acredito muito no potencial dela para melhorar a educação”, diz. “É possível utilizar a tecnologia de forma que amplie a qualidade em vez de precarizar o ensino e o trabalho.”

Para Barbosa e Silva, “é importante observar que o fenômeno não está na tecnologia — não é a existência do EaD e das possibilidades de comunicação e interação a distância que estão causando esse problema. E, sim, a estrutura social por trás da educação ou de necessidades financeiras para instituições educacionais”.

Demissão por “pop-up”

O professor Rodrigo Mota Amarante soube de sua demissão do quadro da faculdade Uninove, em São Paulo, por meio de um pop-up: uma mensagem que surgiu na tela do computador quando iniciava sua jornada semanal.

“A demissão por pop-up é muito esquisita, né? Os professores simplesmente entraram no sistema para dar aula, era uma segunda-feira, dia de aula normal. Então, você acessa o sistema para dar aula e você está bloqueado: você foi demitido.”

“É muito frio, é muito distante. Cruel, para ser bem sincero”, diz.

Amarante, que somava quase 25 anos de carreira como docente, foi desligado em um corte de 300 profissionais da Uninove em 22 de junho de 2020.

As atividades do dia para os estudantes foram substituídas por uma palestra motivacional com participação do ex-secretário municipal de Educação Gabriel Chalita e do Padre Fábio de Mello intitulada “Fortaleça o seu interior e acredite em você”.

Em dezembro do mesmo ano ocorreu mais uma demissão em massa na Uninove. Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo, o total de cortes em 2020 representou quase metade do antigo corpo docente da faculdade.

A BBC News Brasil tentou entrar em contato com a Uninove em duas ocasiões, mas, apenas para encaminhar os questionamentos, a empresa exigiu que o repórter cedesse uma série de dados pessoais, como CPF. Isso foi recusado.

Amarante também relata que, de 2017 para 2018, foram demitidos todos os professores do curso 100% EaD de engenharia de produção na Uninove.

“Era um curso que pagava o mesmo valor de hora-aula que era pago ao professor de sala de aula física. O que fizeram na sequência foi a contratação de tutores. Saíram os professores que fizeram os materiais, que gravaram as aulas, e contrataram estagiários ou recém-formados, com um salário menor.”

Lima, do Laboratório do Futuro da UFRJ, explica que “a grande função do tutor é acumular essas capacidades de interação com o aluno que não sejam relacionadas a preparo da aula, entrega da aula. Tirar uma dúvida do conteúdo, resolver um problema às vezes administrativo, (por exemplo): ele manda no chat um problema com a mensalidade. Então quando a gente olha para essa estrutura, o conteúdo está pronto”.

“Dizem hoje que a melhor maneira de ser demitido por uma faculdade é terminando o doutorado. Porque você se torna um profissional muito caro para instituição. É perceptível este movimento em que se busca alguém para dar uma aula magna, para ser o que se chama muitas vezes o professor convidado, e existem tutores ou muitas vezes estagiários da própria instituição, ainda cursando a graduação, para fazer o que se chama de mediação”, diz Barbosa e Silva, pesquisador-sênior na Universidade de Columbia.

“Com o advento da reforma trabalhista de 2017, consolidou-se o regime horista. Esse regime ficou sedutor para essas instituições que não querem investir tanto na pesquisa e na extensão [trabalho da universidade de volta para a comunidade, como atendimento de saúde] e sim contratar docentes de uma maneira que pode ser chamada de ‘uberização'”.

“Se a pessoa está numa posição de carreira, de 40 horas, ela consegue conversar com estudante sobre pesquisa, sobre o conteúdo da aula, sobre o próprio futuro profissional. Essas pessoas que são só contratadas por disciplina ou regimes horistas nem são pagos por esse tempo. Mas não deixam de atender quando os estudantes estão em contato.”

Reflexo na qualidade do ensino

Yuri Lima afirma que, além dos reflexos na qualidade de ensino, há um predomínio do que chama de “EaD conteudista” na formação do estudante.

“O quanto que eu consigo desenvolver habilidades com uma pessoa sentada dentro de casa, assistindo a vídeos e respondendo um questionário? Isso não atende as demandas do mercado de trabalho mais moderno”, diz.

“São vários fatores a observar nessa transformação do ensino superior e se questionar o quanto que ela está indo no sentido que a gente gostaria para a educação no país.”

Ele afirma que outro desafio “é de entregar empregabilidade para essas pessoas estão se formando, ou seja, a capacidade de um aluno egresso de uma instituição de ensino conseguir entrar no mercado de trabalho com um emprego de qualidade”.

Falta explorar no currículo educacional o que “a automação e a tecnologia ainda não são capazes de fazer”.

O professor Amarante, de sua parte, diz que sente “muita falta de sala de aula”, mas que “financeiramente não vale a pena”.
Hoje, ele trabalha como especialista de dados de uma empresa varejista.

“O horário de saída ou de intervalo era um momento de troca. Às vezes você ia para a sala dos professores conversando com dois ou três alunos e o papo era bom. Muitos deles aproveitam isso. Uma conversa sobre o estágio ou o trabalho, as expectativas dele. A gente não tem como substituir esse tipo de conversa porque ela é uma conversa espontânea, não é planejada.”

– Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62072764

– Senai e Sebrae: que sucesso!

Parceria de sucesso: Sebrae e Senai estão desenvolvendo cursos de boa qualidade, ajudando nossos alunos a terem a oportunidade de se desenvolverem profissionalmente (e como pessoas também)!

Hoje, trabalhei Marketing & Vendas com um pessoal muito entusiasmado. Vale a pena incentivar o ensino.

– Ler nos leva para o alto!

Olhe só que mensagem mais emblemática!

Que a leitura nos ajuda a criar “asas para voar”, já sabemos. Mas essa analogia, abaixo, ficou perfeita:

– Capacite!

Estivemos hoje no Senai de Itatiba, falando sobre Controle de Custos, em parceria com o Sebrae!

É muito bom ver estudantes desejando aprender, com brilho nos olhos.

Somente com a Educação que o Brasil sairá da crise…

– Tarefa de Pai e Mãe: amar e… Educar!

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigi-los (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe) devido aos hormônios da juventude determinarem independência e teimosia.

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– Vamos estudar?

É hora de estudar!

Enquanto eu trabalho, alguém muito caprichosa está ao meu lado aprendendo

A vida vale a pena por isso, não?

– Cuidemos da Natureza.

🇺🇸 Taking care of nature is the duty of all of us. And teaching children to respect our planet is important!

🇧🇷 Cuidar da natureza é dever de todos nós. E ensinar as crianças para que elas respeitem nosso planeta, é importante!

– Aulas nas Faculdades Brasileiras se tornam mais Exigentes!

Há 1 ano… repost:

Boas notícias: as faculdades brasileiras estão imitando os métodos de Harvard, exigindo que os alunos estudem as matérias antes das aulas. Veja (extraído de Folha de São Paulo, 22/12/, Caderno Educação, pg E1)

FACULDADES PRIVADAS MODERNIZAM AULAS COM MÉTODO DOS EUA

Por Fábio Takahashi

Estudantes em filas, professor à frente, explicação na lousa ou no projetor. É tudo que algumas faculdades particulares têm buscado evitar em seus cursos de graduação.

Há pouco mais de um ano, ao menos quatro instituições brasileiras adotaram metodologias em que os estudantes precisam ler textos ou ver vídeos antes das aulas, para terem um conhecimento básico prévio do conteúdo.

Nas aulas há debates entre os alunos, e não a convencional exposição do professor. A tradicional escola Belas Artes de São Paulo foi uma das que adotou o método.

Educadores afirmam que o formato, inspirado em aulas da Universidade Harvard (EUA), deve se espalhar pelo país, ainda que haja dificuldades de implementação.

Na nova metodologia, ao professor cabe apresentar temas a serem debatidos e acompanhar se as conclusões dos alunos caminham para a direção correta.

Os alunos são distribuídos em mesas redondas de oito lugares cada uma, em geral. O grupo deve apresentar resposta a uma pergunta posta pelo docente -que conduz as discussões até que todos saibam a alternativa certa.

Um dos métodos, chamado “peer instruction” (formação por pares), foi criado pelo professor Eric Mazur, que leciona física em Harvard.

Ele estava incomodado com o fato de que poucos docentes conseguiam prender a atenção dos estudantes por uma aula inteira -problema que atinge cursos superiores no mundo todo.

Pesquisas de Mazur mostram que, com o novo formato, os alunos fixam melhor conteúdos e ganham capacidade de resolver problemas.

ATUALIZAÇÃO

“As aulas precisam ser mesmo atualizadas”, disse o consultor de ensino superior Roberto Lobo, ex-reitor da USP. “Mas os temas a serem abordados devem ser bem administrados, senão, os alunos ficam com lacunas”.

Diretor acadêmico da Unipac (MG), Gustavo Hoffmann afirma ser essencial, no novo formato, que o aluno se prepare antes das aulas. “No modelo tradicional, os professores até podem pedir leitura prévia. Mas a aula ocorre normalmente se o aluno não se preparar”, afirma.

“No novo modelo, não se consegue debater algo sem que você tenha uma base.”

O preparo prévio exige cerca de uma hora por dia do aluno. Os cursos são presenciais, ou seja, ao menos 80% da carga horária tem de ser cumprida na faculdade.

“No começo, ficamos preocupados”, disse José Augusto dos Santos Dias, 23, que teve a nova metodologia em algumas matérias do curso de direito da Unisal (Lorena-SP). Um dos conteúdos que ele estudou no sistema foi quais recursos poderiam ser impetrados para cada decisão judicial. “No final, gostei.”

A inclusão da nova metodologia nas grades curriculares varia entre as faculdades. As mesmas instituições também têm adotado outras modalidades parecidas ao “peer instruction”, como a resolução de problemas.

Neste caso, o professor apresenta um problema real, enfrentado por uma instituição, e os alunos têm de apresentar soluções. Depois, compara-se com a solução adotada no caso concreto.

“A ideia é evitar que o aluno vá para a aula apenas para ouvir o professor. Hoje, ele deve ser ativo”, disse Marcilene Bueno, da área de novas metodologias da Unisal.

Sua escola é uma empresa! Saiba como lidar com isso - Wakke

– Aprendizado contínuo.

Aprender e ensinar é um ciclo! Se o professor não entender isso, nunca estará atualizado e nem conseguirá transmitir conhecimento.

Sendo assim, vale refletir a mensagem abaixo:

– Ideias de Negócios.

Terminamos o último turno do dia. Estive em Jarinu, pelo Sebrae, falando de “Ideias de Negócios” para os jovens empreendedores ali presentes.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– O aprendizado infantil é algo sensacional.

Hora do dever de casa com a filhotinha!

Do jeitinho dela, as letras vão surgindo e o be-a-bá vai ganhando forma. É muito legal ver a descoberta das palavras 😊. Nessa fase da vida, tudo é novidade e a cada interpretação de texto ou de desenho é uma conquista a se festejar.

– O Futuro de uma Criança da Coréia do Sul versus a de uma Criança Brasileira

Uma crônica recente e interessante que li me trouxe a perplexidade sobre como alguns governos conseguem vencer as dificuldades do seu povo e outros têm uma imensa capacidade de não resolvê-los.

O texto é do economista Ricardo Amorim (extraído de: http://is.gd/lQH8Ih) e mostra a desigualdade e nuances diversas de duas crianças crescendo nos anos 70. E o cerne é: a diferença do desenvolvimento sulcoreano em relação ao do Brasil.

Muito bom, abaixo:

JOÃO E KIM

“Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

João e Kim nasceram em 21 de junho de 1970, dia em que o Brasil ganhou a Copa do México. Os pais de Kim eram professores; os de João também. Kim sempre estudou em escola pública; João também. Kim ama futebol; João adora. Kim é da classe média de seu país; João também. Os pais de Kim já se aposentaram; os de João também. Kim e João trabalham na mesma empresa, uma multinacional líder mundial em tecnologia. Kim é engenheiro e ganha R$ 7.100,00 por mês. João não chegou a terminar o ensino médio, ganha R$ 1.900,00 por mês. Kim trabalha na sede da multinacional e é chefe do chefe de João, que trabalha aqui no Brasil.

Onde os caminhos de Kim e João se separaram? 
A cegonha deixou Kim na Coreia do Sul, João no Brasil. Em 1960, a renda per capita na Coreia era metade da brasileira. Em 1970, eram parecidas. Hoje, na Coreia, ela é três vezes maior do que a nossa.

Como as vidas de centenas de milhões de Kims e Joãos tomaram destinos tão diferentes em poucas décadas? Educação, educação e educação.

O país dos Kims investiu no ensino público básico, de qualidade e acessível a todos. O governo coreano gasta quase seis vezes mais do que o brasileiro por aluno do ensino médio. Na Coreia, um professor de ensino médio ganha o dobro da renda média local; no Brasil, menos do que a renda média. Com isso, os Kims estão sempre entre os primeiros lugares nos exames internacionais de estudantes de ensino fundamental e médio – muitas vezes, em primeiro lugar. Os Joãos, melhor nem falar.

Só após garantirem uma boa formação básica e bom ensino técnico, os coreanos investiram em ensino universitário. Ainda assim, a Coreia tem três universidades entre as 70 melhores do mundo. O Brasil não tem nenhuma entre as 150 primeiras. Hoje, a Coreia do Sul é, em todo o mundo, o país com maior percentual de jovens que chegam à universidade – mais de 70%, contra 13% no Brasil. De quebra, o país dos Kims forma oito vezes mais engenheiros do que nós em relação ao tamanho da população de cada um. Tudo isso com um detalhe: a Coreia gasta menos com cada universitário do que o Brasil, mas forma quatro vezes mais Ph.Ds. per capita do que nós.

Para cada won gasto com a aposentadoria do pai de Kim, o governo coreano gasta 1,2 won com a escola do seu filho. No Brasil, para cada real gasto pelo governo com a aposentadoria do pai de João, ele gasta apenas R$ 0,10 com a escola do Joãozinho.

No ano que vem, os pais de Kim virão para a Copa do Mundo no Brasil. A mãe de João já tinha falecido, mas seu pai quis muito ir à Copa da Coreia e do Japão em 2002, mas não tinha dinheiro para isso. Há um ano, ele está fazendo uma poupancinha e ainda está esperançoso em ser sorteado para um dos ingressos com desconto para idosos para ver um jogo da Copa de 2014, nem que seja Coreia do Sul x Argélia. Como os ingressos com descontos são poucos e concorridos, as chances de seu João são baixas. Se conseguir, quem sabe ele não se senta ao lado do sr. e da sra. Kim. Pena que seu João não teve a chance de estudar inglês. Eles poderiam conversar sobre os filhos…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Educação abre portas!

Estive pelo Sebrae / IBS Américas no Centro Comunitário Mara Siaulys, um espaço mantido pelo Unique Garden Hotel & Spa, falando sobre Marketing.

Que espaço sensacional, transbordando cultura, conhecimento e… muita paz!

É com a Educação que ajudaremos o Brasil.

#education

– Estudar e aquecer.

Tomando um solzinho e fazendo “dever”: um ótimo programa para a manhã de 6a!

Minha Tetéia que o diga

🥰 #PaiDeMeninas #Carinho #Doçura #Amor #Filha #Family

– #tbt 1: Laboratórios Brasileiros abrindo as portas para a sociedade!

#tbt: há 5 anos…

Que legal. No último sábado, eu e minha filha Marina fomos em Campinas ao LNLS e seus outros laboratórios agregados, onde a comunidade pode conhecer as pesquisas agrícolas, o acelerador de partículas (parece o do seriado FLASH), a área de robótica com suas inúmeras pecinhas Lego e participar de desafios de criatividade!

A filhota, bem esperta, resolveu criar uma… ecoflora! Um equipamento portátil de jardinagem com irrigação e outros acessórios, feito por ela!

Abaixo, algumas imagens de um lugar que não parece Brasil, pois ali, há Ciência, Educação, Empreendedorismo e Inteligência (tudo apartidário) em abundância!

– Vale a pena ensinar!

Estivemos nesta noite no Polo Virtual da Universidade Cruzeiro do Sul, em Cabreuva / SP, levando através do Sebrae nossa fala sobre Controle Financeiro das MEIs aos empreendedores locais.

Muito bom! É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 #empreendedorismo #education

– Vale a pena estudar.

Números extraídos da Veja.com:

  • De cada 100.000 habitantes, apenas 8 têm doutorado no Brasil (Reino Unido têm 41 e a Eslovênia 57).
  • A idade média de quem consegue se tornar doutor em nosso país é 37 anos.
  • R$ 13.861,00 é a remuneração média dos doutores no Brasil (6 vezes mais que a média da população).
  • Os doutores em Direito são os que têm melhor remuneração: R$ 19.736,00 é o salário/ médio.

Vale a pena ou não estudar?

Quem pode emitir diploma? | Carreira & Sucesso

Imagem extraída de: https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/colunistas/educacao/quem-pode-emitir-diploma/

– Descomplique!

Encerrando as atividades profissionais deste sábado, levando e dividindo conhecimento!

A missão foi: ajudar jovens empreendedores sedentos de aprendizado a clarearem seus desejos de trabalho. E tudo deu certo! Não é trabalho, é prazer.

Somente com a Educação o país sairá da crise.

– Escolas para Todas as Inteligências.

Ótima matéria sobre como educadores podem desenvolver as virtudes dos alunos com métodos alternativos de ensino. Importante para todos nós que militamos nessa área:

Extraído de: Portal da Educação

ESCOLAS PARA TODAS AS INTELIGÊNCIAS

por Ana Aranha

Do Japão à Argentina, alguns colégios ensinam criatividade, autoconhecimento e outras habilidades que não estão no livro didático de seu filho

“Eu tinha um jardim de 8 metros quadrados, mas regava apenas 2 metros quadrados dele.” Assim um professor na Turquia definiu a mudança no modo de trabalhar depois que sua escola adotou a teoria das inteligências múltiplas. Criada na década de 80 pelo psicólogo americano Howard Gardner, professor da Universidade Harvard, a teoria propõe a existência de pelo menos oito tipos de inteligência. Segundo Gardner, as habilidades tradicionalmente reconhecidas e ensinadas nas escolas – o raciocínio lógico e a capacidade de aprender e usar a língua – são apenas parte das potencialidades do cérebro. As outras inteligências seriam: a musical, a de visualizar espaços, a de controlar movimentos do corpo, a de lidar com elementos da natureza, a de relacionar-se com os outros e a de conhecer os próprios limites e expectativas.

Desde que Gardner lançou a teoria, educadores em todo o mundo experimentam modelos alternativos para estimular as oito inteligências na escola. O primeiro resultado dessas experiências costuma ser uma mudança no olhar do professor, como aconteceu com o professor turco citado no começo desta reportagem. “Antes, para mim, os alunos que se destacavam em outras áreas que não matemática e língua eram menos inteligentes. Lamento por tê-los discriminado.” O relato é um dos muitos reunidos no livro Inteligências múltiplas ao redor do mundo, organizado por Gardner e que será lançado nesta semana no Brasil pela Editora Artmed. No livro, educadores de 15 países da Europa, da Ásia e das Américas contam como aplicaram a teoria em escolas públicas e privadas. Não há relatos sobre o Brasil.

Gardner, como psicólogo, nunca passou instruções aos educadores. Por isso, as experiências são bem diversas. Mas há dois princípios que marcam as adaptações de sua teoria às escolas. O primeiro é a tentativa de dar atendimento individual aos alunos – um meio de identificar em qual inteligência o aluno tem facilidade ou dificuldade. Na americana Key School, a primeira a colocar a teoria em prática, cada aluno tem semanalmente um momento livre em que recebe a atenção exclusiva do professor. Ele desenvolve a tarefa de seu interesse enquanto o professor o observa. Pode ser a pesquisa de um motor, a construção de uma maquete ou a redação de um poema. O aluno propõe a tarefa e se dedica a ela por quantas horas quiser. Ao final, o professor discute quais foram os pontos fortes e fracos da atividade, e o aluno escreve um relato. O objetivo é ensiná-lo a conhecer seus próprios interesses, facilidades e limites. A avaliação feita pela escola também é diferente. O boletim acompanha o estágio de motivação do aluno em cada inteligência. Em vez de dar notas por disciplina, o professor avalia se o aluno apresenta motivação interna, externa, passiva ou dispersão.

O segundo princípio dos educadores que trabalham com a teoria de Gardner é o esforço para variar linguagens. Em vez de ensinar uma lição só com a leitura de um texto, o professor também propõe uma atividade motora. Foi o que rendeu ao professor Naohiko Furuichi o prêmio do Programa para Educação Científica da Fundação para a Educação da Sony no Japão. Para ensinar as fases da Lua, Furuichi montou uma maquete da órbita da Terra com diversas luas, cada uma pintada de acordo com a iluminação que recebe naquela posição. No meio da maquete, no lugar da Terra, ele fez um buraco onde os alunos colocam a cabeça (foto na próxima. pág.). “Olhando as miniaturas do centro eles entendem por que a Lua parece diferente para nós”, afirma Furuichi. Além da maquete, Furuichi apresenta um poema sobre a relação entre uma flor oriental e a posição da Lua. Com esse tipo de atividade, ele procura estimular os alunos em pelo menos duas inteligências: línguas e visualização de espaços.

Embora ocorram em vários continentes, as experiências inspiradas em Gardner geram controvérsias nas escolas. Para abrir espaço para atividades tão diferentes, é preciso reduzir a quantidade de conteúdo. E, como o professor respeita o ritmo de cada aluno, não é possível submetê-los a avaliações em larga escala – principal instrumento para os governos manterem o controle da qualidade do ensino. Um dos maiores críticos da difusão das ideias de Gardner nas escolas é o educador americano Eric Donald Hirsch Junior. Hoje aposentado, ele foi o principal defensor da importância dos testes nacionais nos Estados Unidos. Para Hirsch, um currículo extenso enriquece o vocabulário e fixa o domínio da escrita e do raciocínio lógico-matemático, ferramentas importantes no mercado de trabalho. Tirando o foco dessas inteligências, a escola perderia sua melhor ferramenta para promover a igualdade social.

A resposta de Gardner a essa crítica é que o mundo de trabalho atual também exige criatividade, habilidade pouco trabalhada pelo ensino tradicional de conteúdos. Ele diz ainda que as outras inteligências são importantes para a vida fora do trabalho. “Se você é bom de língua e lógica, vai se achar muito inteligente na escola”, disse, em entrevista a ÉPOCA. “Mas, no dia em que se vir na Floresta Amazônica ou no trânsito caótico de São Paulo, vai descobrir que não sabe tanto assim.”

Polêmicos, os questionamentos de Gardner, além de oferecerem uma alternativa para pais e educadores que procuram uma formação diferente para seus filhos e alunos, servem também para chacoalhar a escola – uma das instituições mais resistentes a mudanças. Na Coreia do Sul, onde há muita cobrança por resultados nas avaliações nacionais, o Ministério da Educação incluiu uma adaptação da teoria de Gardner no currículo e na formação dos professores da pré-escola. Foi uma tentativa de reduzir a pressão pelo desempenho acadêmico entre os alunos mais novos. Mas os professores não se adaptaram. Primeiramente, reclamaram da falta de tempo para realizar as novas atividades e trabalhar o currículo tradicional – que não deixou de ser cobrado. Depois, não se conformaram com a nova forma de avaliação, que não os permitia assinalar respostas como “certas” e “erradas”. Na maioria das experiências de adaptações da teoria de Gardner, o objetivo da avaliação deve ser ajudar o aluno a se desenvolver, e não classificar seu desempenho.

Gardner é contra as políticas que tentam aplicar a teoria “de cima para baixo”. “Nunca penso na mudança pelo sistema”, afirma. “Ela só acontece se os professores entenderem as inteligências e souberem adaptá-las a cada aluno.” Para ajudar os professores, um grupo de educadores da Argentina criou uma rede de formação nacional. Para cada profissional interessado, o grupo articula a criação de um “trio pedagógico”. Ele é formado por um professor de escola, um responsável pela formação de professores e um pesquisador universitário. Cada trio pensa, em conjunto, as atividades de aula e avalia o desenvolvimento de cada aluno. A Argentina não adota, oficialmente, a teoria das inteligências múltiplas. Mas, desde que não fujam das regras nacionais, algumas escolas permitem que seus professores trabalhem com ela.

O maior obstáculo para a teoria de Gardner são as avaliações em larga escala. Elas têm ganhado força em diversos países, como o Brasil, como política de cobrança por resultados. Gardner compara esse sistema à Bolsa de Valores. “As empresas que constroem um nome que dura não estão presas às oscilações da Bolsa”, afirma. “Infelizmente, o propósito da educação virou ir bem nos rankings. Não importa se o ensino está contribuindo para a sociedade que se almeja.”

As escolas da Noruega vivem esse dilema. Na década de 90, os diretores e os professores tinham autonomia para montar o currículo e avaliar os alunos. Muitos seguiam Gardner. Mas, em 2000, o país foi mal avaliado na primeira edição do Pisa, prova internacional de leitura, matemática e ciências da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ficou na 33a posição, entre 57 países. Para tentar mudar o quadro, o governo criou uma prova nacional e fixou um currículo para cada série. Mas a Noruega continua entre os últimos. Em 2007, perdeu para a Letônia e para a Lituânia.

Alguns educadores noruegueses questionam a padronização com foco no Pisa. Argumentam que, pelo terceiro ano consecutivo, o país foi o primeiro colocado no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que mede alfabetização, saúde e renda da população. A discrepância entre os índices na Noruega vale como um alerta. Ele levanta a dúvida se o problema está nas escolas do país com melhor padrão de vida do mundo ou no modelo de educação em expansão no resto do mundo.

Imagem extraída de: https://escolasdisruptivas.com.br/metodologias-inovadoras/conheca-os-tipos-de-inteligencias-multiplas-e-como-trabalhar-com-os-alunos/

– Capacite-se! Ótima iniciativa com o Sebrae / IBS Américas.

Adoro lecionar, e hoje estou preparando algo prazeroso: aulas do curso de Gestão Empreendedora para a parceria Sebrae / IBS Américas / Governo de SP (nesta semana, estarei com mais uma turma, dessa feita em Jundiaí).

Um curso para pequenos empreendedores que querem se capacitar, entrar para formalidade e conseguir linhas de crédito baratas (que podem ser obtidas a partir da formalização e participação do curso)! Chama-se: Descomplique: Primeiros Passos (em 5 módulos).

Ações assim devem ser aplaudidas. Muito orgulho de fazer parte desse projeto!

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– Empreenda!

Terminamos mais um curso pelo Sebrae / IBS Americas / Governo de SP, falando sobre Empreendedorismo aos moradores de Piracaia. Muito bom!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Em Piracaia.

Que lugar aprazível!

Hoje vou dar aula num colégio de 1893, ao lado da Praça da Matriz, aqui em Piracaia. Falaremos de “inovação e marketing” pelo Sebrae, nesse município tão bonito.

– E prenderam o ex-Ministro da Educação Milton Ribeiro.

Que país é esse… não importa se é Esquerda ou é Direita, corrupto é corrupto e ponto final.

Em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2022/06/pf-mira-ex-ministro-e-pastores-ligados-a-bolsonaro-em-operacao-sobre-verba-do-mec.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral

EX-MINISTRO E PASTOR LIGADO A BOLSONARO É PRESO EM OPERAÇÃO “BALCÃO DO MEC”.

Milton Ribeiro saiu do governo após suspeitas sobre atuação de pastores na liberação de verbas no Ministério da Educação

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (22) uma operação contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e pastores suspeitos de operar umbalcão de negócios no Ministério da Educação e na liberação de verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Ribeiro e ao menos um dos pastores, Gilmar Santos, já foram presos.

A PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro, de Gilmar e do pastor Arilton Moura —esses dois últimos são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas que atuavam no MEC.

A ação desta quarta-feira foi batizada de Acesso Pago e investiga a prática de “tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos” do FNDE.

Com base em documentos, depoimentos e um relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) foi possível mapear indícios de crimes na liberação de verbas do fundo. Ao todo, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e cinco de prisões em Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.

No mandado de prisão de Ribeiro, o juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal em Brasília, lista os crimes investigados e que podem ter sido cometidos pelo ex-ministro. São eles: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

O magistrado também determinou que o ex-ministro de Bolsonaro seja transferido para a superintendência da PF no Distrito Federal.

Os dois pastores, Gilmar e Arilton, são peças centrais no escândalo do balcão de negócios do ministério. Como mostrou a Folha, eles negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais mesmo sem ter cargo no governo.

Os recursos são do FNDE, órgão ligado ao MEC controlado por políticos do centrão, bloco político que dá sustentação a Bolsonaro desde que ele se viu ameaçado por uma série de pedidos de impeachment e recorreu a esse apoio em troca de cargos e repasses de verbas federais.

O fundo concentra os recursos federais destinados a transferências para municípios.

Prefeitos relataram pedidos de propina, até em ouro.

Em áudio revelado pela Folha, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro disse que priorizava pedidos dos amigos de um dos pastores a pedido de Bolsonaro.

Na gravação, o ministro diz ainda que isso atende a uma solicitação do presidente Bolsonaro e menciona pedidos de apoio que seriam supostamente direcionados para construção de igrejas. A atuação dos pastores junto ao MEC foi revelada anteriormente pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Ribeiro deixou o cargo no fim de março, uma semana após a revelação pela Folha.

Gilmar Santos e Arilton Moura negociavam, ao menos desde janeiro de 2021, a liberação de empenhos para obras de creches, escolas, quadras ou para compra de equipamentos. Os recursos são geridos pelo FNDE, órgão do MEC controlado por políticos do centrão.

Os pastores gozavam de trânsito livre no governo, organizavam viagens do ministro com lideranças do FNDE e intermediavam encontros de prefeitos na própria residência de Ribeiro.

Ambos tinham em um hotel de Brasília uma espécie de QG para negociação de recursos. Ali, recebiam prefeitos, assessores municipais e também integrantes do governo.

Gilmar Santos preside uma entidade chamada Convenção Nacional de Igrejas e Ministros de Assembleias de Deus no Brasil Cristo para Todos, da qual Arilton aparecia como secretário. Os religiosos tinham relação com o presidente Bolsonaro desde antes de intensificar a agenda no MEC.

Em 18 de outubro de 2019, primeiro ano do governo, participaram de evento no Palácio do Planalto com o presidente e ministros. Ambos somaram 45 entradas no Palácio do Planalto. Estiveram outras 127 vezes no MEC e no FNDE.

Ambos negam irregularidades, bem como o ex-ministro e integrantes do FNDE.

Com o centrão no comando, o FNDE virou uma espécie de balcão político, com atuação dos pastores, explosão de empenhos para atender políticos aliados ao governo Bolsonaro, ausência de critérios técnicos e até burla no sistema.

Enquanto o governo atendeu aliados, o MEC travou a liberação de R$ 434 milhões do FNDE a prefeituras de todo o país. Os valores se referem a obras em 1.369 prefeituras, que, embora aptas a receber dinheiro federal, o governo não efetivou as transferências.

O FNDE é controlado por indicações de partidos do centrão. O presidente, Marcelo Lopes da Ponte, era assessor de Ciro Nogueira (PP-PI), atual ministro da Casa Civil de Bolsonaro e um dos líderes do bloco de apoio à atual gestão federal.

As diretorias do fundo também são loteadas. O diretor de Ações Educacionais do FNDE, Garigham Amarante Pinto, por exemplo, é indicação do PL, partido de Bolsonaro, e políticos do centrão sustentam Gabriel Vilar na diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais do fundo.

FolhaJus+

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Também com dinheiro do FNDE, o governo destinou R$ 26 milhões para a compra de kits de robótica para escolas de pequenas cidades de Alagoas que sofrem deficiências de infraestrutura básica, como falta de salas de aula, de computadores, de internet e até de água encanada.

Os municípios beneficiados tinham contratos com uma mesma empresa de aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), responsável por controlar em Brasília a distribuição de parte das bilionárias emendas de relator do Orçamento, fonte dos recursos dos kits de robótica.

As denúncias de um “balcão de negócios” no Ministério da Educação entraram na mira de parlamentares, que tentaram instalar uma CPI no Senado. O governo, no entanto, conseguiu melar a criação da comissão.

Quem é quem

Milton Ribeiro
Pastor de uma igreja presbiteriana em Santos (SP), foi o 3º ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro. Chegou ao cargo em julho de 2020 após a demissão de Abraham Weintraub. Sem experiência em políticas públicas, foi escolhido como forma de aceno para a base religiosa que apoia o governo. Saiu do governo em 28 de março de 2022, uma semana após a Folha revelar áudio em que ele fala em priorizar um dos pastores a pedido de Bolsonaro.

Gilmar Santos
Preside, de Goiânia (GO), uma entidade chamada Convenção Nacional de Igrejas e Ministros de Assembleias de Deus no Brasil Cristo para Todos. Ao lado de Arilton Moura, negociava liberação de verbas federais da Educação com prefeitos, mantendo forte interlocução no MEC, FNDE e no Planalto. Santos é pregador com quase quatro décadas de carreira, com bom trânsito em igrejas em várias regiões do país. Ele é tratado como chefe pelo pastor Arilton Moura.

Arilton Moura
É também pastor e aparecia como secretário da convenção nacional presidida por Gilmar Santos, a quem trata como chefe. Ao lado de Gilmar Santos, negociava liberação de verbas federais da Educação com prefeitos, mantendo forte interlocução no MEC, FNDE e no Planalto. Já foi nomeado para um cargo comissionado na liderança do MDB na Câmara dos Deputados e também transitou em gabinetes petistas, como o de Ana Júlia Carepa, que governou o Pará de 2007 a 2011. Também vive em Goiânia (GO), assim como Gilmar.

Milton Ribeiro é preso em Santos

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/educacao/pf-prende-ex-ministro-milton-ribeiro-em-santos/

– Ensinando com a paisagem bonita.

Amo o que faço.

Olhe o por-do-sol na sala em que estou… espetacular (falando sobre Empreendedorismo numa centenária escola municipal de Piracaia)!

Afinal, é com Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 📸 🏫 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#AprendizadoContínuo #Ensino #Paisagem #Fotografia

– My Ladybug.

E na Gincana Solidária Junina da escola da minha filha, hoje o dia foi de: levar produtos de higiene aos carentes e assistir aula com fantasia!

Que tal minha Ladybug? O problema é: e se aparecer algum Cat Noir na sala de aula… (o “par romântico” da heroína).

Papai ciumento corta o pipi de menino que paquerar a filhotinha!

🐞 🥰 #Joaninha

– Luciana Genro contra a Educação Financeira?

Quanto menos dinheiro tivermos, maior a necessidade de ter Educação Financeira para administrar os recursos minguados. Ensinar os jovens a cuidar das suas economias é muito importante. Eu, particularmente, adoro quando minhas disciplinas exigem tal temática!

Mas nem todo mundo pensa assim…

Viram que discurso demagogo da deputada estadual Luciana Genro? Na hora, pensei: será que ela “torce” para que existam muitos pobres, a fim de engabelar os mais humildes com essa fala?

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=u-5zCXDUfho

– INTERNET: Liberdade de Expressão ou Falta de Educação?

Já repararam que existe uma “molecada” que confunde Liberdade de Expressão com Desrespeito?

Quem disse que na Internet, tudo pode? Aparece cada valentão nas Redes Sociais… Pra começar, alguns textos parecem ser “raivosos”! Vai discutir com o autor para ver o que acontece…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=8ghBg1hFl5g

– Ni Hao, Kai-Lan ou Dora, a Aventureira?

Sinal dos tempos de globalização explícita: minha filha gosta da Dora, a menininha aventureira que com seus amiguinhos ensina inglês. Ela interage com os telespectadores, e a criançada se diverte com as brincadeiras e seus amiguinhos.

Mas existe o desenho Ni Hao, Kai-Lan, produção chinesa idêntica ao da Dora. A cópia é impressionante, é um desenho igual! A única diferença é que ao invés de ensinar inglês, ela ensina… chinês!

E o mais incrível é que as crianças, se puderem, assistirão aos 2 sem preocupação alguma!

Plágio ou não (não deveria ser, lógico), ao menos é bem educativo.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Lendo com alegria e sem preocupações.

Uma literatura sadia, com temática religiosa e de boa formação para as crianças: esse livro chamado Maria Menina, da Canção Nova.

Minha Estelinha dorme ouvindo as histórias dele. Garanto que você não se decepcionará!

– Descomplique!

Sou suspeito a falar, pois sou professor contratado para lecionar esses cursos. Mas os módulos “Descomplique Gestão” do Sebrae / IBS Américas são muito bons.

Retirei as apostilas de Empreendedorismo e Marketing dos alunos, além de participar da capacitação costumeira. Coisa boa, de qualidade e formação profissional em alto nível para iniciantes.

Quem não conhece, procure um escritório do Sebrae. Vale a pena!

– Primeiros Passos e com sucesso!

Amo tudo isso!

Terminei de lecionar mais um curso “Primeiros Passos”, voltado ao Empreendedorismo, no Senai de Bragança Paulista.

Curso presencial, gratuito e com ótimos alunos! Uma iniciativa Sebrae, IBS Americas e Governo do Estado de SP.

📝 #Educação

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– O Analfabetismo Científico.

O que dizer sobre isso: “Boa parte dos Universitários dos EUA acreditam que as pirâmides foram construídas por ETs”?

Esse é um dos muitos exemplos de ignorância dos estudantes americanos… E olhe a qualidade de ensino que eles têm por lá. E se fosse aqui no Brasil?

Veja outros absurdos abaixo, retratados pela Folha de São Paulo em pesquisa recente:

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/802161-universitarios-acreditam-que-et-fez-piramides-analfabetismo-cientifico-nos-eua-preocupa.shtml

ANALFABETISMO CIENTÍFICO PREOCUPA

Após ouvir cerca de 10 mil alunos de graduação nos EUA, pesquisadores descobriram que só 35% discordavam da ideia de que ETs teriam visitado civilizações antigas da Terra e ajudado a construir monumentos como as pirâmides do Egito.

Poucos se manifestaram contra outras teses sem base, como o suposto status de ciência da astrologia (não confundir com a astronomia) e a ideia de que existem números da sorte -22% e 40%, respectivamente.

Além disso, mais de 40% disseram que antibióticos matam tanto vírus quanto bactérias –na verdade, só as bactérias são vulneráveis a esse tipo de medicamento.

Para o autor do estudo americano, o astrônomo Chris Impey, os números refletem um problema do país: os alunos de ensino médio não precisam fazer cursos de ciência. A maioria estuda biologia, mas menos de metade tem aulas de química e só um quarto estuda física.

“O ensino médio americano é forte em história, conhecimentos gerais, esportes, computação, mas bastante fraco mesmo em ciências”, diz Renato Sabbatini, biomédico e educador da Unicamp.

“Mas as perguntas que fizeram são hiperelementares, um adolescente minimamente informado que assista televisão saberia responder.”

Preocupante, diz Impey, é que o pior desempenho foi justamente o dos alunos de cursos na área da educação.

Não há números parecidos que indiquem qual a realidade brasileira. Embora aulas de ciência sejam obrigatórias no ensino médio por aqui, a baixa qualidade do ensino não garante muita coisa.

Conspirando contra a compreensão científica no país, diz Sabbatini, há o fato de que cerca de 70% dos brasileiros só conseguem ler textos curtos e tirar informações esparsas deles. “Têm letramento insuficiente. É impossível serem bem informados sobre a ciência moderna.”

Tal analfabetismo, diz Impey, não deixa de ser um problema político: “Esses conhecimentos são importantes para avaliar posições políticas sobre mudança climática ou células-tronco.”

Resultado de imagem para analfabetismo científico

Imagem extraída da Internet.