– A melhor maneira de fazer um bebê parar de chorar, segundo a Ciência.

Fazer uma criança chorona dormir ou ao menos se acalmar pode ser uma tarefa árdua. Um estudo publicado hoje no periódico Current Biology destacou o …

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– Primeiros Passos: ADM! Mais um curso do Sebrae, ajuntando a sociedade.

É prazeroso o ofício de professor. Hoje eu estive na unidade do CRAS de Bom Jesus dos Perdões, levando a uma turma de empreendedoras um pouco de conhecimento através do Programa Primeiros Passos (organizado pela IBS – Américas / Sebrae).

A Educação é que fará o Brasil crescer! Incentivemos quem tem vontade de aprender.

– 4 Apps para Matar a Preguiça de Estudar Inglês!

Falar inglês significa conviver com o idioma o máximo possível – o que pode ser feito através de leitura, lazer (filmes, séries), estudos , viagem (…

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– Não custa nada…

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).

Abaixo:

Discorda?

Imagem extraída da Web (autoria desconhecida, quem souber, informar para crédito na postagem).

– Aulas na Cadeia: mais uma experiência.

E hoje terminamos mais um curso pelo Sebrae / IBS Américas / Funap: foram 6 dias de aula do curso “Sebrae na Comunidade: REESCREVENDO MINHA HISTÓRIA”, para os alunos que estão na condição de reeducandos na Penitenciária / Centro de Ressocialização Ângelo Fernando Baratella, em Bragança Paulista.

Estiveram 20 pessoas que em breve terminarão suas penas. Havia empresário, cafeicultor, pecuarista, professor, pintor, fotógrafo, servente de pedreiro, entre outras atividades. A idade variou entre 20 e 60 anos. Logicamente, todos estavam lá porque cometeram algum crime, e eu não poderia perguntar (e nem tinha a curiosidade de saber) a infração que praticaram.

O importante é: falamos de trabalho honesto, abordamos sobre novas perspectivas de vida e a necessidade de recomeçar na sociedade, corrigindo as falhas de outrora, evitando cometer os percalços de antes e lutando para uma total reinserção. Como base, o empreendedorismo, a busca de empregabilidade e outras nuances.

Tomara que, futuramente, todos tenham se reencontrado como cidadãos valorosos, não prejudicando mais ninguém.

– Vamos pintar?

Pintar é uma arte! E essas crianças são ótimas artistas.

Ou seriam… bagunceiras?

O importante é que estão se divertindo!

🎨🖼👩‍🎨👨‍🎨 #pintura #educação #felicidade

– Aulas bem preparadas…

Desligando o celular.

Nesta 6ª feira, neste prédio branco, sem identificação e bem discreto, é onde lecionaremos…

Aliás, aqui é um desafio – mas que ajuda na busca da cidadania!

Sabe onde é?

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– Preparando aulas e buscando ajudar!

Próximas aulas preparadas!

Fazer o que se gosta é muito bom…

Falaremos a uma turma de reeducandos numa Penitenciária sobre noções de Adm de Empresas. E acho isso incrível: tentar ressocializar as pessoas através da Educação!

– E quando você tem um “dia de Bia”?

Há certas situações nas quais você deve tomar cuidado para não fazer bobagem.

Respirar fundo, contar até 3 ou simplesmente se desconectar para não magoar profundamente alguém num momento em que você está tomado pela forte emoção (especialmemte se ela for negativa), é importante. A ausência de um diálogo, vez ou outra, é melhor do que uma discussão aflorada pelo nervosismo.

Digo isso por este meme, abaixo, da “Bia”. Veja e responda: já teve vontade de imitá-la?

Aqui:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Pobre povo afegão…

A cada notícia que leio sobre o povo afegão, me questiono: o que será dessa gente? E das mulheres de lá? A mais recente é: depois de 1 ano da saída dos EUA, um protesto por educação às meninas é reprimido pelo governo local.

Desde o tempo de Alexandre, o Grande (Macedônia) que aquela região é invadida e a população fica ainda mais sofrida. Eles foram explorados por imperialistas britânicos, comunistas soviéticos e capitalistas americanos. Mas, sem dúvida, a pior das torturas é o Talebã, intimamente ligado a Al Qaeda.

  • Quando terão liberdade para ser uma nação independente, e as pessoas serem simplesmente cidadãos ou sonharem em ter voz?

E, o que me dói mais: as meninas! Deixarão de serem exploradas, não usarão mais as burcas e poderão estudar?

Que mundo é esse… o duro é ler gente que descreve o grupo terrorista como “libertário”.

Venda de burca dispara e mulheres protestam no Afeganistão: veja vídeo | Exame

Imagem extraída da Web.

– E se te tratarem mal?

Você acha que, quando alguém te trata com má vontade, a culpa é sua?

Normalmente, não! A culpa pode ser do mal educado que está com problemas em casa, desforrando na sua pessoa os problemas que ele não consegue resolver.

Seja sempre cortês; superior, resiliente, desprovido de vingança... trate bem mesmo aos que não correspondem à sua expectativa. Isso faz muito bem para o ego!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pequenos gestos para a Cidadania.

Estamos assistindo Red Bull Bragantino x Corinthians pelo Brasileirão Sub 17.

Crianças e mulheres aos montes, cadeiras bem limpinhas e até saquinho para ensinar a não jogar sujeira no chão nós ganhamos.

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Os pequenos se tornaram o público alvo; afinal, são os consumidores do futuro.

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– Em quais grupos de atividade o brasileiro mais confia?

Uma pesquisa sobre confiabilidade global mostra: professores e cientistas são os grupos mais confiáveis para os brasileiros. Na parte de baixo da lista… os políticos!

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/professores-e-cientistas-sao-os-mais-confiaveis-para-brasileiros-diz-pesquisa-veja-lista/

PROFESSORES E CIENTISTAS SÃO OS MAIS CONFIÁVEIS PARA BRASILEIROS, DIZ PESQUISA.

Considerando todos os países da pesquisa, instituto Ipsos aponta que “políticos em geral” integram grupo dos menos confiáveis em ranking de confiabilidade – Por Léo Lopes e Bárbara Brambilada, da CNN

Os três grupos que os brasileiros mais confiam são, respectivamente, professores, cientistas, e médicos, segundo o ranking de “Confiabilidade Global”, divulgado nesta terça-feira (9) pela Ipsos, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo.

O pódio brasileiro praticamente coincide com o ranking geral, com a única diferença de que o primeiro e o terceiro lugar se invertem.

Na descrição da metodologia, os pesquisadores apontam que as amostras colhidas no Brasil reproduzem o perfil da população mais urbana, com maior nível de instrução e renda maior do que outros cidadãos.

“Os resultados da pesquisa devem ser vistos como refletindo as visões do segmento mais “conectado” de sua população”, apontou a Ipsos.

Para a pesquisa, foram ouvidos virtualmente 21.515 participantes, de idades que variam de 16 a 84 anos, entre os dias 27 de maio de 10 de junho deste ano.

Além do Brasil, estão incluídos África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Turquia.

Menos confiáveis no ranking mundial

Considerando todos os países da pesquisa, a Ipsos apontou que “políticos em geral”, “ministros de governo” e “executivos de publicidade” são os grupos menos confiáveis no ranking de confiabilidade.

Eles angariaram 12%, 16% e 18%, respectivamente, da confiança de todos os participantes do levantamento.

“À medida que saímos do período de pandemia, o estado de confiança nas profissões parece praticamente inalterado”, afirmou o pesquisador da Ipsos, Mike Clemence, em comunicado.

“O quadro é semelhante com as profissões em que o mundo menos confia: como nos anos anteriores, são políticos e publicitários. No geral, pouco mais de um em cada dez acha que os políticos são confiáveis, e esse número é ainda menor em grande parte da América Latina, bem como na Hungria, Polônia e Espanha”, acrescentou.

Confiança nas Forças Armadas

A pesquisa também apontou que o Brasil está entre os países com menor nível de confiança nas Forças Armadas.

O ranking indicou que 30% dos brasileiros confiam nas Forças Armadas – um dos menores índices entre os 28 países analisados.

O índice do Brasil empata com a Polônia e fica à frente de Colômbia (29%), África do Sul (28%) e Coreia do Sul (25%).

O resultado brasileiro contrasta com o ranking geral, que considera todos os países da pesquisa, no qual as Forças Armadas são consideradas o 4º grupo mais confiável.

Confira o ranking de confiabilidade do Brasil:

Professores – 64%
Cientistas – 61%
Médicos – 59%
Pesquisadores – 37%
Homens/Mulheres comuns – 36%
Jornalistas – 34%
Membros do clero/sacerdotes – 30%
Membros das Forças Armadas – 30%
Polícia – 29%
Apresentadores de notícias da TV – 28%
Juízes – 28%
Funcionários públicos – 24%
Advogados – 20%
Líderes de negócios – 20%
Executivos de publicidade – 18%
Banqueiros – 14%
Ministros de governo -13%
Políticos em geral – 9%

Grupo dos professores é o que os brasileiros mais confiam

Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil

– Mais livros e boa leitura, ao invés de Redes Sociais…

Desintoxacar-se da Internet, muitas vezes, é ótimo!

Gostei da charge abaixo e compartilho, pois é bem real (e necessária):

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Olimpíada Canguru de Matemática!

Que legal! Minha filha Marina ganhou a medalha de bronze na Avaliação Canguru de Matemática, e a recebeu com muita alegria. Pudera, puxou a mãe…

Estamos felizes demais com o desempenho dela ❤️🥉 🏆✌️. Para quem conhece essa prova, sabe o quão qualificada é!

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Pai coruja…

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Pudera!

– Communication between daughter and father becomes more complex as the daughter grows up.

Communication between daughter and father becomes more complex as the daughter grows upFathers and daughters – from a psychiatrist’s point of view. …

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– Virtude de Pai para educar o Filho.

Há algo mais verdadeiro na relação entre pais e filhos do que a máxima abaixo?

Duas coisas que os filhos devem obter de seus pais: Raízes e Asas

(Goethe)

Algo a contestar? Perfeito!

Como é importante um pai educar seus filhos

– O racismo que não cessa… Giovana Ewbank, Bruno Gagliasso e filhos:

Por Vitor Martins, extraído do seu LinkedIn (um texto sobre o racismo sofrido pelos filhos negros do casal de artistas da Globo, que foram ofendidos por uma turista branca em um restaurante em Portugal):

Todas as pessoas negras são alvo do racismo, sem exceção.

Seja no trabalho;
Seja no hospital;
Seja na escola;
Seja no culto religioso;
Seja durante as férias;

Em qualquer lugar, a qualquer momento, independente da sua condição financeira e de vida, da sua formação educacional, pessoas negras estão sempre sujeitas ao racismo.

Titi e Bless são apenas duas crianças, mas são duas crianças negras. E mesmo sendo apenas crianças, o racismo não os escapa, não os poupa.

Eles possuem a mesma condição financeira, os mesmos pais que Zyan – o irmão branco mais novo deles dois. A diferença é que Zyan nasceu com a cor do privilégio social, nasceu branco, e Titi e Bless nasceram com o estigma daqueles que tem sua humanidade negada. E, embora nem Zyan, nem Titi e Bless tenham pedido pra nascer onde nasceram ou qualquer culpa, independente de quais fossem suas vontades, o racismo irá sempre oferecer realidades extremamente opostas.

Era só mais um dia de férias, mas ele infelizmente ele precisou ser interrompido pela “programação normal”, o racismo.

Espero que Gio, Bruno e Zyan estejam bem. E, principalmente Titi e Bless, que são apenas crianças negras buscando viver o melhor da vida e suas respectivas infâncias.

– O que é educar?

A Educação verdadeira, com “E” maiúsculo, não é ficar dando respostas prontas. É ensinar a desenvolver o espírito crítico!

Compartilho:

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– Bandido Pobre e Bandido Rico, Criação e Educação.

O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?

Talvez, apenas a sua condição econômica.

Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:

Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?

Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.

Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.

Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?

Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.

Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.

Dificuldades dos professores no Brasil exigem mudanças urgentes na educação

Imagem extraída de https://professorheldernogueira.com.br/dificuldades-dos-professores-no-brasil-exigem-mudancas-urgentes-na-educacao/

– Meus 6 dias na cadeia.

Eu vivi nesses últimos dias uma experiência bem diferente: lecionei na Penitenciária de Bragança Paulista (seis manhãs) a um grupo de 20 reeducandos. A temática: “Seja a mudança de sua vida”, falando de ações empreendedoras em busca de recomeços!

Essas aulas foram pelo Sebrae em parceira com a FUNAP, organizadas pela IBS Americas. E me impressionei com a excelente proposta pedagógica oferecida a mim, bem como a qualidade do material sugerido, escolhido “a dedo” para o trabalho.

Como a maioria dos brasileiros, eu nunca tinha estado numa cadeia. E a sensação não foi de medo, mas de tristeza. Explico: ali é um Centro de Ressocialização, e meus alunos foram os considerados “quase-prontos” para voltar à sociedade, com tempo de pena quase cumprido à totalidade. Todos estavam lá por bom comportamento.

Fui orientado a ir com camisas que não fossem das cores: amarelo, branco e cáqui, por motivo de serem as cores padrões das roupas de quem está vivendo o cárcere. Me pediram para tomar cuidado com o vocabulário: palavras como executar, pena, morte e várias outras deveriam ser evitadas, pois poderiam remeter a lembrança de crimes cometidos. Vestuário mais simples, sem relógio, corrente ou qualquer outro metal. Celular ou outro equipamento que seja de comunicação, nem pensar. Na mão, apenas as folhas das aulas.E para adentrar à instituição, passei pela revista e pelo detector de metais.

Todos esses cuidados são necessários, embora ali fosse uma penitenciária de segurança mínima. São regras e devemos cumprir.

Quando chegou a hora de sair da recepção à sala de aula, fui encaminhado para entrar na área dos detentos. Meu Deus… que sensação horrível! As celas são escuras, com camas em L em 3 andares, entre corredores estreitos. Deve ser sofrível dormir naquele lugar pequeno e coletivo. E ficar o dia inteiro por lá? Ver as pessoas lá dentro foi um choque, confesso que me senti mal. 

Cheguei à sala de aula e ali estavam 20 pessoas me esperando. Um reeducando-monitor (com faculdade e pós-graduação, empresário e extremamente esclarecido cidadão) me orientava sobre as regras. É uma função especial dentro das cadeias, onde os presos têm respeito inconteste com ele.

Lá encontrei: professor, garçom, apicultor, vereador, peão de boiadeiro, empresário, pedreiro, serralheiro e farmacêutico, das profissões que me lembro. A idade era de 20 a 60 anos. E ao vê-los, é impossível saber por qual crime estão pagando (e nem tive a curiosidade de perguntar, minha função era ajudá-los a recomeçar, e não falar sobre o que fizeram de errado, mas sim do que farão certo).

Olhos brilhando, sedentos de vontade de conversar, com histórias das mais diversas. Sonhadores, esperançosos e curiosos. Não tem como negar: fiquei impressionado em várias momentos. Por exemplo: um proprietário de Buffet me mostrou as cartas da família que recebia, com mensagens da neta. Conversando visivelmente emocionado sobre um determinado assunto que abordei (relacionei eles com os exemplos necessários de lisura e confiança), o Sr J. virou para mim com os olhos marejados e me disse: “Eu errei, foi uma só vez, e nunca mais farei nada parecido com esse erro”. Outro, o pintor F, me contou sobre a luta da esposa para visitá-lo, pois havia um custo de R$ 500,00 para cada viagem que ela fazia, e isso o entristecia demais. Um terceiro, o P, estava preocupado (e trabalhei bastante essa questão com ele) sobre o preconceito que teriam com ele fora do sistema carcerário.

Não é “Síndrome de Estocolmo”, nem paixão por bandido. É sentimento de que ali estão seres humanos que erraram, tornaram-se bandidos por uma oportunidade e estão arrependidos. São gente como a gente, e estão pagando por seus crimes. E querem conversar sobre tudo. Um deles não sabia o que era Pop-it (aquelas borrachas que imitam os plásticos bolhas). Outro não acreditava que o preço do gás estava acima de R$ 100,00! Ainda outro “rachou o bico de rir” ao saber que havia sido lançado um McPicanha que não tinha picanha, e ninguém foi preso como eles (brincadeira deles próprios). E por aí vai.

Durante as aulas, um respeito máximo. Todos querendo aprender e futuramente empreender. E algo bem curioso: você entra cheio de preconceitos no primeiro dia, imaginando algemas, rostos carrancudos, detentos com olhar duvidoso, e não tem nada disso! Nessa unidade (um centro de ressocialização) a coisa fluiu muito bem.

Lembro: eu sei que não dei aula para “santinhos injustamente trancafiados”, mas sei também que são pessoas pagando pelos erros e que todos nós merecemos uma segunda chance. Mostrar a eles que os equívocos devem ser esquecidos enquanto punitivos (mas lembrados como algo a ser evitado) e que vale a pena a vida honesta, de trabalho e com liberdade plena, foi algo muito confortante. Uma experiência que me faz entender o que Jesus Cristo quer falar em “ser caridoso” quando nos ensina a cuidar dos encarcerados, dizendo “estive preso e vieste me visitar”. Não deve ser nada fácil a rotina de quem cuida deles…

Por fim: junto a um dos reeducandos que não era eu aluno, quando terminei o último dia, ao me despedir, vi a luz do dia raiando na porta de saída (lá dentro não tem janelas, só são paredes e ventilação pelos furos de tijolos baianos, tornando o local escuro – e quando eu vi um “clarão de sol” na hora de ir embora, a sensação foi ótima), perguntei a ele se faltava muito tempo para sair do sistema penitenciário, e ele abriu um sorriso e respondeu: “Sim, só falta cumprir mais dois anos”!

Estar 4 horas diárias por 6 dias foi um período longo na cadeia, mesmo como visitante, pelo sistema em si. Imagine ficar “só” mais dois anos…

Torço para que as pessoas prejudicadas por esses detentos estejam gozando de plena tranquilidade e tenham reconstruído a vida. E para os próprios presidiários, desejo que quando eles saiam de lá, possam mostrar que são homens melhores para um mundo que lhes dê uma segunda chance!

Foto: Adécio Piran, divulgação de: https://www.folhadoprogresso.com.br/santarem-detento-e-encontrado-morto-em-penitenciaria/

– A Corrente Migratória de Cientistas.

Veja que interessante (é de 2019, mas importante): a Índia é o país que mais exporta cientistas. Já a Suíça é quem mais atrai.

Abaixo, extraído de: epocanegocios.globo.com/insipidez-cientifica.html

INSIPIDEZ CIENTÍFICA

O Brasil não atrai e nem exporta cérebros

O Bureau Nacional de Pesquisa Econômica, órgão do Governo Americano, divulgou no mês passado um mapa sobre a mobilidade de cientistas de 16 países. 

As nações que mais atraem cérebros estrangeiros: Suíça 57%, Canadá 47%, Austrália 45%, EUA 30%.

Isso é bom, pois esse tipo de corrente migratória reforça o time de gênios em atividade nesses locais. A Índia, por sua vez, é o maior exportador de cérebros do planeta. Quatro em cada dez cientistas indianos atuam no exterior. Mas isso não é tão ruim. Tal movimento reflete a capacidade do país em formar técnicos de altíssimo desempenho. O que incomoda mesmo é a situação do Brasil. São Poucos os crânios que entram ou deixam o país. essa insipidez é indesejável para uma nação onde a pesquisa científica é um amplo campo a ser explorado.

– Estudar (e ensinar) faz bem!

Hoje estive falando sobre Educação Financeira (Descomplique Finanças) a um pessoal empreendedor de Pinhalzinho!

Município próspero, alunos interessados e a boa ajuda do Sebrae: um conjunto de fatores favoráveis ao MEI.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– Com a Educação, o Brasil sairá da crise.

Terminando o dia, muito feliz com o rendimento das atividades acadêmicas que exerci (em 3 períodos).
 Estive à noite em Joanópolis, a Terra do Lobisomem, falando de Marketing no Fundo Social de Solidariedade, em evento do Sebrae / IBS Américas.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

– Os efeitos da massificação do EAD na carreira dos docentes.

E quando o Ensino à Distância quer “substituir na marra” o Presencial?

E quando os professores são dispensados em massa por conta da modalidade?

Questões interessantes para discussão. Abaixo:

Extraído de: (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62072764)

APOSTA EM EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA GERA DEMISSÃO EM MASSA

Quando definia o foco de seu novo estudo, o pesquisador Yuri Lima considerou primeiramente analisar o impacto da covid-19 no Brasil sobre uma gama ampla de profissões. Mas a situação dos professores chamou sua atenção a ponto de se tornar o eixo principal do trabalho.

Lima observou que a aposta de instituições privadas no ensino a distância (EaD), uma tendência que vem dos anos 2010 e se consolidou fortemente na pandemia, tinha relação com o ritmo de diminuição dos quadros de funcionários e a precarização das condições de trabalho de docentes.

Em listas sobre as profissões com “mais futuro”, como um importante estudo da Universidade de Oxford (Inglaterra) de 2013, os professores aparecem entre as funções com mais chances de resistir à automação.

Mas o pesquisador do Laboratório do Futuro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) diz que o ensino a distância surge como “uma forma indireta de automação”, que “está embutida no modelo de negócios de certas empresas”.

Atualmente, parte da carga horária dos cursos é ocupada por vídeos gravados previamente, que podem ser usados durante anos pelas faculdades, e substituem o material dado de forma presencial por um professor.

Rodrigo Barbosa e Silva, pesquisador-sênior de políticas públicas em tecnologias do Transformative Learning Technologies Lab da Universidade de Columbia (EUA), explica que “vemos talvez há quase duas décadas uma série de cursos online na área de lato sensu [cursos voltados para atualização e especialização] em que a aula era gravada, algumas vezes com estudantes presencialmente ou interagindo à distância.”

“E o que acontece com essa aula? Já vi contratos em que essa aula fica válida por três anos com possibilidade de prorrogação. A aula que foi feita por um docente, vamos dizer por 10 horas, acaba sendo retransmitida ao longo de três anos ou mais.”

O principal ponto de virada da tecnologia é o tamanho das turmas: uma sala presencial com, por exemplo, 50 alunos, que seria considerada “inchada” a depender do espaço físico, hoje dá lugar a salas virtuais que comportam em alguns casos até mil alunos.

Essas mudanças têm permitido uma redução significativa de custos para empresas educacionais nas suas folhas de pagamento.

A BBC News Brasil pediu posicionamento sobre a situação dos professores para a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que representa faculdades particulares em todo o país, mas a entidade preferiu não se manifestar.

Entre março de 2020 e dezembro de 2021 o número de docentes no ensino superior como um todo caiu 7,14%, com a saída de quase 30 mil profissionais, segundo o Ministério do Trabalho.

O ano de 2020, o primeiro da pandemia do coronavírus, também marcou a primeira vez na história que graduações a distância tiveram mais alunos novos do que cursos presenciais. Em dez anos, o crescimento do EaD foi de 428% no país.

Antes mesmo da quarentena em razão da covid, uma portaria assinada pelo então ministro da Educação Abraham Weintraub permitiu que graduações presenciais pudessem ter 40% de aulas virtuais em relação à carga horária total (uma exceção é o curso de Medicina).

O Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Educação, órgão independente associado ao MEC que formula e avalia a política nacional de ensino, não responderam aos pedidos de posicionamento da BBC News Brasil sobre o tema.

“A diferença entre as duas modalidades é significativa do ponto de vista de estrutura. O presencial exige muitos professores em sala de aula. Exige uma infraestrutura física, administrativa, muito grande”, diz Lima.

Ele faz questão de enfatizar que o ensino a distância não deve “ser visto como vilão” nem que seu estudo representa uma postura “neoludita” (referência ao movimento de trabalhadores que destruíam as novas máquinas que os substituíram durante a revolução industrial inglesa).
“Eu, como uma pessoa que vem da área de tecnologia, acredito muito no potencial dela para melhorar a educação”, diz. “É possível utilizar a tecnologia de forma que amplie a qualidade em vez de precarizar o ensino e o trabalho.”

Para Barbosa e Silva, “é importante observar que o fenômeno não está na tecnologia — não é a existência do EaD e das possibilidades de comunicação e interação a distância que estão causando esse problema. E, sim, a estrutura social por trás da educação ou de necessidades financeiras para instituições educacionais”.

Demissão por “pop-up”

O professor Rodrigo Mota Amarante soube de sua demissão do quadro da faculdade Uninove, em São Paulo, por meio de um pop-up: uma mensagem que surgiu na tela do computador quando iniciava sua jornada semanal.

“A demissão por pop-up é muito esquisita, né? Os professores simplesmente entraram no sistema para dar aula, era uma segunda-feira, dia de aula normal. Então, você acessa o sistema para dar aula e você está bloqueado: você foi demitido.”

“É muito frio, é muito distante. Cruel, para ser bem sincero”, diz.

Amarante, que somava quase 25 anos de carreira como docente, foi desligado em um corte de 300 profissionais da Uninove em 22 de junho de 2020.

As atividades do dia para os estudantes foram substituídas por uma palestra motivacional com participação do ex-secretário municipal de Educação Gabriel Chalita e do Padre Fábio de Mello intitulada “Fortaleça o seu interior e acredite em você”.

Em dezembro do mesmo ano ocorreu mais uma demissão em massa na Uninove. Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo, o total de cortes em 2020 representou quase metade do antigo corpo docente da faculdade.

A BBC News Brasil tentou entrar em contato com a Uninove em duas ocasiões, mas, apenas para encaminhar os questionamentos, a empresa exigiu que o repórter cedesse uma série de dados pessoais, como CPF. Isso foi recusado.

Amarante também relata que, de 2017 para 2018, foram demitidos todos os professores do curso 100% EaD de engenharia de produção na Uninove.

“Era um curso que pagava o mesmo valor de hora-aula que era pago ao professor de sala de aula física. O que fizeram na sequência foi a contratação de tutores. Saíram os professores que fizeram os materiais, que gravaram as aulas, e contrataram estagiários ou recém-formados, com um salário menor.”

Lima, do Laboratório do Futuro da UFRJ, explica que “a grande função do tutor é acumular essas capacidades de interação com o aluno que não sejam relacionadas a preparo da aula, entrega da aula. Tirar uma dúvida do conteúdo, resolver um problema às vezes administrativo, (por exemplo): ele manda no chat um problema com a mensalidade. Então quando a gente olha para essa estrutura, o conteúdo está pronto”.

“Dizem hoje que a melhor maneira de ser demitido por uma faculdade é terminando o doutorado. Porque você se torna um profissional muito caro para instituição. É perceptível este movimento em que se busca alguém para dar uma aula magna, para ser o que se chama muitas vezes o professor convidado, e existem tutores ou muitas vezes estagiários da própria instituição, ainda cursando a graduação, para fazer o que se chama de mediação”, diz Barbosa e Silva, pesquisador-sênior na Universidade de Columbia.

“Com o advento da reforma trabalhista de 2017, consolidou-se o regime horista. Esse regime ficou sedutor para essas instituições que não querem investir tanto na pesquisa e na extensão [trabalho da universidade de volta para a comunidade, como atendimento de saúde] e sim contratar docentes de uma maneira que pode ser chamada de ‘uberização'”.

“Se a pessoa está numa posição de carreira, de 40 horas, ela consegue conversar com estudante sobre pesquisa, sobre o conteúdo da aula, sobre o próprio futuro profissional. Essas pessoas que são só contratadas por disciplina ou regimes horistas nem são pagos por esse tempo. Mas não deixam de atender quando os estudantes estão em contato.”

Reflexo na qualidade do ensino

Yuri Lima afirma que, além dos reflexos na qualidade de ensino, há um predomínio do que chama de “EaD conteudista” na formação do estudante.

“O quanto que eu consigo desenvolver habilidades com uma pessoa sentada dentro de casa, assistindo a vídeos e respondendo um questionário? Isso não atende as demandas do mercado de trabalho mais moderno”, diz.

“São vários fatores a observar nessa transformação do ensino superior e se questionar o quanto que ela está indo no sentido que a gente gostaria para a educação no país.”

Ele afirma que outro desafio “é de entregar empregabilidade para essas pessoas estão se formando, ou seja, a capacidade de um aluno egresso de uma instituição de ensino conseguir entrar no mercado de trabalho com um emprego de qualidade”.

Falta explorar no currículo educacional o que “a automação e a tecnologia ainda não são capazes de fazer”.

O professor Amarante, de sua parte, diz que sente “muita falta de sala de aula”, mas que “financeiramente não vale a pena”.
Hoje, ele trabalha como especialista de dados de uma empresa varejista.

“O horário de saída ou de intervalo era um momento de troca. Às vezes você ia para a sala dos professores conversando com dois ou três alunos e o papo era bom. Muitos deles aproveitam isso. Uma conversa sobre o estágio ou o trabalho, as expectativas dele. A gente não tem como substituir esse tipo de conversa porque ela é uma conversa espontânea, não é planejada.”

– Este texto foi originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62072764

– Senai e Sebrae: que sucesso!

Parceria de sucesso: Sebrae e Senai estão desenvolvendo cursos de boa qualidade, ajudando nossos alunos a terem a oportunidade de se desenvolverem profissionalmente (e como pessoas também)!

Hoje, trabalhei Marketing & Vendas com um pessoal muito entusiasmado. Vale a pena incentivar o ensino.

– Ler nos leva para o alto!

Olhe só que mensagem mais emblemática!

Que a leitura nos ajuda a criar “asas para voar”, já sabemos. Mas essa analogia, abaixo, ficou perfeita:

– Capacite!

Estivemos hoje no Senai de Itatiba, falando sobre Controle de Custos, em parceria com o Sebrae!

É muito bom ver estudantes desejando aprender, com brilho nos olhos.

Somente com a Educação que o Brasil sairá da crise…

– Tarefa de Pai e Mãe: amar e… Educar!

Dói “puxar a orelha dos filhos”, não?

Corrigi-los (sempre com amor, diálogo e franqueza) se faz necessário. E em certas idades, com rigor nas palavras (mesmo que doa no coração do pai e da mãe) devido aos hormônios da juventude determinarem independência e teimosia.

Gostei desse pensamento. Aos pais, paciência. Aos filhos, o aceite da experiência e a obediência. A todos: carinho e colo familiar:

– Vamos estudar?

É hora de estudar!

Enquanto eu trabalho, alguém muito caprichosa está ao meu lado aprendendo

A vida vale a pena por isso, não?

– Cuidemos da Natureza.

🇺🇸 Taking care of nature is the duty of all of us. And teaching children to respect our planet is important!

🇧🇷 Cuidar da natureza é dever de todos nós. E ensinar as crianças para que elas respeitem nosso planeta, é importante!

– Aulas nas Faculdades Brasileiras se tornam mais Exigentes!

Há 1 ano… repost:

Boas notícias: as faculdades brasileiras estão imitando os métodos de Harvard, exigindo que os alunos estudem as matérias antes das aulas. Veja (extraído de Folha de São Paulo, 22/12/, Caderno Educação, pg E1)

FACULDADES PRIVADAS MODERNIZAM AULAS COM MÉTODO DOS EUA

Por Fábio Takahashi

Estudantes em filas, professor à frente, explicação na lousa ou no projetor. É tudo que algumas faculdades particulares têm buscado evitar em seus cursos de graduação.

Há pouco mais de um ano, ao menos quatro instituições brasileiras adotaram metodologias em que os estudantes precisam ler textos ou ver vídeos antes das aulas, para terem um conhecimento básico prévio do conteúdo.

Nas aulas há debates entre os alunos, e não a convencional exposição do professor. A tradicional escola Belas Artes de São Paulo foi uma das que adotou o método.

Educadores afirmam que o formato, inspirado em aulas da Universidade Harvard (EUA), deve se espalhar pelo país, ainda que haja dificuldades de implementação.

Na nova metodologia, ao professor cabe apresentar temas a serem debatidos e acompanhar se as conclusões dos alunos caminham para a direção correta.

Os alunos são distribuídos em mesas redondas de oito lugares cada uma, em geral. O grupo deve apresentar resposta a uma pergunta posta pelo docente -que conduz as discussões até que todos saibam a alternativa certa.

Um dos métodos, chamado “peer instruction” (formação por pares), foi criado pelo professor Eric Mazur, que leciona física em Harvard.

Ele estava incomodado com o fato de que poucos docentes conseguiam prender a atenção dos estudantes por uma aula inteira -problema que atinge cursos superiores no mundo todo.

Pesquisas de Mazur mostram que, com o novo formato, os alunos fixam melhor conteúdos e ganham capacidade de resolver problemas.

ATUALIZAÇÃO

“As aulas precisam ser mesmo atualizadas”, disse o consultor de ensino superior Roberto Lobo, ex-reitor da USP. “Mas os temas a serem abordados devem ser bem administrados, senão, os alunos ficam com lacunas”.

Diretor acadêmico da Unipac (MG), Gustavo Hoffmann afirma ser essencial, no novo formato, que o aluno se prepare antes das aulas. “No modelo tradicional, os professores até podem pedir leitura prévia. Mas a aula ocorre normalmente se o aluno não se preparar”, afirma.

“No novo modelo, não se consegue debater algo sem que você tenha uma base.”

O preparo prévio exige cerca de uma hora por dia do aluno. Os cursos são presenciais, ou seja, ao menos 80% da carga horária tem de ser cumprida na faculdade.

“No começo, ficamos preocupados”, disse José Augusto dos Santos Dias, 23, que teve a nova metodologia em algumas matérias do curso de direito da Unisal (Lorena-SP). Um dos conteúdos que ele estudou no sistema foi quais recursos poderiam ser impetrados para cada decisão judicial. “No final, gostei.”

A inclusão da nova metodologia nas grades curriculares varia entre as faculdades. As mesmas instituições também têm adotado outras modalidades parecidas ao “peer instruction”, como a resolução de problemas.

Neste caso, o professor apresenta um problema real, enfrentado por uma instituição, e os alunos têm de apresentar soluções. Depois, compara-se com a solução adotada no caso concreto.

“A ideia é evitar que o aluno vá para a aula apenas para ouvir o professor. Hoje, ele deve ser ativo”, disse Marcilene Bueno, da área de novas metodologias da Unisal.

Sua escola é uma empresa! Saiba como lidar com isso - Wakke

– Aprendizado contínuo.

Aprender e ensinar é um ciclo! Se o professor não entender isso, nunca estará atualizado e nem conseguirá transmitir conhecimento.

Sendo assim, vale refletir a mensagem abaixo:

– Ideias de Negócios.

Terminamos o último turno do dia. Estive em Jarinu, pelo Sebrae, falando de “Ideias de Negócios” para os jovens empreendedores ali presentes.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– O aprendizado infantil é algo sensacional.

Hora do dever de casa com a filhotinha!

Do jeitinho dela, as letras vão surgindo e o be-a-bá vai ganhando forma. É muito legal ver a descoberta das palavras 😊. Nessa fase da vida, tudo é novidade e a cada interpretação de texto ou de desenho é uma conquista a se festejar.