Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens do CPP de Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens do CPP de Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

Há 2 anos…
Não me canso em ficar ao lado dela, ensinando as letrinhas e a ajudando a escrever as primeiras palavrinhas.
Aliás, felizmente escrevendo muitas coisas!!!
Te amo, Maria Estela…

🧡 🥰 👸🏼 #PaiDeMenina #Educação #Ensino #Carinho #Felicidade #Filha #Família
Foi no ano passado, mas a ideia é boa, não?
Veja que medida interessante: uma escola americana cria um momento de “Almoço sem Celular”, fomentando mais contato físico ao invés de virtual, ajudando a promover mais amizades.
Daria certo por aqui? O que você pensa sobre isso?
DIRETORA DE ESCOLA CRIA ALMOÇO SEM TELEFONE PARA ALUNOS SE CONHECEREM
A diretora Janet Behrens criou no início deste ano o que agora virou uma tradição na Iowa Valley Junior-Senior High School, nos Estados Unidos. No almoço de sexta-feira, os alunos participam de rodas de conversa onde é proibido usar o celular. O objetivo é fazer novas amizades. A informação é da emissora KCRG.
Janet teve a ideia após reparar que os estudantes andavam de cabeça baixa, olhando para seus telefones.
Às sextas, os alunos recebem cartões coloridos que definem em qual mesa eles devem se sentar. É proibido usar o celular durante a atividade na hora do almoço.
Os estudantes dizem que uma hora sem telefone, conversando com novas pessoas, está ajudando a escola a se tornar um lugar mais agradável.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para crédito na postagem.
Se Deus te deu uma oportunidade, a faça vale a pena! Por exemplo: estudar.
Quantas pessoas queriam estar num banco escolar e não puderam (e nem podem). E as que podem, que devolvam em gratidão e serviço ao próximo, mostrando solidariedade.
Uma importante mensagem do Papa, abaixo:
Necessitamos de profissionalismo…
Aceitei algumas aulas emergenciais e, mesmo sendo corrido, há de se ter responsabilidade.
Embora seja domingo… s’ imbora preparar o conteúdo.

Não pode existir preguiça!
Mais uma turma de Empreendedorismo a caminho. Módulo “Descomplique”, pelo Sebrae.
É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

📝 Education
A Maria Estela adora ler! E ganhou do amigo Sérgio Loredo o livro “A Menina Sem Cor”, de Fernanda Emediato.
Adivinha se ela gostou?
AMOU!

📚 #literatura
Numa parceria entre Sebrae, Senai e CRAS de Monte Mor, fomos falar de Finanças a uma turma de alunos na área de panificação.
Ver os olhos brilhando pela descoberta do conhecimento, não tem preço. Especialmente se o assunto é: administrar o seu dinheiro!
É com a Educação que o Brasil sairá da crise…

Hoje estivemos no CRAS de Monte Mor, levando conhecimento em parceria com o Sebrae.
Como é bom compartilhar educação…

📝 #empreendedorismo
E o looooongo dia de compromissos acabou ótimo: Minha Tetéia e os colegas de classe com o poema “O Elefantinho”, de Vinícius de Moraes.
Viva a escola!
Em: https://youtu.be/lqOoGWXXdhc?si=QO3CPNy0YyNN5_8K
👨👧👧 #PaiDeMeninas

5 DICAS PARA ELOGIAR UMA CRIANÇA 1. Elogios SER O elogio SER é você mostrar a criança que a ama. Esse tipo de elogio deve ocorrer sempre, não há …
Continua em: Um Feliz Dia a quem nos faz Feliz todos os dias. Crianças. Auto Estima Infantil
Jaume Carbonell, renomado pedagogo espanhol, deu uma entrevista muito bacana em sua última passagem pelo Brasil. Abordou a necessidade do professor não ditar pensamentos, mas ensinar o aluno a pensar. Também falou de algo importante: a precisão de usar as tecnologias para o aprendizado sem abrir mão das coisas boas dos costumes tradicionais, como, por exemplo, folhear um livro impresso!
Destaco a seguinte fala:
“A escola deve ir em consonância com os progressos culturais, científicos e tecnológicos. As tecnologias contribuem para grandes mudanças, possibilidades e oportunidades para uma melhor aprendizagem. No entanto, esse mundo tão acelerado está gerando um problema: a falta de atenção e concentração. Eu penso que não é o mesmo ler no celular e ler em um livro de papel, porque fazemos isso de maneiras diferentes. Então, o papel ainda precisa existir. Ler em um livro impresso traz uma leitura mais pausada, tranquila, profunda e crítica. A instituição de ensino deve proteger a infância desse mundo acelerado, deve ser um espaço tranquilo. E deve haver diálogo: a conversação do professor com os alunos é fundamental para que, conjuntamente, façam um bom uso das tecnologias“.
A conversa toda no link em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jaume-carbonell-entrevista/?fbclid=IwAR2eCBFNALLYYBe4CAMY29VYsIXAHr6RyrV-gTasZ0L6xVEJmMQlLwRnAqA

O pedagogo Jaume Carbonell: escola precisa fomentar a escuta e o respeito pela opinião divergente. Crédito: Rafaela Paludo/Desafios da Educação.
Eu amo escrever. Caprichar na caligrafia é um desafio e um prazer. Mas neste mundo tão digital, as crianças precisam da letra cursiva?
A resposta é: SIM, pelos motivos abaixo.
Leia, extraído de: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/06/25/nao-acabem-com-a-caligrafia-escrever-a-mao-desenvolve-o-cerebro.htm?
NÃO ACABEM COM A CALIGRAFIA
As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?
Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.
E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.
Em um artigo publicado este ano no “The Journal of Learning Disabilities”, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.
Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que “escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita”.
No ano passado, em um artigo no “Journal of Early Childhood Literacy”, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.
Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.
Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.
Esse mito de que a caligrafia é apenas uma habilidade motora simplesmente está errado. Usamos as partes motoras do nosso cérebro, o planejamento motor, o controle motor, mas muito mais importante é a região do órgão onde o visual e a linguagem se unem, os giros fusiformes, onde os estímulos visuais realmente se tornam letras e palavras escritas
Virginia Berninger
As pessoas precisam ver as letras “nos olhos da mente” para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.
Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.
Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.
Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.
“As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão”, conta Larin James.
Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.
Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que “alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão”, conta Laura Dinehart.
Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.
Usar um teclado, e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.
O que estamos defendendo é ensinar as crianças a serem escritoras híbridas. Letra de forma primeiro para a leitura – isso se transfere para o melhor reconhecimento das letras –, depois cursiva para a ortografia e a composição. Então, no final da escola primária, digitação
Virginia Berninger
Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.
Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.
“Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição”, explica Larin James. “É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento.”

Tendo tempo, não há problema: apesar de sábado, na folga do horário, estou preparando as aulas da semana.
Antecipar-se e comentar temas durante os dias é sempre válido, não?

Hoje estivemos em Itaici, falando em nome do Sebrae a um grupo de jovens e esforçados empreendedores, que enxergam na Educação uma forma de encontrar dias melhores.
É com o Ensino de qualidade que o Brasil sairá da crise!

🖊️ #EDUCAÇÃO
Hoje estive no Senai Indaiatuba, a serviço do Sebrae, falando sobre Empreendedorismo a jovens interessados em ter o seu próprio negócio.
Repito o que sempre digo: essas instituições funcionam bem demais…
É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

Aulas preparadas com carinho.
Levar conhecimento sempre será um prazer… meu trabalho me satisfação!

🖊️ #Educação
Ouvir é melhor do que falar?
Para o aprendizado, muitas vezes, isso é uma grande verdade. E compartilho um ótimo texto abaixo:
Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/o-uso-do-silêncio-como-forma-de-aprender-b831cfd95103
O USO DO SILÊNCIO COMO FORMA DE APRENDER
Por Prof José Renato Sátiro Santiago
A capacidade de aprender talvez seja a maior qualidade que uma pessoa pode desenvolver ao longo de sua vida. Seja qual for a idade e/ou tema em questão, compreender que, seja qual for a oportunidade ou experiência vivida, sempre será possível aprender é algo único e, o que é mais importante, nos faz manter vivos. Tinha um saudoso amigo, professor José Teixeira, um renomado preparador físico com um invejável currículo internacional, que costumava dizer: “Zé Renato, o dia em que eu não tiver mais condições de aprender, eu morro”. Confesso que tê-lo como espectador de algumas das palestras que ministrei, sempre foi o motivo de muito orgulho. Ainda assim, entendo que, para mim, seu maior legado está relacionado a esta humildade de aprender… sempre.
O processo convencionalmente adotado para o aprendizado é devidamente estruturado através de eficientes metodologias científicas, bem fundamentadas, nas diversas instituições de ensino que frequentamos ao longo de nossa vida. Quer seja a partir da socialização, da alfabetização, dos programas curriculares desde os tempos das aulas de primeiro e segunda grau, graduação, especialização e tantos outros passos, toda etapa contribui ao aprendizado, ainda que o requisito essencial não esteja relacionado a isso. Explico. O querer aprender é o fator decisivo, sem ele, nada é possível. Cabe ressaltar que isso não tem relação alguma com a obtenção de diplomas, uma vez que eles nada mais são que meros registros explícitos daquilo que realmente importa, compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que nos foi oferecido durante o processo de aprendizado.
Engana-se, no entanto, que as maiores oportunidades de aprendizado aconteçam durante os programas formais de capacitação sobre os quais somos submetidos desde os primeiros anos do jardim de infância. O mais incrível é, justamente, gozar intensamente de todos os momentos vividos e extrair deles, algum aprendizado. O querer está, novamente, firmemente ligado a isso. E o que é mais interessante, acontece de forma mais natural, justamente, por não termos a “obrigação” de fazê-lo. Mas, cá entre nós, que bom seria, que tivéssemos isso impregnado em nosso DNA. Professor Teixeira tinha isso. Poucos têm, infelizmente. Li, recentemente, que a forma mais eficiente de aprender acontece quando não temos este intuito. Oferecer isso às pessoas é algo tão prazeroso, mas, igualmente, se permitir a isso é tão único.
Cometendo erros ou não, acertando ou não, o que basta é viver intensamente tudo aquilo que a vida nos tem a oferecer e, aproveitar, se possível, toda situação para aprender. Crescer, tornamos, cada vez mais, pessoas melhores que possam refletir a todos aqueles com os quais temos a oportunidade de compartilhar momentos, felicidade. Afinal, não há nada mais prazeroso que ser recepcionado com um sorriso, sempre que nossa lembrança passa na memória de qualquer pessoa. Isto também é aprender.
Justamente por isso, tantas outras vezes, se calar é uma prova ainda mais firme de aprendizagem. Não ter o que dizer, em tantas situações, comprova o quanto as experiências vividas nos deixou mais sábios. Pode ser, tantas vezes, bem difícil se manter em silêncio, ainda assim, saber que ele é necessário diz muito não apenas sobre nós, mas, principalmente, à respeito de tantas possibilidades e caminhos que ainda possam ser feitos, o que, talvez, fossem impossibilitados por conta de palavras colocadas em momentos menos propícios. Não me furto a afirmar que o silêncio pode ser uma luz para conquistas inimagináveis, aprendi isso e ainda que eu seja tão falível, não me furto a continuar este processo em prol de compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que a vida me tem presenteado, momentos e pessoas.

Imagem extraída do link acima.
O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.
Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.
Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?
Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Imagem extraída da Web, citação na própria.
Recebi esse vídeo como “material divulgado pelo Mackenzie aos pais de alunos”. Não procede a origem, não é do Mackenzie. Mas o conteúdo é excelente!
O que os pais devem fazer para a Saúde Mental dos filhos?
Aqui: https://youtu.be/gjZIGyTCbek?si=0zdwjcg1E7s5_17l
A diferença de uma simples crase…
Dê importância aos acentos, quando redigir qualquer texto. Veja a margem abaixo:

Hoje falamos sobre “Gestão de Negócios” aos soldados da 11ª Brigada de Infantaria Mecanizada do Exército Brasileiro, em Campinas, pela parceira Sebrae / IBS Américas.
É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

Hoje, pelo Sebrae, estive falando de Empreendedorismo no Comando do Exército de Campinas / Forte Anhanguera.
O público foi de soldados que darão baixa e que estão se capacitando para voltar ao mercado de trabalho.
É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

✏️ #Education
Capacitar as pessoas é sempre muito bom.
Amo o que faço. E poder dividir conhecimento é uma dádiva.
É com o Ensino de Qualidade que teremos um país melhor.

Hoje estivemos no Projeto Social “Próspera Família”, falando a uma turma bem animada a respeito de Marketing!
É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).
Abaixo, um pouco de Educação:

(Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/divina-s-lima-64b7a8214)
Discorda?
Amo o que faço!
Hoje, última aula em um programa assistencial que estou lecionando, e me deparei com essa surpresa!

Não existe retribuição que compense tal carinho…

Uma dança que fala de um “Cavalo no Cio”, cá entre nós, não é arte para as crianças…
Sobre o Cavalo Tarado, extraído de: https://www.uol.com.br/splash/noticias/2023/08/30/cavalo-tarado-dancarina-rebate-criticas-e-diz-que-criancas-estao-felizes.htm
DANÇARINA REBATE CRÍTICAS E DIZ QUE AS CRIANÇAS ESTÃO FELIZES
Thamires Candida, dançarina da companhia de dança Cia Suave, se manifestou no Instagram sobre a apresentação no Ciep municipal Luiz Carlos Prestes, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O vídeo da dança viralizou nas redes, onde uma dançarina aparece com uma máscara de cavalo ao som de uma música com teor sexual.
Dançarina diz que crianças estavam felizes: “As pessoas estão julgando que é do diabo, que é isso, que é aquilo. Vamos ter Deus no coração. As crianças estão muito felizes, não tem nada de mais. A música foi modificada para uma versão light”, afirmou em vídeo divulgado no TikTok.
Thamires seguiu com explicação. “Para quem não conhece a música do ‘Cavalo no cio’, provavelmente vai escutar a versão polêmica. E essa não é, fala: “‘o cavalo ficou danado, coloca de frente, galopa de lado'”, completou a dançarina.
Ela afirmou que “espetáculo” ocorreu durante uma hora, mas vídeo polêmico mostrou apenas segundos finais da apresentação. “Crianças viram uma apresentação de dança, que é o espetáculo suave, que a gente viaja desde 2014 por mundo a fora apresentando a nossa arte, apresentando a nossa dança”.
Vídeo estaria “fora de contexto”: “A gente viaja pelo mundo afora apresentando nossa arte, apresentando nossa dança. É claro que vocês não vão entender contexto nenhum, até porque é um simples vídeo que a gente coloca, milhares de coisas estão acontecendo”.
Dançarina afirmou que vai “aproveitar mídia” após divulgação do caso e colocar versão original da música em outro vídeo. A conta de Thamires não está mais disponível no TikTok desde a tarde desta quarta-feira (30).
Após vídeo viralizar, o prefeito Eduardo Paes, pelas redes sociais, afirmou que a gravação foi “absurda” e que iria endurecer as regras de apresentações nas escolas do município.
Imagem: Reprodução das Redes Sociais.
Sem dúvida, Dom Pedro II, nosso último imperador. Mas sabe por quê?
Dom Pedro foi o governante que sonhava em tornar o Brasil um país avançado na Educação e nas Ciências. Construiu escolas, laboratórios, museus e bibliotecas. Ao morrer, doou seu amplo acervo ao Museu Nacional. Como havia muita coisa, o Museu Nacional virou a sua casa, o Paço de São Cristóvão (pois era uma quantidade incrível de artefatos e documentos para levar)!
Dom Pedro II era apaixonado por fotografia e por astronomia (foi ele quem bancou as pesquisas que descobriram a origem do meteorito de Bendegó na Bahia; até então, achavam que era uma mineral gigante desconhecido e que nada caía do espaço).
O imperador falava: inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e latim. Estudou e tinha noções de tupi-guarani, hebraico, grego e árabe. Ficou amigo de Graham Bell, e foi ele quem testou o telefone quando exposto publicamente numa feira de invenções nos EUA. Visitou a casa de Darwim em suas andanças e financiou todos os estudos de Louis Pasteur, criando a fundação do mesmo nome.
O primeiro projeto público de financiamento de cientistas foi criado por ordem de Dom Pedro II: o “Ciência sem Fronteiras” de 1885. Foi declarado antiescravagista e tinha vergonha, segundo os relatos, da resistência dos anti-abolicionistas. Por fim: sempre foi tido por um intelectual que não gostava de formalidades quando se encontrava com autoridades estrangeiras.
Dito tudo isso, fico pensando: e a gente vê tanto fanático brigando por Lula ou Bolsonaro? Tenha santa paciência…
Em tempo: A Proclamação da República, em 1889, sabidamente foi o acúmulo de uma série de fatores que se transformou em uma medida drástica na Convenção de Itu. O certo é: não se tinha um herdeiro à altura para Dom Pedro II, devido seus ideais. (Os marechais Deodoro e Floriano Peixoto, lembremo-nos, unicamente asseguraram a nova forma de Governo e a unidade do país, cessando os investimentos da Coroa na Educação e Ciência).

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.