– A tecnologia e os costumes tradicionais se conciliando na Educação Escolar.

Jaume Carbonell, renomado pedagogo espanhol, deu uma entrevista muito bacana em sua última passagem pelo Brasil. Abordou a necessidade do professor não ditar pensamentos, mas ensinar o aluno a pensar. Também falou de algo importante: a precisão de usar as tecnologias para o aprendizado sem abrir mão das coisas boas dos costumes tradicionais, como, por exemplo, folhear um livro impresso!

Destaco a seguinte fala:

“A escola deve ir em consonância com os progressos culturais, científicos e tecnológicos. As tecnologias contribuem para grandes mudanças, possibilidades e oportunidades para uma melhor aprendizagem. No entanto, esse mundo tão acelerado está gerando um problema: a falta de atenção e concentração. Eu penso que não é o mesmo ler no celular e ler em um livro de papel, porque fazemos isso de maneiras diferentes. Então, o papel ainda precisa existir. Ler em um livro impresso traz uma leitura mais pausada, tranquila, profunda e crítica. A instituição de ensino deve proteger a infância desse mundo acelerado, deve ser um espaço tranquilo. E deve haver diálogo: a conversação do professor com os alunos é fundamental para que, conjuntamente, façam um bom uso das tecnologias“.

A conversa toda no link em: https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/jaume-carbonell-entrevista/?fbclid=IwAR2eCBFNALLYYBe4CAMY29VYsIXAHr6RyrV-gTasZ0L6xVEJmMQlLwRnAqA

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O pedagogo Jaume Carbonell: escola precisa fomentar a escuta e o respeito pela opinião divergente. Crédito: Rafaela Paludo/Desafios da Educação.

– Por quê as crianças precisam da escrita à mão?

Eu amo escrever. Caprichar na caligrafia é um desafio e um prazer. Mas neste mundo tão digital, as crianças precisam da letra cursiva?

A resposta é: SIM, pelos motivos abaixo.

Leia, extraído de: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/the-new-york-times/2016/06/25/nao-acabem-com-a-caligrafia-escrever-a-mao-desenvolve-o-cerebro.htm?

NÃO ACABEM COM A CALIGRAFIA

As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?

Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.

E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.

Em um artigo publicado este ano no “The Journal of Learning Disabilities”, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.

Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que “escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita”.

No ano passado, em um artigo no “Journal of Early Childhood Literacy”, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.

Mas podemos realmente estimular o cérebro das crianças ao ajudá-las a formar letras com suas mãos?

Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.

Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.

Esse mito de que a caligrafia é apenas uma habilidade motora simplesmente está errado. Usamos as partes motoras do nosso cérebro, o planejamento motor, o controle motor, mas muito mais importante é a região do órgão onde o visual e a linguagem se unem, os giros fusiformes, onde os estímulos visuais realmente se tornam letras e palavras escritas

Virginia Berninger

As pessoas precisam ver as letras “nos olhos da mente” para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.

Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.

Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.

Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.

“As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão”, conta Larin James.

Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.

Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que “alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão”, conta Laura Dinehart.

Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.

Usar um teclado, e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.

O que estamos defendendo é ensinar as crianças a serem escritoras híbridas. Letra de forma primeiro para a leitura – isso se transfere para o melhor reconhecimento das letras –, depois cursiva para a ortografia e a composição. Então, no final da escola primária, digitação

Virginia Berninger

Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.

Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.

“Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição”, explica Larin James. “É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento.”

Letra cursiva caligrafia - Docsity

– #tbt 1: Aprendendo.

Há 3 anos…

A alegria de aprender! E a minha, de ensinar.

Pais precisam ter paciência. E, lógico, ânimo. Porque sair do site do Abecedário e ir para a página dos jogos, é um clique só!

❤️ 💻 ✏️ #carinho #educação

– Todo dia é dia de trabalhar!

Tendo tempo, não há problema: apesar de sábado, na folga do horário, estou preparando as aulas da semana.

Antecipar-se e comentar temas durante os dias é sempre válido, não?

– Sebrae levando Ensino de Qualidade.

Hoje estivemos em Itaici, falando em nome do Sebrae a um grupo de jovens e esforçados empreendedores, que enxergam na Educação uma forma de encontrar dias melhores.

É com o Ensino de qualidade que o Brasil sairá da crise!

🖊️ #EDUCAÇÃO

– No Senai de Indaiatuba.

Hoje estive no Senai Indaiatuba, a serviço do Sebrae, falando sobre Empreendedorismo a jovens interessados em ter o seu próprio negócio.

Repito o que sempre digo: essas instituições funcionam bem demais

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Material de trabalho… pronto!

Aulas preparadas com carinho.

Levar conhecimento sempre será um prazer… meu trabalho me satisfação!

🖊️ #Educação

– O silêncio para aprender.

Ouvir é melhor do que falar?

Para o aprendizado, muitas vezes, isso é uma grande verdade. E compartilho um ótimo texto abaixo:

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/o-uso-do-silêncio-como-forma-de-aprender-b831cfd95103

O USO DO SILÊNCIO COMO FORMA DE APRENDER

Por Prof José Renato Sátiro Santiago

A capacidade de aprender talvez seja a maior qualidade que uma pessoa pode desenvolver ao longo de sua vida. Seja qual for a idade e/ou tema em questão, compreender que, seja qual for a oportunidade ou experiência vivida, sempre será possível aprender é algo único e, o que é mais importante, nos faz manter vivos. Tinha um saudoso amigo, professor José Teixeira, um renomado preparador físico com um invejável currículo internacional, que costumava dizer: “Zé Renato, o dia em que eu não tiver mais condições de aprender, eu morro”. Confesso que tê-lo como espectador de algumas das palestras que ministrei, sempre foi o motivo de muito orgulho. Ainda assim, entendo que, para mim, seu maior legado está relacionado a esta humildade de aprender… sempre.

O processo convencionalmente adotado para o aprendizado é devidamente estruturado através de eficientes metodologias científicas, bem fundamentadas, nas diversas instituições de ensino que frequentamos ao longo de nossa vida. Quer seja a partir da socialização, da alfabetização, dos programas curriculares desde os tempos das aulas de primeiro e segunda grau, graduação, especialização e tantos outros passos, toda etapa contribui ao aprendizado, ainda que o requisito essencial não esteja relacionado a isso. Explico. O querer aprender é o fator decisivo, sem ele, nada é possível. Cabe ressaltar que isso não tem relação alguma com a obtenção de diplomas, uma vez que eles nada mais são que meros registros explícitos daquilo que realmente importa, compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que nos foi oferecido durante o processo de aprendizado.

Engana-se, no entanto, que as maiores oportunidades de aprendizado aconteçam durante os programas formais de capacitação sobre os quais somos submetidos desde os primeiros anos do jardim de infância. O mais incrível é, justamente, gozar intensamente de todos os momentos vividos e extrair deles, algum aprendizado. O querer está, novamente, firmemente ligado a isso. E o que é mais interessante, acontece de forma mais natural, justamente, por não termos a “obrigação” de fazê-lo. Mas, cá entre nós, que bom seria, que tivéssemos isso impregnado em nosso DNA. Professor Teixeira tinha isso. Poucos têm, infelizmente. Li, recentemente, que a forma mais eficiente de aprender acontece quando não temos este intuito. Oferecer isso às pessoas é algo tão prazeroso, mas, igualmente, se permitir a isso é tão único.

Cometendo erros ou não, acertando ou não, o que basta é viver intensamente tudo aquilo que a vida nos tem a oferecer e, aproveitar, se possível, toda situação para aprender. Crescer, tornamos, cada vez mais, pessoas melhores que possam refletir a todos aqueles com os quais temos a oportunidade de compartilhar momentos, felicidade. Afinal, não há nada mais prazeroso que ser recepcionado com um sorriso, sempre que nossa lembrança passa na memória de qualquer pessoa. Isto também é aprender.

Justamente por isso, tantas outras vezes, se calar é uma prova ainda mais firme de aprendizagem. Não ter o que dizer, em tantas situações, comprova o quanto as experiências vividas nos deixou mais sábios. Pode ser, tantas vezes, bem difícil se manter em silêncio, ainda assim, saber que ele é necessário diz muito não apenas sobre nós, mas, principalmente, à respeito de tantas possibilidades e caminhos que ainda possam ser feitos, o que, talvez, fossem impossibilitados por conta de palavras colocadas em momentos menos propícios. Não me furto a afirmar que o silêncio pode ser uma luz para conquistas inimagináveis, aprendi isso e ainda que eu seja tão falível, não me furto a continuar este processo em prol de compreender, considerar e aplicar tudo aquilo que a vida me tem presenteado, momentos e pessoas.

Imagem extraída do link acima.

– A quem interessa o Analfabetismo Funcional de muitos brasileiros?

O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.

Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.

Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?

Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior

Imagem extraída da Web, citação na própria.

– A preocupação dos pais com as doenças emocionais dos filhos: o que fazer?

Recebi esse vídeo como “material divulgado pelo Mackenzie aos pais de alunos”. Não procede a origem, não é do Mackenzie. Mas o conteúdo é excelente!

O que os pais devem fazer para a Saúde Mental dos filhos?

Aqui: https://youtu.be/gjZIGyTCbek?si=0zdwjcg1E7s5_17l

– A importância em se redigir bem.

A diferença de uma simples crase

importância aos acentos, quando redigir qualquer texto. Veja a margem abaixo:

– Leve conhecimento.

Hoje estivemos na Penitenciária Feminina de Campinas, em nome do Sebrae, falando a 18 reeducandas sobre Práticas de Valor no Empreendedorismo.

Dezoito mulheres, 18 sonhos, 18 histórias de vida…

Somente com a Educação que o Brasil irá pra frente.

– Capacitar é necessário!

Hoje falamos sobre “Gestão de Negócios” aos soldados da 11ª Brigada de Infantaria Mecanizada do Exército Brasileiro, em Campinas, pela parceira Sebrae / IBS Américas.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise!

– Levando Educação e Capacitação ao Exército.

Hoje, pelo Sebrae, estive falando de Empreendedorismo no Comando do Exército de Campinas / Forte Anhanguera.

O público foi de soldados que darão baixa e que estão se capacitando para voltar ao mercado de trabalho.

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

✏️ #Education

– Capacitar pessoas é muito bom.

Capacitar as pessoas é sempre muito bom.

Amo o que faço. E poder dividir conhecimento é uma dádiva.

É com o Ensino de Qualidade que teremos um país melhor.

– Cidadania.

Lecionar é muito bom!

Encerrei uma etapa do Projeto “Sebrae na Comunidade / Próspera Família”, onde falamos sobre vários assuntos.

Inesperadamente, olhe o que ganhei das alunas… obrigado pelo carinho!

📝 #educação #cidadania

– Marketing para Próspera Família.

Hoje estivemos no Projeto Social “Próspera Família”, falando a uma turma bem animada a respeito de Marketing!

É com a Educação que o Brasil sairá da crise.

 

– Planeje-se!

Estivemos hoje em Campo Limpo Paulista, pelo Sebrae, falando sobre “Planejamento Empresarial” a jovens empreendedores.

É com a Educação que o Brasil se desenvolverá!

📝 #Educação #Empreendedorismo

– Índice de Capital Humano no Brasil:

Você sabe em qual estado existe melhor qualificação profissional?

Abaixo:

– Atitudes que não exigem talento:

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).

Abaixo, um pouco de Educação:

(Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/divina-s-lima-64b7a8214)

Discorda?

– Que carinho…

Amo o que faço!

Hoje, última aula em um programa assistencial que estou lecionando, e me deparei com essa surpresa!

Não existe retribuição que compense tal carinho…

– A feia história da dança do “Cavalo Tarado” na escola pública do RJ.

Uma dança que fala de um “Cavalo no Cio”, cá entre nós, não é arte para as crianças

Sobre o Cavalo Tarado, extraído de: https://www.uol.com.br/splash/noticias/2023/08/30/cavalo-tarado-dancarina-rebate-criticas-e-diz-que-criancas-estao-felizes.htm

DANÇARINA REBATE CRÍTICAS E DIZ QUE AS CRIANÇAS ESTÃO FELIZES

Thamires Candida, dançarina da companhia de dança Cia Suave, se manifestou no Instagram sobre a apresentação no Ciep municipal Luiz Carlos Prestes, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O vídeo da dança viralizou nas redes, onde uma dançarina aparece com uma máscara de cavalo ao som de uma música com teor sexual.

Dançarina diz que crianças estavam felizes: “As pessoas estão julgando que é do diabo, que é isso, que é aquilo. Vamos ter Deus no coração. As crianças estão muito felizes, não tem nada de mais. A música foi modificada para uma versão light”, afirmou em vídeo divulgado no TikTok.

Thamires seguiu com explicação. “Para quem não conhece a música do ‘Cavalo no cio’, provavelmente vai escutar a versão polêmica. E essa não é, fala: “‘o cavalo ficou danado, coloca de frente, galopa de lado'”, completou a dançarina.

Ela afirmou que “espetáculo” ocorreu durante uma hora, mas vídeo polêmico mostrou apenas segundos finais da apresentação. “Crianças viram uma apresentação de dança, que é o espetáculo suave, que a gente viaja desde 2014 por mundo a fora apresentando a nossa arte, apresentando a nossa dança”.

Vídeo estaria “fora de contexto”: “A gente viaja pelo mundo afora apresentando nossa arte, apresentando nossa dança. É claro que vocês não vão entender contexto nenhum, até porque é um simples vídeo que a gente coloca, milhares de coisas estão acontecendo”.

Dançarina afirmou que vai “aproveitar mídia” após divulgação do caso e colocar versão original da música em outro vídeo. A conta de Thamires não está mais disponível no TikTok desde a tarde desta quarta-feira (30).

Após vídeo viralizar, o prefeito Eduardo Paes, pelas redes sociais, afirmou que a gravação foi “absurda” e que iria endurecer as regras de apresentações nas escolas do município.

Imagem: Reprodução das Redes Sociais.

– O maior Chefe de Estado brasileiro foi…

Sem dúvida, Dom Pedro II, nosso último imperador. Mas sabe por quê?

Dom Pedro foi o governante que sonhava em tornar o Brasil um país avançado na Educação e nas Ciências. Construiu escolas, laboratórios, museus e bibliotecas. Ao morrer, doou seu amplo acervo ao Museu Nacional. Como havia muita coisa, o Museu Nacional virou a sua casa, o Paço de São Cristóvão (pois era uma quantidade incrível de artefatos e documentos para levar)!

Dom Pedro II era apaixonado por fotografia e por astronomia (foi ele quem bancou as pesquisas que descobriram a origem do meteorito de Bendegó na Bahia; até então, achavam que era uma mineral gigante desconhecido e que nada caía do espaço).

O imperador falava: inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e latim. Estudou e tinha noções de tupi-guarani, hebraico, grego e árabe. Ficou amigo de Graham Bell, e foi ele quem testou o telefone quando exposto publicamente numa feira de invenções nos EUA. Visitou a casa de Darwim em suas andanças e financiou todos os estudos de Louis Pasteur, criando a fundação do mesmo nome.

O primeiro projeto público de financiamento de cientistas foi criado por ordem de Dom Pedro II: o “Ciência sem Fronteiras” de 1885. Foi declarado antiescravagista e tinha vergonha, segundo os relatos, da resistência dos anti-abolicionistas. Por fim: sempre foi tido por um intelectual que não gostava de formalidades quando se encontrava com autoridades estrangeiras.

Dito tudo isso, fico pensando: e a gente vê tanto fanático brigando por Lula ou Bolsonaro? Tenha santa paciência…

Em tempo: A Proclamação da República, em 1889, sabidamente foi o acúmulo de uma série de fatores que se transformou em uma medida drástica na Convenção de Itu. O certo é: não se tinha um herdeiro à altura para Dom Pedro II, devido seus ideais. (Os marechais Deodoro e Floriano Peixoto, lembremo-nos, unicamente asseguraram a nova forma de Governo e a unidade do país, cessando os investimentos da Coroa na Educação e Ciência).

Dom Pedro II amava os banquetes

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Prospera Família.

Nessa 4ª feira, pelo Sebrae, estou em Jordanésia com uma turma incrível: as alunas são mulheres lutadoras, que tem o sonho de se tornarem empreendedoras.

Através do Programa “Prospera Família” do Estado de SP, estão podendo lutar pelos seus objetivos. E isso inspira a todos nós.

🖊️ #Educação

– Trabalhar não cansa. Ou cansa?

Ufa! Aulas para amanhã “parcialmente” preparadas.

Daqui a pouco, tem mais.

Uma pausa faz bem, não?

Imagem

– O EAD e a falta de interação humana.

A “febre do Ensino à Distância” parece estar diminuindo

Em minhas searas, tenho percebido cada vez mais a procura de atividades presenciais. E a justificativa maior é: contato humano, estar ao lado de um professor in loco, além da necessidade de conversar.

Ótimo! Nada substitui o calor e o labor. O EAD é bom, mas se puder ser presencial, melhor ainda.

Imagem: Freepik

– Gestão!

Fim do turno!

Hoje, falamos de gestão e trocamos experiências profissionais com uma turma muito boa de alunos!

É com a Educação que o país sairá da crise.

📝 #education

– Aula de anatomia com criatividade!

E pela Educação e Aprendizado de melhor qualidade, vale ser criativo!

– Opinião alheia? É para respeitar!

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

– Educar é Aprender!

Hoje lecionei a uma turma de jovens empreendedoras do ramo da moda, no Senai de Atibaia, pelo Sebrae (Curso “Primeiros Passos”).

Cheias de vida, animadas e com histórias de vida incríveis. Como é bom conviver com gente assim!

Educar é ganhar experiência e se renovar diariamente.

#educação

– Gestão Empresarial.

Hoje estivemos pelo Sebrae no Senai Atibaia, trabalhando com Gestão Empreendedora.

Um espaço amplo, encantador, com pessoas maravilhosas!

É com a capacitação que o Brasil sairá da crise.

🖊️ #Educação

– Inteligência para as Emoções.

Hoje pude falar aos colaboradores do SIM (o “Poupatempo Municipal” de Vinhedo) sobre Inteligência Emocional!

Galera incrível, valeu a pena. Ganhei até bombom…

🖊️ #Educação

– Fim de labuta.

Apostilas para os alunos da semana, ufa, separadas.

Próximos cursos, pelo Sebrae, preparados!

Agora continuar o feriado municipal… em casa.

📚 #Educação

– Ensinando Valores.

Há certos assuntos indiscutíveis, não?

Eis, na ilustração, um deles:

– Criando as filhas para serem grandes mulheres!


Para quem é pai de meninas e quer ver suas princesas terem sucesso quando adultas, vale a pena ler esse texto do Linkedin, originalmente escrito no “Leiturinha”.

Extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/meninas-felizes-mulheres-seguras-10-coisas-que-você-pode-oliveira/

MENINAS FELIZES, MULHERES SEGURAS: 10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Por Ana Clara Oliveira

Aqui entre nós, ter um filho é uma responsabilidade e tanto! Ser inteiramente responsável por um pequeno ser humano, criando-o e educando-o, faz com que muitas pessoas reflitam sobre si mesmas e sobre seus próprios valores. Isso porque nós, adultos, temos um papel fundamental na criação de pequenos mais confiantes, empáticos, solidários, tolerantes, amorosos, justos e felizes! E, verdade seja dita, o mundo tem precisado cada vez mais disso, não é?

CRIANDO MENINAS MAIS CONFIANTES E FELIZES

Reforçar a autoestima das crianças e valorizar, acima de tudo, o amor e o respeito, colabora para que elas se tornem adultos melhores e, isso é imprescindível na criação tanto de meninos, quanto de meninas. No entanto, levando em consideração o mundo em que vivemos, com as imposições e pressões que existem sobre as mulheres, é interessante pensar como os pais podem colaborar para que nossas meninas cresçam mais fortes, seguras, independentes e realizadas!

A preocupação com o corpo, a relação com a vaidade e com a carreira profissional, a divisão das tarefas domésticas e os estereótipos que cercam a feminilidade, são questões que precisam ser trabalhadas, desde cedo, com as pequenas, com muita conversa, respeito e exemplo. Para Sarah Helena, psicóloga, curadora na Leiturinha e mãe da pequena Cecília de 1 ano, “quando nasce uma criança (ou melhor, antes mesmo disso), a família, seja ela quem e como for, precisa repensar e ter em mente quais valores, princípios e comportamentos que gostariam que fossem passados adiante e quais aqueles que não. Para criar meninas independentes e seguras, estes têm que ser valores estimados na família, principalmente entre as mulheres, já que elas são um exemplo para as pequenas. Além disso, há que se romper com muitos estereótipos que reproduzimos na sociedade, como padrão de beleza ou a divisão das tarefas domésticas, por exemplo, e seguir construindo as próprias referências do que é bom e ruim. Isso requer paciência, coragem e ousadia. Ser nós mesmas, de forma autêntica, é uma das lutas mais árduas a se enfrentar na vida.”.

10 COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER POR SUA FILHA

Pensando nisso, elencamos algumas atitudes simples que podem contribuir para que sua pequena tenha uma relação melhor com ela mesma e com os outros, tornando-se uma mulher mais segura e feliz!

  1. Evite criticar o próprio corpo na frente da sua pequena

Muito gordo, muito magro, alto demais ou muito baixinho… A insatisfação com o corpo é algo comum entre homens e mulheres. Isso porque há um padrão de beleza que, vez ou outra, todos tentamos nos enquadrar. No entanto, se você se sente assim em relação ao seu corpo, é importante se atentar para não demonstrar essa insatisfação na frente da sua pequena. Se alimentar bem e praticar exercício físico é algo maravilhoso para a saúde e bem-estar de todos nós, mas evite dizer a sua pequena que ela deve fazer isso para ficar magra ou bonita. Cedo ou tarde ela já vai se deparar com esse padrão imposto às mulheres, mas com a sua ajuda ela pode entender que é bonita como é e que a aparência não é o que ela tem de mais importante!

  1. Elogie suas qualidades, para além da aparência

É muito comum elogiar as meninas e, mais tarde, as mulheres, dizendo o quanto são bonitas. Isso não é errado, mas elas são tão mais do que isso! São inteligentes, curiosas, carinhosas, engraçadas, dedicadas, corajosas… Que tal se atentar para variar um pouco nos elogios, mostrando para sua pequena que a aparência dela é apenas um detalhe entre as infinitas qualidades que a tornam uma pessoa incrível!

  1. Incentive a independência e a autonomia

É importante que, desde cedo, você incentive e mostre para sua pequena que ela pode fazer suas coisas e se realizar sozinha. Não que ela não precise de outras pessoas, mas entender que ela é autônoma, independente e forte o suficiente para alcançar sua própria felicidade e sucesso, será muito importante para que ela cresça mais confiante e segura!

  1. Respeite suas escolhas

Se ela prefere o judô ao balé, a bicicleta ao patinete, as bonecas aos carrinhos, os super-heróis às princesas, o basquete ao futebol, a matemática ao português… Ou qual seja seus gostos e preferências, é fundamental que ela possa contar com você para apoiá-la e incentivá-la a dar o seu melhor em qualquer que seja sua escolha! Optar por isso ou aquilo não a tornará melhor ou pior, nem mais ou menos feminina.

  1. Mãe, seja uma pessoa completa

A maternidade é algo maravilhoso, mas ao se tornar mãe, a mulher não se limita a esse papel. Ela continua tendo seus gostos, suas escolhas, seus hobbies, suas vontades e seus sonhos. É importante que você, mãe, mostre para sua filha que você é uma pessoa completa, com todos os erros, acertos e ambições que isso possa significar. Isso fará com que ela cresça sabendo que ser mãe não elimina sua personalidade ou seus desejos enquanto pessoa.

  1. Evite super expor sua pequena a mídias que reforcem os padrões de beleza

Situações que reforçam padrões de beleza estão presentes nos mais variados contextos e parece quase impossível esquivar-se deles. Quando isso acontecer, converse com sua filha para que ela reflita sobre os padrões apresentados e a realidade de mulheres com quem ela convive ou vê na rua. Também cuide para que sua pequena esteja cercada de boas referências e representatividade, assim, ela não vai sofrer tentando se enquadrar em algo que ela não é, mantendo uma relação melhor e mais saudável com o próprio corpo.

  1. Priorize o conforto quando for escolher suas roupas

Na ala de roupas infantis femininas é comum vermos mini roupas de adultos, com muito brilho e muito cor-de-rosa, mas nem sempre tanto conforto. É importante que sua pequena sinta-se bem no que está vestindo, para poder correr e brincar livremente, como qualquer criança. Tome cuidado para não priorizar a roupa “mais bonita” que, talvez não permita que sua filha se movimente de maneira confortável e livre.

As crianças precisam aprender a brincar sem brinquedo também!

  1. Ensine-a a dizer não

Conhecer e respeitar seus limites é fundamental para uma vida mais equilibrada e feliz. Muitas mulheres se sobrecarregam na missão de cuidar de tudo e de todos sozinhas, aceitando mais do que seu corpo e sua mente suportam, ou ainda se submetendo a situações que não condizem com seus valores e vontades por medo de dizer não. Ensine sua pequena sobre responsabilidade e compromisso, mas deixe claro que ela não é obrigada a fazer o que não quer, que ela pode verbalizar suas vontades e limites e que eles precisam ser respeitados.

Mãe, você não precisa dar conta de tudo sozinha

  1. Divida as tarefas de casa de maneira justa

As crianças podem e devem ajudar nas tarefas domésticas, pois isso colabora para que desenvolvam o senso de independência, responsabilidade e respeito. Isso serve para os meninos e para as meninas. Portanto, é importante que os pais dividam as tarefas igualmente, levando em consideração a idade, claro, mas não o sexo dos filhos. Todos podem colaborar para que o lar fique mais organizado e agradável, afinal, todos vivem nele!

  1. Deixe-a perceber o quanto é especial

Enfim, o importante é que sua pequena entenda, desde cedo, o seu valor e o quanto ela é uma pessoa especial, com todas as suas qualidades e defeitos. A autoestima é algo construído dia a dia e você pode colaborar – e muito – para que ela cresça e se torne uma mulher mais confiante, segura e realizada. Isso, com certeza, irá contribuir para que ela se relacione melhor consigo mesma, tendo uma postura mais sensível, empática e gentil com as pessoas que a cercam.

(Publicado originalmente no Blog Leiturinha.)

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Imagem: Arquivo pessoal.