Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens da Penitenciária P1 Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens da Penitenciária P1 Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

Hoje foram 2 turnos puxados de trabalho. Ufa! Cansei…
Mas me revigorei na última aula aqui em Itu, na Faditu.
O carinho dos alunos nos anima!

✏️ #educação
Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens da Penitenciária P1 Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

📝 #Education
3º turno de 3: estive nessa noite em Itu, na Faditu, falando aos Universitários sobre Administração Estratégica.
Somente com a Educação teremos um país melhor!
📝 #Educação
Por: João Batista Freire Em 24 de setembro de 1990 o Brasil tornou-se signatário da Convenção Sobre os Direitos da Criança da ONU. O sofrimento das …
Continua em: Incubadoras de atletas ou a transgressão dos direitos da criança e do adolescente
2º turno de 3: estive nessa tarde na P2 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Marketing.
Somente com a Educação teremos um país melhor!

🖍️ #Educação
1º turno de 3: estive nessa manhã na P1 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Gestão de Pequenos Negócios.
Somente com a Educação teremos um país melhor!

🖊️ #Educação
Turno 3 de 3: Estive nessa noite na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre diversas disciplinas de Gestão.
Somente com a Educação que faremos um país melhor.

🖍️ #Ensino
O dia 17 de março de 1999 foi marcante para mim: com 22 anos, tive a oportunidade de ser contratado pela querida profª Raquel Pereira (indicado pela saudosa profª Silaine Toro) para lecionar em uma Universidade.
Confesso: não sei se eu contrataria um professor tão jovem, mas aprendi que devemos dar chance a talentos que queiram aparecer!
Dito isso: entrei na sala de aula e… me apaixonei pelo ofício.
Lecionar é muito bom. E tive sorte pois, embora com muito tempo de trabalho, labutei em poucas (e ótimas) instituições de ensino superior, sempre encontrando ótimo ambiente corporativo.
Obrigado, Papai do Céu, por desenhar esse caminho a mim.
Quem foi que disse que o sábado é para descansar…?
Vida de professor: preparando conteúdo para a semana, nas diversas searas de ensino!
Sem preguiça, certo?
Fim de expediente!
Tive um dia difícil, mas vencemos os compromissos do dia.
Há pouco, nosso último turno aqui na FADITU. Ufa!
Vam’bora descansar.

Turno 3 de 3 – Estivemos nessa noite lecionando na FADITU, falando sobre Administração Estratégica aos nossos queridos alunos!
Sempre é muito prazeroso e gratificante ver o esforço da comunidade acadêmica…

Estivemos no Núcleo de Capacitação de Franco da Rocha nessa manhã, falando de Fidelização de Clientes aos interessados de lá, em nome do Sebrae.
É muito bom ver as empresas e as pessoas se capacitando. Isso faz a diferença no Brasil.
Estivemos nessa tarde em Louveira, no Núcleo de Capacitação, falando sobre o curso Prepara Técnico em nome do Sebrae.
Somente com a Educação que faremos um país melhor.

📝 #Empreendedorismo
Hoje cedo estivemos em Jundiaí, pelo Sebrae, falando no Fundo Social de Solidariedade a um grupo de empreendedoras!
É com a Educação e a Capacitação que conseguimos bons resultados.

🖊️ #Empreendedorismo
A Educação brasileira continua sendo um problema…
Entra e sai presidente, continua tudo igual!
Estive nessa noite em Itu, na FADITU, falando de Gestão da Inovação aos nossos queridos alunos.
É ótimo ver os discentes preocupados em aprender!

🖊️#educação
Li e compartilho: você sabia que alguns pais estimulam a birra das crianças?
Ufa! Tomara que eu não esteja classificado nesta tipologia… embora, no meu íntimo, tenho medo de estar transitando entre os três…
Abaixo, a matéria que define “Birra”, extraída de: Revista Crescer (aqui, o link)
DEIXA DE BIRRA!
Uma menina de 2 anos pode realmente saber o que está fazendo em pleno ataque de birra? Descubra os segredos de pais e especialistas para sobreviver a essas tempestades
por Bruna Menegueço e Cristiane Rogério. Produção Astrid Van Rooy
“O menino chovia.
E não era chuva, chuvisco, chuvinha.
Era chuva, trovão, trovoada.
Por qualquer coisa, coisinha,o menino relampejava.
A casa toda tremia, o chão até balançava, raios por toda a cozinha sempre que tinha salada.
A empregada saía correndo, e a mãe também, chamuscada.
E o menino chovendo, chovendo, pedindo macarronada.
O pai imitava macaco, a mãe dançava na pia, tudo isso por medo da chuva, e pra ver se o menino comia.
E todo dia era assim, uma chuva sem fim, chuvarada.
Por qualquer coisa, coisinha…o menino relampejava.”
Os versos que começam essa reportagem são do livro O Menino que Chovia (Ed. Companhia das Letrinhas), de Cláudio Thebas, e descreve em poemas – e com muito humor, como vocês podem ver , o ataque de birra de um garoto irritado com sua família que, claro, faz todas as suas vontades. A história contada por Thebas acontece ou já aconteceu na minha, na sua e na maioria das casas com quase todas as crianças do mundo. Esse processo é normal e faz parte do desenvolvimento, do amadurecimento e da formação da personalidade. Mas, quem dera a gente conseguisse ter esse olhar bem-humorado na hora H, hein?
Primeiro, vamos aos fatos. A birra acontece para a criança testar os nossos limites, expressar suas vontades e funciona até mesmo como um pedido de ajuda. Mas é inconsciente! É como se ela nos falasse: Ei, eu não sei lidar com essa frustração e explodi! Nos poucos minutos que duram o ataque, você entra em desespero. Não sabe o que fazer para controlar seu filho enquanto seu nervosismo chega à flor da pele. Lidar com esses escândalos, principalmente quando acontecem em público, é difícil mesmo, mas é bom pensar que essa é uma ótima oportunidade para educá-lo e para reverter a cena de forma que não volte a acontecer. Pelo menos enquanto durar a nossa esperança.
“Educar é o desafio de toda uma vida, é cansativo, dá trabalho, mas traz recompensas maravilhosas. Para trilhar por esse caminho, o primeiro passo é manter a calma e não levar a provocação da criança para o pessoal, ou seja, se sentir desrespeitado, abusado, ou achar que seu filho está fazendo você de bobo. Não é por aí. Aquele ser tão pequenino não tem noção que mexeu com o seu orgulho ou que o desafiou. Não caia nessa!”, afirma Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Confira também:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Quando você vai abordar algo com alguém, seja qual for o assunto, vale a pena escolher as palavras.
Você pode ser seco, cuidadoso, grosso ou… gentil. Ou qualquer outra opção.
Veja essa imagem com a mensagem abaixo:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.
Estivemos há pouco na Faditu, para ótimos trabalhos acadêmicos!
Ufa, o feriado está chegando… é bom que os alunos (e professores) também descansem.
Boa noite a todos!
📝 #educação
Meu trabalho pelo Sebrae na Funap não tem sido muito fácil. Levamos a tentativa de educar detentos para que busquem trabalho honesto e se reinsiram na sociedade pelo Empreendedorismo.
Vejam esses depoimentos de algumas reeducandas de hoje, do CDP Feminino P4: há esperança quando se há disposição:
Reflita: Seu inglês está em dia? Ou você está procrastinando suas aulas … já há algum tempo?
Continua em: Como está seu Inglês?

Com o advento do computador, muitas crianças deixam de escrever a tradicional “letra de mão”. A letra cursiva está fora de moda, e isso preocupa – e muito – os professores.
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/uma-realidade-nas-escolas-eu-nao-sei-escrever-em-letra-146035-1.htm
EU NÃO SEI ESCREVER LETRA CURSIVA
Por Camila Rabelo
A letra ilegível era uma marca registrada dos médicos e suas receitas indecifráveis. Hoje, rompeu as fronteiras da profissão e se tornou quase uma tendência na sociedade da pressa. A ilegibilidade é uma das consequências da substituição do caderno pelo computador e da pouca ênfase que se dá ao ensino da letra cursiva nas escolas. Em outros tempos, os cadernos de caligrafia moldavam a escrita dos alunos. Até hoje, representam um importante rito de passagem para crianças recém-alfabetizadas que conseguem ultrapassar a barreira da letra de forma e se capacitam na cursiva – aos 6 anos, elas já se dividem em grupos dos que dominam o mundo da “letra corrida” e daqueles que ainda continuam nas “letras separadas”. Mas o entusiasmo é arrefecido com o passar dos anos. Elas precisam fazer pouco uso da técnica, pois até as provas são de múltipla escolha – basta marcar um X nas alternativas propostas e ir para casa sem gastar a caneta. Fora de uso, a letra perdeu a uniformidade e a nova grafia mescla traços cursivos com letras maiúsculas, comprometendo até mesmo os sinais de acentuação, como o til (~), que virou um traço (-). Nem sempre a legibilidade é mantida. E dá-lhe garranchos incompreensíveis.
O impacto da disgrafia – a escrita incompreensível – na vida das pessoas vai além do senso estético. Quem sofre deste distúrbio pode ser tachado de desleixado ou problemático. E não ser compreendido na sociedade da informação é um fardo que poucos podem carregar. A solução? Recorrer aos textos digitais do e-mail e mensagens instantâneas, como MSN e SMS. “A tecnologia pode ser a aliada e a vilã da história”, afirma Marco Arruda, neurologista da infância e da adolescência e diretor do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento. O excesso de informação, a falta de tempo e o conforto da internet contribuem para a deformidade da letra, que se torna dispensável e, quando utilizada, apressada e incompreensível. “Escrevo muito rápido. Não dá tempo de enfeitar”, afirma Lucas Dias Oliveira, 12 anos, que foi reprovado no ano passado porque os professores não conseguiram corrigir a sua prova. “Não entendi nada”, assinou a professora na avaliação. “Ele é extremamente inteligente e rápido.
Tem uma velocidade incrível no teclado”, afirma a sua avó, Marialva Dias.
“Mas a letra é um garrancho.” Os esforços de Marialva, que comprou dezenas de cadernos de caligrafia e livros para o neto, não foram suficientes para que o menino deixasse o computador e melhorasse a grafia. “Ele é agoniado, ansioso e necessita de acompanhamento psicológico para melhorar a letra”, afirma.
Janice Cabral Falcão, psicóloga e presidente da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, acredita que os cadernos de caligrafia não resolvem o problema. Para ela, a falta de espaço para brincar e a vida sedentária comprometem o tônus muscular das crianças, que ficam sem coordenação motora e destreza para lidar com o lápis.
“Elas precisam participar das atividades domésticas que exijam alguma habilidade manual”, afirma. Para o neurologista Marco Arruda, a escrita está mais relacionada com as funções do cérebro do que com a tonicidade dos músculos e ele alerta que a escrita ilegível pode ser um sinal de enfermidade ou transtorno psicológico, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade.
“É preciso treinamento da letra com sessões de reabilitação”, afirma. O neurologista lembra que brincadeiras fora de moda com bolas de gude e palitinhos, além das aulas de caligrafia, favoreciam o desenvolvimento psicomotor da criança, que não tem os mesmos estímulos nos jogos eletrônicos de hoje.
Não são apenas as crianças as vítimas da disgrafia. A pesquisadora Luciana Moherdaui, 38 anos, especialista em novas mídias e interfaces digitais, trocou os cadernos pelo computador desde que saiu da faculdade. “A minha letra era legível, mas, depois que passei a usar diariamente a rede, perdi a capacidade de escrever”, afirma Luciana, que explica ter o raciocínio igual ao Word – ‘escreve, erra, apaga e refaz’ – impossível no texto à mão. Quando vai a uma palestra em que não pode levar o seu laptop, a pesquisadora também não leva o bloco de anotações. “Decoro tudo”, diz. “Não entendo a minha letra.” Como especialista no tema, Luciana acredita que o futuro do aprendizado caminha em direção às novas tecnologias. “A tendência é que os meninos troquem os cadernos pelos mininotebooks.” Apesar da alternativa da tecnologia, ter letra legível (e bonita) ainda é importante. “Já zerei provas no vestibular porque estavam incompreensíveis”, afirma José Ruy Lozano, corretor de redações dos principais processos seletivos de São Paulo e professor de redação do ensino médio do Colégio Santo Américo. Vale lembrar que as redações de vestibular também podem ser escritas em letras de forma. Mas a cursiva ainda conta pontos, por exemplo, em processos de seleção de emprego.
O ato de escrever teve os seus altos e baixos na história. Sócrates e Platão (séc. V a.C.) eram contra a escrita e defendiam a oralidade. Na Idade Média, ela ganhou visibilidade e subiu ao altar com os monges copistas, que registravam a cultura e as descobertas históricas em pergaminhos, para imortalizá-las ao longo dos séculos.
“Ela passou a ser a escrita própria dos textos cristãos, em oposição aos caracteres romanos dos textos pagãos”, afirma o grafólogo Paulo Sérgio de Camargo, autor do livro “Sua Escrita, Sua Personalidade” (Editora Ágora).
A caligrafia – palavra que tem origem no nome kallos (belo) e grafos (grafia) – surgiu como arte quando o imperador Carlos Magno (742-814) decidiu unificar os textos e documentos da Europa Central com a escrita cursiva, conhecida como ‘letra carolina’, mais rápida que a tipografada. Segundo os grafólogos, a cursiva é um sinônimo de elegância e uniformidade, mas também rigidez e padrão. Por ironia, ela está sendo gradativamente substituída pelo mesmo motivo que a originou – a necessidade de rapidez.
“As escolas não se preocupam mais com a letra”, afirma o neurologista Arruda. “Os cadernos de caligrafia caíram em desuso.” Resta saber se as belas letras trabalhadas em rococós se tornarão um raro tesouro, que sobrevive apenas nos convites de formatura ou casamento.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito.
No terceiro turno de trabalho, estive em Itu, na Faditu, falando de Gestão da Inovação aos universitários de lá.
É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

📝 #Educação
Ufa! Acabou o expediente.
Tivemos ótimas aulas aqui na Faditu. Mesmo com o forte calor, os alunos não faltam e esperam que o professor “entregue” boas aulas. E para eles, fazemos isso!
Trabalhe no que gosta. Faz bem!
