Terceiro dos meus 3 turnos de ensino de hoje: falamos sobre “Desenvolvimento Organizacional” para uma turma e “Linguagem e Redação aos Negócios” para outra turma na FADITU!
Modéstia à parte, meus alunos são ótimos!

🖊️#Cidadania
Terceiro dos meus 3 turnos de ensino de hoje: falamos sobre “Desenvolvimento Organizacional” para uma turma e “Linguagem e Redação aos Negócios” para outra turma na FADITU!
Modéstia à parte, meus alunos são ótimos!

🖊️#Cidadania
Acho que concordamos com esse pensamento:
“O professor mediano conta.
O bom professor explica.
O professor superior demonstra.
O grande professor inspira.”
Por William Arthur Ward
Não dá para discutir. É isso aí mesmo.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo aos jovens da Penitenciária P1 Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise…

Hoje foram 3 turnos de trabalho. Ufa! Cansei…
Mas me revigorei na última aula aqui em Itu, na Faditu.
O carinho dos alunos nos anima!

✏️ #educação
Tivemos uma experiência bacana: falamos de Empreendedorismo e Empoderamento no CDP Feminino de Franco da Rocha, em nome do Sebrae.
Ali, encontrei um grupo de jovens moças dispostas a mudar de vida pelo trabalho honesto. Que uma semente tenha sido plantada.

✏️ #Educação #Sebrae
Terminamos mais uma atividade acadêmica aqui na FADITU. Foram 4 ótimas aulas de Administração Estratégica para o pessoal de Processos Gerenciais!
Como gosto dos meus alunos…
✏️ #educação
Numa parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, estivemos falando de Empreendedorismo e Marketing aos jovens do Complexo Penal de Franco da Rocha.
Somente com a Educação que o país sairá da crise… e isso servirá para Reinserção, com trabalho honesto.

Turno da Tarde: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Estratégia de Negócios, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Ensino #Cidadania
Terceiro turno de 3: estive nessa noite (pela Faditu) levando aos nossos queridos alunos de Processos Gerenciais, Contábeis e Adm, algum conhecimento sobre Linguagem e Redação / Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

📝 #Ensino
Segundo turno de 3: estive nessa tarde (pelo Sebrae) no Complexo P1/p2 de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Marketing, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

🖊️ #Ensino
Primeiro turno de 3: estive nessa manhã (pelo Sebrae) no Complexo Hortolândia / Campinas, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Empreendedorismo, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino
Em nome do Sebrae, estive hoje no CPP Ataliba Leonel, em Campinas, levando o Projeto “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua história” aos detentos daquela unidade.
A ideia é: pelo trabalho honesto e pela capacitação, ressocializar essas pessoas!
É só com a Educação que conseguiremos bons frutos…
Ufa! Acabou o expediente.
Tivemos ótimas aulas aqui na Faditu. Mesmo com forte chuva, os alunos não faltam e esperam que o professor “entregue” boas aulas. E para eles, fazemos isso!
Trabalhe no que gosta. Faz bem!

Estivemos há pouco na Faditu, para mais um bom dia de trabalho!
Vale a pena compartilhar conhecimento com nossos alunos…
Boa noite a todos!
📝 #educação
Veja só que legal: o saudoso Dr Içami Tiba (pude conhecê-lo na adolescência numa gravação do “Programa Livre”, do SBT), autor de um best seller na área da Educação (Pais e Educadores de Alta Performance), está em alta. As recomendações do seu livro sobre reflexões das atitudes dos pais ganham cada vez mais discussão e são atuais ao extremo!
Compartilho as 31 dicas,
PAIS QUE NÃO DISCIPLINAM OS FILHOS TERÃO QUE SUSTENTÁ-LOS A VIDA TODA
por Içami Tiba
Içami Tiba foi um médico psiquiatra, colunista, escritor de livros sobre Educação, familiar e escolar, e palestrante brasileiro. Professor em diversos cursos no Brasil e no exterior, criou a Teoria da Integração Relacional, que facilita o entendimento e a aplicação da psicologia por pais e educadores.
Em trecho do seu livro Pais e Educadores de Alta Performance, Içami Tiba fala de como pais que não impõem regras e disciplinas aos filhos, geram adultos que serão sustentados pelo resto da vida.
Içami Tiba elaborou 31 frases que todos Pais devem questionar se estão agindo de tal forma:
1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho;
2.Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir;
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros;
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos;
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo;
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”;
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas;
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz;
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais;
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem;
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”;
12. Ser conivente com suas delinquências;
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito;
14. Terceirizar a educação dos filhos;
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão;
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social;
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver;
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros;
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc;
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas;
21. Inventar desculpas por falhas próprias;
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filhos;
23. Permitir que experimentem drogas;
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram;
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, sexual etc;
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos;
28.Colocar o filho acima de tudo e de todos;
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas;
30. Fazer a lição de casa do filho;
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele

Imagem extraída da Internet.
Hoje, em nome do Sebrae, falamos de Controle Emocional nos Negócios a um grupo de empreendedoras muito dedicado!
Aqui no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva, tudo funciona! Isso ajuda na didática. E com bons alunos e alunas, mais ainda…
E hoje voltamos ao ano letivo aqui na Faculdade de Direito de Itu!
Como é bom rever os nossos alunos veteranos e conhecer os calouros. O ambiente acadêmico sempre nos motivará.
Viva a Educação e o Ensino Superior.

E hoje retorno à FADITU para o 1º semestre letivo.
Eu estava com saudade dos meus alunos… e os conteúdos estão saindo do forno!
Como eu gosto de tudo isso:

Estivemos hoje, em nome do Sebrae, no Fundo Social de Solidariedade de Itupeva-SP, promovendo o curso “Prepara Técnico” de Empreendedorismo!
É com a Educação que conseguiremos bons resultados ao nosso país!
#empreendedorismo
Essa noite estivemos no Escritório Regional do Sebrae em Jundiaí, ministrando o curso: “Faça do Atendimento ao Cliente uma Ótima Experiência”.
Somente com a Educação e a Capacitação que conseguiremos bons resultados… e isso vale a pena!

📝 #ensino
Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?
Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/
AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING
Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos
Por Fabíola Perez
A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.
“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”
Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.
Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.
Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”
Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.
A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.
DESCONTROLE
Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.
Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.
A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.
Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.
DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR
Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

Imagem extraída de: https://educacao.estadao.com.br/blogs/escola-vilaplay/bullying-existe-na-educacao-infantil/
Daqui a pouco, estarei no Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes de Campinas, em entrevista ao jornalista Heitor Freddo, falando de Educação e Ressocialização de detentos.
Prestigie!
No link em: https://www.youtube.com/watch?v=zCTHIHrgdyg
Tem coisa mais feia do que jovens estacionando em vaga preferencial de idosos?
Hoje, vi um rapaz fazendo isso (havia outras vagas perto livres) e o alertei. Numa boa, ele disse que tinha bobeado e não percebeu que era exclusiva.
Mas quantos fazem isso por serem folgados?

(Foto: imagem arquivo pessoal).
Taí uma grande verdade nessa imagem: não só no mundo corporativo, mas na vida pessoal, muitas vezes somos rotulados por algumas características marcantes. Uma delas, que muita gente não se preza a evitar, quando tem poder em excesso, é a da arrogância!
Existem chefes supra-suficientes, outros soberbos, outros ainda frios. Mas há os empáticos, os humanistas e os colaborativos. Na condição de cargo superior, você se porta como?
Independente se você é um líder ou um subordinado, há de convir: quando lembra das pessoas, você, provavelmente, se recorda de como elas se comportavam…
Portanto, rotule-se positivamente! E lembre-se dessa mensagem abaixo:
Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer a autoria, favor informar para divulgar os créditos.
A ativista e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, classificou a postura do Talibã em relação às mulheres no Afeganistão como “…
Continua em: Malala Yousafzai Condena o Talibã por “Apartheid de Gênero” e Clama por Ação Internacional

Uma técnica de fixação e ensinamento muito usada por oradores tem sido recomendada por especialistas: é o “contar histórias / parábolas / contos em geral”!
Mais sobre storytelling,
STORYTELLING AJUDA A COMUNICAÇÃO; VEJA COMO CONTAR HISTÓRIAS E EVITAR ERROS
Por Reinaldo Polito
Uma técnica utilizada há milhares de anos virou moda: storytelling, uma forma de transmitir uma mensagem de maneira eficiente por meio de histórias. Com certeza, quem mais soube comunicar o que desejava a partir de histórias foi Jesus Cristo. Passados mais de 2.000 anos, todos os dias, no mundo inteiro, pessoas recorrem às suas parábolas para comunicar a palavra de Deus.
Profissionais de todas as atividades estão aprendendo a contar histórias para criar, promover e até recuperar marcas. Para atingir esses objetivos, eles se valem de todos os meios de que possam lançar mão: desde apresentações com ou sem apoio de recursos visuais até de mídias sociais, vídeos, interpretações teatralizadas etc.
A ESCOLHA CERTA
A escolha dependerá dos meios que estiverem à disposição, mas, principalmente, que sejam os mais adequados às características e anseios dos ouvintes ou leitores. Quanto maior for a conjugação entre os meios utilizados, o público a ser atingido e o contexto da exposição, melhores serão os resultados alcançados.
Você poderá lançar mão de diversos tipos de histórias. Todos podem apresentar ótimos resultados. Tudo dependerá dos objetivos a serem conquistados e das circunstâncias que cercam a apresentação. O mais conhecido e mais utilizado é a “jornada do herói”.
A JORNADA DO HERÓI
Todas as vezes em que se fala em contar histórias, de maneira geral, esse é o tipo que surge em primeiro lugar. Tanto assim que algumas pessoas chegam a pensar que todas as histórias precisariam necessariamente passar pela sequência da “jornada do herói”. Para ilustrar vamos ver quais são suas etapas:
1) A pessoa leva uma vida normal até o momento em que é convocada para uma aventura.
2) A pessoa não deseja ir. Resiste à convocação.
3) Surge, então, alguém que a estimula e a anima a aceitar a missão.
4) A partir desse instante, é obrigada a enfrentar obstáculos, desafios e problemas.
5) Precisa, portanto, se preparar para uma mudança radical.
6) Vence os obstáculos, desafios e problemas.
7) Cumprida a missão, retorna à vida normal e serve de exemplo inspirador para outras pessoas.
Se você nunca teve contato com essa sequência, provavelmente estará surpreso com a quantidade de livros que leu e de filmes a que assistiu seguindo exatamente as etapas que acabamos de descrever. A associação com as histórias que conhece ajuda bastante no entendimento dessa técnica.
Todos os tipos de histórias seguem mais ou menos a mesma linha: as dificuldades que a pessoa enfrenta em determinadas circunstâncias para conquistar a torcida e a solidariedade dos ouvintes ou dos leitores. Em alguns casos o protagonista é um despreparado, mas vence essas dificuldades, revelando a luta para se superar, até servir de exemplo para outras pessoas.
Outro tipo de sequência mostra que a personagem tem adversários comuns com os ouvintes ou leitores. É a luta dela contra esses inimigos identificados. Só que a pessoa é enganada, e, sem saber, age mal. Parece se distanciar daqueles que torciam por ela. No final, fica claro que não estava do outro lado da trincheira, mas que esteve sempre comprometida com a causa de quem desejava desde o início estar ao seu lado.
Se pensarmos bem, as sequências são simples e fáceis de serem apreendidas. A partir do instante em que deixamos apenas de acompanhar as histórias e começamos a observar como foram arquitetadas, passamos a criar um repertório que poderá ser usado nas mais distintas oportunidades.
INGREDIENTES FUNDAMENTAIS DE UMA BOA HISTÓRIA
1) Tem começo, meio e fim. Nada diferente do que aprendemos desde a época dos primeiros anos escolares: uma história precisa ter início, desenvolvimento e conclusão. Parece (e é) tão elementar, mas muitos se esquecem de seguir essa regra.
2) Mostra os momentos em que tudo transcorre normalmente, mas algum fato rompe esse equilíbrio. Surgem os conflitos, os obstáculos, os problemas.
3) Conquista a torcida das pessoas para que os problemas sejam superados. Elas devem se identificar de tal forma com os desafios da personagem que sentem os problemas como se estivessem no seu lugar.
4) Revela como esses desafios são vencidos com lutas, sacrifícios e determinação. Para que a torcida das pessoas seja ainda mais intensa, em certos momentos poderá surgir a dúvida se terá ou não forças para que os grandes obstáculos sejam ultrapassados.
5) Deixa no final uma reflexão para que as pessoas retirem da história algum ensinamento. A vantagem de deixar essa conclusão por conta dos ouvintes ou leitores é que aceitem a mensagem sem terem a impressão de que ela lhes foi imposta.
Estando os ouvintes envolvidos com a história, torna-se mais simples fazer com que façam a associação com a mensagem que você deseja transmitir. Além de ampliar as chances de que aceitem sua proposta, a história tem a virtude de impregnar a mente das pessoas de tal forma que, em alguns casos, nunca mais se esquecem do que acompanharam.
ERROS NA UTILIZAÇÃO DO STORYTELLING
1) História contada só para ser contada: De nada adiantará contar uma história, mesmo que seja excelente, se ficar claro que ela foi narrada apenas como artifício, como se fosse um nariz de cera, usado para se encaixar em qualquer circunstância. Quando isso ocorre, quase sempre, o resultado da apresentação é negativo.
2) História fora de contexto: Esse equívoco guarda certa semelhança com o anterior. Só que nesse caso, a história pode ter um objetivo definido e ser escolhida para atender a essa finalidade, mas fica tão fora de contexto que mais atrapalha que ajuda o entendimento das pessoas. Quem ouve ou lê a história até gosta e se envolve com a narrativa, mas não consegue enxergar sua utilidade no contexto da mensagem.
3) História conhecida e surrada pelo uso excessivo: Principalmente no início, quando as pessoas começam a praticar o storytelling, elas se valem de histórias que ouvem aqui e ali, em particular aquelas contadas reiteradamente nas palestras. Por ser a história sem ineditismo, ao invés de motivar os ouvintes ou leitores, provoca desinteresse. Por isso, cuidado com o uso de histórias, filmes e ilustrações que já não apresentam nenhuma novidade.
4) História longa: Por mais interessante que seja uma história, se for longa, poderá cansar e até aborrecer as pessoas. Nesse caso, além de afastar os ouvintes ou leitores da narrativa em si, os desvia também do objetivo da mensagem. Por isso, desenvolva o hábito de resumir suas histórias. Basta lembrar que um bom anúncio comercial consegue contar histórias atraentes em apenas 30 segundos.
Se o que pretende contar consumir cinco minutos, procure reduzir para dois a três minutos. Se, pelo contexto da apresentação, a história tiver de ser mais longa, por exemplo, acima de dez minutos, pode ter certeza de que, com bom planejamento e ensaios, conseguirá contá-la até na metade do tempo.
5) História que não envolva os ouvintes: A história precisa ir ao encontro da realidade das pessoas. Se os ouvintes ou leitores não se sentirem tocados emocionalmente por ela, ficarão alheios ao que está sendo apresentado. Pergunte sempre: que tipo de adaptação preciso fazer para que essa história vá ao encontro da realidade e do interesse dessas pessoas? Se encontrar a resposta, terá também a solução.
6) História enganosa: Embora a história ficcional possa ser um recuso tão eficiente quanto às narrativas reais, é preciso tomar cuidado para que o ouvinte ou leitor não se sinta enganado. Além de a história inventada precisar ter verossimilhança, isto é, parecer verdadeira, é preciso deixar claro às pessoas que se trata de um exemplo.
Algumas empresas usaram essa “licença poética” ao contar suas histórias e se deram mal. Precisaram explicar aos órgãos que fiscalizam as propagandas porque contaram aquela história falsa. Algumas tiveram de retirar os anúncios de circulação.
VALE A PENA USAR O STORYTELLING
Aí está um dos recursos mais eficientes para você transmitir suas mensagens: contar histórias. A storytelling é uma competência que pode e deve ser conquistada, desenvolvida e aprimorada. Com o tempo, você terá um estoque muito bom de histórias para usar de forma adequada nas mais diferentes situações.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Há algum tempo…
Nas férias, estudar com o papai tem sido o programa legal 👍🏻.
Minha Tetéia sempre curte nossas atividades educacionais… está craque nas letrinhas 💛!
Passar um tempo ensinando os filhos a ler e a escrever é garantia de boa educação ✍🏻.
Fique mais tempo com as crianças. Vale a pena 💖.
#amor
Ao arrumar meus livros, e encontrar essa pérola de TGA (Chiavenato é excepcional), me recordei:
Respeito opinões contrárias, mas é muito mais prático folhear e procura por página, do que rolar tela…
E você, prefere o quê?
Depois de uma descansada nos últimos dias, recomeçando a preparação para o ano letivo acadêmico.
Dividindo disciplinas por pastas e cores, etiquetando-as e organizando tudo. Aos poucos, para fazer bem certinho e sem atropelos. E vamos em frente!
Amo lecionar. Mas a demanda de aulas poderia ser maior, ultimamente.