– O Preço Real da Água! Deveria ser barato ou caro?

Leio no caderno Sustentabilidade da Época Negócios, uma bacana entrevista do financista Mark Tercek, autor do livro “Capital Natural”.

Ele fala sobre valores dos recursos naturais, e, em especial, da água.

E quanto deveria custar a água?

A água que bebemos deveria ter preço irrisório, já que é um direito humano básico. Mas sendo barato demais, o preço é desprezado pelo comportamento irresponsável de algumas pessoas.

para a indústria deveria ser caro, pois é um insumo para se obter lucro. E o exemplo utilizado é assustador – o quanto se gasta para fabricar um refrigerante! Veja só a Coca-Cola, que para se produzir um litro da bebida é necessário:

– 1 litro de água para o preparo da bebida em si;

– 1 litro de água para a produção e a lavagem;

– 10 litros de água para fabricar a embalagem;

– 200 litros de água para a produção do açúcar.

Ou seja, 212 LITROS DE ÁGUA PARA SE PRODUZIR UMA COCA-COLA!!!

Assustou? Eu também.

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Imagem extraída de: http://kucnaj.blogspot.com/2011/03/wallpapers-of-i-love-u.html

– Os picaretas das bombas de gasolina!

Fui dono de Posto de Combustível e sei o que estou escrevendo: o ramo é difícil e a honestidade rareia nessa seara.

Dia 31, abasteci gasolina em Bragança Paulista a R$ 4,79. Dia 01, estava a R$ 5,79! Não subiu o preço oficialmente (ainda) e não há nada que justifique o aumento tão substancial do dono do posto – a não ser a ganância. E o frentista teve a cara-de-pau em afirmar: subiu na semana passada… Mentiroso!

É por essas e outras que o país não vai pra frente! Cadê a fiscalização de abuso econômico?

Em tempo: o aumento ocorrerá devido ao Pis e Confins. Mas repassar antes, é sacanagem…

Imagem extraída de: https://goias24horas.com.br/27905-gasolina-em-goiania-e-a-6a-mais-cara-entre-as-capitais-e-um-assalto-e-procon-e-mp-nao-fazem-nada/amp/

– Panetones custosos? Xi…

Panetones fazem parte da cultura do final de ano. Sua versão “pascoalina”, as colombas pascais, também foram introduzidas e se tornaram comuns às mesas festivas.

O problema é: o preço! Repararam o quanto estão diversificados e caros? Dos tradicionais de frutas aos modificados de chocolate, surgiram os Havana e Kopenhagen – deliciosos, mas que viraram “pães ostentação”.

Do jeito que está, vou no mais econômico (como o abaixo):

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quanto gastam em energia elétrica os equipamentos do lar?

Uma explicação bem clara sobre “quanto custa a energia elétrica” de certos equipamentos.

Abaixo:

Imagem extraída de G1.

– Executivos reduzem o tempo de trabalho para poderem exercer com mais tempo a… Paternidade!

Estou com essa turma e não abro mão: na Alemanha, homens, com importantes cargos profissionais, fazem de tudo para poder conseguir um tempinho a mais com seus filhos. Sacrifício e ao mesmo tempo, prazer recompensador!

Extraído de:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homem-alemao-troca-cargo-por-familia-,1114810,0.htm

HOMEM ALEMÃO TROCA CARGO POR FAMÍLIA

Executivos em posições de liderança em bancos e em órgãos do governo pedem demissão ou trabalham meio período para cuidar dos filhos

Por Susanne Amann , Simone Salden / Der Spiegel

No passado, as políticas alemãs relativas às famílias dos empregados eram mais voltadas às mulheres, mas a situação vem mudando. Os homens também começam a exigir condições de trabalho mais flexíveis para equilibrar seus deveres de trabalho e com a família – e isso vem forçando grandes mudanças da cultura corporativa.

Há alguns anos, Gerd Göbel provavelmente seria considerado um irracional por muitos diretores de recursos humanos. E possivelmente deixaria também os colegas surpresos. Göbel tem uma carreira bem-sucedida no segundo maior banco da Alemanha, o Commerzbank, onde chefia uma equipe de administração de ativos e portfólio. E trabalha em tempo parcial porque tem uma filha ainda muito pequena.

Quando a menina nasceu, há três anos, o executivo de 47 anos reduziu suas horas de trabalho para 40% do total; depois aumentou para 60% e mais recentemente para 80%. Na sua divisão, que tem 80 funcionários, ele foi o primeiro pai a tirar uma licença paternidade e o primeiro a desistir de uma posição que exige horário integral.

“Na época, claro que me perguntei se seria possível trabalhar em tempo parcial em um cargo de liderança”, diz ele, que chefia uma equipe de cinco pessoas. Mas seu experimento foi bem-sucedido e ele continua a passar um dia útil em casa, embora possa ser encontrado pelo telefone celular.

Göbel ainda é exceção. Mas o fato é que ele é um dos muitos pais que não se satisfazem mais em trabalhar a semana inteira e ver os filhos só nos fins de semana. Quando Jörg Asmussen se demitiu do seu posto de alto nível como membro da diretoria executiva do Banco Central Europeu, em meados de dezembro, ele citou a “família” e os “dois filhos ainda bebês” como o motivo. Considerações familiares também teriam sido fator decisivo para o fim surpreendente da carreira de Roland Pofalla, durante anos um dos homens mais influentes do governo Angela Merkel.

Mudanças. Na Alemanha em geral os homens ainda representam pouco menos de 20% de todos os indivíduos que trabalham em tempo parcial, mas este porcentual cresce rapidamente. A proporção de homens que trabalham meio período mais do que dobrou em dez anos, ao passo que a de mulheres cresceu em torno de 30%.

No pacto de coalizão recentemente concluído pelo governo da Alemanha foi inserido, pela primeira vez na história do país, um capítulo que trata do papel dos “pais ativos” e um apelo no sentido de “melhores condições que permitam que pais e mães compartilhem as obrigações profissionais e familiares de modo equitativo”.

A pressão por mudanças vem crescendo, com as empresas ainda lutando para encontrar e reter bons empregados. Já não basta mais oferecer aos funcionários uma creche na empresa. Pesquisas com os pais mostram que a possibilidade de manter uma carreira compatível com a vida privada aumenta enormemente a motivação para o trabalho e a fidelidade ao patrão.

Gestores de recursos humanos também reconhecem que o fato de estar ativamente envolvido na educação dos filhos também é benéfico para o progresso profissional de um indivíduo, já que pais que trabalham sempre são mais sociáveis e costumam organizar a carga de trabalho de maneira eficiente.

Os homens avaliam as políticas corporativas para famílias de forma mais negativa do que as mulheres. Para 85% deles, as políticas das empresas nesse setor são mais direcionadas às colegas do sexo feminino. Foi o que revelou um estudo feito pela A.T. Kearney que será publicado este mês. “As empresas precisam agir. Necessitamos urgentemente de novos modelos de modo a reformular inteiramente o trabalho”, disse Martin Sonnenschein, diretor da A.T. Kearney para a Europa Central.

Iniciativas. A gigante da engenharia Bosch é uma das que se esforçam para incluir os homens nas políticas de família. A empresa oferece a seus funcionários não só a possibilidade de “tempo de trabalho flexível” ou em meio período, mas os incentiva expressamente a trabalhar a partir de outros locais.

Os executivos têm permissão para organizar seus horários como preferirem, desde que produzam resultados – um projeto inicial pôs cem executivos para trabalhar de casa. Redes internas, como “papas@bosch” (“papais na Bosch”), auxiliam a troca de informações.

Os executivos estão embarcando nas possibilidades oferecidas, mesmo quando estão em cargos considerados chave pelas organizações. Lutz Cauers, de 49 anos, é um bom exemplo dessa tendência. Ele é diretor do departamento de auditoria interna da Deutsche Bahn, empresa ferroviária alemã.

Ele é responsável por mais de 100 empregados e se reporta diretamente ao presidente da companhia. Cauers tem escritório em Berlim e um segundo em Frankfurt. Ele controla também três outras bases na Alemanha e mais quatro na Europa, Ásia e Estados Unidos. Mas centralizou sua vida em Nuremberg, onde vivem a mulher e os três filhos.

Atualmente ele está montando um escritório numa empresa afiliada em Nuremberg e passa pelo menos uma noite da semana com a família. E com frequência pega um avião no início da manhã para Berlim ou o trem para Frankfurt. Se necessário, leva os filhos com ele para o escritório.

“Minha mulher tem uma empresa de médio porte, portanto é claro que ela não consegue cuidar da casa sozinha”, disse ele. “E eu não gostaria disso também. Quero ver meus filhos crescerem.”

Flexibilidade. Um número crescente de homens pretende seguir o caminho escolhido por Cauers e as empresas vêm reagindo a isso. A aérea Lufthansa, há anos, oferece a seus 70 mil funcionários a possibilidade de trabalharem meio período. Mas diz ter percebido que só isso não é mais suficiente.

Bettina Volkens é diretora de recursos humanos do grupo Lufthansa e também mãe de duas crianças. “Contratos de trabalho que não têm flexibilidade não funcionam mais”, diz ela, explicando que a empresa tem de se envolver diretamente com os problemas dos funcionários. A meta de Bettina é tornar a cultura da empresa mais aberta a modelos de contrato de trabalho ainda mais flexíveis.

Parte disso é o projeto piloto chamado “Novo Espaço de Trabalho”, em que 80 empregados da área de recursos humanos compartilham 50 estações de trabalho. Mesmo os executivos sentam em mesas diferentes a cada dia. “Os empregados podem trabalhar às vezes a partir de casa. “A ideia é incentivar isso”, diz Bettina. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Homens estão passando mais tempo com seus filhos, mas licença-paternidade  estendida só é realidade em 12% das empresas – 4DADDY

Imagem extraída de: https://4daddy.com.br/homens-estao-passando-mais-tempo-com-seus-filhos-mas-licenca-paternidade-estendida-so-e-realidade-em-12-das-empresas/

– Este mar é meu!

Por José Horta Manzano – Você sabia? A expressão águas territoriais define, em grandes linhas, a superfície marítima que pertence a cada país com saída …

Continua em: Este mar é meu

– Eu queria uma Administradora de Cartão de Crédito.

Creio que não há quem ganhe mais dinheiro no Brasil do que Cielo, Amex, Rede, Elo, dentre tantas outras operadoras.

Quanto elas cobram dos clientes que parcelam suas dívidas? Mais de 10% ao mês!

Quanto elas cobram dos comerciantes? Descontam de 3 a 5% para pagarem a venda em 30 dias!

Um mina de ouro…

Quais são os melhores cartões de crédito para 2020? | Foregon

Imagem extraída de: https://www.foregon.com/blog/quais-sao-os-melhores-cartoes-de-credito-para-2020/, na matéria de Janaína Tavares.

– Guia Prático de Cuidados para o seu Veículo

Compartilho um ótimo Guia da Revista Veja sobre “Cuidados na Manutenção do seu Carro”, publicado na edição 2341, com dicas de economia, desmistificação de certos assuntos e alguns macetes bem bacanas. Abaixo:

GUIA PRÁTICO

1. PARE DE MALTRATAR SEU CARRO

A forma de dirigir é fator determinante no tempo de vida útil dos componentes de um veículo, a embreagem, por exemplo, pode durar 100.000 quilômetros no carro do motorista cioso — ou exigir uma cara e inesperada troca já no primeiro ano do veículo malconduzido.

Acidentes também podem ser evitados com medidas simples. Um estudo realizado pela Fiat mostrou que 70% das batidas leves não ocorreriam se o motorista pisasse com vontade no freio. E, acredite, uma das causas do acionamento inadequado do pedal é a má postura. Ou seja, sentar-se como se estivesse no sofá de casa afeta o tempo e a força da reação para brecar o carro — o ideal é dirigir com a coluna ereta e os braços e pernas levemente flexionados. Com a ajuda de especialistas, VEJA indica sete vícios comuns que podem prejudicar a manutenção do veículo e ocasionar acidentes.

PEGAR DESCIDAS NA BANGUELA

O equívoco: descer uma serra ou uma ladeira em ponto morto ou na posição neutra para economizar combustível.

Por que deve ser evitado: nos carros com injeção eletrônica (caso dos modelos fabricados nos últimos vinte anos), a economia de gasolina na banguela é um mito – essa possibilidade morreu junto com o uso de carburador. E, como o carro tende a ganhar velocidade em declives, o motorista precisa frear durante todo o trajeto, o que desgasta os freios. Em caso de superaquecimento do óleo dos freios, estes podem até falhar. Portanto, a banguela não só não economiza combustível como desgasta pneus e freios e pode causar acidentes.

Para não errar: o corte de queima de combustível ocorre, sim, quando o motorista usa o freio-motor para desacelerar. Ou seja, descer engrenado economiza freios e combustível.
Dica – “Usar as marchas manuais do câmbio automático ajuda a reduzir a velocidade do carro e, assim, poupa combustível e o sistema de freios”, ensina César Urnhani, piloto de testes da Pirelli

VIRAR O VOLANTE COM O CARRO PARADO

O equivoco: ao manobrar, o motorista vira o volante com o carro completamente parado.

Por que deve ser evitado: mover as rodas com o carro imóvel aumenta muito o atrito dos pneus no asfalto, o que acelera o desgaste. “O hábito também pode afetar a caixa de direção, tanto nos veículos com direção mecânica como naqueles com direção hidráulica ou elétrica”, diz o engenheiro Alfredo Vieira das Neves, supervisor de relacionamento com o cliente da Honda.

Para não errar: um mínimo de movimento, para a frente ou de ré, já é suficiente para reduzir o atrito dos pneus no solo

CRUZAR AS LOMBADAS DE VIÉS

O equívoco: atravessar uma lombada na diagonal, na crença errônea de que isso força menos o carro.

Por que deve ser evitado: porque, que ironia, o que realmente força a carroceria e a suspensão é o movimento de torção em que se incorre ao pegar a lombada de lado. Embora os veículos novos apresentem maior rigidez estrutural, o hábito pode ser responsável por rangidos e quebras em pontos de solda na carroceria. Dependendo da velocidade, o impacto em apenas uma das rodas danifica a suspensão do veículo.

Para não errar reduza a velocidade e passe sobre as lombadas de frente

DISPENSAR OS FREIOS NA SUBIDA

O equívoco: manter o carro parado na ladeira sem usar o freio de mão ou, pior, evitar que o carro ande para trás controlando-o no jogo com os pedais da embreagem e do acelerador.

Por que deve ser evitado: embora o motorista brasileiro considere vergonhoso recorrer a ele, o freio de mão é aliado em diversas situações. Em vias em aclive, arrancar com o carro sem a ajuda do freio de mão exige esforço redobrado da embreagem. Pior ainda é “segurar” o veículo pisando na embreagem e no acelerador. Esse esforço extra pode reduzir em até 50% a vida útil do conjunto ou queimar o disco da embreagem. E ainda entra na conta o consumo desnecessário de combustível para evitar que toda aquela tonelada de carro se renda à força da gravidade.

Para não errar: além de poupar a embreagem, acionar o freio de mão ao parar na subida ajuda o motorista a controlar a saída do carro e, portanto, evita acidentes

TRANSFORMAR PEÇAS EM APOIO DE PÉ E MÃO

O equívoco: apoiar o pé esquerdo na embreagem ou descansar a mão direita sobre o câmbio.

Por que deve ser evitado: com o tempo, o peso da mão acaba danificando o trambulador, sistema composto de molas e buchas que liga a alavanca à caixa de câmbio. O pé apoiado no pedal da embreagem, por sua vez, mantém o sistema pré-acionado e gera atrito nos componentes do conjunto, sobrecarregando peças como o disco e o platô. Desenvolvido para rodar 100.000 quilômetros, o sistema pode acabar necessitando de troca aos 10.000 quilômetros.

Para não errar: mais simples, impossível: acione os pedais e a alavanca do câmbio apenas quando necessário

ESNOBAR O FREIO DE MÃO

O equívoco: quem dirige um carro automático pode cair na armadilha de não acionar o freio de mão quando estaciona, uma vez que o câmbio no modo parking (posição P) mantém o veículo parado.

Por que deve ser evitado: “O câmbio no modo parking ajuda a imobilizar o veículo, mas não é sua função substituir o freio de estacionamento. Essa atitude pode comprometer o conjunto de transmissão, como engrenagens e semieixos”, diz Ricardo Dilser, assessor técnico da Fiat.

Para não errar: em ladeiras, o correto é parar o carro na posição N (neutro), puxar o freio de mão e tirar o pé do pedal do freio, para certificar-se de que o carro não se move – e só então levar a alavanca do câmbio para a posição P

DEIXAR O TANQUE NA RESERVA

O equívoco: percorrer vários quilômetros com o tanque de combustível na reserva.

Por que deve ser evitado: a bomba que suga gasolina, etanol ou diesel do tanque para o motor fica submersa no combustível, o que mantém a peça resfriada. Quando o tanque está quase vazio, corre-se o risco de ela superaquecer, o que reduz sua vida útil e pode até queimá-la. “Em curvas ou ladeiras, o movimento do combustível no tanque pode ocasionar uma pane seca. Ou seja, a bomba perde o contato com o combustível e suga ar para o motor, o que impede o veículo de acelerar ou pode desligá-lo completamente”, diz o engenheiro Alfredo Neves, supervisor de relacionamento com o cliente da Honda. Por fim, com pouco combustível no tanque aumenta a probabilidade de que entre sujeira na bomba, o que danifica o filtro do combustível.

Para não errar: o ideal é manter o tanque com pelo menos metade de sua capacidade.

2. COMUM, ADITIVADA OU PREMIUM?

Antes de abastecer o carro, entenda os principais mitos e dúvidas sobre cada tipo de gasolina disponível nos postos.

DESEMPENHO

A octanagem classifica o combustível por sua resistência à detonação no motor. Ou seja, quanto mais alto é o índice de octanas, maior é a eficiência da combustão e, assim, melhor é o desempenho do motor. Na gasolina comum e na aditivada, esse índice é de no mínimo 87. A premium tem a partir de 91 octanas e a podium, vendida apenas nos postos da bandeira BR, tem 95. Para que o motorista perceba uma diferença significativa no desempenho do carro, o motor deve ter uma taxa de compressão superior a 10:1, informação que consta no manual do veículo

PORCENTAGEM DE ETANOL

“A legislação brasileira prevê uma mistura de 25% de etanol na gasolina. Essa porcentagem vale para todos os tipos, desde a comum até a podium, sem distinção”, explica Izabel Lacerda, coordenadora de qualidade de produtos automotivos da Petrobras Distribuidora

LIMPEZA DO MOTOR

A gasolina aditivada contém substâncias detergentes e dispersantes que não interferem no desempenho do carro, mas ajudam a remover impurezas e evitar que depósitos do combustível se acumulem no motor. “Para obter os benefícios da gasolina aditivada, opte por ela uma a cada cinco vezes que encher o tanque”, diz o piloto César Urnhani.

ATENÇÃO! Não deixe o frentista encher o tanque “até a boca”. O ideal é interromper o abastecimento no primeiro clique da bomba, pois a partir daí o combustível deixa de entrar no reservatório para cair no cânister, um filtro responsável por evitar que gases tóxicos cheguem ao meio ambiente. Além de não ser aproveitado, esse combustível encharca o filtro, que perde assim sua capacidade de absorção

3. CUIDADOS COM OS PNEUS

O rodízio de pneus deve acontecer no máximo a cada 10.000 quilômetros. Como a grande maioria dos carros de passeio possui tração dianteira, o desgaste maior ocorre nos dois pneus da frente. Quem adquire dois pneus novos deve, portanto, montá-los no eixo dianteiro, certo? Errado! Os pneus meia-vida vão para o eixo dianteiro do carro, enquanto os novos vão para o traseiro. “Os pneus novos possuem maior aderência e, na parte de trás do veículo, dão mais estabilidade nas curvas e em freadas bruscas”, explica César Urnhani, piloto de testes da Pirelli. Se tiver pouca aderência atrás, o carro tende a rodar na curva e, durante a frenagem, as rodas traseiras podem perder o contato com o solo, já que o peso do veículo é jogado para as rodas da frente. Para manter a saúde dos pneus em dia, sempre que realizar o rodízio faça também alinhamento e balanceamento. A calibragem deve ser semanal, inclusive do estepe, para evitar o gasto excessivo de combustível. Mas atenção: como o ar quente se expande, o pneu deve estar frio no momento da calibragem. “O ideal é fazê-la nas primeiras horas da manhã ou à noite – nunca depois de dirigir por vários quilômetros”, completa Urnhani

4. FREIOS INTELIGENTES

A partir de janeira de 2014, todos os carros fabricados no Brasil deverão estar equipados com freios ABS. Ao contrário do tradicional, esse sistema permite que o motorista controle a direção do veículo e desvie do obstáculo enquanto breca bruscamente. Mas, para conseguir a eficiência que o ABS promete, o condutor deve fazer a sua parte. Como o pedal desse tipo de freio trepida quando acionado, não é raro que o motorista tire o pé ao sentir a vibração ou pise e solte repetidamente, como se estivesse bombeando o sistema. Segundo os especialistas, o freio ABS não tem segredo: o correto é pisar até o fim e segurar firme até a parada do veículo.

Outras fontes consultadas: General Motors e o químico Ricardo França, da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Globalizar ou Não?

Lembram-se que protestávamos, num determinado período, contra tudo? Na época em que George W Bush propôs a criação da ALCA, supostos protestantes promoveram grande vandalismo na Avenida Paulista.

Compartilho um texto brilhante sobre a inteligência daqueles que são contra ou se recusam a discutir a Globalização e acordos mundiais (na visão de um cidadão italiano global). Aliás, redescuti-se o Brexit novamente…

Extraído de MARANESI, Ezio. in AFFARI, Revista da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria, nº 90, pg 06-07.

GLOBALIZAR OU NÃO?

Globalização não é um palavrão. É um fato indiscutível, inevitável, como a alternância entre o dia e a noite… “quem pode parar o rio que corre para o mar?”, balbuciava Gigliola Cinquentti em uma famosa canção dos anos 60. Quem pode parar a globalização, um processo tão antigo quanto o mundo, movido pelo instinto, pela curiosidade, pelo egoísmo e pela fraqueza humana? Os gregos, os romanos, os árabes e muitos outros povos globalizaram os seus costumes no âmbito dos seus domínios; o tomate, a batata, e mais recentemente o kiwi e mil outros produtos da terra e da indústria provenientes de outros territórios invadiram o mundo. Por que é motivo de revolta a difusão mundial do Big Mac?

Até a pouco tempo, o processo, ainda que perenemente em atividade, não era percebido, e não havia a consciência de sua dimensão e suas conseqüências. Nos nossos dias, a velocidade dos transportes e das comunicações fez explodir o problema, com suas conseqüências benéficas ou maléficas. O novo medicamento que cura doenças antes incuráveis é distribuído em poucos meses nos 5 continentes, a última bolsa de Prada é exposta simultaneamente nas lojas das cidades mais ricas do mundo, a afta epizoótica expande-se rapidamente de um país a outro. Contra a globalização todos protestam, de modo mais ou menos incisivo de acordo com o credo político e o nível cultural. Protesta o filósofo nos debates culturais e protesta o energúmeno nas ruas de Seattle, de Nice, de Roma, e de modo mais amador, na Avenida Paulista. O protesto é confuso: inclui de fato a política econômica dos governos, o neo-liberalismo (outra palavra blasfema), os produtos modificados biologicamente, a poluição, etc.. São talvez causas santas mas, em geral, oportunamente instrumentalizadas. Não se protesta infelizmente contra a ignorância e o egoísmo que tornam possíveis os vários abusos que a globalização comporta.

Estamos nos contradizendo: nós que protestamos, desejamos ser globalizados! Depois da guerra, os italianos, individualistas como são, sonhavam em “fazer a América”. Nos anos 70 e 80, na Albânia, país hermeticamente fechado, seus habitantes sonhavam em ter um carro. Os chineses, no seu uniforme cinza e triste, sonhavam com os coloridos vestidos ocidentais. Hoje são todos, alguns mais, outros menos globalizados. Só os povos que morrem de fome ou de aids, que silenciosamente pedem para fazer parte da aldeia globalizada, não podem entrar. Eles de fato não podem pagar. Há uma outra exceção: o Taliban, mas esta é uma outra estória.

Protestamos portanto, se achamos que seja justo protestar, mas sem quebrar vidraças. Vamos nos sentir livres para escolher o fettuccine caseiro se detestamos o hambúrguer, recusemos alimentos geneticamente modificados se pensamos que sejam perigosos. Este tipo de liberdade não está ao alcance de todos: cansa e exige cultura. É muito mais cômodo e fácil deixar-se conduzir pelas estratégias da psicologia das massas, que conhecem a fundo as nossas fraquezas e nos dizem que gostamos e o que devemos fazer. Desse modo, nos sentimos livres para comprar tudo o que não nos serve.

O problema, aqui banalizado, é na realidade muito mais sério, e sob alguns aspectos dramático. Já que a natureza humana é o que é, e todas as religiões do mundo poderão só aplacar os seus aspectos menos nobres, a globalização seguirá o seu inexorável curso, glorioso sob certos aspectos, perverso sob outros. Se o mundo, tão diferente, tão belo e interessante, tende a tornar-se uniforme, plano, chato e triste, se os modelos de comportamento dominantes tendem a ser universalmente adotados, o único modo para manter a nossa identidade cultural é nos ligar aos nossos valores e adotar a nossa pequena “aldeia” cujos habitantes tenham afinidades autênticas e não formais. Esta aldeia deve ser defendida de todos aqueles que gostariam de vê-la igual a todas as outras aldeias da terra.

Neste nosso pequeno mundo, haverá sempre espaço para uma torre de Pisa que ninguém determinará que deve ser endireitada, sustentando que qualquer desvio da norma é conceitualmente perigoso. Haverá lugar para todas as manifestações culturais. Se os povos e tribos da Terra mão conseguem manter a sua identidade cultural, tudo será globalizado: alimentos, vestimentas, gostos e pensamentos. Sob o escuro estelar americano, espiados pelas câmeras e por outros “Big Brothers” que controlarão os nossos comportamentos, nos nutriremos tristemente com o único queijinho insosso mas asséptico que a indústria produzirá para todos. Até mesmo Orwell, um genial profeta terrorista, empalideceria perante essa perspectiva.

Nós italianos talvez soframos menos que os outros: no fundo o espaguete é nosso. Desde que supere o miojo.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Fim do Dinheiro em Cédulas.

Em 1661, a Suécia inovou e lançou o dinheiro em papel-moeda. Foi a 1ª vez na história em que cédulas foram usadas em público. Em 2023, será a nação pioneira a abolir dinheiro impresso.

No Brasil, as Fintechs (empresas financeiras com base tecnológica, como o Nubank) estão cada vez mais agressivas no mercado, sugerindo o uso do dinheiro virtual. Mais ainda: depois do duopólio de Redecard e Visanet, surgiram mais de 100 empresas oferecendo maquininhas. Mas como os cartões de crédito já estão se tornando ultrapassados, a tendência é que os meios de pagamento ocorram via celular (é a chamada desmaterialização dos cartões). Na China, usa-se o “WhatsApp deles”, o WeChat Pay para pagar qualquer coisa (os garçons usam códigos de barras em suas roupas para receberem gorjetas por ele).

E você: usa dinheiro costumeira ou eventualmente? E cheques?

(Informações da Superinteressante, ed Agosto 2019, texto de A. J. Oliveira e edição de Alexandre Versignassi.)

Segunda Família do Real

Imagem extraída de: https://www.bcb.gov.br/novasnotas/nota-100-reais.html

– Pitacos da Noite 3: Gasolina mais cara em breve.

É “bola cantada”: toda semana pós-eleição (e desde sempre), os combustíveis aumentam de preço.

Sendo assim: ainda no domingo, abasteça seu carro para o bem do seu bolso.

– Os percentuais líquidos dos borderôs dos clubes.

Mais de uma semana depois da decisão da Copa do Brasil, a CBF ainda não disponibilizou o borderô de Flamengo x Corinthians (última consulta às 09h45 do dia 27/10 – em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424122b.pdf).

Como curiosidade: na Arena Itaquera, no jogo de ida, o Timão ficou com R$ 3.007.999,24 (valor líquido de um total arrecadado de R$ 4.655.153,00) = 64% da receita (vide aqui: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/424121b.pdf).

Segundo o UOL, o Flamengo costuma ficar com 41% do arrecadado em jogos do Brasileirão e 37%  da Libertadores. É muita diferença, menos da metade do que entra em dinheiro (informação em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/rodrigo-mattos/2022/08/06/flamengo-fica-com-menos-da-metade-da-receita-obtida-no-maracana-em-2022.htm).

Para comparação: Palmeiras x Avaí, no último sábado, deu aos cofres do Verdão R$ 2.442.408,43 (valor líquido de um total arrecadado de R$ 3.096.147,33) = 78,9% da receita (vide em: https://conteudo.cbf.com.br/sumulas/2022/142324b.pdf).

Ter um estádio próprio, e geri-lo bem, faz diferença…

8 dicas de como fazer o dinheiro render até o final do mês

Imagem extraída de: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Finvestnews.com.br%2Ffinancas%2Fcomo-fazer-o-dinheiro-render-mais%2F&psig=AOvVaw3k9bsUfhzOscOr3Nh-as0j&ust=1666961476199000&source=images&cd=vfe&ved=0CA8Q3YkBahcKEwigwZbHuYD7AhUAAAAAHQAAAAAQCA

– Os “tipos de dólares argentinos”!

Além dos diversos câmbios que nossos vizinhos argentinos já tem, agora o Governo criou o “Dólar Catar” e o “Dólar Coldplay”! E eles já tinham até “Dólar Netflix”…

Veja só, extraído de: https://www.infomoney.com.br/mercados/argentina-anuncia-criacao-do-dolar-coldplay-e-do-dolar-qatar-para-controlar-divisas-em-meio-a-crise/

ARGENTINA ANUNCIA CRIAÇÃO DO DÓLAR COLDPLAY E DO DÓLAR QATAR PARA CONTROLAR DIVISAS EM MEIO A CRISE

Novas modalidades têm como objetivo auxiliar setor cultural e evitar saídas de divisas do país

O governo da Argentina anunciou, na última terça-feira (11), a criação de mais duas novas “versões” do dólar, de modo a controlar a circulação de divisas em meio à persistente crise econômica. Tratam-se dos chamados “dólar Coldplay”, de forma a auxiliar o setor cultural, e o “dólar Qatar“, para evitar a saída de divisas do país.

A primeira “modalidade” da divisa americana foi batizada com esse nome em homenagem à banda britânica que em breve fará 10 shows no país. Ela é parte de um acordo com o setor cultural, que poderá ter acesso à moeda estrangeira a um preço mais baixo, de forma a incentivar a ida de artistas internacionais.

Cotado ao redor de 200 pesos, o “dólar Coldplay” tem um valor menor que o cerca de 280 pesos do conhecido dólar “blue”, considerado a “versão clandestina” do dólar ofici

A paridade estabelecida tem como objetivo permitir que os empresários do setor cultural sigam com suas atividades e movimentam a máquina de empregos do segmento.

Por outro lado, a segunda modalidade (dólar Qatar) recebeu esse nome em referência ao país-sede da Copa do Mundo de 2022 e leva em conta as projeções de maiores gastos dos viajantes argentinos no exterior, sendo enquadrado na categoria de “dólar para turistas”.

Ele será aplicado ao consumo acima de US$ 300 em cartões de crédito e débito, a uma taxa de 300 pesos por dólar. O governo encareceu as taxas do cartão para uso fora do país ao aplicar uma taxa de 45% para compra no estrangeiro. Para compras de artigos de luxo, haverá um acréscimo de 25%.

A ideia com a oneração dos pagamentos com cartão de crédito é fazer com que os argentinos que viajam usem cédulas de dólar (que muitos mantêm em casa ou em cofres). Assim, evitam que os turistas busquem o Banco Central para comprar moeda para viajar, o que diminui a reserva em dólar do país.

“Tomamos esta medida porque recebemos reclamações de setores da economia e porque queremos cuidar das reservas para a produção e a geração de emprego. Para isso, precisamos evitar a fuga de divisas”, disse Carlos Castagneto, titular da Afip (a Receita Federal argentina) em entrevista na véspera. E complementou: “Não estamos proibindo a compra de bens ou de pacotes turísticos, apenas encarecendo o valor do dólar para proteger nossas reservas”.

A medida, de acordo com projeções do governo, terá impacto sobre 200 mil pessoas que fazem uso regular do cartão de crédito em viagens ao exterior. A medida já começa a valer para compras realizadas nesta quarta (12).

Agora, a Argentina tem 14 tipos de dólar em vigor oficialmente, como o “dólar Netflix”, o “dólar cripto”, entre outros.

O país sul-americano tem sofrido recorrentemente com a alta da inflação (a uma taxa anualizada de 78%) e escassez de reserva internacional em dólar. A diferença entre a cotação oficial do peso argentino, de cerca de 150 pesos, e do dólar conhecidos como “blue” (cerca de 282 pesos), é de quase 90%.

A Argentina tem uma política de restrição de compra de dólares em vigor desde 2018, sendo que poucos setores da economia (geralmente ligados a bens de capital e de insumos industriais) têm acesso ao dólar pela cotação oficial.

Os setores privados e a população geral podem comprar o dólar a valores oficiais em um limite de US$ 200 por mês.

Argentina encarece em 25% o dólar turismo e atinge viagens de argentinos ao  Brasil - 12/10/2022 - UOL Nossa

Imagem extraída de: Getty Images, em: https://www.uol.com.br/nossa/noticias/rfi/2022/10/12/argentina-encarece-em-25-o-dolar-turismo-e-atinge-viagens-de-argentinos-ao-brasil.htm

– Fugindo da Arrogância nas Empresas e na Vida.

Admiro pessoas inteligentes. Dentro da minha pobreza intelectual, tento aprender algo delas, absorver conhecimentos, saber algo sobre o que sei ou sobre o que não sei.

Numa dessas admirações literárias, deparei-me com o excepcional artigo do consultor em Administração, Stephen Kanitz. Ele disserta sobre “ignorância e arrogância”.

Vale a leitura, o texto está abaixo e é extraído da Revista Veja, edição 2036, página 22

COMO COMBATER A ARROGÂNCIA

Muitos leitores perguntaram ao longo deste mês qual era a minha agenda oculta. Meus textos são normalmente transparentes, sou pró-família, pró-futura geração, pró-eficiência, pró-solidariedade humana e responsabilidade social. Mas, como todo escritor, tenho também uma agenda mais ou menos oculta. Sempre que posso dou uma alfinetada nas pessoas e nos profissionais arrogantes e prepotentes. É a reclamação mais freqüente de quem já discutiu com esses tecnocratas. Uma vez no governo, parece que ninguém mais ouve. Eles confundem ser donos do poder com ser donos da verdade. Fora do governo, continuam não ouvindo e, quando escrevem em revistas e jornais, é sempre o mesmo artigo: “Juro que eu nunca errei”. Toda nossa educação “superior” é voltada para falar coisas “certas”. Você só entra na faculdade se tiver as respostas “certas”. Você só passa de ano se estiver “certo”.

Aqueles com mestrado e Ph.D. acham equivocadamente que foram ungidos pela certeza infalível. Nosso sistema de ensino valoriza mais a certeza do que a dúvida. Valoriza mais os arrogantes do que os cientificamente humildes. É fácil identificar essas pessoas, elas jamais colocam seus e-mails ou endereços nos artigos e livros que escrevem. Para quê, se vocês, leitores, nada têm a contribuir? Elas nunca leram Karl Popper a mostrar que não existem verdades absolutas, somente hipóteses ainda não refutadas por alguém. Pessoalmente, não leio artigos de quem omite seu endereço ou e-mail. É perda de tempo. Se elas não ouvem ninguém, por que eu deveria ouvi-las ou lê-las? Todos nós deveríamos solenemente ignorá-las, até elas se tornarem mais humildes e menos arrogantes. Como não divulgam seus e-mails, ninguém contesta a prepotência de certas coisas que escrevem, o que aumenta ainda mais a arrogância dessas pessoas.

O ensino inglês e o americano privilegiam o feedback, termo que ainda não criamos em nossa língua – a obrigação de reagir à arrogância e à prepotência dos outros. Alguém precisa traduzir bullshit, que é dito na lata, sempre que alguém fala uma grande asneira. Recentemente, cinco famosos economistas brasileiros escreveram artigos diferentes, repetindo uma insolente frase de Keynes, afirmando que todos os empresários são “imbuídos de espírito animal”. Se esse insulto fosse usado para caracterizar mulheres, todos estariam hoje execrados ou banidos. “A proverbial arrogância de Larry Summers”, escreveu na semana passada Claudio de Moura e Castro, “lhe custou a presidência de Harvard.” Lá, os arrogantes são banidos, mas aqui ninguém nem sequer os contesta. Especialmente quando atacam o inimigo público número 1 deste país, o empreendedor e o pequeno empresário.

Minha mãe era inglesa, e dela aprendi a sempre dizer o que penso das pessoas com quem convivo, o que me causa enormes problemas sociais. Quantas vezes já fui repreendido por falar o que penso delas? “Não se faz isso no Brasil, você magoa as pessoas.” Existe uma cordialidade brasileira que supõe que preferimos nunca ser corrigidos de nossa ignorância por amigos e parentes, e continuar ignorantes para sempre. Constantemente recebo e-mails elogiando minha “coragem”, quando, para mim, dizer a verdade era uma obrigação de cidadania, um ato de amor, e não de discórdia.

O que me convenceu a mudar e até a mentir polidamente foi uma frase que espelha bem nossa cultura: “Você prefere ter sempre a razão ou prefere ter sempre amigos?”. Nem passa pela nossa cabeça que é possível criar uma sociedade em que se possa ter ambos. Meu único consolo é que os arrogantes e prepotentes deste país, pelo jeito, não têm amigos. Amigos que tenham a coragem de dizer a verdade, em vez dos puxa-sacos e acólitos que os rodeiam. Para melhorar este país, precisamos de pessoas que usem sua privilegiada inteligência para ouvir aqueles que as cercam, e não para enunciar as teorias que aprenderam na Sorbonne, Harvard ou Yale. Se você conhece um arrogante e prepotente, volte a ser seu amigo. Diga simplesmente o que você pensa, sem medo da inevitável retaliação. Um dia ele vai lhe agradecer.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Próspera: uma cidade privada!

E se existisse uma “cidade-privada”, como seria?

Um exemplo real: Próspera! Veja abaixo, extraído de: https://exame.com/mundo/conheca-prospera-cidade-liberal-honduras/?fbclid=IwAR3UkyFnV8MvNPvZi0dRaP4DvT70iWMnUh_6MaHviuqcOQq–2jF6aO-K_Y

PRÓSPERA, A CIDADE-ESTADO LIBERAL EM HONDURAS GOVERNADA POR UMA EMPRESA PRIVADA.

Impostos baixos, polícia e justiça privatizadas, estado mínimo e voto na base das propriedades: conheça a cidade-estado liberal de Honduras que está catalizando a atenção do mundo

Por Carlo Cauti

Imagine uma cidade futurista, hiperconectada e baseada no “estado mínimo” liberal.

Uma cidade-inteligente em uma das mais belas ilhas de Honduras, administrada por uma empresa privada com suas próprias leis, juízes e polícia particulares.

Esse projeto futurista está sendo construída, e se chama Próspera. Uma cidade ideal, que já ganhou o apelido de “Hong Kong do Caribe”.

Próspera surgiu da visão futurista de dois “libertários tecnológicos”: venezuelano Erick Brimen e o guatemalteco Gabriel Delgado.

Ambos descendentes de famílias abastadas que, depois de terminados os estudos nos Estados Unidos e ganharam experiência trabalhando em start-ups, compraram um terreno na ilha de Roatán, em frente ao litoral de Honduras, para criar uma cidade única.

No papel parece quase uma utopia.

Mas ela está sendo construída pela empresa norte-americana Honduras Próspera Inc., é uma das quatro Zonas de Emprego e Dsenvolvimento Econômico de Honduras (ZEDE), desejada pelo governo conservador do presidente Juan Orlando Hernández para atrair investimentos privados, especialmente do exterior.

Muitos fundos de investimento, como o Pronomos Capital, administrado por Patri Friedman, neto do economista prêmio Nobel Milton Friedman, e financiado, entre outros, por Peter Thiel, cofundador do PayPal, estão entre os financiadores do Próspera.

A cidade passará de uma vila de 23,5 hectares a um centro urbano com milhares de habitantes em uma década, e poderá se estender até a costa atlântica de Honduras.

Próspera será uma cidade inteligente localizada em frente a um dos mares mais bonitos do mundo. Superconectada e hipermoderna, com edifícios futuristas desenhados pelo estúdio de arquitetura Zaha Hadid.

A cidade terá uma peculiaridade: apesar de estar em território hondurenho, será considerada como uma cidade-estado independente, sendo administrada pela iniciativa privada.

Ou seja, Próspera será governada por investidores privados, que podem escrever suas próprias leis e regulamentos, projetar seus próprios sistemas judiciários e gerenciar suas próprias forças policiais.

A ambição é se expandir através de Roatán em mais locais de Honduras e, em seguida, em toda a América.

De acordo com o jornal local “La Tribuna“, Próspera oferece uma nova abordagem visionária à governança, com uma estrutura legal e regulatória pró-negócios construída sobre as melhores práticas de outras zonas econômicas especiais de sucesso em todo o mundo.

“O objetivo da cidade-estado liberal é atrair investimentos estrangeiros diretos, garantindo, o ao mesmo tempo, direitos humanos e sustentabilidade ambiental.”, escreveu o jornal.

Entretanto, de acordo com seus detratores, Próspera seria “um estado dentro do estado”, com suas próprias leis e administração não democrática.

Para obter a residência, é preciso pagar uma cota anual de US$ 260 por ano para os hondurenhos e US$ 1.300 para os estrangeiros.

Mas apenas pagar não é suficiente. É também necessário assinar um “pacto de coabitação”, uma espécie da constituição liberal da cidade.

Todos os serviços públicos serão fornecidos por uma empresa privada, centralizados e automatizados por meio do eProspera, um portal on-line baseado no sistema e-Estônia desenvolvido pelo país europeu.

Do conforto de suas casas, constantemente online, os “Prosperanos” poderão pagar impostos, abrir empresas, fazer negócios e comprar imóveis. Até votar digitalmente.

Os moradores, porém, poderão eleger apenas cinco dos nove membros do conselho de administração da cidade, dois dos quais são eleitos diretamente pelos proprietários dos imóveis, com poder de voto proporcional à área possuída.

Em suma, quem comprar mais terrenos vai ter mais votos.

Os restantes quatro conselheiros serão escolhidos pelos fundadores da Próspera.

Até o sistema jurídico será privatizado e autônomo em relação ao resto de Honduras, administrado por um Tribunal Arbitral de Resolução de Conflitos, com juízes norte-americanos aposentados.

Uma parcela dos hondurenhos, entretanto, não está demonstrando tanto entusiasmo com a ideia.

Várias manifestações foram realizadas ao longo deste ano nas principais cidades do país, na base do slogans “Honduras no se vende, Honduras se defende”.

Os manifestantes querem o cancelamento do “Lei Orgânica das Zonas de Emprego e Desenvolvimento Econômico”, e interromper a construção das chamadas “Cidades Modelo” como Próspera. Mas o governo, aparentemente, não vai mudar o rumo desse projeto.

 (Próspera Economic Development Platform/Internet)

Próspera: a cidade-estado liberal governada por uma empresa privada (Próspera Economic Development Platform/Internet)

– O País das Empreendedoras.

Você sabia que o Brasil é o país com maior número de Empreendedoras do mundo?
Compartilho matéria da Isto É, Ed 2305, por Jamil Chade.

BRASIL, O PAÍS DAS EMPREENDEDORAS

Elas compõem mais da metade da população nacional. São maioria nas faculdades, ocupam 42% das vagas de emprego do País e sustentam, sozinhas, 35% dos lares. Mas a brasileira quer mais, muito mais. E para isso tem enveredado por um caminho que, durante muito tempo, foi dominado pelos homens – o do empreendedorismo. Hoje, segundo dados da consultoria internacional Grant Thornton, a mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. Depois de ouvir 11 mil empresas em 39 economias, o centro de pesquisas constatou que, no Brasil, a taxa de empreendedoras é de 12% contra uma média mundial de 4%. “A brasileira quer e pode mais”, diz Madeleine Blankenstein, sócia-diretora do International Business Center da Grant Thornton Brasil. “Com a economia aquecida, ela pode escolher como quer ganhar seu dinheiro.” E muitas escolhem abrir o próprio negócio, depois de refletir de maneira cuidadosa e calculada. “A mulher que abre uma empresa no susto, para ter uma fonte de renda, qualquer que seja ela, não é mais tão comum”, explica Bruno Caetano, diretor superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em São Paulo.
Fernanda Mion, 27 anos, é exemplo disso. Logo que entrou na faculdade, ela buscou uma forma de complementar sua renda. Descobriu que comprando bijuterias na 25 de Março, rua de comércio popular em São Paulo, e revendendo para as colegas na universidade, conseguiria algum dinheiro. Mas logo percebeu que as amigas revendiam suas bijuterias e farejou uma oportunidade de negócio. “Se pudesse produzir desenhos meus, comprar direto da fundição e distribuir para minhas amigas revenderem, teria um negócio”, diz. Com R$ 2 mil emprestados do pai, começou a Fernanda Mion Acessórios. Hoje ela tem três lojas físicas, uma virtual, 50 revendedoras e 12 funcionários – dois dos quais são seu pai e sua mãe, que trabalham, orgulhosos, com a filha. “Depois de me formar em rádio e tevê, fui fazer um curso de vendas para o varejo e o atacado”, diz ela, que investiu em formação. O Rio de Janeiro é o próximo mercado que Fernanda quer explorar.
“A mulher empreendedora tem muitas qualidades”, diz Odair Soares, economista e professor de administração na Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Ele lembra, por exemplo, que as mulheres, por serem ao mesmo tempo mães, profissionais, esposas e donas de casa, têm capacidade única para administrar vários problemas simultaneamente – uma qualidade que se desdobra em muitas outras, como mostrou o estudo Global Entrepeneurship Monitor 2010, fruto de parceria entre o Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (leia quadro). “Não é à toa que vemos uma ascensão constante, desde 2002, da presença feminina entre os brasileiros que abrem empresas no País”, afirma Caetano, do Sebrae. Nos últimos nove anos, a participação subiu sete pontos percentuais, de 42% para 49%.
Mas, antes dessa ascensão vigorosa, já havia muitas empreendedoras fazendo sucesso. É o caso da dentista e proprietária da rede Sorridents, Carla Renata Sarni. Em 1995, meses depois de se formar, ela já tinha aberto o próprio negócio, de olho no atendimento de pacientes em larga escala. O que começou com uma sala de 21 metros quadrados na Vila Císper, zona leste de São Paulo, virou um império com 161 franquias pelo País, uma sede com 83 funcionários e mais de 30 mil pacientes atendidos por mês. “Sempre fui vendedora, sei fazer isso muito bem e só consegui explorar essa habilidade plenamente depois de abrir meu negócio”, diz Carla.
O setor de prestação de serviços, no qual o contato humano e o traquejo social são mais valorizados, ainda é a área com a maior presença de mulheres empreendendo. A sensibilidade feminina também trabalha a favor quando as metas são claras. “Nós temos objetivos muito bem definidos desde o começo da empresa”, explica Neusa Barata, que fundou a NBSete, uma agência de promoção publicitária, em 2006, pouco depois de perder o emprego e sofrer um grave derrame cerebral, do qual se recuperou completamente. Desde então, ela já mudou de endereço duas vezes para acomodar mais funcionários – no início eram dois, hoje são 35. “Coloco meta em tudo e sempre consigo atingi-las”, diz Neusa. Segundo o Sebrae, empresas como a NBSete têm tudo para conti­nuar dando certo. Embora o serviço ainda não tenha dados para comprovar essa tese, os consultores do instituto já observam que empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens. 

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Taxação de grandes fortunas: Tudo o que você deveria saber.

Não precisa ficar com medo! não vão taxar a sua granja lá em pindamonhagaba…

Continua em: Taxação de grandes fortunas: Tudo o que você deveria saber

– Os madrugadores da reciclagem.

Sintomas da carestia: hoje de madrugada, quando me preparava para as atividades corriqueiras, ouvi uma “converseira” na rua. Fui ver e… eram catadores de recicláveis!

Às 3ªs feiras, a coleta seletiva recolhe os produtos que podem ser reciclados e são descartados. Várias vezes vejo pessoas passando nas redondezas e levando produtos diversos (incluindo alguns motorizados com veículos novos). Mas passar às 4 da manhã é, digamos, sinal de desespero.

E o que fazer?

O ideal é que essas pessoas tivessem empregos mais dignos, do que madrugarem antes do lixeiro ecológico coletar. Mas não é assim que funciona, sabidamente. 

– As lojas fechadas do Shopping D.

Quando inaugurado, eu passava à trabalho em frente ao Shopping D todos os dias, e muitas vezes parei ali para almoçar ou jantar.

Nos anos 2000, de vez em quando eu ía passear com a minha família lá. E via lojas baratas, com ótimos produtos, praticando os preços dos Outlets atuais.

Dias atrás, depois de muito tempo, voltei nele. E me assustei com a quantidade de estabelecimentos fechados e como estava vazio. Será que os consumidores estavam em casa ou na concorrência? Ou “tudo ‘efeito econômico colateral’ da pandemia”?

Pelo que deu para reparar, deixou de ser um shopping com lojas de fábrica e tornou-se um lugar comum. Bem aquém do que era antes…

Uma pena!

E você, que frequenta o Shopping D, o que acha dele atualmente?

– Quem é o consumidor que vai gastar de verdade?

Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?

Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/

CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO

por Cecília Andreucci

Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda

Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.

Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.

O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.

Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.

E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.

Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.

Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.

Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.

Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.

(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Consumidor conectado, exigente e ansioso

Imagem extraída do link acima:

– Deflação?

A Economia registrou deflação de 0,73% neste último mês. Em tese, os preços caíram devido a queda do valor do combustível.

  • Você sente isso no seu bolso?

Quando a inflação era “meio porcento”, eu só via aumento nos mercados e sentia a alta “muito maior”. Agora, na queda, parece tudo igual.

Ou somos nós que ganhamos pouco?

– A criptomoeda do Mercado Livre: MercadoCoins.

Na onda de moedas virtuais, o Mercado Livre se lança à aventura de muitos e lança seu próprio dinheiro: o MercadoCoins!

Abaixo, extraído de: https://epocanegocios.globo.com/Futuro-do-Dinheiro/noticia/2022/08/epoca-negocios-mercado-livre-cria-criptomoeda-como-parte-de-programa-de-fidelidade.html

MERCADO LIVRE CRIA CRIPTOMOEDA COMO PARTE DE PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Mercado Livre anunciou nesta quinta-feira a criação de uma criptomoeda chamada MercadoCoin, que será implementada como parte de um programa de fidelidade de clientes da companhia da maior empresa de comércio eletrônico da América Latina.

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma. Os consumidores poderão então usar a moeda digital, que segue o padrão de token ERC-20, da Ethereum, para novas compras ou negociá-la na unidade de serviços financeiros da empresa, o MercadoPago.

A moeda tem um valor equivalente a 10 centavos de dólar, informou a companhia.

Mercado Livre (Foto: Divulgação)

O Mercado Livre informou que o clientes ganharão “MercadoCoins” como cashback ao comprarem produtos na plataforma (Foto: Divulgação)

– Economia em Pequenas Coisas para Lucros Maiores

Veja que conta interessante (antiga, mas atual): segundo a Revista Veja (Ed 28/07/2010, pg 98), 1 quilo a menos transportado por um avião faz com exista uma economia de 11.500 galões de combustíveis por ano, ou US$ 23,000.00. Numa empresa com 100 aviões, isso representa 2,3 milhões de dólares.

Conta rápida: um forno de avião pesa cerca de 100 quilos. Assim, apenas no equipamento de uma única aeronave, uma empresa economiza 2 milhões. Se tiver 100 aviões, deixa-se de gastar US$ 200,000,000.00.

Dá para entender por que não se serve mais comida quente mas lanche frio em avião?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– E foi feito o pedido de falência da “Chocolates Pan”!

A icônica marca de chocolates da Pan (de tantos produtos emblemáticos) pode falir!

O sabor de chocolate meio-amargo, com gosto de infância, já não era tão fácil de se achar… uma pena!

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/mp-pede-falencia-da-empresa-dos-cigarros-de-chocolate-pan/

MP PEDE FALÊNCIA DA PAN

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) entrou com um pedido de decretação de falência na Justiça contra a empresa de produtos alimentícios Pan, que ficou famosa por seus “cigarros” de chocolate. As informações são do colunista do UOL Rogério Gentile.

Segundo o colunista, com a pandemia a Pan não conseguiu pagar dívidas estimadas em cerca de R$ 209 milhões e entrou com pedido de recuperação judicial. O Ministério Público, no entanto, considera que a empresa não tem condições de manter suas atividades e pediu a decretação da falência.

A Pan, no entanto, afirma que uma perícia já concluiu a viabilidade da empresa e que tem procurado regularizar seus débitos tributários, negociando parcelamentos e oferecendo bens como garantias.

“Cigarros” de chocolate

O “cigarro” de chocolate da empresa foi um sucesso por permitir a crianças que emulassem o ato de fumar ao consumir o produto, que era apenas um chocolate no formato de um cigarro. O produto foi lançado em 1959 e foi vendido até a década de 90, quando o Ministério enrijeceu as norma relacionadas à publicidade de cigarros.

A empresa acabou mudando o produto, que passou a se chamar “rolinhos de chocolate” e deixou de mostrar a icônica imagem do menino negro segurando um dos doces como se estivesse fumando (a foto era do ator Paulo Pompeia, que faleceu em 2021 aos 72 anos).

O pedido de falência do MP ainda segue tramitando na Justiça.

Crédito: Pan/Divulgação

A foto na embalagem dos cigarros de chocolate da Pan, que se tornaria icônica. O ator retratado, Paulo Pompeia, morreu em 2021 (Crédito: Pan/Divulgação)

– E se sua empresa controlasse suas idas ao banheiro?

Nesses tempos em que a Economia está difícil, reduzir despesas e otimizar o trabalho é importante. Mas há certos exageros de empresas e de funcionários: alguns chefes que cobram muito versus empregados que fazem corpo mole.

Dentro das coisas que impressionam, há aquelas que fazem “marcação cerrada em cima dos colaboradores que vão ao banheiro demais”, alegando que poderiam estar matando o tempo de trabalho.

E não é que isso virou caso na Justiça? Esse texto tem 7 anos, mas é atual:

Olha só, resgatando essa publicação, extraída de: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2015/08/tst-condena-empresa-por-controlar-ida-ao-banheiro-dos-empregados.html

TST CONDENA EMPRESA POR CONTROLAR IDA DOS EMPREGADOS AO BANHEIRO

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou uma agroindústria de Santa Catarina por controlar as idas dos funcionários ao banheiro, a ponto de premiar os que menos utilizavam. Na avaliação dos ministros, houve lesão à dignidade humana por parte da empresa, que pagará R$ 5 mil de danos morais a uma ex-empregada.

A decisão foi unânime. Ela foi publicada em 12 de agosto pelo TST e divulgada pelo Tribunal na segunda-feira (17).

De acordo com a trabalhadora, cada ida ao banheiro precisava ser registrada no cartão de ponto dos trabalhadores. Com o controle em mãos, os dirigentes davam uma “gratificação de descanso” para os que gastavam menos tempo.

Diante do controle excessivo, ela apresentou reclamação trabalhista contra a agroindústria, exigindo indenização por danos morais. Afirmou que, em um primeiro momento, a empresa fixou o horário e o tempo para idas ao banheiro (dois intervalos de 10 minutos por dia, quando o maquinário tinha que ser desligado para manutenção).

Depois de muita reclamação, a empresa liberou o uso de 20 minutos por dia em qualquer momento, desde que cada saída e retorno ao posto de trabalho fossem registrados no ponto.

Na defesa, segundo o TST, a empresa argumentou que o tempo de uso do banheiro não era descontado. “Porém, como existem alguns funcionários que em alguns dias não utilizam esse intervalo ou utilizam menos que o tempo concedido e permanecem trabalhando, a empresa adotou o sistema de registrar os horários e trimestralmente efetua o pagamento desse intervalo ao funcionário que não utilizou”, detalhou a empresa, argumentando ser injusto que o trabalhador que gastasse menos tempo “não fosse remunerado por isso”.

Análise do Tribunal

O juiz de origem rejeitou o pedido da indenização, por não reconhecer violência psicológica no ato da empresa, já que a regra valia para todos. A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12º Região, em Santa Catarina.

Ao analisar o recurso da trabalhadora ao TST, o ministro João Oreste Dalazen, relator do processo, ressaltou o “absurdo” de se ter que controlar as necessidades fisiológicas para atender a um horário determinado pelo empregador. Na avaliação dele, ainda pior foi o registro do tempo no banheiro.

O ministro destacou que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho catarinenses está em desacordo com a jurisprudência do TST. Isso porque a restrição ao uso do banheiro por parte do empregador, em detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas dos empregados, acarreta ofensa aos direitos de personalidade. Também pode configurar “constrangimento, lesão à dignidade humana e risco grave de comprometimento da própria saúde”.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Você confia em todos os educadores financeiros?

Existe uma onda de influenciadores financeiros no Brasil, que assusta!

Consultores de investimentos, influencers ou educadores econômicos: não importa o nome, eles se proliferam na Internet e querem ditar como agimos.

Claro que existem os bons, experientes e que ajudam. Não fazem isso de graça, óbvio. Mas há os enganadores, aqueles que dizem que te deixarão rico em poucos dias e dão fórmulas milagrosas. Todo dia surge um novo guru financeiro…

Parece tão fácil o que dizem, né? Ah, se assim fosse.

Dinheiro: existem 2 formas de ficar rico; você sabe quais são? - Primo Rico - iG

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Caiu o preço da gasolina.

Arre! Cheguei a abastecer o carro pagando R$ 7,29 o litro. Há pouco, paguei R$ 5,16.

Que a normalidade dos preços se estabeleça o quanto antes. É necessário para cair a inflação.

Mas o Diesel…

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

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– Os vilões da conta de luz no Brasil.

Uma explicação bem clara sobre “quanto custa a energia elétrica” de certos equipamentos.

Abaixo:

Imagem extraída de G1.

– Diesel mais caro que a Gasolina?

Eu acho que nunca vi isso: o preço do Diesel ultrapassar o da Gasolina!

O problema é: o impacto no frete, já que o Brasil é movido a caminhões.

Com a crise internacional promovida pela Guerra da Rússia contra a Ucrânia, fica a questão: o que fazer?

Que um dia tenhamos combustível sustentável e barato…

Imagem extraída de: Revista 4 Rodas.

– Tudo sobe mais do que a inflação?

Meu plano de saúde foi reajustado em 15,5% no período de 12 meses. Quanto foi a inflação mesmo?

Minhas rendas aumentam bem abaixo da inflação e minhas contas sobrem acima dela. Como explicar os dados oficias?

Isso vem desde que me conheço por gente… Duvido dos índices divulgados. Para a ANS, está tudo bem?

MV - Tudo o que você precisa saber sobre a ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar

Imagem extraída de: https://mv.com.br/pt/blog/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-ans—agencia-nacional-de-saude-suplementar

– Percentuais de produtos Chineses no Mundo!

Puxa, consegui anotar os números mas não a referência bibliográfica. Assim mesmo, compartilho uma interessante matéria sobre o quanto a China produz: (obviamente, antes da pandemia)

25% dos cigarros do mundo;

40% das camisas do planeta;

50% de macarrão instantâneo;

55% dos computadores;

65% dos pares de calçados;

80% das câmeras digitais;

85% das bicicletas.

Muito significante, não? A força econômica desse país, com mão-de-obra baratíssima, assusta!

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Imagem extraída da Web.

– O discurso verde “caiu” na Europa sem gás?

Com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, disparou o preço do carvão no mundo, como substituto ao gás (que é exportado pelos russos aos demais europeus). Os países dito ecologicamente corretos, em nome dos seus interesses particulares, abandonaram o “discurso verde” e estão utilizando o carvão (que é muito poluente) a todo vapor. 

A questão é: podemos questioná-los por não terem se preparado com alternativas sustentáveis? Afinal, sempre somos questionados quanto ao tema, devido à Amazônia!

Nós podemos (e devemos) cobrar a preservação da Amazônia. Mas precisamos ser coerentes… se essas mesmas nações tivessem se preparado, não precisariam utilizar tal elemento poluidor.

carvão | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.

Imagem por Vitor Paiva, extraída de: https://www.hypeness.com.br/tag/carvao/

– Que clima para BRICS?

Com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, o BRICS ficou meio “sem clima”, não?

Segundo a imprensa, na reunião de cúpula dos presidentes hoje, nem Brasil, Índia, China ou África do Sul quiseram tocar em qualquer tema relativo às sanções econômicas mundiais ou invasão russa.

Lamentável… e o medo de ser altruísta e perder dinheiro?

Em: https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2022/06/23/apos-atacar-vacina-chinesa-bolsonaro-elogia-cooperacao-com-pequim-na-covid.htm

Da esquerda para a direita, os líderes de China, Rússia, Brasil, Índia e África do Sul em reunião dos Brics em 2019 - Alan Santos/PR

Da esquerda para a direita, os líderes de China, Rússia, Brasil, Índia e África do Sul em reunião dos Brics em 2019 Imagem: Alan Santos/PR, extraído do link cima.

– Quase 50 bilhões para os acionistas, Petrobras?

Nesta segunda-feira, só o Governo Federal recebeu mais de 8 bilhões de reais de lucro distribuído aos acionistas pela Petrobras.

Será que os discursos de “baixar o preço dos combustíveis” são reais?

Veja só: https://g1.globo.com/google/amp/economia/noticia/2022/06/20/petrobras-paga-mais-de-r-24-bilhoes-aos-acionistas-nesta-segunda-feira-governo-recebera-r-88-bilhoes.ghtml

Imagem: reprodução Petrobras