– Repita a Frase como Um Mantra…

 

… para que ela não seja esquecida!

 

Quando o Brasil foi escolhido como sede para a Copa do Mundo de 2014, ouvimos claramente do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, a seguinte frase afirmativa:

 

“Não haverá dinheiro público na Copa do Mundo”

 

Tudo bem. Alguns acreditaram. Mas estamos em 2011, e que tal algumas constatações:

 

Algumas sedes da Copa nem tem licitação realizada: Natal, por exemplo. Quanto tempo levará para definir quem vai construir a Arena das Dunas e quanto tempo levará para começar a construção do estádio?

 

– Quando se permitirá, na prática (pois na teoria temos diversas datas) a construção do estádio do Corinthians, que deverá ser a sede paulista do torneio (segundo a vontade dos políticos locais)?

 

Em que data começaremos a mexer nos nossos aeroportos? Eu moro próximo a uma das rotas de Viracopos, e à tarde, os Boeings e Airbus passam sobre nossas chácaras de 3 em 3 minutos exatamente. E assim ocorre em Cumbica e em Congonhas. Ninguém vai se mexer?

 

As estações de metrô e hospitais prometidos em boa parte das localidades próximas às sedes já iniciaram sua construção? Os cronogramas estão em ordem?

 

Custa-me a crer que para resolver esses imbróglios e pendências a simples ação da iniciativa privada poderá ser providencial. Acreditar na viabilidade de alguns estádios parece ser o grande problema, já que se fossem lucrativos, haveria briga judicial para ganhar os contratos de tantos candidatos a operacionalizarem as obras.

 

É claro, lógico, evidente e cristalino de que o governo, em qualquer esfera (federal, estadual, municipal), colocará dinheiro na Copa do Mundo. Aliás, terá que colocar: para a mobilidade urbana, infraestrutura logística e saúde, é saudável e necessária a intervenção pública, pois, afinal, são obras que ficarão para a população e beneficiará a sociedade. Mas… e para os estádios? Colocar dinheiro do nosso bolso para elefantes brancos?

 

Ok, o “Itaquerão” não será uma obra ociosa porque, afinal, o Corinthians será o dono do estádio. Mas por que nós, contribuintes, temos que arcar com a conta? E o governo do RJ com o Maracanã? E os demais?

 

Há uma lei (que parece ter sido descoberta depois de estar empoeirada) que traz benefícios fiscais generosíssimos para a região de Itaquera. Tudo bem, a idéia é desenvolver a região. Mas os benefícios são voltados para quem? Para empresas associadas a FIFA? Para parceiros comerciais de grandes construtoras e lobbystas? Ora, é claro que a lei é anterior à decisão do estádio. Mas vai beneficiá-lo. Não deveria ser uma lei (para dizer que há moralidade na administração pública paulistana) exclusiva aos pequenos e médios empresários que desejem estabelecer-se por lá, ou para os já estabelecidos?

 

Dar dinheiro para quem já tem, facilitando pagar suas contas, é fácil. Boa lei é aquela que ajuda quem realmente precisa. Leciono as disciplinas “Administração de Pequenos e Médios Negócios” e “Empreendedorismo”, além de ter uma PME. Sei das dificuldades em se obter crédito barato. Crédito caro sobra na praça!

 

Será que o dono da pequena confecção, do comércio popular, do bar da esquina ou o borracheiro da quadra (todos de Itaquera) foram informados de que poderiam pagar metade do IPTU e aliviar em 60% o INSS? As Pequenas e Médias Empresas, segundo qualquer instituto de pesquisa ou ONG do setor, mostram que os grandes empregadores do Brasil são os pequenos e micro-empresários. Assim, fica a pergunta: o BNDES é tão generoso à eles quanto aos parceiros da FIFA?

 

Portanto, é demagogia dizer que não há dinheiro público na Copa do Mundo. Seja por linhas de crédito a juros baratos (que poderiam atender a outras significativas parcelas da sociedade), seja por renúncia fiscal (abatam os impostos da população em geral, já que sobra dinheiro) ou ainda por obras de infraestrutura que atendam a uma parcela pequena da população mas alguém em específico (a Arena de Recife é um ótimo exemplo dessa imbecil conta).

 

Deixar de dar linha de crédito com subsídios e carências aos sofredores microempresários e as dar para times de futebol e parceiros da FIFA: é esse o cenário. Tenha dó…

 

Aguardemos 2013, quando a coisa apertar. Aí a farra será mais absurda.

 

E você: sempre foi a favor de Copa do Mundo no Brasil ou está mudando sua opinião? Deixe seu comentário:

– A Doce Inversão de Papéis na Política Brasileira

 

Ideologia e Coerência não são itens fortes no cenário político do Brasil.

 

Há 10 anos, poderíamos ver o PT e seus aliados sindicalistas esperneando pelo aumento do Salário Mínimo, que era reajustado em bases mínimas pelo PSDB.

 

Agora, vemos ontem o PT lutando pelo menor reajuste possível ao Salário Mínimo, enquanto que o PSDB pede a majoração imediata.

 

Bases e conceitos invertidos em 10 anos?

 

Símbolo maior disso foi o fato do Vicentinho (lembram-se deles?), defendendo com unhas e dentes um limite de R$ 545,00 para não onerar as contas federais!

 

Impensável… como é ruim deixar de ser pedra e virar vidraça, não?

 

A propósito, ontem Tiririca votou contra o Salário Mínimo de R$ 545,00. Mas não foi nenhuma revolta contra a orientação de voto do seu partido. Ele errou mesmo, pois se atrapalhou com os botões do painel eletrônico de votação!

 

Estamos bem de políticos, não?

– Carrefour se Dividirá?

 

Amargando prejuízos no Brasil e redução no valor global em 36% nos últimos 3 anos, o Carrefour estuda se dividir em 3 grupos, a fim de melhorar a administração e apostar em atitudes mais eficientes no mercado (além das próprias ações em bolsa). A Rede Dia%, por exemplo, poderia sair do grupo.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI207207-16355,00-CARREFOUR+ESTUDA+SE+DIVIDIR+EM+TRES.html

 

CARREFOUR ESTUDA SE DIVIDIR EM 3

 

A rede de supermercados francesa Carrefour anunciou nesta segunda-feira (01/02) planos de iniciar a transação de novos ativos no mercado financeiro, em data ainda a ser definida. Segundo informações extraoficiais reveladas pelo jornal “Le Figaro“, a estratégia envolveria a cisão do conglomerado em três e a entrada nas bolsas de valores de duas novas empresas independentes: a rede popular Dia e a gestora de patrimônio imobiliário Carrefour Property.

O objetivo da estratégia seria elevar o valor do Grupo Carrefour nas bolsas de valores. Em comunicado distribuído à imprensa na manhã de ontem, em Paris, a empresa confirmou em parte as informações do diário francês e afirmou estar desenvolvendo estudos que levem à “otimização de sua performance e a valorização de seus ativos”. A iniciativa seguiria sugestão do banco BNP Paribas e as pressões dos investidores Colony Capital e Groupe Arnault, proprietários de 14% do capital e de 20% do direito a voto da holding.

A expectativa é de que, dividido em três, o conglomerado supermercadista recupere valor. Desde março de 2007, quando Colony e Arnault ingressaram no capital do número 2 do setor supermercadista mundial, as ações do grupo caíram de 53 para 34 euros (redução de quase 36%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– A Pé é mais rápido do que de Trem

 

Recomendo aos amigos a leitura da Revista Exame da penúltima semana (Ed 984). Nela há um estudo que mostra: para se ir a pé de Limeira a Santos, você leva 4,5 dias. Para ir de trem e embarcar algo no Porto de Santos, no mesmo trecho, 12 dias!

É o Custo-Brasil…

– Schincariol e Petrópolis descartam SAB Miller

 

Leio na Revista Exame (Ed 26/01/2011, coluna Primeiro Lugar), que a Sab Miller ainda não encontrou o parceiro ideal para entrar com mais impacto no mercado brasileiro.

 

Quanto mais demorar, pior será a ela, já que o mercado está a todo vapor!

 

Abaixo, a matéria e os motivos:

 

A DISCRETA CHEGADA DA SAB MILLER

 

O cortejo da cervejaria inglesa SAB Miller ao mercado brasileiro é antigo. Recentemente, a empresa, segunda maior cervejaria do mundo, voltou a conversar com a brasileira Petrópolis, dona das marcas Itaipava e Crystal, e tentou negociar coma Schincariol, vice-lider do mercado local. Com a Petrópolis o negócio não andou por falta de acordo financeiro. A família dona da Schincariol nem sequer iniciou negociações, porque não aceita abrir mão do controle. Sem acordo, os ingleses da SAB Miller firmaram um pequeno contrato de distribuição coma gaúcha ImportBeer. No mercado, comenta-se que a entrada modesta é apenas uma forma de posicionar a marca no mercado antes de uma aquisição importante.

– Kia e Hyundai vencem em 2010!

 

Kia e Hyundai fazem parte de um só conglomerado sulcoreano. Entretanto, aqui elas brigam ferozmente. Mas o que surpreende é que, acima da expectativa da matriz, ambas cresceram mais do que previsto elevando o conceito de suas marcas e ganhando boa fatia de mercado. As 2 empresas foram as primeiras em crescimento no mercado automobilístico no ano passado. Abaixo:

 

OS COREANOS VENCERAM EM 2010

 

Por Marianna Aragão, Rev Isto É Dinheiro, Ed 23/10/2010, pg 65-68

 

Inimigas ferrenhas aqui e lá fora, Hyundai e Kia foram as montadoras que mais cresceram no Brasil no ano — difícil vai ser repetir o feito daqui para a frente!

 

Em uma das incontáveis cenas recentes de humor da novela Passione, exibida atualmente pela Rede Globo, a socialite emergente Clô, personagem interpretada pela atriz Irene Ravache, dá pulos de alegria ao receber de presente do marido um carro zero-quilômetro. Desde sua estreia na TV, em outubro, o novo automóvel de Clô — um Cerato, sedã médio da coreana Kia Motors, cuja nova versão foi recém-lançada no Brasil — já apareceu mais seis vezes na trama. Outros 26 carros da marca estão estacionados no pátio da emissora, prontos para as cada vez mais recorrentes ações de merchandising.

Poucos meses antes, durante a Copa do Mundo de futebol realizada na África do Sul, a também coreana Hyundai, que pertence ao mesmo conglomerado da Kia na Coreia do Sul (aqui as duas atuam de forma independente), autorizou pela primeira vez em sua história uma adaptação local de sua campanha mundial — o “tchá tchá” do comercial original, que significa gol, foi substituído no Brasil por palavras de encorajamento à seleção verde-amarela. Iniciativas como essas — apoiadas num orçamento em publicidade que deve chegar à casa do bilhão de reais em 2010 — deixam claro o grau de agressividade a que chegaram as duas montadoras coreanas no Brasil.

Hyundai e Kia vão encerrar 2010 entre as montadoras que mais cresceram no país. No caso da Hyundai, o aumento nas vendas entre janeiro e novembro foi de 54%, puxadas em grande parte pelo desempenho do hatch i30, hoje seu modelo mais vendido. O crescimento foi suficiente para colocá-la à frente da japonesa Toyota e no sétimo lugar do ranking de montadoras. A Kia, por sua vez, avançou 134%, atingindo 1,6% de participação de mercado. Para efeito de comparação: o setor como um todo cresceu 10% em 2010, uma expansão invejável quando comparada aos resultados dos mercados desenvolvidos. “Precisávamos fazer barulho para mostrar a nova cara da marca aos brasileiros”, diz José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors no país. “Não somos mais a montadora que produzia a van Besta. Temos carros de qualidade para competir de igual para igual no mercado.”

A arrancada das duas montadoras ocorre num momento particularmente atípico do mercado brasileiro. A despeito do bom momento que vive o setor, que deve encerrar o ano com um recorde de 3,5 milhões de unidades vendidas, marcas como Toyota, Honda, Renault, Peugeot, Citroën e Nissan fizeram poucos lançamentos no período (a Honda, por exemplo, nem sequer reestilizou as versões já existentes). Ao todo, apenas oito veículos novos dessas montadoras chegaram às concessionárias. Enquanto isso, as coreanas aceleraram a introdução de novos modelos no Brasil.

A Kia apresentou seis carros novos no país, entre modelos compactos e sedãs médios — outros três estão previstos para o primeiro semestre de 2011. Além disso, abriu 27 revendas, elevando o total de lojas para 144 (outras 23 já estão acertadas para os próximos meses). A Hyundai, por sua vez, lançou três carros, deu início à produção da SUV Tucson no Brasil em abril e já anunciou a construção de uma nova fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, que fará carros populares a partir de 2012 — um indicativo de que a empresa passará a contar com peças de reposição nacionais, até então uma vantagem de seus concorrentes. “Kia e Hyundai continuam se alfinetando no Brasil, mas aparentemente perceberam que, mais importante do que isso, é brigar para vender carros”, diz Stephan Keese, diretor da consultoria Roland Berger e especializado no mercado automotivo.

 

Agressividade

 

De todas as montadoras — sejam elas coreanas ou não —, nenhuma foi tão aguerrida em sua estratégia comercial quanto a Kia. Entre os meses de agosto e novembro, a empresa reduziu de 3 000 a 5 000 reais os preços de três de seus maiores sucessos de mercado: o sedã Cerato, o hatch Picanto e o utilitário Soul. Ao mesmo tempo, passou a vender as versões 2011 de seus carros pelo preço de tabela de 2010. Apesar do óbvio sacrifício das margens de lucro, a Kia dobrou o ritmo mensal de vendas nesse período, em comparação ao desempenho nos meses anteriores à promoção. (A Kia nega que esteja reduzindo sua rentabilidade.) “Com quase 40 marcas presentes no país, fica praticamente impossível para qualquer montadora ganhar uma participação relevante de mercado”, diz Julian Semple, diretor da consultoria Carcon Automotive. “Não surpreende, portanto, que a Kia tenha partido para soluções mais radicais.”

Mais do que uma simples questão de preço, contou a favor das montadoras coreanas a crescente reputação de qualidade que seus carros vêm adquirindo — aqui e lá fora. Segundo dados da consultoria americana JD Power, os veículos da Hyundai contam com índices de qualidade superiores aos de marcas como Volvo e BMW. A Kia ainda está abaixo da média, mas fica à frente de Volkswagen, Land Rover e da luxuosa Jaguar. A soma de uma imagem de qualidade e preços agressivos levou a filas de espera de até três meses para alguns dos carros dessas marcas, caso da picape Sportage, da Kia, lançada no Salão do Automóvel de São Paulo em outubro. “Estamos com o estoque zerado”, diz Gandini. “A Kia cresceu 30% no mundo em 2010, e os coreanos não estavam contando com isso.”

– Subida nas Ações do PanAmericano

 

Mercado de ações é algo interessante. Após o empresário Sílvio Santos vender o Banco PanAmericano  por aproximadamente R$ 450 mi para o Banco BTG pactual, de André Esteves, as ações subiram 22% em um só dia.

 

Já pensou quem resolveu comprar no dia da descoberta da fraude e vender ontem, que grana levou?

 

Isso é ganhar dinheiro sem produzir nada. Aos espertos, meus cumprimentos!

– Pequenas Empresas com Possibilidade de Retorno a Curto Prazo (através de franquias).

 

Amigos, compartilho um bom texto da Revista Exame Pequenas e Médias Empresas, cujo tema é o investimento em 8 opções de franquias onde o retorno de investimento seja de até 1 ano!

 

Aos administradores de empresas e empreendedores interessados, o link está em: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-franquias-de-retorno-rapido?p=1#link

 

Aparecerá uma janela com 8 fotos com as 8 opções de franquias. Clique sobre elas e o detalhamento do investimento aparecerá.

– O Exemplo do Futebol vem do Beisebol

 

Você conhece Gil Meche?

 

Ele é arremessador da equipe do Kansas City Royals, da Major League Beiseball (MLB). Craque do time, chegou contratado por 5 anos recebendo, só em salário, US$ 12 mi por ano (ou 1 milhão de dólares por mês).

 

A curiosidade é o fato de Gil Meche pedir REDUÇÃO SALARIAL. Ele alegou ao clube que já não rende a mesma coisa de quando foi contratado (está no 3º. ano do seu contrato), e que sua consciência diz que não é justo para o clube pagar tanto por um atleta que ele não é mais! Disse ainda que se preocupa com a imagem negativa que passará, ganhando tanto sem jogar o que outrora jogou, como mercenário ou acomodado com a situação contratual.

 

Que tapa na cara de muitos boleiros, não? Quanto jogador que ganha milhões por ano e não está jogando nada!

 

E você, o que acha da atitude do astro do beisebol? Deixe seu comentário:

– Padilha sai por Cima em Guerra “invencível” contra as Cervejarias

 

Tempos atrás, havia um pequeno clamor para que se reduzisse sensivelmente as propagandas de cerveja, até chegar ao estágio das de cigarro.

 

Luta inglória. Afinal, o lobby em Brasília é muito forte.

 

Assim, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sabendo dessa situação, inteligentemente encontrou uma solução: pode fazer propaganda à vontade, mas incrementem mensagens politicamente corretas, como: Beba com Moderação; Se dirigir não Beba (todas já existentes mas com maior apelo publicitário), além de propagandas mais responsáveis.

 

Tomara que funcione!

– 28 Anos da quebra da Haspa

 

E a Haspa, instituição financeira do Delfim?

 

Hoje faz 28 anos que a Haspa quebrou. E me lembro bem da Haspa. Era molequinho e tinha uma poupança lá. A agência era na Rua do Barão de Jundiaí, entre o falecido banco Nacional e a também falecida “Lojas Glórias”.

 

A boa memória é que eles davam um cofrinho preto e réguas para as crianças! rsrs

 

Quando ela quebrou, na minha ingênua cabeça, pensei que tinha perdido a minha “fortuna” (na época, acho que dava para comprar uma bicicleta!). Meu alívio é que ela foi transferida ao banco Real!

 

Já não dá para se dizer o mesmo do banco Santos… Ontem, li que Edmar Cid Ferreira, o dono e responsável pela irresponsável quebradeira que proporcionou, iria ser preso dentro da sua própria mansão.

 

Será que foi? Quem souber, comente neste post!

– A Aposentadoria Retroativa dos Políticos

O senador Álvaro Dias (PSDB) foi governador do Paraná. Sempre o admirei e o respeitei. Está forte, saudável e trabalhando no Senado.

 

Entretanto, ele requereu à Justiça o valor de R$ 1,6 milhões, referente à aposentadoria retroativa do temo em que foi governador (nesse valor, está incluindo o 13º salário da aposentadoria).

 

Se está na lei, respiremos fundo e aceitemos. Mas não deveria ser assim! Quantos políticos estão na ativa e recebem várias aposentadorias, TODAS INTEGRAIS e por períodos curtos de trabalho.

 

Enquanto nós, simples mortais, trabalhamos 35 anos ou mais para nos aposentarmos, e sempre com limite de salário, nossos políticos (cujo trabalho é menos estafante do que o nosso) gozam dessas mordomias…

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Custo Congresso Nacional: R$ 6,2 bi !

 

A ONG Contas Abertas divulgou que o aumento dos parlamentares e servidores deste último final de ano, realizado na surdina, trará um acréscimo de 800 milhões de reais aos cofres públicos.

 

Atenção: esse valor é só o do aumento! No total, custará aos nossos bolsos 6.200.000.000,00 reais aproximadamente.

 

Brincadeira, não? E o Suplicy vai a público defender o terrorista Cesare Baptisti como refugiado no Brasil. Não existira algo mais importante para defender, como a economia dos gastos públicos?

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Bhrama X Itaipava

 

E a pendenga judicial entre a AmBev e a Cervejaria Petrópolis?

 

A Bhrama fez uma campanha muito grande para lançar sua lata vermelha (que, por sinal, acho horrível! Mudou psicologicamente até mesmo o gosto da cerveja…). A ideia não era uma simples ação de marketing, mas diferenciar sua embalagem das demais, já que, de longe, a latinha das cervejas mais baratas copiavam a Bhrama.

 

Não é que a Itaipava mudou sua lata para vermelho também?

 

Agora, a Justiça decidiu que no prazo de 30 dias a Cervejaria Petrópolis, dona da marca, está obrigada a recolher suas latinhas vermelhas.

 

Gostei da decisão. Mercado é concorrência dura mas leal, não baseada na picaretagem.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– E a Disparada do Etanol?

 

O álcool combustível (etanol) passou a ser vantajoso, segundo a revista Posto Hoje (Ed da segunda quinzena de janeiro /2011), em apenas GO, MT, SP e TO. Isso, claro, dependendo do veículo e do rendimento.

A média de preços nos postos brasileiros foi de R$ 1,856 na última semana. Em Jundiaí, o preço mais alto encontrado foi de R$ 1,899 (tal valor já não compensa o uso dele).

 

Curiosidade: a média do preço em Nova Friburgo/RJ, onde a tragédia das chuvas ocorreu, teve seu preço (abusivo e covarde) registrado como R$ 4,50 para a Gasolina e R$ 3,20 para o Etanol, com a alegação de que as dificuldades de transporte e escassez motivaram esse aumento.

 

ETANOL SOBE DE NOVO E SÓ COMPENSA EM QUATRO ESTADOS

O preço do etanol subiu de R$ 1,848 para R$ 1,856 nesta semana nos postos brasileiros, segundo pesquisa de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgada sexta-feira (14). Com o novo valor, o combustível deixou de ser competitivo no Paraná e agora só leva vantagem sobre a gasolina em quatro Estados: ainda vale a pena abastecer com etanol em Goiás, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins. Em apenas uma semana, o etanol ficou 10,3% mais caro para os goianos. Por outro lado, nos postos paulistas, houve uma leve queda no preço médio do combustível. Os consumidores pagam, em média, R$ 1,724 pelo litro.

– Sem Conta Bancária?

 

Com tantos lucros que os bancos têm, leio agora que 39,5% da população brasileira não tem conta bancária!

 

Que mercado a ser explorado, não? E com a fome dos bancos em lucros… aquele que quebrar será fruto da incompetência!

– A Novela Ronaldinho Gaúcho

 

Cansou a história do Ronaldinho Gaúcho. Assis, empresário e irmão do jogador, está fazendo a parte dele: no melhor espírito mercantilista está valorizando e leiloando o atleta. O que pode se discutir é a forma prática das negociações: antiética, desrespeitosa e cansativa.

 

Um outro ponto de discussão: o jogador vale tudo o que tem se oferecido? O futebol dele deixou de ser decisivo há anos, tornando-o um mero malabarista da bola. De melhor do mundo por algumas oportunidades a atração circense. Vale tanto?

 

Os clubes justificam os valores pelo retorno que o atleta dará. Será que somando a qualidade do futebol desempenhado, o risco de ciúme do elenco, o comprometimento das contas e os possíveis constrangimentos de atitudes não-profissionais do jogador, ainda assim, compensará o retorno financeiro?

 

Fico pensando: os clubes estão a mil nas pré-temporadas. Enquanto há suor e treino, Ronaldinho desfruta dos prazeres de boas férias. Será que quando ele entrar em campo estará condicionado como os demais?

 

Se for mal em campo, preparemo-nos para assistirmos cobranças por parte das torcidas organizadas do Palmeiras ou do Grêmio. Se for da do Flamengo, talvez demorará um pouco mais; mas certamente ocorrerão.

 

Agora, vale também a consideração: nada que um belo lançamento a lá Gerson, ou um gol como o do toque de letra do Robinho na sua volta ao Santos (contra o São Paulo) possa acalmar os ânimos.

 

E você, o que acha dessa novela? Deixe seu comentário:

– 2014: Copa p/ Árbitros Profissionais? Pura Demagogia.

 

Nesta última quarta-feira, li um post de Joseph Sepp Blatter no Twitter, destacando: “Árbitros Profissionais somente na Brazil’14 World Cup”, com uma chamada para uma entrevista de Blatter no site FIFA.com (O link pode ser acessado clicando em: Pro Referees Only Brazil 14).

 

Curioso, pois ouço tal tema há muitos anos e nunca resolveram o problema. Resolvi então ler o texto original e, apesar da minha regular/fraca fluência em Inglês, nada achei de proposta, a não ser a promessa. Procurei alguma tradução para o Português, e… nada! Conversei com amigos, mas… ninguém tem idéia do que seja a idéia real da FIFA.

 

Assim, sem titubear, dá para afirmar que a FIFA quer a profissionalização mas não sabe como fazê-la! O intuito de melhorar a arbitragem é louvável, mas jogar a idéia para a comunidade futebolística sem idéias ou propostas, no vazio, é demagogia pura.

 

Se ela quer a profissionalização, assuma os custos da mesma. Que tal remunerar os árbitros com escudo FIFA por conta dela, entidade maior do futebol, pagando os salários e encargos tributários?

 

Falar é fácil. Mas como fazê-lo?

 

Na Inglaterra, os árbitros são profissionais e recebem um salário mensal e um adicional por jogos apitados. Na Argentina, há a semi-profissionalização, onde os árbitros semanalmente têm que cumprir alguns compromissos com a AFA. No resto do mundo, ele é amador mas age e é cobrado como profissional.

 

No Brasil, os árbitros têm que conciliar a rotina de trabalho com a rotina da arbitragem. Acordam mais cedo ou dormem mais tarde para poderem treinar; abrem mão do convívio familiar para cumprirem a escala dominical. Mas, cá entre nós: será que os árbitros de ponta do Brasil “batem cartão”? Claro que a maioria não, senão não haveria patrão que agüentasse as faltas no meio de semana para as rodadas na terça/quarta/quinta. Boa parte é profissional liberal, empresário, autônomo, funcionário público… E, claro, sofre também para conciliar suas atividades.

 

Mas aí vem o conceito: o que é ser profissional do apito? Numa versão Weberiana da Sociologia da Burocracia, diria que o cotidiano desse profissional seria:

treinar fisicamente durante os períodos matutinos (condicionamento e simulações de jogo);

nos vespertinos, reler regras, assistir vídeos, discutir situações de jogo;

incluir uma folga semanal;

remunerar mensalmente – independente do número de jogos, pois, se comissionados, teríamos uma guerra pelas escalas;

recolhimento por parte da entidade organizadora do evento dos encargos fiscais;

plano de saúde; fisioterapeuta; psicólogo; e, principalmente,

– isenção da Comissão de Árbitros em relação aos clubes.

 

Utopia?

 

Sim, utopia. Pense no nosso âmbito local: se quer realmente árbitro profissional, quem arcará com uma política de trabalho como a sugerida acima? A CBF? As Federações Estaduais? Os Sindicatos? As Cooperativas?

 

Ninguém, claro.

 

A FIFA lançou a profissionalização da arbitragem como solução (segundo ela) para os problemas nas Copas do Mundo. Que ela assuma sua responsabilidade para tomar à frente desse novo processo.

 

Penso, particularmente, que as entidades organizadoras se esquivarão do modelo ideal e tentarão modelos alternativos, convocando árbitros para treinos mais sistemáticos em meio às suas atividades profissionais; continuarão tratando-os como “prestadores autônomos de serviços” (essa é a relação dos árbitros com a FPF, por exemplo) e aumentarão o número de árbitros para que elas, entidades, não sejam reféns de nomes – o que traz um viés inevitável: quanto mais árbitros, mesmo jogos para cada um e menor ritmo de jogo; diminui-se a qualidade da arbitragem e o emprenho dos árbitros.

 

E você, qual idéia para profissionalizar os árbitros? Deixe seu comentário?

– O Nefasto Pedágio da Estrada de Itatiba

 

Moradores de Jundiaí e de Itatiba estão (e devem estar mesmo) revoltados com o pedágio da Rodovia Constâncio Cintra.  Afinal, está em funcionamento uma praça de pedágio entre os 2 municípios, afetando os moradores que moram nas redondezas. No trecho curto, porém movimentado e perigoso, a concessionária Rota das Bandeiras iniciou a cobrança no último mês de dezembro.

 

Mas o pior: a rodovia não foi duplicada ainda! Ora, garantir recursos para as obras a partir da cobrança antecipada do pedágio é covardia. Os usuários estão financiando os recursos (ou, numa leitura mais rigorosa, pagando pelo serviço a se realizar!).

 

Assim, até eu quero ter uma concessionária de rodovia. Com o dinheiro do pedágio antecipado, faço as obras. Bom negócio, não?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://www.conjur.com.br/2011-jan-05/juiz-nega-pedido-ministerio-publico-suspender-pedagio

 

JUIZ NEGA PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA SUSPENDER PEDÁGIO

 

O juiz substituto da 1ª Vara Cível de Itatiba (SP), Gustavo Nardi, negou o pedido do Ministério Público de São Paulo que queria a suspensão da cobrança do pedágio na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP-360), no trecho entre Itatiba e Jundiaí. A promotora de Justiça do Consumidor, Adriana Regina de Santana Ludke, já afirmou  que vai recorrer da decisão. As informações são da Folha Online.

Para a promotora, a cobrança de tarifa dos moradores dos bairros segregados pelo pedágio é “desproporcional e onerosa, fere o princípio da modicidade tarifária e o da igualdade, dentre outros, e viola as diretrizes básicas das relações jurídicas de consumo”. A praça de pedágio no km 77,1 da rodovia começou a funcionar no dia 13 de dezembro. As tarifas são de R$ 1,85 para veículos de passeio e por eixo comercial e R$ 0,90 para motos.

A promotora também pede a isenção do pagamento da tarifa para moradores e trabalhadores dos bairros Pomar São Jorge, Aparecidinha, Chavini, Nova Xampirra, Pinhal, Princesa da Colina e condomínio Parque da Fazenda que foram segregados do restante da área urbana de Itatiba pela localização da praça de pedágio.

Em Ação Civil Pública contra a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a concessionária Rota das Bandeiras, a promotora pede, ainda, a suspensão da cobrança até que as obras licitadas sejam executadas pela concessionária ou, pelo menos, até que a duplicação da rodovia seja finalizada. 

“É de responsabilidade exclusiva da concessionária a prestação de um serviço adequado, assim como é direito dos usuários do sistema rodoviário receber serviço adequado como contrapartida do pagamento de pedágio. Todavia, a Rota das Bandeiras, ao iniciar a cobrança da tarifa antes do término das obras objeto da licitação, está oferecendo aos consumidores um serviço inadequado, pois os usuários pagam a tarifa de pedágio e utilizam uma estrada sem os melhoramentos previstos no contrato, em flagrante desrespeito aos direitos dos consumidores e da população”, afirmou a promotora.

Além disso, segundo Adriana Ludke, a obra de duplicação da rodovia — que teve início em agosto de 2010 e tem previsão de término em novembro de 2011 — causa transtornos com grande parte da via sem acostamento, trânsito lento em razão dos maquinários e funcionários no local e falta de segurança e de condições adequadas de tráfego na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra.

A ação foi ajuizada no dia 27 de dezembro com base em informações colhidas durante um inquérito civil instaurado logo que a construção da praça de pedágio teve início — em março do ano passado — e inclui um abaixo-assinado com aproximadamente 2.500 assinaturas de usuários.

Segundo a promotora, o juiz, em uma análise superficial, entendeu que a cobrança da tarifa está sendo feita de acordo com o contrato licitado, não sendo requisito para a cobrança de pedágio o término das obras previstas no contrato. “A decisão também deixou de analisar o pedido liminar no tocante à isenção de pagamento de pedágio pelos moradores e trabalhadores dos bairros segregados do restante da área urbana do município em razão da localização do pedágio”, disse a promotora.

A Rota das Bandeiras informou que o cumprimento do cronograma das obras na rodovia depende do processo de desapropriações, da obtenção de licenças ambientais e de remanejamento de intervenções instaladas às margens da via, por parte das outras concessionárias que possuem o serviço delegado, como dutos de gás, cabos de telefonia, redes de água e energia, entre outras. Segundo a concessionária, no total, serão duplicados 17 km de rodovia. Entre as obras previstas, também está um viaduto no acesso ao condomínio Parque Fazenda, no km 74,6.

“O pedágio, entre outras funções, também tem como objetivo garantir recursos para todos esses investimentos. Mas é importante destacar que é com a cobrança do pedágio que a Rota das Bandeiras presta de maneira ininterrupta, 24 horas por dia durante todos os dias da semana, serviços de fundamental importância para oferecer segurança e conforto ao usuário que trafega no Corredor Dom Pedro, que inclui a SP-360”, informou a concessionária por meio de nota.

A Rota das Bandeiras também informou que administra a rodovia “de acordo com as determinações previstas no contrato de concessão firmado com o governo do Estado e cumpre rigorosamente todas as decisões judiciais”.

Já a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo informou que não foi notificada sobre a ação.

– Celeiro do Mundo? Que Mentira…

 

A idéia de que fazemos sobre o Brasil ser “celeiro do mundo”, devido a sua extensão territorial e qualidade da terra, talvez seja mais uma vontade popular do que um propósito governamental.

 

Digo isso pois há algum tempo li que importamos arroz do Vietnã. Ora, isso é um absurdo! Os arrozais de SC e GO não dariam conta de saciar a fome no mercado interno?

 

Agora, leio com espanto: estamos importando… CAFÉ!

 

Qualquer estudante de ensino médio sabe que no começo do século passado o café era a nossa maior riqueza. E sabe de quem compramos? Da China!

 

Os chineses compram nossos grãos, levam à China, torrem e moem o café e nos revendem! E sai mais barato do que se o processo fosse feito aqui. Dá para acreditar?

 

E você, o que acha disso? Nossa política agrária está, digamos, abandonada? Deixe seu comentário:

 

(informações da Folha de São Paulo, caderno Mundo, pg c3, 03/01/2010)

– O Absurdo Aumento dos Combustíveis na Bolívia

 

Todas as mídias noticiaram: a população da Bolívia saiu às ruas contra o aumento dos combustíveis ordenado por Evo Morales.

 

A Gasolina, por exemplo, subiu 83%.

O Diesel, 73%.

A tarifa dos ônibus, 100%.

E o salário mínimo, 20%.

Tudo numa canetada!

 

Imagine se fosse aqui! Apesar de que, com os freqüentes aumentos do etanol, a coisa não é tão diferente…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4867345-EI8140,00-Crise+da+gasolina+deixa+feridos+e+detidos+na+Bolivia.html

 

CRISE DA GASOLINA DEIXA 15 FERIDOS E 21 DETIDOS NA BOLÍVIA

 

Quinze agentes ficaram feridos e 21 pessoas foram detidas nos choques entre policiais e manifestantes nesta quinta-feira nas cidades bolivianas de El Alto e Cochabamba, em meio à crise provocada pelo aumento de até 83% nos preços dos combustíveis.

“Há 15 policiais feridos em El Alto, dois gravemente. Em Cochabamba, 16 (manifestantes) foram detidos, e outros cinco em El Alto”, informou o ministro do Interior, Sacha Llorenti. Segundo o ministro, “atos de vandalismo” foram cometidos por ativistas “identificados” do Movimento Sem Medo (MSM), do ex-prefeito de La Paz Juan del Granado.

Llorenti informou que manifestantes atacaram a polícia com pedras, e os agentes reagiram com bombas de gás lacrimogêneo. Durante os protestos, a multidão quebrou o portão da sede da vice-presidência boliviana, incendiou postos de pedágio, destruiu agências da empresa aérea estatal BoA e atacou as sedes da Central Operária e do sindicato dos plantadores de coca. Os manifestantes também tentaram queimar uma bandeira da Venezuela e incendiar o monumento ao guerrilheiro Ernesto Che Guevara.

El Alto, cidade-dormitório vizinha a La Paz, foi tomada por milhares de manifestantes, que levantaram barricadas e incendiaram pneus para interromper o trânsito. Em Cochabamba, os grevistas do transporte de carga estacionaram caminhões nos cruzamentos para bloquear o tráfego. Santa Cruz de la Sierra, motor do desenvolvimento boliviano, também era muito afetada pela paralisação dos transportes.

Durante a tarde, um grupo liderado pelo MSM tentou chegar ao Palácio Presidencial de La Paz, mas foi reprimido pela polícia de choque, que dispersou o protesto com bombas de gás lacrimogêneo. Diante da repressão policial, o grupo desistiu de chegar à Praça das Armas, onde estão as sedes dos poderes Executivo e Legislativo.

Em meio aos protestos, a população correu em busca de alimentos e formou enormes filas em torno dos mercados de La Paz. Os manifestantes exigem a renúncia de Morales, que deflagrou a crise ao decidir pelo fim dos subsídios aos combustíveis, provocando um aumento de 83% na gasolina e de 73% no díesel.

Para suavizar a alta dos combustíveis, Morales aumentou em 20% o salário mínimo e a remuneração das Forças Armadas, da polícia e dos funcionários da saúde e da educação. O presidente também anunciou outras medidas, como incentivos a agricultores e a pequenos empresários. Morales convocou ainda os militares para tentar reduzir os efeitos das greves que paralisam o país.

O ministro da Defesa, Rubén Saavedra, anunciou que homens das Forças Armadas farão e venderão pães ao “preço antigo”, diante da decisão do sindicato dos padeiros de parar a categoria por 24 horas e elevar o preço do pão em até 100%.

Os militares bolivianos também foram chamados para dirigir ônibus e caminhões visando atenuar o aumento unilateral de 100% nos preços das passagens de taxis e micro-ônibus que ignoram a greve nos transportes. A Força Aérea Boliviana está realizando voos comerciais na rota La Paz-Cochabamba-Santa Cruz ao preço simbólico de 150 bolivianos (R$ 33).

Morales afirma que elevou os preços da gasolina e do díesel para enfrentar o contrabando de combustíveis para os países vizinhos, ao custo anual de US$ 150 milhões. A Bolívia tem um consumo de 35 mil de barris diários de petróleo, e em 2010 produziu apenas 4.500 barris diários. O restante é importado, principalmente de Venezuela e Argentina.

– Lula falta de Modéstia e fala Bobagem na Saideira do Governo

 

Nosso guia-Mestre Lula está se achando. Não é que na sua despedida alfinetou os países que sofreram com a Crise Mundial? As pessoas que penaram com a recessão mundial provavelmente não acharam graça do sarro que Lula tirou… Veja abaixo:

 

Extraído de: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=239739

 

LULA DIZ QUE FOI GOSTOSO VER EUA E EUROPA EM CRISE

 

Em evento para inaugurar a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, na Bahia, o presidente Lula aproveitou o clima de sucesso do projeto para alfinetar as economias dos países desenvolvidos. Ele disse que foi “gostoso” terminar seu mandato e ver Estados Unidos, Europa e Japão em crise.


Para Lula, os governantes das nações desenvolvidas, antes, consideravam que “sabiam tudo para resolver o problema da crise do Brasil, da Bolívia e do México”. “Não foi nenhum doutor, foi um torneiro mecânico com sua equipe econômica que conseguiu fazer a crise demorar mais para chegar até aqui”, enfatizou o presidente.

– A Reputação Corporativa como Vantagem Competitiva

 

Você sabe dizer como está a reputação da sua empresa frente os consumidores?

 

Cada vez mais a importância da imagem é trabalhada pelas empresas. Recentemente, a Revista Exame encomendou ao Reputation Institute um estudo sobre o assunto, que avaliou as grandes organizações no Brasil.

 

Segundo a pesquisa, as 10 empresas com melhor reputação, são (Exame, Ed 982, pg 193}:

 

1) NESTLÉ

2) MERCEDES-BENZ

3) JOHNSON & JOHNSON

4) SADIA

5) NATURA

6) PHILIPS

7) AVON

8) GAROTO

9) PIRELLI

10) HONDA

 

E para você? Aparentemente os nomes são justos? Deixe seu comentário:

– Devassa + Schin frente os planos de Bud + Heineken

 

A Heineken, através da FEMSA, desembarcará (novamente) no Brasil, mas desta vez de maneira popular. A AmBev promete fazer muito barulho com a Budweiser no Brasil. Claro, estamos falando das donas de marcas famosas como Bhrama, Antártica, Kaiser e Bavária, que relançarão suas marcas globais no ano que vem.

 

Nesta semana, a Revista Exame, em matéria de João Werner Grando (Ed 982, 15/12/2010, pg 56-58) abordou essa nova guerra concorrencial com um enfoque: onde fica a Devassa nisso tudo? A cerveja do grupo Schincariol só detém 0,4% do mercado, mesmo com custos milionários, segundo a publicação.

 

De acordocom o texto, tal péssimo resultado iniciou uma onda de demissões na cervejaria ituana e a volta da Administração Familiar.

 

O que esperar em 2011? Um contraste da Nova Schin à Devassa onde abaixo, compartilho:

 

A LOURA AINDA NÃO ENTREGOU

 

Mesmo com o lançamento milionário de uma nova marca, a Schincariol não conseguiu ganhar participação de mercado e iniciou uma onda de demissões – de gerentes a vice-presidente O empresário paulista Adriano Schincariol protagonizou dois movimentos radicais – e opostos – nos últimos três anos. O primeiro ato começou em 2007, pouco tempo após a morte de seu pai e presidente da cervejaria que leva o sobrenome da família, José Nelson Schincariol. Com a ajuda da consultoria Egon Zehnder, Adriano contratou, em pouco mais de um ano, cerca de 30 executivos de mercado para ocupar os principais postos na administração da empresa – num processo de profissionalização amplo e meteórico. Menos de dois anos depois, porém, a estrutura começou a ser desmontada com a saída do então presidente Fernando Temi e, em seguida, de outros cinco diretores. O segundo ato começou no final de julho deste ano, quando Johnny Wei, vice-presidente comercial e um dos poucos remanescentes da fase de profissionalização, foi demitido. Gilberto Schincariol Júnior, de 27 anos de idade, vice-presidente de operações e primo de Adriano, assumiu o cargo de Wei. Nos meses seguintes, outros oito diretores também foram desligados. No final de setembro, 150 funcionários – de gerentes a analistas foram demitidos numa só tacada. Executivos próximos afirmam que o corte pode ter chegado ao dobro do número informado pela cervejaria. “Nos últimos anos, a empresa ficou inchada”, afirmou Adriano a EXAME. “A gente precisava deixar de fazer PowerPoint e vender mais cerveja.”

 

Embora o discurso de Adriano seja de que os cortes visam simplificar a estrutura da Schincariol- ou, em suas palavras, recuperar “o foco nas vendas” -, para executivos próximos à companhia a mudança representa um esforço para cortar custos num momento em que os resultados estão aquém do esperado. De acordo com suas próprias projeções, a cervejaria deverá faturar 5,8 bilhões de reais em 2010 – 15% mais em relação ao ano anterior. O problema é que a concorrência cresceu mais, e a Schincariol perdeu espaço num mercado que vai movimentar 56,7 bilhões de reais neste ano. De 2008 para 2009, a participação em volume no mercado de cervejas caiu de 13,2% para 11,8%, segundo dados da Nielsen. Neste ano, a fatia diminuiu para 9,8% (em outubro). O maior trunfo para recuperar espaço, a nova marca de cerveja Devassa Bem Loura, lançada no Carnaval, não teve o efeito planejado. Apesar do barulho da campanha, que consumiu investimentos de cerca de 100 milhões de reais e teve a socialite americana Paris Hilton como garota-propaganda, as vendas ficaram abaixo das expectativas iniciais. Uma projeção da consultoria Euromonitor estima que a Devassa Bem Loura deverá terminar este ano com participação de 0,2%. Segundo executivos próximos à companhia, a meta previa uma parcela de pelo menos 1,5% para este ano (o que representaria cerca de 150 milhões de reais em vendas). Os executivos da Schincariol não confirmam as metas e afirmam que as vendas da nova marca estão dentro das projeções. Os primeiros sinais de que as coisas não seriam fáceis surgiram alguns meses após o lançamento, inicialmente considerado um sucesso. Com a presença da garota-propaganda Paris Hilton, a Schincariol conseguiu ofuscar a principal concorrente, a AmBev, no sambódromo do Rio de Janeiro. A marca caiu na boca do povo, mas, segundo EXAME apurou, a estratégia de distribuição não funcionou como o previsto. Como se tratava de uma cerveja mais cara que a Nova Schin, e que seria vendida exclusivamente no Rio de Janeiro e em São Paulo, foi criada uma estratégia especial para colocá-la nos bares e supermercados. Formou-se uma equipe específica para a marca, com cerca de 150 vendedores especializados. No plano inicial, a equipe só seria integrada à rede de distribuidores da Schincariol no meio do ano – de modo a ganhar mais escala. Os bons resultados iniciais fizeram com que a integração fosse antecipada para abril. “Uma equipe separada era a base da estratégia de distribuição da Devassa”, afirma um executivo próximo à empresa. “Ao ser incluída no portfólio dos distribuidores, a cerveja tomou-se apenas mais uma marca e perdeu a força.”

 

CONCORRÊNCIA GLOBAL

 

Na atual reestruturação, o principal alvo foi a área comercial. Ao assumir a vice-presidência da divisão, Gilberto demitiu seis dos oito diretores que até então se reportavam a Wei. (procurado, Wei não deu entrevista) Entre os demitidos estavam os diretores de canais, autosserviço e da Região Sul, além de três diretores dedicados a planejar investimentos e medir resultados de cada canal de venda (posições que foram extintas). A lógica das mudanças, segundo Adriano, é eliminar intermediários e, assim, retomar a antiga ligação direta entre a área corporativa e os vendedores. “Com o conhecimento do Gilberto sobre a produção e a minha experiência comercial, formaremos uma boa dupla”, afirma Adriano. À espera da dupla estão concorrentes empenhados em criar um cenário ainda mais adverso. No início deste ano, a Heineken adquiriu a Femsa, dona das marcas Sol e Kaiser, cuja rede de distribuição, acredita-se, ampliará a participação de sua marca global no pais. A AmBev, dona de quase 70% de participação do mercado nacional de cerveja, prepara-se para lançar a americana Budweiser no Brasil em 2011. “Será uma briga de grandes marcas globais, algo inédito no Brasil”, afirma Danny Claro, professor de marketing do Insper. Como se comportará a loura Devassa no meio dessa briga?

– O que representa o alto PIB de Jundiaí na Prática e o efeito Colateral!

 

O IBGE divulgou o novo PIB de Jundiaí. Somos, agora, o 15º PIB Estadual e 24º. Nacional. Colocação expressivíssima, pois, teoricamente, somos uma das cidades mas ricas do Brasil!

 

Isso é bom, claro. É sabido que a cidade tem boa qualidade de vida e toda infra-estrutura de uma cidade de primeiro mundo. Mas exige uma contrapartida: tanta propaganda positiva está inchando a cidade, e com todo tipo de gente: consumidores, moradores, e, infelizmente, mais bandidos também.

 

Perceberam como a cidade está perigosa? Até nos semáforos durante o dia há ladrões! Condomínios são invadidos; gente que anda assustada pelas ruas. E a pergunta: o que as autoridades têm feito?

 

Não vale dizer que é o custo do progresso. É necessário AÇÃO contra a criminalidade da cidade.

 

E você, o que pensa disso: Jundiaí é uma cidade segura? Deixe seu comentário:

 

– As Novas Cédulas que Circularão na 2ª. feira

 

Boa iniciativa do Banco Central em modificar o tamanho das novas notas que circularão a partir de segunda-feira.

 

A justificativa é de que diferenciar os tamanhos das notas de Real ajudará os deficientes visuais. Mas sabemos que a preocupação é evidentemente outra: a falsificação! Bandidos fazem uma lavagem química nas notas de R$ 2,00 e, aproveitando o papel-moeda lavado, as transformam em notas de R$ 100,00.

 

A idéia é ótima, mas permita-me uma sugestão: que voltemos a ter notas de R$ 1,00 ! O comércio agradece.

 

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– 1,1 bilhão de Dólares em Quarentena?

 

Leio na Folha de São Paulo de ontem: O FED (espécie de Banco Central Americano) colocou US$ 1,1 bilhão em quarentena!

 

Motivo: as novas notas de 100 dólares, quando da impressão, acabaram se dobrando e foram mal impressas. Assim, no meio dos pacotes de dinheiro, notas impróprias poderiam ser encontradas.

 

Como fazer manualmente para conferir se as 11 milhões de notas foram corretamente fabricadas?

 

Um pepinaço (além do prejuízo) para as autoridades americanas…

– As Minas de Nióbio: Onde os EUA se rendem ao Brasil

 

Todos estão acompanhando os documentos secretos (e verdadeiros) que tem sido revelados pelo grupo WikiLeaks (já comentamos em outra oportunidade quem são). E, ontem, eles resolveram lançar ao público um documento assinado por Hillary Clinton em 2009 sobre 300 locais do planeta onde um ataque terrorista ou perda de acesso comercial afetaria sensivelmente a economia americana. Nessa relação se destaca o Brasil e suas reservas de nióbio.

 

Nióbio é um metal usado em ligas de grande resistência, como cápsulas espaciais, mísseis, reatores nucleares, superligas de foguetes e semicondutores. O Brasil tem 98% das reservas mundiais desse metal, se concentrando em Araxá (MG) e Catalão (GO). Assim, os EUA são “reféns mercadológicos” nossos.

 

Confesso: nunca tinha ouvido falar sobre essa dependência, nem sabia o que era o nióbio. E viva o WikiLeaks!

 

Obs: os americanos reclamam que tal divulgação ajuda os terroristas da Al Qaeda, que passam a ter informações importantes e estratégicas sobre os pontos fracos dos EUA.

– Cadastro Positivo é uma boa!

 

Assim como temos listas negras de péssimos pagadores (Serasa, SPC), vem aí o Cadastro Positivo, cujo intuito é classificar os bons pagadores nas instituições de crédito.

 

Jóia. Quem paga bem deve ser aclamado no comércio. Alguém escreveu dias atrás que Sílvio Santos só se safou por ter sido sempre um bom pagador; caso não fosse, já estaria quebrado.

 

Cadastro Positivo já!

– Módicos Retornos Financeiros

 

Leio em algum lugar que o aluguel de 600m2 do McDonald’s no Aeroporto de Cumbica custa R$ 650 mil reais.

 

Quanto precisa vender em lanches para ter um bom retorno, com este custo só ao senhorio, fora os demais?

– O Nefasto Desenvolvimento de Correntes e Emails Mentirosos: uma verdade sobre os combustíveis.

 

Tem gente que quer aparecer. Alguns acreditam piamente em tudo que lêem. Os mais esclarecidos, tiram dúvidas e tentam se certificar com as pessoas devidas que não estão sendo ludibriados. A Internet é como papel, aceita tudo. Você pode escrever uma verdade ou uma mentira, e como fica registrado na rede mundial de computadores (WWW), alguns passam a acreditar.

 

Na verdade, acredito que boa parte de informações da rede, infelizmente, é falsa ou mentirosa. Se você não tem essa sensibilidade é que deve-se ao fato de felizmente ter um relacionamento com sites de grande confiança e nível cultural elevado.

 

Digo isso pois é cada vez maior o número de email mentirosos criados apenas para tumultuar a sociedade ou para algum gaiato se vangloriar de ver seu serviço ganhar tamanho. Vide os imbecis emails difamatórios do “Criança Esperança” ou dos “escorpiões encontrados em brinquedos do playground do McDonals…”

 

A moda agora é de uma suposta campanha contra o consumo de gasolina. Eu, mais do que ninguém, reclamo dos altos impostos do produto (afinal, sou proprietário de um posto de combustível e sofro na pele com os encargos). Já recebi esse email de pelo menos 20 pessoas diferentes e outros tantos de amigos que me questionam. Abaixo, a mensagem que tem sido divulgada amplamente (sem autor, claro, eles se escondem, com as cores e erros de português do original) e mais abaixo ainda a resposta.

 

GASOLINA (GNV,  DIESEL e ÁLCOOL) Como  poderemos baixar os preços??? 

NÃO DEIXE  DE LER ..

Você  lembra do Criança Esperança?

A UNICEF e  a Rede Globo abriram as pernas….

Foi a  força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO
que  DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.

Então  continue a ler. 

Não deixe  de participar, mesmo que  você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você  não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a  você.
Você  sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a  gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool?  Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o  preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool?  E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??
Você  sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva  de petróleo do MUNDO.
Realmente,  só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do  DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros  exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.
CHEGA !!!
Se  trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos  esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se  você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover  alguma ação lícita, inteligente,  ousada e emergencial.
Unindo  todos em favor de um BEM COMUM !!! 
Existia  uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca  fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha:  “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi  popular em abril ou maio passado.
Nos USA e  Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de  Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se voce não compra gasolina  hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio  consumidor, que um problema para os vendedores. 
MAS houve  um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo  e propôs um plano que realmente funciona.
Nós  precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são  “meia-dúzia”. 
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós,  os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!! 
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na  parte mais sensível do corpo humano: o  BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!! 
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e  não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão  forte a ponto dos  preços dos combustíveis CAIREM, se  todos juntos agirmos para
FORÇAR  UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS. 
É assim que o mercado age!!!
Isso  é Lei de Mercado e Concorrência!!! 
Aqui está a idéia: 
Para  os próximo meses (
DEZEMBRO,JANEIRO E FEVEREIRO…)
não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a 
PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias  de mercado. Isso  é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE  LEI DA OFERTA E DA PROCURA; 
Mas,  para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples  de se fazer!!
Continue abastecendo  e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um
BR (Petrobrás). Porque  a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados. 
Mas  não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de  pessoas!! 
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos,  dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez  pessoas, (300 x 10  = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).
(fonte da
ANP –  Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A  BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte. 
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS
 E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!! 
 CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS!!!!!!!!!!! 
 
Não custa tentar !

Agora repassem!!!

 

Um idiota que se acha esperto tentando fazendo acreditar que a UNICEF e a Globo tem um esquema organizado de corrupção através do Criança Esperança. Quanta ingenuidade! A Globo ganha em imagem e marketing institucional, requisitos claros às empresas observados por qualquer aluno de Administração de Empresas sobre “Responsabilidade Social das Organizações”. A Unicef é uma ONG, um braço da ONU que realiza ações nobres (ou tenta) no mundo todo. A prestação de contas é clara e transparente. O resto é bobagem.

 

Sobe os combustíveis, aqui vai a resposta que dei ao meu amigo Evandro, que estranhou tal email por corrente e me escreveu:

 

“Boa noite, Rafael!

 

Já recebi essa mensagem já de vários amigos,

 

vou repassar para você, que conhece sobre o assunto,

 

para ver se ela tem alguma lógica.”

 

(o email é aquela mensagem acima, abaixo a resposta:)

 

“Fala Evandrão! É ‘mais ou menos’ assim. Explico:


Nos países vizinhos, há venda subsidiada pela PDVSA (a empresa de petróleo da Venezuela). Hugo Chavez, em troca de apoio político de países vizinhos, vende petróleo com custo quase zero (o Brasil não entra nessa lista de vizinhos).


A carga de impostos é realmente alta, e os lucros da Petrobras também. Entretanto, há uma lei / norma / política que obriga a Petrobrás a acompanhar o preço do mercado internacional. Assim, como a Europa e os EUA ainda são os maiores consumidores, nosso preço é baseado pelos deles (mesmo sendo uma lei burra – a idéia é que se secassem nossos poços de petróleo, quando importássemos, não tenhamos impacto significativo no preço).


Mas existe um porém: hoje, boicotar a gasolina é irrelevante, pois na maior parte do Brasil o álcool é menos vantajoso do que a gasolina (SP é uma das poucas exceções, o preço está empatando na maioria das regiões do estado).


Em resumo: estamos ferrados mesmo… rsrs


Abração,
Rafael Porcari”

– As Agências Bancárias no Complexo do Alemão. E em Jundiaí?

 

Se a ação das Forças de Segurança no Complexo de Favelas do Alemão mudará permanentemente a região, ninguém sabe. Mas algo curioso é o fato do Itaú Unibanco querer abrir agências bancárias nos Morros Cariocas, sendo que o Complexo do Alemão receberá a primeira ação de implantação de novas agências da instituição bancária.

 

O Bradesco foi pioneiro nessas ações, abrindo uma unidade na Favela de Paraisópolis.

 

Fico pensando: guardadas as proporções, que tal uma agência na região do São Camilo? Já que a Prefeitura Municipal de Jundiaí vem se empenhando em modificar aquela comunidade, que tal as ações nãos e limitarem à construção de praças e incentivar tais empreendedores (bancos, lojas, entre outros)?

 

E já que o assunto é agência bancária, que tal os bancos olharem com carinho para outros bairros da cidade? Vejam o caso da região do Parque Eloy Chaves, composta pelo Eloy 1 e 2, Jardim Tannus, Jardim Ermida 1 e 2, Condomínios Morada da Serra, do Barão, Primavera… e muitos outros tantos! Não há uma agência bancária! Qual seria o motivo? Clientes (e clientes em potencial) sobram na região! Uma agência ali beneficiaria outros bairros ainda, como Medeiros e até mesmo a cidade de Itupeva.

 

E você, o que pensa disso? Os bancos estão mal distribuídos em nossa cidade ou o número de agências é suficiente? Deixe seu comentário:

– Como é Fácil Pagar Dívidas Impagáveis, estando no Governo

 

Falamos há pouco tempo sobre a falta de Ética na Política, utilizando o fato das doações financeiras de Blairo Maggi à campanha do PT PÓS-ELEIÇÕES E ÀS VÉSPERAS DO ANÚNCIO DO NOME DO MINISTRO DA AGRICULTURA, do qual ele é cotado (o artigo está disponível clicando em: ÉTICA NA POLÍTICA É COISA RARA)

 

Pois bem: sabemos que a dívida criada pela campanha de dona Dilma é altíssima. Como pagá-la, sem recursos suficientes?

 

Uma solução é o uso de doações de “empresas amigas”, que depois teriam esse montante financeiro de volta através de vitórias em “concorrências” públicas e o lucro vultuoso nas obras realizadas.

 

Complexo? Imoral? Corruptível? Para nós, sim. Mas para quem tem know-how, nem tanto…

 

Compartilho um email esclarecedor enviado por um amigo e consultor na área sucroalcooleira sobre como se paga essa dívida através de ações suspeitas e totalmente interessadas (omito o nome do emitente por razões óbvias), cujo original está no blog do jornalista José Roberto de Toledo (OESP, clique aqui para visualizá-lo).

 

Veja abaixo se o esquema não é realmente muito bem feito. E nós, pobres mortais eleitores e contribuintes, novamente pagamos as contas:

 

COTADO PARA O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, SENADOR BLAIRO MAGGI DOA R$ 1 MILHÃO PARA A CAMPANHA DE DILMA PÓS ELEIÇÃO

 

Cotado para assumir o Ministério da Agricultura, o senador eleito Blairo Maggi (PR) ajudou em mais de uma maneira a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Através de suas empresas, o ex-governador de Mato Grosso doou R$ 1 milhão para o Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República, administrado pelo PT.

 

Foram duas doações, registradas na contabilidade oficial da campanha petista. O mais curioso é que elas ocorreram na semana passada, muito depois do término da eleição. Ao que tudo indica, o empresário, um dos maiores produtores de soja do mundo, estava ajudando a fechar a conta da campanha de Dilma.

 

A maior doação foi feita pela Amaggi Exportação e Importação Ltda: R$ 700 mil, na quinta-feira passada. No dia seguinte, a Agropecuária Maggi Ltda doou mais R$ 300 mil ao mesmo Comitê Financeiro Nacional.

 

Na terça-feira, Blairo foi convidado a acompanhar a presidente eleita em viagem a Tucuruí, no Pará, para inauguração de duas eclusas construídas por outro doador da campanha de Dilma, a Camargo Corrêa. Se emplacar mesmo no ministério, ele deverá entrar na cota do PR.

 

O Comitê Financeiro Nacional para Presidente, do PT, recebeu 46 doações de empresas com valores superiores a R$ 10 mil após o término da campanha. Elas somam R$ 12,741 milhões. A maior doação individual foi feita pela Construtora Queiroz Galvão S/A, no valor de R$ 2 milhões.

 

Mas o setor que mais contribuiu após o fechamento das urnas foi o sucroalcooleiro. Foram pelo menos R$ 3,5 milhões nas últimas semanas. Segundo usineiros ouvidos (…), o segmento foi convidado a ajudar a fechar a contabilidade da campanha de Dilma após o término da eleição.

 

A Cosan, maior empresa do setor, fez duas doações em novembro, somando R$ 1,5 milhão. A Copersucar também doou R$ 500 mil no dia 23 passado. E a Usina São Martinho fez dois aportes no dia seguinte que totalizaram também R$ 500 mil.

 

Um caso especialmente interessante é o da Açúcar Guarani S/A. A empresa, controlada pelo grupo francês Tereos, fez duas doações à campanha de Dilma, que totalizaram R$ 1 milhão, nos dias 19 e 22 de novembro. A Petrobras é sócia da empresa.

 

Em abril, a Guarani recebeu um aporte da Petrobras no valor de R$ 682 milhões, o que garantiu 26,3% das ações da companhia à Petrobras Biocombustível. A PBio, como é chamado o braço da estatal voltado ao etanol, deverá investir mais R$ 929 milhões na Açúcar Guarani ao longo dos próximos cinco anos, o que lhe valerá 45,7% do capital da empresa.

– Administração de Empresas nas Asas da Red Bull

 

Compartilho com os amigos uma história de sucesso empreendedor, publicada na IstoÉ Dinheiro de 24/11/2010, pg113-117, por Eliane Sobral, a respeito do grande CEO da Red Bull, o austríaco Dietrich Mateschitz, que fez uma bebida se tornar um sucesso mundial, utilizando-se de eventos paralelos e boa administração. E anuncia: vem aí a Red Bull Cola e o Red Bull Fone!

 

O HOMEM QUE DEU ASAS PARA A RED BULL

 

É bem provável que você nunca tenha ouvido falar no paulistano Leonard Ang.  Pois Ang defendeu as cores do Brasil e trouxe para cá o inédito título de campeão internacional de… aviãozinho de papel! Para quem já passou dos 30 anos, o Campeonato Mundial de Aviões de Papel, realizado em Salzburgo, na Áustria, pode parecer uma grande bobagem. 

 

Mas milhares de jovens espalhados pelo mundo acompanharam com especial interesse a insólita competição. O próprio Ang teve de disputar o título com outros 73 competidores. Quem inventou o curioso torneio foi o bilionário austríaco Dietrich Mateschitz. Mas no currículo deste homem de 66 anos consta um feito, digamos, mais relevante: Mateschitz praticamente criou o mercado de bebidas energéticas, 28 anos atrás, com o lançamento do Red Bull.

 

Chamar a atenção de forma pouco convencional tornou-se a marca registrada de Mateschitz e, conhecendo um pouco mais de perto o funcionamento da empresa criada pelo empresário, fica a dúvida se o negócio dele é produzir bebidas ou ideias mirabolantes. A resposta mais provável é “os dois”. Ao mesmo tempo que investe um punhado de dólares no torneio internacional de aviãozinho, ele não pensa duas vezes para aplicar US$ 150 milhões numa equipe de Fórmula 1, como fez no ano passado. O resultado, em ambos os casos, mostra que Mateschitz não perderia dinheiro se resolvesse virar publicitário. 

 

Depois de conquistar o título de construtores da Fórmula-1, a Red Bull Racing (RBR) ganhou também o campeonato de pilotos com o alemão Sebastian Vettel. “Se você considerar o alcance global da Fórmula 1 e sua presença maciça na mídia mundial, seja tevê, seja impresso ou online, e ainda a imagem incontestável da F-1 como tope do esporte a motor, o retorno sobre o investimento é tão evidente que nem sequer precisa ser avaliado”, disse Mastechitz com exclusividade à DINHEIRO. 

 

Na Fórmula 1 desde 1987, quando começou patrocinando o compatriota Gerhard Berger, Mateschitz foi ampliando sua presença na principal competição do automobilismo mundial. Em 1995, passou a ser a principal patrocinadora da Sauber. Só dez anos depois é que a marca formou sua própria equipe, a Red Bull Racing. Um ano depois, a empresa comprou a Minardi e a rebatizou como Scuderia Toro Rosso. 

 

Os resultados não poderiam ser melhores. Os investimentos – US$ 150 milhões só no ano passado para manter as duas equipes – deram resultados a Mateschitz dentro e fora das pistas. Com apenas cinco anos de Fórmula 1, a Red Bull Racing conseguiu alcançar mais exposição que a tradicionalíssima Ferrari, de Fernando Alonso e Felipe Massa, de acordo com um levantamento realizado pela consultoria britânica MargauxMatrix. 

Não é só por conta da visibilidade que o empresário foi atrás da Fórmula 1. A categoria reúne atributos – como dinamismo, performance, trabalho em equipe, charme e poder – que casam perfeitamente com as características que o energético produzido pelo austríaco passa para o público consumidor. 

 

“Ultrapassar a Ferrari fora das pistas é um feito incrível”, afirma James Gibson, diretor comercial da consultoria britânica, acrescentando que não consegue imaginar exposição melhor do que essa. Ele não, mas Mateschitz não só imagina como põe tudo em prática. E rapidamente. 

 

Em 2008, quando a Piazza San Marco, em Veneza, na Itália, sofreu uma inundação, o surfista Duncan Zuur, patrocinado pela Red Bull, “pegou uma onda” na enchente e surfou até a polícia chegar e acabar com a festa. O “feito” de Zuur ganhou os jornais do mundo inteiro e só na internet o vídeo foi visto mais de um milhão de vezes. 

 

Com um produto pioneiro e um marketing ímpar, a Red Bull transformou-se numa máquina de fazer dinheiro e é essa máquina que alimenta a fortuna de Mateschitz. Com um patrimônio pessoal de US$ 4,1 bilhões, ele é o segundo homem mais rico da Áustria – só perde para Karl Wlaschek, dono de uma rede de supermercados, com US$ 300 milhões a mais que Mateschitz.

Para manter em movimento as engrenagens dessa máquina, o empresário não economiza no marketing. Nada menos que 35% de todo o faturamento anual da Red Bull é investido na promoção da marca. No ano passado, a receita da empresa foi de 3,2 bilhões de euros, com 3,921 bilhões de latinhas do energético vendidas em todo o mundo – o que coloca a Red Bull no ranking dos maiores exportadores da Áustria, onde a bebida é fabricada.  

 

Mais do que um orçamento bilionário para promover a marca, o que vem transformando a Red Bull num fenômeno global de marketing é a forma que Mateschitz trabalha e faz sua equipe trabalhar. Pode-se dizer que a sede da Red Bull é a versão austríaca do Google – conhecido pela forma descontraída de seus empregados. Lá, todo mundo tem liberdade e é incentivado a criar e ter ideias o tempo inteiro. Ninguém precisa ficar perdendo tempo consultando uma infinidade de escalões superiores para pôr as ideias em prática.

 

Ao mesmo tempo que a informalidade impera, cada um dos quase sete mil funcionários da Red Bull sabe muito bem qual é o seu papel. “Pode-se dizer que Mateschitz é centralizador. Mas também deve-se dizer que ele só centraliza aquilo que não comprometa a performance de sua marca”, diz um executivo do mercado de bebidas, familiarizado com a história da empresa. Outra característica da Red Bull conhecida pelo mercado são os bons salários e a oportunidade de ascensão que ela oferece. 

 

Pedro Navio é um bom exemplo. Está na empresa há dez anos, começou como estagiário e hoje é gerente-geral da Red Bull Brasil. “Mas não é fácil entrar lá. Se você não domina pelo menos dois idiomas, além do seu, já fica na primeira fase do processo de seleção que pode demorar meses para ser concluído”, diz uma jovem que trabalhou por alguns anos na empresa.

O cuidado com sua mina de ouro é tamanho que Mateschitz apressou-se em declarar que sua equipe de Fórmula 1 não faria o abominável jogo de equipe – o mesmo que fez Felipe Massa abrir passagem para Fernando Alonso no GP da Alemanha em agosto e escandalizou o mundo do esporte. 

 

“O mundo inteiro condenou a Ferrari depois do que eles fizeram em Hockenheim e nós nunca sequer pensamos nisso. Um segundo lugar, em circunstâncias corretas, pode ser melhor do que uma vitória em razão de pedidos e confirmações”, diz Mateschitz. De acordo com gente próxima ao empresário, ele estava realmente muito mais preocupado em preservar os valores da marca Red Bull que criou do que em comemorar mais um título ao lado da equipe da RBR. 

 

Traduzindo: ele ficou com medo de que uma atitude antidesportiva contaminasse seu produto. “Queremos estabelecer a Red Bull Racing como uma das três ou quatro equipes de ponta da categoria, lutando por títulos de pilotos e construtores em todas as temporadas. Nossas perspectivas na Fórmula 1 são totalmente de longo prazo”, disse o empresário, que também tem a equipe Toro Roso na competição.  A declaração de Mateschitz também responde à pergunta se pretendia vender o nome da escuderia para bancar as despesas crescentes com o time. 

 

A possibilidade surgiu no meio automobilístico junto com a informação de que a Red Bull já não estaria apresentando o desempenho de pouco tempo atrás. De fato, a crise econômica mundial nos últimos meses de 2008 fez as vendas da empresa recuarem em quase 100 milhões de latas entre 2008 e 2009 e o faturamento caiu 1,66%. 

 

Além disso, na esteira do sucesso do energético austríaco, outros produtos similares surgiram e hoje há mais de 15 marcas diferentes de bebida energética no mercado mundial, entre elas a Burn e a Rockstar, distribuída por Coca e Pepsi-Cola, respectivamente. A Red Bull não divulga números globais, mas, pelo menos no Brasil, ela ainda reina absoluta com 60% de participação de mercado, de acordo com dados da Nielsen. Em 2009, a empresa comemorou não só o crescimento de 30% de vendas aqui como o marco histórico das 100 milhões de latas vendidas no mercado brasileiro.

 

“Nós não levamos o produto para o consumidor, nós trazemos o consumidor para o produto”, diz Mateschitz, para explicar o sucesso de sua empresa e de seu produto pouco saboroso. A escolha do sabor de Red Bull, aliás, é um outro capítulo na história da empresa. “Ele realizou um teste de degustação e ao final escolheu aquele que as pessoas menos tinham gostado”, comenta uma fonte familiarizada com a história da empresa. 

 

O empresário teria justificado a decisão de forma muito simples e objetiva, bem a seu estilo: “Eu não quero que as pessoas gostem de Red Bull. Eu quero que elas amem.” Solteiro por convicção e não por falta de opção, Mateschitz não tem feito outra coisa desde que descobriu o poder dos drinques energéticos: trabalhar incessantemente na marca.

 

A ideia surgiu nos anos 80, quando Mateschitz era executivo de uma multinacional e viajava com frequência para a Ásia. Em Cingapura, taxistas contaram que a bebida era o combustível usado para enfrentar longas jornadas de trabalho. De volta à Áustria, Mateschitz investiu pouco mais de US$ 500 mil para criar a Red Bull e transformá-la na bebida preferida de jovens entre 18 e 29 anos de idade que adoram passar a noite na balada. 

“Eu não sou consumidor do produto, mas admito que acompanho a empresa com muita atenção. O que eles fazem é muito fora da caixa”, diz Silvio Laban, coordenador-geral dos programas de MBA e professor de marketing do Insper. Por “fora da caixa” entenda-se as estratégias de divulgação genialmente simples que a empresa põe em prática para se promover. 

 

Com seus próprios eventos esportivos, a empresa não divide a exposição. “Também não fazem eventos para a massa porque não é a massa que interessa. É o jovem, que passa cada vez menos tempo na frente da televisão”, afirma Laban. Entre as diversas atividades promocionais da Red Bull estão uma corrida de avião – que a empresa inventou em 2001 e que levou 400 mil pessoas ao Aterro do Flamengo, em maio deste ano, só no primeiro dia de competição. 

 

Vários atletas já tentaram atravessar o Canal da Mancha a nado. Pois, em 2003, a Red Bull colocou o paraquedista Felix Baumgartner para fazer a travessia entre a França e a Inglaterra, sobrevoando o canal, sem o auxílio de motores, apenas com um par de asas. Diante dessas ideias, patrocinar um time de futebol parece até meio sem graça. Pois a marca tem duas equipes, o New York Red Bull e o Red Bull Brasil, com sede em Campinas, interior de São Paulo. No total, são mais de 600 atletas patrocinados pela empresa em todo o mundo.

 

Gente pouco conhecida do grande público, mas com credenciais junto à “galera” que consome o energético de Mateschitz. Uma das maiores criadoras de conteúdo no mundo esportivo, curiosamente a empresa até mantém perfil nas mídias sociais mais badaladas do momento – Twitter e Facebook. Mas não é um campeão de audiência. No microblog, por exemplo, tem apenas 94 mil seguidores. 

 

Pouco, considerando-se o estardalhaço que a marca faz o ano inteiro e comparando com outras empresas como a rede de cafeterias Starbucks que possui um milhão de seguidores. “Também não é por acaso”, diz o professor do Insper. “A Red Bull sabe que as pessoas estão mais interessadas em saber o que os consumidores têm a dizer sobre uma empresa do que ouvir o que a empresa fala a respeito de si mesma”, afirma Laban.  

 

A Red Bull e seu criador, o bilionário Mateschitz, realmente não querem caminhar na mesma direção em que todos estão indo. Estima-se que apenas 20% do total investido pela empresa em marketing seja gasto com a publicidade tradicional. A propaganda, cujo slogan diz que “Red Bull te dá asas”, já está devidamente fixada na cabeça do consumidor e tudo o que a empresa precisa é continuar inventando moda. E ela inventa. 

 

As novidades – ainda inéditas no mercado brasileiro – são um refrigerante à base de cola, o Red Bull Cola, e uma operadora de telefonia celular, a Red Bull Móbile, que anda fazendo sucesso na Áustria, na Suécia e na Hungria. A empresa, que já está em 160 países com seu energético, não é mais uma companhia de uma marca só e Mateschitz dá sinais de que o céu é o limite quando o assunto é criar negócios e divulgá-los ao mundo. 

 

Não é só ele que leva a máxima a sério. O estudante de engenharia Leonard Ang voltará a Salzburgo, em 2012, para defender seu título de campeão internacional de aviãozinho de papel. “Como venci a competição do ano passado, estou automaticamente inscrito para a próxima. E já estou me preparando”, diz o estudante, que, depois do título, passou a consumir ainda mais o energético com dois touros vermelhos na embalagem. E isso é tudo o que Mateschitz quer.

– Mudar o Cálculo da Inflação nos Remete aos Tempos de Collor e Sarney

 

Há certas incoerências na Política e na Economia. Nesta quinta-feira, o ministro Guido Mantega deu uma entrevista à GloboNews e, dentre tantas coisas, falou sobre a inflação. Para alcançar as metas desejadas, ele até mesmo sugeriu modificações no cálculo inflacionário, excluindo simplesmente COMIDA  e COMBUSTÍVEIS.

 

Ora, os alimentos e o óleo diesel (cujo preço norteia o frete dos alimentos) são os principais fatores de preocupação da inflação. O brasileiro será enganado na cara-dura?

 

Lembram-se das épocas do Sarney e do Collor? A inflação era absurda, e o Governo mudava a metodologia do cálculo ao seu gosto, fazendo o número que quisesse! E a população acreditava nos índices…

 

E você, o que pensa disso? Será real o índice da inflação divulgado sem contabilizar os aumentos de alimentação e combustíveis? Deixe seu comentário: