– Austrália Radicaliza na Venda de Cigarros

Contra o fumo, o governo australiano radicalizou: a embalagem dos cigarros será padronizada, com imagens fortes como já vemos no Brasil, mas sem logomarca.

Todas as caixas terão em pequenas letras o nome da marca, como “Marlboro” ou “Hollywood”. Não será permitido cores fora do padrão nem outras formas de apelo comercial.

Surtirá efeito? O que você acha disso?

Abaixo, extraído de: OPERAMUNDI (citação no link)

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/17744/australia+e+o+primeiro+pais+do+mundo+a+proibir+marca+no+maco+de+cigarro.shtml

AUSTRÁLIA É O PRIMEIRO PÁIS DO MUNDO A PROIBIR MARCA DE CIGARRO

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas

A Câmara Alta do Parlamento da Austrália aprovou nesta quinta-feira (10/11) uma lei que  proíbe a exibição de qualquer logo nas embalagens de cigarro. O nome da marca será escrito com uma fonte predeterminada, igual para todas. A decisão agora segue para a Câmara Baixa australiana para sanção, que criou o projeto de lei

A medida, que passará a valer em dezembro de 2012, preservará nas embalagens as imagens denunciando os males provocados pelo fumo (veja imagem abaixo). 

As empresas reagiram, dizendo que a decisão pode ser copiada em outros países e prejudicar as vendas. Em junho desse ano, a Philip Morris entrou com uma ação judicial contra o governo da Austrália para tentar barrar a medida. Para a Philip Morris, a medida – pioneira no mundo e elogiada pela Organização Mundial da Saúde – reduz o valor das marcas, dando margem a uma bilionária indenização para a indústria.

“Estamos insatisfeitos com a aprovação da lei – apesar de não haver evidência aparente que este movimento fará qualquer diferença para a saúde pública”, afirmou em comunicado a gigante do ramo British American Tobacco.

“A British American Tobacco Austrália sempre evitou os tribunais, mas caso seja pressionada, irá tomar todas as medidas legais cabíveis para defender sua propriedade intelectual, marcas valiosas e direito de competir como um negócio legítimo venda um produto legal. “

As autoridades australianas dizem que o fumo mata 15 mil australianos por ano e provoca custos sociais e de saúde de cerca de US$ 32 bilhões. “A indústria do tabaco está furiosa desde a primeira vez em que anunciamos esta iniciativa. Eles querem continuar vendendo seus produtos nocivos, e nós pretendemos diminuir este mercado”, respondeu a ministra da Saúde australiana, Nicola Roxon.

“Mas não vamos ser intimidados a não tomar essa decisão, apenas porque as empresas de tabaco dizem que podem combatê-la nos tribunais. Estamos prontos para tomar medidas legais”, concluiu Roxon. 

De acordo com a agência Reuters, o mercado do tabaco na Austrália gerou uma receita total de cerca de US$ 10 bilhões em 2009, acima dos US$ 8,3 bilhões em 2008, embora o fumo, em geral, esteja em declínio. Cerca de 22 bilhões de cigarros são vendidos no país a cada ano.

– A Queda na Produção de Etanol no Brasil!

Péssima notícia: a produção de álcool etílico (Etanol Combustível) caiu quase 30% no país. Os preços aumentaram, e se prevê preço de R$ 2,00 até o final de Novembro na região da Grande São Paulo.

Abaixo, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1004642-brasil-deixa-de-produzir-47-bi-de-litros-de-alcool-em-2011.shtml

BRASIL DEIXA DE PRODUZIR 4,7 BI DE LITROS DE ÁLCOOL

A produção de etanol hidratado –usado nos veículos– caiu 29% no acumulado da safra de cana-de-açúcar até outubro deste ano, se comparado ao que foi produzido no mesmo período do ano passado.

Isso representa 4,7 bilhões de litros a menos circulando no mercado. Se em 2010 a produção foi de 16,4 bilhões de litros até outubro, neste ano somou 11,6 bilhões.

Os dados são da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) e foram divulgados nesta quinta-feira. De acordo o sindicato, a queda se deve à baixa renovação dos canaviais –com a cana mais velha, ela produz menos–, ao reflexo das secas dos dois últimos anos e da geada deste ano e ao fenômeno do florescimento da cana.

Frente ao cenário de crise, as indústrias priorizaram a produção de anidro –etanol que vai misturado à gasolina– para segurar o preço do combustível. Segundo a Unica, a produção do anidro aumentou 15% em relação à safra passada.

– Ypióca para encher o Tanque!

O alto preço do álcool combustível (etanol) tem atiçado outras empresas a investirem, buscando lucro. Agora, a cachaçaria Ypióca quer entrar no ramo. E quer produzir Etanol para a venda ao consumidor.

Experiência com álcool “bebível” a empresa já tem, agora, com o “combustível”…

Extraído de: http://www.brasilagro.com.br/index.php?/noticias/detalhes/11/39814

INVESTIMENTO DA YPIÓCA VISA O MERCADO DE ETANOL

Bom preço do combustível leva grupo cearense a investir para ampliar área de cana-de-açúcar. Com recursos próprios e do BNDES, produção de cana da empresa dobrará para 50 mi de toneladas em 5 anos.

O aumento de preço do álcool está atraindo a cachaçaria cearense Ypióca para a produção de combustível. A empresa vai investir R$ 45 milhões nos próximos cinco anos para expandir sua área de cana-de-açúcar plantada e gerar excedente de matéria-prima para atender o projeto.

O objetivo é atender até 40% da demanda cearense de álcool anidro. Os recursos virão do próprio caixa da empresa e do BNDES. A produção de cana-de-açúcar da empresa, atualmente em 25 milhões de toneladas, atingirá 50 milhões no período. “Teremos uma opção para aproveitar o que proporcionar maior valor por litro. E o álcool passou a ser vantajoso ao nível atual de preço”, afirma Everardo Telles, presidente da empresa.
As usinas pernambucanas, as mais próximas do Ceará, ficam a 800 km de distância. De acordo com Telles, a Ypióca aproveitará a capacidade de processamento das usinas -de suas quatro unidades, três já possuem capacidade para produzir cachaça e álcool- e, com isso, vai diminuir a dependência de combustível comprado de outros Estados. A Indústria Tatuzinho, dona das marcas Velho Barreiro e Leãozinho, fez essa adaptação há seis anos em uma de suas unidades produtivas, no engenho de São Pedro, na região de Piracicaba.
“Aproveitamos a sobra de cana-de-açúcar do grupo, mas as unidades de negócio de álcool e cachaça são independentes”, afirma César Rosa, presidente da empresa, controlado pelo Grupo Tavares de Almeida. Ainda assim, a produção de aguardente continua lucrativa e atrai novos players. O grupo italiano Davide-Campari-Milano adquiriu, em agosto, a brasileira Sagatiba.

A dona das marcas Campari e da vodka Skyy pagou US$ 30 milhões a Marcos de Moraes, fundador da Sagatiba, além de um percentual de 8% de “earn out” (participação sobre os lucros até níveis pré-estabelecidos).

A Ypióca, que tem 80% de sua receita de R$ 300 milhões procedente da cachaça, estima crescer 8% nas vendas deste ano. “O lançamento de produtos voltados a nichos mais caros também colabora para isso”, diz Telles (Folha de S.Paulo, 4/11/11)

– Deu no Wall Street Journal: a ituana Schincariol agora é 100% Japonesa!

Deu até no Wall Street Journal: Kirin compra o restante das ações da Schincariol e agora é dona 100% da empresa.

Em: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203716204577016774143596152.html

KIRIN BUYS REMAINING SHARES OF BRAZIL’S SCHINCARIOL

By HIROYUKI KACHI

TOKYO—Kirin Holdings Co. said Friday it has bought all the shares it doesn’t already own in Brazilian brewer Schincariol for around $1.3 billion, continuing its march into emerging markets after a three-month wrangle with Schincariol shareholders opposed to the deal.

Coming the same day as it halved its net profit outlook for the current fiscal year, the Tokyo-based beverage company said it has bought all outstanding quotas of Jadangil Participacoes e Representacoes Ltda., which holds 49.54% of Schincariol’s outstanding shares, as well as a 0.01% stake from other minority shareholders. The purchase, valued at 2.35 billion reals, or ¥105 billion, will be funded through cash and loans.

In August, Kirin agreed to buy a 50.45% stake in the closely held Brazilian beer and soft drinks company in a deal valued at about $2.56 billion. But Kirin’s attempts to take over the rest of the company hit a snag after Schincariol minority shareholders gained a provisional injunction in a local court to block its efforts.

A Brazilian court last month lifted the injunction, however, clearing the way for Kirin to take over the rest of Schincariol.

“We believe the latest deal will allow us manage with lots of flexibility,” said Kirin managing director Hirotake Kobayashi at a news conference. He said all Schincariol family members will withdraw eventually from the company.

Buoyed by the strong yen, Japanese food and beverage companies are ramping up their overseas merger-and-acquisition activities as domestic demand stagnates due to a shrinking population, changing consumer tastes and weak economic growth.

Brazil’s beer consumption jumped 11% in 2010, according to the country’s National Brewing Association, compared with a growth rate of about 1%-2% in the U.S. and shrinking Japanese beer consumption. For Kirin, which owns all of Australia’s Lion Nathan Ltd. and 48% of San Miguel Brewery Inc. of the Philippines, the takeover will give it access to a fast-growing emerging market outside of Asia and Oceania.

Schincariol started out in 1939 as a seller of soft drinks, and now also has a range of popular beer brands. Its soft drink Itubaina is still popular in the interior of Sao Paulo state, where Schincariol’s headquarters are located.

Asked about a combined price tag worth ¥300 billion to buy the entire stake, Mr. Kobayashi said “the amount of the purchase is reasonable on a basis of anticipated strong growth potential in the Brazilian market.”

He said Kirin initially sought to manage the Brazilian brewer with the cooperation of minority shareholders.

But Mr. Kobayashi said further large-scale M&As for Kirin, which would mean additional bank loans, would be difficult at this moment. He said Kirin has no intention of using equity financing to conduct more M&As.

Separately on Friday, Kirin, which will include Schincariol in its earnings results starting in the next business year, which ends December 2012, halved its net profit outlook for this fiscal year to ¥27 billion from ¥52 billion due to writedowns on its stock holdings amid recent financial market turmoil. It left its sales estimate unchanged at ¥2.11 trillion.

– Grécia: pé-na-bunda do Euro é bom ou ruim?

A Crise Grega que pode contaminar o mundo inteiro tem dia decisivo hoje: continua com o Euro ou abandona?

Minha opinião: o Euro arrebentou com economias frágeis como a grega; e a Grécia arrebentou com as contas européias em geral. Portanto…

E tudo isso começou com a gastança desenfreada das Olimpíadas de Atenas!

Abaixo, extraído de:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/11/02/europa-da-ultimato-a-grecia-sobre-permanencia-na-eurozona.jhtm

EUROPA DÁ ULTIMATO À GRÉCIA

Os principais dirigentes europeus deram um ultimato à Grécia nesta quarta-feira para que o país decida se fica ou se deixa a Eurozona, sendo que esta última alternativa implicaria no imediato bloqueio da ajuda financeira, tida como essencial para sua recuperação econômica.
“Esperamos prosseguir na Europa com nossos amigos gregos”, disse o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em uma coletiva de imprensa conjunta com a chefe do governo alemão, Angela Merkel, realizada após o término de uma reunião com o primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreu, em Cannes (sul da França).

Contudo, segundo o presidente francês, caso a Grécia queira continuar na Eurozona, “precisa respeitar as regras”. “Se as regras do jogo não forem aceitas, nem a União Europeia (UE) nem o FMI irão entregar nem mais um centavo à Grécia”, completou.

Sarkozy e Merkel convocaram Papandreu para que este desse explicações sobre a surpreendente decisão sobre o referendo que pode derrubar o pacote de medidas adotado com muitas dificuldades na quinta-feira passada em Bruxelas.

Antes do encontro, Sarkozy e Merkel se reuniram com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e as máximas autoridades europeias, Herman Van Rompuy e José Manuel Barroso, assim como o chefe do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker.
A Grécia esperava receber nos próximos dias os 8 bilhões de euros correspondentes ao sexto e último lote de crédito de 110 bilhões de euros concedidos pela UE e pelo FMI em maio do ano passado, vitais para o pagamento de pensões e salários antes do final do ano.

Segundo Lagarde, sua opinião sobre a continuidade do empréstimo à Grécia está vinculada ao resultado do referendo que esse país planeja organizar sobre o plano anticrise da Eurozona.

“Quando for realizado o referendo, e se forem tiradas todas as incertezas, farei uma recomendação ao conselho de administração do FMI sobre o sexto lote de ajuda para sustentar o programa econômico da Grécia”, afirmou Lagarde em um comunicado divulgado em Washington

O FMI e a Grécia concluíram em 11 de outubro um acordo sobre as condições de entrega deste lote, que ainda deve ser validado pelo conselho de administração.

Papandreu, que anunciou o referendo na segunda-feira à noite sem ter consultado os credores internacionais de Atenas, disse nesta quarta-feira que a consulta popular deve acontecer no dia 4 de dezembro e que tratará justamente da continuidade (ou não) da adesão da Grécia à Eurozona.

“O essencial não é a questão do plano de resgate unicamente, mas sim se queremos permanecer na Eurozona”, declarou à imprensa o primeiro-ministro grego após a reunião convocada em Cannes, às vésperas do encontro do G20.

Lagarde afirmou que é preciso que a Grécia tome uma posição o quanto antes “para que se decida sobre a execução do acordo da reunião do dia 27 de outubro”, realizada em Bruxelas.

O acordo em questão prevê entre outras coisas o perdão de 100 bilhões de euros da dívida da Grécia por meio de credores privados.

O FMI acordou em maio de 2010 um empréstimo de 30 bilhões de euros ao país, a ser entregue ao longo de três anos, e dos quais até o momento foram desembolsados 17,400 bilhões.

O anúncio do referendo caiu como uma bomba nos mercados, que sofreram enormes perdas na terça-feira. Nesta quarta-feira, no entanto, houve uma tímida recuperação.

O fundo de resgate europeu, no entanto, se viu obrigado a anular uma emissão de bônus pela qual previa captar 3 bilhões de euros (4,1 bilhões de dólares) para Irlanda, devido ao “deterioramento das condições nos mercados”, disse Christof Roche, porta-voz do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF)

A chanceler alemã afirmou por suz vez que, apesar de a situação ser “extremamente séria”, nem Paris nem Berlim “abandonarão o euro”.

“Se o povo grego disser que não deseja permanecer na Eurozona, nós respeitaremos essa decisão, mas não abandonaremos o euro”, disse Merkel, após indicar que tanto Alemanha quanto França querem continuar ajudando a Grécia.

– A Incrível Falta de Professores da USP

Sobram vagas para professores de Economia na USP?

É mais ou menos isso… A redução no quadro docente e a falta de especialistas em algumas áreas tem feito a USP mudar a grade curricular para poder tocar seus cursos. 

Extraído de OESP, 08/08/2011, pg A15 

FEA-USP PERDE DOCENTES E REVÊ GRADE DE CURSO

Por Carlos Lordelo

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP vai enxugar a grade do curso de Economia em razão da falta de professores para lecionar matérias optativas eletivas. Das 50 disciplinas à disposição dos alunos, cerca de metade é oferecida com regularidade. Os estudantes precisam cursar entre 9 e 13 para se formar.

Departamento de Economia da FEA tem hoje 69 professores. Desses, 17 já passaram da idade de se aposentar e 3 estão licenciados. Há duas décadas, estima-se em 120 o número de docentes. À medida que o contingente foi diminuindo, algumas disciplinas praticamente deixaram de existir, pois haviam sido criadas como resultado de pesquisas de professores.

Alunos dizem que matérias como Economia Agrícola, Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Economia e Responsabilidade Social não abrem turmas há pelo menos três anos.

A faculdade enfrenta dificuldades para recompor o quadro de professores, entre outros motivos, por causa do aquecimento da economia. Profissionais bem formados estão sendo disputados pelas empresas. Além disso, a FEA sofre concorrência de instituições privadas – como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Insper – que também atraem professores iniciantes. No ano passado, a USP não conseguiu preencher duas vagas abertas para docentes de Economia.

A reportagem tentou contato com o diretor da FEA, Reinaldo Guerreiro, mas ele está viajando. O chefe do Departamento de Economia, Denisard Alves, e a coordenadora do curso, Vera Fava, não quiseram se manifestar.

Os professores do departamento têm até o dia 2 de setembro para votar as mudanças na grade. As alterações ainda devem ser apreciadas por órgãos colegiados da FEA e da universidade. Se aprovadas, passarão a valer para os ingressantes a partir de 2013.

Duas propostas estão em jogo. A primeira, da coordenadora Vera Fava, prevê a reorganização das eletivas em 10 módulos – matérias de seis créditos-aula e dois créditos-trabalho que seriam ministradas por entre dois e quatro professores. Além das obrigatórias, o aluno cursaria cinco módulos para se formar. Hoje, duas matérias funcionam nesse esquema: Organização Industrial e Antitruste e Avaliação de Políticas Sociais. Créditos-trabalho servem para compensar o aluno pelas atividades extraclasse.

A outra sugestão veio do professor Rodrigo De Losso. A ideia é adicionar dois créditos-trabalho às obrigatórias centrais do curso (Macroeconomia, Microeconomia e Econometria), o que implicaria a redução da carga horária destinada às matérias optativas de 26% da grade para 16%. “Temos muito mais eletivas no currículo do que seria salutar, considerando o número de professores do departamento”, disse o docente ao Estadão.edu.

Pela proposta, a FEA também teria de fazer uma faxina nas optativas de Economia, sendo obrigada a oferecer 15 disciplinas todo ano. Para colar grau, o aluno precisaria pegar oito. “Queremos que nosso aluno seja um exemplo de formação em Economia.” Segundo De Losso, as mudanças vão aumentar a eficiência do departamento. “Hoje é uma confusão, porque tem um monte de disciplinas em que professores ministram aulas para 10, 12 alunos.”

DEBATE: Estudantes ouvidos pela reportagem sob a condição de anonimato fizeram ressalvas às duas propostas, mas dizem preferir a do professor De Losso. Eles acham a ideia dos módulos difícil de ser executada porque exige sintonia entre os docentes que lecionam a mesma disciplina. “Além disso, acabaria com as matérias atuais e passaríamos a ter eletivas totalmente novas”, afirmou uma aluna do 2.º ano.

Por outro lado, disse essa mesma estudante, a limpeza proposta por De Losso facilitaria a vida do aluno na hora de planejar sua formação. “Da forma como é hoje, não dá para saber quais e quando as eletivas serão oferecidas.”

Apesar de não ter feito nenhuma optativa até agora, um calouro acredita que a mudança do currículo vai afetar a “pluralidade” do curso. “A universidade deveria ser um espaço de debate. Quanto menos professores e matérias, menos espaço para a circulação de ideias.”

Outro aluno, do 3.º ano, se diz preocupado porque a faxina na grade poderia deixar de fora disciplinas que são ministradas por docentes aposentáveis, a exemplo de Economia Política Contemporânea e Metodologia da Economia. “As propostas são uma ameaça à diversidade que poderíamos ter em nossa formação. Mas a falta de professores talvez seja uma realidade a que temos de nos adaptar.”

– Jogos Pan Americano de Guadalajara. Valeu?

Na classificação final do Pan, o Brasil ficou em 3º lugar, perdendo para os EUA e Cuba. Como o critério é classificar por conquistas de medalhas de ouro, somos a 3ª força esportiva das Américas. Mas se o critério fosse o quadro Geral de Medalhas (o que acho mais justo), passamos a ter a 2ª colocação.

A ODEPA (organizadora do evento) disse que foram os melhores jogos da história, superando os do Rio de Janeiro.

Aí vem a inevitável questão: os jogos da cidade mexicana custaram ¼ do que da cidade carioca. O que podemos falar?

– iPad mais caro do Mundo? No Brasil, off course…

Dona Dilma estará em Jundiaí dia 12 de novembro para inaugurar a fábrica da Apple (que já trabalha produzindo os iPhones brasileiros). Logo, fabricará também os iPads.

Sabiam que o brasileiro é quem paga o preço mais caro do mundo deste tablet?

Abaixo (Superinteressante, pg 19, Ed Nov/2011)

Brasil R$ 1.649,00

Nigéria R$ 1.420,00

Noruega R$ 1.240,00

Alemanha R$ 1.200,00

Japão R$ 1.100,00

China R$ 1.090,00

Cingapura R$ 960,00

México R$ 950,00

EUA R$ 940,00.

Leve em conta o seguinte: no Brasil, o iPad corresponde a 8,3% do PIB anual de um brasileiro. Em Cingapura, por exemplo, equivale a 0,9%. Trocando em miúdos: pelo que eles ganham, e nós ganhamos, o impacto no salário de um iPad é 10 vezes menor para eles…

Dá-lhe impostos!

– Administração de Empresas & Mal de Alzheimer: o Sofrimento da L’Oreal

A mulher mais rica da Europa é a francesa Liliane Bettencourt, com 89 anos. Ela é dona da L’Oreal, gigante dos cosméticos.

Entretanto, a executiva sofre de Mal de Alzheimer. E uma briga judicial a afastou do comando da empresa. A filha dela a processou! Alegou que o império financeiro estaria sendo prejudicado pela saúde da matriarca.

O que fazer?

Quem sofre dessa doença tem dificuldade de aceitá-la. É um dos males que mais temo! Entendo a posição da filha, mas… precisa ir à Justiça?

– Caiu (por enquanto) o Imposto do Carro Importado. E quem comprou Semana Passada?

Olha que analfabetismo jurídico do Governo Federal: por decreto, aumentou-se o imposto de carros importados em até 30%.

Entretanto…

O STF suspendeu o aumento, pois o prazo para qualquer tributo entrar em vigor, constitucionalmente, é de 90 dias.

Ninguém sabia disso em Brasília? Para os leigos, tudo bem. Mas para o pessoal da Economia do Planalto?

Aí está o problema: e quem comprou carro nesse período em que o imposto vigorou?

Simples. É “só” entrar na Justiça…

– Os Ciclos de Consumo

Amigos, leio com atraso uma edição da Revista Exame (972, de 28/07/2010), com uma sensacional matéria sobre os Ciclos de Consumo (não sei como pulei essa edição…)

Na reportagem, a divisão dos ciclos de consumo ocorre em 3 etapas;

1) Ciclo do QUERO TER MAIS

– anseio de querer conquistar mais e incorporar o que está fora do orçamento, de comprar o que eu antes não poderia.

2) Ciclo do QUERO SABER MAIS

– anseio em investir em educação, internet, consumir livros e outras fontes de informação. Conciliar o poder aquisitivo e o saber.

3) Ciclo do QUERO EXPERIMENTAR MAIS

– anseio a vivenciar novas experiências, como viajar de avião, freqüentar teatro ou consumir produtos e serviços antes críveis como inusitados.

A íntegra está no link: CONSUMO, A FORÇA QUE MOVE A ECONOMIA

– Os iPhones de Jundiaí já estão sendo produzidos!

Parece roteiro de filme. A nova unidade da Foxcoon de Jundiaí, na surdina, quietinha, e com cláusula de sigilo aos funcionários, já produziu os primeiros smartphones da Apple aqui na Terra da Uva. Tanto que a fabricante do iPhone correu até risco de greve!

Abaixo, do Jornal de Jundiaí de hoje:

FOXCONN TEM 1,4 MIL FUNCIONÁRIOS E JÁ PRODUZ IPHONE

Por Patrícia Baptista

Matéria no link: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=1&Int_ID=161660

– Wikinomia

Li uma entrevista de Don Tapcost numa edição antiga da Revista Veja (Ed 2212, Páginas Amarelas). Ele é um consultor em Economia e Tecnologia e abordou um tema interessante: a Wikinomia.

O que seria isso?

Seria a Economia Colaborativa, termo usado para falar no aprendizado e na colaboração de compartilhamento de conhecimentos de diversos setores da sociedade no mundo corporativo. Com o advento das redes sociais, há muita interação e comunicação; as pessoas aprendem mais e difundem seus conhecimentos, muitas vezes gratuitamente.

Quer um exemplo prático? Se você acabou de aprender algo novo neste post ou em qualquer outro assunto do blog e compartilhou com alguém, acaba de ser uma agente wikinômico. E como li sobre esse assunto e escrevi, também eu me tornei um ator da wikinomia.

Inteligência e comunicação são coisas fantásticas, não?

Segundo Tapcost, a sociedade tende a ser cada vez mais wikinômica. E você, concorda com isso? Deixe seu comentário:

– Crise Grega e Banco Belga

A crise européia está feia, não?

A Grécia quase falida, precisando de um bilionário empréstimo da UE para sobreviver. E a própria Europa sente os efeitos do seu membro endividado.

Nessa última semana, o maior banco belga foi estatizado para não quebrar. Tão sólida que é a Bélgica, e os efeitos já são perceptíveis. Que se dirá dos demais…

– As Melhores Empresas para Trabalhar, Segundo a Época

A revista Época, Ed especial 6, trouxe a lista das 100 melhores empresas para se trabalhar. E em destaque, as 12 primeiras:

Google

Caterpillar

Kimberly-Clark

Laboratório Sabin

Gazin

Magazine Luiza

SAS

Ticket

JW Marrior TJ

Accor

Volvo

Microsoft

CARACTERÍSTICAS DIVERSAS:

A melhor em Serviços: Google

A melhor Indústria: Caterpillar

A que mais cresceu: McDonald’s

A que melhor treina: Unimed Missões

A mais procurada: Bradesco

A que mais contrata: McDonald’s

A melhor em qualidade de vida: Spice Gourmet

A que mais promove: Endesa

A que mais contrata mulheres: Apetit

A que mais contrata jovens: McDonald’s

A que possui mais escolaridade: Google

A que mais ouve sugestões: Magazine Luiza

Para a lista completa, acessar Época Negócios e o link com o tópico: “As Melhores Empresas para Trabalhar

– Greve dos Bancos e Cheques sem Fundos

Para quem usa a Internet corriqueiramente, consegue contornar a Greve dos Bancos. Claro que não é a maioria da população.

Mas, apesar de todas as comodidades e alternativas da eletrônica, ainda fica um grave problema: e os estabelecimentos comerciais que precisam retirar cheques devolvidos de clientes em suas agências? Como ficam?

Ficamos sentados, com o pires na mão…

Aqui em Jundiaí, a coisa tá feia. As poucas agências estão hiperlotadas. E hoje é dia 05. Imaginem como será o dia…

– 11 bilhões de Euro e a tristeza das Olimpíadas de Atenas.

Quer dizer que a Grécia se arrepende amargamente da realização das Olimpíadas de 2004?

Ao custo de 11 bilhões de dólares, o evento arrebentou com o país e o governo corta toda a verba do Esporte para compensar o déficit.

Rio-2016, abra o olho!

– Quadruplicamos as Importações de Gasolina

Patrick Santos, da Rádio Jovem Pan, entrevistou nesta manhã um professor da USP (desculpem-me o esquecimento do nome dele), sobre a crise dos combustíveis no país. E trouxe dados importantes:

-A política do etanol é cada vez mais favorável aos usineiros, e não ao consumidor.

Quadruplicaremos a importação de gasolina nesse ano.

-Reduziu-se a Cide em R$ 0,04 por litro da gasolina importada, mas que devido ao aumento de 4X na importação, não surtirá percepção nas bombas.

O lucro da Petrobrás é o maior da história da empresa no atual período.

Algo a comentar? Nada… mais claro do que isso, impossível.

– As atrações do Daguestão

A pequena ex-república soviética do Daguestão, encravada no meio da Rússia, deve ter algo de especial que nós não conhecemos.

Após a eliminação da Libertadores da América, o lateral-esquerdo Roberto Carlos foi para lá, no Anzhi, evidentemente, por um caminhão de dinheiro. Está certo, foi garantir uma aposentadoria polpuda.

Lá chegando conquistou a simpatia de muitos e convenceu outros brasileiros a irem para o time. Também atuou como intermediário de atletas de outras partes do mundo, conselheiro, candidato à presidente do clube no futuro, representante oficial, embaixador, e… agora, técnico!

Uau. Que paixão pelo clube. Ares do Daguestão?

– Cuba Liberal? Pero no mucho…

Enfim a ditadura castrista está aliviando. Mas não muito.

A partir de Outubro, os cubanos poderão comprar carros! É. A charmosa mas sucateada frota do tempo anterior a revolução comunista de lá vai ganhar a companhia, depois de mais de 50 anos, de carros 0 km.

Mas calma lá: para o consumidor cubano, além do imposto de 4% obrigatório, terá que comprovar renda, origem do dinheiro e condições de manutenção do veículo.

Tava pensando que eles liberaram geral? Lêdo engano… Ditadores não se deixam levar por apelos.

E você? Crê que a ilha está mais democrática ou não? Deixe seu comentário:

– IPI reduzido aos carros do Uruguai?

Hum… dias atrás a presidente Dilma aumentou o IPI para carros não-nacionalizados em até 65%. Ontem, abriu exceção aos produzidos no Uruguai.

Claramente um benefício às montadoras chinesas, que montam seus carros por lá e redistribuem aqui, não? Ou há alguma dúvida?

– Os Novos Parceiros dos Universitários: Igrejas e ONGs

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu uma nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

– Google é a Marca Mais Valiosa do Mundo

Nos meus tempos de criança, a Coca-Cola era indiscutivelmente a marca mais famosa do mundo, sem precisar de pesquisa ou coisa que o valha.

Hoje, a marca mais valiosa do mundo, segundo a BrandFinance, é a Google.

Extraído de Revista Isto É, Ed 2159 d e30/03/2011, pg 28, Coluna A Semana

GOOGLE AGORA É A MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

Por Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva

Quanto vale a marca Google? Vale US$ 44,3 bilhões, de acordo com a empresa de consultoria BrandFinance. Trata-se da marca mais valiosa do mundo. Em segundo lugar está a Microsoft, avaliada em US$ 42,8 bi. A marca brasileira que conseguiu a melhor classificação no levantamento é o Bradesco: vale US$ 18,7 bi e é a 28ª no ranking. Pela 1ª vez a Coca-Cola não está entre os 10 primeiros colocados – caiu para a 16ª posição.

– Mercado de Cervejas no Rio & Carnaval

Me surpreendi com a nota da Revista Exame sobre as cervejas no RJ (segundo Marcelo Onaga, Coluna Primeiro Lugar (23/03/2011). Para 2012, deixará de existir o badaladíssimo Camarote Brahma no Sambódromo, passando a existir o Camarote Antárctica. Motivo: o mercado cervejeiro. Aliás, lá as cervejas mais vendidas são:

1) Antártica

2) Skol

3) Itaipava

4) Brahma

Não imagina que a Antártica ainda fosse líder em algum estado. Destaque que, das 4 mais vendidas, 3 são marcas AmBev…

– O Aumento do IPI dos Carros Importados? Micou comprar carro estrangeiro?

O aumento do IPI para carros 1.0 importados de 30 pontos percentuais (não é de 30%, mas acréscimos em pontos percentuais, além da alíquota de até 55% para os 2.0), assustou o mercado.

A JAC Motors disse que não é mais interessante fabricar no Brasil. A KIA e a Hyundai chiaram. O que fazer?

Extraído de: http://omundoemmovimento.blog.uol.com.br/arch2011-09-01_2011-09-30.html#2011_09-16_13_20_07-142809534-0

QUEM PERDE MAIS: COREANO, CHINÊS OU LUXUOSO? É VOCÊ!

Por Joel Leite

O governo atendeu as montadoras e impôs um pesado imposto aos carros importados: aumento de 30 pontos percentuais do IPI. O imposto do carro 1.0, por exemplo, sobe de 7% para 37%. Carro acima de 2.0 vai pagar 55% de IPI.

Mas os fabricantes não eram contra o aumento de imposto? Pois é, mas desta vez eles comemoraram.

O governo usou uma estratégia para que o imposto não seja considerado inconstitucional como dupla taxação, uma vez que já é cobrada dos importados a alíquota de importação de 35%. A medida, em tese, taxa todos os carros, e retira o aumento do IPI para carros que com até 65% de nacionalização, quer dizer: todos os carros fabricados no Brasil (veja matéria).

Mas os maiores importadores são as próprias montadoras: elas trazem 75% dos carros estrangeiros vendidos no Brasil. Porém esses carros não serão taxados, porque eles fazem parte dos acordos com o Mercosul e do México.

Então pra quem é esse imposto? Para os importados dos EUA, Europa e da Ásia, mas principalmente para os chineses e coreanos, que chegaram trazendo carros baratos e equipados, forçando os fabricantes a baixarem os preços e equiparem os seus produtos.

O remédio foi muito forte, pois a tal invasão chinesa é uma falácia. Os chineses representam apenas 2% do mercado (veja matéria).

Agora os carros fabricados no Brasil estão duplamente protegidos. O resultado da medida do governo será imediato. Portanto não estranhe se nos próximos dias os carros que baixaram de preços para disputar o mercado com os chineses voltarem ao preço “normal”, isto é: mais alto, e sem equipamentos.

Por outro lado, veja o que vai acontecer com chineses, coreanos e modelos de luxo como Mercedes, BMW, Audi e as linhas complementares das montadoras instaladas aqui.

Os importadores ainda estão fazendo as simulações para definir os novos preços, mas calcula-se que a inclusão dos 30 pontos de IPI vai resultar num aumento entre 25% e 28% no preço final.

Claro que a queda de preço não será linear, pois muitas marcas têm gordura pra queimar e podem absorver parte do prejuízo. Mas considerando um aumento de 25%, o importado mais barato do Brasil, o Chery QQ, vai ficar R$ 6 mil mais caro, passando de R$ 24 mil para R$ 30 mil a partir de hoje. O Face, da Chery, subiria de R$ 33 mil para R$ 41,2 mil e o J3, da JAC, de R$ 37,9 mil para R$ 47,4 mil.

As boas vendas do Soul e do Cerato, que estavam incomodando os concorrentes mesmo pagando 35% de alíquota, certamente vão cair com esse 28% de aumento. O Soul deverá custar R$ 73,8 mil a partir de hoje e o sedã Cerato R$ 66,8 mil (custava R$ 53,4 mil até ontem). Já o preço do Sportage poderá subir de R$ 83,9 mil para R$ 105 mil e o Hyundai ix35, que custava R$ 85 mil agora pode chegar a R$ 106 mil. Também os carros de luxo serão sobre taxados e poderão aumentar o preço em torno de 25%.

Então, qual será o resultado real da medida anunciada pelo governo com o objetivo de “inovar a indústria nacional”?

Raciocine comigo: o carro importado vai subir de preço. O carro fabricado no Brasil, sem concorrentes que o incomodavam, também vai subir de preço. Conclusão: o carro em geral, importado ou fabricado aqui, vai ficar mais caro. Quem vai pagar a conta da inovação é você.

– Ministro fala sobre iPad em Jundiaí

O Ministro da Ciência e Tecnologia Aloísio Mercadante disse que:

a fábrica de iPads em Jundiaí está pronta (…) e muitos duvidaram que isso aconteceria (…) Em dezembro os iPads estarão no mercado, será a primeira produção fora do território chinês.”

Ótimo. Mas… e aquela história – do PRÓPRIO MINISTRO COM A PRESIDENTE DILMA – de que com a chegada da fábrica, teríamos na cidade 300 mil empregos, cidade FoxConn, US$ 12 bi… Não era bem assim?

Quer comentar? Espaço aberto:

– Mercado de Veículos: quem tem razão?

Pelo menos 2 diários noticiaram hoje que sobram carros nos pátios das montadoras. Mas as vendas aumentaram em 6% no último mês e a produção em 7%. Contradição ou não?

A ANFAVEA dá seu veredicto: estamos em crise no setor automobilísticos devido aos carros importados, cujas vendas dispararam nos últimos meses.

Crise ou não? Deixe seu comentário:

– Banco Econômico e Nacional: quebrados, mas com dinheiro!

Banco quebra. Banqueiro, não.

Tal verdade deixará de existir. O governo Dilma recuperará alguns bancos que quebraram nos anos 90.

Sabe qual o valor do perdão da dívida? É de quase 20 bilhões de reais!

Lembrem-se disso quando voltarem a pregar a nova CPMF… Ou quando pedirem seu voto!

E aí, o que acham disso? Dinheiro bem gasto ou não? Deixe seu comentário:

– A Doce ilusão Sucroalcooleira: a Cana-de-açúcar já não é tão barata…

Matéria pertinente de Reneé Pereira, no Estadão de ontem (05/09/2011, Caderno Negócios) pg B1, mostra: a Cana-de-açúcar da Tailândia, da África do Sul e da Austrália já bate a nossa.

Motivos? Baixa produtividade, alta no preço do açúcar e fim da euforia do etanol. Abaixo:

CANA BRASILEIRA JÁ NÃO É MAIS BARATA

Brasil perdeu a liderança no ranking de menor custo de produção do mundo para países como Austrália, África do Sul e Tailândia.

A abundância de terra agricultável, o clima favorável e a vasta experiência do produtor já não são mais ingredientes suficientes para garantir a enorme competitividade que fez do Brasil o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. Nos últimos três anos, a combinação entre alta dos custos internos, câmbio e a euforia dos investidores com o etanol acabaram tirando o País da liderança do ranking de menor custo de produção da cana.

Na frente do Brasil, já estão Austrália, África do Sul e Tailândia. Há quem diga que Colômbia e Guatemala também têm conseguido produzir açúcar a um custo menor, mas eles não constam nas estatísticas oficiais. Embora sejam países com pequena produção comparada ao Brasil, o resultado reflete o momento mais delicado da indústria nacional de cana-de-açúcar. A escalada dos preços do etanol, por exemplo, levou o governo a anunciar na semana passada a redução da mistura do combustível na gasolina – uma forma de ampliar a oferta de álcool hidratado na bomba.

No açúcar, embora os preços estejam elevados no mercado internacional, não há grandes problemas. Mas o aumento do custo do Brasil, que responde por quase 50% do mercado mundial, tem reanimado até mesmo a indústria de açúcar de beterraba na Europa, afirma o presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-sul do Brasil (Orplana), Ismael Perina. “Há sete anos, esse produto estava inviável. Agora voltou a ficar viável, o que é ruim para o País.”

Segundo dados da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), de 2005 para cá, os custos de produção cresceram cerca de 40% – de R$ 42 por tonelada de cana para R$ 60. Uma série de fatores explicam esse avanço. Alguns deles provocados pela extensa lista do chamado custo Brasil, como a valorização do real e a carga tributária elevada, que reduz a competitividade das empresas nacionais. Outros foram criados pela própria expansão do setor, como a falta da mão de obra.

O problema surgiu com o início da mecanização da colheita de cana, que deverá atingir 100% em 2014. Embora seja mais barato, o processo pegou o setor despreparado. Não havia frota suficiente para fazer a colheita e a mão de obra, antes acostumada a usar facões para cortar a cana, não sabia manusear tratores e colheitadeiras equipadas com alta tecnologia. Resultado disso foi o aumento no preço das máquinas e dos salários do setor.

“Além disso, o canavial não estava preparado para a colheita mecanizada, que exige um espaçamento diferente no plantio. Isso reduziu de forma significativa a produtividade”, afirma o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues. Até hoje, diz ele, não se encontrou uma solução econômica para a palha que é retirada durante a colheita. “Se for junto com a cana para a usina, isso aumenta o custo de transporte. Se ficar no canavial, pode trazer pragas.”

– Dia “de Mim”?

As Lojas Cem têm uma propaganda curiosa. Criaram o “Dia de Mim”, onde o consumidor é levado a refletir sobre fazer agrados a si próprio (consumindo na própria rede, é claro).

Mas sabe que essa idéia é interessante?

Sinceramente, penso que muitas vezes é bom fazer umas concessões, se auto-mimar. Creio que seja necessário para espairecer.

Agora, verdade seja dita: carece de dinheiro para essas coisas…

– A Crise Brasileira dos Combustíveis

A partir de 01 de Outubro, teremos 5% a menos de álcool na formulação da Gasolina. Tal medida visa evitar a falta de Etanol nas bombas. Mas, por tabela, teremos 5% a mais de Gasolina na sua composição, o que eleva o preço do produto.

Segundo a Revista eletrônica “Posto Hoje”, Ed 05/09/11, a Petrobras terá que importar Gasolina e ainda assim faltará Etanol.

O que fazer? Um país que cresce e sem combustível para rodar a sua frota… Bolsos, cuidado!

DIRETOR DE ABASTECIMENTO DA PETROBRAS DIZ QUE A EMPRESA IMPORTARÁ GASOLINA

A Petrobras terá de importar toda a gasolina extra necessária para compensar a redução da mistura de etanol anidro no combustível a partir de outubro, já que suas refinarias estão “no limite da capacidade”, disse o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. “Fizemos no ano passado um esforço para aumentar a oferta, mas agora não temos mais condições de aumentar a produção de gasolina. Com as refinarias existentes não dá, chegamos no nosso limite”, afirmou o executivo em entrevista à Reuters sexta-feira. “Então qualquer variação de demanda – e obviamente que a mudança dos 25% para 20% do anidro na gasolina vai provocar um aumento de demanda – vai ser via importação, não tem saída”, acrescentou.

FALTARÃO 900 MILHÕES D ELITROS DE ETANOL NO BRASIL

A consultoria Datagro prevê que, mesmo com importação anunciada por produtores e a redução na mistura de etanol anidro na gasolina de 25% para 20%, vão faltar em torno de 900 milhões/l de etanol para atendimento da demanda da frota flex. “Pelo menos esse swap de etanol está sendo mais vantajoso para o Brasil, já que há um prêmio no valor das exportações em razão da certificação de biocombustível avançado, diferencial que o etanol de milho não possui”, afirma o diretor da consultoria, Plínio Nastari. Segundo Nastari, o aumento de preços é o único mecanismo de mercado disponível no curto prazo para tentar evitar a escassez nas bombas. A estimativa mais recente da Datagro aponta uma moagem de cana de 565,8 milhões/t em 2011 , contra 620 milhões/t verificada em 2010. Como a convivência com preços mais elevados será uma realidade nos próximos três anos, pelo menos, Nastari propõe que o governo, em paralelo à criação de uma política adequada para o setor, adote medidas que, de um lado ampliem a tributação sobre combustíveis fósseis, e por outro ofereçam ao consumidor uma recompensa pelo uso do etanol. “O consumidor acumularia créditos por utilizar uma fonte de baixo carbono”. O diretor da Datagro explica que há também espaço para redução de custos na produção de etanol e açúcar por parte das destilarias. A empresa e a Price Waterhouse Coopers fecharam parceria para atuar juntas na oferta de serviços que vão unir experiência nas áreas industrial e agrícola à expertise em gestão e planejamento tributário, respectivamente.

– 3º. do mundo em Vendas de Computadores?

Vendemos mais computadores do que o Japão? Somente os EUA e a China estão à frente no mercado mundial. Dá-lhe Brasil.

Mas fica a pergunta: estamos alfabetizados adequadamente ou apenas “iniciados no mundo digital”? Deixe seu comentário:

– Produzir Etanol contará com Benefícios do Governo?

Já mudaram a formulação de 25% para 20% do álcool na Gasolina. Agora, para evitar a falta do etanol nas bombas, o Governo quer reduzir os impostos da produção do produto (desde que o etanol permaneça no mercado interno).

Reduzir impostos garantirá a produção? Deixe seu comentário:

– Drogaria São Paulo + Drogaria Pacheco se unem e desbancam Raia Drogasil

Com R$ 4,4 bilhões, se tornando a maior do ramo varejista de farmácias e 7ª no ranking geral, a Drogaria São Paulo se uniu à Drogaria Pacheco.

Dias atrás, a Drogasil havia criado um gigante aos e juntar com a Droga Raia. Agora, o contra-golpe da concorrência…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967638-drogaria-sp-e-pacheco-formam-maior-rede-de-farmacias-do-pais.shtml

DROGARIAS SÃO PAULO E PACHECO SE UNEM E FORMAM A MAIOR REDE DO PAÍS

As drogarias São Paulo e Pacheco anunciaram nesta terça-feira, em comunicado, a fusão de suas operações de varejo farmacêutico, para formar a companhia DPSP.

A nova companhia nasce como a maior empresa varejista de produtos farmacêuticos do país, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho de 2011, 691 lojas e presença em cinco Estados brasileiros.

Também será a 7ª maior rede de varejo do Brasil –considerando todos os setores varejistas, como de eletrodomésticos e roupas.

De acordo com o comunicado, as marcas São Paulo e Pacheco, líderes no Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, serão mantidas.

A gestão da DPSP será compartilhada entre o Grupo Carvalho e o Grupo Barata, que terão iguais poderes na definição e implementação das estratégias da companhia. A nova empresa terá como presidente do Conselho de Administração, Samuel Barata (da Pacheco) e será presidida por Gilberto Martins Ferreira (da Drogaria São Paulo).

No comunicado, porém, as redes não informaram a participação que cada uma terá no negócio.

O Pátria Investimentos e o escritório Machado Meyer atuaram como assessores financeiro e legal respectivamente da Drogaria São Paulo. O Banco Espírito Santo e o escritório Pinheiro Neto trabalharam para a Drogarias Pacheco.

A Drogaria São Paulo é hoje a segunda maior rede do setor, com cerca de 348 unidades em operação nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. A rede faturou R$ 2,2 bilhões em 2010.

A Drogarias Pacheco possui atualmente 343 lojas, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A rede atingiu R$ 1,8 bilhão de faturamento em 2010.

OUTRA GIGANTE

No início deste mês, a Drogasil e a Droga Raia confirmaram a fusão de suas operações.

As empresas somam R$ 4,1 bilhões em faturamento e uma rede com 700 drogarias. A sobreposição de unidades, especialmente em São Paulo, o principal mercado, não foi informada.

Os atuais acionistas da Drogasil terão 57% da empresa, e os da Droga Raia, 43%.

– Gasolina perderá Álcool na sua Composição para não Faltar Produto

Para não faltar combustível daqui 1 mês, o Governo muda a formulação da Gasolina, que terá menos Anidro em sua composição. Preocupado com a disparada nos preços, a medida quer frear a alta do Etanol e evitar a falta do produto nas bombas. 

Consumidores, alerta ligado!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967193-mistura-de-etanol-cai-para-20-a-partir-de-1-de-outubro.shtml

MISTURA DE ETANOL CAI PARA 20% EM 1º DE OUTUBRO

Por Sofia Fernandes

O governo decidiu nesta segunda-feira reduzir de 25% para 20% o teor de álcool anidro misturado à gasolina vendida nos postos do país. A medida será tomada para tentar evitar a falta de etanol no mercado –o preço do combustível tem aumentado muito nas últimas semanas.

Ou seja, o governo espera que, com mais álcool no mercado –já que o percentual de mistura obrigatório na gasolina irá diminuir–, não haja risco de desabastecimento. Ao mesmo tempo, espera-se redução no preço do litro da gasolina.

Em plena safra, etanol atinge o maior valor em oito anos

Segundo o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a medida passa a valer a partir do dia 1º de outubro, enquanto for considerada necessária pelo governo para evitar escassez.

“Temos que garantir o abastecimento para esse ano e para o próximo. Sabemos se a safra do próximo ano não será muito melhor que a atual”, afirmou o ministro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Mendes Ribeiro (Agricultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Lobão afirmou ainda que a Fazenda deve anunciar nos próximos dias medidas de financiamento e desoneração para o setor de etanol.

A medida ocorre apos a ampliação da importação do produtos dos EUA. No No mesmo sentido, em abril o governo já havia decidido alterar o intervalo percentual de álcool anidro que permitido adicionar à gasolina. Por meio de medida provisória, foi estabelecido o piso de 18% e o máximo de 25% de adição, regra que alterou o intervalo de 20% a 25% em vigor até então.

Com isso, se achar necessário, o governo poderá reduzir ainda mais, para até 18%, o percentual de álcool na gasolina.

ENTENDA

Com o aumento do preço do álcool combustível (hidratado), o consumidor que tem carro flex migrou para a gasolina. A maior demanda pelo derivado de petróleo exigiu volume maior de anidro, cujo preço disparou.

O governo prevê que o menor percentual de anidro reduza seu preço e, por consequência, o da gasolina.