– A Futura Nova Gigante Aérea do Brasil?

O noticiário dá conta que a Azul Linhas Aéreas, apoiada pelo BNDES, poderia comprar a TAP. Alguns já dizem que seria o passo para se criar uma Varig do século XXI – claro, em termos de pujança!

A verdade é que depois que a Varig praticamente quebrou, perdemos uma cia aérea de referência internacional. A empresa era exemplar nos serviços e voava para todo o mundo. Uma pena!

Lembrando que o fundador da Azul é o dono da americana JetBlu, brasileiro radicado nos EUA.

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– A Crise do Interior por Culpa do Etanol

A prosperidade do Interior Paulista com o agronegócio parece ter sido freada. A região de Ribeirão Preto, chamada antes de “Califórnia brasileira” e atualmente de “Vale do Silício do Etanol” sofre com o baque econômico.

Veja abaixo, extraído de Revista Exame, pg 40-42, ed 1042

COLHEITA DE PREJUÍZOS

Por Alexa Salomão e Daniel Barros

Se você quiser ser dono de uma usina, pegue um talão de cheques e passe o dia em Sertãozinho. É com essa frase que os empresários do setor de açúcar e álcool gostam de explicar a importância desse município no interior paulista. Apesar de estar a 350 quilômetros da capital e ter pouco mais de 100 000 habitantes, Sertãozinho ficou conhecida como o Vale do Silício do etanol. Lá estão usinas, canaviais e, especialmente, as principais indústrias de equipamentos para a montagem e a manutenção do parque sucroalcooleiro nacional. Quando o setor vai bem, Sertãozinho vai ainda melhor. Mas, se vai mal, a cidade se torna um retrato bem definido dos problemas. E o que ocorre neste momento.

”Chegamos a crescer mais do que a China”, diz Nerio Costa, ex-prefeito que se candidatou à reeleição e perdeu, segundo sua própria avaliação, por causa da retração econômica que se abateu durante sua gestão. “Mal sentei na cadeira de prefeito e veio a crise – um a um, cada segmento da cadeia foi pisando no freio, até que todo o setor ficasse em compasso de espera.”

Poucos setores no país tiveram tanto glamour na década passada quanto o de etanol. O combustível verde (para alguns entusiastas, verde e amarelo) foi apontado como o substituto do petróleo. Dispostos a participar de sua produção no Brasil, investidores de todo o mundo compraram usinas aqui. A participação de estrangeiros subiu de 3%, em 2006, para 33%, hoje. A petroleira anglo-holandesa Shell, o grupo agrícola francês Louis Dreyfus e a produtora de açúcar indiana Shree Renuka são apenas algumas das empresas de outros países presentes na produção nacional.

Em 2008, no auge da euforia etílica, o setor recebeu 10 bilhões de dólares em investimentos. De lá para cá, 41 usinas fecharam as portas. Já foram para o ralo 45 000 postos de trabalho no setor – o equivalente a 5% dos empregos. Um estudo do banco Itaú BBA sinaliza que as perdas podem estar só no começo: 90 dos 147 grupos empresariais em operação no Centro-Sul do país têm dívidas elevadas e metade corre o risco de fechar as portas. São negócios que já foram referência, como o grupo João Lyra, do deputado de mesmo nome, que tem usinas em Alagoas e Minas Gerais em recuperação judicial. Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA para etanol e cana-de-açúcar, tem uma analogia particular para explicar a situação: “Os usineiros são como antílopes fugindo de um leão”, diz Figliolino. “O leão pegou os antílopes mais frágeis. Agora, começa a alcançar os fortes, e isso coloca em risco a saúde do setor.”

É o que se vê em Sertãozinho. No campo, o panorama é de queda na produtividade. “As pessoas reclamam que o agricultor chora demais, mas a situação aqui é dramática”, diz Luiz Carlos Tasso Júnior, produtor em Sertãozinho. Tasso caminha pelo canavial queixando-se de que não tem dinheiro nem para tratar direito o solo, muito menos para investir na aquisição de veículos. Usa tratores emprestados de um amigo e o ajuda a pagar o financiamento. A colheita é feita pela usina que comprar a cana. Em 2007, seus 120 hectares produziram 92 toneladas de cana por hectare. Na última safra, o resultado caiu para 74 toneladas. “Fiz dívida para refinanciar dívidas”, diz Tasso. “Hoje, só quitaria todas se vendesse tudo que tenho, até a casa onde moro.” Dados globais da produção mostram que essa é a realidade de boa parte de médios e pequenos agricultores de cana.

Em 2008, o setor colhia 85 toneladas por hectare. Na safra passada, a média estava em 68 toneladas por hectare – uma queda de 20%. “O valor da cana caiu, mas o preço dos insumos aumentou e as usinas cobram mais pela colheita”, diz Manoel Ortolan, presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil. Os associados da entidade representam quase um terço da produção nacional. No ano passado, as margens passaram a ser negativas. O custo de produção fechou em 68 reais por tonelada de cana, mas o preço da cana ficou em 64 reais por tonelada.

O aperto na indústria sucroalcooleira começou recentemente. De 2008 a 2012,81 projetos de usinas foram postos de pé no país. Para dar conta da demanda, a indústria de Sertãozinho cresceu. O número de empresas passou de 500 para 700. A cidade absorveu mais de 3 000 profissionais e chegou a empregar 47 000 trabalhadores. Nos últimos dois anos. o número de postos retrocedeu aos níveis de 2008. Na região, que compreende sete cidades, o emprego acumula queda de 2% nos últimos 12 meses. Na indústria, o faturamento caiu até 70%.

A Smar, especializada na produção de sistemas de automação, perdeu 100 funcionários no último ano e não repôs nenhum. Nos meses mais críticos, paga os operários, mas pede aos executivos que esperem um pouco mais para receber os salários. Tem feito um esforço para manter os 120 engenheiros, responsáveis por criar novas tecnologias. Foram eles que garantiram nos Estados Unidos o registro de mais de 50 patentes, expostas como troféus em quadros nos escritórios da empresa. Entre seus orgulhos está um sistema de injeção que movimenta os motores do porta-aviões USS John F. Kennedy, da Marinha americana. Em 2009, a Smar trabalhava em três turnos, mas há meses opera com ociosidade de 30% da capacidade. “Cerca de 20% de meus clientes faliram”, diz o chileno Eduardo Munhoz, diretor comercial da divisão de açúcar e etanol da Smar. “Não dá para substituí-los da noite para o dia.”

Lucros no exterior

Para contornar as perdas, as empresas lutam por um espaço no concorrido e minguado mercado externo. É o caso da TGM. Especializada na fabricação de turbinas, neste momento tem 92% do faturamento garantido por exportações para Ásia, América Central e União Europeia. Waldemar Manfrin, sócio-diretor da TGM, tem orgulho em mostrar as estruturas gigantescas que produz para o mundo. “Em Brasília, dão incentivos para fogões, geladeiras e carros”, diz Manfrin. “Já o nosso setor foi esquecido. Se não exportássemos, estaríamos encrencados.” Em 2003, a TGM faturou 80 milhões de reais. No auge da euforia com o etanol, o resultado bateu quase em 700 milhões. Em 2012, ficou perto de 200 milhões graças às exportações.

Os efeitos negativos começaram a chegar ao comércio. Na Barão do Rio Branco, uma rua aprazível com árvores e canteiros de flores, que concentra o varejo de Sertãozinho, as lojas têm mais funcionários do que clientes. As vendas esfriaram desde a virada do ano. A Paulmem, loja tradicional de vestuário prestes a completar 40 anos, passou a década registrando aumentos de dois dígitos nas vendas, ano a ano. Em 2012, teve o primeiro Natal com alta de apenas um dígito: 6%.

Desde então, as vendas esfriaram mais. Para complicar, o novo empreendimento da família Ribeiro, dona da Paulmem, vai mal das pernas. O Shopping da Moda, inaugurado em outubro, ainda opera no vermelho. No fim de abril, a família desativou o estacionamento coberto para transformá-lo numa área de saldões. “O Dia das Mães foi bem fraquinho”, diz Erika Ribeiro, sócia do Shopping da Moda. “Agora, esperamos que os produtos mais baratos atraiam os clientes e melhorem as vendas.”

Como Sertãozinho depende da retomada do setor de etanol no resto do país, o comércio local pode ter de esperar. “Não há encomendas para a construção de usinas”, diz Antônio Eduardo Tonielo Filho, presidente da associação que reúne fabricantes de equipamentos para o setor de etanol. “São elas que impulsionam os elos da cadeia.” O mau humor que impera no setor espalhou-se pelo Brasil. O estado de Goiás, por exemplo, foi tomado pela euforia dos investidores a partir de meados dos anos 2000.

Inaugurou 11 usinas em 2008. Hoje, há mais de 40 projetos aprovados no estado, com incentivo fiscal garantido. Quinze deles contam até com licenciamento ambiental e podem iniciar o plantio da cana. Todos, porém, estão engavetados. Já a cidade de Rolândia, vizinha a Londrina, no Paraná, entr
ou numa crise severa. A usina da cooperativa Corol foi um símbolo do progresso da cidade de 58 000 habitantes. Chegou a empregar 6% da força de trabalho local e a responder por 5% da receita da prefeitura. Em 2011, a usina foi à falência com uma dívida de 600 milhões de reais. Apenas 20% de seus empregados foram absorvidos em usinas da região. “No Paraná e em boa parte do Brasil, a indústria do etanol está localizada em pequenos municípios, que dependem fortemente da atividade”, diz Miguel Tranin, presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná. “Quando a usina se vai, boa parte da riqueza local se perde.”

O governo piorou a crise

O inferno astral do setor de etanol tem muitas razões. A crise financeira internacional cortou o crédito das usinas no momento em que estavam endividadas e comprometidas com fusões e expansões. O preço do petróleo caiu e a promessa de aumento das exportações de etanol para substituir o combustível fóssil não vingou. Problemas climáticos comprometeram a produção de cana. O tempo, a mãe natureza e as leis de mercado cuidariam de resolver questões como essas. Mas o que realmente jogou o setor de joelhos foi a política. Ao assumir a Presidência, Dilma Rousseff decidiu segurar o preço da gasolina e, assim, combater a inflação. A estratégia corroeu os resultados da Petrobras e, de quebra, tirou a competitividade do etanol. Em 2008, metade da frota nacional rodava com etanol. Hoje, só 20% dos veículos são abastecidos com álcool.

No fim de abril, o governo anunciou um pacote de ajuda ao setor, com a redução de tributos e a criação de novas linhas de financiamento. A UNICA, entidade que congrega as usinas, emitiu uma nota agradecendo a iniciativa, mas reivindicou ações de longo prazo. Segundo um político ligado ao setor, o governo ameaçou suspender o pacote se não tivesse o apoio oficial da UNICA. Uma semana depois, a entidade soltou uma nova nota, apoiando o pacote – e sem nenhuma menção a eventuais problemas. Não há, porém, como aplacar o descontentamento de quem sofre com a nova realidade do etanol. “As medidas não fazem cócegas nas empresas”, afirma Carlos Liboni, secretário de Indústria e Comércio de Sertãozinho. “O que está em jogo é maior do que vender álcool no posto: precisamos de uma política clara e de longo prazo para dar segurança aos investidores.”

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– Jatinhos a Juros Baixos?

Sem ser chato, mas… e a nota na Revista Veja dessa semana, de que o BNDES está com uma vantajosa linha de crédito a milionários que querem comprar jatos executivos, a apenas 3% ao ano?

Reforçando: 3% ao ano, não é ao mês!

Bem menor (e bota bem nisso) do que qualquer linha de crédito para carro popular, casa própria, etc., etc. e etc…

Difícil, hein?

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– As Notas Falsas no Comércio de Jundiaí

Na região dos bairros Medeiros e Eloy Chaves, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, alguns com sucesso. A Polícia Militar pediu aos comerciantes para terem atenção, e já trabalha no caso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

– O Purgatório da Marfrig

E a Marfrig, hein? A megaempresa de alimentação, que anos atrás era exemplo de lucratividade e administração, está sofrendo para manter seus ativos.

Hoje, a empresa está vendendo a Seara para o grupo JBS. E, pelo que parece, venderá suas empresas da Ásia para a BRF (Sadia + Perdigão).

O que será que aconteceu? Má gestão, concorrência forte demais ou cresceu mais do que podia?

Uma pena. A Marfrig é (ou era) uma gigante sólida brasileira, que se desmorona. Aliás, ela deixou de ser patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol por falta de pagamento…

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– Em qual Classe Social você se Insere?

Leio na Revista Época da semana passada (ed 03/06/13, pg 70) uma classificação das classes sociais do Brasil por renda (pela FGV). Muito interessante e compartilho:

Hoje, em nosso país, há:

Ricos – 1 milhão de pessoas (0,5% da população), com renda superior a R$ 50.000,00;

Classe Média Tradicional – 21,5 milhões de pessoas (11,2%), renda entre R$ 7.475,00 e R$ 50.000,00;

Emergentes – 105,5 milhões de pessoas (55,1%), renda entre R$ 1.734,00 e R$ 7.475,00;

Classe Média-Baixa – 46,8 milhões de pessoas (24,4%), renda entre R$ 1.085,00 e R$ 1.734,00;

Pobres e Miseráveis – 16,8 milhões de pessoas (8,8%), renda até R$ 1.085,00.

E você, se insere onde? Concorda com a classificação por renda?

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– A Nova Coca-Cola Compartilhada

Parece que levou algum tempo para alguém descobrir coisa tão lógica: que tal um latinha de refrigerante para se dividir ao meio, fisicamente?

Pois é, a Coca-Cola teve uma ideia legal, que está sendo testada em Cingapura: a lata de 350 ml se divide em duas de 175 ml. Uma coisa tão lógica (e ao mesmo tempo tão boba), mas que nunca foi pensada!

Veja o vídeo (bem animadinho) em: http://www.youtube.com/watch?v=72fRuE8vmo0&feature=player_embedded

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Boa idéia ou não?

– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– Dia da Liberdade dos Impostos

Ontem, muitos empresários resolveram protestar contra a altíssima carga de impostos. Em SP, um posto resolveu radicalizar: o preço normal da Gasolina (R$ 2,699) caiu para R$ 1,267.

E aí, paganos ou não muito dinheiro para o Governo? Enfim… recebemos esse dinheiro de volta, em bons serviços públicos.

Abaixo, extraído de: http://migre.me/eIFYu

DIA SEM IMPOSTOS

Em protesto contra altos impostos, movimento vende 5 mil litros de gasolina ao preço de R$ 1,26 em SP. Motoristas enfrentaram até duas horas de fila para abastecer:

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– O Frentista Felipe Massa

Olha que legal: a Shell, patrocinadora da Ferrari, resolveu fazer uma ação de marketing bacana: colocou o piloto Felipe Massa para trabalhar de frentista na Polônia.

Já imaginou parar no posto de combustível e ser atendido pelo Massa?

Em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/05/18/felipe-massa-vira-frentista-de-posto-na-polonia/

FELIPE MASSA VIRA FRENTISTA DE POSTO NA POLÔNIA

Não, Felipe Massa não mudou de profissão e nem abandonou a Fórmula 1. O piloto brasileiro da Ferrari participou, neste sábado, de uma campanha publicitária em Varsóvia, na Polônia, para apresentar uma novidade na gasolina de um patrocinador.

Em seu Instagram, Massa publicou a foto do momento em que ‘atacou de frentista’ e encheu o tanque de um carro. “Fazendo um bico na polonia no posto Shell !! Kkkkk”, brincou o piloto.

O brasileiro encheu o tanque de vários carros e ainda se apresentou para um público de aproximadamente 3o mil pessoas na capital do país. Com uma Ferrari F60, ele deu 20 voltas em um circuito desenhado pelas ruas da capital do país.

Na atual temporada da Fórmula 1, Felipe Massa é o atual quinto colocado na classificação geral, com 45 pontos. O líder é Sebastian Vettel, da Red Bull, com 89. O seu companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, é o terceiro, com 72 pontos conquistados nos 5 primeiros Grande Prêmios.

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– A Empresa que Não Gosta de Gordos e Feios

Vejam só: grife famosa mundialmente – a Abercrombie (que ainda não chegou ao Brasil) faz barulho ao desenvolver produtos para pessoas que não sejam gordas, além de discriminar funcionários: eles devem ser atraentes sexualmente!

Feios e obesos não trabalham por lá! E isso está dando confusão…

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/299394_A+GRIFE+QUE+NAO+GOSTA+DE+GORDOS+E+FEIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

A GRIFE QUE NÃO GOSTA DE GORDOS E FEIOS

Como declarações preconceituosas do presidente da rede americana Abercrombie afetam a imagem e os negócios de uma gigante que faturou mais de R$ 4 bilhões em 2012

Por Fabíola Perez

Em pouco mais de uma década, a grife de roupas Abercrombie & Ficht deixou de ser uma marca de relativo sucesso apenas nos Estados Unidos para se tornar um fenômeno global. Nesse período, seu faturamento cresceu mais de dez vezes, até chegar aos US$ 4,2 bilhões em 2012, e sua reputação de marca bacana, jovial e descolada conquistou adolescentes do mundo inteiro. Parte significativa desse sucesso deve ser creditada a Mike Jeffries, um executivo com fama de maluco que assumiu a presidência da empresa em 1996 e que logo viria a colocar em prática ideias que pareciam esquisitas, mas que se revelaram acertadas. Em vez de vendedores convencionais, a rede contratou modelos para atender os clientes. Jeffries queria mais. As lojas passaram a simular um lugar de baladas, enfeitadas com luzes piscantes que brilhavam no ritmo do som altíssimo. De novo, o executivo não se conteve e foi então que ele teve a sacada que transformou de vez a Abercrombie. Os modelos masculinos, jovens sempre sarados, passaram a atender a clientela sem camisa e as meninas adolescentes tornaram os endereços da rede verdadeiras atrações turísticas. Basta dar uma volta na Quinta Avenida, em Nova York, para observar levas de garotas tirando fotos com a turma de corpo definido. Mas o império construído com a criatividade de Jeffries agora está ameaçado – e por culpa dele mesmo. Motivo: o presidente da grife falou bobagem. E das grandes. “Quero apenas gente magra e bonita”, disse, sobre quem seria seu público ideal. A declaração, como era de se imaginar, provocou uma enxurrada de protestos mundo afora.

Na semana passada, um movimento iniciado na internet sugeriu que roupas da grife fossem queimadas em praça pública (até a quinta-feira 16, a data da destruição não havia sido marcada) e as redes sociais destrataram Jeffries (que, aliás, não parece ser tão bonito assim). No Brasil, a campanha “Abercrombie Popular”, criada pelo designer paulistano Isaias Zatz, 21 anos, pede que as peças da grife sejam doadas a moradores de ruas. “A Abercrombie sempre foi elitista”, diz Zatz. “Então, pensei que as roupas poderiam cair melhor em pessoas de verdade, sem sorrisos forçados.” Nos Estados Unidos, uma iniciativa semelhante também ganhou força. O internauta Greg Karber postou um vídeo na internet convocando americanos para o movimento “Fitch the Homeless”, cuja proposta é vestir os sem-teto com camisetas, casacos e bermudas da Abercrombie. Nos últimos dias, a revolta ganharia força à medida que surgiram novas afirmações estranhas de Jeffries, que se tornaram públicas depois da divulgação de um documento interno da empresa. “Sinceramente, preferimos os garotos mais atraentes”, é uma das frases atribuídas ao executivo, que assumiu recentemente ser homossexual. “Muita gente não cabe em nossas roupas e não é para caber. Se somos exclusivistas? Totalmente.” Não se trata de um discurso da boca para fora. Há alguns dias, a rede anunciou que deixará de fabricar roupas dos tamanhos G e GG.

Até que ponto a sinceridade visceral de um executivo, algo que o mercado não está acostumado a ver, afeta os negócios de uma corporação global como a Abercrombie? Para especialistas, a grife terá dias ruins pela frente.“As frases preconceituosas podem afastar investidores e atrapalhar parcerias no futuro”, diz Berenice Ring, coordenadora do curso de gestão de marcas da Fundação Getulio Vargas. “As declarações restritivas do presidente da Abercrombie estão na contramão do novo comportamento que as companhias querem alcançar no mundo corporativo”, afirma Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. Para ela, a luz amarela acendeu para a marca americana. “Grande parte da população americana usa tamanhos grandes e, ao extinguir essas roupas, Jeffries elimina uma fatia do mercado consumidor.” A empresa, assegura, deve sofrer um impacto nas vendas e não vai demorar para que os acionistas reclamem das declarações de Jeffries. Outros fatores indicam que o modelo de Jeffries dá sinais de esgotamento. A combinação de vendedores musculosos, lojas badaladas e preços altos era uma boa estratégia nos tempos em que os consumidores americanos e europeus, os principais alvos da marca, podiam gastar horrores sem se preocupar com os efeitos da crise. Agora, é diferente: se em 2012 o faturamento cresceu 23,5%, a previsão para 2013 é de 7,14%. É hora, portanto, de Jeffries ficar de bico bem calado.

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– 5 Ações Empresariais Exclusivas da Netshoes para o Sucesso

Olha que bacana: a Netshoes, empresa de venda de material esportivo on-line, pretende abrir ações na Nasdaq! E a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre suas ações, publicadas na ed 1039 (pg 40-43), sobre virtudes da empresa. Abaixo:

UM JEITO DIFERENTE DE JOGAR

Enquanto a maioria das empresas de comércio eletrônico no Brasil deixa clientes insatisfeitos, a Netshoes é elogiada. Qual o segredo?

1- ATENDIMENTO: A Netshoes não terceiriza o call center, como é comum. Há consultores em diversos esportes para fazer recomendações.

2- LOGÍSTICA: Uma inovação foi a instalação de um posto dos Correios dentro do Centro de Distribuição. Assim, reduziu-se o gasto dos transportes.

3- ENTREGA EXPRESSA: O frete-grátis virou padrão, mas a Netshoes, caso o cliente queira, cobra pela entrega expressa, permitindo até mesmo entregas no mesmo dia.

4- TECNOLOGIA: A empresa mostra uma página diferente a cada cliente, de acordo com suas preferências.

5- EXCLUSIVIDADE: A Netshoes tem contratos exclusivos com Nike e Adidas. Dos 38.000 itens, cerca de 400 não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do país.

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– A Insegurança dos Carros Fabricados no Brasil é Verdadeira?

Xiiii… A agência Associated Press trouxe uma revelação: os carros brasileiros são mortais, e não atendem as mínimas normas internacionais de segurança.

Verdade ou exagero? Abaixo:

(Extraído de: http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm)

MUNDO “DESCOBRE” QUE CARRO BRASILEIRO É INSEGURO; CUSTO NÃO É DESCULPA, DIZ NCAP

Por Eugênio Augusto Brito

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.

Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada “Carros fabricados no Brasil são mortais”, dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela “nova classe média”, segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.

Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, “os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais” (releia aqui a reportagem).

Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.

Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: “Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais”. Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos “flutuam” no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.

CLIMA DE GUERRA-
De acordo com os dados da reportagem, que aponta o Ministério da Saúde como fonte, 9.059 ocupantes de carros (motoristas e/ou passageiros) morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010. Nos Estados Unidos, no mesmo período e nas mesmas condições, o total de mortes chegou a 12.435 — o texto faz ressalva de que a frota circulante norte-americana era cinco vezes maior que a brasileira no período.

“Na verdade, os dois países seguem em direções opostas no que diz respeito às taxas de morte — os Estados Unidos registraram 40% menos mortes em acidentes de carro em 2010, na comparação com a década anterior. No Brasil , o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis [do Ministério da Saúde]”, relata Brooks em sua reportagem.

Distribuído por uma agência jornalística internacional de renome, o texto de Brooks foi reproduzido por veículos americanos (como os jornais The New York Times, Detroit News (leia o texto em inglês aqui), Boston Herald e Seattle Times, e a rede de TV NBC), europeus (como o jornal Guardian, da Inglaterra) e até da Oceania. Brooks, que é responsável pela sucursal da agência AP no Brasil, afirma que a mistura de carros inseguros com condições perigosas de condução resulta em uma taxa de mortalidade em acidentes automotivos brasileiros quatro vezes maior que a média americana.

DE QUEM É A CULPA
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de “tragédia nacional” são os carros produzidos em território brasileiro com “soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus”.

Em fevereiro, UOL Carros publicou artigo do jornalista Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, que já comparava as quase 40 mil mortes anuais — cálculo que inclui também pedestres, motociclistas e outras vítimas externas aos veículos acidentados — a índices de uma “guerra não declarada”, cujas baixas poderiam ser evitadas com o uso maior de aparatos de segurança já a partir dos carros mais baratos (os mais vendidos).

“A começar por cintos de segurança mais eficientes — triviais, mas que se tornaram obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil apenas em 1984. Mesmo assim, a maioria da frota atual do país sequer tem pré-tensionador, numa grave redução da proteção passiva para economizar nos custos de produção”, afirmava Kutney três meses atrás, no texto intitulado “No Brasil, itens de segurança no carro ainda são artigo de luxo” (que pode ser relido aqui).

Claro, carros não se produzem autonomamente. Assim, a responsabilidade por modelos de pior qualidade e segurança, ainda que caros, é das fabricantes, que no Brasil são estrangeiras em sua totalidade. Segundo a reportagem da AP, a justificativa é o corte de custos, ainda que as margens de lucros sejam maiores por aqui. “As fabricantes obtêm até 10% de lucro sobre os carros fabricados no Brasil, em comparação aos 3% [obtidos] nos EUA e à média global de 5%, segundo a IHS Automotive, uma empresa de consultoria do setor automotivo”, aponta Brooks.

Mesmo assim, e apesar das obrigações estabelecidas por lei, a questão do custo é sempre colocada como entrave para o deslanche de normas de segurança no Brasil. De acordo com o artigo de Kutney, publicado em fevereiro, apenas 23% dos carros novos vendidos no país em 2010 estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que apenas 4% eram de modelos chamados “populares”, mais baratos. Em um mercado “sensível a preços”, segundo Kutney, o valor cobrado pelo kit de freios com ABS e airbags frontais — atualmente em torno de US$ 1 mil (R$ 2 mil), podendo baixar para US$ 500 (R$ 1 mil) nos próximos anos — ainda é um impedimento crucial.

NCAP: CUSTO NÃO É DESCULPA
Vale lembrar que estes valores estão muito acima dos preços pagos pelas montadoras de carros aos fornecedores (as fabricantes de autopeças). UOL Carros conversou há duas semanas com o uruguaio Alejandro Furas, diretor técnico dos programas globais do padrão NCAP (Euro NCAP e Latin NCAP, entre outros), que foi categórico: “Custo não é, nem deveria ser jamais, a justificativa, uma vez que o valor do módulo de airbag completo [para motorista e passageiro] e instalado é de US$ 70 [menos de R$ 150] para o fabricante”.

Além do Sandero, são citados Fiat Uno (“estrutura instável e apenas uma estrela”), Chevrolet Celta (“quinto colocado em vendas durante todo o ano passado, recebeu uma estrela após ter a porta deslocada e o teto vincado durante a teste de colisão”), Ford Ka (“o hatchback Ka vendido na Europa recebeu quatro estrelas, quando testado em 2008; sua versão latino-americana obteve apenas uma”) e Volkswagen Gol (“Gol e Polo têm estruturas estáveis… mas a Volkswagen não respondeu à pergunta sobre quantos de seus consumidores pedem airbags em seus carros”).

Na entrevista concedida à nossa reportagem, porém, Furas afirmou que a culpa nunca deve ser repassada ao comprador, na verdade vítima sob qualquer ponto de vista. “O consumidor brasileiro não está acostumado a comprar carro usando a segurança como critério, mas não se pode culpá-lo, uma vez que do modelo básico e pelado ao topo da gama, já equipado com itens de segurança, a diferença de valores pagos pode variar entre 25% e 30%”, diz o diretor do NCAP a UOL Carros.

Esta culpa deve recair sempre sobre a montadora, ainda que possa ser dividida com o governo e com órgãos de trânsito, que no Brasil se omitem da obrigação de fiscalizar as condições de segurança dos veículos produzidos — a ponto de sequer manterem um laboratório público de testes em território nacional, situação indicada pelo texto do AP e confirmada a UOL Carros por Furas. “Mesmo na Europa, onde os preços são mais justos, o consumidor não cobra segurança, obrigação que é do governo e das autoridades do sistema viário. No Brasil, como o Governo não cuida disso, as montadoras são negligentes e o consumidor fica sem ação”, conclui.

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– A Guerra dos Cartões: Itaú pagará R$ 3 bilhões pela Credicard?

Nesta semana, muita agitação no mercado de Cartões de Crédito. Divulgou-se na 5a feira que o Itaú pagaria 3 bilhões de reais pela operadora Credicard, e pagos à vista! Na 6a, o banco negou.

Me recordo que quando os cartões de crédito surgiram, a briga era bipolarizada: Visanet (formada pelo Bradesco, Real e Banco do Brasil) contra Credicard (formada pelo Itaú, Unibanco e Citibank). Um banco não usava a bandeira da empresa comercializada pelo outro!

Hoje, o cenário mudou. Temos Elo, American Express e diversas outras. Mas uma coisa seja dita: as operadoras são verdadeiras minas de ouro. Veja só: quando você compra no Débito, o comerciante recebe no dia seguinte, menos 2% (em média) cobrado por elas. Se você compra a Crédito, piorou: o comerciante recebe daqui 30 dias, com taxas descontadas entre 3 a 5%!!!

Nessas negociações, nem sempre o cliente e o vendedor ganham… apenas o intermediário.

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– E quando o Cartão de Crédito “se bloqueia”?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu quem tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– A Adição do Álcool na Gasolina começou ontem!

Ontem, a produção de Gasolina ganhou uma nova formulação: antes, a fórmula tinha 20% de Álcool Anidro; agora, terá 25%.

A medida visa incentivar a produção da indústria sucroalcooleira, diminuir a importação de Gasolina do país e baratear o produto. Mas, cá entre nós: quem disse que o preço caiu?

Como haverá maior consumo de álcool, logicamente a escassez fará o preço aumentar. Na prática, maior adição de um produto no outro não surtirá efeito ao consumidor final.

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– Estado e União em Acordo Fiscal?

Ouço que o governador Alckmin se encontrará com a presidente Dilma, a fim de resolver a pendenga das brigas fiscais entre os estados. A ideia é evitar diferenças de ICMS oferecidas por alguns governadores, tirando empresas de SP.

Já era tempo, Geraldo! Só os paulistas perderam com isso…

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– A Vantagem ou Não da Relação Gasolina x Etanol

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e Etanol. Veja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Pacote da Dilma para baixar os Combustíveis. Funcionará?

A presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de redução de encargos para baratear os combustíveis no Brasil. A redução poderá ser de até R$ 0,12 no Etanol. Também confirmou que haverá mudança na composição da Gasolina, com aumento do Álcool Anidro de 20 para 25% em sua fórmula.

No papel, a renúncia fiscal será de R$ 1 bilhão em prol da indústria sucroalcooleira! Teoricamente, o preço do Etanol e da Gasolina cairão, mas…

A própria Dilma disse que não há garantias de que o consumidor final sinta o desconto. Pior: o Ministro Guido Mantega disse que a intenção real da medida é para incentivar o aumento da produção, com o benefício da maior lucratividade às usinas.

Enfim: vai cair o preço ou não?

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– Empresas Americanas tiram Proveito da Causa Gay

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– Dívida Impagável do Flamengo. E os demais clubes?

Nesta semana, divulgou-se que o Flamengo realizou uma auditoria que constatou: sua dívida é de R$ 750 milhões de reais!

Como se trabalha desse jeito?

E os demais clubes? O Vasco/RJ está devendo até para o porteiro do clube. O Guarani de Campinas se encontra quase falido e rebaixado. O Paulista de Jundiaí se virou com o chamado “consórcio de credores”.

A que caminho os pequenos clubes vão, se os grandes e tradicionais estão assim?

Aliás… ninguém é responsabilizado por má gestão? E o Governo com as dívidas de impostos a receber?

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– Samoa Air Cobrará a Mais por Passageiros Obesos

A Samoa Air, empresa aérea da Oceania, resolveu inovar: o passageiro pagará pelo excesso de gordura!

O peso da bagagem será somado ao do cliente, e haverá um limite de quilos. Na prática, os gordinhos pagarão mais, pois o que se quer é economizar combustível na viagem; e se isso não for possível, fazer com que o excesso de peso dos passageiros obesos seja compensado.

Um quilo extra num Boeing 777 custa US$ 0,50 / hora vôo a mais para a cia aérea, devido ao consumo de combustível! Pode parecer pouco, mas imagine um avião com 100 passageiros pesando 70kg e outro pesando 100kg… Some isso num ano inteiro de viagens!

A conta pesa…

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– Globo e dono da Claro querem dominar a América Latina

Calma, é algo normal no mundo das empresas. É que a Rede Globo quer se associar ao bilionário das comunicações Carlos Slim e comprar emissoras de televisão no continente. Uma parceria de gigantes…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/globo-quer-comprar-emissoras-junto-com-slim-diz-blog

GLOBO QUER COMPRAR EMISSORAS JUNTO COM CARLOS SLIM, DIZ BLOG

Empresa de mídia e maior bilionário do mundo teriam começado a negociar a aquisição de outras empresas na América Latina

A maior empresa de mídia do país e o homem mais rico do mundo estudam comprar juntos outras emissoras na América Latina. Segundo informações do blog Radar, de Veja, a Globo teria iniciado conversas com Carlos Slim, dono da América Móvil, para a aquisição de outras empresas em vários países da região.

Se for para frente, essa não será a primeira vez que as duas partes dividem participações em um mesmo negócio. Como se sabe, a Globo detém uma fatia minoritária na Net, empresa controlada pela América Móvil. A companhia de Slim também tem Embratel e Claro na sua carteira de ativos no Brasil. Avaliada em mais de 36 bilhões de dólares, a gigante de telecomunicações é uma das principais fontes de receita do empresário mexicano.

A notícia vem à tona pouco tempo depois das Organizações Globo divulgarem seus resultados financeiros de 2012. No ano passado, o grupo lucrou 2,9 bilhões de reais, um aumento de 35,9% sobre o consolidado de 2011. A receita líquida da empresa, por sua vez, subiu 32,4%, chegando a 12,2 bilhões de reais.

Em se tratando de negócios no setor, Slim também anunciou, na última semana, a compra dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. A empresa terá exclusividade sobre a exibição para a América Latina, com exceção do Brasil – por aqui, os direitos serão divididos entre Globo, Record e Band.

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– A Redução de Custo das Aéreas

E a Gol Linhas Aéreas? Depois de comprar e em seguida fechar a WebJet, resolveu radicalizar: em seus vôos, o serviço de bordo só oferecerá água potável aos seus passageiros.

Quando surgiu, a empresa se classificava como as de baixo custo, embora não tivesse esse diferencial nas tarifas. Agora, a empresa retoma esse rumo, mesmo com tarifas altas.

Me lembro dos bons tempos da Varig (que hoje é da Gol): o menu deles era ótimo (e reconhecido internacionalmente).

Tratar bem o passageiro é salutar para as finanças…

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– SPC com o nome Sujo… no Próprio SPC?

Parece maluquice: o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), órgão denunciante de quem está com o nome “na lista negra do comércio”, está inadimplente como muitos da sua própria relação!

Coisa de doido. O SPC na lista dos nomes sujos na praça? Parece piada!

Extraído do Jornal Extra, 18/03/2013, pg 9

ATÉ SPC ESTÁ COM O NOME SUJO NA PRAÇA

No Rio, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) deve aluguéis, condomínios e IPTU. Processo de cobrança tramita na justiça desde 2005

Quem já deixou de pagar parcelas de produtos ou serviços comprados a prazo sabe bem o que acontece: o nome vai parar no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Mas, e se o órgão encarregado de informar ao mercado quem está inadimplente não honrar seus próprios compromissos? É por essa situação, no mínimo inusitada, que a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, detentora da marca SPC na cidade do Rio, está passando. Em valores atualizados, a entidade deve R$ 306.403,12, relativos a aluguel, condomínio e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) atrasados.

A cobrança do débito vem sendo discutida na Justiça desde novembro de 2005. A quantia refere-se ao uso de salas comerciais num edifício localizado na Rua da Carioca 32, no Centro do Rio, onde eram feitas consultas ao cadastro do SPC. O primeiro contrato entre a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Beneficência Portuguesa, dona do prédio, foi assinado em 1 de junho de 2004.

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– O Discurso Correto do Governador

Sempre tive minhas dúvidas quanto a divisão dos royalties do pré-sal carioca. O grosso do dinheiro deveria ficar no próprio estado do Rio de Janeiro, ou ser dividido pela União aos Estados?

Diante disso, um discurso do governador Geraldo Alckmin que me pareceu sensato: ele pediu uma nova política fiscal, equiparando o ICMS dos estados, evitando assim a guerra fiscal. Quando indagado sobre os royalties, ele declarou que:

Deveria ser da mesma forma com os impostos em geral. São Paulo tem a maior arrecadação, paga à União esse montante, e recebe muito pouco de volta.

Concordo. Se um recurso financeiro tem essa justificativa, por que o outro não teria?

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– Flamengo e Dorival: e a Responsabilidade Financeira?

Dorival Júnior foi demitido pelo Flamengo. Especula-se que ganhava absurdos R$ 650 mil / mensais.

Claro que a questão financeira só deve ser de importância a quem paga e a quem recebe, afinal o salário é algo muito pessoal. Mas cá entre nós: não é uma irresponsabilidade pagar tal valor?

O Mengão ofereceu uma redução de 50% do valor do salário para continuar com o treinador. Ele aceitava a minoração de 40%. Dessa forma, o Flamengo o dispensou.

E agora? O time carioca prefere pagar a multa rescisória (que é muito alta e maior do que a diferença do salário negociado) do que permanecer com o Dorival Jr?

Será que está sobrando tanto dinheiro assim na Gávea?

Coisas incompreensíveis em qualquer gestão administrativa…

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– André McDonalds?

Caso para se discutir no futebol e ao mesmo tempo para a Administração de Empresas: o centroavante do Santos FC, André, voltou a marcar gols.

Detalhe: ele emagreceu 8 kgs, e declarou que só está em boa fase e voltou à boa forma física porque parou de frequentar o McDonald’s…

É tudo o que uma grande marca não quer que se diga!

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– Postos de Combustíveis sob Suspeita

Cerca de 7% dos postos de combustíveis em SP não entregam a quantidade correta vendida de gasolina, segundo a Folha de São Paulo desta segunda-feira. Ou seja, 1 litro de combustível pode não ter 1000 ml.

Quantos golpes, infelizmente, vemos nesse setor. Vejam só: adulteração de produto, carga roubada, medidas/galonagem irregulares…

Isso pode explicar os “milagres” que alguns postos fazem: o de vender combustível com preços abaixo da margem de lucro necessária.

Na dúvida, não abasteça. Seu veículo agradecerá!

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– Caridade na Verdade

O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

– Tablets Apple / Samsung / Nokia de R$ 1.600 VERSUS Xing-ling de R$ 200

Leio uma edição da Revista Superinteressante (Jan/2012, pg 73-75, por Bruno Garattoni), onde o jornalista quis saber o segredo do preço tão barato de certos produtos chineses. Seria em decorrência da mão de obra barata? Impostos subsidiados? Produtos de baixa qualidade?

O que ele fez: comprou um produto chinês, testou e o desmontou. Veja que surpresa…

Por exemplo: um iPad2. Nos EUA, ele custa US$ 500.00 no varejo (nem faço idéia de quanto custa aqui no Brasil). A Apple gasta US$ 307.90 em peças + impostos e US$ 10.00 em mão de obra.

Um similar chinês custa R$ 200,00 (duzentos reais, é isso mesmo – já se encontra a esse preço em SP!). E o que tem de especial para ficar tão barato?

Qualidade. Ou melhor, falta de qualidade. Na matéria, o jornalista percebeu que a tela de touchscreen era dura e ruim. Diferente de um iPhone ou iPad, a tela se passava como touchscreen. Na verdade, ela era resistiva, ou seja, tinha que apertar mesmo!

Para navegar na Internet, o aparelho veio com a versão mais antiga do Android (que os chineses montam em seus aparelhos por não ter custo, é livre). A resolução da tela não era a ofertada, e vídeos do YouTube eram praticamente impossíveis de se assistir. Google Maps? Um desafio acessá-lo…

Havia o Android Market para você baixar aplicativos. Esqueça. O Android Market sempre faz um reconhecimento de compatibilidade para iniciar o funcionamento, e, para variar, não reconheceu o tablet chinês, embora estivesse instalado lá (em produtos da 25 de Março e do Paraguai, frequentemente há esse problema).

No dia seguinte, para a ‘felicidade’ do jornalista, de tanto testá-lo, o aparelho travou por inteiro… Irritado, chegou a desmontar o tablet, e descobriu que a bateria instalada tinha a duração de uma bateria 5 vezes menor que a de um iPad. A cada 50 minutos era necessário recarregar o aparelho.

E aí: você arriscaria um tablet chinês ou escolheria um produto de marca conhecida? Veja que a diferença de preço é enorme, mas a qualidade idem.

A propósito: você confia em produto chinês em geral? Quer comentar? Deixe sua mensagem:

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– Aumento de 5% no Combustível na Surdina

Ô turma que gosta de surpreender o povo. E não é que o Governo Federal autorizou outro aumento de Óleo Diesel?

Os reflexos na Economia serão grandes: afinal, os caminhões que transportam o Brasil são movidos por esse produto. Assim, aumenta-se inevitavelmente o frete e consequentemente a comida, roupa, bens em geral…

Abaixo, extraído de Veja.com:

PETROBRAS ANUNCIA REAJUSTE DO PREÇO DO DIESEL EM 5% NAS REFINARIAS

Segundo aumento de preço anunciado pela estatal em 2013 deve entrar em vigor já na quarta-feira

A Petrobras reajustará o preço do óleo diesel nas refinarias em 5% a partir de quarta-feira, buscando alinhamento aos valores praticados no mercado internacional e reduzir os prejuízos verificados em sua divisão de Abastecimento. O aumento anunciado nesta terça-feira é o segundo para o combustível do ano, após a estatal ter elevado em 30 de janeiro os preços da gasolina e do diesel, em 6,6% e em 5,4%, respectivamente. “Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a petrolífera em comunicado.

O novo reajuste deve colaborar para reduzir a defasagem entre os valores praticados pela Petrobras no mercado interno e a cotação internacional, que tem provocado perdas para a estatal por conta de um aumento na importação de derivados a preços mais altos do que os de venda no mercado interno. Em 2012, por exemplo, a área de Abastecimento da estatal fechou o ano com prejuízo de 22,93 bilhões de reais, devido à política de preços dos combustíveis no país.

Sem conseguir acompanhar a crescente demanda do mercado brasileiro, a Petrobras foi obrigada a aumentar a importação de derivados, a preços mais altos, para atender ao consumo – a importação de petróleo e combustíveis pelo país aumentou 30% em fevereiro, para 3 bilhões de dólares. O prejuízo com a venda de combustíveis foi um dos fatores que pesaram no balanço da Petrobras em 2012. Seu lucro recuou 36%, para 21,18 bilhões de reais, configurando o menor lucro anual da empresa desde 2004.

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– Na farra, sempre presente. Na dificuldade…

Ontem, soubemos pelo Ministro Guido Mantega que o PIB do Brasil foi um PIBinho (como está na moda falar). Apenas 0,9% de crescimento. Péssima notícia.

Nessas horas fico atento: aumento do salário mínimo e redução da conta de luz, Dona Dilma aparece. Mas nos reajustes de preço dos combustíveis, elevação no índice da inflação e PIB decepcionante, cadê a presidente?

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– A Alta do Etanol faz a Gasolina ser mais vantajosa

Depois do aumento da Gasolina e do Diesel, parecia que o consumo do Álcool Hidratado (Etanol) seria uma boa vantagem aos consumidores. Porém, as usinas não dão conta da produção e o preço disparou. Em São Paulo, o preço está em R$ 2,10, segundo a Folha de São Paulo deste sábado (02/03/2013, Caderno Mercado 2, pg 6).

ÁLCOOL PERDE VANTAGEM PARA GASOLINA EM SP

por Mauro Zafallon

O álcool deixou de ser vantajoso para os consumidores paulistanos. Após forte pressão dos preços nos postos de abastecimento, o combustível derivado de cana já é negociado a R$ 2,10.

Na média, o preço do etanol subiu para R$ 1,99 na cidade de São Paulo, custando, assim 71% do valor médio da gasolina, que é de R$ 2,81. Os dados são de pesquisa semanal da Folha.

A utilização do álcool deixa de ser vantajosa em boa parte dos veículos quando o preço do derivado de cana corresponde a mais de 70% do da gasolina, segundo algumas pesquisas.

Essa pressão de alta veio basicamente do comportamento das distribuidoras e não do consumidor. O pouco estoque na virada de ano e a previsão de alta nos preços da gasolina fizeram as distribuidoras irem às usinas e adquirirem 1,04 bilhão de litros, 13% mais do que em dezembro, mês tradicionalmente de maior demanda que janeiro.

A busca maior de etanol pelas distribuidoras fez as usinas aumentarem ainda mais os preços, principalmente porque o setor está em final de entressafra, quando não há colheita.

O resultado foi que o preço do álcool hidratado subiu 9% nos últimos 30 dias nas usinas e o do anidro ficou 1,3% mais caro.

Pagando mais, as distribuidoras repassaram os novos valores para os donos de postos. Estes reajustaram o álcool hidratado em 2,57% apenas nesta semana. O resultado é um total de 8% de alta nos últimos 30 dias. Já a gasolina manteve os 6% acumulados após o reajuste permitido pelo governo.

A partir de agora, o etanol terá mais flutuação que a gasolina. Esta tem praticamente 72% do valor definido por Petrobras e impostos, restando pouco espaço para variações de margens, percentual de mistura e valor do anidro.

Já o etanol, cuja soma de impostos é de 18%, tem um campo muito maior (82%) para variações no mercado. Passado o final de entressafra, a tendência será de queda.

A safra começa oficialmente em abril, mas já tem usina no Paraná com colhedoras no campo. São Paulo deverá elevar o número de máquinas colhendo na segunda quinzena deste mês.

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