– Os Erros do Supersticioso Sr X

Eike Batista quebrou e seu império ruiu devido a vários erros e vaidades. Supersticioso, para seu negócio dar certo tinha que abrir a empresa com nome que possuísse a letra X.

A petroleira do grupo só descobriu 17,5% do que houvera dito; até o fornecedor de cafezinho está sem receber (R$ 10.000,00 aproximadamente).

Sobre isso, o humorista José Simão, no Twitter, foi espirituoso: a nova empresa de Eike se chamará “Calotex” e a Xuxa, prevenida, já mudou o nome para “Chucha”…

Faz sentindo!

– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Os Remédios mais vendidos no País são…

Caramba! Brasileiro se preocupa muito com a impotência sexual…

Leio que os genéricos do Viagra lideraram o comércio de medicamentos no país, superando juntos o Dorflex, remédio líder de vendas nas farmácias.

Não é um exagero tal importância?

Como diria o poeta: “cada um com seus problemas…”

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– A Adulteração de Combustíveis no Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

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– O Leilão da Petrobrás

Amanhã, a Petrobrás leiloará o Campo de Libra, um espaço no mar com abundantes reservas de Petróleo na camada do Pré-Sal.

Há muita gente contra, dizendo que não se deve dar ao Capital Estrangeiro a oportunidade de exploração. Ora, com recursos nacionais será impossível fazer qualquer coisa, e num bom leilão, o Brasil pode ganhar dinheiro.

existe a confirmação de que 4 gigantes chinesas do setor participarão. É impressionante o poderio da China, que aposta numa estratégia diferente da dos americanos. Os EUA investem na produção própria e compra no Oriente Médio; os chineses exploram na África e querem negociar com a América do Sul.

O medo é: será que ainda haverá um aumento de combustíveis de última hora, a fim de turbinar o valor inicial de oferta por parte dos interessados?

Vale a pena manter o tanque cheio do seu veículo nesses dias.

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– A Sinceridade da Vice Presidente da GM

Você já ouviu falar de Mary Barra?

Ela é considerada uma das mulheres mais influentes do mundo, e exerce a vice-presidência mundial de desenvolvimento de produtos da General Motors. E sobre os veículos que fabrica, ela declarou nesta semana à CNN:

Dei uma instrução clara aos funcionários: não quero mais carros tão horríveis“.

Uau! Para tal conversa se tornar pública existem apenas duas hipóteses: jogada de marketing ou paciência que se esgotou.

Será que os carros da GM estão ruins assim?

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– 1/3 da População Gasta sem Planejar!

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/13, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Lidar com dinheiro vira matéria de escola Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

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– Ah Dona Petrobrás…

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, na última 6a feira, deu uma entrevista curiosa sobre a situação dos combustíveis do Brasil. Entre outras coisas, disse que:

– A exploração do Pré-Sal é cada vez mais necessária;

– Revelou que descobrimos mais um campo gigantesco de Petróleo, agora em Sergipe;

– Reclamou do preço baixo dos combustíveis;

– Anunciou que estuda elevar para 30% a dosagem de Etanol na Gasolina;

– Confirmou a dificuldade de produção do Diesel S500 e Diesel s10.

Diante disso, valem as reflexões:

1- Sepultamos o Pró-Álcool?

2- Cadê a autosuficiência anunciada anos atrás?

3- Onde está o combustível extraído do Pré-Sal? Quando o veremos de verdade?

4- Teremos aumento de preços?

5- Como um país pode crescer sem produção suficiente de Diesel para os caminhões que transportam o Brasil-Fabril?

E você, o que acha sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Carne que não serve lá, serve pra cá?

E o embargo da carne brasileira da Rússia?

Nossos clientes russos resolveram não comprar mais a nossa carne, alegando irregularidades de acordo com a vigilância sanitária de lá. Até os frigoríficos locais suspensos pelas autoridades russas não se enquadrarem nas normas de saúde, não haverá transação comercial.

É claro que não se refere apenas a questões da qualidade, mas deve existir muita coisa por trás: questões políticas, comerciais e demais interesses. Vide o Japão, que é mais exigente que a Rússia e compra a nossa carne.

Fica a dúvida: a carne recusada por eles serve a nós? Está tudo em ordem?

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– Empresas de Telefonia Celular no Brasil Dualizarão?

A Portugal Telecom é uma das donas da Vivo, e anunciou que fará uma fusão com a OI. Na semana passada, a Telefonica de Espanã, sócia da Portugal Telecom na Vivo, anunciou que aumentará a sua participação na TIM Brasil, em decorrência dos acordos com a Telecom Italia.

Que concorrência frouxa! A dona da Vivo virará sócia da Oi e acionista maior da TIM. Restou a Claro.

Cá entre nos: alguém acha que existirá guerra de preços, ou no melhor estilo de cartéis que vemos no mercado, combinarão tarifas e ações?

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– Esquisitices da Rodada Futebolística

O que dizer dos paulistas no Campeonato Brasileiro? Nas 4 divisões, em confrontos com equipes de outros estados, apenas a Ponte Preta ganhou do Botafogo no Maracanã (na série A) e o Barueri do Duque de Caxias (série D).

E o Corinthians? Há 9 1/2 meses o time era campeão do mundo, e agora amarga uma tremenda crise…

Ainda: falar o quê da mão na bola do Kleber que o Heber não marcou a favor do São Paulo (veja a análise desse lance em http://www.pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br)?

Falando em São Paulo, uma ironia: seria expulsão do jogador do Grêmio e penalidade máxima ao São Paulo. Mas quem garante que seria gol, já que há tempos o Tricolor Paulista anda perdendo pênaltis?

Não podemos nos esquecer das Torcidas Organizadas de Palmeiras e Corinthians: estão fazendo suas equipes perderem tanto mando de jogo, que vale a brincadeira- quando a Arena Palestra e o Itaquerão estiverem às vésperas de serem inaugurados, é capaz dos times estarem ainda com mandos suspensos…

E o STJD? Deu 2 jogos de punição ao Valdívia do Palmeiras por forçar o 3o cartão amarelo, mas apenas 1 jogo ao Elias do Flamengo. Que raio de critério é esse?

Por fim: Felipão está bravo com a FIFA pois ela pode permitir que o brasileiro Diego Costa sirva a Seleção Espanhola. Mas Luís Felipe o convocou para um amistoso e nunca mais o chamou! Reclamar do quê?

Terminando pra valer: e o nosso glorioso Paulista de Jundiaí? Assim como inúmeros times tradicionais do Interior de SP, está parado, sem jogar, com salários atrasados e esperando 2014. Até quando o caixa desses times aguenta? Não dá para viver de verba de 3 meses de Paulistão, nem manter departamento profissional ocioso por tanto tempo! Federação rica e times pobres, a incoerência do futebol…

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– Vender Sorvete no Brasil é um bom Negócio?

Veja só: a Kibon vai se relançar no Brasil, já que vender sorvete num país tropical como o nosso, por incrível que possa parecer, não tem sido um bom negócio!

Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-dificil-arte-de-vender-sorvete–no-brasil–,1070364,0.htm

A DIFÍCIL ARTE DE VENDER SORVETE NO BRASIL

Em momento de queda nas vendas, Unilever investe R$ 40 milhões e reformula produtos

Por Fernando Scheller

Convencer o brasileiro a tomar mais sorvete não é tarefa fácil. A Unilever, líder no Brasil com a marca Kibon, está investindo R$ 40 milhões na maior aposta que já fez para transformar o produto na sobremesa preferida do brasileiro. Após um período de expansão, o consumo de sorvete vem registrando queda no Brasil: em volume, recuou 0,3% em 2011, 2,6% em 2012 e, no primeiro semestre deste ano, já caiu 7,2%, segundo dados da Nielsen.

A aposta da Unilever para incentivar o brasileiro a consumir sorvete em mais ocasiões é inundá-lo de opções. A linha para consumo em casa da Kibon, que até agora se resumia aos tradicionais potes de 2 litros e à marca Receitas Caseiras, foi desmembrada em quatro.

A empresa passou os últimos dois anos mudando a fórmula dos produtos e repensando a estratégia. Ao aumentar o portfólio para mais de 20 opções, a Unilever deu mais visibilidade à parceria com os chocolates da Mondelez – como Sonho de Valsa, Laka e Diamante Negro – e criou embalagens de sabores combinados além do tradicional Napolitano.

A partir desta semana, a Unilever vai bombardear a mídia com campanha na TV e pretende espalhar consultoras nos supermercados de todo o País para convencer o consumidor a pelo menos experimentar as novidades. “Nossa ideia é criar mais ocasiões de consumo para o sorvete”, diz João Campos, vice-presidente da Kibon.

Para montar o novo “cardápio”, que chegará aos supermercados em setembro, a multinacional fez pesquisas quantitativas e reuniu grupos de consumidores em todo o País para tentar entender uma contradição do mercado brasileiro: o cliente diz gostar de sorvete, mas consome muito pouco o produto.

Obstáculos. Vários fatores, no entanto, explicam as dificuldades de ampliação de mercado. O primeiro – e principal responsável pela queda de 7,2% no volume vendido entre janeiro e junho de 2013 – é o fato de a renda média do brasileiro, apesar de ter crescido nos últimos anos, ainda ser bem inferior à dos consumidores de países desenvolvidos, onde o consumo de sorvete é muito maior.

Isso ajuda a explicar por que americanos e australianos consomem mais de 17 litros de produto por ano, enquanto o brasileiro toma apenas 3. Hoje, um pote de 2 litros de sorvete das principais marcas – Kibon e Nestlé – não custa menos de R$ 15. “Sabemos que estamos pedindo um desembolso alto para o consumidor”, diz a diretora de marketing da Kibon, Cecília Dias. “Por isso, estamos modificando a nossa oferta.”

Ao subdividir sua linha de sorvetes, a Kibon colocou os produtos mais sofisticados em embalagens menores para não acabar assustando o consumidor com os preços. A estratégia é evitar que linhas como a Três Seleções, com três sabores em um único pote, não ultrapassem o valor cobrado pelas opções já disponíveis hoje.

Fator preço. Segurar o preço é uma medida necessária no momento em que o consumidor põe o pé no freio do consumo de “supérfluos” – categoria na qual, apesar dos esforços das fabricantes, o sorvete continua a se encaixar.

O consumidor brasileiro está numa fase em que pensa duas vezes no que compra. Segundo Marden Silva Soares, analista de mercado da Nielsen, parte da renda das famílias é consumida por prestações já assumidas.

Por isso, após a fase de experimentar novas categorias de produtos, o brasileiro entrou na fase de migrar para marcas mais baratas a fim de fazer as “conquistas” se encaixarem no seu orçamento.

“Com menos dinheiro disponível, o brasileiro passa a consumir menos e pior”, diz o analista. “Mesmo que invistam na revitalização das marcas e apresentem novos produtos, as líderes vão ser pressionadas a não aumentar os preços.”

Cultura. Além de fatores econômicos, características culturais também impedem a expansão mais acelerada do setor de sorvetes no Brasil.

O consultor em varejo Adalberto Viviani diz que o sorvete ainda tem de vencer a resistência das famílias em trocar as sobremesas feitas em casa por opções industrializadas.

“O espaço do almoço de domingo ainda não foi conquistado pelo sorvete”, diz o especialista. Além disso, a tentativa de vender o sorvete como alimento a ser consumido entre as refeições esbarra na própria natureza do produto. “As empresas estão tentando copiar o biscoito, que antes era um produto muito associado ao café e hoje é consumido durante o dia todo”, diz Viviani. “O problema é que não dá para levar um sorvete na bolsa para o trabalho.”

Uma outra barreira também está no caminho da expansão do consumo de sorvete: a preocupação com o corpo. Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde na semana passada mostrou que, pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros estão acima do peso, enquanto a parcela de obesos chega a 17%.

Por isso, o consumidor está investindo parte maior da renda em atividades físicas, diz Soares, da Nielsen. “Enquanto o apelo saudável cresce, diminui o espaço para indulgências como o sorvete.”

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– A bolha chamada OGX

E a petroleira de Eike Batista está para quebrar. Se não honrar seus compromissos milionários até segunda-feira, poderá falir!

Sinceramente, desde o início me pareceu que os negócios de Eike Batista (que arrogantemente se gabava de buscar o título de “homem mais rico do mundo”) eram uma bolha como aquela da Internet que quebrou muita gente.

Mas o que é uma bolha econômica?

É uma empresa que valoriza-se muito, produz pouco e tem seu alto reconhecimento pela perspectiva do que fará. Ou seja: há riscos! A OGX, por exemplo, não produzia quase nada, mas era muitíssimo valorizada.

E aí: será que conseguirá pagar suas dívidas até o dia 30?

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– Golpistas Promocionais e Profissionais

Vejo uma propaganda gigantesca de um tênis TOP de linha da Mizuno: Wave Prophecy 2, um calçado de quase R$ 1.000,00.

No anúncio, em letras garrafais: de R$ 999,99 por R$ 199,99 (Best Mania)!

Suspeito…

Em letras miúdas, depois de vários cliques no site, a informação: “réplica fiel de primeira linha do calçado”.

Aí é crime! Publicidade enganosa e de pirataria? Induz a confusão.

(Veja em: http://www.bestmania.com.br/br/oferta-nacional/oferta-do-dia/1503)

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– O Aumento dos Combustíveis com Data Marcada!

Fique atento: até dia 21 de outubro (aproximadamente 1 mês), teremos o tão aumento nos preços dos combustíveis.

Acontece que a Petrobrás irá promover leilão de algumas áreas de exploração, e para ajudar na valorização, deve aumentar os preços.

Vale a pena manter o tanque cheio. O Governo não costuma avisar…

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– Natura no Varejo

Depois de muito resistir, a Natura, que era o símbolo da venda direta “porta-a-porta”, resolveu abrir lojas físicas. E começará a todo vapor: sua primeira unidade será na Rua Oscar Freire, e depois dela, deseja mais 60 unidades em um ano!

Boticário, Água de Cheiro e tantas outras boticas terão um concorrente de peso nos shoppings.

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– Caloi agora é Canadense!

Sou do tempo em que se lia gibis da turma da Mônica e se recortava o recadinho: “Não se esqueça da minha Caloi“, para cobrar a bicicleta tão sonhada do Dia das Crianças.

Naquela época, bicicleta era: Caloi ou Monark; e a evolução: Mobilete ou Monareta.

Hoje, marcas sem fim existem por aí. E a última grande marca brasileira (e a mais antiga, ela foi fundada em 1.898) – a Caloi – foi vendida à canadense Dorel.

Sinais da Globalização, do cenário econômico ruim do país ou nada disso, apenas uma oportunidade de negócio?

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– O Expresso Jundiaí virou FEMSA!

É negócio de “gente grande”! A FEMSA (engarrafadora mexicana da Coca-Cola e que atua fortemente no Brasil) comprou a tradicional empresa familiar Expresso Jundiaí, que muito orgulhou nossa cidade.

Qual será o futuro da empresa com tal aporte? Seria um caminho para mudar os rumos do negócio e levá-lo à distribuição de produtos da empresa? Não creio que a FEMSA pretenda alterar a logística atual da empresa.

Só o tempo dirá!

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– Microsoft compra a Nokia Celulares!

Por 17 bilhões de reais (ou 5,44 bi de dólares), a Microsoft comprou a divisão de celulares da Nokia.

Caramba… Nokia e Ericsson eram as top nos anos 90, seguidas pela Siemens. Ambas foram negociadas!

Cá entre nos: quem investe tanta grana assim, só pode estar querendo fazer ainda mais dinheiro. portanto, o que a Microsoft fará de novo com sua aquisição?

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/2013/09/microsoft-compra-divisao-de-celulares-da-nokia-por-cerca-de-r-17-bilhoes.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

MICROSOFT COMPRA A NOKIA

A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto.

A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e smartphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.

O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft – na prática – deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.

Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.

“É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones”, indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.

O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.

“Para a Nokia este é um importante passo para se reinventar, fortalecer sua posição financeira e iniciar um próximo capítulo”, indicou no comunicado conjunto Risto Siilasmaa, quem agora aparece como o executivo-chefe provisório da Nokia.

Com esta operação, a Microsoft, que também perdeu terreno devido à ascensão da Apple, Google e Facebook nos últimos anos, consuma a absorção de uma empresa que é parte essencial da economia da Finlândia e uma das pioneiras na fabricação de telefones celulares.

O acordo entre Microsoft e Nokia inclui a transferência de 32 mil empregados à multinacional americana, entre funcionários de gestão, engenharia, manufatura, montagem e distribuição no mundo todo.

Por causa da desaceleração dos últimos anos, impulsionada principalmente pela ascensão dos smartphones e tablets, a Nokia demitiu cerca de 20 mil empregados e eliminar algumas das gratificações.

No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou uma queda na venda de celulares de 27%, além de 5 bilhões de euros de prejuízos acumulados nos últimos nove trimestres. EFE

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– Células de Real com Dificuldade de Descontaminação

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.
Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

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– Vitinho já se foi?

Puxa, quer dizer que o jovem Vitinho, que ganhou destaque no Botafogo-RJ nesse segundo semestre, já foi vendido ao Leste Europeu (CSKA-Moscou)? E por US$ 10 milhões?

Caramba… duas constatações:

1- Não se consegue segurar ninguém por uma boa proposta financeira.

2- O futebol da antiga União Soviética está milionário. Da onde está saindo tanto dinheiro da Rússia e da Ucrânia? Lucro com o futebol, duvido. A mim, parece ser lavagem de grana suja.

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– Cacildis! Vem aí a… Biritis!

Quem não curtia os Trapalhões na década de 80? Didi, Dedé, Mussum e Zacarias paravam o Brasil com suas piadas (hoje politicamente incorretas) e brincadeiras circenses.

Mas algo curioso: um dos filhos do Mussum lançará um produto para homenagear o trapalhão que gostava de “mé” (e para ganhar dinheiro também com a “grife”): a Cerveja Biritis!

Promete começar artesanal e depois estará nas grandes redes. Sucesso? Talvez, mas certamente vou tomar uma e ao sentir o sabor direi… Cacildis!

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– Aumento da Gasolina em Breve?

Atenção motoristas: o Governo Federal pode aumentar a qualquer momento o preço da Gasolina.

Em pleno período de estabilidade dos preços, três fatores podem ocasionar o reajuste:

  • 1- O pedido da Petrobrás para a elevação dos preços, já que ela os considera defasado no mercado internacional;
  • 2- A solicitação do prefeito paulistano Fernando Haddad, que pede um valor maior à Gasolina para que se subsidie o Diesel para redução da tarifa de ônibus; e
  • 3- A distância do período eleitoral, já que para as ambições de reeleição da Presidente Dilma, seria menos ruim subir os preços agora do que o ano que vem, com pleito presidencial à vista.

Sobre o preço da Gasolina, você sabia que ele é um dos mais caros do mundo (se comparado à renda per capita e também em números absolutos)?

Veja essa tabela mundial, clicando no link: http://economia.terra.com.br/infograficos/precos-de-gasolina/

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– “Change the World” do Itaú

Com todo respeito, mas a canção “Change the World“, cantada por crianças em um coro, tocada a exaustão pelo Banco Itaú, já não passou dos limites?

Caramba… que superexposição e que chatice. Quantas vezes por dia a mesma propaganda na TV, rádio, etc. etc. e etc.?

Os publicitários estão praticando o antimarketing puro. Mudo de canal ou de estação.

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– Há 20 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 20 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– A Vez dos Office-Velhos

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– E Detroit Faliu!

Detroit (EUA) é o berço da indústria automobilística. A Ford e a produção de veículos em massa surgiu lá. Porém, devido as péssimas condições financeiras atuais, a Prefeitura Municipal decretou sua própria falência!

Os americanos têm regras diferentes que as nossas. Órgãos governamentais e pessoas físicas também podem falir.

E se aqui isso também fosse possível? Ministério da Saúde, da Educação, diversas prefeituras e cidadãos aos milhares decretariam sua falência. O pior é que dinheiro não falta ao Governo Brasileiro; falta a gerência honesta dele, pois o custo da corrupção é assustador!

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– Brasil tem o 5o maior preço de Big Mac do Mundo

Existe um parâmetro econômico mundialmente conhecido como “índice BigMac”. É o poder de compra calculado com base no tradicional no1 do McDonalds (o combinado lanche + batata frita + refrigerante). Tal indicador é muito respeitado, e mostra uma curiosidade: através dele, dá para saber que o poder de compra do brasileiro é menor que em 52 países, apesar da valorização da nossa moeda.

Curiosidade: aqui, em média o combo custa US$ 5.28. Nos EUA, US$ 4,56 (e a renda deles é bem maior que a nossa). Na Índia, só R$ 1,50 – e com a mesma receita).

Abaixo:

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/07/12/brasil-tem-quinto-big-mac-mais-caro-do-mundo/

BIG MAC DO BRASIL É O QUINTO MAIS CARO DO MUNDO

Por Gustavo Santos Ferreira

O Brasil tem o quinto Big Mac mais caro do mundo – informou nesta sexta-feira a revista The Economist, responsável por divulgar semestralmente o chamado Índice Big Mac. O lanche vendido aqui só é mais barato do que na Suécia, na Suíça, na Venezuela e na Noruega.

O ranking da revista inglesa ajuda a medir, a partir do preço praticado nas vendas do carro-chefe do McDonald’s em 57 economias, quanto uma moeda está sub ou sobrevalorizada em relação ao dólar.

Por aqui, o sanduíche é vendido por US$ 5,28 (R$ 11,99); nos Estados Unidos, por exemplo, sai por US$ 4,56 (R$ 10,35).

Em dezembro, com o dólar comercial cotado a R$ 2,05, o Big Mac no País era 30% mais caro do que para o consumidor americano. Agora, passados mais de 6 meses e com uma depreciação do real em relação ao dólar superior a 11%, essa diferença caiu para 16%. Na prática, significa que a moeda brasileira, mesmo em franca desvalorização em 2013, prossegue bastante sobrevalorizada quando comparada ao dólar.

(Para que fosse calculado o Índice Big Mac do Brasil no primeiro semestre deste ano, foi considerado o dólar comercial cotado a R$ 2,27.)

Além disso, conclui-se que o dinheiro nas mãos do consumidor do Brasil tem poder de compra menor do que o das moedas que circulam em 52 países em que o Big Mac é mais barato.

Sim, porque a questão não é apenas cambial – vale lembrar. A partir desse índice, pode-se mensurar o alto custo Brasil de um modo geral.

Ora, o Big Mac é comercializado em qualquer lugar do mundo, certo? E é também em qualquer ponto do globo feito com os mesmo ingredientes, seja em São Paulo, Tóquio, Moscou ou Nova Deli – a capital da Índia, por sinal, onde boa parte da população não come carne, tem o lanche mais barato: US$ 1,50.

Nessas condições, ao analisarmos os preços do Big Mac em 57 países, temos boa noção de custos de produção pelo mundo. Ou seja, embora o câmbio importe muito, entram na conta ainda inflação, impostos, gastos com energia, mão de obra e demais tantos fatores peculiares de cada economia – que, no caso da brasileira, estão lá no alto.

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– Preço dos Ingressos para a Copa do Mundo: barato ou caro?

A FIFA divulgou os preços dos ingressos da Copa do Mundo:

  • Os mais baratos (fase 1, exceto Jogo de Abertura) custarão 30,00.
  • Os mais caros (para todas as fases do torneio) R$ 1.980,00.

Claro que para as Oitavas-de-Final, Quartas, Semis e Final os preços mais baratos majoram. Normal, afinal, jogo mais importante vale mais.

Mas já imaginaram que estranho: um suposto jogo entre Alemanha x Argentina no Maracanã custará R$ 30,00; e o hipotético Eslovênia x Benin na Arena Cuiabá, idem!

Achei os preços mínimos razoáveis. Claro que a FIFA quis fazer um agrado ao povo, temendo também manifestações e questionamentos. Mas lembremo-nos: ela não paga imposto de nada no Brasil, é dinheiro líquido (faz parte do acordo entre a entidade e o Governo para se realizar o evento). Além disso, o grosso da grana não vem das bilheterias, mas de patrocínio, dinheiro de transmissão, licenciamentos, entre outras receitas.

E pensar que no Paulistão, os jogos custavam R$ 40,00…

Pra você: o valor do bilhete para assistir aos jogos da Copa do Mundo é barato ou caro? Deixe seu comentário.

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– Olha aí o Vanoil da Passarela!

Veja que bacana: a rede jundiaiense Passarela é destaque na Revista Isto É Dinheiro! Na matéria, a bela história do humilde começo do seu Vanoil ao sucesso.

Quem é daqui de Jundiaí, sabe da sua pujança. Abaixo:

Extraído de:

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/123847_DA+CANA+AOS+SAPATOS+ONLINE

DA CANA AOS SAPATOS ON-LINE

Como o ex-boia-fria Vanoil da Rocha Pereira construiu a rede varejista de calçados Passarela, que obtém no e-commerce a metade de seu faturamento de R$ 600 milhões

Por João VARELLA

Aos 7 anos de idade, Vanoil da Rocha Pereira começou a trabalhar nos canaviais da cidade de Bandeirantes (PR). Seus pais possuíam uma pequena propriedade de menos de cinco hectares, insuficiente para sustentar os dez filhos. O jeito era iniciar as crianças desde cedo na labuta, trabalhando a terra dos grandes produtores da região. A vida miserável na roça fazia a infelicidade de Pereira. “Cada avião que cruzava os céus me convencia mais de que a cidade era o meu lugar, não o campo.” Com incentivo da mãe, analfabeta, Pereira permaneceu conciliando a escola com o trabalho na lavoura. A situação perdurou até o dia em que a família teve condições de se mudar para Itatiba (SP), onde já na adolescência Pereira passou a lustrar móveis – seu primeiro emprego com registro em carteira.

Trabalhando duro e galgando espaço nas empresas em que trabalhou, Pereira comprovou que a vida na cidade foi feita para ele. Aos 58 anos de idade, ele hoje é dono da Passarela, com sede na vizinha Jundiaí, uma rede formada por 35 lojas de calçados espalhadas no interior de São Paulo. Missão cumprida? Nada disso. Atualmente, a grande meta de Pereira é crescer na internet com sua operação de e-commerce, responsável por metade do faturamento anual de R$ 600 milhões da empresa. Seu plano o coloca em rota de colisão com duas grandes competidoras do comércio eletrônico brasileiro. Uma delas é a Dafiti, financiada pelo fundo alemão Rocket Internet e comandada por Malte Horeyseck.

“Nesse tempo, eu já era gerente.” Tendo decuplicado a rede de lojas físicas, Pereira resolveu investir no comércio virtual em 2010. Segundo ele, um motivo importante foi o descaso das administradoras de shopping. “As condições que algumas delas impõem para instalar uma loja são muito ruins, inviáveis”, afirma, franzindo o cenho. Apesar do investimento mensal de R$ 2 milhões em publicidade digital, a divisão de venda eletrônica ainda não dá lucro. O empresário entende que este é o momento para ganhar terreno e “arrumar a casa”. Para deixar a empresa afinada, uma consultoria financeira foi contratada para auditar seu balanço. A expectativa de Pereira é que em 2015 o site já dê lucro e o valor da Passarela cresça, atraindo interessados em investir nela.

“Um IPO não está descartado”, diz ele. Enquanto o ponto de equilíbrio no digital não vem, Pereira reforça a operação das lojas físicas, ampliando o portfólio de produtos, incluindo confecções e acessórios, como bolsas. Até o fim do ano, Pereira pretende abrir cinco novas lojas, ampliando a rede para 40 unidades. As prateleiras de cada uma terão cada vez mais variedade. A Passarela tem 15 marcas próprias, para atender diferentes perfis. A produção vendida é terceirizada por fábricas do interior de São Paulo e do sul do País. Quem define o desenho das peças é a equipe de criação da Passarela e Pereira. “Viajo duas vezes por ano para a Europa em busca de referências”, diz o empresário. Ele descarta fazer suas pesquisas pela internet. “Vejo as lojas, mas gosto de ficar mais atento ao que as pessoas estão realmente usando nas ruas.”

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– Perdemos a Noção dos Salários no Futebol?

Robinho diz que ama o Santos, ganha mais de 1 milhão no Milan e diz que aceita reduzir 35% a pedida. Vale?

Muricy cobra R$ 750 mil por mês dos clubes que trabalha e aceitava ganhar menos por que ama o São Paulo. Vale?

Não sei quanto ganha Alexandre Pato, mas os direitos federativos de 42 milhões de reais correspondem ao rendimento? Vale?

Luxemburgo tem uma hiper-comissão técnica. E seu salário astronômico, vale?

Se os clubes não estourarem, é prova de duas coisas: há dinheiro por fora ou estão abastados financeiramente.

Salário é coisa particular, mas fico indignado com esses valores, vendo os dirigentes toparem tais contratos e pedidas.

Isso precisa mudar…

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– O Lote Contaminado de Cup Noodles da Nissin-Ajinomoto

Se você gosta do macarrão instantâneo em Copo da Miojo, o Cup Noodles, não coma sem olhar bem a embalagem depois de aberta. Há lote contaminado por larvas…

PROCON DETERMINA RECOLHIMENTO DE MACARRÃO COM INSETOS

Simone Alencar, Keren Klayanne e Vanessa Fiedler fizeram a denúncia pessoalmente na Secretaria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon)

Por Gabriela Vieira – Exame.com

O Procon-RJ determinou à indústria Nissin-Ajinomoto Alimentos a retirada do mercado do Rio de Janeiro de um lote do macarrão instantâneo Cup Noodles, em razão de denúncia de três consumidoras, que encontraram insetos e larvas em um dos copos do produto, sabor galinha caipira. Em nota, o Procon-RJ informa o lote do produto: D0892.

Uma amostra do produto também foi encaminhada para a Delegacia do Consumidor, onde será realizada perícia e, possivelmente, instaurado um procedimento criminal.

“Eu que comi primeiro e não vi nada. A minha amiga que deu a segunda garfada foi quem percebeu. Quando puxamos o garfo veio muita larva. O produto estava absolutamente lacrado, não tinha perfurações no copo ou no plástico. Então, deduzi que os insetos tinham vindo da fábrica”, relatou Simone ao Procon.

Em seu perfil no Facebook, Keren postou uma foto do macarrão, onde é possível ver os insetos. Segunda ela, as consumidoras tentaram um contato com a empresa por telefone, mas a fabricante teria se oferecido apenas para trocar o produto. O Procon-RJ realiza nesta quarta-feira, 3, inspeção em pontos de venda para verificar se a determinação foi cumprida.

Em nota, a Nissin-Ajinomoto Alimentos Ltda informou que tomou todas as providências necessárias para investigar a reclamação.

“Ressaltamos que a Nissin-Ajinomoto respeita e segue rigorosamente a legislação da Vigilância Sanitária no que dispõe às Boas Práticas de Fabricação e Comercialização”, diz a nota. A empresa informou ainda que as “unidades fabris atendem a rigorosos padrões de qualidade desde a seleção dos fornecedores até a distribuição dos nossos produtos” e se colocou à disposição para esclarecimentos.

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– Eike Batista e a Bolha do Brasileiro

Me recordo de que com a popularização da Internet, muitas empresas abriram o capital e depois quebraram. As cias de tecnologia tinham grandes perspectivas, e o seu valor só aumentava, mesmo não produzindo a contento (a chamada “bolha” que depois estourou). Foi justamente o que aconteceu com Eike Batista: criou inúmeras empresas para diversas áreas, e algumas nada produziram. Tinham valor de mercado, projeções otimistas, mas rendimento financeiro real, nada!

Me lembro em uma entrevista que, de forma arrogante, Eike dizia que seria o homem mais rico do mundo. Agora, seu império está ruindo.

Azar de quem apostou nele.

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– Dicas para a Economia de Combustível

Compartilho com os amigos 28 dicas de economia para quando você for dirigir. São detalhes que valem a pena ser observados, visando o rendimento melhor do seu veículo:

Extraído de: http://vcnotransito.terra.com.br/vc_no_transito_integra.php?id=222&pagina=3

28 DICAS PARA SE DIRIGIR DE FORMA ECONÔMICA

Há algumas semanas, apresentamos 23 dicas de manutenção e cuidado com o carro para economizar combustível (leia aqui). Agora, listamos 28 dicas para quem quer dirigir de forma econômica, obtendo o máximo rendimento do combustível. As sugestões foram elaboradas pela rede de assistência norte-americana ProCarCare.

1. Evite esquentar o carro antes de sair. Ligue o carro, acelere suavemente e saia normalmente.

2. Se o tempo de espera para abertura do semáforo for menor do que um minuto, mantenha o carro ligado. Se for superior a isso, desligue. Um minuto de marcha lenta consome mais combustível do que é necessário para reiniciar o motor.

3. Evite paradas súbitas e muitos reinícios. A aceleração forçada usa mais de um terço a mais de combustível. Atinja sua velocidade desejada com o pé firme no acelador e pare paulatinamente.

4. Dirija em um ritmo constante. Planeje sua rota para evitar o para-e-anda do trânsito. Fique atento ao movimento ao seu redor para evitar constantes paradas súbitas e acelerações.

5. Alguns sistemas de semáforos são cronometrados para abrir quando um carro se aproxima a determinada velocidade. Se você mantiver um ritmo constante, pode acionar o verde mais facilmente do que se chegar rapidamente.

6. É difícil, mas procure evitar os engarrafamentos. Mesmo com as paradas e semáforos dos caminhos alternativos, eles são bem mais econômicos do que ficar parado no trânsito, que pode aumentar o consumo em 50%.

7. Escolha a sua superfície de pista. Dirigir em ruas esburacadas pode aumentar o gasto de combustível em até 30%.

8. Evite o excesso de frenagem. A necessidade de frear pode muitas vezes ser diminuída controlando as marchas.

9. Some várias viagens curtas em uma única viagem. Passeios curtos não deixam o motor atingir a temperatura de funcionamento mais eficiente. Ao combinar vários trechos curtos, você pode economizar ao tirar proveito da eficiência do veículo aquecido.

10. Para viagens longas, saia bem no início da manhã para evitar o tráfego pesado e reduzir a necessidade de ar-condicionado em clima quente.

11. Se você tem mais de um veículo, use o mais econômico no dia a dia.

12. Use a transmissão corretamente. Se o carro for manual, mude de marcha assim que o carro estiver “pedindo” a próxima. Em carro automático, tire o pé levemente do acelador para a mudança de marcha acontecer mais cedo.

13. Ao se aproximar de subidas, não espere até que o veículo comece a se “arrastar” antes de mudar as marchas. Não acelere no início da subida, pois o aumento de velocidade é leve e o consumo de combustível, elevado. Você pode minimizar a perda de velocidade gradualmente aumentando a velocidade enquanto se aproxima de uma ladeira.

14. Se puder, evite dirigir no mau tempo. A chuva pode aumentar o consumo, assim como o vento forte, em até 10%.

15. A temperatura de verão moderado é melhor para economizar combustível que o frio. Um calorzinho de 21° C é muito mais favorável ao carro que o friozão do auge do inverno.

16. Se o carro vier equipado com um cruise control, aproveite esse mecanismo, que ajuda a economizar combustível quando se mantém uma velocidade constante.

17. A melhor economia de combustível é obtida em velocidades moderadas, nem baixas nem altas demais.

18. Use o ar-condicionado quando em alta velocidade. Embora o peso e o funcionamento do ar-condicionado reduzam a economia, testes demonstraram que o arrasto do vento de 55 km/h com as janelas abertas podem consumir mais combustível que o uso do ar condicionado com as janelas fechadas. Não vale a pena usar o aparelho em velocidades baixas, quando o melhor é abrir as janelas para ventilar o carro.

19. Não leve peso desnecessário no porta-malas. O peso é o maior fator para o uso de combustível. Cerca de 45 kg a mais representam gasto de 1% de combustível a mais.

20. Não coloque bagagem em um rack sobre o carro. Isso pode afetar a aerodinâmica, aumentando a resistência do ar.

21. Aprenda a dirigir por instrumentos. A leitura do tacômetro (se equipado) pode manter o motor na faixa ideal de funcionamento de 1000 a 3000 rpm. Um vacuômetro indica o vácuo do motor maior.

22. Relaxe enquanto estiver dirigindo. Encontre uma posição de condução confortável, ajustando o banco antes de dar a partida.

23. Evite comprar pneus de tala larga, que só criam mais resistência ao rolamento. Atenha-se às recomendações do fabricante.

24. Se estiver estacionado em uma descida, dê a partida na segunda marcha.

25. Em carro de quatro cilindros, aprenda a mover o pedal do acelerador para evitar a ativação do circuito secundário, exceto em caso de emergência.

26. Evite o uso de flaps ou grandes retrovisores, a não ser que seja necessário. Eles criam mais resistência do ar.

27. Não dirija rápido até que o motor esteja totalmente aquecido em sua temperatura normal de funcionamento.

28. Anote seu consumo e tente descobrir em quais períodos o carro gastou mais ou menos.

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– A Phillips deixou de fabricar TVs. Uma revolução que dará certo?

Leio que a gigante Phillips deixou de fabricar TVs para se dedicar a Pesquisas e Equipamentos Cirúrgicos.

Para mim, surpresa!

Dará certo ou não?

Leia em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1044/noticias/ele-arriscou-tudo-e-se-deu-bem

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