– 5 Ações Empresariais Exclusivas da Netshoes para o Sucesso

Olha que bacana: a Netshoes, empresa de venda de material esportivo on-line, pretende abrir ações na Nasdaq! E a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre suas ações, publicadas na ed 1039 (pg 40-43), sobre virtudes da empresa. Abaixo:

UM JEITO DIFERENTE DE JOGAR

Enquanto a maioria das empresas de comércio eletrônico no Brasil deixa clientes insatisfeitos, a Netshoes é elogiada. Qual o segredo?

1- ATENDIMENTO: A Netshoes não terceiriza o call center, como é comum. Há consultores em diversos esportes para fazer recomendações.

2- LOGÍSTICA: Uma inovação foi a instalação de um posto dos Correios dentro do Centro de Distribuição. Assim, reduziu-se o gasto dos transportes.

3- ENTREGA EXPRESSA: O frete-grátis virou padrão, mas a Netshoes, caso o cliente queira, cobra pela entrega expressa, permitindo até mesmo entregas no mesmo dia.

4- TECNOLOGIA: A empresa mostra uma página diferente a cada cliente, de acordo com suas preferências.

5- EXCLUSIVIDADE: A Netshoes tem contratos exclusivos com Nike e Adidas. Dos 38.000 itens, cerca de 400 não podem ser encontrados em nenhum outro lugar do país.

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– A Insegurança dos Carros Fabricados no Brasil é Verdadeira?

Xiiii… A agência Associated Press trouxe uma revelação: os carros brasileiros são mortais, e não atendem as mínimas normas internacionais de segurança.

Verdade ou exagero? Abaixo:

(Extraído de: http://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/13/imprensa-internacional-descobre-que-carro-brasileiro-e-inseguro.htm)

MUNDO “DESCOBRE” QUE CARRO BRASILEIRO É INSEGURO; CUSTO NÃO É DESCULPA, DIZ NCAP

Por Eugênio Augusto Brito

Neste domingo (12), enquanto boa parte dos brasileiros celebrava o Dia das Mães e/ou acompanhava, na TV ou nos estádios, a decisão dos campeonatos estaduais de futebol, a imprensa internacional descobriu, reproduzindo texto da agência AP (Associated Press), que o carro feito e vendido no Brasil é inseguro.

Na reportagem, assinada por Bradley Brooks e intitulada “Carros fabricados no Brasil são mortais”, dados sobre vendas crescentes de carros de passeio no país (puxadas pela “nova classe média”, segundo o autor), números sobre acidentes de trânsito (com mortos e feridos) do Ministério da Saúde e da própria AP e resultados das três edições do Latin NCAP (a versão local do programa independente de segurança automotiva) são comparados para se chegar a um resultado já apontado por UOL Carros: carros feitos no Brasil não atendem minimamente a requisitos internacionais de segurança, ainda que suas versões fabricadas e vendidas no exterior (nos casos aplicáveis) se saiam bem.

Esta conclusão da reportagem da AP não traz novidade em si, ainda que apenas agora o mercado desenvolvido pareça ter acordado à realidade  dos mercados emergentes. Ela é, de fato, similar àquela apontada anteriormente, em novembro de 2012, pelo Latin NCAP. De acordo com os organizadores do programa de segurança para Brasil e América Latina, “os carros mais populares estão 20 anos atrasados em comparação aos dos países industrializados, e abaixo dos padrões globais” (releia aqui a reportagem).

Na ocasião, UOL Carros ressaltou a medíocre condição de segurança de modelos fabricados no Brasil com o exemplo do Renault Sandero: produzido no Paraná, o hatch obteve apenas uma estrela no teste de impacto, enquanto o modelo original, o Sandero feito pela romena Dacia, obteve em 2008 (ano de seu lançamento) três estrelas em segurança geral e quatro para crianças, no Euro NCAP.

Em carros mais instáveis e menos seguros, cresce o perigo para motoristas e ocupantes, lembra também o texto da AP: “Carros com estrutura mais fraca e coluna de direção frágil propiciam o choque do volante contra o peito e abdômen do motorista em colisões frontais, a forma mais comum e mortal de trauma, causando sérios danos aos órgãos vitais”. Além disso, a reportagem aponta que peças e pedaços de painéis mal construídos “flutuam” no interior da cabine após a colisão e podem se converter em projéteis perigosos, ferindo gravemente os ocupantes.

CLIMA DE GUERRA-
De acordo com os dados da reportagem, que aponta o Ministério da Saúde como fonte, 9.059 ocupantes de carros (motoristas e/ou passageiros) morreram em acidentes de trânsito no Brasil em 2010. Nos Estados Unidos, no mesmo período e nas mesmas condições, o total de mortes chegou a 12.435 — o texto faz ressalva de que a frota circulante norte-americana era cinco vezes maior que a brasileira no período.

“Na verdade, os dois países seguem em direções opostas no que diz respeito às taxas de morte — os Estados Unidos registraram 40% menos mortes em acidentes de carro em 2010, na comparação com a década anterior. No Brasil , o número de mortos subiu 72%, de acordo com os últimos dados disponíveis [do Ministério da Saúde]”, relata Brooks em sua reportagem.

Distribuído por uma agência jornalística internacional de renome, o texto de Brooks foi reproduzido por veículos americanos (como os jornais The New York Times, Detroit News (leia o texto em inglês aqui), Boston Herald e Seattle Times, e a rede de TV NBC), europeus (como o jornal Guardian, da Inglaterra) e até da Oceania. Brooks, que é responsável pela sucursal da agência AP no Brasil, afirma que a mistura de carros inseguros com condições perigosas de condução resulta em uma taxa de mortalidade em acidentes automotivos brasileiros quatro vezes maior que a média americana.

DE QUEM É A CULPA
Ainda de acordo com o relato de Brooks, que cita ter ouvido engenheiros e médicos, entre outros especialistas, os culpados pelo que chamou de “tragédia nacional” são os carros produzidos em território brasileiro com “soldas mais fracas, itens de segurança escassos e materiais de qualidade inferior, quando comparados com modelos similares fabricados para os consumidores americanos e europeus”.

Em fevereiro, UOL Carros publicou artigo do jornalista Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, que já comparava as quase 40 mil mortes anuais — cálculo que inclui também pedestres, motociclistas e outras vítimas externas aos veículos acidentados — a índices de uma “guerra não declarada”, cujas baixas poderiam ser evitadas com o uso maior de aparatos de segurança já a partir dos carros mais baratos (os mais vendidos).

“A começar por cintos de segurança mais eficientes — triviais, mas que se tornaram obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil apenas em 1984. Mesmo assim, a maioria da frota atual do país sequer tem pré-tensionador, numa grave redução da proteção passiva para economizar nos custos de produção”, afirmava Kutney três meses atrás, no texto intitulado “No Brasil, itens de segurança no carro ainda são artigo de luxo” (que pode ser relido aqui).

Claro, carros não se produzem autonomamente. Assim, a responsabilidade por modelos de pior qualidade e segurança, ainda que caros, é das fabricantes, que no Brasil são estrangeiras em sua totalidade. Segundo a reportagem da AP, a justificativa é o corte de custos, ainda que as margens de lucros sejam maiores por aqui. “As fabricantes obtêm até 10% de lucro sobre os carros fabricados no Brasil, em comparação aos 3% [obtidos] nos EUA e à média global de 5%, segundo a IHS Automotive, uma empresa de consultoria do setor automotivo”, aponta Brooks.

Mesmo assim, e apesar das obrigações estabelecidas por lei, a questão do custo é sempre colocada como entrave para o deslanche de normas de segurança no Brasil. De acordo com o artigo de Kutney, publicado em fevereiro, apenas 23% dos carros novos vendidos no país em 2010 estavam equipados com ABS (freios antiblocantes), sendo que apenas 4% eram de modelos chamados “populares”, mais baratos. Em um mercado “sensível a preços”, segundo Kutney, o valor cobrado pelo kit de freios com ABS e airbags frontais — atualmente em torno de US$ 1 mil (R$ 2 mil), podendo baixar para US$ 500 (R$ 1 mil) nos próximos anos — ainda é um impedimento crucial.

NCAP: CUSTO NÃO É DESCULPA
Vale lembrar que estes valores estão muito acima dos preços pagos pelas montadoras de carros aos fornecedores (as fabricantes de autopeças). UOL Carros conversou há duas semanas com o uruguaio Alejandro Furas, diretor técnico dos programas globais do padrão NCAP (Euro NCAP e Latin NCAP, entre outros), que foi categórico: “Custo não é, nem deveria ser jamais, a justificativa, uma vez que o valor do módulo de airbag completo [para motorista e passageiro] e instalado é de US$ 70 [menos de R$ 150] para o fabricante”.

Além do Sandero, são citados Fiat Uno (“estrutura instável e apenas uma estrela”), Chevrolet Celta (“quinto colocado em vendas durante todo o ano passado, recebeu uma estrela após ter a porta deslocada e o teto vincado durante a teste de colisão”), Ford Ka (“o hatchback Ka vendido na Europa recebeu quatro estrelas, quando testado em 2008; sua versão latino-americana obteve apenas uma”) e Volkswagen Gol (“Gol e Polo têm estruturas estáveis… mas a Volkswagen não respondeu à pergunta sobre quantos de seus consumidores pedem airbags em seus carros”).

Na entrevista concedida à nossa reportagem, porém, Furas afirmou que a culpa nunca deve ser repassada ao comprador, na verdade vítima sob qualquer ponto de vista. “O consumidor brasileiro não está acostumado a comprar carro usando a segurança como critério, mas não se pode culpá-lo, uma vez que do modelo básico e pelado ao topo da gama, já equipado com itens de segurança, a diferença de valores pagos pode variar entre 25% e 30%”, diz o diretor do NCAP a UOL Carros.

Esta culpa deve recair sempre sobre a montadora, ainda que possa ser dividida com o governo e com órgãos de trânsito, que no Brasil se omitem da obrigação de fiscalizar as condições de segurança dos veículos produzidos — a ponto de sequer manterem um laboratório público de testes em território nacional, situação indicada pelo texto do AP e confirmada a UOL Carros por Furas. “Mesmo na Europa, onde os preços são mais justos, o consumidor não cobra segurança, obrigação que é do governo e das autoridades do sistema viário. No Brasil, como o Governo não cuida disso, as montadoras são negligentes e o consumidor fica sem ação”, conclui.

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– A Guerra dos Cartões: Itaú pagará R$ 3 bilhões pela Credicard?

Nesta semana, muita agitação no mercado de Cartões de Crédito. Divulgou-se na 5a feira que o Itaú pagaria 3 bilhões de reais pela operadora Credicard, e pagos à vista! Na 6a, o banco negou.

Me recordo que quando os cartões de crédito surgiram, a briga era bipolarizada: Visanet (formada pelo Bradesco, Real e Banco do Brasil) contra Credicard (formada pelo Itaú, Unibanco e Citibank). Um banco não usava a bandeira da empresa comercializada pelo outro!

Hoje, o cenário mudou. Temos Elo, American Express e diversas outras. Mas uma coisa seja dita: as operadoras são verdadeiras minas de ouro. Veja só: quando você compra no Débito, o comerciante recebe no dia seguinte, menos 2% (em média) cobrado por elas. Se você compra a Crédito, piorou: o comerciante recebe daqui 30 dias, com taxas descontadas entre 3 a 5%!!!

Nessas negociações, nem sempre o cliente e o vendedor ganham… apenas o intermediário.

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– E quando o Cartão de Crédito “se bloqueia”?

Quer coisa mais chata do que fazer compras e na hora do pagamento, por motivo de segurança, o cartão de crédito ser bloqueado pela operadora?

Claro, há o lado bom: se alguém roubar seu cartão e fazer compras estranhas à normalidade do cliente, tudo bem. Mas e se considerarmos que o estabelecimento comercial é habitual ao perfil do dono do cartão?

Já aconteceu comigo diversas vezes. Em pouquíssimas oportunidades alguém da operadora me ligou. Na maioria, eu quem tive que ligar. O pior: em lugares em que tenho costume de usá-lo, e as vezes com muitas pessoas tendo que ter paciência para aguentar minha demora.

Quer coisa mais constrangedora do que ligar para o cartão de crédito com uma fila de clientes apressados atrás de você, estando ali, empatando o caixa?

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– A Adição do Álcool na Gasolina começou ontem!

Ontem, a produção de Gasolina ganhou uma nova formulação: antes, a fórmula tinha 20% de Álcool Anidro; agora, terá 25%.

A medida visa incentivar a produção da indústria sucroalcooleira, diminuir a importação de Gasolina do país e baratear o produto. Mas, cá entre nós: quem disse que o preço caiu?

Como haverá maior consumo de álcool, logicamente a escassez fará o preço aumentar. Na prática, maior adição de um produto no outro não surtirá efeito ao consumidor final.

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– Estado e União em Acordo Fiscal?

Ouço que o governador Alckmin se encontrará com a presidente Dilma, a fim de resolver a pendenga das brigas fiscais entre os estados. A ideia é evitar diferenças de ICMS oferecidas por alguns governadores, tirando empresas de SP.

Já era tempo, Geraldo! Só os paulistas perderam com isso…

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– A Vantagem ou Não da Relação Gasolina x Etanol

Faça as contas: a tabela mostra a relação de preço entre Gasolina e Etanol. Veja o preço da gasolina na coluna da esquerda e até QUANTO o etanol deixa ou não de ser vantajoso (na coluna da direita). Por exemplo: se a Gasolina está R$ 2,75, o Etanol passa a ser desvantajoso a R$ 1,92:

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– Pacote da Dilma para baixar os Combustíveis. Funcionará?

A presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de redução de encargos para baratear os combustíveis no Brasil. A redução poderá ser de até R$ 0,12 no Etanol. Também confirmou que haverá mudança na composição da Gasolina, com aumento do Álcool Anidro de 20 para 25% em sua fórmula.

No papel, a renúncia fiscal será de R$ 1 bilhão em prol da indústria sucroalcooleira! Teoricamente, o preço do Etanol e da Gasolina cairão, mas…

A própria Dilma disse que não há garantias de que o consumidor final sinta o desconto. Pior: o Ministro Guido Mantega disse que a intenção real da medida é para incentivar o aumento da produção, com o benefício da maior lucratividade às usinas.

Enfim: vai cair o preço ou não?

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– Empresas Americanas tiram Proveito da Causa Gay

Nos EUA, o assunto sobre a legalização do casamento homossexual está em pauta. E muitas organizações aproveitam o assunto e se ligam à causa para ganhar clientes e a imagem de “politicamente correta”. Veja:

Extraído de Época, ed 13 de abril, pg 52-54

A NOVA SUSTENTABILIDADE?

Empresas americanas aderem à causa do casamento gay depois que ela se tornou majoritária nos Estados Unidos

Por Margarida Telles

O casamento gay é a nova sustentabilidade? Ou seja, uma causa tão majoritária que os departamentos de marketing das empresas abraçam entusiasticamente? Há indícios de que tal processo possa estar em curso nos Estados Unidos. Lá, marcas como Absolut, Nike, Microsoft e Apple manifestaram apoio à equiparação dos direitos entre os casais homossexuais e heterossexuais. Quando o movimento ganhou como logomarca o símbolo matemático de igualdade, marcas como Budweiser e Smirnoff publicaram as imagens em suas contas no Facebook e Twitter, gerando uma avalanche de curtidas e compartilhamentos. Claro que não dá ainda para comparar o apoio ao casamento gay, que envolve riscos, com a sustentabilidade, que é praticamente uma unanimidade. A rede de cafeterias Starbucks perdeu clientes dos setores conservadores ao defender os direitos dos homossexuais.

O publicitário Hiran Castelo Branco, vice-presidente de operações da ESPM, afirma ser improvável o mesmo tipo de boicote no Brasil. “Aqui, mesmo que a pessoa não seja adepta de uma determinada situação, ela não costuma ser radicalmente contra”, diz. Mesmo assim, marcas ainda relutam em assumir a causa gay. A Bonafont publicou em sua conta no Facebook o símbolo da igualdade, feito com duas garrafas de água. Procurada, limitou-se a dizer: “A Bonafont é uma marca reconhecida por respeitar e valorizar cada um de seus consumidores”. Já o site Decolar, cuja garota-propaganda é Daniela Mercury, assumiu um posicionamento neutro perante a questão. “A Decolar.com considera que assuntos particulares de nossos contratados só dizem respeito a eles próprios. Gostamos de todos e respeitamos suas decisões”, disse a empresa, num comunicado oficial, depois que a cantora assumiu seu relacionamento gay.

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– Dívida Impagável do Flamengo. E os demais clubes?

Nesta semana, divulgou-se que o Flamengo realizou uma auditoria que constatou: sua dívida é de R$ 750 milhões de reais!

Como se trabalha desse jeito?

E os demais clubes? O Vasco/RJ está devendo até para o porteiro do clube. O Guarani de Campinas se encontra quase falido e rebaixado. O Paulista de Jundiaí se virou com o chamado “consórcio de credores”.

A que caminho os pequenos clubes vão, se os grandes e tradicionais estão assim?

Aliás… ninguém é responsabilizado por má gestão? E o Governo com as dívidas de impostos a receber?

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– Samoa Air Cobrará a Mais por Passageiros Obesos

A Samoa Air, empresa aérea da Oceania, resolveu inovar: o passageiro pagará pelo excesso de gordura!

O peso da bagagem será somado ao do cliente, e haverá um limite de quilos. Na prática, os gordinhos pagarão mais, pois o que se quer é economizar combustível na viagem; e se isso não for possível, fazer com que o excesso de peso dos passageiros obesos seja compensado.

Um quilo extra num Boeing 777 custa US$ 0,50 / hora vôo a mais para a cia aérea, devido ao consumo de combustível! Pode parecer pouco, mas imagine um avião com 100 passageiros pesando 70kg e outro pesando 100kg… Some isso num ano inteiro de viagens!

A conta pesa…

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– Globo e dono da Claro querem dominar a América Latina

Calma, é algo normal no mundo das empresas. É que a Rede Globo quer se associar ao bilionário das comunicações Carlos Slim e comprar emissoras de televisão no continente. Uma parceria de gigantes…

Extraído de: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/globo-quer-comprar-emissoras-junto-com-slim-diz-blog

GLOBO QUER COMPRAR EMISSORAS JUNTO COM CARLOS SLIM, DIZ BLOG

Empresa de mídia e maior bilionário do mundo teriam começado a negociar a aquisição de outras empresas na América Latina

A maior empresa de mídia do país e o homem mais rico do mundo estudam comprar juntos outras emissoras na América Latina. Segundo informações do blog Radar, de Veja, a Globo teria iniciado conversas com Carlos Slim, dono da América Móvil, para a aquisição de outras empresas em vários países da região.

Se for para frente, essa não será a primeira vez que as duas partes dividem participações em um mesmo negócio. Como se sabe, a Globo detém uma fatia minoritária na Net, empresa controlada pela América Móvil. A companhia de Slim também tem Embratel e Claro na sua carteira de ativos no Brasil. Avaliada em mais de 36 bilhões de dólares, a gigante de telecomunicações é uma das principais fontes de receita do empresário mexicano.

A notícia vem à tona pouco tempo depois das Organizações Globo divulgarem seus resultados financeiros de 2012. No ano passado, o grupo lucrou 2,9 bilhões de reais, um aumento de 35,9% sobre o consolidado de 2011. A receita líquida da empresa, por sua vez, subiu 32,4%, chegando a 12,2 bilhões de reais.

Em se tratando de negócios no setor, Slim também anunciou, na última semana, a compra dos direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. A empresa terá exclusividade sobre a exibição para a América Latina, com exceção do Brasil – por aqui, os direitos serão divididos entre Globo, Record e Band.

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– A Redução de Custo das Aéreas

E a Gol Linhas Aéreas? Depois de comprar e em seguida fechar a WebJet, resolveu radicalizar: em seus vôos, o serviço de bordo só oferecerá água potável aos seus passageiros.

Quando surgiu, a empresa se classificava como as de baixo custo, embora não tivesse esse diferencial nas tarifas. Agora, a empresa retoma esse rumo, mesmo com tarifas altas.

Me lembro dos bons tempos da Varig (que hoje é da Gol): o menu deles era ótimo (e reconhecido internacionalmente).

Tratar bem o passageiro é salutar para as finanças…

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– SPC com o nome Sujo… no Próprio SPC?

Parece maluquice: o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), órgão denunciante de quem está com o nome “na lista negra do comércio”, está inadimplente como muitos da sua própria relação!

Coisa de doido. O SPC na lista dos nomes sujos na praça? Parece piada!

Extraído do Jornal Extra, 18/03/2013, pg 9

ATÉ SPC ESTÁ COM O NOME SUJO NA PRAÇA

No Rio, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) deve aluguéis, condomínios e IPTU. Processo de cobrança tramita na justiça desde 2005

Quem já deixou de pagar parcelas de produtos ou serviços comprados a prazo sabe bem o que acontece: o nome vai parar no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Mas, e se o órgão encarregado de informar ao mercado quem está inadimplente não honrar seus próprios compromissos? É por essa situação, no mínimo inusitada, que a Câmara de Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, detentora da marca SPC na cidade do Rio, está passando. Em valores atualizados, a entidade deve R$ 306.403,12, relativos a aluguel, condomínio e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) atrasados.

A cobrança do débito vem sendo discutida na Justiça desde novembro de 2005. A quantia refere-se ao uso de salas comerciais num edifício localizado na Rua da Carioca 32, no Centro do Rio, onde eram feitas consultas ao cadastro do SPC. O primeiro contrato entre a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Beneficência Portuguesa, dona do prédio, foi assinado em 1 de junho de 2004.

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– O Discurso Correto do Governador

Sempre tive minhas dúvidas quanto a divisão dos royalties do pré-sal carioca. O grosso do dinheiro deveria ficar no próprio estado do Rio de Janeiro, ou ser dividido pela União aos Estados?

Diante disso, um discurso do governador Geraldo Alckmin que me pareceu sensato: ele pediu uma nova política fiscal, equiparando o ICMS dos estados, evitando assim a guerra fiscal. Quando indagado sobre os royalties, ele declarou que:

Deveria ser da mesma forma com os impostos em geral. São Paulo tem a maior arrecadação, paga à União esse montante, e recebe muito pouco de volta.

Concordo. Se um recurso financeiro tem essa justificativa, por que o outro não teria?

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– Flamengo e Dorival: e a Responsabilidade Financeira?

Dorival Júnior foi demitido pelo Flamengo. Especula-se que ganhava absurdos R$ 650 mil / mensais.

Claro que a questão financeira só deve ser de importância a quem paga e a quem recebe, afinal o salário é algo muito pessoal. Mas cá entre nós: não é uma irresponsabilidade pagar tal valor?

O Mengão ofereceu uma redução de 50% do valor do salário para continuar com o treinador. Ele aceitava a minoração de 40%. Dessa forma, o Flamengo o dispensou.

E agora? O time carioca prefere pagar a multa rescisória (que é muito alta e maior do que a diferença do salário negociado) do que permanecer com o Dorival Jr?

Será que está sobrando tanto dinheiro assim na Gávea?

Coisas incompreensíveis em qualquer gestão administrativa…

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– Empresas que Trapaceiam ou se Atrapalham?

Domingo passado, em busca de ovos de chocolate em grande quantidade.

Vamos lá: melhor preço foi do Ovo “Lacta ao leite 196g” no Extra de Jundiaí – R$ 23,90.

Na entrada da loja, uma faixa que esses mesmos ovos estão em promoção, por R$ 19,90.

No corredor, um carrinho cheio dos ovos Lacta ao leite com um cartaz escrito em letras garrafais: “só hoje, por R$ 13,90”.

Na gôndola, outro lembrete: acima de 3 unidades, desconto de 15%!

Promoção sensacional, né? Mas, na hora de passar no caixa… Depois de 40 minutos na fila (aliás, que péssimo atendimento o Extra tem…), o preço não tinha nenhum desconto. Após reclamar, chamar gerente, debater, etc… cada ovo custou R$ 11,81.

Agora esqueça os Ovos de Páscoa e pense: quando você vai ao mercado, confere se todos os itens estão realmente sendo cobrados como o anunciado na prateleira? E se os “descontos que aparecerão no final do cupom” realmente representam o prometido?

Fica a dica. E a dúvida: são erros de quem se atrapalha ou de quem se aproveita do consumidor?

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– André McDonalds?

Caso para se discutir no futebol e ao mesmo tempo para a Administração de Empresas: o centroavante do Santos FC, André, voltou a marcar gols.

Detalhe: ele emagreceu 8 kgs, e declarou que só está em boa fase e voltou à boa forma física porque parou de frequentar o McDonald’s…

É tudo o que uma grande marca não quer que se diga!

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– Postos de Combustíveis sob Suspeita

Cerca de 7% dos postos de combustíveis em SP não entregam a quantidade correta vendida de gasolina, segundo a Folha de São Paulo desta segunda-feira. Ou seja, 1 litro de combustível pode não ter 1000 ml.

Quantos golpes, infelizmente, vemos nesse setor. Vejam só: adulteração de produto, carga roubada, medidas/galonagem irregulares…

Isso pode explicar os “milagres” que alguns postos fazem: o de vender combustível com preços abaixo da margem de lucro necessária.

Na dúvida, não abasteça. Seu veículo agradecerá!

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– Caridade na Verdade

O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:

A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”

Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

– Tablets Apple / Samsung / Nokia de R$ 1.600 VERSUS Xing-ling de R$ 200

Leio uma edição da Revista Superinteressante (Jan/2012, pg 73-75, por Bruno Garattoni), onde o jornalista quis saber o segredo do preço tão barato de certos produtos chineses. Seria em decorrência da mão de obra barata? Impostos subsidiados? Produtos de baixa qualidade?

O que ele fez: comprou um produto chinês, testou e o desmontou. Veja que surpresa…

Por exemplo: um iPad2. Nos EUA, ele custa US$ 500.00 no varejo (nem faço idéia de quanto custa aqui no Brasil). A Apple gasta US$ 307.90 em peças + impostos e US$ 10.00 em mão de obra.

Um similar chinês custa R$ 200,00 (duzentos reais, é isso mesmo – já se encontra a esse preço em SP!). E o que tem de especial para ficar tão barato?

Qualidade. Ou melhor, falta de qualidade. Na matéria, o jornalista percebeu que a tela de touchscreen era dura e ruim. Diferente de um iPhone ou iPad, a tela se passava como touchscreen. Na verdade, ela era resistiva, ou seja, tinha que apertar mesmo!

Para navegar na Internet, o aparelho veio com a versão mais antiga do Android (que os chineses montam em seus aparelhos por não ter custo, é livre). A resolução da tela não era a ofertada, e vídeos do YouTube eram praticamente impossíveis de se assistir. Google Maps? Um desafio acessá-lo…

Havia o Android Market para você baixar aplicativos. Esqueça. O Android Market sempre faz um reconhecimento de compatibilidade para iniciar o funcionamento, e, para variar, não reconheceu o tablet chinês, embora estivesse instalado lá (em produtos da 25 de Março e do Paraguai, frequentemente há esse problema).

No dia seguinte, para a ‘felicidade’ do jornalista, de tanto testá-lo, o aparelho travou por inteiro… Irritado, chegou a desmontar o tablet, e descobriu que a bateria instalada tinha a duração de uma bateria 5 vezes menor que a de um iPad. A cada 50 minutos era necessário recarregar o aparelho.

E aí: você arriscaria um tablet chinês ou escolheria um produto de marca conhecida? Veja que a diferença de preço é enorme, mas a qualidade idem.

A propósito: você confia em produto chinês em geral? Quer comentar? Deixe sua mensagem:

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– Aumento de 5% no Combustível na Surdina

Ô turma que gosta de surpreender o povo. E não é que o Governo Federal autorizou outro aumento de Óleo Diesel?

Os reflexos na Economia serão grandes: afinal, os caminhões que transportam o Brasil são movidos por esse produto. Assim, aumenta-se inevitavelmente o frete e consequentemente a comida, roupa, bens em geral…

Abaixo, extraído de Veja.com:

PETROBRAS ANUNCIA REAJUSTE DO PREÇO DO DIESEL EM 5% NAS REFINARIAS

Segundo aumento de preço anunciado pela estatal em 2013 deve entrar em vigor já na quarta-feira

A Petrobras reajustará o preço do óleo diesel nas refinarias em 5% a partir de quarta-feira, buscando alinhamento aos valores praticados no mercado internacional e reduzir os prejuízos verificados em sua divisão de Abastecimento. O aumento anunciado nesta terça-feira é o segundo para o combustível do ano, após a estatal ter elevado em 30 de janeiro os preços da gasolina e do diesel, em 6,6% e em 5,4%, respectivamente. “Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a petrolífera em comunicado.

O novo reajuste deve colaborar para reduzir a defasagem entre os valores praticados pela Petrobras no mercado interno e a cotação internacional, que tem provocado perdas para a estatal por conta de um aumento na importação de derivados a preços mais altos do que os de venda no mercado interno. Em 2012, por exemplo, a área de Abastecimento da estatal fechou o ano com prejuízo de 22,93 bilhões de reais, devido à política de preços dos combustíveis no país.

Sem conseguir acompanhar a crescente demanda do mercado brasileiro, a Petrobras foi obrigada a aumentar a importação de derivados, a preços mais altos, para atender ao consumo – a importação de petróleo e combustíveis pelo país aumentou 30% em fevereiro, para 3 bilhões de dólares. O prejuízo com a venda de combustíveis foi um dos fatores que pesaram no balanço da Petrobras em 2012. Seu lucro recuou 36%, para 21,18 bilhões de reais, configurando o menor lucro anual da empresa desde 2004.

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– Na farra, sempre presente. Na dificuldade…

Ontem, soubemos pelo Ministro Guido Mantega que o PIB do Brasil foi um PIBinho (como está na moda falar). Apenas 0,9% de crescimento. Péssima notícia.

Nessas horas fico atento: aumento do salário mínimo e redução da conta de luz, Dona Dilma aparece. Mas nos reajustes de preço dos combustíveis, elevação no índice da inflação e PIB decepcionante, cadê a presidente?

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– A Alta do Etanol faz a Gasolina ser mais vantajosa

Depois do aumento da Gasolina e do Diesel, parecia que o consumo do Álcool Hidratado (Etanol) seria uma boa vantagem aos consumidores. Porém, as usinas não dão conta da produção e o preço disparou. Em São Paulo, o preço está em R$ 2,10, segundo a Folha de São Paulo deste sábado (02/03/2013, Caderno Mercado 2, pg 6).

ÁLCOOL PERDE VANTAGEM PARA GASOLINA EM SP

por Mauro Zafallon

O álcool deixou de ser vantajoso para os consumidores paulistanos. Após forte pressão dos preços nos postos de abastecimento, o combustível derivado de cana já é negociado a R$ 2,10.

Na média, o preço do etanol subiu para R$ 1,99 na cidade de São Paulo, custando, assim 71% do valor médio da gasolina, que é de R$ 2,81. Os dados são de pesquisa semanal da Folha.

A utilização do álcool deixa de ser vantajosa em boa parte dos veículos quando o preço do derivado de cana corresponde a mais de 70% do da gasolina, segundo algumas pesquisas.

Essa pressão de alta veio basicamente do comportamento das distribuidoras e não do consumidor. O pouco estoque na virada de ano e a previsão de alta nos preços da gasolina fizeram as distribuidoras irem às usinas e adquirirem 1,04 bilhão de litros, 13% mais do que em dezembro, mês tradicionalmente de maior demanda que janeiro.

A busca maior de etanol pelas distribuidoras fez as usinas aumentarem ainda mais os preços, principalmente porque o setor está em final de entressafra, quando não há colheita.

O resultado foi que o preço do álcool hidratado subiu 9% nos últimos 30 dias nas usinas e o do anidro ficou 1,3% mais caro.

Pagando mais, as distribuidoras repassaram os novos valores para os donos de postos. Estes reajustaram o álcool hidratado em 2,57% apenas nesta semana. O resultado é um total de 8% de alta nos últimos 30 dias. Já a gasolina manteve os 6% acumulados após o reajuste permitido pelo governo.

A partir de agora, o etanol terá mais flutuação que a gasolina. Esta tem praticamente 72% do valor definido por Petrobras e impostos, restando pouco espaço para variações de margens, percentual de mistura e valor do anidro.

Já o etanol, cuja soma de impostos é de 18%, tem um campo muito maior (82%) para variações no mercado. Passado o final de entressafra, a tendência será de queda.

A safra começa oficialmente em abril, mas já tem usina no Paraná com colhedoras no campo. São Paulo deverá elevar o número de máquinas colhendo na segunda quinzena deste mês.

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– Yes, Rum não é Cachaça!

Ufa! Depois de muito tempo brigando com os EUA, uma vitória da pinga brasileira!

A nossa Aguardente era classificada como Rum, sofrendo com isso uma alta carga de impostos. Alguns chamavam a bebida pura pelo nome de Caipirinha. Mas, enfim, os americanos aceitaram a classificação como “Cachaça”.

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/113073_EUA+RECONHECEM+A+CACHACA+COMO+BEBIDA+BRASILEIRA

EUA RECONHECEM A CACHAÇA COMO BEBIDA BRASILEIRA

Por Carla Jimenez

Depois de anos de negociações, a Tax Tariff Bureau, divisão responsável pela regulamentação tarifária de produtos comercializados nos Estados Unidos, chancelou a classificação da aguardente brasileira como “cachaça”, abandonando o rótulo improvisado pelos importadores estrangeiros de “rum brasileiro”.

Segundo Ricardo Gonçalves, diretor superintendente da Cia Muller de Bebidas, que fabrica a caninha 51, o Brasil tentava o reconhecimento nos Estados Unidos, com apoio de entidades, desde o ano 2000. “Agora, só as bebidas destiladas no Brasil terão essa denominação”, diz Gonçalves, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe).
 
O reconhecimento da bebida brasileira era esperada desde que a presidenta Dilma Rousseff visitou o presidente Barack Obama, em abril do ano passado. Na ocasião, ficou acertado que os americanos certificariam a ‘branquinha’, e o Brasil fariam o mesmo para o bourbon, o uísque americano.
 
Hoje o Brasil exporta, globalmente, apenas US$ 14 milhões em cachaça. Com a nova denominação, há oportunidades de aumentar esse número, avalia Cesar Rosa, presidente das Indústrias Reunidas de Bebidas, que produz a Velho Barreiro. “Este foi um grande passo, mas é apenas o primeiro”, diz Rosa. “O setor ganha mais força para ganhar a denominação oficial da cachaça em todo o mundo, a partir de agora.”

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– Trabalho & Remuneração

Você sabia que o brasileiro é um dos trabalhadores cuja remuneração tem menos poder de compra comparando-se com a carga horária entre países desenvolvidos?

Observe a sequência abaixo:

País – Jornada de Trabalho – Salário Mínimo Mensal em Dólares

Coréia do Sul – 55h – 904

EUA – 40h – 1257

Alemanha – 38h – Não há

França – 35h – 1855

Brasil – 44h – 306

(Cotação de 11/10/10, extraído de Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, Março/2011, pg 57).

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– O Ouro Verde Paulista

Cada vez mais a cana-de-açúcar demonstra ser o Ouro Verde (fazendo uma analogia ao petróleo, chamado outrora de Ouro Negro) no mercado agrícola e energético brasileiro. Da cana se produz o álcool, o açúcar, a garapa, a cachaça; do seu bagaço a energia elétrica, também biodiesel, e… pasmem… até água potável.

A Dedini, gigante do setor, está desenvolvendo um equipamento que explora simultaneamente 6 riquezas da cana-de-açúcar. Abaixo, extraído de:

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/599/a-usina-seis-em-um-dedini-desenvolve-um-equipamento-que-129820-1.htm

A USINA 6 EM 1

A HISTÓRIA DA DEDINI – Indústrias de Base é marcada por altos e baixos. Em 1987, a companhia quase fechou as portas por conta da forte retração do setor sucroalcooleiro. De uma hora para outra praticamente todas as encomendas foram canceladas e a direção da Dedini se viu sem recursos para honrar os compromissos. Para escapar da falência, foi preciso vender terrenos e até a divisão siderúrgica, repassada à Belgo Mineira. No final de 2008, o cenário pelo lado da demanda praticamente se repetiu. A crise econômica global fez com que os clientes se retraíssem, causando uma redução de R$ 600 milhões na carteira de pedidos da fabricante de equipamentos, caindo para R$ 2,1 bilhões. A diferença é que a Dedini de hoje em nada lembra a de dez anos atrás. A começar pela estratégia de produção, fortemente diversificada na qual as usinas de etanol respondem por cerca de 45% das vendas totais. Na década de 1980 esse percentual era o dobro. Além disso, em breve sairá do forno um produto que a própria empresa classifica como a usina do futuro. Batizado de Usina Sustentável Dedini, será a arma da companhia para enfrentar uma eventual retração do mercado. Hoje, uma unidade padrão é capaz de gerar produtos como açúcar, etanol, biodiesel (extraído da palha e das folhas da planta) e energia (por meio da queima do bagaço). A Usina Sustentável produzirá também fertilizante (da mistura de resíduos do processamento) e água para uso industrial e consumo humano. Hoje, este insumo é desperdiçado apesar de cada tonelada de cana ser composta de 70% de água. “A usina do futuro será praticamente autossustentável, com impacto ambiental próximo de zero”, diz Sérgio Leme dos Santos, presidente da Dedini, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O novo modelo de usina está em fase de testes e chegará ao mercado até o final de 2010. Para ampliar a receita, a empresa criou ainda uma divisão de automação. Ela é responsável pela montagem de equipamentos da marca e de outros fabricantes, uma tarefa que antes era entregue a terceiros e que já colabora com uma parcela expressiva do faturamento da Dedini.

Santos, porém, não acredita numa crise profunda para o setor. “A agroindústria vive um período de consolidação e deverá emergir desse processo ainda mais forte”, aposta. “A pressão global para o uso de tecnologias limpas deverá continuar favorecendo os investimentos em combustíveis renováveis, como o etanol.” Além disso, cerca de 95% dos pedidos estão em fase de produção nas cinco fábricas da Dedini e serão entregues até o final do ano. Com isso, a receita deverá se manter no patamar dos R$ 2 bilhões obtidos em 2008. Para especialistas, as perspectivas para o setor são realmente positivas. “O momento atual é delicado mas a expectativa é de que haja uma retomada no médio prazo”, opina Estefan Haddad, sócio- diretor da BDO Trevisan.

Mesmo que as previsões otimistas não se confirmem, a Dedini conta com a diversificação para superar possíveis dificuldades. Sua lista de produtos inclui esteiras para mineração, laminadoras para siderúrgicas, processadoras de biodiesel, usinas para tratamento de água e esgoto, tanques para cerveja e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). A diversificação é resultado de um robusto plano de investimentos que consumiu R$ 300 milhões no período 2005/2008. A tecnologia da Usina Sustentável foi desenvolvida pela equipe composta pelos 20 pesquisadores “da casa”, todos com título de mestre ou doutor, que tiveram o reforço de técnicos ligados a universidades de São Paulo e parceiros globais como a alemã Siemens, a sul-africana Bosch Projects e a americana Rohm and Haas. “Agregamos à nossa linha produtos para os segmentos nos quais poderíamos ser competitivos no cenário brasileiro e internacional”, explica o presidente da Dedini. Mas isso não significa dizer, no entanto, que a área de açúcar e álcool será abandonada. Ao contrário. Esse nicho faz parte do DNA da empresa fundada em Piracicaba (SP) em 1920.

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– Clientes Ocultos que viram Espiões

Cada vez mais as empresas adotam a prática de contratação de empresas especializadas para serem consumidores dos seus próprios produtos/ serviços. A idéia é de que anonimamente, os consumidores contratados dêem um retorno adequado e testem o atendimento e a compra efetuada.

Em muitos casos, a ação beira a espionagem. Compartilho a boa reportagem de uma edição antiga da Revista Veja (Ed 07/12/2012, pg 110-111) sobre esse tema. Abaixo:

CLIENTES OU ESPIÕES

por Renata Betti

Em: http://www.printeccomunicacao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Veja_montagem.jpg

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– O Supermercado do Futuro

Em breve, você estará indo a mercados sem caixas, carrinhos inteligentes e filas-zero.

São os novos supermercados hi-tech, que surgem aos poucos!

Extraído de Istoé Dinheiro, Ed 18/05/11, pg 14

SUPERMERCADO DO FUTURO

Os congelados derretendo, e cliente parado na fila do caixa esperando para pagar suas compras. Em breve, essa cena será coisa do passado.

Por Flávia Gianini

Imagine pegar o carrinho de compras com um monitor trazendo as ofertas do dia na tela, e mais, já calculando todos os produtos que você está comprando. Isso existe e já está sendo usado pelo Walmart nos EUA e a rede alemã Metro.

No Brasil, a tecnologia é quase inédita para o grande público, mas já há testes para sua aplicação, pois com dinheiro em mãos, o brasileiro vai mais frequentemente às compras.

Pesquisa aponta que a frequência das idas do consumidor ao supermercado aumentou de 106 visitas, entre 2008 e 2009, para 123 vezes em 2010.

O setor, que faturou R$ 185 bilhões em 2010, sendo 31% deste valor só no Estado de São Paulo faz projeções otimistas para o futuro, mesmo em meio a uma anunciada desaceleração econômica.
Os varejistas comemoram o aumento do consumo, mas já estão atentos à consequência quase que inevitável do sucesso nas vendas: as indesejáveis filas. Assim buscam soluções que tornem a experiência o mais dinâmica possível.

De olho nisso,  a Associação Paulista de Supermercados (Apas), discute a necessidade de inovação do setor durante a feira que realiza todos os anos e que é a maior mundo.

A tecnologia chamada RFID (Radio Frequency IDentify) é uma etiqueta eletrônica, que substitui o código de barras nos produtos e nas gôndolas das prateleiras, e que emite ondas de rádio. Assim, quando o consumidor coloca um produto no carrinho, junto ao monitor, um sensor capta os sinais por meio do RFID, identificando o produto, sua validade e o preço.

Estas informações aparecem na tela do carrinho permitindo ao cliente, um maior controle na compra, já que ele pode visualizar todos os itens, preço por unidade, valor total, informações nutricionais e até receber dicas de receitas para cada item.
Na hora do pagamento, uma antena no caixa capta os sinais do carrinho e já transmite ao computador do atendente quais os produtos comprados e qual o valor final a ser cobrado. O cliente chega ao caixa, passa o seu cartão de crédito do mercado e a compra está finalizada.

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– Fusão da US Airways com a American Airlines cria a maior aérea do Mundo.

Depois da falência da PanAm, a maior de todas, há muito tempo os EUA ficaram longe do posto de “país com a maior empresa aérea do mundo”.

Agora, uma gigantesca empresa nasce: AA + US Air!

Extraído do Wall Street Journal: http://online.wsj.com/article/SB10001424127887323478004578304584086018110.html

FUSÃO É VITÓRIA PESSOAL PARA LÍDER DA US AIRWAYS

Por SUSAN CAREY e MIKE SPECTOR

A fusão da controladora da American Airlines, a AMR Corp., com a US Airways Group Inc. dá o toque final à remodelação do setor aéreo dos Estados Unidos. Para o homem que articulou o negócio, Doug Parker, diretor-presidente da US Airways, a fusão representa um triunfo pessoal, depois de anos tentando sem sucesso unir sua empresa aérea de médio porte a uma maior.

Os conselhos de administração das duas empresas se reuniram separadamente na tarde de quarta-feira e aprovaram a transação de troca de ações, que dá aos credores da AMR 72% da companhia combinada e aos acionistas da US Airways o restante, segundo pessoas a par do assunto. A fusão, se aprovada pelo juiz encarregado do processo de recuperação judicial da American e pelos reguladores de proteção da concorrência dos EUA, criará uma companhia com valor de mercado próximo de US$ 11 bilhões e a maior do mundo em tráfego, preencherá lacunas na rede atual de rotas da American e tirará a US Airways de perigo.

A fusão foi formalmente anunciada ontem de manhã.

Parker lutou persistentemente por mais de um ano contra a resistência do diretor-presidente da AMR, Tom Horton, seu velho amigo e rival, e acabou convencendo os diversos credores da AMR de que uma fusão criaria uma aérea mais forte e traria mais valor aos acionistas do que o plano da American de sair da recuperação judicial como uma empresa independente. Parker vai comandar a nova companhia como diretor-presidente, relegando Horton à função de presidente não-executivo do conselho de administração. Ambos têm 51 anos de idade e começaram suas carreiras no setor aéreo no departamento financeiro da American, em meados da década de 80.

Horton, um executivo elegante e corredor de longa distância que passou toda sua vida profissional na American, somente tornou-se diretor-presidente da AMR no dia em que a empresa pediu concordata, no fim de 2011. Ele trabalhou duro para reestruturar a companhia, reduzir despesas e reativar a melhoria de produtos. Ele liderou a campanha de renovação da marca que a empresa lançou no fim de janeiro. Mas, sob os termos do acordo, não será ele quem vai tornar a American viável de novo. Esta honra caberá a Parker.

Parker já havia orquestrado uma fusão antes, a da America West Airlines com a US Airways, em 2005, quando esta última saía de sua segunda concordata. O negócio foi um presságio para uma onda de consolidações que levou três outras grandes aéreas a encontrar parceiras.

O casamento entre a American e a US Airways representaria um desafio muito maior. A American é quase duas vezes maior que a US Airways em tráfego, mas seria administrada pela diretoria da empresa menor.

E fusões podem ser complicadas, como Parker sabe muito bem. A US Airways sofreu um colapso nos seus serviços em 2006, quando mudou seu sistema de reservas, e seus dois grupos de pilotos estão às turras há anos.

Convencido de que a consolidação é o caminho para um setor mais estável, o diretor-presidente continuou procurando uma nova parceira, uma busca que trouxe sua dose de humilhações, mas também lições preciosas.

Parker fez uma fracassada oferta hostil pela Delta Airlines Inc. em 2006, quando esta companhia estava em processo de recuperação judicial. E a US Airways foi duas vezes esnobada pela United, a qual acabou decidindo se juntar à Continental em 2010 para formar a United Continental Holdings Inc. Quando aquela fusão foi anunciada, Jeff Smisek, o diretor-presidente da Continental, disse que queria que a United escolhesse a sua aérea, “a bonita”, ao invés da US Airways, “a feiosa”.

Quando a AMR pediu concordata, Parker e sua equipe reconheceram que era a última chance de fazer um grande negócio ou correr o risco de ser marginalizada. Em janeiro de 2012, a US Airways manifestou publicamente o seu desejo, contratou um banco de investimento e consultores jurídicos e começou a promover a ideia para Wall Street e quem mais estivesse disposto a ouvir.

Foi um tiro no escuro. No começo, a AMR não mostrou nenhum interesse, preferindo cortar custos na recuperação judicial e então ressurgir como uma aérea independente. Mas Parker angariou apoio. Os credores da AMR exigiram que Horton considerasse uma fusão como alternativa ao plano de reestruturação da companhia, de modo que os credores pudessem escolher o negócio que trouxesse mais valor.

A mensagem da US Airways também agradou os sindicatos da American. Frustrados com anos de concessões e discussões trabalhistas emperradas, eles se entusiasmaram com a possibilidade de uma nova administração e cortes menos drásticos nos salários. Em abril, os três sindicatos alardearam seu apoio à fusão, uma vitória para Parker sobre Horton e sua equipe.

Sob a pressão contínua dos credores da AMR, a American abriu as portas para o negócio em maio, ao assinar um acordo para explorar possíveis cenários de consolidação. Em julho, Horton disse a credores que, diante da melhora nos resultados financeiros da American, fazia sentido avaliar opções de fusão.

Horton mudou de opinião em meados do ano passado depois de analisar o plano da US Airways, disse Thomas Roberts, um sócio da área de fusões e aquisições da firma Weil, Gotshal & Manges LLP, que está cuidando da concordata da AMR. “Ele é realmente bom para enxergar o que os números estão dizendo” e reconheceu que uma fusão criaria mais valor do que um plano independente, disse Roberts.

As duas áreas começaram a negociar seriamente e a trocar informações privadas em setembro. Em novembro, a US Airways fez sua segunda oferta: os credores da American ficavam com 70% da empresa combinada e os acionistas da US Airways com os outros 30%, com Parker no comando como diretor-presidente e presidente do conselho. “Durante toda a minha carreira eu me preparei para este momento”, disse Parker na época a um comitê de credores.

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– A troca da Gasolina pelo Etanol

Devido ao aumento do preço da Gasolina, muitos consumidores estão abastecendo o Álcool Hidratado (Etanol) – embora, com o aumento do volume de vendas, a produção já esteja sendo insuficiente e o preço do Etanol também esteja aumentando.

Mas um detalhe que tem passado desapercebido: muitos veículos bicombustíveis que saíram da agência zero quilômetro e nunca usaram Etanol, têm apresentado problemas quando trocam a Gasolina por esse combustível. É que alguns veículos rodam a dois ou três anos somente com Gasolina, e, consequentemente, o chip “viciou”, não entendendo prontamente que o carro está usando a outra opção disponível.

O ideal é que se deixe o carro esgotar o tanque para mudar o combustível. Esse impacto faz com que o chip seja forçado a entender o novo produto. Quando você coloca meio tanque do outro produto (sem nunca ter abastecido ele antes), pode ocorrer que o eletrônico entenda que é combustível adulterado, pois não reconhece uma mudança de produto.

Enfim, tudo isso varia de carro-a-carro, dependendo muito de como você acostumou seu veículo. Vale a pena tomar cuidado e se preparar, caso seu automóvel comece a engasgar.

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– Custo da Gasolina dos EUA e do Brasil

Essa vem da Revista Veja desta semana (Ed 13/02/2013, pg 51). Na Matéria intitulada “Um Mau Exemplo“, por Marcelo Sakate, há a conta da composição dos Preços da Gasolina nos Estados Unidos e aqui no Brasil.

Veja que absurdo: na terra do Tio Sam, em reais, o preço pós-refino é de 1,52 (no BR – 1,37). Porém, lá se paga de impostos 0,26 (no BR – 1,00!). Somando-se os Custos de Distribuição e Revenda, nos EUA o valor é de 0,22 (no BR – 0,43).

Assim, o custo da Gasolina em média no nosso país é de R$ 2,80, sendo que nos EUA é de R$ 2,00. Mas lembre-se: eles tem uma renda per capita 3 vezes maior que a nossa…

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– O Bom Comércio das Motos BMW no Brasil

Essa vem da Revista Época (Ed 11/02/2013, pg 27): a maior revendedora de motos BMW do mundo é brasileira.

Veja esses dados: só a paulistana Caltabiano vende mais do que a segunda colocada mundial (que é a única agência de motos BMW em Roma. A 3a, 4a e 5a colocada também são agências brasileiras.

Está bom o mercado de motos no Brasil, não?

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– Gradiente vence o 1o Round contra a Apple

Coisas curiosas no mundo da Administração: a Gradiente houvera anos atrás registrado o nome iPhone para si aqui no Brasil, antes da Apple lançar o seu famoso Smartphone. Dias atrás, divulgado amplamente, a empresa brasileira entrou na Justiça contra a norte-americana pois lançava seu smartphone iPhone e queria fazer valer a propriedade do seu nome.
A novidade é: a partir do dia 05 de fevereiro, a Apple não poderá mais vender no Brasil o iPhone com o nome de iPhone, segundo o INPI!
Extraído de: http://www.administradores.com.br/noticias/tecnologia/apple-perde-direito-sobre-nome-iphone-para-gradiente-diz-site/73146/

APPLE PERDE DIREITO SOBRE NOME IPHONE PARA GRADIENTE, DIZ SITE
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, porque o nome “iphone” pertencia à Cisco.
De acordo com o portal do jornal O Globo, a Apple terá de enfrentar uma dura batalha no Brasil a partir da próxima terça-feira (5). Segundo a publicação, ç (INPI) vai divulgar neste dia, na próxima edição de sua revista oficial, a rejeição a pedidos da empresa norte-americana para uso do nome iPhone em aparelhos celulares ou outros produtos de áreas próximas. O motivo: a Gradiente conseguiu a patente do nome sete anos antes de o popular smartphone ser lançado.
De acordo com site de O Globo, após a publicação das rejeições, a Apple passará a correr o risco de sofrer processos no Brasil, se continuar comercializando o iPhone. Para complicar mais ainda a situação, a Gradiente lançou neste ano uma linha de smartphones com o mesmo nome.
Nos EUA, a Apple passou por uma situação semelhante, já que o nome “iphone” pertencia à Cisco. Depois de um processo, entretanto, as duas companhias entraram em acordo.

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– O Covarde Aumento dos Combustíveis na Penumbra

Semana passada, a presidente Dilma Roussef convocou uma rede nacional de Rádio e TV para anunciar a redução da tarifa de energia elétrica. Porém, nessa semana ela autorizou o aumento dos combustíveis, após o fechamento do horário comercial.

Combustíveis negociados ontem foram entregues hoje com o preço mais alto. Contratos e negociações, de nada valeram.

Não é enganar o povo e ludibriar as pessoas de boa fé? Numa semana, faz alarde com redução. Na outra, as escondidas, aumenta-se o petróleo.

Nada ético…

Segundo o Estadão de hoje (Caderno Economia, pg E1):

Com reajuste, preço da gasolina no Brasil será 51% maior que nos EUA. O litro do combustível vai custar em média US$ 1,45 no Brasil, enquanto nos EUA o preço é US$ 0,96; antes do  reajuste, a gasolina brasileira já custava 44% a mais que a norte-americana”.

Vamos falar o quê?

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