– Vender Sorvete no Brasil é um bom Negócio?

Veja só: a Kibon vai se relançar no Brasil, já que vender sorvete num país tropical como o nosso, por incrível que possa parecer, não tem sido um bom negócio!

Abaixo, extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-dificil-arte-de-vender-sorvete–no-brasil–,1070364,0.htm

A DIFÍCIL ARTE DE VENDER SORVETE NO BRASIL

Em momento de queda nas vendas, Unilever investe R$ 40 milhões e reformula produtos

Por Fernando Scheller

Convencer o brasileiro a tomar mais sorvete não é tarefa fácil. A Unilever, líder no Brasil com a marca Kibon, está investindo R$ 40 milhões na maior aposta que já fez para transformar o produto na sobremesa preferida do brasileiro. Após um período de expansão, o consumo de sorvete vem registrando queda no Brasil: em volume, recuou 0,3% em 2011, 2,6% em 2012 e, no primeiro semestre deste ano, já caiu 7,2%, segundo dados da Nielsen.

A aposta da Unilever para incentivar o brasileiro a consumir sorvete em mais ocasiões é inundá-lo de opções. A linha para consumo em casa da Kibon, que até agora se resumia aos tradicionais potes de 2 litros e à marca Receitas Caseiras, foi desmembrada em quatro.

A empresa passou os últimos dois anos mudando a fórmula dos produtos e repensando a estratégia. Ao aumentar o portfólio para mais de 20 opções, a Unilever deu mais visibilidade à parceria com os chocolates da Mondelez – como Sonho de Valsa, Laka e Diamante Negro – e criou embalagens de sabores combinados além do tradicional Napolitano.

A partir desta semana, a Unilever vai bombardear a mídia com campanha na TV e pretende espalhar consultoras nos supermercados de todo o País para convencer o consumidor a pelo menos experimentar as novidades. “Nossa ideia é criar mais ocasiões de consumo para o sorvete”, diz João Campos, vice-presidente da Kibon.

Para montar o novo “cardápio”, que chegará aos supermercados em setembro, a multinacional fez pesquisas quantitativas e reuniu grupos de consumidores em todo o País para tentar entender uma contradição do mercado brasileiro: o cliente diz gostar de sorvete, mas consome muito pouco o produto.

Obstáculos. Vários fatores, no entanto, explicam as dificuldades de ampliação de mercado. O primeiro – e principal responsável pela queda de 7,2% no volume vendido entre janeiro e junho de 2013 – é o fato de a renda média do brasileiro, apesar de ter crescido nos últimos anos, ainda ser bem inferior à dos consumidores de países desenvolvidos, onde o consumo de sorvete é muito maior.

Isso ajuda a explicar por que americanos e australianos consomem mais de 17 litros de produto por ano, enquanto o brasileiro toma apenas 3. Hoje, um pote de 2 litros de sorvete das principais marcas – Kibon e Nestlé – não custa menos de R$ 15. “Sabemos que estamos pedindo um desembolso alto para o consumidor”, diz a diretora de marketing da Kibon, Cecília Dias. “Por isso, estamos modificando a nossa oferta.”

Ao subdividir sua linha de sorvetes, a Kibon colocou os produtos mais sofisticados em embalagens menores para não acabar assustando o consumidor com os preços. A estratégia é evitar que linhas como a Três Seleções, com três sabores em um único pote, não ultrapassem o valor cobrado pelas opções já disponíveis hoje.

Fator preço. Segurar o preço é uma medida necessária no momento em que o consumidor põe o pé no freio do consumo de “supérfluos” – categoria na qual, apesar dos esforços das fabricantes, o sorvete continua a se encaixar.

O consumidor brasileiro está numa fase em que pensa duas vezes no que compra. Segundo Marden Silva Soares, analista de mercado da Nielsen, parte da renda das famílias é consumida por prestações já assumidas.

Por isso, após a fase de experimentar novas categorias de produtos, o brasileiro entrou na fase de migrar para marcas mais baratas a fim de fazer as “conquistas” se encaixarem no seu orçamento.

“Com menos dinheiro disponível, o brasileiro passa a consumir menos e pior”, diz o analista. “Mesmo que invistam na revitalização das marcas e apresentem novos produtos, as líderes vão ser pressionadas a não aumentar os preços.”

Cultura. Além de fatores econômicos, características culturais também impedem a expansão mais acelerada do setor de sorvetes no Brasil.

O consultor em varejo Adalberto Viviani diz que o sorvete ainda tem de vencer a resistência das famílias em trocar as sobremesas feitas em casa por opções industrializadas.

“O espaço do almoço de domingo ainda não foi conquistado pelo sorvete”, diz o especialista. Além disso, a tentativa de vender o sorvete como alimento a ser consumido entre as refeições esbarra na própria natureza do produto. “As empresas estão tentando copiar o biscoito, que antes era um produto muito associado ao café e hoje é consumido durante o dia todo”, diz Viviani. “O problema é que não dá para levar um sorvete na bolsa para o trabalho.”

Uma outra barreira também está no caminho da expansão do consumo de sorvete: a preocupação com o corpo. Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde na semana passada mostrou que, pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros estão acima do peso, enquanto a parcela de obesos chega a 17%.

Por isso, o consumidor está investindo parte maior da renda em atividades físicas, diz Soares, da Nielsen. “Enquanto o apelo saudável cresce, diminui o espaço para indulgências como o sorvete.”

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– A bolha chamada OGX

E a petroleira de Eike Batista está para quebrar. Se não honrar seus compromissos milionários até segunda-feira, poderá falir!

Sinceramente, desde o início me pareceu que os negócios de Eike Batista (que arrogantemente se gabava de buscar o título de “homem mais rico do mundo”) eram uma bolha como aquela da Internet que quebrou muita gente.

Mas o que é uma bolha econômica?

É uma empresa que valoriza-se muito, produz pouco e tem seu alto reconhecimento pela perspectiva do que fará. Ou seja: há riscos! A OGX, por exemplo, não produzia quase nada, mas era muitíssimo valorizada.

E aí: será que conseguirá pagar suas dívidas até o dia 30?

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– Golpistas Promocionais e Profissionais

Vejo uma propaganda gigantesca de um tênis TOP de linha da Mizuno: Wave Prophecy 2, um calçado de quase R$ 1.000,00.

No anúncio, em letras garrafais: de R$ 999,99 por R$ 199,99 (Best Mania)!

Suspeito…

Em letras miúdas, depois de vários cliques no site, a informação: “réplica fiel de primeira linha do calçado”.

Aí é crime! Publicidade enganosa e de pirataria? Induz a confusão.

(Veja em: http://www.bestmania.com.br/br/oferta-nacional/oferta-do-dia/1503)

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– O Aumento dos Combustíveis com Data Marcada!

Fique atento: até dia 21 de outubro (aproximadamente 1 mês), teremos o tão aumento nos preços dos combustíveis.

Acontece que a Petrobrás irá promover leilão de algumas áreas de exploração, e para ajudar na valorização, deve aumentar os preços.

Vale a pena manter o tanque cheio. O Governo não costuma avisar…

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– Natura no Varejo

Depois de muito resistir, a Natura, que era o símbolo da venda direta “porta-a-porta”, resolveu abrir lojas físicas. E começará a todo vapor: sua primeira unidade será na Rua Oscar Freire, e depois dela, deseja mais 60 unidades em um ano!

Boticário, Água de Cheiro e tantas outras boticas terão um concorrente de peso nos shoppings.

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– Caloi agora é Canadense!

Sou do tempo em que se lia gibis da turma da Mônica e se recortava o recadinho: “Não se esqueça da minha Caloi“, para cobrar a bicicleta tão sonhada do Dia das Crianças.

Naquela época, bicicleta era: Caloi ou Monark; e a evolução: Mobilete ou Monareta.

Hoje, marcas sem fim existem por aí. E a última grande marca brasileira (e a mais antiga, ela foi fundada em 1.898) – a Caloi – foi vendida à canadense Dorel.

Sinais da Globalização, do cenário econômico ruim do país ou nada disso, apenas uma oportunidade de negócio?

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– O Expresso Jundiaí virou FEMSA!

É negócio de “gente grande”! A FEMSA (engarrafadora mexicana da Coca-Cola e que atua fortemente no Brasil) comprou a tradicional empresa familiar Expresso Jundiaí, que muito orgulhou nossa cidade.

Qual será o futuro da empresa com tal aporte? Seria um caminho para mudar os rumos do negócio e levá-lo à distribuição de produtos da empresa? Não creio que a FEMSA pretenda alterar a logística atual da empresa.

Só o tempo dirá!

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– Microsoft compra a Nokia Celulares!

Por 17 bilhões de reais (ou 5,44 bi de dólares), a Microsoft comprou a divisão de celulares da Nokia.

Caramba… Nokia e Ericsson eram as top nos anos 90, seguidas pela Siemens. Ambas foram negociadas!

Cá entre nos: quem investe tanta grana assim, só pode estar querendo fazer ainda mais dinheiro. portanto, o que a Microsoft fará de novo com sua aquisição?

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/2013/09/microsoft-compra-divisao-de-celulares-da-nokia-por-cerca-de-r-17-bilhoes.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

MICROSOFT COMPRA A NOKIA

A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto.

A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e smartphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.

O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft – na prática – deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.

Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.

“É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones”, indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.

O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.

“Para a Nokia este é um importante passo para se reinventar, fortalecer sua posição financeira e iniciar um próximo capítulo”, indicou no comunicado conjunto Risto Siilasmaa, quem agora aparece como o executivo-chefe provisório da Nokia.

Com esta operação, a Microsoft, que também perdeu terreno devido à ascensão da Apple, Google e Facebook nos últimos anos, consuma a absorção de uma empresa que é parte essencial da economia da Finlândia e uma das pioneiras na fabricação de telefones celulares.

O acordo entre Microsoft e Nokia inclui a transferência de 32 mil empregados à multinacional americana, entre funcionários de gestão, engenharia, manufatura, montagem e distribuição no mundo todo.

Por causa da desaceleração dos últimos anos, impulsionada principalmente pela ascensão dos smartphones e tablets, a Nokia demitiu cerca de 20 mil empregados e eliminar algumas das gratificações.

No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou uma queda na venda de celulares de 27%, além de 5 bilhões de euros de prejuízos acumulados nos últimos nove trimestres. EFE

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– Células de Real com Dificuldade de Descontaminação

Já imaginaram quantas pessoas põe a mão no dinheiro, do trajeto da Casa da Moeda até as nossas mãos? E do nosso bolso pelo comércio afora, quantas e que tipos de pessoas as pegam? E em que ambiente elas passam? E como se contaminam?

Pois bem: Universidade comprova que 80% das cédulas de Real que circulam no Brasil contém resíduos de COCAÍNA. Nas notas de dólar, nos EUA (especificamente Washington), o número atinge impressionantes 95%.

Assustador, não? Mas acalme-se: a quantidade é insignificante para trazer danos graves à saúde, segundo o mesmo estudo.

Abaixo, a matéria extraída da Folha de São Paulo, 08/06/2013, Caderno cotidiano, pg 1

NOTAS DE REAL TEM TRAÇOS DA DROGA, DIZ ESTUDO

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts em 2009 em mais de 30 cidades de cinco países concluiu que 80% das cédulas de dinheiro que circulam no Brasil têm traços de cocaína.
Foram avaliadas dez notas no país. O Brasil foi superado apenas por Canadá, que, de acordo com o teste, tem 85% das notas contaminadas, e Estados Unidos.

A pesquisa diz que cerca de 95% das notas de dólar que circulam em Washington têm vestígios de cocaína. Em Boston, Baltimore e Detroit, os índices são de 80%.
Ainda de acordo com dados da pesquisa, a China e o Japão foram os países que apresentaram o menor nível de cocaína no dinheiro em circulação.
De acordo com os cientistas, as cédulas conservam restos da droga quando são usadas como “canudo” para inalação. Essas notas podem acabar contaminado outras que não serviram para consumir cocaína.
Segundo Yuegang Zuo, o autor da pesquisa, de maneira geral aumentou o número de cédulas com vestígios da droga nos últimos anos.
“Não sabemos com certeza por que houve esse aparente aumento, mas ele pode estar relacionado à crise econômica mundial, que fez com que mais pessoas estressadas recorressem à cocaína”, disse.

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– Vitinho já se foi?

Puxa, quer dizer que o jovem Vitinho, que ganhou destaque no Botafogo-RJ nesse segundo semestre, já foi vendido ao Leste Europeu (CSKA-Moscou)? E por US$ 10 milhões?

Caramba… duas constatações:

1- Não se consegue segurar ninguém por uma boa proposta financeira.

2- O futebol da antiga União Soviética está milionário. Da onde está saindo tanto dinheiro da Rússia e da Ucrânia? Lucro com o futebol, duvido. A mim, parece ser lavagem de grana suja.

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– Cacildis! Vem aí a… Biritis!

Quem não curtia os Trapalhões na década de 80? Didi, Dedé, Mussum e Zacarias paravam o Brasil com suas piadas (hoje politicamente incorretas) e brincadeiras circenses.

Mas algo curioso: um dos filhos do Mussum lançará um produto para homenagear o trapalhão que gostava de “mé” (e para ganhar dinheiro também com a “grife”): a Cerveja Biritis!

Promete começar artesanal e depois estará nas grandes redes. Sucesso? Talvez, mas certamente vou tomar uma e ao sentir o sabor direi… Cacildis!

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– Aumento da Gasolina em Breve?

Atenção motoristas: o Governo Federal pode aumentar a qualquer momento o preço da Gasolina.

Em pleno período de estabilidade dos preços, três fatores podem ocasionar o reajuste:

  • 1- O pedido da Petrobrás para a elevação dos preços, já que ela os considera defasado no mercado internacional;
  • 2- A solicitação do prefeito paulistano Fernando Haddad, que pede um valor maior à Gasolina para que se subsidie o Diesel para redução da tarifa de ônibus; e
  • 3- A distância do período eleitoral, já que para as ambições de reeleição da Presidente Dilma, seria menos ruim subir os preços agora do que o ano que vem, com pleito presidencial à vista.

Sobre o preço da Gasolina, você sabia que ele é um dos mais caros do mundo (se comparado à renda per capita e também em números absolutos)?

Veja essa tabela mundial, clicando no link: http://economia.terra.com.br/infograficos/precos-de-gasolina/

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– “Change the World” do Itaú

Com todo respeito, mas a canção “Change the World“, cantada por crianças em um coro, tocada a exaustão pelo Banco Itaú, já não passou dos limites?

Caramba… que superexposição e que chatice. Quantas vezes por dia a mesma propaganda na TV, rádio, etc. etc. e etc.?

Os publicitários estão praticando o antimarketing puro. Mudo de canal ou de estação.

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– Há 20 anos nascia o Celular (no Brasil…)

Veja que interessante: a Telesp Celular começava a operacionalizar o telefone celular, 20 anos atrás.

Eu me lembro bem: era caríssimo. Assinatura de 40 dólares, fora o custo das tarifas (realizadas e recebidas)!

Olha o Estadão da época, do dia anterior ao início das atividades:

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– A Vez dos Office-Velhos

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– E Detroit Faliu!

Detroit (EUA) é o berço da indústria automobilística. A Ford e a produção de veículos em massa surgiu lá. Porém, devido as péssimas condições financeiras atuais, a Prefeitura Municipal decretou sua própria falência!

Os americanos têm regras diferentes que as nossas. Órgãos governamentais e pessoas físicas também podem falir.

E se aqui isso também fosse possível? Ministério da Saúde, da Educação, diversas prefeituras e cidadãos aos milhares decretariam sua falência. O pior é que dinheiro não falta ao Governo Brasileiro; falta a gerência honesta dele, pois o custo da corrupção é assustador!

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– Brasil tem o 5o maior preço de Big Mac do Mundo

Existe um parâmetro econômico mundialmente conhecido como “índice BigMac”. É o poder de compra calculado com base no tradicional no1 do McDonalds (o combinado lanche + batata frita + refrigerante). Tal indicador é muito respeitado, e mostra uma curiosidade: através dele, dá para saber que o poder de compra do brasileiro é menor que em 52 países, apesar da valorização da nossa moeda.

Curiosidade: aqui, em média o combo custa US$ 5.28. Nos EUA, US$ 4,56 (e a renda deles é bem maior que a nossa). Na Índia, só R$ 1,50 – e com a mesma receita).

Abaixo:

Extraído de: http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2013/07/12/brasil-tem-quinto-big-mac-mais-caro-do-mundo/

BIG MAC DO BRASIL É O QUINTO MAIS CARO DO MUNDO

Por Gustavo Santos Ferreira

O Brasil tem o quinto Big Mac mais caro do mundo – informou nesta sexta-feira a revista The Economist, responsável por divulgar semestralmente o chamado Índice Big Mac. O lanche vendido aqui só é mais barato do que na Suécia, na Suíça, na Venezuela e na Noruega.

O ranking da revista inglesa ajuda a medir, a partir do preço praticado nas vendas do carro-chefe do McDonald’s em 57 economias, quanto uma moeda está sub ou sobrevalorizada em relação ao dólar.

Por aqui, o sanduíche é vendido por US$ 5,28 (R$ 11,99); nos Estados Unidos, por exemplo, sai por US$ 4,56 (R$ 10,35).

Em dezembro, com o dólar comercial cotado a R$ 2,05, o Big Mac no País era 30% mais caro do que para o consumidor americano. Agora, passados mais de 6 meses e com uma depreciação do real em relação ao dólar superior a 11%, essa diferença caiu para 16%. Na prática, significa que a moeda brasileira, mesmo em franca desvalorização em 2013, prossegue bastante sobrevalorizada quando comparada ao dólar.

(Para que fosse calculado o Índice Big Mac do Brasil no primeiro semestre deste ano, foi considerado o dólar comercial cotado a R$ 2,27.)

Além disso, conclui-se que o dinheiro nas mãos do consumidor do Brasil tem poder de compra menor do que o das moedas que circulam em 52 países em que o Big Mac é mais barato.

Sim, porque a questão não é apenas cambial – vale lembrar. A partir desse índice, pode-se mensurar o alto custo Brasil de um modo geral.

Ora, o Big Mac é comercializado em qualquer lugar do mundo, certo? E é também em qualquer ponto do globo feito com os mesmo ingredientes, seja em São Paulo, Tóquio, Moscou ou Nova Deli – a capital da Índia, por sinal, onde boa parte da população não come carne, tem o lanche mais barato: US$ 1,50.

Nessas condições, ao analisarmos os preços do Big Mac em 57 países, temos boa noção de custos de produção pelo mundo. Ou seja, embora o câmbio importe muito, entram na conta ainda inflação, impostos, gastos com energia, mão de obra e demais tantos fatores peculiares de cada economia – que, no caso da brasileira, estão lá no alto.

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– Preço dos Ingressos para a Copa do Mundo: barato ou caro?

A FIFA divulgou os preços dos ingressos da Copa do Mundo:

  • Os mais baratos (fase 1, exceto Jogo de Abertura) custarão 30,00.
  • Os mais caros (para todas as fases do torneio) R$ 1.980,00.

Claro que para as Oitavas-de-Final, Quartas, Semis e Final os preços mais baratos majoram. Normal, afinal, jogo mais importante vale mais.

Mas já imaginaram que estranho: um suposto jogo entre Alemanha x Argentina no Maracanã custará R$ 30,00; e o hipotético Eslovênia x Benin na Arena Cuiabá, idem!

Achei os preços mínimos razoáveis. Claro que a FIFA quis fazer um agrado ao povo, temendo também manifestações e questionamentos. Mas lembremo-nos: ela não paga imposto de nada no Brasil, é dinheiro líquido (faz parte do acordo entre a entidade e o Governo para se realizar o evento). Além disso, o grosso da grana não vem das bilheterias, mas de patrocínio, dinheiro de transmissão, licenciamentos, entre outras receitas.

E pensar que no Paulistão, os jogos custavam R$ 40,00…

Pra você: o valor do bilhete para assistir aos jogos da Copa do Mundo é barato ou caro? Deixe seu comentário.

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– Olha aí o Vanoil da Passarela!

Veja que bacana: a rede jundiaiense Passarela é destaque na Revista Isto É Dinheiro! Na matéria, a bela história do humilde começo do seu Vanoil ao sucesso.

Quem é daqui de Jundiaí, sabe da sua pujança. Abaixo:

Extraído de:

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/123847_DA+CANA+AOS+SAPATOS+ONLINE

DA CANA AOS SAPATOS ON-LINE

Como o ex-boia-fria Vanoil da Rocha Pereira construiu a rede varejista de calçados Passarela, que obtém no e-commerce a metade de seu faturamento de R$ 600 milhões

Por João VARELLA

Aos 7 anos de idade, Vanoil da Rocha Pereira começou a trabalhar nos canaviais da cidade de Bandeirantes (PR). Seus pais possuíam uma pequena propriedade de menos de cinco hectares, insuficiente para sustentar os dez filhos. O jeito era iniciar as crianças desde cedo na labuta, trabalhando a terra dos grandes produtores da região. A vida miserável na roça fazia a infelicidade de Pereira. “Cada avião que cruzava os céus me convencia mais de que a cidade era o meu lugar, não o campo.” Com incentivo da mãe, analfabeta, Pereira permaneceu conciliando a escola com o trabalho na lavoura. A situação perdurou até o dia em que a família teve condições de se mudar para Itatiba (SP), onde já na adolescência Pereira passou a lustrar móveis – seu primeiro emprego com registro em carteira.

Trabalhando duro e galgando espaço nas empresas em que trabalhou, Pereira comprovou que a vida na cidade foi feita para ele. Aos 58 anos de idade, ele hoje é dono da Passarela, com sede na vizinha Jundiaí, uma rede formada por 35 lojas de calçados espalhadas no interior de São Paulo. Missão cumprida? Nada disso. Atualmente, a grande meta de Pereira é crescer na internet com sua operação de e-commerce, responsável por metade do faturamento anual de R$ 600 milhões da empresa. Seu plano o coloca em rota de colisão com duas grandes competidoras do comércio eletrônico brasileiro. Uma delas é a Dafiti, financiada pelo fundo alemão Rocket Internet e comandada por Malte Horeyseck.

“Nesse tempo, eu já era gerente.” Tendo decuplicado a rede de lojas físicas, Pereira resolveu investir no comércio virtual em 2010. Segundo ele, um motivo importante foi o descaso das administradoras de shopping. “As condições que algumas delas impõem para instalar uma loja são muito ruins, inviáveis”, afirma, franzindo o cenho. Apesar do investimento mensal de R$ 2 milhões em publicidade digital, a divisão de venda eletrônica ainda não dá lucro. O empresário entende que este é o momento para ganhar terreno e “arrumar a casa”. Para deixar a empresa afinada, uma consultoria financeira foi contratada para auditar seu balanço. A expectativa de Pereira é que em 2015 o site já dê lucro e o valor da Passarela cresça, atraindo interessados em investir nela.

“Um IPO não está descartado”, diz ele. Enquanto o ponto de equilíbrio no digital não vem, Pereira reforça a operação das lojas físicas, ampliando o portfólio de produtos, incluindo confecções e acessórios, como bolsas. Até o fim do ano, Pereira pretende abrir cinco novas lojas, ampliando a rede para 40 unidades. As prateleiras de cada uma terão cada vez mais variedade. A Passarela tem 15 marcas próprias, para atender diferentes perfis. A produção vendida é terceirizada por fábricas do interior de São Paulo e do sul do País. Quem define o desenho das peças é a equipe de criação da Passarela e Pereira. “Viajo duas vezes por ano para a Europa em busca de referências”, diz o empresário. Ele descarta fazer suas pesquisas pela internet. “Vejo as lojas, mas gosto de ficar mais atento ao que as pessoas estão realmente usando nas ruas.”

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– Perdemos a Noção dos Salários no Futebol?

Robinho diz que ama o Santos, ganha mais de 1 milhão no Milan e diz que aceita reduzir 35% a pedida. Vale?

Muricy cobra R$ 750 mil por mês dos clubes que trabalha e aceitava ganhar menos por que ama o São Paulo. Vale?

Não sei quanto ganha Alexandre Pato, mas os direitos federativos de 42 milhões de reais correspondem ao rendimento? Vale?

Luxemburgo tem uma hiper-comissão técnica. E seu salário astronômico, vale?

Se os clubes não estourarem, é prova de duas coisas: há dinheiro por fora ou estão abastados financeiramente.

Salário é coisa particular, mas fico indignado com esses valores, vendo os dirigentes toparem tais contratos e pedidas.

Isso precisa mudar…

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– O Lote Contaminado de Cup Noodles da Nissin-Ajinomoto

Se você gosta do macarrão instantâneo em Copo da Miojo, o Cup Noodles, não coma sem olhar bem a embalagem depois de aberta. Há lote contaminado por larvas…

PROCON DETERMINA RECOLHIMENTO DE MACARRÃO COM INSETOS

Simone Alencar, Keren Klayanne e Vanessa Fiedler fizeram a denúncia pessoalmente na Secretaria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon)

Por Gabriela Vieira – Exame.com

O Procon-RJ determinou à indústria Nissin-Ajinomoto Alimentos a retirada do mercado do Rio de Janeiro de um lote do macarrão instantâneo Cup Noodles, em razão de denúncia de três consumidoras, que encontraram insetos e larvas em um dos copos do produto, sabor galinha caipira. Em nota, o Procon-RJ informa o lote do produto: D0892.

Uma amostra do produto também foi encaminhada para a Delegacia do Consumidor, onde será realizada perícia e, possivelmente, instaurado um procedimento criminal.

“Eu que comi primeiro e não vi nada. A minha amiga que deu a segunda garfada foi quem percebeu. Quando puxamos o garfo veio muita larva. O produto estava absolutamente lacrado, não tinha perfurações no copo ou no plástico. Então, deduzi que os insetos tinham vindo da fábrica”, relatou Simone ao Procon.

Em seu perfil no Facebook, Keren postou uma foto do macarrão, onde é possível ver os insetos. Segunda ela, as consumidoras tentaram um contato com a empresa por telefone, mas a fabricante teria se oferecido apenas para trocar o produto. O Procon-RJ realiza nesta quarta-feira, 3, inspeção em pontos de venda para verificar se a determinação foi cumprida.

Em nota, a Nissin-Ajinomoto Alimentos Ltda informou que tomou todas as providências necessárias para investigar a reclamação.

“Ressaltamos que a Nissin-Ajinomoto respeita e segue rigorosamente a legislação da Vigilância Sanitária no que dispõe às Boas Práticas de Fabricação e Comercialização”, diz a nota. A empresa informou ainda que as “unidades fabris atendem a rigorosos padrões de qualidade desde a seleção dos fornecedores até a distribuição dos nossos produtos” e se colocou à disposição para esclarecimentos.

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– Eike Batista e a Bolha do Brasileiro

Me recordo de que com a popularização da Internet, muitas empresas abriram o capital e depois quebraram. As cias de tecnologia tinham grandes perspectivas, e o seu valor só aumentava, mesmo não produzindo a contento (a chamada “bolha” que depois estourou). Foi justamente o que aconteceu com Eike Batista: criou inúmeras empresas para diversas áreas, e algumas nada produziram. Tinham valor de mercado, projeções otimistas, mas rendimento financeiro real, nada!

Me lembro em uma entrevista que, de forma arrogante, Eike dizia que seria o homem mais rico do mundo. Agora, seu império está ruindo.

Azar de quem apostou nele.

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– Dicas para a Economia de Combustível

Compartilho com os amigos 28 dicas de economia para quando você for dirigir. São detalhes que valem a pena ser observados, visando o rendimento melhor do seu veículo:

Extraído de: http://vcnotransito.terra.com.br/vc_no_transito_integra.php?id=222&pagina=3

28 DICAS PARA SE DIRIGIR DE FORMA ECONÔMICA

Há algumas semanas, apresentamos 23 dicas de manutenção e cuidado com o carro para economizar combustível (leia aqui). Agora, listamos 28 dicas para quem quer dirigir de forma econômica, obtendo o máximo rendimento do combustível. As sugestões foram elaboradas pela rede de assistência norte-americana ProCarCare.

1. Evite esquentar o carro antes de sair. Ligue o carro, acelere suavemente e saia normalmente.

2. Se o tempo de espera para abertura do semáforo for menor do que um minuto, mantenha o carro ligado. Se for superior a isso, desligue. Um minuto de marcha lenta consome mais combustível do que é necessário para reiniciar o motor.

3. Evite paradas súbitas e muitos reinícios. A aceleração forçada usa mais de um terço a mais de combustível. Atinja sua velocidade desejada com o pé firme no acelador e pare paulatinamente.

4. Dirija em um ritmo constante. Planeje sua rota para evitar o para-e-anda do trânsito. Fique atento ao movimento ao seu redor para evitar constantes paradas súbitas e acelerações.

5. Alguns sistemas de semáforos são cronometrados para abrir quando um carro se aproxima a determinada velocidade. Se você mantiver um ritmo constante, pode acionar o verde mais facilmente do que se chegar rapidamente.

6. É difícil, mas procure evitar os engarrafamentos. Mesmo com as paradas e semáforos dos caminhos alternativos, eles são bem mais econômicos do que ficar parado no trânsito, que pode aumentar o consumo em 50%.

7. Escolha a sua superfície de pista. Dirigir em ruas esburacadas pode aumentar o gasto de combustível em até 30%.

8. Evite o excesso de frenagem. A necessidade de frear pode muitas vezes ser diminuída controlando as marchas.

9. Some várias viagens curtas em uma única viagem. Passeios curtos não deixam o motor atingir a temperatura de funcionamento mais eficiente. Ao combinar vários trechos curtos, você pode economizar ao tirar proveito da eficiência do veículo aquecido.

10. Para viagens longas, saia bem no início da manhã para evitar o tráfego pesado e reduzir a necessidade de ar-condicionado em clima quente.

11. Se você tem mais de um veículo, use o mais econômico no dia a dia.

12. Use a transmissão corretamente. Se o carro for manual, mude de marcha assim que o carro estiver “pedindo” a próxima. Em carro automático, tire o pé levemente do acelador para a mudança de marcha acontecer mais cedo.

13. Ao se aproximar de subidas, não espere até que o veículo comece a se “arrastar” antes de mudar as marchas. Não acelere no início da subida, pois o aumento de velocidade é leve e o consumo de combustível, elevado. Você pode minimizar a perda de velocidade gradualmente aumentando a velocidade enquanto se aproxima de uma ladeira.

14. Se puder, evite dirigir no mau tempo. A chuva pode aumentar o consumo, assim como o vento forte, em até 10%.

15. A temperatura de verão moderado é melhor para economizar combustível que o frio. Um calorzinho de 21° C é muito mais favorável ao carro que o friozão do auge do inverno.

16. Se o carro vier equipado com um cruise control, aproveite esse mecanismo, que ajuda a economizar combustível quando se mantém uma velocidade constante.

17. A melhor economia de combustível é obtida em velocidades moderadas, nem baixas nem altas demais.

18. Use o ar-condicionado quando em alta velocidade. Embora o peso e o funcionamento do ar-condicionado reduzam a economia, testes demonstraram que o arrasto do vento de 55 km/h com as janelas abertas podem consumir mais combustível que o uso do ar condicionado com as janelas fechadas. Não vale a pena usar o aparelho em velocidades baixas, quando o melhor é abrir as janelas para ventilar o carro.

19. Não leve peso desnecessário no porta-malas. O peso é o maior fator para o uso de combustível. Cerca de 45 kg a mais representam gasto de 1% de combustível a mais.

20. Não coloque bagagem em um rack sobre o carro. Isso pode afetar a aerodinâmica, aumentando a resistência do ar.

21. Aprenda a dirigir por instrumentos. A leitura do tacômetro (se equipado) pode manter o motor na faixa ideal de funcionamento de 1000 a 3000 rpm. Um vacuômetro indica o vácuo do motor maior.

22. Relaxe enquanto estiver dirigindo. Encontre uma posição de condução confortável, ajustando o banco antes de dar a partida.

23. Evite comprar pneus de tala larga, que só criam mais resistência ao rolamento. Atenha-se às recomendações do fabricante.

24. Se estiver estacionado em uma descida, dê a partida na segunda marcha.

25. Em carro de quatro cilindros, aprenda a mover o pedal do acelerador para evitar a ativação do circuito secundário, exceto em caso de emergência.

26. Evite o uso de flaps ou grandes retrovisores, a não ser que seja necessário. Eles criam mais resistência do ar.

27. Não dirija rápido até que o motor esteja totalmente aquecido em sua temperatura normal de funcionamento.

28. Anote seu consumo e tente descobrir em quais períodos o carro gastou mais ou menos.

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– A Phillips deixou de fabricar TVs. Uma revolução que dará certo?

Leio que a gigante Phillips deixou de fabricar TVs para se dedicar a Pesquisas e Equipamentos Cirúrgicos.

Para mim, surpresa!

Dará certo ou não?

Leia em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1044/noticias/ele-arriscou-tudo-e-se-deu-bem

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– A Futura Nova Gigante Aérea do Brasil?

O noticiário dá conta que a Azul Linhas Aéreas, apoiada pelo BNDES, poderia comprar a TAP. Alguns já dizem que seria o passo para se criar uma Varig do século XXI – claro, em termos de pujança!

A verdade é que depois que a Varig praticamente quebrou, perdemos uma cia aérea de referência internacional. A empresa era exemplar nos serviços e voava para todo o mundo. Uma pena!

Lembrando que o fundador da Azul é o dono da americana JetBlu, brasileiro radicado nos EUA.

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– A Crise do Interior por Culpa do Etanol

A prosperidade do Interior Paulista com o agronegócio parece ter sido freada. A região de Ribeirão Preto, chamada antes de “Califórnia brasileira” e atualmente de “Vale do Silício do Etanol” sofre com o baque econômico.

Veja abaixo, extraído de Revista Exame, pg 40-42, ed 1042

COLHEITA DE PREJUÍZOS

Por Alexa Salomão e Daniel Barros

Se você quiser ser dono de uma usina, pegue um talão de cheques e passe o dia em Sertãozinho. É com essa frase que os empresários do setor de açúcar e álcool gostam de explicar a importância desse município no interior paulista. Apesar de estar a 350 quilômetros da capital e ter pouco mais de 100 000 habitantes, Sertãozinho ficou conhecida como o Vale do Silício do etanol. Lá estão usinas, canaviais e, especialmente, as principais indústrias de equipamentos para a montagem e a manutenção do parque sucroalcooleiro nacional. Quando o setor vai bem, Sertãozinho vai ainda melhor. Mas, se vai mal, a cidade se torna um retrato bem definido dos problemas. E o que ocorre neste momento.

”Chegamos a crescer mais do que a China”, diz Nerio Costa, ex-prefeito que se candidatou à reeleição e perdeu, segundo sua própria avaliação, por causa da retração econômica que se abateu durante sua gestão. “Mal sentei na cadeira de prefeito e veio a crise – um a um, cada segmento da cadeia foi pisando no freio, até que todo o setor ficasse em compasso de espera.”

Poucos setores no país tiveram tanto glamour na década passada quanto o de etanol. O combustível verde (para alguns entusiastas, verde e amarelo) foi apontado como o substituto do petróleo. Dispostos a participar de sua produção no Brasil, investidores de todo o mundo compraram usinas aqui. A participação de estrangeiros subiu de 3%, em 2006, para 33%, hoje. A petroleira anglo-holandesa Shell, o grupo agrícola francês Louis Dreyfus e a produtora de açúcar indiana Shree Renuka são apenas algumas das empresas de outros países presentes na produção nacional.

Em 2008, no auge da euforia etílica, o setor recebeu 10 bilhões de dólares em investimentos. De lá para cá, 41 usinas fecharam as portas. Já foram para o ralo 45 000 postos de trabalho no setor – o equivalente a 5% dos empregos. Um estudo do banco Itaú BBA sinaliza que as perdas podem estar só no começo: 90 dos 147 grupos empresariais em operação no Centro-Sul do país têm dívidas elevadas e metade corre o risco de fechar as portas. São negócios que já foram referência, como o grupo João Lyra, do deputado de mesmo nome, que tem usinas em Alagoas e Minas Gerais em recuperação judicial. Alexandre Figliolino, diretor do Itaú BBA para etanol e cana-de-açúcar, tem uma analogia particular para explicar a situação: “Os usineiros são como antílopes fugindo de um leão”, diz Figliolino. “O leão pegou os antílopes mais frágeis. Agora, começa a alcançar os fortes, e isso coloca em risco a saúde do setor.”

É o que se vê em Sertãozinho. No campo, o panorama é de queda na produtividade. “As pessoas reclamam que o agricultor chora demais, mas a situação aqui é dramática”, diz Luiz Carlos Tasso Júnior, produtor em Sertãozinho. Tasso caminha pelo canavial queixando-se de que não tem dinheiro nem para tratar direito o solo, muito menos para investir na aquisição de veículos. Usa tratores emprestados de um amigo e o ajuda a pagar o financiamento. A colheita é feita pela usina que comprar a cana. Em 2007, seus 120 hectares produziram 92 toneladas de cana por hectare. Na última safra, o resultado caiu para 74 toneladas. “Fiz dívida para refinanciar dívidas”, diz Tasso. “Hoje, só quitaria todas se vendesse tudo que tenho, até a casa onde moro.” Dados globais da produção mostram que essa é a realidade de boa parte de médios e pequenos agricultores de cana.

Em 2008, o setor colhia 85 toneladas por hectare. Na safra passada, a média estava em 68 toneladas por hectare – uma queda de 20%. “O valor da cana caiu, mas o preço dos insumos aumentou e as usinas cobram mais pela colheita”, diz Manoel Ortolan, presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil. Os associados da entidade representam quase um terço da produção nacional. No ano passado, as margens passaram a ser negativas. O custo de produção fechou em 68 reais por tonelada de cana, mas o preço da cana ficou em 64 reais por tonelada.

O aperto na indústria sucroalcooleira começou recentemente. De 2008 a 2012,81 projetos de usinas foram postos de pé no país. Para dar conta da demanda, a indústria de Sertãozinho cresceu. O número de empresas passou de 500 para 700. A cidade absorveu mais de 3 000 profissionais e chegou a empregar 47 000 trabalhadores. Nos últimos dois anos. o número de postos retrocedeu aos níveis de 2008. Na região, que compreende sete cidades, o emprego acumula queda de 2% nos últimos 12 meses. Na indústria, o faturamento caiu até 70%.

A Smar, especializada na produção de sistemas de automação, perdeu 100 funcionários no último ano e não repôs nenhum. Nos meses mais críticos, paga os operários, mas pede aos executivos que esperem um pouco mais para receber os salários. Tem feito um esforço para manter os 120 engenheiros, responsáveis por criar novas tecnologias. Foram eles que garantiram nos Estados Unidos o registro de mais de 50 patentes, expostas como troféus em quadros nos escritórios da empresa. Entre seus orgulhos está um sistema de injeção que movimenta os motores do porta-aviões USS John F. Kennedy, da Marinha americana. Em 2009, a Smar trabalhava em três turnos, mas há meses opera com ociosidade de 30% da capacidade. “Cerca de 20% de meus clientes faliram”, diz o chileno Eduardo Munhoz, diretor comercial da divisão de açúcar e etanol da Smar. “Não dá para substituí-los da noite para o dia.”

Lucros no exterior

Para contornar as perdas, as empresas lutam por um espaço no concorrido e minguado mercado externo. É o caso da TGM. Especializada na fabricação de turbinas, neste momento tem 92% do faturamento garantido por exportações para Ásia, América Central e União Europeia. Waldemar Manfrin, sócio-diretor da TGM, tem orgulho em mostrar as estruturas gigantescas que produz para o mundo. “Em Brasília, dão incentivos para fogões, geladeiras e carros”, diz Manfrin. “Já o nosso setor foi esquecido. Se não exportássemos, estaríamos encrencados.” Em 2003, a TGM faturou 80 milhões de reais. No auge da euforia com o etanol, o resultado bateu quase em 700 milhões. Em 2012, ficou perto de 200 milhões graças às exportações.

Os efeitos negativos começaram a chegar ao comércio. Na Barão do Rio Branco, uma rua aprazível com árvores e canteiros de flores, que concentra o varejo de Sertãozinho, as lojas têm mais funcionários do que clientes. As vendas esfriaram desde a virada do ano. A Paulmem, loja tradicional de vestuário prestes a completar 40 anos, passou a década registrando aumentos de dois dígitos nas vendas, ano a ano. Em 2012, teve o primeiro Natal com alta de apenas um dígito: 6%.

Desde então, as vendas esfriaram mais. Para complicar, o novo empreendimento da família Ribeiro, dona da Paulmem, vai mal das pernas. O Shopping da Moda, inaugurado em outubro, ainda opera no vermelho. No fim de abril, a família desativou o estacionamento coberto para transformá-lo numa área de saldões. “O Dia das Mães foi bem fraquinho”, diz Erika Ribeiro, sócia do Shopping da Moda. “Agora, esperamos que os produtos mais baratos atraiam os clientes e melhorem as vendas.”

Como Sertãozinho depende da retomada do setor de etanol no resto do país, o comércio local pode ter de esperar. “Não há encomendas para a construção de usinas”, diz Antônio Eduardo Tonielo Filho, presidente da associação que reúne fabricantes de equipamentos para o setor de etanol. “São elas que impulsionam os elos da cadeia.” O mau humor que impera no setor espalhou-se pelo Brasil. O estado de Goiás, por exemplo, foi tomado pela euforia dos investidores a partir de meados dos anos 2000.

Inaugurou 11 usinas em 2008. Hoje, há mais de 40 projetos aprovados no estado, com incentivo fiscal garantido. Quinze deles contam até com licenciamento ambiental e podem iniciar o plantio da cana. Todos, porém, estão engavetados. Já a cidade de Rolândia, vizinha a Londrina, no Paraná, entr
ou numa crise severa. A usina da cooperativa Corol foi um símbolo do progresso da cidade de 58 000 habitantes. Chegou a empregar 6% da força de trabalho local e a responder por 5% da receita da prefeitura. Em 2011, a usina foi à falência com uma dívida de 600 milhões de reais. Apenas 20% de seus empregados foram absorvidos em usinas da região. “No Paraná e em boa parte do Brasil, a indústria do etanol está localizada em pequenos municípios, que dependem fortemente da atividade”, diz Miguel Tranin, presidente da Associação de Produtores de Bioenergia do Paraná. “Quando a usina se vai, boa parte da riqueza local se perde.”

O governo piorou a crise

O inferno astral do setor de etanol tem muitas razões. A crise financeira internacional cortou o crédito das usinas no momento em que estavam endividadas e comprometidas com fusões e expansões. O preço do petróleo caiu e a promessa de aumento das exportações de etanol para substituir o combustível fóssil não vingou. Problemas climáticos comprometeram a produção de cana. O tempo, a mãe natureza e as leis de mercado cuidariam de resolver questões como essas. Mas o que realmente jogou o setor de joelhos foi a política. Ao assumir a Presidência, Dilma Rousseff decidiu segurar o preço da gasolina e, assim, combater a inflação. A estratégia corroeu os resultados da Petrobras e, de quebra, tirou a competitividade do etanol. Em 2008, metade da frota nacional rodava com etanol. Hoje, só 20% dos veículos são abastecidos com álcool.

No fim de abril, o governo anunciou um pacote de ajuda ao setor, com a redução de tributos e a criação de novas linhas de financiamento. A UNICA, entidade que congrega as usinas, emitiu uma nota agradecendo a iniciativa, mas reivindicou ações de longo prazo. Segundo um político ligado ao setor, o governo ameaçou suspender o pacote se não tivesse o apoio oficial da UNICA. Uma semana depois, a entidade soltou uma nova nota, apoiando o pacote – e sem nenhuma menção a eventuais problemas. Não há, porém, como aplacar o descontentamento de quem sofre com a nova realidade do etanol. “As medidas não fazem cócegas nas empresas”, afirma Carlos Liboni, secretário de Indústria e Comércio de Sertãozinho. “O que está em jogo é maior do que vender álcool no posto: precisamos de uma política clara e de longo prazo para dar segurança aos investidores.”

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– Jatinhos a Juros Baixos?

Sem ser chato, mas… e a nota na Revista Veja dessa semana, de que o BNDES está com uma vantajosa linha de crédito a milionários que querem comprar jatos executivos, a apenas 3% ao ano?

Reforçando: 3% ao ano, não é ao mês!

Bem menor (e bota bem nisso) do que qualquer linha de crédito para carro popular, casa própria, etc., etc. e etc…

Difícil, hein?

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– As Notas Falsas no Comércio de Jundiaí

Na região dos bairros Medeiros e Eloy Chaves, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, alguns com sucesso. A Polícia Militar pediu aos comerciantes para terem atenção, e já trabalha no caso.

É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:

(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)

DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS

Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.

1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.

Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.

As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.

As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.

A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.

A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.

2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.

O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.

3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.

Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.

4. Observe as micro impressões.

Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.

5. Observe a imagem latente.

Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.

6 . Linhas multidirecionais.

As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.

7 . Fibras coloridas.

Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.

8 . Fio de segurança.

Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.

9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.

São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.

10 . Microchancelas.

São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.

11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

– O Purgatório da Marfrig

E a Marfrig, hein? A megaempresa de alimentação, que anos atrás era exemplo de lucratividade e administração, está sofrendo para manter seus ativos.

Hoje, a empresa está vendendo a Seara para o grupo JBS. E, pelo que parece, venderá suas empresas da Ásia para a BRF (Sadia + Perdigão).

O que será que aconteceu? Má gestão, concorrência forte demais ou cresceu mais do que podia?

Uma pena. A Marfrig é (ou era) uma gigante sólida brasileira, que se desmorona. Aliás, ela deixou de ser patrocinadora da Seleção Brasileira de Futebol por falta de pagamento…

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– Em qual Classe Social você se Insere?

Leio na Revista Época da semana passada (ed 03/06/13, pg 70) uma classificação das classes sociais do Brasil por renda (pela FGV). Muito interessante e compartilho:

Hoje, em nosso país, há:

Ricos – 1 milhão de pessoas (0,5% da população), com renda superior a R$ 50.000,00;

Classe Média Tradicional – 21,5 milhões de pessoas (11,2%), renda entre R$ 7.475,00 e R$ 50.000,00;

Emergentes – 105,5 milhões de pessoas (55,1%), renda entre R$ 1.734,00 e R$ 7.475,00;

Classe Média-Baixa – 46,8 milhões de pessoas (24,4%), renda entre R$ 1.085,00 e R$ 1.734,00;

Pobres e Miseráveis – 16,8 milhões de pessoas (8,8%), renda até R$ 1.085,00.

E você, se insere onde? Concorda com a classificação por renda?

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– A Nova Coca-Cola Compartilhada

Parece que levou algum tempo para alguém descobrir coisa tão lógica: que tal um latinha de refrigerante para se dividir ao meio, fisicamente?

Pois é, a Coca-Cola teve uma ideia legal, que está sendo testada em Cingapura: a lata de 350 ml se divide em duas de 175 ml. Uma coisa tão lógica (e ao mesmo tempo tão boba), mas que nunca foi pensada!

Veja o vídeo (bem animadinho) em: http://www.youtube.com/watch?v=72fRuE8vmo0&feature=player_embedded

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Boa idéia ou não?

– Ambientes de Trabalho Descontraídos

Vejam só: escritório com mesa de sinuca, guitarra e cerveja!

Regalias?

Não, liberdade para pensar e agir! Um modismo positivo.

Veja, extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/noticias/o-preco-da-descontracao

O PREÇO DA DESCONTRAÇÃO

Oferecer benefícios descolados virou moda nas empresas brasileiras, mas isso atrai um tipo específico de profissional. Resta saber se esse é o seu perfil

Mesa de sinuca, guitarra, baixo, bateria, teclado e uma geladeira recheada de cerveja. Poderia ser um bar, mas é um escritório. Poderia estar no Vale do Silício, nos Estados Unidos, mas fica em Salvador, na Bahia.

Na sede do JusBrasil, site de informação na área de direito do trabalho, ninguém anda de terno. Além do kit roqueiro, a empresa oferece jogos eletrônicos e happy hour às sextas-feiras.

“Desde o começo, queríamos que fosse uma empresa com pouca hierarquia, onde os estagiários tivessem acesso aos chefes sem problemas”, diz Rodrigo Barreto, de 30 anos, sócio e diretor financeiro e operacional. “A autonomia é tudo para nós”, afirma Rafael Costa, de 30 anos, CEO da companhia.

A oferta de ambientes descontraídos tornou-se tendência nas empresas de tecnologia no Brasil e costuma despertar o interesse de jovens profissionais. Só em 2012, o arquiteto Edo Rocha, dono de um dos principais escritórios de arquitetura corporativa do Brasil, desenvolveu 26 projetos de escritórios descolados.

Empresas que colocam esse tipo de benefício à disposição do funcionário visam passar a mensagem de que se preocupam com o bem-estar de todos. Mas, conforme esses ambientes se popularizam, cresce a percepção de que nem todo profissional sente-se confortável neles.

A coach Taynã Malaspina, mestre em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, investigou em sua dissertação de mestrado quatro grupos distintos de profissionais, sendo um deles de jovens que trabalham em agências de comunicação e empresas de tecnologia. Para esses trabalhadores, o principal valor é a liberdade para pensar e agir.

“Companhias de tecnologia vendem uma possibilidade de autonomia, como personalizar seu horário e tocar seu projeto com independência”, diz Taynã. Mas, se à primeira vista a decoração cria uma atmosfera de liberdade, num segundo momento a sensação provocada é de frustração.

Segundo Taynã, os profissionais se ressentem de não aproveitar os benefícios divertidos. Como resultado, muitos acabam se desapontando e deixando o emprego após um tempo. “A proposta se torna incoerente, e eles preferem sair”, afirma Taynã. “Eles querem trabalhar num lugar onde haja identificação de valores.”

Para uma ex-gerente do Buscapé, site de comparação de preços, produtos e serviços, se não for feito um trabalho com os gestores para que eles estimulem o clima de liberdade, não adianta oferecer opções de descontração.

A sede do Buscapé, em São Paulo, tem pebolim, pingue-pongue, cesta de basquete, redes para descanso e até um boneco de boxe para socar nas horas de estresse. A executiva diz que não regulava sua equipe, mas se lembra de ouvir outros gerentes criticando quando um funcionário deles descansava na rede. “Muitos achavam improdutivo usar a área de descompressão”, afirma a gestora.

Uma das consequências mais comuns dessa política de manter muitos atrativos na empresa é que as pessoas ultrapassam o horário regular do expediente. De acordo com Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, de São Paulo, se por um lado os benefícios trazem felicidade ao escritório, por outro são uma maneira velada de a empresa manter os funcionários por perto.

“O intuito é que isso se traduza em produtividade, o que nem sempre acontece”, diz Christian. “Queremos tirar qualquer impressão do trabalho como um lugar ruim ou hostil. Os profissionais se sentem bem e nem querem sair daqui”, diz Rafael Costa, do JusBrasil.

Ambiente informal, jogos e alimentação saudável amenizam o peso das tarefas e a pressão por resultados e fazem o profissional passar mais tempo no escritório, restringindo as relações pessoais aos colegas da empresa. Quem opta por essa rotina acaba se esquecendo de que a vida não é só trabalho.

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– Dia da Liberdade dos Impostos

Ontem, muitos empresários resolveram protestar contra a altíssima carga de impostos. Em SP, um posto resolveu radicalizar: o preço normal da Gasolina (R$ 2,699) caiu para R$ 1,267.

E aí, paganos ou não muito dinheiro para o Governo? Enfim… recebemos esse dinheiro de volta, em bons serviços públicos.

Abaixo, extraído de: http://migre.me/eIFYu

DIA SEM IMPOSTOS

Em protesto contra altos impostos, movimento vende 5 mil litros de gasolina ao preço de R$ 1,26 em SP. Motoristas enfrentaram até duas horas de fila para abastecer:

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– O Frentista Felipe Massa

Olha que legal: a Shell, patrocinadora da Ferrari, resolveu fazer uma ação de marketing bacana: colocou o piloto Felipe Massa para trabalhar de frentista na Polônia.

Já imaginou parar no posto de combustível e ser atendido pelo Massa?

Em: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/05/18/felipe-massa-vira-frentista-de-posto-na-polonia/

FELIPE MASSA VIRA FRENTISTA DE POSTO NA POLÔNIA

Não, Felipe Massa não mudou de profissão e nem abandonou a Fórmula 1. O piloto brasileiro da Ferrari participou, neste sábado, de uma campanha publicitária em Varsóvia, na Polônia, para apresentar uma novidade na gasolina de um patrocinador.

Em seu Instagram, Massa publicou a foto do momento em que ‘atacou de frentista’ e encheu o tanque de um carro. “Fazendo um bico na polonia no posto Shell !! Kkkkk”, brincou o piloto.

O brasileiro encheu o tanque de vários carros e ainda se apresentou para um público de aproximadamente 3o mil pessoas na capital do país. Com uma Ferrari F60, ele deu 20 voltas em um circuito desenhado pelas ruas da capital do país.

Na atual temporada da Fórmula 1, Felipe Massa é o atual quinto colocado na classificação geral, com 45 pontos. O líder é Sebastian Vettel, da Red Bull, com 89. O seu companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso, é o terceiro, com 72 pontos conquistados nos 5 primeiros Grande Prêmios.

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– A Empresa que Não Gosta de Gordos e Feios

Vejam só: grife famosa mundialmente – a Abercrombie (que ainda não chegou ao Brasil) faz barulho ao desenvolver produtos para pessoas que não sejam gordas, além de discriminar funcionários: eles devem ser atraentes sexualmente!

Feios e obesos não trabalham por lá! E isso está dando confusão…

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/299394_A+GRIFE+QUE+NAO+GOSTA+DE+GORDOS+E+FEIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

A GRIFE QUE NÃO GOSTA DE GORDOS E FEIOS

Como declarações preconceituosas do presidente da rede americana Abercrombie afetam a imagem e os negócios de uma gigante que faturou mais de R$ 4 bilhões em 2012

Por Fabíola Perez

Em pouco mais de uma década, a grife de roupas Abercrombie & Ficht deixou de ser uma marca de relativo sucesso apenas nos Estados Unidos para se tornar um fenômeno global. Nesse período, seu faturamento cresceu mais de dez vezes, até chegar aos US$ 4,2 bilhões em 2012, e sua reputação de marca bacana, jovial e descolada conquistou adolescentes do mundo inteiro. Parte significativa desse sucesso deve ser creditada a Mike Jeffries, um executivo com fama de maluco que assumiu a presidência da empresa em 1996 e que logo viria a colocar em prática ideias que pareciam esquisitas, mas que se revelaram acertadas. Em vez de vendedores convencionais, a rede contratou modelos para atender os clientes. Jeffries queria mais. As lojas passaram a simular um lugar de baladas, enfeitadas com luzes piscantes que brilhavam no ritmo do som altíssimo. De novo, o executivo não se conteve e foi então que ele teve a sacada que transformou de vez a Abercrombie. Os modelos masculinos, jovens sempre sarados, passaram a atender a clientela sem camisa e as meninas adolescentes tornaram os endereços da rede verdadeiras atrações turísticas. Basta dar uma volta na Quinta Avenida, em Nova York, para observar levas de garotas tirando fotos com a turma de corpo definido. Mas o império construído com a criatividade de Jeffries agora está ameaçado – e por culpa dele mesmo. Motivo: o presidente da grife falou bobagem. E das grandes. “Quero apenas gente magra e bonita”, disse, sobre quem seria seu público ideal. A declaração, como era de se imaginar, provocou uma enxurrada de protestos mundo afora.

Na semana passada, um movimento iniciado na internet sugeriu que roupas da grife fossem queimadas em praça pública (até a quinta-feira 16, a data da destruição não havia sido marcada) e as redes sociais destrataram Jeffries (que, aliás, não parece ser tão bonito assim). No Brasil, a campanha “Abercrombie Popular”, criada pelo designer paulistano Isaias Zatz, 21 anos, pede que as peças da grife sejam doadas a moradores de ruas. “A Abercrombie sempre foi elitista”, diz Zatz. “Então, pensei que as roupas poderiam cair melhor em pessoas de verdade, sem sorrisos forçados.” Nos Estados Unidos, uma iniciativa semelhante também ganhou força. O internauta Greg Karber postou um vídeo na internet convocando americanos para o movimento “Fitch the Homeless”, cuja proposta é vestir os sem-teto com camisetas, casacos e bermudas da Abercrombie. Nos últimos dias, a revolta ganharia força à medida que surgiram novas afirmações estranhas de Jeffries, que se tornaram públicas depois da divulgação de um documento interno da empresa. “Sinceramente, preferimos os garotos mais atraentes”, é uma das frases atribuídas ao executivo, que assumiu recentemente ser homossexual. “Muita gente não cabe em nossas roupas e não é para caber. Se somos exclusivistas? Totalmente.” Não se trata de um discurso da boca para fora. Há alguns dias, a rede anunciou que deixará de fabricar roupas dos tamanhos G e GG.

Até que ponto a sinceridade visceral de um executivo, algo que o mercado não está acostumado a ver, afeta os negócios de uma corporação global como a Abercrombie? Para especialistas, a grife terá dias ruins pela frente.“As frases preconceituosas podem afastar investidores e atrapalhar parcerias no futuro”, diz Berenice Ring, coordenadora do curso de gestão de marcas da Fundação Getulio Vargas. “As declarações restritivas do presidente da Abercrombie estão na contramão do novo comportamento que as companhias querem alcançar no mundo corporativo”, afirma Daniella Bianchi, diretora da Interbrand Brasil. Para ela, a luz amarela acendeu para a marca americana. “Grande parte da população americana usa tamanhos grandes e, ao extinguir essas roupas, Jeffries elimina uma fatia do mercado consumidor.” A empresa, assegura, deve sofrer um impacto nas vendas e não vai demorar para que os acionistas reclamem das declarações de Jeffries. Outros fatores indicam que o modelo de Jeffries dá sinais de esgotamento. A combinação de vendedores musculosos, lojas badaladas e preços altos era uma boa estratégia nos tempos em que os consumidores americanos e europeus, os principais alvos da marca, podiam gastar horrores sem se preocupar com os efeitos da crise. Agora, é diferente: se em 2012 o faturamento cresceu 23,5%, a previsão para 2013 é de 7,14%. É hora, portanto, de Jeffries ficar de bico bem calado.

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