– Trabalho e Remuneração mundo afora

Você sabia que o brasileiro é um dos trabalhadores cuja remuneração tem menos poder de compra comparando-se com a carga horária entre países desenvolvidos?

Observe a sequência abaixo:

País – Jornada de Trabalho – Salário Mínimo Mensal em Dólares

Coréia do Sul – 55h – 904

EUA – 40h – 1257

Alemanha – 38h – Não há

França – 35h – 1855

Brasil – 44h – 306

(Extraído de Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, Março/2011, pg 57).

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– Facebook compra WhatsApp

Há 2 anos, o Facebook comprou o Instagram por 1 bilhão de dólares. Agora, sedento para continuar crescendo, comprou o WhatsApp por US$ 16 bilhões (ou 45 bilhões de reais)!
Uau…
Pesquisas dizem que adolescentes não gostam mais do Facebook pois seus pais entraram na Rede Social. Assim, Mark Zuckerberg tem que se virar para manter a empresa atraente.
Parece que está conseguindo…
Uma observação: do jeito que vai, Google e Facebook comprarão tudo o que existir e só sobrarão eles! Incrível quanto dinheiro e quanta fome empreendedora.
Ops: Quantas empresas brasileiras valem 16 bilhões de dólares?

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– Combustíveis a Preço Tabelado?

A variação do preço do combustível em Rio Claro é de R$ 0,30. E, por menos de R$ 3,00, poucos conseguem abastecer Gasolina.

Porém, o Procon de lá ordenou a redução de Preços para R$ 2,87!

Isso me fez recordar: lembram-se do tempo em que o combustível era tabelado?

Extraído de: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/13/procon-em-sp-limita-preco-da-gasolina-mas-lei-nao-permite-diz-advogado.htm

PROCON EM SP LIMITA PREÇO DA GASOLINA, MAS LEI NÃO PERMITE, DIZ ADVOGADO

O Procon de Rio Claro (SP) determinou que, a partir desta sexta-feira (14), nenhum posto da cidade pode vender gasolina a mais de R$ 2,87. Os postos da cidade já foram notificados e quem descumprir a determinação está sujeito a multas que vão de R$ 50 a R$ 100 mil, de acordo com o tamanho e faturamento do posto.

Um advogado contesta a medida porque o país não tem tabelamento de preços.

A decisão do Procon foi tomada após uma fiscalização iniciada há três meses e que detectou supostos indícios da formação de um cartel no setor de combustíveis na cidade. O preço mínimo do combustível encontrado na cidade foi de R$ 2,89, e o preço máximo alcançou R$ 3,19.

O valor fixado pelo Procon é o mesmo recomendado pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria da Fazenda. A instituição informou que os donos de postos já foram notificados e que o prazo máximo para a defesa dos postos venceu nesta quinta-feira (13).

Segundo o diretor da instituição, Sérgio Santoro, o Procon irá autuar os estabelecimentos baseado no artigo do código do consumidor que impede a abusividade de preços.

“Recebemos muitas notas fiscais que comprovavam a irregularidade”, disse. “Quem estiver com o preço muito alto será enquadrado no artigo que impede a abusividade de preços”, afirma Santoro.

Procon diz que não é tabelamento, mas veto a preço “abusivo”

Ainda segundo ele, não se trata de fixação de preço máximo, mas sim de identificação de preço abusivo, seguindo recomendação do Ministério da Justiça”, diz, ressaltando que Rio Claro é o primeiro município paulista a aplicar a norma.

“Vamos percorrer os 39 postos amanhã e verificar os preços. A partir dai, vamos ver quem está vendendo com preço superior e, partir dai, iremos realizar as multas”, informou.

Santoro afirmou ainda que, por conta da atuação, chegou a ser ameaçado.

“Vou fazer o meu trabalho. Se os postos vão derrubar a multa posteriormente, é uma questão a ser definida. Mas não vou permitir que esse cartel continue a prejudicar a população”, disse .

Advogado diz que preços são livres no país

Para o advogado Anderson Teles Balan, a medida do Procon pode ser contestada judicialmente.

“Ele não tem base legal para impor o preço máximo, já que estamos em um regime de liberdade de preço. Mas, como há indícios, segundo o Procon, da realização do cartel, pode haver uma brecha para a fixação”, diz o especialista.

“A multa teria que ser estudada caso a caso. O mercado da gasolina no Brasil é regido pela ANP, e, no caso especifico, o Procon acaba atuando diante da pratica abusiva de preços”, disse.

Sindicato de empresas diz que limitação a preços é ilegal

Campos ainda afirmou que teme que a ação do Procon cause violência nos postos. “A população pode ser incitada, pelas ações e declarações do presidente do Procon, a agir com violência, e esse é um temor que temos”, disse.

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– Dar Asilo à Médica Cubana ou não?

Você daria asilo político aos médicos cubanos que assim o desejassem?

Eu sim!

A 1a cubana a pedir asilo político, Dra Ramona Rodriguez, só recebe 1.000 dólares por mês. O restante dos 10.000 reais pagos pelo Brasil ficam com Cuba!

É ou não para sustentar o regime castrista?

A médica disse que se recebesse o valor integral e vivesse no Brasil, estaria no paraíso!

Imagine como é lá na Ilha de Fidel

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– O Primeiro McDonald’s Vietnamita

Parece brincadeira, mas só agora o McDonald’s abriu sua primeira lanchonete no Vietnã, em Saigon (agora a cidade tem um novo nome que não me recordo).

Já existem KFC, Burguer King e outras redes americanas. Mas McDonald’s, por ser tão americanizada, ainda não. E olha que a Guerra do Vietnã foi a muito tempo (40 anos)!

E a loucura maior é: no primeiro dia, as filas chegavam a 3 horas para ser atendido.

Tudo bem que é novidade, mas como não sou chegado em hambúrgueres… bom proveito aos vietnamitas!

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– A desvalorização da Motorola

A Motorola é símbolo do desenvolvimento da tecnologia celular nos EUA. Em 2012, foi comprada pelo Google por US$ 12,5 bilhões!

Em 2014, os chineses da Lenovo (que já são donos da IBM, outro ícone americano) compraram a Motorola por… US$ 3 bilhões.

Que raio de negócio é esse do Google? Vende por ¼ do valor comprado?

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– O Calvário Financeiro de Eike Batista

E o Eike Batista se desfaz de outro investimento importante: vendeu o Hotel Glória por 200 milhões de dólares!

Ele tinha a pretensão de reformar o hotel como Gloria Palace e transformá-lo num dos 10 mais luxuosos do mundo. Só quebrou as paredes por dentro e o esqueleto ficou por lá…

Que coisa! A cada dia, seu império afunda ainda mais. É o típico empreendedor: age, investe, mas aceita o fracasso como um risco alto. Só que o risco se transformou em realidade…

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– Greve no Futebol da Espanha

Nessa semana, o Racing Santander iria a campo na Copa do Rei contra o Real Sociedad. Entrou no gramado, e na hora do apito inicial, resolveu abandonar o jogo como protesto pelos salários atrasados.

A torcida entendeu o ocorrido e aplaudiu o time, apoiando a manifestação.

E se fosse aqui?

Hum… Estou para ver alguém com coragem para isso!

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– Haspa… Saudades dela?

Quando garotinho, meu pai abriu uma Caderneta de Poupança da Haspa, que era do então Ministro da Fazenda Delfim Neto. Lembram da propaganda e dos cofrinhos? Poupe que o Delfim garante…”

Pois é: Há 31 anos ela quebrou! Ainda bem que os meus trocadinhos de criança foram para o já falecido Banco Real…

Eu gostava de ir lá só por causa da Turma da Mônica 935368_613572492005124_81097364_n.jpg

– A Nova Gasolina sem Enxofre

Duas notícias referentes à Gasolina no Brasil: a primeira é que ela conterá menos enxofre, fazendo com que a qualidade do ar melhore devido a redução de poluição. A outra que, claro, o preço aumentará!

Extraído de: http://m.jovempan.uol.com.br/noticias/ciencia-tecnologia/meio-ambiente/melhoria-na-qualidade-do-ar-com-gasolina-menos-poluente-so-sera-percebida-em-pelo-menos-um-ano.html

MELHORIA NA QUALIDADE DO AR COM GASOLINA MENOS POLUENTE SÓ SERÁ PERCEBIDA EM PELO MENOS UM ANO

A gasolina menos poluente chega aos postos de combustíveis em até 15 dias, mas melhoria na qualidade do ar será percebida em pelo menos um ano. O produto terá qualidade semelhante ao encontrado nos Estados Unidos, Canadá e Europa com, no máximo, 50 miligramas por quilo de enxofre total.

Até o ano passado, o teor de enxofre na gasolina nacional era de duzentos miligramas por quilo. A expectativa da Agência Nacional do Petróleo é que as emissões do material na atmosfera caiam até 94%.

Devido ao processo de refino adotado, a nova gasolina poderá ter coloração mais clara e cheiro diferente. O pesquisador do Laboratório de Poluição da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Saldiva, disse que efeitos da mudança serão sentidos em até um ano.

O engenheiro mecânico Fernando Furlan ressaltou que a mudança no teor de enxofre da gasolina não vai influenciar no desempenho dos automóveis. No entanto, ele explicou ao repórter JOVEM PAN Anderson Costa que a ausência do material irá impedir a formação de uma espécie de carvão em peças do veículo.

A redução do enxofre já ocorreu também no diesel utilizado em caminhões, ônibus e outros veículos pesados. O combustível vai continuar sendo identificado como “gasolina comum” e “gasolina premium” nos postos de todo território nacional.

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– Até quando a Vivo desrespeitará os clientes?

Um apagão da VIVO nos aparelhos celulares nesta segunda-feira perturba os consumidores. Quem é de Jundiaí, sabe o que está acontecendo. Ontem, foi a Internet que falhou.

Vai reclamar? O atendimento é péssimo! E a concorrência não é muito diferente. O problema é que a Vivo é muiiiiiito ruim. Mas nas propagandas é tudo uma maravilha!

Golpe, típico 171. Tô cansado de empresas como essa.

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– Negócios Bilíngues do Grupo Multi

Carlos Wizard, o empreendedor das escolas de línguas Skill, Yázigi e Wizardi (e proprietário da Microlins e SOS Computadores) tem mil motivos para sorrir. Ou melhor, quase 2 bilhões de motivos: é por esse valor (R$ 1,95 bi) que ele vendeu seu grupo de escolas ao conglomerado Pearson!

Wizard costumamente dava palestras sobre como começou sua pequena escola, numa garagem em Lins, interior paulista, e tornou-se um empresário de sucesso.

Merece todos os aplausos e o a riqueza que agora gozará!

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– A China é o Novo Eldorado do Futebol!

Sempre que se ouve falar de “futebol na China”, vem associado duas lembranças: dólares e manipulação de resultados.

Repararam que, com grande frequência, ouvimos falar de árbitros punidos por esquemas de corrupção? Ou ainda que dirigentes de clubes foram afastados?

Me chama a atenção as cifras estratosféricas pagas a jogadores de condição técnica duvidosa. Qualquer brasileiro que se aventura por lá já chega na base do milhão.

Seria um investimento pesado que o país faz para se desenvolver no futebol, e isso atrai também os criminosos que querem se aproveitar disso, ou nada mais é do que uma grande lavanderia de dinheiro?

Fico sempre com a pulga atrás da orelha…

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– Empreendedorismo Brasileiro com Incentivo Estrangeiro

O que dizer sobre isso? É mais fácil abrir uma empresa brasileira no exterior do que no nosso próprio país!

A história é a seguinte: países ricos incentivam o PME com orientação e incentivos fiscais a abrirem as portas em seu território. Simples.

Abaixo, extraído de: Revista Época, Ed 24/01/2011, pg 67-69, por Daniella Cornachione e Marcos Coronato

É MAIS FÁCIL ABRIR EMPRESA LÁ FORA

Castigados pela crise, os países ricos facilitam a obtenção de visto e dão apoio a microempresários brasileiros com dinheiro e boas ideias

“Vamos colocar um tapete vermelho para você”, disse o primeiro-ministro britânico, David Cameron, num discurso em novembro, dirigindo-se a cada microempresário estrangeiro disposto a abrir negócio no Reino Unido. Ele anunciava um novo tipo de visto que facilitará a imigração de quem tenha uma boa ideia e menos que as 200 mil libras (R$ 535 mil) atualmente exigidas para investidores estrangeiros. Outros países ricos seguem a mesma estratégia e facilitam a entrada de empreendedores. “A Europa está envelhecendo e precisa de sangue novo”, diz o francês Yann Duzert, coordenador do MBA Global Premium da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. “A crise deixou os europeus mais cautelosos, com menos vontade de investir. E os brasileiros estão otimistas.”

Ainda não se conhece o resultado dessa estratégia, pois ela é recente. Mas apenas esse esforço já é algo notável. Além do Reino Unido, França e Alemanha dão bons exemplos. Os três países têm agências de investimento com representações mundo afora. Antes, elas se dedicavam principalmente a atrair grandes investidores. Agora, ajudam também microempresários. A Agência Francesa para Investimentos Internacionais (AFII) tem escritórios em 23 países. O brasileiro foi aberto em junho de 2010. “O país está crescendo e mais propenso a se internacionalizar. É normal que os países desenvolvidos estejam atentos a isso”, diz François Removille, diretor-geral da AFII no Brasil. O Reino Unido também está presente por aqui com sua agência, a UKTI. “As pequenas companhias levam tecnologia e inovação para o país anfitrião. Conforme crescem, geram empregos, pagam impostos e espalham conhecimento”, afirma Digby Jones, um lorde que foi presidente da confederação das indústrias britânicas e hoje viaja o mundo promovendo o Reino Unido. A agência alemã GTaI, criada em 2009, é responsável por orientar estrangeiros que querem investir no país.

Imigrar para a Europa como empreendedor ficou mais fácil nos últimos anos. Na França, depois de uma reforma de lei em 2009, o estrangeiro que cria uma empresa passa a concorrer com mais facilidade ao visto de três anos numa categoria chamada “competências e talentos”. O imigrante que já mora lá recebe isenção de impostos e apoio para montar o negócio. Quem cria uma empresa pode trazer empregados de seu país de origem e, desde dezembro, estender a eles benefícios fiscais e facilidades nas tratativas de visto. Na Alemanha, o empreendedor precisa esperar apenas três anos para pedir o visto permanente, enquanto outras categorias de imigrantes devem esperar ao menos cinco. O Reino Unido vem levantando barreiras contra outros tipos de imigrantes, mas não contra microempresários. Estuda até reduzir o investimento mínimo exigido deles.

Diante da movimentação do outro lado do Atlântico, os Estados Unidos e o Canadá reagiram. A Europa está longe de ser reconhecida como o melhor continente para gente com espírito empreendedor – fama que os americanos construíram ao longo de séculos. Mas dados recentes mostram que os Estados Unidos estão perdendo a dianteira como maternidade de novos negócios no mundo. Em 2005, 12% dos americanos haviam fundado companhias, em comparação com 9% do resto do mundo. Em 2009, a fatia de americanos empreendedores caiu para 8%, enquanto a do resto do mundo subiu para 11%, na pesquisa Monitor Global de Empreendedorismo. Estados Unidos e Canadá já dão sinais de qual será sua resposta. Ambos estudam criar uma nova categoria de visto para estrangeiros, o Startup. Ele diminuiria as exigências burocráticas e reduziria o investimento mínimo inicial requerido para 150 mil dólares canadenses no Canadá e US$ 250 mil nos Estados Unidos (atualmente, os valores estão em 300 mil dólares canadenses e US$ 500 mil, respectivamente).

Para os países envolvidos nessa corrida, a vantagem é evidente. Alemanha e Canadá exibem sinais econômicos um pouco mais promissores, mas Estados Unidos, Reino Unido, França e vários outros países europeus ainda sofrem para tentar superar a crise global. Eles derrapam na falta de empregos e de investimento. Contra esses males, o remédio mais eficaz é incentivar a semeadura de novos negócios, pequenos, inovadores e necessitados de mão de obra.

Para os empreendedores, além de ter mais oportunidades de prosperar, abrir um escritório num desses países é mais fácil do que no Brasil, que maltrata os negócios com excesso de burocracia e impostos. “É tranquilo fazer negócio em Londres. Em termos operacionais, é muito mais fácil abrir uma empresa na Inglaterra do que no Brasil”, afirma Alexandre Bruscato, dono de uma empresa fabricante de artefatos de acrílico. Ele e a mulher e sócia, Patrícia, não pensam em sair de Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, por enquanto. Mas abriram em Londres uma filial de sua marca de decoração, a Allê. Ficaram impressionados com o atendimento especial que receberam. Essa diferença de tratamento é bem retratada em diversas pesquisas. O Reino Unido ficou na 17ª posição do ranking mais recente do Banco Mundial sobre facilidade para abrir uma empresa em 183 países. O Brasil ficou em 128º, muito atrás do Chile (62º) e do México (67º). Para criar um negócio aqui é preciso lidar com 15 procedimentos, que duram por volta de 120 dias. No Reino Unido, são seis procedimentos em seis dias. A França (21º) exige cinco, que duram uma semana. Os países que lideram esse ranking são Nova Zelândia, Austrália e Canadá.

As agências de investimento ajudam os estrangeiros de várias formas, começando com a burocracia para abrir uma empresa e pagar impostos. “Alguns lugares no Reino Unido oferecem gratuitamente serviços legais ou consultoria para encontrar clientes”, diz o lorde Jones. O casal de empresários brasileiros Alexandre e Patrícia recebeu apoio do consulado britânico no Brasil e da agência Think London, responsável por atrair negócios para a capital inglesa. “Eles nos indicaram contadores, advogados, deram o caminho. O apoio foi muito importante”, afirma Patrícia. Hoje, o casal tem em Londres um escritório virtual, com endereço e número de contato, mas sem funcionários trabalhando no local. A equipe, terceirizada, é composta de sete pessoas. São representantes comerciais, assessores de comunicação e funcionários que transportam os produtos enviados do Brasil. “Estamos pensando em ter um showroom próprio neste ano, com alguém trabalhando lá”, diz. Se o Brasil não gosta de seus empreendedores, deve tomar cuidado. Há quem goste.

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– Natal Comercial versus Natal Verdadeiro

Feliz Dia da Ceia da Árvore?

Caramba, há coisas que assustam pelo apetite feroz ao consumismo. E um deles é o comercial que visa “impor” um dia oficial para se montar a árvore de Natal. Esta data, segundo a Sadia, é 01 de Dezembro, o “Dia da Ceia da Árvore“, onde as crianças e seus pais devem comer Peru para comemorar o sucesso da montagem.

Já viu o comercial? Está em: http://www.youtube.com/watch?v=dcdRDtz7jXo#t=18

Puxa, já não basta ter o apelo de comprar presentes (sacrificando até quem não pode) ao invés do sentido espiritual da coisa, agora se gasta para “os festejos de montar a árvore”? Claro que a Sadia quer vender mais peru e tenta criar uma data impactante. No ano que vem, teremos de novo tal mensagem. E isso cansa! O escritor Walcyr Carrasco, dias atrás, disse algo interessante:

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que muitas vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. E surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA COMERCIAL DO ANO, com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás, bem como o tal do “Dia da Ceia da Árvore”.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

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– Coitados dos Hermanos…

A Argentina está em maus lençóis. A política local sofre com Cristina Kirchner; a censura se faz presente no noticiário; a população é privada de bons produtos (vide a limitação da importação de carros), e, se não bastasse tudo isso, a Polícia Argentina entrou em greve.

E quando a Polícia pára de trabalhar… As pessoas de má indole, bandidos travestidos de cidadãos, abusam da maldade. Saques, saques e mais saques em supermercados. Alguns comerciantes fecham as portas para evitar roubos e furtos. Um verdadeiro caos!

E há gente que defende regimes anárquicos. Tenha dó…

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– A Maconha Liberada no Uruguai

O Uruguai liberou a maconha para combater o tráfico. Mas traficantes não vendem também cocaína, heroína, crack, LSD, êcstasi e outras tantas porcarias por aí afora?

Enquanto a Holanda revê a permissão do uso da erva (e se mostra arrependida de um dia ter liberado), nosso país vizinho dá um passo atrás.

Considerando a luta por uma vida saudável perdida, resolve liberar, já que o dinheiro gasto para prevenção não funcionou (segundo as autoridades). Assim, vai gastar o mesmo tanto para recuperar os viciados.

Coitadas das famílias uruguaias… Pergunte a mãe de um viciado o inferno que é a vida nesse lar e o sofrimento para recuperá-lo ao dia-a-dia lúcido.

Que essa moda não pegue aqui. Certamente há grande grupos financeiros fazendo lobby para a liberação no Brasil também.

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– A Proibição dos Andadores Infantis

Alguns especialistas defendem que o andador infantil é algo perigoso e desnecessário para a criança. Outros dizem que o risco é pequeno. O certo é que a Justiça determinou a proibição de venda de andadores por todo o país.

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/12/justica-proibe-venda-de-andadores-infantis-em-todo-o-pais.html

JUSTIÇA PROÍBE A VENDA DE ANDADORES INFANTIS EM TODO O BRASIL

Decisão de juíza do RS atende ação da Sociedade Brasileira de Pediatria. 
Associação de fabricantes diz que vai recorrer da decisão.

Uma liminar da Justiça de Passo Fundo (RS) determinou a proibição da comercialização de andadores infantis em todo o país. Na decisão, a juíza Lizandra Cericato Villarroel destaca que nenhuma das marcas comercializadas estão dentro das normas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e que “a natureza do produto se destina a bebês e crianças na fase de aprendizagem do ato de caminhar, portanto, em situação biológica de vulnerabilidade potencializada”.

A decisão é em primeira instância e ainda cabe recurso. Os fabricantes dizem que vão recorrer.

Segundo a decisão, a empresa que não cumprir a determinação será multada em R$ 5 mil por dia.

A proibição do RS atende a uma solicitação de ação civil pública da Associação Carazinhense de Defesa do Consumidor, por solicitação do pediatra Rui Locatelli Wolf, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). No início do ano, uma campanha iniciada pela SBP foi lançada para coibir no país o uso do andador de bebês, com o objetivo de aumentar a proteção de crianças contra acidentes que, segundo os pediatras, podem ser ocasionados pelo uso do equipamento.

O andador infantil é um aparelho usado para ajusar bebês no aprendizado de andar. Compõe-se de estruturas rígidas, de formato variado – normalmente circulares –, dentro das quais fica o bebê, preso à estrutura por meio de tiras ou similares. A parte superior é construída de maneira a proporcionar apoio à criança, ao passo que a parte inferior é aberta ou mais larga, permitindo o movimento das pernas e dos pés. Um conjunto de rodas presas à estrutura possibilita o deslocamento do aparelho em diferentes direções.

O produto, que segundo os fabricantes proporciona “liberdade” a bebês com idade entre 6 e 15 meses, que ainda não andam sozinhos, é considerado “perigoso” por especialistas. Eles alertam para o risco de acidentes e traumatismos decorrentes da queda de crianças em escadas, ou mesmo queimaduras, já que dentro deles os bebês podem encostar em superfícies quentes.

Segundo o pediatra Danilo Blank, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP, o andador também pode retardar a atividade muscular da criança, “que fica pendurada, sem mexer a perna ou as articulações”. “É um instrumento que não tem benefício e oferece risco grave de traumatismo”, explicou o médico.

Fabricantes vão recorrer
O presidente da Associação Brasileira de Produtos Infantis (Abrapur), Synesio Batista da Costa, critica a decisão judicial e afirma que os fabricantes vão entrar com recurso. Ele considera a determinação “emocional” e ressalta que o andador infantil é usado no mundo todo.

“Nem os europeus, que são muito certificadores, proibiram o uso”, afirmou. O Canadá é o único país onde os andadores são proibidos.

Costa destacou que no Brasil são vendidos, em média, 2 milhões de andadores por ano, e que é de responsabilidade dos pais usar o equipamento corretamente. “Acidentes com crianças acontecem sempre por falta de cuidado das mães. Andador não é para descer escada, é para andar em espaço doméstico sob supervisão de um adulto.”

Em julho, o Inmetro avaliou dez marcas de andadores disponíveis no mercado. Todas foram reprovadas pelo órgão. Em agosto, o Inmetro anunciou que vai fazer uma certificação compulsória dos equipamentos. Segundo o órgão, de todos os relatos feitos sobre a categoria de “produtos infantis”, 9,3% são relacionados a andadores.

“Ainda não existe uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) relacionada aos andadores infantis”, destacou Costa. Ele afirmou, ainda, que a decisão da juíza não considera os equipamentos importados. “Trabalhamos para crianças, temos de fazer produtos cada vez mais seguros.”

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– E o Combustível Aumentou Mesmo!

Prometido por muito tempo, enfim a presidente Dilma Rousseff autorizou o aumento dos combustíveis.

E por quê só agora?

Devido a interferência do Governo na política da Petrobrás. Para evitar inflação e impopularidade, o aumento foi sendo adiado. A BR não conseguia fazer frente aos preços altos do mercado internacional e perdia dinheiro. E o déficit só crescia…

Assim, o consumidor irá pagar a conta com o acúmulo desses adiamentos. Cerca de 4% na Gasolina e 8% no Diesel. Lembrando que o Etanol já estava subindo durante a semana.

Desse jeito, desagradou-se a todos: preços altos de uma única vez e acionistas perdendo dinheiro.

Fica a comprovação: e a autossuficiência proclamada pelo ex-presidente Lula, com fotos, discursos e comemorações? Deixamos de dar conta da produção?

O grande problema é: hoje, o Brasil importa muita gasolina e não dá conta de produzir Diesel, em especial ao S10.

Abaixo, extraído do G1

Em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/11/alta-de-combustivel-deve-puxar-de-alimentos-dizem-economistas.html

ALTA DE COMBUSTÍVEL DEVE PUXAR A DE ALIMENTOS, DIZEM ECONOMISTAS

Por Simone Cunha

O aumento dos combustíveis, anunciado nesta sexta-feira (29) pela Petrobras, deve levar a uma alta de preços em outros segmentos como transportes, alimentação e até mesmo nos serviços, de acordo com economistas ouvidos pelo G1. Para eles, a alta determinada para os distribuidores de combustível deverá ser repassada, ainda que parcialmente, ao consumidor.

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (29) que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados a partir deste sábado (30) nas refinarias. O reajuste será de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.

A tendência é que o aumento seja repassado às bombas, chegue ao preço do frete e, com isso, ajude a elevar os preços de produtos que dependem de transporte – como os agrícolas, diz o professor da Escola de Economia da FGV-SP, Samy Dana.

Assim, o combustível tem impacto imediato em outros produtos e serviços, diz ele. “Tem o que a gente chama de aumento em cascata. O produto sai do produtor para o distribuidor com frete mais caro; vai de lá para o supermercado mais caro; e vira uma bola de neve. É transferência de custo quase imediata, já que os produtos dependem disso (transporte)”, afirma (…).

ECONOMIA INFORMAL

Nos setores de comércio e serviço informais e de menor porte, como cabeleireiro, mecânico e eletricista o repasse pode ser integral, por um “movimento de contaminação”, segundo o economista Miguel Daoud. “Grande parte do setor de serviços, padarias, bares, não calculam a proporção do combustível no seu negócio. Quando aumenta a gasolina, você joga faísca exatamente nos setores que são os mais usados”, diz ele, que acredita que isso pode fazer com que o impacto na inflação seja maior.

O aumento deve migrar para outros itens, segundo Daoud. “Tenho certeza, na prática é isso que acontece. Repasse para mercado de consumo não tem como negociar”, diz.

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– Black Friday para valer?

Ontem houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? Faça uma busca nos sites de calçados e busque “Asics Nimbus 14”. O tênis custa R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tem um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– O iPhone mais caro do mundo é encontrado no…

Responda rápido: um iPhone é caro?

Sim, claro.

Responda de novo: em que país é mais caro?

Acertou de novo: no Brasil!

A tabela e as explicações sobre isso são bem claras. Abaixo, extraído do “Blog do iPhone”:

OS 16 PAÍSES ONDE O IPHONE É MAIS CARO

Não precisamos ser óbvios em repetir uma notícia que damos desde 2008 e que se repete todos os anos: no Brasil, temos o iPhone mais caro do mundo. E isto é algo no qual não nos orgulhamos.

Mas como curiosidade, vamos listar os 16 países onde ele é mais caro, para entender melhor a situação.

O levantamento foi feito pela empresa MobileUnlocked, mas não incluía o Brasil. Nós incluímos.

País Preço (em dólar) Equivalente em Reais
1. Brasil US$ 1.223 R$ 2.799
2. Jordânia US$ 1.091 R$ 2.496
3. Turquia US$ 1.063 R$ 2.432
4. Romênia US$ 1.012 R$ 2.316
5. Hungria US$ 1.004 R$ 2.297
6. Grécia US$ 999 R$ 2.286
7. Malta US$ 985 R$ 2.255
8. Itália US$ 985 R$ 2.254
9. Dinamarca US$ 978 R$ 2.238
10. Lituânia US$ 958 R$ 2.192
11. França US$ 958 R$ 2.191
12. Suécia US$ 953 R$ 2.181
13. Polônia US$ 953 R$ 2.180
14. Noruega US$ 946 R$ 2.165
15. Finlândia US$ 944 R$ 2.160
16. Portugal US$ 944 R$ 2.160

Como se vê, o iPhone não é um aparelho barato em nenhum lugar do mundo. A diferença é que na maioria destes países listados, o salário mínimo é muito maior que o nosso e a população tem mais acesso aos produtos sem precisar fazer grandes esforços financeiros.

Na tabela, é interessante notar que o Brasil é o líder isolado, com um preço de quase US$200 a mais do segundo colocado. É muita coisa. E isso que estamos falando de países que também cobram taxas “exóticas”, como a França que põe um imposto de “cópia privada” sobre eletrônicos com capacidade interna de armazenamento, pois os usuários podem usar o iPhone para copiar músicas digitais e, por isso, este valor é repassado às gravadoras musicais.

O mais estranho é constatar que em todos os países o iPhone 5c de 32GB tem exatamente o mesmo preço do iPhone 5s de 16GB. No Brasil, a diferença entre os dois modelos é de R$400, quantia que já daria para comprar um Apple TV. Por que isso?

No início da semana, fizemos aqui um gráfico comparando a evolução de preços do iPhone no Brasil. Não tem sentido dizer que os preços aumentaram sem analisar o mesmo aumento do dólar no período. E neste ponto, a variação na moeda americana não é tão gritante quanto aquela em real.

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– O Indevido Perdão às Dívidas dos Clubes

Há certos projetos políticos que, cá entre nós, são claramente para promover benefícios a um grupo específico ao qual o parlamentar é ligado. O melhor e mais triste exemplo disso é o que propõe o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP). Ele simplesmente quer dar anistia de todas as dívidas fiscais dos clubes de futebol.

Eu pago meus impostos. De maneira sacrificante, mas pago. Você, leitor, deve pagar os seus também. E por quê os times de futebol, que recebem milhões de reais em patrocínios, cotas de TV e outras receitas diversas, podem se dar ao luxo de não pagar nada?

Algumas agremiações chegam a pagar R$ 700 mil mensais ao treinador; mas se recusam a recolher INSS e outros tributos.

Não tivemos há pouco tempo o Refis do Futebol e a Timemania para ajudá-los? Por quê se é tão benevolente a essa gente e tão cruel e rigoroso com o contribuinte comum?

Em tempo: Vicente Cândido faz parte da “bancada da bola”, que defende os interesses das entidades do futebol, além de ser vice-presidente da Federação Paulista de Futebol. E Marco Polo Del Nero é o atual presidente da FPF, está em campanha para eleição da CBF em 2014 e precisa dos votos dos clubes… Será que seu vice está o ajudando na conquista dos mesmos?

O consultor economico-tributário Pedro Daniel (da BDO Brasil, empresa que realiza auditorias e uma das mais especializadas no mundo), escreveu um artigo no Jornal Lance no último domingo que me assustou: as dívidas dos 24 maiores clubes de futebol do Brasil atingiu R$ 2,5 bilhões somente em tributos!

Quer dizer que o dinheiro dos meus impostos é “dinheiro que vai para o Governo realizar obras para o povo” (descartando-se o desvio em corrupção), portanto, imprescindível. E o dinheiro dos impostos dos clubes, não é tão ou mais importante do que o meu?

Assim é fácil: gasta-se desregradamente, sonega-se impostos e depois arranja-se um deputado-amigo lá em Brasília para perdoar as dívidas.

A pergunta a ser feita ao Deputado Vicente Cândido é: o que o Brasil ganha perdoando R$ 2.500.000.000,00 dos impostos de times de futebol?

Se alguém tiver uma resposta convincente, por favor, responda. Eu não consigo encontrar nada que justifique tal aberração moral.

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– O Imbróglio da Champanhe Infantil

Já é a 3a vez, e nos 3 anos, a mesma polêmica: o Spunch, aquela garrafa de suco da Cereser em embalagem de Champanhe, com motes infantis, é questionada na Justiça.

A questão é: parece embalagem de Champanhe, mas é suco gaseificado destinado ao público infantil. Isso incentiva subliminarmente o consumo de álcool nas crianças?

Fica a sua opinião. Eu não gosto da idéia (e o suco é bem ruinzinho…).

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-geral,cereser-trava-disputa-judicial-para-manter-o-spunch,169668,0.htm

CERESER TRAVA DISPUTA JUDICIAL PARA MANTER O SPUNCH

Por Nayara Fraga e Alexa Salomão

A Cereser começou a colocar nas prateleiras dos supermercados, pelo terceiro ano consecutivo, uma bebida para crianças que vem em garrafas idênticas às de champanhe, revestida com personagens do imaginário infantil. O produto, batizado de Spunch, faz espuma como o champanhe, mas não tem álcool. Apesar de ser descrito pela empresa como um inocente suco gaseificado “para a garotada brindar momentos especiais”, está na mira da Defensoria Pública do Estado de São Paulo desde 2011.

No dia 27 de dezembro daquele ano, o órgão recomendou à Cereser a retirada do produto do mercado, por entender que ele apresenta para as crianças o mundo das bebidas alcoólicas. Na ocasião, a empresa respondeu que o Spunch já estava sendo retirado, pois se tratava de uma bebida com venda sazonal para as festas de fim de ano.

Mas, no Natal de 2012, ele retornou às prateleiras. A Defensoria, então, ajuizou uma ação civil pública para interromper a comercialização do produto em fevereiro de 2013. Julio Grostein, defensor responsável pela ação, diz que, no entendimento do órgão, a bebida, ainda que não contenha álcool, está embalada como espumante, posicionada no supermercado no setor de bebidas alcoólicas e, por ter personagens de historinhas em quadrinho e de desenhos animados estampados no rótulo, é um convite ao consumo futuro do álcool. “Essa ação está, em grande parte, baseada em laudo psicológico que demonstra que essa bebida apressa o incentivo ao consumo do álcool.”

Nos últimos dois anos, personagens como Mickey, Minnie e os Carros, do filme da Disney, apareceram no rótulo. Era uma parceria de licenciamento da Cereser com a Walt Disney Company Brasil. Agora, nas versões encontradas pela reportagem no supermercado, estão Penélope Charmosa, Super Homem e Batman.

Além da ação civil pública, a Defensoria entrou com uma liminar pedindo que o produto fosse recolhido das prateleiras enquanto o processo está em curso. A juíza Patrícia Prado negou o pedido. Entre outros argumentos, ela alega ser “sabido que o consumo de alimentos e bebidas por crianças e adolescentes deve ser sempre acompanhado, orientado pelos responsáveis, de modo que caberá a eles orientar as crianças sobre o consumo de produto em questão”. Ela também afirma, em decisão publicada em abril de 2013, que “o próprio nome do produto – que faz alusão ao termo Disney, sabidamente voltado ao público infantil – torna questionável a possibilidade de confusão com bebidas destinadas apenas a adultos”.

Em segunda instância, o Tribunal de Justiça também entendeu que o produto não precisa ser retirado dos supermercados por enquanto. “Somente seria cabível a imediata retirada do produto se comprovado o desvio de comportamento das crianças em decorrência do acesso a produtos similares aos destinados ao público adulto”. Além disso, um despacho de julho de 2012 afirma que o parecer psicológico que a Defensoria trouxe é insuficiente para formar o convencimento “de que tal produto poderia induzir ao consumo de bebidas proibidas para menores”.

O caso não está encerrado. Agora começa a fase em que o defensor deverá apresentar novos laudos com consequências nocivas da bebida e reforçar o argumento de que ela também embute publicidade abusiva. A Cereser, por sua vez, poderá reforçar os argumentos de que a bebida está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Para a empresa, “o produto é lícito e de forma alguma ameaça a saúde e a integridade das crianças.

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– Fast Fashion em Ebulição no Brasil

Já ouviu falar no conceito de “Fast-Fashion”? É o tipo de roupa vendida em lojas como C&A, Riachuelo e Renner.

Tal filão é muito desejado por gigantes estrangeiras que estão chegando ao Brasil. Veja:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/332682_OS+GIGANTES+DA+MODA+RAPIDA

OS GIGANTES DA MODA RÁPIDA

Por Natália Mestre

As maiores grifes globais do setor chamado de fast-fashion chegam ao Brasil e obrigam a concorrência nacional a lançar novas estratégias. Em jogo, um mercado cada vez mais valioso

Na terça-feira 5, a grife americana GAP vai abrir no MorumbiShopping, em São Paulo, sua segunda loja no Brasil. Até o fim do ano, a também americana Forever 21 inaugura dois endereços no País: um na capital paulista e outro no Rio de Janeiro. Recentemente, a sueca H&M anunciou que estreará cinco butiques em território brasileiro, todas com previsão de abertura em 2014. Planos parecidos tem a espanhola Desigual, que vai desembarcar no Brasil, no ano que vem, com três lojas, mas sua meta prevê outras 50 até 2017. Além do interesse no mercado nacional, essas gigantes têm em comum uma característica que as tornaram referência no universo varejista: elas se enquadram na categoria fast -fashion, expressão usada para as lojas que produzem moda rápida e contínua – ou seja, os clientes sempre são surpreendidos por novidades expostas nas prateleiras. “Existe espaço no mercado fast-fashion brasileiro porque ainda não temos uma marca que entregue a tríade perfeita para o segmento, que é oferecer moda rápida com preço acessível e boa qualidade”, diz Letícia Abraham, diretora de pesquisa e planejamento da consultoria Mindset/WGSN. “Faz muito sentido as empresas de fora quererem entrar nesse filão, porque existe uma enorme oportunidade de mercado.”

A chegada de grandes grupos estrangeiros também pode ser atribuída ao crescimento da economia brasileira nos últimos anos, que fez emergir uma nova classe média sedenta por consumo. Mas, ao contrário do que acontece em outros setores, quando o aumento da concorrência faz os preços despencarem, no pulsante fast- fashion brasileiro o efeito poderá ser diferente. Os custos com importação e logística fazem os preços das grifes internacionais serem em média 30% mais caros no Brasil do que no Exterior. Resultado: como os estrangeiros recém-chegados cobram mais, as varejistas já estabelecidas no Brasil aproveitam para elevar seus preços. A holandesa C&A, durante muito tempo identificada como uma marca popular, passa por um processo de glamourização. Recentemente, contratou estilistas renomados como o italiano Roberto Cavalli para assinar novas coleções. Hoje, há peças na C&A brasileira que custam R$ 800 – muito acima do padrão que pode ser chamado de popular. “Com a ascensão da classe média, o consumidor brasileiro mudou os seus hábitos, passou a ter mais noção de moda e de design e se tornou mais exigente”, afirma Olívia Margarido, analista de varejo da consultoria Lafis.

Marca 100% nacional, a Riachuelo também se movimenta para enfrentar a nova concorrência. O presidente da empresa Flávio Rocha diz que sua meta é abrir, nos próximos quatro anos, um número de lojas maior do que em 70 anos de história no Brasil. Só em 2013 foram inauguradas 44 novas lojas no País. No dia 27 de novembro, será aberta uma butique na badalada rua Oscar Freire, uma das áreas mais nobres de São Paulo. “Estamos preparando o lançamento de uma coleção assinada por dez estilistas e celebridades fashion”, diz Rocha. “Vivemos um processo de expansão agressivo para brigar por esse mercado que cresce de forma impressionante.” Para explicar o que é o conceito fast-fashion, o executivo garante que, em apenas dez dias, é capaz de colocar nas prateleiras de todas as lojas uma peça que acabou de fazer sucesso nas passarelas. “Essa velocidade é essencial porque as pessoas buscam cada vez mais novidades.” Se grifes como C&A e Riachuelo buscam glamour, algumas recém-chegadas apostam na popularização. A H&M tem como estratégia iniciar as suas operações pela avenida Paulista, em São Paulo, em vez de investir em um shopping de luxo, como fizeram as suas concorrentes globais. A marca deseja se posicionar como popular e deve vir com preços inferiores aos da GAP, Zara e Topshop. A guerra, pelo visto, será intensa.

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– Os Erros do Supersticioso Sr X

Eike Batista quebrou e seu império ruiu devido a vários erros e vaidades. Supersticioso, para seu negócio dar certo tinha que abrir a empresa com nome que possuísse a letra X.

A petroleira do grupo só descobriu 17,5% do que houvera dito; até o fornecedor de cafezinho está sem receber (R$ 10.000,00 aproximadamente).

Sobre isso, o humorista José Simão, no Twitter, foi espirituoso: a nova empresa de Eike se chamará “Calotex” e a Xuxa, prevenida, já mudou o nome para “Chucha”…

Faz sentindo!

– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Os Remédios mais vendidos no País são…

Caramba! Brasileiro se preocupa muito com a impotência sexual…

Leio que os genéricos do Viagra lideraram o comércio de medicamentos no país, superando juntos o Dorflex, remédio líder de vendas nas farmácias.

Não é um exagero tal importância?

Como diria o poeta: “cada um com seus problemas…”

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– A Adulteração de Combustíveis no Brasil

Quer cenário mais criminoso do que este? No norte fluminense, 31% dos postos de combustíveis vendem produtos adulterados! A média – alta – no Rio de Janeiro é de 6,5% de postos que adulteram, contra a média-Brasil de 2,5%.

Extraído de: http://is.gd/BDzvc8

RIO DE JANEIRO TEM GASOLINA MAIS ADULTERADA DO PAÍS, DIZ ANP

O índice médio de não conformidade (adulteração) da gasolina comercializada nos postos do Estado do Rio de Janeiro é 6,5%, o maior do País. Em algumas cidades, ele é ainda maior, como é o caso do município de Campos dos Goytacazes e imediações, no norte fluminense, onde o índice de não conformidade chegou, no início do ano, a 31%. O ideal é que o índice de adulteração fique em torno de 2,5%.

“Este resultado em Campos (dos Goytacazes), principalmente na gasolina do tipo C, é absolutamente intolerável. Então fizemos um esforço grande de fiscalização, com o auxílio da polícia, e chegamos à conclusão de que o combustível era adulterado com a adição de óleo diesel e que essa adulteração era feita no transporte. O produto saia correto da distribuidora e já chegava ruim no posto de gasolina”, disse a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard.

Segundo Magda, a partir de trabalho desenvolvido com a polícia, foi identificada uma máfia de adulteração de combustível na fase do transporte. “Hoje nós conseguimos reduzir de forma significativa o índice de não conformidade na região de Campos e imediações”.

A diretora-geral da ANP informou que a agência também identificou um índice de não conformidade além do tolerável na zona oeste do Rio de Janeiro, onde encontrou índice de adulteração de 8% a 10%. Ela informou que, no Brasil, o índice de adulteração encontra-se em torno de 2% a 2,5%, seguindo os padrões internacionais.

“No Brasil como um todo nós estamos bem, o que não significa que no Rio de Janeiro a situação esteja sob controle, uma vez que existem bairros, como a Barra da Tijuca e Jacarepaguá (todos na zona oeste) com 10%. No Estado o índice de não conformidade também é bem acima da média, em torno de 6,5% – bem superior à média nacional.

Magda informou que a ANP está investigando a comercialização de derivados na zona oeste para detectar a causa do elevado índice de não conformidade, mas que ainda não tem uma conclusão a respeito. Ela disse que a ANP tem em execução o Programa de Monitoramento de Combustíveis, que chega a coletar em torno de 20 mil amostras por mês de combustíveis em todo o território nacional.

Este ano, a ANP efetuou cerca de 160 autuações em todo o País por adulteração na gasolina comercializada nos postos, contra cerca de 200 efetuadas ao longo do ano passado. As declarações da diretora-geral da ANP foram dadas na sede do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), na zona norte do Rio, onde ela participou da assinatura de um acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para aprimorar a fiscalização em postos de combustíveis.

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– O Leilão da Petrobrás

Amanhã, a Petrobrás leiloará o Campo de Libra, um espaço no mar com abundantes reservas de Petróleo na camada do Pré-Sal.

Há muita gente contra, dizendo que não se deve dar ao Capital Estrangeiro a oportunidade de exploração. Ora, com recursos nacionais será impossível fazer qualquer coisa, e num bom leilão, o Brasil pode ganhar dinheiro.

existe a confirmação de que 4 gigantes chinesas do setor participarão. É impressionante o poderio da China, que aposta numa estratégia diferente da dos americanos. Os EUA investem na produção própria e compra no Oriente Médio; os chineses exploram na África e querem negociar com a América do Sul.

O medo é: será que ainda haverá um aumento de combustíveis de última hora, a fim de turbinar o valor inicial de oferta por parte dos interessados?

Vale a pena manter o tanque cheio do seu veículo nesses dias.

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– A Sinceridade da Vice Presidente da GM

Você já ouviu falar de Mary Barra?

Ela é considerada uma das mulheres mais influentes do mundo, e exerce a vice-presidência mundial de desenvolvimento de produtos da General Motors. E sobre os veículos que fabrica, ela declarou nesta semana à CNN:

Dei uma instrução clara aos funcionários: não quero mais carros tão horríveis“.

Uau! Para tal conversa se tornar pública existem apenas duas hipóteses: jogada de marketing ou paciência que se esgotou.

Será que os carros da GM estão ruins assim?

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– 1/3 da População Gasta sem Planejar!

Um número preocupante: 38% da população do Brasil gasta sem pensar! Seja por impulso, por falta de planejamento ou por qualquer outro motivo, os gastos descontrolados só fazem aumentar a dívida dos consumidores.

Extraído de: Folha de São Paulo, 08/10/13, pg B3, por Agnaldo Brito

MAIS DE 1/3 DA POPULAÇÃO GASTA SEM PENSAR

Endividamento do brasileiro chega a 44% da renda anual, com espaço para contratar novos empréstimos.

Pesquisa da BoaVista, administradora do banco de dados dos serviços centrais de proteção ao crédito no país, revela que 38% dos brasileiros não usam qualquer tipo de planejamento financeiro para organizar seus ganhos e seus gastos.

Essa negligência com o próprio dinheiro é mais grave no Centro-Oeste do país, onde 43% da população não usa nenhum tipo de instrumento para elaborar e executar orçamentos. O Sul do país é mais disciplinado nessa tarefa: apenas 30% declararam não usar qualquer planejamento financeiro.

Lidar com dinheiro vira matéria de escola Jovens e casais sem filhos investem mais em imóveis

Nas regiões Sudeste e Nordeste, o contingente de entrevistados que admitiram não planejar ganhos e gastos alcançou 39%. No Norte, 35% afirmaram não fazer qualquer tipo de plano para administrar a renda e a despesa.

O levantamento mostra como ainda há no Brasil um descompasso entre o avanço na oferta de crédito (hoje um componente que representa metade do PIB) e o cuidado no uso desse instrumento financeiro pelas famílias.

“O que se vê é que o aumento da oferta de crédito não veio acompanhada de orientação sobre como usar esse instrumento de maneira correta. O resultado foi o aumento da inadimplência”, disse Fernando Cosenza, diretor de inovação e sustentabilidade da BoaVista.

Para Cosenza, a inadimplência é o principal desafio do país na ampliação da oferta de crédito, que promete continuar mediante a gradual queda dos juros.

Segundo Banco Central, o endividamento do brasileiro alcança apenas 44% da renda anual, portanto ainda há no país amplo espaço para a expansão. Há países em que o endividamento supera os 100% da renda anual.

O problema é que, no Brasil, os juros ainda são excessivamente altos. E, mais grave: negligenciados. De novo, efeito da má qualidade ou ausência de edução financeira.

“A pesquisa confirmou que o brasileiro não observa a taxa de juros, mas o tamanho da parcela mensal sobre seu orçamento”, afirmou.

A inadimplência é o principal componente no cálculo do risco de crédito que define a taxa de juros sobre as operações.

A pesquisa da BoaVista ouviu 1.300 pessoas por telefone escolhidas de forma aleatória. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

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– Ah Dona Petrobrás…

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, na última 6a feira, deu uma entrevista curiosa sobre a situação dos combustíveis do Brasil. Entre outras coisas, disse que:

– A exploração do Pré-Sal é cada vez mais necessária;

– Revelou que descobrimos mais um campo gigantesco de Petróleo, agora em Sergipe;

– Reclamou do preço baixo dos combustíveis;

– Anunciou que estuda elevar para 30% a dosagem de Etanol na Gasolina;

– Confirmou a dificuldade de produção do Diesel S500 e Diesel s10.

Diante disso, valem as reflexões:

1- Sepultamos o Pró-Álcool?

2- Cadê a autosuficiência anunciada anos atrás?

3- Onde está o combustível extraído do Pré-Sal? Quando o veremos de verdade?

4- Teremos aumento de preços?

5- Como um país pode crescer sem produção suficiente de Diesel para os caminhões que transportam o Brasil-Fabril?

E você, o que acha sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

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– Carne que não serve lá, serve pra cá?

E o embargo da carne brasileira da Rússia?

Nossos clientes russos resolveram não comprar mais a nossa carne, alegando irregularidades de acordo com a vigilância sanitária de lá. Até os frigoríficos locais suspensos pelas autoridades russas não se enquadrarem nas normas de saúde, não haverá transação comercial.

É claro que não se refere apenas a questões da qualidade, mas deve existir muita coisa por trás: questões políticas, comerciais e demais interesses. Vide o Japão, que é mais exigente que a Rússia e compra a nossa carne.

Fica a dúvida: a carne recusada por eles serve a nós? Está tudo em ordem?

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– Empresas de Telefonia Celular no Brasil Dualizarão?

A Portugal Telecom é uma das donas da Vivo, e anunciou que fará uma fusão com a OI. Na semana passada, a Telefonica de Espanã, sócia da Portugal Telecom na Vivo, anunciou que aumentará a sua participação na TIM Brasil, em decorrência dos acordos com a Telecom Italia.

Que concorrência frouxa! A dona da Vivo virará sócia da Oi e acionista maior da TIM. Restou a Claro.

Cá entre nos: alguém acha que existirá guerra de preços, ou no melhor estilo de cartéis que vemos no mercado, combinarão tarifas e ações?

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– Esquisitices da Rodada Futebolística

O que dizer dos paulistas no Campeonato Brasileiro? Nas 4 divisões, em confrontos com equipes de outros estados, apenas a Ponte Preta ganhou do Botafogo no Maracanã (na série A) e o Barueri do Duque de Caxias (série D).

E o Corinthians? Há 9 1/2 meses o time era campeão do mundo, e agora amarga uma tremenda crise…

Ainda: falar o quê da mão na bola do Kleber que o Heber não marcou a favor do São Paulo (veja a análise desse lance em http://www.pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br)?

Falando em São Paulo, uma ironia: seria expulsão do jogador do Grêmio e penalidade máxima ao São Paulo. Mas quem garante que seria gol, já que há tempos o Tricolor Paulista anda perdendo pênaltis?

Não podemos nos esquecer das Torcidas Organizadas de Palmeiras e Corinthians: estão fazendo suas equipes perderem tanto mando de jogo, que vale a brincadeira- quando a Arena Palestra e o Itaquerão estiverem às vésperas de serem inaugurados, é capaz dos times estarem ainda com mandos suspensos…

E o STJD? Deu 2 jogos de punição ao Valdívia do Palmeiras por forçar o 3o cartão amarelo, mas apenas 1 jogo ao Elias do Flamengo. Que raio de critério é esse?

Por fim: Felipão está bravo com a FIFA pois ela pode permitir que o brasileiro Diego Costa sirva a Seleção Espanhola. Mas Luís Felipe o convocou para um amistoso e nunca mais o chamou! Reclamar do quê?

Terminando pra valer: e o nosso glorioso Paulista de Jundiaí? Assim como inúmeros times tradicionais do Interior de SP, está parado, sem jogar, com salários atrasados e esperando 2014. Até quando o caixa desses times aguenta? Não dá para viver de verba de 3 meses de Paulistão, nem manter departamento profissional ocioso por tanto tempo! Federação rica e times pobres, a incoerência do futebol…

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