🌓 Ganância e Generosidade: Dois Caminhos, Dois Mundos A humanidade sempre caminhou entre extremos. Entre o desejo de acumular e o impulso de …
Continua em: Ganância vs. Generosidade: Explorando Duas Forças Opostas

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Constatação: grandes lojas de material de construção em crise.
Telhanorte fechando lojas, C&C idem…
O que está havendo? Crise ou má gestão?

Quando eu vi essa barrinha de proteínas sabor Dadinho, falei: “Uau”!
Mas quando vi o preço… aí não falei mais nada.
Vintão??? Tá louco!
A Economia do país está ruim, ou aí já é comerciante abusando?
O que você faria com uma fortuna desse tamanho? Vide abaixo:
Eu mudaria a vida de muita gente… e a minha também, óbvio (mas teria que ser para melhor, pois muito dinheiro muda a pessoa, devido a maldita tentação).
Inflação nos EUA sobe 0,3% em junho e pressiona consumidores; tarifas impactam preços. #inflaçãoamericana #economiaexterna #linkezine 📊🇺🇸 O post …
Continua em: 💵 Inflação nos EUA acelera e pressiona consumo em meio a tarifas 🇺🇸📈

🧭 Sobrevivencialismo é mais do que um conjunto de técnicas — é uma filosofia de vida voltada para autossuficiência, preparação e resiliência diante …
Continua em: Investimentos e Sobrevivencialismo: Garantindo Segurança Financeira

Trump é um duro negociador. Ele pede “lá no alto” qualquer coisa que deseja. Depois que assustou a todos, na última hora, negocia o valor real desejado.
Foi assim com Japão, União Europeia e outras nações que viram as taxas altíssimas outrora divulgadas, caírem. Será igual com o Brasil, se não tivermos vaidade.
Donald Trump somente pensa nele, é óbvio. Mas sabe que, apesar de todo poder, não pode isolar o próprio consumidor americano dos produtos que depende e gerar inflação interna.
O Brasil deve agir com sabedoria, sem politizar a questão (embora o presidente americano tenha feito isso, mas não podemos cair em seu jogo), e negociar da melhor forma.
Uma versão “morango” da Maçã do Amor, caríssima, ganhou o Brasil nos últimos dias. Até a Forbes, importante revista de finanças, publicou sobre essa febre!
Abaixo, extraído de: https://forbes.com.br/escolhas-do-editor/2025/07/a-febre-instagramavel-do-morango-do-amor-uma-gostosura-que-vem-do-campo/
A FEBRE INSTAGRAMÁVEL DO MORNAGO DO AMOR, UMA GOSTOSURA QUE VEM DO CAMPO
Por trás do doce viral que conquistou as redes, uma cadeia produtiva baseada na agricultura familiar e no cuidado artesanal.
Desde meados de junho, uma febre “instagramável” que começa no campo viralizou nas redes sociais: o morango do amor, uma releitura da tradicional maçã do amor e dos espetinhos de frutas vendidos em inúmeras feiras agropecuárias e outras, país afora.
Mas, em vez de apenas a fruta coberta com uma camada vermelha de caramelo (feito de cana-de-açúcar), fino e crocante, os morangos são envoltos em brigadeiro branco antes de se tornar um doce de visual brilhante e vibrante no TikTok e Instagram.
São inúmeros os posts, de receitas a degustações e precificações de como ganhar dinheiro com eles. Até na Black Friday os morangos apareceram em promoções, além dos inúmeros memes. Nas confeitarias, ele é um desejo, como já relatado por confeiteiros como Patrick Santos e Carol Weber, e locais como a Sous chef Phillipe França, entre outros.
É a onda da comida afetiva. O morango é um das frutas sazonais mais aguardadas na maior parte do país, embora em algumas dos chamados cinturões verdes de capitais ele já é produzido o ano todo. Segundo os dados mais recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP), a área total de morango no Brasil é de cerca de 6,5 mil hectares e com tendência de crescimento.
Em tempo, a maçã do amor surgiu nos Estados Unidos, no início do século 20, e foi criada por acaso. A invenção é atribuída a William W. Kolb, um confeiteiro de Newark, Nova Jersey, em 1908, para vender como um doce de Natal. No Brasil, a maçã do amor chegou por volta das décadas de 1940 e 1950. E também em tempo, além dos espetinhos de morango, nas feiras eles também são feitos de uva e banana, e podem variar na cobertura com chocolate.
1. O morango não é uma fruta, botanicamente falando
Embora seja chamado de fruta, o morango é na verdade um “pseudofruto”. Os “frutinhos” verdadeiros são os pequenos pontinhos amarelos na casca, chamados de aquênios. Cada um deles é um fruto com uma semente.
2. Polinização influencia o formato do morango
A forma do morango está diretamente ligada à qualidade da polinização. Uma polinização incompleta gera morangos deformados, o que impacta comercialmente. Por isso, muitas lavouras contratam colmeias para melhorar o serviço das abelhas.
3. Temperatura e luminosidade interferem no sabor
Morangos precisam de noites frias e dias ensolarados. O contraste ajuda a acumular açúcares, tornando o sabor mais doce. Isso explica por que os morangos cultivados em regiões de altitude são mais saborosos.
4. A cultura do morango exige mão de obra intensiva
A colheita é 100% manual. O morango é muito sensível a toques e machucados, o que exige habilidade e cuidado redobrado dos colhedores. Por isso, o custo com mão de obra é elevado.
5. A produção brasileira é quase toda em pequenas propriedades
No Brasil, cerca de 70% da produção vem da agricultura familiar. Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal estão entre os principais polos produtores. São propriedades com menos de 10 hectares, com áreas de 0,5 a 1 hectare as mais comuns, porém economicamente rentável, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6. Existe morango preto, branco e amarelo
Há variedades exóticas cultivadas em pequena escala, como o morango-pinha (branco com gosto de abacaxi) e tipos roxos ou quase pretos, desenvolvidos via melhoramento genético.
7. Hidroponia vem ganhando espaço na produção
O cultivo de morangos em bancadas suspensas e em sistema fechado de água (hidroponia) cresce por permitir maior controle fitossanitário, melhor ergonomia e uso eficiente da terra e da água.
8. Morangos podem ser produzidos o ano todo
Com uso de mudas de dias neutros e técnicas de ambiente protegido (como túneis e estufas), produtores conseguem estender a produção para além do pico natural entre maio e setembro.
9. O morango respira muito, mesmo depois de colhido
Trata-se de um produto de alta taxa respiratória. Isso significa que ele continua seu metabolismo pós-colheita e se deteriora rapidamente. Por isso, a refrigeração imediata é essencial.
10. É uma das culturas mais atacadas por pragas e doenças
Morangos são sensíveis a fungos, principalmente o mofo cinzento (Botrytis). Isso aumenta a necessidade de controle sanitário, especialmente em regiões úmidas.

Foto: Carol Yepes (Getty Images).
Virou moda: Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, aumenta as tarifas de produtos brasileiros entre 15 a 77%. Pode?
Abaixo, por Ricardo Amorim, extraído da Rede Social X:
O governo venezuelano aproveitou a posição já fragilizada do Brasil por conta das tarifas do Trump e pegou os brasileiros de surpresa com o anúncio da aplicação de tarifas de importação que variam entre 15% e 77% sobre produtos vindos do Brasil.
A decisão contraria um acordo firmado em 2014 que previa isenção para mercadorias com certificado de origem. A medida pode impactar diretamente as exportações, principalmente em estados que mantêm forte relação comercial com a Venezuela, como a Roraima. A Venezuela possui uma dívida bilionária em atraso com o Brasil, mas o governo brasileiro vem concedendo condições benéficas de rolagem à Venezuela. Além disso, o presidente brasileiro não se posicionou contr indícios claros de fraude nas últimas eleições presidenciais na Venezuela.
Para o bem do Brasil e dos próprios venezuelanos, já passou muito da hora de Lula mudar sua postura de conivência com o atual governo venezuelano.

#tarifas #venezuela #brasil #acordo #comercio #economia #3os #manchete
It’s become a trend: Nicolás Maduro, Venezuela’s dictator, is increasing tariffs on Brazilian products by 15% to 77%. Is that acceptable?
Below, by Ricardo Amorim, extracted from the social media platform X:
The Venezuelan government took advantage of Brazil’s already weakened position due to Trump’s tariffs and caught Brazilians by surprise with the announcement of import tariffs ranging from 15% to 77% on products coming from Brazil.
This decision contradicts an agreement signed in 2014 that provided for exemption for goods with certificates of origin. The measure could directly impact exports, especially in states that maintain strong commercial ties with Venezuela, such as Roraima. Venezuela has a billion-dollar overdue debt with Brazil, yet the Brazilian government has been granting beneficial rollover conditions to Venezuela.Furthermore, the Brazilian president has not taken a stand against clear indications of fraud in the last Venezuelan presidential elections.
For the good of Brazil and the Venezuelans themselves, it’s long past time for Lula to change his stance of complicity with the current Venezuelan government.
Uma versão “morango” da Maçã do Amor, caríssima, ganhou o Brasil nos últimos dias. Até a Forbes, importante revista de finanças, publicou sobre essa febre!
Abaixo, extraído de: https://forbes.com.br/escolhas-do-editor/2025/07/a-febre-instagramavel-do-morango-do-amor-uma-gostosura-que-vem-do-campo/
A FEBRE INSTAGRAMÁVEL DO MORNAGO DO AMOR, UMA GOSTOSURA QUE VEM DO CAMPO
Por trás do doce viral que conquistou as redes, uma cadeia produtiva baseada na agricultura familiar e no cuidado artesanal.
Desde meados de junho, uma febre “instagramável” que começa no campo viralizou nas redes sociais: o morango do amor, uma releitura da tradicional maçã do amor e dos espetinhos de frutas vendidos em inúmeras feiras agropecuárias e outras, país afora.
Mas, em vez de apenas a fruta coberta com uma camada vermelha de caramelo (feito de cana-de-açúcar), fino e crocante, os morangos são envoltos em brigadeiro branco antes de se tornar um doce de visual brilhante e vibrante no TikTok e Instagram.
São inúmeros os posts, de receitas a degustações e precificações de como ganhar dinheiro com eles. Até na Black Friday os morangos apareceram em promoções, além dos inúmeros memes. Nas confeitarias, ele é um desejo, como já relatado por confeiteiros como Patrick Santos e Carol Weber, e locais como a Sous chef Phillipe França, entre outros.
É a onda da comida afetiva. O morango é um das frutas sazonais mais aguardadas na maior parte do país, embora em algumas dos chamados cinturões verdes de capitais ele já é produzido o ano todo. Segundo os dados mais recentes do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP), a área total de morango no Brasil é de cerca de 6,5 mil hectares e com tendência de crescimento.
Em tempo, a maçã do amor surgiu nos Estados Unidos, no início do século 20, e foi criada por acaso. A invenção é atribuída a William W. Kolb, um confeiteiro de Newark, Nova Jersey, em 1908, para vender como um doce de Natal. No Brasil, a maçã do amor chegou por volta das décadas de 1940 e 1950. E também em tempo, além dos espetinhos de morango, nas feiras eles também são feitos de uva e banana, e podem variar na cobertura com chocolate.
1. O morango não é uma fruta, botanicamente falando
Embora seja chamado de fruta, o morango é na verdade um “pseudofruto”. Os “frutinhos” verdadeiros são os pequenos pontinhos amarelos na casca, chamados de aquênios. Cada um deles é um fruto com uma semente.
2. Polinização influencia o formato do morango
A forma do morango está diretamente ligada à qualidade da polinização. Uma polinização incompleta gera morangos deformados, o que impacta comercialmente. Por isso, muitas lavouras contratam colmeias para melhorar o serviço das abelhas.
3. Temperatura e luminosidade interferem no sabor
Morangos precisam de noites frias e dias ensolarados. O contraste ajuda a acumular açúcares, tornando o sabor mais doce. Isso explica por que os morangos cultivados em regiões de altitude são mais saborosos.
4. A cultura do morango exige mão de obra intensiva
A colheita é 100% manual. O morango é muito sensível a toques e machucados, o que exige habilidade e cuidado redobrado dos colhedores. Por isso, o custo com mão de obra é elevado.
5. A produção brasileira é quase toda em pequenas propriedades
No Brasil, cerca de 70% da produção vem da agricultura familiar. Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal estão entre os principais polos produtores. São propriedades com menos de 10 hectares, com áreas de 0,5 a 1 hectare as mais comuns, porém economicamente rentável, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
6. Existe morango preto, branco e amarelo
Há variedades exóticas cultivadas em pequena escala, como o morango-pinha (branco com gosto de abacaxi) e tipos roxos ou quase pretos, desenvolvidos via melhoramento genético.
7. Hidroponia vem ganhando espaço na produção
O cultivo de morangos em bancadas suspensas e em sistema fechado de água (hidroponia) cresce por permitir maior controle fitossanitário, melhor ergonomia e uso eficiente da terra e da água.
8. Morangos podem ser produzidos o ano todo
Com uso de mudas de dias neutros e técnicas de ambiente protegido (como túneis e estufas), produtores conseguem estender a produção para além do pico natural entre maio e setembro.
9. O morango respira muito, mesmo depois de colhido
Trata-se de um produto de alta taxa respiratória. Isso significa que ele continua seu metabolismo pós-colheita e se deteriora rapidamente. Por isso, a refrigeração imediata é essencial.
10. É uma das culturas mais atacadas por pragas e doenças
Morangos são sensíveis a fungos, principalmente o mofo cinzento (Botrytis). Isso aumenta a necessidade de controle sanitário, especialmente em regiões úmidas.

Foto: Carol Yepes (Getty Images).
Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.
Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):
COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL
por Daniela Moreira
O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.
Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:
Pesquise o público-alvo
Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.
Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.
Encontre um modelo de negócio
Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.
“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.
Faça um bom plano de negócios
Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.
Conduza um piloto
Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.
Busque recursos
A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.
Tenha paixão e perseverança
Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto. “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

Estava no meu celular e dei um print: Preços da Gasolina, do Álcool e do Diesel, de 2015, quando eu era proprietário desse posto de combustível…
Acho que a inflação maltratou nossos bolsos, não? Veja a foto:
💻 Nvidia atinge US$ 3,92 trilhões e lidera corrida global da IA com chips de ponta. #nvidia #inteligenciaartificial #linkezine 🚀📊 O post Nvidia …
Continuas em: Nvidia atinge US$ 3,9 trilhões e se aproxima do topo histórico do mercado global

Divida esses valores (abaixo, na imagem) por 1 milhão, e ainda assim esses poderosos homens serão ricos.
É muita grana para uma só pessoa, não?
Que possam fazer bom uso desse dinheiro (com responsabilidade social, quero dizer).
Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!
Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html
TRÊS TIPOS DE AJUDA
Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’
Por Paulo Eduardo Nogueira
Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.
Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.
O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.
O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.
O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos
No universo das criptomoedas, a terminologia empregada pode ser intimidadora para os iniciantes. Muitos novatos sentem-se desorientados ao tentar …
Continua em: Os principais termos do mundo cripto explicados com analogias simples

A nova tendência chamada de “subconsumo” é só um eufemismo para a pobreza. historiapublica – 11 fev 2025 Nunca foi tendência, sempre vivemos, eu, …
Continua em: Subconsumo de classes ou pobreza mesmo?!?
As debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo emitidos por empresas privadas (com exceção de instituições financeiras) para captar …
Continua em: O que são debêntures?

Dólar cai a R$ 5,485 após oito meses, puxado por alívio no Oriente Médio e otimismo com juros. 📉📊 #economia #cambio #linkezine O post Dólar recua e…
Continua em: Dólar recua e fecha abaixo de R$ 5,50 após oito meses de altas tensões

Hoje, constantes golpes com notas falsas têm sido tentados; alguns frustrados, outros com sucesso.
É difícil identificar uma boa falsificação. Vez ou outra ouvimos notícias de que até mesmo em caixas eletrônicos pessoas recebem notas falsas. Mas vão algumas dicas:
(Extraído de http://www.acescp.com.br/ace2012/index.php/scpc/2012-03-21-22-23-24/76-dicas-sobre-como-reconhecer-notas-falsas.html)
DICAS PARA EVITAR NOTAS FALSAS
Quando você receber uma cédula veja sempre os principais elementos de segurança: a marca d’água, a imagem latente e o registro coincidente.
Cerca de 60% das cédulas falsas não possuem marca d’água. O fato do papel ser aparentemente verdadeiro, porém, não garante que a cédula seja autêntica. 15% das falsificações do Real são obtidas a partir da lavagem de cédulas de menor valor. As demais cédulas falsificadas (aproximadamente 25% do total) utilizam papel parecido, mas não autêntico, com marcas de água diferentes e vários outros detalhes alterados em relação as cédulas verdadeiras.
1. Observe a marca d’água. Cerca de 60% das cédulas falsas retidas pelo Banco Central não apresentam marca d’água.
Segure a cédula contra a luz, olhando para o lado que contém a numeração. Observe na área clara à esquerda, as figuras que representam a República ou a Bandeira Nacional, em tons que variam do claro ao escuro.
As cédulas de R$50,00 e R$100,00 apresentam como marca d’água apenas a figura da República.
As cédulas de R$1,00, R$5,00 e R$10,00 podem apresentar como marca d’água a figura da República ou a Bandeira Nacional.
A cédula de R$2,00 apresenta como marca d’água apenas a figura da tartaruga marinha com o número 2.
A cédula de R$20,00 apresenta como marca d’água apenas a figura do mico-leão-dourado com o número 20.
2. Sinta com os dedos o papel e a impressão.
O papel legítimo é menos liso que o papel comum.
A impressão apresenta relevo na figura da República (efígie), onde está escrito “BANCO CENTRAL DO BRASIL” e nos números do valor da cédula.
3. Observe a estrela do símbolo das Armas Nacionais nos dois lados da cédula.
Olhando a nota contra a luz, o desenho das Armas Nacionais impresso em um lado deve se ajustar exatamente ao mesmo desenho do outro lado.
4. Observe as micro impressões.
Com o auxílio de uma lente, pequenas letras “B” e “C” poderão ser lidas na faixa clara entre a figura da República (efígie) e o registro coincidente (Armas Nacionais) e no interior dos números que representam o valor.
5. Observe a imagem latente.
Observando o lado da cédula que contém a numeração, olhe a partir do canto inferior esquerdo, colocando-a na altura dos olhos, sob luz natural abundante: ficarão visíveis as letras “B” e “C”.
6 . Linhas multidirecionais.
As notas de real também contam com linhas retas, paralelas, extremamente finas e bastante próximas entre si, dando a idéia de que houve uma impressão contínua no local. Apesar de estarem em toda a extensão da cédula, as linhas podem ser vistas mais facilmente na área da marca d’água.
7 . Fibras coloridas.
Ao longo de toda a cédula, podem ser vistos pequenos fios espalhados no papel, nas cores vermelha, azul e verde, em ambos os lados.
8 . Fio de segurança.
Um fio vertical, de cor escura, está embutido no papel da cédula. Ele pode ser facilmente visto contra a luz. Está presente em todas as cédulas, menos nas de R$ 1 e R$ 5, que apresentam, como marca d’água, a figura da Bandeira Nacional.
9 . Fibras sensíveis à luz ultravioleta.
São pequenos fios espalhados no papel, que se tornam visíveis, na cor lilás, quando expostos à luz ultravioleta. São encontrados nos dois lados da cédula.
10 . Microchancelas.
São as duas assinaturas – uma do Ministro da Fazenda, outra do Presidente do Banco Central do Brasil. Sem as assinaturas as cédulas não têm valor legal.
11. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza ser verdadeira.

Imagem extraída de: https://www.dicionariopopular.com/meme-dos-3-reais/
Há 6 anos… repost pela relevância do assunto:
Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.
Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm
O MUNDO É MINI
Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE
HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.
De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.
“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.
Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.
No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.
Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.
Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.
Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.
Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.
Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.
A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.
Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Um dia, o economista Milton Friedman, ao balançar um simples lápis-borracha, explicou:
“Milhares de pessoas colaboram para produzir um lápis. A madeira vem da América do Norte, o grafite da América do Sul e a borracha da Malásia. São pessoas que não falam a mesma língua, têm religiões diferentes e nunca se encontraram, mas fazem um produto com preço irrisório”.
Isso foi dito em 1970, e é uma verdade inconteste hoje sobre globalização.

Imagem extraída de: https://www.grafitte.com.br/lapis-preto-faber-castell-n2-com-borracha-1205
Você compra ou boicota vendedores aproveitadores?
Leio sobre os preços dos petiscos em Santos/SP, nos quiosques da praia, nesse feriado prolongado:
BATATA FRITA: R$ 50,00
FRANGO A PASSARINHO: R$ 150,00
CAMARÃO ALHO E ÓLEO: R$ 170,00.
Não está fácil ir ao Litoral… os comerciantes de ocasião “enfiam a faca”!
(Imagem gerada por IA).
Que os chocolates estão caríssimos, não tenhamos dúvida. E como a minha Páscoa está, ano a ano, diminuindo a quantidade de doce proporcionalmente à diminuição do saldo no banco, essa imagem, abaixo, é perfeita (considere o último quadradinho como o ano atual):

Quanto de dinheiro o Brasil “tem na poupança”?
Nosso país tem 355 bilhões de dólares, divididos nas moedas representadas na imagem:

Circula na Internet uma discussão na Globo News, viralizada, onde os economistas justificam que a alta do preço do ovo se dá por conta dos… católicos!
O motivo seria: em tempo de Quaresma, segundo aqueles jornalistas, os cristãos católicos não comem carne e consomem muito ovo, fazendo com que o preço dispare.
Mas…
Nas outras Quaresmas, por que isso não ocorreu?
Se a culpa é dos católicos que comem mais ovo, por que não caiu o preço da carne (já que essa é a lógica da oferta e da demanda)?
Que forçação de barra, não?
Dia triste do Brasil: em 16 de março de 1990, Fernando Collor de Melo congelava a poupança (e o Overnight também). Decretava feriado bancário e deixava malucos os cidadãos.
Um dia antes, no Jornal Nacional, Zélia Cardoso, a Ministra da Economia, dizia “se eu tivesse dinheiro para guardar, deixaria na poupança”.:
Enganou todo mundo…

Circula na Internet uma discussão na Globo News, viralizada, onde os economistas justificam que a alta do preço do ovo se dá por conta dos… católicos!
O motivo seria: em tempo de Quaresma, segundo aqueles jornalistas, os cristãos católicos não comem carne e consomem muito ovo, fazendo com que o preço dispare.
Mas…
Nas outras Quaresmas, por que isso não ocorreu?
Se a culpa é dos católicos que comem mais ovo, por que não caiu o preço da carne (já que essa é a lógica da oferta e da demanda)?
Que forçação de barra, não?
Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.
Será que o do seu superior está nesta lista?
1– Chefes ausentes da sua equipe
2- Chefes que não elogiam
3- Chefes conservadores
4- Chefes parciais no tratamento
Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam
OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS
por Camila Pati
A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.
Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.
Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.
Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.
A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.
Jovem desmotivada: chefe distante foi o mais rejeitado pelos entrevistados (Getty Images/). Imagem extraída de: https://exame.com/carreira/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam/