– Propaganda do Banco Itaú é bonita, mas o serviço…

Ultimamente, trabalhar com o Banco Itau tem sido um inferno!

Tarifas caras, desconta-se tudo e nunca se leva uma vantagem sequer.

Há 1 ano tenho uma pendenga com o Consórcio Itau, onde fui ‘afanado” e não consigo reaver meu prejuízo.

O que irrita é que as propagandas são maravilhosas. Quem não conhece, acha que o banco é seu amigo íntimo e lhe ajuda de graça.

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– E aí, Brasil? Cristo pedindo SOS?

A capa da conceituada “The Economist” mostrou o que se vê lá fora sobre o nosso país: até o Cristo Redendor está pedindo socorro!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/451684_THE+ECONOMIST+TEM+NA+CAPA+CRISTO+REDENTOR+PEDINDO+SOCORRO?platform=hootsuite

EDITORIAL DA PULICAÇÃO BRITÂNICA DEFENDE NOVAS ELEIÇÕES GERAIS E CITA EDUARDO CUNHA

Após a mais famosa estátua do Rio de Janeiro simbolizar a decolagem e depois a derrocada do Brasil, agora é a vez de o Cristo Redentor pedir socorro na capa da nova edição da revista The Economist. A publicação britânica traz a imagem do Cristo segurando um cartaz com a inscrição “SOS”. Em editorial, a revista diz que a presidente Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que os que trabalham para tirá-la do cargo “são, em muitos aspectos, piores” e cita Eduardo Cunha como exemplo. “No curto prazo, o impeachment não vai resolver isso”. Por isso, a revista defende novas eleições gerais.

O editorial diz que “Dilma Rousseff levou o País para baixo, mas toda a classe política também”. “O fracasso não foi feito apenas pela senhora Rousseff. Toda a classe política tem levado o País para baixo através de uma combinação de negligência e corrupção. Os líderes do Brasil não ganharão o respeito de volta de seus cidadãos ou superarão os problemas econômicos a não ser que haja uma limpeza completa”.A revista diz que Dilma tem responsabilidade sobre a situação porque houve incompetência do atual governo na condução da economia, o Partido dos Trabalhadores se envolveu no esquema de corrupção da Petrobras e a presidente tentou proteger p ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das investigações. As acusações contra a presidente, porém, são relativizadas quando comparadas com as existentes contra os nomes que lideram o processo de impeachment.

“O que é alarmante é que aqueles que estão trabalhando para o seu afastamento são, em muitos aspectos, piores”, cita o editorial que lembra que o vice-presidente Michel Temer é filiado ao PMDB. “O PMDB também está perdidamente comprometido. Um dos seus líderes é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que presidiu o espetáculo do impeachment de seis horas no domingo. Ele é acusado pelo Tribunal Superior Federal de aceitar suborno da Petrobras”, diz a revista.

Para a Economist, “não há maneiras rápidas” de resolver a situação. As raízes dos problemas políticos viriam, segundo a revista, da economia baseada no trabalho escravo do século XIX, a ditadura do século XX e o sistema eleitoral em vigor. “No curto prazo, impeachment não vai consertar isso”, diz a revista.

O editorial diz que a acusação da manipulação contábil de Dilma parece “tão pequena que apenas um punhado de deputados se preocupou em mencionar isso em seus dez segundos” na votação. A revista avalia que, se Dilma for deposta por uma razão técnica, “o senhor Temer vai lutar para ser visto como um presidente legítimo pela grande maioria dos brasileiros que ainda apoiam a senhora Rousseff”.

Por isso, a revista defende que uma maneira de contornar a situação seria a realização de novas eleições que elegeriam um presidente com apoio popular para executar reformas. “Os eleitores também merecem uma chance de se livrar de todo o Congresso infestado de corrupção. Apenas novos líderes e novos legisladores podem realizar as reformas fundamentais que o Brasil necessita”, diz a revista.

A revista reconhece, porém, que o caminho para novas eleições não é fácil no Congresso. “Assim, há uma boa chance de que o Brasil ser condenado à confusão sob a atual geração de políticos desacreditados. Os eleitores não devem se esquecer deste momento. Porque, no fim, eles terão a chance de ir às urnas – e devem usá-la para votar em algo melhor”.

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– Vanoil dando a volta por cima com a Passarela? Parece que sim.

Vanoil da Rocha Pereira é um destacado empreendedor em nossa Jundiaí. E seu grupo, a Passarela Calçados, passou por dificuldades recentes.

Segundo esta matéria do Estadão de 2a feira (abaixo), o grupo vai se recuperando dos efeitos da crise econômica.

Extraído de: http://m.economia.estadao.com.br/noticias/geral,agora-voltei-a-dormir,1854151

‘AGORA VOLTEI A DORMIR’

por Fernando Scheller

As últimas semanas do empresário Vanoil Pereira, dono da Passarela – rede de calçados com 40 unidades no interior de São Paulo e forte presença no e-commerce – foram tensas. Ele diz que só voltou a dormir quando conseguiu concluir a negociação das dívidas de curto prazo com três do cinco bancos que são credores da companhia. 

Apesar dos juros mais altos do que os praticados há alguns anos atrás, Vanoil diz que ganhar tempo, em tempos de crise, é importante. Agora, boa parte dos débitos que venceriam em 2016 foram alongados em cinco anos. A Passarela, que chegou a atingir R$ 500 milhões de faturamento em seu auge, viu suas vendas caírem 10% no ano passado.

Neste ano, após janeiro e fevereiro mais razoáveis – em que a retração nas vendas ficou abaixo de 10% –, março trouxe um desastre: com a indefinição política, diz ele, a queda do movimento no site da Passarela superou a marca de 20%.

Há mais de um ano, Vanoil vem tentando achar um sócio para a Passarela. Apesar de ter um contrato fechado com o Bradesco BBI, a crise adiou os planos indefinidamente.

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– Sorvete japonês tem reajuste de preços após… 25 anos!!!

A empresa Akagi Nyugyo pediu desculpas por ter que reajustar seus preços em 10 ienes (um picolé passará de R$ 2,02 para R$ 2,35). Motivo: a crise econômica mundial.

Detalhe: há 25 anos não havia aumento do preço do sorvete!

Abaixo, o vídeo de desculpas extraído do Youtube, em: https://www.youtube.com/watch?v=3rfU3zaoRz8

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/04/1758868-empresa-japonesa-pede-desculpas-por-elevar-precos-depois-de-25-anos.shtml

EMPRESA JAPONESA PEDE DESCULPAS POR ELEVAR PREÇO DE PICOLÉ APÓS 25 ANOS

Imagine que, a cada aumento de preços, os executivos de empresas viessem a público pedir desculpas. Irreal demais? Não para os japoneses.

Uma tradicional empresa de picolés no Japão, chamada Akagi Nyugyo, publicou um vídeo com funcionários e executivos pedindo desculpas pelo aumento no preço do produto.

Detalhe: é a primeiro alta em 25 anos, segundo o jornal britânico “Financial Times”. O preço passou de 60 ienes para 70 ienes (de R$ 2,02 para R$ 2,35, aproximadamente).

A companhia justificou o aumento, que passou a vigorar no último dia 1º, ao afirmar que a alta visava adequar os preços com mudanças globais do setor, além de recuperar os altos custos com logística e matérias-primas.

Além dos sorvetes causadores das desculpas, a empresa também produz sobremesas congeladas.

O vídeo mostra os japoneses, todos com semblante sérios, se curvando em sinal de respeito logo após o anúncio da alta de cerca de R$ 0,33 centavos. O clipe já alcançou mais de um milhão de visualizações no Youtube.

O Japão enfrenta problemas em relação aos preços. Contudo, o problema nipônico é a deflação (queda nos preços), ao contrário do Brasil, por exemplo, que sofre com a alta dos preços.

Para combater a dificuldade econômica, o país adotou taxa de juros negativa, já que desde a década de 1990 desencoraja os consumidores a fazerem grandes compras porque esperam que os preços caiam mais.

A deflação é considerada a raiz de duas décadas de mal-estar econômico. Antes, o país mantinha a taxa de juros próxima a zero.

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– As 10 empresas com maior prejuízo líquido no ano passado!

Terminado o 1o trimestre de 2016, divulgaram-se os balanços das maiores empresas que atuam no Brasil em 2015.

E o prejuízo foi grande! Veja os piores resultados (segundo a IstoÉ Dinheiro, em http://is.gd/43TVug)

Abaixo:

1 – Vale (mineração): – R$ 44,212 milhões

2 –  Petrobrás (petróleo e gás): – R$ 34,836 milhões

3 –  Eletrobrás (energia elétrica): – R$ 14,442 milhões

4 – Oi (telecomunicações): – R$ 4,935 milhões

5 – Gerdau (siderurgia e metalurgia): – R$ 4,551 milhões

6  – Gol (transportes aeroviários): – R$ 4,461 milhões

7 – Usiminas (siderurgia): – R$ 3,236 milhões

8 – PDG Realt (construção): – R$ 2,764 milhões

9 – Bradespar (administração): – R$ 2,590 milhões

10 – Klabin S/A (papel e celulose): – R$ 1,253 milhão

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– Os Boatos da Redução do preço da Gasolina e Lula no Comando!

Muita calma nessa hora: a presidente Dilma não negou nem confirmou uma suposta redução de preços dos combustíveis. E a boataria corre solta sobre isso!

Na prática, com os preços internacionais do petróleo em baixa e sobrando no mercado, os preços deveriam ter sido reduzidos há mais de um ano. Agora, com a Petrobrás quebrada, não seria o ideal, pois as ações e a lucratividade da empresa despencariam.

Diz-se “a boca pequena” que, assim que Lula assumir a Casa Civil, o anúncio da redução seria divulgado, com o propósito de dar “um novo ar” para o Governo e melhorar a popularidade de muitos interessados.

Será como aquela demagógica redução de preços da Energia Elétrica de anos atrás: anuncia a queda e depois aumenta-se muito mais, aos poucos, disfarçadamente.

Vamos aguardar!

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– Empresas Inovadoras Sofrem como Outras Quaisquer

Olha que bacana: a Revista Época trouxe uma matéria interessante sobre inovação e inovadores, além das dificuldades que elas possuem no dia-a-dia, especialmente em relação aos rumos e a concorrência.

Abaixo, extraído de: http://is.gd/1o4SW7

AS EMPRESAS DO MUNDO DIGITAL NÃO SÃO TÃO DIFERENTES ASSIM

Elas têm a fama de ser irreverentes e inovadoras. Na realidade, sofrem dos mesmos dramas que todas as corporações

por Rafael Barifouse

Toda empresa digital que se preze narra uma história épica para definir sua origem. É a garagem onde Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o primeiro computador pessoal e a Apple. O encontro fortuito entre Larry Page e Sergey Brin, a dupla do Google, na Universidade Stanford. Ou a solidão de Mark Zuckerberg em seu dormitório de Harvard, onde nasceu o Facebook. Seus fundadores costumam proclamar-se ícones de novas corporações, cujos princípios misturam a informalidade nos trajes e os ideais comunitários da contracultura à ambição inovadora e à competitividade dos grandes empreendedores. O mundo corporativo tradicional é visto como um ambiente de torpor e sisudez. Os empreendedores digitais nunca estão interessados apenas no negócio – querem mudar o mundo. Tal narrativa costuma vir embalada em palavras de ordem e slogans revolucionários – “Pense diferente”, da Apple; ou “Não seja mau”, do Google. “É uma promessa atraente. Entretanto, sugere uma nova leva de livros de negócios, essas corporações não agem de modo tão diferente. Elas podem não ser exatamente más, mas sua abordagem da influência e do crescimento persegue um caminho bem repisado, implacável”, escreve na revista The New Yorker o jornalista Nathan Heller. “Atrás delas, paira a sombra pesada das empresas disseminadas, gananciosas e tacanhas de outrora.”

Um dos livros recentes é A eclosão do Twitter (Companhia das Letras), de Nick Bilton, repórter e colunista do jornal The New York Times. Até há pouco tempo, a lenda original do Twitter era narrada assim: Jack Dorsey era engenheiro da Odeo, uma empresa de rádio on-line à beira da falência que pedira aos funcionários ideias em busca de uma salvação. Dorsey propôs um sistema de mensagens em que o usuário informava o que fazia. A ideia, prossegue a lenda, surgiu quando ele era criança – e voltou anos mais tarde, quando viu um sistema parecido em táxis.

Essa versão da gênese do Twitter foi reproduzida por toda reportagem que tentou narrar as transformações trazidas pelas mensagens de 140 caracteres. Bilton conta que não foi bem assim. Ele relata uma criação bem mais colaborativa. Dorsey teve a ideia, mas não teria feito nada com ela se o criador da Odeo, Noah Glass, não o tivesse estimulado. Foi Glass quem batizou a empresa e deu ênfase à conexão de pessoas. Evan Williams ajudara Glass, seu amigo, a abrir a Odeo com o dinheiro ganho com a venda da rede de blogs Blogger ao Google. Foi sob seu comando que o Twitter se converteu numa forma de compartilhar o que ocorria no mundo, por meio de informações e  notícias, não apenas relatos narcisistas do tipo “o que estou fazendo”. Como instrumento de mobilização no Oriente Médio e canal de notícias em tempo real, o Twitter ganhou fama mundial. Por fim, Biz Stone, o quarto cofundador, foi seu eixo moral. Lutou para manter o serviço politicamente neutro, ao negar pedidos do governo por informações dos usuários. Sem qualquer um dos quatro, o Twitter dificilmente seria o que é hoje. “Esse tipo de mito é comum no Vale do Silício”, diz Bilton. “Um cara diz que teve uma ideia no bar e, anos depois, ela vira  um negócio bilionário. Raramente é verdade. As pessoas contam essa história para aparecer bem na foto, mas normalmente é algo construído por um grupo. Quando a lenda funciona, essas pessoas ganham o poder que buscavam.”

Como quase sempre acontece quando há poder e dinheiro envolvidos, disputas pelo controle do Twitter se seguiram. De forma intensa para os padrões do Vale do Silício. Considerado inapto para gerir a empresa, Glass foi tirado do comando por Williams, com apoio de Dorsey. Foi apagado da história do Twitter. Dorsey assumiu a presidência, e não fez um bom trabalho. Insatisfeito, Williams obteve o apoio de investidores para demitir o amigo e assumir o posto. Magoado, Dorsey peregrinou pela imprensa contando a origem do Twitter como seu grande protagonista. Depois levou a cabo a segunda parte da revanche. Como Williams demorava para decidir e tinha um fraco por contratar amigos, deixou insatisfeitos os investidores. Dorsey captou a insatisfação, a levou ao conselho e tirou Williams da presidência. Nada disso chegou ao mercado. Para todos os efeitos, o Twitter era uma típica empresa digital, repleta de mentes brilhantes que mudavam o mundo enquanto jogavam videogame e pebolim. Parte disso era verdade.

Pouco depois da demissão de Williams, o rapper Snoop Dog fez um show improvisado no refeitório do Twitter. Cantava e fumava maconha, enquanto os funcionários dançavam sobre as mesas, enebriados. Quando soube da balada, Dick Costolo, o novo presidente, ficou furioso. Prometeu que seria a última vez que algo assim ocorreria. “Está na hora de o Twitter crescer”, afirmou. Desde então, o número de usuários mais que dobrou (para 550 milhões), a receita multiplicou-se por dez (hoje são US$ 583 milhões por ano), e os funcionários fora de 200 para 2.300. No início de novembro, o Twitter entrou na Bolsa de Valores com valor de US$ 25 bilhões.

A transição da adolescência para a fase adulta corporativa parece ser inescapável às companhias digitais. Nesse período, jovens empreendedores descolados se transformam em capitalistas preocupados com prazos, resultados e capitalização da companhia. A lenda original desvanece e dá lugar à gestão profissional e aos conflitos de acionistas. Mas o mito original ainda circula, como imagem externa (e eterna) da empresa.

Dois outros livros citados por Heller – um sobre a Amazon, outro sobre a disputa entre Apple e Google – revelam que o exemplo do Twitter não é exceção. Os fundadores dessas companhias se consideram sujeitos excepcionais, que abriram empresas para criar um jeito novo de fazer negócios e mudar o mundo. Aos poucos, suas empresas foram assumindo contornos tradicionais. Seus objetivos nobres deram lugar às metas que guiam corporações desde a fundação da Companhia das Índias Orientais. Se fazem um bom trabalho, conseguem manter um verniz de irreverência, enquanto sua imagem pública se descola cada vez mais da realidade do dia a dia.

O Google afirma ter surgido com a missão de organizar e oferecer informação por meio de um sistema de busca. Hoje, mais de 90% de seu faturamento vem de uma das mais antigas fontes de receita: publicidade (foram US$ 50 bilhões em 2012). Seu lema – “não seja mau” – é uma forma de dizer que age com ética e pensa antes no interesse público. Mas a ética do Google foi questionada neste ano, quando a presidente do Conselho de Contas Públicas do Reino Unido, Margaret Hodge, acusou a empresa de vender publicidade por meio da filial na Irlanda e receber por isso pela filial nas Bermudas, para evitar pagar de impostos. Também não parece ter pensado no interesse público quando foi flagrada bisbilhotando a conexão de internet de americanos enquanto seus carros fotografavam as ruas para seu serviço de mapas.

Em Dogfight: como Apple e Google foram à guerra e começaram uma revolução, o autor Fred Volgstein adiciona outro fato desabonador à biografia da empresa. Conta como Steve Jobs sentiu-se traído com o lançamento do sistema de celulares Android pelo Google. Larry Page e Sergey Brin, seus fundadores, se consultavam com Steve Jobs. Eric Schmidt, presidente do Google na época, era membro do conselho da Apple e assegurara a Jobs que fazer programas para o iPhone era mais importante do que o Android, um projeto secundário. Sentindo-se traído, Jobs prometeu ir à guerra com o Google. Não adiantou. O Android lidera como software para smartphones, com 80% do mercado.

A Apple não escapa ilesa no relato de Volgstein. A empresa – que cresceu sob o slogan “Pense diferente” – ganha dinheiro com versões aperfeiçoadas de produtos criados por outras companhias. O iPod, diz Volgstein, surgiu três anos depois que o mercado de tocadores de música fora desbravado pela fabricante Rio. Nem o iPhone foi o primeiro smartphone nem o iPad o primeiro tablet – embora ambos tenham inventado seus respectivos mercados. Volgstein diz que a Apple se promove como uma marca que incentiva o livre-pensamento e a criatividade, quando, na verdade, é uma empresa paranoica por controle, que patenteia tudo o que pode para bloquear a concorrência. A liberdade proporcionada por seus produtos não se reflete em sua forma de fazer negócio. O livro conta como Jobs optou por um tipo incomum de parafuso, para que só técnicos credenciados pela Apple fossem capazes de abrir seus produtos. Até mesmo a imagem visionária de Jobs sai arranhada. Ele não gostava de lidar com empresas de telecomunicação nem da ideia de unir um telefone a um tocador de mídia. Teve de ser empurrado a fazer o iPhone, assim como a incluir a letra “i” no nome do aparelho. Mesmo os computadores brancos, hoje ícones da Apple, foram, de início, recusados por ele.

Um dos principais capitalistas de risco americano, John Doerr dá um conselho aos empreendedores: “Seja missionário, não mercenário”. Entre os beneficiários do dinheiro (e dos conselhos) de Doerr está Jeff Bezos, da Amazon. Em The everything store, o jornalista Brad Stone conta como Bezos acredita seguir o mantra de Doerr ao estabelecer como missão da Amazon simplificar o comércio eletrônico. A Amazon transformou o comércio on-line numa indústria bilionária. Conquistou admiração por seus preços baixos e eficiência – e virou um gigante global que fatura US$ 75 bilhões por ano. Mas o livro sobre a Amazon mostra como ela pode ser agressiva.

Um episódio foi a compra da Quidsi, dona do site Diapers.com, de produtos para bebês. Depois que sua oferta foi recusada, a Amazon baixou em 30% os preços de seus produtos para bebês. A Quidsi reajustou seus valores. A Amazon baixou ainda mais os dela, arcando com milhões de dólares em prejuízo. A Quidsi cedeu. A postura belicosa da Amazon é tão conhecida no mercado de tecnologia que os investidores seguem uma regra: só investir em empresas que não estejam no caminho de Bezos. A atitude hostil não começa da porta da empresa para fora. Stone retrata  a Amazon como um lugar difícil de trabalhar, onde a retenção de funcionários é a menor entre as companhias de tecnologia. Segundo ele, isso reflete uma cultura em que todos são incentivados a desafiar uns aos outros. Bezos é o primeiro a deixar a civilidade de lado. É descrito como bem-humorado e cativante, mas é capaz de explodir se algo sai errado, de dizer: “Você é preguiçoso ou só incompetente?” ou “Desculpe-me. Será que tomei minhas pílulas de estupidez hoje?”. Bezos pode ser visionário, mas age como um tirano da velha guarda. Isso não quer dizer que seja uma farsa. Os criadores de Google, Apple, Amazon e Twitter realmente acreditam trabalhar por um objetivo maior. O equívoco é pensar que seus ideais se refletem nas práticas corporativas.

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– O Novo Capitalismo Consciente

Você sabe o que é o termo “Capitalismo Consciente“, que virou moda nos EUA?

Lucrar por si só não é o correto. Veja a proposta dos administradores de lá:

(Extraído da Isto É, ed 2344, 29/10/2014, pg 35-37)

O NOVO CAPITALISMO QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO

Para as empresas conscientes, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade

por Fabíola Perez e Mariana Queiroz Barboza

O capitalismo do século 21 chegou a uma encruzilhada. O caminho comum leva ao lucro a qualquer preço, indiferente aos impactos perversos que a busca pelo sucesso financeiro imediato possa acarretar. A outra rota é longa e exige firme disposição dos viajantes. Ao contrário do percurso fácil, ela conduz a um destino mais nobre – um mundo melhor para acionistas, executivos, funcionários, parceiros, fornecedores e consumidores. Ou seja, para todos e qualquer um. No segundo percurso está um grupo de companhias inseridas no movimento “Capitalismo Consciente”, surgido nos Estados Unidos há sete anos e que ganha adeptos na mesma velocidade em que as velhas fórmulas capitalistas perdem força. Ser uma empresa consciente não significa negligenciar a performance econômica. Para uma companhia sintonizada com os novos tempos, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso respeitar e preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade.

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ECONÔMICO
Yvon Chouinard, da grife de roupas Patagonia: crítico do consumo
em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes
comprassem apenas o necessário

O novo capitalismo que está transformando o mundo une empresas tão díspares quanto uma fabricante de materiais esportivos, uma rede varejista ou uma gigante do setor de alimentos. Criada pelo alpinista Yvon Chouinard, a grife californiana de roupas Patagonia se tornou um dos ícones máximos do movimento. Antes que a questão da sustentabilidade fosse conhecida, Yvon percebeu nos anos 1980 que o algodão cultivado com pesticidas produzia substâncias tóxicas que provocavam dor de cabeça em seus funcionários. A empresa passou a utilizar materiais orgânicos e reciclados, energia renovável e a defender a redução do consumo, aumentando a durabilidade de seus produtos. Yvon é mesmo um sujeito diferente. Crítico feroz do consumo vazio e em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes comprassem apenas o necessário. Graças à maneira Patagonia de ser, a grife consolidou-se e se tornou uma gigante global presente em 15 países e com faturamento de US$ 600 milhões.

Fundador e copresidente mundial da varejista americana Whole Foods, John Mackey tem visões de mundo parecidas com as de Yvon Chouinard. “Cada empresa tem o acionista que merece” é um dos mantras que definem seu estilo. Dentro de sua estrutura corporativa, a Whole Foods disponibiliza todas as informações financeiras, inclusive sobre salários, para os 80 mil funcionários, e exige que a disparidade salarial da base ao topo não passe de 20 vezes. Ser consciente, portanto, não significa apenas ser sustentável (daí a diferença com o conceito de sustentabilidade), mas buscar, entre outras coisas, a felicidade de todas as pessoas envolvidas com a empresa. No fundo, John procura gerar impactos positivos para toda a sociedade. “A melhor forma de aumentar os lucros é não fazer disso o principal objetivo do negócio”, escreveu o empresário em um manifesto a favor do capitalismo consciente. O indiano Raj Sisodia tem números que comprovam a tese do fundador da Whole Foods. No longo prazo as empresas conscientes obtêm desempenho mais de duas vezes melhor que o das concorrentes.

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POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO
John Mackey, da Whole Foods: ele não permite que a diferença
salarial entre o topo e a base seja superior a 20 vezes

No Brasil, o movimento ganhou força nos últimos cinco anos. De acordo com André Kaufmann, presidente da organização “Capitalismo Consciente no Brasil”, os pilares dessa nova frente podem prosperar não só em mercados maduros, mas também em países emergentes. “Alguns empresários já começaram a perceber que o consumidor jovem tem muito mais critério ao escolher produtos e serviços”, diz Kaufmann. Para o fundador do Pão de Açúcar e presidente do Conselho de Administração da BRF, Abilio Diniz, há algo além do lucro que precisa ser considerado. “O empresário precisa ter orgulho do que faz e consciência do que acontece a sua volta”, diz Abilio.

O movimento ganhará fôlego no País com a chegada da sorveteria Ben&Jerry’s (a primeira loja foi inaugurada em setembro, em São Paulo), famosa pelos sabores estranhos e por seu forte engajamento social. Com uma longa e bem-sucedida trajetória nos Estados Unidos, a empresa, criada em 1978 por Ben Cohen e Jerry Greenfield, apoiou projetos para ajudar a manter famílias de produtores agrícolas em suas terras, uniu-se à Children’s Defense Fund, fundação sem fins lucrativos que luta para dar visibilidade às necessidades básicas de crianças americanas, defende veementemente o casamento gay e posicionou-se contrariamente à exploração de petróleo no Ártico – temas que não têm nenhuma ligação com o seu negócio. Em 2011, quando manifestantes foram às ruas de Nova York para protestar sob o lema “Ocupe Wall Street”, a Ben&Jerry’s declarou apoio às causas, gesto que não foi repetido por nenhuma outra empresa americana. Para os fundadores, é possível lucrar, atrair investidores e ser responsável ao mesmo tempo.

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“A empresa está comprometida com o conceito de prosperidade compartilhada, que procura beneficiar todas as pessoas e comunidades envolvidas em seu processo de produção, da comercialização à venda”, disse à ISTOÉ Sean Greenwood, porta-voz global da companhia. O resultado do DNA consciente? Um faturamento de US$ 500 milhões e 600 lojas em 33 países. Alguém ainda duvida que o capitalismo consciente veio para ficar?

– Passando a “sacolinha da solidariedade” para os jogadores! Ridículo…

No Campeonato Paulista da Série A2, onde a maior parte dos clubes está com salários atrasados, cujos jogos terminam com renda negativa em seus borderôs (lembrando que a FPF recebe 7% da renda líquida, ou seja, do que entra, não do resultado final do borderô), situações inusitadas acontecem.

Na partida Batatais 2×0 Paulista, válida pela 13a rodada do torneio, no último sábado, a torcida do “Fantasma” passou uma sacola entre os torcedores, arrecadando doações para os jogadores, que estão há dois meses sem receber salários.

Isso é futebol profissional?

O Batatais está na briga para o acesso, mesmo em tal pindaíba. E depois que acabar o campeonato, o que fará e como pagará os salários atrasados?

Diga-se o mesmo da situação das demais equipes, a maioria no mesmo desespero financeiro.

Vale a pena disputar uma competição nessa situação?

E o Fair Play financeiro imposto pela FPF? Não me consta que clube algum tenha perdido pontos…

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– DAE e os 3 aumentos da Conta de Água em Jundiaí!

Todos os preços estão sendo reajustados exageradamente e acima da inflação. As tarifas públicas sobem muito mais do que os reajustes dos trabalhadores. Quer prova disso?

Veja só quanto o DAE (Departamento de Água e Esgoto de Jundiaí) subiu: em Dezembro de 2014: 6,59%; em Julho de 2015: 16%; em janeiro de 2016: 14,68%. Ou seja: em 14 meses, aumentou-se em 37,27% o valor da tarifa de água.

O seu salário subiu esse mesmo percentual?

Onde estão as autoridades nessa hora… se alegarem compensação de “perdas”, é muita cara-de-pau, pois todos nós estamos perdendo.

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– Viva a Classe Média

Amigos, compartilho interessante crônica enviada pelo jornalista Reinaldo Oliveira (há mais de 1 ano), a respeito da Classe Média, hábitos e política.

VIVA A CLASSE MÉDIA BRASILEIRA

Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

João Ubaldo Ribeiro escreveu a obra “Viva o Povo Brasileiro”. Aliás, um trabalho de mestre: releitura fictícia da história do Brasil a partir da cultura negra. Neste momento de euforia por parte das autoridades governamentais e da publicidade, poderíamos parafrasear o escritor com a saudação de “Viva a classe média brasileira!”. Segundo os dados, já ultrapassa a casa dos 100 milhões de cidadãos! Sorrateiramente, porém, levanta-se uma pergunta incômoda e inquieta: qual o critério para medir a passagem da pobreza à classe média? Os beneficiados das políticas compensatórias, por exemplo, podem ser chamados de nova classe média? Classe média sujeita à ajuda permanente do Estado ou classe média capaz de caminhar com as próprias pernas? A pergunta pode ser feita de outra forma: onde está a tão alardeada classe média?

Grande parte desta, ao que parece, continua morando nas periferias das grandes e médias cidades, até mesmo em favelas e cortiços. Tem esgoto a céu aberto e nem sempre conta com água encanada; desloca-se como “sardinha em lata” no transporte coletivo, ou perde horas diárias no trânsito caótico. Vive sob o signo do medo e da violência, sem a proteção do Estado e muitas vezes conforme os ventos incertos do crime organizado. Dificilmente consegue matricular os filhos em escolas particulares e tem de contentar-se com o ensino público de qualidade nem sempre confiável… A isso chamamos de classe média! Mas essa nova fatia da população brasileira pode consumir! Aí está um dado que as autoridades e o mercado podem comemorar com grande euforia. Viva, pois, o consumo da classe média brasileira. Agora ela pode comprar carro, TV de não sei quantas polegadas, móveis, eletrodomésticos, e assim por diante. No entanto, aqui se erguem novamente uma série de dúvidas. Se o critério para vencer a fronteira entre uma classe e outra permanece o consumo individual e familiar, onde estão os investimentos do Estado em termos de infraestrutura?

A única política pública que vem se destacando por parte dos governos federal, estadual e municipal parece ser o incentivo ao consumo, através de um marketing apelativo, estridente e por vezes agressivo, para não dizer irresponsável. Disso resultam sinais preocupantes de uso e abuso de cartões de crédito, crescimento dos percentuais de inadimplência, devolução de produtos impagáveis, nome sujo na praça… Enfim, dívidas sobre dívidas! No fundo, uma robusta classe média requer um padrão de investimento público igualmente robusto. Condições de vida e trabalho sadias e duradouras: malha viária e ferroviária para o transporte público urbano e à distância; ensino fundamental de qualidade e gratuito, com perseverança dos alunos; sistema de saúde sem os acidentes quase diários de falta de atendimento, filas, demora, e erro médico; segurança sem os efeitos colaterais da truculência, tortura e extermínio de jovens e adolescentes; reforma agrária e política agrária no campo, com apoio ao pequeno produtor e à agricultura familiar; rede integrada de portos e aeroportos…

Não é isto o que se vê na sociedade brasileira. Há muito que fazer em termos de políticas públicas efetivas, voltadas para essa mesma classe média, que ainda amarga uma situação endêmica de carência e precariedade. Receber ajuda do Estado para o consumo é algo que evidentemente amplia os direitos do cidadão. Mas como fazê-lo tornar-se protagonista de sua própria trajetória de existência? Convém não esquecer que o pão da dignidade humana vem do suor do rosto, ao passo que “o pão da esmola vem regado pelas lágrimas da vergonha”, como costuma dizer, ainda em décadas passadas, o jornalista Mauro de Santayana. O consumo, em princípio não é bom nem mau. Todo cidadão tem suas necessidades e o direito aos bens do progresso. Mas, se e quando desacompanhado de uma infraestrutura de formação (em nível pessoal) e um horizonte de oportunidades (em nível social), o mesmo consumo pode tornar-se freneticamente febril, impulsivo, doentio. O estímulo às compras pressupõe uma base sólida de serviços públicos. Para isso servem os impostos cujo montante, no Brasil, nada deixa a desejar. O que deixa a desejar é o uso correto de tamanha carga tributária. O termo carga, neste caso, nada tem de metafórico e exige um retorno por parte dos governos.

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– A Queda dos Empregadores no Brasil

Um número não tão explorado e que retrata muito bem a situação da crise econômica no Brasil: houve redução de 10% do número de empregadores em 2015, segundo o IBGE.

É a cadeia do desemprego: se inexiste um empregador, inexistirá um empregado (ou dois, 10, 100…).

A questão é: microempreendedores são patrões de poucos empregados, mas que geram renda e movem o país. Quando eles estão em crise, o efeito cascata é inevitável!

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– Redução Pífia da Conta de Energia Elétrica

Mantenha a empolgação de lado: quando você ouvir à exaustão que a energia elétrica vai ter redução significativa de preços, saiba que será de valor ínfimo!

Após quase dobrar de preço (através de reajustes e taxas acrescentadas ao longo do ano), a “Tarifa de Bandeira Vermelha” vai ser subdividida pelo tipo e valor de consumo. Ela está sendo chamada de “bandeira rosa”.

Dessa forma, o preço não será proporcionalmente reduzido com a mesma voracidade que foi aumentado, infelizmente.

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– Aumento do Etanol Combustível e da conta de Água assusta os Consumidores!

A inflação é de 0,60 a 0,70% aproximadamente no Brasil, certo?

Para os índices do Governo Federal, sim. Mas pergunte para a dona de casa que vai ao mercado ou para o pai de família que não consegue fechar o orçamento mensal o que ele acha desses indicadores econômicos?

Na última semana, o Álcool Etílico (Etanol) subiu quase R$ 0,15, levando a reboque o preço da Gasolina que foi majorado. E você ouvirá várias desculpas para isso: exportação maior de açúcar e baixa produtividade, dificuldade logística nas usinas devido às chuvas, e outras tantas coisas. Enquanto isso, vivemos à beira de uma nova “crise mundial do petróleo ao avesso”, com o produto sobrando no mundo árabe e o preço do barril em índices impressionantemente baixos.

Se não bastasse isso, aqui em Jundiaí recebo a dolorosa conta de água e vejo que a DAE S.A. aumentará o valor em quase 15% – sim, QUINZE por cento.

Há algo errado nesse país, não? Afinal, a inflação oficialmente é tão pequena…

Como explicar?

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– O Imbróglio Financeiro do Hopi Hari

Que triste situação do Hopi Hari. Até uma montanha russa foi colocada como garantia de pagamento a credores!

Abaixo, extraído de Valor Econômico: http://www.valor.com.br/empresas/4390378/hopi-hari-rebate-pedido-de-falencia-de-socio

CREDOR PEDE FALÊNCIA DO HOPI HARI

Um dos credores do parque de diversões Hopi Hari, o empresário Cesar Federmann, entrou com pedido de falência contra a empresa na tarde de ontem, na comarca de Vinhedo (SP). O credor alega que a empresa não quitou dívida atualizada no valor de R$ 5,9 milhões (o desembolso na época foi de R$ 4,3 milhões), em contrato assinado entre as partes em dezembro de 2014. Cesar Federmann é sócio diretor da Senpar Terras de São José.

Segundo o pedido, a primeira parcela liberada foi de R$ 2,5 milhões e a segunda de R$ 800 mil no fim de 2014 e mais R$ 1 milhão em janeiro de 2015. Foram dados como garantia a alienação de uma montanha russa e um contrato de garantia de recebíveis da Spal, uma engarrafadora da Coca-Cola.

No entanto, o empresário soube que a montanha russa não estava completa e informou, em março de 2015, que exigia vencimento antecipado da dívida. Não houve acordo e, na data final de vencimento da dívida, em 14 de abril de 2015, o credor exigiu o pagamento, que não ocorreu.

Federman pediu que a montanha russa fosse vendida para pagamento da dívida. Hopi Hari respondeu que a inadimplência era de Federman, que concedeu R$ 4,3 milhões em empréstimos, faltando R$ 700 mil. O credor informa no processo que a última parcela só seria liberada se não houvesse falsidade nas informações sobre a garantia. Hopi Hari tinha R$ 275 milhões em dívidas em setembro, para uma receita acumulada de R$ 42 milhões no ano. No pedido de falência, o credor alega que o Hopi Hari não tem condições de cumprir com suas obrigações. Procurado, Hopi Hari não se pronunciou.

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– As diferenças de preços que sobem e descem em Janeiro!

A sazonalidade é um dos fatores importantes para a alta/queda de preços. Isso acontece principalmente com produtos agrícolas.

Porém, janeiro tem sido atípico por vários motivos: crise econômica e oportunismo de algumas situações. Quer exemplos?

Procurei em diversas farmácias o repelente Exposis Infantil, indicado contra o mosquito transmissor da Dengue e Zika Virus (o Aedes Aegypti). Ô negócio difícil de se achar… o detalhe é que nas poucas farmácias que o encontrei, o preço varia de (sente-se na cadeira) R$ 78,00 até R$ 125,00!

O contrário pode-se falar de modismo/ virada de estação: no Outlet São Paulo (em Itupeva/SP), na loja da Adidas, na última semana de Dezembro um tênis Energy Boost, de excelente amortecimento, custava inacreditáveis R$ 699,99. Quinze dias depois… caiu para R$ 299,99!

Como explicar? Encalhou, crise, excesso de margem de lucro, ou algo mais?

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– Argentina Protagonista nos Assuntos Polêmicos

Alguém disse que “Futebol, Religião e Política” não se discute. Mas se analisarmos bem… é justamente nesses temas que a Argentina vem protagonizando e sendo destaque positivo.

Vejamos no Futebol: Messi se consolida como o melhor jogador do século XXI (talvez isso não se conteste), Edgardo Bauza é o novo técnico do São Paulo, Jorge Sampaoli é o melhor treinador da América do Sul, os 2 últimos campeões da Libertadores da América são argentinos, sem contar a invasão de jogadores hermanos que chegam aos clubes brazucas.

Se falarmos em Religião, não há como citar o cardeal Bergoglio, que como Papa Francisco tem feito um incontestável papado, revolucionando positivamente a Igreja Católica.

Por fim, na Política, Mauricio Macri tem tomado a liderança no Mercosul, criticando duramente os desmandos da Venezuela, reduzindo impostos e barreiras comerciais para otimizar a Economia, revogando mais de 2000 decretos de Cristina Kirchner (dos que censuravam a imprensa aos que privilegiava determinados setores).

Será que nós, brasileiros, ficaremos como meros coadjuvantes no cenário global?

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– Vem chegando o novo aumento dos combustíveis?

Atenção! Se o tanque do seu veículo estiver vazio, complete-o! O reajuste do Álcool, tanto referente ao Etanol que você abastece quanto ao Anidro que compõe a Gasolina, será bem significativo e está na iminência de ocorrer.

Irônico, se imaginarmos que o preço do barril de petróleo está despencando no mercado externo…

A qualquer momento o Governo nos surpreenderá. Não vamos bobear.

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– Agnellis continuam donos da Ferrari; a Fiat nem tanto.

Novidade no mercado automobilístico: depois de quase 50 anos, a FIAT não é mais a manda-chuva da Ferrari!

Abaixo, extraído de: http://carroonline.terra.com.br/noticias/especiais/ferrari-nao-pertence-mais-a-fiat-chrysler

FERRARI NÃO PERTENCE MAIS À FIAT-CHRYSLER

Pela primeira vez desde 1969 a Ferrari não é controlada pela Fiat. Na manhã desta terça-feira (5), 80% das ações da grife italiana, que pertenciam ao conglomerado hoje conhecido como Fiat-Chrysler Automobiles (FCA), foram disponibilizadas no mercado financeiro por meio da bolsa de valores da Itália (MTA, na sigla em italiano).

A FCA já havia colocado 10% de suas ações da Ferrari à venda na bolsa de Nova York em outubro do ano passado, ao preço de US$ 52 cada papel. Atualmente, o valor da ação caiu para US$ 48. Na bolsa italiana, o preço de cada ação da Ferrari nesta terça é de 44,68 euros.

Embora a FCA tenha deixado o controle da Ferrari, a família Agnelli, antiga dona da Fiat, mantém-se como sócia majoritária da companhia de Maranello, com 24% das ações. O filho de Enzo Ferrari, Piero, possui 10% das ações. As duas partes assinaram um acordo que previne qualquer empresa de adquirir a Ferrari de maneira hostil (ou seja, a família Agnelli será sempre a principal sócia).

O motivo para a FCA tirar a superesportiva de sua lista de marcas é puramente econômico: para colocar em prática o plano de expansão do portfólio e volume da Ferrari, seria preciso arrecadar fundos por meio da venda de ações.

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– O temor das propostas irrecusáveis do Mundo Asiático no Futebol Brasileiro.

As saídas de atletas de destaque do último campeonato brasileiro (2015), como Jadson e Renato Augusto, preocupam muito o cenário atual do futebol local. Ambos irão para a China, que tem coberto propostas até de clubes de primeira linha da Europa.

No ano de 2014, o mercado asiático também levou dois jogadores: Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

O que me incomoda: perceberam que não há nenhum dito craque, “bam-bam” ou destaque sendo cogitado para ser contratado por clube gigante europeu?

Na contramão do excesso de jogadores que se vão, aqui repatriamos atletas veteranos. Vide Diego Lugano, 35 anos, e talvez mais ninguém de destaque reconhecido ou nome de história importante.

Cadê os craques revelados no ano passado? Não tivemos novatos despontando? Isso preocupa demais. E preocupará para o médio prazo, especificamente para a Copa 2018. Quem serão os jogadores disponíveis em alto nível técnico no Mundial da Rússia? Teremos Neymar, Douglas Costa e… um punhado de atletas fazendo conexão em Pequim?

A China vem vindo forte para as negociações de atletas. Lá, políticos influentes se associaram a bancos, construtoras, indústrias e outros novos ricos da economia emergente e de proporções gigantescas. Nem sempre os negócios são as claras, já que em muitos casos se crê em lavagem de dinheiro pelo fato da corrupção no futebol ser uma constante. Vide as máfias de apostas e árbitros corruptos revelados pela FIFA há pouco tempo e punidos, todos provindos da China.

Claro, com a desvalorização do dólar no Brasil, o já alto valor oferecido pelos clubes tem peso maior. Mas me perturba: por 10 meses a atividade industrial da China caiu. Hoje, a preocupação é o que fazer com os crescentes galpões vazios e uma suposta quebradeira geral. Nada como nosso país, que já vive esse panorama. É o paradoxo da China: agir como capitalista ao extremo, agressivo nos negócios, com respaldo do Partido Comunista Chinês, em meio ao um clima de mudança no país e desaquecimento (pequeno, é verdade) mas regular. Os contratos a longo prazo serão cumpridos?

O certo é que o investimento no futebol é uma realidade: os dois últimos títulos de campeão da Copa da Ásia de Clubes foi o Guangzhou, cujos elencos nas duas temporadas foram comandados por Marcello Lippi e Scolari, campeões mundiais de futebol em 2006 e 2002. Aliás, os dois últimos treinadores da Seleção Brasileira estão por lá: o próprio Scolari e Mano Menezes.

Vide o elenco do Shandong, ao final de 2015: 3 goleiros chineses / 9 defensores chineses / 4 meio-campistas chineses, 1 argentino (Montillo) e 2 brasileiros (Júnior Urso e Jucilei) / 4 atacantes chineses e 2 brasileiros (Diego Tardelli e Aloísio Boi Bandido). O treinador é Mano Menezes.

Elenco do Guangzhou: 25 jogadores, sendo 19 chineses e 6 brasileiros: Robinho, Paulinho, Ricardo Goulart, Elkeson, Alan e Renê Júnior, com o treinador Scolari.

Duas perguntas:

Por quê não há zagueiros ou goleiros brasileiros?

Por quê os dois principais clubes chineses, com vários atacantes brazucas, não possuem um só europeu?

Teríamos respostas?

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– Piso e Teto nos Salários do Futebol?

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Alexandre Pato ou Leandro Damião, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

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– Quanto se arrecadou na Mega Sena da Virada

As apostas da Mega Sena da Virada ultrapassaram R$ 6 bilhões de reais. Mas os prêmios pagos não atingiram R$ 2 bi.

Lucro fácil, não?

Abaixo, extraído do UOL.com

MEGA ARRECADOU R$ 6,3 BI

Sem considerar a Mega da Virada –que será sorteada na quinta (31)–, os 109 concursos regulares da Mega-Sena realizados em 2015 tiveram uma arrecadação de R$ 6,338 bilhões. Contudo, desse valor bilionário, apenas 31,3% –pouco mais de R$ 1,9 bilhão– transformaram-se em premiação líquida aos vencedores de sena, quina e quadra, de acordo com levantamento do UOL.

A porcentagem é menor dos que os 32,2% que a Caixa Econômica Federal, promotora da modalidade lotérica, diz destinar a premiações. Segundo o banco, a diferença reflete a incidência de Imposto de Renda sobre os prêmios.

“Se, em um determinado concurso, houve muitos prêmios acima de R$ 1.903,98 (limite de isenção do IR), haverá incidência de IR em mais prêmios. Então, o valor médio do prêmio líquido será levemente menor”, disse a Caixa, por meio de nota.

Também não foram contabilizados no total da premiação de 2015 os valores acumulados para a sena nos dois últimos sorteios regulares do ano, o 1773 e o 1774, que não tiveram acertadores e acumularam para a Mega da Virada.

Distribuição

Da arrecadação em um concurso, 54% destinam-se ao Fundo Nacional de Cultura, aos comitês Olímpico e Paralímpico, ao FIES (Fundo de Financiamento Estudantil) e ao Fundo Penitenciário. Na conta, ainda estão incluídas as despesas da Caixa Loterias.

Apenas os outros 46% referem-se ao valor bruto das premiações, explica a Caixa. Com os descontos de Imposto de Renda, obtém-se os 32,2% que, em princípio, formam o prêmio líquido, valor que efetivamente é destinado aos acertadores de sena, quina e quadra.

Da parcela da receita que se torna premiação líquida, 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados. Outros 38% são divididos, pela metade, entre os vencedores da quina e da quadra. Do restante, 22% ficam acumulados para os concursos de final 0 ou 5 e outros 5% ficam acumulado para a sena do último concurso do ano de final zero ou 5.

Premiações

Ao longo do ano, a Mega distribuiu R$ 1,08 bilhão aos apostadores dos 38 jogos que acertaram as seis dezenas nos 30 sorteios em que a sena saiu em 2015. Os acertadores da quina acumularam, no mesmo período, R$ 371 milhões, enquanto os da quadra, R$ 530 milhões.

No total, foram R$ 1.983.964.152,95 em prêmios no ano que se encerra, um valor 20,6% maior em relação aos R$ 1.644.442.761,87 de 2014. A quantia destinada a premiações no ano passado, aliás, equivale a 30,5% dos R$ 5,3 bilhões arrecadados em seus 104 concursos.

Receita maior

A arrecadação da Caixa com a Mega-Sena em 2015 cresceu 17,9% na comparação com os R$ 5,3 bilhões obtidos pelos concursos regulares em 2014.

O aumento na arrecadação deve-se, em parte, ao custo maior da aposta. Em maio deste ano, o valor do jogo simples, com apenas seis dezenas, passou de R$ 2,50 para R$ 3,50, uma alta de 40% que acabou colaborando com a elevação da inflação no país.

Em abril de 2014, o custo do jogo com apenas seis dezenas já havia subido 25%, de R$ 2,00 para R$ 2,50.

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– Aumento de R$ 0,30 na Gasolina do RS!

Quase R$ 4,00! Ou se preferir: R$ 3,99. Esse é o novo preço médio  da Gasolina no estado do Rio Grande do Sul.

Na calada da noite, na virada do dia 31 de dezembro para 01 de Janeiro, o Governo Estadual aumentou o valor do ICMS dos combustíveis, aumentando o preço final da bomba em R$ 0,30.

O motivo do aumento é a crise econômica que os gaúchos vivem. Sem dinheiro, o Estado resolveu arrecadar e sanar suas contas às custas do contribuinte.

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– Walmart fechando lojas devido a crise econômica

Situação delicadíssima: o Walmart, maior supermercadista do mundo e 3o do Brasil, fechará lojas no país devido ao péssimo momento econômico.

Veja a nota da empresa, após mais uma unidade ser fechada no Paraná:

“Por conta do atual ambiente econômico no Brasil, a empresa tomou a decisão de fechar algumas unidades de Curitiba e no interior com baixo desempenho. Estamos oferecendo a possibilidade de transferência para todos os funcionários que têm interesse em continuar trabalhando em outras lojas e, quando não houver interesse, oferecemos apoio para recolocação profissional.  Presente no Paraná com um total de 40 unidades, a empresa mantém compromisso com o mercado paranaense, a fim de servir melhor seus clientes e garantir a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Em 2015, investimos R$ 1,3 bilhão na abertura de novas lojas, reforma de unidades antigas e integração de sistemas no Brasil.”.

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– As diferenças das premiações da Libertadores e da Champions League

Imagine só: se o Corinthians, São Paulo ou Palmeiras forem campeões da Libertadores da América 2016, receberão em premiações totais o valor aproximado de R$ 39 milhões.

Pouco ou muito?

Pouquíssimo. Vide o Maccabi Tel Aviv, que na Liga dos Campeões da Europa (a UCL) perdeu seus 6 jogos. E com apenas 1 gol marcado e 16 sofridos, recebeu R$ 60 milhões!

Claro, houve a pressão dos clubes para o reajuste dos valores pagos, em especial quando surgiu a proposta de uma criação da ACL (American Champions League), selecionando os principais argentinos, brasileiros, americanos e mexicanos. Mas ainda falta muito para o ideal…

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– E caiu Joaquim Levy!

Nelson Barbosa é o novo Ministro da Fazenda, deixando o Ministério do Planejamento. Joaquim Levy não aguentou a pressão e, após várias tentativas de deixar o cargo, saiu de vez.

Henrique Meirelles era o “bola cantada”, sendo “pedido” pelo ex-presidente Lula. Ficou só no aguardo.

Será que muda muita coisa na Economia? É necessário aguardar.

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– Mais uma Tarifa na Conta de Energia Elétrica?

Se já não bastasse a conta de energia elétrica quase dobrar em um ano, além da criação de bandeiras tarifarias e o acréscimo das taxas de manutenção pública de energia pelos municípios, o Governo agora quer subdividir a bandeira vermelha em 1 e 2, aumentando o valor delas!

Caramba… mais um aumento disfarçado de tarifa. Mas fiquemos “tranquilos”: a inflação oficial da Donal Dilma está na casa do 0,5%…

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– “Black Friday” ou “Black Fraude”?

Na 6a feira houve a promoção anual de descontos no comércio chamada de “Black Friday“. É uma queima de estoques, com preços significativamente reduzidos.

Nos EUA, há filas de consumidores nas portas das lojas. No Brasil, a maior parte das ofertas se dá pela Internet, e com um detalhe: nem sempre são descontos reais!

A grande queixa dos consumidores junto aos órgãos de defesa do consumidor é que as empresas aumentaram os preços dias antes e depois dão descontos para dizer que o preço está mais baixo.

É o velho golpe já conhecido na praça… se impressiona com um número alto como desconto e engana-se o freguês!

Quer um exemplo? No ano retrasado, fiz uma busca nos sites de calçados e busquei “Asics Nimbus 14”. O tênis custava R$ 599,99 (ou melhor, 600,00). Mas como ele já tinha um sucessor (o Asics Nimbus 15), o preço foi reduzido para R$ 399,99 como desconto promocional. Nada disso… é para tirá-lo de circulação logo e colocar o modelo novo nas vitrines (que custa R$ 599,99, “coincidentemente”). Mais: a concorrência é zero, já que Netshoes, Centauro, Dafiti, Procorrer, FastRunner e tantos outros sites vendem o tênis ao mesmo preço, inclusive nos centavos!

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– Camargo Correa vende Havaianas para a JBS

É sabido que depois dos escândalos envolvendo empreiteiras no Brasil, as construtoras passaram a ter dificuldades. Um caso desses é o da Camargo Correa: recentemente vendeu a Topper e a Rainha; agora, vendeu a Alpargatas, de tantas marcas importantes e, em especial, das Havaianas.

O valor do negócio? Cerca de R$ 2,66 bilhões, pagos pela JBS, frigorífico dono da Seara, Bertin e de tantos outros negócios importantes.

Abaixo, extraído do G1:

CAMARGO CORREA VENDE CONTROLE DA ALPARGATAS PARA DONA DA JBS

A Camargo Corrêa vendeu o controle da Alpargatas, dona de marcas como Havaianas, Osklen, Mizuno, Timberland e Dupé, para a J&F Investimentos, dona da JBS, segundo informa comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (23).

O valor total da operação é de R$ 2,66 bilhões, sendo R$ 12,85 o valor atribuído por ação. A forma de pagamento do preço será à vista, em moeda corrente nacional, na data do fechamento.

De acordo com o comunicado, a operação ainda está sujeita à aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), “bem como à condição resolutiva de lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição de Ações pela J&F”.

A companhia que comprou a Alpargatas disse, ainda no mesmo comunicado, que o objetivo da operação é a “diversificação do portfólio de negócios investidos pela J&F”. Uma das principais empresas controladas pelo grupo, a JBS, atua com processamento de carne e tem como principais marcas a Friboi e a Swift. Outra delas é a Vigor, que fabrica produtos lácteos.

A empresa afirmou ainda que não tem intenção de, dentro do prazo de um ano, cancelar o registro de companhia aberta da Alpargatas.

Perto das 13h30, as ações da Alpargatas, que não fazem parte do principal índice de ações da Bovespa, recuavam 7,21%, revertendo os ganhos da abertura, conforme agentes financeiros analisavam a venda da participação de controle. O papel havia subido quase 45% desde 5 de outubro, quando a Camargo Corrêa afirmou que analisava oportunidades para a Alpargatas. A ação ON da Alpargatas, por sua vez, subia mais de 2%, mas com número baixo de negócios.

OUTRA VENDA

No início de novembro, a Alpargatas anunciou um acordo para vender as marcas de calçados esportivos Rainha e Topper no Brasil para um grupo de investidores liderados pelo empresário Carlos Wizard por R$ 48,7 milhões. A operação não inclui ativos industriais vinculados às marcas.

O acordo também inclui venda da marca Rainha no mundo e 20% da Topper na Argentina e no mundo, com exceção de Estados Unidos e China, onde a marca será licenciada por 15 anos aos compradores.

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– Vai faltar Combustível no Brasil?

Em algumas cidades do Estado de São Paulo e em outras Brasil afora, já falta combustível. E por quê?

Pelas duas greves: a dos caminhoneiros, que travam as rodovias, e em Paulínia-SP, a dos petroleiros, que transportam Etanol, Gasolina e Diesel mas que fecham as refinarias.

Ambas categorias reivindicam benefícios (justos, diga-se de passagem). Porém, o modo de protestar é controverso. Por quê a população em geral tem que arcar com as consequências?

Frete e pedágio caro, inflação em alta, final de ano com despesas a contabilizar… Será que esperamos algo bom economicamente falando nesse ano?

A verdade é: não nos surpreendamos com mais um aumento de combustíveis nos próximos dias. O Etanol, em especial, continua subindo, semana a semana!

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– Desabafo de um microempresário de saco cheio!

Admito: cansa! Cansa demais trabalhar honestamente e no final do mês nada sobrar.

Confesso: estressa! Estressa muito pegar as guias de impostos e lembrar que supostamente esse dinheiro iria para Saúde, Educação e Segurança de nós, contribuintes.

Assumo: dá nojo! Enoja ler o noticiário e ver o quanto descaradamente roubam nesse país.

Estou farto de trabalhar e nada ganhar. A Economia está péssima, você se segura para manter a calma e não consegue. Muitos clientes não pagam suas contas por diversos motivos: pela crise, pela necessidade e pela picaretagem. Afinal, o exemplo vem do nosso Executivo.

O lucro do pobre comerciante é cada vez mais minimizado, sendo ele, bruto, menor do que anos anteriores (e os preços finais de venda ainda assim majorados).

Reduzir gastos já foi feito; diminuir o pró-labore idem. Aí você fica no dilema: demitir ou suportar mais prejuízos? Pior: se você demite uma pessoa, deve levar ainda em conta que na casa dela há cônjuge e filhos. E ainda vem o final do ano, época de presentes (ou melhor, lembrancinhas), impostos e outras tantas coisas!

Não está fácil ser correto nesse país. A fé, os valores do berço e a moral sustentam nessa hora. E a crença que um dia isso mudará “segura a onda” para não fazer uma bobagem.

E tem gente que consegue defender ainda esse Governo, como se ele não fosse protagonista desse circo que o Brasil se tornou.

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– Hymermarcas vende por bilhões sua divisão de cosméticos!

A Hypermarcas, empresa brasileira que possui negócios em diversas áreas – e como o nome diz, dona de muitas marcas, vende a sua divisão de cosméticos (que inclui Monange, Bozzano, Risqué, Cenoura & Bronze) para a Coty por R$ 3,8 bilhões!

Em tempos de crise, um suspiro!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/11/1701311-multinacional-de-cosmeticos-coty-compra-brasileira-por-r-38-bilhoes.shtml

COTY COMPRA DIVISÃO DE COSMÉTICOS DA BRASILEIRA HYPERMARCAS POR R$ 3,8 BI

Por Joana Cunha

A multinacional de cosméticos Coty, uma das maiores do mundo, comprou nesta segunda-feira (2) toda a divisão de cosméticos da brasileira Hypermarcas, por cerca de R$ 3,8 bilhões.

A aquisição ainda precisa passar por instâncias regulatórias, e deve ser fechada até o final de março de 2016, informou a Coty em comunicado.

A compra abrange marcas como Risqué, Monange, Bozzano, e Cenoura & Bronze da divisão de cosméticos da Hypermarcas, que gerou receita de R$ 977,5 milhões em 2014.

Elas se juntarão a um portfólio que inclui marcas como OPI, líder mundial no setor de esmaltes, e diversos perfumes, entre eles Calvin Klein e Davidoff —a Coty teve receita líquida de US$ 4,4 bilhões no exercício social encerrado em 30 de junho de 2015.

Em comunicado ao mercado publicado nesta quinta, a empresa informa que “os recursos provenientes da transação serão utilizados preponderantemente para redução do endividamento líquido da companhia”.

Após a aquisição, as ações da Coty tiveram alta de 4% na Bolsa de Nova York. Às 14h32, no entanto, a alta desacelerou para 1,1%.

MOVIMENTAÇÃO DE MERCADO

Com a venda, a Hypermarcas fica mais perto de um antigo objetivo de se tornar uma empresa exclusivamente farmacêutica, deixando de lado sua carteira de itens de bens de consumo para focar a produção de medicamentos. Ela já ocupa hoje posição de liderança no ranking de fabricantes de remédios no Brasil.

Assim, a transação não inclui os negócios de produtos descartáveis, composto por fraldas das marcas Pom Pom, Cremer Disney, Sapeka e Bigfral, assim como preservativos (Jontex, Olla e Lovetex), adoçantes (Zero-Cal, Finn e Adocyl) e dermocosméticos (Episol, Epidrat, Hydraporin, dentre outras).

“Quando finalizada, a transação marcará um passo transformador para a Hypermarcas, cujo foco estratégico estará voltado para o mercado farmacêutico, que oferece potencial atrativo de crescimento e rentabilidade no longo prazo”, disse a empresa no comunicado.

Do lado da Coty, o movimento ajuda a empresa a se fortalecer no mercado brasileiro, e mira a fusão com a divisão de beleza da multinacional Procter & Gamble, prevista para o segundo semestre de 2016.

No comunicado, a companhia afirma que o centro de fabricação e distribuição da Hypermarcas em Goiás servirá para integrar o negócio da Coty, assim como, futuramente, da P&G no Brasil.

“Nós esperamos que a força das marcas, a impressionante equipe de liderança e a infraestrutura robusta fortaleçam a posição competitiva da Coty e complemente a fusão prevista com o setor de beleza da P&G”, afirmou Bart Becht, presidente interino e presidente do conselho da Coty.

SURPRESA

O negócio fechado nesta segunda-feira surpreende o mercado, que esperava que a Hypermarcas anunciasse primeiro a venda de sua divisão de fraldas, que têm sido alvo de rumores de uma transação iminente desde o início do ano.

A aquisição realizada pela Coty, empresa fundada em Paris em 1904, ocorre em um momento de incertezas sobre a atração de investidores estrangeiros no Brasil.

Fundada em 2001, a Hypermarcas é campeã em medicamentos isentos de prescrição médica, com marcas como Benegrip, Engov e Rinosoro. É vice-líder em cosméticos para a pele e detém a terceira posição em medicamentos genéricos.

A companhia também é líder em preservativos, com 50% do mercado, e adoçantes, que têm penetração no varejo farmacêutico.

Em julho, a Coty fechou um acordo de US$ 12,5 bilhões para comprar a unidade de beleza da Procter&Gamble, com marcas como Clairol e Wella.

A empresa tem buscado explorar melhor sua presença no mercado mundial de beleza. No ano passado, chegou a fazer uma oferta formal à Chanel pela marca Bourjois e, em 2012, fez uma tentativa fracassada de adquirir a Avon, com uma oferta superior a US$ 10 bilhões.

RAIO-X

COTY

Fundação: França, 1904

Setor: Beleza

Faturamento: US$ 4,395 bilhões no ano fiscal terminado em junho de 2015

Lista de marcas inclui: Adidas, Calvin Klein, Chloé, DAVIDOFF, Marc Jacobs, OPI, philosophy, Playboy, Rimmel e Sally Hansen.

HYPERMARCAS

Fundação: Brasil, 2001

Setor: Saúde e bem-estar

Faturamento: R$ 2,443 bilhões no primeiro semestre de 2015

Lista de marcas inclui: Jontex, Olla, Zero-Cal, Bitufo, Adocyl, Engov, Epocler, Estomazil, Rinosoro, Atroveran, Benegrip.

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– Ex-Wizard compra a Topper e quer revolucionar!

Com quem pode, não se brinca!

Carlos Wizard, o bilionário que vendeu sua rede de escolas de idiomas, compra a Topper da Alpargatas e quer popularizar a marca!

Extraído de: http://www.istoedinheiro.com.br/blogs-e-colunas/post/20151103/reinvencao-carlos-wizard-martins/7695

A REINVENÇÃO DE CARLOS WIZARD MARTINS

Com a compra das marcas Toppper e Rainha, o bilionário que foi dono de escolas de inglês diversifica ainda mais os seus negócios

Por Ralphe Manzoni Jr

O empresário Carlos Wizard Martins fez fama e fortuna com uma escola de inglês que ele acrescentou ao seu nome.

Com a venda do negócio para o grupo britânico Pearson, em uma transação de R$ 1,9 bilhão, em dezembro de 2013, Martins poderia passar o resto da vida curtindo o “dolce far niente”.

Mas desde que saiu da área de educação, Martins, que é mórmon, está se reinventando nos negócios e construindo uma nova estratégia empresarial por meio de seu grupo Sforza, que tem sede em Campinas, no interior de São Paulo.

Martins já é dono da rede de produtos saudáveis Mundo Verde e criou uma franquia de escola de futebol com o ex-craque da seleção brasileira Ronaldo Nazario, a Ronaldo Academy.

Além disso, o grupo Sforza tem negócios imobiliários e muitos recursos ainda para investir. Estima-se que pelo menos um terço do dinheiro que Martins recebeu do grupo Pearson, cerca de R$ 600 milhões, devem ser aportados em participações em empresas.

Uma parte desse dinheiro foi gasto nesta segunda-feira 3. Martins anunciou a compra das marcas esportivas Topper e Rainha, da Alpargatas, dona das famosas sandálias Havaianas. A transação foi de R$ 48,7 milhões.

O negócio envolve ainda 20% da unidade de negócios da Topper na Argentina e um acordo de licenciamento da marca por até 15 anos para os Estados Unidos e China. Uma empresa, batizada de NewCo Brasil, será a dona desses ativos. A fabricação permanecerá com a Alpargatas nos próximos 24 meses.

“Queremos fazer da Topper a Havaianas do mercado esportivo”, disse Martins ao blog BASTIDORES DAS EMPRESAS, em uma referência a bilionária marca do grupo Alpargatas, que se tornou referência internacional no universo das sandálias.

O plano de Martins é ousado. Seu objetivo é valorizar a Topper, a ponto de a marca competir com a americana Nike e com a alemã Adidas, as duas principais empresas da área de materiais esportivos.

Seu objetivo também é expandir a linha de produtos, atualmente focada em calçados e artigos esportivos. “Vamos apostar em vestuários, que conta com uma pequena participação”, diz Martins.

O terceiro pilar do plano Martins são as franquias, seu principal expertise – a expansão da escola de inglês Wizard, por exemplo, foi construída dessa forma. “Vamos começar pelo Brasil, depois mirar o exterior”, afirma o empresário.

A missão de colocar em prática essa estratégia caberá ao executivo Paulo Ricardo de Oliveira, ex-CEO da Penalty e que esteve à frente da administração do São Paulo Futebol Clube por apenas 30 dias – ele era homem de confiança do ex-presidente, Carlos Miguel Aidar, que renunciou ao cargo, depois de acusações de corrupção.

O primeiro passo da internacionalização da marca Topper acontece na próxima semana. Martins, que estuda mandarim há muito tempo, embarca para a China, onde se encontra com Jack Ma, o homem mais rico da China, dono do site de comércio eletrônico Alibaba.

Na pauta: a venda de produtos brasileiros por meio das plataformas digitais do Alibaba. A Topper, é claro, está no topo das prioridades de Martins nessa conversa.

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– Aumento de Preços dos Combustíveis no Feriado!

Ou melhor: na véspera!

Não é que o Governo faz vista grossa para os usineiros, que subiram assustadoramente o preço do Etanol EM MAIS DE R$ 0,20?

Com isso, a Gasolina subiu mais de R$ 0,10 também

É sempre assim: na surdina, para o consumidor só perceber depois que retomar a atenção no noticiário.

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– Aumento da Energia Elétrica de novo???

E há novo aumento na energia elétrica de 21% a partir de sexta, 23/10!

Quem aguenta tantos reajustes?

Quantos aumentos (pelos diversos motivos) ocorreram nos últimos tempos?

E a presidente Dilma Rousseff baixou o valor da tarifa às vésperas da campanha presidencial, e anunciou o feito em cadeia de rádio e TV. Por que ela não vai às mídias agora também?

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