– Vai ter “Taxa Compensatória” para Subsídios de Ônibus nos combustíveis?

Falta criatividade para os administradores do dinheiro público. Ou, se preferir, falta vergonha na cara.

Com medo dos black-blocs, muitas prefeituras subsidiaram o valor da tarifa de ônibus. Dessa forma, os novos prefeitos viram o saldo no vermelho quando assumiram o comando das suas cidades e, inevitavelmente, reajustaram os preços das passagens dos coletivos.

Agora, ouço que alguns alcaides querem a criação de um “imposto municipal” sobre a Gasolina e o Etanol, a fim de tentar continuar bancando o subsídio.

Ora, eles fazem acordos demagogos e o contribuinte é quem paga a conta? Transferir o ônus ao motorista é sacanagem!

Que se cortem as mordomias, custos com os excessivos numerários dos cargos de confiança e outras contas evitáveis. Não se transfira a responsabilidade para o coitado do munícipe que tem um veículo.

bomba.jpg

– As pessoas mais ricas do Mundo e do Brasil

A ONG Oxfam, que faz levantamentos sobre riquezas e tabula dados munda afora, mostrou a lista dos atuais cidadãos mais ricos do mundo.

Veja só (em bilhões de dólares):

  • Bill Gates (EUA / Microsoft) – 75
  • Amancio Ortega (Espanha / Inditex) – 67
  • Warren Buffett (EUA / Berkshire Hathaway) – 60,8
  • Carlos Slim (México / Grupo Carso) 50
  • Jeff Bezos (EUA / Amazon) – 45,2
  • Mark Zuckerberg (EUA / Facebook) – 44,6
  • Larry Ellison (EUA / Oracle) – 43,6
  • Michael Bloomberg (EUA / Bloomberg) – 40

Já os brasileiros mais ricos são:

  • Jorge Paulo Lemann (Ambev) – 27,8
  • Joseph Safra (Safra) – 17,2
  • Marcel Herrmann Telles (Ambev) – 13
  • Carlos Alberto Sicupira (Ambev) – 11,3
  • Eduardo Saverin (Facebook) – 6,2
  • João Roberto Marinho (Globo) – 4,3

E sabe o que isso significa? Um número ainda mais impressionante: 1% dos cidadãos mais ricos do mundo tem mais dinheiro do que os 99% restantes do planeta!

Uau…

bomba.jpg

– Como frear a China?

Com os gastos exorbitantes no futebol (em especial pelas equipes chinesas), uma ideia não tão velha ressurge: um teto aos salários com valores estipulados mundialmente.

Em 2014, neste blog, defendemos essa ideia no Brasil, visando a saúde financeira dos clubes, quebrados por pagarem o que não podiam. Abaixo:

PISO E TETO NOS SALÁRIOS DE FUTEBOL

Os clubes de futebol brasileiros estão quebrados financeiramente, isso é fato. Certamente, atletas como Fred ou Valdívia, se fossem contratados hoje, não receberiam tanto dinheiro.

A inflação nos salários vivida recentemente lembrou os anos 90, quando a Parmalat começou a repatriar jogadores com salários a nível europeu. Recentemente, alguns atletas também foram trazidos do Velho Continente a salário alto, mas não no auge da carreira.

Também os treinadores vivem essa alta: será que a majoração que se vê não está fora da realidade?

Talvez. Mas para a saúde financeira dos clubes, não deveriam se unir para a criação de um teto salarial, ao mesmo tempo em que os atletas deveriam lutar por um piso?

É chegada a hora de repensar os custos. Ou não?

bomba.jpg

– Os Aumentos do Etanol, da Gasolina e do Diesel

Bem discretamente, o Governo autorizou o novo aumento dos combustíveis por diversos modos. No dia 01 de janeiro, tirou um incentivo ao Etanol e o preço subiu significativamente (quase R$ 0,10). Idem à Gasolina com seus R$ 0,05.

Na última 5a feira à noite, subiu o Diesel em R$ 0,15, onerando os fretes pelo país afora.

Quer dizer que os políticos quebram a Petrobrás e o cidadão brasileiro paga a conta?

bomba.jpg

– Que situação, Jundiaí!?

A cidade de Jundiaí está com os cofres vazios. Garis entrando em greve, motoristas de ônibus sem receber e professores com os salários ameaçados.

O que aconteceu?

Claro, a primeira coisa é culpar o prefeito anterior, Pedro Bigardi. Não o critico nem o absolvo (é evidente que não estamos dentro da Prefeitura para sabermos o que aconteceu), mas questiono: quando uma auditoria séria vai explicar como e em quê o dinheiro foi gasto?

Aparentemente, Jundiaí e Itupeva estão falidas. Que não sobre para a população e que os novos gestores públicos sejam criativos.

bomba.jpg

– A História de Sucesso da Victorinox

Abaixo, um case de sucesso retratando uma empresa familiar: a Victorinox, fabricante do mais famoso canivete suiço e por 4 gerações no poder. Curiosidade: há 80 anos sem demitir funcionários e inovando com canivetes com entrada para pen drive e reconhecimento biométrico!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113191-16642,00-HISTORIA+FEITA+A+CANIVETE.html

VICTORINOX: HISTÓRIA FEITA A CANIVETE

por Edson Porto

Há 125 anos a mesma família suíça comanda a Victorinox, com um estilo peculiar e cauteloso de gestão. Agora, ela lidera a maior transformação da empresa desde a sua criação

Pouca gente sabe, mas um dos lugares do mundo mais afetados economicamente pelos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, foi a pequena vila de Ibach, no interior da Suíça. Apesar de estar a mais de 6 mil quilômetros de distância de Nova York, a localidade sedia a Victorinox, a empresa que produz os mundialmente famosos canivetes suíços – ou canivetes do Exército suíço, como são conhecidos fora do Brasil. Depois dos ataques ao WTC, objetos cortantes de toda natureza passaram a ser proibidos em voos no mundo todo e, do dia para a noite, a companhia perdeu dois dos seus mais importantes canais de comercialização: os aeroportos e as aeronaves. “As vendas despencaram 30% em um período muito curto de tempo”, afirma Carl Elsener IV, presidente da Victorinox. Segundo dados das autoridades americanas, nos 14 meses após os atentados foram confiscadas, nos aeroportos dos Estados Unidos, 1,8 milhão de facas, na maioria canivetes vermelhos. Para piorar, muitas corporações que compravam o produto como presente suspenderam suas encomendas. Em 125 anos de história – completados agora em 2009 –, foi o momento mais duro na vida da Victorinox.

Hoje os problemas parecem superados. Apesar de estar enfrentando uma segunda crise forte em menos de dez anos, a Victorinox prevê um faturamento em 2009 de 500 milhões de francos suíços, ou bem perto de meio bilhão de dólares, e afirma que se mantém saudável e lucrativa. O número de funcionários, 1,7 mil em todo o mundo, e as vendas totais continuam crescendo de maneira estável – 5%, em média. A empresa tem agora seis linhas distintas de produtos. Além de canivetes e facas, vende relógios, malas, roupas e perfumes. Com isso vem conseguindo reduzir a dependência dos canivetes, que neste ano vão responder por cerca de 40% do faturamento. Essa história de sobrevivência e virada mistura sorte, visão e uma forma de gestão tão incomum que só tem paralelo na experiência de empresas sociais.

A parte da sorte tem a ver com o momento vivido pela companhia naquele setembro fatídico. À época, a Victorinox vivia um boom econômico, com vendas em alta, estoques em baixa e dinheiro no banco. “Tivemos sorte em relação à situação financeira e de estoques”, afirmou Elsener a Época NEGÓCIOS. O caixa reforçado permitiu o aprofundamento de uma estratégia de diversificação que vinha sendo adotada lentamente.

Depois de 100 anos fazendo exclusivamente canivetes e facas, a Victorinox começou a dar os primeiros passos para ampliar sua oferta, com o lançamento de uma linha de relógios, na década de 80, e acessórios de viagem, nos anos 90. Mas até 2001 essas ações seguiam em um ritmo tão plácido como o das pastagens suíças. Os atentados nos Estados Unidos mudaram a empresa. Sem uma importante fatia de suas receitas, ela teve de se reinventar. Passou a investir mais dinheiro em marketing e nos novos produtos; expandiu as operações em mercados novos (hoje são mais de 120 países, incluindo uma subsidiária no Brasil) e inaugurou lojas próprias em cidades importantes, como Nova York, Tóquio e Londres. Criou ainda uma linha de roupas e passou a estudar outras oportunidades de expansão. Em 2003, adquiriu a rival Wenger, a outra empresa suíça que detinha o direito de comercializar canivetes sob a afirmação de que eram produzidos oficialmente para o Exército suíço. Os canivetes também foram modernizados e ganharam formas inovadoras de se manter relevantes – alguns modelos receberam pen drive e laser para apresentações. Uma versão com tecnologia de transmissão de dados e reconhecimento de digitais será lançada no ano que vem.

A principal transformação, porém, foi a redefinição pela qual a empresa passou. “Por mais de 100 anos, nossa missão foi produzir facas e os canivetes do Exército, mas hoje nosso desafio é ser uma marca global, em que todos os produtos sejam inspirados nos valores e na herança do produto original”, afirma Elsener.

A sorte financeira e a ousadia de investir em alternativas num momento de incerteza são apenas parte da razão para a sobrevivência da Victorinox depois de 2001. Há também um modelo de gestão extremamente peculiar.

O fato de estar sob a direção da mesma família há 125 anos já faz da companhia um exemplo, no mínimo, atípico. Carl Elsener IV, o principal executivo, é bisneto do fundador e ainda conta com a colaboração de seu pai, Carl Elsener III, em assuntos financeiros – aos 87 anos, ele vai ao escritório com frequência. Mas isso é apenas um detalhe. Em 2000, antes da crise, a família decidiu que era a hora de transferir a propriedade da companhia para uma fundação. Foram criadas duas instituições, uma que mantém o controle, com 75% das ações, e outra que está voltada à conservação ambiental da região, com outros 15%. Apenas os 10% restantes estão diretamente sob o controle familiar.

Em parte, o motivo era o temor de que a multiplicação de herdeiros (hoje são 24 na quinta geração) e a divisão de ações ameaçasse o futuro da companhia. No estatuto de fundação da controladora, porém, existem dois objetivos centrais: manter a Victorinox independente (o que indiretamente quer dizer suíça e sob o controle dos Elsener) e preservar ao máximo os empregos. A família se orgulha de, nos últimos 80 anos, não ter demitido nenhum funcionário por razões econômicas, e afirma que há 30 anos não recebe dividendos. “Todos vivemos de salário”, afirma Elsener IV, que mora perto da empresa e normalmente vai a pé ou de bicicleta para o trabalho.

A cartilha de gestão da família parece ter sido escrita para contrariar a maioria dos gurus modernos da administração. Como manter empregos é uma prioridade, a Victorinox busca um crescimento estável e lento. A preocupação é evitar que a empresa tenha de ampliar seu quadro de funcionários muito rapidamente – e demitir, em uma eventual flutuação – ou precise recorrer a empréstimos bancários. Elsener conta que aprendeu a tomar cuidado com bancos com seu pai, que lhe deu um livro sobre Henry Ford quando ainda era bem jovem. “Ford dizia que os bancos te dão um guarda-chuva quando está sol e o retiram assim que começa a chover. Nunca esqueci disso.”

Essa política incomum mostrou-se providencial em 2001. Na fase de crescimento, a empresa acertou com seus empregados aumento de turnos, acúmulo de férias e outros artifícios para poder aproveitar a ampliação das encomendas sem ter de inflar muito o quadro de colaboradores. As contratações foram feitas com cuidado. Também evitou aumentar muito o gasto com publicidade ou ações de expansão, para poder acumular caixa.

Quando houve a crise, a família se reuniu com os empregados para discutir o que fazer e se comprometeu a manter os empregos. Foram cortadas horas de trabalho, férias acumuladas e acertou-se até o empréstimo de empregados a empresas vizinhas que tinham necessidade de mão de obra – cerca de 80 pessoas foram emprestadas. “Ninguém foi demitido por causa da recessão”, afirma Elsener. “Nem em 2001 nem neste ano.”

Carl Elsener acredita que esse estilo de gestão é fundamental para manter a confiança e o comprometimento de seus funcionários. Para ele, em boa medida esse é o segredo para a qualidade e a eficiência que permitem à empresa competir num mercado com preços cada vez mais achatados por produtos asiáticos – isso e um bom time de combate à pirataria.

Mas uma das grandes dúvidas para o futuro da Victorinox é se esse modelo poderá realmente prosperar em meio à transformação pela qual a companhia está passando. A própria família admite que o processo de mudança não tem sido simples. Ela e seus funcionários sempre acreditaram que a qualidade e a tradição de sua produção seriam suficientes para o sucesso. Agora os Elsener sabem que apenas esses atributos não bastam. Para mudar a cultura empresarial, estão investindo em treinamento interno e têm reforçado seus times de marketing, inclusive contratando executivos oriundos dos novos mercados em que estão entrando.

A intenção é reproduzir nas novas linhas de produtos o sucesso tranquilo e estável que foi conquistado por tanto tempo com seus canivetes, inclusive mantendo a maioria da sua produção na Suíça e sua política de não demitir. Se conseguir, a família Elsener terá provado que existem, sim, muitas formas de se gerir uma empresa global.

climber-penknife-victorinox.jpg

– O Novo Salário Mínimo

A partir de 2017, o Salário Mínimo brasileiro passará de R$ 880,00 para R$ 937,00.

Cá entre nós: para quem paga, é um valor muito alto. Mas para quem recebe, é baixíssimo!

Ô país de contrastes

bomba.jpg

– Como andou o seu bolso em 2016?

Que 2016 vá embora logo. Como os preços subiram nesse ano! Faltou dinheiro para tudo.

Água, energia elétrica, combustíveis e outras tantas coisas… A crise política e econômica acabando com nossa paciência… Aff!

E o preço da Gasolina no Brasil agora em Dezembro? Quem esperava tanto?

O meme abaixo diz tudo…

bomba.jpg

– Quase R$ 7 bilhões de multa para a Odebrecht e Braskem. Mas…

No acordo de leniência que a Odebrecht fez (incluindo a Braskem, seu braço petroquímico), a empresa pagará R$ 6,82 bilhões de multa ao Brasil, Estados Unidos e Suíça (onde “passou a grana” dos golpes).

Uma pergunta: quanto devem ter fraudado dos cofres públicos? Quantos políticos (provavelmente de todos os partidos) receberam propina?

Mas vale a atenção: em quantos ANOS se pagará isso? E de onde virão os recursos?

Só falta o BNDES ajudar com algum empréstimo…

Um país onde os líderes são Lula, Temer, Aécio, Alckmin, e tantos outros, há necessidade de nossa geração mudar com urgência (e ensinar aos nossos filhos).

bomba.jpg

– A Boataria sobre o Dono da Havan só faz aumentar a atenção aos Trolls.

O Facebook está cada vez mais um mundo virtual de idiotices, infelizmente. As redes sociais, em geral, se tornam um ambiente de trollagens e mentiras que assusta e deixa até mesmo os mais espertos com a pulga atrás da orelha.

Uma hora é alguém doando cadeiras de rodas a esmo; outra é sobre como ganhar produtos curtindo ou compartilhando alguma coisa, e por aí vai (sem contar as correntes religiosas ou supersticiosas).

A última que mais impressionou levou ao fim da paciência do proprietário da catarinense Havan, uma empresa familiar capitaneada por Luciano Hang.

Em determinado momento, a Havan seria (para os trolls que fazem muita gente acreditar) dos EUA e usada para espionar o Brasil (por causa da Estátua da Liberdade, seu símbolo); outra hora seria dos filhos do Lula (o capeta assusta tanto que até o que não é, vira culpa dele), e em outros boatos seria da ex-presidente Dilma e/ou da sua filha. Hang resolveu aparecer nas peças publicitárias e mostrar que ele é o dono da empresa há mais de 30 anos, quando a fundou.

Deve ser um “pé no saco” o empreendedor ver que desacreditam em seu esforço e colocam na conta dos outros o sucesso do seu negócio.

bomba.jpg

– A Apple foi Multada por…

E a Apple foi multada por tabelar preços dos seus produtos. Mas isso em Taiwan!

Lá, a empresa sugere às cias de telefonia e demais clientes um único preço a ser vendido. Uma espécie de “tabela informal“.

E aqui não acontece o mesmo? Não só com telefones, mas com tênis, brinquedos e outros tantos produto de tantas empresas (e aqui no Brasil). Concorrência inexistente em preços, como um cartel gigantesco.

12297401.jpeg

– De novo aumentou o Preço do Etanol?

Perdeu-se o controle: nesta semana, novo aumento do Álcool Etílico: R$ 0,08 nas usinas! Consequentemente, mais R$ 0,02 na Gasolina, em breve (pelos 27,5% da mistura de Anidro).

Há dois anos, o preço estava na casa de R$ 1,79. Hoje, R$ 2,79, com inflação oficial de aproximadamente 0,6% ao mês.

A verdade é que se o preço do Etanol for competitivo, a Petrobrás vende menos Gasolina. E como a estatal está em crise e precisa pagar a conta da corrupção, o Governo faz vista grossa com o aumento nas usinas, deixa ao Deus-dará o preço do Álcool e mantém as vendas de Gasolina a preço caro.

Não podemos nos esquecer: sempre se fala em aumentar o imposto dos combustíveis (a CIDE) para diminuir o rombo da dívida pública.

Preparemo-nos! O fim de ano parecerá fim dos tempos, economicamente falando

bomba.jpg

– Leda Nagle é vítima? Não é bem assim…

Leio muitas críticas à TV Brasil por ter dispensado a jornalista Leda Nagle e extinto o seu programa “Sem Censura”.

Ora, a emissora é estatal e pagava R$ 110 mil para a apresentadora, com IBOPE perto do traço. Como ela não aceitou redução de salário, foi despedida.

Por que ela seria vítima?

bomba.jpg

– A Triste Realidade dos Jogadores de Futebol no Brasil

Você acha que todo “boleiro” é rico, passeia o mundo e fica em hotel 5 estrelas?

Calma lá, não é bem assim…

Veja essa triste realidade, retratada no Estadão de domingo, em seu Caderno de Esportes:

NO BRASIL, JOGADOR DE FUTEBOL É AMEAÇADO E GANHA MAL

Estudo de entidade ligada aos jogadores constata que a situação dos atletas no País é de má condição de trabalho e instabilidade

Por Jamil Chade

Distante das grandes estrelas, a grande maioria dos jogadores de futebol no Brasil vive uma situação de vulnerabilidade, salários baixos e até ameaças. Isso é o que revela um levantamento recém-concluído da Federação Internacional dos Futebolistas Profissionais (FIFPro). O estudo envolveu entrevistas com quase 14 mil atletas pelo mundo e mostra que, se a indústria do futebol movimenta bilhões e enriquece cartolas, milhares de seus principais atores – os atletas – vivem à sombra desse cenário de riqueza, glamour e luxo.

Para realizar o maior levantamento já realizado em âmbito mundial sobre a real situação dos jogadores de futebol, o sindicato contou com a ajuda especialistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra.

O Relatório Global de Emprego da FIFPro convidou os jogadores a responderem a 23 perguntas, abordando temas como salários, contratos, transferências, treinamento, fixação de correspondências, violência, segurança no trabalho, saúde, bem-estar e educação. No caso dos dados referentes ao Brasil, eles foram coletados a partir de uma pesquisa inicial com cerca de 105 jogadores profissionais espalhados por clubes de todo o País.

O levantamento concluiu que, em média, 52% dos atletas nacionais sofreram atrasos no pagamento de seus salários nos últimos dois anos, um índice bastante alto.

No lado B do futebol brasileiro e longe da realidade de astros como Neymar, já independente financeiramente aos 24 anos, a ampla maioria dos jogadores – 83,3% – ganha menos de US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) por mês. Muitos deles, segundo a pesquisa, precisam dividir seu tempo entre o futebol e outros empregos que possam ajudar a complementar a renda. Apenas 1,1% dos jogadores profissionais do Brasil recebem um salário maior que R$ 50 mil.

Levando-se em consideração os dados da CPI do Futebol no Senado, encerrada nesta semana sem pedir punição para nenhum dirigente do futebol brasileiro, pode-se concluir que o que José Maria Marin e Ricardo Teixeira, dois ex-presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ganharam em salários apenas como presidentes do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 (cerca de R$ 11 milhões) seria suficiente para bancar dez clubes durante um ano inteiro.

INCERTEZA

A instabilidade é outra marca dos atletas de futebol no Brasil. Na pesquisa realizada em 54 países e com jogadores que atuam em 87 ligas na Europa, Américas e África, os brasileiros são os que têm em média os contratos mais curtos, de apenas 11 meses. E 47% deles sequer têm uma cópia de seu contrato de trabalho.

A vulnerabilidade ainda é reforçada pela alta taxa de jogadores que afirmam ter sido alvos de algum tipo de ameaça. Segundo a pesquisa, 29% dos que atuam no futebol brasileiro disseram que foram vítimas de ameaças físicas por parte de torcedores e mesmo treinadores.

Os dados nacionais, em muitas ocasiões, são ainda mais dramáticos que a média mundial. Segundo o estudo, mais da metade dos jogadores brasileiros registrou atrasos em seus pagamentos – a taxa internacional é de 40%.  As ameaças contra os brasileiros ainda seriam quase três vezes superiores à média mundial, de apenas 10%.

PREOCUPAÇÃO

O lado B do futebol mundial também preocupa o sindicato. “Não podemos aceitar esta situação’’, comentou o secretário-geral da FIFPro, Theo van Seggelen. Segundo ele, a média de salários no esporte oscila entre US$ 1 mil (R$ 3,5 mil) e US$ 2 mil (R$ 7 mil) por mês. “Nem todos os jogadores têm três carros de cores diferentes. São seres humanos normais, que merecem ser pagos a tempo e hora, porque também têm filhos e contas para pagar’’, alerta Van Seggelen.

Apenas 2% dos jogadores têm vencimentos acima de US$ 750 mil (R$ 2,6 milhões) por ano, patamar considerado como a fronteira entre os atletas da pequena elite mundial do esporte o restante dos milhares de profissionais. “Essa é a realidade de nossa indústria do futebol, que é completamente diferente do que a maioria dos torcedores pensam”, afirmou o secretário-geral da FIFPro.

bomba.jpg

– É na surdina que o Governo reajusta o preço dos Combustíveis.

A estratégia é velha: a Petrobrás anuncia redução ínfima de preços nos combustíveis e a explora maciçamente na mídia. Porém, os índices de queda quase não são perceptíveis nas bombas pois a cadeia intermediária entre a estatal e os postos faz com que isso se dilua sensivelmente. E anuncia duas reduções, mas sempre de pouquíssimos centavos (ou quase nada)!

Entretanto, a mesma Petrobrás anuncia o reajuste quando o noticiário está voltado para outras informações mais populares (a queda do avião da Lamia, o raio que atingiu o voo da Xuxa, o afastamento de Renan, e outras tantas coisas que dão mais IBOPE), fazendo com que naturais críticas do aumento de preços repercutam menos.

O desejo é que tudo seja feito “às escuras”, na surdina, sem tanto alarde. E o consumidor só perceberá isso na hora em que abastecer seu veículo.

Foi assim na virada dessa 2a para 3a feira: o Governo aumentou consideravelmente o preço da Gasolina em 8,1% e do Óleo Diesel em 9,5%. Aproximadamente, o impacto nas bombas será de R$ 0,12 a R$ 0,14 na G e de R$ 0,15 a R$ 0,18 no D. No Diesel S10 (o “Biodiesel”) deverá chegar de R$ 0,16 a R$ 0,19).

Me lembrei da demagoga queda de preço da eletricidade: recordam-se que a presidente Dilma Rousseff convocou cadeia nacional de Rádio e TV para anunciar a redução de preços da energia elétrica? Pouco tempo depois, criou as bandeiras tarifárias e as contas dispararam!

Mudam os políticos e os hábitos na Economia são os mesmos. Cortar as mordomias e combater, DE FATO, a corrupção, não querem.

bomba.jpg

– Como resolver o problema da folha de pagamento da USP?

Algo de difícil resolução: a folha de pagamento da USP corresponde a 106% do orçamento mensal, sendo que aproximadamente 2000 funcionários ganham mais de R$ 20.000,00.

Se os professores mais consagrados exigem melhores salários ofertados (é assim que funciona mundo afora), e os salários precisam ser reduzidos pois tudo está comprometido, como a Universidade faz?

Dilema…

bomba.jpg

– Foi Black Friday ou Black Fraude?

Eu consegui comprar algumas coisas que precisava com um pouco de desconto nessas promoções de Black Friday. Entretanto, me surpreendo com algumas empresas que agem de má fé.

Uma loja de tênis esportivos (e várias outras fazem a mesma coisa) estava vendendo o tênis Asics Kinsey 6 por R$ 699,00 dias atrás (provavelmente, esse tênis – que custava quase R$ 1.000,00 no começo do ano – está para ser descontinuado para o lançamento do modelo 7 e há mais de um mês teve o preço reduzido). Não é que tiveram a cara de pau de colocar o anúncio: Black Friday – de R$ 999,00 para R$ 699,99?

Picaretagem total!

bomba.jpg

– 1800 pessoas perderam o Bolsa Família em Jundiaí

Segundo o Jornal de Jundiaí deste domingo, havia 6730 beneficiários do Bolsa Família na Terra da Uva. Agora, houve redução para 4.930.

Fica a questão: muitos foram por conta da própria renda, outros por não ter cadastro adequado e outros ainda por motivos diversos.

A questão é: o que se tem feito para que essas famílias não vivam deste benefício e caminhem com suas próprias pernas?

bomba.jpg

– Cartões Amex de Viagem pelo Itau: um golpe complicado!

Pensei que era uma vigarice de outrem, mas foi de uma instituição respeitável.

O meu pai recebeu duas correspondências: a primeira que ele teria que pagar 5 dólares mensais por um cartão American Express Global Travel e outra de 5 euros por um outro cartão.

Tudo seria aceitável se ele tivesse algum cartão destes. Acontece que ele NUNCA solicitou ou recebeu tais cartões.

Após 45 minutos (sim, tudo isso) em uma ligação de espera, fui atendido pelo Amex que me disse o seguinte:

Gerentes do Banco Itau precisam cumprir metas mensais. E como esses cartões não tinham cobrança de anuidade ou mensalidade, os gerentes o emitiam aos seus clientes que nem recebiam”.

É mole? Que golpe mais bem bolado. E agora os correntistas do Itau que receberam a cobrança estão aos montes ligando (assim como meu pai fez) pedindo o cancelamento destes cartões que nunca receberam e nem ciência tiveram!

bomba.jpg

– Fazer um Churrasco em Miami é mais barato que em SP

Coisas da carga tributária brasileira: veja esse vídeo (extraído do programa Radioatividade da Jovem Pan) a respeito do custo da Picanha e de outros apetrechos para uma churrascada nos EUA.

É curioso (e de chorar), assista abaixo, em: https://youtu.be/1vz-xO81y-A

– O Rio faliu?

Mesmo depois de notórios eventos mundiais como a Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo e Olimpíadas, o Estado do Rio de Janeiro, aparentemente, faliu!

Vejam só as medidas drásticas tomadas pelo Governador “Pezão” hoje (extraído de Extra.com):

AS AÇÕES EMERGENCIAIS PARA O RJ

– Moradia: os benefícios Renda Melhor, Renda Melhor Jovem e Aluguel Social serão extintos.

– Bilhete Único: o preço do Bilhete Único intermunicipal aumentará 15%, de R$ 6,50 para R$ 7,50, em janeiro de 2017, e haverá um teto de R$ 150 por mês para uso do benefício, ou seja, do valor máximo que o governo vai complementar nas passagens.

– Restaurante Cidadão: o programa Restaurante Cidadão será municipalizado.

– Alíquota previdenciária: a alíquota previdenciária sobe de 11% para 14%.

– Fim da isenção para aposentados: durante quatro quadrimestres, será cobrada uma alíquota extraordinária de 16% de todos os servidores ativos e inativos que ganham mais de R$ 5.189,82. Aposentados e pensionistas que ganham abaixo desse teto, hoje isentos, passam a sofrer desconto de 30% em seus vencimentos.

– Cargos comissionados e gratificações reduzidas: com a incorporação e a fusão de secretarias, os cargos comissionados serão reduzidas em 30%. Além disso, haverá a redução de 50% dos valores pagos em gratificações aos servidores que permanecerem na administração. Os salários do governador, do vice-governador, dos secretários e presidentes e dos vices-presidentes de autarquias serão reduzidos em 30%.

– Transporte: moradores de Paquetá e Ilha Grande, que não pagavam passagem nas barcas, passarão a ter desconto de 50% da tarifa e gastarão R$ 2,80 nas viagens.

– Mais impostos: o ICMS será maior para energia, cerveja e cigarro.

– Reajustes adiados: reajustes concedidos em 2014 a servidores da área de segurança pública, bombeiros militares e auditores fiscais serão adiados para 2020.

Redução de secretarias: número cai de 20 para 12 secretarias estaduais. Veja como ficará a estrutura do governo:

– Casa Civil (incorporando as secretarias de Governo, Trabalho e Direitos Humanos)

– Secretaria de Fazenda e Planejamento

– Secretaria de Infraestrutura (englobando as secretarias de Obras, Transportes, Desenvolvimento Econômico e Agricultura)

– Secretaria de Educação

– Secretaria de Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação

– Secretaria de Segurança

– Secretaria de Administração Penitenciária

– Secretaria de Saúde e Assistência Social

– Secretaria de Defesa Civil

– Secretaria de Ambiente e Saneamento

– Secretaria de Turismo

– Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude

Cortes na administração: autarquias e fundações serão extintas. Veja quais:

– Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura (IEEA)

– Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj)

– Instituto de Terras do Estado do Rio de Janeiro (Iterj)

– Superintendência de Desporto do Estado do Rio de Janeiro (Suderj)

– Fundação Leão XIII

– Fundação Centro Estadual de Estatísticas e Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Ceperj)

– Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj)

bomba.jpg

– Gasolina Brasileira versus Gasolina Paraguaia

Veja se não é um desaforo ao motorista brasileiro.

Nesta virada de mês (outubro/novembro), o preço da Gasolina no Brasil está por volta de R$ 3,60 no Estado de São Paulo. Na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, o preço médio gira em torno de R$ 3,80, mas se você atravessar o Rio Paraná pela Ponte da Amizade (500 metros apenas), abastecerá seu veículo em algum posto de combustível de Ciudad del Este (Paraguai) a R$ 2,30.

Detalhe: a concentração de Anidro na Gasolina de lá é menor do que a nossa, e boa parte é distribuída pela Rede de Postos Petrobrás do Paraguay… (sim, o Paraguai também compra gasolina do Brasil).

O que dizer?

bomba.jpg

– Etanol: bomba baixa e preço alto

Os consumidores se assustaram com a alta dos preços dos combustíveis. E já havíamos dito que a queda de R$ 0,03 aproximadamente na Gasolina, anunciada pela Petrobras, não se faria sentir no bolso, devido a alta do Etanol.

Em 22 dias do mês de Outubro, o preço do Álcool Etílico subiu R$ 0,30 aproximadamente, e como a Gasolina é composta de 27,5% de Álcool Anidro (a fonte é a mesma: a cana), seria impossível não sentir os reflexos da alta dos combustíveis.

É claro que abastecer Etanol deixou de ser vantajoso, e apesar do anúncio da “queda da gasolina”, o motorista já percebeu que dentro dessa lógica o preço subiu e não baixou.

Em tempo: o Governo do Estado de São Paulo, a ANP e o Inmetro fiscalizaram mais de 4000 postos de combustíveis nos últimos dias, e 13% estavam com as bombas irregulares (1 litro tinha menos de 1.000 ml…).

Coitado do cliente!

bomba.jpg

– Sobre a Reforma da Previdência Social

Muito se tem falado sobre as mudanças nas regras da aposentadoria, e costumeiramente é o segurado quem perde. Mas cá entre nós: elas não deveriam ocorrer aos Militares e aos Políticos também, ao invés de atingir somente o cidadão comum e trabalhador?

O próprio presidente Temer declarou:

Meu exemplo serve para revelar como há aposentadorias precoces”.

E sabe porque ele disse isso? Temer aposentou-se aos 55 anos (em 1996), e recebe R$ 33.000,00 como aposentado da Procuradoria do Estado. E quanto será que ele recebe das outras aposentadorias (como a de deputado, por exemplo)?

bomba.jpg

– A Energia Elétrica vai ter redução de preço?

Na capa do Jornal de Jundiaí: tarifa de energia elétrica poderá ter redução de até 24%.

Quando se trata de serviços públicos, só acredito vendo a conta da CPFL…

bomba.jpg

– Por que caiu tão pouco o preço da Gasolina?

Sabe porque a suposta redução de preço do combustível não caiu como o consumidor esperava?

Explico nesta matéria: https://www.youtube.com/watch?v=5RdaaTOf8tk&feature=youtu.be

 

– Reduziu o preço da Gasolina de mentirinha?

Para o cidadão comum, uma acertada decisão. Mas não é bem assim…

O Governo Federal determinou e a Petrobras reduziu o preço da Gasolina em 3,2%, a fim de acompanhar a queda dos valores do mercado internacional.

Entretanto, houve uma falha: o mesmo Governo esqueceu de avisar que o Etanol (Álcool Etílico) disparou seu preço nas usinas, refletindo no preço da Gasolina, já que possui 27,5% de Álcool Anidro no produto.

Ou seja: ficou tudo no “elas por elas“…

bomba.jpg

– A nova política da Petrobras: redução do preço da Gasolina e do Diesel?

Uma grande novidade pode estar sendo preparada para o ramo dos combustíveis: a Petrobrás, enfim, deixará o viés político de lado e poderá se tornar de fato uma empresa voltada ao mercado exclusivamente.

Devido ao rombo do Petrólão e a não concretização das expectativas da extração do Pré-Sal, a companhia sofreu inúmeros e grandes prejuízos. Dessa forma, a expectativa de aumento de preços era iminente. O último reajuste foi em Setembro de 2015, e a necessidade de sanear as finanças da empresa com o aumento dos derivados de petróleo (em especial depois do reajuste do gás) era esperado.

Entretanto, a BR anuncia que trabalhará com a política de preço com paridade no mercado internacional. Hoje, a Gasolina brasileira está sendo vendida a 30% a mais do que deveria, se comparada à queda do preço do barril de petróleo. Dessa forma, duas medidas poderão ser tomadas:

  • a Redução do preço dos combustíveis;
  • o Desinvestimento em até 25% em 5 anos.

Tudo isso será feito para sanear a empresa. Entre elas, vender participação dos ativos da Petrobras em outros negócios. Segundo o presidente da BR, Pedro Parente, a idéia é alcançar 74 bilhões de dólares em economia e alavancagem de vendas para cobrir o déficit.

Muito dinheiro, não?

bomba.jpg

– A difícil situação do Hopi Hari. Fechará?

A Justiça não permite que o Parque de Diversões Hopi Hari utilize de Recuperação Judicial para continuar aberto. Após duas greves e interdição de montanha-russa, local pode ser fechado.

Extraído de: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/09/justica-nega-pedido-de-recuperacao-do-parque-hopi-hari.html

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE RECUPERAÇÃO DO PARQUE HOPI HARI

A 2ª Vara Cível da Justiça de Vinhedo (SP) negou o pedido de recuperação judicial do parque de diversões Hopi Hari, situado no interior de São Paulo. A decisão da juíza Euzy Lopes Feijó Liberatti, responsável pelo caso, foi publicada na quinta-feira (8).

A empresa fez o pedido em agosto para evitar a falência do empreendimento e tentar conseguir investidores para pagar uma dívida de R$ 330 milhões com credores.

Na decisão, a juíza Euzy Lopes Feijó Liberatti afirma que as medidas apresentadas no pedido da empresa “não se mostram pontuais, nem provisórias, e não contam com o respaldo da lei”.

O advogado do parque, Daltro Borges, afirmou ao G1 em agosto que pelo menos 50% da dívida do local é com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, por isso, sem a recuperação judicial, ficaria impossível ter acesso às linhas de crédito e o grupo seria obrigado a decretar falência.

MONTANHA-RUSSA

Em julho, a juíza Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, do Foro Central Cível de São Paulo, autorizou o empresário Cesar Augusto Federmann a fazer a retirada de uma montanha-russa do parque.

O brinquedo tratado no processo, uma montanha-russa de dez inversões, é prevista como nova atração, mas está desmontada e o prazo para abertura aos visitantes não foi confirmado pelo parque.

Em nota divulgado na época, o Hopi Hari alegou que todas as questões judiciais foram encerradas por meio de acordo enviado para a Comissão de Valores Mobiliários.

Em janeiro deste ano, o empresário acionou a Justiça de Vinhedo para cobrar R$ 5,9 milhões do parque, referentes a um empréstimo feito em dezembro de 2014 e acréscimo de juros. Contudo, o pedido foi indeferido no mesmo mês pelo juiz da 1ª Vara Cível, Fábio Marcelo Holanda, após o protesto ser interrompido.

À época, o magistrado mencionou que, caso o Hopi Hari pagasse o valor cobrado, não seria decretada a falência. Na ocasião, a assessoria do parque também citou que liminar da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo impedia a cobrança do valor.

Paralisações

No mês de agosto, os funcionários do parque fizeram paralisações por falta de pagamento em duas ocasiões e os turistas que vieram de outras cidades ficaram sem acesso ao espaço. Na época, a empresa não confirmou a greve e disse que o local estava em manutenção.

bomba.jpg

– Reforma da Previdência só para Trabalhadores de Verdade?

Coisas hipócritas do nosso país: querem mudar as regras da aposentadoria, mas só de “pessoas normais”.

Pergunto: por que os senhores parlamentares não mudam as regras das suas aposentadorias especiais? Os deputados, senadores, juízes e ministros têm muitas mordomias, recebem vencimentos integrais, acumulam mais de uma aposentadoria e outras benesses. ELES TERIAM  QUE TRABALHAR COMO A MAIORIA DAS PESSOAS DESSE PAÍS, TENDO COMO TETO O MESMO SUPOSTO 10 SM DOS NORMAIS. Aceitariam isso?

Essa realidade da grana absurda gasta com eles não se discute. Mas reduzir o dinheiro do cidadão comum e estender o tempo de trabalho dos outros, sim, pois é “mais fácil”. Mexer dos bolsos deles, neca!

Que antes da reforma da Previdência Social, mudem as regras deles. Aí sobrará dinheiro.

bomba.jpg

– Lego, a Fênix dos Negócios

Como explicar?

Em 2003, a dinamarquesa de brinquedos Lego estava quase falida. Sem dinheiro, nem inspiração, amargava ½ bilhão de dólares de prejuízo/ano. Em 2015, ganhou um prêmio como “Marca Mais Poderosa do Planeta”.

Segundo a Revista Época Negócios, em matéria de Raquel Grisotto (Abril 2015), foram 6 medidas-chave para a empresa ressurgir:

1- Ajustes de Contas: demitiu 30% dos funcionários e vendeu 70% das participações em outros negócios fora da empresa.

2- Pegada Global: deixou o Leste Europeu e migrou para países em desenvolvimento.

3- Agilidade em Dobro: um novo brinquedo levava 2 anos para ser desenvolvido. Hoje, somente 1 ano para chegar da fábrica às prateleiras.

4- Portfólio mais Enxuto: os produtos são tijolinhos de plásticos e seus bonequinhos. E só!

5- Ajuda dos Famosos: licenciamento de personagens de filmes e desenhos famosos como atração.

6- Vínculo com Clientes: de cada 10 profissionais contratados, 2 são fãs assumidos de Lego.

De fato, é inegável o sucesso da Lego nos dias de hoje, embora, eu, ainda sou do tempo do Playmobil…
bomba.jpg

– A inevitável demissão em massa das organizações

Noticia-se que a Mercedes Benz está demitindo seus funcionários por telegrama (após promover um programa de demissões voluntárias) e que a produção de ônibus e caminhões está suspensa por tempo indeterminado.

Tal fato é um preocupante indicador: ônibus transportam trabalhadores e caminhões a produção. Se esses veículos não vendem, é sintoma que o Brasil está em crise.

Neste círculo vicioso, os desempregados deixam de consumir. Os mercados vendem menos, o comércio precisa cortar gastos e surgem novas demissões.

É o cenário do país. O que fazer nesse momento?

Sugestões? Encaminhe-as ao Palácio do Planalto.

bomba.jpg

– A Superpotência Brasil?

Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs e que criou o termo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) para se referir aos gigantes emergentes da economia, disse que chegaremos ao desenvolvimento pleno:

O Brasil não é mais um país emergente. Será uma das 5 maiores economias em 2050.

Respeito-o e não acredito nessa felicidade próxima. Com nossos indicadores sociais, estamos longe de ser primeiro mundo…

Imagem4.png

– Polo Shopping e Jundiaí Shopping são o retrato da crise.

Estive nesta semana visitando o Shopping Center de Indaiatuba, o Polo Shopping. E fiquei assustado com o que vi: corredores praticamente inteiros com lojas fechadas. Ouso dizer que há mais espaços disponíveis do que comércios abertos!

Me lembrei do Jundiaí Shopping, que em seu 2o piso há espaço sobrando para se montar qualquer coisa tamanho o número de estabelecimentos que encerraram as atividades.

A verdade é: a crise pegou a todos – dos mais populares aos mais luxuosos!

bomba.jpg

– A Reinvenção de Gigantes como Microsoft, Dell e HP

Quando os números não são satisfatórios – lucro pequeno, monotonia financeira ou prejuízo grandes corporações devem repensar suas estratégias. É o que essa interessante matéria fala sobre algumas potências da tecnologia:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/277827_OS+GIGANTES+SE+REINVENTAM

OS GIGANTES SE REINVENTAM

Para frear resultados financeiros negativos, empresas como Microsoft, Dell e HP mudam foco de negócios e comprovam que sem inovação não é possível sobreviver às rápidas transformações do setor tecnológico

por Mariana Queiroz Barboza

Nas últimas quatro décadas, poucas empresas foram tão inovadoras, poderosas e rentáveis quanto a americana Microsoft. Criada em 1975 por Bill Gates e Paul Allen, ela levou menos de dez anos para se tornar uma das maiores corporações do mundo graças principalmente ao Windows, o sistema operacional que mudaria para sempre a história dos computadores, e fez de Gates um mito empresarial. Mas tudo isso faz parte do passado. Hoje, a Microsoft é uma sombra do que foi até pouco tempo atrás. A gigante cresceu produzindo softwares para computadores, mas os computadores não são mais os campeões de preferência da nova geração. No ano passado, as vendas de laptops caíram 3,4%, enquanto a de tablets dispararam 78%. Se as pessoas compram cada vez menos computadores, como a Microsoft vai vender seus softwares? Isso explica por que a empresa amargou, no ano fiscal de 2012, um recuo de 35% nos lucros. O que fazer para frear esse declínio? Para a própria Microsoft, é preciso se reinventar. No fim do ano passado, a empresa lançou o tablet Surface e decidiu se aventurar no universo dos hardwares. “Talvez devêssemos ter feito isso antes”, reconheceu o presidente Steve Ballmer, em encontro com investidores. Na semana passada, em mais um sinal de que está acompanhando os concorrentes em vez de lançar tendências (como fazia antigamente), a companhia substituiu o Hotmail, seu fracassado serviço de e-mails, pelo Outlook, numa tentativa de tentar recuperar os usuários que perdeu para o Gmail, do Google.

Não são raros os casos de empresas que, fustigadas pelo tempo, deixaram de ser relevantes. Na área tecnológica, em que a velocidade das transformações torna o que é bom hoje ruim amanhã, esse processo é mais doloroso. “Agilidade é fundamental no mercado de tecnologia, porque o fluxo de mudanças é mais acelerado do que em outras indústrias”, afirma Camila Pereira Santos, analista de mercado da IDC Brasil. “Pelo menos uma vez por ano, há uma transição de tecnologia.” A Dell nasceu como fabricante de computadores de mesa e foi, como a Microsoft, superada pelos rivais mais sintonizados com o mundo de hoje. Na semana passada, a companhia anunciou uma queda de 31% no lucro em 2012, semelhante à sua desvalorização na bolsa de valores no mesmo período. Diante da crise, a saída encontrada pelo presidente e fundador, Michael Dell, foi fechar o capital da empresa para poder reestruturá-la longe das análises públicas. A proposta de US$ 24,4 bilhões, se aceita pelos acionistas, deve transformar a Dell numa empresa de capital fechado até julho. Michael Dell também está mudando o foco de negócios da companhia. Em vez dos computadores, sua prioridade são os serviços tecnológicos, como centros de armazenamento de dados.

Mais do que em outros setores, a marca – e as qualidades associadas a ela – é requisito fundamental para os consumidores de tecnologia. Por isso, o presidente da BlackBerry (BB) se incomodou tanto com um artigo publicado no jornal “The New York Times” em outubro. O texto dizia que os donos de BlackBerrys, antes ligados a executivos de elite, agora se envergonham de usar o aparelho em público por estar “fora de moda”. Cita até que Marissa Mayer trocou os aparelhos de seus funcionários por iPhones e Androids assim que assumiu a presidência do Yahoo, numa tentativa de mudar a imagem “enfadonha” de sua empresa. Para Thorsten Heins, presidente da BB, faltou equilíbrio à reportagem. A resposta veio, então, com o lançamento do BlackBerry 10, quatro meses depois, recebido com entusiasmo pelos especialistas. A sedução de uma marca, contudo, também tem prazo de validade. Pesquisas recentes de consultorias de marketing mostram que, ao menos nos Estados Unidos, o apelo da Apple, até então a queridinha da América, tem caído entre os adolescentes. Segundo elas, a empresa vem cedendo cada vez mais espaço para a Samsung e até, quem diria, para a Microsoft na preferência dos mais jovens. Um novo ciclo pode ter acabado de começar.

A ideia de que a contínua renovação do modelo de negócios das companhias é inevitável não vem de agora. Em 1942, no livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”, o economista austríaco Joseph Schumpeter cunhou o termo “destruição criadora” para explicar que a mudança é a única constante no capitalismo, num processo de evolução do sistema. “Assim como Karl Marx, Schumpeter prevê que o capitalismo irá se esgotar, mas pelos seus sucessos e não pela revolução do proletariado”, afirma Rodrigo Zeidan, professor da Fundação Dom Cabral. “Sendo assim, o processo de destruição criadora acabaria, pois seria difícil manter a grande entrada de empresas inovadoras.” Enquanto o capitalismo continuar, porém, a única saída possível para as gigantes de tecnologia é a inovação permanente. A Microsoft espera não ter descoberto essa máxima tarde demais.