– Falência do Diário de São Paulo

Puxa, que pena. Leio que um juiz decretou a recuperação judicial do jornal Diário de São Paulo, devido a alguns imbróglios que envolviam não só o jornal mas outras empresas do grupo, numa tremenda confusão jurídica.

Me lembro do tempo no qual o jornal era o Diário Popular. Vendia muito! Aí a Globo o comprou e o transformou em Diário de SP. Será que queria concorrer “pau-a-pau” com a Folha de SP e o Estado de SP?

Depois disso passou para o grupo do J Hawilla, que o vendeu para Fulano, que vendeu para Beltrano, e por aí vai.

Eu escrevia para eles no blog que estava hospedado em conjunto com o Portal Rede Bom Dia, além da coluna impressa. Infelizmente, tudo saiu do ar sem prévio aviso ou satisfação.

Triste mesmo. Muitos jornalecos de interesses políticos surgem e os tradicionais não aguentam mais. Aliás, estaria a Internet sendo um pouco culpada disso?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1952905-justica-decreta-a-falencia-do-jornal-o-diario-de-spaulo.shtml

JUSTIÇA DECRETA A FALÊNCIA DO JORNAL ‘DIÁRIO DE S.PAULO

O “Diário de S.Paulo”, antigo “Diário Popular”, teve o pedido de falência decretado nesta terça (23), assim como suas controladoras, a Editora Fontana e a Cereja Serviços de Mídia Digital.

A publicação continuará circulando, pois, no entendimento do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências de São Paulo, a massa falida terá mais benefícios ao alienar um negócio que está em funcionamento do que com um paralisado.

O diário tem cerca de cem funcionários e circulação estimada em 34 mil exemplares.

O jornal teve vários donos desde 1988, quando mudou de mãos pela primeira vez, entre os quais Orestes Quércia, a Infoglobo e J.Hawilla.

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– Gasolina já atinge R$ 5,00 em alguns lugares do Brasil

Depois de inúmeros aumentos sequenciais de preços, a Gasolina atinge 20% de aumento acumulado nos últimos 6 meses. No Nordeste do Brasil, Rio de Janeiro e Interior de Minas Gerais o valor do litro atingiu inimagináveis R$ 5,00!

Os hábitos vão mudando: deixa-se o carro em casa e se anda mais a pé ou de bicicleta; tirar o automóvel da garagem à toa, nem pensar; carona: algo obrigatório.

O que fazer, se não economizar?

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– Petrobrás anunciou produção recorde de petróleo em 2017!

Nunca antes nesse país produzimos tanto Diesel e Gasolina.

E daí?

Com a história da paridade internacional de preços e variação flutuante quase que diária, de nada adianta tal benefício ao consumidor de combustível. Vide os preços absurdos da Gasolina e do Diesel!

Insisto: estamos pagando ainda o custo-corrupção da empresa…

Aliás: saiba que a produção é recorde pelo QUARTO ANO SEGUIDO, e atingiu a incrível marca de 2,15 milhões de barris de petróleo por dia (bpd)!

Uau… Para se ter uma ideia, na camada do Pré-Sal a média também foi recorde: 1,29 mi bpd.

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– Quanto tempo levará para o Brasil ficar rico?

Olhem que interessante matéria de Exame.com, por Nicholas Vital: o prazo para sermos uma nação desenvolvida seria de 20 anos!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0980/noticias/vinte-anos-para-ficar-rico

20 ANOS PARA O BRASIL FICAR RICO

Está em curso um fenômeno novo para o país: o amadurecimento em massa da população. Mas é preciso correr, pois a janela de oportunidades tem data para fechar

Ronaldos e Giseles à parte, a maioria dos mortais segue um roteiro de vida semelhante. Primeiro experimentamos as delícias da infância e da adolescência. Depois, chega a hora de começar a trabalhar, um momento marcado por muito esforço e pouco dinheiro. Com o tempo, as oportunidades vão surgindo e o desafio é conseguir garantir um descanso tranquilo no período final. E assim passamos de geração em geração. Também os países seguem uma trajetória semelhante, com graus diferentes de sucesso. Numa fase inicial, nações jovens têm uma fatia grande da população abaixo da idade de trabalho. Com o tempo, as crianças crescem e começam a trabalhar. É um período ideal para aproveitar o impulso e crescer. Depois vem a fase do envelhecimento, em que o ímpeto econômico se esvaece. Se tudo der certo nesse caminho, haverá, então, riqueza suficiente para financiar o sossego dos idosos.

O Brasil já foi uma nação jovem. E seremos, no futuro, um país velho. A boa notícia é que estamos — agora — no auge do período produtivo. Encontra-se em curso um fenômeno demográfico e social novo para o país: o amadurecimento em massa da população. O crescimento populacional vertiginoso ficou para trás. Após crescer geometricamente por dois séculos, o número de brasileiros aumenta cada vez menos e não deve ultrapassar a marca de 220 milhões. Ao mesmo tempo, com expectativa de vida de 73 anos, o país tem hoje dois terços da população entre 15 e 64 anos — a faixa etária considerada economicamente mais produtiva. A proporção dos que estão em idade de produzir vai continuar a crescer até 2022, quando atingirá um pico de 71%. A previsão é que nessa data o número de brasileiros em idade ativa passe dos atuais 130 milhões para 147 milhões. As chances de negócios abertas por essa transformação silenciosa são enormes. “Se em dez anos não abrirmos 100 milhões de novas contas, é porque algo deu errado”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos, o número de agências bancárias no país deve crescer 50% na próxima década, o que significa a criação de cerca de 150 000 postos de trabalho. O crescimento no setor bancário é apenas um exemplo do salto esperado em inúmeros mercados na próxima década.

“Essa é uma chance única na história de qualquer país”, disse a EXAME Ronald Lee, diretor do departamento de demografia e economia da Universidade de Berkeley e membro da Comissão Americana para Estudos do Envelhecimento. A chance a que Lee se refere é batizada pelos especialistas de bônus demográfico — a fase com o máximo possível de gente trabalhando. Uma projeção realizada pelos professores Cássio Turra e Bernardo Queiroz, da Universidade Federal de Minas Gerais, mostra que o Brasil tem um potencial de crescimento de 2,5% ao ano gerado exclusivamente pelo bônus demográfico. Outra conta, feita por Marcelo Neri, pesquisador do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, sugere um aumento de até 2,7% ao ano na renda média dos brasileiros em função do bônus e do aumento da escolaridade, iniciado nos anos 90. No cenário elaborado por Turra e Queiroz, o Brasil, se crescer apenas à média anual de 2,5% propiciada pelo bônus demográfi co, chegará a 2030 com um produto interno bruto de 3,3 trilhões de dólares, 50% maior que o atual. Mas o país tem crescido mais que isso — e os economistas avaliam que será possível manter um ritmo de 4,5%. Isso elevaria, no mesmo prazo, o PIB para 4,8 trilhões de dólares, o sufi ciente para alcançar um padrão de renda equivalente ao que Portugal tem atualmente. Numa hipótese mais otimista, de o bônus ser aproveitado para impulsionar reformas mais profundas, em duas décadas o Brasil atingiria o nível de renda per capita atual da Espanha e teria um PIB de 7 trilhões de dólares. “Os brasileiros estão diante de uma oportunidade de ouro, mas ela é temporária. Após duas décadas, o envelhecimento da população inverterá a curva e fará a proporção de inativos subir. Por isso, para tirar o máximo proveito até lá, o Brasil deve investir fortemente nas novas gerações, em especial provendo boa educação básica”, diz Lee. O recado é claro: temos mais 20 anos para fazer a lição de casa, modernizando a economia e melhorando a qualidade da educação, e, assim, nos tornar uma nação rica. Caso contrário, estaremos no pior dos mundos. Corremos o risco de envelhecer sem ter conseguido integrar o clube dos desenvolvidos — e aí será muito mais difícil chegar lá.

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– Os 4 Tipos de Chefes Mais Odiados pelos Jovens

Veja que interessante: pesquisa aponta os defeitos mais odiados dos jovens em relação aos seus chefes.

Será que o do seu superior está nesta lista?

1– Chefes ausentes da sua equipe

2- Chefes que não elogiam

3- Chefes conservadores

4- Chefes parciais no tratamento

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-4-tipos-de-chefes-que-os-jovens-mais-odeiam

OS 4 TIPOS MAIS ODIADOS PELOS JOVENS

A receita para ser rejeitado pela equipe é esquecê-la. Chefes ausentes e indiferentes são adeptos do “estilo de liderança” mais reprovado por jovens entrevistados pelo Nube, entre novembro e dezembro.

Para 57% dos 7.451 participantes da pesquisa, o pior perfil é do chefe distante e quase nunca presente. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamentos externos do Nube, o resultado da pesquisa é sinal de que os jovens prezam, e muito, pela criação de relacionamentos com colegas e líderes no ambiente de trabalho.

Um chefe que não reconhece as conquistas da equipe aparece logo em seguida na escala de rejeição. Com, 20,52% dos votos, este tipo de comportamento também é altamente criticado pelos jovens, acostumados a ouvir elogios de pais e professores.

Perfis que pendem para uma atuação tradicionalista e proibitiva também recebem cartão vermelho da Geração Y. Segundo a pesquisa, 17,32% dos entrevistados rejeitam chefes que adotem este estilo mais antiquado.

A parcialidade no tratamento da equipe fecha a lista de gestão, co]m 5,14% dos entrevistados, de acordo com o Nube.

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– Salário Mínimo a R$ 954,00 é gozação contra o trabalhador! E mais um aumento nos combustíveis… o 123o.

CAMPANHA: SE O SALÁRIO MÍNIMO TEVE 1,8% DE REAJUSTE ANUAL, QUE O GÁS, A GASOLINA, A CONTA DE ÁGUA E OUTRAS DESPESAS TENHAM O MESMO PERCENTUAL NO ANO INTEIRO!

Enquanto em Brasília nossos políticos abusam das mordomias e tem altíssimas verbas de auxílio, o cidadão comum terá que se contentar com um reajuste de 1,8% anual no Salário Mínimo (bem abaixo da inflação – cujo índice oficial eu duvido).

A questão é: como sobreviver com menos de R$ 1.000,00 se tudo está tão caro? E para mostrar sua “bondade” no final de ano, tivemos o 123o. realinhamento dos preços dos combustíveis no ano (sendo 117o só no segundo semestre, desde que foi implantada a política de preços flutuantes do Governo).

Se o reajuste do salário mínimo foi pequeno, o dos combustíveis (esse último, desta noite) foi assustador – em especial ao Diesel. Veja o quanto já acumulou neste ano!

Insisto e repito: a população é quem está pagando o custo da corrupção dos últimos anos.

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– O Bitcoin e a bolha das Tulipas: mais para Facebook ou mais para MySpace?

Um bitcoin chegou a valer 6 centavos de dólar. Em 28 de setembro de 2017 (hoje), está em US$ 15,000.00 aproximadamente. Como entender o dinheiro virtual, a moeda criptografada?

Quando surgiu a mania das “bolhas de negócios da Internet”, surgiram grandes empresas no mundo virtual que faziam dinheiro “do nada”, em uma fase passageira, e que quase sempre não vingavam. Eram, em analogia, as chamadas “bolhas” –  que ganhavam tamanho, presença, mas… ESTOURAVAM!

Lembram do “MySpace”, tão badalado no surgimento da internet? Hoje não vale mais nada. Porém, o tímido Facebook tomou proporções incríveis e agora domina o ambiente virtual.

No mundo real pudemos ver as diversas empresas de Eike Batista formarem essa bolha e o dinheiro nunca aparecer. Hoje, nada valem também.

Em tempos passados, a quantidade de sal obtida chegou a ser uma riqueza (daí o termo SALário). O veludo também era algo de valor absurdo. Mas talvez o que mais tenha se aproximado da empolgação atual da moeda virtual Bitcoin, que se valoriza assustadoramente (o texto abaixo a explica) mais se parece com a “febre das Tulipas”, na Holanda do Século XVII. Naquela época, nos Países Baixos, a flor era considerada uma riqueza natural e valia muito dinheiro, sendo que pessoas investiam nas plantas como se comprassem commodities nos dias atuais.

Entenda abaixo, extraído do Portal do Bitcoin, por Victor Sá, essa loucura da moeda criptografada que tanto se tem falado:

BOLHA DO BITCOIN E A MANIA DAS TULIPAS

Assim como muitos em Wall Street estão otimista com o bitcoin, um dos analistas financeiros solitários que previam um aumento quando a moeda digital era apenas seis centavos agora tem uma visão extremamente negativa.

“Uma tripla baixa – o padrão das ondas de Elliott, a psicologia otimista e até mesmo os fundamentos sob a forma de gargalos na blockchain – levará ao colapso as criptomoedas”, escreveu o analista Elliott Prechter na edição de 13 de julho do boletim informativo The Elliott Wave Theorist.

“A atividade de preços e o sentimento maníaco que levaram aos preços presentes superam até a mania das Tulipa”, disse ele. “O sucesso do Bitcoin gerou mais de 800 clones (alt-coins) e só aumenta. A maioria dos quais são esquemas de pump-and-dump”.

“No entanto, os investidores os anunciam ansiosamente”, acrescentou Prechter.

Ele é o filho do famoso analista técnico Robert Prechter, que popularizou o Elliott Wave, usando-o para prever o crash do mercado de ações de 1987 e publica um boletim de notícias desde 1979. No entanto, o debate sobre a precisão do Elliott Wave cresceu após Robert Prechter chamar o final do mercado de alta dos anos noventa, cinco anos antes de terminar.

O princípio é uma forma sofisticada de análise técnica amplamente seguida por traders que analisa os ciclos de sentimento em uma tentativa de prever o desempenho do mercado – cinco ondas normalmente sinalizam uma desaceleração.

Em relação ao bitcoin, “sob o modelo de ondas de Elliott, o que estamos vendo, estamos fazendo uma quinta onda final desde os seis centavos”, disse o Prechter filho à CNBC em uma entrevista por telefone na quinta-feira. “Isso não implica que ele vai para zero. Isso não implica que ele vá para seis centavos. Eu acho que isso acontecerá com os clones [altcoins]”.

Bitcoin

Em setembro de 2010, Elliott Prechter escreveu no The Elliott Wave Theorist sobre bitcoin quando ele estava 6 centavos. Poucos no mundo financeiro consideravam seria a moeda digital na época.

“Isso provou ser a oportunidade de compra não apenas de uma vida, mas até agora de todos os tempos”, disse Prechter.

O Bitcoin atingiu um recorde de US $ 3000 em junho, 50.000 vezes o preço em 2010.

Para Prechter, as previsões do bitcoin aumentarem dramaticamente relembra 1999, antes da explosão da bolha dotcom.

Mania das Tulipas

Ele disse que a emoção supera a mania das tulipas na Holanda no início dos anos 1600.

Como Investopedia diz, as tulipas se tornaram uma mercadoria tão apreciada que, em 1636, eles estavam sendo negociados em muitas bolsas holandesas e “muitas pessoas trocaram ou venderam bens para participar da mania do mercado de tulipas”.

“Como qualquer bolha, tudo chegou ao fim em 1637, quando os preços caíram e as vendas de pânico começaram”, de acordo com o artigo. “As tulipas logo se trocaram em uma fração do que valiam, deixando muitas pessoas em ruína financeira”.

“A tecnologia avançou muito, mas a psicologia humana ainda é a mesma”

Como muitos entusiastas da moeda digital, ele vê um potencial significativo nas criptomoedas para automatizar as indústrias bancárias e legais.

“O futuro distante das criptomoedas é brilhante”, disse Prechter no relatório. “A tecnologia é como a internet em 1999: estava prestes a conquistar o mundo, mas o NASDAQ ainda caiu quase 90% durante o ponto de encontro de 2000-2002”.

Mas o bitcoin pode não ser parte desse futuro.

“É muito cedo para saber se o Bitcoin é o Facebook ou o MySpace”, disse Prechter

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– Os 122 aumentos de preços nos combustíveis no 2o semestre!

Não é mais suportável o que estão fazendo com a política de preços da Petrobrás. Todo dia há aumento (inúmeros mini-reajustes), mas raríssimas reduções de preços.

O Governo diz que no acumulado (foram mais de 120 aumentos, quase que diários, em menos de 6 meses) foram apenas 2,3% de oneração real. Nada disso, foram mais de 20% de aumento! E o pior é: estão jogando a culpa nos donos de postos de combustíveis. Veja só a margem bruta na Gasolina – há 10 anos, quando o produto custava menos de R$ 2,00 ela era de R$ 0,34. Hoje, cujo preço ultrapassa os R$ 4,00 e por lógica a margem bruta deveria ter dobrado… continua nos mesmos R$ 0,34!

Que a Petrobrás assuma seus erros, conte a verdade aos consumidores (que é: os prejuízos da corrupção politico-financeira iniciada no final do Governo FHC e explorada ao extremo por Lula e Dilma, serão cobertos pelos motoristas quando abastecerem seus carros) e que não impute a responsabilidade aos comerciantes.

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– De novo o Petróleo aumentando nesse país?

Com a política flutuante de preços instaurada pela Petrobrás, ao invés de grandes aumentos específicos nos combustíveis em determinados períodos de tempo, agora eles são diários – variando conforme a cotação internacional.

Entretanto, esses micro-aumentos diários são frequentes, mas não há a redução com a mesma frequência e percentual, como ocorre lá fora.

O certo é que para esse final de semana (o penúltimo do ano), teremos um reajuste violento na Gasolina e no Diesel, já autorizado.

Cadê os panelaços de protesto?

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– O que estão fazendo com o preço dos combustíveis?

A inflação oficialmente está menor do que 0,5% ao mês e houve deflação dos alimentos, segundo o Governo. Mas você acredita nisso?

Veja o preço da Gasolina: quase 20% de reajuste nos últimos 2 meses e já está ultrapassando os R$ 4,00. O Etanol não fica atrás, pois passará os R$ 3,00 bem logo. E o Diesel? Ufa, que dureza.

E ninguém faz nada? Cadê os panelaços?

Estamos pagando os custos da corrupção da Petrobrás?

O Brasil está abandonado e os políticos estão pensando apenas nas Eleições. O povo têm sido só um detalhe a eles.

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– É imoral reajustar em 25% o IPTU de Jundiaí

Todos nós ouvimos falar que o Brasil está quebrado financeiramente, fruto de recessão, corrupção e má gestão. Isso vale para muitos estados (o Rio de Janeiro que o diga) e vários municípios.

Jundiaí, nossa rica cidade, assim como o resto do país, ‘rachou” politicamente. A péssima divisão entre esquerda-direita, comunistas-liberais ou “turma do PSDB-PT” (mesmo quando não sejam esses dois partidos no poder) faz com que a política se torne um verdadeiro Fla-Flu.

Digo isso pois TUDO é motivo para se criticar gestões anteriores (e não tiro a razão de quem critica, temos péssimos gestores do dinheiro público em todos os lugares e em todo o tempo da história) e, como solução prática, aumento de tarifas públicas e impostos.

Vide na esfera nacional: corte de investimentos em Educação e Saúde, medidas onerosas à maioria da população e nenhuma movimentação para o fim das regalias que envolvem os nobres deputados e senadores.

Se trouxermos tudo isso para nossa cidade de Jundiaí, o lamento se faz igual: se o cofre do município está quebrado (mesmo sabidamente sendo uma cidade rica e de inúmeras empresas aqui instaladas), não é justo que a população pague por um reajuste de 25% no Imposto Territorial Predial Urbano (IPTU).

Ora, há de se ter mais criatividade para resolver os problemas das finanças municipais: corte de cargos comissionados, redução de gastos desnecessários, enxugamento nas verbas de publicidade, etc, etc e etecetera. O que não dá é para o munícipe pagar a conta (como sempre se faz).

Hoje os vereadores votarão o aumento ou não de IPTU. Duvido que passe. Mas se passar, será vergonhoso. Repito: a população não pode pagar por má gestão anterior ou ter equivalência percentual nos reajustes dos deveres a saldar, se não há nas obrigações a receber.

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– Um país que não acaba com a Corrupção e ainda tira verba de Pesquisa Científica e Educação

Que coisa, não? O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) demitiu 40 funcionários. Tal órgão é um dos mais plausíveis e de vanguarda do Brasil.

Motivo?

A crise econômica, que reduziu 42% o seu patrimônio.

Como desenvolver o país desse jeito? É a prova cabal que a situação econômica-política do país reflete diretamente em ciência e pesquisa – e por tabela na Educação.

Abaixo, extraído de: http://correio.rac.com.br/_conteudo/2017/12/campinas_e_rmc/504558-laboratorio-de-bioetanol-demite-40.html

LABORATÓRIO DE BIOETANOL DEMITE 40

Por Leandro Ferreira e Letícia Guimarães

Sede do Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol: necessidade de redução de custos

O Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), instalado no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, está sofrendo com os cortes de gastos. De acordo com o diretor-geral do CNPEM, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, foram 40 demissões este ano, metade delas desde o último dia 23, sobrando 90 dos 130 trabalhadores que atuavam no local.

O laboratório desenvolve pesquisas com capital público e em parceria com a iniciativa privada sobre bioenergia, com foco especial no bioetanol, além de projetos e linhas de pesquisas de importância para o setor. Hoje, o CTBE ocupa posição de destaque no campo de pesquisa e desenvolvimento em bioenergia, assim como atua como peça central na discussão e desenvolvimento de novas políticas bíblicas.

Na última sexta-feira, autoridades de entidades ligadas ao setor de biocombustíveis enviaram uma carta ao ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, reforçando o apoio às atividades do CTBE e solicitando alternativas para que o trabalho realizado não seja descontinuado. O documento também detalha a preocupação dos representantes destas instituições com os cortes que já foram feitos, inclusive do ex-diretor do laboratório, Gonçalo Pereira, e dos que ainda estão por vir. “Nos preocupa a fragilidade institucional de um laboratório com tal importância estratégica para o País”, informa um trecho da carta.

Segundo Cerqueira Leite, o primeiro bloco de demissões ocorreu devido ao término de um projeto financiado pela iniciativa privada que ressarcia parte dos salários. “Os demais funcionários foram desligados devido à reestruturação das frentes de ação do CTBE, as quais devem ser estrategicamente alinhadas à missão do CNPEM, que tem como prioridade promover atividades científicas de excelência. As duas situações são permeadas também pela necessidade de redução de custos.”

O diretor-geral do CNPEM informou que o orçamento este ano foi reduzido em 42%, em verbas que vêm do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTIC). “Novas contratações só ocorrerão se houver aumento do orçamento.”

O CNPEM abriga também o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), e o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano). Segundo Cerqueira Leite, nestes laboratórios não está havendo cortes relacionados à redução de custos ou encerramento de convênios. “O orçamento do CNPEM deveria ser em torno de R$ 90 milhões e até agora recebemos R$ 54 milhões. O orçamento é do Centro e não por laboratório. Assim, todos os laboratórios nacionais sofreram com a redução orçamentária e tiveram que rever seus custos de operação.”

Para Gonçalo, que também foi demitido, a instabilidade no CTBE pode afetar o interesse de empresas privadas em contratarem pesquisas no laboratório. “Empresa exige estabilidade para investir”, afirmou.

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– A queda de preço “de mentirinha” dos combustíveis!

O aumento acumulado da Gasolina nos últimos meses (de Julho a Novembro) atingiu a marca de 27%, em diversos e contínuos micro aumentos (foram 85 reajustes). Praticamente, a Petrobrás faz esses reajustes (ou como ela gosta de dizer: realinhamentos) diariamente.

Depois de 3 significativos aumentos no feriado, onerando o preço à vista na bomba em quase R$ 0,12 no prazo de 4 dias, há um anúncio em todas as mídias sobre uma redução de preço para a Gasolina, em… 0,38%.

Você não se enganou: depois de subir tanto o preço, resolveu diminuir o impacto com uma “merreca” insignificante, que em reais, significaria R$ 0,01!

É o chamado “engana que eu gosto”… deveria fazer a mesma publicidade dos aumentos como faz quando raramente reduz.

A propósito, você tem acompanhado a confusão nos postos do Estado de Goiás? Lá, dizem que há a prática de cartel. Mas aqui no estado de São Paulo, a “guerra” é outra: a do lucro mínimo, onde alguns maus comerciantes adulteram produtos, roubam na galonagem e praticam preços impensáveis do ponto de vista da revenda honesta. Aos corretos, beira-se a insolvência…

Enfim: a política de preço flutuante, mas que somente aumenta o valor, tem maltratado postos e clientes. Quem ganha é apenas a Petrobrás!

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– EUA é o destino para os Empreendedores Brasileiros?

Como os negócios não estão prosperando em nosso país, em face o desemprego, a inflação e a retração nas vendas, muitos investidores e empreendedores descobriram uma solução alternativa: ir ao encontro do mercado estrangeiro!

Abaixo, extraído da Revista Isto É, ed 2398

O CAMINHO É O EXTERIOR

Por Ludmilla Amaral

Fabricante de máquinas para picolé e sorvete artesanal, a Finamac foi fundada em São Paulo em 1985. Em 2006, começou a exportar depois de receber consultas na internet de empresas estrangeiras interessadas em comprar seus equipamentos. Em 2012, ocupou em Miami um pequeno escritório da Apex-Brasil, agência brasileira de estímulo às exportações. Em 2015, abriu um galpão próprio, também em Miami, para iniciar o processo de fabricação das máquinas. Em 2016, os equipamentos estarão disponíveis para venda. Com relativa presença no mercado internacional, a Finamac decidiu fugir da crise no Brasil. Com as vendas estáveis no País, a empresa vai expandir fronteiras. Atualmente, 50% do faturamento vêm do exterior, mas o número deverá crescer daqui por diante. “É muito difícil sobreviver com tanta oscilação no Brasil”, diz Marino Arpino, diretor da Finamac. “A saída é a internacionalização.” A Finamac é uma entre inúmeras empresas brasileiras que estão buscando uma alternativa econômica no cenário internacional. Segundo um estudo realizado recentemente pela Fundação Dom Cabral (FDC), no período de um ano a internacionalização de empresas brasileiras cresceu 7%, a maior alta em muito tempo. “Quando nós temos uma situação em que a economia doméstica não está favorável, o índice médio de empresas se internacionalizando tende a aumentar”, diz o professor Sherban Leonardo Cretoiu, um dos idealizadores do estudo da FDC. “Se o mercado brasileiro está ruim, por que não investir nos países em que a economia está crescendo?”

A combinação de inflação alta, real desvalorizado e consequente perda de poder de compra do consumidor tem feito com que muitas empresas se vejam obrigadas a diminuir o quadro de funcionários e a fazer malabarismos para manter as portas abertas. Da mesma forma que está mais barato investir no Brasil, o patrimônio que a empresa tem no exterior aumenta de valor quando a moeda forte é convertida para o real. É assim que muitas empresas brasileiras estão operando. Atualmente, 210 companhias nacionais têm atuação consolidada (com unidades próprias) no exterior, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP). Em 2010, apenas 95 possuíam unidades fora do País. A Apex-Brasil, que auxilia empresas brasileiras na internacionalização, também percebeu esse crescimento. No ano passado, a agência atendeu 128 empresas interessadas em desbravar o mercado internacional. Em 2015, foram 200.

Empresas de todos os tamanhos têm buscado saídas fora do Brasil. É o caso da Clear Sale, companhia de média porte que produz softwares que combatem fraudes no e-commerce, e da Sapeka Lingerie, fabricante de roupas íntimas. A Clear Sale é líder no mercado brasileiro, com 85% de participação nos negócios, e busca alcançar 4% do mercado americano, que é 22 vezes maior que o brasileiro. Se chegar a essa fatia, ela repetirá nos Estados Unidos seu desempenho no Brasil. No ano passado, a Clear Sale abriu uma unidade própria em Miami, levando os melhores funcionários para lá. “Fizemos isso porque o poder de compra do brasileiro diminui”, diz Rafael Lourenço, responsável pelo projeto de internacionalização da empresa. A Sapeka Lingerie optou por abrir, em julho, um centro de distribuição de 350m² em Angola. A Sapeka vendia peças para distribuidoras locais, mas resolveu efetivar a internacionalização da marca. Segundo Wesley Loureiro, diretor comercial, a facilidade da língua – e a curiosidade pelos produtos brasileiros – foram fundamentais na escolha do país. “Há uma identificação muito grande dos africanos com os brasileiros”, diz. Atualmente, 13% do faturamento da empresa vem do exterior. A julgar pelos prognósticos negativos a respeito da economia brasileira, é de se imaginar que novos projetos de internacionalização devem sair do papel nos próximos meses.

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– Eles brigam no Golfo Pérsico e nós pagamos mais pela Gasolina?

No Oriente Médio, terroristas do grupo Houthis (sediados no Iêmen) atacaram a Arábia Saudita, tentando atingir o Aeroporto Internacional de Riad com mísseis. A bateria da Força Aérea local os interceptou, evitando uma tragédia.

Essa pendenga dura anos e, segundo a ONU, já morreram 10 mil pessoas.

Como o conflito é “apenas local”, outras nações não entram na crise (embora seja sabido que o Iêmen tem financiamento do Irã e a Arábia Saudita conta com apoio tecnológico dos EUA).

E o que isso tem haver conosco, brasileiros?

Muita coisa, pois o preço do Barril de Petróleo aumentou no mercado externo e com a política de preços flutuante da Petrobras, “tome aumento” dos combustíveis aqui no Brasil.

Mas cadê o Pré-Sal e a autossuficiência da Gasolina, tão propagandeada por aí?

O certo é que nesta 3a feira há novo aumento dos combustíveis (2,3% para a Gasolina e 1,9% para o Diesel).

Parece pouco? Pois significa quase R$ 0,08 na G e R$ 0,065 no Diesel. Some-se ao que já aumentou em Novembro…

Pagaremos a dívida da Petrobras com nossos bolsos?

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– Muitos aumentos dos combustíveis durante o Feriado!

FHC fazia isso. Lula idem. Dilma também. Temer não deixou de fazer: aumentar significativamente os combustíveis durante feriados prolongados.

Mesmo com a política flutuante de preços – que na maioria das vezes aumenta o valor mas nunca reduzem – a sequência de micro-aumentos que passa despercebida pelo consumidor é quebrada com altos valores.

Os reajustes da Gasolina ocorreram na sexta-feira, neste sábado e mais um “tanto” ocorrerá na segunda-feira, totalizando na prática R$ 0,12 a mais por litro.

E o gás de cozinha? Muitíssimos aumentos de percentuais acumulados em mais de 50%.

A pergunta é: com tudo isso, você acredita que a inflação anual do Brasil está na casa de apenas 1 dígito?

Eu não. Me parecem números forçados e/ou maquiados. E não precisa der bidu para verificar isso.

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– A Ministra acha que ganhar R$ 31.000,00 é pouco! Quer 61 mil reais por mês?

A Ministra dos Direitos Humanos Luislinda Valois reclamou que, para trabalhar neste importante cargo do Governo Temer, recebe pouco de salário, e diz que se sente no regime de escravidão.

Sabem o quanto ela recebe?

R$ 30.900,00 + residência funcional + carro com motorista + cartão corporativo + uso de jatinhos da FAB. Mas ela quer receber mais de 61 mil reais / mês.

Abaixo, extraído de Estadão.com:

MINISTRA DOS DIREITOS HUMANOS LUISLINDA VALOIS CITA ESCRAVIDÃO E PEDE AO GOVERNO SALÁRIO DE R$ 61 MI

A ministra diz que é seu direito receber o valor integral para trabalhar como ministra porque o cargo lhe impõe custos como se “vestir com dignidade” e “usar maquiagem”. Ela não se arrepende de ter comparado seu caso ao trabalho escravo. “Todo mundo sabe que quem trabalha sem receber é escravo”, diz.

Ela apresentou ao governo um pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de R$ 61,4 mil. Em 207 páginas, ela reclama que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas. A ministra diz que essa situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.

Sobra pouco. Luislinda justifica no documento que, por causa da regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor ganha mais do que um ministro do Supremo, seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado.

Ops. Ao citar a Lei Áurea, a ministra Luislinda comete um deslize. Ela diz que a norma “recebeu o número 3533”, quando a lei sancionada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888 é a 3353.

Com a palavra. Procurada durante todo o dia de ontem para comentar o assunto, a ministra disse, por nota, que “não vai se pronunciar a respeito”. Filiada ao PSDB, ela assumiu a pasta em fevereiro deste ano.

Argumentos. No documento, Luislinda diz que “ao criar o teto remuneratório, não se pretendeu, obviamente, desmerecer ou apequenar o trabalho daquele que, por direito adquirido, já percebia, legalmente, os proventos como sói acontecer na minha situação”.

Definição. O Código Penal define trabalho análogo ao de escravo o que submete a pessoa a condições degradantes, jornada exaustiva, trabalho forçado, cerceamento de locomoção e servidão por dívida.

Benefícios. Como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinhos da FAB, cartão corporativo, imóvel funcional e a salário de R$ 30,9 mil.

É histórico. Nas terras onde o Plano Piloto foi construído, o último registro de trabalho escravo foi no século XIX. A região, onde está a Esplanada dos Ministérios e a Praça dos Três Poderes pertencia a Goiás.

EM TEMPO – Há pouco, a ministra acabou de declarar que não pedirá mais aumento. Reconheceu sua bobagem…

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– O que Mudou na sua Vida com o Cadastro Positivo?

Desde 1o de Janeiro de 2014 está valendo o Cadastro Positivo, que nada mais é do que a Lista dos Bons Pagadores. Se preferir, é o inverso da Lista Negra de maus pagadores.

A idéia é de que aqueles que nunca atrasam suas contas ganhem benefícios pela pontualidade, como créditos mais baratos e menor burocracia em negociações.

Eu confesso que não senti nenhuma alteração na minha vida financeira ou nas relações com os bancos. E você?

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– Salário para formar vidas e salário para cuidar de deputados.

Li e me sensibilizei. Sabe quanto custa pagar um deputado? E um bombeiro, um professor ou um humilde aposentado?

Extraído do blog do jornalista Paulo Pontes, em: https://paulopontespp.wordpress.com/2017/09/26/um-desabafo-de-um-leitor-real-que-passo-adiante/

UM DESABAFO DE UM LEITOR, REAL, QUE PASSO ADIANTE

Um leitor que pediu para não ser identificado me mandou uma longa mensagem, retratando o momento do País, com o sentido de grande desabafo, mas que reflete exatamente o que eu e milhões de brasileiros pensam. Por isso vou reproduzir a íntegra aqui.

”Lutei contra a ditadura, sim!

Tomei borrachadas, engoli gás lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.

Participei das perigosas Assembléias dos Sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.

Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan:

“Abaixo a Ditadura”.

Distribui panfletos.

Morri de medo.

Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.

Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais, bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos…

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz…

Deveria ter ficado em casa quieto lutei pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por que estamos quietos? Cade você nas ruas? Esqueçam cor de bandeiras. Vamos nos unir e lutar por só um motivo: nossos direitos

SOMOS mais de trinta milhões de aposentados!

Não podemos admitir!

Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida;

Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas;

Professor R$ 2,200,00 para preparar para a vida;

Médico R$ 9.260,00 para manter a vida;

E o Deputado Federal?
R$ 26.700,00 (Salário)

R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)

R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)

R$ 5.000,00 (Combustível)

R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)

R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)

R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)

R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)

R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)

R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)

Auxílio Dentista

Auxílio Farmácia

E outros, para LASCAR a vida dos outros!

E o trabalhador R$ 937,00 para sustentar a família.

Será que o problema do Brasil são os aposentados?”

Essa é a dura realidade do nosso País. Longe de mim, e entendo que deste leitor, fazer qualquer defesa da volta da ditadura militar. Isso seria o pior dos mundos, hipótese inaceitável. Mas para mudarmos o Brasil, tirando essa canalhada toda do cenário político nacional, cabe a nós a mobilização para mostrar que o Brasil é nosso, não desses bandidos que sugam nosso dinheiro e nos matam pouco a pouco.

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– 6 brasileiros que se igualam a 100 milhões de compatriotas financeiramente pobres!

Que coisa! Leio na Revista Isto É sobre os 6 brasileiros mais ricos do mundo. São eles:

1- Jorge Paulo LemannnAb Inbev,

2- Joseph SafraBanco Safra,

3- Marcel Telles Ab Inbev,

4- Carlos SicupiraAb Inbev,

5- Eduardo SaverinFacebook,

6- Ermírio Pereira de MoraesVotorantim.

A soma da fortuna desses 6 empreendedores equivale aos 100 milhões de brasileiros mais pobres!

Uau!

E segundo a Agência de Estudos de Desenvolvimento Social Oxfam, se esses milionários somassem seus patrimônios, e se gastassem 1 milhão de reais por dia, levariam 36 anos para ficarem sem dinheiro.

É mole?

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– Habib’s venderá Esfihas e… Gasolina!

E não é que a Rede de Fast Food Habib’s, de Alberto Saraiva, dono também de um sem-número de restaurantes, resolveu abrir a Rede de Postos de Combustíveis H? E promete vender Gasolina, Etanol e Diesel a preços bem abaixo do mercado.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/10/06/posto-combustivel-habibs-promocao-luzes-piscando.htm

POSTO DO HABIB’S TERÁ LUZES PISCANDO PARA AVISAR QUE O PREÇO DO COMBUSTeIVEL ABAIXOU

Famosa por suas esfihas, a rede de fast-food Habib’s agora quer tentar o sucesso abastecendo o tanque dos carros. O grupo inaugurou nesta sexta-feira (6), no Tatuapé, zona leste de São Paulo, seu primeiro posto de combustíveis, o Posto H’.

A rede promete fazer promoções relâmpagos fora dos horários de pico para atrair clientes. Quando o preço baixar, as luzes no teto do posto e uma faixa de LED no piso vão piscar, e o painel digital que marca o preço será alterado com o valor promocional do combustível. Um cronômetro indicará o tempo de duração da promoção, que pode ser 30 minutos ou uma hora.

No dia da inauguração, por exemplo, o posto vendia gasolina comum a R$ 3,399 o litro, etanol a R$ 2,299 e diesel a R$ 3,799. O combustível é fornecido pela BR Distribuidora, da Petrobras.

“De uma hora para outra, a gasolina [que era vendida a R$ 3,399 o litro] pode cair para R$ 3,29 ou até a R$ 3,09, dependendo do momento”, afirmou o presidente e fundador do grupo Habib’s, Alberto Saraiva. “A ideia é fazer a promoção em horários de menor fluxo, tanto de dia como à noite.”

O posto fica em uma área de 2.400 m², que inclui também um restaurante Ragazzo e uma loja de conveniência do Habib’s (vende as tradicionais comidas da rede) com sistema “drive-thru”. A expectativa do grupo é abrir 30 complexos como este no país até 2020.

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– As 10 marcas mais famosas do mundo na atualidade!

Valendo quase 185 bilhões de dólares, a Apple foi eleita a marca mais valiosa do mundo!

Em segundo lugar, está o Google. Medalha de Bronze para a Microsoft. E do quarto ao décimo lugar estão, nessa ordem: Coca-cola, Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedes-Benz e IBM.

Abaixo, extraído de: https://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economia-e-negocios/microsoft-passa-coca-cola-e-vira-3ª-marca-mais-valiosa-do-mundo/ar-AAssXJv

MICROSOFT PASSA COCA-COLA E VIRA 3ª MARCA MAIS VALIOSA DO MUNDO

Apple e Google são as marcas mais valiosas do planeta pelo quinto ano consecutivo, segundo o ranking organizado pela consultoria Interbrand, anunciado nesta segunda-feira (25).

Em terceiro lugar está a Microsoft, que estava em quarto no ano passado e teve uma valorização de 5%. Já a Coca-Cola, que estava no terceiro lugar do ranking em 2016, registrou queda de 5% em seu valor e passou para o quarto lugar.

Depois, estão Amazon, Samsung, Toyota, Facebook, Mercedez-Benz, IBM, GE, McDonald’s, BMW, Disney, Intel, Cisco e Oracle, nessa ordem.

O valor atribuído à Apple é de US$ 184,1 bilhões (R$ 581,8 bilhões), do Google, US$ 141,7 bilhões (R$ 447,8 bilhões), e da Microsoft, US$ 80 bilhões (R$ 252 bilhões).

A marca com maior valorização no ano foi o Facebook, com 48% de crescimento. A empresa foi do 15º lugar para o oitavo e hoje vale US$ 48 bilhões (R$ 152 bilhões).

A Interbrand se baseia em três critérios: o resultado financeiro dos produtos e serviços vendidos sob a marca estudada, o papel da marca e sua influência na escolha do consumidor e a força da marca, ou seja, sua capacidade para criar uma vantagem competitiva e garantir as receitas futuras da empresa.

Nenhuma marca brasileira aparece na pesquisa. As cem marcas mais valiosas do ranking somam US$ 1,9 trilhão (R$ 5,9 trilhões). O varejo é o setor que mais cresceu, seguido de artigos esportivos. Com informações da Folhapress.

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– Como justificar tais preços de hortifrutigranjeiros?

Estive em um mercado especializado em produtos hortifrutis e levei um susto: kiwi a R$ 20,00 / kilo, uma cumbuca de morango a R$ 7,00 a unidade (e de má qualidade). Ameixas a R$ 19,50 e até a pinha (que está sobrando na casa do meu pai) a R$ 25,00 / kilo. 

Como não acreditar que a inflação é altíssima e os números divulgados pelo governo não são os reais?

– Quem deve arcar com os prejuízos de má contratações no futebol?

Se pudessem voltar no tempo, penso que alguns dirigentes de futebol evitariam certas contratações.

Lembro-me de Andrés Sanches no caso Adriano. Negou, negou e… contratou! Pagou uma fortuna e o custo benefício foi horroroso.

Diga-se o mesmo de Valdívia. O que o então presidente, o prof Beluzzo, deveria pensar no seu último mandato sobre tal fardo que carregou e a herança deixada?

Agora, Maurício Galiotti vive o mesmo problema: o que fazer com Borja e Felipe Melo? Salário alto com retorno baixo.

Se os clubes de futebol fossem empresas responsáveis, tentariam se livrado desses verdadeiros abacaxis de maneira rápida. Mas como a história mostra, há um aceite muito grande dessas situações.

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– Cresce a Troca de Remédios via Redes Sociais

Com o alto custo dos medicamentos, aumenta cada vez mais a prática da troca de remédios por parte de quem tem sobra de um determinado produto e procura outro.

É ilegal, mas tem se tornado uma saída para pacientes em época de crise financeira.

Extraído de: OESP, edição 18/09/2016, pg A18

PACIENTES E FAMÍLIAS CRIAM CLUBES DE DOAÇÃO DE REMÉDIOS NAS REDES SOCIAIS

Na luta contra o tempo para obter medicamentos controlados e caros, doentes graves apelam para grupos de troca de fármacos; prática é desaconselhada por médicos e, nos casos de substâncias de alto custo do SUS, proibida pelo Ministério da Saúde

Por Edison Veiga e Fabiana Cambricoli

De um lado, pacientes à beira do desespero, vítimas de doenças graves lutando contra o tempo. De outro, remédios controlados e caríssimos, geralmente obtidos na rede pública. Dezenas de grupos de Facebook têm funcionado como um balcão de trocas e doações de medicamentos. Em geral, são unidades remanescentes de algum parente que morreu ou de um paciente que finalizou o tratamento. E a família usa a rede social para passar adiante, na intenção de fazer o bem.

A prática, no entanto, é proibida pelo Ministério da Saúde nos casos de remédios de alto custo distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e daqueles conseguidos via ação judicial. Segundo a pasta, quem estiver de posse do medicamento “deve comunicar ao ministério, para que seja providenciado o recolhimento e a posterior distribuição para pessoas que estejam precisando”. Embora proibida, a prática não é considerada crime nem tem punições previstas.

Alguns especialistas alertam para os riscos do uso de um medicamento doado, mas para quem tem um parente com um quadro grave e não consegue o remédio na rede pública, o Facebook acabou se tornando o único recurso.

É assim que a desempregada Luanna Batista, de 23 anos, tem buscado o Tarceva – cuja caixa com 30 comprimidos custa em torno de R$ 7 mil – para sua avó, Maria, de 63 anos, que sofre de câncer de pulmão. “No centro médico (de Santa Bárbara d’Oeste, onde a família mora) conseguimos cinco caixas, que eram de um paciente que tinha morrido”, conta a neta. “Ela teve uma boa melhora, mas aí o remédio acabou e não conseguimos mais.” Luanna passou a postar pedidos em várias comunidades do Facebook. “Agora estou para receber 17 comprimidos de uma pessoa de Campinas. Mas sei que vai acabar e preciso continuar tentando para conseguir mais”, diz. A família já acionou o Estado judicialmente para obter o medicamento e espera a decisão.

Desde que a filha Roberta, de 5 anos, foi diagnosticada com uma síndrome renal, a dona de casa Andreia Silva, de 31 anos, também tem recorrido à internet em busca de doações. “A primeira caixa eu consegui. Agora estou postando nos grupos”, conta ela, que mora na Bahia e precisa de Tacrolimo (cuja caixa custa cerca de R$ 90). “E sei que ela vai precisar de outros remédios, alguns que custam R$ 3 mil, R$ 5 mil”, afirma.

Críticas. Coordenador do curso de especialização em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Walter Cintra Ferreira Junior afirma que a prática, embora seja reflexo de uma demanda não solucionada ante as dificuldades de financiamento dos sistemas público e privado, não pode ser vista como solução. “Com essas trocas, você perde o controle da manutenção, da validade, da estocagem, da posologia que o paciente vai tomar. Isso sem falar sobre o controle de receitas e a possibilidade gravíssima de uma pessoa confundir o medicamento”, diz.

Para Lúcio Flávio Gonzaga Silva, do Conselho Federal de Medicina (CFM), outro problema é o eventual uso dos itens sem a devida prescrição médica. “Os fármacos têm efeitos colaterais, interações com outros remédios. E isso tudo deve ser avaliado por um profissional. Há riscos na automedicação”, afirma o conselheiro.

Nos maiores grupos acompanhados pelo Estado, a regra é que o doador sempre exija do beneficiário a apresentação da receita. Os administradores da página, no entanto, não têm condições de controlar todas as transações.

“O que nos preocupa nessa situação, independentemente da questão legal, é a questão técnica, a cadeia de segurança de um medicamento. Só de se expor à luz ou à umidade, os medicamentos já se alteram e podem perder o efeito”, afirma Amouni Mourad, assessora técnica do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP).

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Ajuda pelo Facebook. Luanna busca comprimidos para tratar a avó; a família também já acionou o Estado judicialmente

– Mais um Aumento da Gasolina. De novo?

Perdi a conta de quantos “mini-aumentos”, fora os mais significativos reajustes, já ocorreram somente no mês de setembro nos combustíveis.

Qual é a do Governo? Fazer o consumidor pagar o custo do Petrolão? Cada motorista pagará quanto pelo dinheiro desviado da Petrobrás?

Nesta terça-feira, mais 2,4% de aumento para a Gasolina!

Abaixo, sobre a “explosão dos preços” nas bombas dos postos,

extraído de: https://tvtecjundiai.com.br/news/2017/09/12/economia-gasolina-sobe-e-atinge-recorde-de-r-385-na-bomba/

GASOLINA SOBE E ATINGE RECORDE DE R$ 3,85 NA BOMBA

O preço médio da gasolina para o consumidor brasileiro atingiu na semana passada o valor recorde no ano de R$ 3,85 por litro. Os dados são do Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis (LPMCC) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), feito entre os dias 3 e 9 deste mês e divulgado nesta terça-feira, 12. A pesquisa analisou 3.160 postos e encontrou preço mínimo de venda da gasolina de R$ 3,149 e máximo de R$ 4,950. Para as distribuidoras, o preço médio da gasolina por litro alcançou R$ 3,410.

Em relação ao etanol, o preço médio por litro vendido para consumo foi de R$ 2,612 na semana pesquisada, atingindo valor de R$ 2,265 na distribuidora. Já o litro de diesel chegou ao consumidor pelo preço médio de R$ 3,150 e à distribuidora por R$ 2,759.

O Levantamento de Preços e Margens de Comercialização de Combustíveis abrange preços pesquisados em 459 localidades brasileiras.

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– Como nosso país vizinho pagará seus débitos conosco?

A Venezuela deve 12 bilhões de dólares ao Brasil. Sabia disso?

Na pindaíba que o país chavista está, pagará quando, se pagar?

Culpa de quem emprestou tal grana e fez acordos comerciais com a turma de Nicolas Maduro. Aliás, e o calote que a PDVSA deu na Petrobrás na refinaria nordestina que construiriam juntas?

Mais uma conta para nós, contribuintes dessa nação de políticos picaretas.

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– O 3o Aumento dos Combustíveis em 5 dias de Setembro! Mais de 10%?

Estamos no dia 05 de setembro. Na 6a feira, publicamos aqui no blog que a Gasolina havia aumentado 4,2%, por conta do furacão Harvey que teria comprometido a produção de petróleo no Texas (EUA). No sábado, outro aumento: 2,7%, para o realinhamento de preços da Petrobras, que, segundo a empresa, estava com os valores defasados. E hoje, 3a feira, todos foram surpreendidos com mais um aumento: 3,3%, por conta do aumento de preço nos EUA (ainda devido ao furacão), embora no mercado internacional os derivados de petróleo estejam em baixa.

Ou seja, em 5 dias de setembro, 3 aumentos que já ultrapassaram 10% no preço da Gasolina, além do aumento do preço do Óleo Diesel. E se o Brasil é movido a Diesel (o combustível dos caminhões), como se diz que o frete dos alimentos não aumentou e a inflação é, segundo o Governo, insignificante?

Repito o que tenho dito: somos nós que estamos pagando a conta do Petrolão!

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– O Novo Aumento dos Combustíveis (já é outro, não o mesmo de ontem)!

Na 5a feira, falamos sobre a Petrobrás ter aumentado os preços dos combustíveis por conta do furacão Harvey (vide em: http://wp.me/p4RTuC-k9n).

Agora, outro aumento: esse simplesmente para acompanhar a necessidade de maior lucratividade da empresa.

E como fica o consumidor? O motorista é quem vai pagar a corrupção da empresa…

O mais triste de tudo é que sabemos que do nosso bolso é que saiu o dinheiro do Petrolão e que é desse mesmo bolso que o Governo quer cobrir o rombo da estatal.

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– Petrobrás aumenta os preços dos combustíveis devido ao Harvey!

Atenção motoristas: a Petrobrás anuncia aumento de preço em 0,5% na gasolina e 2,5% no Diesel para a 5a feira.

Motivo: o furacão Harvey, que está atingindo o Texas, grande produtor de petróleo. Dentro da política de preços flutuantes, embora não tenha ventado por aqui, o preço aumenta devido ao aumento internacional do produto.

Aliás, cadê o petróleo do pré-sal da costa brasileira? Por lógica, não deveria aumentar os preços no Brasil.

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– A Política de Preços Flutuantes da Petrobrás

A Petrobrás oficializou o que vem chamado pelos economistas de política flutuante. Ou seja, muda o preço conforme a variação no mercado internacional. Isso faz com que as oscilações possam ser diárias. Quem recebeu combustível na 6ª e sábado, pagou caro e teve que reajustar. Se der sorte de comprar na baixa, dá para vender mais barato.
Veremos os preços dessa semana para ver o que acontece. Está cada vez mais difícil essa política de preços…

Como se programar financeiramente? E o consumidor, como fica? É uma gangorra de valores!

Repare que na alta, sobe rapidinho. Mas na baixa…

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– A Compra da Liquigás pela Ultragaz: o CADE realmente proibirá?

A Ultragaz (que é da Ipiranga) quer comprar a Liquigás (que é da Petrobrás). Para tanto, em novembro de 2016 ofereceu R$ 2,8 bilhões pela aquisição.

Porém, nessa semana o CADE (que barrou a compra da Alesat pela Ipiranga) reafirmou que a complexa operação pode não ser realizada. Quem agradece é a Nacional Gás, da Família Queiroz (dona da Rede Verde Mares de Comunicação e da água Minalba).

Aliás, segundo as projeções do Governo, o botijão de gás deverá custar quase R$ 100,00 até dezembro de 2017!

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– A Recuperação Judicial do Lance!

Quem diria… o jornal esportivo Lance pediu “concordata” (como se diria antigamente), motivado pela queda de mais de 20% da circulação e da menor quantidade de assinantes digitais.

A verdade é que a crise econômica atinge os setores. Se você pode ler a mesma notícia pela Internet de graça em portais renomados como UOL, GloboEsporte, ESPN ou FOX, por que pagar uma assinatura de jornal?

Claro, dá muito gosto virar calmamente as páginas do jornal e ler sem pressa (eu prefiro o papel impresso do que a leitura na tela), mas são sinais do tempo, nos quais perdeu-se o costume do “jornal escrito”.

Lembro-me de quando o Lance foi lançado e era muito bom, rivalizando com a Gazeta Esportiva, que ficou somente na Web. Tive o prazer de recortar a minha primeira “escala de arbitragem” lá publicada: Paraguaçuense X Bandeirante de Birigui, em Paraguaçu Paulista (quando a Copa Paulista era mais prestigiada). E nomes como Flávio Prado, Sócrates, depois Mauro Betting, PVC e outros tantos abrilhantaram o periódico.

Uma pena que esteja acontecendo isso, pois no Estado de São Paulo o Lance ainda é o único jornal especializado em esportes. Mas que a qualidade vinha caindo (erros de português, escala de árbitros equivocada, e outras tantas bolas foras), não dá para negar.

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– E o novo aumento de Diesel?

Será que o Governo não sabe que o Brasil “roda movido a Diesel”?

Nesta 3a feira, mais um aumento no preço dos combustíveis: cerca de R$ 0,032 a mais no Óleo Diesel.

Já perceberam quantos aumentos tivemos nos últimos tempos? A cada dois ou três dias há um pequeno reajuste. Acumule tudo isso para você ver quanto dá!

Mais do que isso, o reajuste dos fretes é inevitável, fazendo com que se onere ainda mais o transporte de alimentos.

Mas calma… segundo Temer, está “tudo em ordem”…

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– Comércio de Órgãos Humanos se Torna Realidade nos EUA

Diferente que o Brasil, nos EUA se pode vender sangue humano. Alguns cidadãos podem comercializar (sem prejuízo a sua saúde) o próprio sangue sem sanções da Lei. Claro que há a discussão entre os doadores (que o fazem por boa vontade) em relação a quem quer ganhar dinheiro com a ação.

Agora, a Justiça Americana autorizou a comercialização da Medula Óssea (em média, 3,000.00 dólares a quem vai ceder). Se levarmos em conta que há espera de 6 meses na fila de doadores, sabedores que é proibido se vender qualquer órgão no Brasil, valeria o debate?

Sinceramente, prefiro crer que as pessoas façam as doações por ação solidária. Mas é inegável que teríamos mais vidas salvas (a um certo custo financeiro), caso o comércio fosse legalizado por aqui.

A propósito do tema, será que a Engenharia Genética e a Medicina estariam longe da criação de órgãos em laboratórios para a comercialização? E a clonagem, ajudaria?
Questões certamente polêmicas e que serão cada vez mais pertinentes nos próximos anos.

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