– Facedízimo?

Segundo a Revista de Economia “Isto É Dinheiro” (Ed 778, pg 65), a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, lançou um aplicativo para o Facebook exclusivo para receber dízimo dos fiéis. Através da Rede Social, o fiel pode fazer suas doações tranquilamente do seu equipamento eletrônico, de maneira segura e on-line.

Moderno, não? Tal ideia tem sido batizada de Facedízimo.

Inegavelmente, Edir Macedo é um homem de vanguarda.

– Liturgia Dominical Encorajadora!

Para os que estão desesperançosos, eis que a Palavra de Deus traz uma mensagem de ânimo!

“Àqueles que têm o coração perturbado: ‘Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus’ (Is35,4) (…). ‘Porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para que fossem ricos na fé e herdeiros do Reino de Deus aos que o amam?’ (Tg2, 4-5) (…). ‘[E Jesus] fez bem todas as coisas. Fez ouvir os surdos e falar os mudos’ (Mc7,37) (…)! [Assim,] Louvarei o Senhor por toda a vida (Salmo 145,2)”.

Compilação da 1ª e 2ª leitura + Evangelho de 09/09/2012

Encorajador e belo, não?

– Natividade de Maria (Aniversário de Nossa Senhora)

Neste sábado, celebramos a festa da Natividade de Nossa Senhora, ou seja, o nascimento da Virgem Maria, mãe de Jesus.

Já faz sua Oração à Imaculada hoje?

Extraído de: http://is.gd/BB1XMK

FESTA DO NASCIMENTO DE MARIA

A Natividade de Nossa Senhora é celebrada pelos cristãos do Oriente desde o início do cristianismo.  Já no Ocidente, ela passou a constar do calendário litúrgico a partir do século VII.  Neste ano, será celebrada no dia 08 de setembro.

Celebrar a natividade de Maria é, em um sentido bastante humano, celebrar a festa de seu aniversário.  E como gostamos de celebrar o aniversário daqueles que nos são queridos!…  Maria nasceu de uma forma humana como cada um de nós: fruto do amor entre um homem e uma mulher, viveu em família e como toda jovem de seu tempo, um dia sonhou em casar-se e constituir sua própria família.

Uma vida normal, que talvez seguisse anônima se não fosse a sua aceitação total à vontade de Seu Senhor.  Maria, escolhida por Deus para ser mãe de seu Filho que encarnaria para a salvação da humanidade, recebe esta escolha, não sem antes questionar – o questionamento próprio da natureza humana – mas profundamente aberta ao caminho que o Pai passava a lhe mostrar.

Por isso tudo, celebrar a natividade de Nossa Senhora é celebrar um marco fundamental da história da salvação. Peça fundamental nessa história, Maria é a intercessão que ligará a Trindade à humanidade.  Através de seu corpo, por Deus preparado livre do pecado, Jesus vem ao mundo e nele realiza seu mistério salvífico. 

Que a Festa da Natividade nos faça relembrar essa história tão especial, com os olhos agradecidos diante daquela que soube dizer sim e, através disso, tornar-se mãe não somente de Jesus, mas de toda a humanidade.

Uma oração pelo nascimento de Maria:

“Abri, ó Deus, para os vossos servos e servas os tesouros da vossa graça; e assim como a maternidade de Maria foi a aurora da salvação, a festa de seu nascimento aumente em nós a vossa paz.  Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém”.

Texto Bíblico sugerido:  Mt 1, 1-16.18-23

(São Joaquim e Santa Ana, pais de Maria, aqui retratada quando criança)

– Dízimo de Sobras

Essa eu tirei da postagem do G+ de Eisenhower Souza, e retrata uma realidade para muitos católicos: nunca sobra nada para doar a Deus e às obras de caridade. Veja só:

Dura verdade! Dízimo não pode ser esmola…

– Grito dos Excluídos na Diocese de Jundiaí e Considerações

Na próxima sexta-feira, dia 07, uma grande manifestação em defesa da Justiça social acontecerá em diversas localidades do país: o “Grito dos Excluídos”.

Em Jundiaí, boa expectativa. sobre o evento e considerações, abaixo, no convite oficial (enviado pelo jornalista Reinaldo Oliveira):

GRITO DOS EXCLUÍDOS 2012 – Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta os direitos à toda população!

A Diocese de Jundiaí realizará no dia 07 de setembro às 15h, na Catedral Nossa Senhora do Desterro o II Grito dos Excluídos, iniciando com a solene celebração Eucarística, presidida pelo bispo Dom Vicente Costa e posteriormente uma caminhada até a Praça Floriano Peixoto para as manifestações no Coreto da Catedral.

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, um espaço de animação e profecia, que ocorre em todo o País com o apoio da CNBB, no Dia da Pátria, 7 de Setembro, para chamar a atenção da sociedade para as condições de exclusão social no País. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem a luz o protesto oculto e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.

Convidamos a todos, autoridades, agentes do Executivo e Legislativo, e em especial os agentes de pastorais sociais, sindicatos, movimentos sociais, associações, entidades beneficentes, movimentos populares e de classe, para juntos com as pessoas que vivem em situação de exclusão, participemos deste momento de denúncia e principalmente de propostas de um modelo de sociedade justa e solidária. Solicitamos as organizações participantes que tragam bandeiras, faixas e cartazes para exposição durante a celebração. 

Coordenação da Ação Evangelizadora

Pastoral Fé e Política da Diocese de Jundiaí

Apoio:

Pastorais Sociais da Diocese de Jundiaí, Cáritas Diocesana de Jundiaí, Campanha da Fraternidade.

Outras informações com Claudinho 97367.1584 ou Rosangela 97500.9614

UM ESTADO A SERVIÇO DA NAÇÃO

por Laudelino Augusto

No próximo dia 7 de setembro, Dia da Pátria, faremos memória do “brado retumbante: Independência ou Morte!”. Grande parte da Nação ainda padece “dependência e morte”, fazendo crescer um novo e mais retumbante grito, o “GRITO DOS EXCLUÍDOS E EXCLUÍDAS”.

Em todos os cantos do País, serão realizados atos públicos, romarias, celebrações, seminários, feiras, acampamentos, chamando à atenção da Sociedade brasileira para as situações de exclusão social que ainda persistem. O “Grito” é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural, de pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos e excluídas”.

Este evento é uma proposta das pastorais sociais da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, como uma das atividades a serem desenvolvidas na linha do serviço que a Igreja Católica deve prestar à Sociedade brasileira.O “Grito dos Excluídos” será celebrado anualmente, em nível nacional, no dia 7 de setembro…” (CNBB 56, 129).

O tema deste ano, é em consonância com a 5ª Semana Social Brasileira que pergunta: “Estado , para quê e para quem?”,  e, “Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!”.

Em pleno processo de Eleições, o “Grito” ganha uma conotação mais forte e especial, representando o clamor por cidadania, por justiça social, por ética em tudo e em todos. Os candidatos precisam entender e exercer o “Poder-Serviço”, o “Poder Obediencial” que “ouve” o clamor do povo e busca atender às suas necessidades, que estejam dispostos a “mandar como quem obedece”, como fez o próprio Mestre e Senhor Jesus.

Neste contexto, o “Grito” por eleições limpas, com candidatos limpos, sem gastos excessivos, com ética e com propostas concretas e possíveis, vai compondo com o grande “Grito” da Nação Brasileira: “INDEPENDÊNCIA E VIDA !”

No dia 7 de setembro, ressoaremos o forte grito da Nação brasileira  por “um Estado a serviço da Nação” e, no dia 7 de outubro, a oportunidade de, pelo voto consciente e responsável, elegermos autênticos servidores do povo.  ( * È presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil)

– Evento do Laicato Paulista

Não é só de religiosos ordenados que a Igreja Católica vive. Olha aí boas iniciativas e evento de Leigos.

LAICATO PROMOVEU SIMPÓSIO PARA CELEBRAR O JUBILEU DE PRATA DO CNLB-SUL1

por Reinaldo Oliveira

Os leigos e leigas do Estado de São Paulo, participaram nos dias 25 e 26 de agosto, na Casa de Apostolado Salvatoriano, em São Paulo, de um Simpósio e celebração pelo Jubileu de Prata do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1.

Com o tema “O Concílio Vaticano II e o Laicato”, o Simpósio teve como assessores para o tema “O significado eclesial do Vaticano II”, a profª Lúcia Pedrosa e o padre Antonio José de Almeida. Para o “Diálogo com o Mundo” os professores Carlos Francisco Signorelli e João Décio Passos. Para a “América Latina e a Teologia da Libertação” o padre Benedito Ferraro e Fernando Altemeyer e finalizando as mesas  temáticas;  “Vocação e Corresponsabilidade”  teve a exposição dos professores Francisco Catão e Eva Rezende.  

O Simpósio, durante os dois dias possibilitou um mergulho, um beber na fonte do histórico e contemporâneo do tema, passado pelos assessores e enriquecido pelos apartes e colocações oportunas daqueles que vivenciaram estes vinte e cinco anos de caminhada.

Momentos confraternos de lembranças, reminiscências e emoção, como os testemunhos vivos, o filme sobre o Concílio Vaticano II, partilha, oração e de momentos de cultura. Também enriquecedor e ânimos renovados nas palavras de incentivo de Dom Edmilson Caetano, bispo de Barretos/SP e presidente da  Comissão do Laicato do Regional Sul 1 da CNBB, e de Dom Milton Kenan Junior, bispo referencial do CNLB-SuL 1.

Encerrando o Simpósio que deu forças e renovou o ânimo para a atividade laical, mais um momento do jeito leigo de ser: em solene celebração eucarística presidida pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer e concelebrada por Dom Milton Kenan Junior e padre Julio Lancelotti, na Casa do Povo de Rua, aconteceu a acolhida e união de leigos e leigas com o Povo de Rua, num momento de mística, emoção e renovação de esperanças, acreditando que uma vida laical cristã é possível.

Acendendo a chama participativa para a caminhada laical, na bênção do envio, ministrada pelos celebrantes, cada representante dos CNLBs das Sub Regiões Pastorais, recebeu uma lanterna com uma vela acesa que permanecerá nas Sub Regiões Pastorais até o mês de novembro.

Neste mês, nos dias 9, 10 e 11, haverá um grande momento celebrativo para o encerramento do Ano Jubilar do CNLB-Sul 1, que será realizado no Centro de Convivência das Irmãs Agostinianas, na cidade de Jundiaí/SP.

A presidência do CNLB-Sul 1 agradece a todas as Comissões envolvidas na realização do Simpósio e deseja que a chama da esperança continue sempre acesa para  a caminhada laical, “Pelo Reino de Deus, no coração do mundo”.

– Dia do Catequista

Hoje é um dia muito especial àqueles que, sem esperar nada em troca, fazem aquilo que Jesus mandou: “Ide e Evangelizai”. É que neste domingo se celebra o Dia do Catequista!

Ser catequista é levar às pessoas (sejam crianças, jovens ou adultos) a busca da compreensão do amor de Deus; é incentivar os princípios de cidadania e solidariedade; é fazer com que uma visão mais espiritualizada e ao mesmo tempo humana da vida sejam percebidas.

Parabéns a todos os catequistas (e me incluo aqui).

Abaixo, texto extraído de: http://is.gd/O0jdMx

DIA DO CATEQUISTA

Quando Jesus se sentava entre os amigos e os discípulos e lhes falava de Deus.

Quando se esquecia das horas passadas felizes debaixo da sombra das árvores para revelar a Boa Nova a todos, quando abria seu coração para ensinar a rezar, a cuidar da vida, a ser bom, a buscar a verdade e a justiça, a chamar Deus de Pai, Paizinho, Jesus era catequista.

Quando Maria, lá na sua casa de Nazaré, colocava Jesus menino em seus joelhos e lhe falava de Deus e lhe explicava a história do povo de Israel, quando juntos rezavam os salmos, quando ela abria seu coração e louvava ao Senhor, cantando como os anjos do céu, Maria era catequista.

Quando Ana, mãe de Maria, chamava a filha junto de si e lhe falava das promessas de Deus, quando lhe lembrava as profecias que anunciavam o Messias, quando rezavam juntas para que o Salvador viesse logo, Ana era catequista.

E a história vai longe no tempo passado e irá mais longe no tempo futuro, porque ser catequista é uma alegria muito grande, porque é transmitir a preciosíssima herança da fé, o bem mais importante que uma família pode legar a seus filhos, que uma comunidade pode dar a seus irmãos. Porque ser catequista é aceitar um dom de pura doação e felicidade, visto que só é possível falar da abundância do coração. Porque ser catequista é assumir também o testemunho de vida, visto que a palavra ensinada precisa ter o eco dos gestos e dos sentimentos, e dos atos e do olhar. Porque ser catequista é ser sempre discípulo e um pouco mestre, sempre disponível e missionário.

Mas a maior alegria de ser catequista é viver se sentindo como que junto a Jesus, debaixo das árvores, ouvindo-o falar de Deus. Naquelas horas de encontro, de partilha e pura felicidade, parece que Maria nos toma em seu colo de Mãe e os anjos se aproximam para louvar ao Senhor. Porque a catequese pode ser como que um pedacinho de Paraíso, espaço e tempo de busca e encontro de Deus.

– Novos Doutores da Igreja

No próximo dia 07 de Outubro, os 33 santos considerados “Doutores da Igreja” ganharão 2 novos companheiros: Santa Hildegarda e São João D’Ávila.

Curiosidade: hoje, apenas 3 mulheres são “Doutoras da Igreja”: Santa Catarina, Santa Teresa e Santa Teresinha.

A propósito, você sabe por que eles têm o título de “Doutor da Igreja”?

Saiba mais em: http://is.gd/hFMvpB

OS SÁBIOS SANTOS

Mais dois se juntam ao seleto time de doutores da Igreja Católica: homens e mulheres que, além de alimentar a fé, são uma inspiração intelectual para seus fiéis

por João Lóes

Ser um doutor da Igreja Católica Apostólica Romana não é para qualquer um. Em quase dois mil anos de história, a instituição deu o título a apenas 33 de seus mais de sete mil santos. Pudera, são doutores da Igreja apenas os santos que deixaram documentos que sobreviveram ao tempo e que, de alguma forma, sintetizam a doutrina católica a ponto de servirem de exemplo como vida religiosa. Nesse sentido, não surpreende também que sejam poucas as mulheres entre os doutores. Privadas de educação por milênios, nunca foi fácil para elas deixarem seu legado por escrito. Assim, hoje apenas três figuram entre os 33 doutores da igreja: Santa Teresa D’Ávila, Santa Catarina de Siena e Santa Teresa de Lisieux (leia quadro). Em breve, porém, mais uma entrará nessa seleta lista. O papa Bento XVI deve anunciar formalmente, em 7 de outubro, a alemã Santa Hildegarda de Bingen como nova doutora da Igreja Católica. “É um momento novo para a Igreja, que tenta espelhar o protagonismo que as mulheres já têm na sociedade dentro da instituição”, afirma Fernando Altemeyer, professor de teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Nesse contexto, a escolha de Santa Hildegarda como doutora é mais do que oportuna. Monja beneditina nascida em 1098 onde hoje é a Alemanha, ela é tida por alguns como representante do feminismo católico do começo do primeiro milênio. Se publicamente, como religiosa, se mostrava submissa aos seus superiores homens, no dia a dia, como administradora do mosteiro Disibodenberg, exercia autonomia consideravelmente maior do que a média, dando liberdade às monjas, compondo músicas, estudando ciências naturais e escrevendo. Entre os trabalhos que deixou, há um livro sobre medicina herbal que trata de questões femininas como cólicas menstruais, além de outros textos sobre misticismo católico e estudo da música. “Mulheres assim passaram a ser reconhecidas pela Igreja a partir do Concílio Vaticano II”, explica o padre Valeriano dos Santos Costa, diretor da Faculdade de Teologia da PUC-SP. Segundo ele, o Concílio, reunião de bispos e cardeais que completa 50 anos agora em 2012, arejou a Igreja, abrindo novos horizontes para a instituição e novas portas para as mulheres.

Mas, como a Igreja Católica costuma fincar as pilastras na tradição, abrindo poucas frestas para a modernidade, no mesmo dia em que Santa Hildegarda será doutorada, outro homem, o 31o, também ascenderá ao panteão de luminares da Igreja. É o espanhol São João de Ávila, nascido em 1500 numa família abastada da cidade de Almodóvar del Campo. Ainda jovem, São João seguiu o rumo da fé e, logo que seus pais morreram, ele doou tudo o que a família tinha aos pobres e saiu em missão para expandir a fé na região da Andaluzia, recém-libertada do domínio mouro. Foi fundamental na expansão da ordem dos jesuítas na Espanha e deixou cartas e livros que apresentam o caminho para a sublimação das paixões humanas. “Antes de tudo, os doutores são agentes de estímulo da doutrina vigente e de renovação da tradição”, afirma a irmã Célia Cadorin, autoridade no assunto. São ao mesmo tempo santos e sábios.

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– Feriado e Dia de Nossa Senhora do Desterro

As cidades que celebram a devoção à Virgem Maria sobre a invocação da Assunção da Mãe de Deus têm o dia 15 como feriado. Aqui em Jundiaí, a chamamos de Nossa Senhora do Desterro, e o município está parado para as Celebrações Eucarísticas da data.

Mas por quê Desterro?

Tal referência mariana é um título sobre o momento em que a Sagrada Família teve que fugir ao Egito (desterro significa fuga). Assim, recorda-se que os fundadores da Vila de Jundiahy, Petronilha Antunes e Rafael de Oliveira, fugiam de São Paulo de Piratininga e aqui permanceram. Por tal situação, recorreram à Maria, Nossa Senhora do Desterro.

Nesse dia, lembremo-nos dos que fogem das persiguições, das vítimas de guerras e injustiças sociais. E, é claro, por toda a nossa cidade e Diocese. 

– Nossa Senhora do Desterro, rogai por nós!

– Dia de Santa Clara

Hoje é Dia de Santa Clara de Assis!

Compartilho a bela história dessa santa, abaixo, com a referida citação:

HISTÓRIA DE SANTA CLARA
Século XII, Assis, na Itália. Nasce Clara Favorone, filha de Hortolona e Favarone, uma família considerada nobre na sociedade local. Acredita-se que a data mais precisa de seu nascimento é 1194 (embora há historiadores que apontem o ano de 1193), em plena Idade Média, marcada pelo desmoronamento do sistema feudal e o crescimento do comércio.
Como filha primogênita, natural que sua mãe Hortolona temesse pela gravidez e, principalmente, pelo parto. Extremamente religiosa, ela sempre pedia um bom parto em suas orações, quando, um dia, ouviu uma voz que lhe dizia: “Não temas, mulher, porque terás um parto normal e a luz daquela que vai nascer resplandecerá com mais claridade que um dia de sol”. Por esse motivo, no Batismo, deu o nome de Clara.
A menina Clara cresceu num ambiente de nobreza e fartura, pois segundo o biógrafo Tomás de Celano, o pai era militar e a família, dos dois lados, de cavaleiros. Seu pai, Favarone, filho de Ofredúcio e neto de Bernardino, morava com os irmãos em uma bela e grandiosa casa, que a família possuía junto à Catedral de Assis havia mais de cinqüenta anos, embora eles também eram proprietários rurais, com castelos nas redondezas. Mas Clara também teve o suporte da fé. Sua mãe não se descuidou de educá-la para ações mais nobres ainda, principalmente fazendo piedade e caridade com o mais necessitados.
É Celano quem fala: “Estendia a mão com prazer para os pobres e, da abundância de sua casa, supria a indigência de muitos”. Nesse período da Idade Média, o dinheiro foi se tornando um novo rei. Os pobres e os doentes, aqueles que não podiam subir na escala social, eram marginalizados. Celano lembra bem que, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, Clara compreendia que as aparências e os adornos mundanos podiam ser enganosos. “Foi compreendendo que as coisas da terra, por mais belas que fossem, não podiam prender seu coração”.
É bom lembrar que a cultura cavalheiresca foi a primeira da Idade Média a ser elaborada por leigos e não por clérigos e tinha uma proposta de como deviam ser educadas as mulheres para serem agradáveis, discretas, piedosas, vindo a ser gentis esposas e mães de família. Tinham, enfim, que cuidar da boa fama e, as nobres, tinham uma vida bastante reclusa, enquanto as outras participavam dos negócios dos maridos, da luta diária para manter a família e para construir a civilização da cidade.
A menina Clara, mesmo vivendo em um ambiente de riqueza e ostentação, aos poucos foi cultivando a vida piedosa e simples, uma característica que mais tarde ficaria evidente como mulher consagrada a Deus.
Quando estava próxima de completar 18 anos, os pais já começaram a pensar no seu casamento. Clara não concordava com a idéia de se casar tão jovem e estava sempre adiando a decisão. Na realidade, ela começava a se interessar pelo projeto de vida de um jovem de Assis: Francisco. Tomás de Celano explica assim: “Quando ouviu falar do então famoso Francisco que, como homem novo, renovava com novas virtudes o caminho da perfeição, tão apagado no mundo, quis logo vê-lo e ouvi-lo, movida pelo Pai dos espíritos, de quem, embora de modo diferente, tinham recebido os primeiros impulsos”.
Clara sempre esteve bem informada sobre os passos de Francisco em Assis, isso porque Frei Rufino e Frei Silvestre eram seus parentes. Não poucas vezes ela escutou as pregações de Francisco, que costumava falar na Igreja de São Rufino ou na Catedral de São Jorge.
A pregação de Francisco impressionava porque era diferente dos “sermões”. Em suas palavras e em seu modo de ser havia alguma coisa nova. Era certamente a força do Evangelho que transparecia. Francisco se apresentava vestido com muita simplicidade, sem aparato nem ostentação. Suas palavras são inflamadas de amor a Deus. Clara fica sabendo que a vida dos irmãos é extremamente pobre.
Segundo Celano, Francisco a visitou, e ela o fez mais vezes ainda, moderando a freqüência dos encontros para evitar que aquela busca divina fosse notada pelas pessoas e mal interpretada por boatos.
“A moça saía de casa levando uma só companheira e freqüentava os encontros secretos com o homem de Deus. Suas palavras pareciam flamejantes e considerava suas ações sobre-humanas”. A companheira de Clara nos encontros com Francisco foi Bona de Guelfúcio, testemunha em seu Processo e irmã de Pacífica de Guelfúcio, uma das primeiras religiosas de São Damião. Já com 18 anos, Clara tinha consciência de que não seria compreendida por seus pais quando desse passo decisivo. Havia confiado a Francisco como desejava realizar sua vocação e ele a guiaria para cumprir os desígnios de Deus. “Então se submeteu toda ao conselho de Francisco, tomando-o como condutor de seu caminho, depois de Deus. Por isso, sua alma ficou pendente de suas santas exortações, e a acolhia num coração caloroso tudo que ele lhe ensinava sobre o bom Jesus. Já tinha dificuldade para suportar a elegância dos enfeites mundanos, e desprezava como lixo tudo que aplaudem lá fora, para poder ganhar a Cristo”, completa o seu biógrafo.
Em pouco tempo, Clara chegou à Porciúncula. Francisco a acolheu e lhe deu as boas-vindas. Comovida, ela entrou na igreja, ajoelhou-se diante do altar e, por alguns instantes, deteve-se em oração. Depois, levantou-se com decisão; tirou o calçado, despiu-se do vestido de brocado e o trocou por uma túnica grosseira, retirou seu rico cinto e o substituiu por uma corda áspera.
Em seguida, ajoelhou-se ainda; soltou de uma vez os cabelos que deslizaram sobre os ombros; depois, permaneceu com a cabeça inclinada, à espera do último sacrifício.
Francisco recolheu com delicadeza a loura cabeleira e, bem devagarzinho, a cortou. A cerimônia estava acabada.
A reação dos parentes
Como era de se prever, a reação dos parentes de Clara não se fez esperar. Pela manhã, apenas descobriram sua fuga, puseram-se em pé de guerra e rapidamente chegaram ao mosteiro de São Paulo para reconduzi-la à casa. Ameaçaram arrombar a porta. Querem Clara, viva ou morta. Com o aparato exterior e as ameaças, esperam assustá-la, mas iludem-se! Clara é irremovível. Visto que era vã toda a ameaça, recorrem às boas maneiras, às lisonjas e às promessas; fazem apelo aos sentimentos, à dor da mãe, das irmãs, de toda a família, mas Clara é inflexível; sabe que está mais em segurança entre aquelas paredes do que se estivesse num castelo.
Agarra-se ao altar
Quando se dá conta de que estão a ponto de perder o controle e recorrer à violência, Clara, com um gesto, fez desmoronar todas as ilusões deles: foge para a igreja e corre para junto ao altar; com uma das mãos segura a toalha e com a outra retira o véu da cabeça, fazendo-a aparecer sem os cabelos que haviam sido cortados. Demonstrava, assim, ser agora consagrada a Deus e que ninguém podia tocá-la. Diante de tanta firmeza, aos familiares outra coisa não restou senão abandonarem a igreja e o mosteiro e partirem confusos.
Transferida para o mosteiro de Santo Ângelo
Em São Paulo, Clara pôde permanecer só poucos dias. Foram talvez as próprias monjas a solicitar o afastamento dela depois da confusão provocada por sua presença. Francisco interessou-se pela transferência dela. Mais uma vez, dirigiu-se aos Padres Beneditinos e obteve a transferência de Clara para o mosteiro de Santo Ângelo de Panzo.
Finalmente um pouco de paz!
Na quietude e no silencio do mosteiro de Santo Ângelo, Clara pôde revigorar o seu ideal de vida. Apegava-se cuidadosamente às prescrições da Regra de São Bento, que possui como fundamento: “Ora et Labora”! Com isso, Clara não pretendia, certamente, abraçar a Regra de São Bento. Não teria tido sentido sua fuga para a Porciúncula, durante a noite, seu total abandono a Deus para além de qualquer estrutura, a exemplo de Francisco.No mosteiro de Santo Ângelo, Clara viveu por algumas semanas. Foram para ela dias de serenidade e de alegria indescritíveis.
A alegria de Clara estava toda no sentir-se amada e protegida pelo Senhor, como mesmo amor com que uma mãe protege sua filhinha. A fuga de casa lhe havia fechado o mundo às costas para abrir-lhe um umbral do mistério de Deus. Sua vida, agora, havia se transformado em um arco-íris de oração e contemplação: em um agradecimento alegre e infantil. Fugira de casa em uma noite de primavera, para abraçar o ideal de total pobreza, e encontrara a verdadeira liberdade, a perfeita alegria. Havia atingido o seu sonho.
Encontra-se com sua irmã Inês
Clara sentia a necessidade de externar sua ardente experiência mística. Quase todos os dias, sua irmã Inês ia visitá-la: era uma jovem belíssima, de somente quinze anos, de grande sensibilidade para com o sobrenatural. Depois da fuga de Clara, os familiares haviam depositado nela sua esperança.
“Cara Inês — confiava-lhe a irmã — lembra-te: é preferível viver um só dia na casa do Senhor, que mil dias fora dela. A juventude é vento que passa. A beleza se desvanece como a fumaça. A vida termina e aqui não fica nada. Clara e Inês, que se julgavam portadoras de nova Ordem, não podiam certamente permanecer em Santo Angelo de Panzo.
Francisco obteve para elas o pequeno convento anexo a São Damião, juntamente com a igrejinha na qual haviam ido rezar tantas vezes.
São Damião se tomará, assim, cenáculo de mulheres apaixonadas pelo Senhor, uma semente destinada a germinar uma fileira de almas belas, sequazes intransigentes dos ensinamentos do Poverello.
Afinal, Francisco o havia predito, como conta Clara, em seu testamento.”Tendo subido no muro da dita igreja, assim gritava então, com voz elevada e em língua francesa: ‘Venham e ajudem-me nesta obra do mosteiro de São Damião, porque, dentro em breve, virão habitá-lo mulheres e, por sua fama e pela santidade de sua vida, dar-se-á glória ao Pai nosso celeste, em toda a sua Santa Igreja”.
Clara e Inês não ficaram por muito tempo sozinhas, porque muitas jovens de Assis foram atraídas por seu exemplo.
Destas primeiras companheiras, ficam-nos, além do nome, também documentação que testemunha a santidade de sua vida e sua fidelidade, sem compromisso algum, em seguir o exemplo de Clara.
Pouco depois da entrada em São Damião, pediu para unir-se às irmãs Offreducci uma amiga de infância de Clara, Pacífica; e de Perúgia, chegou Benvenuta, conhecida nos anos da fuga de Assis, juntamente com toda a sua família . Depois, juntou-se Balvina de Martino; no ano seguinte, Filipa, filha de Leonardo de Gisleno.
Todas prometeram obediência a São Francisco, que não deixará de seguir a pequena comunidade, com extrema diligencia e com o amor que merecia a mais bela flor do jardim espiritual.
Para as irmãs, que começaram a ser chamadas “Damianitas”, depois de terem provado sua coragem, a própria Clara prescreveu, com evangélica simplicidade, uma regra a ser observada. Em 1215, ela havia impetrado à Sé Apostólica a aprovação do Privilégio da Pobreza, documento singular, único, com o qual a Santa queria, aprovada pelo Papa, a escolha, para ela e suas sequazes, de não aceitar nenhuma posse.
E, na Regra Selada, aprovada pela forma de vida da nova comunidade, está escrito: “O bem aventurado pai, considerando que não temíamos nenhuma pobreza, fadiga, tribulação, humilhação e nenhum desprezo do mundo, que, antes, os tínhamos em conta de grande delícia, movido de paterno afeto, escreveu para nós a forma de vida deste modo:
“Como, por divina inspiração, vos fizestes filhas e servas do altíssimo Sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, de minha parte e por meus frades, ter sempre de vós e deles atento cuidado e especial solicitude’. O que ele, com toda a fidelidade, cumpriu enquanto viveu e quis que fosse sempre cumprido pelos frades”.
Depois de três anos de vida monástica, Francisco julgou oportuno dar à comunidade de São Damião um esboço de organização: pensou em nomear uma abadessa. Esta não podia ser senão Clara, a primogênita da Ordem.
Mas Clara refutou: “Não, não eu, Francisco! Fugi de todas as honras e da vaidade do mundo, não posso me colocar no comando das minhas irmãs. Quero só servir e obedecer!”
“Bem!” – disse-lhe Francisco em resposta – “se tu queres obedecer, então eu te peço que o faças por obediência!”.
Desejosa da palavra de Deus
Clara, apenas eleita abadessa, sentia necessidade de uma ajuda segura: temia, sobretudo, não ir pelo caminho da perfeita pobreza. Por isso, teria desejado encontrar-se mais vezes com Francisco. Mas o “Poverello” estava muitas vezes longe de Assis e evitava dirigir-se freqüentemente a São Damião para não suscitar “admiração e suspeita” entre as pessoas.
Havia recomendado aos seus frades para não terem muita “familiaridade” com as monjas e não entrarem nos seus mosteiros. E nisto, ele queria ser o exemplo. Em São Damião, Clara se encontrou, finalmente, à vontade.
Transpondo aquelas paredes em ruínas, compreendeu ter chegado para onde Deus, havia tanto tempo, a conduzia. Isso lhe diziam a nudez das paredes, a desolação dos locais, os muros sem reboco, as rústicas tábuas nem mesmo esquadradas do assim chamado “pequeno coro”, a escada íngreme e desconexa que levava ao dormitório, um grande quarto nu e frio.
Sem dúvida, era o convento mais pobre jamais visto: a verdadeira cidadela da Santa Pobreza.
Francisco havia predito a Clara que outras senhoras a haveriam de seguir e abraçariam o seu ideal de vida. Depois de Inês, a primeira a acorrer a São Damião foi Pacífica de Guelfuceio, aquela que a ajudou na fuga noturna.
Depois, veio Benvinda de Perusa, sua caríssima amiga. Em seguida, ajuntaram-se Balvina de Offreduccio, Cecília de Gualtiero, Angelúcia de Angeleio, Filipa de Ghislerio, Francisca de messer Capitâneo, Amata de Martino e tantas outras. Beatriz, irmã menor de Clara, e a mamãe Hortolana completaram o grupo.
Nasceu, assim, em São Damião, a segunda Ordem franciscana, o ramo feminino, ao qual Francisco gostava de chamar o das “Senhoras Pobres”.
Um oásis de paz
Em pouco tempo, a comunidade de São Damião tornou-se um autêntico oásis de paz, onde tudo era calor e intimidade.
A própria desolação do local, das paredes, dos utensílios, transmitiam serenidade e alegria. Lamento nenhum se levantava de São Damião: a pobreza da casa, incômodos, os leitos, o frio, a fome, não atormentavam. As Irmãs, quanto mais pobres, mais se sentiam contentes.
Clara, cada recanto do convento era um recanto do paraíso, cheio de calor e de intimidade: um perene convite à festa, à alegria.
As mais pobres do mundo
Nada era de sua propriedade, mas tudo era aceito como empréstimo; julgavam-se “peregrinas e forasteiras neste mundo”. Andavam de pés descalços em todas as estações, com vestimentas grosseiras e uma corda à cintura, a cabeça raspada e coberta com um pano branco e preto.
Seu alimento era “moderado e austero”; haviam-se proposto “jejuar durante todo o ano”. Por leito, tinha uma esteira estendida sobre o pavimento nu e, por travesseiro, um pedaço de madeira. O dormitório era um grande quarto frio e miserável, onde os pobres catres eram alinhados junto à parede.
Segundo Tomás de Celano, Clara estava muito doente depois de quarenta anos vivendo em extrema pobreza. “O vigor de corpo, castigado nos primeiros anos pela austeridade da penitência, foi vencido no final por dura enfermidade, para enriquecê-la, doente, com o mérito das obras. A virtude aperfeiçoa-se na enfermidade”, diz o biógrafo.
Quando a enfermidade começa a se agravar, Clara recebe a visita do Cardeal de Óstia, padroeiro e protetor da família franciscana. Tratava-se do Cardeal Reinaldo de Segni, que mais tarde seria o Papa Alexandre IV. Foi ele que obteve do Papa a confirmação do Privilégio da Pobreza.
Sabendo do estado de Clara, o Papa Inocêncio IV,que residira com a Cúria em Perúsia no período de 1251 a 1253, foi logo visitar a serva de Cristo com os cardeais, como conta a Legenda: “Entrou no mosteiro, foi ao leito, chegou a mão à boca da doente para que a beijasse. Ela a tomou agradecida e pediu com maior reverência para beijar o pé do Apostólico. Depois pediu com rosto angelical ao Sumo Pontífice a remissão de todos os pecados. Ele exclamou: “Oxalá precisasse eu de tão pouco perdão!” A irmã Inês veio de Monticelli, onde era abadessa, para visitar a Irmã Clara. Ao ver o estado dela, chorou muito. E foi consolada pela irmã: “Irmã caríssima, apraz a Deus que eu me vá; tu, porém, deixa de lado o pranto, porque chegarás junto do Senhor logo depois de mim, e Ele te concederá um grande consolo antes que eu me aparte de ti”. Na realidade, Inês morreu logo depois.
Tomás de Celano relata que no final pareceu debater-se em agonia durante muitos dias, nos quais foi crescendo a fé das pessoas e a devoção do povo. Também foi honrada diariamente como verdadeira santa por visitas freqüentes de cardeais e prelados. O admirável é que, não podendo tomar alimento algum durante dezessete dias, revigorava-se o Senhor com tanta fortaleza, que ela confortava no serviço de Cristo todos que a visitavam.
No leito de Clara, a presença dos frades: Frei Junípero, Frei Ângelo e Frei Leão.
O biógrafo diz que, no momento da partida, Clara conversava com sua alma nestes termos: “Vai segura, porque tens um bom companheiro de viagem. Vai, porque aquele que te criou, também te santificou e cuidando de ti, como uma mãe cuida de seu filho, te amou com terno amor. Senhor, sede bendito porque me criaste”.
A agonia durou uma noite inteira. Na manhã de 11 de agosto de 1253, Clara entrava na glória e ia encontrar-se com o Amado Esposo de sua alma. Nas portas do paraíso seria recebida pelo Pai Francisco.
a Legenda de Santa Clara, logo após a sua morte, as pessoas “afluíram em tamanha multidão que a cidade parecia deserta”. Até o podestá, ou prefeito, apresentou-se imediatamente “com um cortejo de cavaleiros e uma tropa de homens armados”. E, no dia seguinte, moveu-se a corte pontifícia inteira. Foi, então, que o papa e os cardeais, “achando que não era seguro nem digno que tão precioso corpo ficasse longe dos cidadãos, levaram-no honrosamente para São Jorge, com hinos de louvor, ao som das trombetas e com solene júbilo” (LSC 37).
Logo depois, a igreja de São Jorge foi reformada e ampliada, transformando-se na Basílica de Santa Clara, que ainda estava em obras quando, no dia 3 de outubro de 1260, seu corpo foi solenemente transladado. Lá ficou até 1850. O sarcófago foi descoberto no dia 30 de agosto desse ano, e aberto no dia 23 de setembro.
A partir daí, cavou-se uma cripta no solo da basílica e se cuidou de apresentar o corpo da Santa, revestido de hábito e deitado sobre um colchão, dentro de um precioso relicário, para que os peregrinos pudessem venerá-la. Tudo isso ficou pronto no dia 30 de outubro de 1872.
Clara foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV, já que o Papa Inocêncio IV morreu em dezembro de 1254. O anúncio solene foi feito na antiga cidade de Anagni, conquistada pelos romanos no século IV aC. Não se sabe exatamente a data, mas há uma corrente que coloca como marco o dia 15 de agosto, festa da Assunção.
Antes de partir, Clara deixou a sua bênção:
Eu vos abençôo, ainda viva, e
e abençoar-vos-ei depois da morte;
quanto posso vos bendigo,
E mais do que posso vos abençôo com todas
As bênçãos com as quais o Pai das misericórdias
Abençoa e abençoará os seus filhos
Do céu e da terra.
Extraído de:
http://www.ofmsantoantonio.org/historiaSantos/santaClara.html

– Entendendo e Respeitando as Diferentes Personalidades e Caráteres, do Ponto de Vista Cristão

Cada indivíduo tem um conjunto de atributos – virtudes, talentos, fraquezas, deficiências, características pessoais – que as fazem ser únicas no mundo. Por mais parecido que alguém seja, ninguém é igual a ninguém. E essas peculiaridades ajudam a formar a personalidade das pessoas, sejam elas mais extrovertidas, tímidas, inquietas, entre tantas…

Sendo assim, as pessoas diferem de opinião; de gosto; de humor; de simpatia. E, com tantas diferenças e individualidades, devem conviver bem, respeitando-se e convivendo harmonicamente.

Cristo nos diz:

“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.

Ora, amar as pessoas que já amamos é fácil. Àquelas que nutrimos simpatia, idem.

E quando falamos de pessoas rotuladas como “mau caráter”, marcadas pela sociedade como cidadãos que não servem de exemplo ou que vemos hábitos ruins? Como amá-las?

Claro que isso é difícil. Todos querem se aproximar de pessoas de bom caráter, e buscam evitar o mau-caratismo. Mas como conviver?

– Respeitando aquele que pode ter se desviado do bom caminho, já é um começo. Ajudando-o a mudar de vida, um segundo passo.

Mas não se esqueça: alguém que tenha bom caráter e que esteja se relacionando com pessoas que são ditas “transgressoras”, deve tomar cuidado para ao invés de influenciar positivamente, não se influenciar negativamente. Tem que ter PERSONALIDADE!

Lembra-se do que nossas mães diziam sobre “ter cuidado para não andar com má companhia?” Pois é: você deve evitar o hábito e a influência da ‘má companhia’, mas contagiar com o bom-caratismo o próximo.

Difícil, né? Missão para cristãos de boa vontade, de bom caráter e de personalidade persistente.

Sendo assim, que tal refletir sobre alguns pontos?

  1. Todos gostamos que respeitem a nossa personalidade ou individualidade. Mas respeitamos sempre as características do próximo? Sendo assim, diga: o que você tem dificuldade em suportar nas pessoas; que lhe irrita; aquilo que você considera um defeito?
  2. O que você acha que irrita nas pessoas que convivem consigo, aquilo que você sabe que é da sua personalidade e que incomoda os outros?
  3. O que fazer para suportar o que não gostamos e mudar aquilo que as pessoas não gostam de nós?

– Voltamos à Catequese. Que bom!

Hoje retomamos os encontros da catequese para o Sacramento do Crisma, aqui na Capela Nossa Senhora de Fátima (Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP).

Servir a Deus, mesmo que minimamente como catequista (já que deveríamos nos engajar em mais tarefas), é algo que nutre a alma.

Que possamos ajudar nossos crismandos a buscarem e desejarem de coração tão belo sacramento (O sacramento do Crisma é a Confirmação do Batismo, agora, adultos e maduros na fé).

– China X Igreja Católica

A China, reconhecida ditadura, nunca é questionada como deveria em relação aos Direitos Humanos. Claro que o poderio financeiro e o desejo de parcerias comerciais das nações com o Dragão Asiático são os fatores preponderantes para tal fato.

Lá, não existe liberdade religiosa, e o chinês tem o “direito” de escolher uma das 5 religiões aceitas pelo Governo. Igreja Católica ou Protestantes inexistem, sendo que o Governo controla uma igreja que equivaleria a elas: a Associação Patriótica Chinesa, que ordena Bispos e celebra rituais sem a benção do Vaticano. Os sacerdotes são observados pelas autoridades políticas e devem fazer ligações entre Cristo e a supremacia da China.

Porém, uma voz se levantou: o bispo de Xangai, Tadeu Ma Daquin, se rebelou contra a autoridade local e exigiu comunhão das igrejas e não subserviência a Pequim. Conclusão: foi preso para desincentivar outros bispos que desejassem união a Roma.

Católicos e Evangélicos costumam celebrar seus cultos à moda dos primeiros cristãos: clandestinamente, as escondidas, longe dos religiosos ligados ao Partido Comunista Chinês.

Aqui, onde há plena liberdade de culto, muitas vezes nos envergonhamos em falar de Cristo em público. Quem dera os chineses reprimidos pudessem ter nossas possibilidades…

– Dia de Sant’Anna e São Joaquim: A Festa dos Avós!

Hoje é dia dos Avós!

Tal data é celebrada neste dia, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, avós de Jesus Cristo (pais da Virgem Maria).

Você já deu um abraço aos seus avós hoje?

Atenção: o que vale não é o presente, e sim o afeto!

Parabéns aos vovôs e vovós!

– Um alerta Antigo sobre Maus Sacerdotes…

Na Liturgia Católica de domingo (1ª leitura), uma passagem excepcionalmente atualizada, que vai de encontro a uma grande ferida que atormenta a igreja: a pedofilia! Abaixo:

“Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem! (…) Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, acerca de seu povo: ‘Dispersastes o meu rebanho e o afugentastes, sem deles vos ocupar. Eu, porém, vou ocupar-me à vossa custa da malícia de tal procedimento’.”

Jeremias 23, 1-4

O profeta está falando daqueles que não são dignos sacerdotes (padres, pastores, rabinos), e que por culpa de seus erros, levam aos fiéis à perdição e perda da fé.

Claro que não especifica aqui a pedofilia, mas tal cancro se encaixa perfeitamente nesse quesito.

Escrito há mais de 2600 anos, porém atual.

– Dia de São Tiago

Para os católicos, dia de festa! Dia de celebrar São Tiago, um dos 12 apóstolos; aquele que evangelizou até a Europa. Na Espanha, costuma-se fazer o místico Caminho de Santiago de Compostela (que hoje deve estar lotado). Porém, a melhor comemoração é fazer uma boa oração e celebrar a Eucaristia.

Extraído de: http://is.gd/kiOevy

DIA DE SÃO TIAGO

Hoje é dia de São Tiago, dito o “maior”, era filho de Zebedeu e Salomé (Mc 15,49; cf Mt 27,56) e irmão mais velho de João, o evangelista, com quem foi chamado entre os primeiros discípulos por Jesus e foi solícito em segui-lo (Mc 1,19s; Mt 4,21s; Lc 5,10). É sempre colocado entre os três primeiros Apóstolos (Mc 3, 17; Mt 10,2; Lc 6,14; At 1,13). Pronto e impetuoso de caráter, figura entre os prediletos do Mestre, como o irmão, Pedro e André. Assiste à cura súbita da sogra de Pedro (Mc 1,29-31), à ressurreição da filha de Jairo (Mc 5, 37-43; Lc 8, 51-56), à transfiguração de Jesus no Tabor (Mc 9,2-8; Mt 17, 1-8; Lc 9, 28-36); com os outros três interroga Jesus sobre os tempos precursores do fim (Mc 13, 1-8). depois, com Pedro e João, é chamado por Jesus a vigiar no Getsêmani (Mc 14, 33s; Mt 26, 37s). Visou com ambição aos primeiros postos no reino, garantindo estar pronto para tudo, e suscitou a reação dos demais apóstolos e a advertência de Jesus no sentido de outro primado: o do serviço e do martírio (Mc 10, 35-45; Mt 20,20-28). A profecia que então Jesus lhe fez, prenunciando que haveria de “beber com ele o cálice do sacrifício”, realizou-se plenamente ao ser Tiago o primeiro dentre os Apóstolos a dar sangue pelo Senhor, tendo sido decapitado por Herodes Agripa I, durante as festas pascais, em 42-43 (At 12, 1-2). Segundo uma antiga tradição, teria sido o evangelizador da Espanha. A partir do Séc. IX, são Tiago teve um culto extraordinário em Compostela, Espanha, a qual o teve como protetor de sua fé e liberdade contra os mouros. Esse santuário tornou-se para a Europa um dos maiores lugares de peregrinação na Idade Média e depois.

ORAÇÃO A SÃO TIAGO

Apóstolo Santiago, escolhido entre os primeiros, tu foste o primeiro a beber do cálice do Senhor, e és o grande protetor dos peregrinos; fazei-nos fortes na fé e alegres na esperança, em nosso caminhar de peregrinos seguindo o caminho da Vida de Cristo e alenta-nos para que finalmente, alcancemos a glória de Deus Pai. Assim Seja.

– Dia de Nossa Senhora do Carmo

Hoje é um dia de festa para a comunidade católica. É dia de uma das mais magníficas manifestações marianas: a de Maria, Nossa Senhora do Carmo.

Compartilho a história devocional, oração e curiosidades.

Em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2009/07/16/dia-de-nossa-senhora-do-carmo/

– Fé, Coragem

Em algum lugar do Evangelho ou no Ato dos Apóstolos, Jesus lembra seus discípulos:

“Coragem, eu venci o Mundo”

Meu dia está difícil. Sabadão de muito trabalho e de várias pendengas a resolver. Nestas situações, deve-se respirar fundo e acreditar nessa verdade de fé dita por Cristo.

– Dom Eugênio Sales

Um homem de fé de vida dedicada às lutas sociais. Assim que se resume a passagem de Dom Eugênio Sales, que faleceu anteontem. Junto com Dom Evaristo Arns, soma-se àqueles que lutararm contra a ditadura e fizeram a opção pelos pobres.

São esses santos na terra que nos motivam e inspiram a ser homens e mulheres melhores.

Ops: não poderia deixar de citar-: e o simbolismo na pomba que pousou sobre seu corpo e em cima dele permaneceu por mais de uma hora no seu velório? Extremamente emblemático…

– Santo de Casa Não faz Milagre

Sabe o velho ditado de que “Santo de Casa não faz Milagre”?

Ele vem do Evangelho de hoje: Cristo fazia milagres em toda a região, mas quando chegou a Nazaré da Galiléia, sua terra natal, os moradores de lá questionavam: “Não é o filho de José, o carpinteiro? Sua mãe não é Maria?”.

Pela falta de fé, poucos foram convertidos por lá.

Muitas vezes, não desdenhamos de pessoas próximas por desconfiança da proximidade que temos? Pode ser preconceito social…

– Fraqueza e Fortaleza, por São Paulo

Hoje, a Liturgia Católica traz na 2ª leitura uma belíssima passagem de São Paulo Apóstolo:

“Quando me sinto Fraco, é aí que sou Forte”.

Nada de incoerência, mas demonstração magnífica de fé explícita.

Quantas vezes nós mesmos, desanimados e desconsolados, não encontramos forças em Deus para superar as dificuldades?

Animadoras e entusiasmantes palavras de um testemunho verdadeiro.

– Estatísticas da Religião dizem muito, ou quase nada.

Recentemente se divulgou dados da pesquisa do Censo 2010 no Brasil. Nela, percebeu-se decréscimo do Catolicismo e crescimento do Protestantismo.

Nos EUA, devido a imigração, o panorama se inverte.

Pelo gigantismo populacional, poderemos ter um país que será o maior católico do mundo, maior protestante do mundo, maior espírita do mundo… e onde judeus e árabes convivem pacificamente.

Agora, independente da crença, fica a seguinte contestação: de nada adianta a religião, se os princípios de cada uma delas (dos católicos, evangélicos, budistas, umbandistas, outras crenças e até ateus), que se resumem a PAZ, não sejam praticados na radicalidade.

Se fossem praticados, teríamos mendigos? Famintos? Desabrigados?

Vale refletir: a violência no Brasil caminha a índices absurdos de convivência. Deve-se a fé?

Claro que não. Mas se formos bons cristãos, judeus, muçulmanos ou simplesmente cidadãos melhores, reverteríamos isso, não?

Toda religião que se prega a paz é boa. O problema é que bandido, muitas vezes, não tem fé ou se esconde atrás dela. E as vezes nos dizemos religiosos apenas em censo.

– Dia de São Pedro e São Paulo

Que pena. Pouco ouvi sobre hoje ser dia de São Pedro e São Paulo, os santos considerados primeiros Papas da Igreja Católica.

Abaixo, a história desses gigantes do Cristianismo, extraído de CançãoNova.com, link “Santo do Dia”:

FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO APÓSTOLOS

Hoje a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.

Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.

Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

– Venerar X Adorar: Você vai à Missa também aos sábados?

As Missas nas manhãs de sábado são dedicadas à devoção mariana, pedindo pelas indulgências de Deus. Não é adoração, mas veneração. Lembrando sempre o conselho de Nossa Senhora nas bodas de Judá: “Fazei o que Ele (Jesus) vos mandar“.

Assim, só adoramos a Deus, na Trindade Santa (Pai, Filho e Espírito Santo) e admiramos os santos(as) e anjos que serviram ao Senhor.

No sábado passado, em especial, a liturgia nos chama a atenção: não é possível servir a dois senhores– ou a Deus, ou ao materialismo, vaidade, dinheiro, ídolos e tudo mais.

Sendo assim, em quem podemos confiar?

Em Deus, conforme diz São Mateus no Evangelho de ontem:

“Por acaso Deus, que cuida dos pássaros, dos campos e das flores, irá se esquecer dos seus filhos amados?”.

Em suma: bom dia é começar a jornada rezando, de bem com a vida, com o corpo, com o próximo e com Deus.

– O que Faremos se Não Tivermos essas Duas Virtudes…

… Que são a “Fé” e a “Razão”.

Compartilho essa bonita mensagem do papa João Paulo II por acreditar que são valores necessários para a nossa vida e salvação:

“Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu”!

Belo ensinamento, não? 

– Sagrado Coração de Maria

Como ontem foi dia do Sagrado Coração de Jesus, hoje veneramos o Imaculado Coração de Maria.

Coração de Mãe, Intercessora, Acolhedora… Daquela que nos dá colo e nos lembra: “Fazei o que Ele vos mandar”, em referência à obediência ao seu Filho Jesus.

 

Mãe, Serva e Esposa de Deus, rogai por nós.

– Dia do Sagrado Coração de Jesus

Lembrando: hoje é a Festividade do Sagrado Coração de Jesus!

Neste dia importante aos católicos, celebra-se a devoção ao Coração de Jesus, tão amoroso e piedoso. Abaixo, a Consagração ao Sacratíssimo Coração (extraído de: http://www.asc.org.br/site/devocao/atodeconsagracao.htm)

Texto aprovado por São Pio X em 1908

CONSAGRAÇÃO AO SANTÍSSIMO CORAÇÃO DE JESUS

SAGRADO CORAÇÃO de Jesus, que manifestastes a Santa Margarida Maria o desejo de reinar sobre as famílias cristãs, nós vimos hoje proclamar vossa realeza absoluta sobre a nossa família. 

Queremos, de agora em diante, viver a vossa vida, queremos que floresçam, em nosso meio, as virtudes às quais prometestes, já neste mundo, a paz. 

Queremos banir para longe de nós o espírito mundano que amaldiçoastes. 

Vós reinareis em nossas inteligências pela simplicidade de nossa fé; em nossos corações pelo amor sem reservas de que estamos abrasados para convosco, e cuja chama entreteremos pela recepção freqüente de vossa divina Eucaristia. 

Dignai-Vos, Coração divino, presidir as nossas reuniões, abençoar as nossas empresas espirituais e temporais, afastar de nós as aflições, santificar as nossas alegrias, aliviar as nossas penas. 

Se, alguma vez, algum de nós tiver a infelicidade de Vos ofender, lembrai-Vos, ó Coração de Jesus, que sois bom e misericordioso para com o pecador arrependido. 

E quando soar a hora da separação, nós todos, os que partem e os que ficam, seremos submissos aos vossos eternos desígnios. Consolar-nos-emos com o pensamento de que há de vir um dia em que toda a família, reunida no Céu, poderá cantar para sempre a vossa glória e os vossos benefícios. 

Digne-se o Coração Imaculado de Maria, digne-se o glorioso Patriarca São José apresentar-Vos esta consagração e no-la lembrar todos os dias de nossa vida. Viva o Coração de Jesus, nosso Rei e nosso Pai. 

 

– Paciência Cristã

A paciência é uma virtude cristã. Sendo assim, compartilho uma linda oração àqueles que carecem ter paciência, de Santa Teresa D’Ávila, e que nos dias atribulados e de correria em que vivemos, se faz necessária:

Nada te perturbe. Nada te espante. Tudo passa. A paciência tudo alcança.

Nada me perturbe. Nada me amedronte. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta.

Simples e belo, não?

– Dia de Santo Antonio

E hoje é dia de Santo Antonio (chamado por alguns “de Pádua” ou de “Lisboa” – locais onde viveu santamente).

Você sabia que a história de santo casamenteiro só existe entre nós? Santo Antonio é conhecido lá fora como “pai dos pobres”.

Pobre, humilde, desprovido de alta intelectualidade… mas magnífico nas questões de fé. Esse era o perfil deste santíssimo homem.

Santo Antonio, rogai por nós!

– O Significado da Festa de Corpus Christi

Amigos, como nesta quinta-feira celebramos uma das mais magníficas festas cristãs, compartilho esse texto sobre origens e significado do dia de Corpus Christi.

Extraído de: http://franciscamalarranha.wordpress.com/2008/05/22/o-milagre-de-lanciano/ e http://www.portaldafamilia.org.br/datas/corpus/corpuschristi1.shtml

Significado- O MILAGRE DE LANCIANO

Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de S. Legoziano os monges basilianos e, entre eles, havia um cuja fé parecia vacilante, e ele era perseguido todos os dias pela dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu Verdadeiro Sangue.

Foi quando, certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo.

Sentiu-se confuso e dominado pelo temor diante de tão espantoso milagre.
Até que em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:

“Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!”

A estas palavras os fiéis se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e a pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge em um novo Tomé.

Aos reconhecimentos eclesiásticos do Milagre, veio juntar-se o pronunciamento da Ciência Moderna através de minuciosas e rigorosas provas de laboratório.
Após algum tempo de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises:

– a Carne é verdadeira carne e o Sangue é verdadeiro sangue;

– a Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio);

– a Carne e o Sangue são do tipo AB e pertencem à espécie humana;

– a conservação da Carne e do Sangue, deixados ao natural por 12 séculos e ex-postos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.
Outro detalhe inexplicável: pesando-se as bolotas de sangue coagulado (e todas são de tamanho e forma diferentes) cada uma delas tem exatamente o mesmo peso das cinco bolotas juntas.

Deus parece brincar com o peso normal dos objetos.

Depois que foram conhecidas as conclusões dessa pesquisa científica, os peregrinos vêm de toda parte venerar a Hóstia que se tornou Carne e o Vinho consagrado que se tornou Sangue.

É bem uma prova direta de que Jesus Cristo ressuscitou verdadeiramente, de que a Eucaristia é o Corpo e o Sangue de Cristo glorioso, assentado à direita do Pai e que, tendo saído do túmulo na manhã de Páscoa, não pode mais morrer.

É assim que o Milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que o “COMEI TODOS E BEBEI…”, mais do que uma simples simbologia como possa parecer, é o sinal Divino de que no Sacramento da Eucaristia está o alimento do nosso espírito, da nossa fé e da nossa esperança nas promessas de Cristo para a nossa Salvação.

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CORPUS CHRISTI

A Festa de Corpus Christi, celebrada desde o século XIII, expressa a fé do povo católico, que enfeita as ruas para a procissão do Corpo de Jesus Cristo.

Corpus Christi é uma festa popular, na qual a comunidade se empenha em criar enormes extensões de tapetes coloridos, nos quais a fé é traduzida em arte.

História — A celebração de Corpus Christi teve início na diocese de Liège, na Bélgica, onde a festa começou a ser comemorada em 1246.

O dia dedicado ao Santíssimo Sacramento é a Quinta-feira Santa, quando Cristo celebrou a Santa Ceia com os Apóstolos e instituiu a Eucaristia.

“Não há tempo para darmos aquelas homenagens que Cristo merece, porque, logo em seguida, vem o luto da Sexta-feira Santa e toda a atenção dos fiéis é dirigida à Morte de Jesus na cruz e sua Ressurreição na Páscoa.

Então, a festa de Corpus Christi, é uma complementação da instituição da Santíssima Eucaristia na Quinta-feira Santa. 

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ORIGENS

A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos lugares onde chegaram seus imigrantes, como por exemplo Florianópolis.

O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial com uma profusão de cores, música expressões de grandeza. No Brasil, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades, geralmente com voluntários que começam os preparativos dias antes da solenidade e varam a noite trabalhando.

– Católicos de Itupeva preparam grande tapete para Corpus Christi

por Reinaldo Oliveira

A cidade de Itupeva que mantém a tradição de enfeitar as ruas com tapetes temáticos para a celebração de Corpus Christi, para este ano prepara a confecção de um grande tapete. Por este motivo a comunidade católica já está trabalhando na preparação dos materiais que serão usados. De acordo com informações da coordenação dos trabalhos, neste ano todas as comunidades – num total de 15, farão o tapete representando a imagem dos seus padroeiros. Também serão confeccionados tapetes representando as imagens de Santo Antonio e São Sebastião, dos brasões da Cúria e do bispo dom Vicente Costa. Para a solene celebração eucarística e procissão já está confirmada a presença do bispo dom Vicente Costa. Esta tradição cultural/religiosa que mostra a devoção católica, neste ano será celebrada no dia 7 de junho e além da participação de grande número de pessoas de outras cidades que possuem chácaras de fim-de-semana em Itupeva, a cada ano atrai a atenção de mais pessoas vindas de São Paulo. O pároco – padre Lucio, o vigário paroquial – padre José Roberto e o diácono José Mauricio convidam você e família para este momento de oração e louvor.

– Dia de Celebrar a Trindade Santa

Hoje é dia de júbilo aos católicos. Celebra-se a Festa da Santíssima Trindade, sempre no domingo posterior ao Pentecostes.

O catecismo da Igreja explica: Deus é Uno e Trino – um só Deus em essência, mas três em pessoas, que se manifesta no Pai Criador, que ama tanto o mundo que nos enviou seu Filho Salvador, cujo amor ilimitado gera o Espírito Santo paráclito!

Portanto, adoremos a Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo (Santíssima Trindade) hoje e sempre.

– Vatileaks: a Culpa é do Papa, da Fé ou do Mordomo?

Clóvis Rossi, colunista da Folha de São Paulo, escreveu ontem o artigo “Espíritos Nada Santos”, em crítica ao Vaticano.

O autor faz uma relação sobre a iluminação dos bispos em conclave para a escolha dos Papas, à Luz do Espírito Santo, num certo desdenho dessa mesma escolha e das decisões do Santo Padre. Tudo isso devido aos escândalos que envolveram essa semana Paolo Gabriele, mordomo do Papa Bento XVI (que, na prática, é uma espécie de assessor). O texto amarra erros de decisão dos bispos no dia-a-dia.

Ora sabemos que o Espírito Santo sopra onde, quando e em quem quer (“Spiritus ubi vult inspirat“). É lógico crermos que a Inspiração do Espírito Santo sobrecai sobre aqueles que oramos, desde que seja essa a vontade do Divino. E mais lógico ainda que Deus quer a Iluminação à Santa Igreja.

Mas há algo importante: homens são falíveis, e estar aberto ao Espírito Santo é uma questão pessoal. Deus não nos violenta, ele, de tanto amor, respeita a nossa individualidade para aceitarmos ou não a sua Graça. Não podemos associar o erro de um cidadão à uma corrupção generalizada na Igreja, tão pouco creditar à fé o desvio de conduta.

– Cristofobia?

A Revista Época dessa semana fala da perseguição sobre cristãos no mundo árabe. Vez ou outras os jornais trazem tais manchetes.

A verdade é que as minorias não têm sido respeitadas por aquele lado. Nos países mais radicais, as autoridades em nada protegem a fé diferente dos que não são maioria. Ser católico, evangélico ou judeu nesses lugares é um risco à própria vida.

Diferentemente, aqui no Brasil, a diversidade religiosa pode viver em harmonia. Árabes andam com judeus, cristão, budistas ou hindus. Isso sim é ecumenismo e respeito à cidadania / civilidade.

– Dia de Santa Rita de Cássia

Amigos, hoje é dia de Santa Rita de Cássia! Conheça um pouco a história dessa magnífica serva de Deus:

PERFIL HISTÓRICO DE SANTA RITA DE CÁSSIA

Santa Rita nasceu em 1381 e morreu aos 22 de maio de 1457. Estas duas datas tradicionais foram consideradas corretas pelo Papa Leão XIII quando a proclamou Santa no dia 24 de maio de 1900.

Rita, filha única de Antonio Lotti e Amata Ferri, nasceu em Roccaporena, a 5 km de Cássia, e foi batizada com o nome de Margarida (MargaRITA) em Santa Maria do Povo, também em Cássia. Seus pais eram “pacificadores de Cristo” nas lutas políticas e familiares entre os Guelfi e os Ghibelini. Deram o melhor de si mesmo na educação de Rita, ensinando-a, inclusive a ler e escrever.

Aos 16 anos Rita se casou com Paolo di Ferdinando Mancini, jovem de boas intenções, mas vingativo. Tiveram dois filhos. Com uma vida simples, rica de oração e de virtudes, toda dedicada à família, ela ajudou o marido a converter-se e a levar uma vida honesta e laboriosa. Sua existência de esposa e mãe foi abalada pelo assassinato do marido, vítima do ódio entre facções.Rita conseguiu ser coerente com o Evangelho perdoando plenamente todos aqueles que lhe causaram tanta dor.Os filhos, ao contrário, influenciados pelo ambiente e pelos parentes, eram inclinados à vingança. A mãe, para evitar que se destruíssem humana e espiritualmente, pediu a Deus que tirasse a vida deles, pois ela preferiu vê-los mortos que manchados com sangue da vingança.

Ambos, ainda jovens, viriam a falecer em conseqüência de doenças naturais.

Rita, viúva e sozinha, pacificou os ânimos e reconciliou as famílias com a força da oração e do amor; só, então, pôde entrar no mosteiro agostiniano de santa Maria Madalena, de Cássia, onde viveu por 40 anos, servindo a Deus e ao próximo com uma generosidade alegre e atenta aos dramas do seu ambiente e da Igreja do seu tempo.

Nos últimos 15 anos Santa Rita teve sobre a testa o estigma de um dos espinhos de Cristo, completando, assim, na sua carne os sofrimentos de Jesus.

Foi venerada como santa imediatamente após a sua morte, como atestam o sacófago e o Códex miraculorum, ambos documentos de 1457-1462. Seus ossos, desde 18 de maio de 1947, repousam no Santuário, na urna de prata e cristal fabricada em 1930. Recentes exames médicos informaram que sobre a testa, à esquerda, existem traços de uma ferida óssea (osteomielite). O pé direito apresenta sinais de uma doença sofrida nos últimos anos, talvez uma inflamação no nervo ciático. Sua altura era de 1,57m. O rosto, as mãos e os pés estão mumificados, enquanto que sob o hábito de religiosa agostiniana existe, intacto, o seu esqueleto.

AS MENSAGENS DE SANTA RITA

Não existem livros, cartas ou diários escritos por Santa Rita. A sua mensagem provém de sua vida simples e heróica. Santa Rita é uma grande evangelizadora. Ela não anuncia a si mesma, mas o Senhor Jesus e a força do seu Mistério Pascal de cruz e Ressurreição. Santa Rita é a manifestação vigorosa do Espírito Santo, que fala e age também na Igreja e no mundo de hoje.

1. MENSAGEM ÀS MULHERES

Santa Rita, antes de mais nada, quer transmitir sua mensagem às mulheres de todas as idades e condições, porque ela conhecer pessoalmente os papéis femininos de filha, esposa, mãe, viúva e religiosa.

Santa Rita anuncia à mulher, o evangelho da liberdade, liberdade der ser ela mesma, de defender a própria dignidade e a de quem é mais fraco.

Ela proclama o evangelho da interioridade, porque sem esta, não existe liberdade, e as coisas passageiras podem facilmente seduzir e escravizar o coração.

Santa Rita encarna o evangelho do serviço, porque somente quem perde a própria vida por amor a encontra verdadeiramente.

2. MENSAGEM AOS CÔNJUGES

Santa Rita anuncia aos esposos o evangelho da fidelidade ao próprio cônjuge.

Ela proclama o evangelho do perdão, porque quem erra anda errante e somente será ajudado se não for condenado por nós.

3. MENSAGEM AOS PAIS

Aos pais, Santa Rita anuncia o evangelho da coerência, porque, de fato, só se é educador pelo exemplo.

Ela anuncia o evangelho da confiança, para que, a família, egoisticamente, não se feche ao futuro e não destrua a vida.

Ela proclama o evangelho da oração, porque abrir-se a Deus, significa construir a própria família sobre a rocha.

4. MENSAGEM AOS JOVENS

Santa Rita se dirige aos jovens de hoje como uma mãe aos próprios filhos.

Ela anuncia aos jovens o evangelho da esperança, porque a vida tem sentido, porque Deus nos ama e não nos deixa sozinhos.

Ela proclama o evangelho da obediência, porque somente partindo da humildade se constroem grandes coisas

Santa Rita anuncia aos jovens o evangelho da generosidade, porque com esforço próprio pode-se superar a lógica do ódio e da violência.

5. MENSAGEM A QUEM SOFRE

A quem sofre Santa Rita anuncia o evangelho da proximidade do Deus Crucificado, Consolador e Salvador.

Ela proclama o evangelho da fortaleza em carregar a própria cruz junto a Cristo.

Santa Rita encarna o evangelho da compaixão, porque sofre com quem sofre e socorre todo sofrimento com a sua poderosa intercessão.

6. MENSAGEM AOS CONSAGRADOS

À pessoa consagrada (religiosos e religiosas) Santa Rita anuncia o evangelho da alegria que surge da doação total a quem vale muito mais do que o cêntuplo: o Senhor Jesus.

Ela proclama aos consagrados o evangelho da comunhão, porque na tensão em configurar-se a Cristo “não mais exista homem ou mulher, e todas as divisões sejam superadas”.

Enfim, a todas as pessoas que encontra, Santa Rita anuncia o evangelho da paz universal, para que sejamos todos sempre irmãos e irmãs, filhos e filhas do mesmo Pai.

Fonte: www.santarita-oar.org.br