– Como é difícil mudar de casa!

Sou nascido e criado no mesmo bairro (na mesma rua) durante “a minha vida inteira”. Mudei apenas de número de casa; portanto, tenho raízes num lugar em que minha família está há 5 gerações.

Mudarei de Jundiaí para Bragança Paulista (ambas no Interior Paulista) até o final do ano, por questões profissionais – e impactado com a logística e a necessidade de “estar com a esposa e as filhas. 

Minha residência é o lugar que mais gosto de estar com as crianças, especialmente mo jardim. Dói sair daqui, lógico, mas é necessário. Entretanto, como é um desafio árduo encontrar um lugar novo ideal para viver. Das casas que procurei, uma não tem quintal, outra faltam quartos, outra há barulho na vizinhança, outra isso, outra aquilo… Sempre há prós e contrasIgual a casa da gente, não há.

A busca é um exercício de paciência em encontrar algo próximo do que se quer. Não é luxo nem conforto, mas adaptação (e preço acessível, isso é importante).

Agora, uma consideração final: se é demorada a odisseia em encontrar a morada ideal, imagine o processo de mudança!

– S’imbora encarar o serviço?

Sábado de sol é dia de… cortar grama!

“Ainda bem” que estamos numa tarde de inverno. Ops: contém ironia, o dia está quente!

Sem reclamar: s’imbora à labuta.

– Cuidado com o carrapato!

Foco!

E não é que flagramos esse carrapato danadinho tentando fazer arte aqui no quintal?

Cuidado com a higiene nunca é demais… especialmente com tais bichos. Lembremo-nos: o da espécie “estrela” pode matar se picar uma pessoa!

Esse, da foto, é inofensivo…

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– Assuntos que já cansaram e nos trazem stress:

Temas que, confesso, cansei de ler, ouvir e escrever (e fazem mal à mente):

1. A pandemia, número de mortos e reclusão,

2. A briga política de pró e contra bolsonaristas,

3. A data da volta às aulas,

4. Fake News,

5. Emprego, desemprego e demissões, e

6. Falta de dinheiro.

Sinceramente? Me entristece todas essas coisas, e que algumas delas, vivemos na pele!

É a vida. Sigamos em frente. 

Um pequeno desabafo faz bem…

– Explicando as cores vibrantes do amanhecer e entardecer da semana:

Tanto o nascer quanto o pôr do sol estão extremamente coloridos desde a 3a feira. Maravilhosos, especialmente para quem gosta de fotografar.

Mas por quê acontece tal fenômeno da natureza?

Abaixo, extraído de: https://vejasp.abril.com.br/cidades/porque-por-do-sol-cores-vivas-sao-paulo/

POR QUÊ O PÔR DO SOL GANHOU CORES TÃO VIVAS

O céu da capital paulista ganhou tonalidades mais vivas nesta terça-feira (14). O fenômeno chamou atenção nas redes sociais, que foram inundadas por fotos do belo pôr do sol que pode ser visto por toda a cidade.

Existe uma razão para o intenso vermelho-alaranjado que chamou atenção inclusive dos leitores da Vejinha, que mandaram pela #vejasp, no Instagram, dezenas de fotos do momento. Buscamos o Instituto Climatempo para uma resposta.

A meteorologista Joselia Pegorim afirma que durante todo o dia, o céu na cidade estava com uma coloração esbranquiçada: uma intensa camada de nuvens médias e altas cobriam a capital, e os raios solares pouco conseguiram ultrapassar a barreira.

Então quando o sol começou a ficar próximo da linha do horizonte, com o final do dia, como sempre, ele refletiu seus raios na base, ou seja, na parte de baixo dessas nuvens. Mas como a concentração hoje era acima do normal, o fenômeno foi intensificado, e por isso a coloração ganhou tons ainda mais fortes.

“Com o sol já baixando no horizonte, os raios solares chegavam bem inclinados atravessando uma camada maior da atmosfera, onde se concentra a camada de poluentes. Mas a poluição não diminuiu com a redução da atividade humana nesta quarentena? Sim, diminuiu, mas não acabou. O lado “bom” da poluição é esta interação com os raios solares que geram essas cores surpreendentes no céu”, explica também Joselia.

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