– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.

– Dois árbitros e nenhum VAR brasileiro no Mundial de Clubes da FIFA.

Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.

Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.

Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).

Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.

A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.

Relação de árbitros:

  • Omar Al Ali – Emirados Árabes Unidos
  • Ramon Abatti Abel – Brasil (Santa Catarina)
  • Omar Al Ali – Emirados Árabes Unidos
  • Ivan Barton – El Salvador
  • Djahane Beida – Mauritânia
  • Juan Gabriel Benitez – Paraguai
  • Espen Eskas – Noruega
  • Alireza Faghani – Austrália
  • Salman Falah – Catar
  • Yael Falcon Pérez – Argentina
  • Drew Fischer – Canadá
  • Cristian Garay – Chile
  • Mustapha Ghorbal – Argélia
  • Mutaz Ibrahimi – Jordânia
  • Campbell-Kirk Kawana-Waugh – Nova Zelândia
  • Istvan Kovacs – Romênia
  • Francois Letexier – França
  • Ma Ning – China
  • Danny Makkelie – Holanda
  • Szymon Marciniak – Polônia
  • Said Martinez – Honduras
  • Jean Jacques Ndala – RD Congo
  • Glenn Nyberg – Suécia
  • Mario Ortiz – Guatemala
  • Tori Penso – Estados Unidos
  • César Ramos – México
  • Wilton Pereira Sampaio – Brasil (Goiás)
  • Issa Sy – Senegal
  • Ilgiz Tantashev – Uzbequistão
  • Anthony Taylor – Inglaterra
  • Gustavo Tejera – Uruguai
  • Facundo Tello – Argentina
  • Clement Turpin – França
  • Jesus Valenzuela – Venezuela
  • Slavko Vincic – Eslovénia
  • Felix Zwayer – Alemanha

Relação de VARs:

Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).

– Dois árbitros e nenhum VAR brasileiro no Mundial de Clubes da FIFA.

Nenhum VAR brasileiro (nem AVAR) estará no Mundial de Clubes da FIFA (igualmente como ocorreu no Mundial de Seleções de 2022). Porém, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abell serão os árbitros do nosso país.

Abatti Abel era “pedra cantada”: é jovem e foi para as Olimpíadas, indo até a final. Wilton, não. Raphael Claus era a lógica.

Se dependesse da Conmebol, seria Claus. Idem da CBF. Mas a FIFA leva em conta o rendimento em seus torneios, e Wilton foi muito além de Claus na Copa de 2022 (recordemos que o goiano surpreendeu positivamente, mas o paulista não foi tão bem).

Raphael Claus atuou tranquilamente nos jogos do Paulistão. Não acompanhei Wilton nos Estaduais, mas me decepcionou em Fluminense x Red Bull Bragantino (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3D3). Correu pouco e contemporizou cartões.

A novidade será: os árbitros vestirão um uniforme que terá uma câmera acoplada, para que o espectador tenha a mesma visão dos juízes durante a transmissão.

Relação de árbitros:

  • Omar Al Ali – Emirados Árabes Unidos
  • Ramon Abatti Abel – Brasil (Santa Catarina)
  • Omar Al Ali – Emirados Árabes Unidos
  • Ivan Barton – El Salvador
  • Djahane Beida – Mauritânia
  • Juan Gabriel Benitez – Paraguai
  • Espen Eskas – Noruega
  • Alireza Faghani – Austrália
  • Salman Falah – Catar
  • Yael Falcon Pérez – Argentina
  • Drew Fischer – Canadá
  • Cristian Garay – Chile
  • Mustapha Ghorbal – Argélia
  • Mutaz Ibrahimi – Jordânia
  • Campbell-Kirk Kawana-Waugh – Nova Zelândia
  • Istvan Kovacs – Romênia
  • Francois Letexier – França
  • Ma Ning – China
  • Danny Makkelie – Holanda
  • Szymon Marciniak – Polônia
  • Said Martinez – Honduras
  • Jean Jacques Ndala – RD Congo
  • Glenn Nyberg – Suécia
  • Mario Ortiz – Guatemala
  • Tori Penso – Estados Unidos
  • César Ramos – México
  • Wilton Pereira Sampaio – Brasil (Goiás)
  • Issa Sy – Senegal
  • Ilgiz Tantashev – Uzbequistão
  • Anthony Taylor – Inglaterra
  • Gustavo Tejera – Uruguai
  • Facundo Tello – Argentina
  • Clement Turpin – França
  • Jesus Valenzuela – Venezuela
  • Slavko Vincic – Eslovénia
  • Felix Zwayer – Alemanha

Relação de VARs:

Khamis Al-Marri (Catar), Mahmoud Ashour (Egito), Ivan Bebek (Croácia), Jerome Brisard (França), Bastian Dankert (Alemanha), Carlos Del Cerro Grande (Espanha), Marco Di Bello (Itália), Rob Dieperink (Holanda), Hamza El Fariq (Marrocos), Shaun Evans (Austrália), Nicolás Gallo (Colômbia), Leodan Gonzalez (Uruguai), Tatiana Guzman (Nicarágua), Alejandro Hernández (Espanha), Tomasz Kwiatkowski (Polônia), Juan Lara (Chile), Hernan Carlos Mastrangelo (Argentina), Fu Ming (China), Erick Miranda (México), Obaid Khadim Mohammed (Emirados Árabes Unidos), Guillermo Pacheco (México), Juan Soto (Venezuela), Bram Van Driessche (Bélgica) e Armando Villarreal (Estados Unidos).

– REPOST: Dybala, o … Salame?

Especulou-se Dybala no SPFC… e não passou de boataria. Mas lembram-se do dia em que ele foi chamado de… salame?

Olhe que pérola, de anos atrás:

Às vésperas do importante e decisivo jogo da Seleção Argentina, “bomba” na Internet o áudio de um comentarista argentino ironizando e chamando de “salame” Paolo Dybala, o craque da Juventus de Turim (que não consegue jogar bem na alvi-celeste).

O problema é que pegaram uma frase solta do atleta, onde ele diz:

Es um poco difícil jugar com Messi em Argentina”.

Fora do contexto, parece que Dybala reclama que Lionel Messi atrapalha o time. Nada disso, na sequência ele explica que na Itália (ele, Dybala) joga na mesma posição de Messi no Barcelona, e que por ter que jogar improvisado na Argentina (que por motivos óbvios não vai sacrificar Messi), rende menos. Só isso.

Mas como a frase do atleta da Vecchia Signora foi pega separadamente… quem não ouviu a entrevista pode até pensar que Messi é o “Pereba” do time. É aí que surgiu esse comentário engraçadíssimo, nervoso, desesperado e irônico .

Assista o vídeo (legendado) em: https://www.youtube.com/watch?v=B95Agb3eADQ&t=12s

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– REPOST: Dybala, o … Salame?

Especulou-se Dybala no SPFC… e não passou de boataria. Mas lembram-se do dia em que ele foi chamado de… salame?

Olhe que pérola, de anos atrás:

Às vésperas do importante e decisivo jogo da Seleção Argentina, “bomba” na Internet o áudio de um comentarista argentino ironizando e chamando de “salame” Paolo Dybala, o craque da Juventus de Turim (que não consegue jogar bem na alvi-celeste).

O problema é que pegaram uma frase solta do atleta, onde ele diz:

Es um poco difícil jugar com Messi em Argentina”.

Fora do contexto, parece que Dybala reclama que Lionel Messi atrapalha o time. Nada disso, na sequência ele explica que na Itália (ele, Dybala) joga na mesma posição de Messi no Barcelona, e que por ter que jogar improvisado na Argentina (que por motivos óbvios não vai sacrificar Messi), rende menos. Só isso.

Mas como a frase do atleta da Vecchia Signora foi pega separadamente… quem não ouviu a entrevista pode até pensar que Messi é o “Pereba” do time. É aí que surgiu esse comentário engraçadíssimo, nervoso, desesperado e irônico .

Assista o vídeo (legendado) em: https://www.youtube.com/watch?v=B95Agb3eADQ&t=12s

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– #tbt 3: Valeu o dia!

Há 2 anos…

Dia de Trabalho Incrível! Fazendo o que gosto, ao lado de gente competente.

Comentei a arbitragem de 3 jogos da Copa do Mundo nesta 5a feira, pela Rádio Jovem Pan (incluindo a estreia da Seleção). Melhor, impossível…

– 30 anos da Conquista do Tetracampeonato Mundial.

Em 17 de Julho de 1994, a Seleção Brasileira conquistava a Copa do Mundo dos EUA!

Seleção de futebol pragmático e que quase não se classificou. Parreira teve que trazer a contragosto Romário (que havia brigado com ele desde que foi reserva de Müller, contra a Alemanha, em Porto Alegre). No Maracanã, contra o Uruguai, o Baixinho chamou a responsabilidade pra si e carimbou-se ali o passaporte.

Duas coisas marcantes daquele Mundial: o baixíssimo nível técnico da competição e o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio, na final.

Puxa, voltamos aos anos 90 na memória ao escrever tudo isso…

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer a autoria, favor indicar para crédito na postagem.

– 9 anos sem Ghiggia.

Em 16 de julho de 2015, morria Alcides Ghiggia, o homem que fez o 2o e decisivo gol a favor do Uruguai, na final da Copa do Mundo de 1950 contra a Seleção Brasileira, promovendo o inesquecível Maracanazo.

É dele a frase:

Somente 3 pessoas conseguiram silenciar o Maracanã: o Papa, Frank Sinatra e Eu.

Não dá para contestar…

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Foto: Reprodução Internet.

– 10 anos do 7×1.

Hoje faz exatamente 10 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trama com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas continuarem fazendo as mesmas lambanças, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, continua tendo o mesmo fator de protagonismo, dividindo agora com Vini Jr.

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias (o que será difícil acontecer), seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade.

 

– É DO BRASIL! Após votação, país foi escolhido para receber Copa do Mundo Feminina.

O Brasil vai receber a próxima Copa do Mundo Feminina, que acontece em 2027. Na madrugada desta sexta-feira (17), a FIFA escolheu o país-sede do …

Continua em: É DO BRASIL! Após votação, país foi escolhido para receber Copa do Mundo Feminina

– REPOST: Como devemos chamar o próximo Mundial de 2026?

A FIFA anunciou que o Estádio Azteca (na Cidade do México) e a Arena Metlife (em NY), serão respectivamente os locais de abertura e fechamento da WorldCup’26.

Um detalhe: oficialmente, como essa Copa do Mundo se chamará?

Era fácil falar “Copa do Catar 2022”. Fica difícil falar “Copa do México, Canadá e Estados Unidos 2026”. Talvez, muita gente chamará de “Copa dos EUA”, por ocorrer mais jogos lá.

Que tal Copa da América do Norte? Afinal, será o primeiro evento onde um continente inteiro sedia essa competição (muita gente confunde o México como pertencente à America Central, talvez por confundir a subdivisão das Américas em Latina e Anglo-Saxônica). Na Japão-Coreia, hoje, 22 anos depois, é lembrada de “Copa do Japão”.

Como será essa?

E a de 2030, que ninguém tem certeza como acontecerá, pois passará por 3 continentes, começando no Uruguai, indo para o Marrocos e terminando na Península Ibérica?

Ah, essa politicagem da FIFA

– Dorival Jr e as entrelinhas sobre Neymar.

Na apresentação de Dorival Jr na CBF, algo relevante que ele falou sobre Neymar. Disse que “o jogador é importante, mas que a Seleção Brasileira precisa aprender a jogar sem ele”

Ótimo, pois mostrou que está se preparando para tê-lo só em boas condições, sem pressão para escalar ele. Assim, a Seleção começa a se renovar e não ter mais sua dependência.

Neymar, na plenitude física e técnica, é selecionável; mas lesionado…

Só não vale dizer, como ele disse “fazendo um agrado”, que o “Menino Ney” é um dos três melhores no mundo atualmente… aí, forçou. Hoje, há vários atletas à frente do brasileiro. 

– Recordando meu momento marcante da Copa do Mundo do Catar 2022:

Há 1 ano…

Assisti muito futebol no último mês. E, confesso, nada foi mais gratificante do que ter tido a experiência de ter trabalhado comentando alguns jogos pela Rádio Jovem Pan. Mais tarde faço meu necessário agradecimento.

Mas eu tive 3 momentos que não esquecerei, que compartilho nos áudios abaixo (3’28”, 0’44″e 0’28″segundos respectivamente.

Compartilho, justamente pelo carinho recebido. E obrigado a todos que torceram por mim!

A – https://youtu.be/5jZEE0measg

B – https://youtu.be/JBjpDlk6uvU

C – https://youtu.be/ROpTNHHLQ4I

 

– A Copa do Mundo de 2034: quanto menos democrática e honesta a sede, melhor?

Mohammed bin Salman, o ditador da Arábia Saudita, conseguiu: deverá sediar a Copa do Mundo 2034.

Se a FIFA ganhou “horrores de dinheiro” com a Copa do Catar 2022, imagine com alguém que não tem preocupação com grana e quer gastar para que suas vaidades sejam realizadas?

Li (por isso compartilho) a coluna de Alicia Klein, onde ela lembra um famoso artigo de Adam Crafton e Matt Slater, onde mostram: nos países mais honestos e democráticos, o modelo da Copa do Mundo da FIFA não permite um lucro absurdo. Já nos de ditadores e corruptos…

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/alicia-klein/2023/10/31/copa-do-mundo-2034-arabia-saudita-e-fifa-feitos-um-para-o-outro.htm

COPA DO MUNDO 2034: ARÁBIA SAUDITA E FIFA, FEITOS UM PARA O OUTRO

udo indica que a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo de 2034. Hoje cedo, a Austrália abriu mão de sua candidatura e deixou o caminho livre para o casamento da “rival” com a Fifa, já esperado por quem acompanhava os bastidores do romance.

A entidade segue com o discurso de expandir o futebol pelo mundo, de levar suas competições a todos os continentes, dizendo que está “modernizando o futebol para que se torne global, acessível e inclusivo em todos os aspectos”.

Deixo para vocês analisarem a ironia do termo “inclusivo” e o amor da Fifa por um país que executou pelo menos 100 pessoas neste ano, e onde ser LGBT é proibido por lei, sem falar em todas as restrições e violências cometidas contra as mulheres. E sem falar no recente relacionamento com o Qatar.

Uma excelente matéria da excelente The Athletic, dos excelentes Adam Crafton e Matt Slater, aborda os reais motivos.

“Outras pistas sobre por que a Fifa poderia gostar de uma Copa do Mundo na Arábia Saudita podem ser encontradas em uma entrevista de 2013, na qual Jerome Valcke, o ex-secretário-geral da Fifa (depois condenado por um tribunal suíço por aceitar subornos), disse que às vezes ‘menos democracia é melhor para organizar uma Copa do Mundo’.

Isto significa que projetos fortemente patrocinados pelo Estado costumam estar mais preocupados com o prestígio da realização de um evento como esse, e menos preocupados com os elevados custos de sua realização, deixando a Fifa mais tranquila para explorar os ativos comerciais. No torneio de 2026 nos EUA, por exemplo, a Fifa está encontrando todo tipo de desafio com os custos de aluguel de instalações de treino para equipes, bem como grandes disputas com cidades e proprietários de estádios sobre os acordos de divisão de receitas. Tudo isto deve ser mais simples na Arábia Saudita.

Esses aspectos levam a uma Copa do Mundo mais lucrativa para a Fifa, com os lucros podendo então ser distribuídos de forma mais uniforme entre as associações, que ficam mais felizes com a Fifa e seu presidente Infantino, que pode ou não permanecer no comando da Fifa por mais tempo como resultado.”

Enquanto isso, a Arábia Saudita segue normalizando seu regime, promovendo o turismo, entrando nas casas de torcedores mundo afora, alardeando sua liga recheada de estrelas e, em breve, todas as maravilhas do que deve ser mais um Mundial luxuoso e “moderno”.

Surpreendendo um total de zero pessoas, o foco da Fifa é dinheiro. E poder. Afinal, esses dois gostam muito de passear juntinhos, de mãos dadas. Assim como Infantino e seus brothers parecem gostar de caminhar juntinhos, de mãos dadas com ditaduras de histórico torpe em direitos humanos.

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Fofos. Feitos uns para os outros. Que tragédia mais romântica.

Imagem: extraído de Divulgação Fifa.

– A Copa do Mundo de 2034: quanto menos democrática e honesta a sede, melhor?

Mohammed bin Salman, o ditador da Arábia Saudita, conseguiu: deverá sediar a Copa do Mundo 2034.

Se a FIFA ganhou “horrores de dinheiro” com a Copa do Catar 2022, imagine com alguém que não tem preocupação com grana e quer gastar para que suas vaidades sejam realizadas?

Li (por isso compartilho) a coluna de Alicia Klein, onde ela lembra um famoso artigo de Adam Crafton e Matt Slater, onde mostram: nos países mais honestos e democráticos, o modelo da Copa do Mundo da FIFA não permite um lucro absurdo. Já nos de ditadores e corruptos…

Abaixo, extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/alicia-klein/2023/10/31/copa-do-mundo-2034-arabia-saudita-e-fifa-feitos-um-para-o-outro.htm

COPA DO MUNDO 2034: ARÁBIA SAUDITA E FIFA, FEITOS UM PARA O OUTRO

udo indica que a Arábia Saudita sediará a Copa do Mundo de 2034. Hoje cedo, a Austrália abriu mão de sua candidatura e deixou o caminho livre para o casamento da “rival” com a Fifa, já esperado por quem acompanhava os bastidores do romance.

A entidade segue com o discurso de expandir o futebol pelo mundo, de levar suas competições a todos os continentes, dizendo que está “modernizando o futebol para que se torne global, acessível e inclusivo em todos os aspectos”.

Deixo para vocês analisarem a ironia do termo “inclusivo” e o amor da Fifa por um país que executou pelo menos 100 pessoas neste ano, e onde ser LGBT é proibido por lei, sem falar em todas as restrições e violências cometidas contra as mulheres. E sem falar no recente relacionamento com o Qatar.

Uma excelente matéria da excelente The Athletic, dos excelentes Adam Crafton e Matt Slater, aborda os reais motivos.

“Outras pistas sobre por que a Fifa poderia gostar de uma Copa do Mundo na Arábia Saudita podem ser encontradas em uma entrevista de 2013, na qual Jerome Valcke, o ex-secretário-geral da Fifa (depois condenado por um tribunal suíço por aceitar subornos), disse que às vezes ‘menos democracia é melhor para organizar uma Copa do Mundo’.

Isto significa que projetos fortemente patrocinados pelo Estado costumam estar mais preocupados com o prestígio da realização de um evento como esse, e menos preocupados com os elevados custos de sua realização, deixando a Fifa mais tranquila para explorar os ativos comerciais. No torneio de 2026 nos EUA, por exemplo, a Fifa está encontrando todo tipo de desafio com os custos de aluguel de instalações de treino para equipes, bem como grandes disputas com cidades e proprietários de estádios sobre os acordos de divisão de receitas. Tudo isto deve ser mais simples na Arábia Saudita.

Esses aspectos levam a uma Copa do Mundo mais lucrativa para a Fifa, com os lucros podendo então ser distribuídos de forma mais uniforme entre as associações, que ficam mais felizes com a Fifa e seu presidente Infantino, que pode ou não permanecer no comando da Fifa por mais tempo como resultado.”

Enquanto isso, a Arábia Saudita segue normalizando seu regime, promovendo o turismo, entrando nas casas de torcedores mundo afora, alardeando sua liga recheada de estrelas e, em breve, todas as maravilhas do que deve ser mais um Mundial luxuoso e “moderno”.

Surpreendendo um total de zero pessoas, o foco da Fifa é dinheiro. E poder. Afinal, esses dois gostam muito de passear juntinhos, de mãos dadas. Assim como Infantino e seus brothers parecem gostar de caminhar juntinhos, de mãos dadas com ditaduras de histórico torpe em direitos humanos.

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Fofos. Feitos uns para os outros. Que tragédia mais romântica.

Imagem: extraído de Divulgação Fifa.

– Alejandro Dominguez forçou a barra sobre a Copa 2030?

A Conmebol não é um primor de entidade. Muda os locais de suas finais a bel-prazer e teve dois presidentes recentemente presos. E pelo Twitter, o atual mandatário, Alejandro Dominguez, “causou” a divulgar que teremos 3 aberturas da Copa de 2030 em nosso continente.

Pelo que deu a entender em sua publicação, a Copa do Mundo Centenária terá 6 sedes em 3 continentes: começará na América do Sul (com jogos festivos no Uruguai, Argentina e Paraguai), atravessará o Atlântico e continuará na África (Marrocos) e na Europa (Portugal e Espanha).

Será? Que logística maluca teremos? A Conmebol não estaria equivocada? Jogaremos no inverno sulamericano e no verão europeu em um mesmo Mundial?

Fico pensando: com 10 países na América do Sul disputando as Eliminatórias, com 6 vagas garantidas, tendo 3 reservada à sede, teoricamente apenas 1 nação daqui não participará da Copa?

Desculpe-me pela incredulidade, mas essa Copa é fantasiosa demais. Aliás, eu não vi nada oficial da FIFA.

Copa do Mundo de 2030 será em Espanha, Portugal e Marrocos, com jogo de abertura no Uruguai | futebol internacional | ge

Imagem extraída de GloboEsporte.com

– Os estádios candidatos à final da Copa 2026 e o clima para o evento.

Dias atrás, a CNN trouxe uma matéria sobre as arenas da Copa da América do Norte 2026 (Canadá / EUA / México), e surgiram 3 estádios candidatos a sediarem a final (aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/fifa-inicia-visitas-a-estadios-da-copa-de-2026-para-definir-onde-sera-a-final/):

Pela ordem:

1- AT&T Stadium (Dallas),

2- MetLife Stadium (Nova Iorque)

3- SoFi Stadium (Los Angeles).

Como sabemos que os americanos são ótimos em organização de eventos, ficará a questão: diferente de 1994, os EUA estarão “vivendo o evento” Copa do Mundo?

Crédito da Imagem: LinkedIn de Bruno Costa.

– De que adianta a Data FIFA no Brasil?

Não tivemos futebol profissional no domingo devido aos jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

Em tese, é para que os clubes possam jogar sem desfalques de atletas que servem suas seleções (como acontece na Europa).

Entretanto… no dia seguinte, a rodada volta normalmente! E os atletas que serviram as suas seleções, igualmente não jogam.

Pode?

Assim, não adianta parar os campeonatos

Fifa anuncia logo da Copa de 2026 em evento com Ronaldo; veja como ficou |  O TEMPO

Imagem: FIFA, divulgação.

– Sobre a eliminação da Seleção Feminina:

E a Seleção Brasileira Feminina foi eliminada da Copa do Mundo Feminina, ao empatar por 0x0 com a Jamaica.

Ao contrário do que a Rainha Marta reclamou, dessa vez houve apoio. Infelizmente, verdade seja dita: a Seleção mostrou um futebol ruim, “iludida de que era melhor do que é” pela goleada no primeiro jogo.

Imagino que muitas pessoas estejam contestando também o trabalho da treinadora Pia, bem como o desempenho de algumas atletas.

Jamaica x Brasil: retrospecto, escalações, desfalques, arbitragem e onde  assistir

Imagem extraída de Esporte News Mundo.

– 29 anos da Conquista do Tetracampeonato Mundial.

Em 17 de Julho de 1994, a Seleção Brasileira conquistava a Copa do Mundo dos EUA!

Seleção de futebol pragmático e que quase não se classificou. Parreira teve que trazer a contragosto Romário (que havia brigado com ele desde que foi reserva de Müller, contra a Alemanha, em Porto Alegre). No Maracanã, contra o Uruguai, o Baixinho chamou a responsabilidade pra si e carimbou-se ali o passaporte.

Duas coisas marcantes daquele Mundial: o baixíssimo nível técnico da competição e o pênalti desperdiçado pelo italiano Baggio, na final.

Puxa, voltamos aos anos 90 na memória ao escrever tudo isso…

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer a autoria, favor indicar para crédito na postagem.

– 8 anos sem Ghiggia.

Em 16 de julho de 2015, morria Alcides Ghiggia, o homem que fez o 2o e decisivo gol a favor do Uruguai, na final da Copa do Mundo de 1950 contra a Seleção Brasileira, promovendo o inesquecível Maracanazo.

É dele a frase:

Somente 3 pessoas conseguiram silenciar o Maracanã: o Papa, Frank Sinatra e Eu.

Não dá para contestar…

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Foto: Reprodução Internet.

– Juninho Paulista e a lamentável realidade da Seleção.

Fiquei triste ao ler a entrevista de Juninho Paulista, onde ele escancara como Tite “se magoou” com alguns atletas (e numa linguagem popular: “os queimou”). Me refiro ao Claudinho, Malcom e Gabriel Magalhães.

A Seleção não é Exército com serviço obrigatório, mas uma ação entre amigos. A CBF, dona da Seleção, é uma lucrativa empresa privada. Portanto, nada de piedade para os cartolas – que ao que se vê, são vingativos.

Triste.

Compartilho em: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/12299837/juninho-revela-motivo-que-afastou-claudinho-e-mais-dois-da-selecao-brasileira-nao-gostei-da-atitude

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

– Seleção em transição ou apenas um Combinado?

A Seleção Brasileira está convocada para os próximos amistosos, digamos, não tão importantes. E o treinador interino Ramon vai ficando no cargo…

A questão é: a lista mostra uma Seleção em transição, em renovação, ou nada disso: apenas um combinado de atletas para cumprir acordos comerciais, sem a preocupação em formar uma base para o Mundial de 2026 (que é o que interessa)?

Os nomes são:

GOLEIROS

Alisson – Liverpool (ING)

Ederson – Manchester City (ING)

Weverton – Palmeiras 

LATERAIS

Alex Telles – Sevilla (ESP)

Ayrton Lucas – Flamengo 

Danilo – Juventus (ITA)

Vanderson – Monaco (MON)

ZAGUEIROS 

Ibañez – Roma (ITA)

Éder Militão – Real Madrid (ESP)

Marquinhos – PSG (FRA)

Nino – Fluminense

MEIO-CAMPISTAS

André – Fluminense

Bruno Guimarães – Newcastle (ING)

Casemiro – Manchester United (ING)

Joelinton – Newcastle (ING)

ATACANTES

Lucas Paquetá – West Ham (ING)

Malcom – Zenit (RUS)

Pedro – Flamengo

Richarlison – Tottenham (ING)

Rodrygo – Real Madrid (ESP)

Rony – Palmeiras

Vinicius Júnior – Real Madrid (ESP)

Raphael Veiga – Palmeiras

Ramon Menezes, técnico interino da Seleção Brasileira, convocará equipe para amistosos de junho

Créditos: Thais Magalhães/CBF

– Uma Copa do Mundo com 4 (ou 5) sedes?

Na última 3ª feira, a Conmebol anunciou o apoio à candidatura de 4 filiados para a Copa do Mundo Centenária.

Como o Uruguai não tem condições de sediar sozinho a edição comemorativa dos 100 anos do 1º Mundial de Seleções, surgiu a ideia de co-sediar com a Argentina, Paraguai e Chile. No mesmo dia, Alberto Fernández, presidente argentino, sugeriu que conversaria com Evo Moralles para que a Bolívia estudasse participar da iniciativa conjunta.

Por enquanto, fora os interessados da América do Sul, há a Arábia Saudita (Ásia), o Marrocos (África) e a candidatura ibérica (Portugal e Espanha, Europa) que também manifestaram interesse em concorrer para sediar o evento.

Se você tivesse poder de decisão na FIFA, qual seria a escolha?

– O Mundial de Clubes é realmente mundial?

O Futebol Profissional tem sua história contada pelo universo da FIFA, que é a entidade predominantemente organizadora desse esporte no planeta. Mas nem sempre foi assim: a FIFA não inventou o futebol, foi boicotada por anos pela Inglaterra e se desenvolveu financeiramente (de que jeito / como foi isso, é outro assunto) com João Havelange.

Para o seu poderio ser sempre perene, ela não costuma reconhecer nada que esteja fora da sua organização. Exemplo disso: os ditos Mundiais chamados Taça Rio, Intercontinental South America-Europa Cup ou Toyota Cup, até há pouco tempo, não existiam para ela. Quando realizou a sua primeira “Copa do Mundo de Clubes” em 2000 (organizada pela ISL), ainda os ignorava. Somente em 2005, quando a Toyota se tornou parceira dela, começou a reconhecer os títulos dos torneios que ela chamava de “Intercontinentais”.

Nos anos 50, a Taça Rio foi entendida como uma Copa do Mundo naquela época. Com o passar do tempo e a pouca frequência de suas edições, “perdeu valor e importância”. Mas em 1951, o nível dos participantes era altíssimo, e se considera um Mundial daquele período – fora do universo FIFA.

Nos anos 60 e 70, quando os sulamericanos nivelavam com os europeus em clubes (ou eram até melhores), o Santos de Pelé, o Benfica de Eusébio e outos tantos timaços eram os legítimos campeões mundiais – pois o futebol de clubes fora da Europa ou da América do Sul era de baixíssimo nível. Daí o motivo dos dois continentes jogarem – e estavam ainda fora do universo FIFA.

Nos anos 90, com mais dinheiro na competição e bancado pelos japoneses da Toyota, vimos clubes como o São Paulo de Telê Santana encarar o Barcelona e o Milan – e ainda fora do universo FIFA.

Nos anos 2000, começou a “queda de braço”: Boca Juniors campeão mundial fora da FIFA, e Corinthians por ela (com clubes importantes como Real Madrid e Manchester United jogando “com má vontade”, declaradamente em ritmo de férias e brigando para não disputar).

Em 2005, há a fusão dos torneios e a coisa perdura até hoje. Mas o problema é: não existem datas, calendário e tempo para se organizar uma Copa do Mundo de Clubes, aos moldes da de Seleções. Por isso, o Mundial atual é uma versão da Copa das Confederações de Clubes.

Em Seleções, o campeão da Confederation’s Cup não é campeão mundial de futebol, mas intercontinental. Essa lógica não funciona para os clubes na FIFA, pois o modelo da sua World Cup de times é de promover a disputa dos campeões continentais. Daí decorre o fato de em alguns anos, existirem clubes como o Raja Casablanca sendo o vice-campeão mundial de futebol (em tese, o 2o melhor time do mundo).

Eu respeito todos os campeões dos torneios que foram chamados de Mundiais anteriormente a esse e a esse atual também, afinal, é o que se tinha / tem. O ideal não existe ainda, e seria para mim: 16 agremiações, sendo 8 europeus, 4 sulamericanos e 4 dos demais continentes, divididos em 4 grupos de 4. Sempre contando com 2 europeus, 1 sul-americano e 1 outro no grupo. E é essa a lógica exigida pela geografia econômica do futebol atualmente (embora o calendário impeça sua realização).

E você, o que pensa disso? Lembre-se: nas Copas do Mundo, há Seleções que não quiseram viajar, edições que eram por convite ou ainda que nem todas as principais forças do planeta jogaram. Porém, o mesmo peso do Uruguai bicampeão de 1930/50 é o da França 1998/2018…

Imagem extraída de: https://placar.abril.com.br/placar/mundial-de-clubes-ja-comecou-tabelas-jogos-e-onde-assistir/

– Cristiano Ronaldo e Messi, rivais “irmanados” na Arábia Saudita?

Depois de Cristiano Ronaldo ir para o Al-Nassr por 1 bilhão de reais / ano, surgiu a informação por vários jornais espanhóis de que o Al-Hilal oferecerá ao término dessa temporada, R$ 1,6 bi a Lionel Messi!

É muito dinheiro… mas eles têm essa grana?

Têm. E aqui envolve uma rivalidade “amigável”. Explico sobre os proprietários desses clubes sauditas:

O Al-Nassr pertence ao príncipe Khalid bin Fahd Bin Abdulaziz, que administra o Fundo Real Saudita (que é dono também do Newcastle). Em tese, sua majestade é responsável pelo gerenciamento do dinheiro do reino. Ele paga 200 milhões de euros por ano a Cristiano Ronaldo.

O Al-Hilal, “clube dos príncipes, o de maior torcida na Arábia Saudita”, pertence ao príncipe Bin Faisal Al Saud, filho do falecido rei Al Saud (da linhagem que unificou o Reino Saudita, daí o nome do país). Ele pagaria 280 milhões de euros a Messi.

São bilionários, príncipes pertencentes à “Casa de Salman” – a linhagem real, e, apesar da rivalidade em campo, são parentes que têm um objetivo: levar a Copa do Mundo de 2030 para o país! E esse sentimento foi aflorado mais ainda depois da Copa do Catar, um país que já foi inimigo declarado dos sauditas.

Pensemos: se o Catar, com o emir Tamim bin Hamad bin Khalifa Al-Than, levou a Copa do Mundo para  seu país através de muito dinheiro (o FIFAGate mostrou isso), imagine o que os príncipes árabes não farão para ter o Mundial que comemora 100 anos de Copa do Mundo para lá (se existiu a polêmica da carne com tempero de ouro em Doha, em Riad teremos o quê?). Segundo a Forbes, o Fundo Real Saudita possui em caixa R$ 5,4 trilhões!

Cristiano Ronaldo e Messi não serão jogadores do “Sauditão”, o Campeonato local. Serão promotores mundiais da Copa de 2030.

Em tempo: em Portugal, o próprio primo do emir dono da PSG aposta na ida de Messi ao mundo árabe, que está investindo demais no futebol: https://www.abola.pt/amp/2023-01-12/paris-saint-germain-primo-do-dono-do-psg-diz-que-messi-vai-jogar-na-arabia-saudit/972104

G20: O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman afirmou que a Arábia Saudita promoverá o consenso global e a cooperação com os sócios do grupo (Sergio Moraes/Reuters)

Na imagem, o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, que assumiu a presidência do G20 em 2019 (Sergio Moraes/Reuters). Ele é o “Príncipe dos Príncipes” na Arábia Saudita, e chefe emérito da Federação de Futebol da Arábia Saudita.

– A Coca-Cola da Seleção Argentina.

Para homenagear a Seleção Tricampeã da Argentina, a Coca-Cola lançou embalagens comemorativas de seus produtos.

Eis que amantes do futebol e colecionadores já têm um objeto de desejo: a lata dourada da Coca tradicional e da zero:

– A corte real do futebol, numa capa mexicana.

Que capa desse jornal do México, está perfeita!

O Rei Pelé e os dois príncipes, Maradona e Messi (aliás, aqui são chamados de “três reis):

– A festa Argentina.

Caramba!

As agências internacionais publicam o “Formigueiro Humano” em Buenos Aires, na festa da torcida Argentina pela conquista da Copa.

Que loucura… e hoje virou feriado, por decreto presidencial.

Veja a foto:

Foto: AFP.

– Em 2022, Messi teve torcida Mundial. Em 2026, Neymar…

Messi teve torcida para levantar a Copa do Mundo de todas as partes do planeta. Jogador extra-série, que não se envolve em polêmicas, querido pelos companheiros e adversários de profissão. Em seu último Mundial, “levantar o caneco” foi um presente dos deuses do futebol.

Em 2026, será a última Copa de Neymar. Teremos a mesma comoção mundial para que um talentoso jogador tenha a alegria de tal conquista?

Confesso: torci para Messi também, embora não estava a fim de ver os argentinos comemorarem (em especial, pelo péssimo comportamento no jogo contra a Holanda). Entretanto, é inegável que o 3×3 mostrou que tanto a Argentina quanto a França poderiam ter conquistado o título. E que jogão! Um presente para quem gosta de futebol – e que nos permitiu ver além de Messi, Mbappé!

Enfim: Viva Lionel Messi e Lionel Scaloni, o treinador que teve coragem de mudar, estudar e crescer durante a competição.

– O bom e bobo goleiro.

O argentino Emiliano Martínez foi o “Goleiro da Copa do Mundo”, além da conquista do Mundial.

Na comemoração… extravazou.

Será que precisava dessa “brincadeira”? Abaixo:

Imagem extraída da Web.

– E como foi o árbitro da final entre Argentina 3×3 França?

Sobre a atuação do árbitro polonês na final da Copa do Mundo, abaixo,

Em: https://youtu.be/SJr2o7UwJpA

– Acabou a Copa. Obrigado pela incrível experiência, Jovem Pan.

Eu só posso agradecer aos amigos da Rádio Jovem Pan pela experiência que ganhei nesse mês de Copa do Mundo. Seja nos estúdios do “Alto da Avenida Paulista” ou pelas diversas formas de interação on-line, ao vivo ou gravado; nos boletins em vídeos, áudios ou nos textos enviados; falando ou escrevendo sobre a arbitragem… pude fazer amigos e me tornar ainda mais fã dos brilhantes jornalistas que conheci e interagi – e que os ouvia e ouço.

Obrigado àqueles que me ajudaram a crescer e aprender um pouco mais, me permitindo dividir a companhia, seja presencial ou à distância: Nilson César, Fausto Favara, José Manuel de Barros e Gabriel Dias; Wanderley Nogueira, Diogo Mesquita, Márcio Reis, Kaíque Lima e Gabriel Sá; Flávio Prado, Bruno Prado, Mauro Betting, Mauro César Pereira, Fábio Piperno e Vampeta; Daniel Lian, Giovanni Chacon, Caíque Silva, Guilherme Silva, Pedro Marques, Tiago Asmar, Livian Weber, Raul Oliveira e a todos os outros que minha memória me furta e eu possa ter esquecido.

Foi MUITO BOM!!! Até a próxima (tomara), se Deus quiser! E se Ele permitir, em 2023 voltaremos para o futebol nacional, com o Time Forte do Esporte de Adilson Freddo na Rádio Difusora, comentando a arbitragem dos jogos do Paulista FC na sua luta para se reerguer, concomitantemente com a Rádio Futebol Total na companhia dos queridos Sérgio, Sílvio e Pietro Loredo, acompanhando as partidas do Red Bull Bragantino no Campeonato Paulista, Brasileiro e Sul-americano.

Na imagem acima, algumas fotos das nossas jornadas esportivas.

Abaixo, alguns comentários de jogos trabalhados (e separei 3 que me foram bem marcantes):

A – https://youtu.be/5jZEE0measg

B – https://youtu.be/JBjpDlk6uvU

C – https://youtu.be/ROpTNHHLQ4I

 

– Dia de Decisão do Mundial de Futebol Catar 2022!

Hoje é dia da final da Copa do Mundo de 2022!

Tudo sobre a arbitragem da decisão entre Argentina x França, no vídeo em: https://youtu.be/0D_syJFZNeo

Ou no texto em: https://professorrafaelporcari.com/2022/12/16/tudo-sobre-a-escolha-da-arbitragem-de-szymon-marciniak-para-argentina-x-franca-final-da-copa-do-mundo-2022/

– Qual o seu momento marcante da Copa do Mundo do Catar 2022?

Assisti muito futebol no último mês. E, confesso, nada foi mais gratificante do que ter tido a experiência de ter trabalhado comentando alguns jogos pela Rádio Jovem Pan. Mais tarde faço meu necessário agradecimento.

Mas eu tive 3 momentos que não esquecerei, que compartilho nos áudios abaixo (3’28”, 0’44″e 0’28″segundos respectivamente.

Compartilho, justamente pelo carinho recebido. E obrigado a todos que torceram por mim!

A – https://youtu.be/5jZEE0measg

B – https://youtu.be/JBjpDlk6uvU

C – https://youtu.be/ROpTNHHLQ4I