– Que a Itália sirva de exemplo para o Brasil na condução do futebol. Estamos cometendo os mesmos erros que os italianos?

A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.

O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?

Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?

Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!

Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!

Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!

Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).

O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.

Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.

Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?

Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?

Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos

Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.

Abra o olho, CBF.

Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”

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– REPOST: Como devemos chamar o próximo Mundial de 2026?

A FIFA anunciou que o Estádio Azteca (na Cidade do México) e a Arena Metlife (em NY), serão respectivamente os locais de abertura e fechamento da WorldCup’26.

Um detalhe: oficialmente, como essa Copa do Mundo se chamará?

Era fácil falar “Copa do Catar 2022”. Fica difícil falar “Copa do México, Canadá e Estados Unidos 2026”. Talvez, muita gente chamará de “Copa dos EUA”, por ocorrer mais jogos lá.

Que tal Copa da América do Norte? Afinal, será o primeiro evento onde um continente inteiro sedia essa competição (muita gente confunde o México como pertencente à America Central, talvez por confundir a subdivisão das Américas em Latina e Anglo-Saxônica). Na Japão-Coreia, hoje, 22 anos depois, é lembrada de “Copa do Japão”.

Como será essa?

E a de 2030, que ninguém tem certeza como acontecerá, pois passará por 3 continentes, começando no Uruguai, indo para o Marrocos e terminando na Península Ibérica?

Ah, essa politicagem da FIFA

– Que a Itália sirva de exemplo para o Brasil na condução do futebol. Estamos cometendo os mesmos erros que os italianos?

A Seleção Italiana sempre teve uma admiração muito grande por parte dos brasileiros; seja pelo fato de ser historicamente um adversário respeitado e difícil (e ‘freguês” em Copas do Mundo, vide em 1970 e 1994), seja pelo fato de muitos de nós descendermos de italianos.

O certo é: a 3ª vexatória não-classificação da Azzurra para um Mundial de Futebol mostra várias coisas, entre elas, a principal: camisa pesada (ou tradição, se preferir) não ganha mais jogo. Como explicar derrotas para Macedônia do Norte ou Bósnia?

Mais do que isso: como pode uma seleção tetracampeã do mundo estar fora de uma Copa (e por três vezes seguida)? Ora, veja só: os italianos há tempos estão decepcionando. Seus dois primeiros títulos foram há quase 100 anos, o terceiro há quase 50 e o último há 20.O que ela tem feito de bom nos últimos anos? Quem são os craques indiscutíveis da Squadra Italiana?

Igualmente o Uruguai: Bicampeão do Mundo, mas em 1930 e 1950. Ganhou o quê depois disso? Não vale falar de Copa América aos sulamericanos ou Eurocopa para os europeus. O torneio premium, a “coisa grande”, é a Word Cup FIFA!

Compare os italianos com os franceses: até a Copa de 1994 (a França ficou fora de dois mundiais seguidos), eles eram apenas “um time de segundo escalão na geografia do futebol”. Mas ganharam (e muito bem) a Copa de 98, foram bi-campeões na Rússia em 2022 e por muito pouco não foram tri em 2026! Hoje, a França é o grandão e a Itália se apequenou!

Havia um tempo, em que o quarteto Alemanha, Argentina, Brasil e Itália sempre chegava nas fases finais. Nunca, ao menos um deles, estava de fora, e isso mudou em 2010 com Espanha x Holanda. E por que lembramos disso? Porque o futebol é cíclico!

Nesse ciclo do futebol, há enormes pecados. A Hungria dos anos 50 não ter um título Mundial, a Holanda de 74 e 78 ou o Brasil de 82, que encantaram o mundo, não tiveram êxito. Assim, Puskas, Cruyff e Zico, mesmo estando em seleções fantásticas, incrivelmente não são campeões do mundo. E há o caso de craques isolados que, sozinhos, não conseguiriam a façanha pela falta de qualidade de suas seleções… (como Cristiano Ronaldo, Drogba ou George Weah).

O que nós devemos nos perguntar é: por que isso (essa queda de rendimento) aconteceu com a Itália? E a resposta é a verossimilhança com o Brasil: maus dirigentes esportivos, trocas constantes de treinadores, falta de padrão de jogo e, um problema que precisa ser debatido: a “invasão estrangeira nos clubes italianos”.

Se analisarmos os jogadores italianos da atualidade, não temos nomes de destaque! Nos clubes da série A, não vemos garotos da Itália tendo oportunidade. Do profissional à base, há um número altíssimo de sulamericanos e africanos, que são um pé-de-obra barato e de boa qualidade. Assim, não temos talentos revelados como antes.

Fico imaginando: nos clubes brasileiros, após o aumento do limite de estrangeiros, diminuiu-se o espaço para os garotos da base. Eu sei que o mercado é quem manda, mas não seria muito mais vantajoso para um clubes, ao invés de trazer um argentino ou paraguaio a baixo custo, promover uma promessa brasileira a fim de, futuramente, revende-lo e ganhar dinheiro?

Eu sou a favor do livre mercado, da concorrência sadia e das oportunidades. Mas penso que ao permitir tantos estrangeiros no Brasileirão da Série A, limitamos nossos talentos (como a Itália fez). Nessa última data-FIFA, o Athletico Paranaense goleou o Botafogo por 4×1, e todos os gols do Furacão foram marcados por jogadores estrangeiros. Não tem um moleque paranaense bom de bola para ter chance de jogar?

Nós não podemos esquecer: a Copa do Mundo tem 48 equipes classificadas, inúmeras vagas em cada continente, e, se não tivéssemos tantos classificados permitidos na América do Sul, poderíamos também nós estarmos lamentando como os italianos

Em tempo: será a 1ª Copa do Mundo que não teremos treinador brasileiro.

Abra o olho, CBF.

Em tempo: teremos confrontos inesperados e de qualidade duvidosa nessa inchada Copa: que tal Canadá x Catar? Ou Jordania x Argélia? Ou ainda Congo x Uzbequistão? Ou apostas como: “quanto será a goleada da Alemanha sobre Curaçao ou da França sobre o Iraque?”

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– A França é a grande favorita para a Copa 2026?

E a França, de fato, está sobrando em campo

É imprudente afirmar que, se fosse hoje, a maior favorita para a Copa é a Seleção Francesa?

Eu sei que na Copa, competição de um pouco mais de um mês, quem estiver melhor, leva. Mas me parece que a qualidade da França vai perdurar…

– A França é a grande favorita para a Copa 2026?

E a França, de fato, está sobrando em campo

É imprudente afirmar que, se fosse hoje, a maior favorita para a Copa é a Seleção Francesa?

Eu sei que na Copa, competição de um pouco mais de um mês, quem estiver melhor, leva. Mas me parece que a qualidade da França vai perdurar…

– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…

 

– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…

 

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– E se a Copa do Mundo fosse hoje, com dois países-sedes em tensão?

A Copa do Mundo 2026 está se aproximando. Embora exista o termo “Mundial dos EUA” (por acolher a maioria dos jogos), será um torneio da América do Norte.

Pelas questões internas (ICE) e externas (Irã), há muita preocupação com os EUA. Também existem problemas no México, onde os narcotraficantes estão levando a população ao pânico. Assim, sobrou em paz, somente o Canadá.

Se não fosse um evento predominantemente nos Estados Unidos, será que a FIFA não rediscutiria data e local?

E se até lá tivermos mais um grande movimento militar?

Vale aguardar…

– E se a Copa do Mundo fosse hoje, com dois países-sedes em tensão?

A Copa do Mundo 2026 está se aproximando. Embora exista o termo “Mundial dos EUA” (por acolher a maioria dos jogos), será um torneio da América do Norte.

Pelas questões internas (ICE) e externas (Irã), há muita preocupação com os EUA. Também existem problemas no México, onde os narcotraficantes estão levando a população ao pânico. Assim, sobrou em paz, somente o Canadá.

Se não fosse um evento predominantemente nos Estados Unidos, será que a FIFA não rediscutiria data e local?

E se até lá tivermos mais um grande movimento militar?

Vale aguardar…

– As contrariedades do futebol brasileiro, segundo o Zé.

O Zé Boca de Bagre, um amigo em comum que tenho com o saudoso Professor Reinaldo Basile (quem não se lembra dele pelas ondas do rádio jundiaiense?) é um inconformado. Ele não tem papas na língua e tasca seus comentários ácidos.

Dias atrás, ele resolveu falar do Abel Ferreira, treinador do Palmeiras. O português reclamou dos investimentos no futebol do Flamengo, se comparado aos do Palmeiras. Mas o Verdão gastou quase 500 milhões de reais! Compare com todos os outros times da série A do Brasileirão. Pior ainda, o Zé Boca de Bagre não se conformou em ouvir, depois do jogo conta o Internacional, o Abel reclamando da arbitragem e usando o caso do Tápia, no São Paulo x Palmeiras, onde o time foi beneficiado! Detalhe: já faz meses que esse jogo ocorreu…

Eu argumentei ao Zé que o Abel faz a mesma coisa que o Felipão e o José Mourinho faziam (e ainda fazem): mudam o foco das críticas, criam fatos e acabam intimidando os jornalistas a fazerem perguntas.

Meu amigo Zé resolveu mudar de assunto. Quis falar das contratações dos times endividados. Falou do Corinthians ter o Memphis Depay e também do Vasco da Gama, que mesmo em recuperação judicial, estra contratando vários jogadores. A observação dele foi perfeita: “Se não paga o que deve e se endivida ainda mais, como vai estar em dia com as contas no futuro?”

Eu não tive o que falar ao Zé… pedi para ele falar sobre outra coisa, e ele me falou sobre as semifinais do Campeonato Carioca. Por que dois jogos na semifinal e apenas um na final? Não seria mais lógico dois jogos para a decisão (e jogo único na semi), como no Campeonato Paulista? E eu fiquei, novamente, sem argumentos.

Pedi para falar da Seleção Brasileira! Perguntei ao Zé o que ele achava de Ancelotti convocar ou não o Neymar para os próximos amistosos, e ele me deu “no meio”, bem bravo: “Por que convocar o Neymar? Ele precisa ser testado?”.

Eu até queria perguntar para ele, que é santista (Bagre, Peixe, Santos FC…), se a resposta foi “claro que sim, ele é craque e não precisa de teste”, ou “claro que não, ele é uma celebridade, não mais um atleta”. Para evitar o mau humor do Zé Boca de Bagre, quis fazer uma graça e perguntar a ele o que está achando desse novo momento da arbitragem brasileira, agora profissional. E me estrepei… ele ficou bravo!

“Ora, o que mudou? Melhorou o quê? São os mesmos caras apitando, com os mesmos erros de arbitragem e a mesma turma orientando. Você tá de brincadeira comigo?”.

Ops! Percebi que não estava agradando. Pensei em algo que pudesse melhorar o humor dele, e perguntei sobre os jovens jogadores brasileiros na Europa. Falei de Ryan, ex-Vasco, Estevão, ex-Palmeiras (ambos na Premiere League) e Endrick (agora na França). Aí sim, vi um certo brilho nos olhos dele. E me falou:

“Quer uma coisa boa do futebol brasileiro? É a capacidade de revelar jogadores! Ainda bem que eles estão na Europa, para aprenderem a jogar futebol em alto nível. Com eles, a gente vai trazer o Hexacampeonato Mundial naquela Copa de múltiplos países”.

E eu argumentei: “Ei, a Copa do Mundo será na América do Norte: EUA, Canadá e México. Por que o ‘múltiplos’”?

E o Zé encerrou o assunto me dizendo: “Mas quem disse que estou falando que esses meninos estarão prontos para a Copa de 2026? Eles serão os homens de 2030. Se no meio do ano o time der liga, pode até ser. Mas não podemos jogar a responsabilidade em cima de moleques que jogam vídeo-game para cobrar um Mundial”.

Eu poderia lembrar o Zé Boca de Bagre que Pelé era bem jovem quando ganhou sua primeira Copa. Mas… Pelé era Pelé, né?

Respeito os cabelos brancos do Zé e sua sinceridade.

– As contrariedades do futebol brasileiro, segundo o Zé.

O Zé Boca de Bagre, um amigo em comum que tenho com o saudoso Professor Reinaldo Basile (quem não se lembra dele pelas ondas do rádio jundiaiense?) é um inconformado. Ele não tem papas na língua e tasca seus comentários ácidos.

Dias atrás, ele resolveu falar do Abel Ferreira, treinador do Palmeiras. O português reclamou dos investimentos no futebol do Flamengo, se comparado aos do Palmeiras. Mas o Verdão gastou quase 500 milhões de reais! Compare com todos os outros times da série A do Brasileirão. Pior ainda, o Zé Boca de Bagre não se conformou em ouvir, depois do jogo conta o Internacional, o Abel reclamando da arbitragem e usando o caso do Tápia, no São Paulo x Palmeiras, onde o time foi beneficiado! Detalhe: já faz meses que esse jogo ocorreu…

Eu argumentei ao Zé que o Abel faz a mesma coisa que o Felipão e o José Mourinho faziam (e ainda fazem): mudam o foco das críticas, criam fatos e acabam intimidando os jornalistas a fazerem perguntas.

Meu amigo Zé resolveu mudar de assunto. Quis falar das contratações dos times endividados. Falou do Corinthians ter o Memphis Depay e também do Vasco da Gama, que mesmo em recuperação judicial, estra contratando vários jogadores. A observação dele foi perfeita: “Se não paga o que deve e se endivida ainda mais, como vai estar em dia com as contas no futuro?”

Eu não tive o que falar ao Zé… pedi para ele falar sobre outra coisa, e ele me falou sobre as semifinais do Campeonato Carioca. Por que dois jogos na semifinal e apenas um na final? Não seria mais lógico dois jogos para a decisão (e jogo único na semi), como no Campeonato Paulista? E eu fiquei, novamente, sem argumentos.

Pedi para falar da Seleção Brasileira! Perguntei ao Zé o que ele achava de Ancelotti convocar ou não o Neymar para os próximos amistosos, e ele me deu “no meio”, bem bravo: “Por que convocar o Neymar? Ele precisa ser testado?”.

Eu até queria perguntar para ele, que é santista (Bagre, Peixe, Santos FC…), se a resposta foi “claro que sim, ele é craque e não precisa de teste”, ou “claro que não, ele é uma celebridade, não mais um atleta”. Para evitar o mau humor do Zé Boca de Bagre, quis fazer uma graça e perguntar a ele o que está achando desse novo momento da arbitragem brasileira, agora profissional. E me estrepei… ele ficou bravo!

“Ora, o que mudou? Melhorou o quê? São os mesmos caras apitando, com os mesmos erros de arbitragem e a mesma turma orientando. Você tá de brincadeira comigo?”.

Ops! Percebi que não estava agradando. Pensei em algo que pudesse melhorar o humor dele, e perguntei sobre os jovens jogadores brasileiros na Europa. Falei de Ryan, ex-Vasco, Estevão, ex-Palmeiras (ambos na Premiere League) e Endrick (agora na França). Aí sim, vi um certo brilho nos olhos dele. E me falou:

“Quer uma coisa boa do futebol brasileiro? É a capacidade de revelar jogadores! Ainda bem que eles estão na Europa, para aprenderem a jogar futebol em alto nível. Com eles, a gente vai trazer o Hexacampeonato Mundial naquela Copa de múltiplos países”.

E eu argumentei: “Ei, a Copa do Mundo será na América do Norte: EUA, Canadá e México. Por que o ‘múltiplos’”?

E o Zé encerrou o assunto me dizendo: “Mas quem disse que estou falando que esses meninos estarão prontos para a Copa de 2026? Eles serão os homens de 2030. Se no meio do ano o time der liga, pode até ser. Mas não podemos jogar a responsabilidade em cima de moleques que jogam vídeo-game para cobrar um Mundial”.

Eu poderia lembrar o Zé Boca de Bagre que Pelé era bem jovem quando ganhou sua primeira Copa. Mas… Pelé era Pelé, né?

Respeito os cabelos brancos do Zé e sua sinceridade.

– 500 dias do Mundial 2027 no Brasil!

Estamos a 500 dias da Copa do Mundo Feminina!

O Mundial de 2027 será no Brasil

Olhe só os painéis oficiais, em: https://ge.globo.com/futebol/copa-do-mundo-feminina/noticia/2026/02/09/copa-do-mundo-feminina-2027-fifa-inicia-contagem-regressiva-de-500-dias.ghtml

– Teremos 3 árbitros brasileiros na Copa do Mundo de 2026?

Nos próximos dias, o Rio de Janeiro sediará o último encontro para os árbitros pré-selecioandos para o Mundial de 2026.

Na Copa do Mundo de 2022, Pierluigi Colina estava preocupado com a qualidade técnica das arbitragens, e optou por levar dois árbitros de cada país que tinha o número máximo de FIFAs (Brasil, Alemanha, Itália, entre outras nações importantes do futebol, têm a cota de 10 árbitros internacionais). Por isso, Raphael Claus, bola da vez naquela ocasião, ganhou a companhia e Wilton Pereira Sampaio.

Durante a Copa do Mundo, Claus não foi tão bem e Wilton surpreendeu positivamente, chegando ao importante França x Inglaterra (onde foi contestado).

Para a Copa de 2026, Ramon Abatti Abel disparou como nome favorito. Foi muito bem nas Olimpíadas 2024 e (para a FIFA) excelente no Mundial de Clubes 2025. E como a FIFA pouco se importa com o que acontece no Brasileirão (ela avalia os árbitros em suas competições internacionais), o erro em São Paulo x Palmeiras não importou. Ele irá para a Copa do Mundo.

Wilton Pereira Sampaio, por ter ido bem anteriormente, será o segundo nome brasileiro para a competição. Tem experiência e agradou anteriormente. E a surpresa (para mim) passa a ser Raphael Claus. Tendo 46 anos, poderia estar fora do evento. Acontece que teremos um aumento de 50% de seleções em 2026 (ou seja: de 32 para 48 países). Assim… 50% a mais de 2 árbitros = 3. E os 3 foram chamados para esse último encontro no RJ. Por lógica, deverão ir.

Cá entre nós: são os 3 com bagagem e mais respeito internacional (gostemos ou não). Quem seria o 4º nome? Daronco? Esqueçamos. A FIFA quer tempo de bola rolando, não combina com ele. E, novamente, os países com maior número de FIFAs, fornecerão mais árbitros.

A pergunta é: até agora, NENHUM VAR brasileiro foi a alguma Copa. Em 2026, enfim, alguém conseguirá?

Portanto, anote aí: no começo da 2ª quinzena de janeiro, Ramon Abatti Abel, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus irão ser anunciados como mundialistas (desde que passem no teste físico, obviamente).

– Teremos 3 árbitros brasileiros na Copa do Mundo de 2026?

Nos próximos dias, o Rio de Janeiro sediará o último encontro para os árbitros pré-selecioandos para o Mundial de 2026.

Na Copa do Mundo de 2022, Pierluigi Colina estava preocupado com a qualidade técnica das arbitragens, e optou por levar dois árbitros de cada país que tinha o número máximo de FIFAs (Brasil, Alemanha, Itália, entre outras nações importantes do futebol, têm a cota de 10 árbitros internacionais). Por isso, Raphael Claus, bola da vez naquela ocasião, ganhou a companhia e Wilton Pereira Sampaio.

Durante a Copa do Mundo, Claus não foi tão bem e Wilton surpreendeu positivamente, chegando ao importante França x Inglaterra (onde foi contestado).

Para a Copa de 2026, Ramon Abatti Abel disparou como nome favorito. Foi muito bem nas Olimpíadas 2024 e (para a FIFA) excelente no Mundial de Clubes 2025. E como a FIFA pouco se importa com o que acontece no Brasileirão (ela avalia os árbitros em suas competições internacionais), o erro em São Paulo x Palmeiras não importou. Ele irá para a Copa do Mundo.

Wilton Pereira Sampaio, por ter ido bem anteriormente, será o segundo nome brasileiro para a competição. Tem experiência e agradou anteriormente. E a surpresa (para mim) passa a ser Raphael Claus. Tendo 46 anos, poderia estar fora do evento. Acontece que teremos um aumento de 50% de seleções em 2026 (ou seja: de 32 para 48 países). Assim… 50% a mais de 2 árbitros = 3. E os 3 foram chamados para esse último encontro no RJ. Por lógica, deverão ir.

Cá entre nós: são os 3 com bagagem e mais respeito internacional (gostemos ou não). Quem seria o 4º nome? Daronco? Esqueçamos. A FIFA quer tempo de bola rolando, não combina com ele. E, novamente, os países com maior número de FIFAs, fornecerão mais árbitros.

A pergunta é: até agora, NENHUM VAR brasileiro foi a alguma Copa. Em 2026, enfim, alguém conseguirá?

Portanto, anote aí: no começo da 2ª quinzena de janeiro, Ramon Abatti Abel, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus irão ser anunciados como mundialistas (desde que passem no teste físico, obviamente).

– E a Rússia afrontaria a FIFA com uma Copa do Mundo alternativa?

Sabemos que devido ao conflito Rússia – Ucrânia, a Federação Russa está suspensa das competições oficiais da FIFA. Sendo assim, nem disputou as Eliminatórias para a World Cup’26, na América do Norte.

Agora, a imprensa internacional diz que Putin sugestionou uma Copa do Mundo Paralela, concorrendo com a Oficial. E não seria novidade tal fato: em 1984, nas Olimpíadas de Los Angeles, a União Soviética boicotou o evento por ser nos EUA e criou a Espartaquíadas, os “Jogos da Amizade” (Repare: Olímpia x Esparta).

Agora, a ideia seria convidar seleções não classificadas e amigas da Rússia: Venezuela, Hungria, Nigéria, Sérvia, Grécia, Peru, Mali, Eslovênia, Camarões e Chile.

Confesso: quando eu li isso, pensei: “Já chegamos à fase do ano em que rareiam notícias interessantes do futebol?”.

Duvido que alguém queira se juntar aos russos e peitar a FIFA.

– E a Rússia afrontaria a FIFA com uma Copa do Mundo alternativa?

Sabemos que devido ao conflito Rússia – Ucrânia, a Federação Russa está suspensa das competições oficiais da FIFA. Sendo assim, nem disputou as Eliminatórias para a World Cup’26, na América do Norte.

Agora, a imprensa internacional diz que Putin sugestionou uma Copa do Mundo Paralela, concorrendo com a Oficial. E não seria novidade tal fato: em 1984, nas Olimpíadas de Los Angeles, a União Soviética boicotou o evento por ser nos EUA e criou a Espartaquíadas, os “Jogos da Amizade” (Repare: Olímpia x Esparta).

Agora, a ideia seria convidar seleções não classificadas e amigas da Rússia: Venezuela, Hungria, Nigéria, Sérvia, Grécia, Peru, Mali, Eslovênia, Camarões e Chile.

Confesso: quando eu li isso, pensei: “Já chegamos à fase do ano em que rareiam notícias interessantes do futebol?”.

Duvido que alguém queira se juntar aos russos e peitar a FIFA.

– Flamengo x Cruz Azul é pelo “Mundial” ou pelo “Intercontinental”?

Para muitos de nós, brasileiros, o Mengão começa hoje sua participação no Mundial de Clubes da FIFA. Mas para a própria entidade, é um torneio (como ela chamou meses atrás) de interconfederações!

Lembremo-nos: antes do início da Copa do Mundo de Clubes (vencido pelo Chelsea), a própria FIFA assim mudou a nomenclatura dos seus antigos torneios e de outras edições entre confederações (realizadas por ela ou não). A Rede Globo anunciou o jogo do Flamengo como “Copa Intercontinental da FIFA”.

No papel, o único campeão mundial é o Chelsea, e, pasmem, o Santos de Pelé é campeão intercontinental, assim como o Flamengo de Zico ou o São Paulo de Raí.

Tal iniciativa da FIFA, cá entre nós, mudou a opinião dos brasileiros? Lógico que não…

Repost da semana anterior à Copa do Mundo de Clubes, abaixo:

Afinal, quem tem Mundial?

Era previsível: a FIFA, em seu material de promoção da Copa do Mundo de Clubes 2025, apresentou os clubes participantes e seus títulos conquistados. E como ela quer valorizar esse torneio atual, chamado por muitos de “Super Mundial”, solicitou recentemente que os detentores dos direitos de transmissão não o chamassem de “Mundial de Clubes”, mas de  “Copa do Mundo de Clubes”.

Ora, se ela faz isso, e criou uma competição de 4 em 4 anos aos moldes da Copa do Mundo de Seleções, era provável que ela chamaria o vencedor de “Campeão do Mundo”. E como só quem ganha a Copa do Mundo de Seleções é Campeão do Mundo, idem à versão clubes.

E os demais Mundiais realizados?

Taí a narrativa modificada: A FIFA não reconhece mais os campeões de outros torneios não realizados por ela como “Campeões do Mundo”. Quando a montadora de carro japonesa (que organizava o Intercontinental) começou a patrocinar esse novo modelo de Mundial a partir de 2005, a FIFA começou a chamar a antiga Copa Toyota de “torneio continental equivalente a um Mundial” à época.

Agora, tudo mudou de novo. Ninguém tem mais Mundial! O primeiro time oficialmente campeão do mundo será conhecido nesse ano. E todos os demais torneios realizados anteriormente ganharam um novo nome: competições interconfederações!

Assim, o Palmeiras de 1951 e o Fluminense de 1952 (segundo a própria FIFA) são campeões interconfederações. O Santos de Pelé, quando disputou a Copa Europa – América do Sul (1962 e 1963), idem. O São Paulo FC, que venceu a Copa Toyota UEFA – Conmebol (1992 e 1993), também. E o próprio SPFC, o Corinthians e o Internacional, que venceram o chamado “Mundial de Clubes da FIFA”, não são mais mundiais, mas interconfederações.

O critério é simples: torneios que envolvam clubes de confederações diferentes e de repercussão mundial, são interconfederacionais. Campeão Mundial, até agora, não existe, pois não houve um torneio com esse propósito nos moldes criados como Copa.

Obviamente, os torneios realizados anteriormente, eram intercontinentais e representavam o Campeão Mundial (os melhores da UEFA e os melhores da Conmebol). Depois, quando a FIFA resolveu organizar, incluíram outros continentes. E, agora, para “fazer vingar” a Copa do Mundo de Clubes, se reclassificou tudo.

Em 1951 e 1952, a FIFA não organizou os torneios e fazia vista grossa a eles. Nas décadas de 60, 70 e 80, a organização não foi dela, mas das confederações. Nos anos 90, quando a Toyota resolveu patrocinar esse torneio, ganhou ainda mais atenção. E nos anos 2000, a FIFA, como se fosse um cartório, “bateu o carimbo” de que o que valia era só o que ela fazia.

Alguém é maluco em dizer que Santos x Benfica não foi uma final do mundo? Que o Flamengo de Zico não foi Campeão Mundial? E tantos outros clubes?

Nessa nova contagem, o Real Madrid é o maior vencedor interconfederacional: 9 títulos, pelos diversos organizadores.

Assim, vale perguntar: quem será o primeiro e verdadeiro Campeão do Mundo reconhecido pela FIFA?

Independente de toda essa confusão, vale ressaltar: o torneio é muito legal… confrontos de escolas diferentes, partidas impensáveis dias atrás (eu achei absurdamente fantástico Fluminense x Borússia Dortmund, onde os cariocas surpreenderam e dominaram os alemães). Também foi muito bacana o clima criado: de festa, de Copa, de paixão, de festa!

Com tudo isso, vencer a Libertadores ou a Liga dos Campeões da Europa torna-se algo ainda mais valorizado. E a globalização dos clubes, só aumenta. E uma verdade seja dita: os clubes brasileiros, não tão conhecidos no estrangeiro por muita gente, ganham notoriedade.

Vida longa a essa Copa!

– Qual será o jogo mais inusitado da Copa 2026?

Tivemos o sorteio dos grupos da Copa, restando a definição das equipes que estão na respescagem.

Fiquei pensando… qual o jogo mais inusitado da Primeira Fase?

Seria Alemanha x Curaçao? Brasil x Haiti? Uruguai x Cabo Verde? Argentina x Jordânia?

Não sei. Acho que precisamos aguardar as equipes restantes. Mas fico imaginado a audiência de Uzbequistão x Jamaica, por exemplo…

– O Sorteio para a Copa do Mundo!

Logo mais teremos o sorteio para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte. Quem serão os adversários do Brasil?

Confesso: não me preocupo com quem a Seleção irá jogar. Em tese, todo jogo é difícil e há de se levar a sério. Recordemo-nos no Catar-2022: a campeã Argentina, com Messi e Cia, perdeu para a Arábia Saudita!

Futebol é muito legal, especialmente em época de Mundial.

Aguardemos.

– Qual será o jogo mais inusitado da Copa 2026?

Tivemos o sorteio dos grupos da Copa, restando a definição das equipes que estão na respescagem.

Fiquei pensando… qual o jogo mais inusitado da Primeira Fase?

Seria Alemanha x Curaçao? Brasil x Haiti? Uruguai x Cabo Verde? Argentina x Jordânia?

Não sei. Acho que precisamos aguardar as equipes restantes. Mas fico imaginado a audiência de Uzbequistão x Jamaica, por exemplo…

– Iraque x Bolívia no México?

Época de Repescagem de Copa do Mundo é muito legal, pelos improváveis jogos que ocorrem.

Podemos ter Jamaica x Congo, ou Iraque e Bolívia. Quando pensar num jogo assim?

Futebol é muito legal…

 

– Afinal, Gattuso tem razão ou a Azzurra chora demais?

Há 4 dias, o treinador da Itália, o ex-jogador Gattuso, reclamou que as eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo eram muito mais fáceis do que as europeias (vide a declaração na imagem do GE.com abaixo).

Entretanto, os italianos (que não foram nos últimos dois Mundiais) correm o risco de ficarem de fora novamente do torneio, após serem goleados em Milão por 4×1 pela Noruega (no agregado: 7×1).

Acrescente: na zona europeia, ocorreram muitas goleadas com jogos extremamente fáceis (é um outro modelo, de fato, de classificação, igualmente generoso para alguns). Afinal, ⅓ das 48 vagas são destinadas para europeus.

Penso: é uma “desculpa pronta” a fala do treinador, caso a Azurra não consiga se classificar para a repescagem, ou ele tem razão?

Numa Copa do Mundo com 16 vagas para a Europa, a Seleção Italiana ficar de fora é uma vergonha

IN ENGLISH – 

Four days ago, the Italian coach, former player Gattuso, complained that the South American World Cup qualifiers were much easier than the European ones (see the statement in the image from GE.com below).

However, the Italians (who missed the last two World Cups) risk being left out of the tournament again, after being thrashed 4-1 in Milan by Norway (aggregate score: 7-1).

I would add: in the European zone, there were many thrashings with extremely easy games (it is a different qualification model, in fact, equally generous for some). After all, ⅓ of the 48 available spots are allocated to Europeans.

I wonder: Is the coach’s statement a “ready-made excuse” in case the Azzurra fails to qualify for the playoffs, or is he right?

In a World Cup with 16 spots for Europe, the Italian National Team being left out is a disgrace..

– A boa apresentação da Seleção Brasileira (Brasil 2×0 Senegal):

A Seleção está no caminho certo, com um excelente trabalho de Carlo Ancelotti.

Sobre Brasil 2×0 Senegal, em: https://youtu.be/edppVtXNV80?si=_PSbpCPRf4ocbXmm

– Afinal, Gattuso tem razão ou a Azzurra chora demais?

Há 4 dias, o treinador da Itália, o ex-jogador Gattuso, reclamou que as eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo eram muito mais fáceis do que as europeias (vide a declaração na imagem do GE.com abaixo).

Entretanto, os italianos (que não foram nos últimos dois Mundiais) correm o risco de ficarem de fora novamente do torneio, após serem goleados em Milão por 4×1 pela Noruega (no agregado: 7×1).

Acrescente: na zona europeia, ocorreram muitas goleadas com jogos extremamente fáceis (é um outro modelo, de fato, de classificação, igualmente generoso para alguns). Afinal, ⅓ das 48 vagas são destinadas para europeus.

Penso: é uma “desculpa pronta” a fala do treinador, caso a Azurra não consiga se classificar para a repescagem, ou ele tem razão?

Numa Copa do Mundo com 16 vagas para a Europa, a Seleção Italiana ficar de fora é uma vergonha

IN ENGLISH – 

Four days ago, the Italian coach, former player Gattuso, complained that the South American World Cup qualifiers were much easier than the European ones (see the statement in the image from GE.com below).

However, the Italians (who missed the last two World Cups) risk being left out of the tournament again, after being thrashed 4-1 in Milan by Norway (aggregate score: 7-1).

I would add: in the European zone, there were many thrashings with extremely easy games (it is a different qualification model, in fact, equally generous for some). After all, ⅓ of the 48 available spots are allocated to Europeans.

I wonder: Is the coach’s statement a “ready-made excuse” in case the Azzurra fails to qualify for the playoffs, or is he right?

In a World Cup with 16 spots for Europe, the Italian National Team being left out is a disgrace..

– A boa apresentação da Seleção Brasileira (Brasil 2×0 Senegal):

A Seleção está no caminho certo, com um excelente trabalho de Carlo Ancelotti.

Sobre Brasil 2×0 Senegal, em: https://youtu.be/edppVtXNV80?si=_PSbpCPRf4ocbXmm

– O preço da Trionda, a bola oficial da Copa do Mundo 2026:

A Trionda, que será a bola da Copa da América do Norte, tem como “preço de entrada” R$ 250,00 – R$ 300,00. Modelo intermediário quase R$ 500,00 e a do jogo, com todas as tecnologias, custando R$ 1.200,00. 

Você a compraria?

Em: https://youtu.be/iguh9i5UbYc?si=QrxNReTzNIxWTxpY

 

– Federação Turca pressiona Fifa e Uefa por suspensão imediata de Israel.

Federação Turca exige da Fifa e da Uefa a suspensão de Israel do futebol ⚽ #FutebolInternacional #GeopoliticaNoEsporte #linkezine

Continua em: ⚽🔥 Federação Turca pressiona Fifa e Uefa por suspensão imediata de Israel

– Os mascotes da Copa do Mundo de 2026

Eu vejo muita gente falando em “Copa dos EUA 2026”. Na verdade, é uma Copa da América do Norte, com predomínio de jogos no país mais rico.

Os mascotes foram divulgados e representam: Canadá (o alce de vermelho), México (leopardo verde) e Estados Unidos (a águia azul).

– Galvão no SBT!

O SBT adquiriu os direitos de transmissão da Copa do Mundo 2026 e Galvão Bueno será o narrador!

Vai ser legal acompanhar o Mundial…

– Sobre o pênalti inexistente em Bolívia 1×0 Brasil:

Ancelotti conheceu os “problemas do futebol da América do Sul”: altitude, má arbitragem e unfair-play.

Aliás, sobre o pênalti inexistente, em: https://youtu.be/fxlhb34UdCo?si=Orxc__SpBq6MOUQP

– Amistoso da Seleção contra a Bolívia? Nada disso:

Para muitos, Bolívia x Brasil na altitude de El Alto é apenas um amistoso, já que a Seleção Brasileira já está classificada.

Vá dizer isso para os atletas que foram chamados por Carlo Ancelotti para serem testados! O treinador, na convocação, havia dito que trouxe alguns jogadores para ele sentir como eles reagem em campo. E, para esses nomes, é jogo que vale “Copa do Mundo”.

Como estando testado, e não der a vida para ser convocado ao Mundial 2026?

– Amistoso da Seleção contra a Bolívia? Nada disso:

Para muitos, Bolívia x Brasil na altitude de El Alto é apenas um amistoso, já que a Seleção Brasileira já está classificada.

Vá dizer isso para os atletas que foram chamados por Carlo Ancelotti para serem testados! O treinador, na convocação, havia dito que trouxe alguns jogadores para ele sentir como eles reagem em campo. E, para esses nomes, é jogo que vale “Copa do Mundo”.

Como estando testado, e não der a vida para ser convocado ao Mundial 2026?

– Dia de Seleção! E sem Neymar…

A Seleção Brasileira jogará logo mais contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, já classificada e sem Neymar.

Houve a polêmica de Carlo Ancelotti não o ter convocado por lesão ou por questão técnica, sendo confirmado que ele realmente não foi chamado por opção do treinador.

Eu não sei se vale a pena levar Neymar para a Copa do Mundo. Que ele é craque, óbvio. Mas o custo-benefício (polêmicas extra-campo, lesões, individualismo, entre outras coisas que temos visto) vale a pena?

IN ENGLISH –

The Brazilian national team will play against Chile soon in the World Cup Qualifiers; they have already qualified and will be without Neymar.

There was a controversy about Carlo Ancelotti not calling him up due to injury or a technical decision, and it was confirmed that he really wasn’t called up by the coach’s choice.

I don’t know if it’s worth taking Neymar to the World Cup. That he’s a star player is obvious. But is the cost-benefit (off-the-field controversies, injuries, individualism, among other things we’ve been seeing) worth it?