– A Demissão de Reinaldo Azevedo e o Grampo de Andrea Neves

Viram que o jornalista Reinaldo Azevedo, amado por muitos e odiado pelo mesmo tanto, pediu demissão da Revista Veja após aparecer em conversa com Andrea, a irmã de Aécio Neves?

E olha que já ouvi o Reinaldo criticar (sem dó nem piedade – mas com razão) Lula, Dilma, PMDB, PSDB e recentemente o próprio Aécio.

Na conversa divulgada, ele criticou a capa da Revista Veja (onde trabalha) e dialogava com Andréa Neves como jornalista questionando a fonte. Não teve nada demais, nenhuma combinação de matéria tendenciosa ou outra coisa questionável para a investigação da Lava-Jato.

Sabe o que é preocupante? O fato de se divulgar uma conversa de jornalista com fonte – e que de nada era importante!

ACRÉSCIMO/ Atualizando: ele também pediu demissão da Jovem Pan, sendo o fim do “Os Pingos nos Is”.

Abaixo, a postagem do Reinaldo Azevedo em seu blog na Veja sobre o caso:

MEU ÚLTIMO POST NA VEJA

PF divulga trechos de conversa minha com Andrea Neves, uma das minhas fontes, em que faço críticas a uma reportagem da VEJA. Pedi demissão. Direção aceitou

Por Reinaldo Azevedo

Andrea Neves, Aécio Neves e perto de uma centena de outros políticos são minhas fontes. Trechos de duas conversas que mantive com Andrea, que estava grampeada, foram tornados públicos. Numa delas, faço uma crítica a uma reportagem da VEJA e afirmo que Rodrigo Janot é pré-candidato ao governo de Minas e que estava apurando essa informação. Em outro, falamos dos poetas Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto.

Fiz o que deveria fazer: pedi demissão — na verdade, mantenho um contrato com a VEJA e pedi o rompimento, com o que concordou a direção da revista.

Abaixo, segue a resposta que enviei ao BuzzFeed, que vai fazer ou já fez uma reportagem a respeito. Volto para encerrar. Mesmo!

Comecemos pelas consequências.

Pedi demissão da VEJA. Na verdade, temos um contrato, que está sendo rompido a meu pedido. E a direção da revista concordou.

1: não sou investigado;

2: a transcrição da conversa privada, entre jornalista e sua fonte, não guarda relação com o objeto da investigação;

3: tornar público esse tipo de conversa é só uma maneira de intimidar jornalistas;

4: como Andrea e Aécio são minhas fontes, achei, num primeiro momento, que pudessem fazer isso; depois, pensei que seria de tal sorte absurdo que não aconteceria;

5: mas me ocorreu em seguida: “se estimulam que se grave ilegalmente o presidente, por que não fariam isso com um jornalista que é crítico ao trabalho da patota?”;

6: em qualquer democracia do mundo, a divulgação da conversa de um jornalista com sua fonte seria considerada um escândalo. Por aqui, não;

7: tratem, senhores jornalistas, de só falar bem da Lava Jato, de incensar seus comandantes;

8: Andrea estava grampeada, eu não. A divulgação dessa conversa me tem como foco, não a ela;

9: bem, o blog está fora da VEJA. Se conseguir hospedá-lo em algum outro lugar, vocês ficarão sabendo;

10: o que se tem aí caracteriza um estado policial. Uma garantia constitucional de um indivíduo está sendo agredida por algo que nada tem a ver com a investigação;

11: e também há uma agressão a uma das garantias que tem a profissão. A menos que um crime esteja sendo cometido, o sigilo da conversa de um jornalista com sua fonte é um dos pilares do jornalismo.

ENCERRO – No próximo 24 de junho, meu blog completa 12 anos. Todo esse tempo, na VEJA. Foram muitos os enfrentamentos e me orgulho de todos eles. E também sou grato à revista por esses anos.

Nesse tempo, sob a direção de Eurípedes Alcântara ou de André Petry, sempre escrevi o que quis. Nunca houve interferência.

O saldo é extremamente positivo. A luta continua.

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– Há 44 anos nascia o telefone celular!

E o telefone celular faz 44 anos. Mas chegou ao Brasil só em 1996…

Lembram daqueles primeiros “tijolos” da Telesp Celular? Muitos o usavam como objeto de ostentação. Tarifas caríssimas!

Me recordo do meu primeiro celular: um Startac da Motorola! E era uma revolução para a época. Hoje, nós não conseguimos viver sem o celular, que se transformou não só simplesmente em aparelho telefônico, mas pager, computador de mão, calculadora, relógio…

Olha o primeiro aparelho, o DynaTAC da Motorola, com seu inventor, Mr Cooper:

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– Jundiaí ficará sem TV Analógica em Setembro!

E muitos pensaram que neste dia 29/03 o sinal da TV analógica seria desligado aqui em Jundiaí. Lêdo engano. Pertencemos para a Anatel à região de Campinas, e aqui o sinal permanecerá ligado até 27 de setembro!

Não é por isso que deixaremos para migrar ao sinal digital de última hora, não?

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– Visite o blog do Diário de São Paulo!

Além desses blogs que possuo na base WordPress (“Discutindo Contemporaneidades” e “Pergunte ao Árbitro”) , convido a visitarem meu blog no Jornal Diário de São Paulo: vários temas para você debater sobre futebol, que é o mote da página de lá!

Acesse: http://www.diariosp.com.br/blog/10/rafael-porcari/1

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– O Fake News do “Não Autorizo” do Facebook. Não caia nessa…

Outra mentira criada por desocupados na Internet: a mensagem de o Facebook tornará públicas mensagens excluídas!

Que bobagem. Não caia nessa, é a chamada “trollagem”, ou se preferir, tontice. Veja só:

“NÃO AUTORIZO!!!
É amanhã… a partir de amanhã as suas publicações, fotos ou até mesmo mensagens que você excluiu serão publicas para todo mundo. Basta colar isso no seu mural, se você não autoriza o facebook a postar sua privacidade (copie e cole no seu mural não pode compartilhar). Eu não autorizo o facebook a tirar minha privacidade
– Copie e Cole . (Não Compartilhar)”

Dessa forma, esqueça e nem se preocupe. É mais uma das gracinhas feitas no mundo virtual e que se proliferam nas redes sociais.

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– Mentiras em Rede

Sempre compactuei com a idéia de que a inclusão digital teria efeitos indesejáveis, embora seja necessária.
Sendo assim, compartilho tal importante artigo:

Avatar de Paulinho

trollEDITORIAL DA FOLHA

Notícias falsas sempre circularam. Sobretudo nos estratos menos expostos ao jornalismo e a outras formas de conhecimento verificável, boatos encontram terreno para se propagar.

Basta recordar a persistente crença sobre a falsidade das viagens tripuladas à Lua, cujas imagens teriam sido forjadas pela Nasa. No âmbito nacional, murmurou-se durante anos que o presidente Tancredo Neves fora vítima de um atentado que se dissimulara como doença.

A novidade é que as redes sociais da internet se mostram o veículo ideal para a difusão de notícias falsas. Não apenas estapafúrdias, como seria de esperar, mas às vezes inventadas de modo a favorecer interesses e prejudicar adversários.

A circulação instantânea, própria desse meio, propicia a formação de ondas de credulidade. Estimuladas pelos algoritmos das empresas que integram o oligopólio da internet, essas ondas conferem escala e ritmo inéditos à tradicional circulação de boatos.

Dado que as pessoas, nas redes sociais…

Ver o post original 233 mais palavras

– Descanso Virtual

Que tal fugir um pouco da Web?

Muitas vezes é necessário esconder o computador, cortar o sinal da Internet e dar uma sumida do teclado – mas por várias horas/ dias.

Mundo virtual, até mais! Me desligando por um tempinho para arejar a cabeça. E aconselho: faça o mesmo.

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– A Carta Capital tem um Perfil Fake ou escreveram a sério?

Custa a crer que não “sabotaram” o redator do twitter da Revista Carta Capital: um dos tuítes do perfil @cartacapital diz: “Queimar ônibus é uma das expressões da luta pelo direito humano ao transporte público”.

Ô louco! Isso é incitação à violência, uma grande bobagem. Manifestações, sejam quais forem elas, em uma sociedade democrática e ideal devem ser pacíficas. Aliás, se isso fosse correto, imagine se os manifestantes ateassem fogo nas redações em nome do direito humano de livre expressão”?

Pisada total na bola.

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– Leda Nagle é vítima? Não é bem assim…

Leio muitas críticas à TV Brasil por ter dispensado a jornalista Leda Nagle e extinto o seu programa “Sem Censura”.

Ora, a emissora é estatal e pagava R$ 110 mil para a apresentadora, com IBOPE perto do traço. Como ela não aceitou redução de salário, foi despedida.

Por que ela seria vítima?

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– Soninha no Pânico na Rádio: não curti!

Sou contra qualquer tipo de droga recreativa, lícita ou ilícita, pelos motivos jia ditos nesse blog. E ouvi dias atrás a ex-comentarista esportiva e ex-vereadora Soninha Francine, que será Secretaria do Desenvolvimento Social do município de São Paulo e cuidará dos viciados em drogas.

Respeito ela (em 3especial sua luta contra a doença da filhinha que sofreu de câncer), mas discordo do seu posicionamento a favor da liberação dos narcóticos. Foi ela quem sugeriu um dia uma lei de “bebedouros de água por cada X frequentadores de casas noturnas que consumiam ecstasy, a fim de acabar com a secura que a droga proporciona” (sem contar que ela já foi capa de revista afirmando que fuma maconha).

Tão inteligente e corajosa que é, e infelizmente abraça tal ridícula causa…

Assista o (cansativo) vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=gqWSp1OorYQ&feature=youtu.be

– E se “A chegada” fosse real?

Não assisti ainda o filme “A chegada” (com a atriz Amy Adams, a Louis Laine do novo Superman). Mas a história é curiosa: uma linguista tenta decifrar a língua dos extraterrestres que entram em contato com a Terra.

Além do desafio fascinante, fica a real constatação científica: o vocabulário ajuda a ter noções diferentes de como se enxerga o mundo!

Abaixo, extraído de Revista Época, ed 28/11/2016, pg 88-89.

GRAMÁTICA DAS ESTRELAS

por Nina Finco e Ruan de Souza Gabriel

Em 1940, Benjamin Lee Whorf, um engenheiro químico interessado em antropologia, publicou o artigo “Ciência e linguística” na revista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. No texto, Whorf aplicava as ideias do linguista alemão Edward Sapir sobre a influência da linguagem no modo de pensar dos indivíduos – ele defendia a tese de que os indígenas americanos tinham uma visão de mundo diferente dos falantes de inglês porque suas línguas originais não diferenciam a conjugação dos tempos verbais. Devido a essa peculiaridade, os nativos tinham dificuldade de compreender o conceito de temporalidade, mas conseguiriam intuir a teoria da relatividade de Albert Einstein, segundo a qual o tempo passa de forma diferente de acordo com o ponto de vista do observador.

Essa teoria sobre como a língua materna molda a forma como vemos o mundo recebeu o nome de Hipótese Sapir-Whorf, ou relativismo linguístico. Nas últimas décadas, cientistas tentaram provar essa teoria por meio de várias experiências. Nenhum deles foi tão bem-sucedido quanto o cineasta canadense Denis Villeneuve no filme A chegada, que estreou na quinta-feira (24). Valendo-se dos recursos da ficção científica, Villeneuve coloca em prática os conceitos de Sapir-Whorf. Mas, em vez de línguas humanas, a trama se debruça sobre línguas alienígenas.

Baseado no conto “História da sua vida”, do americano Ted Chiang, A chegada acompanha a linguista Louise Banks (Amy Adams), recrutada pelo governo americano para aprender a língua dos alienígenas que visitam a Terra. Os sons que esses seres emitem não se assemelham em nada ao que ela já ouviu. É preciso partir do zero. Para aprender o novo idioma, ela escreve palavras em inglês numa lousa e faz mímicas sobre seu significado repetidas vezes, até que o alienígena lhe apresente a palavra correspondente em sua língua. Essa é a técnica que linguistas usam para decifrar idiomas desconhecidos de tribos isoladas da sociedade. Baseia-se no conceito de “gramática universal”, segundo o qual todos os idiomas humanos compartilham alguns princípios básicos, como a organização em verbos e substantivos. Ao desvendar o idioma alienígena e sua forma de escrita, Louise experimenta uma nova e inusitada forma de enxergar o mundo a seu redor – exatamente como a Hipótese Sapir-Whorf diz que a linguagem influencia nossa percepção do mundo, nossa memória e nosso comportamento.

Pesquisas já atestaram que um vocabulário mais amplo, por exemplo, permite distinguir mais cores. Um estudo publicado em 1954 mostra que os falantes de zunhi (língua de tribos indígenas do sul dos Estados Unidos) tinham dificuldade de distinguir a cor laranja da amarela, pois contavam com apenas uma palavra para as duas tonalidades. Outro estudo, de 2007, mostrou que os russos, que têm vocábulos diferentes para azul-claro (goluboy) e azul-escuro (siniy), eram melhores que os anglófonos para perceber as gradações do azul.

A língua materna também está ligada à construção das memórias. Durante seu exílio americano, o escritor russo Vladimir Nabokov escreveu uma autobiografia em inglês, Conclusive evidence (Evidência conclusiva). Quando se ofereceu para traduzi-la para o russo, atendendo a um pedido de uma pequena editora nova-iorquina, Nabokov teve uma experiência proustiana: o contato com a língua de sua infância trouxe de volta lembranças que permaneceram encobertas quando escreveu a obra em inglês. O número de páginas aumentou. Anos depois, ele fez uma nova tradução, do russo para o inglês, intitulada Fala, memória. “Nabokov passou toda a sua infância na Rússia e talvez ele se sentisse mais confortável para escrever sobre aquela experiência em sua língua materna”, afirma a linguista Jessica Coon, consultora do filme. “As pessoas podem associar determinada língua a um determinado tempo ou cenário.”

O economista comportamental Keith Chen vai além e argumenta que a língua pode até mesmo influenciar a capacidade de poupar dinheiro. Suas pesquisas concluíram que falantes de línguas que não diferenciam a conjugação de verbos no presente e no futuro, como o japonês e o chinês, são mais econômicos. Entre eles, o hábito da poupança é 30% maior do que entre anglófonos. As gramáticas de línguas como o inglês (e o português) constroem uma ideia de futuro distante do presente, o que desestimularia a poupança em favor dos gastos imediatos.

Em A chegada, a análise da linguista Louise conclui que o idioma dos alienígenas não se apoia em definições claras de presente, passado e futuro. Por isso, a escrita extraterrestre não é linear como as línguas humanas, escritas da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita. Todas as palavras se juntam em símbolos circulares nos quais os verbos não têm conjugação. Tampouco há correspondência entre a língua falada e a língua escrita. Os alienígenas falam por meio de sons que a garganta humana é incapaz de imitar, mas os círculos que eles escrevem não são a representação gráfica desse discurso. É nesse aspecto que A chegada se torna um filme mais ficcional que científico. Segundo a linguista Jessica, há sempre uma correspondência entre o escrito e o falado nas línguas humanas. Mas esse é o tipo de licença poética (ou, no caso, científica) que cabe bem nos filmes de ETs.

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– É sério que consertaram errado?

No “Globo no Ar“, na Rádio Globo AM, ouço que a Operação Lava Jato investiga o presidente do Corinthians, o deputado Andrés Sanches. Não é presidente, é EX.

Pouco tempo depois, o cara conserta a informação, dizendo que o atual presidente do Corinthians é Rogério de Andrade. Não é também, é Roberto de Andrade!

Caramba… E é a Globo, hein?

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– Suas publicações nas redes sociais dizem o que você é. Sobre “Reputação Digital”:

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

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– O Registro da Primeira Ligação de Telefone Celular do Brasil

Para os mais novos, saibam que o celular, quando surgiu, era artigo para resolver os anseios aqui registrado na sua 1a ligação,

Vídeo incrível, em: https://youtu.be/PeCZU6Y3eIU

– Intoxicação de informação: um mal dos nossos dias…

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

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– Até a Marininha tem um blog?

Minha filhota nasceu já com um lápis na mão. Ela adora escrever! E sabe o que ela pediu? Para ajudá-la a criar um… Blog.

É mole?

Com alegria e a pedido dela, aqui vai o Blog da Marina Porcari, falando só de “coisas fofas” kkk

Minha Pituquinha é uma fofinha mesmo…

O endereço dela é: https://blogdamarinaporcari.wordpress.com

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– Conto com sua audiência no Plantão de Domingo da Rádio Jovem Pan

Neste domingo, das 12h30 às 16h00, estarei participando do Programa “Plantão de Domingo” da Rádio Jovem Pan.

Para mim, motivo de satisfação por estar nesta tão estimada emissora. E conto com a audiência de vocês!

Sintonize via AM 620 / FM 100,9 / http://www.jovempan.com.br / App Android e iOS / Sky 405

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– Dando uma repaginada…

Demos uma nova roupagem nos nossos blogs particulares. Além dos já conhecidos no Diário de São Paulo e Rede Bom Dia ( vide nos links a direita ), o “Discutindo Contemporaneidades” e o “Pergunte ao Árbitro” estão de cara nova!

A ideia era melhorar a leitura e o acréscimo de opções de compartilhamento. Espero que os amigos gostem!

– Mudando o Layout?

Meus amigos que visitam o blog perceberam que, nas últimas horas, meu blog está “mudando de cara”. Alguns testes de novos layouts, de novas cores e com visualização mais adequada.

Portanto, é o mesmo blog com algumas (por enquanto) sutis modificações. Tudo em teste ainda. A única modificação mais significativa é a de compartilhamento, com novas redes sociais à disposição (das mais relevantes, faltando ainda o Viber, não disponibilizado pelo WordPress).

Em breve, o layout definitivo!

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– Redes Sociais Estressam o Usuário, Revela Pesquisa

Ora, ora… o “Parque de Diversões Virtual” que costuma ser o mundo das redes sociais como Facebook e Twitter, acaba deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas.

Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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– Twitter será vendido ao Google, à Microsoft ou à Disney?

Surgiu o boato que o Google está tentando comprar o Twitter. O microblog andava com as ações em baixa, e tal especulação fez com que a empresa disparasse na bolsa. Agora, o valor de mercado está estimado em aproximadamente 16 bilhões de dólares.

Foi estratégia do Twitter soltando um boato ou as especulações são reais?

Ontem, outra notícia: a Microsoft e a Disney teriam se interessado também. Quem levará?

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– As últimas do WhatsApp: do Golpe às Novidades!

Semana cheia para o mensageiro WhatsApp:

  • Um golpe que lesou muita gente: prometeram vídeo-chamada e na verdade… era uma emboscada!
  • A boa permissão para marcar pessoas. Agora, você pode fazer com que uma pessoa seja destacada com o @ e, mesmo em grupos silenciados, ela é alarmada.

Abaixo:

O golpe do WhatsApp, extraído de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/09/14/mais-de-200-mil-brasileiros-cairam-em-golpe-no-whatsapp-em-uma-semana.htm?cmpid=tw-uolnot

MAIS DE 200 MIL BRASILEIROS CAÍRAM EM GOLPE NO WHATSAPP EM UMA SEMANA

Não se deixe enganar pela falsa promessa de videochamada no WhatsApp. O golpe não é novo, mas mais de 200 mil brasileiros já foram impactados por ele nos últimos sete dias, segundo a empresa de segurança digital PSafe.

O falso serviço está se espalhando não só por grupos de WhatsApp como também pelo Facebook, com o objetivo de despertar a curiosidade das vítimas. Isso porque, ao tentar ativar o recurso de videochamada, o usuário é direcionado para o cadastro do celular em um serviço de SMS pago.

Para evitar este tipo de transtorno, a PSafe orienta que os internautas tenham cuidado com atualizações externas de aplicativos. Procure sempre baixar apps e atualizações de lojas oficiais, como a Google Play e a App Store.

Ainda assim é importante conferir se o aplicativo é verdadeiro, lendo a descrição com atenção, checando os comentários e desconfiando daqueles que prometem itens extras em jogos.

É recomendado ainda ter um antivírus instalado no smartphone, que identificaria a página maliciosa e alertaria o usuário do golpe.

A marcação de destinatários com @, extraído de:

https://blogdoiphone.com/2016/09/whatsapp-e-atualizado-e-agora-permite-marcar-pessoas-em-mensagens-de-grupos/

WHATSAPP É ATUALIZADO E AGORA PERMITE MARCAR PESSOAS EM MENSAGENS DE GRUPOS

O aplicativo WhatsApp liberou um novo recurso para conversas em grupo na última atualização do aplicativo para iPhone e Android. Agora, com as marcações, usuários podem vincular pessoas específicas em uma mensagem para que o destinatário receba um alerta no celular indicado a conversa. Similar as marcações do Facebook e do Instagram, o recurso chega como uma forma prática para organizar as conversas de grupos, mas pode trazer incômodos à privacidade dos usuários.

Usar a marcação é muito simples. Basta digitar o caractere @ no teclado virtual do aparelho e, em seguida, inserir o nome da pessoa. Quando a mensagem é enviada, o destinatário especificado receberá um alerta de nova mensagem. É nesse momento que surge um problema: mensagens marcadas enviam alertas no celular mesmo se o grupo estiver silenciado. Se você (como eu) silencia grupos que participa, deve encarar a novidade com certa cautela. Ainda assim, é preferível receber algumas poucas mensagens marcadas do que uma enxurrada de conversas aleatórias.

Anteriormente, no WhatApp a opção de citação era a melhor forma para ter uma conversa direcionada dentro de um chat de grupo. Agora, com o recurso de marcação, usuários podem unir as duas ações para organizar a comunicação de um grupo, o que é bem interessante em conversas que pode ter até 256 participantes.

Outro efeito colateral do recurso é o envio de SPAM com divulgações de produtos ou eventos. Usando a marcação, usuários podem incluir várias pessoas em uma mesma mensagem, que pode ser enviada para você a partir de diversos grupos, mesmo que o emissor não seja seu contato no mensageiro. Basta que você esteja na conversa (péssima ideia divulgar isso). Por se tratar de uma opção que altera a privacidade do usuário, o WhatsApp deve gerar em breve uma configuração para que a função seja desativada. Até lá, vamos ver como fica a interação em grupos daqui por diante.

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– Jundiaí é destaque nacional em revista pelo Pokemon Go!

A Revista “Isto É” desta semana destacou Jundiaí por causa dos… Pokemóns!

Pois é: com a manchete “O RISCO DO POKEMÓN GO“, a publicação citou os jovens e adolescentes que se deixaram entusiasmar com o joguinho eletrônico de realidade virtual. E trouxe ainda na matéria a foto abaixo, com o título: “Viciados na Brincadeira no Jardim Botânico em Jundiaí“.

Será que tal fato virar uma notícia é um exagero ou exagero é o fanatismo do jogo?

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– E quebrou a TSū. Quais as outras redes sociais que pagam para você publicar? Vem vindo a Xiglute…

Pois é: a Rede Social TSū, que assustou tanto o Facebook (que até a bloqueou em suas postagens), quebrou!

O diferencial era que as postagens curtidas e/ou compartilhadas na rede, de conteúdo original, eram pagas. Dessa forma, quanto mais você publicava e mais era visto, ganhava uma remuneração (centésimos de centavos de dólar, mas que no montante, acabavam valendo a pena). Enquanto que o Facebook ficava com o lucro total dos seus anunciantes, a TSū repartia 90% dele com todos os usuários.

Assim, por estar apenas ficando com 10% das receitas e o conteúdo de internautas aumentando, a rede remuneradona de posts não aguentou.

Agora, a substituta possível (dividindo 70% dos lucros), é a Wowapp (www.wowapp.com), ou a Kiklot (www.kiklot.com), ou ainda o eToro (que não sei bem como funciona). Eu uso, para fotos, a Gaption (por ser apaixonado em fotografias, ela permite ótimos cliques). No lugar específico da Tsū, há ainda a Xiglute, que é brasileira.

Sobreviverão mais que a TSū? Ou do que a Bubblews, que viveu por 3 anos?

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– Verizon compra o Yahoo por quase US$ 5 bi

Coisa de gente grande: após ser criticado pela falta de capacidade de se inovar, o Yahoo começou uma fase decadente. Agora, por 4,8 bilhões de dólares, foi comprado pela gigante das telecomunicações americana Verizon, que quer entrar na briga da Internet com Facebook e Google.

Conseguirá?

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– Atualizando meus contatos:

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– Justiça, de novo, bloqueia WhatsApp. Veja 10 alternativas:

De novo a Justiça bloqueou o aplicativo WhatsApp (novamente por não colaborar com a quebra de sigilo de bandidos).

Veja 10 aplicativos gratuitos como opção, extraídos de: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/07/19/conheca-10-alternativas-gratuitas-ao-whatsapp.htm?cmpid=tw-uolnot

10 APPS GRATUITOS
  • Reprodução

    O aplicativo permite troca de mensagens, vídeos e imagens em uma plataforma simples e intuitiva. A principal vantagem do app é a possibilidade de fazer chamadas de áudio e vídeo com qualidade de som HD. No entanto, as ligações ficam à mercê de boas conexões com a internet

  • Reprodução

    O programa dá ao usuário a opção de bater papo pela rede social Google+ e recentemente adicionou o serviço de trocar de SMS. Ele está disponível para Android, IOS e computadores, mas só é possível trocar mensagens com usuários diversos.

  • Reprodução
    Skype (www.skype.com/pt-br/):

    Apesar de ter grande foco em chamadas de vídeo, o aplicativo é uma excelente opção para conversar por texto. Com a possibilidade de trocar mensagens individuais ou em grupo, o Skype só peca no excesso de propagandas em sua interface.

  • Reprodução
    KaKaoTalk (www.kakao.com/talk):

    No aplicativo é possível trocar mensagens de texto, voz, imagens, nota de áudio, compartilhar eventos e contatos. O programa sincroniza os números da agenda telefônica do usuário e os adiciona automaticamente a lista do app, porém ele não é muito popular o Brasil.

  • Reprodução
    Line (line.me/pt-BR):

    O software concede a oportunidade de trocar mensagens de voz e de texto, essa ultima com simpáticos stickers exclusivos. O diferencial em relação aos outros aplicativos é a plataforma QR-Code acoplada ao app. Um ponto negativo é o fato de ele não mostrar quando um amigo está online.

  • Reprodução
    Kik Messenger (www.kik.com):

    O app oferece troca de mensagens de texto, voz e imagens instantaneamente. Versátil e acessível, ele está disponível para Android, IOS, Windows Phone, Symbian e Blackberry. No entanto, não é possível fazer chamadas de voz ou vídeo conferência com o programa.

  • Reprodução
    WeChat (www.wechat.com/pt/):

    Além da trocar mensagens de texto, imagens, chamadas de voz e de vídeo, é possível passar o tempo com jogos disponíveis na plataforma. Boa pedida para quem quer conhecer gente nova, o programa tem a função “Olhar ao Redor”, que localiza pessoas próximas. Apesar da plataforma leve, ele pode travar durante as chamadas.

  • Reprodução

    Este é o aplicativo para quem curte juntar os amigos em uma grande conversa. Ele sincroniza contatos da agenda para ajudar o usuário a criar grupos. Por meio dele não é possível abrir um bate-papo individual.

  • Reprodução
    Facebook Messenger:

    O comunicador instantâneo está diretamente ligado ao Facebook, mesmo sendo um app a parte. Por ele é possível trocar mensagens de texto, voz e emoticons divertidos, no entanto só é possível conversar com pessoas que tenham conta na rede social. Versões para Android (http://goo.gl/2BBla1), iOS (http://goo.gl/f7KSUU) e WindowsPhone (http://goo.gl/TlnEv3)

  • Reprodução

    Com uma interface bastante agradável, o app disponibiliza funções de troca de mensagens de texto, imagens e vídeos. O grande diferencial da plataforma é a possibilidade de enviar documentos em doc, pdf e vários outros formatos. O ponto negativo é que as pessoas ainda não o aderiram em grande escala no país.

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– Corinthiano ou Corintiano?

Se quem nasce na Bahia é baiano (e não bahiano), quem torce para o Corinthians é, logicamente, corintiano (sem Th). A explicação é que na língua portuguesa não existe o dígrafo Th, embora ele exista em nomes próprios estrangeiros (mas não deve existir em seus adjetivos e outras nomenclaturas).

A explicação, abaixo, do renomado Prof Pasquale,

Em: http://www.meutimao.com.br/forum-do-corinthians/bate-papo-da-torcida/3475/corinthiano_ou_corintiano

CORINTHIANO OU CORINTIANO?

Essa foi uma dúvida que me perseguiu durante muito tempo, até que, há alguns anos atrás, por acaso encontrei a resposta do professor Pasquale na internet.

Em termos gramaticais, o correto é CORINTIANO, sem H.

O professor Pasquale Cipro Neto explica:

‘Em 1943, houve uma reforma ortográfica que, entre outras alterações, eliminou a letra ‘h’ de uma série de palavras. Por se tratar de nome próprio e para preservar a tradição, foi mantido o ‘h’ no nome da maravilhosa ‘Bahia’. O adjetivo, que não é nome próprio, não goza do mesmo benefício e segue o que é padrão para as demais palavras da língua. Quem nasce na Bahia, portanto, é ‘baiano’, sem ‘h’. Situação semelhante ocorre com o adjetivo relativo ao Corinthians, popular equipe de futebol. O adjetivo é ‘corintiano’, sem ‘h’.’ 
Explicando melhor, o dígrafo ‘th’ não existe na língua portuguesa. ‘Corinthians’, por se tratar de um nome próprio, teve o ‘h’ mantido, porém, qualquer palavra derivada dele – corintiano, corintianismo etc – não deverá ter o ‘h’.

Outra explicação, mais completa, vem da professora Isabel Sobreira:

‘A professora de língua portuguesa, Isabel Sobreira, afirma que o nome próprio pode ser escrito da forma que quiser, já os adjetivos, não. Eles devem seguir as Normas Ortográficas, segundo o Acordo de 1943.

“Não temos dígrafo th. Temos: nh, lh, ch. Agora, tradicionalmente o nome vinha assim…”, explica Isabel.

“Na língua portuguesa temos dezessete dígrafos (duas letras representando um único som). Os dígrafos ch (chave), lh (malha) e nh (manhã), além de an, en, in, on, un (ando, vendo, vindo, onda e mundo), rr, ss, sc (carro, passo, nascer), qu, gu (querido, guitarra) etc.

Não temos, portanto, th. Em Corinthians, respeita-se a grafia dos nomes próprios, assim como Luís, Luiz, Wanderley, Vanderlei, Matheus, Mateus, Bahia, Jahu etc.

Agora, escrever dentro da norma culta, obedecendo às Normas Ortográficas, as palavras derivadas desses substantivos seguem às Normas: corintiano, baiano, jauense…”, finaliza Isabel Sobreira.’

Fonte: http://www.donasdabola.com.br/2012/09/19/responda-rapido-corintiano-ou-corinthiano/

Mas… Isso não significa que seja um crime escrever ‘corinthiano’, o que é feito em decorrência da tradição.

Particularmente, escrevo ‘corintiano’ em respeito à regra gramatical, muito embora ache muito mais adequado, em termos futebolístico, ‘corinthiano’.

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– E o BOM DIA, impresso, parou de circular (mas vive na Web)

Amigos que acompanham semanalmente minha coluna esportiva impressa no Bom Dia, informo que o jornal deixou de circular nesta semana devido a mudança nos rumos do projeto.

Continuamos no mundo virtual, através da Rede Bom Dia na Internet, ou no seu “Portal Mãe”, no Diário de São Paulo (que continua circulando normalmente nas bancas).

Todos sabemos: a crise nos jornais impressos e nas rádios AMs tem sido cruel, assim como na Economia do país.

Sendo assim, visite-nos no Diário de São Paulo, link em:

http://www.diariosp.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

Além desse, visite outros dois blogs pessoais:

1- O “Pergunte ao Árbitro”, sobre temas relacionados à arbitragem de futebol: https://professorrafaelporcari.com

2- O “Discutindo Contemporaneidades”, de assuntos do dia-a-dia (Blog do professor Rafael Porcari): https://pergunteaoarbitro.wordpress.com

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– Você conhece a TSū, a Rede Social que remunera seus membros?

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

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– Nossa coluna impressa no Jornal Bom Dia

Compartilho minha coluna semanal nos jornais da Rede Bom Dia (Grupo Diário de São Paulo) que sai todas as 5as feiras.

No blog da Rede Bom Dia, todo dia um tema novo. Acesse: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

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– O “Y” é consoante em todos os países?

Dúvida bobinha, mas persistente: o Y realmente é uma consoante?

Li num artigo e consegui (ufa) a resposta!

(extraído de:

http://super.abril.com.br/blogs/oraculo/por-que-a-letra-y-nao-e-considerada-uma-vogal/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super)

“No português, o “y” é consoante”, diz Paulo Henriques Britto, professor do Departamento de Letras da PUC-Rio. Na verdade, na nossa língua, o “y” cumpre, na maioria das vezes, o papel de semivogal, ou seja, o de uma vogal que funciona como uma consoante, abrindo ou fechando uma sílaba. Como a semivogal é uma espécie de consoante, ela ficou classificada como uma consoante.

O “y” entrou no alfabeto latino para representar uma letra do alfabeto grego. Na origem, ele era uma vogal. Quando foi adotado pelas línguas europeias, como o inglês ou o português antigo, passou a ser mais usado como uma semivogal. Na palavra yo (“eu”, em espanhol), tem o valor de uma consoante. No inglês, pode representar uma vogal, como em myth (mito).

Letras são apenas símbolos gráficos. O que pode ser classificado como vogal ou consoante é o seu som, o fonema. Quando falamos uma consoante, a corrente de ar que soltamos encontra uma certa obstrução ao fazer o som. Por exemplo, ao dizer “m”, fechamos a boca. Já nas vogais, a corrente de ar não encontra obstrução. O ar sai da boca sem obstáculos quando dizemos “a”.

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– Você acredita em “Frases de Efeito dos Artistas” publicadas no Facebook?

Pedro Bial, Jô Soares e outras tantas personalidades habitam o mundo de frases de impacto no Facebook. Já repararam?

Mas será que eles realmente disseram o que você lê?

Olha que curioso, sobre falsas frases e personalidades improváveis. Tem até frase de Raul Seixas, com foto de Renato Russo e atribuída ao Cazuza, Ed Murphy por Will Smith… e por aí vai (pessoas que nunca disseram as frase que os relacionam)!

Veja as melhores em: http://tecnologia.uol.com.br/album/2012/04/03/internautas-fazem-montagens-envolvendo-frases-falsas-e-personalidades-fora-de-contexto.htm?abrefoto=3

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– Cuca será punido pelo comunicador ou não?

Alberto Valentim, assistente técnico, foi flagrado com um rádio comunicador na partida entre Palmeiras 2×0 Fluminense. Supostamente, ele se comunicava com Cuca, que estava nas tribunas, suspenso por ser expulso no último jogo.

Mas ele poderia usar de tal artifício?

No Brasil, quando treinador era suspenso, ía a um camarote e acabava, indiretamente, dirigindo o time por rádio ou qualquer outro meio de comunicação. Não podia estar no banco como técnico, mas sua vontade e opinião chegavam ao seu substituto. Porém, a FIFA proibiu a comunicação da comissão técnica com auxiliares ou pessoas de fora a partir do momento que vetou rádios, celulares e afins (sobre o que “pode ou não” e a evolução das proibições, leia o texto no link em: http://wp.me/p55Mu0-VU).

Na Europa, tivemos um caso interessante e parecido em 2011. O francês Arsene Wenger, técnico do inglês Arsenal, foi expulso por mau comportamento na partida entre Arsenal X Barcelona nas Oitavas de Final da Champions League daquele ano (gesticulou contra as marcações do árbitro Massimo Bussaca, acirrando os ânimos dos seus atletas contra o juizão). Julgado, recebeu 2 jogos de suspensão.

No cumprimento da primeira partida de suspensão contra a Udinese, Wenger estava na arquibancada e foi flagrado conversando num telefone celular no mesmo momento em que seu substituto no banco também conversava em outro aparelhoA Comissão Disciplinar da UEFA entendeu que Wenger cometeu duas infrações por esse ato:

  1. por estar suspenso, não poderia conversar por rádio, celular, bilhete, recado ou qualquer outra forma com o banco.
  2. mesmo se estivesse calado na arquibancada, não poderia estar ali, já que a suspensão implica em estar proibido em estar dentro do estádio.

A defesa do treinador alegou que a punição foi confusa: Wenger imaginava que poderia pagar um ingresso e assistir ao jogo no meio da multidão, anonimamente, e não sabia que comunicadores estavam proibidos. Alegou ainda que conversava ao telefone com sua esposa que estava em casa, não com o treinador substituto.

Mesmo assim, a pena para Arsene Wenger foi aumentada em mais 2 partidas; ou seja, dobrou-se  a punição.

E você, o que acha? Cuca será punido como Wenger ou nada disso?

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– Havia ou não Ponto Eletrônico em Palmeiras 2×0 Fluminense? E se havia…

Muita polêmica sobre a utilização de um suposto ponto eletrônico ou não do suspenso treinador Cuca e seu banco de reservas na partida do Allianz Arena entre Palmeiras 2×0 Fluminense.

Afinal, isso pode ou não pode?

Aliás, a questão sobre como jogador, treinador e seus auxiliares se comunicam tem sido discutida há algum tempo: tudo começou com Vanderlei Luxemburgo, então treinador do Corinthians, na final do Campeonato Paulista de 2001: Corinthians x Santos jogaram e descobriu-se que Luxemburgo orientava o meia Ricardinho através de um ponto eletrônico escondido em seu ouvido. Era permitido ou proibido?

Ninguém sabia se podia, pois a Regra nada dizia. Dias depois, em uma reunião da International Board (o Organismo que é “dono” das Regras do Futebol) determinou-se que seria proibida a comunicação eletrônica entre treinador e jogadores durante a partida.

Recentemente, passou a ser fato comum a comunicação via celular entre treinadores e seus assistentes. O próprio Luxemburgo, certa feita, assistia o 1o tempo das partidas nas arquibancadas, conversava com seu assistente via rádio e depois dirigia a equipe no 2o tempo no banco de reservas.

Após os estudos de uma equipe de força-tarefa da FIFA em 2011 (grupo formado por ex-atletas e estudiosos do futebol, que visava trazer sugestões), reforçou-se textualmente com a redação da orientação na Regra 4 (Equipamento dos Jogadores):

Os árbitros proibirão o uso de radiocomunicação entre jogadores e o corpo técnico”.

Mas aí veio uma nova modificação. Para 2013/2014, houve alteração do mesmo texto:

Os árbitros proibirão o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre os jogadores e/ou o corpo técnico”.

Aqui a alteração é mais profunda: a comunicação eletrônica por celulares ou rádios era proibida (portanto, a comunicação FALADA), mas nada impedia que a comunicação fosse REDIGIDA através de outro equipamento eletrônico “não sonoro” exceto os citados, como, por exemplo, via tablets ou notebooks. Onde estaria a proibição de que um treinador não poderia se comunicar com os atletas mostrando imagens e informações em um iPad com estatísticas em tempo real? Ou com informações de fora via email?

Agora, a proibição é EXTENSIVA A QUALQUER SISTEMA ELETRÔNICO DE COMUNICAÇÃO e não mais somente entre jogadores e treinadores, mas AMPLIADA ENTRE OS PRÓPRIOS INTEGRANTES DA COMISSÃO TÉCNICA. E um grande exemplo disso: José Mourinho costumava receber informações estatísticas on-line das partidas de seu assistente técnico via tablet, e as repassava através de bilhetinhos escritos a mão para seus jogadores. Isso (informação de fora), agora, não pode! Mas se o treinador quiser passar suas instruções por escrito em uma tecnologia rudimentar, como papel, somente com suas impressões pessoais, PODE!

Na sua última circular antes do início do Paulistão 2014, a FPF reforçou esse lembrete no capítulo 20 das suas orientações:

É PROIBIDO o uso de sistemas eletrônicos de comunicação entre jogadores e/ou comissão técnica. Exemplo: treinador para assistente fora do campo, conforme alt Regra 4, pg 29 do Livro de Regras.[Lembro que não é só fora do campo, mas dentro também].

Eu, particularmente, acho um retrocesso proibir a comunicação externa. Se o clube tem uma equipe técnica profissional e que se atenta a detalhes do jogo para ajudar o treinador, isso deveria ser uma evolução bem vinda ao futebol. Porém, entendo também o que os legisladores da Regra pretendem: se um árbitro não tem um celular para ligar a alguém com imagens e perguntar se foi pênalti ou não, seria desproporcional que treinadores tivessem essa informação privilegiada.

Resta aos mais espertos utilizarem alternativas. Imaginaram bolinhas de papel voando das arquibancadas com informações ao banco? Quem disse que a rudimentar tecnologia de “escrita no papel” está proibida? O texto é claro: somente a eletrônica está proibida.

E nas arenas européias, onde torcedores e comissões técnicas estão próximas: que tal a comunicação boca-a-boca, onde um torcedor assiste o jogo em tempo real via Web em som alto e “sem querer” o treinador escuta?

Alternativas criativas existem! Ou você acha que não? O que não pode, de fato, reforço, é a eletrônica.

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