– Leilão Artístico-Solidário

Uma ação inusitada, mas solidária: artistas famosos estão leiloando a possibilidade de anônimos serem citados por eles em seus twitters. A campanha se chama “TwitChange”, conta com 180 artistas, e pode ser acessada pelo e-Bay. A famosa atriz Demi Moore, por exemplo, uma das madrinhas da campanha, promete citar o nome daquele que vencer o leilão de seu nome por 3 meses no Twitter. Você pode participar, caso tenha interesse, em: http://twitchange.com/#

 

A verba arrecadada irá para a construção de um centro de recuperação de crianças com deficiências físicas, sobreviventes do terremoto do Haiti.

 

É claro que muitos doadores irão fazer seus lances para a sua exposição no Twitter. Mas aproveitar esse ato de vaidade das pessoas em prol da solidariedade é uma ação inteligente e válida. Afinal, a causa é nobre.

 

O que você pensa de tal método para ajuda ao próximo? Deixe seu comentário:

– LAOR: Bom, Regular, Ruim

Luiz Álvaro Oliveira Ribeiro, presidente do Santos FC, é notícia nessa semana pela polêmica decisão em demitir o treinador Dorival Jr no tão discutido caso Neymar.

 

O passe do jogador rebelde vale quase 100 milhões de reais. Já o profissional e correto  treinador tem multa rescisória de 2 milhões.

 

Sobrou para quem?

 

LAOR foi considerado bom administrador ao conseguir segurar a “Jóia da Vila” no clube. Também foi um regular negociador da dívida externa brasileira no governo FHC. Mas como dirigente esportivo, esqueceu a razão e tomou uma ruim decisão: afastou aquele que poderia dar um corretivo no menino.

 

Neymar hoje estará pressionado. Terá que marcar 3 gols, dar 5 chapéus e até defender um pênalti, se puder. Afinal, a sua indolência é pivô de toda a crise no clube.

 

E você, o que achou de toda essa confusão?

– Jundiaí: uma cidade racista ou não? A origem do termo ‘Macaquitos’ utilizado pelos Argentinos.

Para chegarmos ao contexto local, vale o global-histórico. E falaremos de uma personagem importante. Antonio Palacio Zino: eis o culpado!

Quem é ele?

Zino foi jornalista do periódico A Crônica, de Buenos Aires. Em 1920, quando a Seleção Brasileira de Futebol foi se apresentar na Argentina, ele destilou todo o seu racismo e desconsideração ao Brasil. Chamou nossos atletas de macaquitos e ironizou a conduta moral de nossas mulheres. Eis o artigo:

E estão os macaquinhos em terras argentinas. Hoje temos de acender a luz às 4h da tarde, pois os temos visto passeando pelas ruas, aos saltos (…) No carnaval, os maridos se abrem e as mulheres vão para a festa, como lhes dá vontade. Por isso que, cada vez que nasce uma criança, o casal tenta descobrir com qual vizinho se parece (…) A uma hora e meia da bela capital brasileira, gente inocente é degolada, se assalta sem medo e é latente a escravidão em suas nuances selvagens”.

Dá para imaginar um artigo desse em jornal atual? Seria incidente diplomático na certa.

Ridículo imaginar que se julgam as pessoas pela cor da pele. Não só no século passado, mas ainda hoje.

Mas, justiça seja feita: ele levou o termo racista macaquitos ao futebol, resgatando uma antiga ofensa portenha aos negros brasileiros. Durante a Guerra do Paraguai, no século XIX, o exército de soldados puramente brancos da Argentina se uniu a uma tropa brasileira formada por escravos negros, que garantiriam sua plena liberdade em caso de vitória na Guerra. Revoltados por serem oficiais unidos a escravos, os nossos hermanos, a cada desentendimento, ofendiam-os com o termo racista.

Século XXI: o racismo persiste em todas as áreas e em todos os povos, lamentavelmente. Alguns lugares mais tolerantes, outros menos. E preconceito no quesito raça, sexo e religião. Assim, que tal dar sua opinião: na sua comunidade/cidade, o racismo/preconceito para quaisquer grupos é perceptível?

Ops: creio que nossa Jundiaí é uma cidade mais tolerante do que muitas por aí, mas ainda não ideal.

(Informações extraídas de: Revista ESPN, edição 11, setembro / 2010, Coluna Página2 , pg 16).

– Comportamento e Punição no Tênis e no Futebol

O público de uma partida de tênis, teórica e praticamente, é diferente ao de futebol. Mas há certos fatos inusitados em que vale a comparação.

 

Semanas atrás, durante a partida entre Novak Djokovic e Philipp Petzscner pelo Torneio Aberto dos EUA (US Open), dois torcedores pararam o jogo por uma discussão! Joseph Pedeville, um torcedor de 27 anos, falava demais durante a partida. O septagenário Lawrence Burnett, sentado ao seu lado, se irritou, pois ele quebrava o silêncio e atrapalhava a concentração dos seus vizinhos de cadeira. O bate-boca acabou em troca de tapas.

 

Se fosse no futebol, qualquer briga seria considerada normal. Aqui se mata, infelizmente, e não há punição. Para esses torcedores de tênis, os bofetões custaram a suspensão do direito de assistir qualquer evento esportivo por 2 anos!

 

Veja a reação dos tenistas e a briga em: http://www.youtube.com/watch?v=jgV9JUJrFXY . É hilário!

– O Pastor Extremista, Intolerante e Irresponsável

Costumamos ouvir muito sobre o tema “fanatismo religioso”, e na maior parte das vezes, em referência a extremistas islâmicos. Mas e o que falar sobre “radicais” cristãos?

 

Poucos o conhecem: Pastor Terry Jones, fundador da Igreja Dove World Outreach, da pequena cidade de Gainesville, na Flórida-EUA, e símbolo maior da intolerância religiosa. Esse pastor marcou para hoje, sábado 11/09, a queima de exemplares do Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos) em praça pública. Segundo ele, o islamismo é a religião do Demônio, e os cristãos devem extirpá-los.

 

Ora, é claro que ele fala algo que vem de suas opiniões pessoais, longe do Magistério da Igreja Católica ou da Comunhão de Outras Igrejas Protestantes. A propósito, a base do Cristianismo é a tolerância, o amor incondicional e o respeito. Assim, tal pronunciamento é contrário à própria doutrina cristã.

 

O mais interessante é que esse pastor, cujo culto levava 30 pessoas no máximo, hoje é uma das pessoas mais conhecidas no mundo e citado nos TT do twitter ou no topo das buscas do Google. Tornou-se uma celebridade!

 

Tal iniciativa irresponsável de queimar o livro que equivaleria a “Bíblia árabe”, além de ato irresponsável e discriminatório, poderia levar a atos violentos e respostas de fundamentalistas do islamismo. Depois de apelos realizados por autoridades políticas e até da segurança nacional americana, o pastor declarou que o ato estava suspenso (a intenção era fazê-lo hoje, simbolizando e responsabilizando a religião muçulmana pelos atentados terroristas ao WTC e Pentágono, cujo aniversário de 9 anos é lembrado neste sábado).

 

Vale ressalvar: nos EUA, a liberdade religiosa é plena, e todos têm direito à liberdade de expressão, ainda que uma religião seja ofendida.

 

Felizmente, aqui em Jundiaí, podemos observar o convívio harmônico de todas as crenças. Há um verdadeiro clima ecumênico e respeitoso, que, aliás, deveria servir de exemplo a outros intolerantes.

 

Todas as religiões defendem a paz. Atos hostis contrários a fé alheia vão em desencontro a qualquer orientação religiosa. Afinal, respeitar não é fazer apologia!

E você, o que pensa sobre tal assunto?

– A lei da Cadeirinha: costume ou necessidade?

Hoje começa a vigorar a lei das cadeirinhas dos veículos automotores. A idéia é proteger as crianças nos bancos traseiros. O motivo é ótimo, mas há alguns problemas: o custo ainda é alto (será que tal equipamento deveria custar tanto?), a necessidade de modelos específicos conforme o tamanho (se você tiver 3 filhos: 6, 3 e 1 ano, como fará para transportá-los?) e, principalmente, o costume em usá-las.

Se a lei é para todos, por quê as vans escolares, ônibus e táxis estão dispensados? Porque seria inviável? Quem não tem dinheiro para comprar as cadeirinhas, ou cujas mães andam no banco de trás com seus filhos, podem também alegar tal motivo.

Gostaria de que a lei valesse para todos por coerência, ou que fosse revista com meios alternativos.

E você, o que acha da Lei das Cadeirinhas?

Aqui em Jundiaí, a lei promete ser cumprida. Ao menos, a fiscalização já está nas ruas. E como as autoridades gostam de uma receita de multa…

– Orgulho Branco, Orgulho Negro, Orgulho Gay… desorgulho humano!

O que podemos falar sobre movimentos neonazistas? Nada, só lamentar…

 

Os EUA vivem uma onda grande de racismo, principalmente contra negros e latinos. O problema maior é a argumentação, que acaba trazendo mais adeptos: alegam que se um negro utilizar uma camisa “100% Negro”, por que é imoral usar uma escrita “orgulho em ser branco”?

 

Quando tal discussão vem à tona, a coisa complica. Não existem raças, apenas uma raça: a raça humana. Uma pena que a intolerância, ignorância e excessos de pleito por causas tragam esse debate.

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/782996-eua-tem-ato-neonazi-anti-imigracao-e-a-favor-de-uma-nacao-de-puro-sangue-branco.shtml

 

EUA têm ato neonazi anti-imigração e a favor de uma “nação de puro sangue branco”

 

Por ANDREA MURTA

 

No meio da tarde, centenas de neonazistas e racistas da Ku Klux Klan marcham empunhando suásticas no centro de Knoxville, Tennessee. Não, não estamos na era da segregação. O evento está marcado para hoje.

 

O partido neonazista Movimento Nacional Socialista (NSM, na sigla em inglês) e os ultrarradicais da KKK –grupo que cometeu uma série de assassinatos e atrocidades contra negros no século passado, quando lutava contra o fim da segregação e o movimento de direitos civis– embarcaram juntos na onda do movimento anti-imigração que se espalha em solo americano, participando de uma série de atos pelo endurecimento das leis contra ilegais.

O tema da imigração não é novidade para os dois grupos, mas os holofotes crescentes induziram a um aumento no número de marchas nos últimos meses.

Só neste ano, o NSM afirma já ter feito cerca de 15 protestos em várias cidades americanas.

Para a marcha marcada para 15h de hoje em Knoxville (16h em Brasília), a expectativa é de 350 participantes.

Se a penetração não é significativa em termos populacionais, as ações chocam pela tranquilidade com que se pregam o racismo e a segregação à luz do dia, em pleno século 21. E chamam atenção no momento em que o debate sobre o que é “ser americano” esquenta.

“Não toleramos a invasão estrangeira de nosso país. Devolver os “criminosos” a seus países é a única coisa que aceitaremos”, diz o NSM.

PURO SANGUE BRANCO

Imigrantes indocumentados não são os únicos que o partido quer “devolver”. O principal objetivo do NSM é criar uma “nação de puro sangue branco”, em que apenas arianos de ascendência europeia seriam cidadãos.

O resto –negros, latinos, asiáticos etc.– seria enviado para a África, América Latina ou onde quer que os arianos julguem ser seu lugar.

Charles Wilson, porta-voz do NSM, manifestou vontade inclusive de deportar esta repórter. “Você não prefere voltar a seu país e ser governada por sua própria gente?”

O NSM também se disse “satisfeito” em anunciar que haverá uma cerimônia de hasteamento de suásticas.

“O que eu digo para quem critica a suástica é: vá estudar”, disse Wilson. “É um símbolo religioso, é como colocar uma cruz na rua. É muito anterior a Hitler.”

Não que tal associação seja um problema. O NSM diz que Hitler “estava certo em muitas coisas”.

– Reeducadores Sociais para Boleiros

“Juiz Ladrão, vai sair de camburão”

 

Ontem, após o jogo Vitória 4 X 2 Santos, o atleta santista Neymar colocou no micro-blog de relacionamento social twitter essa mensagem, em referência ao árbitro Sandro Meira Ricci, que houvera apitado a partida.

 

Se um atleta ofende o árbitro após a partida, ainda dentro do campo, pode receber o cartão vermelho. Se for na escadaria que dá acesso ao vestiário, o árbitro pode relatar o ocorrido, sem a aplicação do cartão (e terá o mesmo peso).

 

Claro que Neymar nem jogou ontem. Claro que estamos em uma democracia. Claro que a liberdade de expressão deve ser inquestionável. Mas… fico pensando: ninguém fala ao menino Neymar, cujo futebol vale 35 milhões de euro, que é prudente não falar isso?

 

Parece piegas ou discurso politicamente correto em excesso, mas cá entre nós: imaginem o clima na próxima partida em que se encontrarem (se se encontrarem…). Os árbitros são profissionais (embora não sejam reconhecidos como tais na lei), não devem ter espírito de vingança ou guardar mágoa. Entretanto, são humanos. Vai que…

 

Entenderam?

 

Custa muito o departamento de futebol do Santos contratar um profissional para orientar esses garotos? Valem tanto, e custaria tão pouco. Não uma babá, mas, digamos, um “reeducador social”?

 

A grande preocupação, não só válida para o futebol, é de que quando se ganha muito dinheiro sem preparo para tal, a pessoa perde a noção da responsabilidade e respeito ao próximo. Não tem limites sociais, e vale tudo! O deslumbramento é inevitável para despreparados.

 

Me parece que o Jorge Henrique também reclamou da arbitragem via Twitter. A moda está pegando?

 

O que você acha disso: Jogador pode ou não falar pelo Twitter o que ele queria falar pessoalmente ao árbitro? Deixe sua opinião!

 

Ops: sobre os lances de pênaltis a favor do Corinthians e contra o Santos:

 

– AVA X COR: Jorge Henrique caiu por força do toque do seu adversário? Se sim, é pênalti. Mas se ele sente o toque e abandona a jogada a fim de cavar o pênalti, mesmo podendo continuar o lance, não se marca nada. Lance chato para o Péricles Bassols Cortês (é verdade que o histórico do Jorge Henrique não ajuda muito, embora ninguém pode apitar fazendo mal julgamento do atleta).

 

– VIT X SAN: Edu Dracena tinha tempo de tirar a mão da bola na hora em que ela foi chutada? Ele pôs a mão na bola ou a bola bateu nele? Tinha distância suficiente para se esquivar da bola? Respeito o excelente Sandro Meira Ricci, mas em casa, do sofá, eu não daria. Mas como ele estava em campo, suado, sentindo o calor da partida e próximo do lance, não critico a sua decisão, embora não concorde.

– Basquete, o Amor Maior. Acima do… sexo!

Com atraso, mas interessante! Meses atrás, Ubiratan Leal e Luís A. Simon entevistaram a Rainha do Basquete, Hortência, para a Revista ESPN, ed Maio/2010. Na matéria, ela falou sobre sexo e esporte.

Hortência disse que tudo que atrapalhava o esporte ficava para trás, em nome do basquetebol. Deixava os namorados para quarto ou quinto plano, tamanha a sua dedicação. Entretanto, ela disse que é comum namorar demais durante competições como as Olimpíadas: “A Testosterona a mil, dois meses fora de casa, ninguém consegue ficar sem sexo. E é bom, ajuda. Você olha na cara da menina e já vê a felicidade dela. Isso influencia na quadra, positivamente falando”. Mas ela alerta: “Não pode ficar procurando encontro em véspera de jogo e nem passar a madrugada trepando. Vai depois do almoço, não às 3 da manhã. Antigamente as treinadoras não ficavam sabendo o que se fazia nos dias de folga. Como é que vai falar, pede para sair, dar uma rapidinha e volta treinar? Dia livre é dia livre, não tem que dar satisfação”.

Palavras de uma Rainha das Quadras. E bem franca!

– Sobre Twitteiros, Boleiros e Maloqueiros

Ter 18 anos é motivo para se esquivar de certas responsabilidades?

 

A pergunta acima é bem direta. Nosso exemplo provém da vexatória e constrangedora situação em que se meteram alguns jogadores do Santos FC através do microblog Twitter. O fato se tornou público e levou os dirigentes a punirem os atletas, bem como o pedido de retratação.

 

Qualidades futebolísticas a parte, já que o Santos venceu ontem a Copa do Brasil, nós vemos a questão comportamental cada vez mais degrada e tendo como subterfúgio a “pouca idade”.

 

Ora, o problema maior não é a idade dos atletas, mas sim a Educação dos mesmos. E Educação no sentido mais amplo: educação familiar, social, moral e cívica, financeira…

 

Será que os jovens estão preparados para ganhar tanto dinheiro? A fama, o sucesso e o alto poder aquisitivo deturpam os valores de mentes menos preparadas. Há tempos leio que esses jogadores se metem em confusões, e a justificativa é a de sempre: são jovens… Jovens que dirigem carrões de meio milhão de reais? Alguns desses já tem filhos e esposas. Podem fazer o que quiserem, sem ter comprometimento com a imagem do clube?

 

O atleta Madson, no infeliz vídeo do Twitter, exibe seu peito e simula cheirar cocaína. Será que ninguém orientou o rapaz para cuidar da sua própria imagem? E o pior é que o exibicionismo tem sido a marca dessa geração. Craques santistas de outrora (que jogaram muito mais bola do que os atuais) também tinham seus excessos, mas não descabidos como estes. Alguém imaginaria Zito “mostrando os peitinhos”, Pelé com 17 anos “fazendo gracinha” ou Clodoaldo “comparando o que gasta com a ração dos seus cachorros com salário de torcedor”, como fez o goleiro-reserva Felipe?

 

Aliás, isso me chama a atenção: como é que jogador profissional ainda discute com torcedor e se importa com críticas de fanáticos? Eu, enquanto árbitro, sempre fui surdo à chiadeira passional e todo ouvidos a aconselhamentos. Aliás, todos têm que ser. Boleiro também! Jogador profissional não pode “dar pilha” a torcida (como usualmente falam).

 

O Twitter, tão usado por esses mesmos atletas, é uma ferramenta de certo egocentrismo pessoal. Para relacionamento entre amigos, negócios profissionais ou até mesmo auto-promoção, a brincadeira virtual da moda ganhou muitas dimensões. Seu mau uso leva a desastres! Será que os atletas twitteiros não sabem que suas ações podem ser lidas e agora vistas (pela twitcam) pelo mundo inteiro?

 

Um amigo meu certa vez disse: “Nunca dê dinheiro a desmiolados. Eles querem ganhar o mundo e perdem a noção dos limites”. Concordo. Há gente que não sabe se conter nem usar os talentos que Deus dá a elas com parcimônia e inteligência.

 

Pergunto-me: será que o Santos FC ainda não percebeu que precisa regrar os garotos, contratar um psicólogo e um gestor de carreira aos seus atletas?

O que você pensa desse episódio? Deixe sua opinião!

– Análises Passionais e Profissionais sobre Palmeiras X Corinthians

Após uma partida de futebol com muitas polêmicas, é interessante ver como os torcedores sempre reagem acreditando que foram prejudicados. Teorias da conspiração, má-fé e premeditação dos erros. Chega a ser hilário.

Vamos fazer um exercício de análise olhando como torcedores? Ontem jogaram Palmeiras X Corinthians, e com muita polêmica. Vamos entrar na onda do torcedor apaixonado?

Abaixo, uma visão corinthiana e outra palmeirense:

 

VISÃO DO CORINTHIANO FANÁTICO:

 

Na partida de ontem o árbitro foi muito mal no jogo. Aos 4 minutos o juizão não marcou um pênalti claríssimo para o Timão. O lateral Armero praticamente agarrou a bola com as mãos. Começava a roubalheira! Sem contar que o Chicão recebeu uma cotovelada do Danilo naquela jogada. Logo depois, Elias apanha de Danilo e o PC só dá amarelo! Precisa quebrar o Elias para dar Vermelho? Danilo carniceiro… Aos 21m, gol do Timão em jogada rápida. Só tira-teima para saber se estava impedido ou não, não dá para cornetar o juiz nesse lance. Na sequência, o Chicão disputa a bola com o Kleber e toma Amarelo? Tá de sacanagem, ele foi na bola e o Kleber é cai-cai. E o Ewerthon? Faz falta no Jucilei e ainda pede pênalti? Não pode dar cartão para o Palmeiras por reclamação? Cartão pelo jeito só pro Timão.

Mas aí vem o gol do Palmeiras. Pô, o Edinho tá sozinho pra pegar o rebote. O bandeira tá cego? Não viu o impedimento? Acho que são dois impedidos num lance só! A arbitragem definitivamente é pró-Palmeiras.

No segundo tempo, o capitão William funga no cangote do Kleber e a mocinha cai de novo. Cadê o Amarelo pra ele, juizão? Vai ser difícil ganhar de 12, cartão só para o Coringão. O Kleber deve ser amigo do juiz. Cai, reclama, dá um pontapé no Ralf e o PC não faz nada… Sem contar o pênalti que o Defederico sofreu.

Resumindo: o Derby teve influência direta do árbitro, que prejudicou descaradamente o Corinthians.

 

VISÃO DO PALMEIRENSE FANÁTICO:

 

Na partida de ontem o árbitro foi muito mal no jogo. Aos 4 minutos, Armero é atropelado e ninguém marca falta de ataque do Corinthians. No mesmo lance, o Chicão quer tumultuar e fazer a cabeça do juiz. Xi, já sentia que o Palmeiras ía sofrer. Logo depois, o Danilo encosta no Elias e já toma o amarelo. Que isso? PC costuma ferrar o Palmeiras mesmo.

Pronto. Gol do Corinthians. Se o juiz é o PC, tá na cara que o gol ia ser roubado, o cara tá 2 metros a frente e o bandeira cego não viu nada. Vai ser difícil ganhar de 14. Sem contar que depois o Chicão tenta aleijar o Gladiador e só toma amarelo. Aí não dá.

Aos 27m, Jucilei segura o Ewerthon com as duas mãos e o cegueta do PC não viu. O bandeira tá fazendo o que ali? Na minha conta já era para estar 1X0 pro Verdão. Sorte que o Palmeiras é persistente e numa jogada bonita empata. Só faltava o árbitro não dar também.

No final do Primeiro Tempo, cada vez que o Kleber tocava na bola ele levava uma sarrafada. E o juiz dá falta de ataque. Cadê a diretoria do Palmeiras para tomar providências? Absurdo!

No segundo tempo, o Willian agarra, abraça, segura, dá por baixo e por cima no Kleber. Só nesse lance foram 2 pênaltis em 1 lance, e o Mr Magoo do apito não marcou nada! Era por trás, Cartão Vermelho e pênalti. Cansei, não dá para assistir esse assalto à mão armada.

Resumindo: o Derby teve influência direta do árbitro, que prejudicou descaradamente o Palmeiras.

 

Amigos, percebem como na arbitragem dá para crucificar o árbitro dependendo da visão? Paulo César de Oliveira trabalhou em uma partida de alto grau de dificuldade, com os jogadores demonstrando total falta de Fair Play, seus dirigentes dispostos à reclamação (pré e pós-jogo), além de lances de difícil análise. O pênalti reclamado do Armero (a favor do Corinthians) e o gol em impedimento (contra o Palmeiras), seria o erro que poderiam questionar. Mas, cá entre nós: se você for árbitro, sabe que aquele pênalti é de difícil marcação e de interpretação complicada. Só no sofá e com algumas câmeras auxiliando para acertar. E sabe também que o impedimento não assinalado é lance muito rápido, de dúvida (e se há dúvida, deve decidir pró-ataque). Ali é no tira-teima mesmo.

Assim, PC foi muito bem no jogo. Teve que apitar contra tudo e contra todos e os erros reclamados (os coerentemente reclamados, a chiadeira de torcedor não vale) são os chamados “erros aceitáveis” no mundo da arbitragem. Nada escandaloso a contestar!

Nas duas análises, o torcedor vê o que quer. É paixão, e é normal. Aceitável, desde que não leve a violência. O que não pode é jornalista, dirigente e atleta entrando nessa onda, pois, afinal, são profissionais do esporte.

– A Felicidade é Contagiosa!

O caderno “Vida & Ciência” do Estadão traz uma matéria da londrina BBC, a respeito da FELICIDADE. E olha que interessante: cientificamente, está ’quase’ provado: A Felicidade é contagiante!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid288879,0.htm

 

FELICIDADE PODE SER CONTAGIOSA, APONTA ESTUDO

 

Pesquisa mostra que felicidade de indivíduo está conectada às pessoas com que se relaciona. 

 

Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada “à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente”.

Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.

Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.

“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.

E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).

A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.

 

Proximidade

 

Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).

Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.

O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade. Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros.

 

Dados

 

Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.

Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.

Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: “Me sinto esperançoso em relação ao futuro”; “Eu fui feliz”; “Eu aproveitei a vida” e “Eu me senti tão bem como as outras pessoas”.

Para chegar ao conceito de “felicidade” usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.

Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade”.

“O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes.”

Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.

“A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde.”

“Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde”, disse ele. 

 

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– Só pode Cabelo Curto no Irã!

Isso mostra o que é ser um país com ingerência absurdamente descontrolada e irracional na vida das pessoas: o presidente iraniano Ahmadinejad determina até como os homens devem cortar o cabelo!

 

Extraído de: Revista Época, 12 de julho de 2010, Ed 634, pg 16, Seção Primeiro Plano, por Juliano Machado

 

SÓ PODE CABELO CURTO

 

O governo iraniano lançou na semana passada um guia para cortes de cabelo masculinos, seguindo os princípios da cultura e religião do país. Muitos barbeiros vinham sendo detidos por oferecer aos clientes estilos “ocidentais” de corte. Cabelos compridos com rabos de cavalo, franjas e moicanos estão vetados. O gel pode ser usado moderadamente (…) No começo do ano, um clérigo declarou que mulheres usando roupas que deixam uma parte do corpo à mostra são responsáveis por desastres naturais.

– Ufanismo Esportivo X Patriotismo

Amigos, compartilho ótimo artigo de Vinícius Braccini, do blog Futebol – Paixão e Profissão, a respeito do ufanismo esportivo versus ação política. Para quem gosta da temática, ótima leitura para reflexão!

 

Extraído de: http://vbraccini.blogspot.com/2010/07/patriotismo-temporao.html

 

PATRIOTISMO TEMPORÃO

 

Depois de uma calorosa e desgastante, porém interessante discussão com meu filho adolescente sobre a paixão do brasileiro durante a Copa do Mundo, resolvi exteriorizar minha opinião sobre o assunto.

Durante a Copa 2010, muita discussão surgi, ou melhor, ressurgi em torno da hipocrisia patriótica. Isto é normal num País apaixonado por futebol. Paixão esta que chega ao ponto de parar a nação inteira, gostando ou não de futebol, cada brasileiro pára (por opção ou obrigação) para assistir aos jogos.

Defensores do patriotismo saem de seus esconderijos cobrando uma postura ética em relação ao verdadeiro sentido da palavra Patriotismo, como se exteriorizar uma paixão fosse uma afronta à nação. E bradam: “Porque não colocam a bandeirinha no carro o ano inteiro? Porque não colocam a bandeira na janela de casa sempre?”

Mas o que é Patriotismo? Segundo o Dicionário Aurélio, Patriotismo significa (s.m.) Amor à pátria.

Só como citação, Samuel Johnson (escritor, crítico e jornalista inglês) cita: “O patriotismo é o último refúgio de um canalha”.

Não vejo o futebol como patriotismo temporão, apenas como um esporte cativante, apaixonante e que faz seus fãs torcerem e acompanharem seus clubes e seleção com uma entrega superior aos outros esportes ou demais assuntos. Mal acabou esta Copa para nós, já se fala em 2014, no novo treinador, nas possibilidades, no conforto de não precisarmos de enfrentar as Eliminatórias, pois somos País sede. Apenas não faz sentido, sair pela rua afora, gritando de cara pintada, bandeirinha a tira colo, vuvuzela na mão.

É apenas futebol, acalmem-se! Nada que ferirá nosso senso patriótico, pois quando precisa, estamos à disposição! E não venham com papo de eleições, pois o falta de cultura, memória, ou caráter do brasileiro se vendendo para corruptos não nos faz menos patrióticos, apenas não sabemos votar! E quem sabe?

Torcemos para a seleção como torcemos para nossos clubes. Existem aqueles que viajam para assistir aos jogos de seus clubes para outras cidades, estados e país, existem aqueles que se pintam, fantasiam e fazem de tudo para torcer a incentivar seus clubes. Cantam o hino, gritos de incentivo, quando ganham tiram sarro com os amigos adversários, quando perdem sofrem com os rivais, enfim, este é o futebol, que alucina os brasileiros (uns mais outros menos), sejam com seus ídolos, clubes ou seleção. Analisando com calma, vemos que não é questão de patriotismo temporão, ou falso patriotismo, é questão de paixão, amor, entrega.

Aliás, vendo as imagens da Copa, nota-se que uma multidão de pessoas apaixonadas de todos os cantos do mundo acompanham e defendem as cores de sua bandeira, se pintam e pagam mico com uma naturalidade espantosa. E mais, um torcedor do Brasil, é torcedor sempre, seja na Copa, seja nas Eliminatórias, seja em amistoso, seja no vôlei, basquete, automobilismo, natação, ginástica, Olimpíadas, enfim, aonde tiver uma competição envolvendo um brasileiro, estão torcendo para o êxito de nossos representantes. Obviamente, guardando o que culturalmente cada um aprendeu, suas preferências, seu entendimento e sua paixão.

Brasil na Copa é a pátria de chuteiras, demonstramos nosso amor à pátria sim, mas quando precisamos ir às ruas de cara pintada lutar contra a repressão no final da década de 60, a favor das eleições diretas no fim da década de 80, estamos lá, presentes. Defendemos nossas riquezas, nossas divisas, nossas reservas, sempre. Apenas não agimos com a mesma paixão que sentimos pelo futebol, afinal, é paixão. Torcemos pelos atletas que jogam ou jogaram em nosso clube de coração, e torcemos o nariz para aqueles que vestem (ou vestiram) a camisa do rival. É natural, não se pode cobrar uma postura diferente, Copa do Mundo transcende barreiras, é um momento mágico. Há de se respeitar quem goste e quem não goste e ponto final!

Lembrem-se: Patriotismo, s.m. Amor à pátria.

Abraços e fiquem com Deus!

– Apelação Erótico-Religiosa

Para impulsionar as vendas, muitas vezes as empresas acabam apelando.

 

Contra qualquer bom senso, a Playboy de Portugal colocou na capa de sua edição de Julho, um ensaio sensual para homenagear o escritor português José Saramago, falecido recentemente. Como um de seus livros de sucesso é “o Evangelho Segundo Jesus Cristo”, a revista trouxe Jesus na capa com uma mulher semi-nua. Nas páginas internas, lésbicas e prostitutas insinuando-se a Ele.

 

De péssimo gosto…

 

A matriz americana ordenou o fechamento da filial portuguesa por essa indevida edição.

 

E você, o que pensa sobre tal infelicidade dos editores?

 

Abaixo, a capa:

infelicidade dos editores
infelicidade dos editores

– Custou caro a Teimosia!

Dunga aceitou pagar o risco de comprar briga contra a boa educação. Seu jeito odioso de dar entrevistas, o excesso do pseudo-patriotismo do seu auxiliar Jorginho, além da má convocação, ocasionaram essa má-fama que encobriu o bom trabalho tático (descartando-se o jogo da Holanda, claro).

O preço de Dunga já foi avaliado dias atrás. Leia só: O RISCO DO ANTICARISMA

– Povo Mal Educado

Você já ouviu falar da “Secretaria Especial de Ordem Pública”? É uma instituição carioca, criada para evitar conflitos e tumultos em festividades nas praias e adjacências. Pois bem: após os festejos do jogo Brasil X Portugal (festejar um empate meia-boca é brincadeira, não?), foram presos 8 cidadãos por urinar em vias públicas.

Parece gozação ler tal notícia pelas pessoas bem educadas, mas acredite: fazer xixi na rua se tornou normal do Rio de Janeiro! No último carnaval, as autoridades tiveram dificuldades em conter os mais “apertados”, já que os banheiros químicos oferecidos eram insuficientes. Mas até pelo excesso de álcool bebido, essas pessoas nem se importam com o respeito ao próximo e urinam onde quer que estejam.

Povinho mal educado… Já pensou se essa onda virá moda? Imagine aqui em Jundiaí, na Avenida Nove de Julho, após algum evento comemorativo os presentes ali fazendo seu xixizinho despreocupadamente… Terrível!

Claro, são dois problemas: o educacional e o de falta de infra-estrutura. Mas nada justifica tal má educação.

E o que você acha disso? Dá para segurar ou não?

– A Data Comercial do Amor…

Hoje é Dia dos Namorados! O Comércio de Jundiaí abriu até as 18h, os restaurantes ficaram lotados (e cobraram mais caro, afinal, é “a lei da oferta e da procura”) muitos casais fizeram juras de amor e provavelmente até marcaram casamento! Mas de onde surgiu a data? Você sabe a origem?

 

Nosso Dia dos Namorados (12 de junho) foi criado para ser uma data comercial, contrariando o tradicional Dia dos Namorados mundo afora (14 de fevereiro). Seu idealizador foi João Dória (pai do apresentador João Dória Jr,), que trabalhava na agência de publicidade Standard, e teve como missão bolar um evento comercial para a rede de lojas Cliper, grande varejista da época que sempre se queixava das poucas vendas do mês de junho. Aproveitando a véspera do dia de Santo Antonio em 13 de junho, (que tem a fama de ser casamenteiro no Brasil, muito embora não exista essa fama no exterior), criou o slogan: “não é só de beijos que os namorados vivem”. Tal bordão se popularizou, e outras empresas passaram a comercializar com base no dia dos namorados.


A propósito de São Valentino, ele foi um bispo que viveu em Roma e morreu como mártir, pois durante o império de Claudius II, o governante impôs uma lei proibindo o casamento, já que acreditava que soldados solteiros eram mais despojados em combate, pois os casados acabavam pensando em seus familiares e não “renderiam” como desejado. E Valentino, ocultamente, ajudava os casais a celebrarem o Matrimônio. Foi preso e morto cruelmente.


Nesta data, na Inglaterra, é costume os casais trocarem doces. Na Itália, ocorrem jantares românticos. Na Dinamarca, os homens empastam rosas e pétalas e dão um buquê de flores conhecido como “flocos de pétalas”. No Japão, são as mulheres que presenteiam seus parceiros com chocolate. Opa, quero comemorar a data no melhor estilo japonês!!!!!

 

E o seu Dia dos Namorados, foi bom?

– Curitiba Pode Proibir Uso de Celular em Banco

Você já deve estar careca de ouvir falar da história do “golpe da saidinha de banco“. Um bandido fica dentro da agência, observando o movimento, disfarçado como cliente. Quando percebe alguém que fez retirada saindo do local com uma quantia significativa de dinheiro, liga para seu comparsa e passa as características. O cliente é abordado pelos meliantes e assaltado na rua.

Esse tipo de assalto infelizmente se tornou rotineiro em muitas cidades. Próximo dos dias de movimento bancário (05,10,20), observa-se um grande número de golpes dessa natureza.

Para coibir essa situação, a Câmara de Vereadores de Curitiba aprovou um projeto proibindo o uso de celulares em agências bancárias. A Assembleia Estadual de Minas Gerais estuda um projeto igual.

Sabe o que parece? Aquela história do marido traído que flagra a mulher no sofá com outro, e para resolver o problema, descarta o sofá…

Como impedir que os clientes não usem seus celulares nas abarrotadas agências bancárias? Louve-se o intuito de coibir o crime, mas condene-se o método usado. A questão é de segurança pública, não medidas de privação social.

– Consciência Eleitoral com Inconsciência Criminal

Triste e desolador ver nos noticiários a história do “Poderosinho”. Para quem não leu, esse apelido é de um garoto de 10 anos, chefe do tráfico de drogas em São Manuel/SP.

É, você entendeu certo: só 10 anos. Estamos vivendo tempos do mundo-cão! Cada vez mais observamos as drogas entrando na vida dos adolescentes e das crianças, mas é descabido imaginar que uma criança possa chefiar uma quadrilha.

Mas será que é exclusividade de São Manuel um caso como esse, ou poderíamos crer que aqui mesmo em Jundiaí e em diversas localidades do Brasil existam casos semelhantes? Talvez não de liderança criminal-infantil, mas de dependência precoce das drogas?

O problema é que não existe uma solução plausível e simplória: se o menino é dependente, interne-o. Mas e no caso do “Poderosinho”? Cadeia? Fundação Casa?

O que assusta mais ainda é que ele é apenas uma criança. O que alguém de 10 anos sabe sobre a vida? Sabe discernir o que é certo ou errado? Deve ter noções, mas 10 anos é muito mais infantilidade do que racionalidade.

E vamos incorrer em outra questão tão séria quanto: o limite da maioridade penal. Quando a pessoa se torna realmente responsável em seus atos, na prática? Sabemos da lei dizer que é 18 anos. Mas vejam por aí jovens de 15 anos de bigode e barba fazendo cada coisa e depois dizem “sou de menor!”

O problema é profundo. Se um jovem de 16 anos pode escolher o Presidente da República, por que alguém de 17 anos não pode responder por seus crimes?

É claro que o menino de 10 anos não pode se encaixar nesse caso. O vício e certamente a não-educação o levaram a isso. É uma criança. Mas insisto na questão: o que fazer com esse garoto?

 

– Ladyboys, Meninos e Meninas

Para quem leu a Folha de São Paulo dias atrás, deve ter se impressionado com a indústria do Turismo Sexual da Tailândia. Casas que oferecem massagem talandesa com ou sem sexo; mulheres, homens e transexuais na vitrine como mercadorias (e com etiquetas de preço e características). Algo próximo do mundo-cão… Quem quiser, o link com vídeo está em:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u664922.shtml

INDÚSTRIA DO SEXO MOVIMENTA BILHÕES DE DÓLARES NA TAILÂNDIA

por MARCELO NINIO

Um corredor estreito de paredes azulejadas, um lance curto de escadas ocupado parcialmente por uma oferenda budista, e uma porta se abre.

Em meio à penumbra recortada por faixas de néon colorido, uma mulher na casa dos 50 e jeito de dona de casa recebe o potencial cliente com uma calculadora na mão. É ele, o pequeno aparelho de números gastos, que traduzirá a negociação prestes a começar.

Estamos no andar superior de um pequeno sobrado de Patpong, principal área de prostituição de Bancoc. A capital da Tailândia, conhecida por seus templos, budas gigantes e exuberantes palácios, também atrai milhares de pessoas todos os anos pela fama, em todo o mundo, de capital do turismo sexual, como mostra o vídeo abaixo: LINK PARA VIDEO, CLIQUE AQUI

Apressadas por frases curtas disparadas pela recepcionista, sete meninas saídas de um cômodo interno atravessam uma cortina e se aninham nos dois andares de uma pequena arquibancada acarpetada. Aparentam 20, 22 anos no máximo.

A mistura de perfumes rapidamente se confunde com o cheiro de álcool gel que dominava o ambiente, lembrete da gripe suína.

Com seu inglês escasso e alguma pantomima, a recepcionista explica os serviços e usa a calculadora para informar os preços: 2.000 bahts o período “curto” (três horas, R$ 112) e 3.000 o “longo” (a noite inteira, R$ 170).

Impaciente com a demora na escolha, ela chama uma das meninas para uma avaliação mais de perto. A número oito se levanta, dá cinco passos até o sofá em semicírculo, junta as palmas das mãos na tradicional saudação budista e senta-se colada no interessado.

Veste um microvestido vermelho e se esforça para manter um olhar sexy, mas o ar é juvenil. O cliente, homem de poucas palavras e cerca de 60 anos, de algum país árabe, pergunta a idade da moça. A resposta, mais uma vez, é digitada na calculadora: 17. Negócio fechado.

Com variações de preço e tratamento, esse é o método mais comum do mercado sexual da Tailândia. Bancoc é o maior centro, mas a prostituição também é intensa em outras partes do país, sobretudo em suas ilhas paradisíacas.

Na capital, além de Patpong, duas outras áreas concentram o turismo, Nana e Soi Cowboy, com bares, saunas, karaokês e casas de massagem exclusivamente usados por estrangeiros.

Comércio e sobrevivência

Embora ilegal, a prostituição na Tailândia gera renda de até US$ 27 bilhões [R$ 48 bilhões] por ano, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e é apadrinhada por algumas das personalidades mais poderosas do país.

Grandes empresários com boas ligações no poder controlam bares, boates e casas de massagem repletas de jovens –a maioria forçada pela pobreza a deixar o norte rural para ganhar a vida em Bancoc.

O dinheiro que recebem dos estrangeiros em troca de sexo sustenta milhares de famílias. A OIT estima que as remessas cheguem a US$ 300 milhões por ano, um volume que muitas vezes supera os programas de assistência oficiais.

“Meninas acima de 25 já começam a ser consideradas velhas. Preciso faturar enquanto posso”, diz Nut, 20 anos, depois de oferecer uma “soapy” (massagem com sabão) “com tudo” por 1.500 bahts. “Meus pais não sabem o que faço, mas contam com o dinheiro que mando toda semana para [que possam] comer.”

Vestidas com trajes minúsculos de marinheira em que mal cabem as etiquetas com o número que as identifica, Nut e outras duas meninas servem de isca para os estrangeiros que passam na porta da boate “Doll House”, a mais conhecida na fileira de bares de Soi Cowboy.

Saa, 18, conta que há dois anos deixou sua cidade, quase na fronteira com o Laos, depois que o pai adoeceu, ficando impossibilitado de sustentar os seis filhos no cultivo de arroz. Prefere os estrangeiros mais velhos, “que têm mais dinheiro e dão menos trabalho”.

Dentro da boate, europeus de 25 a 70 anos formam a maioria do público. Há ainda indianos, russos e australianos. Peter, advogado inglês de 41 anos, é um dos mais animados.

“Minha primeira viagem à Tailândia, há uns quatro anos, foi a trabalho. Mas, depois que descobri as mulheres tailandesas, só passo as férias aqui”, diz ele, enquanto balança a dose de uísque tailandês com uma das mãos e acaricia a coxa de uma jovem de biquíni com a outra.

Apesar da fama de seus fervilhantes centros de diversão adulta, pela facilidade em obter sexo pago e pela lendária hospitalidade de suas profissionais, a Tailândia está longe de ser um bordel a céu aberto.

Só uma pequena parte da população atua no setor: a maioria das mulheres está na indústria têxtil, onde trabalha até 16 horas por dia, dorme no trabalho ou em favelas na periferia da capital e nunca ganha mais de R$ 300 por mês.

Fora das áreas de prostituição, em Bancoc o flerte é discreto e o assédio obedece ao nível de interesse demonstrado pelo cliente.

No saguão de desembarques do aeroporto internacional de Suvarnabhumi, é preciso olho clínico para detectar algum vestígio do festival de excessos que é marca registrada da cena erótica local.

Mas a oferta começa no percurso de táxi do aeroporto até o centro. Enquanto uma pequena TV de tela plana exibe um show do guitarrista Santana, o motorista mostra folhetos de casas de massagens. Em qualquer viagem de táxi ou tuc-tuc (triciclo), a proposta é quase inevitável quando os passageiros são estrangeiros do sexo masculino. E eles são muitos.

A Tailândia recebe anualmente cerca de 15 milhões de visitantes do exterior, três vezes mais do que o Brasil. Seis em cada dez são homens, muitos em busca de sexo fácil e barato. Um deles foi Frédéric Mitterrand, ministro da Cultura da França, que numa autobiografia de 2005 [“La Mauvaise Vie”, A Vida Má, ed. Robert Laffont, 360 págs., 2005, 20 euros, R$ 52) contou ter pago para fazer sexo com “jovens garotos” no país.

A confidência, que recentemente gerou polêmica e pressão política para que Mitterrand renunciasse, também jogou luz sobre as motivações dos turistas sexuais.

“A abundância de jovens garotos muito atraentes e imediatamente disponíveis me coloca em um estado de desejo que já não preciso esconder”, escreveu o sobrinho do ex-presidente François Mitterand (1981-95). “A moral ocidental, a culpabilidade de sempre, a vergonha que arrasto somem.”

– Pulseirinhas da Discórdia

Tempos atrás, uma moda surgiu na Inglaterra e tomou conta do mundo: as pulseirinhas coloridas com significados sexuais.

A moda veio, passou, mas persistiu em algumas regiões interioranas do Brasil. E essas crianças e adolescentes que insistiram se depararam com alguns doentes que levavam ao extremo o apelo sexual. Conclusão: vieram os estupros…

Algumas cidades proibiram o uso dessas pulseiras. Estudiosos do comportamento, professores e adolescentes foram ouvidos sobre tal situação. Compartilho abaixo (Extraído da Folha de São Paulo, 11/04/2010, Página C5):

PULSEIRINHA DO BARULHO

Enfeites associados a jogos sexuais foram proibidos em algumas cidades após crimes envolvendo adolescentes que usavam o adereço

Elas apareceram no Brasil há cerca de dois anos e ficaram conhecidas como as inocentes pulseiras da amizade. Usadas para selar o afeto entre colegas, os acessórios coloridos de silicone viraram febre entre crianças e adolescentes.

Até que os boatos sobre jogos sexuais começaram a circular na internet. De acordo com esses relatos, cada cor teria um significado. Ao ter uma pulseira rompida, o dono deveria “pagar uma prenda” para aquele que a arrancou. A roxa, por exemplo, vale um beijo de língua; a preta, sexo.

“Eu achava bonito e distribuía para as minhas melhores amigas, como uma prova de amizade. Mas não sabia do significado das cores”, diz a estudante Micaela Sanches, 11, que parou de usar o enfeite.

No mês passado, a escola em que a garota estuda, em Sorocaba (interior de São Paulo), enviou um e-mail pedindo que os pais impedissem os filhos de usar o acessório.

Os casos recentes de violência contra mulheres que usavam o acessório -duas foram mortas em Manaus e uma, estuprada em Londrina- ajudaram a enterrar de vez a modinha, que teve seu auge em São Paulo no fim do ano passado.

Fim da febre em SP

Professora do ensino fundamental da rede pública, Viviane Sanches, mãe de Micaela, conta que viu de perto a ascensão e queda das pulseirinhas. “No começo do ano passado era uma febre. Agora elas sumiram”, diz.

No colégio Dante Alighieri, um dos mais tradicionais da capital paulista, embora também em desuso, a notícia de que um aluno estaria vendendo pulseiras na escola chamou a atenção da direção, há cerca de dez dias.

“Tivemos uma conversa com os alunos porque é proibido vender qualquer produto aqui dentro”, afirma o diretor pedagógico Lauro Spaggiari, que aproveita para criticar a ligação dos crimes de Manaus e Londrina com o uso do acessório. “Esses casos não têm nada a ver com a pulseira. [Fazer essa relação] é uma forma de justificar a violência”, afirma.

Para ele, o polêmico jogo do sexo é uma espécie de lenda urbana, que não faz parte do cotidiano dos alunos.

Mesmo assim, as notícias têm assustado os jovens que, temendo ser vítimas de violência ou de discriminação, aposentaram os enfeites coloridos.

Vendedora de uma banca na r. 25 de março, Maria viu a procura pelo produto cair drasticamente no último mês. “As garotas perderam o interesse”, afirma a ambulante, que oferece o acessório há dois anos.

Em cidades como Navegantes (SC), Maringá (PR), Manaus (AM) e Sertãozinho (SP) o uso do acessório foi proibido em escolas da rede pública.

Em São Paulo, foi protocolado na Assembleia Legislativa um projeto de lei que proíbe o uso do enfeite em escolas públicas. Outro projeto, protocolado na Câmara Municipal, pretende banir a venda dos acessórios na cidade.

Jogo do sexo

Voz dissonante entre seus colegas, que garantem nunca ter usado as pulseiras para atrair garotas, o estudante André, 16, conta que usou o acessório para paquerar nas férias no Guarujá. “Resolvi fazer o teste. Acho que funcionou”, diz.

Na primeira noite, em um bar, ele teve a pulseira roxa arrancada por uma garota. Depois, em uma festa, outra garota estourou as três pulseiras que restavam: preta, verde e branca. Nos dois casos, diz André, as carícias se resumiram a beijos comportados.

Para Isabela, 16, a brincadeira é “ridícula”. “É só um enfeite. As pessoas não precisam desse tipo de coisa para paquerar”, diz a estudante, que foi proibida pelo pai de usar o adereço.

– Produção Independente? SOU CONTRA!

Parece matéria de revista de celebridades, mas me causou indignação a socialite Mariana Kupfer. Entrevistada por Hebe Camargo, falou sobre as vantagens em se engravidar por insiminação artificial. Até aí, tudo bem. Mas fez questão de ressaltar que a criança que ela terá não possuirá um pai. A produção independente parece contagiar algumas pessoas.

Será que o pequenino que nascerá não terá necessidade do pai? É uma crueldade! Cada vez mais que amadureço na paternidade, vejo que uma criança não pode (se possível, lógico) ser criada e educada sozinha. A figura do pai e da mãe são fundamentais.

Privá-la da presença do pai pelos motivos expostos pela moça no programa é de uma ignorância indiscritíveis!

– Futilidade em Utilidade

Detesto programas como Big Brother Brasil. Mas confesso que uma futil discussão (comentei isso a amigos na última segunda-feira) está tomando um rumo interessante.

Um dos participantes desse programa, Marcelo Dourado, foi acusado de ser homofóbico. Ao mesmo tempo, ele reclama ser vítima de heterofobia.

E não é que isso é algo a ser discutido? Fazer apologia ao homossexualismo não é crime; mas à heterossexualidade é (para alguns) ?

Ser heterossexual não é ser contra o homossexual. São coisas diferentes. E, infelizmente, para alguns, prevalece a “competição da opção sexual”. Que bobagem… Defender a opção heterossexual não implica em desrespeitar os que não a tem; e vice-versa. O problema é um só: INTOLERÂNCIA. E das duas partes!

– Por que Tanto Homem se Fantasia de Mulher?

Apenas para descontrair: Ruth de Aquino tenta explicar o por quê de machões se vestirem de mulher!

Em tempos recentes de Carnaval, assunto propício…

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI121657-15230,00-POR+QUE+TANTO+HOMEM+SE+FANTASIA+DE+MULHER.html

POR QUE TANTO HOMEM SE FANTASIA DE MULHER?

Eles são héteros, muito machos, mas no Carnaval soltam a franga. Essa expressão significa “desinibir-se, geralmente assumindo um lado feminino, alegre”. Não é novidade, e acontece no Brasil inteiro. Eles não se fantasiam de mulher discreta. Precisa ser vulgar e desejável. Salto alto, seios pontudos, maquiagem pesada, decotes… e rebolation. No Bloco das Piranhas ou no Bloco das Virgens, nosso vizinho circunspecto fica irreconhecível até a Quarta-Feira de Cinzas. É tão divertido assim ser mulher?

Não existem blocos de mulheres fantasiadas de homens. Se a mulher quiser se desreprimir, a última fantasia será a de homem. “Mulher já pode se vestir de homem no dia a dia, usar calça comprida, camisa social, mocassim…e ninguém põe em dúvida sua sexualidade. Já o homem…”, diz o psiquiatra Luiz Alberto Py. “Quando Gilberto Gil e Caetano Veloso apareceram de pareô, a reação foi supernegativa. Em 1956, um artista plástico, Flávio de Carvalho, fez um desfile com homem de saia no Viaduto do Chá, em São Paulo, e foi vaiadíssimo.”

Minissaia, vestido de alcinha, frente única, tomara que caia, sandália, shortinho. É tudo ótimo no calor. Mulher tem um enorme leque de variações no vestuário. Homem é mais conservador. As novidades na roupa masculina desde os anos 60 foram a bermuda, a bata e a camiseta regata. Mesmo assim… Vários lugares noturnos e restaurantes admitem mulher de sandália, mas homem não. Mulher de short sim, mas homem de bermuda não.

Mas a roupa é só o visível. A fantasia de piranha desnuda outras fantasias. “O Carnaval é um rito profano e sagrado. O homem se veste de mulher porque quer ser mais afetivo de maneira escancarada, sair beijando todos, de qualquer sexo. Homem afetivo, nos outros dias do ano, é coisa de gay”, afirma o psicoterapeuta Sócrates Nolasco. “É um contraponto. Um momento do ano em que ele não precisa afirmar sua masculinidade. Mulher pode ser afetiva, carinhosa, extrovertida, dada, e nem por isso será tachada de ‘piranha’.”

Não se duvida de que uma mulher seja mulher. Ela pode até ter relações amorosas ou conjugais com outra. Continua sendo mulher, caso não imite machos. Ela pode beijar amigos e amigas, abraçar, fazer carinho publicamente. Isso não fará dela “piranha” ou lésbica. A mulher pode, no trabalho, assumir atitudes estereotipadas masculinas – isso não fará dela um homem. O inverso é mais complicado.

É como se esses homens que se equilibram com pernas cabeludas sobre saltos altíssimos aproveitassem o Carnaval para exorcizar sua dificuldade de mostrar afeto ou fragilidade no dia a dia. Tudo é permitido porque é fingimento. No filme Se eu fosse você, em que Tony Ramos e Gloria Pires trocam de alma e papéis, as plateias o acham muito mais engraçado que ela. Porque Tony Ramos não se comporta exatamente como a sua mulher no filme. “A compulsão por futilidades e os trejeitos exagerados lembram mais o comportamento de um gay afeminado”, diz Nolasco. Para virar homem, Gloria Pires fala grosso, não abaixa a tampa do vaso e faz embaixadinhas – ela muda bem menos.

Os homens que se fantasiam de mulher para zoar à vontade fazem do Carnaval uma catarse de seus fetiches. Claro que só saem em bando. Coisa de macho mesmo. Porque sair sozinho vestido de mulher pode dar origem a outras interpretações.

“Todos, homens e mulheres, temos um lado homossexual”, diz Py. “A sexualidade é uma limitação brutal. A percepção de que a gente pertence a um sexo significa não pertencer ao outro, o que de certa forma nos rouba uma parte da humanidade. A mulher tem uma versatilidade comportamental muito maior. O homem não pode nem fazer carinho em outro homem. O Carnaval é a transgressão inocente, o liberou geral para desfrutar seu lado feminino sem perigo.”

Simpatizo com esses bandos de homens fantasiados de mulheres fálicas em tantos blocos espalhados pelo Brasil. Por um instante, eu me lembro de Freud. O pai da psicanálise dizia que a mulher sentia inveja do pênis. Não seria o contrário?

– Morgan Freeman da Época ou da Veja?

Gosto da atuação do ator Morgan Freeman. Na Revista Veja da última semana, foi prazeroso ler a sensacional entrevista em suas humildes palavras sobre seu talento, seus papéis e sua vida. Na mesma semana, a Revista Época trouxe a notícia do seu relacionamento amoroso com a própria neta. Vão até casar! Nem sei se a lei americana permite ou não tal relacionamento.

Confesso que ele caiu em meio conceito…

– Da Arte de Linchar

Nesta semana, o jornalista Leonardo Attuch, em sua coluna semanal na Revista IstoÉ (edição 2088, 18/11/2009, pg 47), fez uma analogia perfeita da tradicional composição de Chico Buarque “Joga Pedra na Geni“, com os 2 fatos marcantes: a agressão verbal ao árbitro Carlos Eugênio Simon e à estudante Geisy Arruda.

Sem o julgamento moralista contra Simon e Geisy, nem acusações infundadas, Attuch destaca as semelhanças dos dois episódios: um professor universitário e um corpo discente de universitários, 2 idênticos desequilíbrios emocionais!

Compartilho a seguir:

DA ARTE DA LINCHAR

por Leonardo Attuch

Valentão, Belluzzo tentou incitar um linchamento, assim como os trogloditas da Uniban

Joga pedra na Geisy, joga bosta na Geisy, ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir, ela dá pra qualquer um, maldita Geisy! Nos milhares de vídeos colocados no YouTube sobre o cerco à estudante Geisy Arruda, a trilha sonora é composta por urros, berros e agressões verbais. Mas se todo esse barulho pudesse ser substituído por uma única canção, ela seria “Geni e o Zepelim”, do compositor Chico Buarque. Aquela em que a vítima apanha porque pediu para apanhar. Ou porque, à primeira vista, na superfície, parece ser diferente dos outros.

Em todos os linchamentos, a lógica é idêntica. Sempre há uma fagulha, um líder que espalha a chama da violência e uma multidão ensandecida que carrega as tochas da intolerância. No caso de Geisy, a faísca que a fez “merecedora” das agressões foi um vestido curto, como se uma simples minissaia pudesse abalar a moral e os bons costumes de São Bernardo do Campo, em pleno país do fio dental. Mas os agressores da sociedade brasileira não são apenas os trogloditas da Uniban. Eles estão por toda parte – e, em alguns casos, são tidos até como pessoas cultas, esclarecidas e refinadas.

Na mesma semana em que Geisy foi cercada pela turba, o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, que se apresenta como um intelectual do futebol, sugeriu que “enchessem de porrada” o juiz Carlos Eugênio Simon. Depois, ao ser questionado sobre a incitação à violência, ele foi além. “Espero que o torcedor decida de acordo com sua consciência e com as circunstâncias.” Foi como se soprasse nos ouvidos da Mancha Verde, a torcida organizada do seu time, a mesma canção: Joga pedra no juiz, joga bosta no juiz, ele é feito pra apanhar, ele é bom de cuspir…

O curioso é que, em geral, os promotores de linchamentos são valentes apenas quando estão em grupo. Individualmente, costumam ser covardes, misóginos, homófobos e até medrosos – incapazes de encarar uma simples formiga. Mas a multidão os protege. No livro Massa e Poder, o italiano Elias Canetti decifrou o fenômeno.

Na agressão, “todos os braços saem como de uma e da mesma criatura”. E não há perigo porque a superioridade ao lado da massa é total. Por fim, consuma-se a execução. “Um assassinato sem risco, permitido, recomendado e compartilhado com muitos outros.” Na semana passada, Belluzzo, que além de presidente do Palmeiras é também dono de uma faculdade privada, demonstrou ter todos os atributos para ser reitor da Uniban. Mas no jogo seguinte, quando seu time foi favorecido pela arbitragem, o valentão se calou.

– Por que Não Vivemos sem a Mentira?

Sou da seguinte opinião: uma mentirinha ou uma mentirona é mentira em qualquer lugar!

Uma pesquisa americana revela: a cada 10 minutos contamos 3 mentiras.

Será?

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2080/artigo152159-1.htm

MENTIRA: POR QUE NÃO VIVEMOS SEM ELA

por Maíra Magro

“Detesto mentira!” Qual foi a última vez que você disse essa frase ou ouviu alguém dizer? Seja como for, quem disse… mentiu. Podemos até falar que odiamos a mentira, mas lançamos mão desse recurso quase sem perceber.

O professor de psicologia Robert Feldman, da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, filmou a interação entre mais de 50 pares de pessoas que acabavam de se conhecer e constatou que elas mentiam em média três vezes numa conversa de dez minutos.

Feldman, uma autoridade mundial sobre o tema e autor do livro recém-lançado no Brasil “Quem É O Mentiroso da Sua Vida? Por Que As Pessoas Mentem e Como Isso Reflete no Nosso Dia a Dia”, constata que recorrer a desvios da verdade, além de ser quase uma questão cultural, é um recurso de sobrevivência social inescapável. “Em geral, mentimos para tornar as interações sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos”, disse à ISTOÉ.

O problema, ressalta, é que meros desvios dos fatos podem crescer e virar uma bola de neve, gerando relacionamentos baseados no engano. “Devemos ser mais verdadeiros e demandar a honestidade”, conclama Feldman. Na maioria das vezes, a realidade é deturpada sem malícia. São as mentiras brancas, que funcionam, nas palavras do especialista, como “lubrificantes sociais”. Isso não acontece apenas nas conversas entre estranhos, permeia também os relacionamentos mais íntimos.

A dermatologista carioca Jocilene Oliveira, 55 anos, admite praticar um clássico feminino: “Se comprei um vestido e meu marido me pergunta quanto custou, digo que foi uma bagatela, mesmo que não tenha sido”, conta ela, para quem essa mentirinha de vez em quando serve para “evitar stress” no casamento. Há poucas chances de o marido de Jocilene descobrir a verdade. Segundo a psicóloga carioca Mônica Portella, é como se jogássemos uma moeda para cima cada vez que tentássemos descobrir se alguém está falando a verdade.

Ela estudou sinais não verbais da comunicação, como movimentos dos olhos e gestos das mãos, para ver se é possível detectar os momentos em que uma pessoa diz inverdades. “A taxa de acerto de um leigo é de 50%”, revela. Outro artifício muito usado é mascarar os fatos para fazer o interlocutor sentir-se bem, como dizer que um corte de cabelo duvidoso ficou “diferente” e não horrível. A lista de situações em que exageramos ou modificamos a realidade não tem fim.

Quem nunca inventou uma desculpa esfarrapada para justificar um atraso? Segundo especialistas, as técnicas de dissimulação são aprendidas pelas crianças desde cedo – e não por meio de colegas malandros, mas com os próprios pais. “O processo educacional inibe a franqueza”, aponta Teresa Creusa Negreiros, professora de psicologia social da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.

Uma menina que ganha uma roupa será vista como mal-educada se disser, de cara, que achou o modelo feio. O paradoxo é que, embora a sociedade condene a mentira, quem falar a verdade nua e crua o tempo todo será considerado grosseiro e desagradável. “Mentir por educação é diferente de ter um mau caráter”, pondera Teresa. Mas, para Feldman, mesmo as mentiras inofensivas devem ser evitadas, com jeitinho. “Nossos filhos não precisam ser rudes e dizer que detestaram um presente”, afirma. “Mas podemos ensiná-los a ressaltar algum aspecto positivo dele, em vez de dizer que gostaram.”

As inverdades repetidas no cotidiano mascaram os parâmetros que temos para avaliar nossas atitudes e a dos companheiros, gerando todo tipo de desentendimento. Quando estamos diante de alguém que fala muita lorota, não sabemos com quem estamos lidando.

“É muito difícil categorizar mentiras e dizer que umas são aceitáveis e outras não”, afirma Feldman. Em alguns casos, os efeitos são irreversíveis. Preocupado em saber se a ex-namorada gostava realmente dele, o estudante paulistano Rogério Yamada, 22 anos, decidiu testar o ciúme dela inventando que a havia traído.

“Ela acabou terminando comigo”, lembra. “Hoje me arrependo.” Quem é enganado também sofre, com mágoa e desconfiança – segundo especialistas, a dor é mais forte quando afeta os sentimentos ou o bolso.

A psicanalista Ruth Helena Cohen, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), oferece um consolo a quem se sentiu ludibriado: a mentira tem muito mais a ver com a psicologia de quem a conta do que com seu alvo – como no caso de Rogério, que no fundo queria saber se era amado. “É uma forma de defesa, que revela uma verdade sobre quem a diz”, afirma Ruth.

É claro que, além das mentirinhas brancas, há aquelas contadas com dolo: são trapaças e traições para beneficiar quem conta ou prejudicar o outro, como ganhar uma confiança não merecida ou cometer uma fraude financeira. Em casos mais raros, a mania de inventar e alterar os acontecimentos pode revelar uma patologia.

É a chamada “mitomania”, ou compulsão por mentir, que demanda tratamento psicológico. Uma das razões pelas quais contamos tanta mentira é que raramente nos damos mal por isso. O mentiroso tem duas vantagens: a maioria das conversas está baseada na presunção da verdade e é praticamente impossível identificar uma inverdade no ato.

– Google é processado pelo Street View!

Algumas cidades importantes no mundo já possuem o serviço do Street View, do Google. Funciona assim: carros circulam pelas ruas, filmando o dia-a-dia e colocando na Web em tempo real. é uma espécie de “Big Brother” com anônimos, sem censura.

E é esse o problema: a invasão de privacidade. Cidadãos e governos reclamam que não querem pessoas, bens ou cotidianos aparecerem filmados na Web. A Suiça, por exemplo, processou o Google por esse serviço. O país exige que as pessoas que sejam filmadas tenham os rostos escondidos e as placas do carro apagadas, para evitar constrangimento.

No Brasil, algumas capitais começaram a ser filmadas em breve. Em São Paulo, a FIAT, por exemplo, fez um acordo para o Google acoplar as câmeras nos 30 veículos que prestarão o serviço, circulando pela capital.

Extraído de: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=30&id_news=127105

SUIÇA PROCESSA O GOOGLE PELO STREET VIEW

A entidade suíça responsável pela protecção de dados abriu um processo judicial no Tribunal Administrativo Federal contra o Google. Em causa está o desrespeito pela privacidade dos cidadãos no site Street View, apenas dois meses depois de este serviço ter sido lançado no país.

O comissário para a protecção de dados, Hanspeter Thür, defende que o Google não fez tudo o que estava ao seu alcance para tornar as caras dos cidadãos e as matrículas dos carros irreconhecíveis no serviço que disponibiliza a vista panorânica das ruas.

Esta é a primeira vez que o Google enfrenta um processo levantado por uma agência governamental de um país. Os regularores de países como Itália, Alemanha e Japão já tinham mostrado preocupações em relação ao serviço, mas o Google conseguiu negociar medidas que garantiram a privacidade dos cidadãos.

– Sultão faz Aniversário e se presenteia com a Seleção Brasileira

Segundo Ancelmo Góis, famoso colunista de “O Globo”, o amistoso da Seleção Brasileira de Futebol no dia 18 de novembro, em Omã, é o ponto alto da festa de aniversário do sultão Qaboos bin Said. O sultão faz 69 anos, e se auto-presenteou com a compra do amistoso por módicos 2 milhões de dólares (aproximadamente).

Se você tivesse disponível, a fim de torrar 2 milhões de dólares em presentes, o que faria?

Eu ainda não me decidi… estou tentando deixar sobrar o primeiro milhão…

– A Minissaia da discórdia na Uniban

Incrível. Uma aluna de minissaia, literalmente, parou a Uniban. Devido a roupa curta, foi (acreditem) hostilizada pelos alunos. Precisou sair da sala protegida pelo professor e da faculdade pela PM!

Em vídeo, a matéria e o constrangimento. Clique abaixo em:

http://tvig.ig.com.br/180444/estudante-causa-tumulto-por-usar-minissaia.htm

ESTUDANTE CAUSA CONSTRANGIMENTO AO USAR MINISSAIA EM FACULDADE

A roupa de uma estudante causou tumulto em uma faculdade em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo). Toda confusão foi provocada pelo uso de uma minissaia. A garota ouviu insultos de centenas de alunos da faculdade, que se juntaram no pátio para vê-la e xingá-la. 

A garota teve que se esconder em uma sala e só foi retirada, com um avental de professor, escoltada pela Polícia Militar.

– A Perigosa Brincadeira do Pó de Giz

Numa pequena cidade gaúcha, os pais têm-se queixado de uma brincadeira perigosa: crianças de 10 anos brincam de “cheirar cocaína” na escola, usando o giz moído para tal travessura.

O teor da brincadeira é assustador. Tremo, só de pensar num filho ousando brincar assim. E com a notícia, outras crianças se encorajaram a imitar os gauchinhos pelo Brasil afora.

Isso é perigoso? Como professor e pai, digo sem titubear: CLARO QUE É!

Mas talvez os pais atentos pensem assim e sejam rotulados de caretas e chatos por muitos! Me estarreceu a ponderação de Rubem Alves, na Folha de São Paulo da última terça-feira, pg 02:

Brincadeira com pó de giz não é um prenúncio de crime

por Rubem Alves

Pais, professores e autoridades ficaram apavorados com uma brincadeira nova: as crianças fazem de conta que pó de giz é cocaína.

O barulho que os adultos estão fazendo é mais nocivo que o pó de giz. Digo isso a partir da minha experiência de menino que brincava com revólver que dava estalo. Mas minha arma de brinquedo não era a profecia de um futuro criminoso.

Argumento a lamentar. Respeito-o, mas discordo. Uma brincadeira desse tipo, por parte de uma criança de 10 anos, é preocupante demais!

– Fé para acabar com as brigas entre os pais!

Comovente a história do garoto Jefferson, de 11 anos. Ele viajou escondido entre um pneu e o para-lamas de um ônibus por 550 km (entre Sales e Aparecida), no último feriado, para pedir a Nossa Senhora para que os pais deixassem de brigar. Após 9 horas de viagem, foi descoberto e devolvido aos pais. A mãe disse que “não há mais brigas em casa”.

Pedido atendido, vergonha na cara dos pais e comoção. Um misto de coisas para se definir como milagre…

– Funções Sociais, Interativas, Jornalísticas e Interativas de um Blog

Os Blogs estão na moda! Sejam eles em formato micro (como o Twitter) ou normal (como este, por exemplo), tal ferramenta tem sido cada vez mais utilizada por diversos segmentos da sociedade. O Brasil é um dos recordistas em blogueiros! Mas… isso é bom?

Depende.

Existem os bons e maus blogs. Os que se prestam a serviços ou os que apenas servem para ludibriar. Os descomprometidos e os compromissados. A qualidade e a utilidade de um blog dependem da sua finalidade.

Vamos a alguns exemplos: um blog de jornalista! Ora, crê-se que o material do blog deste profissional seja voltado a notícias do seu segmento e até mesmo pela opinião jornalística de quem escreve; afinal, jornalismo é alicerçado na verdade. Diferentemente, um blog de uma garota de 15 anos pode se resumir a um diário, uma agenda propriamente dita onde ela conta o seu dia-a-dia, lamentos e conquistas, sonhos e poesias… sem compromisso com fatos verdadeiros. O blog de uma celebridade, por exemplo, pode estar voltado a autopromoção, a divulgação de seu trabalho e até mesmo pelo narcisismo.

A idéia inicial de um blog seria o espaço virtual para alguém escrever o que quiser. Mas tornou-se, para muitos, canal de informação. A interatividade sem responsabilidade pode ser danosa. Uma constatação: nas salas de aula, vários alunos exemplificam atividades e citam exemplos lidos de blogs. Quem garante que está correta a fonte? Internet é como papel: aceita tudo! Qualquer um pode expressar sua opinião, sendo fidedigna ou não a fatos, já que opinião é algo pessoal e fatos podem ser mentidos ou criados.

Este blog, por exemplo, tem como finalidade promover debates entre a comunidade acadêmica na qual me relaciono, discutir pontos do futebol, área em que milito e promover a troca interativa com demais amigos. Claro, alguns posts com a responsabilidade de professor, outros com a livre expressão de um cidadão e outra descomprometida como a de um simples blogueiro. Claro, dentro dos padrões de ética e responsabilidade devidos.

Agora, um dos setores que mais tem interagido com a sociedade é o da Política. Microblogs e blogs invadem a blogosfera. Nela, os políticos mostram sempre suas virtudes, nunca os seus defeitos. E se em ano de véspera eleitoral já vemos alguns abusos, imaginem no ano que vem?

Assim, responder a questão: “O que é um blog?” é muito subjetiva. O Blog do jornalista Juca Kfouri tem uma função e um grau de responsabilidade nacional. O ótimo blog do também jornalista Thiago Baptista de Olim tem uma audiência regional, mas com alcance ilimitado como outro qualquer; nada difere de sua responsabilidade. Já o Blog da Oficina da Mari tem uma outra função, importantíssima para ela mas sem o grau de influência e importância para outros. Este próprio Blog do Professor Rafael Porcari pode ser irrelevante e desprezível para muitos (talvez para a maioria), mas atende a seu objetivo. E aí vai o Blog do Téo, do Imprensa Marrom, do Valter Mariano, cada um com sua interação, dinamismo e propósito.

Mas e o Blog do Presidente Lula, que se prontificou a imitar a interatividade do Blog do Presidente Americano Barack Obama, a que ou a quem se destina?

Pela lógica de alguns em acreditar em todo e qualquer blog como fonte verdadeira de informação, até o Hermano Chaves pode ter o seu blog. Talvez seja o caminho, já que ele fecha emissoras de rádios e TVs na terra dele…

Mas o certo é: ter um blog e se manifestar é muito bom! Claro, dentro dos limites democráticos devidos!

– Almoço com Golfe; Condomínios e Clubes

Ontem tive o prazer de almoçar no “Portal do Japy Golf Club”, um restaurante dentro do Condomínio Temático Portal do Japy. Lá há belíssimas casas (inclusive uma com paredes de vidro – certamente de alguém que gosta de despojamento privativo), fontes e belas paisagens. Além, é claro, de campos de golfe de todo o tamanho e infraestutura impecável.

Ambiente requintado, luxuoso e prazeroso. O restaurante é panorâmico, está em um mirante com a vista para a Serra do Japi. O buffet é ótimo, atendimento impecável e tudo muito bom. Aliás, quem sabe se na minha aposentadoria resolvo “apitar golfe” e deixar o futebol de lado?

Mas o mote desse post é falar dos bons condomínios na região que compreende Jundiaí, Itatiba, Itupeva e Cabreúva. Próximo dali, há o Condomínio Reserva da Serra, onde há câmeras de monitoramento dentro dos bosques, vigilância onipresente, e, é claro, lagos e bela paisagem. Lugar aprazível e seguro para a família, com custos moderados, o que também é importante. dei uma volta por lá, e o local também é encantador!

Nessas horas, vale a pena pensar na qualidade de vida; principalmente com bom nível e tranquilidade para as crianças. Afinal, não é em todo lugar que nossas crianças podem ficar livres na rua…