– A pureza de trepar nas árvores!

Nessa época de invasão digital em nossas casas, as antigas e pueris brincadeiras se tornam escassas.

Bolinha de gude? Pião? Boneca de Pano?

Cada vez mais essas diversões são trocadas pelos Tablets e Smartphones, sem praticar exercícios físicos nem relacionamento humano real, ao invés do virtual.

É por isso que subir em árvores, como minha filha Estelinha e meu sobrinho Miguelzinho estão fazendo na foto abaixo, deve ser algo a ser incentivado cada vez mais! Devemos sair do conforto do sofá e nos “sujarmos de terra”, ter contato com a natureza e com os amigos.

– Massinhas? Ôba!

Viva o mundo das massinhas de modelagem!

Que fascínio é esse que elas despertam nas crianças?

Minha filhota acorda e desesperadamente quer fazer suas artes com massa. Um brinquedo simples, barato e educativo… Ainda bem!

Quanto menor a dependência de tablets e celulares, melhor. Por mais ingenuidade nas brincadeiras.

 

– Por quê discutir a cadeirinha veicular?

Há certas discussões desnecessárias. Uma delas é sobre o uso da cadeirinha para as crianças nos veículos. Não é uma questão de lei – se ela é boa ou ruim – mas é de conscientização e de segurança no trânsito.

Todo papai e toda mamãe que tem preocupação com o seu filho deve usá-la, isso não se discute. É como o cinto de segurança: lembram da chiadeira quando o Maluf falou que iria obrigar os motoristas a usarem tal equipamento? A quantidade de vítimas fatais caiu, isso é fato. Então, qual o problema de não usar? No que incomoda tanto?

Sei que muitos alegarão que obrigar o uso é uma medida “da indústria da multa”. Ora, é só usar que não é multado! É como qualquer situação comum no trânsito: dirigir com prudência, respeitar os limites de velocidade, colocar as crianças na cadeirinha, nada disso é ruim. E se não for cumprido pelos maus motoristas, deve-se educá-los “na marra”, que é a multa.

Fico pasmo que muitos comemorem a equivocada manifestação do presidente Jair Bolsonaro em não multar os motoristas que imprudentemente desrespeitam questões de segurança como essa. Mesmo se existir a desobrigação, continue a usar. A segurança dos seus filhos agradece.

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– Euphoria, a série: cuidado!

No canal HBO dos EUA, começou uma série (voltada para adolescentes, embora exista censura oficialmente) chamada Euphoria. Ela trata de recém saídos da infância que curtem drogas, defendem o amor livre e discutem os assuntos traumáticos da sociedade com certa naturalidade.

É algo forte, constrangedor e que, no 1o capitulo, já houve uma overdose!

Claro, assiste quem quer; quem não quer, mude de canal. Mas… Nos Estados Unidos, há um movimento pedindo cancelamento urgente da série pelo conteúdo fazer abertamente apologia de tudo isso que discute e acontece!

Não é Fake News, olha aqui a matéria da Jovem Pan contando que até mesmo a protagonista (a atriz Zendaya, a namoradinha do Homem Aranha da Marvel) avisou que, apesar da censura ser para 18 anos, é algo forte. O presidente do canal se manifestou dizendo: “não é pra todos”!

Enfim: é censurado, mas o canal liberado!

Em: https://buff.ly/2Ff6nuT

CONSELHO DE PAIS DOS EUA PEDE QUE HBO NÃO TRANSMITA A SÉRIE ‘EUPHORIA’

Um grupo de vigilância da mídia está pedindo que a empresa AT&T, que controla a HBO, pare de transmitir a série “Euphoria“, que estreou nesse domingo (16). O pedido foi feito antes mesmo de a produção ir ao ar

Criada por Sam Levinson, a produção segue um grupo de estudantes do ensino médio “enquanto eles navegam em amor e amizades em um mundo de drogas, sexo, trauma e mídias sociais”, diz a descrição oficial. O primeiro episódio teve cenas de sexo, consumo de drogas e até uma overdose.

Por conta disso, o presidente do Conselho Parental de Televisão dos Estados Unidos, Tim Winter, alertou em um comunicado à imprensa que a “HBO, com seu novo programa centrado no ensino médio Euphoria, parece estar publicamente, intencionalmente comercializando conteúdo adulto extremamente gráfico – sexo, violência, profanação e uso de drogas – aos adolescentes e pré-adolescentes”.

Em entrevista à Fox News, Winter afirmou que, apesar de a HBO ter dito que o programa era para adultos, esse conceito “foi totalmente refutado porque (Levinson) disse que ‘os pais vão pirar com esse programa’. Essa é uma demonstração de quem ele está mirando com essa série. A HBO agora está comercializando internacionalmente esse conteúdo para crianças”.

A série tem sido duramente criticada por quem considera seu conteúdo muito explícito para o público adolescente. De fato, a produção pode ser perturbadora, tanto que a protagonista Zendaya publicou um comunicado em seu perfil no Instagram alertando os telespectadores interessados na série. O presidente de programação da HBO, Casey Bloys, havia dito que “Euphoria não é para todos”.

– O crime contra o pobre Rhuan Maycon já está esquecido?

Suzane von Richthoffen matou os pais e o Brasil parou para discutir o crime da moça e do seu namorado.

A família Nardoni arremessou cruelmente uma criança do apartamento. Idem ao clima de tristeza e consternação do país.

Porém, o menino Rhuan de 9 anos teve o pênis cortado pelo desejo das mães (uma biológica, a outra sua cônjuge) de que ele virasse menina! Depois, o casal de mulheres assassinas esquartejou o pobre garoto.

– Repercutiu da mesma forma?

Por quê alguns crimes bárbaros tem mais destaque do que outros?

Li no site da Folha de Londrina o artigo de Paulo Briguet (não o conheço, mas o respeito) que teve a mesma dúvida do que eu: se o ocorrido fosse cometido por um pai e uma mãe no Centro de São Paulo, e não por um casal de lésbicas no DF, a “importância da notícia seria outra”?

Insisto: aqui não se fala sobre a questão da homofobia (deve-se respeitar os homossexuais), mas faço uma explícita crítica à Ideologia de Gênero, que tanto força a ideia de sexualização e erotização precoce.

Criança deve ser criança, menino e menina. Se vai gostar de homem ou de mulher, já é outra história – e para adultos!

Extraído de: https://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/paulo-briguet/o-martirio-do-menino-rhuan-2942399e.html

O MARTÍRIO DO MENINO RUAN

Em breve, relembrar a morte de Rhuan será considerado um crime contra a ideologia de gênero

Há vários dias não consigo parar de pensar no menino Rhuan. Qualquer outro assunto se torna menor e irrelevante diante do martírio dessa criança. Os detalhes do caso pareceriam inverossímeis mesmo em um filme de terror: o desaparecimento do menino; a decisão de transformá-lo em menina; o pênis da criança cortado pelas mulheres (uma delas, a própria mãe do menino!); o ano inteiro em que ele viveu com a ferida; a morte e o esquartejamento; a imagem do casal assassino; a dor do avô.

Rhuan tinha 9 anos, a idade do meu filho. Nos últimos dias, olho para o Pedro e vejo ao seu lado a imagem do menino sofredor. Penso em todos os bons momentos que vivi com meu filho ao longo do último ano, e sei que ao mesmo tempo, em algum lugar, Rhuan sofria em silêncio. Quantos Rhuans estarão sofrendo agora?

Muito se falou no casal Nardoni, muito se falou em Suzane von Richthoffen, mas estranhamente pouco se fala em Rosana e Kacyla, as assassinas de Rhuan. Uma das poucas pessoas públicas que demonstraram preocupação com o caso foi a ministra Damares Alves. Mas onde está a revolta dos formadores de opinião? Onde estão as entidades em defesa dos direitos humanos? Onde estão os nossos ativistas judiciais? Onde estão as análises de especialistas, os discursos indignados, as camisetas com o slogan RHUAN VIVE? Até o caso de Neymar merece mais atenção das nossas classes falantes. Que vergonha!

Nos últimos dias, terminei de ler o romance “Silêncio”, do escritor japonês Shusaku Endo. O livro fala sobre as torturas impingidas aos católicos japoneses pelos xóguns (senhores feudais), no século XVII. Em certa passagem, que muito me marcou, um padre está preso na masmorra e escuta o que parece ser o ronco de um carcereiro. Na verdade, não era um ronco: eram os gemidos dos cristãos supliciados.

Você consegue ouvir este som em meio à balbúrdia de nosso país? É a voz do menino Rhuan, que clama por nossa compaixão. Uma voz que os porta-vozes da ideologia de gênero não querem deixar ninguém ouvir. Rhuan atrapalha os planos dos ideólogos militantes, assim como “atrapalhava o relacionamento” de Rosana e Kacyla.

Agora, no STF, está sendo votada a criminalização das críticas à ideologia de gênero. Para os totalitários — sejam eles globalistas ou socialistas — é sempre assim: denunciar o crime torna-se crime. Prepare-se, portanto, para o dia em que relembrar o martírio de Rhuan será um crime contra a “igualdade de gênero”. Estaremos condenados ao silêncio.

Senhor, tende piedade de nós.

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– O cúmulo da auto-promoção: a selfie durante o socorro da vítima!

Completamente sem noção o que aconteceu na Itália: enquanto uma mulher era socorrida após um acidente ferroviário, um rapaz fazia uma selfie com o socorro em andamento, todo alegre e sorridente.

As pessoas perderam a percepção das coisas? Tornaram-se reféns de um vício e estão cegas nisso?

Extraído de: https://istoe.com.br/jovem-faz-selfie-enquanto-mulher-ferida-por-trem-e-socorrida/

JOVEM FAZ SELFIE ENQUANTO MULHER FERIDA POR TREM É SOCORRIDA

Um jovem fez uma selfie em uma estação de trem em Piacenza, no norte da Itália, enquanto uma mulher era socorrida depois de ter sido atingida por um comboio.

O episódio ocorreu em 26 de maio e foi documentado por meio de uma foto tirada pelo jornalista Giorgio Lambri e publicada pelo jornal “Libertà”, no último fim de semana. A vítima acertada pelo trem teve uma perna amputada.

Já o jovem foi abordado pela Polícia Ferroviária e obrigado – não sem protestos – a apagar as imagens de seu smartphone.

Apesar disso, sua atitude não configura crime.

Crédito: Reprodução/Facebook

Vítima precisou amputar uma de suas pernas com o acidente

– A liberação de animais por parte das companhias aéreas

Dias atrás, li na Revista Veja uma matéria sobre como as empresas aéreas estão permitindo que passageiros levem seus animais de estimação nas viagens (com certas condições e restrições), a fim de diminuir o pânico que possam sentir em um voo.

Pois bem: elogiei tal sensibilidade e conduta das companhias. Porém, nessa semana, em “Cartas ao Leitor”, leio a reclamação de Anselmo Paulo Gentile que escreveu entre outras considerações as reflexões sobre “levar seu pet em uma viagem aérea”.

Disse ele:

1- É correto impor a vontade de um passageiro sobre a de outros 200, que pagaram a mesma tarifa no voo?

2- O que acontece com portadores de alergia ou fobias relacionadas a animais?

3- Caso algum animal apresente comportamento agressivo, qual deverá ser a atitude da tripulação?

4- Para aqueles que se preocupam com o bem-estar dos animais, é justo manter um animal confinado durante o período de voo apenas para servir como seu “cobertor de Linus”?

5- Não seria exigível um certificado de treinamento do animal?

O leitor justifica que tem animais de estimação por 60 anos e até dorme com eles na cama, mas não concorda com pets em voo.

Sinceramente, ele não tem um pouco (ou muita) razão em seus argumentos?

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– A Polêmica Campanha do Governo sobre a Felicidade das Prostitutas

Foi em 2013, mas… faria sentido hoje?

Compartilho:

PROSTITUTAS FELIZES

Está dando o que falar: o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, lançou uma campanha para dignificar a figura das profissionais do sexo e ao mesmo tempo protegê-las, incentivando a prática de maneira saudável e consciente.

A idéia é elevar a auto-estima e valorizar a figura da mulher, numa campanha com garotas de programa – das mais jovens às mais velhas – posando com os dizeres “Eu sou feliz por ser prostituta“.

Eu acho uma tremenda inversão de propósito: ao invés de lutar para a verdadeira dignidade das mulheres, longe da venda do corpo, ocorre o contrário!

Que conjunto de valores estamos passando? E você, o que pensa sobre isso?

Veja alguns cartazes:

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– Os Melhores Países para se… Nascer!

A “The Economist”, através de diversos critérios, listou as melhores nações para alguém nascer e viver. Os dados foram tabulados por Economia, IDH, Segurança, Educação, Perspectivas Variadas, entre outros.

Pois bem: podemos dizer que serão sortudos os bebês que nascerem na Suíça! E os brasileirinhos se contentarão com o 37o lugar do ranking.

Curiosidade: a renda per capita da Suíça é de 83.383 dólares anuais, contra 12.594 do Brasil.

A lista dos 10 mais é: Suíça, Austrália, Noriega, Suécia, Dinamarca, Singapura, Nova Zelândia, Holanda, Canadá e Hong Kong (Brasil 37%, Síria 73%, Nigéria 80%).

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– Vermelho ou Amarelo?

Ouvi tal verdade e reproduzo:

“Prefiro ficar Vermelho por alguns instantes do que Amarelar por muitos momentos“

Autor Desconhecido

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– O perigo do Slime que contenha bórax

Que é uma febre a brincadeira de Slime (aquela gosma que as crianças gostam de mexer ou fazer em casa), não há dúvida. A dúvida é: realmente o produto é totalmente inofensivo?

Agora, parece já existir uma resposta: se existir uma substância chamada bórax (borato de sódio) na sua composição, vale a pena ter cuidado. Aqui, o primeiro registro de intoxicação em São Paulo (abaixo).

Extraído de: https://noticias.r7.com/saude/medicos-explicam-como-o-slime-pode-causar-intoxicacao-23052019

MÉDICOS EXPLICAM COMO O SLIME PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Contato com substância chamada bórax, utilizada na elaboração da massa de modelar, pode provocar vômitos e cólicas; alternativa são as massas atóxicas

Na noite desta quarta-feira (22), uma mulher publicou nas redes sociais que sua filha está internada há mais de uma semana devido à intoxicação por bórax, substância presente no slime, espécie de massa de modelar que é uma febre entre as crianças.

A garota, de 12 anos, chegou ao hospital com vômitos e sintomas de uma gastroenterite, mas, segundo o relato da mãe, os exames não apontaram infecção por vírus ou bactéria. A suspeita de intoxicação só foi levantada após os médicos avistarem o slime no quarto do hospital em que menina está internada.

De acordo com o pediatra Werther Carvalho, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, tanto o slime caseiro quanto o que é comprado pronto podem oferecer riscos, porém diminuído no segundo caso.

Carvalho afirma que o borato de sódio, ou bórax, substância química presente no slime e que é manipulada na fabricação do produto, pode causar intoxicação e o potencial de toxicidade do brinquedo pode ser aumentado conforme o uso de outros produtos químicos na mistura, como corantes, amaciantes e cremes de barbear.

“No Brasil, as pessoas não têm orientação de como utilizar o bórax. O produto oferece grande risco e deve ser manipulado com prevenção, como avental e luvas”, afirma Carvalho. “O problema está também porque a criança fica muito tempo exposta àquela substância, quando deveria ficar entre 15 e 20 minutos”.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o bórax tem seu uso regulamentado para fertilizantes e produtos destinados à higienização, sendo utilizado para tais finalidades e nas doses recomendadas. O órgão afirma que a substância não deve ser manipulada por crianças e que não seja utilizada em finalidades não autorizadas.

Segundo a Anvisa, o uso do bórax pode provocar náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarreia com coloração azul ou esverdeada, pele com cor azulada, queda de pressão sanguínea, diminuição de energia e choque.

O pediatra Nelson Ejzenbaum, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), afirma que as misturas químicas do slime, assim como o uso do bórax, por meio do odor forte, pode causar vômitos, náuseas e tontura. Carvalho afirma que a substância, em contato com a pele, pode provocar lesões na pele e conjuntivite.

A ingestão do slime ou do bórax, seja por desatenção ou por resquícios das substâncias nas mãos, pode provocar vômitos, diarreia e náuseas.

“A intoxicação por bórax é diferente de uma virose, pois a criança não apresentará febre ou tosse, que ocorreriam se ela estivesse infectada. A intoxicação provocará irritação nas mucosas e, hoje, com os dados ambientais do uso de slime ser frequente, os pediatras já estão orientados para a associação de intoxicação por bórax”, afirma Carvalho.

Ele explica que o tratamento da infecção é sintomático e que a criança deve se manter bem hidratada e com alimentação leve, evitando comidas ácidas, como abacaxi e limonadas, pois pode piorar a irritação das mucosas. “Acima de tudo, a criança deve ser afastada do bórax e não mexer mais com produtos que contenham a substância”, alerta o pediatra.

Ejzenbaum afirma que o ideal é que, se a criança for produzir o slime em casa ou for brincar, a atividade deve ser supervisionada por um adulto. Para Carvalho, a manipulação do produto deve ser realizada em local aberto ou arejado, usando avental e luvas. Ambos os especialistas concordam que a substituição do slime por outras alternativas, como massinhas atóxicas, são melhores opções de brinquedos para as crianças.

Produção de slime leva bórax, substância química que provoca intoxicação

– Limites Permissíveis e Transponíveis no Futebol

Dando uma fuçada na temática futebol e violência, deparei-me com esse texto que já tem 10 anos, mas que pode ser tão atual… Ele fala sobre os torcedores brigões e a má educação no esporte.

Vale a pena dar uma relembrada e verificar se algo mudou:

NO FUTEBOL PODE TUDO?

Ao ler nesta tarde que uma torcida organizada do Fluminense-RJ invadiu o campo de treino da equipe para bater nos jogadores, após a eliminação na Copa do Brasil, e que um desses membros acabou atingindo com um soco o atleta Diguinho, fiquei pensando: até onde vai o limite do permitido e o proibido no futebol?

Dentro do microuniverso que o futebol representa na sociedade, parece que o mesmo está num mundo a parte, onde os padrões de relacionamento, os conceitos éticos e sociais são ditados por regras exclusivas, fora mesmo do ambiente desportivo. Aliás, tal situação mostra que o futebol, dentro destas características, definitivamente deixa de ser esporte.

Que direito uma pessoa tem de invadir o local de outra e agredí-la, simplesmente porque não gosta do resultado do seu trabalho? Se nas nossas atividades profissionais fora do futebol formos agredidos no exercício da nossa labuta, o agressor tem que ser preso imediatamente. Deveria ser assim no futebol também!

Alguém acha que o agressor do jogador cumprirá pena na cadeia?

Busque trazer tal exemplo para as arquibancadas: nós, árbitros, somos ofendidos antes mesmo de iniciarmos uma partida de futebol, com dizeres que nos caluniam desde os familiares até a nossa dignidade. Mas, pela cultura futebolística imposta, isso é normal! O torcedor está no “direito” de proferir palavrões pessoais à nossa conduta e aos nossos entes queridos. E isso, lamentavelmente, não tende a mudar.

Se o futebol é um espetáculo, tal comportamento não se vê em outras artes. Você pode vaiar uma peça de teatro ou um filme na sala do cinema, mas raramente isso acontece. É a boa educação. Simplesmente você não recomenda a outras pessoas tal entretenimento.

No último clássico Palmeiras X São Paulo, 158 pessoas foram detidas por perturbação à ordem, agressões e tumulto. Ninguém ficou preso. Aliás, tais notícias deixaram de ser novidades.

O que impressiona é que cada vez mais a violência para com os jogadores, e porque não, também aos árbitros e dirigentes, avança assustadoramente. E incluo aqui os jornalistas! Ou as pessoas se esqueceram das tentativas de agressões à cabine da rádio CBN no Pacaembu neste ano? Ou das ofensas contra a Sportv na Vila Belmiro no ano passado?

Infelizmente, o futebol está ficando perigoso para aqueles que verdadeiramente amam o esporte bretão que se tornou paixão nacional. Tudo em decorrência da impunidade e permissividade dos baderneiros das arquibancadas.

Apenas uma pergunta: como é que um grupo de torcedores, numa plena terça-feira útil, pode se dar o luxo de não trabalhar e agredir os jogadores que estão trabalhando?

Um último detalhe: nesta quarta-feira, na final da Liga dos Campeões da Europa, em Roma (Manchester United X Barcelona), todos os torcedores que entrarão no Estádio Olímpico devem portar seus documentos de identidade (e aos estrangeiros o passaporte) para ter acesso às arquibancadas e sentar no seu lugar numerado. Não que eles sejam mais civilizados, mas sim porque haverá punições em caso de brigas.

Abaixo, a notícia sobre a agressão, extraída de: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/fluminense/torcedores-invadem-treino-flu-agridem-diguinho-399122.shtml

TORCEDORES INVADEM TREINO DO FLU E AGRIDEM JOGADORES

A eliminação da Copa do Brasil e a goleada por 4 a 1 sofrida para o Santos em pleno Maracanã no último domingo pelo Campeonato Brasileiro, definitivamente, acabaram com a paz no Fluminense. Nesta terça-feira, integrantes de uma torcida organizada do clube invadiram o treino da equipe nas Laranjeiras e chegaram a agredir Diguinho.

O volante, que não joga há dois meses em virtude de uma pneumonia e de uma lesão na coxa, foi atingido por um soco, mas logo seguranças do clube interviram e impediram um incidente de piores proporções. Em seguida, dez policiais militares reforçaram a segurança.

No protesto dos torcedores, os principais alvos dos xingamentos foram o lateral direito Eduardo Ratinho, o meia Thiago Neves e o coordenador de futebol, Alexandre Faria.

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O campo, infelizmente, virou ringue!

– Tenha juízo, Neymar!

Viram as punições que sofreu Neymar nesta semana?

Três jogos de suspensão pela UEFA, por conta de ir até o vestiário da arbitragem reclamar e socar na porta após a eliminação da Champions League; mais três jogos pela Federação Francesa após a agressão ao torcedor ocorrida na premiação de vice-campeão da Copa da França.

Que coisa, Ney Jr. Jogue apenas futebol, coisa que você sabe fazer bem. Mas cuidado: as atitudes extra-jogo (aqui, não estou me referindo a fora do esporte / vida privada, mas após o apito final) estão trazendo muita repulsa e nenhum elogio. Para alguém que foi proclamado por muitos como ídolo (sejamos justos: Neymar nunca disse que é um ídolo das pessoas embora tenha sido catapultado a tal; tampouco eu o considero modelo de admiração pelo comportamento – somente o tenho admiração pelo futebol jogado), falta melhorar demais a conduta.

A propósito, é inegável que, apesar destes problemas, a Seleção Brasileira ainda é Neymar + 10. Porém, longe de vestir a braçadeira de capitão.

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– E daí, Diego?

Coisas que eu não entenderei: o medalhista olímpico Diego Hypólito, um ginasta de alta categoria, assumiu ao UOL a sua homossexualidade.

Claro que muita gente dirá: “Eu já sabia”. Mas e daí?

Vai mudar o dólar? Transformará a minha ou a sua vida? A repercussão na mídia não está exagerada?

De forma bem educada e objetiva: todos somos pessoas! Se ele gosta de homem, não pode ser condenado pois é uma questão particular que diz respeito a ele. Ao mesmo tempo, nada que se faça apologia do fato ser “um diferencial vantajoso” para o atleta! Ele continua sendo o mesmo esportista, pois ser homossexual não deve ser motivo de repulsa na sociedade, mas também não de qualidade! 

Não perdemos tempo nesse país com coisas desnecessárias? Os ativistas vibram – mas aí é algo desta parcela populacional. A maior parte do brasileiro nem se importa. Aqui, em particular, algo que irrita: o fato de dizer que não assumia pois não poderia ser ídolo! Já não comporta-se mais tal afirmação na sociedade… 

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– Transfobia a quem é Anti- antropocêntrico?

Uma verdadeira loucura entender isso:

A transexual Duda Salabert, ex-PSOL, que saiu brigada do partido por se sentir usada pela sua condição sexual, foi convidada pelo PDT de Ciro Gomes. Mas Ciro, que deu declarações anti-semitistas nessa semana (irritou os judeus com isso), que está sendo processado de racismo pelo vereador paulistano Fernando Holliday após ter sido chamado de “capitãozinho-do-mato”, seria um parceiro ideal?

Tudo maluco. Depois de escrever isso, leio ainda que Duda Salabert, que é professora, alegou que se sentiu incomodada por que o partido tem visão excessivamente antropocêntrica (pensando no ser humano) e não dá o devido respeito aos animais (para ela, os animais têm os mesmos direitos dos homens).

Enfim: é muito confuso tudo isso pra mim, respeitosamente falando. A vida das pessoas – gays, eterno, brancos, negros, e de outras características – é muito mais importante que qualquer outra coisa. Aliás, só existe uma raça: a humana!

Abaixo, sobre a polêmica saída da ex-candidata ao Senado, em: https://oglobo.globo.com/celina/primeira-trans-disputar-vaga-ao-senado-duda-salabert-deixa-psol-acusa-partido-de-transfobia-estrutural-23615537

PRIMEIRA TRANS A DISPUTAR DO SENADO DEIXA PSOL ALEGANDO “TRANSFOBIA ESTRUTURAL”

Por Rayanderson Guerra

Duda Salabert diz que o partido a isolou politicamente; Ciro Gomes já teria demonstrado interesse na filiação da professora ao PDT.

A primeira candidata transexual a uma vaga ao Senado , a professora Duda Salabert, de 37 anos, anunciou a desfiliação do PSOL — partido que disputou as eleições em 2018, em Minas Gerais — e acusou o partido de “transfobia estrutural”. Ao GLOBO, Duda diz que a legenda a isolou politicamente, não demonstrou interesse em sua permanência e que a desfiliação teria servido como um “cala a boca” do partido.

— Desde o fim da eleição no ano passado tenho tentado uma ponte com o partido, que me isolou politicamente. Não percebi nenhuma tentativa do partido em me manter como quadro e nenhuma manifestação da Executiva Nacional ou do estado. Me pareceu que minha desfiliação fo ium “cala a boca” dentro da legenda — contou Duda, que disse ainda que a expulsão da ativista Indianara Siqueira, suplente a veredadora no Rio, teria sido a ponta do iceberg.

Segundo a ex-candidata ao Senado, além da expulsão, a luta de Indianara teria sido crimininalizada pelo partido.

— Além dela ser expulsa, a luta dela foi exposta e criminalizada. Criminalizaram a luta dela por moradia e impediram que ela disputasse a eleição no ano passado. Se o partido divulgar a média dos valores investidos em candidaturas trans e compararmos a média das candidaturas não trans fica clara a transfobia. O valor é ínfimo.

Duda diz que o candidato derrotado pelo PDT à Presidência, Ciro Gomes, a convidou a ingressar no partido, mas que no momento ainda analisa as opções e que pretende focar em seus “projetos de luta social”. Ela no entanto não descartou uma candidura à Prefeitura de Belo Horizonte.

Nas redes sociais, Duda diz que o partido se apropria da luta e da identidade trans para privilegiar figuras e candidaturas já privilegiadas. Ambientalista e defensora dos animais, ela acusa o partido ainda de colocar a causa animal em segundo plano.

“Deixo o PSOL por não concordar com a perspectiva antropocêntrica que estrutura o partido. Enquanto vegana, ambientalista e defensora dos direitos dos animais, não posso aceitar que a luta para difundir o respeito às vidas de todos animais fique em segundo plano. Deixo o PSOL também por não concordar com algumas diretrizes internas do partido”, afirma.

Duda diz ainda que a desfiliação ocorreu não por causa das pessoas que integram o partido, “mas à estrutura partidária”.

“Anuncio minha desfiliação do PSOL. Deixo o partido, mas continuo meu ativismo por uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais democrática. Mantenho vivo também o projeto de colocar no protagonismo político as bandeiras da Educação, do Meio Ambiente e da Diversidade (…) Sigamos em luta, não mais na mesma organização, por um mundo sem desigualdades sociais. A utopia segue viva!”, escreveu.

Em nota, o diretório do partido em Minas Gerais diz que lamenta a desfiliação de Duda, anuncio que receberam com “tristeza”. O PSOL diz que reconhe falhas na estrutura e na pedagogia da legenda.

“Com muita tristeza recebemos hoje a notícia do pedido de desfiliação da companheira Duda Salabert, que com muito orgulho nos representou na candidatura para o senado de MG. A luta por um mundo sem opressão é coletiva e isso nos exige humildade para reconhecer falhas e pedagogia para corrigi-las visto que estamos em constante evolução”.

O partido reafirma, ainda, a luta por “um mundo sem machismo, rascismo, LGBT+fobia e a transfobia, e o enfrentamento dessas práticas seja no interior de nosso partido, ou em toda sociedade”.

Duda conseguiu 351.874 mil votos no estado, a maior votação do partido em Minas, mas não foi eleita.

Duda Salaber anuncia desfiliação do PSOL e acusa partido de

– Recomeçar. Do zero. Do começo. Voltar. Destruir. Reconstruir!

Em sua vida, quantas vezes você passou pelo processo de reconstrução pessoal ou profissional?

Se muitas, deve ter visto como é difícil. Se nenhuma, não o fez com medo das dificuldades de tal ato?

Compartilho esse ótimo artigo sobre a “necessidade de reconstrução como gente” – independente de quais aspectos sejam mais ou menos necessários.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/renda-se-aos-recome%C3%A7os-la%C3%ADs-schulz

RENDA-SE AO RECOMEÇO.

Por Laís Schulz

O pavor de fazer tudo de novo. O pavor de ter que planejar, projetar, colocar em ação, errar, acertar. O medo de passar por tudo aquilo novamente e ainda ter que encontrar energia pra mudar, inventar, criar e fazer melhor.

Quantas vezes você já teve que recomeçar?

Quantas vezes você já precisou transformar sua vida? Deixar um emprego e começar em outra empresa, da posição mais baixa? Mudar de casa, cidade ou país e começar uma nova vida?

Não é fácil abandonar o passado, deixá-lo para trás – ou ao menos uma parte dele. Parar de se agarrar na segurança do que você conhece e abraçar o incerto. Pular de paraquedas sem saber muito bem onde vai aterrissar.

Dar este salto de fé é desafiador. Mesmo quando nos encontramos em uma situação desconfortável. Ainda assim, encontramos dificuldade em abandonar a zona de conforto.

Isso porque no presente temos a certeza, sabemos exatamente onde pisar, sabemos o que nos machuca e o que nos faz feliz. Está tudo na nossa frente, é palpável, é real.

Enquanto isso, o futuro, as mudanças e tudo aquilo que não conhecemos é um território novo e misterioso. Não existe, está na nossa mente e basta.

O novo, o inexplorado, o incerto, o que não existe. Tudo isso gera desconforto.

Não existe nada palpável, nada em que possamos nos apoiar. E aí divagamos sobre tudo, tudo que pode acontecer e, principalmente, tudo que pode dar errado.

Não porque somos pessimistas, mas, porque temos medo de quebrar a cara. Temos medo de precisar recomeçar e acabar no meio do nada, em um território desconhecido e inexplorado.

E o medo causa uma dor excruciante. O medo é paralisante.

Por isso é tão difícil deixar o passado ir. Mesmo que ele te machuque, mesmo que te desaponte. Mesmo que seja um detalhe, uma pessoa, um objeto, um cargo.

Nós escolhemos nos agarrar ao que conhecemos, àquilo que é seguro. 

Nós passamos a viver como sobreviventes de um naufrágio. Nos agarramos àquele único pedaço da embarcação destruída como se nossa vida dependesse daquilo. Daquela fração, daquele único fragmento.

E, por incrível que pareça, por mais incomodados que estejamos nos parece muito mais fácil viver à deriva rezando por um milagre. Rezando para que alguém nos encontre e nos leve à terra firme em vez de simplesmente começar a nadar.

Isso porque o medo de algo que não aconteceu e, possivelmente, nunca acontecerá nos paralisa.

No fim, não é a insegurança em si que é ameaçadora. A ameaça muitas vezes não está lá fora. Está dentro de cada um de nós. Somos nossos maiores aliados, mas também sabemos ser nossos maiores inimigos quando queremos.

Conhecemos nossos pontos fracos. Sabemos exatamente o que nos machuca e usamos isto como uma espécie de auto sabotagem. Nos agarramos aos pensamentos que nos impedem de seguir em frente, simplesmente porque temos medo.

Fazemos isto quando a verdade é que a maior parte dos obstáculos que enxergamos só existe dentro de nós. Eles estão em nossos pensamentos, fora da vida real. E isso se torna pior à medida que negamos a causa de nossa paralisia.

Precisamos entender que temos, dentro de nós, a força necessária para seguir, para recomeçar ou para simplesmente começar e continuar.

Mas, acima de tudo, precisamos compreender que o medo de ir não é razão para ficar, é razão para partir. Partir em busca de seus sonhos e de sua felicidade, seja lá o que isso significa para você.

Porque recomeçar não é um sinal de fraqueza, recomeçar é um sinal de coragem. Decidir recomeçar quer dizer que você foi corajoso o suficiente para abandonar tudo, deixar que a maré destrua o castelo de areia que você construiu para construir um novo, maior e mais forte no dia seguinte.

Portanto, renda-se. Recomece. E se precisar, recomece uma outra vez.

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– Os Consumistas são pessoas Esperançosas?

Um bom publicitário consegue tiradas fantásticas, muitas vezes próximas da verdade. Washington Olivetto, que dispensa apresentação, disse:

“O Consumo é um ato de esperança!”

Ah tá! Quer dizer que se eu gasto, é porque tenho a expectativa de que poderei pagar e algo melhorará?

É claro que entendi o que Olivetto quís dizer, mas não posso concordar integralmente. E os compulsivos? E os caloteiros?

E você, discorda ou bate palmas para tal afirmação?

Deixe seu comentário:

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– Os Recursos da Indústria do cigarro para a saúde

Hoje ouvi uma óbvia declaração de um ilustre deputado, proferida em 2007 (cujo nome NÃO FOI IDENTIFICADO, UMA PENA), que assusta por tamanho cinismo. Ele declarou que o cigarro, apesar dos malefícios à saúde, é uma importante e INDISPENSÁVEL receita de impostos.

Cadê a novidade?

Nobre deputado, todos nós sabemos que a receita dos impostos do cigarro equivalerão a recursos insuficientes ao Ministério da Saúde, que os destinará a PARTE dos pacientes afetados por câncer de pulmão, causados, obviamente, pelo cigarro.

Portanto, excelentíssimo, essa fonte de recursos é dispensável, pois esse círculo vicioso , se formos rigorosos na apuração fiscal, não trará sobras ou perdas significativas financeiras. Porém, certamente, haverá perdas humanas; estas, incalculáveis.

A propósito, àqueles que alegam que a indústria do fumo gera cerca de 300 mil empregos diretos nos estados do Sul, que tal se aliar a novos discursos antitabagistas e procurar outras formas de pensar em novas lavoura e receitas sustentáveis?

 

– O Equilíbrio Profissional, tão necessário a nós!

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante: o administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

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– Aquilo que alguns estudantes gostariam de ouvir sobre bebidas. Sabe o quê é?

As desculpas podem deixar de ter sentido por parte dos beberrões. É que nos EUA uma universidade realizou uma pesquisa cujo resultado diz: Estudante que bebe é mais feliz!

E aí? Ficou feliz?

Extraído de: http://t.co/ZTSbZr1ToQ

ESTUDANTES QUE BEBEM SÃO MAIS FELIZES

Reclame, proteste, chore ou comemore, mas assuma: dentro da nossa vida social as bebidas alcoólicas quase sempre são convidadas de honra. E é durante a faculdade, quando a maioria já passou dos 18 anos, que acontecem as maiores extravagâncias – afinal, ter um porre e ir pra aula de ressaca é bem diferente de encarar uma reunião ‘séria’ com a cabeça latejando e o estômago girando que nem liquidificador. Mas, claro, sempre existem as exceções, aquele pessoal que quase nunca tem histórias pra contar bebe. Só que eles se sentem menos felizes do que os beberrões. Quem diz é a ciência.

Lá pelos Estados Unidos, pesquisadores de sociologia da Universidade Colgate entrevistaram 925 jovens universitários, para saber sobre os hábitos etílicos deles. E, entre os participantes, quem bebia bastante (mais de 4 drinks por festa para as mulheres, ou mais de 5 drinks para os homens) se sentia mais feliz que os abstêmios, principalmente com a vida social.

Dá para adivinhar fácil o motivo, né? Segundo a pesquisa, a bebedeira está associada a status. Quem não bebe é careta, chato; beber é cool. Aí quem participa das festas regadas à cerveja barata e vodka de garrafa plástica (ui..) paga de bacana entre a galera. É o que diz a pesquisa. (Tá, mas o álcool também deixa qualquer um mais sociável, aí fica bem fácil fazer amigos – mas é só passar um pouquinho do limite para você ficar marrento e insuportável)

E você, o que acha: quem bebe é realmente mais feliz?

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– O sangue da eterna juventude está sendo comprado por milionários?

E se alguém dissesse que a verdadeira fonte da juventude é o sangue dos próprios jovens?

Na Califórnia, milionários imitam o Papa Inocêncio VIII, que achava que o sangue de moços ajudariam os velhos a ter mais energia, fazendo transfusões.

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/sangue-bom-e-sangue-novo/

SANGUE BOM É SANGUE NOVO

Americanos acima dos 35 anos pagam 8 000 dólares para receber transfusão sanguínea de jovens. É mais um capítulo da busca pela juventude eterna

Por Giulia Vidale

No século XV, revelam os livros de história, o papa Inocêncio VIII, muito debilitado, teria recebido sangue de três meninos de 10 anos de idade para ter sua vitalidade restaurada. A transfusão foi oral. O caso teve um desfecho trágico: todos os envolvidos morreram alguns dias depois do procedimento. O pontífice acatou a drástica solução sob influência do Deuteronômio, livro do Antigo Testamento, segundo o qual “sangue é vida”. A rigor, a ideia do líquido vermelho como algo rejuvenescedor nunca abandonou o imaginário da humanidade.

Cortemos para 2018, no coração do Vale do Silício, o reduto californiano das mentes mais cartesianas do planeta. Ali, quarentões, cinquentões e sessentões milionários estão recorrendo a uma startup de biotecnologia para fazer como o Papa Inocêncio: receber sangue de jovens por meio de transfusão com o objetivo de recuperar a sensação de juventude.

O procedimento é oferecido por uma clínica privada que investiga os efeitos do plasma de jovens no combate às doenças do envelhecimento. Atrai homens e mulheres (continua no link da Revista, acima).

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Na ficção – A ideia inspirou episódio da popular série Silicon Valley, no capítulo The Blood Boy (//Divulgação)

– O que fazer com os incitadores de violência que infiltram a boneca Momo em inocentes vídeos?

Existe uma boneca com cara de bruxa, chamada Momo, criada pelo artista japonês Keisuke Aiso, e que no ano passado ganhou popularidade na Internet por ensinar as crianças a fazerem coisas indevidas e violentas. A menina-monstro (ela assusta até gente grande por conta da carinha de psicótica) foi introduzida por imbecis dentro de vídeos inocentes, que dispararam nas Redes Sociais.

Agora, 3 vídeos foram achados no YouTube Kids (um da Peppa Pig, outro do Baby Shark e outro de uma menina brincando com Slime – 3 coisas que as crianças gostam de assistir), onde no meio do desenho algum invasor virtual introduziu a Momo QUE ENSINA AS CRIANÇAS A SE MUTILAREM!

Cuidado, pais.

Extraído, abaixo, de “O GLOBO”: https://oglobo.globo.com/sociedade/atencao-pais-parem-de-compartilhar-videos-sobre-desafio-da-boneca-momo-23532209

NÃO COMPARTILHE OS PERIGOSOS VÍDEOS DA BONECA MOMO

RIO — Após provocar pânico pelo WhatsApp, o desafio da boneca Momo está de volta. Desde o mês passado, estão circulando nas redes sociais vídeos infantis que, de repente, são cortados e substituídos pela imagem que foi associada ao desafio, ameaçando e dando ordens de automutilação. Os relatos afirmam que as imagens foram capturadas do YouTube Kids, um aplicativo criado exclusivamente para menores de 13 anos, mas sem nenhum link ou referência gráfica ao aplicativo. E todo esse alvoroço, que se reflete em buscas na internet, está impulsionando esse conteúdo on-line, tornando-o mais acessível para as crianças.

Nas buscas realizadas pelo GLOBO foram identificados três vídeos diferentes em que o conteúdo está inserido. Um com os personagens de “Peppa Pig”; outro sobre o clipe “Baby Shark Dance”, da dupla Pink Fong; e o terceiro num vídeo de uma menina brincando com slime. Neste existe uma marca d’água de um site chamado GuffDump.com. Informações que constam no who.is mostram que o endereço foi registrado no dia 16 de fevereiro. A conta no Twitter, também criada em fevereiro, tem apenas três publicações, sendo a primeira o vídeo com o desafio Momo.

Apuração do Ministério Público da Bahia

Com base em relatos de mães e pais, o Ministério Público da Bahia abriu no sábado um procedimento para apurar o caso. Foram enviadas notificações para Google e WhatsApp pedindo informações e a remoção desse conteúdo, num prazo de 24 horas.

— Houve um relato na imprensa, e nós instauramos o procedimento imediatamente — explicou o promotor Moacir Nascimento, do Núcleo de Combate a Crimes Cibernéticos (Nucciber) do MP. — Não é dizer que o Google e o WhatsApp sejam culpados. Culpado é quem fez o vídeo. Nós queremos saber é em que medida essas empresas podem ajudar.

Em comunicado, o YouTube afirma não ter recebido “nenhuma evidência recente de vídeos mostrando ou promovendo o desafio Momo no YouTube Kids“.

“Conteúdo desse tipo violaria nossas políticas e seria removido imediatamente. Também oferecemos a todos os usuários formas de denunciar conteúdo, tanto no YouTube Kids como no YouTube“, diz a companhia, destacando que menores de 13 anos devem ter o uso restrito ao YouTube Kids, com supervisão de pais ou responsáveis. “É possível que a figura chamada de ‘Momo’ apareça em vídeos no YouTube, mas somente naqueles que ofereçam um contexto sobre o ocorrido e estejam de acordo com nossas políticas”.

Contatado, o WhatsApp não se manifestou até a publicação desta matéria.

Como funcionam os algoritmos?

A partir do pânico gerado pelo vídeo, pais desesperados correm atrás de informações, buscam pelos vídeos no YouTube e, dessa forma, fazem com que os algoritmos de buscas aumentem a relevância do termo “Momo”. O Google Trends, por exemplo, registra um aumento repentino nos últimos dois dias para as buscas “momo aparece em vídeos”, “vídeo momo slime”, “vídeos momo slime”, “momo em vídeos de slime”.

O efeito perverso dos algoritmos é que, com o aumento das buscas com o termo “momo” relacionado a “slime”, é maior a probabilidade de uma criança buscar por “slime” e se deparar com um vídeo com referência ao desafio. A preocupação dos pais é compreensível, mas o melhor a fazer, dizem especialistas, é parar de repassar esses vídeos em grupos de WhatsApp e de publicá-los no Facebook e no YouTube. Os vídeos existem, mas os pais acabam colaborando para a sua divulgação.

No Reino Unido, esses vídeos também circularam no fim do mês passado. O UK Safer Internet Centre, organização pela segurança na navegação na internet, afirmou que o desafio gerou um “pânico moral” espalhado por adultos.

— O grande problema é uma criança navegar pela internet desassistida — alertou Nascimento. — Tem pais que não fazem ideia do que os filhos fazem na rede. A internet é um janelão aberto para o mundo, onde existem pessoas perigosas. Se você não deixa seu filho sozinho numa praça pública, não pode permitir que ele se conecte com qualquer pessoa.

Como proteger as crianças?

David Emm, pesquisador do Kaspersky Lab, afirma que a melhor defesa das crianças contra conteúdos maliciosos que circulam na rede, como o desafio Momo, é o contato próximo e aberto com os pais. Ele recomenda que os responsáveis tenham conversas regulares com as crianças e entrem em acordo sobre quais sites são apropriados, fazendo-as entender o raciocínio dessa decisão. Os filhos também devem se sentir seguros em falar sobre qualquer coisa perturbadora que tenham encontrado on-line.

Os pais devem se certificar de que os filhos entendam que não devem “fazer amizade” com alguém que não conheçam na vida real, nem adicionar números desconhecidos em seus contatos. Também devem conscientizar as crianças a nunca compartilhar informações pessoais, como números de telefone e endereços. O uso de configurações parentais e de segurança também é recomendado.

— Estamos notando que o suposto “desafio” Momo ainda tem criado pânico e histeria em toda a internet — afirmou Emm. — E, à medida que o mistério em torno do desafio cresce, as chances de mais pessoas serem tentadas a assustar seus amigos ou, mais preocupantemente, usar o meme para assediar e intimidar, aumentam.

 

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– Avaliação de Caráter

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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– Delírios e Sonhos, por Mário Sérgio Cortella

Dias atrás eu ouvi o badalado filósofo Mário Sérgio Cortella argumentando sobre uma realidade que precisaria ser mais defendida e popularizada: a de diferenciar para as pessoas sobre os delírios e os sonhos.

Disse ele:

“Os sonhos precisam ser separados de delírios, pois sonhos são realizáveis e delírios não”!

E quando acreditamos que os delírios são sonhos e não saímos da ilusão? Ao ouvir a fala de Cortella, imediatamente me lembrei dessa necessidade: a de ter os pés no chão!

Há muita gente delirando, pensando que está sonhando?

Em contrapartida, será que tem gente com medo de tomar atitudes em relações a seus sonhos, e acha que delira?

Como estão os seus sonhos, delírios e… pés?

Fica a reflexão.

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– As Redes Anti Sociais: máscara de viciado, impiedade com avô, bate-boca…

O mundo está doente: gente usando máscara de um dependente de droga para pular Carnaval (Fábio Assunção, um tolo que não consegue largar o vício); outros falando sobre a morte de uma criança de 7 anos como se fosse subterfúgio de presidiário ou fato político (sobre a saída de Lula que deseja ir ao enterro do agora defunto netinho); outros ainda puxando o saco cegamente de militante de direita ou de esquerda (a velha briga de fanáticos).

Às favas a sensibilidade. Todos se tornam “os senhores da razão, insensíveis e sabedores da lei”.

Como está chato o Facebook (e outras Redes Sociais também). Cansa ver tanto imbecil fazendo “campanha ainda”, e outros “já fazendo campanha”! O mundo virtual virou simplesmente Terra sem Lei, sem Educação e sem Amor.

Uma pena. A sociedade está cega pelo radicalismo.

– R$ 413.000,00 pelo prazer de matar uma cabra?

Há certos prazeres que são difíceis de entender: o de pagar quase meio de milhão de reais para caçar uma cabra no Paquistão!

Se você tivesse esse dinheiro todo sobrando, gastaria em quê? Nesta excentricidade relatada, eu certamente não!

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/02/16/cacador-americano-paga-us-110-mil-para-matar-uma-cabra-rara-no-paquistao.htm

MILIONÁRIO AMERICANO PAGA R$ 410 MIL PARA MATAR CABRA RARA E GERA REVOLTA

Um milionário norte-americano pagou US$ 110 mil (cerca de R$ 413 mil) para caçar uma espécie de cabra rara, natural das montanhas do Paquistão. Apesar de se tratar de um animal que corre risco de extinção, as autoridades afirmam que a taxa cobrada financia atividades que ajudam a preservação.

A fotografia de Bryan Kinsel Harlan ajoelhado atrás da cabra, conhecida como markhor ou cabra falconeri, foi publicada na semana passada por jornais paquistaneses e causou revolta.

A legenda da foto descreveu Harlan como um americano que pagou altos valores por uma expedição turística de caça na região de Gilgit-Baltistan, no norte do Himalaia, no Paquistão.

“Foi um tiro fácil e próximo. Tenho o prazer de levar este troféu”, afirmou o caçador, segundo a imprensa local. Segundo os guias, ele é natural do Texas.

A história foi parar nas redes sociais e causaram tristeza e indignação, já que o markhor é considerado o animal nacional do Paquistão. No entanto, além de não haver nenhuma lei específica que proíba a caça desse tipo de cabra, muitos especialistas dizem que, se não fossem as altas taxas cobradas pela caça, a espécie já teria desaparecido.

Por causa da caça ilegal pela carne, do desmatamento, além de outros motivos, a população de markhors diminuiu significativamente no Paquistão. Em 2011, havia apenas cerca de 2.500 exemplares da espécie.

As autoridades, então, começaram a tomar medidas para salvar esses animais. O Paquistão proibiu toda a caça local, mas passou a permitir que um pequeno número de caçadores estrangeiros atirasse em 12 cabras por temporada em “áreas de conservação” como Gilgit, por uma alta quantia em dinheiro.

Esse fundo é destinado a moradores locais que trabalham como guia e tomam conta dos animais. Eles se certificam que não haja caça ilegal de markhors. Segundo o site conservacionista Green Global Travel, o retorno do markhor é “uma das grandes histórias de sucesso de conservação do mundo, mas ainda pouco conhecida.”

O dinheiro da caça no Paquistão é fundamental para a população carente e chega a financiar saúde e educação para elas.

No caso de Harlan, o americano diz ter sido recebido “de braços abertos” pelos guias paquistaneses e chamou o país de um lugar seguro para os turistas.

“Este é um exemplo perfeito de caçadores e aldeões se unindo para um objetivo comum de conservação”, disse ele.

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– Leilane e os fotógrafos: uma reflexão sobre a insensibilidade humana!

A humanidade está se caracterizando por “gente que vive a vida real, fala e age”, dividindo espaço com “gente que vive o mundo virtual, filma e posta”.

Nesta semana, vimos o caso da moça Leilane Rafael da Silva, que estando na Rodovia Anhanguera e vendo o acidente do helicóptero que vitimou Ricardo Boechat e o seu piloto, correu salvar o motorista do caminhão que atingiu a aeronave em meio a faixa de rolamento.

Detalhe: Leilane, que tem 29 anos e é uma humilde vendedora, tem uma doença vascular rara, não pode fazer esforço e nem sofrer situações de stress. Mas apesar do risco foi corajosamente socorrer uma das vítimas.

Enquanto isso…

Um bando de marmanjos, insensivelmente armados de celulares, filmava o desespero da heroína e não ajudavam ela.

Pode?

Que raio de mundo de aparências e flashs é esse? O virtual dominou a mente e o coração das pessoas?

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– Pessoas acima da média merecem sucesso: A Turma da Mônica oficial prestigia a “Derretida”

Viralizou nas Redes Sociais uma foto da “Turma da Mônica”, em fantasias simples, caídas, humildes, cujos bonecos visitaram uma escola da cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais.

As imagens (vide abaixo), foram chamadas de Turma Derretida da Mônica, Mônica da Deprê, O lado pobre da Turminha, entre outras coisas.

Não é que o genial Maurício de Sousa em pessoal determinou que os personagens oficiais  visitassem a escolinha?

Só aplausos para esse cara! Merece ter sucesso.

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De todos os bonecos simplórios, o que menos “ornou”, penso eu, foi o da Magali. E o pé machucado do Cebolinha?

A outra foto, abaixo, dos originais esperando para a surpresa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine na cabeça de cada criança o sentimento desse dia…

– “Nudes” entre casados e a nudez que repercutiu. CUIDADO!

A nudez enviada via Internet, conhecida por “nudes”, não é algo sem sentido entre os casais “casados e que moram juntos”? Que raio de fetiche é esse?

Se são casados e podem se relacionar na vida real, qual é a motivação para tirar uma foto no celular e transmiti-la à pessoa que coabita (e que às vezes pode estar ao seu lado)?

Muitas vezes, o mundo virtual, irreal, emburrece as relações sociais e conjugais. Digo isso pois o comediante Whindersson Nunes e sua esposa, a cantora Luísa Sonza, foram vítimas de fotos vazadas / hackeadas por bandidos da Web – e tal assunto ganhou corpo.

Claro, toda forma de vazamento de dados privados é condenável, um crime sem sombra de dúvidas e a pessoa faz o que quer com suas fotos. Mas… Quanta repercussão na Internet por causa de um casal que troca fotos pelados?

Vamos combinar: se o casal não fosse tão famoso entre os jovens, ninguém ficaria sabendo, seria “só” mais um caso de muitos outros. Digo “só” porque são inúmeros e dolorosos casos de pessoas anônimas. Como são famosos, ganhou destaque nacional. Mas já pensaram na VIDA PESSOAL da mocinha ou do rapazinho que sem orientação coloca uma foto pelada (o) ou com nu parcial na Internet, pelo prazer de um clique ousado (E DESNECESSÁRIO, UMA VAIDADE QUE PODERIA SER EVITADA)? 

E olhando pelo lado do meliante, outra coisa a ser observada: qual a graça em divulgar a foto de gente pelada? Para o bandido virtual, é ter o prazer de se gabar de famosos, extorquir dinheiro de milionários ou simplesmente bulinar um adolescente.

Imagine o estrago na vida dessa pobre vítima, caindo as fotos em mãos erradas, onde o remorso, a vergonha ou o constrangimento podem causar danos sérios. E não acredite que publicar em modo particular ou na modalidade de “só a quem permito” não cai no vazamento: um descuido de quem tirou a pose e a colocou na opção “público” sem perceber,  um amigo próximo que solta o clique, um ex-namorado(a) como vingança ou até uma assistência técnica picareta para mostrar que as falhas na segurança podem fazer isso.

O mundo de coisas desnecessárias tende a ser perigoso. EVITE-AS. É o melhor a fazer como prudência.

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Acima, uma foto discreta do casal que foi vítima, extraída da Web.

– Fumar ainda é uma boba autoafirmação para o jovenzinho?

“Manhã cedinho”, como se diz no Interior: vejo uma linda menina no ponto de ônibus, acendendo seu cigarro. Não deve ter mais do que 14 anos! Cara de criança, corpo esbelto fruto de puberdade precoce. Mas mente bobinha… afinal com tanta informação, por quê fumar?

Digamos que a menina tenha 16 anos. Pra quê desejar se viciar tão nova ainda? Ou é apenas um gesto rebelde e de autoafirmação para dizer que já é moça?

Há 20 anos, isso dava para entender (era moda). Hoje não! Há muita campanha sobre os prejuízos de tal ato e os jovens sabem disso. Eles têm ciência de que fumar causa dependência e provoca câncer (além de outros males). É feio. É brega. É bobagem. Ou, se preferir, é idiotice!

Coitada da mocinha. Tão nova e acha que para ser mulher precisa fumar. Uma outra hipótese é que tenha más companhias e daí para a maconha e outras drogas (pois é sabido que o cigarro é uma porta de entrada para narcóticos entre os adolescentes) é fácil, fácil.

Enfim: tão bela, mas desperdiça o ar puro aqui da Serra do Japi logo na manhã fresquinha. Que desperdício… sem contar que estar fedendo (sim, como cheira mal a pessoa que fuma!).

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– Agora existe a Sapiossexualidade?

Cada dia, um modismo novo: agora a discussão é sobre o sapiossexualismo, a preferência de pessoas que sentem atração sexual por… parceiros inteligentes!

É mole?

E se o rostinho bonito for de alguém “burrinho”?

Saiba mais, extraído de: https://t.co/zpNVTvopjx

VOCÊ É SAPIOSSEXUAL?

Agora existem até apps específicos para quem diz que se sente atraído pela inteligência alheia. Verdade ou modinha, o que a ciência tem a dizer sobre isso?

Por Ana Carolina Leonardi

Você está zapeando no Tinder quando, de repente, descobre que um possível match se diz “sapiossexual”. Você se sente obsoleto – isso é uma gíria? É uma nova forma de orientação sexual ou identidade de gênero da qual você ainda não se atualizou?

É mais simples que isso, no papel. Sapiossexual é o nome moderno para quem garante que é atraído sexualmente pela inteligência alheia.

Tá bom, tá bom: todo mundo valoriza inteligência em alguém que quer namorar. Nem faria sentido, evolutivamente, se atrair pela pessoa menos intelectualmente capaz do bando de hominídeos ao seu redor – o tamanho do seu cérebro é a prova de que a seleção natural e sexual favoreceu os espertos.

Mas, em teoria, para ser sapiossexual você teria que ir além: a inteligência deveria ser o maior gatilho para você, em termos de excitação sexual – acima dos atributos físicos. É ter tesão, muito literalmente, na inteligência alheia. Com o termo em alta, surgiu até o Sapio, um app de encontros feito exclusivamente para esse público.

Sempre que há um fenômeno estranho há um cientista pronto a estudá-lo. E veja você, em pleno 2018, já temos um artigo científico publicado avaliando o que a ciência tem a dizer sobre os sapiossexuais: quem são? Como funcionam? Como são? Eles existem mesmo?

O estudo, feito na Austrália, criou o Questionário de Sapiossexualidade (SapioQ) para medir com segurança, em uma nota de 1 a 5, o quanto uma pessoa é atraída sexualmente só pelo intelecto. No teste, o participante tinha que concordar ou discordar com frases como “Escutar alguém falar de forma extremamente inteligente me excita sexualmente”.

A maioria das pessoas não tirou notas muito altas no questionário, nem nos outros testes sobre atração sexual e inteligência feitos no estudo. Para elas, outros fatores tinham influência superior à atração sexual.

Isso você já esperava né? Mas 8% dos participantes tirou uma nota maior que 4 – sinal de que sim, algumas pessoas são sexualmente atraídas por inteligência.

Mas peraí. Os pesquisadores colocaram mais uma hipótese: se essa relação excitação-inteligência realmente se aplica, então quanto mais inteligente for alguém, mais atraente ela vai aparecer para um sapiossexual, certo?

Errado. Eles testaram como a atração sexual variava de acordo com o QI de um parceiro hipotético. No começo, tudo certo: as pessoas realmente demonstravam muito mais atração por alguém com um QI que fica na média do que por alguém que tinha um QI entre os 25% mais baixos da população.

E a atração sexual ia crescendo conforme o QI subia, até chegar ao QI 120 (mais alto que 90% do resto da população). Aí caía abruptamente! As pessoas se sentiam progressivamente menos atraídas conforme o QI subia acima de 120. Os 10% das pessoas com os QIs mais altos da população eram considerados muito menos atraentes do que seus colegas menos bem-dotados mentalmente.

Entre os 8% que eram sapiossexuais, segundo o SapioQ, a queda era menos pronunciada, mas ainda existia. Um dos possíveis culpados é o estereótipo do gênio destrambelhado e sem habilidades sociais, como o Sheldon, que ilustra este texto.

Ainda que o estudo não afirme categoricamente que o sapiossexual não existe, ele conclui que é extremamente provável que outros fatores não-intelectuais influenciam a atração, em qualquer cenário.

Ah, e vale lembrar: o quanto você é atraído por inteligência não depende da sua própria: pessoas avaliadas como menos e mais inteligentes que a média tinham a mesma chance de curtir pessoas intelectuais (dentro do limite de 120 de QI).

A única diferença é que pessoas mais inteligentes tinham mais aversão sexual a pessoas de baixo QI. Veja só que beleza.

Ser sapiossexual, portanto, não te torna mais inteligente que a média. No máximo, um pouquinho mais prepotente. E a inteligência só é sexy até um certo limite, independente do que você coloca no seu Tinder.

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– Bird Box da vida real. Que perigo!

A Netflix produziu um filme chamado Bird Box, onde as pessoas precisam andar com os olhos vendados para não serem contaminadas por uma ameaça (se escrever mais do que isso, conto a história da película).

Dias depois do lançamento, surgiu na Internet o “Desafio Bird Box”, onde os internautas são convidados a fazerem coisas como a protagonista do filme: sem enxergar, com a vista tapada.

E não é que a Netflix precisou colocar um alerta do perigo de tal “brincadeira” inspirada na sua produção, a fim de que os telespectadores não façam bobagens e se machuquem? Porém, em um mundo cada vez mais sem a noção real das coisas e dos relacionamentos, nos EUA uma garota pegou uma camionete e… PUMBA! Foi dirigir sem enxergar propositalmente, provocando acidentes. 

Pra quê? Não tem inteligência suficiente para entender o que é o fictício e a realidade?

Olha abaixo o resultado…

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– Você é Multitasking?

Um mal dos tempos modernos: excesso de tarefas que não nos permite fazer uma coisa por vez. E, por isso, faz várias atividades ao mesmo tempo!

Você sofre disso?

Não é o único… Veja que interessante:

(extraído da Revista Galileu, Ed Outubro, pg 42-45, por Priscilla Santos, Daniela Arrais e Érika Kokay)

FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ

Não dá pra ser multitarefa. Muita gente já descobriu isso. Conheça pessoas que conseguiram se concentrar em uma atividade por vez, diminuíram a angústia e ganharam tempo pra curtir a vida

Você começa a escrever um e-mail de trabalho, mas é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas mas, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã… E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra. Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.

Esse comportamento, comum no multitasking, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet. “É uma contra-tendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era da Atenção Parcial Contínua (CPA, em inglês), em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrar na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos nos que estamos fazendo no momento. “Tudo que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo. “Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.

O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência. Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão: “É aquela fissura de saber se alguém te mencionou no Twitter ou fez um post novo no Facebook”. Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites, e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da yoga e de meditação para aumentar seu foco no presente.

Quando percebeu que os resultados eram positivos, acabou criando um projeto próprio em torno do tema: o Moov, um serviço na web que permite compartilhar listas de tarefas, contatos e histórico de relacionamento entre uma equipe. Fabiano coordena ainda 15 pessoas em uma empresa de tecnologia da informação e aplica em grupo os benefícios do que aprendeu. “As noites e finais de semana, agora, se transformaram em tempo livre ao lado da família.”

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– Exame de Consciência de Final de Ano

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal:

“Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

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– A Moda é se drogar cheirando Cacau! Onde nossa sociedade chegará…

Há estúpidos para tudo neste mundo. Você sabia que a “droga da moda” no Hemisfério Norte é o Cacau em Pó?

Por que não se curte a vida de maneira sóbria? é muito mais proveitoso…

Extraído de: https://www.metropoles.com/mundo/cacau-em-po-e-a-droga-da-vez-nas-festas-de-musica-eletronica

CACAU EM PÓ É A DROGA DA VEZ NAS FESTAS DE MÚSICA ELETRÔNICA

Moda tem se espalhado por raves na Europa e nos EUA. Dois compostos químicos são responsáveis pela sensação de “barato”

Por Carolina Samorano

Um novo tipo de “barato” tem inebriado jovens nas baladas. A sensação de bem-estar não vem da cocaína, do ecstasy ou de outros alucinógenos sintéticos. A “droga” é natural e há tempos já vem sendo usada com sucesso para rebater sintomas mais amenos de desânimo e tristeza: cacau.

Segundo a revista Veja publicou na sua edição impressa, cheirar cacau em pó é uma modinha que tem se espalhado pelas festas de música eletrônica na Europa e nos Estados Unidos. No Brasil, começa agora a ganhar adeptos.

Embora seja natural, especialistas consultados pela publicação aconselham cautela no uso do cacau. A teobromina pode provocar queda de pressão arterial e a feniletilamina pode ter relação com transtornos de ansiedade. Como o consumo pelo nariz elimina o processo de digestão, o cacau cai diretamente na corrente sanguínea, o que potencializa os efeitos ruins do fruto.

Na Europa, os “usuários” do cacau já contam até com um aparato para facilitar a inalação. O chocolatier belga Dominique Persone criou um aparato que arremessa o pó nas narinas. Batizado de “chocolate shooter” (ou “atirador de chocolate”, em português), ele cabe no bolso e custa cerca de R$ 175. “Começou como uma brincadeira numa festa e hoje virou um sucesso”, ele disse à revista.

As sensações boas desencadeadas pelo pó marrom duram cerca de 30 minutos e têm explicação científica: o fruto moído tem dois compostos estimulantes. Um deles é a teobromina, que tem efeito semelhante ao da cafeína. O outro, chamado de feniletilamina, estimula o cérebro a produzir endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer.

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