– Deveríamos comer insetos?

Pelo jeito… sim!

A Revista Superinteressante trouxe uma extensa matéria sobre o quão saudável são mosquitos, borboletas e besouros!

Extraído de: http://super.abril.com.br/alimentacao/voce-deve-comecar-comer-insetos-730304.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

POR QUE VOCÊ DEVE COMEÇAR A COMER INSETOS

O nojo que você sente é relativo

Insetos podem, sim, ser bons substitutos para bois, porcos e frangos. No “pasto”, eles ajudariam a economizar água e custariam menos, além de serem mais nutritivos do que outras carnes. Tudo muito legal se não fosse um detalhe: imagine como seria mastigar uma larva. Sentir a textura do bicho e o jeito que ele explode dentro da sua boca. Ruim? Saiba que o nojo que você sente é natural, mas pode ser domesticado. Tanto que existem provas de gente capaz de comer insetos espalhadas pelo mundo todo. Dos índios brasileiros, que adoram formigas, aos glutões japoneses, viciados em gafanhotos, passando por povos do México e aborígenes da Austrália. Você também pode dizer que a questão não está só na cabeça, mas no próprio bicho: eles são sujos. Bom, nem sempre.

INSETOS ESTÃO CHEIOS DE ENERGIA

Adicione um fator importante à limpeza: eles são ricos em proteína. E costumam carregar mais deste nutriente do que outros bichos. Compare: enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58% (veja mais no gráfico abaixo). “Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais, como ferro e cálcio”, enumera Marcel Dicke, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Para terminar, possuem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura também encontrada em peixes, que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.

QUANTIDADE DE PROTEÍNA

Moscas têm quase o dobro de proteínas que bois. Veja a quantidade de nutrientes de outros insetos.

Moscas e mosquitos – 59%

Libélulas – 58%

Percevejos – 55%

Cigarras e cigarrinhas – 51%

Besouros – 50%

Formigas E abelhas – 47%

Borboletas e mariposas – 45%

Baratas e grilos – 44%

Boi – 28%

Porco – 25%

Frango – 23%

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Imagem extraída da Internet, referência nela própria.

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Pandemia, comercialmente falando?

Com toda essa confusão envolvendo o Novo Coronavírus e o fechamento do Comércio, evidentemente que as empresas precisaram se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo (ninguém quer que se #FiqueEmCasa eternamente, nem que se deixe de trabalhar).

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sairmos da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

– #tbt 3: Está cansado de ficar em casa?

Há exatamente 1 ano, nossa preocupação era… ainda a quarentena!

Quem está “passado” com a quarentena, reclama sobre o tédio em estar na sua residência fechado. Muitos aproveitam para colocar os afazeres em dia, outros ficam trabalhando via Home Office na mesma carga horária, mas, em alguns casos, outras pessoas se queixam da falta de tempo para descanso pelo acúmulo de atividades.

Li alguém que escreveu: “Não sei mais o que fazer em casa”! Às vezes, penso: quem dera eu pudesse ter esse problema… mas, na verdade, as coisas vêm se acumulando por diversas outras situações, não restando folga alguma.

E na sua realidade, o que te incomoda?

– Relax! Ser bicho ou ser gente?

Preguiça, na sua forma mais natural, retratada abaixo:

Quantas vezes você não queria estar no lugar do seu cachorro?

Eu, algumas. Para me livrar de preocupações e para ter descanso! Porém… e se o meu dono fosse “mala”?

Melhor ser gente mesmo, apesar de muita vezes o bicho-homem ser mais complicado do que um simples cachorrinho.

Imagem

– Reinventar-se é preciso!

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Criando responsabilidades para as crianças

Ensinar os pequeninos com os deveres do Lar é muito importante.

Olha que bacana esse quadro de “tipos de ajuda” por idade!

Abaixo:

– MAS… que palavrinha chata!

Muitas vezes somos sistemáticos com certas coisas. Uma das minhas birras é o tal do “MAS“.

Sabe quando você é elogiado, e logo depois do elogio ele aparece?

Putz, acaba com o dia. Não é uma autosuficiência, mas um perfeccionismo bobo.

– Pense positivo!

Tenho sempre muito cuidado para que a mente esteja sã, pois ela pode nos trair involuntariamente.

Vi, por acaso, esse pensamento abaixo. E não é que ele tem razão?

Quem nos conhece melhor do que os outros, se não nós mesmos?

Na figura:

– Os Golpes dos Personagens em NY!

Coisa de americano, mas poderia ser de brasileiro: a Globo mostrou uma matéria curiosa em que pessoas se vestem de bonecos de personagens populares de desenhos e/ou heróis, nas ruas de Nova York, a troco de dinheiro para fotos com turistas!

O sujeito se veste de Batman, a criança vê e o pai entusiasmado pede uma foto. Aí ele dá uma “caixinha” / gorjeta / valor qualquer. O problema é: tem boneco brigando que não quer esmola, pedindo mais dinheiro pelo seu “trabalho profissional”.

Pode?

Dá para imaginar essas Hello-Kittys agredindo uma mãe ou um pai, por diferença de preço? Veja abaixo a matéria:

Extraído de: http://is.gd/ZhHrQz

‘PERSONAGENS’ DA TIMES SQUARE SÃO ACUSADOS DE INCOMODAR TURISTAS

Pessoas vestidas de Elmo, Super Mario e Hello Kitty lotam praça de NY.
Alguns são tidos como agressivos; polícia diz que casos são pontuais.

O Monstro Come-Come foi acusado de empurrar um menino de dois anos. Super Mario enfrenta acusações de supostamente tentar apalpar uma mulher. E Elmo foi preso por gritar insultos antissemitas a turistas.

A famosa praça Times Square, em Nova York, está repleta de pessas fantasiadas como personagens da  cultura pop, que tentam ganhar dinheiro posando para fotografías com os muito turistas que passam por ali.

Mas alguns dos personagens são diferentes dos que se veem no programa “Vila Sésamo” ou na Disney, pois fumam, usam linguagem chula e chegam a ser agressivos. Ao menos três deles foram presos nos últimos sete meses.

“Ele estava dizendo palavras horríveis”, afirmou Parmita Kurada, de Stamford, Connecticut, que reportou à polícía ter encontrado nesta semana um homem fantasiado de Monstro Come-Come que exigiu que ela desse US$ 2 para posar com seu filho de dois anos, Samay.

Kurada relatou que quando disse ao personagem que seu marido precisava buscar dinheiro trocado para pagá-lo, a criatura azul empurrou seu filho e começou a insultá-los. “Foi aterrador, comecei a chorar. Não quis provocá-lo, então disse: ‘Te daremos o dinheiro, mas para de gritar”’, relata.

Osvaldo Quiroz López, de 33 anos, foi acusado de agressão, de pôr em perigo a um menor e de mendicância agressiva. Seu advogado não retornou um telefonema da Associated Press, pedindo que comentasse o assunto.

De US$ 2 a US$ 5 pela foto
Na última terça-feira (9), a Times Square estava repleta de pessoas fantasiadas de Mickey Mouse, Hello Kitty, um Transformer, Super Mario e Elmo.

Como atores de rua protegidos pela Primeira Emenda da Constituição, eles livres para andar pela Times Square e de trabalhar por gorjetas entre US$ 2 e US$ 5 por foto, desde que não obstruam o trânsito, não vendam mercadorias nem exijam pagamentos, afirmou a polícia. Se infringirem essas regras, precisam pagar uma multa de cerca de US$ 60.

Muitos são imigrantes. A equatoriana Laura Vanegas, de 45 anos, por exemplo, fantasia-se de Estátua da Liberdade. Ela diz que arrecada entre US$ 30 e US$ 50 em oito horas de trabalho.

Já Steve Crass, vestido como um robô com fralda de plástico fluorescente, afirma que ganha até US$ 280 por seis horas na frente de uma loja de brinquedos. “Alguns personagens são meio agressivos”, reconheceu.

Problemas ocasionais
O porta-voz da polícia Paul Browne afirmou, em um e-mail, que o departamento teve “problemas ocasionais” com as pessoas fantasiadas na Times Square, mas são “minimos”.

O processo contra o Super Mario, acusado de tentar apalpar uma mulher, segue pendente. O Elmo, acusado de insultos anti-semitas, declarou-se culpado de desordem pública em setembro de 2012 e foi sentenciado a dois dias de serviço comunitário.

Segundo a presidente do Conselho Municipal de Nova York, Christine Quinn, os legisladores tentam encontrar uma forma de regular essa atividade, mas é complicado. “É muito difícil legalmente porque colocar uma fantasia e caminhar pela Times Square é uma atividade protegida pela Primeira Emenda”, afirma.

– Como deve ser um líder para gerir uma crise?

Abaixo, tal tuíte serve para política, futebol, religião… para a própria empresa ou até em sua casa:

Foi publicado pelo Padre Joãozinho, SCJ, e que expressa o que penso:

“Líder é uma pessoa com VISÃO que gera COESÃO em vista da AÇÃO. Numa hora de pandemia a população precisa mais de líderes que gerem coesão social para criar ações e comportamentos eficazes. Fechar os olhos e dividir as pessoas é uma atitude de anti-líderança que não se sustenta!”

Perfeito, não?

– A Graça da Vida é… viver!

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Contra a Depressão e a Tristeza durante a Pandemia, REZE!

Nestes dias tão atribulados, há muitas pessoas se deprimindo pela situação caótica causada pela pandemia. Perda de familiares, doenças, desemprego… enfim: um conjunto de dificuldades que tiram as pessoas do normal, deixando-as suscetíveis às armadilhas da tristeza.

Recebi e compartilho: rápidas reflexões e preces a fim de evitar a ansiedade, buscando blindagem espiritual contra o desespero.

Abaixo:

BREVES ORAÇÕES E JACULATÓRIAS CONTRA O PÂNICO

“Se é grande a nossa culpa e os nossos medos, nos lembremos que maior ainda é a Misericórdia do Pai”

“Deus nunca nos dá um fardo maior do que podemos suportar”.

“Se Ele ama até mesmo simples criaturas como os passarinhos e não deixa que falte nada a eles, o que não fará por nós, filhos amados dEle?”

“Deus provê, Deus proverá. Sua misericórdia não faltará!”

“Do que temos medo? ‘Coragem, eu venci o mundo’, disse Jesus.

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”

“O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo”.

“Como amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, se eu não me amo?”.

“Vivamos um dia por vez. Todos os dias têm suas suficientes preocupações. Basta buscarmos Deus para nos sustentar”.

“Pois isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados, pois todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.”

“Por quê vacilar? Disse Jesus: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.’ Assim, CREIAMOS sem vacilar.”

“Nos momentos de crise, lembre: ‘Calma. Logo passa. Tudo passa. SEMPRE PASSA.’ Isso é verdade: a angústia passará”.

“Se assuma sempre cristão. Orgulhe-se! Não tenha vergonha, irritação ou incômodo. Deus te ama”.

“Peça sempre a graça do Espírito Santo para as decisões. Se for para mudar, MUDE. Se for para continuar, CONTINUE. Mas que quem te guie sempre seja a Luz que vem do Pai e do Filho: o Espírito De Amor! Sendo assim, não tenha medo do diferente, do futuro, das coisas a enfrentar. Deus está conosco”.

“Tudo o que fazer, faça com alegria”.

“Escreveu São Josemaria Escrivá: ‘Nem todos podem chegar a ser ricos, sábios, famosos… em contrapartida, todos – sim, TODOS – estamos chamados a ser santos’.”.

“Não fiqueis tristes, pois a Alegria do Senhor é a vossa força”!

“Abri, Senhor, os meus lábios para bendizer o vosso santo nome. Purificai o meu coração de todos os pensamentos vãos, desordenados e estranhos. Iluminai o meu entendimento e inflamai minha vontade para que eu possa rezar digna, atenta e devotamente.”

“Rm 8,35.37 –
Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou!”

– Cassino e Gabigol: Mas e o Flamengo como empresa?

Um time de futebol precisa entender que seus jogadores são “outdoors” ambulantes. Promovem sua marca, são dissociáveis. 

Se o atleta erra, o clube pune e mostra à sociedade que não compactua dos erros. Mas… nem sempre é assim!

Viram Gabigol? Num Cassino (que é proibido), numa sala sem janelas (em plena pandemia), tentando se esconder embaixo da mesa (dispensa comentários) e dando “carteirada” na Polícia (lamentável).

O que fez o Flamengo?

Nada. Alegou que ele está de férias e não tem “nada com isso”…

Não tem mesmo? 

Para grandes e respeitadas empresas, o seu colaborador é a extensão de sua imagem, valores e impressões. Uma pena que o Mengão não pense assim.

A propósito: segundo o noticiário, deputados, cantores e outras personalidades são assíduos frequentadores do local que, mesmo se fosse legalizado, deveria estar fechado por conta da pandemia. Aliás, a desculpa inocente de que o jogador foi “jantar pensando que era um restaurante”, não colou nem um pouco, não?

– Definindo a Geração Z

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Confia-se no que escuta, ou desconfia-se do que aconteceu?

Olhe a cara de desconfiado do cavalo do meu cunhado!

Assim está o povo brasileiro no dia-a-dia, em quaisquer relações: sem saber se confia no que ouve ou o que houve para confiar

– Um recado para você:

UNIÃO – Vale a pena brigar com seu amigo por político?

Quanta gente bacana “se matando” por questões ideológicas ou por Lula, Bolsonaro e Dória

Nesta desunião, quem ganha é a Pandemia.

Uma breve reflexão, em: https://youtu.be/7A4pR8Y10Mg

 

– Não existindo o preservativo masculino…

… o que aconteceria ao mundo?

Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?

Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.

Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/

E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?

Por Ana Carolina Leonardi

Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.

Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

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Imagem extraída de: https://www.mulheresempreendedoraspi.com.br/site/vida-saudavel/vacina-que-cura-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-humano/

– Pais e Mães que sacrificam seu tempo pelos filhos

É cada vez maior o número de pais que preferem a companhia dos filhos do que de outros lazeres. E isso é muito bom!

Compartilho, extraído de: Folha de São Paulo, ed 19/03/2017

PAIS ABREM MÃO DE SONO, ACADEMIA E LAZER POR MAIS TEMPO COM OS FILHOS

FERNANDA MENA
DE SÃO PAULO

Desde que entraram de cabeça no mercado de trabalho, mulheres que são mães vivem às voltas com um insistente sentimento de culpa. Elas –e também seus pares– avaliam que não estão presentes por tempo suficiente no cotidiano dos filhos.

Duas pesquisas recentes, no entanto, apontam para a direção contrária.

A primeira, da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, demonstra que mães e pais hoje passam mais tempo com os filhos que há 50 anos. E que, para chegar a isso, abriram mão de horas de sono e de lazer e de cuidados pessoais e da casa.

É o caso de Luciana Périco, 29, gerente financeira de uma multinacional e mãe de Enrico, 2. “Tenho uma rotina bem louca de trabalho e abri mão de todo o resto para estar com meu filho quando posso.”

Isso inclui menos horas de sono, menos cuidados com a casa e o abandono da academia. “Também não vou mais tanto ao supermercado. Compro mais pela internet.”

Ainda assim, diz ela, o sentimento de culpa persiste.

TEMPO DE QUALIDADE

A segunda pesquisa, canadense, não encontrou relação de causalidade entre quantidade de horas de convivência com os pais e benefícios na vida escolar e emocional de crianças de 3 a 11 anos.

A conclusão: qualidade vale mais que quantidade quando o assunto é a construção de vínculos e a influência no desenvolvimento dos filhos.

Isso quer dizer que interagir com as crianças e dedicar-lhes atenção exclusiva por algum período é mais interessante para o seu desenvolvimento do que passar muitas horas em sua presença, mas desempenhando outras atividades como trabalhar, assistir TV, usar o celular ou cuidar da casa, por exemplo.

Segundo Melissa Milkie, professora da Universidade de Toronto, no Canadá, e uma das autoras do estudo, ler para as crianças, passear e brincar com elas ou simplesmente conversar são exemplos de como atribuir qualidade ao tempo que se tem de convívio em oposição às rotinas de cuidado, como preparar refeições ou dar banho.

Os resultados de seu estudo, no entanto, não são consensuais. “É o tipo de pesquisa que reforça a velha desculpa de pais que não encontram tempo para estar com os filhos”, diz José Martins Filho, presidente da Academia Brasileira de Pediatria.

“A sociedade acha que a produtividade é tão mais importante que as crianças não precisam da presença dos pais. Mas, do nascimento até os dois anos, o afeto e o vínculo com os pais são essenciais para o desenvolvimento. Essas crianças precisam de qualidade e quantidade”, diz o professor de pediatria.

ACIMA DA MÉDIA

Milkie diz haver forte dissonância entre o tempo subjetivo dos pais e aquele que eles de fato gastavam com os filhos. “Muitos sentem que o tempo dedicado não foi suficiente ainda que, objetivamente, ele tenha sido bem acima da média.”

O estudo de Judith Treas, diretora do Centro de Demografia e Análise Social da UCI, mediu o tempo dedicado aos filhos por mães e pais desde 1965 em 11 países da Europa e América do Norte.

Se nos anos 1960 mães dedicavam 54 minutos diários aos filhos, nos anos 2010 já eram 104 minutos diários. Já os pais foram de 16 minutos em 1965 para 59 minutos diários com os filhos. As médias atuais são mais altas entre pais com maior escolaridade.

“A gente sempre acha que tem de ser um pouquinho mais”, admite o personal chef Ed Canholi, 47, pai de Duda, 4. Entre outras coisas, ele abandonou o futebol com os amigos e a carreira de analista de sistemas para se dedicar mais à paternidade. “Antes, passava pouco tempo em casa. E, agora, não adianta passar 20 horas com a Duda se não consigo dar atenção. Busco estar disponível a ela.”

Segundo Patrícia Camargo, sócia da Tempojuntos, projeto que promove o brincar como meio de construção do vínculo entre pais e filhos, é interessante desconstruir o “senso comum de que antigamente as coisas eram melhores”. “A verdade é que os adultos não dedicavam muito tempo aos filhos e as crianças tinham que se virar.”

TUTELA PARENTAL

Estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, não encontrou relação de causalidade entre a quantidade de tempo que pais dedicavam aos filhos e efeitos benéficos no comportamento ou desempenho escolar de crianças de 3 a 11 anos.

Quando o foco foram adolescentes de 12 a 18 anos, no entanto, a pesquisa identificou que, quanto mais tempo passado com os pais, menos os jovens apresentavam comportamentos delinquentes e mais demonstravam resultados positivos na escola.

Resultado parecido foi encontrado por um projeto de tutela parental desenvolvido pelo Centro Educacional e Assistencial (CEAP), ONG que atua como escola profissionalizante no distrito de Cidade Ademar, uma das regiões de maior vulnerabilidade juvenil da capital paulista.

O CEAP promove encontros de educadores com os pais de seus alunos, além de encontros individuais para a discussão de questões específicas da família.

“O princípio é o de que uma formação humana e cidadã tem de ter, como eixo principal, a família”, explica Carlos Henrique Lima, diretor de Desenvolvimento Institucional.

Mitos sobre dedicar tempo aos filhos

MITO: Mães que trabalham não passam tempo suficiente com os filhos

Essa questão tem sido posta desde que as mulheres entraram em maior número no mercado de trabalho, nos anos 1970, devido à ideia de que, sem as mães em casa o tempo todo, as crianças sofreriam graves consequências –o que tende a gerar culpa entre aquelas que trabalham fora. Estudos, no entanto, apontam que essas mães hoje passam mais tempo com os filhos do que as que ficavam em casa. Especialistas dizem que as mães diminuem horas de sono, deixam de cuidar de si mesmas e dedicam quase todo o tempo livre aos filhos.

MITO: QUANTO MAIS TEMPO PASSAR COM SEUS FILHOS, MELHOR

O estudo canadense de que a professora Melissa Milkie é coautora não encontrou relação entre a quantidade de tempo com os pais e o desempenho escolar, emocional ou comportamental das crianças. O que contava era a qualidade do tempo de cuidado. O estudo apontou uma relação positiva no caso de adolescentes, que tendiam a ter menos questões ligadas à delinquência e ao abuso de drogas quanto mais tempo passavam com seus pais.

MITO: Os melhores pais são os que mais se dedicam aos filhos

O estudo de Milkie aponta que pais estressados e culpados por não conseguirem passar tanto tempo com seus filhos prejudicam as crianças com essa tensão. O excesso de zelo, dizem especialistas, pode diminuir a habilidade das crianças de resolver problemas por elas mesmas. Muitos profissionais dizem que brincar livremente ajuda os pequenos a desenvolverem sua imaginação e suas habilidades sociais.

Fonte: “Education Gradients in Parent’s Child-Care Time Across Countries, 1965-2012”, Giulia Dotti e Judith Treas

A gerente financeira Luciana Périco e o gerente de projetos Thiago Guedes brincam com o filho Enrico

– Como a Gentileza faz Diferença na Administração de Empresas

Cada vez mais o tema “boa educação e gentileza” na Administração de Empresas vem à tona. A seguir, interessante material de como simples ações e bons modos pode ajudar o profissional no mundo corporativo.

Extraído de: http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3594802-EI1377,00-Ser+gentil+abre+portas+no+trabalho.html

SER GENTIL ABRE AS PORTAS NO TRABALHO

Segundo os caçadores de talento, ser gentil é muito importante para ter reconhecimento no mercado

Levar uma fechada no trânsito e ainda ser xingado, agüentar o chefe mal-humorado que mal diz bom dia, ficar meia hora pendurado no telefone esperando uma resposta do atendente. Realmente é difícil ser gentil nas grandes metrópoles. Mas saiba que é bom ir treinando pequenas gentilezas no dia-a-dia se você pretende ter sucesso na carreira.

As americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval se inspiraram no segurança do prédio de escritórios onde trabalhavam, em Manhattan, para escrever o livro O Poder da Gentileza (Editora Sextante). Os calorosos cumprimentos de Frank, um homem na casa dos 50 anos, animam o dia das pessoas que passam pela portaria todas as manhãs.

E foi exatamente isso que ajudou a equipe das publicitárias a fechar um contrato multimilionário com o presidente do sexto maior banco dos Estados Unidos. Ele ficou impressionado com a gentileza de Frank numa cidade em que a frieza e atitude inflexível fazem parte de sua mitologia.

Muitos headhunters acham que ser gentil é uma característica fundamental para ganhar reconhecimento no mercado. Segundo esses caça-talentos, a gentileza sempre abre portas. “Uma pessoa acessível, simpática, educada e aberta a propostas tem mais chances de sucesso profissional em comparação com alguém pouco solícito e mal-encarado”, diz Renata Filippi Lindquist, sócia diretora da Mariaca InterSearch, empresa especializada em recrutamento de executivos.

Essa qualidade, porém, não é desejável apenas quando se fala em executivos. “A gentileza, ou a falta dela, impacta todos os níveis hierárquicos”, afirma Daniela Yokoi Sanchez, gerente da divisão de vendas e marketing da Page Personnel, empresa do grupo Michel Page especializada em recrutamento. E, quando se está começando uma carreira, essa característica se torna ainda mais importante, segundo a headhunter da Mariaca. “Quem trabalha de forma cooperativa tem mais oportunidades de ser considerada”.

Exemplos

No recrutamento, as empresas buscam profissionais que transitem bem nas relações interpessoais e tenham habilidade na comunicação. Por isso, é comum a entrevista abordar assuntos como vida pessoal, família e hobby do candidato, que podem revelar as características citadas.

Daniela lembra dois profissionais que ilustram bem comportamentos distintos no mundo corporativo para os quais recrutou funcionários. O primeiro é um executivo da área de alumínio – gentil com homens e mulheres, bem-educado e preocupado com a família. “Para ele, fiz a contratação de uma profissional, que está adorando e desenvolvendo muito profissionalmente. Ele é lembrado no mercado de modo positivo”, conta.

O segundo cliente é de uma multinacional e, segundo Daniela, conhecido por sua indelicadeza. “Sua gestão não é bem vista no mercado. Fecham negócio com ele só porque sua empresa é referência”, revela.

Problema de imagem

A gentileza muitas vezes pode ser confundida com fraqueza, o que não gera respeito. Como não cair nessa armadilha? “É preciso ser assertivo e passar o recado de forma clara e objetiva sobre procedimentos, resultados, prazos. Mas é possível fazer isso de maneira amistosa, já que causar medo não gera respeito”, diz a sócia proprietária da Mariaca.

Por outro lado, se a equipe sentir que o chefe é somente um amigo e faz da empresa uma extensão de sua casa (com happy hours constantes, falta de horário) não será respeitado. “Regras claras, organização, educação e transparência são essenciais para evitar confusões”, conclui.

Pratique

A frase “Podemos sempre ser gentis com pessoas que não têm qualquer importância para nós”, do personagem Lorde Henry, em O Retrato de Dorian Gray (1890), de Oscar Wilde, mostra que a gentileza pode ser praticada para um dia se tornar natural.

Mas cuidado com o exagero. “Quem é gentil só para fazer marketing pessoal se torna cansativo”, avisa Renata. Para aqueles que têm consciência de sua introversão, ela indica exercitar mais a gentileza, pois, mesmo no exagero, vai parecer natural. Já que as pessoas extrovertidas devem ser cuidadosas e dosar as gentilezas, para evitar o ar artificial.

Ser gentil, no entanto, não é apenas perguntar como foi o fim de semana para o colega de trabalho. Sorrir sempre, cumprimentar todos, ajudar os colegas, ser participativo e fazer parte do time são gestos gentis que os especialistas indicam para um ambiente profissional saudável. Vale a pena tentar, já que o mínimo que pode acontecer é contagiar as pessoas à sua volta, e essa gentileza retornar para você.

Cinco dicas úteis

Coloque a gentileza em prática seguindo os ensinamentos das autoras americanas Linda Kaplan Thaler e Robin Koval:

1 – Pratique. Todos os dias, durante a próxima semana, faça cinco coisas simpáticas que não tragam nenhuma recompensa imediata a você. Agradeça sempre, dizendo “obrigado” aos outros. Pergunte a quem encontrar como vai a vida. Será que a faxineira do prédio tem netos? O sentido disso não é imaginar que o taxista a quem você deu uma gorjeta generosa algum dia dirigirá uma empresa importante. É, simplesmente, adquirir o hábito de ser gentil – e descobrir como isso o faz sentir-se bem.

2 – Elogie. Certa vez, um rapaz perguntou a Abraham Lincoln se ele ficava irritado com os constantes pedidos de autógrafo. “Os homens suportam muita coisa quando são lisonjeados”, respondeu o presidente. Suas palavras são tão verdadeiras hoje quanto eram em seu tempo. Todos nós adoramos um elogio. E, no entanto, somos parcimoniosos ao fazê-los. Se você está preocupado com a possibilidade de que um elogio pareça falso, fique tranqüilo. O próprio fato de estar preocupado com isso significa que você não é um puxa-saco e, portanto, não dará essa impressão.

3 – Sorria. Estudos mostram que o simples ato de sorrir faz com que você se sinta realmente mais feliz, o que acontecerá também com as pessoas à sua volta. Então tente adquirir o hábito de sorrir mais. Como prática, sorria para estranhos amistosos e receptivos. Comece com crianças. Após algum tempo você estará preparado para sorrir até para as pessoas com um ar mais antipático.

4 – Adoce a vida. Mantenha um suprimento de guloseimas em sua escrivaninha ou nas proximidades. Quando as pessoas que vierem vê-lo parecerem tensas, cansadas, mal-humoradas, abra sua gaveta e dê um docinho a elas.

5 – Ajude o inimigo. Enumere seus três maiores rivais. Para cada um, escreva alguma coisa que você poderia fazer para ajudá-lo e que não atrapalhe seu próprio trabalho. Na próxima oportunidade, ofereça sua ajuda.

– Somos Atletas da Fé preparados para a Vida Espiritual?

Ouvi há alguns anos essa homilia (Missa celebrada pelo Padre Tarcísio Marques Mesquita) e compartilho, pois achei muito oportuno e me marcou: uma analogia da nossa caminhada de vida como “atletas da fé”.

Somos lutadores, caminhantes, tendo necessidade de preparo e árduo treino para as noites escuras e dias mais claros, enfrentando as dificuldades do caminho, preparados para vencer – mas também para perder. E eis aqui um problema da sociedade: se cobra uma vida de vitórias, nunca preparando para o que se perde e o que se ganha perdendo.

Taí uma verdade: tanto na vida quanto no esporte, a derrota é inadmissível. Por quê? Claro que aceitar a perda na vida real é muito mais difícil do que perder no jogo; porém, superar a derrota é algo a ser intensamente trabalhado.

Certamente, o querido padre estava iluminado pelo Espírito Santo. Gostei das suas palavras.

– A doação de Elusmar Blaggi ao Internacional.

Elusmar Blaggi, primo do ex-governador Blairo Maggi e dono do Grupo Bom Futuro (um dos homens mais ricos do Brasil), doou 1 milhão de reais para o Internacional a fim de pagar a multa de Rodinei ao Flamengo, para tê-lo em campo no próximo jogo.

Entendo que, se o dinheiro é dele (e ele tem muito…) pode fazer o que quiser. Mas…

  • Se você tivesse muito dinheiro, doaria 1 milhão ao seu time do coração, ou o usaria para outra causa?

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– É bom ou é ruim chupar chupeta?

O tema é interessante para nós, papais e mamães: a chupeta!

Alguns dizem que nunca se deve dar a chupeta antes dos 14 dias de vida para não atrapalhar na amamentação. Ao mesmo tempo, outros dizem que a chupeta é indispensável, pois o bebê que não se acostuma com ela começa a chupar o dedo e acaba se tornando um vício ruim.

Algumas coisas interessantes que você deve saber sobre a chupeta,

Extraído da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI305314-15046,00-COISAS+SOBRE+A+CHUPETA+QUE+VOCE+PRECISA+SABER.html

7 COISAS SOBRE A CHUPETA QUE VOCÊ PRECISA SABER

Novo estudo sugere que ela ajuda no aleitamento e reacende a polêmica sobre seu uso

O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular a amamentação. Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística.
Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber.

1 – Atrapalha a amamentação?

Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – Prejudica a dentição?

Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp.

3 – Até que idade meu filho pode usá-la?

Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito.

4 – O que é pior, chupeta ou dedo?

O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo.

5 – A chupeta alivia a cólica do bebê?

Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica.

6 – Ela previne a morte súbita?
A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 – Que cuidados devo tomar com a higiene?

A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.

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– Desperdício de alimento no Mundo é algo que assusta!

A FAO (organismo da ONU que cuida sobre o tema “alimentação”) informa: 1/3 da comida do mundo é desperdiçada!

Desde pequeno aprendi que se deve comer o necessário (embora a gula prejudique), mas nunca jogar resto de alimento, pois “comida é algo sagrado“.

E é mesmo! Quanta gente passando fome e a gente ignorando isso. Fato!

– Amigo fiel

Você tem cachorro? É muito bom ter um, não?

Mas reflita:

  • O que será que se passa na cabeça de um animalzinho de estimação?
  • Quais seriam suas preocupações?
  • Por quê ele faz determinadas coisas / seus propósitos / comportamentos diversos?

Não importa. Certamente, esse olhar desconfiado (como o da foto) sempre será a favor do seu dono! De todos os animais, certamente o cão é o verdadeiro amigo fiel!

 

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Atenção pais: cuidado com a brincadeira do “Desafio da Rasteira” ou “Quebra Crânios”.

Quantos vídeos mostrando uma imbecil brincadeira de dar rasteira em colegas adolescentes. E o mais impressionante: não é fake news.

Isso começou no ano passado (abaixo uma matéria da época) e retornou agora (e nem bem as aulas se reiniciaram…). Veja como funciona e alertemos os nossos filhos,

Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/02/12/brincadeira-que-viralizou-nas-redes-pode-causar-paralisia-e-levar-a-morte.htm

BRINCADEIRA QUE VIRALIZOU NAS REDES PODE CAUSAR PARALISIA E LEVAR A MORTE

Não é à toa que a “brincadeira” chamada de “quebra-crânios” ou “desafio da rasteira” tem preocupado pais de todo o Brasil. Os vídeos que viralizaram na internet nos últimos dias mostram jovens sendo derrubados durante a perigosa “moda”, que pode causar danos como traumatismo craniano, paralisia e até levar à morte, como aconteceu em brincadeira similiar com uma jovem no Rio Grande do Norte.

O jogo acontece em trios e a pessoa que está no meio é derrubada após pular, caindo de costas para o chão e batendo o corpo no solo, recebendo grande impacto na cabeça e coluna. A maioria dos jovens não sabe que será derrubada, e os colegas que causam a queda fazem com a intenção de rir do choque. “As crianças e adolescentes que entram nessa brincadeira o fazem por ingenuidade, pois a maioria não tem noção do perigo no qual estão colocando o amigo”, aponta a pediatra Lilian Zaboto, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).

Quais os riscos do desafio?

A pediatra aponta que, apesar de a altura não ser grande, a queda pode levar a uma fratura na coluna, principalmente na região lombar e torácica.

“O golpe pode causar fraturas e lesões ligamentares na coluna cervical, que podem ter consequências como quadro de dor crônica, hérnia de disco traumática e até mesmo fraturas com lesão medular parcial ou completa, o que acarretaria na perda permanente e definitiva de movimentos”, alerta André Evaristo, ortopedista especializado em coluna e médico do núcleo de medicina avançada do Hospital Sírio Libanês.

Além disso, mesmo que não haja sinais imediatos, o choque pode causar hemorragia intracraniana. “O sangramento dentro da cabeça pode ir aumentando e comprimindo o cérebro, o que oferece risco de alterações neurológicas — imediatas ou não. A pessoa pode ficar bem nas primeiras horas e apenas depois sofrer desmaio, confusão mental e até ficar em coma ou morrer se não tiver uma cirurgia feita rapidamente”, indica Felipe Monti Lora, pediatra e gerente médico do Sabará Hospital Infantil.

Hematomas, e fraturas na região dos glúteos, braços e punhos também são possíveis, já que a pessoa pode tentar usar essas partes do corpo como apoio durante a queda.

Sinais de que o jovem precisa de uma investigação tomográfica

De acordo com o médico do Hospital Sabará Infantil, em crianças maiores que dois anos, os responsáveis devem estar atentos aos seguintes sintomas:

  • Perda de consciência por alguns segundos)
  • Alteração do nível de consciência
  • Comportamento não habitual (irritabilidade/agitação/repetição)
  • Cefaleia intensa
  • Vômitos
  • Evidências de fratura de crânio

Como alertar crianças para que não participem?

Por mais desagradáveis que sejam as imagens, a pediatra recomenda que os adultos responsáveis por crianças mostrem o vídeo para elas.

“Se algum amigo propuser a brincadeira, eles já saberão dos riscos. Adolescentes geralmente precisam ainda mais conhecer a gravidade da brincadeira, pois costumam considerar que jogos deste tipo não são tão perigosos”, explica.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Tentar? Sempre!

Uma mensagem tão simples, mas positiva e real.

Abaixo, na imagem:

– Papai não é Mamãe: Vida Pessoal e Profissional em relação aos bebês.

O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?

Tal dilema (a relação dos cônjuges e a vida profissional / pessoaldesafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.

Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai.

Claro, eu sou um papai…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

PAPAI NÃO É MAMÃE

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.

Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”

O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.

Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.

Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.

Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.

O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.

Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.

Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”

As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A subjetividade do “ser um profissional de sucesso”.

PROFISSIONALISMO E CARREIRA – O que é ser um profissional bem-sucedido? Dá para definir ou o conceito é muito subjetivo?

Debatendo em: https://www.youtube.com/watch?v=BAB0RLPCpFU

– Verdades na vida e no cotidiano:

Como discordar desta imagem sobre “pessoas de sucesso”?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

– João Compostura e a posição dos corcundas de hoje em dia.

Algo que me preocupa bastante nos dias atuais, é a postura no uso dos equipamentos eletrônicos! Estarmos com tantos equipamentos no cotidiano, nos fez esquecermos da coluna, dos ombros e da posição saudável das costas.

Confesso: fico amedrontado (por mim, por meus amigos e por tantos que nem conheço) ao ver corcundas na frente das telas! O prejuízo a médio e longo prazo é certo.

No link abaixo, uma brincadeira do humorístico Pânico, através de uma publicidade do medicamento Dorflex, que retrata esse problema: a posição errada que frequentemente ficamos estando com computadores e celulares.

Assista em: https://youtu.be/zMEjT7IcSTI

– O que um patrão deseja do seu empregado?

Essa deu na Veja de 18/01/2017 (O QUE QUEREM OS EMPREGADORES?, pg 18): Empresários e executivos de grandes empresas foram questionados a fim de um levantamento sobre “desejos e comportamentos favoráveis de empregados candidatos à vagas de emprego”. Assim, os chefes dizem que:

– 57% vasculham perfis dos candidatos nas redes sociais;

– 93% tiram pontos de quem se veste de forma desleixada;

– 37% resistem a empregar um profissional com tatuagens visíveis;

– 66% consideram mais difícil achar força de vontade que boa formação;

– 83% evitam contratar quem já foi internado por abuso de álcool ou drogas.

E aí: há muita lógica / exatidão nessas características desejadas?

– Humanos e Animais.

Tratar bem os animais é muito bom! Eles devolvem a nossa atenção em companherismo e afetoe quem tem cachorro sabe disso.

Nós, adultos, precisamos incentivar as crianças a terem gosto pelos bichinhos. O senso de fidelidade, de zelo e de carinho desperta conjuntamente no trato entre paisagem pets e seus donos nesta relação.

Se você não tem um cão, gato ou qualquer outro animal de estimação, providencie. Vale a pena, especialmente se você tiver filhos!

– Um novo (e sério) distúrbio: Gordorexia.

Um interessante tema foi tratado dias atrás: o distúrbio de imagem onde as pessoas se recusam a aceitar que estão gordas: a gordorexia. Ela é exatamente o contrário da aneroxia! Aliás, a matéria fala sobre outros distúrbios: a Tenorexia (exposição ao sol), Alcoolrexia (bebida) e Vigorexia (exercícios físicos).

Compartilho abaixo. Clique acima do título para citação (matéria da IstoÉ).

AS GORDORÉXICAS

Neste novo distúrbio de imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso

por Cláudia Jordão

A empresária britânica Sara Bird, 45 anos, é um caso a ser estudado, literalmente. É da natureza feminina, independentemente de suas medidas, se olhar no espelho e se achar acima do peso – dois ou três quilos que sejam. Com ela, a história foi outra. Sempre que via seu reflexo, achava que estava com um corpo ótimo. Só que, há cinco anos, quase por acaso, ela descobriu que pesava 123 quilos. A revelação se deu durante uma consulta médica, quando foi convidada a subir na balança – aparelho que não encarava havia anos. “Eu sabia que não era magra”, disse ela à IstoÉ. “Mas nem de longe imaginava estar 30 quilos acima do meu peso.” Ao chegar em casa, arrasada com o diagnóstico, Sara tirou toda a roupa e se obrigou a enfrentar o espelho. “Fiquei paralisada, extremamente chocada”, conta. “Ao mesmo tempo que as anoréxicas parecem um pirulito, com aquela cabeçona e aquele corpinho, eu parecia um pirulito às avessas, com aquele corpão e aquela cabecinha.”

Como Sara pôde estar tão equivocada? Depois de muito se perguntar, pesquisar e consultar especialistas, ela chegou à conclusão de que sofria de uma espécie de anorexia invertida. Da mesma forma que um anoréxico se olha no espelho e se vê gordo, mesmo estando excessivamente magro, ela se enxergava magra, mesmo sendo extremamente gorda. A esse distúrbio de imagem ela deu o nome de fatorexia, ou gordorexia, numa tradução livre. “Quando eu me olhava no espelho, eu via um rosto atraente, com uma pele impecável e cabelos perfeitos. Estava sempre de unhas feitas e usava sapatos charmosos e roupas elegantes”, diz ela. Sara, no entanto, raramente buscava o seu reflexo em espelhos de corpo inteiro – bem diferente do que fazem os anoréxicos típicos – e costumava usar roupas de elástico na cintura. “Eu vinha de 20 anos de dietas, convivia com o efeito ioiô e tinha uma ideia equivocada do meu peso porque, inconscientemente, fugia desse assunto.” Sua experiência resultou no livro “Fatorexia – What do You See When You Look at Mirror?” (Gordorexia – O Que Você Vê Quando Olha no Espelho?). Lançada no mês passado no Reino Unido – sem previsão de chegada ao Brasil –, a obra esgotou das prateleiras em três semanas e uma segunda edição já está chegando às livrarias.

O objetivo de Sara ao publicar o livro era chamar a atenção da comunidade médica e de pessoas com experiências semelhantes à dela para que seu distúrbio de imagem fosse estudado e catalogado clinicamente. E ela está conseguindo. Até o momento, a gordorexia ainda não encontra respaldo científico, pois nunca se pesquisou a fundo tal questão. No entanto, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ, ela é plausível. “todas as questões que envolvem imagem corporal ainda são muito novas para a medicina”, explica o psiquiatra Táki Cordas, coordenador do Ambulatório de transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “É, provavelmente, mais um distúrbio de imagem que surge no mundo contemporâneo”, diz Gisele Prado, psicóloga do Centro de Cirurgia da obesidade do Hospital Israelita Albert Einstein. Além da anorexia nervosa, a única reconhecida como doença pela organização Mundial de Saúde (oMS), há outros transtornos, fenômenos mais recentes que começam a receber atenção da medicina (leia quadro). todos eles têm o componente do distúrbio de imagem em comum e podem ser amenizados com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental. Mas só a anorexia pode levar à morte.

Durante os cinco anos em que se debruçou sobre o assunto, Sara afirma ter conversado com centenas de pessoas que viveram experiências semelhantes. “Em sua grande maioria, eram mulheres que evitavam o espelho e descobriram estar obesas depois de um longo tempo de ilusão”, conta. A americana Shelley Bowman não conhece a autora, mas se encaixa perfeitamente no perfil. Em maio de 2008, no mesmo dia em que decidiu eliminar seus muitos quilos a mais, ela lançou o blog My Journey to Fit (Minha Jornada ao Emagrecimento). Nove meses depois, muito antes de Sara lançar o seu livro, Shelley postou na sua página uma reflexão com o título “fatorexia” (ou gordorexia). Coincidentemente, a americana teve o mesmo insight que a britânica ao descrever sua experiência com o espelho. Ao se deparar com uma fotografia sua, junto de sua bicicleta nova, tirada à época pelo marido, a ficha de Shelley caiu. “Eu sabia que estava acima do peso, tanto que havia iniciado um combinado de dietas e exercícios, mas não tinha noção de que era tão grande! Acho que os espelhos estão enfeitiçados… ou eu sofro de gordorexia”, escreveu na época no blog. Shelley levou um ano e seis meses para perder 45 quilos. Hoje, pesa 69 quilos, mas ainda não confia no seu reflexo. “Tenho medo de não estar vendo o que de fato sou”, diz.

Sara acredita que o reconhecimento da gordorexia como distúrbio de imagem – ou até mesmo como doença – ajudaria outros obesos a encarar a sua situação e a se tratar. “Sem saber que estava tão gorda, eu não tinha amarras à mesa, comia demais, e sem culpa”, diz. Atualmente, ela pesa 112,5 quilos. Desde a constatação de sua obesidade, não perdeu o peso que precisa, mas agora tem consciência de suas medidas e as vigia. “Há dois anos peso a mesma coisa e isso é uma grande vitória para mim”, diz. Como se vê, conhecer o problema é o primeiro passo para solucioná-lo.