– #tbt 3 – O mundo antissocial das redes sociais é, da forma que é, por conta do cérebro não conseguir entender a relação e não ser algo natural. Além, claro, dos algoritmos…

Diante de tantas fake news e demais bobagens, um texto pedindo sobriedade! Vale relembrá-lo:

Leio na edição 1046 da Revista Época, uma entrevista muito bacana, com Janaína Brizante (ela é uma neurocientista da USP e da Duke University). A doutora, dias atrás, falou sobre como nosso cérebro está despreparado para lidar com as redes sociais!

A especialista critica o fato de pais permitirem crianças usarem o WhatsApp, alegando que estranhos podem entrar na vida do menor sem o conhecimento deles (pelo uso das funções que permitem apagar as conversas e pais não saberem do ocorrido). Fala ainda sobre como os adultos perdem tempo no mundo virtual fuçando a vida dos outros ou discutindo coisas com vários usuários, sem se preocupar com conversar fisicamente, que gasta muito menos tempo para as mesmas discussões.

O exemplo mais citado da dificuldade nas relações físicas e virtuais é que estamos nos dedicando ao contato virtual com tamanho “empenho”, que as pessoas já não conseguem enxergar o quanto sacrificam a falta de contato físico real. O usuário de Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp, que fica preso a esse mundo e seus amigos da Web, é a personificação do indivíduo anti-social real por conta das redes sociais virtuais!

Enfim: o natural é interagir, agarrar, tocar, abraçar, ver, sentir. Pela Web, não dá.

Mas há outro fator a abordar, que a Dra Janaína não foi questionada mas se observa no dia-a-dia: a questão dos algoritmos do Facebook, onde a Rede Social impõe o que mais visitamos, sem ordem cronológica sequencial e com todas as postagens de usuários à vista. Uma pessoal fanática de alguma crença, tende a ver preferencialmente aquilo que ela crê e repulsas ao que não crê. Em outras searas, idem, tornando a pessoa radical!

Não é mais fácil ajudar o mundo a ser mais tolerante acabando com esses algoritmos e permitindo todas as opiniões? De radicalismo virtual o mundo já está cheio e o cérebro sensato não suporta (e nem consegue), como lembrado acima.

– A dose exata de trabalho.

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

– Qual a melhor Versão de Si Mesmo?

Gosto desse pensamento:

Procure ser a melhor versão de si mesmo

Será que somos bipolares? Tripolares? Poli, multipolares?

Como agimos? Mudamos de opinião e humor facilmente? E, de fato, o que (ou quem) somos?

É bom refletir sobre isso!

– A Boneca que é Amamentada de Verdade. Bom ou ruim?

Há 10 anos, na Espanha, foi lançada uma boneca chamada “Glotón”, cuja característica principal é que ela mamava de verdade!

Agora, nos EUA, uma bonequinha similar faz sucesso. A criança coloca um sutiã postiço em que vai leite e “dá de mamá à sua filhinha”.

Adivinha se não deu confusão?

A polêmica gira em torno de: brincar de amamentar é sadio ou não?

Os americanos estão divididos: uns alegam que despertar o instinto da maternidade é bom e aflora os princípios da família; outros, rebatem que é um incentivo à sexualidade precoce.

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Pattaya, a Capital do Pecado

Cerca de 27.000 empregos são gerados pela “Sodoma e Gomorra” do século XXI, Pattaya, chamada de “capital do sexo“, onde mulheres, gays e outros gêneros se comercializam naturalmente.

Sim, existe um lugar onde a Luxúria e o Pecado reinam como algo correto (embora seja incompreensível para nós), com o argumento de que isso é feito para sustentar filhos bebês e pais idosos.

Assuste-se, extraído de: http://www.abr-il/pattaya

UMA NOITE EM PATTAYA, A “CAPITAL” DO SEXO

Conhecida como a “Sin City tailandesa” e “Sodoma e Gomorra moderna”, cidade é local de trabalho de dezenas de milhares de prostitutas

Por Vinicius Tamamoto

Quando começa a escurecer em Pattaya, na Tailândia, milhares de outdoors em neon são acesos em vários pontos da cidade para anunciar a principal atração local: a luxúria. Nos cerca de dois quilômetros da maior rua do país dedicada ao pecado, vejo placas cintilantes de casas como “The Hottest”, “Russian Girls” e “Lucifer Disko” enquanto garotas de salto alto me oferecem massagem a óleo a cada dez passos.

Entre a multidão, em plena segunda-feira, um homem me para e estende um menu com desenhos que lembram o kamasutra e opções tão intrigantes quanto pussy smoking cigarette show (“show da vagina fumante”) e pussy shooting banana show (“show da vagina atiradora de banana”). Não entro na casa, mas já dá para perceber o motivo que levou o local a ganhar a fama de “capital mundial do sexo”.

A VILA QUE VIROU POINT

Nem sempre foi assim. Tudo começou em 1959 quando 500 soldados americanos que lutavam na guerra do Vietnã foram passar os dias de folga do fronte na então pacata vila de pescadores. Sol, mar e calor elevaram Pattaya a um dos principais destinos de férias dos soldados, que chegavam aos montes.

Para atender aos anseios dos estrangeiros, ávidos por diversão, uma considerável indústria de entretenimento começou a ser estabelecida na cidade. A notícia do boom econômico gerado pelos soldados se espalhou rapidamente pelo país. Logo, muitos tailandeses deixavam suas casas no interior para tentar a vida no novo paraíso.

Hoje, a cidade tem um dos maiores distritos da luz vermelha do mundo, com milhares de estabelecimentos onde só os adultos entram. Vão do eufemismo das casas de massagem, passando pelos shows insanos das ladyboys, transexuais que se tornaram quase um símbolo do país, até casas com garotas especializadas na prática do pompoarismo.

O entretenimento atrai 1 milhão de homens à cidade todos os anos. A grande maioria é de europeus de cabelos grisalhos e barrigas salientes que normalmente desfilam orgulhosos com uma jovem e bonita tailandesa ao lado.

AUTORIDADES QUEREM ‘PURIFICAR’ A CIDADE

Desde o ano passado, no entanto, há uma cruzada em Pattaya contra a prostituição, atividade ilegal na Tailândia. Começou com a promessa da Ministra do Turismo, primeira mulher a ocupar o cargo no país, de erradicar a prática e reinventar o turismo tailandês, frequentemente associado ao sexo.

Mas foi a imagem libertina com que jornais ocidentais apresentaram a cidade em matérias publicadas entre o fim do ano passado e o início deste o que mais irritou o governo local. “Sin city” (cidade do pecado, em inglês) e “Sodoma e Gomorra moderna” foram algumas das definições nada polidas que pegaram muito mal em um país extremamente conservador.

Em fevereiro, um turista britânico de 62 anos foi agredido por policiais após ter sido pego em flagrante transando com uma prostituta dentro de um clube. No mesmo mês, duas dançarinas foram presas por se apresentarem nuas. As batidas policias aumentaram e a presença de oficiais na principal rua da cidade, onde se concentram as casas de shows, é grande.

LUTA POR DIREITOS

No Airport Club, uma das casas mais conhecidas de lá, moças com trajes curtos demais para comissárias de bordo tentam capturar os turistas. Para entrar, paga-se o equivalente a oito reais. No meio do salão apertado, dez dançarinas se apresentam de biquíni numa extensa passarela enquanto outras se sentam ao lado dos clientes para uma conversa mais íntima. Dois chineses enfiam uma porção de dólares na calcinha de uma delas.

“Escolhe uma”, diz uma garçonete que vem sentar ao meu lado. Digo que estou apenas conhecendo o lugar. Como a esmagadora maioria dos que trabalham ali, ela saiu de casa do interior do país, aprendeu inglês o suficiente para se comunicar com os turistas e hoje faz dinheiro em Pattaya. “Aqui é melhor, dá para ganhar mais”, afirma.

Quando outra moça, com um pouco mais de roupa, me oferece outra bebida, apresento-me como jornalista. “Ninguém aqui é má pessoa, todas estão ganhando dinheiro de forma honesta”, diz ela. “Muitas têm filhos ou pais idosos e precisam enviar o dinheiro que ganham para a família.”

Segundo os jornais, o mercado do sexo mantém 27.000 trabalhadores na cidade. O dado não é oficial. Enquanto as autoridades questionam a veracidade da informação, organizações como a Service Workers in Group Foundation, que trabalha para a integração das prostitutas na sociedade tailandesa, afirmam que o número é muito maior.

“Reprimir a atividade e prender dançarinas não irá resolver o problema”, disse Surang Janyam, diretora da fundação, a um jornal local. Para ela, é preciso pensar em políticas que melhorem a vida das prostitutas e garotos de programa. “Que tal descriminalizar a profissão trazendo esses trabalhadores à luz da lei para que eles possam ter direitos e serem tratados como seres humanos?”, indagou.

NÃO ERA AMOR…

A primeira vez que ouvi falar da “Sin city” tailandesa foi através de Peter H., um alemão de 52 anos e coração partido. Em Pattaya, ele conheceu um rapaz na Boyztown, uma área gigantesca com bares, saunas, baladas e clubes gays. Apaixonou-se à primeira vista. “Dei tudo para ele, viagens, presentes, mesada…” O relacionamento durou dois anos, mas não vingou. “Estava cego, não conseguia enxergar que ele só gostava do meu dinheiro”, ele me conta decepcionado.

Casos assim são comuns e, às vezes, até piores: pipocam histórias de europeus de meia idade que perderam tudo por lá. Segundo um levantamento feito pela Issarachon Foundation, que assiste moradores de rua, há no país mais de duzentos ocidentais desabrigados, muitos vivendo nas areias de Pattaya.

“Não vá lá, é muito perigoso”, me alertou o alemão iludido. Lembrei do conselho quando fui habilidosamente pescado para dentro de um bar por uma jovem e bela tailandesa. “I love you so much”, declarou-se depois de alguns minutos de conversa. Estivesse um pouquinho mais carente, teria acreditado.

– Quatro simples dicas para o Home Office se tornar produtivo e não extravasar os limites de esforço

Ser organizado nas tarefas de trabalho em casa, conciliando o serviço profissional e o conforto do lar: um sonho de consumo para qualquer um de nós?

Parece complicado para alguns, mas não é! Algumas dicas, abaixo, podem facilitar e harmonizar o Home Office.

Extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/home-office-exige-produtividade-consciente-5193930/

HOME OFFICCE EXIGE PRODUTIVIDADE CONSCIENTE

Por Guilherme Odri

Atingir a produtividade consciente em tempos de pandemia do coronavírus e home office não é fácil. Ela consiste no estado de espírito que carregamos para as tarefas de trabalho, e é uma forma de não comprometer sua saúde mental ou perder-se com multitarefas nesse momento. Pensando nisso, a Forbes listou algumas dicas para alcançá-la

  • Limite seu espaço de trabalho em casa para que você possa se concentrar;
  • Estabeleça um cronograma e cumpra-o, lembrando de reservar um tempo para interações virtuais com amigos e colegas de trabalho;
  • Pratique o auto-cuidado, com alimentação saudável, exercícios regulares e sono amplo;
  • Aprenda a dizer não, evite multitarefas e defina limites, recuse projetos quando estiver sobrecarregado.

– Nenhum esforço é em vão!

Nosso suor sempre será recompensadonão se sabe a qual tempo – com alguma coisa boa: aprendizado, conquistas, valores…

Gosto sempre desse tipo de lembrete, como na imagem abaixo: “A luta em que você está hoje, desenvolve a força que você precisa amanhã”. (Autor desconhecido).

– Trair faz bem ao Casamento?

Maridos de plantão e esposas desconfiadas: cuidado!

Um trabalho de psicologia defende que a traição masculina pode ser benéfica aos casamentos. E diz isso após estudos científicos.

Eu discordo. E você?

Extraído de: Revista Superinteressante, Ed 289-A, Verdades Inconvenientes, pg 40.

INFIDELIDADE MASCULINA PODE FAZER BEM AO CASAMENTO

Por Fernanda Salla

Não é machismo! Algumas mulheres que entendem do assunto acreditam que todo homem precisa trair – e isso ajuda a manter o casal unido.

Dizer que as puladas de cerca do homem podem fazer bem ao casamento parece uma atitude insuportavelmente machista, não é verdade? Mas há quem defenda essa tese, como a psicóloga francesa Maryse Vaillant, autora do livro Les Hommes, l’Amour, la fidélité (Os Homens, o Amor, a Fidelidade”, ainda inédito no Brasil). Nessa obra ela faz afirmações do tipo:

1- “A maioria dos homens precisa de seu próprio espaço. Para eles, a infidelidade conjugal é praticamente inevitável.”

2 – “Ser infiel não significa romper os votos do matrimônio ou deixar de amar a esposa. É a necessidade [que os homens têm] de ceder aos impulsos.”

3 – “As mulheres podem ter uma experiência incrivelmente libertadora ao aceitar que os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais.”

A antropóloga Mirian Goldenberg, professora da UFRJ e autora de Por Que Homens e Mulheres Traem? (Best bolso), concorda em pelo menos um ponto: a infidelidade masculina não impede o homem de amar sua parceira oficial. “Ninguém quer deixar de experimentar os próprios desejos mesmo amando e desejando sua esposa, mesmo querendo estar com ela.”, disse Miriam em entrevista recente à revista Alfa. “São as duas coisas ao mesmo tempo”.

Para a francesa Maryse, trair é fundamental para o funcionamento psíquico dos homens. “E, quando eles permanecem ao lado da esposa, cumprindo o papel de marido e pais, ficam até mais fiéis à idéia de matrimônio”. Uma pesquisa sobre casamento e infidelidade, também publicada pela Alfa, parece corroborar a opinião da psicóloga. Mais de 70% dos homens entrevistados afirmaram ter pulado a cerca e quase a metade dos que alegaram ser fiéis confessou a intenção de pular.

Muitos especialistas, porém, discordam frontalmente de Maryse. Para Aílton Amélio da Silva, professor de psicologia da USP e autor do livro Relacionamento amoroso (Publifolha, 2009), a traição do homem costuma ser devastadora para a autoestima da mulher e implica perda da confiança no parceiro. “Sendo assim, dificilmente faz bem a vida do casal”. Dados do IBGE sugerem que a tese de Aílton tem fundamento, pelo menos aqui no Brasil: 71% das separações solicitadas por mulheres são motivadas pela traição masculina. Mas a psicologa francesa rebate com uma estatística que ela mesmo apurou em seu país. Na França, 39% casados admitem já ter traído. “E apenas 9% afirmam que deixaram de amar a esposa.”

– O que é ser vitorioso?

Como discordar dessa mensagem, na imagem abaixo?

– Até onde vai o seu esforço?

Uma mensagem que diz muita coisa sobre dedicação!

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Quais são os caminhos que te movem na vida, influenciando seu comportamento?

O renomado professor e consultor Stephen Kanitz, em seu blog, tratou de um tema de difícil resposta, devido à percepção particular de quem é indagado: o que move / influência a sua vida?

Muitas vezes, os valores familiares são o mote da nossa conduta. Outras, o ambiente em que estamos inseridos ou até mesmo a nossa carga genética.

Quando tal questão é feita para nós, podemos dar respostas com vieses, não retratando a realidade – e isso não acontece por maldade, mas pelas influências que recebemos.

Enfim: já percebeu que podemos estar vivendo (ou ver pessoas que vivem) realidades alternativas, falsas ou ilusórias? Há aqueles (até nós mesmos) que vivem “num mundo a parte”?

O texto de Kanitz fala do comportamento do indivíduo, de gestão e administração, de valores e outras coisas importantes. Embora ele esteja carregado de uma alta carga de críticas à ideologia de Esquerda (não sou de Direita tampouco de Esquerda, sou sensato nesse mundo de “extremados e extremistas”), citando até mesmo alguns notórios políticos do país, vale a pena a leitura para entender a necessidade de compreensão das relações humanas – da demagogia à realidade.

Extraído de: https://paper.li/StephenKanitz/stephen-kanitz#/

QUAIS SÃO AS PREMISSAS QUE TE GUIAM NA VIDA?

Se você não sabe como o mundo funciona, você nunca saberá como se inserir no mundo que te cerca.

Você será um desajustado social, um alienado, como são tantas pessoas como Eduardo Suplicy, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.

Esse é o maior problema de ser de Esquerda.

Eles vivem brigando com um mundo que sequer entendem.

A maioria nem conhece um contador, um administrador, um empreendedor, um operador logístico, para lhes explicar a dificuldade no Brasil de se produzir bens e serviços para os outros.

Vivem cercado de artistas, sociólogos, ativistas políticos, e funcionários públicos. Não tem a menor noção como a mamãe consegue colocar todo dia um prato de comida.

Pior, devido à endoutrinação escolar eles, como você, correm o risco de só descobrirem como o mundo funciona no fim da vida, quando aí já é tarde.

É por isso que tantos esquerdistas entram em depressão na velhice.

Morrem amargurados e fracassados.

Só descobrem que estavam totalmente errados quando velhos, vide as lamúrias de esquerdistas arrependidos, que são muitos.

De fato, não é fácil descobrir como o mundo funciona.

Quando você é jovem, é jovem demais para ter certeza de algo tão profundo assim.

Por isso pais, especialmente avós, são tão importantes.

Mas infelizmente no Brasil, a Esquerda ensina nossos jovens a duvidarem da família, do chefe imediato, de quem produz, das empresas que promovem a cooperação humana, da comunidade que solidariza com seus vizinhos, da força criativa do indivíduo, da compaixão humana.

Faz com que acreditem somente em Karl Marx, o parasita da fortuna do próprio pai, dele e do pai do Engels.
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– Sorrir é importante!

Ser gentil, receptivo ou educado, não custa nada. Saber usar as palavras para conversar ou escrever um texto, é muito importante a fim de se conseguir o respeito e o aceite do próximo.

Às vezes, nem é por questão comportamental  quanto à socialização, mas por consideração à quem te aborda. Simples atitudes de relacionamento que ajudam no trato empático futuro.

Por fim, um  único sorriso já basta – mas para muitos isso é difícil.

Agradeço ao meu varal por, após o suor do treino, sorrir para meu cansaço e desejar um “bom dia”. 😊

Lembre-se: não se leve tão a sério… e sorria!

– Saudade.

Um dos meus cliques preferidos, de lembranças muito boas (que espero que possam ser repetidas em breve): um passeio na Orla de Santos.

Confesso: estar recluso é difícil (mas necessário)…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Fanatismo Político? Caia fora.

FANATISMO – Você não fica impressionado com gente boa que, ao falar de Política, se transforma e sai metralhando a todos?

Independe de corrente ideológica, não?

Dissertando, em: https://www.youtube.com/watch?v=9ZpLeqlnkVM

– Felicidade a qualquer custo traz Depressão?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

Mudita", quero ficar feliz com a felicidade dos outros • PorQueNão?

Imagem extraída da Internet.

– Gato feliz (mas preguiçoso)…

Esse gato do meu sogro tem uma preguiça contagiante! E ele é feliz por não ser incomodado (olhe só o sorriso dele).

Acho que até nós gostaríamos de estar no lugar dele… ô vida boa…

– Mansidão necessária.

Contra um mundo histérico, pilhado e intolerantevale a mensagem abaixo:

– Eu estou com saudade de muitas coisas. E você?

Tanta coisa que nos faz falta por conta das restrições impostas pela COVID-19, não?

Eu sinto saudade de muita coisa… e você?

Saudade de confraternizar com as pessoas que amo;

Saudade de sentar na mureta da casa da Vó Maria;

Saudade de conversar com meus primos;

Saudade de comentar um jogo de futebol na cabine do Jayme Cintra;

Saudade de cortar cabelo no meu amigo Cido Cabeleireiro (estou cabeludo – sou um careca que precisa de ajustes);

Saudade de sair sem máscaras;

Saudade de não achar que ficarei contaminado em todo lugar que vou;

Saudade de passear em parques, de ir ao cinema, de me sentar tranquilamente num restaurante;

Saudade de ir à Missa e comungar, de dar às mãos aos irmãos e rezar o Pai-Nosso;

Saudade de dar aulas presenciais, interagindo tranquilamente com os alunos e voltar a ter remuneração condizente;

Saudade de entender melhor as pessoas que falam comigo e não achar que sou surdo (o som abafado das máscaras é um tormento);

Saudade de apertos e cumprimentos fortes de mão, de tocar nas pessoas, de abraçar… 

Provavelmente, há quem tenha mais saudades do que eu, e “melhores e mais relevantes carências”: são aqueles que perderam parentes e amigos queridos. Desta saudade, felizmente, não passei e não espero passar em breve. Mas para isso, há de termos paciência e cuidados…

Fiquemos, nesse momento, somente com a saudade. Que logo possamos estar com nossos pais e outras pessoas tão importantes entre sorrisos e tranquilidade. 

Palavra para parede Saudade | Decohouse

– 99 anos de brigas de Torcidas no Futebol

Há exatos 99 anos, o brilhante escritor Lima Barreto (quem nunca leu a brilhante obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”?) escrevia sobre algo que persiste nos dias de hoje: a briga entre Torcedores de Futebol!

Incrível, parece atual, mas foi escrito em 1922! Extraído do acervo do Centro Cultura São Paulo, publicado na Revista “Careta”.

FOOT-BALL

Por Lima Barreto

Não é possível deixar de falar no tal esporte que dizem ser bretão.

Todo dia e toda a hora ele enche o noticiário dos jornais com notas de malefícios, e mais do que isto, de assassinatos.

Não é possível que as autoridades públicas não vejam semelhante cousa.

O Rio de Janeiro é uma cidade civilizada e não pode estar entregue a certa malta de desordeiros que se querem intitular sportmen.

Os apostadores de brigas de galos portam-se melhor. Entre eles, não há questões, nem rolos.

As apostas correm em paz e a polícia não tem que fazer com elas; entretanto, os tais footballers todos os domingos fazem rolos e barulhos e a polícia passa-lhe a mão pela cabeça.

Tudo tem um limite e o football não goza do privilégio de cousa inteligente.

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– Quais são os nossos limites humanos?

Quais são os nossos limites? É bom aceitá-los ou devemos ultrapassá-los?

Compartilho ótimo e inspirado texto sobre os limites na vida.

Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?e=11273

NÃO PARE NOS LIMITES, DETENHA-SE NAS OPORTUNIDADES

Aquele que cria oportunidades, está contigo.

Quero voar… não posso!

Quero me bilocar… não posso!

Quero ficar invisível… não posso!

E você?

Bem-vindo aos limites humanos, ele é a incapacidade de agir, é a dificuldade de superar a si mesmo em questões do dia-a-dia. Romper esse processo significa acreditar em você e, acima de tudo, em um Deus que é ilimitado.

Quando olho para Jesus, fascino-me com seus limites. Limite que O fez chorar quando seu amigo Lázaro morreu. Limite que O fez quebrar aquelas bancas dos vendedores que estavam no templo provando o limite de ser gente. Limite de Jesus que se sentiu abandonado pelo Pai naquela tarde do calvário.

Quando olho para mim, também me vejo com limites. Limites no poder ou não poder, no agir ou não agir, nos propósitos e nas realizações. Mas vejo também que sou visitado nestas horas pelo Ilimitado.

Um Deus tão grande que se fez pequeno, limitado. Isso, só o Ilimitado pode realizar. Um Deus que, ao se encarnar nos limites da carne, quis entender (entrar na tenda) como era ser gente para, desta forma, aproveitar todas as oportunidades que porta meu limite.

Toda pessoa tem obstáculos na vida com complexidades diferentes, que resultam em ações diferenciadas em nosso comportamento.

A complexidade da situação que enfrentamos gera um pensamento e um obstáculo imediato. É nesta hora que mais podemos encontrar Deus, pois ‘quando somos fracos, é que somos fortes’. Em minhas fraquezas, vejo e contemplo um Deus que não desiste de mim, mas que acredita quando ninguém mais acredita. Força que brota do poder de Deus.

Não sei quais são seus limites e fraquezas, mas posso dizer: “Aí está Deus, Aquele que cria a oportunidade de se encontrar contigo“.
Não pare no limite, mas se detenha na oportunidade de Deus!

Adriano Gonçalves – adriano@geracaophn.com
Adriano é apresentador do programa Revolução Jesus. vai ao ar todos as 2ª,3º,4ª e sexta-feiras na Tv Canção Nova. Programa jovem que tem como finalidade levar o telespectador a um encontro profundo e determinante com Jesus.

E você: tem consciência dos seus limites e fraquezas?

– Empreender ou ser Escravo?

Trabalhar demais pode fazer mal. Mas, muitas vezes, o trabalho excessivo não é por necessidade financeira, mas por prazer! E aí cai-se em uma doença típica e não tratada costumeiramente: o vício do trabalho.

Trabalhar não é bom? Claro que é! Só que se virar um vício descontrolado, é ruim.

Dizem (e aí é história) que Henry Ford era viciado em trabalho, ou, como preferir, um workaholic. Ele, no começo da sua carreira empresarial, chegou a quebrar empresas, mas o gosto pelo trabalho fez vingar a Ford Co. É atribuída a ele a frase de que “feriados só atrapalham e trabalhar faz bem”. Se a frase é de autoria duvidosa, um dos seus maiores princípios era comprovadamente real: o de afirmar que quanto mais se trabalhar, melhor será para todos: o patrão fica contente, o empregado recebe mais, o consumidor ganha opções e o governo arrecada impostos. Isso é verdade.

O problema é: e quando se perde o controle do excesso de trabalho? Qualquer vício traz prazer momentâneo, mas e os limites?

Todos nós temos limites. E podemos perder o entendimento de quais são os nossos.

Compartilho belo texto sobre workaholics, extraído da Revista Incorporativa, para melhor entendimento desse assunto,

Extraído de: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=1463

EMPREENDEDOR OU ESCRAVO?

por Christian Barbosa

“O dia que eu for dono do meu próprio negócio, terei mais tempo para mim”. Quem já não ouviu ou disse essa frase alguma vez na vida? Talvez você tenha sido uma dessas muitas pessoas que falavam isso com freqüência. Infelizmente, essa afirmação é uma das coisas mais irreais que vejo quando falamos de administração do tempo para empreendedores.

O empreendedor “padrão” é aquela pessoa que tem uma tendência a ser workaholic, deixar de lado as coisas importantes na sua vida em função do crescimento da empresa, está sempre pensando em inovações, mais resultados etc. A maioria dos empreendedores que conheço vira escravos do próprio negócio, pois não consegue separar a vida pessoal da vida empresarial. Eu fui assim durante muitos anos e o pior é que nem percebia o quanto me afundava no meu próprio estresse. Hoje vejo o quanto isso me fez mal e por isso recomendo algumas dicas para reverter esse quadro:

1. Pare e pense qual caminho sua vida está seguindo – Se você cuida tanto da empresa e se dedica pouco para você e para suas atividades importantes, pode perceber que focou seu tempo em tarefas erradas e, às vezes, isso acontece tarde demais. Conheço muitas histórias de empreendedores que cresceram com a empresa, mas destruíram suas vidas e depois passaram a questionar se realmente o esforço de tentar fazer com que a empresa prosperasse, esquecendo-se da vida pessoal, valeu a pena. Equilibrar sua vida profissional com a pessoal é muito importante para ter um futuro com maior sentido e sem arrependimentos

2. Delegue o máximo que puder. Você não é onipresente! – O empreendedor precisa ter a consciência de que outras pessoas também podem realizar o trabalho que ele faz, pois ninguém é insubstituível. Isso não tira sua responsabilidade, mas o liberta para focar em outras atividades mais importantes. Se não for possível delegar algo a alguém, o crescimento da empresa estará diretamente ligado ao tempo do empreendedor, que pode ser bem limitado. Obviamente, ele não delegará definição de metas ou estratégias, mas o operacional deve ser, ao máximo, passado à equipe

3. Aprenda técnicas de gerenciamento do tempo e redução de estresse – Chega um certo momento em que estamos tão assolados de urgências e atividades circunstanciais que precisamos de ajuda externa para conseguir enxergar uma solução. Recomendo que procure um treinamento que o ajude a incorporar novas técnicas de administração do tempo e redução de estresse no seu dia-a-dia. Elas funcionam e podem ajudar a sair dessa fase negativa

4. Coloque momentos importantes para você mesmo em sua agenda semanal – Não deixe que os seus dias sejam compostos inteiramente por urgências e circunstâncias, comece a colocar pequenos momentos para você em sua agenda como, por exemplo, um almoço em família, sair um pouco mais cedo para ir ao cinema, buscar seus filhos na escola, praticar um esporte ou algum outro hobby. Além de ser importante para você e para suas relações sociais, atividades prazerosas como essas renovam suas energias e dão mais disposição para agüentar a pressão do dia-a-dia

5. Aprenda com suas urgências – A maioria das questões urgentes da sua rotina ou da sua equipe poderia ser evitada! Na próxima vez que algo urgente acontecer, pare e pense como pode evitar que esse problema se repita. Em geral, com antecipação de atividades e planejamento você conseguirá reduzi-las com sucesso

6. Domingos são para atividades pessoais – Sua família e sua vida precisam de você. Sempre que possível, evite ao máximo utilizar seu domingo para trabalhar. Desligue seu notebook, seu celular e esqueça a empresa. Faça passeios com a família, aproveite seu tempo com as pessoas importantes de sua vida. Recomendo que no final do dia você planeje a semana, de modo a priorizar atividades importantes para seus dias e prevenir eventuais urgências

7. Escolha uma ferramenta para gerenciar o seu tempo – Para que sua organização e planejamento sejam feitos da melhor maneira, você precisa ter uma agenda eficiente, um celular, um palm top ou então um site na Internet que o ajude a priorizar seus dias, planejar suas metas, agendar reuniões etc. Cada pessoa tem uma preferência por um tipo de “organizador” diferente. Seja no computador ou no papel, encontre qual forma é melhor para você e coloque em prática.

Por último, mas tão importante quanto qualquer uma das dicas citadas acima, é que você já agende suas férias. Se a empresa não vive sem você por pelo menos 10 dias, é melhor você repensar toda a estrutura e organização do seu empreendimento.

* Christian Barbosa – Um dos maiores especialistas em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial. Autor dos livros A Tríade do Tempo – A Evolução da Produtividade Pessoal, pela Editora Campus, e Você, Dona do Seu Tempo, pela Editora Gente. Sócio da Triad – empresa especializada em produtividade que presta consultoria, treinamento e oferece produtos diferenciados. Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU – Empretec. Sua metodologia e teorias sobre produtividade ganharam destaque e importância nacional e internacional devido inovações e soluções diferenciadas. http://www.triadedotempo.com.br e http://www.maistempo.com.br

– Deveríamos comer insetos?

Pelo jeito… sim!

A Revista Superinteressante trouxe uma extensa matéria sobre o quão saudável são mosquitos, borboletas e besouros!

Extraído de: http://super.abril.com.br/alimentacao/voce-deve-comecar-comer-insetos-730304.shtml?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

POR QUE VOCÊ DEVE COMEÇAR A COMER INSETOS

O nojo que você sente é relativo

Insetos podem, sim, ser bons substitutos para bois, porcos e frangos. No “pasto”, eles ajudariam a economizar água e custariam menos, além de serem mais nutritivos do que outras carnes. Tudo muito legal se não fosse um detalhe: imagine como seria mastigar uma larva. Sentir a textura do bicho e o jeito que ele explode dentro da sua boca. Ruim? Saiba que o nojo que você sente é natural, mas pode ser domesticado. Tanto que existem provas de gente capaz de comer insetos espalhadas pelo mundo todo. Dos índios brasileiros, que adoram formigas, aos glutões japoneses, viciados em gafanhotos, passando por povos do México e aborígenes da Austrália. Você também pode dizer que a questão não está só na cabeça, mas no próprio bicho: eles são sujos. Bom, nem sempre.

INSETOS ESTÃO CHEIOS DE ENERGIA

Adicione um fator importante à limpeza: eles são ricos em proteína. E costumam carregar mais deste nutriente do que outros bichos. Compare: enquanto a carne de boi é composta por apenas 28% de proteína, o corpo de moscas e mosquitos chega a quase 59%, e libélulas têm 58% (veja mais no gráfico abaixo). “Eles também são ricos em vitaminas, principalmente a B, e minerais, como ferro e cálcio”, enumera Marcel Dicke, professor de entomologia da Universidade de Wageningen, na Holanda. Para terminar, possuem ácidos graxos essenciais, um tipo de gordura também encontrada em peixes, que ajuda nosso corpo a metabolizar energia.

QUANTIDADE DE PROTEÍNA

Moscas têm quase o dobro de proteínas que bois. Veja a quantidade de nutrientes de outros insetos.

Moscas e mosquitos – 59%

Libélulas – 58%

Percevejos – 55%

Cigarras e cigarrinhas – 51%

Besouros – 50%

Formigas E abelhas – 47%

Borboletas e mariposas – 45%

Baratas e grilos – 44%

Boi – 28%

Porco – 25%

Frango – 23%

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Imagem extraída da Internet, referência nela própria.

– O Consumo on-line ficará como herança destes tempos de Pandemia, comercialmente falando?

Com toda essa confusão envolvendo o Novo Coronavírus e o fechamento do Comércio, evidentemente que as empresas precisaram se reinventar!

Sabidamente, as pessoas estão com dificuldade econômica e precisam trabalharpois as empresas também quebram. Entretanto, diante do dilema financeiro-sanitário, não pode-se esquecer de que a Saúde vem em primeiro lugar (virá o bordão de que teremos “mais falidos do que falecidos”, uma infeliz invenção social). Delivery, Home Office e outras modalidades bem usadas nesse momento deixarão de ser alternativas para se consolidarem como costume.

O equilíbrio entre Trabalho e Bem-Estar é difícil, mas há de existir o quanto logo, para que as organizações não quebrem. Por isso, se faz relevante o apoio do Governo (ninguém quer que se #FiqueEmCasa eternamente, nem que se deixe de trabalhar).

Não confundamos relaxar a prevenção pela preocupação econômica, isso precisa ficar claro. Precisamos nos resguardar para o quanto antes sairmos da Quarentena e retomar a vida, que será, logicamente, diferente.

– #tbt 3: Está cansado de ficar em casa?

Há exatamente 1 ano, nossa preocupação era… ainda a quarentena!

Quem está “passado” com a quarentena, reclama sobre o tédio em estar na sua residência fechado. Muitos aproveitam para colocar os afazeres em dia, outros ficam trabalhando via Home Office na mesma carga horária, mas, em alguns casos, outras pessoas se queixam da falta de tempo para descanso pelo acúmulo de atividades.

Li alguém que escreveu: “Não sei mais o que fazer em casa”! Às vezes, penso: quem dera eu pudesse ter esse problema… mas, na verdade, as coisas vêm se acumulando por diversas outras situações, não restando folga alguma.

E na sua realidade, o que te incomoda?

– Relax! Ser bicho ou ser gente?

Preguiça, na sua forma mais natural, retratada abaixo:

Quantas vezes você não queria estar no lugar do seu cachorro?

Eu, algumas. Para me livrar de preocupações e para ter descanso! Porém… e se o meu dono fosse “mala”?

Melhor ser gente mesmo, apesar de muita vezes o bicho-homem ser mais complicado do que um simples cachorrinho.

Imagem

– Reinventar-se é preciso!

Já “cansou de si mesmo”?

Eu sim. E já externei várias vezes a necessidade que cada um de nós tem para mudar, de fazer algo diferente, de buscar novos desafios (mesmo tendo muitos compromissos diários ou sendo workaholic).

A questão é: mudar como?

Em trabalho? Em hábitos? Em qualidade de vida? Em padrão social?

Talvez em disposição, na forma de encara o dia-a-dia.

Particularmente, sou muito pilhado em tudo estar certinho. Metódico, sistemático mesmo. O correto, o justo, o ético e o moral estão sempre associados comigo, e não consigo desvencilhar-me dessas coisas, gerando excesso de preocupação, irritação, inconformismo!

Calma, não sou “certinho”, sou apenas um cara que gosta das coisas em ordemmas isso não me dá o direito de pegar no pé de quem pensa diferente ou de censurar o meu próximo.

Na verdade, a crise econômica / social / educacional que o país vive nos obriga a imaginar diversas situações. Tenho amigos que deixaram o Brasil, mas isso é uma solução?

Isso é mudar, concordo, mas não precisa ser algo tão radical (no meu caso).

O melhor mesmo é não desanimar, tentar ver o mundo de uma maneira menos ruim e saber que você não pode mudar o mundo sozinho (embora, não se pode acomodar com as injustiças sociais).

O maior medo é: por acompanhar alguns amigos que enfartaram tão jovens, ser vítima de um enfarto! É por isso que tenho que manter em alta o ânimo e praticar atividades físicas. Eu não quero viver com depressão, nem enlouquecer lentamente.

Ops: ao escrever essa última colocação, me lembrei que ela faz parte de uma música do polêmico Lobão (poeta, mas louco!), que fala sobre consciente e a “menor expressão de angústia”…

Taí, gostei. Compartilho para reflexão: e acrescento – valorize a vida, pois na canção abaixo se pede “para que você não tente se matar pelo menos nessa noite”. Não se mate nunca! Viva a vida, reinvente-se.

Escute clicando em: https://www.youtube.com/watch?v=U6hIdLm5qTU

– Criando responsabilidades para as crianças

Ensinar os pequeninos com os deveres do Lar é muito importante.

Olha que bacana esse quadro de “tipos de ajuda” por idade!

Abaixo:

– MAS… que palavrinha chata!

Muitas vezes somos sistemáticos com certas coisas. Uma das minhas birras é o tal do “MAS“.

Sabe quando você é elogiado, e logo depois do elogio ele aparece?

Putz, acaba com o dia. Não é uma autosuficiência, mas um perfeccionismo bobo.

– Pense positivo!

Tenho sempre muito cuidado para que a mente esteja sã, pois ela pode nos trair involuntariamente.

Vi, por acaso, esse pensamento abaixo. E não é que ele tem razão?

Quem nos conhece melhor do que os outros, se não nós mesmos?

Na figura:

– Os Golpes dos Personagens em NY!

Coisa de americano, mas poderia ser de brasileiro: a Globo mostrou uma matéria curiosa em que pessoas se vestem de bonecos de personagens populares de desenhos e/ou heróis, nas ruas de Nova York, a troco de dinheiro para fotos com turistas!

O sujeito se veste de Batman, a criança vê e o pai entusiasmado pede uma foto. Aí ele dá uma “caixinha” / gorjeta / valor qualquer. O problema é: tem boneco brigando que não quer esmola, pedindo mais dinheiro pelo seu “trabalho profissional”.

Pode?

Dá para imaginar essas Hello-Kittys agredindo uma mãe ou um pai, por diferença de preço? Veja abaixo a matéria:

Extraído de: http://is.gd/ZhHrQz

‘PERSONAGENS’ DA TIMES SQUARE SÃO ACUSADOS DE INCOMODAR TURISTAS

Pessoas vestidas de Elmo, Super Mario e Hello Kitty lotam praça de NY.
Alguns são tidos como agressivos; polícia diz que casos são pontuais.

O Monstro Come-Come foi acusado de empurrar um menino de dois anos. Super Mario enfrenta acusações de supostamente tentar apalpar uma mulher. E Elmo foi preso por gritar insultos antissemitas a turistas.

A famosa praça Times Square, em Nova York, está repleta de pessas fantasiadas como personagens da  cultura pop, que tentam ganhar dinheiro posando para fotografías com os muito turistas que passam por ali.

Mas alguns dos personagens são diferentes dos que se veem no programa “Vila Sésamo” ou na Disney, pois fumam, usam linguagem chula e chegam a ser agressivos. Ao menos três deles foram presos nos últimos sete meses.

“Ele estava dizendo palavras horríveis”, afirmou Parmita Kurada, de Stamford, Connecticut, que reportou à polícía ter encontrado nesta semana um homem fantasiado de Monstro Come-Come que exigiu que ela desse US$ 2 para posar com seu filho de dois anos, Samay.

Kurada relatou que quando disse ao personagem que seu marido precisava buscar dinheiro trocado para pagá-lo, a criatura azul empurrou seu filho e começou a insultá-los. “Foi aterrador, comecei a chorar. Não quis provocá-lo, então disse: ‘Te daremos o dinheiro, mas para de gritar”’, relata.

Osvaldo Quiroz López, de 33 anos, foi acusado de agressão, de pôr em perigo a um menor e de mendicância agressiva. Seu advogado não retornou um telefonema da Associated Press, pedindo que comentasse o assunto.

De US$ 2 a US$ 5 pela foto
Na última terça-feira (9), a Times Square estava repleta de pessoas fantasiadas de Mickey Mouse, Hello Kitty, um Transformer, Super Mario e Elmo.

Como atores de rua protegidos pela Primeira Emenda da Constituição, eles livres para andar pela Times Square e de trabalhar por gorjetas entre US$ 2 e US$ 5 por foto, desde que não obstruam o trânsito, não vendam mercadorias nem exijam pagamentos, afirmou a polícia. Se infringirem essas regras, precisam pagar uma multa de cerca de US$ 60.

Muitos são imigrantes. A equatoriana Laura Vanegas, de 45 anos, por exemplo, fantasia-se de Estátua da Liberdade. Ela diz que arrecada entre US$ 30 e US$ 50 em oito horas de trabalho.

Já Steve Crass, vestido como um robô com fralda de plástico fluorescente, afirma que ganha até US$ 280 por seis horas na frente de uma loja de brinquedos. “Alguns personagens são meio agressivos”, reconheceu.

Problemas ocasionais
O porta-voz da polícia Paul Browne afirmou, em um e-mail, que o departamento teve “problemas ocasionais” com as pessoas fantasiadas na Times Square, mas são “minimos”.

O processo contra o Super Mario, acusado de tentar apalpar uma mulher, segue pendente. O Elmo, acusado de insultos anti-semitas, declarou-se culpado de desordem pública em setembro de 2012 e foi sentenciado a dois dias de serviço comunitário.

Segundo a presidente do Conselho Municipal de Nova York, Christine Quinn, os legisladores tentam encontrar uma forma de regular essa atividade, mas é complicado. “É muito difícil legalmente porque colocar uma fantasia e caminhar pela Times Square é uma atividade protegida pela Primeira Emenda”, afirma.

– Como deve ser um líder para gerir uma crise?

Abaixo, tal tuíte serve para política, futebol, religião… para a própria empresa ou até em sua casa:

Foi publicado pelo Padre Joãozinho, SCJ, e que expressa o que penso:

“Líder é uma pessoa com VISÃO que gera COESÃO em vista da AÇÃO. Numa hora de pandemia a população precisa mais de líderes que gerem coesão social para criar ações e comportamentos eficazes. Fechar os olhos e dividir as pessoas é uma atitude de anti-líderança que não se sustenta!”

Perfeito, não?

– A Graça da Vida é… viver!

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Contra a Depressão e a Tristeza durante a Pandemia, REZE!

Nestes dias tão atribulados, há muitas pessoas se deprimindo pela situação caótica causada pela pandemia. Perda de familiares, doenças, desemprego… enfim: um conjunto de dificuldades que tiram as pessoas do normal, deixando-as suscetíveis às armadilhas da tristeza.

Recebi e compartilho: rápidas reflexões e preces a fim de evitar a ansiedade, buscando blindagem espiritual contra o desespero.

Abaixo:

BREVES ORAÇÕES E JACULATÓRIAS CONTRA O PÂNICO

“Se é grande a nossa culpa e os nossos medos, nos lembremos que maior ainda é a Misericórdia do Pai”

“Deus nunca nos dá um fardo maior do que podemos suportar”.

“Se Ele ama até mesmo simples criaturas como os passarinhos e não deixa que falte nada a eles, o que não fará por nós, filhos amados dEle?”

“Deus provê, Deus proverá. Sua misericórdia não faltará!”

“Do que temos medo? ‘Coragem, eu venci o mundo’, disse Jesus.

“Que direito eu tenho de ainda me sentir culpado, mesmo depois de me reconhecer pecador e buscar a absolvição de Deus que vem pela Igreja, se o Perdão ocorre pelo Sacramento instituído pelo próprio Cristo, que deu sua vida em favor da nossa purificação?”

“O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo”.

“Como amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, se eu não me amo?”.

“Vivamos um dia por vez. Todos os dias têm suas suficientes preocupações. Basta buscarmos Deus para nos sustentar”.

“Pois isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados, pois todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.”

“Por quê vacilar? Disse Jesus: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.’ Assim, CREIAMOS sem vacilar.”

“Nos momentos de crise, lembre: ‘Calma. Logo passa. Tudo passa. SEMPRE PASSA.’ Isso é verdade: a angústia passará”.

“Se assuma sempre cristão. Orgulhe-se! Não tenha vergonha, irritação ou incômodo. Deus te ama”.

“Peça sempre a graça do Espírito Santo para as decisões. Se for para mudar, MUDE. Se for para continuar, CONTINUE. Mas que quem te guie sempre seja a Luz que vem do Pai e do Filho: o Espírito De Amor! Sendo assim, não tenha medo do diferente, do futuro, das coisas a enfrentar. Deus está conosco”.

“Tudo o que fazer, faça com alegria”.

“Escreveu São Josemaria Escrivá: ‘Nem todos podem chegar a ser ricos, sábios, famosos… em contrapartida, todos – sim, TODOS – estamos chamados a ser santos’.”.

“Não fiqueis tristes, pois a Alegria do Senhor é a vossa força”!

“Abri, Senhor, os meus lábios para bendizer o vosso santo nome. Purificai o meu coração de todos os pensamentos vãos, desordenados e estranhos. Iluminai o meu entendimento e inflamai minha vontade para que eu possa rezar digna, atenta e devotamente.”

“Rm 8,35.37 –
Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou!”

– Cassino e Gabigol: Mas e o Flamengo como empresa?

Um time de futebol precisa entender que seus jogadores são “outdoors” ambulantes. Promovem sua marca, são dissociáveis. 

Se o atleta erra, o clube pune e mostra à sociedade que não compactua dos erros. Mas… nem sempre é assim!

Viram Gabigol? Num Cassino (que é proibido), numa sala sem janelas (em plena pandemia), tentando se esconder embaixo da mesa (dispensa comentários) e dando “carteirada” na Polícia (lamentável).

O que fez o Flamengo?

Nada. Alegou que ele está de férias e não tem “nada com isso”…

Não tem mesmo? 

Para grandes e respeitadas empresas, o seu colaborador é a extensão de sua imagem, valores e impressões. Uma pena que o Mengão não pense assim.

A propósito: segundo o noticiário, deputados, cantores e outras personalidades são assíduos frequentadores do local que, mesmo se fosse legalizado, deveria estar fechado por conta da pandemia. Aliás, a desculpa inocente de que o jogador foi “jantar pensando que era um restaurante”, não colou nem um pouco, não?

– Definindo a Geração Z

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

Resultado de imagem para Geração Z

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.