– Você tem pouca paciência? Resiliência de maneira cristã:

Muitas vezes somos ansiosos, tensos, impacientes… Não sabemos entender as razões e somos imediatistas.

Mas o nosso tempo é o mesmo tempo de Deus?

Compartilho:

Aceita tudo o que acontecer.

Na dor, permanece firme;

na humilhação, tem paciência.

Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata,

e os homens agradáveis a Deus, pelo caminho da humilhação.” (Eclo 2, 4 – 5).

Pois é… bonito, profundo e de difícil prática!

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Imagem extraída de: http://natashagalancaballero.blogspot.com/2017/11/

– O comportamento diferente das pessoas de sucesso verdadeiro, frente as demais.

No sucesso e no insucesso: como agem as pessoas?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kXlWSjhuxcY

– O futuro é hoje!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

– Off

Que tal fugir um pouco da Web?

Às vezes, é necessário esconder o computador, cortar o sinal da Internet e dar uma sumida do teclado – mas por várias horas.

Mundo virtual, hoje tentarei me moderar. Me desligando por um tempinho neste domingo (provavelmente à tarde / noite) para arejar a cabeça. E, aconselho, faça o mesmo. Use com parcimônia!

– No comando do Cérebro?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

Destrave seu cérebro e assuma o comando da sua vida. - Universo Neural

Imagem extraída de: https://cacef.webnode.com.br/news/o-desejo-e-a-chave/

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– Restaurante que dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições?

Criativo, mas que nos leva a refletir: um restaurante na Austrália dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições (vide na imagem onde eles são guardados).

Precisamos usá-los quando comemos em família?

Mais do que isso: temos necessidade de sairmos de casa, ao invés de alimentação mais saudável no lar?

Em: https://pt.aleteia.org/2022/02/09/imagem-viral-de-familia-em-restaurante-e-mistura-de-criatividade-e-tragedia/

IMAGEM VIRAL DE FAMÍLIA EM RESTAURANTE É MISTURA DE CRIATIVIDADE E TRAGÉDIA

Um restaurante australiano criou uma solução para manter as crianças e adolescentes longe de seus telefones; mas o fato revela um problema maior.

Uma imagem viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A foto retrata a triste realidade para muitas famílias hoje.

Parece inocente à primeira vista. É um casal com suas filhas adolescentes. O pai parece vitorioso, enquanto faz um sinal positivo. As filhas, no entanto, parecem bastante tristes enquanto olham ansiosamente para seus telefones que são armazenados em uma gaiola improvisada na mesa. O motivo? O restaurante oferece um desconto de 10% para clientes que não usam seus celulares durante a refeição.

Na verdade, a cena representa uma mistura de sentimentos.

Embora o restaurante esteja generosamente oferecendo aos seus clientes a oportunidade de se conectarem uns com os outros, é triste que isso tenha que acontecer dessa maneira.

Em minha infância, a ideia de sair para uma refeição em família era um luxo e uma imensa alegria. Mamãe e papai não precisariam ir pra cozinha, e então se concentrariam inteiramente nas crianças. Em troca, as crianças estariam conversando umas com as outras e com seus pais. Era um momento de conversa e diversão.

Mas comer fora tornou-se algo comum para muitas crianças de famílias com mais recursos hoje. E elas não sentem o mesmo nível de apreciação ou emoção.

Na verdade, muitas vezes, as crianças e adolescentes também estão tão ocupados postando fotos de suas refeições, ou eles mesmos comendo essas refeições, que o passeio se torna mais uma oportunidade de atrair seguidores do que desfrutar da comida, muito menos de tempo com sua família.

Mas não desanime. Se isso está acontecendo em sua própria família — especialmente com adolescentes — aqui estão algumas dicas úteis.

1. RESTRINJA A ALIMENTAÇÃO FORA

Muitos adolescentes não querem ser vistos com mamãe e papai, mas a ideia de um hambúrguer tentador de um restaurante favorito pode levá-los a mudar de ideia. No entanto, você não quer ter que chantagear seu filho para ter uma boa refeição em família. Então, uma ideia: reduzir o número de passeios para que uma ida ao restaurante se torne um privilégio.

Mesmo que você tenha que cozinhar mais, você poderia usar o dinheiro economizado por não ir a um restaurante para comprar uma refeição saudável pronta que pode ser aquecida em pouco tempo. Isso ajuda se você sentir o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, e incentiva as crianças a apreciarem essas refeições com mamãe e papai.

2. DEFINA UMA DATA DE RESTAURANTE

Se você está acostumado a sair regularmente e reduz suas refeições no restaurante, pode colocar uma data no calendário para sua próxima refeição em família para todos esperarem por ela

3. DEFINA SUAS EXPECTATIVAS

Muitas crianças prosperam quando sabem o que se espera delas. Se você explicar aos seus filhos que vai sair e quiser que todos tragam um tópico para a mesa, isso fará com que suas mentes pensem e lhes dêem algo para contribuir com a família. O bônus é que isso pode ajudar a construir confiança e manter a mente longe do celular. Pode ser algo relacionado a notícias, algo acontecendo na escola, planos futuros ou até mesmo aborrecimentos familiares — se seus filhos conseguirem manter a calma!

A importância deste exercício é fortalecer seu vínculo familiar em um mundo que pode ser tão isolador.

4. DEFINA REGRAS

Não importa a idade de seus filhos, eles precisam respeitar os pais. Você tem que deixar claro antes de sair para um restaurante, ou até mesmo sentar para uma refeição em casa, que a mesa de jantar é uma área sem celular.

O problema é que especialmente os adolescentes podem ficar ansiosos com o que poderiam estar perdendo. Em casos de ansiedade mais exacerbada, incentive seus filhos a informarem aos amigos quando farão uma pausa mais prolongada no uso do celular.

5. PAIS: GUARDAM SEUS TELEFONES TAMBÉM!

Quando se trata de telas, os pais precisam se afastar do ditado popular: “Faça o que eu digo, não o que faço”. As crianças imitam o comportamento o tempo todo, então dê a elas algo positivo para copiar.

Imagem extraída de: Top 10s | Facebook | Fair Use (link acima)

– A Cetamina: o anestégico que curaria temporariamente a Depressão?

Cada vez mais a ciência avança em áreas dificultosas até então. Uma delas: a tristeza crônica / depressão / estado retraído.

Eis que surge uma possível alternativa: a cetamina, uma droga em versões inalável (spray nasal) e intramuscular (injeção) está sendo testada para reduzir por alguns dias tais sintomas depressivos.

Funcionará?

Abaixo, extraído de: https://saude.abril.com.br/medicina/remedio-anestesico-pode-virar-tratamento-contra-a-depressao-resistente/

REMÉDIO ANESTÉSICO PODE VIRAR TRATAMENTO CONTRA A DEPRESSÃO RESISTENTE

O fármaco teria ação antidepressiva potente até em casos que não respondem ao tratamento normal. E seria o primeiro psicodélico contra doenças psiquiátricas

Por Ricardo Zorzetto, Agência Fapesp

Em setembro de 2018, a farmacêutica Janssen apresentou à agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) um pedido de registro de uso novo para uma medicação antiga. O laboratório solicitou que o anestésico cetamina, sintetizado nos anos 1960, possa ser empregado contra a depressão que não cede aos antidepressivos, chamada de refratária ao tratamento (ou depressão resistente).

Nos últimos 20 anos, um número crescente de estudos sugere que, em doses baixas, a cetamina tem ação antidepressiva potente e rápida. No entanto, de fato a maior parte desses experimentos foi conduzida com poucas pessoas e por um período curto.

De qualquer jeito, uma única aplicação de cetaminada, injetada no músculo ou na corrente sanguínea, seria capaz de reduzir de modo significativo e relativamente duradouro (cerca de uma semana) a tristeza, a desesperança, a falta de motivação, a baixa autoestima e até os pensamentos suicidas que às vezes acompanham a depressão severa.

“Em doses de dez a 20 vezes inferiores às usadas na anestesia, a cetamina é um medicamento que ajuda a tirar a pessoa do fundo do poço”, afirma o psiquiatra Acioly Lacerda, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um dos pioneiros no uso experimental da droga contra a depressão no Brasil.

Um dos problemas de saúde mental mais frequentes no mundo, a depressão atinge 300 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Pior: até metade não melhora com os antidepressivos disponíveis.

De olho nesse mercado, a Janssen desenvolveu uma versão da cetamina de aplicação mais simples para indivíduos com depressão. Trata-se de um spray nasal que deverá ser administrado sob supervisão médica.

Caso seja aprovada pela FDA, a cetamina inalável deve se tornar o primeiro composto da classe dos psicodélicos, que alteram a percepção da realidade, a ser adotado no tratamento de doenças psiquiátricas com respaldo de uma autoridade sanitária. Recentemente, tem crescido o interesse de profissionais de saúde mental no uso terapêutico de psicodélicos, muitos em estágio inicial de testes.

O produto da Janssen está em avaliações avançadas em seres humanos: os ensaios clínicos de fase 3, que medem a eficácia do produto, última etapa antes da liberação para comercialização.

Em maio, o grupo coordenado pela psiquiatra Carla Canuso, diretora de desenvolvimento clínico da Johnson & Johnson – empresa que comanda a Janssen –, publicou um artigo online no American Journal of Psychiatry em que mostra os resultados de uma etapa anterior, os ensaios de fase 2.

Realizado com pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos, o estudo avaliou a segurança e deu indícios da possível eficácia do spray. Nele, 68 voluntários com depressão refratária e risco iminente de suicídio foram aleatoriamente indicados para receber duas doses semanais de cetamina intranasal por quatro semanas ou de um composto inócuo (placebo). Os dois grupos também foram tratados com um antidepressivo convencional. Segundo o trabalho, quem recebeu cetamina melhorou mais rápido, até o 11º dia dos testes.

Resultados preliminares de dois ensaios clínicos de fase 3, dos quais participam centenas de pessoas em 60 clínicas e hospitais de diversos países, inclusive do Brasil, foram apresentados em maio no encontro anual da Associação Americana de Psiquiatria e reforçam os achados anteriores.

“Se a resposta da cetamina intranasal continuar superior à do placebo nos estudos que estão terminando, a aprovação da FDA pode vir em até um ano”, diz o psiquiatra Lucas Quarantini, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que, como Lacerda, participa dos testes do medicamento da Janssen.

A CETAMINA JÁ VEM SENDO USADA CONTRA A DEPRESSÃO

Mesmo sem aprovação das autoridades de saúde, já ocorre nos Estados Unidos, e mais recentemente no Reino Unido e no Brasil, a prescrição de cetamina injetável contra a depressão refratária. Nesses países, o composto está registrado apenas como anestésico.

Seu uso psiquiátrico não consta da bula e é considerado excepcional (ou off-label). Por essa razão, a indicação da cetamina injetável contra a depressão ocorre por conta e risco do médico, que só deve recomendá-la se os benefícios para o paciente superarem os riscos.

Entre possíveis reações adversas há o risco de dependência e uma elevação temporária da pressão arterial. “O uso off-label é de responsabilidade de cada profissional”, informou a assessoria de comunicação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula a venda de medicações no Brasil.

No país, a única empresa produtora de cetamina, o laboratório Cristália, entrou há cerca de oito meses com um pedido na Anvisa para que o tratamento da depressão passe a constar em bula. “Reunimos os estudos mostrando a segurança e eficácia do produto contra a depressão e estamos aguardando”, conta o médico Ogari Pacheco, cofundador do Cristália. Isso, claro, vale para a versão injetável – e não a em spray, da Janssen.

A aprovação pela autoridade sanitária daria respaldo aos médicos, que correm o risco de sofrer ações judiciais. Também representaria um passo inicial para que se torne possível pedir ao Ministério da Saúde a inclusão da cetamina, um remédio barato (a dose custa entre R$ 5 e R$ 10), na lista de medicamentos e procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelos planos de saúde.

Hoje, clínicas e hospitais públicos que tratam depressão com cetamina dependem do setor de anestesiologia para fazer a compra. Na iniciativa privada, é preciso ter alvará para a aplicação de fármacos injetáveis, além de equipamentos para monitoração cardiorrespiratória e ressuscitação.

Nesses locais, cada aplicação sai por R$ 600 a R$ 1 200 por causa da infraestrutura exigida e do custo da hora das equipes médica e de enfermagem.
Lacerda calcula que cerca de 20 clínicas e hospitais brasileiros (ao menos seis ligados a universidades públicas) já ofereçam o tratamento com cetamina para a depressão. Na Unifesp, ele coordena uma equipe que atua em dois ambulatórios que funcionam todas as manhãs de segunda a sexta-feira e atendem apenas pacientes do SUS.

Nas duas unidades, dez pessoas são tratadas com cetamina por dia. “Em quatro anos, esse consórcio já realizou cerca de 6 mil aplicações de cetamina em aproximadamente 1 200 indivíduos”, conta. “Entre 60% e 65% deles apresentaram melhora considerável”, afirma o pesquisador.

“Há razão para ser otimista com o impacto da cetamina na sobrecarga que a depressão gera na saúde pública”, afirmou o psiquiatra americano John Krystal, professor da Universidade Yale, em entrevista a Revista Pesquisa Fapesp. “Nunca houve um medicamento que agisse de maneira tão rápida, eficiente e persistente.”

Krystal foi um dos pioneiros no uso da cetamina para tratar problemas psiquiátricos e hoje detém uma parte das patentes licenciadas pela Janssen para administração intranasal e seu uso para impulsos suicidas. Em meados dos anos 1990, ele começou a investigar o efeito de doses baixas do anestésico sobre o humor e, em 2000, publicou a primeira evidência de que ele produzia um efeito antidepressivo rápido em humanos.

cetamina para depressão novo tratamento

Um possível novo tratamento para a depressão que resiste a remédio pode ser aprovado em breve Ilustração: Pedro Hamdan/SAÚDE é Vital

– Foi tarde, Adrilles.

O ex-BBB Adrilles Jorge foi demitido da Jovem Pan. Ele conseguiu achar um meio de defender “Monark”, e se não bastasse isso, ao término de um programa que participava, fez o famoso gesto que lembrou a saudação a Hitler (se intencional, não se sabe). Até o apresentador disse assustado: “Surreal, Adrilles”.

Se os seus comentários exageradamente pró-Governo (impressionava como ele defendia com unhas e dentes todas as ações de Bolsonaro) já eram constrangedores, agora a coisa ficou insustentável.

O que me impressiona é: como pode não ter sensibilidade neste tema tão delicado e a cara-de-pau em seu irônico cumprimento que pareceu ser nazista? E se não foi, evite parecer ser.

Imagem extraída de UOL.com

– Como você trata o próximo?

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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– Educação e Fé, Ciência e Religião, Razão e Emoção: conciliam bem nas Escolas ou são contradições?

Uma atual (porém histórica) discussão sempre foi sobre a relação harmoniosa ou não no comportamento social entre a fé e a razão, ou melhor: a religião e a ciência.

Mas quem disse que elas devem ser concorrenciais, e não complementares ou colaborativas no caráter e educação das pessoas (embora poucos pensem assim)? Gosto demais de uma frase de São João Paulo II de que “A Fé e a Razão são assas que nos elevam para o Céu”.

Leio na edição 2582 da Revista Superinteressante, pg 8-9, sobre o debate da religiosidade e crenças dentro das instituições de ensino e pesquisa. Claro que o assunto é bem delicado, pois manter-se livre de proselitismo de crença (como todo professor tem que fazer) não pode ao mesmo tempo “descatequizar” um discente ao passo de transformá-lo em ateu. São coisas distintas, e reforço: desde quando a fé é inimiga da inteligência? Emoção e razão em equilíbrio, para um mundo melhor, por favor.

Algumas coisas discordo e outras concordo, mas gostaria de compartilhar. Abaixo:

LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA. LUGAR DE DEUS É NA IGREJA

As religiões são um pilar fundamental de quase todas as sociedades. Mas elas não devem pautar nem a educação pública, nem os laboratórios.

Por Bruno Vaiano

O método científico é simples. Consiste no que uma criança faz por instinto. Ela observa a areia da praia e percebe que a cor e a textura lembram Nescau ou Toddy. Ela levanta a hipótese de que a areia talvez tenha gosto de achocolatado. Ela testa essa hipótese com um experimento – isto é, comer a areia. O experimento revela que a hipótese está errada. Hora de refinar a hipótese, ou rejeitá-la. E aí partir para uma nova observação, que recomeça o processo (aquela bola de gude parece uma bala. Será uma bala?)

A rotina de um cientista adulto é parecida. Em 2017, 40 biólogos de várias nacionalidades espalharam 3,1 mil lagartinhas verdes de massa de modelar em 31 lugares. Eles queriam testar uma hipótese antiga da ecologia: a de que, em regiões próximas do Equador, há mais aves, mamíferos e insetos atrás de comida (ou, para usar o termo técnico, há mais interações entre espécies). Eles deixavam as presas fake alguns dias na natureza selvagem e depois verificavam se elas haviam sido mordidas. Conclusão? “Uma lagarta próxima aos polos tem oito vezes menos chance de ser mordida que uma lagarta no Equador”, me contou na época Larissa Boesing, da USP. “Para cada grau a mais de latitude, a probabilidade de a lagarta sobreviver intacta aumenta em 2,2%.”

Essa é uma maneira de adquirir conhecimento. Verificar uma hipótese na unha. A outra é consultar alguém que já verificou a hipótese. Quando uma criança faz isso, ela busca uma fonte confiável – a mãe, por exemplo. Um cientista, quando lê a descrição de um experimento realizado por outro cientista, avalia cada passo para saber se pode confiar nas conclusões.

Um cientista usa o conhecimento adquirido por outros cientistas como ponto de partida de seu trabalho. Caso contrário, a ciência seria um empreendimento coletivo estagnado. “Vou estudar uma lua de Júpiter. Vou começar testando pela enésima vez essa hipótese chamada gravidade.” Quando um certo número de crianças testam a mesma hipótese (de que areia teria gosto de Nescau) e chegam à mesma conclusão (de que não tem), forma-se uma teoria. Os cientistas chamam de teoria uma hipótese verificada várias vezes.

A palavra “teoria”, então, tem um significado diferente para a ciência: é uma explicação para algum aspecto da natureza que já foi testada e assinada embaixo. Não tem o significado de “suposição” ou “especulação” que os não cientistas costumam lhe atribuir. A teoria da tectônica de placas de Wegener e Wilson, a teoria da evolução por seleção natural de Darwin e a teoria da relatividade geral de Einstein são aceitas como fatos.

Dogmas, por outro lado, são informações sobre a natureza que não foram confirmadas experimentalmente. A única maneira de justificar a crença em um dogma é o argumento de autoridade: um livro sagrado carrega a palavra de Deus, e ela é indiscutível. Por isso mesmo, o único conhecimento que pode constar do currículo escolar é o científico. Todos têm direito à fé em algum dogma; todos têm direito a ter seu dogma respeitado e o dever de respeitar o dogma alheio.

Mas é essencial que o professor deixe o dogma na porta quando pega o giz. Nenhum professor deve afirmar que areia tem gosto de achocolatado, pois qualquer criança pode verificar que é mentira. Tampouco ele pode dizer que Jesus caminhou sobre as águas, que Deus ditou o Corão a Maomé ou que pular sete ondas para Iemanjá garante sorte. Nenhuma dessas hipóteses provou-se verdadeira. São todas questão de fé – algo profundo e estritamente pessoal.

E isso nos leva a outro problema da religião na escola pública: cada grupo tem a sua religião (principalmente em um país com tanta diversidade cultural como o nosso). Um cristão pode achar engraçado um índio Kaiapó acreditar que uma onça inventou a carne assada. O índio acha engraçado que o cristão acredite em uma mulher virgem que dá à luz. Um professor não tem tempo de abordar cada uma das várias fés que existem no Brasil. Não em pé de igualdade. E, se ele privilegiar uma, obviamente será em detrimento de outra. Alguém sempre acaba desrespeitado. A solução é ater-se à ciência – que vale para todos.

ANALFABETISMO CIENTÍFICO

Outro motivo para que o ensino público atenha-se à ciência é o maior déficit do País: o de conhecimento. Nossos estudantes ignoram fatos científicos básicos. 40% dos jovens entre 15 e 16 anos declaram não saber se o ser humano foi vítima de dinossauros carnívoros (a resposta é não). 44% não sabem que o planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos de idade. Um terço acha falsa a afirmação de que o homem descende de outra espécie de primata. Os dados são de um estudo de 2015 com 2.404 alunos da rede pública de todo o Brasil.

Uma sociedade de analfabetos científicos é incapaz de combater, por exemplo, problemas de saúde pública. A versão resistente a antibióticos do bacilo de Koch, que é consequência da evolução por seleção natural, mata 250 mil pessoas por ano, segundo a OMS. Essa tuberculose anabolizada não distingue crentes e ateus. Sem a tectônica de placas de Wegener e Wilson, por sua vez, é impossível estudar terremotos, vulcões e tsunâmis – como o que matou 429 pessoas na Indonésia em dezembro. O bom das teorias é que elas valem até para quem não acredita nelas. Assim, permitem entender o mundo e torná-lo melhor.

Perceba que alfabetização científica não tem a ver com ser ou não ateu. 8% das teses e dissertações do departamento de biologia da USP contêm agradecimentos a Deus na dedicatória. Na veterinária, sobe para 38%. O biólogo Antonio Carlos Marques, que levantou esses dados, me confessou em 2016: “Eu entendo a necessidade pessoal de explicações metafísicas, mas como é que o próprio aluno não sente o conflito dentro de si quando religião e ciência se encontram?” De fato, é um conflito. Mas não há por que cobrar ateísmo de todo cientista. Cabe ao profissional entender-se com a própria consciência, contanto que ele separe aquilo que é fé daquilo que é fato.

E isso vale para todos os brasileiros. Este texto não advoga contra a fé nem pede que ninguém a deixe de lado. Só é preciso concordar que a religião, seja ela qual for, não pode interferir em políticas públicas de educação, de ciência ou de tecnologia. A separação entre Igreja e Estado, afinal, é como a teoria da evolução: sempre dá certo quando é testada. Deixá-la para trás a essa altura seria um retrocesso – um recuo tão grande quanto se voltássemos todos a comer areia.

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-conflito-entre-fe-razao.htm

– Viciados Digitais?

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro |  Federação de Amor-Exigente – FEAE

Imagem extraída de: https://amorexigente.org.br/viciados-em-tecnologia-buscam-ajuda-em-clinica-de-detox-no-rio-de-janeiro/

– Como é a Vida de um Puxa-Sacos!

Gosto de bons artigos e, mais ainda, de bons escritores, lógico. Um deles, Fábio Steinberg, beirou a perfeição em um artigo na antiga Revista Alpha, Ed 25, pg 53-54, ao falar da Vida dos Puxa-Sacos.

Veja se ele não foi perfeito nesse artigo: como é o dia-a-dia dessas pessoas…

A VIDA DURA DOS PUXA-SACOS

Eles riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer
asnice dita pelo chefe

Ninguém sabe ao certo como surgiu o puxasaquismo, mas há uma corrente de estudiosos que põe a culpa de tudo nos chimpanzés. Organizados por hierarquia de comando desde que surgiram na Terra, até hoje os primatas mais fraquinhos passam dias e noites paparicando os mais fortes. Para esses primos dos humanos, o ritual inclui beijar os pés do chefão, levar oferendas meio bestas, como folhas e gravetos, e até entrar em fila para fazer cafuné nos nobres pelos do mandatário. Seja por gene, seja por observação direta, o fato é que a chegada desse comportamento bizarro ao universo dos homens foi só um pulo. O “processo adaptativo para garantir a sobrevivência”, como alguns cientistas sociais costumam rotular a bajulação aos poderosos, segue os mesmos princípios da era das cavernas, mais tarde repetidos na adoração aos faraós e na adulação aos reis absolutos dos séculos seguintes, até se disseminar hoje como uma praga no mundo corporativo.
Coube ao jornalista americano Richard Stengel, hoje editor da revista Time, escrever o primeiro e, provavelmente, único tratado sobre a bajulação. Com o título You’re Too Kind (“Você é muito gentil”), ele considera essa prática uma epidemia social, embora amenize o estrago sob a classificação de “mentiras inofensivas que fazem o gerador e o receptor se sentirem melhor”. Assim, no universo empresarial, o puxa-saquismo não seria nada além de um mal necessário indispensável ao equilíbrio das relações profissionais. Para o autor, a soma de elogios exagerados esconde a estratégia do profissional de buscar um resultado prático — desde se tornar o mais querido dos subordinados até garantir um escritório com janela ou turbinar a carreira. Trilhando o caminho da ambiguidade, o ato de bajular se confunde com educação e respeito à etiqueta social.
Stengel se animou tanto com o conceito que desenvolveu que chegou a elevar o puxa saquismo à condição de arte. Uma forma de sedução em que a meta é nunca cair no lugar-comum. É saber elogiar a beleza se a pessoa for inteligente. E destacar a inteligência se a pessoa for muito bonita. Com isso, o autor acabou fazendo em sua obra uma megagentileza tão grande aos puxa-sacos que o livro se esgotou. A experiência demonstrou a essência da bajulação, que é obter um benefício direto dos que concentram o poder por meio de um tratamento privilegiado por quem precisa do favor.
A tese de Stengel passa um pouquinho além da conta. Enquanto na vida social a noiva está sempre linda, o recém-nascido é sempre uma gracinha e o morto era uma ótima pessoa, nas empresas é o chefe que está sempre elegante e bem-vestido, suas ideias são inovadoras e criativas e suas iniciativas não deram certo por serem muito avançadas em relação ao tempo. Os princípios que regem a bajulação são os mesmos em qualquer contexto. Só que, enquanto no campo social se mostram em geral inofensivos, nas empresas carregam um interesse oculto.
Ao oferecer um ambiente acolhedor que permite aos puxa-sacos crescer e se multiplicar, as empresas se tornaram santuários modernos para o exercício da adulação. Pode-se falar até em carreira para eles, que começam como simplórios juniores que riem de piadas sem graça, elogiam atos insanos e concordam com qualquer asnice dita pelo chefe até os mais seniores, que aprendem a se anular como indivíduo para viver a vida daqueles que mandam no pedaço e, num desprendimento inédito, praticam um mimetismo que os faz se confundir com os superiores como se ambos fossem uma única alma. Sutis, os mais tarimbados não cometem erros primários de chamar o chefe de gênio, pois sabem que o contrário é que soaria como autêntico. No entanto, adotam métodos subliminares de identificação com o dirigente da vez: copiar cortes de cabelo, modo de vestir e até assumir o mesmo time de futebol.
Em retribuição à eliminação da vontade própria e ao alinhamento absoluto e fidelidade canina ao patrão, o funcionário espera dele a retribuição, de singelos sorrisos de aprovação a demonstrações explícitas, como aumento de salário e promoção de carreira. Como parasita, o puxa-saco só existe porque encontra quem patrocine seu comportamento. Isso se explica pela solidão do poder, que isola e fragiliza seus detentores e, ironicamente, os torna emocionalmente dependentes de mercenários que topem se ajustar aos seus caprichos, opiniões e atos. O final a gente já conhece: de tanto viver à custa da hospedeira, os parasitas acabam por matá-la. E, sem ter mais do que se nutrir, também vão para o brejo.

(*) Fabio Steinberg, jornalista e escritor, autor dos livros Ficções Reais e Viagem de Negócios, há 20 anos dá consultoria sobre comunicação a empresas. Escreva para ele: fabionet@uol.com.br

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Imagem extraída de: https://www.resilienciamag.com/quem-puxa-saco-tambem-puxa-tapete/

– Dormir Mal, Mata?

Leio na Revista Isto É, ed 2300, pg 6 (por Wilson Aquino) a entrevista do neurologista Clete Kushifa, maior especialista de “Males do Sono” do mundo!

Ele diz que:

Noites mal dormidas podem causar obesidade, diabetes, problemas cardiovasculares e até levar a morte (…) os maus hábitos, a luz artificial e cerca de 80 transtornos desapercebidos estão fazendo com que a humanidade durma cada vez mais mal (…), enfim, cerca de 25% dos homens e 10% das mulheres simplesmente não conseguem dormir direito pois tem apnéia do sono, e o ronco é um dos sinais visíveis desse problema.

Até aí, já tinha ouvido falar e, de um jeito ou de outro, todos sabem sobre isso. Mas há uma novidade! Disse Dr Kushifa:

Hoje o sobrepeso tem sido o grande vilão do sono. Quanto maior o IMC, maior a dificuldade em respirar e dormir. Quanto mais se ronca, maior é o sinal de sono ruim”.

Portanto, estar em forma é fundamental para um bom descanso. E não se esqueça: nada de dizer que a pessoa dorme bem só porque está roncando. Pelo contrário, segundo as explicações!

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Imagem extraída de: https://food.ndtv.com/news/poor-sleep-quality-linked-to-low-levels-of-micronutrients-preliminary-study-2051575

– Os 9 perfis de Inteligência Canina.

Olha que bacana: a Revista Veja, em sua página virtual, trouxe um levantamento sobre os novos estudos de inteligência canina. São vários tipos de cachorros, de acordo com o levantamento.

Abaixo os perfis. A matéria completa está no site em: http://veja.abril.com.br/ciencia/a-nova-inteligencia-dos-caes/

PERFIS CANINOS

Confira abaixo os nove perfis de inteligência caninos, de acordo com o site Dognition:

  • 1. Sociável

    Cães sociáveis são os mais comuns entre todos os perfis: 22% de todos os cães se encaixam nesse tipo. Os animais com esse perfil não são muito bons em resolver problemas por conta própria, mas são especialmente talentosos em usar os humanos para conseguirem o que querem – sabem lançar um olhar ou fazer alguma graça para terem o alimento ou o passeio que desejam. Irresistíveis e perspicazes, esses cães têm estratégias quase infalíveis para conquistar os humanos.

  • 2. Sedutor

    Cães sedutores são muito bons lendo e interpretando sinais humanos. Segundo estimativas dos cientistas, 16% de todos os cachorros têm esse perfil – são muito espertos e sabem usar informações que seus donos fornecem como pistas para encontrar seu próprio caminho e tomar decisões. Isso pode torná-los cooperativos ou extremamente travessos.

  • 3. Atento

    Muito confiantes em suas habilidades, os cachorros do tipo “atento” apresentam uma flexibilidade impressionante em todas as dimensões cognitivas. São extremamente apegados aos donos, mas também sabem resolver problemas sem precisar dos humanos. Prestam atenção aos mínimos detalhes e são capazes de aprender com facilidade — parecem estar sempre um passo à frente dos outros.

  • 4. Tradicional

    Entre 25.000 e 15.000 anos atrás, quando os primeiros lobos foram domesticados, eles demonstravam algumas características que os distinguiam dos demais. Apesar de muito independentes, tinham habilidades sociais incríveis, apegaram-se aos humanos e deram origem aos cães que conhecemos. Os cães do tipo tradicional são espontâneos e independentes na maior parte do tempo, mas também sabem recorrer aos humanos quando necessário.

  • 5. Talentoso

    Bom em resolver problemas, comunicativos e muito astutos. Cães do tipo “talentoso” têm muita desenvoltura e sabem ler e interpretar informações sociais. Representam cerca de 10% de todos os cães e o único problema é que, às vezes, são espertos demais. Podem tentar pegar coisas que não devem e depois lançar um olhar irresistível de perdão para conquistar os donos.

  • 6. Tímido

    Os cães tímidos costumam ser considerados “distantes” por seus donos. Muito independentes, confiam mais em suas próprias estratégias do que na colaboração humana. Por conta do seu lado próximo aos lobos, esses cachorros parecem mais selvagens e não têm habilidades sociais tão desenvolvidas. Podem ser difícil de treinar e têm dificuldades em obedecer. 

  • 7. Expert

    Com todas as habilidades cognitivas necessárias para resolver problemas do cotidiano sozinhos, cães do tipo “expert” costumam confiar menos em humanos que os outros perfis. Com uma excelente memória, são capazes de desenvolver as suas próprias estratégias, em diversas áreas, deixando seus donos impressionados.

  • 8. Independente

    Com características próximas aos lobos, os cães independentes preferem fazer tudo do jeito deles. De acordo com os cientistas, 7% dos cães fazem parte desse perfil. São animais que sabem analisar o ambiente que os rodeia e encontrar, sozinhos, as melhores soluções para seus problemas.

  • 9. Einstein

    Cachorros do tipo “Einstein” são considerados os “cientistas” do mundo canino. Com excelente memória, eles têm uma impressionante habilidade de fazer inferências e compreender relações de causa e efeito, tornando a resolução de qualquer problema uma tarefa fácil. Contudo, as habilidades sociais não são seu forte: podem passar horas entretidos com algo que aguça sua curiosidade.

– “Amigo Virtual” do Facebook ou “Chato Virtual”? Tô fora de bate-boca com fanático…

Repost de 1 ano, mas atual:

Todas as opiniões contrárias às que eu tenho são sempre respeitadas em minhas Redes Sociaisaté quando absurdamente existem ofensas. Não respondo da mesma forma, tento mostrar à pessoa a necessidade de não promover discurso odioso, tampouco impositivo.

É esse o problema: impor sua opinião, ao invés de debater ideias. E isso não pode ser seminário, pois, afinal, o ambiente é uma rede social. Ou Rede Antissocial?

Uma réplica, tréplica, resposta e… “Valeu. Nos falamos mais tarde!” Ninguém, no mundo ideal, impõe nada, mas enxerga o lado diferente e todos ficam em paz. Isso é convívio harmônico.

O problema é que muitas vezes você tem Amigos Virtuais que se tornam Inimigos ou Chatos Virtuais. Forçam a barra! Querem te catequizar conforme a crença que eles têm; praticam proselitismo político; sempre se acham “donos da razão” e, o mais comum: jogam nas costas dos outros as coisas que praticam equivocadamente e não enxergam.

Um exemplo? 

Alguns:

  • Te chama de radical, mesmo você sendo sensato e pedindo à pessoa ponderação.
  • Demonstra fanatismo, e ousa dizer que você está fanatizado por conta do assunto que você abordou.
  • Fala da dualidade política entre Esquerda e Direita, Lula e Bolsonaro, em todos os temas que forem postados (mesmo sem ter relação).
  • Não se aguentam e nem tem trabalho de ler seu texto, postando odiosamente contra você pela leitura simples do título.
  • A cada 10 palavras escreve as hashtags: #GloboLixo, #Bolsonaro2022, #LulaLivre ou coisas assim.
  • Faz questão de, quando lê crítica ao Bolsonaro, te chamar de Comunista; quando lê crítica a Lula, de Facista. Quando mostra moderação, de Isentão.

Enfim: “tá um pé no saco!”

Um desses caras insuportáveis me escreveu em particular que precisava “abrir minha mente, pois por trabalhar em meio universitário fui dominado pela ‘Esquerdopatia LuloPetista’ e estava confuso”. Pode?

O que faz o fanatismo… cega as pessoas e vê todo mundo como errado – seja o fanático de Direita ou de Esquerda. E eu pensava que o grande mal do Brasil seria a falta de Educação de boa qualidade. Agora, percebo que é isso, aliada à carência de ídolos! Isso explica tanto radicalismo nas Redes Sociais (além, obviamente, dos algoritmos que forçam a visualização de tais temas e interesses).

Aliás, será que esses senhores: Jair Bolsonaro, Luís Inácio, João Dória, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, quando usam suas técnicas teatrais em palanques, não querem no fundo justamente isso? Ou seja: uma legião de adoradores, que os defendam mesmo nos equívocos?

Não dá para defender a política equivocada de prevenção contra a Covid adotada por Bolsonaro (ou não adotada, pelo desprezo da máscara e aglomeração não evitada); não dá para passar pano à falta de segurança financeira aos comerciantes adotada por Dória (que determina uma coisa e pratica outra); tampouco esquecer que Lula foi o grande pai do Mensalão e do Petrolão, escândalos que sucumbiram os cofres públicos (mesmo com gente mais jovem – e que nem viveu isso – crendo que o lobo em pele de cordeiro foi “vítima de injustiça”, como se nada tivesse existido nas compras de votos e desfalques bilionários na Petrobrás).

Se você chegou até essa última linha e não me xingou, ufa! Mantenha-me no seu círculo de ajuizado…

Ops: não sou adorador de político algum, nem me rotulo de Esquerda, Direita, Centro, Norte ou Sul.

 

– Percalços motivam ou desanimam na sua vida?

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao se sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis“:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída de: https://cairdeasclubhouse.files.wordpress.com/2020/06/your-superpowers-ppn-2020-1.pdf

– Morreu Olavo de Carvalho.

Dias atrás, a família de Olavo de Carvalho divulgou que ele foi internado com COVID. Há pouco, em sua Rede Social, divulgou-se que ele faleceu.

Um cara extremamente polêmico. Foi muçulmano, bruxo, esotérico e recentemente declarou-se católico. Afirmou que não era terraplanista mas não estava convencido de que era redonda. Bolsonarista doente, quase foi o Ministro da Educação segundo ele próprio – depois andou fazendo críticas ao presidente por não o ajudar contra os processos que ele respondia.

Um cara estúpido que atacava quem pensava o contrário dele. E sobre sua morte, em: https://g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2022/01/25/morre-olavo-de-carvalho.ghtml

– Digitalização adiantada, mas inevitável.

A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.

Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!

Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

VIRTUAL REAL

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– O Analfabetismo Funcional acaba com o Brasil, especialmente nas Redes Sociais!

Já perceberam o número de pessoas que fazem críticas ou elogios nas Redes Sociais, completamente desenganadas sobre o que leram, ou o que não leram?

Vejam só: a pessoa vê um título no Twitter, Facebook ou imagem no Instagram, e começa a escrever muita coisa sobre ele sem ler o corpo do texto. Ou ainda lê parte apenas e não termina. Ou lê e não entende nada!

Sobre esses casos de Analfabetismo Funcional (e quem tem, muitas vezes não se envergonha de mostrar com seus escritos mal redigidos),

extraído de: https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/analfabetismo-funcional.htm

ANALFABETISMO FUNCIONAL

Você sabe o que é analfabetismo funcional?

São chamados de analfabetos funcionais os indivíduos que, embora saibam reconhecer letras e números, são incapazes de compreender textos simples, bem como realizar operações matemáticas mais elaboradas. No Brasil, conforme pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 50% dos entrevistados declararam não ler livros por não conseguirem compreender seu conteúdo, embora sejam tecnicamente alfabetizados. Outra pesquisa, realizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela Ação Educativa, revelou dados da oitava edição do Indicador de Analfabetismo Funcional, o Inaf, cujos resultados são alarmantes.

De acordo com o Inaf, a alfabetização pode ser classificada em quatro níveis: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar (ambos considerados analfabetos funcionais), alfabetizados em nível básico e alfabetizados em nível pleno (esses dois últimos considerados indivíduos alfabetizados funcionalmente). Conforme a pesquisa, que aplica um teste avaliando as habilidades de leitura, escrita e Matemática, o domínio pleno da leitura vem sofrendo queda entre todos os entrevistados, tendo eles concluído o Ensino Fundamental ou o Ensino Superior. Os dados mostram que o problema do analfabetismo funcional deve ser levado a sério, pois a dificuldade de compreensão dos gêneros textuais, mesmos os mais simples e mais acessados no cotidiano, prejudica o desenvolvimento intelectual, pessoal e profissional do indivíduo.

Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.

Desenvolver métodos que priorizem o letramento é fundamental para que o analfabetismo funcional seja superado, e para isso é inquestionável a importância do trabalho conjunto entre pais e professores. Engana-se quem acredita que cabe somente à escola o papel de alfabetizar e letrar, visto que o letramento é uma prática presente em diversas situações do cotidiano, envolvendo não apenas a leitura tecnicista de textos, mas também o desenvolvimento da criticidade e capacidade de elaborar opiniões próprias diante dos conteúdos acessados. A aprendizagem deve ser universalizada, propiciando assim que todos os leitores atinjam o nível pleno da alfabetização funcional.

Por Luana Castro
Graduada em Letras

O letramento é uma das soluções para a erradicação do analfabetismo funcional, pois extrapola a visão tecnicista de alfabetização

Imagem extraída de: https://www.calstate.edu/impact-of-the-csu/teacher-education/educator-quality-center/featured-news/Pages/Teachers–Your-Feedback-Matters.aspx

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 4 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

Black Blocs: os grupos que usam a violência para protestar | Exame

Foto, Crédito: Ben Schumin/Wikimedia/

– Você olha por onde anda, quando está com o celular na mão?

Sinal dos tempos: o que acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela,

extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

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– Por mais espaços secos!

Dias chuvosos com crianças “rueiras” em casa, são sempre mais longos.

Crianças que andam de bicicleta, que correm e que pulam, normalmente querem espaços livres. E quando o tempo não ajuda…

Já foram as bonecas e as casinhas, os quebra-cabeças e os filmes. Mas a vontade é: LIBERDADE!

Com você é assim também?

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– A utopia em não ter problemas.

Todos nós queremos ter uma vida pacífica, mas os problemas nunca cessarão.

Sendo assim, contorná-los e nos adaptamos se faz necessário.

Reflita nesse pensamento :

– Perspectiva e Sabedoria.

Tudo depende de como você vê uma situação!

Esta imagem da Perspectiva do “Matar ou Salvar“, extraída de http://rachanadhaka.com/2020/11/19/perspective, é muito boa:

– Lições da Pandemia.

Acho que aprendemos muitas coisas com a Pandemia, mas 10 alertas básicos são bem representados nesta figura, abaixo:

Imagem recebida pelo WhatsApp, de autoria desconhecida. Reproduzida pela Web (caso alguém tenha o crédito, favor informar para a divulgação).

– Mascarando problemas profissionais com a Empatia!

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a EMPATIA no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

5 passos fundamentais para desenvolver empatia em vendas

Imagem extraída de: https://crono.news/Y:2021/M:03/D:25/h:11/m:00/s:03/be-kind-la-rivoluzione-del-xxi-secolo-e-interessarsi-alla-vita-degli-altri/

– Filtre suas relações e tome cuidado com seus hábitos em 2022:

Uma imagem que não dá para discordar: o que devemos deixar lá em 2021, abaixo:

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Daria para acrescentar bastante coisa aqui, não?

– Chico Anysio e a Família.

Há 11 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo: 

E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!

Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:

“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.

Caramba, hein?

Viúva de Chico Anysio solicita imóvel avaliado em R$ 7 milhões ...

Imagem extraída de: https://istoe.com.br/viuva-de-chico-anysio-tem-secrecao-no-pulmao-afirma-ex-marido/

– Exame de Consciência no Final de Ano!

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal antes da renúncia, falando sobre o que mudar para o Ano Novo:

Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

Imagem extraída de: https://arautosfortaleza.com/exame-de-consciencia-em-anexo-segue-opcao-de-exame-de-consciencia-em-pdf/

– Escravos do nosso próprio pensamento?

Que imagem emblemática! E não é verdade?

Veja só:

Foto: extraída da Internet, autor desconhecido.

– Cansado da Chatice.

Um rápido desabafo: cansado de gente chata e de chatice.

Cansado de Redes Sociais (embora, profissional e pessoalmente, são importantes).

Cansado de Pessoas Chatas, que no dia-a-dia não se mancam e nem se tocam.

Cansado de Situações Chatas, onde não necessariamente envolvem pessoas, mas ocasiões.

Cansado da minha Chatice Pessoal, onde muitas vezes não me suporto.

Estou perdendo a paciência ou a amargura da chatice me está deixando intolerante?

Cansado, cansado e cansado, sem muitas perspectivas de mudança. Cansa estar cansado…

– A Obrigação em Trocar Presentes para quê?

Por que temos, nessa época natalina, que obrigatoriamente gastar mais e mais? Trocar presentes é realmente necessário?

Mais do que tudo isso, deve ser o afeto desinteressado, a demonstração verdadeira do espírito de Natal.

O cidadão comum pena com as contas e a correria dessa época. O empresário também, com os custos dos encargos.

No século passado, a gratificação natalina era comum. Se baseava na gentileza dos patrões para que os empregados comprassem um agrado de Natal. O Governo tornou-a obrigatória com o nome de 13o. Hoje, isso virou renda para pagar dívidas de final de ano, não mais um agrado sincero.

Enfim: mais um problema para o empreendedor que não teve vida fácil no ano e, ao mesmo tempo, um dinheiro muitas vezes insuficiente para quem trabalha e aguarda ansioso esse bônus.

Imagem extraída de: https://coparecreio2013.wordpress.com/2013/12/14/feliz-natal-e-prospero-ano-novo/

– O discurso e a prática da mudança.

Uma imagem real, onde mostra o discurso de que precisamos de mudança – mas que na hora da adesão…

Somos suscetíveis às modificações? Temos medo de fazer diferente?

Abaixo:

Imagem extraída de: https://www.instagram.com/p/_O7jXXQSot/