– Por que chamamos algumas pessoas de “Doutor” sem terem Doutorado?

Repararam que às vezes tratamos pessoas importantes respeitosamente de “doutor”, sem que tenham feito um curso de Doutorado?

De onde vem esse costume?

A resposta achei num recorte da Revista Superinteressante de Abril.

Abaixo:

“Doutor” vem do latim doctor, que significa “mestre, o que ensina”. Até meados do século 11, designava quem dominava uma área do conhecimento, como professores e teólogos. Com a fundação das primeiras universidades na Europa, no fim do século 11, passou a distinguir quem tinha um título acadêmico e estava habilitado a ensinar. Chamar médico e advogado de “dotô” é coisa do Brasil Colonial, quando filhos de ricos iam estudar fora do país. Em 1827, um decreto de D. Pedro 1°, criando cursos de Ciências Jurídicas e Sociais no Brasil, dizia que os formados na área deveriam ser tratados como “doutores”. Já em Portugal, qualquer um com curso superior pode ser chamado de doutor.

– Somos todos importantes!

COMPETÊNCIA – Nossas habilidades, diversas entre as pessoas e de dimensões sociais variadas, sempre serão necessárias para o nosso mundo.

Compartilho a reflexão em: https://www.youtube.com/watch?v=GwKkKHzHsvY

– O racismo que não cessa… Giovana Ewbank, Bruno Gagliasso e filhos:

Por Vitor Martins, extraído do seu LinkedIn (um texto sobre o racismo sofrido pelos filhos negros do casal de artistas da Globo, que foram ofendidos por uma turista branca em um restaurante em Portugal):

Todas as pessoas negras são alvo do racismo, sem exceção.

Seja no trabalho;
Seja no hospital;
Seja na escola;
Seja no culto religioso;
Seja durante as férias;

Em qualquer lugar, a qualquer momento, independente da sua condição financeira e de vida, da sua formação educacional, pessoas negras estão sempre sujeitas ao racismo.

Titi e Bless são apenas duas crianças, mas são duas crianças negras. E mesmo sendo apenas crianças, o racismo não os escapa, não os poupa.

Eles possuem a mesma condição financeira, os mesmos pais que Zyan – o irmão branco mais novo deles dois. A diferença é que Zyan nasceu com a cor do privilégio social, nasceu branco, e Titi e Bless nasceram com o estigma daqueles que tem sua humanidade negada. E, embora nem Zyan, nem Titi e Bless tenham pedido pra nascer onde nasceram ou qualquer culpa, independente de quais fossem suas vontades, o racismo irá sempre oferecer realidades extremamente opostas.

Era só mais um dia de férias, mas ele infelizmente ele precisou ser interrompido pela “programação normal”, o racismo.

Espero que Gio, Bruno e Zyan estejam bem. E, principalmente Titi e Bless, que são apenas crianças negras buscando viver o melhor da vida e suas respectivas infâncias.

– Prudência:

Certos lembretes populares são pertinentes, não?

Veja só:

– Bandido Pobre e Bandido Rico, Criação e Educação.

O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?

Talvez, apenas a sua condição econômica.

Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:

“Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?“

Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.

Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.

Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?

Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.

Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.

Dificuldades dos professores no Brasil exigem mudanças urgentes na educação

Imagem extraída de https://professorheldernogueira.com.br/dificuldades-dos-professores-no-brasil-exigem-mudancas-urgentes-na-educacao/

– Soluções Corretas para Problemas Errados?

Você segue o brilhante consultor em Administração Stephen Kanitz pelo Twitter?

Veja um de seus aconselhamentos:

“O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados”.

Fantástico, não?

Ilustración de Problema De La Decisión De Pasos Proceso De Solución De  Problemas Ideas De Generador Éxito y más Vectores Libres de Derechos de  Humor - iStock

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Insônia: entenda o sono que não vem.

Você já se perguntou por que dormimos? Por que passamos um terço de nossa vida de olhos fechados? Bem, como todo processo natural no organismo, o …

Continua em: Insônia: entenda o sono que não vem

– Contágio social: somos um “bando de Maria vai com as outras”?

Por Diogo Sponchiato – Principal evento de neurociência do país, o Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções reuniu no frio de Gramado (RS) mais de…

Continua em: Contágio social: somos um “bando de Maria vai com as outras”?

– Ter “personalidade”:

De vez em quando, você ouve alguém falar que Fulano precisa “ter personalidade”! Mas o que é isso?

Ué, é um “vício de linguagem”, pois todos nós temos as nossas características como “persona”. E as particularidades delas é que nos fazem ser únicos.

Lembrei-me da mensagem abaixo, que vai de encontro a isso:

– Os jovens estão bebendo menos.

Uma matéria interessante da Isto É: cai o consumo de bebidas dos jovens entre 18 e 24 anos, que estão mais comportados e pensando em coisas mais importantes!

Em: https://istoe.com.br/uma-juventude-mais-comportada/

UMA JUVENTUDE MAIS COMPORTADA

Pesquisa revela que os jovens estão consumindo menos álcool. As causas são relativas à Covid, mas não só. Eles estão preocupados com os estudos e com o futuro profissional

Na letra da música Como nossos pais de Antonio Belchior (1946-2017), há um trecho no qual se afirma que “Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais”. No que diz respeito ao contexto político talvez a afirmação seja verdadeira, acontece, no entanto, que existe uma importante mudança na sociedade quando o assunto é o consumo de bebidas alcoólicas. Uma recente pesquisa do Ministério da Saúde mostrou que o consumo de álcool pela primeira vez foi reduzido entre os jovens na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade. A pesquisa chamada Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), índica que o consumo abusivo de álcool caiu de 25% para 19,3% da população de homens e mulheres. Há sete anos o percentual não ficava abaixo de 20%. Nesse caso tratam-se de pessoas que declaram ingerir sessenta gramas ou mais de álcool, o equivalente a pelo menos quatro doses, em uma única ocasião, ou ao menos uma vez por mês.

A constatação de que a juventude tem deixado o álcool de lado foi realizada no período da pandemia. A situação retratada é positiva dado que a droga é lícita, mas causadora de diversos problemas de saúde, além de alterações comportamentais. O dado do estudo insere o Brasil numa tendência mundial de queda do consumo de bebidas alcoólicas que começou no inicio dos anos 2000. Isso foi observado na Austrália, Reino Unido e em países nórdicos, principalmente. “É uma boa notícia, mas é necessário ter mais medições que confirmem a tendência”, afirma Arthur Guerra, psiquiatra e presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). Os motivos para a queda da ingestão de bebidas alcoólicas são diversos. Além da pandemia, quando a curtição em festas teve que ser contida e fez aumentar o convívio familiar e a vigilância dos pais, houve, por parte dos jovens, a preocupação com os estudos e com o futuro profissional. “É nesse balanço que ocorreu a redução do consumo etílico”, diz o médico.

É o caso Victor Dako, de 20 anos de idade, paulista de Guaratinguetá. Ele conta que bebia cachaça e vodca de três a quatro vezes por semana, no período em que cursou o ensino médio, entre os anos de 2016 e 2018. “Quando veio a Covid reduzi drasticamente a ingestão de bebidas”, conta. Dako explica que decidiu trocar o álcool pelos estudos. Ele alcançou o objetivo, conseguiu passar no vestibular e está cursando psicologia. Espera-se agora, que as próximas pesquisas confirmem que a queda do consumo de álcool é uma tendência.

– 12 dicas para manter o corpo em forma no Inverno.

Publicado originalmente em Pitacos e Achados: O inverno chegou e com ele vem aquela vontade de ficar em casa debaixo das cobertas e comer todas as …

Continua em: 12 dicas para manter o corpo em forma no inverno

– A Psicanalista e o Casamento.

Assisti a participação da consultora do programa Amor & Sexo Regina Navarro Lins no Programa Pânico (é um vídeo de 5 anos atrás). E me surpreendi com a defesa do comportamento CONTRA O MATRIMÔNIO.

Você ouvirá a psicanalista falando que o casamento tem que ser evitado, que a família tradicional é uma tragédia, que a culpa da forma nuclear da família e o fracasso dela é da Igreja Católica que pregava o celibato e depois pregou o “até que a morte nos separe”. 

Mais do que isso, ela prega ainda que “o homem tem que se livrar do mito da masculinidade”. 

Isso mostra como o mundo é diverso. Para mim, o casamento é a permissão de que o homem e a mulher sejam uma só carne e encontrem na família a felicidade plena concedida pela Graça de Deus.

Talvez a Dona Regina esteja generalizando a sua própria experiência particular. Ou ela tem razão no que diz?

Assista no link em: https://www.youtube.com/watch?v=3J_fNSczZD4

– O filme Encanto nos instiga: podemos sofrer do “Complexo de Luiza”?

Existe um maravilhoso filme da Disney chamado “Encanto”, que se passa numa casa mágica no interior da Colômbia. Lá, cada morador tem dons extraordinários, exceto a garotinha Mirabel.

Sua irmã, Luiza, realiza todas as tarefas pesadas pois têm muita força. Seu dom é usado para o bem comum da comunidade em que mora. Tudo “sobrecai nas costas dela”! Até que a força começou a fraquejar, fazendo-a questionar: era a magia da casa mágica que estava acabando ou era a sua própria insegurança?

Vamos trazer para a nossa realidade?

  • Será que não carregamos o mundo em nossos ombros, e pela nossa fragilidade emocional, igual a de Luiza, tendemos a nos esgotarmos?

Devemos sempre fazer o bem e usar nossos talentos em prol do próximo. Mas somos humanos e limitados. Esse “Complexo de Luiza” (se é que podemos chamar essa situação por esse nome) acontece frequentemente, com todos nós. E nem nos damos conta!

Uma pausa. Um respiro. Um momento de alívio e sossego… muitas vezes, precisamos disso para nos reerguemos – além, claro, de entendermos que não podemos (e nem conseguimos) resolver todos os problemas do mundo. Mas para os que são possíveis, façamos com dedicação!

Já se sentiu como a Luiza com qual intensidade?

Encanto: Luisa teria um quarto secreto, mas isso seria um problemão para o filme

Imagem extraída de: https://disneyplusbrasil.com.br/encanto-luisa-teria-um-quarto-secreto-mas-isso-seria-um-problemao-para-o-filme/

– Uma verdade a todos os papais…

Quem é pai, sabe que o texto abaixo é uma grande verdade…

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– Paternidade faz o Papai Engordar?

Pesquisa da Universidade de Northwestern comprova: ser pai aumenta alguns quilos na barriga!

Posso usar como desculpa pelo excesso de peso?

Extraído de: http://t.co/RZyHpNIt2D

PATERNIDADE FAZ OS HOMENS ENGORDAREM, APONTA PESQUISA

Se é na gravidez que muitas mulheres engordam, com os homens o ganho de peso vem depois que o bebê nasce. Segundo uma pesquisa da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, ser pai engorda. O estudo foi publicado recentemente no Jornal Americano de Saúde Masculina.

O estudo acompanhou por 20 anos o peso de 10 mil homens, da adolescência até a fase adulta, e concluiu que os homens engordam mais quando se tornam pais, comparado aos homens sem filhos.

O peso destes homens foi medido em quatro momentos diferentes da vida deles: no início da adolescência, depois da adolescência, meados dos 20 anos e início dos 30, assim como o IMC (índice de massa corporal).

Os homens foram classificados como: pai, não-pai, pai que mora com o filho e pai que não mora com o filho.

Na média padrão do estudo, um homem de 1,83 m, que vive com o filho, ganhou, em média, dois quilos depois de se tornar pai. Já o homem com a mesma altura, mas que não vive com o filho, engordou, em média, 1,5 quilo depois de ter se tornado pai.

Em termos de IMC (índice de massa corporal), o estudo apontou um aumento de 2,6% no IMC de homens que vivem com os filhos ante um aumento de 2% do IMC entre os homens que não vivem com suas crias.

Já os homens com o mesmo padrão de altura e sem filhos perderam 650 gramas no mesmo período.

Este é um dos primeiros estudos a analisar a forma como a paternidade afeta o IMC, um importante marcador biológico da saúde, que classifica se estamos no peso considerado ideal, acima dele ou obesos.

Além do IMC, outros fatores foram levados em conta: idade, raça, escolaridade, renda, atividade diária e estado civil.

Estudos anteriores já relacionaram o casamento ao ganho de peso em homens, mas na paternidade ele se mostrou mais marcante.

Mais responsabilidade

“A paternidade pode afetar a saúde de homens jovens, efeito já conhecido  no casamento”, disse o principal autor do estudo, o professor de pediatria Craig Garfield, da Universidade de Northwestern.

“Quanto mais peso os pais ganham e quanto maior o IMC, maior é o risco para o desenvolvimento de doenças cardíacas, bem como diabetes e câncer”, completa.

A mudança no estilo de vida e dos hábitos alimentares podem ser a causa do aumento no número do manequim, sugere o pesquisador.

“Você tem novas responsabilidades quando você tem seus filhos e pode não ter tempo para cuidar de si mesmo. A família se torna a prioridade”, afirma Garfield.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A lógica da existência:

O que somos? O que nos define?

Jung já nos explicou:

– Pra quê postar a “fatura alta” do cartão?

Não conheço a moça da matéria abaixo e nem sei o que ela “influência”. Mas postar uma fatura de cartão de crédito neste valor nas Redes Sociais, é ostentação pura, exibicionismo e desrespeito a quem passa dificuldades financeiras.

Alias, a troco de quê uma pessoa faz tal postagem na Web?

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimo. Há 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Bilhete de Einstein sobre a Fórmula da Felicidade.

Curiosidade: você sabia que no Japão não se costuma receber gorjetas? Afinal, entende-se que o seu salário por um serviço dispensa gratificação extra.

Quando Albert Einstein estava em Tóquio para receber o Prêmio Nobel de Física 1921, foi dar gorjeta para um entregador. Na recusa, ofereceu-lhe então um conselho muito simpático redigido num papel com as próprias mãos. Aliás, esse bilhete, em 2017, foi à leilão!

Sobre qual a grande dica da “fórmula da felicidade”, redigida por ele, abaixo:

Em: https://www.oficinadanet.com.br/tecnologia/20669-bilhete-de-einstein-com-formula-da-felicidade-e-leiloado

BILHETE DE EINSTEIN COM FÓRMULA DA FELICIDADE É LEILOADO

Por Rafaela Pozzebom

Quer ser feliz? Qual a fórmula para isso? Pois bem, difícil uma receita exata para a felicidade, já que ela depende de vários fatores, principalmente o que envolve o íntimo de cada um de nós. No entanto, para surpresa de muita gente, Albert Einstein deixou um bilhete com a fórmula da felicidade, que acabou sendo leiloado por mais de US$ 1.3 milhão.

O bilhete em questão é datado de 1922 quando Einstein estava em Tóquio para receber o Prêmio Nobel de Física de 1921. O cientista esteve hospedado em hotel e, por alguma razão, escreveu sobre a vida em uma nota e a entregou a um mensageiro. No bilhete estava escrito:

“Uma vida simples e silenciosa traz mais alegria do que a busca do sucesso em um desassossego constante”.

Albert Einstein entregou a nota para um mensageiro que foi lhe deixar uma mensagem. Não existe qualquer informação se o mensageiro aceitou a gorjeta ou se Einstein não tinha dinheiro na ocasião. O que parece é que Einstein não queria que o homem deixasse o local de mãos vazias, e acabou escrevendo uma nota em alemão.

“Talvez, se tiver sorte, essa nota acabará sendo muito mais valiosa do que uma simples gorjeta”.

O cientista famoso por sua teoria da relatividade estava certo, a nota, no leilão, mostrou o seu real valor.

O manuscrito com a tal fórmula da felicidade foi adquirido por um europeu que realizou lances por telefone. Ele preferiu não ser identificado.

IN ENGLISH – Fun fact: Did you know that in Japan, it is not customary to receive tips? After all, it is understood that your salary for a service does not require an extra tip.

When Albert Einstein was in Tokyo to receive the 1921 Nobel Prize in Physics, he went to give a tip to a delivery man. When he refused, he offered him a very nice piece of advice written on a piece of paper with his own handwriting. In fact, this note was auctioned in 2017!

What is the great tip in the “formula for happiness”, written by him, below:

At: https://www.oficinadanet.com.br/tecnologia/20669-bilhete-de-einstein-com-formula-da-felicidade-e-leiloado

EINSTEIN’S TICKET WITH THE HAPPINESS FORMULA IS AUCTIONED

By Rafaela Pozzebom

Do you want to be happy? What is the formula for it? Well, it is difficult to come up with an exact recipe for happiness, since it depends on several factors, especially those that involve the innermost being of each one of us. However, to the surprise of many people, Albert Einstein left a note with the formula for happiness, which ended up being auctioned for more than US$ 1.3 million.

The note in question is dated 1922 when Einstein was in Tokyo to receive the 1921 Nobel Prize in Physics. The scientist was staying at a hotel and, for some reason, wrote about life in a note and gave it to a messenger. The note read:

“A simple and quiet life brings more joy than the pursuit of success in constant restlessness.”

Albert Einstein gave the note to a messenger who came to leave him a message. There is no information as to whether the messenger accepted the tip or whether Einstein did not have any money at the time. What it seems is that Einstein did not want the man to leave the place empty-handed, and ended up writing a note in German.

“Maybe, if you’re lucky, this note will end up being worth much more than a simple tip.”

The scientist famous for his theory of relativity was right; the note showed its true value at auction.

The manuscript with the formula for happiness was acquired by a European who bid by telephone. He preferred to remain anonymous.

– Divórcio com Festa.

Todo ano acontecem alguns modismos na sociedade. Há pouco, a moda era “casamentos temáticos”, com motes dos mais diversos. Agora, a onda são as festas de libertação, ou melhor, festejos do divórcio!

Extraído da Folha de São Paulo, pg E3, por Vinícius Queiroz:

DIVÓRCIO COM FESTA

Relações públicas celebra fim de relação de 4 anos em “descasamento” com buquê de camisinhas para “garantir diversão” e bolo com noivo indo embora

Quando receberam o cartão para a festa da relações públicas Meg Sousa, 28, os amigos estranharam o convite e acharam que era piada. “Vai rolar a megafesta do meu divórcio. Afinal, nem toda separação precisa ser triste”, dizia.

Para comemorar o fim do casamento de quatro anos, ela reuniu 380 conhecidos -mais gente do que a cerimônia de união, que teve 130 pessoas- numa casa noturna da Vila Madalena, fechada só para o evento numa noite de sábado de maio, o mês das noivas.

A festa teve tudo do casamento: carro antigo com motorista, daqueles que levam as noivas à igreja, véu, vestido branco, bolo, docinhos, buquê, padrinhos -menos o noivo.

“Foi praticamente uma festa de casamento. Aliás, foi um descasamento, só não teve aliança”, diz Meg, que está sem namorado fixo desde então.

Como praticamente não é igual, a festa teve algumas peculiaridades. Em vez de flores, o buquê era feito de camisinhas abertas, “para que a solteira que pegasse o arranjo não se amarrasse, mas tivesse diversão pelo resto da vida”.

O bolo também teve uma simbologia: era partido ao meio, com a boneca da noiva, sorridente, segurando uma taça de champanhe, e o noivo, de costas, saindo com uma mala debaixo do braço.

E foram os próprios amigos mais próximos que ajudaram a organizar a festa e deram tudo. Um fez os convites, outro criou o site com informações da farra, um terceiro, dono de uma casa noturna, cedeu o espaço, outro fez o penteado e a maquiagem, e teve um ainda que fez os docinhos -“bem-separados”, “um coração partido para não restar dúvidas”, diz Meg.

Falecido

O ex-marido sabia da festa, foi convidado, disse que ia, mas como não se empolgou com a produção do evento, foi desconvidado de última hora.

A relação com o “falecido” (ela pede que ele seja chamado assim, sem nomes) é complicada e hoje eles só se falam para tratar da partilha dos bens.

Meg diz até que pensou em fazer lançamento de dardos na foto do ex-marido e colocar uma foto dele em rolos de papel higiênico, mas desistiu porque acabou por achar muito desrespeitoso e ofensivo.

Conhecida nas altas rodas de São Paulo, a banqueteira Vivi Barros diz já ter organizado há alguns meses uma festa de divórcio para 120 convidados.

“O objetivo dela era fazer uma festa para comemorar o divórcio, que foi litigioso e muito sofrido. E pediu várias coisas que o marido odiava e não poderia nem ver, como bacalhau. Tudo o que ele odiava, ela fez, até colocou um vestido curto vermelho, que ele a proibia de usar”, diz Vivi.

Enquanto as festas de divórcio viram moda no país, o Senado deve votar nos próximos dias, em segundo turno, uma mudança na Constituição que agiliza o processo de separação ao extinguir a etapa de dois anos entre o pedido e a homologação do desquite.

Os amigos de Meg, que no começo estranharam o convite inusitado, dizem que a festa foi a melhor a que já foram na vida. E pedem mais. Agora, ela já planeja a festa de um ano de divorciada para maio.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Apenas 25% dos bebês nascerão de relações sexuais daqui 40 anos, afirma importante professor!

Um renomado biocentista americano, professor da famosa Stanford University, afirma: daqui há 40 anos, 75% dos bebês vão nascer de células de fertilização in vitro!

Assustador imaginar que ¼ das crianças nascerão de “sexo convencional”…

Abaixo, extraído de Revista Época, ed 942, pg 64-68

HENRY GREELY: “O SEXO PARA FAZER BEBÊS SERÁ RARO”

por Marcela Buscato

À primeira vista, a ideia do advogado americano Henry Greely, que se especializou nas implicações éticas, sociais e legais dos avanços biomédicos, parece pouco plausível. Em seu novo livro, The end of sex (O fim do sexo, sem edição brasileira), recém-lançado nos Estados Unidos, Greely afirma que, em 40 anos, 75% dos bebês nascerão a partir de técnicas de fertilização in vitro. É difícil imaginar casais sem problemas de fertilidade recorrerem ao procedimento. Ele é caro e desgastante, em especial para a mulher, que tem de tomar hormônios fortes e passar por uma pequena intervenção para coletar os óvulos, fertilizados com o espermatozoide em laboratório. O argumento de Greely, de 63 anos, diretor do Centro de Direito e Biociências da Universidade Stanford, torna-se convincente quando ele detalha como o aprimoramento de uma técnica já estudada pelos pesquisadores tornará a coleta de óvulos dispensável. Células de pele serão transformadas em células-tronco, com potencial para gerar qualquer tipo de célula, inclusive as reprodutivas. “Casais gays poderão ter filhos biológicos e será possível fazer um bebê com uma única pessoa”, diz Greely. Mais: esse bebê, diferentemente de um clone, não precisará ser uma cópia idêntica do progenitor. Ele acredita que o barateamento das técnicas de sequenciamento do genoma permitirá aos pais escolher até características comportamentais do filho. Será uma revolução na maneira como nos reproduzimos. “Se será algo bom ou ruim, só depende de nós.”

ÉPOCA – Devemos nos preocupar com esta história de o sexo acabar, como sugere o título de seu livro?
Henry Greely – O sexo que não tenha como objetivo direto gerar bebês continuará existindo. Mas estimo que, entre 30 e 40 anos no futuro, as pessoas não farão sexo para conceber seus filhos. Será algo muito mais raro do que é hoje. Cerca de 75% dos bebês nascerão de uma técnica semelhante à fertilização in vitro, em que o espermatozoide do pai fecunda o óvulo da mãe em uma placa de laboratório, e o embrião resultante é transferido para o útero. A diferença é que nessa nova técnica não será necessário estimular o ovário das mulheres para extrair os óvulos.

ÉPOCA – Como serão feitos os óvulos?
Greely – Será possível fazê-los a partir de células da pele. Em vez de a mulher passar por dias de injeções de hormônios caros e muito fortes – para fazer os ovários produzir muitos óvulos –, pegaremos células da pele e as transformaremos em um tipo de célula com potencial para se transformar em qualquer outro tipo. São as células-tronco pluripotentes induzidas. Elas serão transformadas em óvulos. Espermatozoides também poderão ser feitos assim. É provável que possamos até fazer óvulos da pele de homens e espermatozoides da pele de mulheres.

ÉPOCA – O grande avanço tecnológico necessário não pode manter isso no terreno da ficção científica?
Greely – Pesquisadores já conseguiram induzir células-tronco a partir da pele de ratos, transformá-las em células reprodutivas e gerar filhotes. Ainda não chegamos a esse ponto com seres humanos, mas os primeiros passos já foram dados. Há muito esforço e dinheiro sendo investidos para transformar as células-tronco pluripotentes induzidas em diversos tipos de células: nervosas, do fígado, do pâncreas… quanto mais aprendermos, mais fácil ficará transformá-las em qualquer tipo, inclusive óvulos e espermatozoides.

ÉPOCA – Se é possível produzir tantos óvulos quanto espermatozoides a partir de células de qualquer sexo, casais gays poderão ter filhos biológicos?
Greely – Acredito que eles acharão essa possibilidade muito interessante. Será mais fácil para casais de lésbicas. Os homens ainda terão de encontrar alguém que aceite ser barriga de aluguel, enquanto no casal de lésbicas uma das duas mulheres pode levar a gravidez adiante.

ÉPOCA – Se será possível fazer óvulos e espermatozoides a partir da pele de uma mesma pessoa, será viável gerar embriões a partir de uma única pessoa? 

Greely – É possível. Acho que você tem de ser um pouco louco, mas é um mundo grande e há gente maluca nele. Essa criança, um “unibebê”, não seria um clone da pessoa que o gerou. Para a maior parte dos genes, temos duas cópias: uma que veio da mãe e uma que veio do pai. Como as diferentes combinações dessas cópias levam a características diferentes, o filho não seria um clone, mas algo próximo. No genoma, ele poderá ter genes iguais ao “uniprogenitor” em alguns lugares e em outros não. Uma pergunta a que os governos terão de responder é se isso deverá ser permitido. Parece, no mínimo, muito egocêntrico. Donald Trump iria querer um “unibebê”.

ÉPOCA – É possível entender que casais com problemas de fertilidade e casais gays se interessem por essa técnica. Mas por que a maioria optaria por ter bebês dessa maneira se o jeito tradicional é mais agradável?
Greely – Com essa técnica, será possível fazer centenas de embriões, e não a média de 12 que a fertilização in vitro tradicional permite hoje. Os pais poderão usar técnicas de sequenciamento genético, que estarão muito mais baratas, para analisar os genes do embrião e escolher características. Essa técnica, chamada de diagnóstico de pré-implantação, já existe há 25 anos, mas atualmente é usada para olhar apenas doenças genéticas sérias. O custo de decifrar um genoma caiu de US$ 500 milhões para US$ 1.000. É provável que, em 20 anos, seja US$ 100 ou US$ 10. Significa que será possível saber tudo o que a genética tem a nos contar sobre cada um dos embriões.

ÉPOCA – Há muitas críticas morais e éticas em encomendar um bebê com características específicas…
Greely – Acho que o maior uso será para evitar doenças genéticas graves. Alguns pais usarão para evitar outros riscos de saúde, como mutações do gene BRCA, que podem levar ao câncer de mama e ovário, ou mutações relacionadas ao mal de Alzheimer. O sequenciamento genético também poderá ser usado para escolher a aparência: cor do cabelo, dos olhos, da pele, altura. Alguns pais terão interesse em escolher o sexo. Outros de selecionar comportamentos. O problema é que a relação entre genes e características comportamentais é particularmente fraca. Nunca seremos capazes de falar: “Esse embrião será um gênio”. Talvez possamos falar que “ele tem 12% de chance de estar entre os 10% mais inteligentes”. Há um risco de os pais errarem.

ÉPOCA – Será difícil escolher quais embriões implantar?
Greely – Ao olhar para muitas variáveis, tomar decisões se torna difícil. Como você sabe se vale a pena escolher um embrião com propensão maior à matemática se ele também tem um risco maior para diabetes? Uma das vantagens de fazer bebês a partir do velho jeito é que não é preciso tomar nenhuma decisão. Apenas jogam-se os dados. Agora, quando você faz escolhas, pode se sentir bem se elas se mostrarem corretas ou mal se parecem erradas. O maior risco será os pais acreditarem que controlam mais do que podem.

ÉPOCA – A fertilização in vitro está disponível há mais de 30 anos, mas seu uso ainda é restrito porque ela é cara. A nova técnica será mais barata a ponto de 75% dos bebês nascerem a partir dela?
Greely – Ela deverá custar em torno de US$ 10 mil por bebê, próximo do valor atual de uma fertilização. Pode parecer caro para famílias, mas muitos países arcarão com o custo e disponibilizarão a técnica gratuitamente. Fazer 100 bebês custará US$ 1 milhão. Mas, considerando que entre 1% e 2% dos bebês nascidos têm doenças genéticas sérias que exigem mais do sistema de saúde, será possível evitar gastos de US$ 5 milhões. Os países tornarão a população mais saudável e também economizarão dinheiro do governo, dos planos de saúde e de agências seguradoras.

ÉPOCA – Isso soa assustadoramente como eugenia. Não há um risco alto demais?
Greely – Há preocupações éticas, a começar pela segurança do procedimento. Primeiro, temos de ter certeza de que ele será seguro para os bebês. Ele também poderá gerar problemas de igualdade: e se muitos pais quiserem ter meninos em vez de meninas, por exemplo? Para mim, uma das questões mais difíceis envolve deficiências. Vamos supor que você tenha um filho com síndrome de Down e ela se torne incomum. Como isso afetará a pesquisa sobre a doença de seu filho, o apoio médico e social a ele? Se será possível escolher se um bebê com deficiência poderá ou não nascer, aqueles que nascerem com deficiência terão a sensação de que, na verdade, não deveriam ter nascido. Uma das razões pelas quais escrevi esse livro é para alertar sobre o que está vindo. As pessoas precisam se preocupar e começar a pensar em como usar essa técnica. Se será algo bom ou ruim, só depende de nós.

Para ter filhos, o sexo não será mais necessário”. Entrevista com Henry T.  Greely - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

Imagem: divulgação Internet.

– Boa idéia contra as Drogas!

Tenho visto alguns outdoors com a seguinte mensagem:

“Drogas deviam se chamar Tristeza. Desista Já!“

Não sei de quem é a campanha, mas foi excepcionalmente bem bolada. Se fosse bom, o entorpecente não se chamava “droga”. Vide quantas famílias acabadas por esse mal.

Drogas | DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES | Página 5

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– Neurociência: LOVE AND THE BRAIN: Neuroscience study on love.

Este texto sobre neurociência, falando sobre os “Estudos do Amor” é muito bom!

Compreensível até por quem não tem conhecimento mais profundo da língua inglesa. Abaixo: 

Love may well be one of the most studied, but least understood behaviours. More than 20 years ago, the biological anthropologist Helen Fisher studied…

Continua em: LOVE AND THE BRAIN: Neuroscience study on love.

– Conselho de Bin Laden sobre Vida Matrimonial?

Há coisas incríveis por aí. Li essa “pérola” numa antiga edição de Época (16/05/2011, pg 32): é sobre quantas mulheres devemos ter!

“Uma é bom, como andar. Duas é como andar de bicicleta: é rápido, mas um pouco estável. Três é um triciclo, estável mas lento. E quando chegamos a quatro, ah! Esse é o ideal. Agora você pode passar todo mundo”.

É um conselho do terrorista morto pelos EUA, Osama Bin Laden, defendendo o casamento com 4 mulheres (o islamismo permite muitas mulheres a um homem).

Cada uma… mas não o vejo falando do número de sogras (brincadeira, hein – adoro a minha).

Casamento na praia

Foto meramente ilustrativa, reprodução Pixabay, extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2022/04/26/interna_internacional,1361534/noiva-e-presa-na-florida-por-misturar-maconha-na-comida-de-sua-festa-de-cas.shtml)

– A teoria da Pipoca!

Saibamos respeitar nossas diferenças e nossas particularidades.

Uma analogia muito simples, e ao mesmo tempo, propícia:

– Inveja e Admiração.

A inveja e a admiração são como o as duas faces de uma mesma moeda, ambas refletindo sentimentos que expressamos diante de um outro e que só em função …

Continua em: INVEJA E ADMIRAÇÃO

– Grupos de WhatsApp.

Tem tanto grupo de WhatsApp no meu celular que, para poder encontrar as pessoas e os temas de forma mais fácil, estou aqui pensando se existe como …

Continua em: GRUPOS DE WHATSAPP

– Amizade do Snoopy!

Sigamos bons conselhos de amigos!

Uma mensagem: https://twitter.com/Snoopy/status/1536415217860521984

https://platform.twitter.com/widgets.js

– Quem discute com otário, é mais bobo ainda.

Coisas que eu não entendo: se o cara é bobo, quer aparecer em cima de você, cria situações para te constranger, testar, ou apenas polemizar – justamente tentando usar, para quê você vai dar atenção à ele?

É como cachorro que fica latindo para carro: vai latir de volta? 

Se o sujeito é teimoso e se acha o dono da verdade, deixe ele ser feliz fazendo as tontices dele. Não dê trela, nem acenda vela a mau defunto. Ajude quem precisa, mas não seja escada de moleque ou hater.

Um stalkerzinho enciumado (que muitos sabem quem é) resolveu fazer comentário anônimo… aff. Argumentar sem identificação, piorou. Não dá para perder tempo.

Canal do Otário – Wikipédia, a enciclopédia livre

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Canal_do_Otário

– O Equilíbrio Emocional: em busca de boas condições de vida!

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Desenvolva o seu equilíbrio emocional na vida pessoal e no trabalho

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Cuide da sua imagem!

Um professor deve zelar por uma boa imagem (logicamente, também por um bom conhecimento a passar para seus alunos).

Gostei dessa iniciativa:

– O perigo da dependência virtual das crianças hiper conectadas!

Um risco dos tempos modernos: crianças reféns da tecnologia, que se tornam viciadas em tablets e smartphones. Uma “overdose” virtual segundo especialista!

Extraído de: Revista Isto É, ed 2427, página 51, por Luldmilla Amaral

OS RISCOS DA INFÂNCIA NA REDE

Livro discute o uso da tecnologia pelas crianças e alerta para os perigos da dependência virtual

Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as tornam perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar?  Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.

Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora  se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.

“A tecnologia está super disponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.

“É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação”

Juliana Grasso

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Quem são os jovens que podem mudar o mundo?

Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?

Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.

Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.

Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:

“Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.

Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.

Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– As 4 faces dos Workaholics.

Veja só: o workaholic é aquele típico viciado em trabalho. Porém, agora já temos catalogados 4 tipos desse sujeito.

Será que você se encaixa em alguns deles, sendo um workaholic e não sabe?

Extraído de: Revista Superinteressante, ed Janeiro/2013, ed 45.

AS QUATRO FACES DOS WORKAHOLICS

1) O IMPLACÁVEL

Não sabe dizer “não”. Assume mil responsabilidades sem conseguir priorizar o que importa nem delegar tarefas a outras pessoas. Com tanta coisa a fazer em pouco tempo, acaba deixando passar muitos erros.

2) O BULÍMICO

Por ter autoestima baixa, cria expectativas altas demais de como devem ser seus resultados. Isso lhe dá medo de começar projetos e, quando começa, trabalha à exaustão, extremamente preocupado com o risco de cometer erros.

3) O DESATENTO

Tem prazer com muitas idéias e, assim, começa uma imensidão de projetos. Porém, sente-se enfadado quando precisa levá-los adiante. Acaba fazendo tudo sem muito empenho, pensando em outras coisas.

4) O DEGUSTADOR

Detalhes o preocupam tanto que ele acaba paralisando, reescrevendo a mesma frase, rechecando algo. Como acha que ninguém será cuidadoso como ele, não consegue passar o bastão. E aí, você se identificou com algum perfil?

Workaholic: Você é um? Confira as características do distúrbio - Economia - iG

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Chatice dos Idiotas nas Redes Sociais.

O mundo virtual está virando “terra de ninguém”. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos (que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).

Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”. Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficam ávidos de que você retribua uma curtição. É mole?

E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta”. Ué? Mas por que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores? Não tenho interesse nisso.

Twitter? Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender. Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.

O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!

Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…

Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.

As 10 redes sociais mais usadas em 2022

Imagem extraída de: https://www.oficinadanet.com.br/post/16064-quais-sao-as-dez-maiores-redes-sociais