– O Poder e a Vaidade, tão atuais no Brasil de hoje.

Alguns se deixam seduzir pelo Poder. E isso é um perigo… em especial, nesses tempos tão tenebrosos da sociedade brasileira.

Tal frase de efeito abaixo foi dita pelo falecido ex-presidente da Federação Paulista de Futebol, sr Eduardo José Farah, em entrevista à antiga Revista ESPN (que era muito boa), edição de Março/2010, pg 67. Por ser atual e significativa, vale relembrar:

“Ninguém entrega o poder. Você perde o poder.”

Alguns se agarram nessa verdade e lutam para se manterem poderosos eternamente. E ela é muito atual! Uma pena pensar e agir assim. Em tudo há necessidade de revitalização, rotatividade de poder e oxigenação. É a vida…

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– How You Know Your Bullies Are Desperate and Panicking.

The subconscious mind is a funny thing. And when we call out the deplorable behavior of bullies, their knee-jerk reaction is to get highly defensive.…

Continua em: How You Know Your Bullies Are Desperate and Panicking

– E tá difícil acostumar sem elas…

Cumprimentar as pessoas com um afetuoso abraço ou um forte aperto de mão, além de não precisar usar máscaras, era algo mais do que desejado por muitos (me incluo aqui).

Mas mesmo depois de alguns dias da liberação… tá difícil acostumar.

Como tem sido sua “readaptação” à vida “quase normal”?

– Vício de linguagem ou vício de comportamento?

Muitas vezes nós nos mostramos não cientes de certas situações, e temos reações de dois tipos: conformistas ou pro-ativas.

Em alguns momentos, somos passivos pela conduta. Em outros, não temos essa passividade mas nos mostramos assim pela forma de se expressar!

Eu gostei dessas dicas, abaixo, no quadro. Veja:

– O Vício do Consumismo

Bela e inteligente. Eis a declaração da atriz Fernanda Vasconcelos sobre o mundo consumista e a sede dos jovens em ter bens materialistas para a satisfação pessoal:

“Quanto mais jovens alienados e consumistas se formarem, mais adultos doentes teremos no futuro. Esse ‘querer ser’ através do consumo é quase comparável à dependência química”.

Disse tudo. Comprar/gastar pode ser um vício, como o das drogas.

Consumismo: impactos para o bolso e para o planeta | O Debateimgres.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Não precisa concordar, mas precisa respeitar!

Com essa introdução sobre “apedeuta”, uma história de aprendizado.

Extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/apedeutas-as-pessoas-que-t%C3%AAm-dificuldade-em-respeitar-opini%C3%B5es-contr%C3%A1rias-c79c362a76b1

APEDEUTAS, AS PESSOAS QUE TÊM DIFICULDADE EM RESPEITAR OPINIÕES CONTRÁRIAS

por José Renato Sátiro Santiago

Costumo acatar, como importantes premissas para minha vida, os valores transmitidos pelos meus pais, bem como as lições aprendidas ao longo dos meus mais de meio século de vida. Minha avó Noelzinda, uma mulher que fez história na cidade de Fortaleza, em meados do século XX, em um tempo quando a presença masculina era quase unânime, sempre pautou aos seus netos para que jamais devêssemos deixar de darmos nossos pontos de vista em quaisquer situações. Para ela, ser ouvida era muito importante. No entanto, havia algo ainda mais valioso, segundo o entendimento dela, ouvir. Mais que isso, considerar o que você ouviu. Professora austera, ela costumava afirmar que a maneira mais eficiente de aprender era ouvindo o que as pessoas se dispunham a falar. Fosse o que fosse, para ela, “as pessoas nos presenteiam com conhecimentos quando compartilham suas opiniões, sobretudo quando elas se diferem das nossas”. Acredito muito nisso. Ainda assim, algumas questões a respeito disso, sempre passeiam em minha mente, ainda mais no que diz respeito a retrucar aquilo que nos fere os ouvidos. Às vezes, até a nossa alma.

Seo Demétrio trabalhava na casa dos meus avós desde adolescente. Analfabeto, fez questão que todos os seus filhos estudassem. “Quero para eles, o melhor que não tive, o estudo”, costumava dizer. Diariamente, bem cedo, quando ainda estava escuro, se encontrava com meu avô, junto à janela do seu quarto, para definir as atividades que faria ao longo do dia. Conversavam por volta de uma hora. Já com o sol acordado, partia para o trabalho. Sempre foi incansável. Após certo tempo, passou a levar um dos filhos, Joaquim, para trabalhar com ele na parte da tarde, depois de sair das aulas. Quando questionado por meu avô se aquela rotina intensa de trabalho não era demais para o menino, ele respondeu “Seo Felipe, na escola ele aprende ‘as matemáticas e os portugueses da vida’, aqui ele vai aprender a viver”. Talvez alguns exageros em sua afirmação. Mas caberia ao tempo pautar isso.

Certa vez testemunhei um diálogo entre Seo Demétrio e Joaquim. “Meu filho, já ouvi sua sugestão sobre como pegar sapoti, mas acredite, não há como subirmos na árvore, sem corrermos o risco de cairmos, uma vez que os galhos são muito fracos. Considere que devemos colocar um saquinho junto a um pedaço de pau para que possamos retirá-los inteiro e sem risco.” Joaquim retrucou afirmando que a forma sugerida por seu pai permitiria retirar apenas um sapoti por vez enquanto a dele propiciaria a coleta de uma quantidade muito maior. Seo Demétrio ouviu pacientemente os argumentos. Ao final, aguardou uma pausa maior de seu filho e relatou: “Quinho, entendi seu ponto de vista, podemos fazer algo de forma segura e coletar menos ou pegar muito mais sapotis e corrermos o risco de machucarmos.” Mal acabou de ouvir seu pai, Joaquim devolveu: “Pai, você está por fora, vá por mim, estou certo”. Desta vez Seo Demétrio foi mais incisivo: “Primeiro pense no que as pessoas falam antes de ter a audácia de julgar não apenas as palavras dela, mas elas também. Deixe de ser apedeuta”. E lá se seguiu a discussão que resultou, ao fim do dia, em um cesto cheio de sapotis inteiros maduros e pai e filho inteiros partindo para casa. Ao que parece, uma solução compartilhada, certamente, foi tomada.

Antes deles irem embora, no entanto, corri em direção ao Seo Demétrio e perguntei: “O que é apedeuta?” Seo Demétrio pareceu surpreso com a pergunta, tirou seu chapéu de palha da cabeça e falou: “Apedeuta é quem joga fora a chance de aprender com os outros”. Ressabiado com a resposta, antes até mesmo de eu compreendê-lo, ele seguiu: “Junior (assim que ele me chamava), tudo o que vale nesta vida é respeito. Ouvir e considerar o que os outros dizem é respeito. Você não precisa concordar. Mas aprendemos tanto ao respeitar. Além de ser a única forma para que possamos ser respeitados. Os apedeutas estão bem longe disso tudo. Eles não se calam diante o que não concordam, eles querem que tudo seja do jeito deles.” Pois é, Seo Demétrio era um analfabeto nas carteiras escolares, mas um doutor honoris causa na vida.

História que vivi e que sempre marcou minha vida. Muito tempo depois, fui ler mais sobre isso. Certos entendimentos me alimentaram com um pouco mais de aprendizado. Os apedeutas são pessoas que não conseguem respeitar a opinião dos outros. Eles se consideram donos da razão e têm a arrogância como a única justificativa sobre sua total incapacidade em aceitar o legítimo direito daqueles que pensam diferente deles. Possuem o cerne do autoritarismo impregnado em sua alma e por serem tão ardilosos costumam usar discursos libertários como estratégia vil para impor seus pontos de vista bem como desqualificar àqueles que não comunguem de seus pontos de vista. Pouco confiáveis, são volúveis e rasos em suas opiniões, o que as tornam de pequeno prazo de validade. Seres que jamais irão evoluir como humanos. Fugir deles não nos cabe, talvez apenas viver com eles e não permitir, jamais, que eles sejam elementos que nos mudem, afinal eles são apedeutas, não nós. Obrigado Seo Demétrio.

– 100 anos de brigas de Torcidas no Futebol.

Há 100 anos, o escritor Lima Barreto (quem nunca leu a brilhante obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma”?) escrevia sobre algo que persiste nos dias de hoje: a briga entre Torcedores de Futebol!

Incrível, parece atual, mas foi escrito em 1922! Extraído do acervo do Centro Cultura São Paulo, publicado na Revista “Careta”.

FOOT-BALL

Por Lima Barreto

Não é possível deixar de falar no tal esporte que dizem ser bretão.

Todo dia e toda a hora ele enche o noticiário dos jornais com notas de malefícios, e mais do que isto, de assassinatos.

Não é possível que as autoridades públicas não vejam semelhante cousa.

O Rio de Janeiro é uma cidade civilizada e não pode estar entregue a certa malta de desordeiros que se querem intitular sportmen.

Os apostadores de brigas de galos portam-se melhor. Entre eles, não há questões, nem rolos.

As apostas correm em paz e a polícia não tem que fazer com elas; entretanto, os tais footballers todos os domingos fazem rolos e barulhos e a polícia passa-lhe a mão pela cabeça.

Tudo tem um limite e o football não goza do privilégio de cousa inteligente.

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– Inveja de homem é f…

Com todo respeito aos amigos leitores, o termo com “3 pontinhos” é identificável. Mas é que, algo que me assusta muito, é o ciúme de homem sobre outro homem! Calma, nada sexual, falo do ciúme “de vida”, da inveja ruim de querer fazer o que o outro faz, e não poder. Do cara que não admira ou aplaude o seu próximo, mas desqualifica e ofende.

Qual o propósito?

Sei lá.

Ah, a vaidade humana… só faz sofrer quem não consegue equilibrar-se emocionalmente. Culpa, muito disso, da Internet! Sim, pois antes o cara só via as coisas ao seu redor e frustrava-se ou se invejava o seu vizinho, e, agora, tem o mundo todo a um clique para ter ciumeira…

Bola pra frente.

– Nunca publique na Internet sem estar bem emocionalmente. Você poderá ficar sozinho no futuro…

Escrever sob forte emoção, sem equilíbrio emocional ou simplesmente “com vontade de polemizar”, pode trazer sérios problemas nas Redes Sociais. 

Se alguém ofende seu semelhante nela, com a rapidez da Web, mesmo que apague certamente será visualizado por um grande número de pessoas. 

Aliás, há pessoas que se esquecem que as publicações, quando públicas, são lidas e ficam aparentes para outras que não gostariam. E aí o cidadão ofendido, desrespeitado, mesmo que ali não responda, sabe o que aconteceu. 

Me impressiona a falta de inteligência de quem possa crer que o mundo gira em torno dele, e que suas verdades são únicas e as dos outros, invalidadas. 

Respeitar a opinião alheia é importante, não significando concordar ou não. Podemos pensar o inverso do nosso próximo, mas isso não quer dizer que ele deva ser desrespeitado.

Aliás, críticas ao trabalho profissional de alguém ou simplesmente desvalidar uma opinião que você não concorda, normalmente é algo feito com o estômago. Aí o sujeito cai em si, vê as idiotices escritas e resolve “disfarçar” a cáca. 

Quem apaga comentários nas redes sociais, sabe que algo está errado e que pode sofrer consequências. Desde injúrias até ameaças, o Facebook, o Twitter e outras Redes estão cheias de pessoas que as tratam como “antissociais” – embora esses “apagadores” exijam que os outros sejam partidários socialmente de seus ideias. 

Pobre mundo virtual, que revela o íntimo das pessoas do mundo real…

Cá entre nós: quando você verificar que alguém promove desavenças e ofensas, e tentar ajudar a pessoa (trazendo-a para a razão e para as regras do exercício de cidadania) mas ela simplesmente não só ignorar como agir contrariamente… torça para que outra pessoa a ajude, pois a birra dela (que no fundo, sabe que está errada) impedirá que a humildade o faça voltar ao bom senso e permitirá que a arrogância a domine. 

Não respeitar o próximo, ofender a dignidade alheia e desmerecer o trabalho honesto de qualquer um, faz com que o indivíduo se torne isolado, sozinho e triste. Como ele não pedirá desculpas – justamente pelo ambiente que ele próprio criou – se torça para que ele saia desse transtorno de relacionamento com as menores sequelas possíveis. 

Quando uma pessoa qualquer te chama a atenção, ela pode estar errada ou não. Mas quando amigos insistem no cuidado com as palavras mais de uma vez, aí é outra história…

Que haja tempo para a cegueira social não acabar com as relações (ou com os amigos). Um pedido de desculpa, um “e aí, fui mal” ou uma autocrítica sempre fazem bem, evitando morrer sufocado por ele próprio.

Nas redes sociais, “é tudo lindo... é divino... é maravilhoso!” - Jornal de  Brasília 

Imagem extraída de: https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/pragmatica/redes-sociais/

– Vídeo Cassete e os Consórcios de outrora!

Parece que foi ontem. Relembrando quando meu pai foi sorteado no “consórcio de vídeo-cassete” e a alegria de saber que seríamos agraciados com um aparelho que nos permitira rever os filmes que passavam na TV!

Tempos malucos, não?

Hoje, o streaming mudou tudo. Mas é hilário relembrar o quão era diferente tudo isso. E não foi há muito tempo…

A tecnologia muda tudo rapidamente demais. Veja que legal a imagem abaixo, que traz uma memória da febre e obsessão que foi ter um aparelho como esse:

– O DNA e a Depressão.

Muito interessante: a Holiste, empresa da área de saúde, publicou uma matéria a partir da reportagem da Revista Superinteressante intitulada: DNA, a nova arma contra a depressão. 

Para quem se preocupa com o chamado “mal do século” (o trio formado por depressão, ansiedade e pânico), vale a pena a leitura da questão de se realizar mapeamento genético para atacar essas crises / doenças.

Extraído de: https://www.holiste.com.br/depressao-teste-genetico/

DNA E A DEPRESSÃO

A Revista Super Interessante abordou o uso do Teste Genético como aliado no tratamento da depressão.   Na matéria, a jornalista Pâmela Carbonari explicou o funcionamento do teste genético e relatou sua experiência com a depressão e com os tratamentos medicamentosos.

“O que mais temia não era a ajuda profissional, mas o troca-troca de remédios típico de quem começa tratamentos, e a convivência com efeitos colaterais que cada um pode dar no início do tratamento – ansiedade, tontura, dor de cabeça, náusea…”, explica Pâmela Carbonari.

O “troca-troca” que a jornalista se refere se dá pelo fato de que, a despeito de todo cuidado e perícia do psiquiatra, não é incomum que o paciente não responda de forma eficaz à primeira prescrição do tratamento medicamentoso, ou apresente efeitos colaterais indesejados, já que cada remédio interage com o organismo de uma forma.

“Os testes genéticos surgem como uma alternativa para determinar quais antidepressivos funcionam melhor no seu corpo.  A grosso modo, são testes que fazem uma leitura do seu DNA para detectar se ele é mais amigo deste ou daquele remédio”, resume a jornalista.

O psiquiatra Guido May – do laboratório GnTech, parceiro da Holiste – comenta sobre o teste farmacogenético na matéria.

“É raro encontrar alguém que metabolize normalmente todos medicamentos utilizados para o sistema nervoso central.  Mas, mesmo com esse manual de instruções na mão, a avaliação de um médico segue sendo fundamental.   O teste genético é uma ferramenta, uma informação a mais para ajudar, em conjunto com histórico de tratamentos prévios, ambiente, fase da vida”.

ESTUDOS E RESULTADOS

Um levantamento realizado nos Estados Unidos pela organização de saúde Mayo Clinic, mostrou que quem fez o exame genético teve uma resposta 70% melhor à medicação se comparada àqueles que usaram o antidepressivo sem ter realizado o teste.

“Existem estudos norte-americanos que demonstram que as pessoas que fazem o tratamento guiado com o teste farmacogenético faltam 75% menos ao trabalho do que o paciente que faz o tratamento pela via tradicional, gasta 60% menos com saúde e demanda 67% menos dos planos de saúde” – afirma Guido May.

Já o estudo realizado em publicado em 1167 pacientes com transtorno depressivo maior – que apresentaram resistência ao tratamento e não tiveram resposta a pelo menos um medicamento – identificou uma probabilidade 30% maior de resposta do paciente ao tratamento e 50% maior de alcançar a remissão quando a seleção da medicação foi guiada pelo teste genético.   O estudo foi publicado no American Psychiatric Association (APA), em maio de 2018.

“Atualmente, a prescrição por tentativa e erro de antidepressivos é um fator que contribui para o insucesso do tratamento e aumenta os custos.  A farmacongenômica combinatória pode melhorara os resultados identificando medicamentos que, por razões genéticas, serão menos eficazes, podem levar a mais eventos adversos e que podem existir a troca”, explicou o Dr. John Greden, pesquisador principal do estudo.

TESTE FARMACOGENÉTICO GNTECH

A Holiste realiza o teste em parceria com a GnTech, laboratório catarinense de genética e bioinformática, que realiza exames de alta qualidade e precisão, provenientes do sequenciamento do genoma humano.

O teste da GnTech oferece uma avaliação de como as medicações atuarão no sistema nervoso central do paciente, no tratamento de transtornos como depressão, ansiedade, déficit de atenção e psicoses.

O exame é realizado de forma simples, com a coleta de uma amostra da saliva do paciente. O material é enviado para o laboratório que analisa 26 genes para determinar como o organismo daquele indivíduo reage aos 79 remédios mais usados para o Sistema Nervoso Central – antidepressivos, ansiolíticos, antipsicóticos, analgésicos, opioides, psicoestimulantes, estabilizantes de humor e anticonvulcionantes.

O laudo gerado auxilia o trabalho do psiquiatra, como um “mapa” que demonstra como os genes determinam a absorção, distribuição e metabolização dos remédios e de que forma acontece a recaptação de neurotransmissores.

“O teste farmacogenético apresenta-se como uma alternativa para auxiliar a escolha do melhor tratamento, respeitando as especificidades genéticas daquela pessoa.  Podemos definir se é necessário aumentar ou reduzir a dosagem da medicação, ou buscar uma outra alternativa que se adapte melhor ao tipo de metabolismo do paciente, possibilitando uma melhor adesão ao tratamento e uma maior qualidade de vida”, explica a psiquiatra da Holiste Fabiana Nery.

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Imagem extraída do link acima citado.

– Dialogar é sempre bem melhor do que guerrear.

Barack Obama, há três anos, foi pontual ao responder sobre as questões militares americanas. A respeito das intervenções do Exército dos EUA em alguns conflitos, disse:

“Termos o melhor martelo não significa que devemos tratar todos os problemas como se fossem pregos”.

Boa! O diálogo sempre deve sobrepor o uso da força, independente da situação.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Correr faz bem para o Coração. Mas faz mesmo?

Praticar esportes faz bem para a saúde, isso é sabido. Mas… a que ritmo?

Compartilho interessante material sobre o excesso de corrida maltratando o coração.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/338201_OS+PERIGOS+DA+MARATONA+PARA+O+CORACAO

OS PERIGOS DA MARATONA PARA O CORAÇÃO

Pesquisadores canadenses verificam que corredores amadores estão sob risco de apresentar lesões cardíacas após a conclusão da prova

Por Michel Alecrim

Um estudo canadense acendeu um alerta para corredores amadores que resolvem participar de maratonas. De acordo com o trabalho, realizado pela Universidade de Laval, adeptos de corrida que não têm o preparo adequado expõem-se ao risco de sofrer lesões cardíacas após as provas. Os problemas são reversíveis, mas os cientistas ressaltam que o resultado reforça a necessidade de uma preparação correta antes de se lançar ao desafio. A pesquisa foi publicada no “Canadian Journal of Cardiology”.

Os cientistas acompanharam as condições de 20 participantes da Maratona de Quebec que não estavam acostumados a esse tipo de corrida. Eles tinham entre 18 e 60 anos. Testes após a prova mostraram que metade deles apresentou redução funcional nos ventrículos esquerdo e direito do coração. Alguns manifestavam inflamação, edema e redução do fluxo sanguíneo. Os achados inquietaram os pesquisadores. “Ficamos surpresos com os resultados, já que os corredores são considerados o segmento mais saudável da população”, explicou à ISTOÉ o cientista Eric Larose, coordenador do estudo. Após submeter os participantes a exames três meses depois da prova, os cientistas verificaram que as lesões haviam desaparecido.

As conclusões somam-se a outras evidências de risco cardíaco para corredores amadores em situações extenuantes. Sabe-se, por exemplo, que horas de corrida podem até provocar necrose em pequenas áreas do órgão. “Normalmente, há uma regeneração depois. A questão é saber se no período pós-maratona esses atletas despreparados estão mais sujeitos a um infarto. Mas seriam necessários outros estudos para se avaliar isso”, afirma o cardiologista Nelson Souza e Silva, do Instituto do Coração da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O cardiologista Daniel Kopiler, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, compara os efeitos sofridos pelo miocárdio aos danos causados em músculos do restante do corpo após exercícios extenuantes. No coração, eles podem levar de fato a uma morte súbita, principalmente se a pessoa tiver uma doença cardíaca ou uma má-formação genética. Até para os jovens há esse risco. “Além de uma preparação de longo prazo, qualquer candidato a maratonista precisa pelo menos fazer um eletrocardiograma”, adverte.

Essas recomendações são fundamentais, em especial nesses tempos em que correr – e participar de maratonas – virou moda. Estima-se que no Brasil esse público já chegue a um milhão de pessoas. “A chance de ocorrência de morte súbita nas maratonas é de uma em 100 mil. E 50% delas ocorrem nos dois últimos quilômetros”, afirma Gláucio Soares, especialista em reabilitação cardíaca.

É possível reduzir os riscos de problemas seguindo algumas orientações. Além de uma avaliação clínica inicial, o futuro maratonista tem de seguir rigoroso planejamento, com treinos de três a cinco vezes por semana. Só quando for capaz de correr bem 32 quilômetros a pessoa pode enfrentar o desafio. “Muita gente me procura querendo saber se em dois ou três meses já pode participar da prova. Não oriento a isso”, conta Eduardo Netto, diretor técnico da rede de academias Bodytech.

O especialista aconselha a quem quer correr uma prova de 42 quilômetros a fazer um treinamento paulatino com o auxílio de um profissional de educação física. O advogado carioca José Alfredo Sabino já correu dez maratonas em diferentes países. “Mas antes fiz um programa de treino. Também procurei começar com a meia maratona para me preparar. Seguindo todas as recomendações, nunca tive qualquer problema durante ou depois das provas”, conta.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Desconforto é…?

Para refletir sobre essa imagem: será que desconforto é algo tão simplório como dito na imagem?

Desconforto é mais do que isso... cada um tem o seu (ou alguns desconfortos). E de formas diversas.

– Equitativo Tratamento para Problemas Sociais:

Um sábio amigo mandou essa reflexão. Concordo e assino embaixo:

“Já que colocam fotos de gente morta nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?”

Verdade ou não? Em tudo, há de se ter equilíbrio e correção.

Equilíbrio sempre | Escultura em rocha, Arte com seixos, Arte com ...

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Tenha uma boa rede de relacionamentos!

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Renato Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado. 

Vale a pena conferir, extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.
Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.
A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.
Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.
Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…
O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.
O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.
Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?
Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.
Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.
De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– O mundo da colaboração, e não o da competição, é necessário.

Em tempos de pandemia e necessidade de ações solidárias e coletivas, deparei-me com essa consciente reflexão:

“As pessoas educam para a competição e esse é o princípio de qualquer guerra. Quando educarmos para cooperarmos e sermos solidários uns com os outros, nesse dia estaremos a educar para a paz”.

Maria Montessori, médica e educadora.

Pensemos: de que adianta, especialmente nos dias de hoje, a agressividade nas palavras e o discurso da necessidade de sucesso na carreira profissional neste mundo competitivo, onde o indivíduo faz de tudo para se dar bem, muitas vezes sobrepujando seu próximo?

Mais do que isso: o que é sucesso?

Vale pensar…

Colaborar e Cooperar para o crescimento da sua empresa - Parte ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Papai não é Mamãe!

O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?

Tal dilema desafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.

Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai. Claro, sou um papai…

Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml

PAPAI NÃO É MAMÃE

O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.

Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”

O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.

Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.

Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.

Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.

O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.

Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.

Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”

As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– Não perca tempo com coisas fúteis ou gente que te desmotiva.

E refletir sobre algumas verdades se faz necessário.

Compartilho:

– Executivas que Sofrem Pela sua Vaidade.

Há alguns percalços interessantes na carreira de Administrador. Para as mulheres, alguns outros limites e paradigmas a serem quebrados.

Costumeiramente, elas se questionavam: Carreira ou Família?

Hoje, segundo a historiadora Mary Del Priore, as mulheres fracassam no mundo da administração por um outro motivo: a Vaidade!

Certamente, se fosse uma declaração dada por homem, seria rotulada de machista. Mas uma própria mulher falando sobre a preocupação das executivas em relação a beleza, é algo a se levar em conta.

Ela ainda diz que:

“As brasileiras são apáticas, machistas e escravas da ditadura da beleza“.

Eu discordo. E você?

Extraído de: ISTO É (clique acima para citação)

O ESPELHO É A NOVA SUBMISSÃO FEMININA

por Cláudia Jordão

(…) uma grande parcela da população feminina foi absorvida pelo mercado de trabalho, conquistou liberdade sexual e hoje, cada vez mais, se destaca na iniciativa privada, na política e nas artes – mesmo que a total igualdade de direitos entre os sexos ainda seja um sonho distante. Mas, para a historiadora Mary Del Priore, uma das maiores especialistas em questões femininas, apesar de todas as inegáveis conquistas, as mulheres não se saíram vitoriosas. Autora de 25 livros, inclusive “História das Mulheres no Brasil”. Mary, 57 anos, diz que a revolução feminista do século XX também trouxe armadilhas.

Istoé – Neste 8 de março, há motivos para festejar?

Mary Del Priore – Não tenho nenhuma vontade. O diagnóstico das revoluções femininas do século XX é ambíguo. Ele aponta para conquistas, mas também para armadilhas. No campo da aparência, da sexualidade, do trabalho e da família houve benefícios, mas também frustrações. A tirania da perfeição física empurrou a mulher não para a busca de uma identidade, mas de uma identificação. Ela precisa se identificar com o que vê na mídia. A revolução sexual eclipsou-se diante dos riscos da Aids. A profissionalização, se trouxe independência, também acarretou stress, fadiga e exaustão. A desestruturação familiar onerou os dependentes mais indefesos, os filhos.

Istoé- Por que é tão difícil sobreviver a essas conquistas?

Mary Del Priore – Ocupando cada vez mais postos de trabalho, a mulher se vê na obrigação de buscar o equilíbrio entre o público e o privado. A tarefa não é fácil. O modelo que lhe foi oferecido era o masculino. Mas a executiva de saias não deu certo. São inúmeros os sacrifícios e as dificuldades da mulher quando ela concilia seus papéis familiares e profissionais. Ela é obrigada a utilizar estratégias complicadas para dar conta do que os sociólogos chamam de “dobradinha infernal”. A carga mental, o trabalho doméstico e a educação dos filhos são mais pesados para ela do que para ele. Ao investir na carreira, ela hipoteca sua vida familiar ou sacrifica seu tempo livre para o prazer. Depressão e isolamento se combinam num coquetel regado a botox.

Istoé – A mulher também gasta muita energia em cuidados com a aparência. Por que tanta neurose?Mary Del Priore – No decorrer deste século, a brasileira se despiu. O nu, na tevê, nas revistas e nas praias incentivou o corpo a se desvelar em público. A solução foi cobri-lo de creme, colágeno e silicone. O corpo se tornou fonte inesgotável de ansiedade e frustração. Diferentemente de nossas avós, não nos preocupamos mais em salvar nossas almas, mas em salvar nossos corpos da rejeição social. Nosso tormento não é o fogo do inferno, mas a balança e o espelho. É uma nova forma de submissão feminina. Não em relação aos pais, irmãos, maridos ou chefes, mas à mídia. Não vemos mulheres liberadas se submeterem a regimes drásticos para caber no tamanho 38? Não as vemos se desfigurar com as sucessivas cirurgias plásticas, se negando a envelhecer com serenidade? Se as mulheres orientais ficam trancadas em haréns, as ocidentais têm outra prisão: a imagem.
Istoé – Na Inglaterra, mulheres se engajam em movimentos que condenam a ditadura do rosa em roupas e brinquedos de meninas. Por que isso não ocorre aqui?Mary Del Priore – Sem dúvida, elas estão à frente de nós. Esse tipo de preocupação está enraizado na cultura inglesa. Mas aproveito o mote para falar mal da Barbie. Trata-se de impor um estilo de vida cor-de-rosa a uma geração de meninas. Seus saltos altos martelam a necessidade de opulência, de despesas desnecessárias, sugerindo a exclusão feminina do trabalho produtivo e a dependência financeira do homem. Falo mal da Barbie para lembrar mães, educadoras e psicólogas que somos responsáveis pela construção da subjetividade de nossas meninas.
Istoé – O que a sra. pensa das brasileiras na política?Mary Del Priore – Elas roubam igual, gastam cartão corporativo igual, mentem igual, fingem igual. Enfim, são tão cínicas quanto nossos políticos. Mensalões, mensalinhos, dossiês de todo tipo, falcatruas de todos os tamanhos, elas estão em todos!
Istoé – Temos duas candidatas à Presidência. A sra. acredita que, se eleitas, ajudarão na melhoria das questões relativas à mulher no Brasil?Mary Del Priore – Pois é, este ano teremos Marina Silva e Dilma Rousseff. Seria a realização do sonho das feministas dos anos 70 e 80. Porém, passados 30 anos, Brasília se transformou num imenso esgoto. Por isso, se uma delas for eleita, saberemos menos sobre “o que é ter uma mulher na Presidência” e mais sobre “como se fazem presidentes”: com aparelhamento e uso da máquina do Estado, acordos e propinas.
Istoé – Pesquisa Datafolha divulgada no dia 28 de fevereiro apontou que a ministra Dilma é mais aceita pelos homens (32%) do que pelas mulheres (24%). Qual sua avaliação?Mary Del Priore – Estamos vivendo um ciclo virtuoso para a economia brasileira. Milhares saíram da pobreza, a classe média se robusteceu, o comércio está aquecido e o consumo de bens e serviços cresce. Sabe-se que esse processo teve início no governo FHC. Para desespero dos radicais, o governo Lula persistiu numa agenda liberal de sucesso. Os eleitores do sexo masculino não estarão votando numa mulher, numa feminista ou numa plataforma em que os valores femininos estejam em alta, mas na permanência de um programa econômico. Neste jogo, ser ou não ser Dilma dá no mesmo. No Brasil, o voto não tem razões ideológicas, mas práticas.
Istoé – Ou seja, o sexo do candidato não faz a menor diferença?Mary Del Priore – O governo criou um ministério das mulheres (a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres) que não disse a que veio. A primeira-dama (Marisa Letícia), hábil em fazer malas e sorrir para o marido e para as câmaras, se limita a guardar as portas do escritório do presidente, sem estimular nenhum exemplo. O papel de primeira-dama é mais importante do que parece. É bom lembrar que, embora elas não tenham status particular, representam um país. Daí poderem desenvolver um papel à altura de seus projetos pessoais e sua personalidade. A francesa Danielle Mitterrand, que apoiou movimentos de esquerda em todo o mundo e nunca escondeu suas opiniões políticas, ou Hillary Clinton, pioneira em ter uma sala na Casa Branca, comportando-se como embaixatriz dos EUA, são exemplos de mulheres que foram além da “cara de paisagem”.
Istoé – Por que as políticas brasileiras não têm agenda voltada para as mulheres?Mary Del Priore – Acho que tem a ver com a falta de educação da mulher brasileira de gerações atrás e isso se reflete até hoje. Tem um pouco a ver com o fato de o feminismo também não ter pego no Brasil.
Istoé – Por que o feminismo não pegou no Brasil?Mary Del Priore – Apesar das conquistas na vida pública e privada, as mulheres continuam marcadas por formas arcaicas de pensar. E é em casa que elas alimentam o machismo, quando as mães protegem os filhos que agridem mulheres e não os deixam lavar a louça ou arrumar o quarto. Há mulheres, ainda, que cultivam o mito da virilidade. Gostam de se mostrar frágeis e serem chamadas de chuchuzinho ou gostosona, tudo o que seja convite a comer. Há uma desvalorização grosseira das conquistas das mulheres, por elas mesmas. Esse comportamento contribui para um grande fosso entre os sexos, mostrando que o machismo está enraizado. E que é provavelmente em casa que jovens como os alunos da Uniban aprenderam a “jogar a primeira pedra” (na aluna Geisy Arruda).
Istoé – O que nos torna tão desconectadas?Mary Del Priore – As mulheres brasileiras estão adormecidas. Falta-lhes uma agenda que as arranque da apatia. O problema é que a vida está cada vez mais difícil. Trabalha-se muito, ganha-se pouco, peleja-se contra os cabelos brancos e as rugas, enfrentam-se problemas com filhos ou com netos. Esgrima-se contra a solidão, a depressão, as dores físicas e espirituais. A guerreira de outrora hoje vive uma luta miúda e cansativa: a da sobrevivência. Vai longe o tempo em que as mulheres desciam às ruas. Hoje, chega a doer imaginar que a maior parte de nós passa o tempo lutando contra a balança, nas academias.
Istoé – Há saída para a condição da mulher de hoje?
Mary Del Priore – Em países onde tais questões foram discutidas, a resposta veio como proposta para o século XXI: uma nova ética para a mulher, baseada em valores absolutamente femininos. De Mary Wollstonecraft, no século XVIII, a Simone de Beau­voir, nos anos 50, o objetivo do feminismo foi provar que as mulheres são como homens e devem se beneficiar de direitos iguais. Todavia, no final deste milênio, inúmeras vozes se levantaram para denunciar o conteúdo abstrato e falso dessas ideias, que nunca levaram em conta as diferenças concretas entre os sexos. Para lutar contra a subordinação feminina, essa nova ética considera que não se devem adotar os valores masculinos para se parecer com os homens. Mas que, ao contrário, deve-se repensar e valorizar os interesses e as virtudes feminina s. Equilibrar o público e o privado, a liberdade individual, controlar o hedonismo e os desejos, contornar o vazio da pós-modernidade, evitar o cinismo e a ironia diante da vida política. Enfim, as mulheres têm uma agenda complexa. Mas, se não for cumprida, seguiremos apenas modernas. Sem, de fato, entrar na modernidade.
Istoé – O que as mulheres do século XXI devem almejar?

Mary Del Priore – O de sempre: a felicidade. Só com educação e consciência seremos capazes de nos compreender e de definir nossa identidade.

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MULHERES NA POLÍTICA
“Elas roubam igual, mentem igual, fingem igual. São tão cínicas quanto nossos políticos”, diz

– Sobre o Céu e a Terra – discussões de pessoas inteligentes!

Tempos atrás, comprei o livro “Sobre o Céu e a Terra” (Ed Paralela, 208 páginas), escrito por Jorge Mario Bergoglio (o atual Papa Francisco) e o Rabino Abraham Skorka (reitor do Seminário Rabínico Latino-Americano).

Gente, é O LIVRO!

Impressionante a beleza e a riqueza de debates de alta intelectualidade, com as visões de um líder cristão católico e de um líder judeu.

São textos para serem lidos por pessoas de muita fé (pela grande espiritualidade) e por outros de fé nenhuma (pela imensa racionalidade). A obra agrada radicais e conservadores, crentes e ateus. E eles não fogem dos temas polêmicos!

Conversaram:

  • sobre Aborto, em visões religiosas, descrentes e agnósticas;
  • sobre Celibato, em questões de desprendimento dos bens materiais e compromissos mundanos para a pregação, curiosamente somando a necessidade dos mesmos e questões de abertura ao casamento e ordenação de mulheres;
  • sobre Homossexualismo e a diferença do pecado e do pecador, do respeito à união civil e a liberdade dada a Deus ao homem para coabitar hetero e homossexualmente, lembrando, é claro, da posição firme do que o Cristianismo e o judaísmo enxergam; e
  • sobre o Divórcio, de maneira aberta, realista e contemporânea!

Claro que outros assuntos foram abordados, mas só lendo o livro para entender e apreciar. Pelo que folheei, fiquei impressionado como Bergoglio (ou Francisco) é firme nas questões de fé, sem perder as necessárias considerações dos dias atuais (em conjunto com seu colega judeu).

Me parecem muito mais progressistas, realistas e servidores do Criador do que eu os conhecia. Uma digna mostra de que “Fé e Razão” não são divergentes, mas complementares.

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– O comportamento diferente das pessoas de sucesso verdadeiro, frente as demais.

No sucesso e no insucesso: como agem as pessoas?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=kXlWSjhuxcY

– Exageros ou não do Politicamente Correto

Compartilho uma matéria interessante sobre os exageros ou não do politicamente correto, brincando com os gordos. Ops, ou melhor, com os portadores de sobrepeso.

Confesso me policiar muito para não cometer nenhuma grosseria. Mas por que chamar um amigo de negão pode ser ofensivo, enquanto chamar outro de alemão não é?

Para mim, há certas regras que soam estranhas…

Extraído de: http://is.gd/PIhthw

QUEREM TRANSFORMAR A PALAVRA GORDO EM PALAVRÃO…

por Martha Mendonça

Gordo. A palavra soa mal? Para alguns, sim. Da mesma forma que negro, cego ou pobre – ou melhor, afrodescendente, deficiente visual ou menos favorecido –, falar “gordo” está se tornando ofensa. E a mídia americana já começa a adotar a nova tendência politicamente correta. Na semana passada, uma articulista do site Huffington Post, Vicki Iovine, escreveu que “as pessoas costumavam ter medo de ficar gordas; agora têm medo de dizer… gordo”. O que substitui a palavra proibida? “Pessoa sedentária superprocessadora de alimentos”, diz o ator e diretor de comédias americano Kevin Smith. No mês passado, Smith foi expulso de um voo por não caber numa única poltrona e começou a fazer graça com o assunto. Outra sugestão, mais sisuda, é que se diga: “A palavra que começa com f” (em inglês, gordo é “fat”).

A linguagem politicamente correta surgiu nos Estados Unidos na década de 70, como herança do movimento de defesa dos direitos civis do pós-guerra. Com ela, claro, desenvolveu-se um enorme mercado de processos judiciais. Quem não segue o novo cânone pode parar na Justiça – e isso ajuda a explicar parte do sucesso da nova língua. De acordo com sua lógica, usar certas palavras legitima o preconceito e propaga visões discriminatórias contra grupos sociais. A mudança, afirmam seus defensores, seria o primeiro passo para eliminar o preconceito enraizado na linguagem.

Mas essa é uma impressão enganosa. Na prática, a patrulha da língua enfraquece o idioma e empobrece a comunicação. “Palavras legítimas, originárias do latim, com uma história de 2 mil anos, estão sendo banidas de nosso dia a dia”, diz Aldo Bizzocchi, doutor em linguística pela Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro Léxico e ideologia na Europa Ocidental. “O problema está na intenção ao dizer algo, não na palavra em si. Não é ofensa nenhuma dizer que Beethoven era surdo.”

É evidente que certas palavras carregam um tom ofensivo. É o caso, em inglês, do termo “nigger”, uma forma pejorativa de se referir aos negros que pode ser aproximadamente traduzida em português por “preto”. Em inglês, porém, tornou-se politicamente incorreto o próprio termo “black” – correspondente a nosso “negro” e usado pelos próprios líderes do movimento negro.

No Brasil, o controle do idioma ainda não é tão severo. Gordo e negro são palavras aceitas, embora com cada vez mais ressalvas. Afrodescendente já pegou nos discursos e nas teses de mestrado e doutorado. “Homossexualismo” aos poucos vai mudando para “homossexualidade”, de acordo com a orientação dos grupos de gays e lésbicas que veem no sufixo “ismo” uma conotação de doença. (Não se sabe se seriam doenças também o comunismo, o liberalismo ou o tenentismo…) Há alguns anos, quem perdia uma perna era chamado de “aleijado”. Depois passou a ser tratado como “deficiente”. Recentemente, virou “portador de deficiência”. Não parou aí. Agora, ele é “portador de necessidade especial”.

Em 2006, a Secretaria de Direitos Humanos lançou a Cartilha do politicamente correto, com 96 expressões consideradas preconceituosas. A lista desestimulava termos como “baianada” (para abusos no trânsito), assim como as palavras “anão” e “palhaço”. A frase “a coisa está preta” também entrou no índex. A cartilha foi tão criticada que o governo a suspendeu. A ideia de vigiar a linguagem, porém, continua viva e forte – mas não gorda, gorda jamais.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Intolerância à opinião alheia:

Essa mensagem sobre tolerância ou não nas Redes Sociais, abaixo, não é verdadeira?

Tenhamos mais paciência! Veja só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Busque seu sonho.

Uma mensagem que diz muita coisa sobre dedicação!

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

– Sabe qual é o “indicador de caráter” de uma pessoa?

Tal exercício de percepção pode ser fundamental para entender o caráter de alguém. 

Compartilho sobre comportamentos, em: https://www.youtube.com/watch?v=OubD0BTC8CA

– Redes Sociais em tempo de contestação.

E esse quadro não é perfeito?

Na Web, você corre o risco de se deparar com pessoas de tal comportamento: os “xaropes”!

Veja, de autoria anônima (encontrei no Linkedin de Ricardo Amorim):

– Uma praga chamada “sinalizador de virtudes

Excelente reflexão de Leandro Lourenço (citação no link a seguir)! Abaixo:

Eu convivo um pouquinho com o cara e já acho ele bem escroto. Só que o perfil no Instagram diz o contrário. O que mais se vê nas redes sociais é …

Continua em: Uma praga chamada “sinalizador de virtudes”

– Em que Era Econômica estamos?

Gustavo Gutiérres, teólogo Peruano, sobre as eras da vida econômica:

“Estamos na era pós-socialista, pós-capitalista e pós-industrial. Mas nunca chegamos à era da pós-pobreza.”.

Resumiu perfeitamente!

A pobreza extrema só acaba com o fim da riqueza extrema - VER

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Profissões com maior número de… Psicopatas!

Essa veio da Revista Superinteressante (Fev/13/pg11): segundo a Universidade de Oxford, as profissões com maior número percentual de psicopatas são:

  1. CEO (“Administrador Chefe”)
  2. Advogado
  3. Apresentador de Rádio e TV
  4. Vendedor
  5. Cirurgião
  6. Jornalista
  7. Policial
  8. Pastor
  9. Chefe de Cozinha
  10. Funcionário Público

Já as profissões com menor número de psicopatas são:

  1. Cuidador de Idosos
  2. Enfermeiro
  3. Terapeuta
  4. Artesão
  5. Esteticista
  6. Voluntário
  7. Professor
  8. Artista
  9. Médico
  10. Contador

E aí, com a sua sensibilidade: a pesquisa é coerente ou não?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Troque o Amuleto pela Atitude. Creia no Deus VIVO e REAL.

Você é supersticioso?

Uma pessoa tem que ter fé madura em sua crença, não crer em rituais místicos que nada levam e que se tornam mais bobagens populares, onde os que crêem, pensam que podem manipular a força que os rege.

A superstição boicota o esforço e a capacidade de realização! É o que afirma estudo da Universidade do Kansas e que concordo plenamente!

Extraído da Revista Saúde, Outubro/2015, pg 78, por Adriana Toledo, abaixo:

A GÊNESE DA SUPERSTIÇÃO

Um projeto desenvolvido na Universidade do Estado do Kansas, nos Estados Unidos, procura compreender o padrão de pensamento de indivíduos supersticiosos. Para isso, os especialistas analisaram as respostas de 200 questionários preenchidos por voluntários. “Notamos que as pessoas apelam para essas crenças como uma maneira de obter controle sobre situações incertas, que provocam inseguranças”, afirma o psicólogo americano Donald Saucier. “Mas quando alguém decide usar uma “camiseta da sorte” em vez de estudar para um exame provavelmente terá um mau desempenho”, diz. Por isso, na opinião dele, a superstição, na maioria das vezes, boicota o esforço e a capacidade de realização.

TROQUE O AMULETO PELA ATITUDE

– Seja decidido e proativo. Não deixe de tomar uma iniciativa por confiar em superstições.
– Não aposte na sorte. Foque em ações que o ajudem a contornar situações adversas.
– Se algo ruim acontecer, não bote a culpa no azar. Procure analisar racionalmente causas e consequências.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pais, Filhos e a herança da Sabedoria.

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:

“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”

Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.

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– Motoristas e Narcóticos.

Repost de 2 anos:

Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.

Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!

E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.