– Seja humilde e espelhe-se em pessoas de sucesso.

O legal é a gente ser humilde e saber se espelhar nas pessoas de sucesso (não desdenhar delas ou das conquistas que têm).

Não sou mais inteligente do que ninguém, nem melhor do que outrém. Pelo contrário, sou falho demais! Quero aprender sempre, pois tenho inúmeros defeitos.

Quando ouço pessoas se auto-vangloriando… respiro fundo e reflito sobre a necessidade de não cometer o erro deste alguém.

Humildade e aprendizado contínuo – caminhos para buscar (ou tentar) ser uma pessoa melhor.

Em: https://youtu.be/x2Ew8ggPeQg

– Não existindo o preservativo masculino…

… o que aconteceria ao mundo?

Olhe só que curioso: uma reportagem de como seria provavelmente nossa sociedade se não tivesse sido criada a Camisa de Vênus?

Ops: para os mais jovens, é o nome da “camisinha”.

Extraído de: https://super.abril.com.br/comportamento/e-se-todo-mundo-parasse-de-usar-camisinha/

E SE…TODO MUNDO PARASSE DE USAR CAMISINHA?

Por Ana Carolina Leonardi

Você chega ao pronto-socorro e encontra um conhecido. “Essa onda de gripe me pegou”, você puxa papo. “Vim só tratar uma clamidiazinha”, ele responde. Nenhum dos dois pisca. O papo segue normalmente. O diálogo parece de outro mundo – e é.

Vem de uma realidade paralela em que a população inteira abandonou a camisinha. Olhando para o mundo real, nem é difícil imaginar o motivo. A verdade é que desde que a camisinha surgiu, há 3 mil anos, com os egípcios enrolando suas partes íntimas com retalhos de linho, muito pouco mudou no “design” do preservativo. A camisinha ficou, sim, mais fina. Mais higiênica. Mais barata. Mais eficiente. E nem assim pegou como deveria. Apenas 5% dos homens no mundo usam preservativos com uma mínima regularidade. Os solteiros são mais assíduos, porém igualmente inclinados a abandoná-los ao primeiro sinal de compromisso. Só um em cada dez casais, diz a ONU, se interessam por eles. E o medo das doenças sexualmente transmissíveis, diferentemente do que se pensa, não é um grande motivador: mesmo com tanta oferta de camisinha a preço de banana, 100 milhões de pessoas por dia são diagnosticadas com DSTs. Muito por isso, a dimensão imaginária na qual a camisinha foi ostracizada é bem menos hipócrita que a nossa. Um mundo sem camisinha teria mais gente, claro. 15% das mulheres dependem só dela para evitar a gravidez. Isso significa 275 milhões de mulheres em idade fértil. A probabilidade de engravidar em um ano de sexo completamente desprotegido é de 85%. Seriam 233 milhões de pessoas a mais no mundo (…). O inusitado é que já existem tecnologias sendo testadas para tornar a camisinha obsoleta. Uma delas é um spray, em desenvolvimento pela Universidade de Oregon (EUA): você aplica sobre o pênis com algumas horas de antecedência. Ele se transforma só na hora H em um preservativo 100% sob medida. E 0% inconveniente. Enquanto nada disso fica disponível na farmácia, por favor, não pare de usar camisinha.

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Imagem extraída de: https://www.mulheresempreendedoraspi.com.br/site/vida-saudavel/vacina-que-cura-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-humano/

– Perdoe.

Perdoe sempre.

Perdoe aquele coitado que te ofende gratuitamente. Ele é doente da alma.

Perdoe aquele que se acha autossuficiente. Ele é ignorante.

Perdoe quem não se manca que está se isolando no mundo. Ele está cego.

Perdoe aquele que virou seu hater. Ele está carente.

Perdoe o seu stalker, ele precisa de companhia. 

Perdoe. Perdoe. Perdoe. 

Perdoe quem te ofende pela Rede Social (mesmo que indiretamente). Perdoe quem pensa que você vive num mundo à parte, pois a bolha dele assim o faz pensar. Perdoe.

Perdoe.

– Eu também digo que renuncio. E você?

De 2018. Mas serve para hoje:

Está com saco cheio de muita coisa cansativa e chata? Amauri Segalla, colunista, relatou o que o aborrece e eu me identifiquei.

Veja se é assim com você também,

Extraído de: http://istoe.com.br/eu-renuncio/

EU RENUNCIO

Depois dos acontecimentos extraordinários dos últimos dias, resolvi renunciar a tudo que me aborrece na vida. Eu não quero mais:

1. Debater política com amigos.
2. Debater política com inimigos.
3. Defender o indefensável.
4. Deixar de defender o defensável.
5. Ler no Facebook que o chefe do partido A é santo e que o rival do partido B é o capeta encarnado.
6. Ler no Facebook que o líder do partido A é o capeta encarnado e que
o rival do partido B é santo.
7. Entrar no Facebook.
8. Adular o político A ou B, nem que seja por um motivo justo.
9. Falar sobre a próxima delação premiada.
10. Falar sobre a última delação premiada.
11. Usar expressões como “a República de Curitiba”.
12. Esperar o Jornal Nacional para ouvir o áudio revelador.
13. Esperar o Jornal Nacional por qualquer motivo.
14. Escutar as entrevistas sabujas do Datena com gente como Bolsonaro.
15. Rir da coluna política metida a engraçadinha que o Duvivier escreve na Folha.
16. Ficar com inveja da coluna política engraçadinha do Duvivier.
17. Deixar a TV ligada o dia inteiro na Globonews e ouvir mais o Merval Pereira do que qualquer outra pessoa na face da Terra.
18. Levar a sério os blogueiros A, B e C.
19. Ignorar os blogueiros A, B e C.
20. Levar a sério boatos do WhatsApp que só envenenam a gente.
21. Ficar puto com os comentários que alguns leitores deste texto deixarão na caixa de comentários do Facebook.
22. Dar voz aos “haters” de plantão.
23. Usar palavras pedantes como “hater”.
24. Destilar ódio, como você, seu vizinho e quase todos os outros fazem.
25. Pensar só na política e esquecer
o resto.
26. Ficar ansioso com o noticiário político.
27. Usar palavras como canalhas, mortadelas e coxinhas.
28. Escutar o debate infértil de cientistas políticos e especialistas na coisa pública – sim, tem gente que se define assim.
29. Procurar no dicionário jurídico
o exato sentido da palavra “prevaricação”.
30. Começar um texto com “as investigações mostram que…”
31. Escrever um texto com as palavras “denúncia” e “escândalo”
31. Dizer que fulano “me representa.”
32. Renunciar à política e ignorar que ela nos levou ao porão e que só ela pode tirar a gente dali.
33. Fazer listas como essa.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– Sucesso e Felicidade são obrigações? Como medir?

Vejo um sem número de pessoas que “precisam” ter sucesso a qualquer custo, e abrem mão de valores que trazem felicidade (como família, descanso, lazer…). Aí ouvi dias atrás uma entrevista do Professor Willian Sanches. E não é que ele abordou esse tema: a Obrigação em Agradar a Todos, ser Feliz e ter Felicidade!

Ninguém é obrigado a buscar tais coisas, mas ao mesmo tempo, elas não são difíceis de se mensurar? O que é sucesso: dinheiro ou paz? Conforto ou um abrigo próprio? Sorriso ou mansidão?

Tudo isso (sucesso e felicidade) são subjetivos. Agradar a todos é dispensável; porém, o respeito ao próximo, não.

No fundo, cada um sabe se é ou não feliz ao seu próprio modo de viver…

É o sucesso que traz felicidade ou a felicidade que traz o...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Euforia ou Felicidade?

Tenho medo quando alguém diz que está “eufórico”, por isso “está feliz”. Euforia, é sabido, não é sinônimo de felicidade. É simplesmente um estado emocional, que se frustrado, torna a pessoa depressiva.

O bom é ter a felicidade independente do estado emocional eufórico. Ser feliz mesmo quando se tem problemas, é o ideal (até porque não existe pessoa que vive sem percalços cotidianamente).

Claro, a euforia tem suas virtudes, mas ela não é constante – e sim oscilante! De tal forma, a euforia deve ser passageira, mas a felicidade, torçamos para que seja perene.

Imagens vetoriais Euforia, banco de Euforia vetores | Depositphotos

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O fracasso faz parte do sucesso.

Por diversas vezes falamos que o fracassado tem uma vantagem sobre o bem-sucedido: ele passou pela experiência do infortúnio e conhece a dor da derrota.

Creio que é essa mesma sábia lógica abaixo:

– Não precisa impressionar mais!

Essa imagem é bem objetiva, não? Mas… conseguimos?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– Quem são as pessoas ideais para o convívio?

Por mais carinhosa que uma pessoa seja contigo, por mais elogios e manifestações de amor que ela tenha por você, por maior que seja a preocupação… se ela apenas “dar consolo” (e entenda respeitosamente o “apenas”), ela peca e te faz mal se nunca te abrir os olhos para os erros que você possa ter cometido.

Um exemplo?

Abaixo, o ideal comportamento:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dê flores.

Costumo (e gosto muito) de presentear as pessoas que amo com flores.

Dessa vez, achei esses simpáticos vasinhos. Será que as meninas gostaram?

Mime aqueles que você quer bem!

🌺 #paixão

– Os Albinos, a iniciativa contra o preconceito e à favor da saúde.

Quando eu era pequeno e sem saber o que era albinismo, pensava que essas pessoas eram estrangeiras no nosso país. Nem imaginava o que era a doença, nem que os negros poderiam sofrê-la também.

Mais do que isso: protetor solar, para eles, é remédio, e as autoridades pouco fazem…

Compartilho essa matéria da Revista VejaSP, ed 26/04, sobre esse assunto importante. Abaixo:

CUIDADO À FLOR DA PELE

Programa inédito no país ajuda albinos a tratarem da saúde e a lidar com o preconceito social

Por Mariana Zylberkan e Sara Ferrari

Em 2011, quando estava grávida de sua filha Beatriz, a professora Fernanda Quintiliano ouviu uma frase aterradora de uma médica que a acompanhava na gestação. “Ela me disse que eu não deveria pôr filhos albinos no mundo, pois havia um risco imenso de eles contraírem câncer de pele”, relembra.

Ela e o marido, o técnico em segurança do trabalho Flavio André Silva, possuem o distúrbio genético do albinismo e o transferiram às duas filhas — a caçula, Clarice, tem 1 ano. O único integrante da família de Osasco, na Grande São Paulo, que não apresenta a condição é Augusto, 6, adotado em 2011. “Eu sabia que nossos filhos biológicos seriam albinos, e não via problema nisso, mas esse comentário me deixou bastante assustada”, conta ela.

Quando a criança completou 3 anos, Fernanda encontrou o Programa Pró Albino, que funciona há seis anos na Santa Casa de Misericórdia com o objetivo de oferecer atendimento médico e psicológico gratuito a portadores de albinismo. Hoje, o casal e as duas meninas fazem consultas a cada três meses na instituição, para a realização de exames e acompanhamento clínico.

O albinismo é uma condição genética associada à deficiência de melanina, pigmento que dá cor à derme, aos olhos e aos cabelos. Além de possuir características físicas próprias (veja o quadro na pág. 50), quem é portador dessa mutação está sujeito a ter doenças cutâneas, como tumores, e deficiência visual.

Estima-se que existam 1 000 albinos no Estado de São Paulo. Para receberem tratamento específico, todos deveriam se dirigir ao instituto da Santa Casa, o único centro médico do Brasil voltado para esse público. No entanto, apenas 220 pacientes estão cadastrados no programa.

Em 2011, quando foi lançado, eram 22. “No começo, pedíamos aos pacientes para nos indicar outros albinos”, conta a dermatologista Carolina Marçon. A médica faz parte de uma equipe de nove especialistas, entre eles oftalmologista e geneticista, pronta para atender a uma gama de necessidades, desde a detecção do nível de melanina até o aconselhamento genético e o suporte para exigir auxílio por invalidez em caso de deficiência visual.

Os beneficiados são ainda orientados a proteger-se dos efeitos nocivos do sol com o uso de protetor solar com fator 30, no mínimo, e ingerir suplementos de vitamina D, substância que não são capazes de produzir naturalmente. Uma vez detectada alguma lesão mais grave na derme, o procedimento de internação e cirurgia é realizado no próprio hospital.

A ideia de criar o programa surgiu nos departamentos de dermatologia e oftalmologia da Santa Casa para prevenir casos de câncer de pele precocemente. “Muitas pessoas chegavam aqui com a doença em estágio avançado”, explica Carolina. Um dos motivos é a falta de conhecimento sobre essa condição por parte dos próprios médicos.

“Na minha infância, passei por vários pediatras e nunca me disseram nada”, diz Fernanda, que só recebeu o diagnóstico correto aos 17 anos. Além dos problemas de saúde, essa população enfrenta diariamente o preconceito social. A assistente de produtos Rafaela Rosário relata que atrai olhares curiosos quando está ao lado do namorado, Livyston Fernandes, também albino.

Os dois se conheceram em uma rede social há dez anos. O casal procura levar a situação na esportiva. “A gente tira sarro e até manda um ‘joia’ ”, diverte- se. Há ainda ajuda para resolver problemas práticos.

O aposentado Miguel José Naufel teve de entrar na Justiça contra a prefeitura de Mococa, cidade a 270 quilômetros da capital, onde mora, para conseguir retirar um frasco de protetor solar por semana em um posto de saúde local. “Alegaram que era cosmético, mas para nós é como um medicamento. Preciso usar todo dia”, explica.

Há dois anos, o Programa Pró Albino foi reconhecido pela Associação Paulista de Medicina como uma das principais iniciativas sociais da área médica na capital. O plano agora é expandir o trabalho a outros hospitais do país. “O Estado do Rio de Janeiro e Brasília estão implantando projetos semelhantes”, diz Carolina. “Eles vão facilitar a vida de quem necessita viajar milhares de quilômetros para vir a São Paulo para o tratamento.”

OS GRAUS DO ALBINISMO

Tipo 1: é a versão mais intensa da condição genética. Tem como características cabelos brancos, pele pálida e olhos claros. A deficiência visual, causada pela incapacidade de produção da proteína que forma os nervos ópticos, é mais acentuada.

Tipo 2: os indivíduos têm cabelos loiros ou castanho claros e pele menos pálida.

Tipo 3: a pigmentação da pele e dos cabelos é avermelhada e os olhos são castanhos, mas existem problemas de visão.

Tipo 4: essa variação se assemelha fisicamente ao tipo 2, mas as dificuldades de enxergar são mais amenas.

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Beatriz, Flavio, Augusto, Fernanda e Clarice (em sentido horário, a partir da esq.): consultas e exames de rotina (Alexandre Battibugli/Veja SP)

– Os 9 perfis de Inteligência Canina.

Olha que bacana: a Revista Veja, em sua página virtual, trouxe um levantamento sobre os novos estudos de inteligência canina. São vários tipos de cachorros, de acordo com o levantamento.

Abaixo os perfis. A matéria completa está no site em: http://veja.abril.com.br/ciencia/a-nova-inteligencia-dos-caes/

PERFIS CANINOS

Confira abaixo os nove perfis de inteligência caninos, de acordo com o site Dognition:

  • 1. Sociável

    Cães sociáveis são os mais comuns entre todos os perfis: 22% de todos os cães se encaixam nesse tipo. Os animais com esse perfil não são muito bons em resolver problemas por conta própria, mas são especialmente talentosos em usar os humanos para conseguirem o que querem – sabem lançar um olhar ou fazer alguma graça para terem o alimento ou o passeio que desejam. Irresistíveis e perspicazes, esses cães têm estratégias quase infalíveis para conquistar os humanos.

  • 2. Sedutor

    Cães sedutores são muito bons lendo e interpretando sinais humanos. Segundo estimativas dos cientistas, 16% de todos os cachorros têm esse perfil – são muito espertos e sabem usar informações que seus donos fornecem como pistas para encontrar seu próprio caminho e tomar decisões. Isso pode torná-los cooperativos ou extremamente travessos.

  • 3. Atento

    Muito confiantes em suas habilidades, os cachorros do tipo “atento” apresentam uma flexibilidade impressionante em todas as dimensões cognitivas. São extremamente apegados aos donos, mas também sabem resolver problemas sem precisar dos humanos. Prestam atenção aos mínimos detalhes e são capazes de aprender com facilidade — parecem estar sempre um passo à frente dos outros.

  • 4. Tradicional

    Entre 25.000 e 15.000 anos atrás, quando os primeiros lobos foram domesticados, eles demonstravam algumas características que os distinguiam dos demais. Apesar de muito independentes, tinham habilidades sociais incríveis, apegaram-se aos humanos e deram origem aos cães que conhecemos. Os cães do tipo tradicional são espontâneos e independentes na maior parte do tempo, mas também sabem recorrer aos humanos quando necessário.

  • 5. Talentoso

    Bom em resolver problemas, comunicativos e muito astutos. Cães do tipo “talentoso” têm muita desenvoltura e sabem ler e interpretar informações sociais. Representam cerca de 10% de todos os cães e o único problema é que, às vezes, são espertos demais. Podem tentar pegar coisas que não devem e depois lançar um olhar irresistível de perdão para conquistar os donos.

  • 6. Tímido

    Os cães tímidos costumam ser considerados “distantes” por seus donos. Muito independentes, confiam mais em suas próprias estratégias do que na colaboração humana. Por conta do seu lado próximo aos lobos, esses cachorros parecem mais selvagens e não têm habilidades sociais tão desenvolvidas. Podem ser difícil de treinar e têm dificuldades em obedecer. 

  • 7. Expert

    Com todas as habilidades cognitivas necessárias para resolver problemas do cotidiano sozinhos, cães do tipo “expert” costumam confiar menos em humanos que os outros perfis. Com uma excelente memória, são capazes de desenvolver as suas próprias estratégias, em diversas áreas, deixando seus donos impressionados.

  • 8. Independente

    Com características próximas aos lobos, os cães independentes preferem fazer tudo do jeito deles. De acordo com os cientistas, 7% dos cães fazem parte desse perfil. São animais que sabem analisar o ambiente que os rodeia e encontrar, sozinhos, as melhores soluções para seus problemas.

  • 9. Einstein

    Cachorros do tipo “Einstein” são considerados os “cientistas” do mundo canino. Com excelente memória, eles têm uma impressionante habilidade de fazer inferências e compreender relações de causa e efeito, tornando a resolução de qualquer problema uma tarefa fácil. Contudo, as habilidades sociais não são seu forte: podem passar horas entretidos com algo que aguça sua curiosidade.

– A humildade é um limitador? Ou a auto-subestimação?

Algumas frases de efeito são bem reflexivas.

Essa, abaixo, nos faz pensar: a humildade é ruim em alguns momentos?

Talvez nunca. Aqui se refere a auto-subestimação!

– Ser feliz a qualquer custo! Ou não?

Jonathan Rottenberg é um renomado psicopatologista! E ele tem uma tese interessante: crê que o mundo “vive uma epidemia de depressão porque as pessoas querem se satisfazer a qualquer preço”.

Sabe aquela criança mimada que quer tudo e quando não tem fica emburrada? Assim também os adultos fazem, só que se deprimindo.

Ele alega que as pessoas têm a necessidade de buscar a felicidade pois foram condicionadas a isso, e tal situação faz mal a elas.

Aceitar a infelicidade é, portanto, saudável.

Profundo ou frustrante tal pensamento? Concorda ou discorda?

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Imagem extraída da Internet. Autoria desconhecida.

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

“Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.“

“Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

“Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo”, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

“Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração“, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/

– Maconha ao Volante.

Repost de 3 anos:

Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.

Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!

E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Crianças devem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress“.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERDADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil?

Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos. Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada. Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

ISTOÉ – O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos. Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos. 

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Pensamento de Tertuliano com ótica Cristã:

Tertuliano, um pensador do século III, houvera dito esta sábia frase que está em comunhão com o Cristianismo:

“Tens mágoa com alguém e quer ser feliz por um momento? Vingue-se.
Quer ser feliz para sempre? Perdoe“.

Sem contestação, o perdão está acima de tudo! Vingança traz uma falsa “felicidade”, não é coisa que se deve fazer em hipótese alguma. Já o perdão é a essência dos ensinamentos de Jesus que a Santa Igreja Católica nos cobra, junto com o amor incondicional.

A questão passa a ser: agimos assim, misericordiosos, ou desejamos a vingança aos nossos irmãos – das pequenas às grandes mágoas que sofremos?

E quando somos nós a causa de uma intriga? 

Reflitamos sempre tudo isso…

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Vida não tem Replay.

Um sábio pensamento que vale a pena refletir:

“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.“

Autor Desconhecido

Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?

Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Cerca de 80% das pessoas são realmente otimistas?

Tali Sharot, uma renomada neurocientista israelense, deu uma entrevista certa vez à seção “Páginas Amarelas” da Revista Veja (ed 04/05/2016). Nela, foi abordado o estudo sobre a predisposição genética do Otimismo!

Para a doutora, 80% da população do planeta adota uma conduta otimista na vida, herdada de seus pais, e isso varia de cultura para cultura.

Em seu livro “O Viés Otimista”, ela ainda cita que os neurotransmissores da população brasileira são 2,5 vezes mais ativos do que os dos ingleses (explicando a diferença de comportamento latente dos dois povos). Retrata, ainda, o que seria um “cérebro otimista”: ele consegue registrar mais informações positivas do que negativas.

E os demais 20% não-otimistas?

Destes, metade sofre de depressão, e a outra metade são neutros.

Todo trabalho científico-acadêmico deve ser respeitado. Mas, a grosso modo, dá para dizer que há muito mais gente esperançosa no mundo (segundo esse trabalho) do que eu imaginava!

Ou estaria eu entre os 10% negativistas?

Não, não estou… rss

Imagem extraída de: https://forbes.com.br/carreira/2019/09/4-dicas-de-como-o-otimismo-pode-ajudar-sua-carreira/

– Todos somos importantes para Deus.

Li dias atrás um tuíte do saudoso Papa Francisco que fala, em outras palavras, da sinergia do mundo e da importância de todos as coisas como dependentes um dos outros. Abaixo:

“Cada criatura tem uma função, nenhuma é supérflua. Todo o universo é uma linguagem do amor de Deus, do seu afeto infinito por nós: terra, água, montanhas; tudo é carícia de Deus“.

Pense na humanidade: todos são importantes, ninguém é menor ou maior do que alguém. Homens e mulheres, de cada lugar ou realidade, são únicos e fazem parte de um todo – que é selado pelo amor do Criador.

Gosto muito da passagem em que Jesus fala em um dos Evangelhos, mais ou menos com essas palavras: “se o Pai cuida com carinho dos passarinhos, que são suas criaturas, o que não fará com seus filhos tão amados”?

Perfeito!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

IN ENGLISH, by IA Gemini:

A few days ago, I read a tweet from the late Pope Francis that speaks, in other words, about the synergy of the world and the importance of all things as being interdependent. It follows below:

“Each creature has a function, none is superfluous. The entire universe is a language of God’s love, of His infinite affection for us: earth, water, mountains; everything is God’s caress.”

Think about humanity: everyone is important; no one is lesser or greater than anyone else. Men and women, from every place or reality, are unique and part of a whole — which is sealed by the Creator’s love.

I truly love the passage in one of the Gospels where Jesus says, more or less in these words: “If the Father carefully tends to the birds, which are His creatures, what will He not do for His dearly beloved children?”

Perfect!

– Quem te dá um retorno?

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Brasil: um povo hospitaleiro?

A imagem que os estrangeiros sempre tinham do nosso país era de um povo alegre, receptivo, que vencia as dificuldades da vida e ainda sorria!

Ser acolhedor e respeitador parece que não são mais nossas características. Li essa observação do respeitadíssimo jornalista Maurício Noriega, publicada em seu Facebook no dia 17/06/2020 e achei perfeita!

Abaixo:

“O tempo vai se encarregando de sepultar aquela imagem do brasileiro como povo cordial, hospitaleiro, sedutor, brejeiro, amistoso. Ruidosamente vai surgindo um perfil individualista, sectário, egoísta, indisciplinado e indiferente.
Que as novas gerações possam compensar os erros das anteriores e da minha.
Acredito piamente que os jovens estão chegando mais preparados, menos preconceituosos, menos gananciosos e interesseiros.
Que possam consertar o País que estamos estragando faz tempo.
Basta da ilusão de que os políticos não nos representam!
Eles são a imagem exata do povo que somos refletida num espelho que nos recusamos a aceitar.”

Assino embaixo! Menos ódio e mais amor para com o próximo, respeitando as opiniões diferentes e ideologias diversas.

Virtude de Hospitalidade – Instituto Enter Jovem

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Mamães e Patrões no seu Facebook?

As redes sociais como Facebook e Twitter acabam deixando as pessoas mais irritadas do que relaxadas. Motivo: pesquisa mostra que hoje, com pais, parentes e chefes sendo adicionados e usando tal ferramenta, a pessoa passa a ser mais vigiada e se obriga a tomar muito cuidado ao postar algo.

Vai que a mãe dá um puxão de orelha virtual e todos lêem, ou o chefe implica com alguma coisa?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1192600-adicionar-os-chefes-no-facebook-pode-aumentar-estresse-diz-pesquisa.shtml

ADICIONAR OS CHEFES NO FACEBOOK PODE AUMENTAR ESTRESSE, DIZ PESQUISA

Pesquisa feita na escola de negócios da Universidade de Edimburgo mostra que quanto mais círculos sociais uma pessoa conecta em sua vida on-line, mais estresse causam as mídias sociais.

Isso porque quanto mais grupos relacionados ao perfil no Facebook, maior o potencial de esses amigos causarem uma ofensa pública. A ansiedade a esse respeito aumenta ainda mais quando a pessoa adiciona chefes ou familiares.

A apreensão é justificada: pesquisas indicam que mais da metade dos empregadores já deixou de contratar alguém por algo que foi visto nas redes sociais.

Os pesquisadores da Universidade de Edimburgo descobriram que, em média, os amigos de uma pessoa no Facebook pertencem a sete círculos sociais diferentes.

O grupo mais comum é o de amigos off-line, seguido pela família ampliada, irmãos e irmãs, amigos dos amigos e colegas.

O levantamento, que ouviu 300 pessoas, detectou ainda que apenas um terço usa as listas privadas do Facebook para divulgar suas atualizações, ferramenta que permite controlar para quais grupos de amigos vão as informações.

“O Facebook costumava ser uma grande festa para todos os amigos, onde se podia dançar, beber e paquerar. Mas agora, com pais, mães e chefes olhando tudo, a festa se torna um evento cheio de potenciais armadilhas sociais”, disse Ben Marder, autor da pesquisa e professor da Universidade de Edimburgo.

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Imagem extraído de: https://br.pinterest.com/pin/625367098239481064/

– Fofoca sempre deverá ser algo condenável.

Que ótimo texto sobre a fofoca!

Nunca faça essa coisa desagradável. Compartilho, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/07/26/pare-de-espalhar-fofocas/

PARE DE ESPALHAR FOFOCAS

Imagem Movimento Fofoqueiro 2

“Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Fofoca pra mulher é feio,
Pra barbado é pior, podes crer.
Assim como ele fala de você pra mim,
Também mete o malho de mim pra você
.”

In: Fofoqueiro é a Imagem do Cão – de Bezerra da Silva

A bela e famosa modelo garante, em entrevista, que aquele rapaz com o qual anda saindo há alguns meses é o grande amor da sua vida e que tem a mais absoluta certeza de ter encontrado, finalmente, a sua tão almejada cara-metade. Fala em envelhecer junto com ele, mesmo considerando sua pouca idade.

A avó, sorrateiramente entrevistada na sala ao lado, no entanto, confirma que o atual companheiro realmente ocupa um lugar muito especial na vida da jovem, mas acaba entregando que a neta costuma apaixonar-se perdidamente por todos os namorados que, quando se vão, deixam, invariavelmente, ótimas lembranças.

A moça mostra-se visivelmente aborrecida ao tomar conhecimento da indiscrição da parente, mas a entrevista já foi gravada e não há como mudar o que ali foi ‘confessado’.

E, enquanto vejo a matéria, posso imaginar a ‘bronca’ que a tal senhora deve ter levado por desvelar uma faceta, paradoxalmente, tão natural e humana.

No decorrer de suas respostas, por diversas vezes, percebo a tentativa da modelo em explicar o que a pergunta do jornalista parece definir como ‘pecado’.

Sim, ela teve filhos muito jovens. Sim, seus relacionamentos nunca duraram para sempre e, também, nem sempre foram discretamente preservados. Sim, ela se martiriza muito por tudo isto e sente-se profundamente culpada pelos danos que acredita ter causado aos outros – e ao olhar impiedoso de seus detratores.

Essa moça, aparentemente, não se julga com direito de viver plenamente seus desejos e suas ambições.

E, como o julgamento parece algo aceitável numa sociedade onde ninguém dá atenção às necessidades alheias – uma vez que as pessoas vivem olhando para os outros, rotulando, julgando, execrando, humilhando – tenha certeza de uma coisa:

Quem não tem a atenção de ninguém pode acabar pensando que não existe.

E, por conta disso, todos tememos que o olhar do outro nos julgue a ponto de dizimar nossa existência tornando-a um enorme nada.

Afinal, todos necessitamos sermos olhados com atenção, carinho e cuidado.

Então, veja bem: quando olho o outro como autoridade, o outro reagirá temendo o meu julgamento. Ali não haverá envolvimento pessoal. E sem envolvimento, não há desenvolvimento humano.

Numa sociedade onde todos vigiam todos, onde uns tentam controlar os outros através da maledicência, da maldade e da fofoca, não haverá liberdade para ninguém ser aquilo que deseja a fim de realizar todo o seu potencial.

Então, se você tiver vários namorados, se viver em vários lugares, se tiver muitos amigos de diferentes tribos, se fizer coisas originais e espetaculares, você, decididamente, estará no olho do furacão daqueles que, por preguiça ou fraqueza, escolheram pensar que somos escolhidos pelo destino e que, desta forma, não teremos alternativas muito melhores do que aquelas que nos obrigaram trilhar.

Ou seja: se você escolheu casar-se aos 25 anos com alguém que, três anos depois, deixou de amar, dane-se você e todo o sofrimento do casal! Vai viver com esta escolha até o final de seus dias o que já não faz parte de você – para não atrapalhar a falta de ousadia, coragem e determinação da maioria muito pouco silenciosa, e cujos olhos parecem sempre prontos para investigar.

Porque o que existe por dentro dessas pessoas é muito ruim.

Para isso, vivem ameaçando (como sutilmente fez o repórter à modelo no caso inicial) difamar todos aqueles que, corajosamente, fogem à regra. Ou seja, os que fazem exatamente tudo o que os covardes temem fazer.

O fato é que a angústia reside justamente disto: da pressão interna (e natural) que temos para atingir coisas que ampliarão nossa existência versus a pressão externa e social para que nos paralisemos fazendo aquilo que todos fazem e acreditam construir – mesmo que essa falsa assertiva passe bem longe do seu verdadeiro anseio.

Quer fazer diferente?

PARE COM A FOFOCA AGORA

E, para tanto, existem alguns passos que eu posso propor. Bora tentar?

ASSUMA INTENCIONALMENTE A DECISÃO DE NÃO FUXICAR

Ainda que a vontade seja grande, e você adore espalhar boatos como quem não sabe o que faz, você vai superar tudo a partir do momento em que decidir não fazê-lo. Simples assim. E lembre-se: a parte mais perigosa da fofoca é que ela, invariavelmente, destrói as reputações de inocentes.

NÂO DÊ OUVIDOS A QUEM CRIA INTRIGAS

A fofoca traça sempre um caminho exponencial. Cresce a cada divulgação. Assim, se alguém começar a contar alguma fofoca, explique que não deseja falar sobre alguém que não está ali para se defender. Desta forma você não apenas quebrará a corrente da difamação, como ganhará a confiança das pessoas como alguém que não espalha boatos. Olha que bônus legal!

NÃO JULGUE NINGUÉM COM BASE EM FUTRICAS

Caso você ouça algo ruim sobre alguém que não conhece, existem duas opções: deixar que a fofoca contamine seu olhar dali em diante ou permitir que sua experiência pessoal determine o que você pensa. 

A chance de você ter percepções muito mais positivas do que aquilo que ouviu são enormes, pode apostar muitas fichas nisto, pois a primeira vez que você tiver um contato que contradiga totalmente a fofoca que ouviu, vai entender o quanto o cuidado e a sensibilidade em relação aos outros nos tornam melhores e mais humanos.

PENSE ANTES DE FALAR

É um velho e sábio conselho que sempre dá certo. E, antes de repetir algo que ouviu, se pergunte: a quem ajudo espalhando essa coisa? Alguém sairá machucado nesta história?

Portanto, considere muito não se aproximar de gente que sente um indisfarçado prazer em menosprezar os demais. Esta criatura é, com certeza, tão frustrada quanto tóxica. E a próxima vítima será você.

TOME DISTÂNCIA DOS FOFOQUEIROS CONTUMAZES

Há um velho ditado que diz que paus e pedras podem ferir meu corpo, mas palavras não me atingirão. Isso está bem longe de ser verdade. Ser alvo de uma fofoca é extremamente penoso. Se você não almeja que isso seja feito contra você, não o faça com ninguém, combinado? 

Acompanhe os novos textos através do: http://www.facebook.com/aheloisalima

E, se desejar, envie seus comentários para psicologaheloisalima@gmail.com

– Não é somente uma frase de para-choque de caminhão!

Gosto de frases motivacionais. Algumas podem ser até mesmo batidas, outras “meia-bocas”. Mas essa é realmente muito boa (abaixo):

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Quem devem ser os seus pares cotidianos?

Com quem você deve se relacionar?

– Com pessoas que tragam coisas boas para você!

Abaixo: 

– 6 dicas para um melhor bem-estar.

Alguns hábitos nos ajudam a nos tornarmos pessoas melhores conosco mesmo, não?

Fica a dica:

– Menos nervosismo, pessoal.

A Sociedade está intolerante e/ou pilhada com tudo?

Imagina…

Até entre casais, conforme a pertinente sacada dessa tirinha:

– Recomeçar. Do zero. Do começo. Voltar. Destruir. Reconstruir!

Em sua vida, quantas vezes você passou pelo processo de reconstrução pessoal ou profissional?

Se muitas, deve ter visto como é difícil. Se nenhuma, não o fez com medo das dificuldades de tal ato?

Compartilho esse ótimo artigo sobre a “necessidade de reconstrução como gente” – independente de quais aspectos sejam mais ou menos necessários.

Abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/renda-se-aos-recome%C3%A7os-la%C3%ADs-schulz

RENDA-SE AO RECOMEÇO.

Por Laís Schulz

O pavor de fazer tudo de novo. O pavor de ter que planejar, projetar, colocar em ação, errar, acertar. O medo de passar por tudo aquilo novamente e ainda ter que encontrar energia pra mudar, inventar, criar e fazer melhor.

Quantas vezes você já teve que recomeçar?

Quantas vezes você já precisou transformar sua vida? Deixar um emprego e começar em outra empresa, da posição mais baixa? Mudar de casa, cidade ou país e começar uma nova vida?

Não é fácil abandonar o passado, deixá-lo para trás – ou ao menos uma parte dele. Parar de se agarrar na segurança do que você conhece e abraçar o incerto. Pular de paraquedas sem saber muito bem onde vai aterrissar.

Dar este salto de fé é desafiador. Mesmo quando nos encontramos em uma situação desconfortável. Ainda assim, encontramos dificuldade em abandonar a zona de conforto.

Isso porque no presente temos a certeza, sabemos exatamente onde pisar, sabemos o que nos machuca e o que nos faz feliz. Está tudo na nossa frente, é palpável, é real.

Enquanto isso, o futuro, as mudanças e tudo aquilo que não conhecemos é um território novo e misterioso. Não existe, está na nossa mente e basta.

O novo, o inexplorado, o incerto, o que não existe. Tudo isso gera desconforto.

Não existe nada palpável, nada em que possamos nos apoiar. E aí divagamos sobre tudo, tudo que pode acontecer e, principalmente, tudo que pode dar errado.

Não porque somos pessimistas, mas, porque temos medo de quebrar a cara. Temos medo de precisar recomeçar e acabar no meio do nada, em um território desconhecido e inexplorado.

E o medo causa uma dor excruciante. O medo é paralisante.

Por isso é tão difícil deixar o passado ir. Mesmo que ele te machuque, mesmo que te desaponte. Mesmo que seja um detalhe, uma pessoa, um objeto, um cargo.

Nós escolhemos nos agarrar ao que conhecemos, àquilo que é seguro. 

Nós passamos a viver como sobreviventes de um naufrágio. Nos agarramos àquele único pedaço da embarcação destruída como se nossa vida dependesse daquilo. Daquela fração, daquele único fragmento.

E, por incrível que pareça, por mais incomodados que estejamos nos parece muito mais fácil viver à deriva rezando por um milagre. Rezando para que alguém nos encontre e nos leve à terra firme em vez de simplesmente começar a nadar.

Isso porque o medo de algo que não aconteceu e, possivelmente, nunca acontecerá nos paralisa.

No fim, não é a insegurança em si que é ameaçadora. A ameaça muitas vezes não está lá fora. Está dentro de cada um de nós. Somos nossos maiores aliados, mas também sabemos ser nossos maiores inimigos quando queremos.

Conhecemos nossos pontos fracos. Sabemos exatamente o que nos machuca e usamos isto como uma espécie de auto sabotagem. Nos agarramos aos pensamentos que nos impedem de seguir em frente, simplesmente porque temos medo.

Fazemos isto quando a verdade é que a maior parte dos obstáculos que enxergamos só existe dentro de nós. Eles estão em nossos pensamentos, fora da vida real. E isso se torna pior à medida que negamos a causa de nossa paralisia.

Precisamos entender que temos, dentro de nós, a força necessária para seguir, para recomeçar ou para simplesmente começar e continuar.

Mas, acima de tudo, precisamos compreender que o medo de ir não é razão para ficar, é razão para partir. Partir em busca de seus sonhos e de sua felicidade, seja lá o que isso significa para você.

Porque recomeçar não é um sinal de fraqueza, recomeçar é um sinal de coragem. Decidir recomeçar quer dizer que você foi corajoso o suficiente para abandonar tudo, deixar que a maré destrua o castelo de areia que você construiu para construir um novo, maior e mais forte no dia seguinte.

Portanto, renda-se. Recomece. E se precisar, recomece uma outra vez.

O que significa um novo recomeço?

Imagem extraída de: https://fluxodeinformacao.com/biblioteca/artigo/read/1647-o-que-significa-um-novo-recomeco

– O Bullying pode ser evitado desde cedo!

Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.

Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.

Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?

Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.

Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

O que é bullying | Escola da Inteligência

Imagem extraída da Internet.

– A Nobre Arte do Networking.

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Renato Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado. 

Vale a pena conferir, extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.
Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.
A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.
Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.
Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…
O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.
O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.
Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?
Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.
Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.
De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

– O Uso do Celular ao Volante já mata mais do que acidentes por Motorista Embriagado

No Brasil, a Lei Seca conseguiu diminuir o número de mortes no trânsito em decorrência de bebida alcoólica. Mas há outro problema: agora, as mortes causadas por uso de Mensagens de Texto no Celular superaram as do Álcool!

Extraído de: http://migre.me/eufCP

MENSAGEM DE TEXTO NO CELULAR CAUSA MAIS MORTES QUE BEBIDA AO VOLANTE

Pesquisa aponta que número de mortes não para de crescer, apesar das campanhas educativa

NOVA YORK – Enviar mensagens de texto pelo celular ao mesmo tempo em que se dirige já ultrapassou o uso de bebida associado à direção como principal causa de morte de adolescentes nos Estados Unidos, de acordo com um estudo do Centro Médico Infantil Cohen, em New Hyde Park.

Mais de três mil adolescentes morrem por ano por causa de acidentes provocados por distração durante o envio de mensagens de texto pelo celular diante do volante de veículos em movimento. Os mortos por acidentes provocados pelo uso de álcool  em acidentes automobilísticos são 2.700 por ano, segundo o estudo. Apesar de uma campanha publicitária nacional e inúmeros alertas de autoridades e especialistas, o estudo revela novos números impressionantes: 50% dos estudantes americanos costumam enviar mensagens de texto via celular enquanto dirigem.” A realidade é que os jovens não bebem diariamente, mas eles levam o tempo todo os seus celulares e querem continuar conectados com os amigos mesmo quando estão dirigindo, e por isso esta ocorrência tornou-se mais comum, embora seja tão perigosa quando beber e dirigir”,  afirmou à rede de televisão CBS o médico  Andrew Adesman, chefe de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento do Centro Médico Infantil Cohen. Principal autor do estudo, Andrew Adesman disse que as leis que proíbem mensagens de texto ao volante não são eficazes. 57% dos jovens disseram que mandam mensagens enquanto dirigem em estados com leis que proíbem o comportamento, e 59% disseram que fazem o mesmo em estados que não adotam legislação sobre o tema.” As pessoas estão escrevendo e dirigindo o tempo todo”, disse Mike Xirinachs, um dos entrevistados pela emissora de TV. “Eu não sei o que deve ser feito, mas alguém precisa fazer alguma coisa””, disse. ”Todos os dias eu vejo isso”, disse um motorista. “As pessoas dirigindo e dedilhando ao celular, ou falando ao telefone. Eles não deveriam fazer isso, mas fazem – crianças, adultos, todo mundo faz isso”. É perigoso e irresponsável, mas virou uma cena comum”, disse o ex-policial John Montone. “Um veículo é uma arma, assim como um revólver ou uma faca, e você pode matar pessoas. Você não merece ter uma carteira de motorista se é irresponsável a esse pondo”, completou. As estatísticas mostram que quem se comunica por celular enquanto dirige tem 23 vezes mais chances de causar um acidente do que se estiver prestando atenção.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.

– Desenvolvendo a Autoliderança.

Gostei desse quadro, sobre 4 fatores para alcançar um comportamento de líder a partir de suas virtudes.

Abaixo:

– E se você fosse submetido ao PIR?

Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).

Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):

TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO

Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos

Por Cris Olivette

Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.

O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.

Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”

Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”

A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”

Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.

Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.

“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”

Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.

Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.

Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”

NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.

Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”

Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.

Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”

Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.

Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.

“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.

Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.

O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.

“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”

Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.

Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”

Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.

“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.