
How do you waste the most time every day? One of the easiest questions to answer is about how I waste time. Short answer: meetings. And, I can assure…
Continua no link em: When resting is wasting time, you need a reset button

How do you waste the most time every day? One of the easiest questions to answer is about how I waste time. Short answer: meetings. And, I can assure…
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É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!
Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!
Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0
De 2017, mas extremamente atual tal importante tema… Abaixo:
Arnaldo Niskier, presidente do CIEE e membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu um excepcional artigo sobre Ética, Moral, Razão e Fé. Nele, o autor fala sobre a importância da religião para preencher lacunas morais e conceitos éticos contraditórios.
Me chamou a atenção uma frase importante:
“Não pode haver desarmonia [entre religião e ciência] se o Deus que infunde a fé é também quem dota o homem com a luz da razão”.
Impossível não recordar do Papa João Paulo II:
“Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu.”
Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, ed 06/06/2016, pg 2, em “Opinião”.
A ÉTICA É NECESSÁRIA
Há um crescente número de especialistas, nos campos da psicologia, da biologia evolutiva, da teologia, da moral, que robustecem a consciência de uma ética global, mediante estudos, análises históricas, diagnósticos sociopolíticos. Responsáveis por todos os setores da sociedade estão preocupados com a sobrevivência da humanidade.
Fé e razão são conhecimentos distintos, explicáveis um pelo outro. E ainda que a fé seja colocada acima da razão, não pode haver desarmonia se o Deus que infunde os mistérios da fé é também quem dota o homem com a luz da razão.
Dados da organização Population Reference Bureau, especializada em estudos demográficos, estimam que 7,5 bilhões de pessoas habitam o planeta. Por sua vez, o número de religiosos chega a 6,8 bilhões, segundo pesquisas.
A diferença é explicada pela existência de grande número de ateus e agnósticos. É certo que, hoje, todas as religiões ocidentais se acham radicalmente confrontadas com o problema da secularização, por uma sociedade mundana, o que não implica ausência de uma nova espiritualidade.
Cada ato individual tem uma influência coletiva. O otimismo nunca é uma meta, e, sim, uma atitude em relação à vida. Somos exemplos uns para os outros e é preciso assumir essa responsabilidade.
Por isso, seja ao ler notícias no jornal ou ao vivenciar as chamadas microcorrupções do dia a dia, não podemos perder a capacidade de nos indignar, deixar que isso tudo passe como normal ou comum. Indignar-se não será possível, porém, se não abrirmos os olhos para identificar quais as questões éticas envolvidas em cada caso.
Sem dominá-las, continuaremos parados no mesmo lugar. O desconhecimento é parte da crise. Para o rabino Skorka, “a única defesa para que o povo não permita uma liderança nefasta é a educação.”
O papa Francisco chamou os judeus de “irmãos maiores na fé”, repetindo as palavras de João Paulo 2º. Condenou todas as formas de antissemitismo e recordou os 6 milhões de judeus mortos no Holocausto, citando nominalmente um sobrevivente de Auschwitz, quando visitou, há pouco, a Grande Sinagoga de Roma.
Francisco pronunciou em italiano a bênção sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti e te dê paz”. Segundo a tradição judaica, um ato repetido três vezes se torna chazaká, um costume fixo.
Esse é o sinal de uma nova era, um evento que irradia para todo o mundo uma mensagem benéfica e se opõe à invasão e à prepotência da violência religiosa.

Foto: Pixabay
Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!
Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27
NÃO QUERO SER SOCIÁVEL
PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO
O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas
distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…
Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.
Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Você gosta de se vestir bem?
Cientistas comportamentais comprovam: quem usa roupas de grife em entrevistas de emprego consegue melhores ofertas de trabalho!
(original em: http://is.gd/Br79U4)
TODO MUNDO DE OLHO EM VOCÊ
Só pessoas superficiais não julgam pela aparência. Em busca de fundamentos científicos para essa provocação do escritor irlandês Oscar Wilde, dois pesquisadores saíram a campo e (como pouca pretensão é bobagem) concluíram que o poeta irlandês estava no caminho, mas poderia ter sido mais preciso. Na verdade, eles disseram, faltou ao autor de O Retrato de Dorian Gray dizer que o julgamento humano é muito marcado pelos símbolos de status carregados pelas pessoas.
O que poderia ser um desperdício de palavras para Wilde virou o ponto de partida dos cientistas comportamentais Rob M.A. Nelissen e Marijn H.C. Meijers, da Universidade de Tilburg, na Holanda. Para ir mais fundo nessa tese, eles organizaram uma série de experimentos para verificar em que medida a presença de um logotipo à mostra na roupa poderia influenciar as reações das pessoas. Os testes utilizaram modelos vestindo peças que ora ostentavam marcas de luxo, como Lacoste ou Ralph Lauren, ora traziam grifes menos prestigiadas e, por fim, não tinham nenhuma marca à vista.
Em um dos experimentos, voluntários assistiram a vídeos com várias versões da mesma entrevista de emprego. Embora a qualificação do candidato fosse a mesma, aquele que tinha a grife das roupas à mostra foi considerado o mais indicado para a vaga. Em seguida, os cientistas verificaram se essa tendência se mantinha no contato corpo a corpo. Colocaram então pessoas pedindo doações para a Fundação do Coração. “Alguns modelos vestiam uma camiseta polo Lacoste e outros uma camiseta polo sem logotipo. No final da tarde, os de Lacoste arrecadaram quase o dobro em relação aos seus colegas ‘sem marca’”, disse Meijers.
Segundo a hipótese dos cientistas holandeses, as raízes deste comportamento humano vêm de longe. São produto da competição natural, que leva os indivíduos a procurar elementos de diferenciação com o fim de impressionar os potenciais cônjuges.
O exemplo clássico utilizado pela biologia evolucionista para explicar esse mecanismo é a grandiosidade da cauda do pavão. Toda aquela exuberância existiria apenas para informar às fêmeas que o proprietário é, sim, muito saudável, tanto que pode despender tantos recursos em um apêndice sem função prática aparente. Para esses biólogos, a Humanidade usou a mesma estratégia ao longo do processo de seleção natural.
O curioso, dizem os pesquisadores, é que agora os seres humanos estariam aplicando em diversas situações essa técnica de aferição, que foi eficiente no passado para medir a saúde e a qualidade dos genes. Alguns estudiosos acreditam que esse “desvio” explicaria não só a preferência pelas grifes, mas também outros comportamentos baseados na troca de mensagens subliminares.
Oscar Wilde – Escritor irlandês (1854-1900), autor de clássicos como O Retrato de Dorian Gray, foi um dos expoentes da literatura do período vitoriano, no final do século 19. Por ser homossexual, foi preso e humilhado perante a sociedade

De 6 anos, mas atual (repost):
Leram a entrevista de Sue Klebold, a mãe do assassino Dylan Klebold, que com 17 anos matou 12 colegas num colégio de Columbine (EUA) a sangue frio, armado com armas (Revista Veja, Páginas Amarelas, ed 22/06)?
Ela disse que:
“Pais de adolescentes sabem que não é fácil captar o que passa na cabeça de seus filhos. Nada levava a crer em suicídio ou assassinatos. Dylan foi hábil em esconder seus sentimentos”.
O que achei curioso foi o conselho que ela dá aos pais. Não sei se concordo com ela. Dona Sue aconselhou que:
“Quando seu filho está sofrendo, não tente consertar as coisas por ele, nem pense fazê-lo sentir-se melhor. Isso é uma forma confortável de autoengano. Só fique em silêncio e ouça o que ele diz”.
Confesso que é um pouco confuso, difícil ou de prática duvidosa. Creio que depende de cada família e da educação em casa.

Imagem extraída da Web, da mãe do rapaz, em depoimento na TV.

A frase “boys don´t cry” na música da banda britânica The Cure está em démodé segundo dados de pesquisa que vêm estudando os comportamentos …
Continua no link em: Homens e meninos estão em crise
Como discordar dessa imagem sobre “pessoas de sucesso”?
Veja:
Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

A violência contra a pessoa idosa é uma realidade que muitas vezes passa despercebida pela sociedade. Muitos idosos sofrem abusos dentro de suas …
Continua no link em: Um alerta para a sociedade: os idosos sofrem violência em silêncio. Este é um problema que precisamos enfrentar
Você já ouviu falar de Zygmunt Bauman?
Eu também não. Mas ele é um dos maiores pensadores do século XXI. Polonês, foi expulso de seu país no tempo do comunismo por ter idéias contrárias ao regime.
Em entrevista à Revista Época (ed 543, pg 68-70 a Luís Antonio Giron), falou sobre o futuro da humanidade. E declarou-se meio que desesperançoso, alegando que só os jovens indignados podem mudar o mundo.
Os jovens que podem mudar o mundo, segundo o sociólogo Bauman, são aqueles fora da “alienação do mundo da Web”, e, apesar de se mostrar melancólico com o rumo que a Sociedade tomou, esperançosamente (talvez sua única demonstração de fé na matéria) disse:
“Confio que os jovens possam perseguir e consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Como e se forem capazes de pôr isso em prática, dependerá da imaginação e determinação deles. Para que se deem uma oportunidade, os jovens precisam resistir às pressões da fragmentação e recuperar a consciência da responsabilidade compartilhada para o futuro do planeta e seus habitantes. Os jovens precisam trocar o mundo virtual pelo real”.
Ótimo! Penso como ele. Que valores e referências são determinantes nos dias de hoje? A violência, a corrupção, o descaso com o próximo, a ostentação e a individualidade foram legado triste de alguns pais, que com dificuldade de moral e falta de oportunidade educacional, contaminaram uma nação inteira com a história de “levar vantagem em tudo”.
Cabe a nós encontramos e encorajarmos jovens diferenciados com vontade de mudar. E, em muitos casos, sermos esses próprios jovens.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Amor do Pai exerce influência sobre a personalidade da Criança, comprova estudo. Assim, a rejeição é também forte fator de influência, sendo que ela desencadeia a mesma sensação de hostilidade e agressividade nos pequenos.
Quer melhor motivo para nunca deixar de amar?
Extraído de: http://m.redetv.uol.com.br/jornalismo/ciencia/amor-do-pai-exerce-forte-influencia-na-personalidade-da-crianca
AMOR DO PAI EXERCE FORTE INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DA CRIANÇA
Um estudo conduzido pela Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostra que as demonstrações de afeto e de rejeição do pai têm uma forte influência na personalidade da criança.
A pesquisa estudou 36 trabalhos envolvendo mais de 10 mil pessoas, entre crianças e adultos, e a rejeição paterna tem essa influência tão grande pois é mais comum do que a materna. A figura do homem é associada a prestígio e poder, e quando a criança é rejeitada por ele a sensação é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que eles consideram ser mais importante.
O estudo também mostrou que as partes do cérebro que são ativadas quando a criança se sente rejeitada é a mesma que se tornam ativas quando ela se machuca, mas com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos e leva à insegurança, hostilidade e uma tendência à agressividade.
Já o pai que é presente e carinhoso tem o efeito contrário na formação da personalidade de seu filho: a criança cresçe feliz, segura e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

Imagem: Autoria Pessoal
Programa “Fritada”: gosta ou não?
– Humor duvidoso?
Talvez sim, talvez não.
O humorista Diogo Portugal explora um nicho de mercado, de pessoas que curtem bullying e apelação nas piadas, em um programa chamado “Fritada”. Para quem gosta, ótimo. A mim não atrai, mas cada um tem seu público / gosto.
Kim Kataguiri, deputado federal, foi convidado a participar do programa, onde recebeu e fez piadas desse naipe. Mas na ocasião que assisti, vi Pedro Lemos – um cara muito sem graça– usando “mãe” e outras situações de baixaria.
A reação do público não é pelo humor, mas pela surpresa da ousadia em falar as bobagens.
Para quem curte, aqui: https://youtu.be/fGbcNODso-Q
A Fazenda Santa Margarida, no Distrito de Joaquim Eugênio, em Campinas, promoveu evento onde muitas pessoas participaram. Até agora, 4 pessoas que estiveram lá faleceram após serem picadas por carrapato estrela, que transmite a febre maculosa.
As autoridades interditaram a fazenda e estão investigando. Informações em: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/sa%C3%BAde/fazenda-em-campinas-onde-3-estiveram-antes-de-morrer-de-febre-maculosa-%C3%A9-fechada-1.1047289
A questão é: como evitar tudo isso?

Foto extraída de: https://seres.vet/blog/carrapato-estrela-prevencao/
In a world where technology continues to advance at a rapid pace, the boundaries of human interactions are constantly being redefined. The emergence …
Continua no link em: #Perfect Husband With No Baggage?

E se você não retirasse seu prêmio da Loteria por… esquecimento ou desconhecimento?
É isso que aconteceu a muita gente com a Nota Fiscal Paulista, e um abnegado auditor, inconformado, resolveu ajudar.
Veja que história legal, extraída de: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/06/auditor-fiscal-localiza-36-sorteados-da-nota-fiscal-paulista-e-entrega-r-72-milhoes.shtml?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=noticias
PRÊMIOS MILIONÁRIOS DA NOTA FISCAL PAULISTA SÃO ESQUECIDOS
Jair Rosa, de Marília, procura contemplados com cadastros desatualizados por telefone, email, WhatsApp e até cartas.
Incomodado com a lista de sorteados da Nota Fiscal Paulista que não recebiam o prêmio por não serem localizados, o auditor Jair Rosa, chefe do posto fiscal da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, em Marília, no interior de São Paulo, pediu autorização para procurar os contemplados. Desde janeiro deste ano, conseguiu localizar 36 sorteados, o que possibilitou a entrega de R$ 7,2 milhões em prêmios.
Uma das ligações foi para a jornalista B. Salles, 54 anos, de São Paulo, que o atendeu desconfiada por acreditar se tratar de mais uma tentativa de golpe. “Falei cobras e lagartos para ele”, diz.
As dívidas com a faculdade das duas filhas a atormentavam até o início deste ano. Ela sabia que não teria condições de pagar o que devia e o sonho do ensino superior havia virado pesadelo para a família. “Minha situação era muito séria”, diz.
Jair insistiu, mandou mensagens pelo WhatsApp e, por fim, um email com uma imagem do sorteio. A jornalista bloqueou o número do auditor, mas guardou as mensagens e procurou um posto da Secretaria da Fazenda na capital.
No local, soube que o funcionário público estava certo. Ela receberia um valor que permitiria pagar as dívidas e aliviar a situação financeira. Teve uma crise de choro e chegou a passar mal. Após ser acalmada, ligou para Jair, pediu desculpas e agradeceu inúmeras vezes pela insistência dele.
“Naquele momento eu precisava desesperadamente de dinheiro, em um grau absurdo”, afirma. “Sigo agradecida.”
Por questão de segurança, os prêmios acima de R$ 100 mil precisam da identificação dos sorteados nos postos fiscais. No entanto, os contribuintes que não mantêm o cadastro atualizado correm o risco de não serem localizados e perderem o dinheiro, caso não sejam encontrados em um prazo de cinco anos.
As pessoas que concorrem aos prêmios, que variam de R$ 1.000 a R$ 1 milhão, informaram os CPFs em compras –a cada R$ 100 gastos, o consumidor recebe digitalmente uma cartela do sorteio mensal do programa.
“Na minha ótica, nós da Secretaria da Fazenda temos que fazer alguma coisa para que essas pessoas saibam sobre o prêmio”, diz o auditor. Ele afirma que os consumidores fizeram a parte deles para combater a sonegação fiscal e, portanto, merecem o esforço que decidiu empreender pessoalmente.
Servidor faz buscas pelo sistema do IPVA, CNPJ e Google
Jair usa diversas ferramentas para localizar os contribuintes: consulta dados do IPVA, verifica se há registro de contato em eventuais aberturas de empresas e realiza buscas no Google. Faz tentativas de contato por telefone, WhatsApp, email e cartas.
A principal dificuldade, segundo ele, não é localizar os sorteados e sim convencê-los de que está falando a verdade.
Nas cartas, o auditor chega a fazer um apelo: “Se você acha que isso é um trote, desconsidere o aviso, perca o prêmio e jamais lamente que a sorte não está a seu favor”.
Uma das contempladas só acreditou ao receber a visita de um filho, que viu a correspondência oficial e ligou para o auditor, ao lado da mãe. Ela pediu desculpas por ter desconfiado nos primeiros contatos, falou sobre os diversos trotes que já havia recebido e contou que o valor do sorteio seria útil para os filhos e netos.
Uma sorteada de Pompeia, também no interior paulista, pediu ajuda para um sobrinho para conversar com Jair por telefone. O auditor orientou o jovem a chegar ao endereço eletrônico que informaria o valor recebido. Ao confirmar, tia e sobrinho choraram tanto que assustaram as crianças da casa. “Foi muito emocionante”, lembra o auditor, também entre lágrimas.
Para localizar um morador de Manduri, cidade de 10 mil habitantes na região de Marília, ligou para uma farmácia e para um posto de combustíveis. Em poucos minutos conseguiu falar com o contemplado, um motorista de ônibus escolar.
Entre as recompensas, recebeu da jornalista uma carta em que diz que seu trabalho vai formar uma advogada e uma produtora cultural.
“É por essas e outras que acho que o premiado de fato sou eu”, diz o auditor. “É um trabalho que vou continuar enquanto existir alguém que foi sorteado e que não foi contatado.”
Jair Rosa, o auditor (divulgação SEFAZ).
Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,
Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html
O FACEBOOKCIDIO
5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera
Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.
1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.
2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.
3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.
4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.
5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

Imagem extraída de:https://www.pngdownload.id/png-2nq7tj/
Junho é o mês do Orgulho LGBTQIAPN+, e uma das “letrinhas” que entrou recentemente na denominação é o P, de Pansexual.
Diferentemente do Bissexual (a pessoa que gosta de homens e de mulheres), o Pansexual é aquele que gosta de pessoas, sem a preocupação do gênero. Ou seja: o interesse brota pelo caráter, atração, relacionamento e outras afinidades, sem a preocupação se é homem, mulher, assexuado, não binário, trans ou algo diferente. Simplesmente: pessoas.
Talvez o número de pansexuais na sociedade seja maior do que se pensa, pela “obscuridade” do termo e até mesmo por desconhecimento. Na música, Mille Cyrrus e Demi Lovato se declararam pansexuais. Na TV, Reynaldo Gianecchini e Preta Gil, idem.
Independente da questão sexual de cada pessoa, o respeito ao indivíduo deve sempre prevalecer. Até porque, na maior parte dos casos, não é “opção sexual”, mas condição do cidadão.
O Dia Internacional da Pansexualidade é comemorado em 8 de dezembro.
Imagem extraída de: https://br.pinterest.com/pin/802696333568414889/
O vídeo é da cia telefônica MTS, e é muito engraçado. Não parece ser verdade mesmo?
Já tira selfie e participa das redes sociais!
Abaixo, extraído de: http://www.labcriativo.com.br/imperdivel-o-bebe-nasce-e-ja-busca-internet/
IMPERDÍVEL, O BEBÊ NASCE E JÁ BUSCA INTERNET
Mega criativo, é um anúncio da empresa de telefonia e internet 3g indiana MTS e sugere, com o filme Nascido para a internet, que os bebês hoje em dia são fixados na web desde a barriga da mãe.
Sensacional, o vídeo de forma bem humorada, nos apresenta o momento que nasce um bebê da geração Z.
O bebê já sai da barriga da mãe já busca de um iPad, pega um celular e faz um “selfie”, arma um canal de livestreaming no YouTube e, para surpresa de todos, médico, enfermeiros e pais, sai do quarto da maternidade usando a navegação de um GPS.
A parte que mais gostei foi do nenem procurando no Google como se corta o cordão umbilical. Muito bom…rs
Misturando filme com animação, o filme mostra o trabalho de parto e o nascimento desse bebê super antenado.
Assista o vídeo, mega recomendo, em: http://www.youtube.com/watch?v=rg37kafMsWk
Achei muito sensível e propício esse texto tão belo sobre RECOMEÇO. Quantas vezes temos medo de começar de novo?
Em forma poética, mas sensata e encorajadora, abaixo essa importante reflexão sobre a vida e a necessidade de enfrentar nossos desafios.
Extraído de: VEM comigo! Pensamentos, frases e citações, em: https://pensamentos.me/2020/02/11/recomecar-2/
RECOMEÇAR
[Re]começar significa que por algum motivo o percurso da sua história sofreu, um corte, um desvio, uma interrupção, ou seja, o que fazia parte de um processo contínuo, foi dilacerado. E você, acreditando na vida e em toda sua força de se recompor novamente, decidiu não parar, mas continuar a partir do que lhe foi permitido.
Olhando assim, para o contexto de nossas histórias, é possível descrevê-las até com um pouco de poesia
” recomece, reinicie, refaça o que for possível, mas não pare…”
.Não pare! Confie na vida
.Respire fundo
.Tenha coragem de seguir
A vida é uma ordem no imperativo: vá!
Vá de cabeça erguida, com o melhor sorriso que couber no rosto. É como diz a canção da Flávia Wenceslau, vá com um: ” coração de menino cheio de esperança…”
É esse coração de menino que precisa bater forte novamente para que a estrada mostre o colorido da vida no seu mais belo tom!…
Não é isso que a canção sugere? As vezes temos que olhar para a situação que estamos vivendo e, apesar dos desconfortos da vida, acreditar que o fim, não é o fim porque acaba algo, mas a oportunidade de fazer uma nova história só que agora, muito mais completa. Elaborada de uma maneira mais suave.
Quando a vida nos coloca diante de uma situação difícil, na verdade o que ela quer é que sejamos capazes passar por tudo aquilo com resiliência. Com coragem de seguir adiante, apesar de todos os arranhões, é claro.
Viver é duro como disse Guimarães Rosa. Mas, tudo depende de quanto estamos dispostos a suportar, a negociar com vida.
Acredite em você. Acredite na sua capacidade de se refazer todas as vezes que for necessário.
Ria, a vida ficar melhor com um sorriso no rosto. Acredite, você pode!..
Imagem pública
Texto: Marii Freire Pereira
Santarém, Pá 11 de fevereiro de 2020

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Qual a forma que você trata as pessoas quando está em crise?
E o seu comportamento nos momentos tranquilos?
Para pensar:
Do nada, surgiu e virou uma febre: o “clubhouse”, um aplicativo (ou Rede Social) que só funciona em celulares da Apple, que era elitizado e que para participar, deveria receber convite.
Eu não entrei, mas vi que o modismo… sumiu!
Alguém ainda o usa?
Imagem extraída da Internet, divulgação clubhouse.
São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!
A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”:
“Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.
Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?
Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?
Por quê reclamamos?
Evitamos ficar nas reclamações?
Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101
APLIQUE AGORA A REGRA 34
Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.
Por Janine de Oliveira
Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.
Nosso mundo está se tornando um lugar complicado. Qualquer opinião que desagrade alguém, torna aquele que disse a frase discutida um “rotulado pela sociedade”. Por motivos mais fúteis, se xinga, se ofende e se desrespeita. As pessoas mostram-se intolerantes e criam suas regras e verdades.
É insensibilidade para a figura do próximo? Talvez seja exatamente o contrário: estamos sensíveis demais! Enraivece-se com muita facilidade, chora-se por amor ou por ódio da mesma forma. Não é tudo muito estranho?
Para muitos, o modo de viver ideal é o do “olho por olho, dente por dente”, pregado no Primeiro Testamento aos judeus. E esquece-se que Jesus, no Segundo Testamento, falou que esse comportamento era devido a dureza dos corações e que deveríamos “amar o próximo incondicionalmente” – e isso serve a todos os povos, atemporalmente.
Será que a raiz de tudo isso (dos problemas citados) não reside no AMOR (ou melhor: na falta de)?
O amor fraternal, solidário, respeitoso é desproposital de agradecimento. E se você preferir o termo: a empatia, o “se colocar no lugar do seu irmão para sentir suas angústias”! A propósito, como chamar nosso semelhante de “próximo” ou de “irmão” se as pessoas não consideram iguais quem tem a cor da pele diferente, quem professa uma crença ou descrença diversa da sua ou, nos casos mais graves atualmente, pensam ideologicamente contrário a você?
Chega de mundo pilhado! Repare que tudo isso seria resolvido se nós (população) e se eles (políticos) exercessem o “mandamento do Amor”, que supera e resume os próprios 10 Mandamentos e que foram deixados a nós: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como nós mesmos”, ou seja, como Deus nos amou.
Parece tão simples. Mas é tão complicado…
Vivamos o Evangelho na sua essência e já estaremos fazendo esse lugar que vivemos um pouco melhor. Cuidemos do nosso planetinha e das pessoas… urgentemente!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Uma verdade sobre os vovôs:

A vida é um turbilhão de emoções. De dores. De alegrias. De decepções…
Você acorda bem. O dia não te trata bem. A vida sobre você é um desdém. E, claro, você não se colabora também. Aí, tudo dá errado.
E quando você não acorda bem, e as coisas não te ajudam também? Piorou!
Você se esforça, demonstra amor e sacrifícios, e tem alegria por tais atos. Mas a repulsa da sua presença – consciente ou inconsciente, pensada ou demagoga – te arrebenta no coração.
Quem te expulsa, pode fazê-lo até mesmo por amor. Mas um amor irracional, maldoso, que te magoa.
E você insiste em estar com os que você ama, mas nem todos querem estar com você (mesmo que eles os amem)…
Respeite fundo. Pare. Respire de novo. Dê tempo ao tempo. Perdoe. Faça de conta que nada aconteceu e continue. E, se precisar, arranje um tempo pra você. Isso é necessário!
Mas lembre-se: nunca cobre perfeição de comportamento das pessoas ou o mesmo amor que pode não ser correspondido. Você pode se decepcionar.
Enquanto isso, dedique-se às pessoas mais próximas que te amam. Por exemplo, sua própria casa. Continue mimando os outros, mas perceba que vale a pena evitar as dores de uma discussão.
Nestes dias que as coisas não dão certo e a mente fica acinzentada, nublada e sem vida, faça coisas que te distraia. Colha flores, contemple a natureza ou, simplesmente, vá colorir sua vida (como, por exemplo, registrando um botão de rosa tão vermelho como esse).
Não se esqueça: respire fundo!
Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.
Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.
PRAZERES
Por Luis Fernando Verissimo
Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:
* Prazer faz muito bem.
* Dormir me deixa 0 km.
* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.
* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
* Brigar me provoca arritmia cardíaca.
* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!
* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.
* Conversa é melhor do que piada.
* Beijar é melhor do que fumar.
* Exercício é melhor do que cirurgia.
* Humor é melhor do que rancor.
* Amigos são melhores do que gente influente.
* Economia é melhor do que dívida.
* Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

Ouvi tal verdade e reproduzo:
“Prefiro ficar Vermelho por alguns instantes do que Amarelar por muitos momentos“
Autor Desconhecido

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Os entregadores de panfletos precisam cumprir metas: colocar nas casas as propagadas dos mercados, lanchonetes e demais estabelecimentos.
Percorrem ruas e, de casa em casa, deixam seus folhetos. Mas alguns abusam: minha caixinha de correspondência está lotada com 4 folhas idênticas.
É para render o serviço e acabar logo… êita, preguiça de cumprir a tarefa corretamente.
O fracasso não pode nos impedir de buscar o sucesso. A insistência é uma virtude; a persistência, talvez algo redundante. Mas a resiliência, um dom!
Sobre o ex-presidente americano Abraham Lincoln, na imagem abaixo:

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:
“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”
Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/
O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM
por Ruth Manus
Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.
A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.
Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.
Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.
Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.
Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.
O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.
O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.
Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.