
Meeting good people can have a positive impact on your life, and it’s important to surround yourself with positive influences. Here are 10 reasons …
Continua em: The Power of Positive Social Connections: 10 Reasons to Meet Good People Daily

Meeting good people can have a positive impact on your life, and it’s important to surround yourself with positive influences. Here are 10 reasons …
Continua em: The Power of Positive Social Connections: 10 Reasons to Meet Good People Daily
Um pensamento altamente fiel à realidade:
“A inveja é o veneno que você toma esperando que o outro morra”.
Winston Churchill

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar.
Há idade para Maior ou Menor Inteligência?
Sim, há. Eis aqui!
Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/411251_AS+IDADES+DA+INTELIGENCIA
AS IDADES DA INTELIGÊNCIA
Trabalho revela quando habilidades como a memória e a rapidez de raciocínio alcançam seu auge ao longo da vida
Por Cilene Pereira
Uma investigação realizada por cientistas do Massachusetts Institute of Technology deixa claro que não há uma idade única na qual a inteligência se manifeste em sua plenitude. Ao longo da vida, as diferentes capacidades cognitivas que a compõem se apresentam com maior ou menor intensidade, segundo a faixa etária. “Em qualquer idade, você está indo melhor em algumas habilidades, pior em outras e está experimentando o pico em determinadas capacidades”, disse o pesquisador Joshua Hartshorne, um dos coordenadores do trabalho.
As conclusões são resultado de um estudo extenso que se baseou em dois bancos de dados: um formado a partir da comparação do desempenho de mais de três milhões de pessoas em jogos eletrônicos formatados pelos cientistas e, outro, composto pela análise mais detalhada de um grupo de 50 mil pessoas submetidas a testes de aferição de habilidades específicas. Entre os achados, estão o de que o auge da memória de curto prazo – usada para registrar informações que serão usadas imediatamente a seguir – se dá entre os 25 e 30 anos, enquanto a sensibilidade de perceber as emoções alheias está mais aguçada entre os 40 e 50 anos.
Um dos desafios agora é entender os mecanismos que explicam essas diferenças. Acredita-se que por trás delas estejam mudanças genéticas e transformações na estrutura cerebral ocorridas com o passar do tempo. Na opinião da pesquisadora Laura Germine, co-autora do trabalho, uma das principais lições do trabalho é a de que focar a atenção em apenas um aspecto do funcionamento cognitivo – memória ou raciocínio, por exemplo – é um erro. “Você perde o quadro todo”, disse à ISTOÉ. “Mesmo que não nos consideremos tão rápidos em alguma coisa como éramos aos 18 anos, outras funções podem estar mais afiadas. As pessoas devem pensar menos no envelhecimento cerebral e mais no modo como nosso cérebro e a forma como experimentamos o mundo mudam. Não para pior, apenas de maneira diferente.”

Imagem extraída de: https://www.psicologoeterapia.com.br/blog/inteligencia-emocional-o-que-e-e-sua-relacao-com-autoconhecimento/
Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.
É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!
Fica a dica! Abaixo outra:

Me preocupo quando vejo casos de crianças bolinadoras que ficam atazanando a vida dos seus colegas. Por mais que uma pessoa já formada seja preparada para suportar o sempre condenável bullying, as sequelas uma hora ou outra aparecerão, de dimensões e traumas diferentes.
Se ainda assim a sociedade tem a preocupação com adultos supostamente melhor condicionados a enfrentar essa situação, imagine com crianças e adolescentes que não tem estrutura emocional! Que estrago.
Eu sei que as escolas tratam, em sua maioria, com muita atenção esse tema. Os educadores fazem a parte deles. Mas… e os pais?
Será que quem pratica esse ato tem dimensão das consequências? Claro que não, não foram conscientizadas disso. Por isso o pai e a mãe são fundamentais para evitar tal prática, pois a primeira educação vem deles.
Em especial, na pré-adolescência, onde a criança não é tão criança mas ainda não é moça, e os hormônios e crises existenciais estão a mil por hora, todo cuidado é pouco. Portanto, a quem possa colaborar para um mundo menos traumático, fica a dica: questionem seus filhos a fim de ajudá-los na prevenção do bullying – evitando a prática e ajudando a quem sofre.

Imagem extraída da Internet.
É claro que nesses momentos tão difíceis que a sociedade vive, precisamos ter disposição em encarar as coisas sob uma ótica mais positiva. O famoso “fazer uma limonada dos limões”.
Vale refletir nessa ilustração, abaixo: ter otimismo é importante, mas lembre: manter-se com os pés no chão é fundamental!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Citação acima de @jardim_consciente
Você leva as pessoas a agregarem ou a conflitarem?
Você busca o debate educado ou xinga por quê pensa diferente?
Você se considera um cara bacana na Web ou um chato a ser evitado?
E, principalmente, você faz bem ou você faz mal às pessoas com suas publicações?
Gostei muito desse meme (abaixo) pois permite a auto-reflexão: as coisas que nós falamos ou escrevemos, são tóxicas aos outros ou fomentam boas ideias e bons ideais?
Imagem extraída de: http://namascaf.com/2020/03/31/humorzinho-se-voce-pudesse-comer-suas-palavrassua-alma-seria-nutrida-ou-envenenada/

Tempos atrás, comprei o livro “Sobre o Céu e a Terra” (Ed Paralela, 208 páginas), escrito por Jorge Mario Bergoglio (o atual Papa Francisco) e o Rabino Abraham Skorka (reitor do Seminário Rabínico Latino-Americano).
Gente, é O LIVRO!
Impressionante a beleza e a riqueza de debates de alta intelectualidade, com as visões de um líder cristão católico e de um líder judeu.
São textos para serem lidos por pessoas de muita fé (pela grande espiritualidade) e por outros de fé nenhuma (pela imensa racionalidade). A obra agrada radicais e conservadores, crentes e ateus. E eles não fogem dos temas polêmicos!
Conversaram:
Claro que outros assuntos foram abordados, mas só lendo o livro para entender e apreciar. Pelo que folheei, fiquei impressionado como Bergoglio (ou Francisco) é firme nas questões de fé, sem perder as necessárias considerações dos dias atuais (em conjunto com seu colega judeu).
Me parecem muito mais progressistas, realistas e servidores do Criador do que eu os conhecia. Uma digna mostra de que “Fé e Razão” não são divergentes, mas complementares.
“Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência”
José Renato Sátiro Santiago
Um texto interessante que vale a reflexão, extraído do editorial do blog do prof José Renato S Santiago, a respeito das coisas que valem a pena ou não, focando o desapego!
LEI DO DESAPEGO, AFINAL TODOS PODEMOS TER UMA PARIS
Creio que quase todos já ouvimos falar sobre um dos melhores filmes de todos os tempos, Casablanca. A drama gira em torno de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman).
Mesmo que o filme tenha sido assistido por milhões e milhões de pessoas, não irei cometer a indelicadeza de contar seu final.
Pelo menos irei tentar.
No entanto, gostaria de destacar uma parte do filme, onde Rick justifica sua decisão para Ilsa ao afirmar que: “Nós sempre teremos Paris”. Esta afirmação sinaliza a sua decisão, diante da impossibilidade de ficar com sua amada, Rick aceita ficar com a sua melhor lembrança, quando estiveram juntos.
Do ponto de vista da paixão e amor, melhor não entrar nesta questão. No entanto, sob a visão corporativa, cabe destacar a melhor das decisões. Longe de querer aceitar algo que não se deseja, Rick decide com a cabeça, que é como as decisões devem ser feitas.
Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência. Há efetivas situações que não irão voltar. É realmente necessário se desapegar. Deixar para lá, e ir em frente!
Nota-se que por mais que Rick e Ilsa não tenham ficado juntos, ops, acabei contando o final do filme, para a história, onde ficou Victor Laszlo nesta história?
Será que ao final da guerra, voltou para Tchecoslováquia? Abriu uma padaria? Teve filhos com Ilsa?
Na verdade acabou, para a história, como o “desmancha prazeres” do maior romance de todos os tempos.
Não importa, o que ficará para a história? É o que ficará para a história, não é mesmo. Sendo assim, por mais que não possamos chegar a algum lugar ou atender algum objetivo definido nos primórdios de nossa carreira ou vida pessoal, podemos nos desapegar desta, eventual, amargura e viver em nossa cabeça os tempos que tivemos em alguma Paris.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
Quem vê o português Abel Ferreira no banco de reservas, se admira de como ele esbraveja e reclama durante os 90 minutos de jogo. Alguns outros portugueses que aqui trabalham não costumam abusar tanto da falta de postura na área técnica.
Pois bem: o jovem Pedro “Pepa”, treinador do Cruzeiro, foi questionado após o amistoso contra o Red Bull Bragantino sobre os costumes do futebol brasileiro frente aos hábitos dos treinadores portugueses (se ele estava se adaptando), e sua resposta foi inesperada: disse que comentou com Pedro Caixinha, técnico adversário, “que nunca foi tão xingado em TODA A VIDA”, pois ficou surpreendido com tal comportamento da torcida oponente.
Ou o professor Pepa ainda é muito novato no ramo, ou precisar estudar mais o futebol brasileiro…
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Foto: Crédito de Mauro Horita / Cruzeiro – MG

Children who have poor appetite and often refuse foodDoctors believe that refusing food on certain occasions is a normal stage in a child’s …
Continua em: Children who have poor appetite and often refuse food
Há alguns percalços interessantes na carreira de Administrador. Para as mulheres, alguns outros limites e paradigmas a serem quebrados.
Costumeiramente, elas se questionavam: Carreira ou Família?
Hoje, segundo a historiadora Mary Del Priore, as mulheres fracassam no mundo da administração por um outro motivo: a Vaidade!
Certamente, se fosse uma declaração dada por homem, seria rotulada de machista. Mas uma própria mulher falando sobre a preocupação das executivas em relação a beleza, é algo a se levar em conta.
Ela ainda diz que:
“As brasileiras são apáticas, machistas e escravas da ditadura da beleza“.
Eu discordo. E você?
Extraído de: ISTO É (clique acima para citação)
O ESPELHO É A NOVA SUBMISSÃO FEMININA
por Cláudia Jordão
(…) uma grande parcela da população feminina foi absorvida pelo mercado de trabalho, conquistou liberdade sexual e hoje, cada vez mais, se destaca na iniciativa privada, na política e nas artes – mesmo que a total igualdade de direitos entre os sexos ainda seja um sonho distante. Mas, para a historiadora Mary Del Priore, uma das maiores especialistas em questões femininas, apesar de todas as inegáveis conquistas, as mulheres não se saíram vitoriosas. Autora de 25 livros, inclusive “História das Mulheres no Brasil”. Mary, 57 anos, diz que a revolução feminista do século XX também trouxe armadilhas.
Istoé – Neste 8 de março, há motivos para festejar?
Mary Del Priore – Não tenho nenhuma vontade. O diagnóstico das revoluções femininas do século XX é ambíguo. Ele aponta para conquistas, mas também para armadilhas. No campo da aparência, da sexualidade, do trabalho e da família houve benefícios, mas também frustrações. A tirania da perfeição física empurrou a mulher não para a busca de uma identidade, mas de uma identificação. Ela precisa se identificar com o que vê na mídia. A revolução sexual eclipsou-se diante dos riscos da Aids. A profissionalização, se trouxe independência, também acarretou stress, fadiga e exaustão. A desestruturação familiar onerou os dependentes mais indefesos, os filhos.
Istoé- Por que é tão difícil sobreviver a essas conquistas?
Mary Del Priore – Ocupando cada vez mais postos de trabalho, a mulher se vê na obrigação de buscar o equilíbrio entre o público e o privado. A tarefa não é fácil. O modelo que lhe foi oferecido era o masculino. Mas a executiva de saias não deu certo. São inúmeros os sacrifícios e as dificuldades da mulher quando ela concilia seus papéis familiares e profissionais. Ela é obrigada a utilizar estratégias complicadas para dar conta do que os sociólogos chamam de “dobradinha infernal”. A carga mental, o trabalho doméstico e a educação dos filhos são mais pesados para ela do que para ele. Ao investir na carreira, ela hipoteca sua vida familiar ou sacrifica seu tempo livre para o prazer. Depressão e isolamento se combinam num coquetel regado a botox.
Mary Del Priore – O de sempre: a felicidade. Só com educação e consciência seremos capazes de nos compreender e de definir nossa identidade.

MULHERES NA POLÍTICA
“Elas roubam igual, mentem igual, fingem igual. São tão cínicas quanto nossos políticos”, diz

Um magnata irlandês chamado James Jameson, herdeiro de uma grande produtora de whiskey, comprou no Congo, em 1888, uma menina negra de dez anos de …
Continua em: A CRIANÇA DEVORADA
Que texto espetacular!
A batalha pela lucidez:


Como algumas pessoas ficam de boa consigo mesmas e outras com tudo mundo.
Continua em: Introversão e Extroversão: dois traços de personalidade
Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.
Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?
Sobre isso,
Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/
ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES
Por Daniele Silva
Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.
Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.
Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

Imagem de MIchael Kevin Daly, extraída de: https://br.pinterest.com/DalyView/ella-dynae-designs/
Já ouviu falar da economista e consultora britânica Noreena Hertz?
Ela leciona na University College London, e foi orientadora de vários governantes em diversos assuntos: questões econômicas, negociações de paz e imbrólhos diplomáticos. E em entrevista à Revista Época (pg 68-71, ed 824 à Marcos Coronato), falou sobre a idolatria a alguns especialistas e aos modelos pré-definidos para tomadas de decisões. Disse ela:
“É claro que as opiniões, educação e treinamento com especialistas são importantes e devem ser levados em conta, mas especialistas erram muito (…) Nunca ouça um especialista só, questione as opiniões deles e busque informações”.
Mas gostei mesmo sobre quando ela fala da influência digital! Veja:
“Vivemos uma era de distração digital, de e-mails e redes sociais. Mantemo-nos num estado hormonal de estresse constante e podemos ficar viciados. Recomendo que você tire folgas digitais, ao menos uma vez por semana, sem checar e-mail ou entrar nas redes sociais. Um dos melhores procedimentos que você pode adotar antes de tomar uma decisão, privada ou profissional, é delimitar um tempo e espaço para apenas pensar. É incrivelmente difícil fazer isso hoje”.
Concordo e assino embaixo. Precisamos muitas vezes buscar a calmaria para a reflexão e para podermos melhor pensar!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Não assisto o BBB, mas leio que Mc Guimê e Antônio Cara-de-Sapato foram expulsos do programa, por assédio a uma participante mexicana do programa.
Duas coisas:
Entretanto, não podemos generalizar: esses caras não podem representar os homens em geral. Há muita gente educada, respeitosa e que em hipótese alguma pode ser comparada com esses sujeitos.
Para quem não viu, em: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html

Imagem extraída de: https://jovempan.com.br/entretenimento/bbb-23/mc-guime-e-antonio-cara-de-sapato-sao-eliminados-do-bbb-23.html
Leio que cada vez mais os papais sentem-se tão necessários para a criação dos filhos do que as mamães, e isso é ótimo.
Compartilho, abaixo, extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,pais-se-unem-por-um-novo-jeito-de-criar-os-filhos,70001800145
PAIS SE UNEM POR UM NOVO JEITO DE CRIAR FILHOS
A chamada ‘paternidade ativa’ ganha adeptos, com homens que põem literalmente a mão na fralda e na cama, se envolvendo em rotinas.
Por Fábio Leite
Quando Anne contou que queria dar à luz seu primeiro filho em casa, Thiago Queiroz “surtou”. “Achava aquilo uma loucura”, recorda o engenheiro carioca, de 34 anos. Ele estava mais focado em montar o quarto do bebê do que nos textos que a mulher enviava sobre o desejado parto humanizado. Aos poucos, foi convencido da ideia, mas a “ficha” da paternidade só caiu quando o corpo de Dante deslizou nos seus braços dentro da banheira montada no apartamento, após 23 horas de intensas contrações.
“Esse momento foi muito tocante. Se eu não tivesse embarcado nessa, não estaria ali, na hora certa, para pegar o meu filho. Depois, só pensava em como queria me apaixonar por ele. Comecei a ler sobre criação com apego e decidi mergulhar na paternidade”, conta Queiroz, que, além de Dante, com 4 anos, é pai de Gael, de 2, blogueiro, youtuber, com o canal Paizinho, Vírgula!, palestrante e criador de um grupo sobre disciplina positiva no Facebook, o Criação com Apego.
Agora, é ele quem escreve os textos que as mulheres mandam para os maridos. “Sei que muitos ainda não leem, como eu não lia”, diz. Mas isso está começando a mudar. A chamada paternidade ativa defendida por Queiroz tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. São homens que rejeitam o papel do pai apenas como provedor da casa e colocam a mão na fralda, as crianças na cama e debatem os mais variados assuntos envolvendo os filhos, desde coisas mais práticas, como o jeito de usar o sling (espécie de rede para carregar o bebê junto ao corpo), até temas mais complexos, como o melhor as formas de lidar com ciúmes entre irmãos.
PELO PAÍS – Um deles é o engenheiro de sistemas Leandro Gonçalves, de 35 anos, que criou há quatro anos um grupo fechado no Facebook, o Paternando, com mais de 400 membros de Espírito Santo, Minas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de Rio e São Paulo. “O feminismo questiona os papéis na família preestabelecidos pela sociedade, de que o homem trabalha e a mulher cuida dos filhos. Hoje, todos trabalham, não é justo só as mulheres fazerem dupla jornada. Nossa geração está assumindo essa responsabilidade.”
E o papel das mulheres na descoberta da nova paternidade é vital. Assim como Queiroz, Gonçalves conta que a vontade de ser um pai mais participativo do que fora o seu aflorou no nascimento de Alice, sua filha mais velha. “A Dane (a mulher) optou pelo parto humanizado em casa. Foram 26 horas de trabalho de parto e fiquei junto dela o tempo todo. Foi muito intenso para mim também, meio catártico.” O próprio grupo de pais nasceu com base em um grupo de mães. “Elas promoviam encontros e os pais começaram a se conhecer também. Até que decidimos criar nosso próprio grupo.”
Hoje, o Paternando promove rodas de conversas mensais entre os pais e tem um podcast, o Balaio de Pais, para falar da criação dos filhos. No último episódio – Mamãe tá na roça, papai foi cozinhar –, os pais abordaram como a sociedade brasileira ainda tem dificuldade em aceitar essa nova realidade familiar. “Crescemos em uma cultura machista e essa desconstrução sobre o lugar do pai na família, em casa, é demorada. O que está acontecendo é uma quebra de paradigma, mas muitos ainda cobram do pai esse papel de provedor”, relata o psicólogo Leonardo Piamonte, de 38 anos, autor do blog Paternidade Sem Frescura.
Para um dos mais assíduos do grupo, o jornalista Leandro Nigre, de 34 anos, a troca de informações tem sido essencial para enfrentar o desafio da paternidade. “Infelizmente ainda há muito preconceito com os que decidem assumir determinadas tarefas e dividir a educação dos filhos com as mães”, diz Nigre, que utiliza seu blog, o Papai Educa, para divulgar entre homens notícias, pesquisas e reflexões que envolvem a paternidade. E para quem o elogia por cuidar de Guilherme, de 4 anos, e Rafael, 2 meses, ele responde: “Só estou cumprindo meu papel de pai”.
CRIAÇÃO ‘CASADA’ DESMISTIFICA HIERARQUIA
Muito se fala sobre as consequências da ausência de um pai na vida de uma criança, como comportamento violento e dependência química, mas pouco se estudou até agora sobre os efeitos da paternidade ativa no desenvolvimento dos filhos.
Para a psicóloga e terapeuta familiar Rosa Maria Macedo, coordenadora do Núcleo de Família e Comunidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma coisa é certa: a presença do pai em casa e nas atividades domésticas torna a estrutura familiar mais horizontal, o que é positivo para pais e filhos.
“Na literatura, pai sempre foi visto no lugar da autoridade, aquele que impõe as leis da casa. Ou seja, estaria hierarquicamente acima da mãe. Com a mudança de papéis, esse processo está ficando horizontal. Isso é bom sob diversos aspectos, do respeito às diferenças, aos gêneros, à democracia, sem criar uma situação de desigualdade.”
Rosa explica que a teoria do apego, que virou objeto de estudos dos pais ativos, começou a ser desenvolvida na década de 1950 pelo psicanalista britânico John Bowlby. Em suas pesquisas, ele constatou que o vínculo estabelecido entre a criança e o adulto dependia mais da sensação de segurança que lhe era proporcionada do que com o alimento, como pensavam psicanalistas que julgavam o apego primário exclusivo das mães.
Para psicólogo, a mudança de comportamento do pai depende muito da postura da mãe, que não pode ter medo de “perder” o lugar de poder que ocupa em casa. “No consultório, recebo pais se queixando que querem participar mais, mas são repreendidos pelas mulheres, que colocam defeitos no que eles fazem. Isso não pode ser uma disputa.”
O psicólogo Leonardo Piamonte, que trabalhou com menores infratores na Colômbia, disse que, como esta é a primeira geração de pais que desenvolveu esse comportamento participativo, só agora será possível medir os efeitos da nova paternidade nas famílias. Ele participa do grupo de pais ativos e acredita que esse comportamento paterno faz com que os filhos sejam mais criativos, assistam menos TV e se alimentem melhor. “O que se sabe é que excesso de amor e carinho nunca machucou ninguém.”

Leandro Gonçalves com suas filhas Alice(4) e Tereza(1) Foto: FELIPE RAU/ESTADO
Gustavo Gutiérres, teólogo Peruano, sobre as eras da vida econômica:
“Estamos na era pós-socialista, pós-capitalista e pós-industrial. Mas nunca chegamos à era da pós-pobreza.”.
Resumiu perfeitamente!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Um depoimento que assusta: neta do fundador da Supergasbrás e filha do maior revendedor da Scania no Brasil, jovem conta como é o drama de ter um pai viciado em Drogas!
E tem gente que curte…
Extraído de: Revista Época, ed 08/04/2013, pg 80-82
COMO SOBREVIVI AO VÍCIO DO MEU PAI
As pessoas dizem não entender por que eu, “bonita e de boa família”, morando em Beverly Hills, tive bulimia e depressão. Estava tentando salvar meu pai do crack
Por Ana Luiza Cardoso e Marcela Buscato
Tinha 14 anos quando descobri que meu pai, o empresário João Flávio Lemos de Moraes, fumava crack. Ali, minha infância acabou. Só pensava em como poderia tirá-Io daquela situação. Os especialistas chamam isso de codependência. Eu e toda a minha famÍlia – meus avôs paternos, minha mãe, meus três irmãos – sofremos com isso. Você anula sua vida para cuidar da outra pessoa, e é frustrante porque não se pode fazer muito. O codependente também fica problemático. Cada filho adoeceu de alguma maneira. Comecei a desenvolver bulirnia aos 12 anos. Aprendi com meu pai o que ele chamava de truque: provocar vômito para não absorver calorias. Ele tinha bulimia desde os 18 anos, e sempre o vi vomitando. Aos 17 anos, fiquei três meses internada para me tratar. Cheguei a pesar 47 quilos, muito pouco para o meu 1,69 metro.Ainda tenho pensamentos obsessivos com magreza, mas consigo me controlar. Aos 33 anos, pedi para ser internada numa clínica psiquiátrica porque achava estar deprimida. As pessoas não entendiam: “Por que você está assim? É bonita, de boa fanúlia!’: Sofri preconceito. Não escolhi ter esses problemas.
Minha família é bem-sucedida há três gerações. Meu avô, Wilson Lemos de Moraes, morto em 2011, fundou a Supergasbras, empresa de distribuição de gás de cozinha. Hoje, minha família não é mais a dona. Agora, temos a WLM, a maior representante de veículos Scania da América Latina. Temos fazendas, agronomia, pecuária. Por causa do vício e de outros transtornos p9iquiátricos, meu pai torrou milhões. Não sei quantos, mas foram muitos. Hoje, ele está longe das drogas, e a mãe dele o ajuda a administrar seus bens.
O primeiro contato dele com as drogas foi com 31 anos. Havia fundado uma empresa distribuidora de titulos, a Universal, e ficou em evidência. Como sempre foi tímido, começou a usar cocaína para ficar desenvolto. Desde os 10 anos, eu desconfiava que tinha algo errado em casa. Sentia que tinha perdido aquele pai carinhoso. Quase não o via trabalhando, ele vivia trancado no quarto. Até que, aos 14 anos, achei dentro do carro um estojo de maquiagem com cocaína pura. Hoje, as pessoas compram a pedra de crack pronta. Mas, em 1989, cozinhavam a cocaína e fumavam a pedra. Naquela época, morávamos nos Estados Unidos, para onde tínhamos nos mudado em 1983. Um pouco era para fugir de ameaças de sequestro. E era também uma tentativa dos meus avós de manter meu pai afastado das drogas. Mas foi pior.
Entre idas e vindas, moramos 14 anos na Califórnia, em Bever1y Hills, conhecida por suas mansões. Foi lá que meu pai conheceu o crack. Ele tinha amizade com muitos artistas de cinema, com o ator e cantor Sammy Davis Jr., o pessoal todo da droga. Meu pai também andava muito com Sylvester Stallone, Julio Iglesias e Alain Delon, mas não sei se eles se drogavam.
A gente sempre passava as férias no Brasil, e às vezes meu pai esticava o período aqui. Eu e meus irmãos perdíamos aula. Meus pais nos deram muito amor, mas nunca limites. Tínhamos um ônibus casa, com dois quartos, sala, micro-ondas, televisão. Fazíamos muitas viagens a Brasília, para as fazendas. Ficávamos naquele mundo de fantasia. No Rio de Janeiro, tínhamos um barco ancorado no Iate Clube. Saíamos para o mar junto com o Lady Laura, de Roberto Carlos, padrinho do meu irmão. Parávamos os barcos lado a lado e ficávamos mergulhando.
Meu pai e Roberto Carlos se conheceram antes de ele ser famoso. Ele ficava em nossa fazenda em Itaipava, onde escrevia músicas. Quando morávamos nos Estados Unidos, fazia muitos shows lá. Roberto sabia do vício do meu pai e sempre tentou ajudar. Inclusive escreveu para ele a música “O careta” (talvez você ache uma droga essas coisas que eu falo/Mas certas verdades nem sempre são fáceis de ouvir/Não custa pensar no que eu digo/Eu só quero ser seu amigo/Mas pense no grande barato de ser um careta). Roberto acabou se afastando porque era uma pessoa pública. Não podia andar com meu pai, principalmente porque o comportamento dele piorou. Ele começou a ter alucinações. A droga potencializou outros distúrbios psiquiátricos. Meu pai achava que falava com Elvis Presley, o ídolo americano morto em 1977. Ele dizia perceber nas músicas frases como “God gave João Flávio daughter”.
Numa de suas crises de paranoia lá nos EUA, meu pai cismou que minha mãe tinha fugido com meus irmãos. Dizia que iria matá-Ia quando a encontrasse. Como nessa época eu já estava morando sozinha – tinha saído de casa aos 16 anos, porque não suportava ver meu pai levar suas amantes -, ele achou que minha mãe estava escondida lá. Arrombou a porta e encostou o revólver em minha barriga. Eu sabia que aquela explosão de raiva tinha um limite. Não queria acreditar que ele fosse capaz de algo tão violento com a própria filha. Eu e meus irmãos crescemos acostumados com ele armado pela casa. Tín amos medo de ele nos machucar sem querer.
Aos 17 anos, eu não aguentava mais aquele estresse todo nos EUA e voltei para o Brasil. O resto da família ficou nos EUA, e um dia minha mãe descobriu que minha irmã, então com 13 anos, estava usando drogas com meu pai. Ele ficou com medo de que ela exigisse a guarda dos filhos e resolveu (ugir. Saiu de casa num Rolls- Royce cheio de drogas levando meus três irmãos. Viajou sem rumo pela Califórnia por 14 dias. Minha mãe havia dado queixa, e ele foi preso quando o carro quebrou. Ele ficou pouco tempo preso, porque foi considerado um dependente químico, não traficante. Meus irmãos ficaram sob tutela do Estado americano por 15 dias, até nossa mãe conseguir provar que era seguro eles ficarem sob a responsabilidade dela.
Meu pai parou de usar drogas há cinco anos, depois de 25 anos. Foi quando ele realmente percebeu que tinha perdido a família e resolveu mudar. Hoje, ele está com 62 anos. Minha mãe se casou há dez anos com um cara superlegal, está feliz. Moro num apartamento com meu filho de 17 anos, do namorado que conheci aos 19 na clínica para tratar a bulimia. Minha família me deu o apartamento em 2006 e me ajuda ainda, mas eu controlo minha vida. Por muito tempo, morei com meu filho no apartamento do meu pai. Vivia com medo de que o menino, então com 6 anos, sofresse o que eu sofri e se tornasse uma pessoa insegura como fui, com problemas de identidade e medos. Parti para o ataque, escrevendo cartas para vovó e mamãe, telefonando todos os dias, implorando que me dessem uma condição de sair dali. Minha avó finalmente comprou um apartamento em meu nome. Consegui minha independência e passei a ter noção do que era ter uma vida real, com limites, compromissos, responsabilidades. Foi como acordar para a realidade.
Acordei ainda mais quando comecei a fazer psicanálise, há quatro anos. Minha avó não queria, porque não tinha noção de quanto a história de meu pai fizera mal aos netos. Achava que tínhamos de ajudar meu pai, não a nós mesmos. No desespero, ameacei: se não me ajudasse a pagar, iria aos jornais dizer tudo o que passei. Comecei a fazer psicanálise cinco vezes por semana. Finalmente, pensava em mim. Só recentemente passei a prestar atenção a minha cor preferida, ao barzinho aonde eu gosto de ir, livros, discos e decoração da casa. Eu não sabia nada do meu gosto pessoal. Se a empregada perguntava o que meus irmãos queriam comer, eu explicava minuciosamente. Se perguntavam sobre mim, não sabia direito.
Nunca gostei de depender dos outros. Trabalhei muito como modelo, período em que conheci meu ex-marido, Eduardo Rodrigues, com quem fui casada por cinco anos. Entrei para a faculdade, cursei quatro anos de Direito, dois de moda. Eu seria uma ótima advogada, mas não consegui levar para a frente. Tive de parar tudo e cuidar de mim. Agora, quero terminar a faculdade de jornalismo e fazer pós em psicanálise. Penso em criar uma clínica para dependentes químicos. Só consigo ver meu pai umas duas vezes por semana para não me envolver na vida dele de novo. Não que eu não queira, mas não posso. Amo meu pai mais do que tudo, ele é meu amor. Mas também preciso cuidar de mim.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.
Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!
Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.
Extraído de: http://is.gd/3Cqnav
O SEGUNDO ABANDONO
Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.
Por Solange Azevedo
Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Eu sofro de insônia, mas ao invés de tentar dormir, arranjo algo para matar o “tempo não-dormido”. Porém, leio que há diferenças na qualidade de sono entre homens e mulheres.
Compartilho, extraído de: Revista Isto É, ed 04/04, pg 80-81
A BATALHA DO SONO
Pesquisas apontam as diferenças no padrão de sono de homens e mulheres e devem ajudar na criação de tratamentos mais específicos para ambos.
Por Luciani Gomes
Eles roncam, elas têm insônia. Eles precisam de menos horas de sono e demoram a adormecer – apesar disso, ficam mais satisfeitos com a qualidade e quantidade de tempo que passam adormecidos. O sono delas, no entanto, é considerado mais saudável porque atinge um maior número de vezes estágios profundos, aqueles nos quais ocorre a consolidação da memória e do aprendizado. Essas são algumas das constatações que estão surgindo de diversas pesquisas que buscam apontar as diferenças do sono entre homens e mulheres. O objetivo dos pesquisadores é usar as informações para traçar estratégias específicas de melhora do sono para cada gênero – portanto mais eficazes do que recomendações gerais para ambos os sexos.
Trata-se de uma preocupação justificável. É importante que as pessoas durmam cada vez melhor porque hoje se sabe que, quando isso não acontece, aumentam os riscos para várias doenças. “Dormir pouco, de maneira recorrente, pode levar a problemas cardiovasculares, mudanças metabólicas, além de causar impactos no sistema imunológico”, explicou à ISTOÉ Jeanne Duffy, especialista em medicina do sono e professora da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Jeanne coordenou algumas das pesquisas que já forneceram dados importantes a respeito do sono dos homens e das mulheres. Uma das principais diferenças é o ritmo circadiano – período de cerca de 24 horas no qual se completa um ciclo biológico inteiro do corpo humano. Enquanto o dos homens é de 24 horas e 11 minutos, o das mulheres é de 24 horas e 5 minutos, segundo o trabalho realizado pela universidade americana.
A diferença é pequena – apenas seis minutos –, mas especialistas acreditam que a longo prazo ela é capaz de imprimir distinções no comportamento de ambos os sexos. “Em geral, o longo ritmo circadiano masculino os leva a querer dormir mais tarde e assim a querer acordar mais tarde”, explica Jeanne.
“Com as mulheres é o contrário.”
Pesam bastante também as oscilações hormonais femininas e masculinas e suas repercussões no período em que o corpo se encontra adormecido. “Hoje sabemos que os hormônios podem de fato afetar o sono”, explicou à ISTOÉ Donna Arand, da Academia Americana de Medicina do Sono. E como as mulheres são as mais atingidas pelas alterações de concentrações dessas substâncias ao longo da vida, acabam bastante vulneráveis aos impactos que isso traz. “Elas são fortemente afetadas pelas oscilações que ocorrem durante os ciclos menstruais, a gestação e a menopausa”, disse Donna. Por mecanismos complexos, o sobe e desce de compostos como o estrógeno e a progesterona (hormônios femininos) atrapalha o sono, prejudicando sua qualidade.
Diferenças como essas repercutem em transtornos igualmente distintos. As mulheres, por exemplo, apresentam maior número de episódios de insônia em comparação ao apresentado pelos homens. Ainda não se conhecem claramente as razões que estão por trás da questão, mas uma das hipóteses é a de que a falta de sono nas mulheres seja em grande parte uma consequência de problemas como ansiedade e depressão, duas doenças psiquiátricas, às quais o sexo feminino é mais suscetível.
Já os homens costumam reclamar de cansaço excessivo ao longo do dia na maior parte das vezes causado por pura privação de sono (dormem menos do que necessitam) ou pela apneia. Definida como interrupção temporária da respiração, a apneia está fortemente associada ao ganho de peso. Para complicar, enquanto o problema fica sem tratamento, aumenta o acúmulo de gordura. “Dormir mal, como é o caso de quem sofre de apneia, ajuda no ganho de peso, já que o cansaço pode atrapalhar a produção da leptina, hormônio que dá o sinal de saciedade”, alerta o pneumologista e médico do sono Fábio Haggstram, diretor da clínica Pneumosono, de Porto Alegre (RS).
As pesquisas indicam ainda que a falta de sono tem impacto profundo, principalmente para os homens.
Um trabalho realizado na Penn State College of Medicine, nos Estados Unidos, por exemplo, revelou que eles apresentaram desempenho cognitivo pior do que elas após ambos terem registrado déficit de sono ao longo de uma semana. “Mas depois de os dois grupos terem passado seis horas dormindo, as mulheres saíram-se melhor nos testes”, contou Donna. Além disso, elas manifestaram uma recuperação mais consistente depois de duas noites inteiras dormindo, em média, oito horas.
Na opinião dos especialistas, tratamentos modernos de transtornos do sono devem respeitar todas essas diferenças. “E essa questão tende a ganhar cada vez mais importância”, diz o médico Haggstram.
“O futuro é uma medicina cada vez mais personalizada, inclusive para ajudar homens e mulheres a dormir melhor”, complementa.
PESADELO FEMININO
Mulheres apresentam maior número de episódios de insônia e estão mais sujeitas aos prejuízos ao sono causados por oscilações hormonais
FRAGILIDADE MASCULINA
Homens têm pior desempenho cognitivo se não repousarem todo o tempo de que necessitam. E demoram mais para se recuperar da privação do sono

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

Há cada vez mais gente que só vai para onde for a multidão, sem sequer refletir para onde, como e porquê. Não há quem tente pensar por si ou chegar …
Continua em: Antifascista, feminista, antirracista, ativista, ecologista
Meninas mimadas não sabem que quanto mais velho, mais experiente.
Meninas minadas desconhecem que deve existir respeito.
Meninas mimadas são jovenzinhas metidas, que nada sabem.
Meninas mimadas um dia terão 40 anos, e saberão que os “quarentões” não são velhos… e que podem fazer faculdade sim, apesar de uma delas ter dito o contrário.
Sobre as universitárias que debocharam de uma colega mais velha, em: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2023/03/11/video-de-universitarias-de-sp-debochando-de-colega-por-ter-40-anos-viraliza-e-gera-indignacao.ghtml
Na imagem, o desabafo da sobrinha da vítima:
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Repost de 2 anos:
Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.
Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!
E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Leio que a Mega Sena pode atingir o valor de 10 milhões de reais no próximo sorteio!
Uau…
O que você faria se ganhasse essa bolada?
De coração: como nunca esperei tal prêmio, metade eu doaria às causas assistenciais, e metade resolveria algumas pendengas…
E você?
Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja. MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.
A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.
Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.
Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?
O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?
O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.
As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!
Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.
Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.
Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor nos dias atuais.
O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.