– Repost: Ainda existe trote em Faculdade? Os 10 mais violentos:

Republicação, mas atual:

Em meados dos anos 90, cursei minha faculdade em Administração de Empresas. Uma época maravilhosa (tanto que me impulsionou a continuar estudando e depois lecionando). E quando fui “bixo”, o trote sofrido foi tenebroso!

No ano seguinte, ávido pela tradicional brincadeira, o trote aos calouros foi proibido. E eu, já na condição de veterano, entendi que era exagero da instituição.

Agora, bem maduro, tenho certeza absoluta: que bobagem são os trotes universitários! Arrancar a roupa do novo aluno, pintá-lo, fazê-lo pedir dinheiro no semáforo para pagar cerveja? Pra quê?

Sou a favor do “trote solidário”, optativo e não forçoso, com a finalidade de doação de sangue, recolhimento de alimentos, ajuda a entidades carentes.

Trote abusivo, além de ser bullying, não está com nada.

Aliás, quer saber quais foram os trotes mais violentos registrados no Brasil?

Compartilho,

Extraído de: https://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/quais-foram-os-trotes-mais-crueis-do-brasil/

OS 10 TROTES MAIS CRUÉIS DO BRASIL

Por Mariana Nadai

O primeiro trote universitário no país, em 1831, acabou em morte na Faculdadede Direito de Olinda. Desde então, a maioria das instituições proibe a prática, mas o ritual continua e, em muitos casos, com bastante violência. Abaixo, em ordem:

10. Pegando Pesado
Faculdade: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Curso: Engenharia
Ano: 1993
A festa de recepção aos calouros em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, se transformou em momentos de horror para um dos estudantes recém-ingressos na instituição. O garoto foi humilhado na frente de todos pelos veteranosdo curso. Durante o evento, ele foi agredido pelos colegas e obrigado a amarrar um peso de 7 kg nos seus órgãos genitais.Logo após a violência, ele abandonou a faculdade.

9. Trote picado
Faculdade: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Curso: Agronomia
Ano: 2006
No interior de Minas Gerais, um calouro foi despido e coberto de tinta. Não contentes, os veteranos ainda o obrigaram a deitar sobre um formigueiro. O estudante recebeu mais de 250 picadas e foi internado. A UFU expulsou dois alunos e suspendeu outros 13. Um deles tentou recorrer da decisão, explicando que o trote foi realizado fora do campus, mas não obteve sucesso.

8. Obedece ou apanha
Faculdade: Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
Curso: Diversos
Ano: 2000
Após recusarem ter seus cabelos raspados durante a recepção, dois novatos foram agredidos por veteranos da instituição, em Araraquara. Eles receberem chutes na cabeça e foram hospitalizados com vários ferimentos. Um deles recebeu alguns pontos na boca e o outro sofreu amnésia temporária. Traumatizados, os alunos deixaram de frequentar a universidade pelo resto do ano.

7. Surpresa quente
Faculdade: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb)
Curso: Diversos
Ano: 2010
Sete estudantes da universidade em Barretos, interior de São Paulo, foram recebidos com jatos de creolina – um desinfetante industrial altamente corrosivo.Todos sofreram queimaduras de primeiro grau. O caso foi investigado pela polícia, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de São Paulo um mês depois.

6. Bebida em excesso
Faculdade Universidade Federal de Rio Grande (Furg)
Curso: Engenharia da Computação
Ano: 2010
O trote é proibido na instituição desde 2004, mas os estudantes costumam dar as festas de boas-vindas fora da universidade. E, em uma das comemorações, que aconteceu a 50 m do campus, os veteranos passaram dos limites e forçaram dois calouros a ingerir uma quantidade exagerada de bebida. Os garotos entraram em coma alcoólico e foram internados.

5. Tarefas desumanas
Faculdade: Centro Universitário Anhanguera Educacional
Curso: Medicina veterinária
Ano: 2009
Em Leme, interior deSão Paulo, um calouro foi chicoteado, forçado a beber pinga e a rolar em excremento de animais, além de ser amarrado a um poste e sofrer agressões. O garoto entrou em coma alcoólico e, abandonado na rua, foi internado como indigente. Ele deixou a universidade, que abriu uma sindicância para apurar o caso.

4. Durante o sono
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1998
Um rapaz teve fogo ateado em seu corpo durante o Mata-Toma, tradicional festa de recepção de calouros, em Sorocaba. Após passar pelas repúblicas para beber, o garoto parou para descansar em um sofá. Enquanto dormia, outros estudantes resolveram abusar dele, colocando fogo em suas roupas. Ele teve 25% do corpo queimado. O caso levou à expulsão de cinco alunos envolvidos.

3. Passou dos limites
Faculdade Universidadede Mogi das Cruzes
Curso: Jornalismo
Ano: 1980
Em Mogi das Cruzes, município da grande São Paulo, um trote acabou em tragédia. Um calouro estava no trem da estação Estudantes, que liga a cidade à capital paulista, quando foi abordadopor um veterano da universidade. Ao proibir que cortassem seu cabelo, o rapaz foi espancado até entrar em coma. Ele não resistiu aos ferimentos.O agressor foi condenadoa cinco anos de prisão.

2. Banho da morte
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica deSão Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1962
Durante a festa de recepção, um dos novatos foi pego pelos veteranos do curso para uma “brincadeira” de boas-vindas. Forçado a se despir completamente, o garoto foi obrigado a entrar em um barril cheio de água misturada com cal. O estudante teve boa parte do corpo queimada e acabou morrendo. Três anos depois do incidente, em 1965, a PUC proibiu o trote na instituição.

1. Forçando a barra
Faculdade: Universidade de SãoPaulo (USP)
Curso: Medicina
Ano: 1999
O caso mais emblemático de trote violento aconteceu há 13 anos na USP. Um dia após a festa de recepção, o calouro Edison Tsung Chi Hsueh foi encontrado morto no fundo da piscina da instituição. Após ser pintado, Edison seguiu, junto com outros calouros, para a atlética da USP, onde teria sido forçado a entrar na piscina sem saber nadar. Quatro estudantes foram acusados pela morte do rapaz. Eles foram denunciados pelo Ministério Público, mas o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça por falta de provas e os estudantes foram inocentados.

FONTES: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo; Sites: antitrote.org, guiadoscuriosos.com.br, conjur.com.br, guiadoestudante.abril.com.br

Vale a pena participar do trote na faculdade?

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/vale-a-pena-participar-do-trote-na-faculdade

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html

– Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html

– Dica da Noite 1: Fuja da toxidade!

Há momentos que você, por preservação, deve evitar situações / pessoas / momentos.

Uma mensagem:

– Mantenha sua sobriedade!

Li dias atrás, e não pude deixar de replicá-la:

“O fanatismo, a droga e o poder deformam a mente”.

Walter Sasso, pensador, no UOL.

Imagem: autoria desconhecida, retirada da Web.

– Trabalhar mata?

E um dos culpados pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação.

Compartilho, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

Exaustão por excesso de trabalho é assunto sério – Geremed Saúde Ocupacional

Imagem extraída de: https://www.geremed.com.br/blog/exaustao-por-excesso-de-trabalho-e-assunto-serio/

– Pessoas de Sucesso e de Fracasso:

Como discordar desta imagem sobre “pessoas de sucesso”?

Veja:

Imagem extraída de: https://www.facebook.com/textosmotivacionaise/

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

– Saiba elogiar! Faz bem.

Perfeito. Não há o que discutir! 

Abaixo, sobre ser, ao menos, respeitoso (ou sensível):

Imagem

– Sempre tente ser melhor. Pelo menos, tente!

Para ser mais feliz, procure coisas que tragam a felicidade! Afaste-se de coisas ruins ou de pessoas tóxicas. Não desça à baixeza de quem não respeita o próximo. Ame-se (para ter condições de amar a Deus e ao próximo).

Gostei bastante dessa mensagem de inspiração, abaixo:

– As postagens das Redes Sociais lhe transformam em um agitador de maneira pejorativa?

Esse texto foi escrito há 5 anos, mas é muito atual: as coisas que você publica ou lê nas mídias transformam você (ou você transforma os outros) em radicais, fanáticos ou alienados bitolados?
Compartilho:

José Roberto de Toledo escreveu um interessante artigo no Estadão sobre como boatos se tornam verdades nas Redes Sociais e fomentar radicalmente a intolerância de quem pensa diferente. Mais: como Facebook, Twitter e outras mídias podem ser um perigo para a sociedade!

Extraído de: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,o-black-bloc-em-voce,10000006709

O BLACK BLOC EM VOCÊ

Quanto mais homogêneo o grupo, mais a falsa informação se propaga, como epidemia

Aumento de tarifa, protestos, bombas, bagunça. 2016 revive 2013. Esperar resultados diferentes de ações recorrentemente iguais e infrutíferas não define insanidade. Tampouco denota perseverança. É burrice mesmo. A falta de inteligência vem da incapacidade de a sociedade aprender com os próprios erros. Se é difícil identificar onde a espiral de equívocos começa, torna-se previsível o seu desfecho: recessão e desemprego.

A culpa é da tropa de choque, que reprime protestos com violência desmesurada? Ou culpados são os black blocs mascarados que depredam o transporte público que supostamente defendem? Mas quem começou tudo não foram os movimentos pelo passe livre nas catracas, que marcaram as manifestações? Ou seriam os prefeitos que elevaram o preço da passagem de ônibus em 30 ou 40 centavos?

Pode-se continuar regredindo nas perguntas sobre de quem é o engano original até chegarmos à política econômica que desandou em inflação e precipitou reajustes de tarifas públicas. Mas por que parar aí? Será que seus autores teriam sido eleitos sem a ajuda de quem, quando estava no poder, insistiu em uma política que, após início promissor, deu em desemprego e recessão?

E, assim, recomeçamos tudo de novo, rumo ao indefectível final.

Enquanto o círculo vicioso da economia gira, o pêndulo da política oscila de igualitários a libertários, de socialistas a liberais – até virar bate-boca no qual o único argumento é chamar o rival de petralha ou coxinha. Quando muito, cada lado pinça estatísticas que só servem aos seus interesses e – como as melhores lingeries – revelam tudo, menos o que importa.

Variações dessa metáfora são frequentemente atribuídas ao falecido ministro Roberto Campos. Mas, assim como não foi Albert Einstein quem perpetrou a falsa definição de loucura (“fazer sempre a mesma coisa esperando resultados diferentes”), tampouco Bob Fields foi o pioneiro na comparação. Seu autor foi o norte-americano Aaron Levenstein: “Statistics are like bikinis. What they reveal is suggestive, but what they conceal is vital”.

Do mesmo modo que citações equivocadas são copiadas e coladas internet afora, perpetuando mitos, o facciosismo político-partidário desbunda sempre em um frenesi acusatório no qual os acusadores dos dois lados não raramente projetam no rival seus próprios defeitos. Invariavelmente, ambos têm razão.

Nesse ponto, este texto normalmente enveredaria sobre como a política, quando deixa de ser a solução, vira o problema – e como, sem reformá-la, o País condena-se a repetir seu passado meia cura, nunca maturando todo seu potencial. Desta vez, não. Em vez de entrar no mesmo beco sem saída onde políticos profissionais legislam sempre em causa própria, talvez valha a pena olhar para a esplanada de erros de quem os elege. Ou ao menos um deles: a maneira como reforçamos nossos preconceitos.

A informação incorreta se tornou tão difundida nas mídias sociais digitais que o Fórum Econômico Mundial a considera uma das principais ameaças à sociedade humana. No mais recente artigo sobre o tema, publicado na prestigiosa revista da Academia de Ciências dos EUA, pesquisadores italianos e norte-americanos detalham como as balelas se espalham online.

Usuários do Facebook em geral tendem a escolher e compartilhar uma narrativa – a que reforça suas crenças – e ignorar todas as demais. A repetição desse hábito tende a formar agrupamentos socialmente homogêneos e polarizados que funcionam como câmaras de ressonância dos boatos. Quanto mais homogêneo o grupo, menor a resistência, e mais a falsa informação se propaga – como epidemia. Resultado: desconfiança entre diferentes e paranoia.

Cuidado com o que você compartilha. Há um black bloc em cada um, pronto a tocar fogo no circo. Ele se alimenta da segregação. Misture-se.

Black Blocs: os grupos que usam a violência para protestar | Exame

Foto, Crédito: Ben Schumin/Wikimedia/

– Borboletas ou Jardins?

Mário Quintana foi um dos grande poetas do nosso país. E uma de suas belas citações é:

“O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”

Belo e profundo. Interprete como você quiser.

Trabalhar paciente e corretamente para o sucesso/ felicidade pode ser um desses entendimentos.

Ou não?

Borboleta (Ordem Lepidoptera, grupo Rhopalocera)

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/animais/borboleta.htm

– O sucesso, por Abílio Diniz.

O sucesso depende de quem?

A dica, abaixo:

– A necessária ponderação!

FANATISMO

Seja no #futebol, na #religião ou na #política, busque a #sobriedade! Em: wp.me/p4RTuC-sU5 .

– Seja sempre caprichoso!

Eu vi essa imagem no LinkedIn e gostei: coisas simples que estão precisando de arrumação, vale a pena fazer a nossa parte!

Bobinho, mas preciso:

Imagem

– Não dirija usando o celular!

Esse vídeo é ótimo: mostra acidentes leves de pedestres que trombam por usar celular caminhando (parecendo engraçado), mas depois… mostra o que acontece com quem usa o celular dirigindo!

Vale a pena assistir e compartilhar,

em: https://youtu.be/cyGUzjMQj98

 

– Reflita se você não se fanatizou por algo!

Qualquer vício ou hobby excessivo, tende a tirar a razão, transformando a pessoa num fanático. E aí perde-se a noção do correto, agrupa-se com outros fanáticos como ele e criam mundos à parte, cheio de teorias conspiratórias e inimigos em comum. Beira-se, muitas vezes, a esquizofrenia.

É por isso que fica o alerta: se você só posta um único assunto na sua rede social, se seu mundo gira somente em torno daquilo – de louvação a alguém ou ataque a outrem – especialmente na política, no futebol e na religião, cuidado! Você se tornou um fanático e nem percebeu (mas as pessoas racionais já sacaram)!

Fica a dica! Abaixo outra:

– Trate educadamente as pessoas, para que você seja sempre “bem marcado”.

Taí uma grande verdade nessa imagem: não só no mundo corporativo, mas na vida pessoal, muitas vezes somos rotulados por algumas características marcantes. Uma delas, que muita gente não se preza a evitar, quando tem poder em excesso, é a da arrogância!

Existem chefes supra-suficientes, outros soberbos, outros ainda frios. Mas há os empáticos, os humanistas e os colaborativos. Na condição de cargo superior, você se porta como?

Independente se você é um líder ou um subordinado, há de convir: quando lembra das pessoas, você, provavelmente, se recorda de como elas se comportavam…

Portanto, rotule-se positivamente! E lembre-se dessa mensagem abaixo:

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido. Quem conhecer a autoria, favor informar para divulgar os créditos.

– A importância da Inteligência Emocional.

Administrar nossos sentimentos é uma tarefa árdua. Para tanto, precisamos desenvolver nossa Inteligência Emocional a níveis altos, para que sejamos racionais e sábios nas nossas decisões.

Algumas reflexões, extraídas de: https://www.linkedin.com/posts/dominga-zilda_motivaaexaeto-lideranaexa-inteligaeancia-activity-6919244887531933696-C51V?utm_source=linkedin_share&utm_medium=ios_app

COMO VOCÊ GERENCIA SUAS EMOÇÕES?

Por Dominga Zilda

Em tempos difíceis a inteligência emocional é um diferencial para quem quer vencer as adversidades!

Os estudos da CareerBuilder (líder mundial na área do capital humano),mostraram que 71% dos empregadores nos Estados Unidos consideram o QE (Inteligência Emocional) mais importante do que o QI.

Quem tem Inteligência Emocional sabe pensar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida e se acumulem de forma a reproduzir ou criar traumas e doenças psicossomáticas, brigas. Sabe gerenciar melhor a si e as pessoas.

E não estou dizendo que você tem que estar 100% feliz 24 horas por dia 7 dias por semana. Na verdade, isso nem é saudável, quem tenta ser assim acaba criando um mundo que não existe pois não é humano.

Tá tudo bem sim, todos temos dias ruins.

Mas pra não deixar que isso te abale todas as vezes que chegar nos momentos baixos da montanha russa, é preciso desenvolver sua inteligência emocional.

E o que muitos não sabem é que todas as pessoas possuem a habilidade de desenvolver cada uma de suas emoções, conhecendo, percebendo e administrando melhor os estímulos que chegam ao cérebro emocional.

Como fazer isso?

📌 Reconheça seus sentimentos
📌 Avalie a si mesmo
📌 Ouça com tolerância, compaixão e empatia
📌 Seja curioso e encorajador
📌 Tire vantagem do mindfulness
📌 Se conecte às pessoas
📌 saiba quais são os motivos que disparam gatilhos em você, é preciso se conhecer.

Mas lembre-se:

Você pode ler todos os livros e ver todos os filmes… mas se não aprender na prática o seu cérebro não registrará a mudança que você quer dar para aquela emoção.

créditos: liderança e motivação
#motivação
#liderança #inteligência

Imagem extraída da Web, do link acima.

– O tempo vai mudando algumas percepções…

Eu não quero crer que quando envelhecemos, perdemos a paciência. Mas a maturidade traz algumas reações.

Por exemplo: a maior responsabilidade que temos e a intolerância contra os irresponsáveis.

Um pensamento:

– Cuidado com a Empáfia.

Tenha orgulho, mas seja humilde.

Respeite o próximo, caso contrário, não saberá o que é empatia. Virará empáfia!

– Pesquisas polêmicas para manter um casamento feliz!

Se ouvisse de um amigo que existem pesquisas científicas que resultaram em 7 boas dicas para um casamento feliz, você acreditaria na eficácia delas?

Eis os aconselhamentos, abaixo, e diga: concorda ou não? Eu sinceramente, discordo de vários desta postagem…

Extraídos de: http://t.co/ODHUAmwt

7 DICAS CIENTÍFICAS PARA TER UM CASAMENTO FELIZ

por Thiago Perin

Biscoitinho da sorte: o casamento permite que você irrite uma pessoa especial pelo resto da sua vida.”

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”. 
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico. 
Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.
Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
 O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
 Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://wallpaperaccess.com/beach-love-couples

– O WhatsApp te traumatiza?

E o pior é que essa mensagem se tornou uma verdade nos dias atuais… Leia abaixo e se pergunte: há momentos que você fica bronqueado com o WhatsApp?

Veja só: 

– 14 comportamentos comuns dos cachorros e seus significados.

Você sabia que a forma como o seu cachorro se comporta revela muito sobre ele? Leia e descubra neste artigo. O comportamento dos cachorros nem sempre…

Continua no link em: 14 comportamentos comuns dos cachorros e seus significados

– Bravo por ler ou por não ler?

Essa imagem, de autoria desconhecida, é perfeita e se auto-explica. Veja abaixo:

Imagem

– As Vias Especiais para Pedestres que usam Celular!

Sinal dos tempos: o que acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela,

extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet

– Quando a explicação é inexplicável.

Todo mundo tem altos e baixos. Não é bipolaridade, é momento.
Por que variamos a nossa quantidade de esperança em alguns dias, e em outros perdemos ela totalmente?
Claro que é explicável. Mas muitas vezes, a emoção supera a razão. E fica inexplicável.
Divagando…

– Como se relacionar com gente de personalidade difícil!

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

Cómo Tratar Con Gente Difícil - Parte 1 | Habilidades Sociales

Imagem extraída de: https://www.sebascelis.com/como-tratar-con-gente-dificil-parte-1/

– Perspectiva e Sabedoria.

Tudo depende de como você vê uma situação!

Esta imagem da Perspectiva do “Matar ou Salvar, extraída de http://rachanadhaka.com/2020/11/19/perspective, é muito boa:

– Liderança e Caráter, pelo exemplo de… Judas!

Essa imagem diz muito: sobre caráter, relacionamentos e influência.

A propósito da conduta de Judas Iscariotes e a reflexão:

Imagem extraída da Web, autoria anônima.

– Aceitação.

Você já se deparou com momentos em que quer evitar situações inevitáveis, e insiste em não encará-las?

Há instantes de dificuldades nos quais, em situações profissionais ou pessoais, não aceitamos. E isso é ruim, pois postergamos problemas com tal comportamento.

Essa mensagem, na figura, diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Ajude sem lembrar. Agradeça sem esquecer.

Ajudar o próximo deve ser sempre algo sem propósito de recompensa. De coração, não compensativo.

Ao contrário, quando for ajudado, sempre demonstre e pratique gratidão!

Uma ótima mensagem:

– Mostre confiança até se tornar confiante!

Eu não sei quem disse, mas existe um dito que é:

“Mostre confiança até se tornar confiante”.

Ele vem de encontro com as pessoas inseguras e que demonstram segurança. E quantas há por aí…

Vez ou outra, talvez todos nós já passamos por essa situação de “falsa confiança”. É importante tratar disso…

Li esse testemunho de um site português, que vai de encontro a isso. Compartilho: https://pt.quora.com/O-que-faz-voc%C3%AA-se-sentir-confiante-sobre-si-mesmo

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.