– 14 comportamentos comuns dos cachorros e seus significados.

Você sabia que a forma como o seu cachorro se comporta revela muito sobre ele? Leia e descubra neste artigo. O comportamento dos cachorros nem sempre…

Continua no link em: 14 comportamentos comuns dos cachorros e seus significados

– Bravo por ler ou por não ler?

Essa imagem, de autoria desconhecida, é perfeita e se auto-explica. Veja abaixo:

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– As Vias Especiais para Pedestres que usam Celular!

Sinal dos tempos: o que acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela,

extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

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Imagem extraída da Internet

– Quando a explicação é inexplicável.

Todo mundo tem altos e baixos. Não é bipolaridade, é momento.
Por que variamos a nossa quantidade de esperança em alguns dias, e em outros perdemos ela totalmente?
Claro que é explicável. Mas muitas vezes, a emoção supera a razão. E fica inexplicável.
Divagando…

– Como se relacionar com gente de personalidade difícil!

Um artigo bacana publicado no Caderno “Inteligência”, na Época Negócios: como se relacionar com gente de personalidade forte, instável ou antissocial. Dicas que extrapolam a Administração de Empresas e vão ao cotidiano da sociedade.

Abaixo, extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Inteligencia/noticia/2012/06/gente-e-problema.html

GENTE É PROBLEMA

E você tem que saber lidar com os tipos.

O primeiro é o colega “Mel Gibson”, o tipo hostil, que leva tudo para o lado pessoal quando é contrariado; o segundo é o colega “Marilyn Monroe”, suscetível à rejeição, preocupado com a desaprovação alheia, real ou imaginária; o terceiro é o “Woody Allen”, neurótico, que faz uma tempestade diante de qualquer conflito; por fim, há o colega “Paris Hilton”, o egoísta que só enxerga o próprio umbigo. Sim, são estereótipos. Mas cada vez mais encontrados no mundo do trabalho, segundo a revista Psychology Today.

Lidar com eles é uma habilidade necessária. Para fazer isso, mantenha as interações curtas e objetivas. A comunicação deve ser lógica, pois é infrutífero – e perigoso – tentar fazer uma comunicação emocional com o interlocutor emblemático. Outra dica: mantenha o foco na conversa nele, não em você. É a forma mais segura para que, mais tarde, suas palavras não acabem distorcidas. Não tente convencê-los de seu ponto de vista. Também pare de sonhar que algum dia essas pessoas poderão ser tratadas normalmente. Aceite-as como são!

Com um colega difícil, é salutar evitar assuntos espinhosos. Quando isso for necessário, faça-o a portas fechadas (…).

Cómo Tratar Con Gente Difícil - Parte 1 | Habilidades Sociales

Imagem extraída de: https://www.sebascelis.com/como-tratar-con-gente-dificil-parte-1/

– Perspectiva e Sabedoria.

Tudo depende de como você vê uma situação!

Esta imagem da Perspectiva do “Matar ou Salvar, extraída de http://rachanadhaka.com/2020/11/19/perspective, é muito boa:

– Liderança e Caráter, pelo exemplo de… Judas!

Essa imagem diz muito: sobre caráter, relacionamentos e influência.

A propósito da conduta de Judas Iscariotes e a reflexão:

Imagem extraída da Web, autoria anônima.

– Aceitação.

Você já se deparou com momentos em que quer evitar situações inevitáveis, e insiste em não encará-las?

Há instantes de dificuldades nos quais, em situações profissionais ou pessoais, não aceitamos. E isso é ruim, pois postergamos problemas com tal comportamento.

Essa mensagem, na figura, diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Ajude sem lembrar. Agradeça sem esquecer.

Ajudar o próximo deve ser sempre algo sem propósito de recompensa. De coração, não compensativo.

Ao contrário, quando for ajudado, sempre demonstre e pratique gratidão!

Uma ótima mensagem:

– Mostre confiança até se tornar confiante!

Eu não sei quem disse, mas existe um dito que é:

“Mostre confiança até se tornar confiante”.

Ele vem de encontro com as pessoas inseguras e que demonstram segurança. E quantas há por aí…

Vez ou outra, talvez todos nós já passamos por essa situação de “falsa confiança”. É importante tratar disso…

Li esse testemunho de um site português, que vai de encontro a isso. Compartilho: https://pt.quora.com/O-que-faz-voc%C3%AA-se-sentir-confiante-sobre-si-mesmo

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– O que você faria com o Prêmio da Mega-Sena da Virada?

Fico pensando..tanta gente querendo ganhar o prêmio da “Mega-Sena da Virada”, que deverá ser de centenas de milhões, e, de repente, se um sortudo sozinho conseguir, o que fará?

Já pensou seriamente se você ganhasse essa bolada? Como seria a sua noite seguinte a descoberta? A expectativa de ir para a Caixa Econômica Federal seria uma tortura? O que mudaria na sua vida e em que prazos?

É por isso que não ganho na loteria. Não devo estar preparado… Apesar de que não jogo também… rsrsrs

E você, o que faria com a dinheirama da Mega-Sena? Deixe seu comentário:

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– Nunca é tarde!

– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.

NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.

Acredite: ESTÁ TUDO BEM !

A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Para 2024, deseje algumas pessoas ao seu lado:

Não tenha dúvidas quanto a esta verdade: no próximo ano, busque se aproximar do convívio das seguintes pessoas abaixo:

– Você mantém o foco?

Muitas pessoas têm dificuldades em concentração para as tarefas, trazendo problemas sérios ao ambiente profissional.

Abaixo, dicas para focar melhor:

– A Bipolaridade do Mundo Organizacional.

Compartilho um artigo extremamente oportuno de um fenômeno atual: a “Mudança de ‘Humor Organizacional’ das Empresas”, retratado pelo Prof José Renato Sátiro Santiago.

Abaixo, extraído de:

http://jrsantiago.com.br/blog/texto/A_Bipolaridade_no_Mundo_Corporativo_e_seu_uso_indevido

A BIPOLARIDADE NO MUNDO CORPORATIVO E SEU USO INDEVIDO

Distúrbio caracterizado pela repentina mudança de humor de seu paciente, a bipolaridade tem invadido o dia a dia de todos nós.

Diferentemente do que acontecia em um passado remoto, hoje em dia não é tão raro conhecermos alguém que sofra deste mal.

A questão aqui, no entanto, não diz respeito ao efetivo crescimento, mas sim ao seu diagnóstico.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, há cerca de 340 milhões de pessoas que sofrem de transtornos desta natureza (1 a cada 20).

Sim, sofrer é o termo certo, pois se trata de uma doença com a qual se deve ter um enorme cuidado.

Conforme alguns estudos, o índice de suicídio entre as pessoas bipolares é cerca de 30 vezes maior se comparado com aquelas que não possuem tal distúrbio.

Assustador.

Ainda assim, há um mal maior sofrido por uma pessoa bipolar, o preconceito.

Muitos, talvez por pura ignorância no assunto, costumam associar as características deste mal como sendo “pura frescura” ou “falta de uma boa surra quando criança”.

Como se fosse possível controlar seus efeitos.

No mundo corporativo, por exemplo, não é incomum confundirem a bipolaridade com questões bem diferentes sem qualquer relação de causa e feito.

Isto é péssimo e é o pior que pode ser feito.

Quantos de nós, ao longo de nossa vida profissional, já testemunhamos colegas que mudam radicalmente de postura e comportamento de um momento para o outro.

Tal tipo de situação costuma ser marcada por frases de tal estirpe “…ele (ou ela) só pode ser bipolar…”.

A verdade absoluta é que isto está longe de ser bipolaridade.

O que seria apenas uma estratégia de sobrevivência, mesmo que vil, passa a ser entendido como algo que é feito sem que haja a devida previsibilidade.

A pessoa bipolar age de acordo com o seu humor, e este, o humor, muda de forma muito rápida e extremada.

Trata-se de algo que pode ser controlado com tratamento, inclusive com medicação apropriada.

A mudança de posicionamento repentino, conforme conveniência, não possui qualquer relação com este tipo de transtorno.

O assunto sobre o qual se refere é outro.

Além disso, e justamente por se tratar de uma doença, é uma irresponsabilidade o uso indevido de um assunto tão sério para qualificar alguém.

Uma atitude preconceituosa, pois tende a associar uma doença como sendo uma característica pessoal.

“Ah mais eu não sabia disso”.

Ainda assim, o desconhecimento sobre as características desta, ou de qualquer outra, doença não serve de atenuante ao seu uso indevido.

Aliás, isto deveria servir para tudo, não é mesmo?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Não fique competindo com ninguém. Pra quê?

A vida não pode ser uma eterna competição, ela deve ser colaboração, confraternização e união.

espaço para todos serem felizes, não carece um querer ser maior do que outro, mais vitimizado ou menos favorecido. Todos têm suas angústias, percalços, insucessos e fracassos. E todos também têm suas virtudes, dons, alegrias e particularidades.

O congraçamento entre as pessoas é o necessário, seja de qual área estivermos falando.

Gostei dessa mensagem:

– Quando a Mamãe Censura o Papai.

Olha que curioso: a revista Pais e Filhos (Out/2009, pg54) trouxe uma matéria interessante sobre Mães que enciumadas censuram os Pais. Como lidar com essa complicada relação:

DESCONTROLADAS

Muitas mulheres, depois de se tornarem mães, querem que tudo seja feito do jeito delas. Quem sofre com isso são os homens… tanto como pais quanto maridos.

por Kyle Pruett e Marsha Kline Pruett, da Parents

Sabe aquelas situações em que uma pessoa age como se só ela soubesse fazer as coisas direito? Chato, não é? Imagine quando isso rola entre um casal e envolve os cuidados com os filhos. É uma situação bastante comum e envolve a chamada “mãe controladora”. Ou seja, quase todas, é ou não é?

Mesmo sem perceber, essa mãe passa a mensagem de que ela é a única que realmente sabe o que é melhor para seus filhos. Sua atitude pode afetar a forma como ela fala com o marido na frente das crianças e quantos detalhes ela compartilha com ele sobre a saúde, a escola e a vida social dos filhos. Ela sugere, frequentemente, como ele pode passar tempo “de qualidade” com as crianças e, sutilmente, critica a forma como ele faz as coisas.

Uma pesquisa recente feita com leitores da revista Parents descobriu que 41% das mães dão a seus maridos uma lista específica do que fazer, quando eles estão cuidando das crianças. Ok, essa mania de listas é mais americana que brasileira, mas você está sacando a situação. É quase como se elas dissessem: “Como você não sabe fazer do jeito certo, vou dar uma mãozinha para que as coisas fiquem bem”. Ou melhor, fiquem como elas acham que deve ser.

Nem sempre é um problema ser controladora. Às vezes, com pais divorciados, a atitude da mãe pode ajudar a manter o ex-marido envolvido na criação dos filhos. Mas, se você é casada, e quer continuar assim, exagerar na dose pode prejudicar não só o casamento, mas o relacionamento de seu marido com seus filhos.

Quando você mostra para seu marido que confia nele, pode apostar que ele vai participar mais. Em um estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, pedia-se a novos pais que fizessem uma tarefa relacionada ao cuidado de seus bebês. Quando as mulheres estavam junto, o pai olhava para ela como se perguntasse: “Posso fazer assim? Está certo?” Já quando as mães não estavam presentes, os pais realizavam as tarefas com mais eficiência e segurança. Permitir que seu marido assuma mais responsabilidades no que toca às crianças traz benefícios para seus filhos também: crianças cujos pais são mais envolvidos são menos propensas a ter dificuldades acadêmicas, comportamentais e sociais.
Não existe apenas uma maneira de cuidar dos filhos, e o fato de vocês terem pontos de vista diferentes é, na realidade, uma grande força para o casal. Talvez seu marido seja tímido em festas de crianças, mas ótimo em contar histórias para dormir. É uma vantagem haver dois para cuidar do filho. E nem todo mundo precisa saber fazer tudo, cada um tem suas qualidades.

Na verdade, os pequenos notam essas diferenças e, muitas vezes, escolhem um dos pais para uma determinada atividade. Por exemplo: seu filho pode gostar do papai para dar banho, porque ele deixa espirrar mais água, mas prefere ir às compras com a mãe porque ela sabe do que ele gosta. Repare se você não está supervisionando demais seu marido e pense em formas de lhe dar mais espaço. Será bom não só para o relacionamento de vocês como para toda a família.

Conversar sobre o problema e envolver o marido em atividades da rotina com o recém-nascido são soluções - Thinkstock

Imagem extraída de: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2012/06/02/homens-podem-ter-ciume-da-relacao-da-mulher-com-filho-recem-nascido-reconheca-indicios.htm

– Detox de Internet?

Cada vez mais estamos dependendo da tecnologia no nosso dia-a-dia. Muitas vezes, somos reféns dela. Mas aí vem outra questão: e quando estamos viciados pelos celulares, computadores e outros eletrônicos?

Olha que assunto interessante: Clínicas para Desintoxicação Digital! (Extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO PARA UMA ‘DESINTOXICAÇÃO DIGITAL’?

DA BBC BRASIL

Na era de “ansiedade digital” em que vivemos, mais e mais pessoas optam por uma medida radical –divulgada por um movimento que começou há cinco anos nos Estados Unidos– para lidar com a dependência da internet e das redes sociais: “desconectar” de tudo.

O princípio é semelhante ao do tratamento de pessoas com adicções a substâncias químicas, a ideia de “limpar” o corpo.

E se você não lembra da última vez que foi dormir sem usar o celular pouco antes de fechar os olhos, e se faz muito tempo que não deixa de conferir as redes sociais ou sai de casa sem o telefone, pode estar precisando de uma “desintoxicação digital”.

“Desconecte para reconectar” é o lema da Digital Detox, uma das organizações que iniciaram o movimento em San Francisco (EUA), em 2012, apenas um ano antes do dicionário Oxford incluir pela primeira vez o termo “desintoxicação digital” em suas páginas.

Seu fundador, Levi Felix, trabalhava 70 horas sem descanso por semana em uma start-up, até ser hospitalizado por exaustão em 2008.

Pouco tempo depois, ele trocou seu computador por uma mochila. Foi com sua namorada viajar pelo mundo e se mudou para uma ilha remota no Sudeste Asiático.

A experiência abriu seus olhos e o inspirou a criar a sua própria empresa –dois anos e meio e 15 países depois– com a ideia de organizar retiros de ioga e meditação para ajudar as pessoas a se desconectar da tecnologia.

Desde então, o número de iniciativas para o mesmo fim não parou de crescer. Veja abaixo algumas delas e o tempo de “desintoxicação” que sugerem:

DESCANSO DIGITAL DE PELO MENOS 3 DIAS

“Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado”, conta à BBC Mundo Martin Talk, fundador da Digital Detoxing, uma empresa com sede no Reino Unido que “ajuda pessoas a encontrar um equilíbrio saudável entre as tecnologias digitais e o mundo não digital.”

Martin organiza “retiros digitais” para que seus clientes possam deixar o mundo tecnológico de lado por um tempo e curar seu vício digital ,”geralmente por um período mínimo de três dias.”

“As pessoas precisam de tempo para se adaptar”, diz ele. “A reação inicial é o horror de ter o telefone longe ou efeitos como a ‘vibração fantasma’ no bolso, o que os faz pensar que o dispositivo está tocando, mesmo quando ele não está lá.”

No entanto, e apesar do sofrimento inicial, Martin diz que as pessoas começam a se sentir “muito mais relaxadas” à medida que o processo avança.

“Muitos descrevem a sensação como uma respiração profunda de ar fresco. As pessoas se sentem mais envolvidas com o mundo ao seu redor”, diz o especialista.

RETIRO DE SILÊNCIO: 10 DIAS

Carla, uma jovem espanhola que mora na Holanda, teve uma experiência semelhante há apenas um mês em Mianmar. Durante 10 dias, desligou completamente seu telefone e as redes sociais e participou de um retiro de silêncio em um monastério budista. Longe da tecnologia, com o único propósito de meditar e se “reconectar” com ela mesma.

“Nos primeiros cinco dias, eu estava querendo fazendo as malas para ir embora. Foi difícil. Mas eu não desisti e decidi viver a experiência até o fim”, disse ela à BBC Mundo.

Geralmente, esse tipo de retiro não pode durar menos tempo. A experiência implica em levantar-se todos os dias às 4h00 e meditar por duas horas, tomar café da manhã, fazer meditação em grupo, comer, e meditar até o fim do dia (e ir para a cama sem jantar).

Mas como é voltar ao “mundo digital”, depois de uma experiência como essa?

“Eu me senti diferente, como se estivesse faltando alguma coisa, como se não estivesse conectada com o mundo”, diz Carla.

“Usar o celular de novo foi o mais estranho. Não tinha certeza se queria ligar de novo. Mas acho que mais pessoas deveriam ter a mesma experiência para aprender a controlar o hábito.”

Carla fala do retiro como uma provação –que ela não se arrepende de ter enfrentado.

TERAPIA DE DESCONEXÃO: AO MENOS 6 MESES

Marc Masip, psicólogo e diretor do Instituto de Psicologia Desconecta, em Barcelona, ​​disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que “é muito difícil largar [o telefone e redes sociais], mas é muito fácil voltar a se envolver”.

Masip diz que a “intoxicação digital” é tratada como qualquer outro vício, embora, neste caso, sem substâncias relacionadas a ele, mas comportamentos.

Ele enfatiza que cada caso é diferente, mas é necessário ao menos seis meses de terapia cognitiva-comportamental para mudar de hábitos e o tratamento ser eficaz.

“Na verdade, não se trata de quanto tempo de terapia é necessário. Trata-se de averiguar por que houve tal vício e que conflitos ele causou”.

Seu programa inclui acampamentos de desintoxicação, com esportes, meditação e sessões psicológicas.

“No início, os pacientes nos dizem que têm ansiedade, mas, em seguida, se sentem mais relaxados. Eles melhoram todos os aspectos de sua vida, do trabalho às relações sociais”, explica Masop.

“A conscientização social é necessária para percebermos que temos um problema e fazer um plano individualizado para cada pessoa. Há um perfil de um viciado e um roteiro, mas cada caso é diferente.”

A parte mais difícil, diz Masop, é perceber que existe uma dependência.

ADOTAR A IDEIA: 1 DIA

Frances Booth, especialista em desintoxicação digital e autora de “The Distraction Trap: How to Focus in a Digital World” (A Armadilha da Distração: Como se Concentrar em um Mundo Digital, na tradução livre) diz que precisamos nos desconectar do mundo digital por razões de “saúde e produtividade.”

“Muitas pessoas estão estressadas e sobrecarregadas pelo excesso de informação e sofrem pela demanda de estar constantemente conectada. Precisamos alcançar um melhor equilíbrio”, disse a jornalista à BBC Mundo.

Booth aponta que fazer uma desintoxicação digital “pode ​​ajudá-lo a recuperar o equilíbrio e, quando você retornar ao trabalho, você estará mais produtivo.”

Mas por quanto tempo é necessário?

“É incrível a diferença que pode fazer apenas um dia sem estar constantemente conectado”, diz a autora.

“Você começa a ter a noção de ter tempo para outras coisas e pensar sem interrupções constantes.”

E para descobrir se você precisa da desintoxicação, recomenda fazer a pergunta: “Você é capaz de ir até a loja da esquina sem levar seu smartphone?”

Tanya Goodin, fundadora da empresa especializada em desintoxicação digital Time To Log Off (Hora de desconectar), em Londres, diz que “inclusive uma hora ou duas são suficientes para se ‘reiniciar’ e acalmar a mente da constante estimulação digital.”

“Mas para melhores benefícios (especialmente um melhor descanso) recomendamos 24 horas”, diz à BBC Mundo.

Em seus retiros especializados, Goodin garante que os hóspedes ficam longe de “todos os dispositivos digitais” e os armazenam em um lugar reservado, a sete chaves.

Mas não há necessidade de ir a um retiro para fazer uma desconexão digital.

“Se você quiser fazer isso em casa, basta colocar todos os seus equipamentos em uma gaveta ou em um armário fechado. Não tente desconectar do mundo digital com seu celular e laptop por perto”, recomenda Goodin.

E, para ser eficaz, precisa “desligar completamente o seu telefone, tablet, computador ou qualquer outro aparelho digital. Isso significa não se conectar a redes sociais e se isolar completamente [de forma temporária] do mundo digital.”

E para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade ou não de se desconectar ou mesmo “desintoxicar”, Goodin oferece o seguinte conselho: “Se você perceber que você tem falta de sono e que você tem dificuldade para se concentrar ou que seu humor se deteriora sempre que você usa redes sociais, uma desintoxicação digital será, sem dúvida, de grande ajuda.”

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Imagem extraída de: https://yadokari.net/minimal-life/42758/

– Tens confiança em suas decisões difíceis?

Por mais experiências que possamos ter vivido, há momentos que temos dificuldades em tomar decisões. Pior: o medo de que elas não sejam as corretas!

Se a decisão for baseada na orientação de outra pessoa, a segurança (dependendo de quem for o aconselhamento) pode ser maior ou menor. Não é?

Dito isso, compartilho esse interessante texto sobre tomadas de decisões,

em: https://jrsantiagojr.medium.com/as-dif%C3%ADceis-escolhas-e-decisões-que-precisamos-tomar-97c2490d0c6d

AS DIFÍCEIS ESCOLHAS E DECISÕES QUE PRECISAMOS TOMAR

Por José Renato Sátiro Santiago

Quantas escolhas nós já tivemos que fazer ao longo de nossas vidas, não é?

Tanto no campo pessoal, como no profissional, vivemos tomando decisões, algumas mais, outras menos importantes.

Sendo assim, é possível afirmar que somos experientes nisso, certo?

Talvez rs rs.

A repetição com que executamos alguma atividade, tende a nos tornar experientes nela. No entanto, essa correlação não é tão imediata quando o assunto é fazer certas escolhas.

Muito embora a dinâmica para a tomada de decisões ou de escolher alguma alternativa siga certa sequência de ações, isso nem sempre torna a nossa tarefa mais fácil.

Não é incomum que tenhamos muitas dificuldades para resolver o melhor caminho a trilhar, e o que é pior: não há qualquer garantia que ele realmente virá a ser o melhor.

De qualquer forma, é importante, e muitas vezes essencial, que adotemos algumas premissas e que realmente tomemos como referência o histórico das escolhas e decisões feitas anteriormente.

As experiências que vivemos em nossa vida fundamentarão as nossas decisões, sejam em nossos relacionamentos pessoais e principalmente em nossas interações profissionais.

Por mais que não haja qualquer garantia, essa experiência obtida pode potencializar que tenhamos sucesso em nossas decisões.

Precisamos acreditar nisso por mais que, muitas vezes, possamos estar indo por um caminho não desejado e que nos “sufoque” por algum momento.

Isso realmente pode ser doloroso e incompreendido, mas só nós sabemos o que passamos e esse passado deve realmente ser levado em conta, embora cada situação tenha sempre suas particularidades específicas, que a torna única.

Seremos sempre escravos de nossas decisões e escolhas e, por tal motivo, obviamente, responsáveis pelas consequências das mesmas.

Quer uma forma melhor de aprendizado?

Parecer ser inquestionável que quando baseamos nossas ações a partir de um entendimento próprio, nos livramos daquele sentimento, que eventualmente vem, quando fazemos algo a partir de uma decisão de outrem, sem que haja a nossa concordância.

Que possamos ter essa possibilidade, e principalmente que usemos isso como forma de crescermos a cada dia.

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Foto extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/as-dif%C3%ADceis-escolhas-e-decisões-que-precisamos-tomar-97c2490d0c6d

– Reféns das Máquinas e da Tecnologia em Geral?

Compartilho interessante material sobre a tecnologia e o seu uso no dia-a-dia. E veja que curioso: o texto não é antigo e o assunto é atual, datado de 2012, mas como o propósito é falar das facilidades e transformações do mundo digital, parece que já é de muito mais tempo! O tema nos convida à seguinte reflexão: Somos escravos do computador?=

É claro que falamos da tecnologia moderna. Todos nós nos tornamos dependentes dela, e muitas vezes queremos fugir totalmente dessa servidão ocasionada pelas máquinas. Mas isso é possível? Quanto tempo conseguimos ficar longe dos equipamentos com tecnologia de ponta?

O grau de dependência varia para cada indivíduo. E o seu, qual é?

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI79096-15224,00-ESTAMOS+FICANDO+ESCRAVOS+DAS+MAQUINAS.html

ESTAMOS FICANDO ESCRAVOS DAS MÁQUINAS?

Os aparelhos modernos facilitam tanto nossa vida que rapidamente se tornam indispensáveis. Como o avanço tecnológico está alterando nosso comportamento e nosso modo de raciocinar

A mente humana possui uma capacidade prodigiosa de memorização. Dizia-se que Matteo Ricci, um jesuíta italiano que viveu na China no século XVI, sabia de cor o texto de 150 livros. Dois milênios antes, os bardos gregos se valiam da memória para transmitir de pai a filho os 15.693 versos da Ilíada, poema posto no pergaminho 400 anos após a morte de seu lendário autor, Homero. A educação dos cidadãos incluía o exercício de decorar os textos homéricos. Hoje, isso parece uma capacidade tão prodigiosa quanto inútil. Afinal, os livros estão aí, nas bibliotecas (ou na internet). Basta consultá-los. No mundo atual, prezamos mais o raciocínio que a decoreba – um termo pejorativo que não à toa é aplicado ao processo de memorização.

Transformações similares a essa estão acontecendo agora, no século XXI: a tecnologia, mais uma vez, está mudando nossa forma de pensar. Um exemplo é o GPS, o sistema de localização por satélite. Tóquio, a maior cidade do mundo, tem dezenas de milhares de ruas e avenidas, a maioria delas sem nome. As casas e os edifícios têm numeração, mas ela é aleatória, ou melhor, histórica: a casa mais antiga da rua em geral é a número 1, não importa em que altura esteja. A habilidade de localizar-se na cidade assombra os estrangeiros – e concede status especial a carteiros e taxistas.

Os candidatos a taxista, assim como em Londres, devem passar por um teste dificílimo para provar que sabem de cor o mapa da cidade. Isso exige anos de treinamento e memorização. Há alguns anos, depois do advento do GPS, a prova passou a aferir também se o candidato sabe usar o aparelho. O GPS tornou-se um equipamento-padrão nas frotas de táxi. Mas os motoristas mais velhos pouco o usam. Eles mantêm a malha viária viva na memória.

Os taxistas mais jovens recorrem bem mais ao aparelho. Ainda decoram o mapa da cidade, mas provavelmente começam a esquecê-lo assim que são aprovados no exame. O GPS representa um óbvio avanço para o cotidiano dos japoneses. O curioso é como um sistema inexistente há poucos anos caminha rapidamente para se tornar imprescindível.

Algo parecido aconteceu nos últimos meses em São Paulo. Acostumados às facilidades da internet para pesquisar serviços, trabalhar, conversar com amigos ou informar-se, centenas de milhares de clientes do serviço Speedy de banda larga da Telefônica sentiram-se frustrados com as constantes quedas do sistema. O mesmo tipo de sentimento nos assalta quando um vírus invade o computador, o celular perde a conexão ou o carro quebra.

Os mais afetados pela súbita privação da tecnologia são, em geral, os mais jovens. Eles nasceram imersos num mundo digital – e são mais dependentes dele. Segundo uma pesquisa feita em 2009, em Hong Kong, com 1.800 jovens de 18 a 25 anos, um em cada sete diz não ver sentido na vida sem a internet.

“Angústia, ansiedade e perda de concentração são sintomas da síndrome de abstinência em qualquer dependência. Não é diferente com a tecnologia”, diz a pesquisadora russa Nada Kakabadse, da Faculdade de Administração de Northampton, na Inglaterra, especializada em dependência tecnológica. “A tecnologia deveria ser uma ferramenta. Virou uma sobrecarga,” diz Kakabadse. “É a dependência da tecnologia portátil, que se leva consigo ao cinema, ao teatro, a um jantar e praticamente para a cama.

Há jovens que passam 16 horas por dia no videogame. Eles não se exercitam, comem mal, estão ficando doentes”, afirma. “A cultura do trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana, também está ligada às novas possibilidades tecnológicas.” Kakabadse acredita que nossa entrega à tecnologia terá consequências. “A capacidade de julgamento é afetada. A tomada de decisões fica comprometida”, diz. “Em 20 anos, haverá leis restringindo o uso abusivo de eletrônicos, como ocorre com o tabaco e as drogas.”

Essa previsão parece exagerada. Mas já há, hoje, gente preocupada com nossa dependência tecnológica. Como sabe qualquer pessoa que tenha celular com agenda eletrônica, a espécie humana está perdendo a capacidade de decorar telefones – até o da própria casa. “Talvez o único meio de evitar os efeitos nocivos da dependência tecnológica seja conservar habilidades que não dependam do computador”, diz o historiador da tecnologia Edward Tenner, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Ele prega o uso do telefone, de vez em quando, no lugar do e-mail, ou fazer cálculos com lápis e papel, em vez de usar a calculadora.

Há gente mais radical. Em Vauban, um subúrbio de Freiburg, na Alemanha, a maioria dos 5.500 moradores largou o automóvel. O subúrbio não tem vagas para estacionar. Os 30% de moradores que têm carros são obrigados a deixá-los numa garagem perto da estação de trem. Cada vaga custa US$ 40 mil. Para fazer viagens, os moradores alugam carros comunitários. O abandono do mundo sobre quatro rodas nem sempre é fácil. “Algumas pessoas se mudam para cá e desistem rápido – sentem falta do carro”, diz Heidrun Walter, uma moradora. Vauban é a experiência mais avançada de um bairro “car free” na Europa. Trata-se de uma medida contra as emissões de poluentes que provocam o efeito estufa.

O mesmo motivo – tentar salvar o planeta do aquecimento global – inspirou um sacrifício ainda maior: desligar a geladeira. Foi o que fez a canadense Rachel Muston, representante de uma parcela ínfima, porém crescente, da população dos países ricos. “Estamos bem sem a geladeira,” disse Rachel ao jornal The New York Times. “Quando estava ligada, comprávamos muita comida pronta.” Hoje, Rachel vai mais ao mercado, compra quantidades menores e cozinha mais. Em outras palavras, gasta mais gasolina e descarta mais embalagens, o que torna discutível sua contribuição para conter o aquecimento global. Mas isso é outra história. O que chama a atenção, em pessoas como Rachel ou em subúrbios como Vauban, é a resistência à tecnologia, a tentativa de voltar a um estágio em que éramos mais “puros”, talvez mais humanos. O mais célebre desses movimentos foi dos luditas, no início do século XIX. Inconformados com o desemprego trazido pelas máquinas da Revolução Industrial, eles pregavam (muitas vezes com uso da violência) a volta ao sistema artesanal.

“Acho que as pessoas antitecnologia subestimam a capacidade do cérebro de se adaptar a novos desafios”, diz o neurocientista suíço Fred Mast, da Universidade de Lausanne. “Estudos mostram que o uso intensivo da tecnologia pode levar à melhora das habilidades cognitivas, pelo processamento de mais informações ao mesmo tempo.” Talvez percamos algumas habilidades, mas ganharemos outras. E, provavelmente, nossa vida ficará mais fácil. A não ser quando houver uma pane na internet.

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Imagem extraída de: https://www.madeiramadeira.com.br/mesa-gamer-escrivaninha-cyber-espresso-moveis-564576.html

– Escravos do nosso próprio pensamento?

Que imagem emblemática! E não é verdade?

Veja só:

Foto: extraída da Internet, autor desconhecido.

– Fofoca Reversa?

Li a imagem abaixo e fiquei pensando: quem bolou essa ideia de “Fofoca Reversa”, foi espirituoso!

Toda e qualquer fofoca / mentira deve ser abolida dos nossos comportamentos. O que vale é: ser honesto e ético. SEMPRE!

Imagem

Imagem: extraída da Internet, autoria desconhecida (quem a tiver, publico aqui).

– Qual a pior das paixões fanatizadoras: política ou futebol?

Eu me assusto quando muitas vezes vejo amigos saindo da razão por causa do futebol e / ou da política.

Não consigo entender: é só uma bola! Por que brigar?

E no outro caso: são políticos, que fora da campanha agem diferentes!

Incompreensível…

– Depende do seu ponto de vista…

Como você enxerga o mundo?

Qual o seu ponto de vista?

Que tipo de avaliação você faz das coisas?

Essa imagem, abaixo, é bacana, simpática e realista:

Imagem extraída de: https://ataqueaberto.blogspot.com/2018/07/copo-da-filosofia.html

– Por que só no Natal?

Extraído da web, com autoria desconhecida… mas perfeito!

Só faltou dizer: não é só para o Natal, mas para todo ano.

– Sabemos dizer não?

Quantas vezes nós nos submetemos a fazer coisas que não queríamos, pelo medo da recusa?

Eu sei: saber “dizer não”, não é fácil. Fica um lembrete sobre isso:

– Sabemos filtrar o que é necessário e correto nas coisas que ouvimos (em quantidade e qualidade)? Cuidado com a SPA.

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– Faz sentido…

Li essa mensagem e talvez todos nós, viventes, não tenhamos como discordar, face o momento que a sociedade passa:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– As suas tarefas ficam para depois? Cuidado…

Na linguagem popular, a expressão embromation significa “postergar, procrastinar, deixar para depois”…

E não é mais ou menos assim que funciona? Veja a imagem abaixo:

 

– Contagie-se de coisas boas!

Com quem você deve se relacionar?

Com pessoas que tragam coisas boas para você!

Abaixo: 

– O que fazer durante um conflito?

Cinco dicas que devemos nos lembrar quando conflitamos com alguém:

(Serve para a vida pessoal e profissional).

Abaixo:

– A mocinha do “Mas”.

Na padaria do meu bairro tem uma moça extremamente sorridente e simpática. Ela sempre me atende muito bem, e costuma perguntar: “Mas alguma coisa”?

Na simplicidade dela, ela confunde o mais com o mas. E hoje: ela me disse: “Mais hoje, acho que vai chover”!

Às vezes, na minha ignorância, me pergunto: devo ensiná-la sobre o correto? Ou: melhor não, pois ela pode se sentir chateada?

Não tenho intimidade com a moça, mas me pesa imaginar que, alguém desrespeitoso, possa fazer bullying sobre isso.

Que “sinuca”!

– A Insociabilidade pode fazer bem no trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas

distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

bomba.jpg

– Keep calm.

Já cedo, como nos chocolates da foto? Nada disso!

Hoje será melhor do que ontem e pior do que amanhã.

🍫 #chocolate

– 5 virtudes que precisamos ter:

Indiscutivelmente, precisamos dos valores inseridos nessa imagem.

Confira: