Há um podcast muito interessante de Isabela de Melo Santos, que prega: se puder, descanse! Seja quando for, a fim de recuperar as energias.
E não é verdade tal necessidade?
Eu não tenho nada a ver com a vida dessa atriz… Mas inevitavelmente, ao ler essa entrevista, pensei: e se ela tiver filhos adolescentes, como eles entenderão “tais ousadias”?
Todos têm direito de fazer o que quiserem. Mas nem tudo, digamos, convém externar…
Hoje, o noticiário traz: Débora se separou do marido. Teria sido por isso?
Abaixo:

Você leva as pessoas a agregarem ou a conflitarem?
Você busca o debate educado ou xinga por quê pensa diferente?
Você se considera um cara bacana na Web ou um chato a ser evitado?
E, principalmente, você faz bem ou você faz mal às pessoas com suas publicações?
Gostei muito desse meme (abaixo) pois permite a auto-reflexão: as coisas que nós falamos ou escrevemos, são tóxicas aos outros ou fomentam boas ideias e bons ideais?
Imagem extraída de: http://namascaf.com/2020/03/31/humorzinho-se-voce-pudesse-comer-suas-palavrassua-alma-seria-nutrida-ou-envenenada/

“Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência”
José Renato Sátiro Santiago
Um texto interessante que vale a reflexão, extraído do editorial do blog do prof José Renato S Santiago, a respeito das coisas que valem a pena ou não, focando o desapego!
LEI DO DESAPEGO, AFINAL TODOS PODEMOS TER UMA PARIS
Creio que quase todos já ouvimos falar sobre um dos melhores filmes de todos os tempos, Casablanca. A drama gira em torno de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman).
Mesmo que o filme tenha sido assistido por milhões e milhões de pessoas, não irei cometer a indelicadeza de contar seu final.
Pelo menos irei tentar.
No entanto, gostaria de destacar uma parte do filme, onde Rick justifica sua decisão para Ilsa ao afirmar que: “Nós sempre teremos Paris”. Esta afirmação sinaliza a sua decisão, diante da impossibilidade de ficar com sua amada, Rick aceita ficar com a sua melhor lembrança, quando estiveram juntos.
Do ponto de vista da paixão e amor, melhor não entrar nesta questão. No entanto, sob a visão corporativa, cabe destacar a melhor das decisões. Longe de querer aceitar algo que não se deseja, Rick decide com a cabeça, que é como as decisões devem ser feitas.
Aceitar o desapego de alguma situação que não deve, ou não pode voltar, é agir com inteligência. Há efetivas situações que não irão voltar. É realmente necessário se desapegar. Deixar para lá, e ir em frente!
Nota-se que por mais que Rick e Ilsa não tenham ficado juntos, ops, acabei contando o final do filme, para a história, onde ficou Victor Laszlo nesta história?
Será que ao final da guerra, voltou para Tchecoslováquia? Abriu uma padaria? Teve filhos com Ilsa?
Na verdade acabou, para a história, como o “desmancha prazeres” do maior romance de todos os tempos.
Não importa, o que ficará para a história? É o que ficará para a história, não é mesmo. Sendo assim, por mais que não possamos chegar a algum lugar ou atender algum objetivo definido nos primórdios de nossa carreira ou vida pessoal, podemos nos desapegar desta, eventual, amargura e viver em nossa cabeça os tempos que tivemos em alguma Paris.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
Um sábio pensamento que vale a pena refletir:
“Quando a vida perde a graça e não tem nada de novo, perde o sentido.“
Autor Desconhecido
Como está sua vida? Uma pasmaceira? Nada de novo? Uma rotina inaceitável (pois existem também rotinas aceitáveis e agradáveis)?
Precisamos sempre sonhar, acreditar e viver intensamente. Senão, estaremos apenas “passando sem sentido”.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.

«A gente não vive sem criar expectativas. Sem expectativas não há motivos para sair de casa, não escovamos nem os dentes, nem sequer abrimos os olhos…
Continua em: Expectativas
Conseguir que funcionários / alunos / envolvidos em quaisquer atividades “comprem” suas ideias e se sintam partícipes, é algo fácil?
Claro que não. Para isso, algumas boas dicas, extraídas de: https://medium.com/@jrsantiagojr/premissas-para-conquistar-o-engajamento-das-pessoas-edbd846b1b1c
PREMISSAS PARA CONQUISTAR O ENGAJAMENTO DAS PESSOAS
Por José Renato Sátiro Santiago
Certa vez, convidado por uma importante instituição de ensino para ministrar o módulo de um MBA, fui confrontado com o desafio de manter uma turma de 40 profissionais bem disposta ao longo de todo o final de semana. O ótimo nível dos alunos era um desafio a mais, cá entre nós, para mim uma motivação adicional. As 16 horas programadas deveriam parecer prazerosas e, ao mesmo tempo, propiciar os conhecimentos que estavam atrelados ao conteúdo programático proposto. Após ler um pouco sobre o perfil dos alunos, me atentei em fazer associações com seus nomes, uma estratégia que costumo usar para decorá-los de forma mais rápida. Há certo conhecimento em aplicar esta técnica mas também muita paixão em alcançar a excelência em tudo aquilo que faço. Creio que isto tenha me ajudado a alcançar novos patamares com turmas em cursos tão exclusivos. Mas o fato é que toda nova turma é única e, de certo, o nervosismo costuma vir à tona. E desta vez, não foi diferente. Tão logo os encontrei, destaquei para eles a minha timidez em falar em público, um paradoxo para quem ganha a vida também se apresentando e ministrando palestras. Busquei compartilhar com cada um deles o desafio que fora recebido e, de certa maneira, os embarquei para navegarmos juntos. A permanência de todos ao longo das 16 horas, ainda que não fosse obrigatória, surpreendeu a monitora que me resumiu tudo em uma frase: “Eles pareciam estar engajados em assistir sua aula”. Missão cumprida. Pode ter sido simples, mas será que foi fácil?
Engajar pessoas em prol do atendimento de um objetivo talvez seja o maior dos desafios enfrentados por quem gerenciamos equipes. Ainda que haja benefícios e/ou remunerações atreladas ao desenvolvimento de quaisquer atividades, é notório que haja questões que costumam interferir de forma consistente no nível de envolvimento das pessoas junto as ações por elas elaboradas e que, por conseguinte, possam impactar significativamente os resultados almejados. Dentre elas cabe destacar:
1. Empatia: saber se colocar na posição do outro é uma premissa básica de respeito pessoal e profissional, algo inerente para quem quer sinalizar a importância dada a outrem. Ainda que os objetivos do grupo devam se sobressair aos de qualquer indivíduo, conhecer, compreender e respeitar os objetivos particulares de cada um costuma ser um interessante meio de fortalecer o engajamento das pessoas.
2. Motivação: é natural à boa parte das pessoas que palavras e ações de incentivo e motivação sejam combustíveis muito eficientes em prol de estimular o engajamento. É essencial ter ciência da importância das palavras e seu poder em intervir na forma como as pessoas agem e tomam suas decisões. O cuidado recai apenas em seu uso indiscriminado sem ações e/ou resultados práticos;
3. Pessoalidade: ainda que estejamos em um ambiente profissional, o tratamento dispensado aos integrantes de uma equipe costuma propiciar energia e luz decisivas às pessoas. Algumas vezes atos simples fazem tanta diferença, quer seja um bom dia, um cumprimento mais terno, uma parada rápida para jogar conversa fora ou um café e, pasmem, até chamar a cada um pelo nome.
4. Crescimento Profissional: ainda que possa estar atrelado de alguma maneira à evolução na hierarquia, o que pode resultar em aumento nos ganhos financeiros, explicitar o crescimento profissional que poderá ser conquistado por conta das atividades em execução, costuma ser um importante requisito abraçado por aqueles que se propõem a se engajar com afinco em prol de suas metas.
5. Estar Presente: nada como se mostrar presente e atuante junto aos seus como uma maneira de pontuar a importância de tudo aquilo que está sendo feito, bem como a relevância de superarmos obstáculos e alcançarmos de forma efetiva os nossos intentos e objetivos. Isto não tem a ver necessariamente com presença física, mas sim com transparecer a convicção que a equipe jamais estará só.
6. Competência: a correta contextualização das informações sobre as quais temos acesso nos fortalece e costuma resultar naquilo que chamamos de conhecimento. Ele passa a fazer sentido efetivo em nossa vida, quando o colocamos em prática o que proporciona a competência. A estrada que nos mantém firmes e engajados é, certamente, pavimentada pelo conhecimento que construimos.
7. Paixão: apenas e tão somente ela tem o poder de nos manter vivos seja em qual situação e estado estivermos. Ela é o ar que respiramos, onipresente em qualquer atividade bem sucedida, essencial para tudo. Já octagenário e muito engajado em seu trabalho, quando perguntado o que o fazia manter-se tão ativo, o genial Ariano Suassuna foi econômico e direto: “paixão pelo que faço”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.
Seus filhos cresceram, mas não saem da sua casa e ainda por cima continuam se comportando como adolescentes?
Eles sofrem da “Síndrome de Peter Pan”, que se refere aos adultos que não assumiram certas responsabilidades e cujas atitudes mais parecem de adolescentes / jovens que ainda dependem dos pais. São aqueles que querem “não optar pela independência” ou abrem mão da maturidade.
Quer saber mais?
Compartilho esse material bacana da Dr Rosely Saião sobre o tema, em vídeo no link em:

Reprodução da Internet, imagem comum na Web, autoria desconhecida.
Gustavo Gutiérres, teólogo Peruano, sobre as eras da vida econômica:
“Estamos na era pós-socialista, pós-capitalista e pós-industrial. Mas nunca chegamos à era da pós-pobreza.”.
Resumiu perfeitamente!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Eu sofro de insônia (como a de hoje, nesta virada de 6ª para sábado), mas ao invés de tentar dormir, arranjo algo para matar o “tempo não-dormido”. Porém, leio que há diferenças na qualidade de sono entre homens e mulheres.
Compartilho, extraído de: Revista Isto É, ed 04/04, pg 80-81
A BATALHA DO SONO
Pesquisas apontam as diferenças no padrão de sono de homens e mulheres e devem ajudar na criação de tratamentos mais específicos para ambos.
Por Luciani Gomes
Eles roncam, elas têm insônia. Eles precisam de menos horas de sono e demoram a adormecer – apesar disso, ficam mais satisfeitos com a qualidade e quantidade de tempo que passam adormecidos. O sono delas, no entanto, é considerado mais saudável porque atinge um maior número de vezes estágios profundos, aqueles nos quais ocorre a consolidação da memória e do aprendizado. Essas são algumas das constatações que estão surgindo de diversas pesquisas que buscam apontar as diferenças do sono entre homens e mulheres. O objetivo dos pesquisadores é usar as informações para traçar estratégias específicas de melhora do sono para cada gênero – portanto mais eficazes do que recomendações gerais para ambos os sexos.
Trata-se de uma preocupação justificável. É importante que as pessoas durmam cada vez melhor porque hoje se sabe que, quando isso não acontece, aumentam os riscos para várias doenças. “Dormir pouco, de maneira recorrente, pode levar a problemas cardiovasculares, mudanças metabólicas, além de causar impactos no sistema imunológico”, explicou à ISTOÉ Jeanne Duffy, especialista em medicina do sono e professora da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.
Jeanne coordenou algumas das pesquisas que já forneceram dados importantes a respeito do sono dos homens e das mulheres. Uma das principais diferenças é o ritmo circadiano – período de cerca de 24 horas no qual se completa um ciclo biológico inteiro do corpo humano. Enquanto o dos homens é de 24 horas e 11 minutos, o das mulheres é de 24 horas e 5 minutos, segundo o trabalho realizado pela universidade americana.
A diferença é pequena – apenas seis minutos –, mas especialistas acreditam que a longo prazo ela é capaz de imprimir distinções no comportamento de ambos os sexos. “Em geral, o longo ritmo circadiano masculino os leva a querer dormir mais tarde e assim a querer acordar mais tarde”, explica Jeanne.
“Com as mulheres é o contrário.”
Pesam bastante também as oscilações hormonais femininas e masculinas e suas repercussões no período em que o corpo se encontra adormecido. “Hoje sabemos que os hormônios podem de fato afetar o sono”, explicou à ISTOÉ Donna Arand, da Academia Americana de Medicina do Sono. E como as mulheres são as mais atingidas pelas alterações de concentrações dessas substâncias ao longo da vida, acabam bastante vulneráveis aos impactos que isso traz. “Elas são fortemente afetadas pelas oscilações que ocorrem durante os ciclos menstruais, a gestação e a menopausa”, disse Donna. Por mecanismos complexos, o sobe e desce de compostos como o estrógeno e a progesterona (hormônios femininos) atrapalha o sono, prejudicando sua qualidade.
Diferenças como essas repercutem em transtornos igualmente distintos. As mulheres, por exemplo, apresentam maior número de episódios de insônia em comparação ao apresentado pelos homens. Ainda não se conhecem claramente as razões que estão por trás da questão, mas uma das hipóteses é a de que a falta de sono nas mulheres seja em grande parte uma consequência de problemas como ansiedade e depressão, duas doenças psiquiátricas, às quais o sexo feminino é mais suscetível.
Já os homens costumam reclamar de cansaço excessivo ao longo do dia na maior parte das vezes causado por pura privação de sono (dormem menos do que necessitam) ou pela apneia. Definida como interrupção temporária da respiração, a apneia está fortemente associada ao ganho de peso. Para complicar, enquanto o problema fica sem tratamento, aumenta o acúmulo de gordura. “Dormir mal, como é o caso de quem sofre de apneia, ajuda no ganho de peso, já que o cansaço pode atrapalhar a produção da leptina, hormônio que dá o sinal de saciedade”, alerta o pneumologista e médico do sono Fábio Haggstram, diretor da clínica Pneumosono, de Porto Alegre (RS).
As pesquisas indicam ainda que a falta de sono tem impacto profundo, principalmente para os homens.
Um trabalho realizado na Penn State College of Medicine, nos Estados Unidos, por exemplo, revelou que eles apresentaram desempenho cognitivo pior do que elas após ambos terem registrado déficit de sono ao longo de uma semana. “Mas depois de os dois grupos terem passado seis horas dormindo, as mulheres saíram-se melhor nos testes”, contou Donna. Além disso, elas manifestaram uma recuperação mais consistente depois de duas noites inteiras dormindo, em média, oito horas.
Na opinião dos especialistas, tratamentos modernos de transtornos do sono devem respeitar todas essas diferenças. “E essa questão tende a ganhar cada vez mais importância”, diz o médico Haggstram.
“O futuro é uma medicina cada vez mais personalizada, inclusive para ajudar homens e mulheres a dormir melhor”, complementa.
PESADELO FEMININO
Mulheres apresentam maior número de episódios de insônia e estão mais sujeitas aos prejuízos ao sono causados por oscilações hormonais
FRAGILIDADE MASCULINA
Homens têm pior desempenho cognitivo se não repousarem todo o tempo de que necessitam. E demoram mais para se recuperar da privação do sono

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.
– Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.
– Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.
– Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.
– Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.
– Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.
– Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.
– Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.
– Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.
Seja qual for seu sonho, NÃO É TARDE para realizá-lo. Você NÃO é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 20 e poucos anos. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.
Esqueça o senso comum, conselho de “amigos”, parentes, conhecidos e etc., de que você está velho para começar algo.
NUNCA diga a si mesmo que você é velho demais para isto,
NUNCA diga a si mesmo que você perdeu a chance,
NUNCA diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.
Livre-se da PRESSÃO que VOCÊ mesmo se impõe.
Acredite: ESTÁ TUDO BEM !
A vida NÃO precisa ser resolvida aos 20 poucos anos de idade. Tudo DARÁ CERTO, no TEMPO CERTO. Tudo passa. Logo passa. Sempre passa! 👊🏻

Que mania nossa sociedade tem em desmerecer quem não tem o sucesso absoluto: como um dia disse Nelson Piquet, “o 2º colocado é o 1o perdedor”, para muitos.
Por quê isso?
Não ser o primeiro colocado em qualquer situação – no esporte, na política ou no trabalho – não quer dizer ser um perdedor. Quer ser “o primeiro melhor, depois de quem venceu”!
É triste saber que o desmerecimento acontece de maneira injusta por muitas partes, e nós temos a obrigação de aguentar cobranças de que “tem que ser o número um” em todos os aspectos.
Faz parte. Não se pode (e nem se deve imputar principalmente às novas gerações) a cultura de quem não é o melhor, é um perdedor.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para o crédito.
Muitos problemas e dores de cabeça são evitáveis. Alguns os buscam, e de maneira desnecessária, se envolvem com eles.
Uma dica para evitar isso?
A imagem abaixo mostra a solução para aqueles que não conseguem dosar o tempo de tela, ou que não têm a possibilidade de acessar coisas úteis:
Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Uma das coisas mais importantes que eu aprendi já na fase adulta da minha vida foi ter cuidado com pessoas que tratam mal outras das quais elas não …
Continua em: CUIDADO COM ESSAS PESSOAS

Recebi essa foto (abaixo) numa matéria sobre o linguajar do futebol e o que seria bullying ou não entre os amigos.
Abaixo, é lógico que não existe bullying, mas sim a imagem de dois grandes e espirituosos jogadores de todos os tempos, brincando sobre a cor e a deficiência um do outro.
Fico me perguntando: quem seria o repórter, ao fundo, tão privilegiado que estava ao lado dos monstruosos maiores atletas de futebol da nossa história?
Aliás, reparem em duas coisas: no tamanho do equipamento do jornalista e no fato de que não existia adereço, cabelo pintado, tatuagem ou qualquer vaidade entre os craques não-metrossexuais da época.
Outros tempos…
ATUALIZANDO: segundo o amigo Diogo Ferrreira, a profissional de imprensa do lado é a senhora Jandira Miranda Duarte (conhecida como Chains).

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Tem aquela história: a empregada procura a patroa em uma das salas da imensa casa e diz que deseja um aumento de salário. Mas, por que eu deveria …
Continua em: ARGUMENTAÇÃO COMO ESTRATÉGIA

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.
Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!
Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.
Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.
Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.
PRAZERES
Por Luis Fernando Verissimo
Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:
* Prazer faz muito bem.
* Dormir me deixa 0 km.
* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.
* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.
* Brigar me provoca arritmia cardíaca.
* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!
* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.
* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.
* Conversa é melhor do que piada.
* Beijar é melhor do que fumar.
* Exercício é melhor do que cirurgia.
* Humor é melhor do que rancor.
* Amigos são melhores do que gente influente.
* Economia é melhor do que dívida.
* Pergunta é melhor do que dúvida.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.
Sonhar é melhor do que nada.

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.
Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?
Olhe só:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Sim, é possível praticar o bem-estar diariamente e se sentir muito melhor e mais feliz a longo prazo. (…)
Continua em: 15 maneiras de praticar o bem-estar

O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?
Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

Extraído do Facebook do jornalista e escritor Pedro Favaro Jr:
Não faz muito tempo, li um artigo sobre o par inventado para nós que vivemos na aldeia global, o mundo do consumo e das necessidades criadas pela publicidade e propaganda. O mundo da tecnologia e do individualismo. Da comunicação total e da incomunicação total, ao mesmo tempo.
O primeiro companheiro inventado teria sido o cigarro. Depois, vieram as bebidas. Mais à frente, um pouco, entre nós pouco antes da metade do século 20, vieram o rádio e a TV. E, do segundo para o terceiro milênio, entra em cena um ‘parça’ total, o dispositivo eletrônico – primeiro o computador doméstico, depois o laptop, mais leve e portátil, em seguida o tablet ou o iPad. E depois por fim o iPhone ou Smartfone.
O filme egípcio “L’altra par” trata disso. Do que temos nos transformado na companhia desse parceiro inseparável. “L’altra par” durou só 3 minutos e ganhou o prêmio de melhor curta metragem no festival de cinema de Veneza. O diretor tem 20 anos. O filme trata do isolamento na época da comunicação global. Aí vai.