– Precisamos de alguém que “nos dê um toque”.

No mundo, todos nós precisamos de alguém que “nos dê um retorno” de nossas atitudes; que nos abra os olhos ao falar algumas verdades que não enxergamos; ou, se preferir, que dê feedback do que fizemos e não sabemos se está certo ou errado.

Pode ser uma pessoa. Podem ser algumas. Conhecido, desconhecido, familiar… mas precisa ser gente virtuosa, ponderada, e que nos queira bem!

Quem faz isso na sua vida pessoal e profissional?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Cuidado com o consumismo desenfreado.

Quantas vezes compramos o que não precisamos?

Quantas vezes gastamos desnecessariamente?

Quantas vezes nós nos auto-enganamos?

Sobre gastar sem precisar, abaixo:

– Coisas boas (ou não) da vida.

Compartilho uma antiga (mas belíssima) crônica de Luís Fernando Veríssimo sobre verdadeiros prazeres da vida, em coisas comuns e corriqueiras.

Extraído de: http://www.canastradaemilia.blogger.com.br/2004_06_01_archive.html, postado por Luciana Macedo.

PRAZERES

Por Luis Fernando Verissimo

Cada semana, uma novidade. A última foi que pizza previne câncer do esôfago.Acho a maior graça. Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí, não exagere. Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde:

* Prazer faz muito bem.

* Dormir me deixa 0 km.

* Ler um bom livro me faz me sentir novo em folha.

* Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

* Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias.

* Brigar me provoca arritmia cardíaca.

* Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.

* Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

* E telejornais, os médicos deveriam proibir – como doem!

* Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar.

* Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

* Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

* E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

* Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

* Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor que pipoca.

* Conversa é melhor do que piada.

* Beijar é melhor do que fumar.

* Exercício é melhor do que cirurgia.

* Humor é melhor do que rancor.

* Amigos são melhores do que gente influente.

* Economia é melhor do que dívida.

* Pergunta é melhor do que dúvida.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode levar a uma idade avançada.

Sonhar é melhor do que nada.

Deixar a vida mais leve - Frase para Facebook

– Os Jetsons nunca foram tão atuais!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Jovens que não estudam e não trabalho aumentam no Brasil.

Esse gráfico é recente (salvo engano, veio da Folha de São Paulo) e mostra a proporção dos jovens que nem estudam e nem trabalham por estado em nosso país.

Não é assustador? Que retrato triste do Brasil…

– Normal? Pense em… extraordinário!

Algumas frases de efeito são bem reflexivas.

Essa, abaixo, nos faz pensar: a humildade é ruim em alguns momentos?

Talvez nunca. Aqui se refere a auto-subestimação!

– 15 maneiras de praticar o bem-estar.

Sim, é possível praticar o bem-estar diariamente e se sentir muito melhor e mais feliz a longo prazo. (…)

Continua em: 15 maneiras de praticar o bem-estar

– Relacionamentos são para…

O brasileiro é espirituoso… mas cá entre nós: há um pouco de verdade nessa frase sarcástica, não?

Amar é suportar, tolerar, rir e sofrer juntos. Além de muitas outras coisas (mas neca de dobrar lençol Kk)

– Alienação em 3 minutos.

Extraído do Facebook do jornalista e escritor Pedro Favaro Jr:

Não faz muito tempo, li um artigo sobre o par inventado para nós que vivemos na aldeia global, o mundo do consumo e das necessidades criadas pela publicidade e propaganda. O mundo da tecnologia e do individualismo. Da comunicação total e da incomunicação total, ao mesmo tempo.

O primeiro companheiro inventado teria sido o cigarro. Depois, vieram as bebidas. Mais à frente, um pouco, entre nós pouco antes da metade do século 20, vieram o rádio e a TV. E, do segundo para o terceiro milênio, entra em cena um ‘parça’ total, o dispositivo eletrônico – primeiro o computador doméstico, depois o laptop, mais leve e portátil, em seguida o tablet ou o iPad. E depois por fim o iPhone ou Smartfone. 

O filme egípcio “L’altra par” trata disso. Do que temos nos transformado na companhia desse parceiro inseparável. “L’altra par” durou só 3 minutos e ganhou o prêmio de melhor curta metragem no festival de cinema de Veneza. O diretor tem 20 anos. O filme trata do isolamento na época da comunicação global. Aí vai.

– Restaurante que dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições?

Criativo, mas que nos leva a refletir: um restaurante na Austrália dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições (vide na imagem onde eles são guardados).

Precisamos usá-los quando comemos em família?

Mais do que isso: temos necessidade de sairmos de casa, ao invés de alimentação mais saudável no lar?

Em: https://pt.aleteia.org/2022/02/09/imagem-viral-de-familia-em-restaurante-e-mistura-de-criatividade-e-tragedia/

IMAGEM VIRAL DE FAMÍLIA EM RESTAURANTE É MISTURA DE CRIATIVIDADE E TRAGÉDIA

Um restaurante australiano criou uma solução para manter as crianças e adolescentes longe de seus telefones; mas o fato revela um problema maior.

Uma imagem viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A foto retrata a triste realidade para muitas famílias hoje.

Parece inocente à primeira vista. É um casal com suas filhas adolescentes. O pai parece vitorioso, enquanto faz um sinal positivo. As filhas, no entanto, parecem bastante tristes enquanto olham ansiosamente para seus telefones que são armazenados em uma gaiola improvisada na mesa. O motivo? O restaurante oferece um desconto de 10% para clientes que não usam seus celulares durante a refeição.

Na verdade, a cena representa uma mistura de sentimentos.

Embora o restaurante esteja generosamente oferecendo aos seus clientes a oportunidade de se conectarem uns com os outros, é triste que isso tenha que acontecer dessa maneira.

Em minha infância, a ideia de sair para uma refeição em família era um luxo e uma imensa alegria. Mamãe e papai não precisariam ir pra cozinha, e então se concentrariam inteiramente nas crianças. Em troca, as crianças estariam conversando umas com as outras e com seus pais. Era um momento de conversa e diversão.

Mas comer fora tornou-se algo comum para muitas crianças de famílias com mais recursos hoje. E elas não sentem o mesmo nível de apreciação ou emoção.

Na verdade, muitas vezes, as crianças e adolescentes também estão tão ocupados postando fotos de suas refeições, ou eles mesmos comendo essas refeições, que o passeio se torna mais uma oportunidade de atrair seguidores do que desfrutar da comida, muito menos de tempo com sua família.

Mas não desanime. Se isso está acontecendo em sua própria família — especialmente com adolescentes — aqui estão algumas dicas úteis.

1. RESTRINJA A ALIMENTAÇÃO FORA

Muitos adolescentes não querem ser vistos com mamãe e papai, mas a ideia de um hambúrguer tentador de um restaurante favorito pode levá-los a mudar de ideia. No entanto, você não quer ter que chantagear seu filho para ter uma boa refeição em família. Então, uma ideia: reduzir o número de passeios para que uma ida ao restaurante se torne um privilégio.

Mesmo que você tenha que cozinhar mais, você poderia usar o dinheiro economizado por não ir a um restaurante para comprar uma refeição saudável pronta que pode ser aquecida em pouco tempo. Isso ajuda se você sentir o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, e incentiva as crianças a apreciarem essas refeições com mamãe e papai.

2. DEFINA UMA DATA DE RESTAURANTE

Se você está acostumado a sair regularmente e reduz suas refeições no restaurante, pode colocar uma data no calendário para sua próxima refeição em família para todos esperarem por ela

3. DEFINA SUAS EXPECTATIVAS

Muitas crianças prosperam quando sabem o que se espera delas. Se você explicar aos seus filhos que vai sair e quiser que todos tragam um tópico para a mesa, isso fará com que suas mentes pensem e lhes dêem algo para contribuir com a família. O bônus é que isso pode ajudar a construir confiança e manter a mente longe do celular. Pode ser algo relacionado a notícias, algo acontecendo na escola, planos futuros ou até mesmo aborrecimentos familiares — se seus filhos conseguirem manter a calma!

A importância deste exercício é fortalecer seu vínculo familiar em um mundo que pode ser tão isolador.

4. DEFINA REGRAS

Não importa a idade de seus filhos, eles precisam respeitar os pais. Você tem que deixar claro antes de sair para um restaurante, ou até mesmo sentar para uma refeição em casa, que a mesa de jantar é uma área sem celular.

O problema é que especialmente os adolescentes podem ficar ansiosos com o que poderiam estar perdendo. Em casos de ansiedade mais exacerbada, incentive seus filhos a informarem aos amigos quando farão uma pausa mais prolongada no uso do celular.

5. PAIS: GUARDAM SEUS TELEFONES TAMBÉM!

Quando se trata de telas, os pais precisam se afastar do ditado popular: “Faça o que eu digo, não o que faço”. As crianças imitam o comportamento o tempo todo, então dê a elas algo positivo para copiar.

Imagem extraída de: Top 10s | Facebook | Fair Use (link acima)

– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros.

Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa.

Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as Redes Sociais, onde temos lugares no Mundo Virtual onde se critica tudo, tal transtorno é cada vez mais frequente (e inevitável para muitos).

Um pouco sobre isso, extraído de: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

TRANSTORNO DE QUEM TEM MEDO DA OPINIÃO ALHEIA

Por Ana Elizabeth Diniz

Não são raros os casos de pessoas que declinam convites para se apresentar em público devido ao medo da opinião dos outros.

Pesquisas não oficiais sugerem que esse transtorno, conhecido como alodoxafobia, afeta cerca de 8% da população entre 16 e 24 anos de idade.

“Isso não significa que somente pessoas nessa faixa etária desenvolvam o transtorno, que poderá se manifestar em qualquer momento da vida. Porém o maior índice é em torno dessa fase, na qual os jovens têm que fazer escolhas profissionais e assumir relacionamentos e responsabilidades”, analisa Patrícia Renaldo da Silva Amaral, 34, psicóloga clínica, psicopedagoga e analista transacional em formação.

Segundo ela, a palavra alodoxafobia vem das palavras gregas “állis” que significa “outro” ou “diferente”, “dóxis” que significa “crença” e de “fobia” que significa “medo patológico”, “o que explica o conceito da patologia: medo dos pensamentos dos outros sobre si, sempre com a sensação de julgamento. É o medo de se expressar acompanhado da sensação de exposição e, ao mesmo tempo, de ser julgado pelos outros de forma crítica e negativa. Medo da opinião ou respostas das outras pessoas sobre si”, explica a psicóloga.

Mas por que será que o ser humano se preocupa tanto com a opinião alheia? “Desde nossa infância somos submetidos a aprovações dos pais, de professores, de amigos e de todos que nos rodeiam e que esperam algo de nós. Muitas vezes somos rotulados e acreditamos no que escutamos. Se sua mãe diz que você é inteligente ou uma criança impossível de segurar, você acredita. Se seu pai diz que você não sabe fazer nada direito e seus amigos dizem que você é muito tímido, você acredita. Levamos todas essas crenças infantis para nossa vida adulta de forma subconsciente e as projetamos o tempo todo em qualquer relação que possamos construir, seja profissional, familiar, social ou sentimental”, diz Patrícia.

O problema é que o que se projeta “são pensamentos distorcidos sobre o que se imagina que o outro pensa sobre nós, ou ainda críticas ao outro que na verdade são sobre si mesmo (de forma subconsciente). Pessoas que funcionam dessa forma tendem a potencializar medos fantasiosos de possíveis julgamentos sobre si mesmas por meio de pensamentos distorcidos”, comenta a psicóloga.

Segundo ela, indivíduos assim sempre se consideram o centro das atenções, porém de forma negativa, como se todos os estivessem olhando e criticando. “Muitas vezes, para os outros, essa pessoa pode simplesmente parecer ser tímida e, por isso, não gosta de se expressar ou colocar sua opinião numa roda de conversa. Mas nem imaginam que dezenas de pensamentos distorcidos estão passando pela sua cabeça naquele momento, impedindo-a de se comunicar de forma livre e espontânea”, observa Patrícia.

Esse transtorno psicológico impede a pessoa de realizar suas atividades de rotina, de se comunicar ou de conviver em sociedade. Pode estar associado a crises de ansiedade e de pânico e a sintomas somáticos como sudorese, taquicardia, tontura, dores de cabeça, enjoos, tremores e sensação de fraqueza.

Julgamento do outro é ameaça constante

Alguém diagnosticado com alodoxafobia sofre com o medo de se expor, até mesmo para apresentar um trabalho profissional, mesmo que seja muito importante. “Aqui podemos exemplificar a distorção de pensamentos que potencializam a sensação de julgamento alheio. Ao apresentar uma palestra ou um trabalho relevante, considera-se que o candidato tenha se preparado para explanar sobre o assunto escolhido. Sendo assim, as pessoas ali estão esperando para escutá-lo e estão interessadas em agregar conhecimentos. Portanto, essa pessoa que vai falar estará se mostrando ou se expondo? A resposta correta é se mostrando (centro das atenções de forma positiva), pois se preparou para isso. Se você pensou que a resposta seria se expor (centro das atenções de forma negativa), provavelmente teve uma distorção de pensamentos devido uma projeção crítica sobre si mesmo, pois imagina o risco de ser julgado pelos outros, quando na verdade você mesmo está se autojulgando”, pondera a psicóloga Patrícia Renaldo da Silva Amaral.

O tratamento indispensável é uma boa psicoterapia, seja individual ou em grupo, com acompanhamento semanal. “A opção pela psicoterapia grupal é ótima para trabalhar os medos, as fantasias e as distorções de pensamentos sociais sobre si mesmo. Também pode haver a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, caso os sintomas fisiológicos estejam muito latentes. Há casos que requerem tratamentos paliativos, e outros, medicações adequadas, como nos casos de transtornos associados a crises de ansiedade ou pânico”, finaliza a psicóloga.

Dicas para se livrar desse mal

Lembre-se de que você não vai agradar sempre a todos.

Observe quais pensamentos são reais e quais são fantasias.

Tenha em mente que você não tem controle sobre o que os outros pensam.

Não deixe que o outro te desestabilize.

Gostaria de receber notícias como essa e o melhor de O TEMPO no conforto do seu e-mail?

Imagem: citação em: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

– Ensino “antigo”?

Essa imagem é muito boa: livros ou telas?

Veja só, em:

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– A Timidez no mundo feito para quem fala muito!

Susan Cain, escritora americana voltada à Administração & Negócios, dissertou recentemente sobre uma das piores invenções do século XX: a da “cultura da extroversão”. Tanto que até escreveu um livro sobre o assunto: “Calado: o poder dos introvertidos num mundo que não pára de falar”.

Para ela, o mundo é feito e desenhado para pessoas extrovertidas, onde quem quer ficar quieto sofre até mesmo preconceito social. A escritora disse que:

“A solidão é como eu recarrego minha bateria”

Para ela, Steven Spielberg (cineasta) e Larry Page (co-fundador do Google) são exceções de tímidos que venceram na vida! Afinal, o mundo os discrimina…

E você, o que pensa sobre isso? O mundo é para os extrovertidos ou isso é bobagem?

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Imagem extraída de: https://www.cintiacazangi.com/post/2016/07/01/você-conhece-as-principais-fobias

– Como descobrir a importância de você na vida do outro?

Olhe só que mensagem verdadeira: o “importar-se ou não com o outro” é um grande indicador de amabilidade.

Abaixo:

– Festa de São Valentim: o verdadeiro Dia dos Namorados no Mundo.

Aqui no Brasil, credita-se a Santo Antonio a fama de padroeiro dos namorados e santo casamenteiro. Entretanto, o verdadeiro padroeiro dos casais apaixonados, mundo afora, é São Valentim, que se celebra hoje.

Porém, como seria inviável dois dias dos namorados por aqui, comercialmente se aproveitou a data e transformamos o dia mundial dos namorados em DIA DA AMIZADE. Aliás, quantos “dias do amigo” temos no Brasil, já perceberam?

Gostou, ou é muito artificial?

Se não gostou, olha o porque São Valentim é o dia mundial dos namorados (da Wikipedia):

SÃO VALENTIM E SUA HISTÓRIA

São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.  O imperador Cláudio II, durante seu governo , proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Equilíbrio Emocional de Robert Wong.

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante:

“O administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.”

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

Equilíbrio Emocional e o que isso representa no mundo

Imagem extraída de: http://neusastorti.com.br/equilibrio-emocional-e-o-que-isso-implica-no-mundo/

– Os melhores empregos de acordo com sua personalidade.

Já imaginou encontrar um trabalho com sua cara, ou melhor, com o seu jeito?

Seria fantástico. Mas veja que bacana: uma reportagem sobre os diversos tipos de comportamentos e algumas observações.

Compartilho, clique no link em: https://www.weforum.org/agenda/2016/10/the-best-jobs-for-your-personality-type?utm_content=buffer94c84&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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– 5 conselhos para a vida!

Li e gostei, sobre dicas básicas para sucesso no dia-a-dia e bem estar:

OUÇA, antes de falar;

GANHE, antes de gastar;

PENSE, antes de escrever;

TENTE, antes de desistir;

VIVA, antes de morrer.

Puxa, perfeito, não?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Viciados Digitais?

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro | Federação de Amor-Exigente – FEAE

Imagem extraída de: https://amorexigente.org.br/viciados-em-tecnologia-buscam-ajuda-em-clinica-de-detox-no-rio-de-janeiro/

– Coisas que você tentará mudar e deverá desistir?

Aconselhamentos de coisas que você insiste em fazer e que, muitas vezes, são necessárias de abdicação. Será que você concorda com elas?

Servem para o trabalho e para a vida…

Compartilho, abaixo, extraído de: https://www.linkedin.com/pulse/11-coisas-que-você-nunca-mudará-e-deve-parar-de-ficar-robson

11 COISAS QUE VOCÊ NUNCA MUDARÁ E DEVE PARAR DE FICAR TENTANDO

por Robson Cristian Tomaz Pereira

“Você realmente pode mudar o mundo se você se importar o suficiente” – Marian Wright Edelman, ativista americana.

Será que basta se importar o suficiente para mudar o mundo? Será mesmo? Alguns podem concordar e dizer que trabalhando de forma focada por 70, 80, 90 horas por semana tudo é possível. Outros, já podem dizer que é uma questão de trabalhar de forma mais inteligente e não trabalhar mais duro.

Independente da forma de trabalhar, existem coisas que simplesmente não conseguimos mudar. Ter perseverança e tenacidade é fundamental para atingir grandes objetivos, mas apenas aqueles que são alcançáveis.

Não adianta ficar batendo a cabeça na parede que certas coisas não vão acontecer. Infelizmente, há muitas coisas na vida que as pessoas insistem em tentar mudar e só se desgastam.

  1. Uma hora você terá que prestar contas a alguém

Não adianta pegar atalhos, quebras regras ou cometer desvios éticos para atingir os seus objetivos. Uma hora você terá que prestar contas para alguém, seja para a justiça, familiares, amigos, Deus ou até mesmo para a sua consciência. É bem provável que alguém dependa de você e ficará sem chão quando algo assim acontecer.

  1. Você não viverá para sempre

Meu querido, minha querida, se você ainda não percebeu, não somos imortais. As férias que você não aproveitou podem ter sido as suas últimas, todo o tempo que você passou após o horário na empresa, enquanto a sua família aguardava você para o jantar, não voltará. Esse é o tipo de coisa que você só aprenderá quando não tiver mais como voltar atrás!

  1. Não tem como você agradar todo mundo

Como vejo gente se frustrada com isso! Sério, pare com isso de uma vez por todas! Isso só drena as suas energias e te deixa miserável. É como aquele frase clássica: “se nem Jesus agradou todo mundo, quem é você para…”.

  1. Você nunca será o melhor em tudo

Eu sou muito competitivo, sério! Aprendi logo na infância com a minha mãe que o “segundo colocado é o primeiro perdedor”. Percebi na prática e depois em um teste da Gallup, que se eu colocar uma competição no meio de um objetivo que eu quero conquistar, funcionarei umas 10 vezes melhor!

Só que tem um porém nisso: não sou besta de entrar em uma competição de corrida contra o Usain Bolt ou de natação contra o Michael Phelps! Eu sei que não serei melhor que eles! Que não sou o melhor em tudo!

Ok, é até fácil com esses exemplos extremos, mas com pequenas comparações que quase todo mundo faz diariamente? Acredito que é nisso que está a grande burrada das pessoas. O que faz tanta gente ser invejosa. Você não terá ao mesmo tempo o melhor carro, melhor casa, melhor empresa, melhor emprego, melhor papagaio, melhor melhor…

  1. Guardar rancor não te deixará melhor

Não digo para você esquecer quem te fez mal e dar a cara a tapa novamente, acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer. O que eu digo é que ficar com rancor não irá te ajudar em nada! Sério! O rancor é você fazendo mal para você!

  1. Você não controla o que os outros pensam

Não adianta ser o melhor marketeiro, psicólogo ou neurocientista do planeta, você não controlará o que as pessoas pensam de modo geral. Por mais que você implore, esperneie, grite, exija, use milhões de gatilhos mentais ou até eletrochoque. Pare de tentar fazer isso!

  1. Você não conseguirá voltar no tempo

A vida não tem “CTRL+Z”! Pare de reclamar do seu passado e comece a viver no presente. Não dá para voltar!

Sério, mesmo o De Volta para o Futuro sendo o meu filme favorito de todos os tempos, não dá para voltar! Nem com um carro bacana, nem com uma cabine telefônica e muito menos com uma cadeira cheio de guarda-chuvas.

  1. Não, você não pode mudar totalmente o mundo

É lindo e inspiracional achar que uma única pessoa pode mudar totalmente o mundo, mas algumas coisas são maiores do que todos nós! Você pode fazer uma grande diferença no seu redor, isso é ótimo! Mas, cuida com as suas expectativas em relação ao impacto de suas ações para não se frustrar!

  1. Você não pode mudar de onde você veio

“Ah, eu vim do lugar X e por isso….”, “Eu nasci no lugar Y e por isso”… desculpinhas!

Dane-se o lugar de onde você veio! Tem exemplos de gente que passou fome, viveu na rua, fugiu de guerra… e é muito bem sucedido agora!

O que importa é onde você quer chegar e se vai pagar o preço para chegar lá!

  1. Privacidade é uma ilusão

Os seus emails, telefonemas, fotos, vídeos ou qualquer outra atividade online ou offline está “quase sempre” em observação. Seja por empresas que usam essas informações para te mostrar anúncios mais relevantes ou agências de segurança que ficam de olho se você não vai cometer nenhum atentado. É melhor não deixar nenhum esqueleto no armário.

  1. Nem sempre você conseguirá recuperar o que perdeu

Muitas coisas podem ser recuperadas. Na verdade, praticamente tudo que o limite do seu Master Card permite comprar, mas as coisas mais importantes, bem aquelas que o Master Card não compra, essas são praticamente irrecuperável=is. Aí não adianta chorar pelo leite derramado…

Conclusão

Pare de tentar mudar o que não dá para mudar! Foque no que é tangível e lembre-se do item 2: você não viverá para sempre! Bem direto ao ponto assim mesmo!

P.S: Peguei esses tópicos no texto de um empreendedor americano e os reescrevi do meu jeito.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Carreira ou Família: Quando as Mulheres têm que Decidir!

No mundo da Administração de Empresas, muitas vezes os profissionais se vêm obrigados a tomar decisões que afetam a vida pessoal num grau muito significativo. Àqueles que já passaram pela experiência de um difícil conflito entre carreira X família X anseios, sabem como é martirizante e sacrificante tal momento.

Sendo assim, compartilho um artigo interessante sobre as mulheres na hora de decidir o futuro no trabalho! A Revista Época (Ed 09/03 pg 56-59), traz uma pertinente reportagem de Suzana Villaverde sobre esse complicado instante da vida profissional delas.

Abaixo:

PRESIDENTE? NÃO, OBRIGADA

As mulheres preferem abrir mão dos cargos de dedicação integral para cuidar melhor da vida pessoal e da família

É tarde de terça-feira, e Christina Munte, de 43 anos, aproveita para passear com as filhas Juliana, de 9 anos, e Lara, de 5, em um clube da Zona Sul de São Paulo. Almoçam juntas e em seguida lá vai ela, para o alto da arquibancada, assistir ao jogo de tênis da mais velha. Depois, é hora de acompanhar as acrobacias da caçula na aula de ginástica olímpica. O programa é repetido todas as terças-feiras. Embora pareça fazer parte da rotina típica de uma dona de casa, essas cenas têm como protagonista uma profissional muito bem-sucedida, diretora da Atlantica International, uma rede internacional de hotéis. Exceto pelo dia tranquilo que passa com as meninas, no resto da semana Christina se desdobra em reuniões, feiras e viagens internacionais. A vida é corrida, mas ela garante que o ritmo já foi muito pior.

O mercado hoteleiro estava em ebulição nove anos atrás, quando Christina teve seu primeiro bebê. Nessa ocasião, ela trabalhava nos fins de semana, chegava em casa tarde e ficava muito frustrada. “Por cansaço e pela vontade de curtir minha filha”, diz ela. Em 2005, Christina engravidou novamente e sentiu que estava diante de um dilema. “Tinha pavor de abrir mão de uma carreira que me dava imenso prazer, mas precisava aproveitar minha família”, afirma. A solução veio durante uma conversa franca com seu supervisor, ao final da qual ele fez uma proposta tentadora: reduzir em 20% a carga horária semanal, assim como o salário de Christina. “Foi a solução perfeita, pois não precisei abrir mão de nada”, diz.

Profissionais como Christina constituem um grupo em expansão. Elas querem chegar ao topo da pirâmide corporativa, mas, ao contrário das pioneiras, que começaram a percorrer esse caminho na década de 1970 – e tiveram de deixar de lado marido, filhos e até a vaidade para concorrer em pé de igualdade com os homens –, não admitem abdicar de sonhos pessoais ou perder as alegrias oferecidas pela vida privada. Na prática, abrem mão dos postos de dedicação integral para exercer também o papel de mulher, mãe e esposa. A constatação desse fenômeno tem levado à conclusão polêmica de que a desigualdade no topo do mercado de trabalho é incorrigível – e nem sequer deveria ser vista como um problema. Uma pesquisa realizada no ano passado pelo Sophia Mind, um instituto de pesquisa voltado para as mulheres, perguntou a 340 mulheres brasileiras entre 25 e 50 anos, com nível superior completo, se elas desejavam ser presidentes de empresa. Apenas 37% disseram que sim.

“Apesar das queixas das feministas, a verdade é que homens e mulheres têm diferentes aspirações de carreira”, afirma a conceituada socióloga britânica Catherine Hakim, pesquisadora da London School of Economics. “Homens e mulheres têm diferentes objetivos na vida, e as autoridades não deveriam esperar que eles tivessem resultados idênticos na carreira profissional.” No Brasil, segundo uma pesquisa coordenada pelo Instituto Ethos, as mulheres representam 43,6% s da população economicamente ativa, mas estão em apenas 13,7% dos cargos de liderança.

Desacelerar ou recusar cargos invejáveis pode ser o desejo de centenas de trabalhadoras, mas existe espaço para expressar essa demanda? No Brasil, é comum encontrar mães que voltam ao trabalho antes do término da licença-maternidade ou passam anos sem conseguir conciliar suas férias com as das crianças. “Muitas acham um absurdo usufruir esses direitos básicos quando conquistam uma carreira de sucesso”, diz a consultora de Recursos Humanos Carmelina Nicke. Para ela, gerentes e diretoras ainda temem se mostrar mais vulneráveis que os homens no escritório e preferem se submeter a um cotidiano extenuante. Mas essa seria, segunda a consultora, uma realidade com os dias contados. “A tendência é que nas próximas décadas as companhias ofereçam de antemão uma jornada flexível para segurar a profissional competente”, diz Carmelina. Uma pesquisa divulgada na semana passada pela consultoria Accenture mostrou que 41% das mulheres gostariam de ter “formatos flexíveis de trabalho”. Uma possível explicação: um levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicado em 2010 revelou que as mulheres gastam 24 horas semanais em atividades domésticas, enquanto os homens fazem somente 9,7 horas de trabalho doméstico.

Para contornar essas dificuldades, a paranaense Ana Carolina Haracemiv, de 35 anos, montou uma “miniempresa” em casa. “Tenho duas empregadas que moram comigo, motorista e até jardineiro”, afirma. Somente assim ela consegue acompanhar a lição das crianças e curtir o marido, sem perder o foco da empresa em que trabalha, a Dow Brasil. “Se você tem de fazer tudo, não consegue pensar em nada direito”, diz. Orgulhosa do esquema que criou, a engenheira não se arrependeu ao recusar uma proposta de ouro: um cargo de liderança na sede da empresa, nos Estados Unidos. “Meu marido é médico, seria complicado para ele. Seria fantástico para minha carreira, mas não era interessante para todos.” É claro que recusar a promoção deixou Ana Carolina apreensiva, mas ela acabou se surpreendendo. Seis meses depois, foi promovida. Disse adeus ao cargo de gerente de marketing para se tornar diretora comercial da América Latina. “A responsabilidade aumentou, mas o impacto na minha família foi mínimo”, diz ela. “Só deixei de lado a ginástica, mas, sinceramente, nunca gostei muito de malhar.”

Imagem extraída de: https://sescap-pr.org.br/index.php/noticias/post/e-possivel-ter-sucesso-no-trabalho-e-na-familia

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

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Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.

Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.

Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.

Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/

INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.

Por AnimaAcao.blog

Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.

Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.

Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.

Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.

Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.

Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.

Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm

Get inspired by sloths: Keep good bacteria.

The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.

These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.

According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.

Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.

Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.

This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.

Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.

In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!

https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Bicho-preguiça: características, reprodução e curiosidades

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

– Geração Fragilizada?

Antes de mais nada, eu defendo psicólogos e psiquiatras, mas essa observação é real: muitas vezes, a gente vê jovens que complicam tudo e não conseguem tomar decisões (das mais simples) sozinhos.

O que está acontecendo com a Educação?

– Você está precisando de Vitamina D?

Gostei dessa matéria sobre Vitamina D, tão importante para o nosso dia-a-dia, e desprezada por muito.

Você consegue perceber a falta dela? 

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2021/01/18/10-sinais-de-que-seu-corpo-esta-com-falta-de-vitamina-d/

10 SINAIS DE QUE SEU CORPO ESTÁ COM FALTA DE VITAMINA D

Vitamina D é uma vitamina extremamente importante, que tem efeitos poderosos sobre diversos sistemas em todo o corpo. Uma deficiência neste nutriente foi vinculada a muitas condições graves, como doenças cardíacas, doença autoimune, hipertensão, diabetes, e enfermidades ósseas e articulares.

É fácil ignorar a deficiência de vitamina D, pois alguns dos sintomas podem ser atribuídos a outras condições. Mas, quais são as chances de que você seja deficiente de vitamina D? Seguem alguns possíveis sinais.

1. Você sofre regularmente de dores musculares e articulares

Os sintomas de deficiência de vitamina D são sutis no início. Alguns dos primeiros sinais são dores musculares e fraqueza articular, que você pode facilmente achar que são devido à sua rotina diária árdua ou devido aos efeitos do envelhecimento.

Você pode ser capaz de tolerar os desconfortos das dores musculares e fraqueza articular simplesmente diminuindo suas atividades físicas. Contudo, se você está com deficiência de vitamina D, este problema vai continuar aparecendo. Além disso, pode piorar ao longo do tempo.

2. Você sofre de dores crônicas

Dor crônica abrange uma condição ampla. Além de dor muscular e articular, você também pode sofrer regularmente de enxaqueca, dor na coluna, ou outros desconfortos no corpo.

É tecnicamente considerada uma dor crônica se você tem a condição por mais de três meses.

3. Você sente-se cansado o tempo todo

Você já teve um daqueles dias em que se sente muito cansado mesmo quando teve uma boa noite de sono? É possível que você tenha baixos níveis sanguíneos de vitamina D, e seu corpo ainda se sinta fatigado.

Seu corpo precisa de vitamina D para criar energia. Se você não tem uma quantidade suficiente deste nutriente, irá facilmente sentir esta exaustão.

4. Você frequentemente fica resfriado e com tosse

Crianças com falta de vitamina D correm o risco de infecções respiratórias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mas, o mesmo risco também se aplica a adultos com deficiência de vitamina D, especialmente se eles já sofreram de asma antes.

5. Sua cabeça transpira

Transpiração excessiva na cabeça ainda está intimamente ligada a uma falta de vitamina D. Embora seja comumente inofensivo e essencialmente apenas um incômodo, pois você precisará enxugar a cabeça com frequência, esta condição também pode indicar condições médicas como diabetes, problemas na tireoide e infecção. Contudo, o que estas doenças têm em comum é que elas também estão ligadas à uma falta desta vitamina.

6. Você sente-se deprimido

O sol é frequentemente representado como algo positivo nas caricaturas, e a ciência pode responder o porquê. De acordo com o Conselho de Vitamina D, a falta de luz solar pode realmente arruinar o humor. Quando você é deficiente deste nutriente, seu cérebro processa menos serotonina, e isto pode afetar seus pensamentos positivos, emoções e estado de espírito.

7. Você tem hipertensão

Se você é hipertensivo, corre o risco de doenças cardiovasculares, ataque cardíaco e derrame. Portanto, não menospreze a falta de vitamina D no seu sistema.

Especialistas ainda estão tentando estudar os efeitos e a patologia da vitamina D e pressão arterial. Uma possível explicação aponta para o teor de cálcio desta vitamina específica, o qual é um nutriente importante para os processos metabólicos e celulares do corpo.

8. Você está sofrendo de queda de cabelo

Queda de cabelo é bastante comum em pessoas que sofrem de estresse. Mas, se a queda do seu cabelo parece anormalmente excessiva, você pode ser deficiente de vitamina D.

A vitamina D alimenta e estimula os folículos capilares. Se você não tem uma quantidade suficiente desta vitamina, isto poderia impedir o crescimento do seu cabelo.

9. Ossos fracos

Você sabia que seus ossos param de crescer quando você tem trinta e poucos anos? Você alcançará o pico da saúde de seus ossos neste estágio, mas a reconstituição de seus tecidos ósseos ainda continua conforme você envelhece.

Porém, se você não tem vitamina D o suficiente, os tecidos ósseos também não obterão uma nutrição apropriada.

É assim que você desenvolve ossos mais macios, que aumenta seu risco de fratura e de outros problemas ósseas como osteoporose.

10. Suas feridas não cicatrizam rapidamente

Você tem uma ferida que parece cicatrizar mais devagar do que o normal? Este pode ser outro sinal de baixos níveis de vitamina D. Especialistas do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba estudaram os efeitos da deficiência de vitamina D em pacientes com úlceras nas pernas.

Pitacos: Ser deficiente de vitamina D é bastante comum. Mesmo assim, é melhor prestar atenção aos sinais, pois sua saúde geral e bem-estar estão ligados a ela. É muito fácil tratar esta condição, mas também é importante conversar com seu médico para obter mais informação, orientação e conselho.

Para muitas pessoas, aumentar a dose dos suplementos de vitamina D, mudar a dieta incorporando mais alimentos ricos nesta vitamina, e passar mais tempo ao ar livre pode ser um divisor de águas, especialmente se sofrem de doenças autoimunes.

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito na publicação.

– Avaliação de Caráter.

Li em algum lugar que nem sei onde foi; só sei que é de uma verdade inegável:

“O melhor indicador de caráter de uma pessoa, é como ela trata as pessoas que não podem lhe trazer benefício algum”.

Autor desconhecido.

Pois é… tratar bem só quem pode retribuir não vale. O legal é fazer de coração sem esperar nada em troca.
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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Mantenha a frieza e a tranquilidade:

Perdida na Web, essa interessante mensagem que nos alerta sobre humildade, temperança e a necessidade do desprendimento da opinião alheia.

Vale conferir para elevar a autoestima:

– Dica 2:

– Você “faz acontecer” ou fica só no discurso?

Nossas realizações nos mostram quem somos de fato. Não podemos simplesmente ser algo que não fazemos ou alguém que fica na “mentira proferida”.

O grande Carl Jung cunhou essa verdade, abaixo:

– Dica da Noite 1: Persistência.

– Repost: Ainda existe trote em Faculdade? Os 10 mais violentos:

Republicação, mas atual:

Em meados dos anos 90, cursei minha faculdade em Administração de Empresas. Uma época maravilhosa (tanto que me impulsionou a continuar estudando e depois lecionando). E quando fui “bixo”, o trote sofrido foi tenebroso!

No ano seguinte, ávido pela tradicional brincadeira, o trote aos calouros foi proibido. E eu, já na condição de veterano, entendi que era exagero da instituição.

Agora, bem maduro, tenho certeza absoluta: que bobagem são os trotes universitários! Arrancar a roupa do novo aluno, pintá-lo, fazê-lo pedir dinheiro no semáforo para pagar cerveja? Pra quê?

Sou a favor do “trote solidário”, optativo e não forçoso, com a finalidade de doação de sangue, recolhimento de alimentos, ajuda a entidades carentes.

Trote abusivo, além de ser bullying, não está com nada.

Aliás, quer saber quais foram os trotes mais violentos registrados no Brasil?

Compartilho,

Extraído de: https://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/quais-foram-os-trotes-mais-crueis-do-brasil/

OS 10 TROTES MAIS CRUÉIS DO BRASIL

Por Mariana Nadai

O primeiro trote universitário no país, em 1831, acabou em morte na Faculdadede Direito de Olinda. Desde então, a maioria das instituições proibe a prática, mas o ritual continua e, em muitos casos, com bastante violência. Abaixo, em ordem:

10. Pegando Pesado
Faculdade: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Curso: Engenharia
Ano: 1993
A festa de recepção aos calouros em Guaratinguetá, no vale do Paraíba, se transformou em momentos de horror para um dos estudantes recém-ingressos na instituição. O garoto foi humilhado na frente de todos pelos veteranosdo curso. Durante o evento, ele foi agredido pelos colegas e obrigado a amarrar um peso de 7 kg nos seus órgãos genitais.Logo após a violência, ele abandonou a faculdade.

9. Trote picado
Faculdade: Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Curso: Agronomia
Ano: 2006
No interior de Minas Gerais, um calouro foi despido e coberto de tinta. Não contentes, os veteranos ainda o obrigaram a deitar sobre um formigueiro. O estudante recebeu mais de 250 picadas e foi internado. A UFU expulsou dois alunos e suspendeu outros 13. Um deles tentou recorrer da decisão, explicando que o trote foi realizado fora do campus, mas não obteve sucesso.

8. Obedece ou apanha
Faculdade: Centro Universitário de Araraquara (Uniara)
Curso: Diversos
Ano: 2000
Após recusarem ter seus cabelos raspados durante a recepção, dois novatos foram agredidos por veteranos da instituição, em Araraquara. Eles receberem chutes na cabeça e foram hospitalizados com vários ferimentos. Um deles recebeu alguns pontos na boca e o outro sofreu amnésia temporária. Traumatizados, os alunos deixaram de frequentar a universidade pelo resto do ano.

7. Surpresa quente
Faculdade: Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (Unifeb)
Curso: Diversos
Ano: 2010
Sete estudantes da universidade em Barretos, interior de São Paulo, foram recebidos com jatos de creolina – um desinfetante industrial altamente corrosivo.Todos sofreram queimaduras de primeiro grau. O caso foi investigado pela polícia, mas acabou arquivado pelo Ministério Público de São Paulo um mês depois.

6. Bebida em excesso
Faculdade Universidade Federal de Rio Grande (Furg)
Curso: Engenharia da Computação
Ano: 2010
O trote é proibido na instituição desde 2004, mas os estudantes costumam dar as festas de boas-vindas fora da universidade. E, em uma das comemorações, que aconteceu a 50 m do campus, os veteranos passaram dos limites e forçaram dois calouros a ingerir uma quantidade exagerada de bebida. Os garotos entraram em coma alcoólico e foram internados.

5. Tarefas desumanas
Faculdade: Centro Universitário Anhanguera Educacional
Curso: Medicina veterinária
Ano: 2009
Em Leme, interior deSão Paulo, um calouro foi chicoteado, forçado a beber pinga e a rolar em excremento de animais, além de ser amarrado a um poste e sofrer agressões. O garoto entrou em coma alcoólico e, abandonado na rua, foi internado como indigente. Ele deixou a universidade, que abriu uma sindicância para apurar o caso.

4. Durante o sono
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1998
Um rapaz teve fogo ateado em seu corpo durante o Mata-Toma, tradicional festa de recepção de calouros, em Sorocaba. Após passar pelas repúblicas para beber, o garoto parou para descansar em um sofá. Enquanto dormia, outros estudantes resolveram abusar dele, colocando fogo em suas roupas. Ele teve 25% do corpo queimado. O caso levou à expulsão de cinco alunos envolvidos.

3. Passou dos limites
Faculdade Universidadede Mogi das Cruzes
Curso: Jornalismo
Ano: 1980
Em Mogi das Cruzes, município da grande São Paulo, um trote acabou em tragédia. Um calouro estava no trem da estação Estudantes, que liga a cidade à capital paulista, quando foi abordadopor um veterano da universidade. Ao proibir que cortassem seu cabelo, o rapaz foi espancado até entrar em coma. Ele não resistiu aos ferimentos.O agressor foi condenadoa cinco anos de prisão.

2. Banho da morte
Faculdade: Pontifícia Universidade Católica deSão Paulo (PUC-SP)
Curso: Medicina
Ano: 1962
Durante a festa de recepção, um dos novatos foi pego pelos veteranos do curso para uma “brincadeira” de boas-vindas. Forçado a se despir completamente, o garoto foi obrigado a entrar em um barril cheio de água misturada com cal. O estudante teve boa parte do corpo queimada e acabou morrendo. Três anos depois do incidente, em 1965, a PUC proibiu o trote na instituição.

1. Forçando a barra
Faculdade: Universidade de SãoPaulo (USP)
Curso: Medicina
Ano: 1999
O caso mais emblemático de trote violento aconteceu há 13 anos na USP. Um dia após a festa de recepção, o calouro Edison Tsung Chi Hsueh foi encontrado morto no fundo da piscina da instituição. Após ser pintado, Edison seguiu, junto com outros calouros, para a atlética da USP, onde teria sido forçado a entrar na piscina sem saber nadar. Quatro estudantes foram acusados pela morte do rapaz. Eles foram denunciados pelo Ministério Público, mas o caso foi arquivado pelo Superior Tribunal de Justiça por falta de provas e os estudantes foram inocentados.

FONTES: Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo; Sites: antitrote.org, guiadoscuriosos.com.br, conjur.com.br, guiadoestudante.abril.com.br

Vale a pena participar do trote na faculdade?

Imagem extraída de: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/vale-a-pena-participar-do-trote-na-faculdade

– E não ter uma Rede Social…

É engraçado (um pouco forte), exagerado, assustador e… bem feito!

Aqui, temos um caso clássico de como as pessoas estão reféns das Redes Sociais. Vale para refletir se, de repente, em algum momento, você não já pensou em sair da Web!

Vídeo em: https://youtu.be/8iyF3ZcVMr0

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html

– Saúde Mental no Futebol.

A pressão entre os atores do mundo do futebol é enorme, mas há um silêncio muito grande sobre esse tema: o da saúde mental no esporte.

Em 2009, o goleiro alemão Robert Enke se matou atirando-se em uma linha de trem. Dois anos depois, o árbitro iraniano Babak Rafati, cansado da pressão do meio, tentou o suicídio cortando os pulsos. Mais recentemente, o ex-atacante Nilmar (Inter-RS e Corinthians) disse ter sofrido depressão e pensou em se matar.

Vários atletas de outras modalidades encerraram precocemente a carreira por conta da pressão por resultados, e isso decorre pelo fato de que o esporte de alto rendimento, no fundo, não é algo saudável. O exagero no desempenho do corpo, a carga enorme de treinamentos, a maratona de partidas e disputas, por fim, esgotam fisicamente a pessoa. E se o atleta não tiver um condicionamento emocional adequado, sucumbe.

Muricy Ramalho, treinador, abandonou a carreira depois dos problemas de saúde, fruto da sua atividade. O AVC de Ricardo Gomes, ocorrido ao vivo num jogo do Brasileirão, credita-se ao stress. E aí somos obrigados a refletir: por mais que se possa dizer que grandes técnicos ganham muito dinheiro, e que isso é a sua compensação pelos percalços e cobrança que passam, a Saúde Mental fala muitas vezes mais alto. Às vezes, nem fala: grita!

Jürgen Klopp, treinador do Liverpool, considerado um profissional atencioso e sempre divertido, demonstrou na Premiere League um comportamento diferente, perdendo a cabeça e se enervando desnecessariamente. E nessa última semana, Klopp anunciou que fará uma pausa na carreira. Será que voltará quando?

Pense: quantos outros treinadores não gostariam de fazer a mesma coisa? Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, falou abertamente: “ganhei tanto dinheiro e não consigo gastá-lo, não consegui passear ainda na cidade de São Paulo”. Mano Menezes, do Corinthians, jogo a jogo vem demonstrando sinais de estafa com as derrotas do seu time e com as trapalhadas da sua diretoria.

Imagine, agora, os seguintes problemas: um jogador sofre pressão da torcida nas arquibancadas, não recebe o seu salário em dia, não pode sair para passear em shopping ou restaurante quando o clube perde, além da sua cobrança interior. Se não tiver ajuda psicológica, adoece. De que adiantou todo o dinheiro conquistado, se a qualidade de vida (e até a liberdade cotidiana) se esvazia?

Há um fator que potencializa ao extremo isso: as Redes Sociais. No Twitter (ou melhor, no atual “X”), torcedores entram nos perfis dos boleiros e ofendem com as maiores barbaridades possíveis. O assédio moral é violento e não há muito o que fazer: ou o profissional abandona a Internet ou ignora as críticas.

Um exemplo para comparação: Tom Holland, o jovem ator que interpretou “Homem Aranha” nos cinemas, anunciou que saiu das Redes Sociais para preservar a saúde mental. E considere: ele tem um staff enorme, acompanhamento terapêutico, é rico, e seu trabalho é elogiado. E ainda assim não aguentou. Imagine um atleta de futebol, que mexe paixões contrárias e a favor.

Fica o alerta para a FIFA, além das entidades locais, como a CBF: façamos campanhas de prevenção ao equilíbrio emocional e à saúde mental, antes que algo mais grave possa acontecer.

Copa do Mundo: como a saúde mental influencia o desempenho dos jogadores em campo - BBC News Brasil

Imagem extraída de Getty Images, em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63512442

– Mano e a CNV, parte 2: excessos ou aceitável?

Depois da pendenga entre o técnico corintiano Mano Menezes e o jogador Raniele (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ty7), agora vemos a polêmica de Yuri Alberto sendo chamado de “burro” pelo treinador.

É óbvio que defendemos a CNV (Comunicação Não-Violenta) em todos os setores profissionais. Mas no campo de jogo, durante um momento de calor durante a partida, o questionamento ao seu próprio atleta passou a ser algo condenável?

Claro que a discussão é ampla: chamar a atenção é uma coisa, assediar o funcionário é outra, e xingar de burro… é uma agressão verbal?

Na década de 70, ninguém colocava a mão à frente da boca para não ser flagrado xingando. Nos anos 80 não tínhamos a Internet e a pulverização de imagens. A Globalização estava nascendo nos anos 90, e a repercussão global de qualquer deslize não existia. Mas em 2023, uma expressão mal formulada, imediatamente viraliza nas Redes Sociais.

Como teria sido o trabalho de Vanderley Luxemburgo naquele Palmeiras-Parmalat, caso tivéssemos o cenário de dezenas de câmeras flagrando cada vocábulo proferido? O do Mestre Telê Santana, com sua rigidez e cobrança constante?

Eu sei que em nossos dias atuais, o politicamente correto prevalece e várias situações de outrora não são mais permissíveis. Só que o relacionamento entre treinador e jogador era outro (bem como a qualidade técnica). Por exemplo: você imaginaria Rivelino, Zico, Gérson, Raí, Ronaldo e tantos outros craques na situação de Yuri Alberto? Não iria acontecer… E se acontecesse, como reagiriam Serginho Chulapa, Mário Sérgio, Edmundo…?

Os tempos, de fato, são outros.

Do “mi-mi-mi”, passando pelas novas práticas, chegando à correção de comportamento: o futebol está diferente.

Mano Menezes perdeu a paciência com Yuri Alberto neste domingo.

Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo / Estadão, extraído de: https://www.terra.com.br/esportes/corinthians/mano-se-explica-apos-chamar-yuri-alberto-de-burro-em-reves-do-corinthians-a-atitude-nao-a-pessoa,2697e8e5605e0486d3cd81b44316b9c1d2eejx1d.html