Eu vi esse mapa sobre os varejistas mais buscados no Google por cada estado brasileiro.
Penso: ser o mais buscado na Internet, por tabela, o torna o maior daquele lugar? O que vende mais? O que lucra mais?
Confira e tire suas conclusões:
Vivendo e aprendendo: e não é que existem ossos para cachorros em linha “gourmet”?
Eu me surpreendi! Não imaginava que pudessem ter ossos recheados de frango, picanha e outros sabores. O cachorro vai comendo aos poucos e saboreando o interior dele.
Quem inventou, não sei. Mas que foi uma sacada genial, ô se foi!
A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.
Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital“. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!
Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.
Dias atrás, passei pelo Multi Modas Center, um centro de compras da cidade de Jundiaí muito conhecido, com lojas de bom preço e ótima qualidade.
Faz muito tempo que não andava por lá. E me assustei… um andar inteiro sem lojas, e o térreo, com apenas alguns estabelecimentos na entrada.
Triste e desolador. Impossível não lembrar dos tempos de movimento ali.
Olhe só que situação, na foto abaixo:
Inevitável perguntar: foi a crise ou há outros motivos também?
Fui fazer uma rápida revisão no meu carro e trocar o óleo. Cheguei em uma famosa oficina automotiva, e aí eu vi cada absurdo no atendimento…
1- O atendente queria meu CPF, o meu celular e o meu e-mail para começar o orçamento. Pô, eu não quero passar meus dados, fazer cadastro ou coisa que o valha onde nem sei se vou fazer o serviço. É pra mala direta, na cara dura?
2- Só para calcular a troca de óleo, quase 5 minutos na tela do computador, sem diálogo, sem interação, mudo comigo. É tão difícil fazer um cálculo simples? Cadê o “conquistar o cliente”?
3- Estando eu irritado com a demora e o péssimo atendimento, fui arrumar minha máscara de proteção pois ela estava incomodando. Eu já estava a mais de 1 metro de distância (garantidamente, quase 2). E ainda dei “um ré” para tirar a máscara e ajeitá-la. Eis que o sujeito olha para mim e diz: “se o senhor não colocar a máscara, não posso continuar seu atendimento”!
Ué, não tirei a máscara para ficar sem ela. Eu estava a dois metros de distância e me distanciei mais ainda para ajeitá-la e proteger com mais conforto. Além disso, estávamos num ambiente aberto e SEM NENHUM OUTRO CLIENTE… Risco zero de contágio de qualquer coisa por perdigoto (não só de COVID).
Taí, talvez, o motivo da loja estar vazia: a forma excessivamente burocrática de um atendimento “sem noção” do que é protocolo, cuidados necessários e/ou procedimentos excessivos. E olhe que eu vou a todo lugar com máscaras, sou vacinado com as duas doses e defendo o distanciamento social.
Em tempo: aqui não tem nada relacionado com política, negacionismo ou fanatismo. Simplesmente é falta de treinamento ou senso de segurança e comportamento.
Fui embora e fiz o serviço em outra loja, onde fui muito bem atendido (na Rei do Óleo em Bragança Paulista). A que me atendeu mal? Não vale dizer nem no Dia de Natal, nem no de época de Tempo Pascoal.
Imagem extraída de: https://blogdomenon.blogosfera.uol.com.br/2013/12/16/trofeu-sorvete-na-testa-1-trapalhoes-de-2013/
E aí? Valeu a pena alguma oportunidade na Black Friday?
Aproveitou alguma oferta?
O noticiário diz que o volume de vendas ficou aquém do esperado. Assim, muitas empresas prolongaram as ofertas para o sábado e o domingo.
E falando em “ofertas”… quantas de “mentirinha”, não? Anuncia-se desconto irrisório, aumenta-se o preço e depois dá o desconto?
Enfim: que não tenha sido, como jocosamente muitos falam, uma “black-fraude”.
Ops: para não dizer que não comprei nada, comprei Leite! Paguei 3 latas e levei 4 (foi realmente 1 grátis, sem estar o preço embutido nas demais)

Imagem extraída de: https://www.terra.com.br/amp/economia/black-friday-brasil-vira-meme-tudo-pela-metade-do-dobro,6e67ce399a3a2410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html
Foi há 5 anos, mas é atual…
Já reparou que muitos equipamentos possuem vida útil sugerida pelos fabricantes e não duram mais do que isso?
Computadores, de fato, são exemplos reais. Celulares e TVs também. É a cultura do descartável, pois se o produto durar muito tempo, a indústria não vende outro. Claro que aqui se implica a questão da atualização, renovação, nova tecnologia, etc.
No entanto, na França, o Governo local está de olho em quem força o produto para que ele seja obsoleto antes de um tempo razoável.
Abaixo, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/41212/franca+vai+multar+em+ate+r$+1+mi+empresas+que+fizerem+produtos+programados+para+quebrar.shtml
FRANÇA VAI MULTAR EM ATÉ R$ 1 MI EMPRESAS QUE FIZEREM PRODUTOS ‘PROGRAMADOS PARA QUEBRAR’
Não é teoria da conspiração: a “obsolescência programada”, técnica que limita a vida útil de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, é um recurso real muito usado pelo setor industrial para forçar consumidores a comprar novos produtos. É o caso das máquinas de lavar de três anos que quebram, enquanto as de 30 anos continuam funcionando normalmente.
Para lutar contra esta prática, a França aprovou recentemente uma lei que pune a obsolescência programada com multas de até € 300 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) para as empresas e penas de até dois anos de prisão para os responsáveis.
A medida faz parte do projeto de lei da transição energética, que tem como objetivo diminuir as taxas de poluição no país. Segundo o documento, estão comprometidas “todas as técnicas pelas quais uma empresa visa, através da concepção do produto, diminuir “propositalmente” a duração da vida útil ou da utilização potencial de tal produto para aumentar sua taxa de substituição. Estas técnicas podem incluir a introdução voluntária de um defeito, fragilidade, paralisação programada ou prematura, limitação técnica, impossibilidade de reparação ou não compatibilidade”.
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A iniciativa, até então inédita na Europa, foi uma vitória para ativistas franceses que lutavam pelo reconhecimento da lei desde 2013. Para a associação France Nature Environnement (FNE), é “um forte sinal político enviado aos fabricantes, aos distribuidores e aos cidadãos”, segundo disse à imprensa local Agnès Banaszuk, representante da FNE.
O problema agora é conseguir provar quando um produto foi intencionalmente modificado para quebrar depois de alguns meses ou anos de uso. A palavra “propositalmente” inscrita no texto gerou críticas por ser aberta a interpretações e também porque pressupõe que o consumidor forneça provas da intenção do fabricante.
Ainda não está claro como será feita a avaliação dos aparelhos, já que a lei foi recentemente aprovada e ainda não houve nenhum caso formalmente aberto.

Imagem extraída de: https://organicsnewsbrasil.com.br/meio-ambiente/educacao-reciclagem/saiba-como-descartar-corretamente-tv-de-tubo/ (foto: Nelson Coelho/ Diário SP)
Estamos no século XXI. O homem explora o Universo, desenvolve máquinas que têm inteligência artificial, cria ambientes virtuais e metaversos, mas… ainda julga pessoas por conta da cor da pele?
De nada adianta a Evolução Tecnológica se há regressão de dignidade. A história da Zara no Ceará, que viralizou no Brasil, é um desses exemplos não críveis nos dias de hoje, tamanho o absurdo (caso seja comprovado).
O andamento dessa triste história, extraído de: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59005086
Um dos “novos tigres asiáticos”, o Vietnã, que vive no regime socialista igualmente controlador como o de Pequim (e também ditatorial), crescia de maneira impressionante antes da pandemia.
Cada vez mais vemos grandes empresas produzindo nos países asiáticos. A China é o exemplo-mor, mas outras localidades onde a população paupérrima é abundante têm se destacado, como o já citado Vietnã.
Segundo a Revista Istoé Dinheiro (ed 680, pg 75-78 por Roberta Namour), alguns dados da relação trabalhista por lá (lembre-se: são dados de 2 anos, antes da Covid, mas que nos permitem uma reflexão):
– Trabalhadores labutam 12 horas diárias, de segunda a sábado;
– 30 minutos é o intervalo para o almoço;
– 7 dias de férias por ano;
– Crianças têm plena permissão para trabalhar nas indústrias;
– Média salarial de US$ 40.00 mensais.
Dá para concorrer com eles? Ainda, na matéria: uma calça jeans de marca de grife produzida por lá, custa 5.00 dólares! E é revendida, nos países desenvolvidos, por US$ 40.00…
Estive com minha filha de 4 anos no Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas. Lá, existe uma restaurante no McDonald’s com 3 caixas físicos e 2 totens de auto-atendimento. Porém, na sexta-feira não havia uma só pessoa para o atendimento humano.
Estando com uma criança e sacolas na mão, por conforto, eu queria ser atendido por uma pessoa, não me “auto-atender” por uma máquina. E a fila era longa…
Perguntei à moça da loja (que ali estava fazendo faxina) se não tinha ninguém para atender, e ela, roboticamente, disse: “só no Totem”.
O Totem de auto-atendimento é legal para quem quer esse serviço. Eu não queria. Fui obrigado (mas não irei mais). E sabe a ironia? Como eu pagaria em dinheiro, tive que fazer o pedido pela máquina e esperar alguém aparecer para… cobrar!
É mole?
Custa ter uma pessoa para atender, desde o início? Essa “forçação de barra” irrita.
A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.
Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital“. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!
Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.
O bilionário mercado de vestuário no Brasil está atento à fusão (para muitos, compra) da Soma com a Hering.
O grupo Soma, proprietário de marcas como FARM, ofereceu 3 bilhões para a Hering mais participação em ações, ultrapassando a proposta da Arezzo, que a desejava também (segundo o site Valor Econômico). Se concretizado, será o 4o mais importante ator do ramo (de acordo com o InfoMoney).
O ranking desses grandes empreendedores ficaria:
Como se vê, os números não são para amadores…
Para onde tudo vai?
Uma das coisas mais baratas que existe é macarrão, mas… nos comércios de artigos de luxo – que anda em alta em muitos lugares, um pote de massas custa mais de R$ 100,00!
Há quem pague, mas uma massa caseira bem simples ainda é mais saborosa e gostosa.

Meses atrás, o Fantástico da Rede Globo trouxe uma matéria sobre a Máfia dos Combustíveis no Rio Grande do Norte. Mas os golpes contra o consumidor são muito mais complexos e frequentes, infelizmente.
Veja essa matéria de 2012 explicando os mecanismos que provocam fraude e enganam o motorista. E vale o lembrete: abasteça no posto em que você confia!
Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=z3rMkNgdYlw
Quem criou essa mensagem, já bastante visualizada na Web, acertou em cheio!
Valorizemos a Pequena e Média Empresa, o Empreendedor local! Abaixo:

A Brasil Kirin comprou a Schincariol em 2011 por R$ 6,7 bi. Em 2017 (nesta mesma data), a vendeu por R$ 2,2 bi para a holandesa Heineken.
Como justificar? A Heineken está feliz?
Entenda como foi a polêmica e discutida negociação e os incentivos na época, extraído de: http://cdn2.istoedinheiro.com.br/wp-content/uploads/sites/17/2017/02/brasil-kirin.jpg
POR QUE A BRASIL KIRIN, DONA DA SCHIN, FRACASSOU NO MERCADO BRASILEIRO
Quando chegou ao Brasil, em agosto de 2011, os japoneses da Brasil Kirin não mediram esforços e muito menos recursos para conquistar o mercado brasileiro de cerveja.
Eles pagaram quase R$ 4 bilhões aos irmãos Adriano e Alexandre Schincariol para assumir o controle da cervejaria de Itu, no interior de São Paulo, em agosto de 2011.
Três meses depois, tiveram de desembolsar cerca de R$ 2,3 bilhões pela fatia dos irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol. Com isso, assumiram 100% do controle da companhia.
Quase cinco anos depois, a venda dos ativos brasileiros da Brasil Kirin para a holandesa Heineken mostra o fracasso dos japoneses no mercado brasileiro de cervejas.
O valor pago foi de R$ 2,2 bilhões (664 milhões de euros). Se as dívidas foram incluídas, o preço sobe para R$ 3,3 bilhões. Neste último cenário, os japoneses da Kirin estão recebendo 50% menos do que pagaram pelos ativos da família Schincariol em 2011.
O que fez os ativos da antiga Schincariol se desvalorizarem tanto neste período? Uma série de erros estratégicos contribuiu para a perda de valor da cervejaria.
Quando desembarcou o Brasil, o plano dos japoneses era simples: ser a segunda posição em vendas no mercado brasileiro. Na ocasião, a Schin estava atrás do Grupo Petropólis, dono da marca Itaipava, e da Ambev, que fabrica a Skol, Brahma e Antarctica.
Para atingir a meta dos japoneses da Kirin, a estratégia foi focar no Nordeste, o caminho encontrado para gerar volume e chegar ao almejado segundo lugar. Mas as coisas não saíram conforme o combinado.
A Brasil Kirin não só não conseguiu ganhar mercado no Nordeste, como começou a perder participação no Sudeste, que trabalha com margens mais altas. Conclusão: uma série de prejuízos operacionais, que foram se acumulando ao longo do tempo.
No ano passado, a dona das marcas Schin, Devassa, Baden Baden e Eisenbahn reportou um prejuízo operacional de R$ 260,8 milhões no mercado brasileiro. Mesmo assim, é um resultado melhor do que as perdas de R$ 322,3 milhões de 2015.
A solução para tentar estancar a perda foi cortar custos, demitir e fechar unidades. Em outra ponta, a Brasil Kirin começou a se desfazer de ativos, como uma fábrica na cidade de Cachoeiras do Macacu, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que foi comprada pela Ambev.
A situação econômica brasileira e a redução do consumo de cervejas contribuíram para que a situação se deteriorasse ainda mais. Cansados, o japoneses resolveram que deveriam deixar o Brasil e saíram à busca de um comprador para os seus ativos brasileiros.
Os holandeses da Heineken, com a aquisição, ganham 12 fábricas e uma rede de distribuição própria. Ela também passa a ser a segunda colocada no mercado brasileiro de cervejas, com uma fatia na casa dos 19%, atrás apenas da Ambev. A Heineken, por sua vez, conta com cinco fábricas no Brasil e a distribuição é feita pelas engarrafadoras da Coca-Cola.
Não costumo comer no Habib’s, mas minha esposa queria comer algumas esfihas e fui ao restaurante.
Ao ver a propaganda de uma esfiha de calabresa com queijo cremily, fiquei com fome! Pedi uma e…
Compare a do anúncio da direita e a real, na esquerda. Logicamente uma fotografia tem diferença do produto, mas é pra tanto?
Abaixo:

Sabia que as montadoras de veículos “tradicionais” do mundo estão cada vez mais investindo pesado na produção de carros híbridos e/ou elétricos?
O motivo é o pesado investimento dos chineses, com apoio do Governo local e muita inovação.
Extraído da Folha de São Paulo, pg A16, reproduzido do New York Times
VISÃO CHINESA DITA O RITMO DO CARRO ELÉTRICO NO MUNDO
Montadoras aceleram esforços em carros elétricos após aposta da China
Existe um motivo forte para que as montadoras de automóveis de todo o planeta estejam acelerando seus esforços de desenvolvimento de veículos elétricos: a China.
Em um projeto que envolve vastas somas de dinheiro do governo e a visão de que dominará a nova geração de tecnologias, a China se tornou a maior defensora mundial dos carros elétricos.
Esse movimento está forçando as montadoras de automóveis, de Detroit (EUA) a Yokohama (Japão) e de Seul (Coreia do Sul) a Stuttgart (Alemanha), a acelerarem seu ritmo de transformação, sob o risco de serem deixadas para trás no maior mercado mundial de automóveis.
Pequim já determinou que 20% dos carros em circulação na China em 2025 deverão ser acionados por combustíveis alternativos.
No mês passado, o país divulgou novas regras que determinam que as montadoras internacionais ofereçam mais veículos acionados por energia alternativa no mercado local, se quiserem continuar a vender carros convencionais.
Um representante do governo chinês disse recentemente que o gigante asiático terminaria por proibir a venda de carros zero com motores de combustão interna.
“Estamos em uma encruzilhada no desenvolvimento da indústria automobilística nesse país, tendo em mente a escala mundial”, afirmou Jürgen Stackmann, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, em visita a Xangai (China).
A China já é a maior fabricante e vendedora de carros elétricos do planeta. Os compradores chineses estão a caminho de adquirir quase 300 mil deles neste ano, três vezes o número que deve ser vendido nos EUA e mais que o total de todo o resto do planeta combinado.
GM e Ford anunciaram planos para acrescentar um total de 33 modelos elétricos às suas linhas. GM e Volkswagen também estão transferindo boa parte de sua pesquisa, desenvolvimento e produção de carros elétricos para a China.
O país também está adotando uma política agressiva para recrutar alguns dos engenheiros eletricistas mais talentosos do mundo, inclusive nos Estados Unidos.
Tudo isso em um momento em que os carros elétricos finalmente estão ficando mais competitivos em desempenho e custo em relação aos movidos a gasolina e diesel.
Em ruas de cidades como Pequim, Xangai e Shenzen, esse tipo de veículo é cada vez mais comum, já que o carro elétrico faz bastante sentido em locais com grande população (e congestionamento) e em que as pessoas têm de percorrer curtas distâncias.
Como você se sentiria se estivesse num hipermercado e entre engradados de cerveja e guarda-sóis houvesse um homem morto?
No mínimo, constrangedor. Normal, nunca. Mas foi isso que aconteceu em Recife numa loja do Carrefour: o cidadão morreu e ficou no chão, num “cercadinho”, esperando o resgate e com a loja funcionando normalmente.
Abaixo, extraído de: https://leragora.net/trabalhador-morre-no-carrefour-corpo-e-escondido-e-mercado-fica-aberto/
TRABALHADOR MORRE NO CARRREFOUR, CORPO É ESCONDIDO E MERCADO FICA ABERTO
Um representante de vendas morreu após ter um mal súbito enquanto trabalhava em um supermercado do Carrefour, na cidade de Recife. O corpo foi coberto com guarda-sóis, cercado por engradados de cerveja e o supermercado continuou em funcionamento para o público.
Ele não era funcionário do supermercado e trabalhava para uma fornecedora, mas estava no local para trabalhar. O Carrefour identificou o homem como Moisés Santos e informou que ele morreu por infarto.
Nas redes, a empresa soltou uma nota, na qual afirma que “o inesperado falecimento do Sr. Moisés Santos, vítima de um infarto, foi muito triste para nós do Carrefour. Sentimos muito e, por conta do ocorrido, revisitamos os protocolos para implementar a obrigatoriedade de fechamento das lojas para fatalidades como essa”.
Em resposta a críticas feitas por internautas, o Carrefour escreveu que “estamos atentos a qualquer emergência e totalmente à disposição para dar todo o suporte necessário aos nossos clientes, colaboradores e prestadores de serviço. Mudamos nossos protocolo de fechamento da loja em casos como o do Sr. Moisés”.
Sou Jornalista, formado no início de 2020. Mantenho o Ler Agora desde dezembro de 2018. Escrevo sobre política. Siga no Twitter: @tiagolopes_jorn
Texto de 3 anos, mas bem atual quanto a questão: o Corinthians não é tricolor? Compare esse artigo com a questão da polêmica do logo Laranja do BMG, patrocinador do Timão, discutido nesta semana.
A Itália tem a bandeira de cores verde, branca e vermelha, mas joga de azul em homenagem a cor predominante da Casa Real de Savóia. Os clubes que se chamam “Internacional” jogam normalmente de vermelho, pela origem socialista-proletária, exceto a Internazionale de Milão, que veste azul e preto em homenagem a região de Santo Ambrósio. Assim também o América Mineiro é exceção em não utilizar a cor do sangue rubro dos seus co-irmãos Brasil afora.
E por quê o Corinthians não é tricolor, já que tem a bandeira do Estado de São Paulo em seu distintivo, além de remo e timão nas cores vermelhas?
O time do Parque São Jorge adotou o preto e branco como cores oficiais, mas mantém o Vermelho em seu escudo; afinal, se chama Corinthians Paulista.
Qual a vergonha, repulsa ou medo em usar a cor tão discriminada? De o chamarem de tricolor como seu arquirrival São Paulo Futebol Clube e ser ironizado?
Pura bobagem. Se o alvinegro do Parque São Jorge quiser assumir outra identidade – a de 3 cores, deveria fazer. O Atlético Mineiro, o Botafogo ou o Santos são puros alvinegros. O Corinthians, pelo emblema, de fato não é. Ou deveria pintar os adornos em preto e branco também?
Seria utopia o Mosqueteiro usar uma camisa vermelha? Talvez. Certamente não o veríamos de verde. Lembrando que o time já usou roxo (em alusão do torcedor ser “corinthiano roxo”), usou vinho (em homenagem a São Jorge e ao… Torino !?), usou amarelo (pela honraria da Seleção Brasileira) e até o laranja, lembrando do famoso Terrão de Itaquera.
Gostou dessas cores de camisa? E o que você pensa sobre a identidade tricolor do Corinthians?
Deixe seu comentário:

E não é Fake News: qual a diferença de serviço de prostituição ser liberado em 6 de junho pelo Governo da Suíça, e a prática do boxe, por exemplo, ser proibido?
Ambos envolvem contato físico. Não entendi o critério de liberação de um e proibição de outro. Veja no quadro:

Vez ou outra, ouvimos notícias de se permitir o auto-atendimento dos clientes em postos de combustíveis. O Carrefour, quando começou a montar seus estabelecimentos, tentou essa proposta e a legislação barrou.
É um assunto muito complicado: se pelo lado do comerciante, o custo de um frentista é altíssimo (em impostos, obrigações de saúde e outras exigências), por outro: será que o próprio cliente se atender, com as dificuldades existentes (quando travar a bomba, como abrir o tanque, o cuidado em não respirar benzeno, assim como o pagamento dos produtos) dará certo?
Abaixo, o projeto que já faz 1 ano e que está para ser discutido:
PROJETO QUER PERMITIR QUE MOTORISTA ABASTEÇA O PRÓPRIO CARRO
O Projeto de Lei 2302/19 permite o funcionamento de bombas de autosserviço –operadas pelo próprio consumidor– nos postos de abastecimento de combustíveis.
Em análise na Câmara dos Deputados, o projeto revoga a Lei 9.956/00, que hoje proíbe essas bombas.
Autor da proposta, o deputado Vinicius Poit (Novo-SP) diz que permissão de postos com autosserviço é uma das sugestões constantes em estudo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de 2018 para aumentar a concorrência no setor de combustíveis e reduzir os preços dos combustíveis.
O parlamentar ressalta que o modelo existe nos Estados Unidos desde a década de 1950 e permite a venda por um preço mais barato, já que reduz o custo trabalhista do empresário.
Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Na verdade, não é, mas, são: os DADOS!
Veja só que artigo interessante, Extraído de PEGN, pg 34-37, Set/2019
O BEM MAIS VALIOSO
por Facundo Guerra
Pela primeira vez na história o bem mais valioso do mundo não é mais objetivo, mas subjetivo. Até recentemente o combustível de nossa economia era o petróleo. Hoje, são os dados, extraídos como o óleo de nosso comportamento online e que são metabolizados por máquinas, refinados, e retornam para nós em forma de anúncios, que por sua vez chegam com o timing certo e nos fazem consumir de maneira irrefletida: compramos coisas desnecessárias para preenchermos o vazio existencial que o excesso de conexão e estímulo via redes sociais acabam por criar, em detrimento de conexões reais com outros humanos. É a cilada perfeita: nos exprimimos, consumimos a expressão alheia, nos sentimos vazios, consumimos, nos exprimimos, em looping. Afinal, comparamos nosso nível de felicidade e sucesso com as outras pessoas de nossa rede, e é impossível não se sentir fracassado diante dos humanos perfeitos que performam perante nossos olhos no Instagram, esse aparato de propaganda montada com a engenharia reversa de uma máquina de caça-níqueis.
Esta máquina não surgiu do nada: é a resposta ao imperativo da auto-expressão e criatividade que surgiu nos anos 1990, por sua vez uma resposta à emergência das mega-celebridades e do culto à personalidade dos 1980. Uma geração inteira foi incentivada a se expressar, a se achar especial e merecedora de uma audiência, como se todos obrigatoriamente fossem se importar com o que eles tinham a dizer. Então, de repente, todos queriam ser artistas, encontrar seu público, seguir seu sonho. Uma geração de gente arrogante (da qual faço parte), que se achava a mais especial entre os humanos que já caminharam sobre a Terra e que eram merecedoras de notoriedade e fama.
As redes sociais são apenas a resposta do mercado ao imperativo de todos precisarmos sermos criativos, inovadores, pensarmos fora da caixa e artistas: as empresas de tecnología nos deram um pequeno palco só nosso, onde nos apresentamos para outras pessoas que também têm seu próprio palco, ad infinitum, dentro de uma sala de espelhos, como num asilo de alienados, cada qual em sua própria realidade.
Deu nisso: nos expressamos para ninguém, porque a verdade é que ninguém se importa, mais além de um like ou coração. Vivemos com raiva, nos revoltamos diariamente, nos fechamos em nossas próprias bolhas ilusórias, reagimos por espasmos, temos medo, expressamos nosso desagravo, consumimos porque o consumo virou escapismo e construção identitária, performarmos para nossa audiência, ela em si também formada por “artistas”, “influenciadores”, “celebridades”, público e performers vibrando na mesma frequência, todos exaustos de tanto sentir raiva por não terem 1000 seguidores, 10000 seguidores, 100000 seguidores, porque são incompreendidos, afinal, eram originais e merecedores de atenção, quando na verdade não passavam de uma cópia da cópia da cópia da cópia, todos colocando pra fora o que sentem e tendo seu comportamento tabulado, uma nuvem de pontos de expressão que através de inteligência artificial foi capaz de criar um simulacro de cada um de nós em um servidor, tão simplório e eficiente em identificar nosso comportamento de consumo porque nós mesmos nos tornamos simplórios em nossas opiniões polarizadas e senhores de nossa razão, gritando diante de um espelho, desconectados do agora e da realidade.

Se o Comércio está desesperado com as vendas somente on-line para o Dia das Mães (a 2a melhor data para as vendas), tendo exercido natural pressão para um relaxamento nas medidas contra o Covid-19, imagine como será a pressão para as Festas Juninas!
Pense como deputados farão discursos exaltados dizendo que até lá (Junho) tudo estará bem. E os municípios que fazem da Festa de São João um grande evento, o que farão para tentar realizá-las?
Claro, tal assunto despertará a questão: no Carnaval, já se sabia o suficiente ou não sobre o Novo Coronavírus? Foi ou não responsável liberar as festividades?
Em tempo: algumas cidades já cancelaram suas Festas Juninas. É, agora, esperar as Julinas.

Que grande sacada! O Maxi Shopping Jundiaí está implantando um serviço de Drive-Thru no seu estacionamento, visando ajudar os lojistas da área de alimentação, já que o estabelecimento está fechado.
Abaixo, os telefones, os restaurantes e como pedir,
Extraído de: https://tvtecjundiai.com.br/news/2020/04/15/maxi-shopping-jundiai-presta-servicos-por-drive-thru-1/
MAXI SHOPPING PRESTA SERVIÇO DE DRIVE-THRU
O Maxi Shopping Jundiaí, que está com as atividades suspensas por tempo indeterminado – de acordo com as orientações dos órgãos oficiais competentes -, informa que está implantando o sistema drive-thru para as lojas que vendem alimentos em geral, enquadradas em serviços essenciais pelos decretos municipais.
O sistema funciona de segunda a domingo, das 11h às 22h. O cliente deve ligar nas lojas que ofertam o serviço, efetuar o pedido e combinar a forma de pagamento e a retirada dos produtos adquiridos, sem sair do carro, no estacionamento, em frente à Entrada da Lua. Não há cobrança de estacionamento.
Além disso, confira os demais estabelecimentos com serviços delivery:
KFC – Uber Eats
Pizza Hut – (11) 4521-7200/4521-7205 e http://www.pizzahut.com.br/Ifood
Habbibs – (11) 3003-2828 e Ifood
Popeys – Uber Eats
Piazza Focacceria e Pizzaria – de terça a domingo, das 12h às 22/Ifood
Sucão – das 11h às 20h, Ifood e Uber Eats
Pizza & Dog – App “pizzaedog5”, Uber Eats, Ifood e (11) 4521-9797
Peat Shop Pet Boutique – das 12h às 20h, no sistema pick up – animais devem ser deixados e retirados na Entrada do Sol do Shopping. Agendamento deve ser feito previamente pelo número (11) 4522-4410
(Fonte/Foto: Assessoria de Imprensa)

Congressos internacionais adiados, voos cancelados, entregas remarcadas, aulas adaptadas nas escolas, produtos sem a conformidade, serviços modificados, salários reduzidos, atendimentos médicos não-urgentes ignorados, procedimentos diversos realinhados…
Ufa!
Tantos exemplos só para observar: durante a crise mundial que vivemos, podemos identificar bem pessoas e empresas que trataram com correção seus clientes, não só na questão de preço e atendimento, mas de respeito.
Aliás, meu plano de saúde da Unimed – Jundiaí é um desses casos: sem usar, com a rede médica “de quarentena”, não passando nem em PA, o Boleto veio com um significativo aumento…
É nessas horas que se separa os bons e maus prestadores de serviços.

Viralizou nas Redes Sociais ontem a imagem do Hipermercado Carrefour lotado. Como promover a não proliferação do vírus se as pessoas se comportam como consumidores ávidos para gastar em véspera de Natal?
Aliás, Edison Maltoni, presidente do Sincomércio de Jundiaí, foi feliz na observação: as lojas de eletrônicos (rotuladas como não essenciais) não podem abrir no Centro da cidade, mas os mesmos produtos são vendidos no Carrefour, pois o estabelecimento caracteriza-se como “essencial”, já que é um mercado com grande variedade. Não está errado?
Concordo com tal reflexão pertinente.

Foi há 2 anos, mas é algo atemporal… compartilho:
Há muita picaretagem sendo praticada por comércios desonestos. Uma fraude que aumenta, em especial na Capital Paulista: postos de combustíveis anunciam o preço do Diesel como se fosse da Gasolina, e na hora do pagamento, o consumidor paga o real preço do produto (bem mais caro).
Como enganam?
Com uma faixa que ilude com as cores e a forma de anúncio, cobrando quase R$ 1,00 a mais do motorista!
Entenda o golpe, extraído de:
https://motorshow.com.br/blog-sobre-rodas-gasolina-ou-diesel-o-golpe-dos-postos-aprofunda/
GASOLINA OU DIESEL? O “GOLPE DOS POSTOS” SE APROFUNDA
Por Flávio Silveira
Gasolina ou diesel? Em meados de janeiro, denunciei aqui no blog um novo tipo de “golpe dos postos” que estava sendo aplicado em São Paulo. Alguns estabelecimentos estavam induzindo o consumidor ao “erro” mudando a lógica de algo já consagrado: as grandes faixas nos postos com os preços do etanol, em verde, e da gasolina — sempre em vermelho, certo?
Não. De repente os postos decidiram que em vermelho devem indicar o preço do diesel, e não o da gasolina, como sempre foi. Em um grande centro urbano como São Paulo, onde a esmagadora maioria dos carros roda com gasolina e/ou etanol, não faz sentido.
Aconteceu comigo, aconteceu com leitores: você vê o preço de longe, abastece, confere o valor total na bomba (ou não) e paga. Poucos conferem novamente o valor do litro do combustível na bomba, pois já viram naquela faixa enorme o quanto iam pagar.
“Coincidentemente”, aqui em São Paulo, na mesma semana da minha “denúncia” o Diesel s-10 estava em média 3,79 e o da gasolina na faixa de 3,89, nos postos mais baratos, e 4,10 nos mais caros. No posto que fotografei (e que me enganou), o diesel estava 3,79 e a gasolina, 3,99. Uma diferença pequena.
Mas parece que o consumidor paulistano é bastante distraído e o tal “golpe” deu certo – e muito! Porque decidiram piorá-lo – ou aprimorá-lo, dependendo do ponto de vista. Pra quem não se acostumou com a gasolina cara e apenas manda “completar”, pode passar despercebido. Essa semana fui pego de surpresa por uma versão bem mais grave: na região do aeroporto e em Pinheiros, áreas nobres de São Paulo, quatro postos de combustível usavam a mesma estratégia da faixa com o preço do diesel, mas agora com uma enorme diferença: os valores da gasolina muito maiores que os do diesel.
Em um dos postos, enquanto os grandes números na parte vermelha da faixa, com o valor da gasol– quer dizer, do diesel, marcava 3,79, a gasolina estava por absurdos 4,79 (como só se via nos minúsculos números da bomba). Enquanto isso, um posto poucas centenas de metros adiante estava vendendo o mesmo combustível por R$ 3,89 (R$ 0,90 por litro a menos!). Alguns postos já vendem combustível a mais de R$ 5!
Então, se aqueles primeiros postos que citei praticavam preços de mercado — e apenas o indicavam na faixa de um modo “não convencional”, podendo enganar o consumidor desatento e fazê-lo pagar um pouquinho mais, nesses flagrados agora a diferença é muito maior, com o preço da gasolina totalmente fora da realidade. Uma forma bem mais grave e prejudicial do golpe. Fique atento.

REPARE NA FAIXA QUE O PRODUTO DIVULGADO NÃO É GASOLINA, MAS DIESEL.
Quem criou essa mensagem, já bastante visualizada na Web, acertou em cheio!
Valorizemos a Pequena e Média Empresa, o Empreendedor local! Abaixo:

Depois do anúncio do fechamento dos Shoppings e Academias na região Metropolitana de SP, por parte do Governador João Dória (da próxima semana até 30 de abril), agora é a vez do prefeito paulistano Bruno Covas determinar o fechamento do Comércio na Capital por 15 dias, a partir de 6a feira.
Padarias, farmácias, restaurantes, supermercados, postos de combustíveis e feiras livres terão autorização de funcionamento durante o período de vigor do decreto.
A verdade é: a necessidade de quarentena está aí, aceite-se ou não! E o prejuízo financeiro, reclamemos ou não, é inevitável pela causa maior.

Fui hoje cedo ao Supermercado Coopercica, no Parque Eloy Chaves. E reparei os seguintes preços do Guaraná Antártica:
– A garrafa de 2000 ml custa R$ 4,49.
– A garrafa de 1500ml custa R$ 4,99.
Ambas estavam lado-a-lado na prateleira. Se o produto não estiver em promoção, é ilógico acreditar que o preço cotidianamente é esse. Assim, o mercado pode ter errado e levando prejuízo.
Em acreditando-se ser uma promoção, fica o puxão de orelha: ninguém divulga? Se é para vender mais, precisa anunciar!
