– Cairo 678: História Real de Mulheres que sofrem em Pleno Século XXI

Quer um filmão para esse fim de semana? Cairo-678 é a pedida!

O que dizer da história real de uma mulher muçulmana que, em pleno século 21, se torna a primeira a mover um caso de Assédio Sexual no Egito?

Parece surreal, não? Como as mulheres de lá devem sofrer…

Extraído de: http://www.cinema.com.br/filmes/cairo-678.html

CAIRO 678

Seba é uma jovem moderna que é violentada durante um jogo de futebol. A partir de então, ela se torna ativista dos direitos femininos e ensina autodefesa para mulheres. Fayza é uma dona de casa obediente aos costumes do seu país, mas não escapa de ser assediada no ônibus que pega todo dia.

Nelly é uma aspirante a comediante que se torna a primeira mulher na história do Egito a processar alguém por abuso sexual. Apesar das diferenças de classe, social e idade, essas três mulheres revelam traços em comum por serem vítima da violência e do preconceito contra mulher.

ANÁLISE DO EDITOR

O arquétipo do cinema egípcio nunca foi uma maravilha, mas, ocasionalmente, algumas obras não tão convencionais são realizadas nesse país transcontinental. Cairo 678 é uma dessas obras que ultrapassam o nível médio com características admiráveis e que podem chacoalhar a vida cinematográfica da sua região.

Traçando as histórias paralelas de três mulheres, a narrativa caminha por um assunto delicado, proposto corajosamente pelo roteirista e diretor Mohamed Diab. Expondo os direitos que os machos (?) egípcios julgam ter, o filme expõe a bolinação promovida por aqueles homens contra o sexo oposto, seja dentro de um ônibus (o 678) ou em qualquer ambiente público.

Ao, então, terem suas histórias cruzadas, as três mulheres resolvem tentar criar uma lei que coíba os atos libidinosos, entremeando em uma trama ardilosa, dolorida e que traz à tona uma tradição venosa e que expõe a força do sexo feminino numa cultura fundamentalmente machista.

Diab, além de ser um sujeito audacioso ao se atirar contra uma enorme parcela masculina dos seus compatrícios, faz um belo trabalho na direção, especialmente ao focar a dor que nasce dentro dos olhos das mulheres antes de qualquer reação contrária. Para isso, seus grandes closes nos rostos, auxiliados por uma fotografia muito crua, que transparece uma realidade feia, tornam-se dados basilares para o intento geral. Vale destacar, igualmente, a utilização das sombras como elemento capital de várias sequências (e é interessantíssimo perceber a não utilização da explicitude como um tipo de arma – tola – comercial).

A sinceridade que se pode ver nas expressões das protagonistas (lindas atrizes por sinal) quase elimina certo grau de amadorismo à frente das câmeras, que fica ainda mais oculto devido à causa transcorrida. Destaco, especialmente, a atuação da Nelly Karim como Seba.

A trilha sonora, que não foge do estilo musical africano e que, ao mesmo tempo, alude a um piano melodicamente ocidental, parece querer ligar as conquistas das mulheres do oeste à luta por liberdade daquelas retratadas e, possivelmente, das suas conterrâneas.

Por fim, é louvável essa expressão vinda de uma equipe egípcia (até por se tratar de uma história real). Quando um povo, dentro de si, luta contra as suas tradições (sem interferência de uma cultura dessemelhante), mostra-se, aí, que uma transformação é necessária e que, mesmo passível de um delongado tempo, aquele povo encontrará seu próprio caminho.

– Sucesso se Livrando das Drogas

Para quem não leu a entrevista de Robert Downey Jr, o ator de Homem de Ferro e Sherlock Holmes, perdeu uma boa leitura. Há 10 anos, estava falido e consumido pelas drogas. Ao tentar uma vida saudável, recuperou tudo o que perdeu! E aconselha Mel Gibson, vítima de alcoolismo, a fazer o mesmo.

Uma frase me chamou a atenção:

Como é bom estar limpo”.

Ótimo, não?

– Os Muppets no Cinema. Eles voltaram. Mas cadê o Caco?

Os Muppets, bonecos que faziam sucesso entre a garota do final dos anos 70/80, voltaram! E agora pertencem à Disney, ganham nova roupagem e estréiam no cinema nesse final de semana.

Entretanto, nesse mundo cada vez mais globalizado, o Sapo Caco mudará de nome: virará Kermit, para ser conhecido mundialmente. É a mesma estratégia que fez a fadinha que conhecíamos como Sininho mudar o nome para Thinker Bell, do Ursinho Puff virar Pooh, ou do Super-Homem virar Superman…

Extraído de: http://is.gd/AQ75jJ

POR QUE ELES MUDARAM DE NOME?

A mudança de Caco para Kermit segue uma estratégia da indústria de entretenimento de unificar a identidade de personagens em todo o mundo. Por que abrir mão de nomes que marcaram a infância pode ser uma ideia lucrativa

Antes do início de Os Muppets nos cinemas brasileiros, os espectadores assistirão a uma cena em que Kermit explica a mudança de nome. Numa visita ao Rio nos anos 1970, quando foi se apresentar a um produtor de cinema, o personagem tossiu. O som foi interpretado como “Caco”, o que gerou uma confusão. A personagem Piggy nega a história. Diz que Kermit usou um nome falso para aprontar no Carnaval e que agora ele deve ser chamado de Kermit, o nome pelo qual sempre foi conhecido nos Estados Unidos.

Curiosamente, essa é a única justificativa dada pela Disney para a mudança de nome: questionados, representantes do setor comercial da empresa dizem que essa é a versão oficial. A mudança também será adotada em outros países. Em Portugal, Kermit deixará de ser o Sapo Cocas, e na Espanha não atenderá mais pelo nome de Gustavo.

Segundo o empresário Jaime Troiano, autor do livro As marcas no divã, a adoção de uma identidade global para os personagens segue uma tendência criada na indústria de alimentos e produtos de limpeza. “Nos anos 1970, quando o mercado era mais fragmentado, as empresas adotavam nomes diferentes para aumentar o apelo regional”, diz. “Hoje, como é muito mais fácil ter acesso a informações sobre produtos de outros países, as marcas se unificaram para fortalecer sua identidade.” A mudança também reduz os custos, pois evita a necessidade de adaptar embalagens de brinquedos e produtos relacionados aos personagens em cada país.

– De volta para o Futuro: Nike, McFly e a ação de Responsabilidade Social

A Nike resolveu vender 1500 pares de tênis iguais ao modelo que ela própria fez para o filme “De Volta para o Futuro 2”. E sabem quanto arrecadou? Quase 10 milhões de dólares.

O bacana é que toda a receita foi doada à Fundação de Michael J. Fox (o ator principal da triologia) que hoje sofre de Mal de Parkinson. O dinheiro servirá para financiar novas pesquisas da doença e assistencialismo aos pobres que sofrem desse mal.

Olha o tênis, com 11 imagens, em: http://is.gd/dd6QGT

– Os Novos 3 Patetas!

Curly, Moe e Larry? Eles voltaram!

Em breve, estreará uma refilmagem dos ícones trapalhões: os 3 Patetas, agora, na versão século XXI.

Para quem se lembra da nostálgica série, ainda em branco e preto aqui vai um link bacana sobre as filmagens: http://is.gd/w7BlOI

E aí fico com a dúvida: um deles, Curly, foi substituído em alguns anos da série. Quem era ele? E por quê foi trocado?

– Novo Homem-Aranha se inspira em… Ronaldo?

 

André Garfield substituirá Tobby Maguire e será Peter Parker, o Homem-Aranha, na refilmagem do super-herói.

 

O ator, em coletiva sobre as filmagens, disse que se inspirou no jogador de futebol Ronaldo Fenômeno para compor a personagem.

 

???

 

Por quê?

 

Sei lá! O ator também não explicou…

 

Alguém saberia dizer?

– Cineclube Consciência apresenta Produções Independentes no mês de Junho

 

por Patrícia Anete/Reinaldo Oliveira, do Cineclube Consciência

 

O Cineclube Consciência no mês de junho apresenta filmes de curtas e médias metragens de produtores independentes. A programação tem início neste sábado, dia 4, com a apresentação de cinco curtas/médias metragens da Apé Produções – produção/direção do Rafael Botas. No dia 11 o curta São Paulo Railway – produção/direção de Marcelo Müller. No dia 18 o curta Um Rio no Quintal – produção/direção de Raquel Loboda/Natália Contesini. Nos dias 11 e 18 serão apresentados outras curtas. No dia 25 o média metragem O Parque Encantado – direção/produção de Wagner Pereira dos Santos. Todos os sábados após a apresentação haverá bate papo entre os produtores e publico presente. O Cineclube está localizado no Complexo FEPASA- auditório da FATEC, na Avenida dos Ferroviários, 1760. O início das apresentações é as 19h e a entrada é gratuita.  

– Rio de Janeiro agita Hollywood

 

Cariocas devem estar contentes! A cidade do Rio de Janeiro, até este último final de semana, consta com 2 fimes rodados lá como campeões de bilheterias no mundo!


Nos EUA, a maior bilheteria do ano foi registrada na estréia de “Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”, e a segunda maior: “Rio” (o filme dos passarinhos Blu e Jade). No mundo, “Rio” é a maior bilheteria do ano até agora.


A Cidade Maravilhosa está tendo uma promoção excepcional. Aproveitará?

– Um dia Feliz!

 

Não me contenho de alegria! Hoje levamos nossa Marininha pela primeira vez ao cinema. Confesso que a ansiedade maior era a minha. Ela está com 2 anos e não sabíamos se agüentaria ficar o filme todo. Mas ela estava toda feliz, pois dizia que “nunca na vidinha foi ao cinema” e que ia assistir ao “filminho dos passarinhos” (RIO).

 

Ela adorou! Se comportou direitinho, comeu pipoca e só ficou com medo da cacatua malvada, que em determinado momento, assustou até a mim. Mas não deu nenhum trabalho e adorou a “Jade, porque ela é lindinha”.

 

O debute da Marina no cinema foi emocionante a nós. Ela se divertiu e mostrou ser uma mocinha. E me senti todo pimpão, porque mesmo tão novinha ela se portou acima da expectativa. E, durante o filme todo, conversamos bastante sobre a historinha. Aliás, pelo jeito, quem deu trabalho fui eu…

 

 

Um dia sensacional, sem dúvida!

– Muito Dinheiro e Muito Fracasso

Sou cinéfilo, mas um pouco chato para a qualidade dos filmes que assisto. Olha que interessante: a Forbes divulgou dias atrás os grandes fracassos de bilheteria- quem mais gastou em superproduções e perdeu muito, mas muito dinheiro mesmo. O campeão em prejuízo tem um elenco fantástico. Veja:

Extraído de: Terra

OS MAIORES FRACASSOS DE BILHETERIA NOS ÚLTIMOS 50 ANOS

O filme “A Grande Ilusão”, dirigido por Steven Zaillian e que tem Sean Penn como protagonista, é o maior fracasso de bilheteria dos últimos 50 anos, segundo uma lista publicada nessa sexta pela Forbes. A produção, do ano de 2006 e que conta ainda com Kate Winslet, Jude Law, Anthony Hopkins e James Gandolfini, gerou apenas US$ 9 milhões – bem abaixo do orçamento de US$ 55 milhões.

O segundo lugar ficou para The Express – A história de Ernie Davis, de 2008. O filme conta a trajetória de um jogador de futebol americano universitário que sofreu com o preconceito racial. Seu orçamento foi de US$ 40 milhões, contra US$ 10 milhões em bilheteria. O terceiro lugar é de Stay – Entre a vida e a morte, produção de 2005 que conta com Ewan McGregor e Naomi Watts no elenco. Foram apenas US$ 8 milhões recuperados, contra US$ 30 milhões gastos.

Também aparecem na lista Grindhouse (2007), de Quentin Tarantino; Invasores (2007), com Nicole Kidman; e dois filmes com Eddie Murphy como estrela: Minha filha é um sonho (2009) e O grande Dave (2008).

– A NASA tira as Dúvidas da Ficção Científica

 

Veja que bacana: a NASA criou um hotsite para explicar alguns absurdos ou retificar teorias de temas de ficção científica utilizados em filmes no cinema. Entre eles, blockbusters como Armageddon, Parque dos Dinossauros, 2012 e Avatar.

 

Curiosidade: Parque dos Dinossauros, cientificamente, possui uma lógica muito grande; entretanto, Armageddon seria um dos mais improváveis e ilógicos acontecimentos.

 

Dê uma visitada no site da NASA: http://www.nasa.gov/

 

De fato, é muito interessante para cinéfilos como eu!

– Leslie Nielsen morreu!

 

Que pena. Leslie Nielsen, grande ator de comédias como “Corra que a Polícia vem aí” morreu ontem. Sua carreira tinha mais de 100 filmes!

 

O cara era um tipo único, ótimas interpretações em papéis cômicos na dose certa. Que descanse em paz.

 

Extraído de http://cinemacomrapadura.com.br/noticias/181335/morre-o-ator-e-comediante-canadense-leslie-nielsen-aos-84-anos/

 

MORRE O ATOR COMEDIANTE CANADENSE LESLIE NIELSEN AOS 84 ANOS

 

No fim desse domingo (29), morreu, aos 84 anos, o ator Leslie Nielsen. Ele estava internado no hospital na Flórida para tratamento de uma pneumonia bastante grave, mas acabou não resistindo a doença e morreu devido a complicações. John Kelly, agente do ator, emitiu um comunicado escrito pela família de Nielsen:

“Estamos tristes pelo falecimento do querido ator Leslie Nielsen, provavelmente melhor lembrado como o tenente Frank Drebin na saga ‘Corra que a polícia vem aí’, embora tenha desfrutado de uma carreira no cinema e na televisão durante mais de 60 anos“.

Ainda em nota, os familiares pedem ao público que, em vez de mandarem flores, remetam doações em seu nome a organizações beneficentes. Doug Nielsen, sobrinho do astro, comentou a uma rádio local que seu tio tinha permanecido hospitalizado por cerca de 12 dias e que sua situação piorou nas últimas 48 horas. Segundo disse, Nielsen morreu rodeado por sua família e amigos às 17h30 hora local.

Nielsen nasceu em Saskatchewan, Canadá, e apareceu em mais de 100 filmes e centenas de programas de televisão ao longo de sua carreira. Sua fama ganhou o mundo quando em 1980 aceitou fazer o médico maluco na comédia cinematográfica “Apertem os cintos, o piloto sumiu”. Com o sucesso desse papel, Nielsen passou a ser um dos comediantes mais requisitados para comédias desse gênero, inclusive a famosa “Corra que a polícia vem aí” e suas duas sequências. Outras comédias que participou foi “Drácula – Morto Mas Feliz”, de Mel Brooks, e “A Repossuída”, com Linda Blair.

Nielsen também viveu o personagem dos desenhos animados Mr. Magoo na adaptação homônima para as telas, entre tantos outros projetos do gênero comédia.

– Desonestidade Intelectual e Confusões do Labirinto Mental

 

Se alguém perguntar: Vai chover? E a outra pessoa responder: Talvez, hoje é dia 24. O que você pensaria dela?

 

Guilherme Fiúza explica essa situação falando sobre os porquês de José Padilha assinar a contra-gosto seu nome num dito “ manifesto intelectual pró-Dilma e retirá-lo na sequência”. Interessante:

 

Extraído de: Revista Época, 25 de Outubro de 2010, pg 66, ed 649

 

O MANIFESTO DA DESONESTIDADE INTELECTUAL

 

A burguesia culpada ataca novamente. O manifesto de intelectuais a favor da candidatura Dilma – aquele que incluiu a assinatura do diretor de Tropa de elite contra a vontade dele – resume o Brasil do faz de conta. Faz de conta que o país está dividido entre ricos e pobres, conforme a mitologia criada por Lula desde seu primeiro discurso presidencial. Faz de conta que os avanços sociais vão acabar se a oposição vencer. Faz de conta que a vida do povo melhorou porque Lula é pobre.

A elite envergonhada se sente nobre quando bajula o povão. Não contem para ninguém que os avanços sociais começaram no governo de um sociólogo, porque isso vai estragar todo o heroísmo da esquerda festiva. Ela estava feliz em sua jornada nostálgica no Teatro Casa Grande, onde aconteciam as históricas reuniões de resistência à ditadura. Não perturbem Chico Buarque, Leonardo Boff e demais artífices do manifesto dos intelectuais em seu doce sonho de altruísmo. Deixem-nos curtir seu abraço metafórico ao operariado.

O único problema desse abraço é a metáfora em si. Ela se chama Dilma Rousseff e está prestes a virar abóbora. A fada que a transformou em encarnação da esperança popular deve estar exausta. O encanto começa a se dissipar, e a donzela começa a rosnar mensagens constrangedoras, com o rosto novamente crispado, masculinizado, hostil. A mamãe dos brasileiros está se desmanchando ao vivo. Os intelectuais e artistas de esquerda precisam fazer alguma coisa, porque o estoque de licenças poéticas do plano Dilma está no fim. Talvez pudessem importar um lote novo da Venezuela.

Após sua participação no debate presidencial da TV Bandeirantes, Dilma foi entrevistada ao vivo, ainda no estúdio. O repórter perguntou-lhe o que ela quis dizer com a acusação de que seu adversário pretende privatizar o pré-sal. Dilma mostrou então todo o seu preparo como candidata a Vanusa. Seu raciocínio saltou das profundezas oceânicas para os hospitais públicos, emendando num salto espetacular para as salas de aula do Brasil carente. Com os olhos vagando pelo nada, talvez em busca do sentido da vida, Dilma começava a dissertar sobre segurança pública quando foi salva pelo repórter da Band. Ele livrou-a de seu próprio labirinto mental da única forma possível: encerrou a entrevista.

Como nem tudo na vida é propaganda eleitoral gratuita, a musa dos intelectuais de esquerda logo apareceria de novo sem as fadas do marketing. Dessa vez, cercada por microfones, explicou que o maior acesso da população aos telefones nada tinha a ver com a privatização da telefonia. “O pobre passou a ter telefone porque passou a ter renda. Não por causa da privatização”, afirmou, categórica.

O eleitor não deve se zangar só porque a afirmação contraria a história. O fato de que a abertura da telefonia ao capital privado melhorou a vida do povo precisa mesmo ser esquecido. Para piorar, isso aconteceu no governo do sociólogo, ou seja, destoa completamente da apoteose operária que está levando o Brasil ao paraíso. Não vamos estragar o enredo. Até porque, se o aumento da felicidade per capita não puder ser atribuído à bondade estatal de Lula e Dilma, como os intelectuais progressistas vão fazer para se reunir no Teatro Casa Grande, lançar manifestos e se sentir importantes? Sinceridade tem limite.

Vamos deixar isso tudo combinado, antes que o encanto acabe. Os planos do PT para controlar a informação não existem. É pura invenção da imprensa burguesa, que não quer a ascensão popular, como alerta o manifesto dos intelectuais. O povo está com Dilma, e portanto a verdade também. O resto é despeito dessa elite egoísta que não gosta de pobre.

O diretor José Padilha mandou tirar seu nome do manifesto. No mínimo, deve ser um privatista. Mas aqui é a terra do filho do Brasil. Privatização, só na Casa Civil. Rumo ao Oscar.

– Iggy Pop = Lindsay Lohan? Um samba de criolo doido…

 

Ora essa… o que o veteraníssimo roqueiro Iggy Pop disse:

 

“Ela se parece comigo, é a única que tem atitude suficiente e esteve na prisão na idade certa. A produção poderia esconder seus seios”.

 

Ele se referiu à bela Lindsay Lohan, atriz de Hollywood que se afundou nas drogas e escândalos sexuais, desejando que ela o interprete no cinema.

 

Seu Iggy: apesar de ambos terem um histórico de vida similar nas conturbações, a beleza dela com a sua diferem e muito…

– Vem aí: “Os Vingadores”!

Thor, Capitão América, Hulk, Homem de Ferro, entre outros super-heróis estarão juntos! Oficialmente, foi apresentado elenco e detalhes do maior filme de super-heróis da era moderna do cinema.

Uma mini-matéria: http://cinema.terra.com.br/comiccon/2010/noticias/0,,OI4584385-EI16825,00-Os+Vingadores+finalmente+se+reunem+na+ComicCon.html

– Cala Boca, Stallone. Ou: – Tampe os ouvidos, Brasil?

Sylvester Stallone filmou recentemente o longa-metragem “Mercenários” aqui no Rio de Janeiro (estreará em breve).  Ontem, num programa de entrevistas americano, o ator desdenhou da simplicidade do povo brasileiro, levando a condição do carioca de ingênuo à de ignorância extrema; falou com escárnio da simpatia local; e, finalmente, falou muitos desaforos sobre a violência no país, além do medo que passou com sua equipe de filmagem. Entre algumas pérolas, disse: “Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado (…) “ [Eles dizem:] Obrigado, Obrigado e leve um macaco (…) Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar. (…) Lá poderíamos ter explodido vários prédios e todos ficaram felizes e ainda trariam cachorros-quentes para aproveitar o fogo”.

É pura ironia e piada de mau gosto. Mas para quem não está costumado com uma cidade violenta, será que ele não se impressionou? Pense ainda: o que achamos de normal em questões de criminalidade, é porque nos acostumamos com o dia-a-dia dessas ações de banditismo?

Claro que ele rebaixa a condição intelectual do povo brasileiro. Entretanto, não há um fundo de razão nas críticas urbanas?

Corroborando com os TT do Twitter de hoje: Cala Boca Stallone. Mas será que o que ele falou é aquilo que nós teríamos que ouvir?

E você, o que pensa disso: a violência que assustou Stallone no Rio de Janeiro já é a mesma da nossa cidade? E estamos tão acostumados com ela que nem percebemos mais?

Aguardo sua opinião!

– Avatar 2 e o Lobby Amazônico Brasileiro

James Cameron, o premiadíssimo diretor de cinema que produziu “Avatar”, se encontra a trabalho em Manaus hoje. Há meses, foi ventilada a continuação do filme, a ser gravado na Venezuela, em sua porção amazônica. A idéia é: fazer lobby para que as cenas sejam filmadas na Amazônia sim, mas do lado de cá!

Boas chances de obter sucesso. A missão será conduzida pelo próprio governador Eduardo Braga.

– Segurança Nacional: o Filme vem aí!

Um filme gravado em 2006 e prestes a ser lançado promete ser uma sensação: o ator Thiago Lacerda será o 007 brasileiro, Milton Gonçalves será o primeiro presidente negro do Brasil (nosso Obama) e outros artistas de peso. Para as gravações, o avião oficial do governo foi emprestado (o AeroLula), além de caças da força aérea.

O enredo é assustador: traficantes cariocas tentarão explodir uma bomba atômica na Amazônia!

Não dêem a ideia…

O trailer oficial está em: http://www.youtube.com/watch?v=2aOTvLTTMM8

– O Bolsa Pipoca

A sugestão do José Simão na Folha de São Paulo para alavancar a bilheteria do filme do Presidente Lula foi sensacional: já que ela tem sido decepcionante, crie-se o “Bolsa-Pipoca“. Ou melhor, faça animação em 3D, com o dedo cortado do protagonista voando sobre os espectadores…

Maldade… mas engraçado!

– Morgan Freeman da Época ou da Veja?

Gosto da atuação do ator Morgan Freeman. Na Revista Veja da última semana, foi prazeroso ler a sensacional entrevista em suas humildes palavras sobre seu talento, seus papéis e sua vida. Na mesma semana, a Revista Época trouxe a notícia do seu relacionamento amoroso com a própria neta. Vão até casar! Nem sei se a lei americana permite ou não tal relacionamento.

Confesso que ele caiu em meio conceito…

– Da Arte de Demitir

George Cloney poderá ganhar um Oscar pelo seu novo filme: Amor sem Escalas. Mas, atenção administradores e cinéfilos de plantão: além da bela atuação do ator, há no filme um ingrediente interessante: a temática da “arte de demitir“.

Nesta película, George é um profissional que visita o mundo demitindo executivos. Ele é responsável pelo anúncio da demissão de forma educada e cuidadosa, procurando evitar traumas. Claro, num ambiente de comédia, que é o propósito do filme.

Assim, fica a dica: para aqueles que tem dificuldade de lidar com o tema, o filme se torna uma aula sobre o assunto! Acompanhada por uma pipoca, melhor programa não haverá!

– O Filme do nosso Mestre-Guia Lula

Já falamos aqui ironicamente sobre a Indicação de Lula ao Oscar (clique aqui para o texto). Mas quero compartilhar o pensamento de Rubens E. Filho, comentarista de cinema da Rádio Jovem Pan. Ele disse que “nunca um país teve a ousadia de fazer uma biografia de seu presidente, em vida, lançada em ano eleitoral (…) é muito ‘puxa-saquismo’ para um filme com ótimos atores (…). Lula se tornou no filme um Messias, só falta fazer milagre”.

Bom crítico de cinema que se mostrou perfeito na crítica política. É isso mesmo! O filme do Lula não teria hora mais imprópria para demagogia e para o seu lançamento do que em 2010. Puro oportunismo dos envolvidos…

– A Morte de Herbert Richers: um ícone da dublagem

Morreu o dono do estúdio de dublagem mais famoso do mundo: Herbert Richers. Araraquarense, ele foi incentivado nada mais nada menos por Walt Disney para dublar filmes e desenhos.

Acho que na década de 80, quase tudo o que era produzido fora do país era dublado pelo seu estúdio. É fresca na memória o bordão: “Versão Brasileira- Herbert Richers“. Olha o histórico dele:

Extraído de: http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4112763-EI13419,00-Morre+o+produtor+de+cinema+Herbert+Richers.html

MORRE O PRODUTOR DE CINEMA HERBERT RICHERS

O produtor de cinema Herbert Richers, dono da empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, na Clínica São Vicente, Rio de Janeiro, depois de um ano de padecimento, com uma doença de rins.

O velório acontece nesta sexta, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio, onde o corpo dele será cremado.

O diretor global J.B. Oliveira, o Boninho, lamentou a morte do produtor em seu Twitter. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira. Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

Herbert Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923, mas passou grande parte da sua vida no Rio de Janeiro. Em 1950, ele fundou na cidade a distribuidora de filmes Herbert Richers S.A, que depois virou uma das pioneiras no ramo da dublagem no Brasil, conhecida pelo anúncio “versão brasileira, Herbert Richers”.

A dublagem foi introduzida ao produtor em 1960 pelo amigo Walt Disney, como forma de resolver o problema das legendas, que eram quase ilegíveis para a tecnologia da época (televisão pequena, em preto e branco e sem definições).

A organização Herbert Richers foi fundada em 1956 para a exclusiva produção de cinejornais. Pouco tempo depois, ela começou modestamente a produzir e distribuir longas, como a comédia Sai de Baixo (1956). Nos anos 60, ela já produzia cerca de oito filmes por ano, a maior média de qualquer estúdio ou produtora da época.

Com o desenvolvimento da televisão, Herbert Richers organizou um departamento de dublagem de filmes, lançando nomes que, mais tarde, se tornariam famosos, como Costinha, Fred e Carequinha, Ankito, Zé Trindade, Grande Otelo e Ronald Golias.

A empresa de Herbert Richers também passou a lançar filmes nacionais. Os destaques são O Assalto ao Trem Pagador (1962), Vidas Secas (1963), Bonitinha, Mas Ordinária (1963), Selva Trágica (1963) e Asfalto Selvagem (1964).

Hoje, a produtora possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no País.

Richers deixou três filhos, Herbert Jr., Ronaldo e Celina Maria, para quem transmitiu sua paixão pelo cinema, e todos trabalham na atividade. Já há um ano, desde o afastamento do pai por motivo de saúde, os três gerem os estúdios, que agora herdam.

Com informações do JB Online

– Mais uma vez, Apologia…

Que pena. Mais uma vez o Cinema Nacional busca se destacar com o uso da violência. Já foram enésimos filmes retratando a violência do país. A grosso modo, parece que tivemos só 3 momentos: o das Pornochanchadas, o dos Trapalhões e agora dos filmes de Cadeia & Violência.

Comédias românticas, que caem bem no gosto do brasileiro, ficaram esquecidas. A moda será “Salve Geral“, um filme que faz alusão ao crime organizado e que quer “humanizar” uma facção criminosa. Quase que (se é que não é) apologia à bandidagem.

Lamentável. E foi escolhido para tentar concorrer à indicação ao Oscar… O link para o filme é: http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/salvegeral/ 

– Cinema com Direção Apelativa

Pedro Almodóvar é um dos grandes cineastas de nosso tempo. Mas o espanhol, cuja obra aplaudida e muitas vezes polêmica, acaba “pisando na bola” ao declarar como é perfeccionista na construção de sua direção. Declarou recentemente que: “Em um filme que fiz há muito tempo, fiz sexo oral em uma atriz para mostrar ao ator como fazê-lo”.

Para um cineasta da sua categoria, isso é dispensável. Ou tal declaração não seria de cunho promocional?

– O Otimismo de Michael J. Fox

Agradável, entusiasmante e surpreendente! Estes são os melhores adjetivos que classificam a entrevista do ator americano Michael J. Fox (o ator principal da trilogia “De Volta para o Futuro” ao entrevistador David Letterman, exibida nessa madrugada pelo GNT.

Michael há muito tem rejeitado papéis devido a sua doença: o Mal de Parkinson. E resolveu dar as caras para promover um livro que lançou, que ainda sem tradução ao Brasil, tem como tema: “um olhar otimista”. Basicamente, o ator-autor fala sobre sua luta contra a enfermidade, sempre de forma positiva e pregando que a vida não acaba, apenas se torna diferente. Durante a entrevista, ao falar sobre otimismo e felicidade, Michael mostrou-se sempre bem disposto, sarrista e de bem com o mundo. Mas, é claro, percebe-se que o Mal de Parkison o afeta sensivelmente, pois ele não para de se mexer e tremer. E até brincou com isso, alegando que não consegue aprender a jogar golfe e que crianças perguntam se ele não pode ficar parado.

Para quem curtiu os filmes de Michael J. Fox, vale a pena conhecer essa luta. Para quem tem amigos ou parentes com Mal de Parkinson, não só vale a pena assistir a entrevista como aguardar a publicação do livro no Brasil.

Um trecho extraído do YouTube para quem quiser clicar e ver como está Michael:

http://www.youtube.com/watch?v=LEbJOsbFo14&feature=response_watch

Quem tem GNT, é aguardar a provável reprise, ou clicar no site em “programação” – www.gnt.com.br

– O que vale é a estreia

 

 

Olha que interessante: para os produtores de cinema, o que vale é a primeira semana de exibição dos seus filmes! Se eles vingarem, ótimo. A arrecadação vai ser boa. Se nos 3 dias iniciais não der bilheteria desejada… Veja o que acontece:(Extraído de: IstoÉ Dinheiro

 

 
 
A maldição das 72 horas
Como Hollywood usa a bilheteria do primeiro final de semana de exibição para determinar o futuro de um filme

por ROBERTA NAMOUR
O FILME WATCHMEN ACABA DE bater o recorde de bilheteria do ano em estreias no mercado americano. No primeiro final de semana, a versão cinematográfica da famosa história em quadrinhos arrecadou US$ 55,7 milhões. Pode não parecer muita coisa, já que 2009 está apenas começando. Porém, os primeiros dias de cartaz de um filme são tão cruciais para a indústria cinematográfica que os cineastas costumam chamá-los de a “maldição das 72 horas”. É esse período que determina o desempenho de arrecadação do filme ao longo de sua carreira e se o plano de negócios será mantido. Quando o filme é lançado na sexta-feira à noite nos EUA, no domingo o mercado já sabe como ele irá se comportar no resto do mundo. “Esses primeiros dias passam a ser fundamentais porque mostram se a trama foi ou não comprada pelo consumidor”, explica o cineasta Paulo Sérgio Almeida, diretor do site Filme B. A matemática é simples. Para saber a faixa de arrecadação total de um filme americano, Almeida explica que basta multiplicar o resultado da estreia por 5 ou 6 , e por 8 a 10 para filmes nacionais.Quase 90% da verba destinada à divulgação do filme é usada antes de sua estreia. Se o filme não tiver uma boa aceitação na primeira semana, no entanto, os gastos para mantê-lo em cartaz podem ser reduzidos. “Dependendo de sua performance, ele poderá ir para uma sala menor, ter suas cópias reduzidas ou mesmo sair do circuito”, afirma Valmir Fernandes, presidente da Cinemark Internacional. O filme pode até chegar às locadoras mais cedo, caso não emplaque nas telas, para fazer caixa. Já os títulos que conquistam recordes de bilheteria na estreia costumam ganhar uma preciosa fonte de receita a mais, com licenciamento de seus personagens. E, neste quesito, a “maldição das 72 horas” pode reservar surpresas. No filme Batman (o primeiro da série), as pesquisas com os espectadores na estreia revelaram que o personagem Coringa, interpretado por Jack Nicholson, provocou mais empatia com o público do que o próprio Homem- Morcego. Foi o que bastou para que o licenciamento de produtos inspirados no vilão fosse reforçado.
 

Chamem o Coringa!

Para os aficcinonados do herói dos quadrinhos Batman, o último filme do homem-morcego foi perfeito. Porém, o herói das telas acabou virando vilão na vida real. O bom e discreto ator Christian Bale foi preso, ontem, na Inglaterra, após agredir a sua mãe e sua irmã!

Se no final das contas há crise de identidade no personagem da ficção, fora das telas essa neurose não pode tomar conta do homem-ator.

Bater na própria mãe, nem o Coringa e a sua insanidade… Como disse o José Simão na Folha de São Paulo desta quarta, o herói agora é o Batmãe!