– Daqui 12 gerações, nossos descendentes não estarão mais na Terra?

Calma: não é profecia apocalíptica, crença alienígena ou estudo catastrófico. É apenas a relevante opinião de uma das pessoas mais respeitadas da ciência: Stephen Hawking, que aponta: o homem terá que morar em outro planeta em 1000 anos!

Extraído de: http://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,378933,07,07,para-o-fisico-ingles-stephen-hawking-os-dias-da-terra-estao-contados.shtml?cmpid=tw-uolnot

PARA O FÍSICO INGLÊS STEPHEN HAWKING, ‘OS DIAS DA TERRA ESTÃO CONTADOS’

O renomado físico britânico Stephen Hawking – uma das mentes mais desenvolvidas do mundo – reafirmou na quinta-feira (7) ver com pessimismo o futuro da espécie e pontuou que a humanidade só tem uma alternativa para sobreviver: deixar a Terra e ir para o espaço em busca de outros planetas habitáveis.

“Não creio que vivamos mais mil anos sem ter que deixar este planeta“, afirmou o cientista inglês em uma conferência realizada em Tenerife, Espanha, de acordo com informações do periódico El Mundo. Hawking relatou ao jornal espanhol que hoje há vários experimentos pendentes que poderiam levar a humanidade para outros planetas, como a cartografia da posição de bilhões de galáxias ou o uso de supercomputadores para entender melhor a posição da Terra.

EXPLORAÇÃO DO ESPAÇO – “O futuro é um mistério“, diz ele, “mas a sobrevivência dos seres humanos envolve, imprescindivelmente, a exploração do espaço“, acrescenta. “Nossa imagem do universo mudou drasticamente nos últimos 50 anos e estou feliz por ter dado uma pequena contribuição“, pontuou Hawking. “Nós, humanos, não somos mais que coleções de partículas que, no entanto, estão perto de compreender as leis que nos governam, e isso é um grande triunfo“, enfatizou Hawking, que sofre de esclerose lateral amiotrófica.

“CADA DIA É UMA RECOMPENSA” – Ele garantiu que sua doença lhe ajudou a ver que “cada novo dia era uma recompensa“, e finalizou  a palestra com alguns “conselhos providenciais” para a plateia. “Lembre-se de olhar para as estrelas e não para seus pés. Pergunte a si mesmo o que é que faz o universo existir. Seja curioso. E por mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo em que se pode ter sucesso. O importante não é nunca se render“, completou o físico europeu.

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– Coisas incríveis da Medicina: uma bebê de 23 semanas é retirada, operada e devolvida ao útero da mãe!

Viva a ciência e o dom da inteligência.

Mulher grávida descobre problema em seu bebê, que é operado em meio a gestação.

Abaixo, extraído de Uol.com (http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2016/10/25/nascida-duas-vezes-bebe-e-retirada-de-utero-operada-e-colocada-de-volta-por-mais-tres-meses.htm?cmpid=tw-uolnot)

NASCIDA DUAS VEZES: BEBÊ É RETIRADA DE ÚTERO, OPERADA, E COLOCADA DE VOLTA POR MAIS TRÊS MESES

Nascer costuma ser uma experiência única e irreplicável, mas não foi assim com Lynlee Boemer. A bebê de Lewisville, no Estado do Texas, “veio ao mundo” duas vezes.

Primeiro, quando pesava apenas 530 gramas. Ela foi retirada do útero de sua mãe por 20 minutos para uma cirurgia vital após um ultrassom de rotina na 16ª semana de gestação revelar um tumor na sua coluna.

Esse tumor, teratoma sacrococcígeo, vinha competindo com o feto por sangue – e elevando seu risco de ter uma falência cardíaca.

A mãe de Lynlee, Margaret Boemer, estava esperando gêmeos, mas perdeu um dos bebês no primeiro trimestre de gravidez. Quando veio o diagnóstico do bebê sobrevivente, os médicos recomendaram que ela interrompesse a gestação por completo.

Porém, havia uma opção: uma arriscada cirurgia que seria a vida ou morte para a criança. A bebê teria 50% de chances de viver.

O tumor e Lynlee tinham quase o mesmo tamanho quando a operação foi realizada, na 23ª semana de gestação.

“A escolha era entre deixar o tumor fazer o coração dela parar ou dar a ela uma chance de vida”, diz Margaret. “Foi uma decisão fácil: escolhemos dar vida a ela.”

‘SEU CORAÇÃO PAROU’

O teratoma sacrococcígeo é o tipo mais comum de tumor encontrado em bebês, segundo o médico Darrel Cass, que fez parte da equipe do Hospital Infantil do Texas que operou Lynlee.

Ainda assim, é bastante raro, sendo registrado em um a cada 30 mil a 70 mil nascimentos. Sua causa é desconhecida, e é quatro vezes comum em meninas que em meninos.

Cass disse que o tumor de Lynlee era tão grande que foi necessária uma incisão “enorme” para retirá-lo. Em dado momento, o coração da bebê parou de funcionar e um especialista a manteve viva enquanto a maioria do tumor era retirado.

Ao fim do procedimento, ela foi colocada de volta no útero de sua mãe. Margaret passou 12 semanas em total repouso, e Lynlee “nasceu pela segunda vez” em 6 de junho, através de uma cirurgia cesariana feita próximo do fim da gravidez.

Ela veio ao mundo saudável e pesando 2,4 kg. O nome, Lynlee, é uma homenagem às suas avós.

Aos oito dias de vida, teve de ser operada de novo para remover o restante do tumor de seu cóccix. Hoje, está em casa e se recupera muito bem, segundo seu médico.

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Paul V. Kuntz/Texas Children’s Hospital

– Um Bebê de 3 DNAs?

A ciência impressiona: nasceu a primeira criança com DNA de 3 pessoas!

Abaixo, extraído de: http://ow.ly/xKi8304CUpE

NASCE PRIMEIRO BEBÊ GERADO COM DNA DE 3 PESSOAS, DIZEM MÉDICOS

O primeiro bebê a nascer a partir da nova técnica que combina o DNA de três pessoas teria nascido saudável há cinco meses, no México, de acordo com um grupo de médicos americanos que supervisionou o tratamento. A informação é da revista New Scientist.

O bebê é um menino e nasceu no dia 6 de abril. Seus pais, que são da Jordânia, viajaram para o México onde passaram por um tratamento de fertilidade com especialistas americanos liderados por John Zhang, do Centro de Fertilidade New Hope, de Nova York (Estados Unidos).

O procedimento, conhecido como transferência mitocondrial, foi legalizado no Reino Unido em fevereiro de 2015, mas até agora nenhum outro país introduziu leis que permitam o uso da técnica. O tratamento tem o objetivo de ajudar famílias cujos pais têm alto risco de transmitir doenças genéticas aos filhos.

Alguns especialistas revelaram preocupação com o fato de o procedimento ter sido feito fora dos Estados Unidos, a fim de escapar do alcance da legislação e sem publicação dos detalhes do tratamento.

Em entrevista à New Scientist, Zhang afirmou que viajou para o México, onde “não há regras”. Mas, segundo ele, a manobra se justifica porque “salvar vidas é a coisa ética a ser feita.”

A mãe do bebê tem um distúrbio genético fatal chamado síndrome de Leigh, que danifica o sistema nervoso em desenvolvimento. Os danos afetam o DNA da mitocôndria – uma estrutura celular que funciona com uma pequena bateria, gerando energia para as células – e são passados da mãe para o bebê.

Dez anos após o casamento do casal, a mulher ficou grávida quatro vezes, mas perdeu os bebês em sucessivos abortos espontâneos. O casal ainda teve uma menina em 2005, que morreu aos seis anos de idade e um segundo filho que viveu por apenas oito meses.

Os testes mostraram que, embora a mulher seja saudável, cerca de um quarto de suas mitocôndrias levam genes ligados à síndrome de Leigh.

Segundo a New Scientist, quando o casal procurou ajuda com Zhang, o médico decidiu tentar o procedimento de transferência mitocondrial. Assim, o núcleo do óvulo da mãe foi inserido no óvulo de uma doadora saudável, cujo núcleo foi removido. O óvulo então foi fertilizado com espermatozoide do marido.

Os pesquisadores americanos criaram cinco embriões, mas apenas um se desenvolveu normalmente. Ele foi implantado na mãe, que deu o bebê à luz nove meses depois.

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– O ódio às Pessoas que Pensam!

“O antiintelectualismo é perigoso porque poderá facilmente se transformar num movimento contra a classe média, contra os ‘com-diploma’, começando com jornalistas e aqueles ‘que escrevem artigos em jornais’”

Refletiram a opinião acima? É do Consultor em Administração Stephen Kanitz, uma das mentes mais brilhantes do Brasil. Ele fala sobre o ódio de alguns sobre uma elite intelectual, a caça à classe média e a perseguição pelos órgãos de imprensa.

Quando ser inteligente torna-se repugnante (para alguns)…

A ONDA ANTIINTELECTUAL

por Stphen Kanitz

Por que o PT odeia tanto o PSDB, se ambos têm o mesmo ideário e adotam basicamente os mesmos programas?

Por que Lula rompeu com a ala intelectual de sociólogos, filósofos, antropólogos, historiadores e economistas de seu partido que lhe deram apoio total?

Quando Lula critica as elites, ele se refere à elite intelectual, não à elite empreendedora que ele admira. Quanto mais o PSDB batia na tecla de que Lula não tinha diploma, mais ele subia nas pesquisas eleitorais.

Tudo isso são sintomas de um perigoso antiintelectualismo que cresce na América Latina. A eleição de Hugo Chávez e Evo Morales mostra o mesmo fenômeno. O povo latino-americano se cansou do silêncio, da soberba e da incompetência de sua elite intelectual, que pouco cria e só copia teorias como Inflation Targeting, por exemplo.

Essa onda antiintelectual não é resultado do obscurantismo nem do populismo, como acham alguns. É resultado dos mirabolantes planos elaborados às pressas por professores de fala difícil que nunca pisaram num chão de fábrica (ao contrário de Lula), que nunca ouvem ninguém e tanto sofrimento e confusão trouxeram à nação. A classe média, normalmente responsável pelo crescimento de uma nação, foi alijada do poder por intelectuais de gabinete, e por isso ela vota maciçamente no PT.

Na China, os intelectuais foram ativamente perseguidos durante a famosa Revolução Cultural. As universidades permaneceram fechadas por praticamente dez anos, para o desespero deles. Hoje, o povo chinês acredita que foi justamente isso que colocou o país no eixo. “Os intelectuais foram obrigados a fazer algo que nunca fizeram, a trabalhar no campo como nós”, disse-me um porteiro de hotel em Beijing. “Os líderes de hoje são justamente aqueles que por dez anos não foram educados por intelectuais”, comentou nosso taxista em Xangai. A história do mundo está repleta de “revoltas das massas”, queimando livros e intelectuais.

Nos Estados Unidos, a intelligentsia é malvista, como gente que somente usa o intelecto e nada mais, que só critica e nada produz de prático ou pragmático.

Definir-se como “intelectual”, como muitos fazem, é visto como uma atitude elitista e arrogante. Afinal, todo ser humano, por mais humilde que seja, tem de usar o intelecto para desempenhar sua função, desde o porteiro do prédio até o motorista do ônibus escolar de seu filho.

Essa é a verdadeira questão por trás da atual crise do PSDB. Desde 2004, há uma divisão declarada no partido entre “os que trabalham e os que escrevem artigos de jornal”, como disse em público um de seus mais destacados membros do baixo clero.

Quais as conseqüências práticas de tudo isso?

Em primeiro lugar, a América Latina não está dando uma guinada para a esquerda, como acreditam alguns, mas uma perigosa guinada contra a intelligentsia nacional, ou seja, justamente o contrário. É o feitiço virando contra o feiticeiro, o que tantas vezes ocorre na história, a começar pela Revolução Francesa.

Em segundo, os investidores internacionais percebem que não correm perigo na América Latina, tanto que o risco Brasil nunca esteve tão baixo, justamente porque eles acreditam que Lula não fará loucuras em seu segundo mandato presidencial, se for reeleito. Eles têm certeza de que ele não usará teorias heterodoxas nunca antes testadas, e sim o bom senso, na medida do possível.

O antiintelectualismo é perigoso porque poderá facilmente se transformar num movimento contra a classe média, contra os “com-diploma”, começando com jornalistas e aqueles “que escrevem artigos em jornais”. Seria o fim da imprensa como a conhecemos.

Deixar de lado os intelectuais, como muitos países fazem, obviamente não é a solução. Exigir que sejam mais pragmáticos, mais realistas, menos dogmáticos é uma forma mais acertada de resgatar a verdadeira função deles.

Toda nação precisa de centenas de milhares de pessoas que analisem seus problemas corretamente e apresentem não dogmas do passado, mas soluções para o futuro. Mas, se essa onda sair do controle, quem irá defender nossos intelectuais contra um movimento que muitos deles ajudaram a iniciar?

– As mudanças na Educação no Brasil

E as Mudanças na Grade Curricular do Ensino Brasileiro?

Não entendi nada até agora. Que confusão o Governo Temer fez!

Isso sim é golpe, se confirmada as barbaridades: quer dizer que Educação Física não é mais obrigatória (justamente no país da última Copa do Mundo e Olimpíada)? Geografia e História serão opcionais? Depois confirmam essa maluquice, e na sequência falam em erro de comunicação?

Estão matando o Brasil… Até agora não sei o que DE VERDADE está mudando. Alguém sabe?

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– Ranking de Universidades

Qualquer classificação por ranking (do que quer que seja), levará à discussão: as melhores de uma lista são, de fato, as “melhores”?

Pois bem: a Folha de São Paulo trouxe seu Ranking Geral das Universidades 2016 (RUF) das melhores do Brasil. Pela ordem, as 3 primeiras são: UFRJ, USP e UNICAMP.

Consulte a instituição de ensino da sua cidade, sabendo em qual posição que ela ficou no link do RUF, em: http://ruf.folha.uol.com.br/2016/

Também o Estadão trouxe um ranking, da Times Higher Education (THE), que pode ser consultado abaixo (nele, a USP é a 1a e a UNICAMP a 2a da América Latina, mas longe das demais do resto do mundo).

RANKING INTERNACIONAL EM: (ESTADÃO.COM)

USP E UNICAMP CAEM EM RANKING INTERNACIONAL DE UNIVERSIDADES

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) perderam posições no ranking de melhores instituições de ensino do mundo. É o que mostra a lista da revista britânica Times Higher Education (THE), uma das principais em avaliação do ensino superior no mundo. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 21.

Neste ano, a USP aparece em um grupo que está entre 251 e 300 melhores universidades. Após a posição nº 200, o ranking deixa de considerar as instituições de forma unitária e passa a considerá-las por grupos. No ano passado, a universidade aparecia no grupo 201-250.

É o pior resultado da USP desde 2012. Naquele ano, a instituição ficava em 158º lugar na lista. Mesmo assim, continua sendo a melhor universidade da América Latina, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A instituição de Campinas caiu do grupo 351-400 para 401-500, deixando a USP como a única entre as 400 melhores do mundo.

O THE informou à reportagem que fez correções em seu ranking de 2015. No ano passado, havia sido divulgado que a universidade já tinha caído para a posição 251-300. Mas naquele ano a instituição se manteve, na verdade, no grupo 201-250, perdendo a posição só agora.

A novidade neste ano é a inclusão de duas instituições públicas paulistas entre as 800 melhores – a Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A avaliação do THE utiliza informações como número de citações em pesquisa, o nível de internacionalização, o grau de titulação dos professores, a transferência de conhecimento para a sociedade e outros aspectos.

O ranking geral ainda mostra universidades americanas e do Reino Unido no topo. Entre as 10 principais instituições, seis são americanas: Instituto de Tecnologia da Califórnia (2º), Universidade de Stanford (3º), MIT (5º), Universidade de Harvard (6º), Universidade de Princeton (7º) e Universidade de California, Berkeley (10º). No primeiro lugar está a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Além das instituições tradicionais, a edição deste ano aponta para uma melhora das universidades asiáticas, que têm ganhado posições nas últimas edições: a Universidade Nacional de Cingapura, por exemplo, subiu de 26º para 24º lugar. A Universidade de Pequim, na China, melhorou e foi do 42º lugar para 29º.

“O Brasil precisará trabalhar duro para melhorar suas universidades à medida que a concorrência global fica mais acirrada caso queira alcançar a mesma tarefa ambiciosa”, analisa o editor do ranking, Phil Baty.

Apesar das inclusões, o editor faz ressalva às pioras das instituições brasileiras. “O Brasil perdeu terreno. Ambas de suas instituições líderes, a USP e a Unicamp, perderam posições, o que significa que existe apenas uma universidade brasileira dentre as 400 melhores, uma a menos do que no ano passado. No total, um terço de seus representantes caiu para um grupo inferior.”

Neste ano, a USP já perdeu posições em outro ranking da revista, que mede reputação acadêmica. A universidade caiu da faixa 51-60 para a faixa 91-100 em relação ao ano passado. O ranking existe desde 2011 e a USP foi inserida na relação em 2012. Harvard, nos EUA, ficou com o primeiro lugar.

CONTRAPONTO

Os dados contrastam com os resultados de outro ranking internacional, o QS World University, da publicação britânica Quacquarelli Symonds (QS). Nesta lista, a USP saiu do 143º lugar em 2015 para 120º neste ano, melhor posição já conquistada desde 2010, quando o ranking passou a ser divulgado. A Unicamp também melhorou: foi de 195º para 191º. Esta pesquisa considera também, além da reputação acadêmica e citações de artigos científicos, a reputação entre empregadores e proporção entre professores e alunos e número de estudantes e professores estrangeiros.

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– Roth, Carpeggiani e Mano: eles não estavam superados?

Como explicar o fato do Cruzeiro, à beira do rebaixamento, demitir o português Paulo Bento, e se salvar (por enquanto) com Mano Meneses, chamado de ultrapassado e que estava na China?

Ou do considerado ex-treinador Paulo César Carpeggiani ressuscitar o Coritiba no Campeonato Brasileiro?

Ou ainda de Celso Juarez Roth, que sempre é criticado, começar a ganhar partidas pelo Internacional na luta contra a série B?

Coisas que só acontecem no Futebol Brasileiro… Mas cá entre nós: o Palmeiras, que se modernizou estruturalmente (conta com laboratórios de psicologia de alta performance), o Atlético Mineiro que também colocou ciência em seu trabalho, e o Flamengo do estudioso e jovem Zé Ricardo, estão na ponta de cima (juntamente com o Santos de Dorival Júnior que vai bem).

São os que se profissionalizam versus os tradicionais boleiros e suas artimanhas que ganham destaque no Brasileirão 2016.

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– Osiris provará que somos oriundos de micróbios extraterrestres?

O assunto é polêmico e será debatido entre cientistas, evolucionistas, criacionistas e defensores da TDI (Teoria do Design Inteligente): a sonda Osiris-Rex foi lançada pela NASA nesta semana para descobrir se a vida no planeta Terra surgiu de micróbios extraterrestres.

A missão será alcançar o asteroide Bennu, numa viagem que durará até 2018, colhendo amostras minerais e vasculhando micro-organismos. Segundo alguns, um asteroide como esse poderia ter se chocado com o planeta Terra e trazido matéria orgânica para cá. Desta forma, evoluímos dessas formas preliminares de vida vindas do universo.

O custo de tudo isso será de quase 1 bilhão de dólares. Além do valor alto, claro, fica a questão: não é “forçar demais a barra” querer que a Ciência prove algo assim (a origem da vida)?

Sem dúvida, alguns o fazem para tentar provar quão maravilhosa é a criação de Deus, que usa dos elementos do universo que Ele fez para dar origem à vida. Outros, justamente o contrário: provar exatamente a ausência dEle…

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– Walking Dead? A Arma Zumbi da Rússia

Não acredita em Zumbis? Eu também não. Mas a Rússia desenvolveu uma arma que mexe no sistema nervoso das pessoas, afetando a mente e as “tornando por alguns instantes como zumbi”.

Curiosíssimo e perigoso:

Extraído do Olhar Digital em: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/russia-confirma-existencia-de-arma-que-transforma-pessoas-em-zumbis/25340?cmpid=tw-uolnot

RÚSSIA CONFIRMA EXISTÊNCIA DE ARMA QUE TRANSFORMA PESSOAS EM ZUMBIS

Confirmação veio do presidente do país, Vladimir Putin. Arma futurista atinge o sistema nervoso central das vítimas

Você acredita em zumbis? Não? Então prepare-se para a notícia a seguir: de acordo com o jornal Herald Sun, a Rússia estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas. A afirmação foi feita pelo próprio presidente do país, Vladimir Putin.

A arma futurista, que atinge o sistema nervoso central das vítimas, está sendo desenvolvida por cientistas e poderá ser usada contra nações inimigas e até mesmo dissidentes políticos que enfrentam o atual governo.

Putin descreveu a arma como um instrumento novo que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos. Até mesmo alguns detalhes da “controladora de mente” foram divulgados. O que se sabe é que ela, por exemplo, dispara uma radiação eletromagnética de maneira semelhante aos fornos de micro-ondas, causando um grande desconforto em suas vítimas.

O ministro da defesa Anatoly Serdyukov disse que, em testes recentes, a arma foi usada para dispersar multidões. De acordo com relatos, a pessoa que recebeu a radiação da arma sentiu que a temperatura do corpo aumentou rapidamente. Apesar de alguns segredos de funcionamento não terem sido divulgados, o jornal alega saber do fato de que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.

Talvez, a partir de agora, seja melhor você pensar muito bem na possibilidade de um apocalipse zumbi. Resta saber se eles serão os famosos comedores de cérebros, retratados constantemente nas telas do cinema.

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– Fé e Medicina de mãos dadas.

Achei muito interessante a entrevista do Dr Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein às Páginas Amarelas da Revista Veja (em uma edição de 2015). Questionado sobre o judaísmo estar intrinsicamente ligado à filosofia do importante e famoso hospital (que é mantido pela comunidade judaica), declarou:

“Tenho aqui as melhores ferramentas da lógica e da ciência para comandar esse hospital, mas uso a fé como instrumento fundamental de gestão. É acreditar em coisas não tangíveis, e isso é fundamental para buscar a qualidade no Albert Einstein”.

Muito bom! Tal declaração serve para qualquer religião e mostra como Fé e Ciência devem andar de mãos dadas.

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– O Grande Passo da Humanidade

Há 47 anos, o homem pisou na Lua pela primeira vez. Não é incrível tal façanha, até para os dias atuais?

Já imaginaram voar pelo espaço e chegar lá no nosso satélite e conseguir voar são e salvo?

O homem é muito inteligente. Entretanto, deve usar sua inteligência para a prática do bem. Não dá para acreditar que com tanta modernidade, não se resolva outras problemas da humanidade. 

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– O Dopping de Alecsandro e a Necessidade de Profissionalismo

O atacante palmeirense Alecsandro foi flagrado pelo exame anti-dopping por uso de anabolizantes, revelou a FPF nesta 3a feira, na partida entre Corinthians x Palmeiras no Paulistão.

Uma pena. O jogador alega que possa ter sido vítima de contaminação de um suplemento alimentar que ele tomava por conta própria.

Cá entre nós: um atleta profissional de equipe de ponta não pode dar uma vacilada como essa. Aliás, sempre a culpa é dos outros (do remédio, do laboratório, da farmácia…).

Pelo histórico, Alecsandro pode não ter tido má fé. Entretanto, imagine quantos jogadores que não fazem o exame anti-dopping (e por isso não são pegos) e as modernas drogas que existem nos diversos esportes.

É a ciência para alto rendimento via burla, fazendo o esporte deixar de ter espírito esportivo.

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– Tetraplégica, Muda, Cega e… Doutora! Um exemplo a Nós.

Queridos amigos e alunos,

Quando reclamarmos das provas, dos estudos, das dificuldades em geral, recordemos o exemplo dessa moça que ontem terminou seu doutorado na USP: ela não anda, não fala, não enxerga, não mastiga e nem engole. Mas superou as barreiras e, com disposição, defendeu sua tese!

Abaixo, extraído de: Folha de São Paulo, Caderno Equilíbrio, pg E4

ARTISTA TETRAPLÉGICA E MUDA É PhD COM DISTINÇÃO E LOUVOR

Por Cláudia Collucci

O primeiro “obrigada” foi mais difícil e demorado. O nervosismo atrapalhava a doutoranda na escolha das letras. No entanto, depois de um “ops!” que arrancou gargalhadas da plateia, ela se soltou e respondeu com desenvoltura aos comentários da banca examinadora.

Ao final de três horas, Ana Amália Tavares Barbosa, 46, recebeu ontem, com “distinção e louvor”, o título de doutora em arte e educação pela USP. É a primeira pessoa na sua condição (tetraplégica, muda, deficiente visual e que não consegue mastigar e engolir) a receber o título lá.

Ana Amália escreveu sua tese usando um programa de computador desenvolvido para ela. Ela toca um sensor com o queixo para escolher cada letra e formar, assim, as palavras. No início da cerimônia, fez uma apresentação usando um programa que transforma o texto em voz.

Há dez anos, Ana Amália sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) no tronco cerebral, no dia da defesa da sua dissertação de mestrado. Como sequela, ficou com síndrome do encarceramento (”locked in”).

Sua tese, intitulada “Além do Corpo”, é fruto de três anos de trabalho com artes visuais, realizado com um grupo de seis crianças com lesões cerebrais atendidas na Associação Nosso Sonho.

A defesa da tese quebrou todos os protocolos. Teve choro, risos, aplausos fora de hora e fala que não estava prevista. “É um momento histórico não só para as pessoas com deficiências, mas para toda a sociedade. Deve levar a uma transformação do modelo educacional vigente”, disse a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella.

A mãe de Ana Amália, Ana Mae Barbosa, professora aposentada da ECA (Escola de Comunicação e Artes), preferiu assistir à cerimônia de longe. “Estou nervosíssima e muito orgulhosa. Ela deixou de ser vítima da vida para conduzir a própria vida.”

As cinco examinadoras elogiaram a clareza, a objetividade e a concisão do texto de Ana Amália. E, principalmente, o caráter de “manifesto político” do trabalho.

“Ele mostrou que não sabemos nada de aprendizagem, de educação, de cognição, de percepção, de inteligência e de generosidade”, afirmou Sumaya Mattar, professora da ECA.

A orientadora de Ana Amália, Regina Stela Machado, resumiu: “A gente dá muita desculpa para o que não faz, vive muito na superficialidade e não vê as coisas importantes da vida.”

Ao final, já doutora, Ana Amália disse só uma palavra com os olhos: “Consegui”.

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– Para quê serve a Pós Graduação? Para mim: obrigação!

Leio uma interessante matéria sobre a popularização dos cursos de Pós Graduação. E o que ela fala? Sobre o fato dos cursos não serem mais vantagem competitiva.

Isso nós já sabíamos: devido a competitividade do mercado, o administrador de empresas, por exemplo, tem obrigação em se especializar. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/115548_MUITO+CANUDO+POUCO+RESULTADO

MUITO CANUDO, POUCO RESULTADO

Popularização faz dobrar o número de alunos de pós-graduação em dez anos, e o curso deixa de ser um diferencial na formação

por Luciani Gomes

Até há pouco tempo, os cursos de pós-graduação (stricto ou lato sensu) eram a melhor maneira de o profissional se destacar no mercado de trabalho. Mestrado e doutorado não eram tão comuns, MBA ainda era uma novidade e quem tinha um ou outro era exceção. Nos últimos anos, no entanto, os cursos se popularizaram demais e deixaram de ser diferencial. De 1999 a 2009, o número de alunos de mestrado, doutorado e mestrado profissional dobrou – pulou de 80 mil inscritos para 160 mil em todo o País, segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Os jovens já saem das faculdades com algum curso engatado e com planos de outro na sequência. “A pós-graduação virou requisito básico. Por isso, já não é um diferencial tão forte”, constata Edson Rodriguez, consultor em gestão de pessoas.

Dois exemplos dessa nova geração são o advogado Pedro Cabral de Vasconcellos e a fisioterapeuta Charlene Boif, ambos de 28 anos. Vasconcellos fez primeiro uma pós-graduação em direito e processo no trabalho e, ato contínuo, em direto do trabalho. “É uma maneira de permanecer atualizado”, justifica o advogado. Charlene já tem um mestrado na Espanha e está concluindo a segunda especialização em ciência da performance humana. Seus planos são fazer mais um mestrado em 2011 e depois emendar com um doutorado. “Para mim, tão importante quanto o aprendizado é a troca com profissionais que os cursos possibilitam”, diz ela.

Mas, para quem quer ir além das pós-graduações tradicionais, há algumas alternativas, segundo especialistas. A primeira é uma experiência no Exterior. Foi a opção de Fernanda Cabral, 23 anos, que se formou em marketing e partiu para um curso de extensão nos Estados Unidos. “Eu queria ver as coisas de outra perspectiva. E a experiência de viver a profissão fora do País fará a diferença quando eu voltar”, acredita. Fluência em mais de um idioma estrangeiro é outro item essencial para quem quer ter o currículo no topo da pilha, segundo a gestora de carreiras Waleska Farias. “O Brasil é a bola da vez. É necessário ir muito além do inglês, que virou requisito básico.” Porém, o fundamental para quem busca o aprimoramento é se certificar da qualidade do curso oferecido. Assim como faculdades privadas proliferaram e a qualidade ficou em segundo plano, também há cursos de especialização e de pós-graduação que deixam a desejar. “É sempre bom avaliar bem o projeto pedagógico, o corpo docente, as instalações e as referências”, alerta o educador Efrem Maranhão, membro da Academia Brasileira de Educação.

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– Inteligência Emocional ou Fria?

Leio interessante artigo do psicoterapeuta George Vittorio Szenészi, em entrevista à Cilene Pereira na Revista IstoÉ, Ed 2173, pg7-9. Ele fala sobre a importância de ser inteligente num mundo corporativo onde administrar as relações humanas é cada vez mais fundamental.

E, na preocupação em administrar sentimentos, vem uma colocação interessante:

“Inteligência sem emoção não funciona”.

Taí. Essa afirmação serve como reflexão para muitos gestores espertalhões que têm o coração duro. Administrar sentimentos pode ser tão importante quanto números em empresas.
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– A proximidade da cura do Diabetes!

Para quem sofre do diabetes, sabe quão penosa é a convivência com essa doença. Mas uma notícia boa: a medicina se aproxima da solução!

Extraído de: https://t.co/Xr2vxxMMHL

NOVA DESCOBERTA PODE ACABAR COM INJEÇÕES PARA TRATAMENTO DE DIABETES TIPO 1

Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e do Instituto de Células-Tronco de Harvard (ambas nos EUA) fizeram uma descoberta que pode ajudar a desenvolver a cura para a diabetes tipo 1.

O estudo publicado nesta segunda-feira na revista Nature mostrou que implantar no organismo células produtoras de insulina, desenvolvidas em laboratório a partir de células-tronco, é capaz de reverter a diabetes por pelo menos seis meses.

Os testes foram feitos em ratos de laboratório geneticamente modificados para sofrerem diabetes tipo 1. Após receberem a implantação de células artificiais, eles conseguiram produzir insulina sem o uso de injeções, durante o tempo que durou o estudo: 174 dias.

Os testes em humanos ainda devem demorar alguns anos, mas os cientistas estão otimistas em modificar o tratamento dos pacientes que não precisaria mais do uso de injeções de insulina frequentes.

O diabetes tipo 1 ocorre quando o próprio corpo ataca as células que produzem a insulina. O tratamento é feito com injeções que simulam o comportamento do pâncreas após as refeições. Quase 50% das pessoas com tipo 1 são diagnosticadas antes dos 18 anos. São cerca de 800 mil casos no Brasil.

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– Ter Cérebro Otimista e Suas Consequências

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo ao Céu e nem tudo ao inferno…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

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– Acreditar e Lutar

“Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu – Papa João Paulo II”

Acreditar e lutar por um mundo melhor com obras práticas é o melhor caminho para nos aproximar de Deus. Vale a pena pensar e agir com esse princípio!

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– Peixes gerarão… Diesel!

O que dizer da tecnologia de ponta aliada a sustentabilidade? O Governo Federal quer produzir pelo menos 210 milhões de litros de Biodiesel a partir das vísceras de Tilápia!

Abaixo, extraído de: http://is.gd/CM80UT

BIODIESEL DE PEIXE

Projeto da Petrobras e do Ministério da Pesca transforma restos de pescado em matéria-prima de combustível “limpo”

Maior produtor nacional de tilápia, o Ceará está prestes a fechar o ano produzindo 30 mil toneladas do peixe, um crescimento de 10% na comparação com 2011. Seria apenas motivo de comemoração, não fossem as cerca de três mil toneladas de vísceras descartadas no solo. Além de gerar mau cheiro, elas contaminam o lençol freático. Esse aspecto poluente da produção de tilápia logo terá fim. Um projeto tem como meta transformar o descarte em combustível limpo.

A Petrobras Biocombustível e o Ministério da Pesca firmaram uma parceria para intensificar os estudos para, a partir das vísceras, extrair o óleo de peixe. A ideia é que o subproduto do pescado passe a integrar o grupo de produtos que o País transforma em biodiesel (leia quadro). A tecnologia para transformar peixe em combustível já começou a ser testada. No Nordeste, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (Nutec) – em parceria com a empresa Ekipar e o governo do Estado – finaliza a criação de uma máquina capaz de processar a matéria-prima residual do pescado e extrair o óleo. O equipamento será apresentado no próximo dia 19.

Os idealizadores do projeto esperam atingir três objetivos. “O primeiro, de caráter ambiental, é o fim da poluição dos açudes e rios gerada pelo descarte das vísceras dos peixes. O segundo é a geração de renda extra para as cooperativas de pescadores. E o terceiro é a fabricação de um combustível limpo”, enumera o presidente da Nutec, Lindberg Gonçalves. Matéria-prima para tocar o projeto não vai faltar. Se atingidas as metas estabelecidas no Plano Safra do Ministério da Pesca e Aquicultura, o País terá produzido dois milhões de toneladas de pescado por ano até o final de 2014. Com isso, 210 milhões de litros de biodiesel à base de óleo de peixe irão impulsionar caminhões todos os anos.

Depois de concluir o desenvolvimento logístico e científico do projeto, restará uma última tarefa aos idealizadores: mostrar aos pescadores e criadores que, ao jogar os restos do pescado por aí, estarão perdendo dinheiro, além de prejudicar o ambiente.

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– Enfim, a Vacina contra a Dengue está pronta!

A ANVISA aprovou e em breve estará à disposição da população: a Vacina contra a Dengue, após pesquisas e desenvolvimento do Laboratório Safoni.

Abaixo, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/12/como-funciona-vacina-contra-dengue-aprovada-pela-anvisa.html

COMO FUNCIONA A VACINA CONTRA A DENGUE APROVADA PELA ANVISA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (28) a primeira vacina contra a dengue no Brasil. A vacina, produzida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, promete reduzir em até 93% os casos graves da dengue – aqueles que podem levar à hospitalização ou ao óbito. Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, conversou com a reportagem de ÉPOCA e explicou como funciona a vacina. Serão três doses, uma a cada seis meses, para imunizar os pacientes. Segundo ela, a vacina é uma importante ferramenta para controlar a doença, mas isso não significa que a população deve se descuidar da prevenção – continua sendo importante não deixar água parada e eliminar os criadouros do Aedes aegypti. “É importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha”, afirma Sheila.

ÉPOCA – A gente pode considerar que a vacina é completamente segura? Existe contraindicação?
Sheila Homsani –
 É uma vacina segura, tanto é que a Anvisa aprovou. Mas ela é contraindicada para menores de nove anos e não pode ser usada por gestantes, porque é de vírus vivo atenuado. É como a vacina de rubéola, que também não é indicada para gestantes. Pacientes imunodeprimidos, como os de HIV positivo, também não podem. Essas são as contraindicações. Para os outros casos, é uma vacina muito segura.

ÉPOCA – O que é uma vacina de vírus vivo atenuado?
Sheila Homsani –
 A vacina é feita com o vírus vivo da doença, mas a gente atenua, enfraquece esse vírus. Ele fica tão fraco que não pode causar a doença, mas permite que o nosso sistema imunológico reconheça a forma dele, o genoma. Com isso, cada vez que o vírus entrar em contato com o organismo, nosso organismo já sabe como ele é e já produz os anticorpos.

ÉPOCA – Como essa vacina será aplicada?
Sheila Homsani –
 É uma injeção. São aplicadas três doses, uma a cada seis meses. A partir da primeira dose ela já faz efeito, mas são necessárias três para que ela tenha um equlíbrio e uma boa proteção contra os quatro tipos de vírus de dengue que existem e para a proteção ser duradoura. Até agora a gente não observou a necessidade de mais doses de reforço. Então, são três doses para a vida inteira. Pode ser que, no futuro, a gente observe na prática que precise de mais alguma dose. Em princípio, não. Para toda vacina nova é assim, tem de ir observando.

ÉPOCA – E se o paciente tomar essas três doses, ele estará protegido dos quatro tipos de dengue?
Sheila Homsani –
 Ela protege contra os quatro vírus. A eficácia geral dela é em torno de 66%. A proteção contra o Tipo 4 é de 83%, contra o Tipo 3 é de 73%, contra o Tipo 1, 58% e contra o Tipo 2, 47%. Os quatro tipos podem causar a versão grave da dengue, mas a vacina protege 93% das formas graves, o que é muito bom. São aqueles casos que levam à hospitalização, ao óbito. Então, esse tumulto que existe hoje nos corredores dos hospitais, com pessoas em casos graves morrendo, isso não aconteceria mais.

ÉPOCA – Quando a gente fala que reduz em 93%, isso significa que algumas pessoas, mesmo tomando a vacina, podem ficar doentes.
Sheila Homsani –
 Pode ocorrer. Nenhuma vacina é 100% eficaz. Mas mesmo nesses casos em que a vacina não conseguiu proteger o paciente, ele vai ter uma dengue leve, será mais fraca.

ÉPOCA – Com essa aprovação da Anvisa, nós já podemos ter uma ideia de quando a vacina estará disponível para os cidadãos?
Sheila Homsani –
 Agora vai depender da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (órgão da Anvisa). É ela que define o preço. Quando ela fizer isso, a gente traz a vacina para o Brasil. Esse processo em média leva até três meses. É só isso que falta.

ÉPOCA – Estamos com um surto muito grande de dengue aqui no Brasil. Quando a vacina passar por essa última fase, teremos condição de produzir todas as vacinas necessárias?
Sheila Homsani –
 Nós temos uma fábrica em Neville, na França, com capacidade para produzir 100 milhões de doses, para o mundo inteiro. O que precisamos é saber com antecedência se teremos a vacina no calendário público, para ter as doses necessárias. Precisa ser com antecedência porque leva tempo para produzir essa vacina. Também é importante mostrar para as pessoas que a vacina não vai resolver o problema sozinha. A gente tem de continuar limpando os criadouros, não permitir a água parada. A vacina protege só contra a dengue, não protege contra zika ou chikungunya. Se as pessoas continuarem deixando água nos potinhos, vai continuar proliferando o mosquito. Todo mundo tem de fazer a sua parte.

O mosquito Aedes aegypti. Ele transmite o zika vírus, que pode causar microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas na gravidez (Foto: Thinkstock)

 

– A Fosfoamina (ou “fosfoetanolamina”) será testada cientificamente em definitivo!

Agora é “prá valer”!

Dias atrás, falamos sobre o sucesso que estava fazendo as pílulas de fosfoamina, a droga sintética que promete ajudar na cura do câncer, mesmo com proibição da ANVISA. Vide seu histórico neste link, clicando aqui: http://wp.me/p4RTuC-cQW.

Pois bem: conceituados oncologistas respeitados mundialmente, vão fazer testes (que devem ser definitivos) sobre o poder ou não da fosfoetanolamina em humanos.

Sobre quem pode participar ou não, abaixo, extraído de G1, em: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/12/quem-podera-participar-de-estudo-sobre-fosfoetanolamina-veja-video.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

QUEM PODERÁ PARTICIPAR DE ESTUDO SOBRE FOSFOETANOLAMINA?

O Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) vai coordenar a pesquisa para testar a substância fosfoetanolamina sintética no tratamento de pacientes com câncer. O oncologista Sergio Simon, diretor do Centro Paulista de Oncologia, fala sobre o perfil dos pacientes que poderão participar do estudo no vídeo:

 

A substância nunca foi testada em humanos, mas foi distribuída durante anos pela USPde São Carlos. Atualmente, a distribuição está suspensa por decisão judicial. A previsão é que, no prazo de seis meses, os pesquisadores tenham uma ideia da eficácia da droga.

Segundo informou o SPTV, ainda não há data para o início dos estudos porque ainda será necessário um consenso da Secretaria Estadual da Saúde, Ministério da Saúde e os pesquisadores da USP de São Carlos, que vão repassar detalhes da fórmula da substância. A escolha dos pacientes que vão participar dos testes vai depender de critérios técnicos, definidos pelo instituto.

O investimento total para os testes deve ser de aproximadamente R$ 2 milhões, informou o SPTV. Todos os pacientes serão monitorados continuamente por uma equipe multiprofissional com experiência em testes clínicos, no Icesp. A produção da substância ficará sob responsabilidade da Fundação para o Remédio Popular (Furp).

No ínicio, 10 pessoas vão receber a substância. Se nenhum paciente tiver efeitos colaterais graves, o estudo continua. Serão separados 10 grupos de cada tipo de câncer, com 21 pacientes cada. Se pelo menos dois pacientes responderem bem, a pesquisa será ampliada. Progressivamente, a inclusão de novos pacientes continuará até atingir o máximo de 1 mil pessoas.

A estratégia, segundo a equipe, permitirá melhor compreensão da droga. O oncologista e diretor-geral do Icesp, Paulo Hoff, disse que a prioridade é a segurança dos pacientes. Por isso, nesse primeiro momento, a pesquisa vai avaliar se a droga é segura e se há evidência contra o câncer.

Distribuída pela USP de São Carlos por causa de decisões judiciais, a fosfoetanolamina é alardeada como cura para diversos tipos de câncer, mas não passou por esses testes em humanos, por isso não é considerada um remédio. Ela não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e seus efeitos nos pacientes são desconhecidos.

Até o momento, o grupo de pesquisadores que desenvolveu a síntese da fosfoetanolamina alegava que os testes clínicos não tinham sido concluídos pois havia má vontade por parte da Anvisa.

Pesquisa polêmica
A fosfoetanolamina sintética começou a ser estudada no Instituto de Química da USP em São Carlos, pelo pesquisador Gilberto Chierice, hoje aposentado. Apesar de não ter sido testada cientificamente em seres humanos, as cápsulas foram entregues de graça a pacientes com câncer por mais de 20 anos.

Em junho do ano passado, a USP interrompeu a distribuição e os pacientes começaram a recorrer da decisão na Justiça. Em outubro deste ano, a briga foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a produção e distribuição do produto.

Mas, desde novembro, por causa de uma nova decisão judicial, a distribuição da substância está proibida. A polícia chegou a fechar um laboratório em Conchal (SP), que estava produzindo ilegalmente a substância.

Um levantamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) diz que 5 mil pessoas no estado estão sem receber a fosfoetanolamina sintética. Segundo o pesquisador que desenvolveu a droga, a substância ajuda a célula cancerosa a ficar mais visível ao sistema imunológico. Com isso, o organismo combate com mais facilidade essas células.

A Anvisa diz que é preciso comprovar a eficácia e a segurança do produto, e que os prazos dos estudos devem ser respeitados. Agora, o Instituto do Câncer de São Paulo vai começar os testes em pacientes. A produção da substância será feita por uma fundação.

Primeira fase de testes
Em novembro, o ministério da Ciência, Celso Pansera, informou que a primeira fase de testes da fosfoetanolamina deve ser concluída por laboratórios parceiros do governo em sete meses. No mês passado o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) já tinha anunciado um plano de trabalho do governo para validar tecnicamente a molécula, que poderia vir a ser usada no tratamento do câncer, caso tenha sua efetividade comprovada.

Na ocasião, a pasta afirmou que R$ 10 milhões seriam destinados para as atividades ligadas à pesquisa da fosfoetanolamina em um período de 2 anos. Pansera afirmou também que o MCTI já tinha colocado à disposição dos laboratórios R$ 2 milhões para pesquisar a fosfoetanolamina e que o ministério solicitaria à USP uma amostra da molécula sintetizada pela universidade para realizar os testes.

Segundo o MCTI, depois da primeira etapa de análises, estão previstas as fases seguintes do estudo em humanos. Ainda não é possível prever em quanto tempo o grupo poderá determinar se a substância é segura e eficaz para o tratamento de câncer.

“Existem pessoas usando uma substância da qual nós não temos efetivamente nenhum estudo seguro da eficácia e segurança. O governo tem que estar olhando para isso de outra forma, temos que dar uma resposta para a situação”, disse Pansera.

Para que a população possa acompanhar os andamentos dos testes, será criado um site que deve divulgar a evolução das pesquisas. Uma comissão de representantes da sociedade civil também foi criada para acompanhar a pesquisa. O Ministério da Saúde enfatizou que não recomenda que as pessoas usem a fosfoetanolamina como tratamento contra o câncer antes da conclusão dos resultados dos testes.
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– Adoção de crianças ou Doação de Sêmem?

Sou doador de sangue há muito tempo. Dias atrás, fui convidado a doar sêmem.

Sinceramente, fiquei em dúvida se tal ato realmente é de solidariedade. Respeito os bancos de esperma, mas… se o casal não consegue ter filhos, a adoção não seria o caminho mais adequado?

Ok, nada de críticas, pois respeito todas as opiniões. Mas penso que colaboramos muito mais com a adoção legal ao invés de caros tratamentos de fertilização.

E você, o que pensa sobre isso?

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– O Futurólogo Ray Kurzweil e o Namoro com Robôs

“Antes de 2.030 poderemos namorar robôs”

O que podemos falar do cara que é o número 1 de Bill Clinton e de Bill Gates?

Um dos maiores estudiosos sobre tendências afirma: em 2029 o computador se igualará com o homem em inteligência. Daqui 14 anos teremos serviçais autômatos em casa. E a morte será algo contornável na vida do homem.

Uau!

Entrevista na Isto É, Ed 2189, pg 8-12, por João Lóes, em: http://is.gd/v1IRei

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– Dopping Genético em 2016?

Se já era difícil pegar os atletas que se dopam com hormônios e outras drogas, imagine com o dopping genético!

Assustador, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI268191-17933,00-A+NOVA+ERA+DO+DOPING.html

A NOVA ERA DO DOPING

Em vez de hormônios, a onda será fazer modificação genética para melhorar o desempenho dos atletas

por Rafael Tonon

Muito antes dos hormônios artificiais serem usados para melhorar a performance dos atletas, nos anos 800 a.C. eles já usavam estimulantes à base de cogumelos para conseguir melhores resultados. Os casos de doping, agora, podem passar a um nível bem mais difícil de provar: atletas podem começar a usar a manipulação dos genes para aumentar suas habilidades. Assim como a terapia genética usada para fins médicos, o método esportivo se baseia na inserção de um vírus ou outro organismo que carregue o DNA já modificado no genoma humano. A ideia é colocar genes “turbinados” no lugar de genes normais para fabricar hormônios que potencializem seus músculos e melhorem o desempenho em levantamento de peso, por exemplo. Mark Frankel, especialista em modificação genética e bioética da Associação Americana para o Avanço da Ciência, garante que os pesquisadores já descobriram genes com impacto na velocidade, nos músculos e na resistência do corpo e que isso terá uma grande repercussão nos esportes nos próximos anos. “Provavelmente esse tipo de geneterapia será usado já nas próximas Olimpíadas que acontecerão no Rio em 2016.”

Os conhecimentos científicos na área ainda são poucos para que a manipulação genética seja usada com segurança. “O perigo é os atletas buscarem algo que pode aumentar sua performance diretamente nos laboratórios, antes que as substâncias e técnicas sejam aprovadas”, afirma Frankel. Também não há testes que detectem o doping genético, mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) já busca métodos próprios. A frente de pesquisa se baseia no conceito de que, quando a geneterapia ocorre, o metabolismo e até a morfologia das moléculas se alteram. O desafio, então, é desenvolver uma tecnologia que saiba discriminar quais foram os agentes usados para a molécula sofrer modificações. Eduardo De Rose, médico brasileiro e membro-fundador da Wada, acredita que as técnicas terão que seguir o ritmo de evolução dos últimos anos, quando foram aprendidos métodos de detecção de vários estimulantes. “Hoje a cada 100 exames podemos ter um caso. É impossível fazer um evento esportivo sem casos de doping.”

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– Estudar futebol não faz mal a ninguém!

O Vitória está praticamente de volta à série A do Brasileirão, capitaneado nesta ótima campanha pelo treinador Vagner Mancini na série B.

Dorival Júnior reformulou o Santos FC (mesmo após a saída de Robinho) e fez o time praiano jogar o futebol mais vistoso do Campeonato.

Tite erguerá a taça como Campeão Brasileiro pelo Corinthians.

Mano Menezes tirou o Cruzeiro da zona da degola.

Milton Mendes fez a Ferroviária-SP voltar à elite do Paulistão e de lá foi para o Atlético Paranaense (que o demitiu graças ao instável presidente Petraglia). Depois de sua saída, o time decaiu na tabela…

O que eles têm em comum?

Saíram do Brasil e foram se atualizar na Europa!

E aí compartilho o que o ex-jogador Leonardo disse na Revista Época dessa semana:

“O técnico brasileiro não está dentro do circuito internacional. E, se não tem acesso a outras informações, dificilmente consegue desenvolver uma nova idéía. Ele está fechado para o mundo. A formação do treinador brasileiro é empírica. O treinador na Europa faz dois, três, quatro anos de curso. Depois desenvolve as ideias dele! Para ser treinador na Europa, eu fiz dois anos do curso UEFA. Os cursos do Brasil não são reconhecidos internacionalmente”.

Precisa dizer algo?

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– Estudantes com Ponto Eletrônico no Enem

Está se tornando repetitivo: de novo, duas manchetes idênticas sobre os candidatos que fazem/ farão as provas do ENEM:

1- Atrasos na chegada aos prédios;

2- Golpes da cola eletrônica.

São esses alunos que serão nossos médicos, advogados, administradores, professores….? Pontuais e éticos na luta para entrar na Universidade?

Tenho dó daquele que estuda, trabalha, pega ônibus e com muito sacrifício tenta chegar ao Ensino Superior. Os quem têm R$ 50.000,00 para pagar as quadrilhas que fornecem ponto eletrônico, são cúmplices desses bandidos e tão criminosos quanto.

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– A Preguiça é o segredo do sucesso!

Curioso. Walcyr Carrasco, autor de novelas, escreveu em sua coluna semanal na Revista Época que sua grande fonte de inspiração é a… preguiça!

Para ele:

“A preguiça é uma vantagem para a sobrevivência, que faço questão de exercer”.

Como eu não tenho um salário polpudo como noveleiro da Globo, não posso exercer minha vontade de nada fazer. Que pena!

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– Outubro Rosa e o Testemunho da Minha Família!

#OutubroRosa –

Se viva fosse, minha vó Nória Barroca faria aniversário hoje.

Ô velhinha danada… A Simpatia em forma de pessoa. Há 21 anos ela partiu. Minha mãe, já faz 18! Ambas por culpa do Câncer de Mama.

Aproveite que a sociedade está fazendo a Campanha do “Outubro Rosa“, em prol da prevenção e combate a essa maldita doença. Quanto antes descobrir, melhor. Naquele tempo, minha mãe e minha vó não sabiam nada sobre isso, e quando perceberam…

Acesso a informação é ótima prevenção!

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– A Pátria Educadora está falida, na iminência de um colapso nas instituições de investimento em pesquisa.

Uma triste constatação na área de Educação no Brasil: A Pesquisa Científica por aqui faliu! Os órgãos que fomentam os pesquisadores não tem dinheiro e a presidente Dilma Rousseff cortou as verbas.

Entenda, extraído de: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/10/o-brasil-esta-beira-de-um-apagao-cientifico.html

O BRASIL ESTÁ À BEIRA DE UM APAGÃO CIENTÍFICO

O laboratório da professora Helena Nader, bióloga e presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), fica no oitavo andar de um dos prédios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Para chegar lá, como de costume em prédios desse porte, basta pegar o elevador. Porém há um detalhe: há semanas o elevador não funciona direito. Pergunto a Helena se isso já é uma evidência de que a crise econômica chegou à ciência. “O governo cortou o custeio de todo mundo. No nosso caso, isso significa contratar uma firma que não conserta o elevador. Então, nós subimos oito andares de elevador, mas descemos de escada todos os dias.” O caso poderia ser apenas uma anedota no mundo das universidades, mas não. No atual cenário de crise econômica, é o exemplo perfeito sobre o que pode acontecer com a ciência no Brasil. A queda na arrecadação e os cortes no orçamento já afetam pesquisa e desenvolvimento, e ameaçam provocar um verdedeiro apagão científico no país.

A crise de financiamento na ciência não começou agora. Ela já vem se arrastando desde o ano passado, especialmente com a pressão por causa da alta do dólar, já que muitas vezes equipamentos de laboratório precisam ser importados. Só que piorou a partir de julho deste ano, quando o governo parou de repassar os recursos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), uma agência de fomento para pesquisas de pós-graduação no país. A Universidade Federal da Bahia (UFBA), por exemplo, anunciou que estava simplesmente paralisando seu programa de pós-graduação, já que sofreu corte de 75% nos recursos da Capes. Outros anúncios se seguiram, com o da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) dizendo que o corte “afeta de modo irreparável cada um dos programas de pós-graduação da UFRJ e das demais universidades públicas”.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) negou o corte de 75%. Segundo o governo, houve um contingenciamento dos recursos, mas o valor voltará a ser pago. Porém, ainda assim 10% dos recursos deverão ser cortados. “A Capes assegura o repasse de 1,65 bilhões de reais para os seus programas de pós-graduação. O montante é equivalente a 90% do valor previsto para 2015”, disse o MEC.

A verdade é que, mesmo com o governo prometendo pagar as bolsas, a crise já é sentida em diversas esferas do universo científico brasileiro. De uma maneira geral, podemos resumir os cortes ou contigenciamentos atuais em quatro pontos:

  1. Corte de 10% do valor do custeio da Capes
O governo bloqueou 75% do valor de custeio da Capes, paralisando os trabalhos de pós-graduação de algumas universidades. Segundo o MEC, esses recursos não foram cortados – eles serão liberados aos pouco, em pagamentos parcelados. Porém, o governo disse que só garante o pagamento de 90% do montante. Ou seja, na prática, há um corte de 10%.
  2. Redução dos recursos dos Fundos Setoriais
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) é uma empresa pública criada para investir em ciência. Ela tem 16 fundos setoriais voltados para áreas específicas. Por exemplo, o fundo da Amazônia recebe recursos da arrecadação da Zona Franca de Manaus, e esse dinheiro é usado para pesquisa na Amazônia. Com a crise econômica, a arrecadação dos fundos cai, e a Finep consequentemente repassa uma verba menor para pesquisa científica.
  3. Paralisação dos editais dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs)
O governo criou em 2008 mais de cem institutos para desenvolver desde pesquisa básica como de ponta. Eles tinham validade de sete anos. Após o término, é preciso julgar os INCTs para saber quais merecem continuar o trabalho, quais serão interrompidos ou substituídos. O Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI) já publicou um novo edital para renovar os institutos, mas não tem recursos para honrar o edital. O processo está parado, e os institutos sem dinheiro.
  4. Crise nos programas estaduais
A crise também atinge órgãos estaduais de ciência. Em São Paulo não há cortes, mas os Institutos de Pesquisa operam com apenas metade do número dos pesquisadores considerado necessário. No Rio, a Fundação de Amparo a Pesquisa (Faperj) interrompeu momentaneamente a liberação de novos recursos. No Rio Grande do Sul, o governo enviou projeto de lei para acabar com a Fundação Zoobotânica e o Museu de Ciências Naturais.

“É a escolha de Sofia”, diz a professora Helena Nader, referindo-se ao filme em que a personagem Sofia, interpretada pela atriz Meryl Streep, precisa escolher qual dos dois filhos vive. “Não é culpa do ministro Janine [Renato Janine Ribeiro, ministro da Educação antes da reforma ministerial] ou do ministro Rebelo [Aldo Rebelo, então ministro da Ciência]. Eles tiveram de se adequar a um orçamento menor e escolher onde cortar. E para fazer isso, decidiram manter as bolsas dos estudantes e cortar no custeio”. A rubrica do custeio, no entanto, é a grande pegadinha. Ela cobre desde a compra de lápis e canetas até equipamentos científicos. Ou manutenção de elevadores. Se por um lado é importante priorizar as bolsas de jovens cientistas, por outro, o corte do custeio pode deixá-los sem laboratórios, equipamentos e o material necessário para fazer pesquisa.

Não bastassem os cortes, a questão da alocação de recursos também chama a atenção da SBPC, especialmente no caso do programa Ciência sem Fronteiras, um dos carros-chefe da política para a educação do governo.  O programa investe na formação de alunos de graduação em universidades no exterior. Acontece que quando o Ciência sem Fronteiras foi criado, em 2011, o governo não gerou novos recursos para ele. Em vez disso, alocou o programa no orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDTC). As associações científicas dizem que o Ciência sem Fronteiras está, na prática, tirando dinheiro do desenvolvimento de ciência e inovação para financiar a graduação.

As tentativas para desatar o nó no investimento da ciência existem, mas são ainda tímidas. Segundo o professor Jacob Palis, presidente da Academica Brasileira de Ciências (ABC), uma das saídas que estão sendo negociadas, mas ainda está nos bastidores, seria um convênio ou empréstimo feito pelo governo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos poderiam ser usados para liberar os editais dos INCTs. Retirar o Ciência sem Fronteiras do fundo da pós-graduação é outra demanda para evitar cortes em pesquisa, e as associações científicas continuam pedindo uma porcentagem nos recursos dos royalties do petróleo. Mas a medida favorita de Palis é uma saída pouco explorada no Brasil: incentivos para o financiamento privado na ciência.

“Nós precisávamos criar uma espécie de Lei Rouanet para a ciência e tecnologia”, diz, referindo-se à lei que cria incentivos fiscais para empresas investirem em cultura. “Poderia ser um mecanismo para incentivar pessoas e empresas a doar para instituições científicas e abater parte desse valor no Imposto de Renda”. O exemplo que ele dá é o de uma das mais importantes instituições científicas do mundo, a academia de ciências do Reino Unido, conhecida como Royal Society. Essa instituição recebeu, ao longo da história, doações de terrenos, prédios e recursos de empresas, milionários e entusiastas da ciência. Não por acaso, a Royal Society financiou e publicou trabalhos de cientistas distintos, de Isaac Newton a Stephen Hawking. Um artigo publicado em ÉPOCA em junho abordou esse ponto, com o sugestivo título Por que os milionários brasileiros não doam suas fortunas a universidades?.

E foi do Reino Unido que tive a melhor definição de como a ciência brasileira pode enfrentar a crise econômica. No começo de setembro, o Conselheiro-Chefe para Assuntos Científicos do Reino Unido, Robin Grimes, veio ao Brasil para assinar acordos de cooperação científica. Perguntei a ele como a Europa resistiu aos cortes durante a crise financeira de 2009. “É uma questão de a sociedade mostrar aos políticos que se importa com ciência”, disse. “Mostrar que ideias científicas podem ser transformadas em prosperidade, em empregos, em novos produtos. No Reino Unido, nós nos beneficiamos desse entendimento e conseguimos passar a crise com um orçamento estável”. Ou seja, não é apenas criticar e reclamar dos cortes. Nós, como cidadãos, também temos que mostrar que nos importamos com a ciência, sob a pena de ver o desenvolvimento do Brasil usando escadas enquanto os demais países sobem de elevador.

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– Quem disse que estudar o futebol como ciência não dá certo?

Vivemos novos tempos no futebol. O Empirismo, por si só, já não é suficiente. Aplicar a ciência faz parte da metodologia de trabalho e isso é muito bom!

O líder do Campeonato Brasileiro, Corinthians/SP, é treinado por Tite, que tirou um ano sabático para estudar e reciclar. Parece que deu certo…

O treinador do time que “quase já subiu” da série B para a série A, Vitória/BA, é Vagner Mancini, que no final do ano de 2014/inicio de 2015 fez clínicas na Europa, inclusive com Guardiola.

O futebol mais bonito jogado hoje é o do Santos/SP, que faz uma campanha de recuperação incrível no Brasileirão, desde que assumiu o treinador Dorival Júnior, que dividiu seu tempo com os cuidados à esposa enferma e mesmo assim se atualizou na Europa (em companhia de Mancini).

Parece que os folclóricos treinadores boleiros (respeitosamente, cito Joel Santana da Prancheta) estão perdendo espaço. E causa espanto que os 3 citados treinadores de sucesso atualmente sejam abertos ao diálogo e educados. Já Dunga, da Seleção Brasileira, continua pragmático e irredutível em seu esquema, além de azedo aos contatos e tratamento dispensado aos outros.

O que você acha disso?

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– Em Marte há vida?

Pode ser que sim! Após a NASA revelar que o Planeta Vermelho tem pequenos leitos de rios de água corrente salgada sazonais, por que não crer que existam organismos por lá? Ou, claro, em outros mundos?

Somos um pequeno grão de areia no meio do Universo. Não podemos (e nem devemos) duvidar.

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– Dilma, Ciência e a Arca de Noé!

Durante o Prêmio Jovem Cientista, entregue na última semana pela presidente Dilma Rousseff, houve um discurso sobre a importância da pesquisa científica (mesmo com o Governo Federal cortando os recursos do “Ciência Sem Fronteiras”.

Empolgada e de improviso, disse a chefe do país:

“Transformar o mundo significa levar a cada uma das pessoas as melhores condições de vida. É isso que a Ciência faz, desde a Arca de Noé”.

Ai… essa doeu! Quem eram os cientistas daquele período bíblico?

Dona Dilma tá perdidinha… coitado do nosso país.

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– O que pensar sobre o Homo Naledi?

Descoberto mais um parente do homo sapiens: o Homo Naledi, numa caverna da África do Sul. Foram encontrados os restos de 15 indivíduos numa região chamada de “Berço da Humanidade”.

Ao ver a foto dele (vide abaixo), você não se questiona: “Éramos assim?”.

As teorias evolutivas dizem que sim. Ok, respeito. Mas certamente há a mão de Deus nesse desenvolvimento.

Em alguns artigos que li, desnecessariamente encontro referências jocosas sobre o Criacionismo. Ora, se estas pessoas defendem a Evolução, respeite-se a crença de quem pensa diferente. Além disso, muitos falam da Ciência como se ela fosse opositora da Religião.

O que penso disso tudo? Uma grande bobagem. Fé e Razão são aliadas, não inimigas. É impossível crer que das formas primárias às mais evoluídas de vida tenham surgidas ao acaso, pela coincidência de elementos químicos sem a vontade de uma força maior.

Parece que a cada descoberta científica alguns fazem apologia do ateísmo. Pra quê?

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– Peixes extintos que voltaram à vida?

Peixe vampiro ou sanguessuga do mar: não é que a Natureza nos surpreende quando permite a descoberta de criaturas exóticas que se acreditava não existirem mais?

Veja só, extraído de: http://is.gd/QHa4Qx

PEIXE DO TEMPO DOS DINOSSAUROS

Você nunca mais vai ficar tranquilo ao entrar água depois de conhecer esse peixe. Depois de 200 anos sumido dos rios ingleses, Lamprey, uma espécie de peixe vampiro, voltou a aparecer. Conta a história que o rei Henrique I morreu depois de comer esse peixe. Que coragem!

O bicho é muito feio! Sua boca parece um ralo de pia, com dentes de triturador prontos para engolir seus dedos! Essa coisinha bizarra existe no mundo há cerca de 200 milhões de anos antes dos dinossauros. E o maldito, que parecia ter sumido dos rios ingleses, resolveu dar as caras de novo!

Lamprey é conhecido como uma praga nos oceanos, vindo por canais criados para ligar lagos ou rios, eles atacam peixes. Trata-se de um parasita, que muitas vezes ataca em cardume, sugando o sangue até matar. Existem variedades de Lamprey, algumas podem chegar até quase 1 metro!

Se liga na boquinha do bicho:

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– O que pensar sobre a Fosfoamina?

Pesquisador da USP que pesquisou o uso da Fosfoamina e publicou em 10 Revistas Especializadas de Oncologia afirma que tal substância cura o câncer. Entretanto, a ANVISA proibiu a distribuição de cápsulas dela.

Entenda os prós e contras do uso de fosfoetanolamina sintética:

Extraído do G1: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/08/pesquisador-acredita-que-substancia-desenvolvida-na-usp-cura-o-cancer.html

PESQUISADOR ACREDITA QUE SUBSTÂNCIA DESENVOLVIDA NA USP CURA O CÂNCER:

O pesquisador Gilberto Orivaldo Chierice, coordenador dos estudos com a fosfoetanolamina sintética na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, concedeu uma entrevista sobre o composto, que ele acredita ser a cura para o câncer. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.

Como mostrou o G1, a droga era fornecida gratuitamente em São Carlos (SP), mas uma portaria proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas.

De acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. “Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos”, desabafou.

Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes – os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno.

A Anvisa, por sua vez, disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento.

Ação
O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. “Mas é evidente que um caso é diferente do outro”, afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.

Contou ainda como a substância age e afirmou que já há outro país interessado em fabricá-la. “Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir”, disparou na entrevista, reproduzida a seguir.

EPTV – Que substância é essa? 
É a combinação de uma substância muito comum, utilizada em muitos xampus de cabelo, chamada monoetanolamina, e o ácido fosfórico, que é um conservante de alimentos. A combinação dessas duas substâncias gera uma substância chamada fosfoetanolamina, que é um marcador de células diferenciadas, que são as consideradas células cancerosas.

EPTV – Como ela age no organismo?
Essa substância nós mesmos fabricamos dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático. Então, não podemos chamar de produto natural porque é sintetizado, mas o seu organismo já fabrica com o mesmo propósito: defender você durante todo o tempo da sua vida de células que se diferenciam.

EPTV – Na prática, essa substância reforça a que a gente já tem? Como ela age na célula cancerosa?
Primeiro, ela passa do trato digestivo para o sistema sanguíneo, vai até o fígado e forma uma reação junto com o ácido graxo. O que é esse ácido graxo? É a substância que vai alimentar o tumor. É a energia do tumor. E ela entra junto com essa substância dentro da célula. Quando ela entra, essa célula está relativamente parada, ou seja, a organela principal dela, chamada mitocôndria, está parada. Ela obriga a mitocôndria a trabalhar e, quando ela obriga, ela se denuncia para o sistema imunológico e a célula é liquidada, é a chamada apoptose (veja o processo no vídeo abaixo).

EPTV – A eficácia da substância foi mais evidente em algum tipo de tumor?
Os tumores têm células parecidas no seu mecanismo, chamadas de anaeróbicas. Células de tumor anaeróbico, todas elas cediam pela ação da fosfoamina.

EPTV – Não houve um tipo de tumor em que a eficácia foi maior?
Não é possível fazer essa medida porque, primeiro, nós não somos médicos. Teria que ter uma parceria com o médico para ele mostrar a eficácia de cada um. Isso nunca foi feito.

EPTV – Tem alguma contraindicação? A cápsula tem que ser ingerida antes de a pessoa fazer quimioterapia?
Não existe “antes” porque ela não funciona como coadjuvante. Se você detona o sistema imunológico da pessoa, os resultados não são bons porque a ação da fosfoamina necessita que o sistema imunológico esteja intacto. Se existir uma quimioterapia que não destrói o sistema imunológico, perfeito, pode ser combinado.

EPTV – O senhor tem uma ideia de quantas pessoas foram beneficiadas por essa substância nos últimos 20 anos?
Nos últimos tempos nós fazíamos cerca de 50 mil cápsulas por mês. Isso equivale, a 60 cada pessoa, a 800 pessoas ou próximo de mil pessoas por mês. Agora quantas pessoas foram beneficiadas eu não sou capaz de dizer porque muitas delas, que eram pacientes terminais, estão aí, vivas. Então não sei dizer quantas pessoas foram curadas.

EPTV – O senhor publicou esse estudo em diversas revistas científicas. Quantas no total?
Hoje eu suponho que há de nove a dez trabalhos nas melhores revistas de oncologia do mundo, que são revistas internacionais, junto com o pessoal do [Instituto] Butantan, e explicam o mecanismo de ação da fosfoamina.

EPTV – Houve interesse de outro país nessa fórmula. O que pode acontecer?
Nós podemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional porque já está começando a aborrecer ficar todo esse tempo tentando e não conseguir, criam dificuldades que eu não sei explicar. Eu sou um homem de ciência de 25 anos, eu não sou nenhum amador e, por não ser amador, eu conheço os trâmites das coisas, como funciona. Se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer porque beneficiar pessoas não é por bandeira. A humanidade precisa de alguém que faça alguma coisa para curar os seus males.

EPTV – A cura do câncer existe?
Não só pela fosfoamina, deve existir por uma dezena de outras coisas, mas a fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer.

EPTV – E por que a aprovação está demorando tanto? Por que a Anvisa está demorando tanto para liberar?
A razão é muito simples: eu acho que existe uma má vontade. Porque, se existisse boa vontade, isso já tinha sido aplicado em hospitais do governo, como dados experimentais, fase I, fase II, fase III, tudo isso já está pronto. Agora o que falta é dentro das normas da lei, os dados clínicos, assim me disseram na Anvisa todo esse tempo. Eu acho que existe uma má vontade.

EPTV – E, enquanto essa “má vontade” continuar, muita gente com a doença, e a cura está mais próxima do que muita gente imagina, não é?
É, eu penso que sim. A cura está bem mais perto. E se dissessem ainda que falta aprimorar alguma coisa, teria que ser aprimorado daqui para frente, não daqui para trás. Daqui para trás está tudo pronto.

EPTV – Essa substância é a cura do câncer?
Eu acredito que sim, eu acredito que sim. Não só essa como um monte delas que poderiam vir de derivados.

Entenda o caso
No dia 17, o G1 mostrou que pacientes com câncer brigam na Justiça para que a USP forneça cápsulas de fosfoetanolamina sintética. De acordo com usuários, familiares e advogados, a substância experimental acumula resultados satisfatórios no combate à doença, inclusive com relatos de cura, mas não possui registro junto à Anvisa e, por isso, só está sendo entregue por decisão judicial.

A droga, cuja cápsula é produzida por menos de R$ 0,10, levou ao surgimento de discussões na internet e um morador de Santa Catarina que a distribuía gratuitamente foi preso. Em entrevista ao G1, Carlos Kennedy Witthoeft afirma que está “com a consciência em paz”.

Durante uma visita a São Carlos (SP), ele contou como conheceu a fosfoetanolamina sintética, apontada por pesquisadores como um tratamento alternativo para o câncer, por que quis doá-la e o que aconteceu após ser preso e indiciado por falsificação de medicamento. “Não tem como mensurar o que a gente sentia a cada pessoa que vinha falar que estava curada”, disse.

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