– O perigo de um Cérebro excessivamente Otimista.

Veja que bacana: uma pesquisa reproduzida pela Revista Galileu (abaixo a citação) mostra que um cérebro otimista rejeita pensamentos negativos; logo, está sempre de bem com a vida. Entretanto…

Um otimista ao extremo tem um problema: subestimar riscos!

Nem tudo ao Céu e nem tudo ao inferno…

Extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/1,,EMI281058-17933,00.html

CÉREBRO DOS OTIMISTAS REJEITA PENSAMENTOS NEGATIVOS

Por Sandra Damiani

Pesquisadores da University College de Londres descobriram que o cérebro das pessoas sempre positivas dá preferência a tudo que reforça uma bela perspectiva do futuro. Em um experimento, os cientistas pediram a voluntários que apontassem a probabilidade de acontecer 80 diferentes situações negativas em suas vidas, como separação e doença grave, enquanto passavam por uma ressonância magnética.

Os cientistas observaram que as pessoas otimistas tinham uma atividade maior no lobo frontal (responsável por nossa capacidade de planejamento e estimativas) ao processarem notícias positivas. Diante das negativas, tiveram menor atividade nesta parte do cérebro, sugerindo que o órgão estaria escolhendo qual evidência levar em conta.

O estudo dá pistas do que leva algumas pessoas a manter uma previsão cor-de-rosa mesmo quando a realidade reforça o inverso. É como acreditar que seu time vai ganhar no próximo jogo mesmo depois de sucessivos fiascos. “O lado ruim de ser sempre positivo é subestimar riscos”, diz Tali Sharot, uma das autoras do estudo. Isso explicaria por que campanhas como as de combate ao fumo ou à Aids são, por vezes, ineficazes, alerta a neurocientista.

Resultado de imagem para otimismo

Imagem extraída de: https://sipnl.com.br/4-atitudes-de-pessoas-otimistas/

– Ciência vs Achismo:

Como discordar da imagem abaixo?

Circula na Web, não sei quem é o autor (se alguém conhecer a autoria, me indique para colocar aqui), mas é perfeita. Veja:

– Quando 2+2 = 5.

Muito interessante: nem sempre 2+2=4!

Para pensar nessas ideias, extraídas de: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1dpe9yr5no

PorDalia Ventura

Há verdades incontestáveis, como 1+1=2. A menos que a 1 monte de roupas sujas você adicione 1 monte de roupas sujas e fique com 1 montão de roupa para lavar.

Ou que esteja misturando tintas, e 1 cor + 1 cor = 1 nova cor, como um estudante de artes disse à matemática Eugenia Cheng, que incluiu vários desses exemplos em seu livro “Is Math Real?: How Simple Questions Lead Us to Mathematics’ Deepest Truths” (“A matemática é real?: Como perguntas simples nos levam às verdades mais profundas da matemática”, em tradução livre).

Claro que isso não significa que 1+1≠ 2. Significa apenas que até o que é mais conhecido nos convida a pensar, que tudo merece um certo grau de questionamento e que muito depende do contexto.

Mas uma soma semelhante às anteriores tem uma longa, prestigiada e até polêmica história: 2+2.

Se você acha que a resposta é sempre 4, adianto que há quem argumente que isso não é necessariamente certo.

Vamos começar com René Descartes, no século 17, embora possamos seguir essa história até passados ainda mais remotos.

O filósofo francês que questionou tudo em busca da verdade perguntou-se por que não se duvidava que dois mais dois são quatro, se até mesmo a nossa existência era colocada em dúvida.

Duvidar que 2+2=4, observou, não era logicamente incoerente, pois, afinal de contas, os números eram ideias abstratas que não podíamos encontrar na natureza.

Mas afirmar “duvido que eu exista” era, sim, logicamente incoerente.

A mera capacidade de duvidar, observou ele, reafirma a nossa existência, daí a abordagem fundamental do racionalismo ocidental: cogito ergo sum ou “penso, logo existo”.

Ele não estava, no entanto, colocando em questão se a duas coisas se somar mais duas, dará quatro; valeu-se precisamente dessa soma, pois era uma verdade óbvia.

E questioná-la era tão absurdo que o inglês Ephraim Chambers usou a expressão 2+2=5 como exemplo ao explicar o significado do conceito naquela que foi uma das primeiras enciclopédias da história.

Na Cyclopaedia, ou Um Dicionário Universal de Artes e Ciências (1728), cujo subtítulo indica que “contém uma explicação dos termos e uma conta dos significados das coisas nas várias artes, tanto liberais e mecânicas, e várias ciências, o humano e divinas”, observa:

“Assim, seria absurda uma proposição que afirmasse que dois e dois são cinco, ou que negasse que são quatro.”

De encantadora a assustadora

A soma seguiu presente, e não apenas em escritos filosóficos e matemáticos.

Em 1813, o famoso poeta inglês George Gordon Byron evocou-a em uma carta àquela que viria a ser sua esposa, Anne Isabella Milbanke.

Ele chamava-a de sua “princesa dos paralelogramos”, pelo fascínio que a matemática despertava nela, um assunto que, escreveu Byron, “devo me contentar em admirar a partir da distância da incompreensão”.

“Eu sei que dois e dois são quatro, e eu ficaria feliz em provar isso também se pudesse, embora eu deva dizer que se por qualquer tipo de processo eu pudesse converter dois mais dois em cinco, eu teria um prazer muito maior.”

O grande escritor russo Fiódor Dostoiévski foi além.

Em “Notas do subsolo” (1864), o protagonista aceita a falsidade de 2+2=5 e considera as consequências de negar a verdade de que 2+2=4.

No entanto, ele acha que o que torna a humanidade humana é a capacidade de escolher ou rejeitar o lógico e o ilógico, e o processo incessante de querer alcançar um objetivo, “em outras palavras, a própria vida, não particularmente a meta que, é claro, deve ser sempre ‘dois mais dois são quatro'”.

Esse objetivo, na sua opinião, “já não é a vida, mas o início da morte”.

De maneira que conclui:

“Eu admito que dois e dois são quatro é algo excelente, mas, se somos justos, dois e dois são cinco também tem muito charme.”

Não parecia tão encantador para o escritor francês Victor Hugo.

Ele foi mais um dos que usaram a soma como metáfora política, ao criticar o abandono dos valores liberais que inspiraram a Revolução Francesa quando Napoleão 3º se instalou como imperador.

No panfleto “Napoléon le Petit”(“Napoleão, o Pequeno”, 1852), ele minou a credibilidade do sistema ao escrever:

“Agora, obtenham 7,5 milhões de votos para declarar que dois e dois são cinco, que a linha reta é o caminho mais longo, que o todo é menos do que a sua parte.”

Um século depois, o Nobel francês Albert Camus escreveria em “A Peste” que “ninguém parabeniza um professor por ensinar que dois e dois são quatro”, pois não parece estar arriscando sua vida ao fazê-lo.

“Mas há sempre um momento na história em que quem se atreve a dizer que dois e dois são quatro está condenado à morte. O professor sabe bem disso. E a questão não é saber qual será o castigo ou a recompensa que aguarda esse raciocínio. A questão é saber se dois e dois são ou não quatro.”

Mas talvez quem mais repercussão deu a 2+2=5 para denunciar dogmas absurdos e perigosos foi o jornalista e escritor George Orwell.

Ele levantou a ideia várias vezes, em ensaios e transmissões da BBC durante a Segunda Guerra Mundial, para ilustrar o ilógico da propaganda nazista.

Em uma carta de 1944, respondendo a uma pergunta sobre o crescimento do totalitarismo a alguém chamado Noel Willmett, ele explicou seus medos:

“Hitler pode dizer que os judeus começaram a guerra e, se sobreviver, isso se tornará história oficial.”

“Você não pode dizer que dois e dois são cinco, porque para efeitos de, digamos, balística, eles têm que somar quatro.”

“Mas se chegarmos ao tipo de mundo que temo, um mundo de dois ou três grandes superestados que não podem ser conquistados entre si, dois e dois poderiam se tornar cinco se o Führer assim o desejasse.”

“Essa, até onde posso ver, é a direção em que estamos realmente nos movendo, embora, é claro, o processo seja reversível.”

Cinco anos depois, seria publicado seu romance 1984, que atrairia a atenção de gerações como uma das declarações fictícias mais eloquentes contra um mundo reduzido a superestados.

Um mundo saturado de “nacionalismo emocional”, complacente com os “métodos ditatoriais, polícia secreta e a falsificação sistemática da história“, e com a vontade de “não acreditar na existência de uma verdade objetiva porque todos os fatos têm que se encaixar nas palavras e profecias de algum führer infalível”.

Nessa distopia, o protagonista do romance, Winston Smith, pergunta-se se a opressão poderia se tornar tão forte que se o Estado afirmar que “dois mais dois é igual a cinco”, isso imediatamente se tornaria verdade.

A resposta é dada por seu torturador, O’Brien, quando Smith diz que é impossível para ele conceber outra coisa, pois ele sabe que dois mais dois são quatro.

“Às vezes sim, Winston; mas outras vezes são cinco. E outras, três. E às vezes é quatro, cinco e três ao mesmo tempo”, é a resposta arrepiante de O’Brien.

Em 2003, inspirada em “1984”, a banda inglesa de rock Radiohead lançou a música “2+2=5”, questionando a escolha de ficar na zona de conforto em vez de lutar contra o absurdo.

“Você é tão sonhador

Para colocar o mundo em ordem?

Ficarei para sempre em casa,

onde dois e dois sempre somam cinco”

O charme de 2+2=5

Mas até as verdades evidentes da matemática são controversas.

Apesar de 2+2=5 ter sido amplamente utilizado como exemplo de uma proposição evidentemente falsa e para alertar estudantes de matemática sobre o risco de falácias, há uma contracorrente.

Curiosamente, essa soma, que para muitos ilustra o que é uma crença ou dogma absurdo, para outros é símbolo de quebra de cadeias.

Muitos são aderentes à teoria da Justiça Social Crítica (JSC), que se baseia sobretudo nas noções pós-modernas de poder, conhecimento e linguagem, e pensam que a sociedade está construída com sistemas opressivos de poder e privilégio que legitimam algumas formas de conhecimento sobre outras.

Para eles, a matemática não é uma ciência objetiva ou neutra em valores, nem meramente instrumental; também não é uma pura verdade abstrata existente além do mundo concreto.

Desse ponto de vista, 2+2 não é necessariamente 4, mas poderia ser 5.

Você se perdeu?

Talvez valha a pena citar o mais citado: Kareem Carr, doutor em bioestatística da Universidade de Harvard, que ganhou fama nas redes em 2020 com um post no então Twitter intitulado “Tudo o que você precisa saber sobre 2+2=5”.

Carregando post do Twitter

Ele começou dizendo que “afirmações como 2+2=4 são abstrações, o que significa que são generalizações de ‘algo'”.

“Pessoas de pensamento literal podem às vezes dizer coisas como ‘se eu colocar um galo e uma galinha juntos e voltar no ano seguinte e há três deles (1+1=3) ou dizer: ‘se eu deixar uma raposa e uma galinha juntos, eu volto depois e só há um (1+1=1)’.

“As pessoas vão achar que isso soa estúpido, mas elas estão fazendo um apontamento tremendamente profundo”, disse.

Mais tarde ele declarou que “o mero ato de transformar algo em um número é uma suposição”.

E, com o tempo, continuou encontrando exemplos, como o de adicionar 200 ml de água a outros 200 ml de água em um recipiente, que então teria, de acordo com a aritmética, 400 ml.

Mas, esclareceu, como a temperatura dos primeiros 200 ml era de 20°C e a dos outros era de 40°C, ao combiná-las a quantidade foi reduzida.

Seu ponto era, e ainda é, que em um mundo onde tanto conhecimento é gerado a partir de dados, é importante garantir que as suposições sejam precisas para que as conclusões sobre a realidade também o sejam.

“Então, quando alguém me diz ‘2+2=5’, peço sempre mais detalhes em vez de pensar que são idiotas”.

– Educação e Fé, Ciência e Religião, Razão e Emoção: conciliam bem nas Escolas ou são contradições?

Uma atual (porém histórica) discussão sempre foi sobre a relação harmoniosa ou não no comportamento social entre a fé e a razão, ou melhor: a religião e a ciência.

Mas quem disse que elas devem ser concorrenciais, e não complementares ou colaborativas no caráter e educação das pessoas (embora poucos pensem assim)? Gosto demais de uma frase de São João Paulo II de que “A Fé e a Razão são assas que nos elevam para o Céu”.

Leio na edição 2582 da Revista Superinteressante, pg 8-9, sobre o debate da religiosidade e crenças dentro das instituições de ensino e pesquisa. Claro que o assunto é bem delicado, pois manter-se livre de proselitismo de crença (como todo professor tem que fazer) não pode ao mesmo tempo “descatequizar” um discente ao passo de transformá-lo em ateu. São coisas distintas, e reforço: desde quando a fé é inimiga da inteligência? Emoção e razão em equilíbrio, para um mundo melhor, por favor.

Algumas coisas discordo e outras concordo, mas gostaria de compartilhar. Abaixo:

LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA. LUGAR DE DEUS É NA IGREJA

As religiões são um pilar fundamental de quase todas as sociedades. Mas elas não devem pautar nem a educação pública, nem os laboratórios.

Por Bruno Vaiano

O método científico é simples. Consiste no que uma criança faz por instinto. Ela observa a areia da praia e percebe que a cor e a textura lembram Nescau ou Toddy. Ela levanta a hipótese de que a areia talvez tenha gosto de achocolatado. Ela testa essa hipótese com um experimento – isto é, comer a areia. O experimento revela que a hipótese está errada. Hora de refinar a hipótese, ou rejeitá-la. E aí partir para uma nova observação, que recomeça o processo (aquela bola de gude parece uma bala. Será uma bala?)

A rotina de um cientista adulto é parecida. Em 2017, 40 biólogos de várias nacionalidades espalharam 3,1 mil lagartinhas verdes de massa de modelar em 31 lugares. Eles queriam testar uma hipótese antiga da ecologia: a de que, em regiões próximas do Equador, há mais aves, mamíferos e insetos atrás de comida (ou, para usar o termo técnico, há mais interações entre espécies). Eles deixavam as presas fake alguns dias na natureza selvagem e depois verificavam se elas haviam sido mordidas. Conclusão? “Uma lagarta próxima aos polos tem oito vezes menos chance de ser mordida que uma lagarta no Equador”, me contou na época Larissa Boesing, da USP. “Para cada grau a mais de latitude, a probabilidade de a lagarta sobreviver intacta aumenta em 2,2%.”

Essa é uma maneira de adquirir conhecimento. Verificar uma hipótese na unha. A outra é consultar alguém que já verificou a hipótese. Quando uma criança faz isso, ela busca uma fonte confiável – a mãe, por exemplo. Um cientista, quando lê a descrição de um experimento realizado por outro cientista, avalia cada passo para saber se pode confiar nas conclusões.

Um cientista usa o conhecimento adquirido por outros cientistas como ponto de partida de seu trabalho. Caso contrário, a ciência seria um empreendimento coletivo estagnado. “Vou estudar uma lua de Júpiter. Vou começar testando pela enésima vez essa hipótese chamada gravidade.” Quando um certo número de crianças testam a mesma hipótese (de que areia teria gosto de Nescau) e chegam à mesma conclusão (de que não tem), forma-se uma teoria. Os cientistas chamam de teoria uma hipótese verificada várias vezes.

A palavra “teoria”, então, tem um significado diferente para a ciência: é uma explicação para algum aspecto da natureza que já foi testada e assinada embaixo. Não tem o significado de “suposição” ou “especulação” que os não cientistas costumam lhe atribuir. A teoria da tectônica de placas de Wegener e Wilson, a teoria da evolução por seleção natural de Darwin e a teoria da relatividade geral de Einstein são aceitas como fatos.

Dogmas, por outro lado, são informações sobre a natureza que não foram confirmadas experimentalmente. A única maneira de justificar a crença em um dogma é o argumento de autoridade: um livro sagrado carrega a palavra de Deus, e ela é indiscutível. Por isso mesmo, o único conhecimento que pode constar do currículo escolar é o científico. Todos têm direito à fé em algum dogma; todos têm direito a ter seu dogma respeitado e o dever de respeitar o dogma alheio.

Mas é essencial que o professor deixe o dogma na porta quando pega o giz. Nenhum professor deve afirmar que areia tem gosto de achocolatado, pois qualquer criança pode verificar que é mentira. Tampouco ele pode dizer que Jesus caminhou sobre as águas, que Deus ditou o Corão a Maomé ou que pular sete ondas para Iemanjá garante sorte. Nenhuma dessas hipóteses provou-se verdadeira. São todas questão de fé – algo profundo e estritamente pessoal.

E isso nos leva a outro problema da religião na escola pública: cada grupo tem a sua religião (principalmente em um país com tanta diversidade cultural como o nosso). Um cristão pode achar engraçado um índio Kaiapó acreditar que uma onça inventou a carne assada. O índio acha engraçado que o cristão acredite em uma mulher virgem que dá à luz. Um professor não tem tempo de abordar cada uma das várias fés que existem no Brasil. Não em pé de igualdade. E, se ele privilegiar uma, obviamente será em detrimento de outra. Alguém sempre acaba desrespeitado. A solução é ater-se à ciência – que vale para todos.

ANALFABETISMO CIENTÍFICO

Outro motivo para que o ensino público atenha-se à ciência é o maior déficit do País: o de conhecimento. Nossos estudantes ignoram fatos científicos básicos. 40% dos jovens entre 15 e 16 anos declaram não saber se o ser humano foi vítima de dinossauros carnívoros (a resposta é não). 44% não sabem que o planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos de idade. Um terço acha falsa a afirmação de que o homem descende de outra espécie de primata. Os dados são de um estudo de 2015 com 2.404 alunos da rede pública de todo o Brasil.

Uma sociedade de analfabetos científicos é incapaz de combater, por exemplo, problemas de saúde pública. A versão resistente a antibióticos do bacilo de Koch, que é consequência da evolução por seleção natural, mata 250 mil pessoas por ano, segundo a OMS. Essa tuberculose anabolizada não distingue crentes e ateus. Sem a tectônica de placas de Wegener e Wilson, por sua vez, é impossível estudar terremotos, vulcões e tsunâmis – como o que matou 429 pessoas na Indonésia em dezembro. O bom das teorias é que elas valem até para quem não acredita nelas. Assim, permitem entender o mundo e torná-lo melhor.

Perceba que alfabetização científica não tem a ver com ser ou não ateu. 8% das teses e dissertações do departamento de biologia da USP contêm agradecimentos a Deus na dedicatória. Na veterinária, sobe para 38%. O biólogo Antonio Carlos Marques, que levantou esses dados, me confessou em 2016: “Eu entendo a necessidade pessoal de explicações metafísicas, mas como é que o próprio aluno não sente o conflito dentro de si quando religião e ciência se encontram?” De fato, é um conflito. Mas não há por que cobrar ateísmo de todo cientista. Cabe ao profissional entender-se com a própria consciência, contanto que ele separe aquilo que é fé daquilo que é fato.

E isso vale para todos os brasileiros. Este texto não advoga contra a fé nem pede que ninguém a deixe de lado. Só é preciso concordar que a religião, seja ela qual for, não pode interferir em políticas públicas de educação, de ciência ou de tecnologia. A separação entre Igreja e Estado, afinal, é como a teoria da evolução: sempre dá certo quando é testada. Deixá-la para trás a essa altura seria um retrocesso – um recuo tão grande quanto se voltássemos todos a comer areia.

Imagem extraída de: https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-conflito-entre-fe-razao.htm

– Lições de Empreendedorismo do Criador do Waze.

Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.

Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).

Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!

Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?

Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:

Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”

Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

bomba.jpg

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit

– A prática profissional ou a formação acadêmica?

Um dilema cada vez maior em nossos dias: a prática profissional ou a formação acadêmica – O que seria mais importante?

Vale a discussão, abaixo, extraído de FSP, 10/12/2017, Caderno Carreiras, C2.

O QUE VALE MAIS: HABILIDADE OU DIPLOMA?

Declaração de empresário embasa discussão sobre o peso da graduação e de especializações versus experiência e competência

Por Cris Olivette

Enquanto muitos profissionais consideram que ter uma coleção de diplomas garante sucesso na carreira, o dono da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, diz que as habilidades devem ser levadas mais em consideração do que os diplomas, na hora de contratar profissionais.

A afirmação de Musk, segundo o especialista em recuperação de empresas, Flávio Ítavo, é verdadeira quando se refere a necessidade de contratar pessoas experientes para exercer uma tarefa complexa.

“Não é verdadeira quando falamos em profissionais em início de carreira. Para esses, o diploma continua sendo importante. No meu caso, por exemplo, quando sou contratado como consultor, as empresas olham para aquilo que já realizei. Elas não vão se preocupar em olhar em qual faculdade me formei há 30 anos e quais especializações eu tenho”, diz.

Presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), Elaine Saad concorda com ele. “Para contratar alguém no início de carreira, as companhias usam o diploma como parâmetro de avaliação. Os RHs partem do principio que a pessoa que tem aquele diploma passou por aulas e provas sobre o assunto. Isso não significa que alguém sem nível universitário não tenha o seu valor.”

Segundo ela, as pessoas escolhem as profissões e depois caminham na vida profissional não necessariamente dentro da carreira escolhida, e isso ocorre por dois motivos: ou porque o trabalho a direciona para outro lado, ou porque não encontram oportunidade na área.

Elaine diz que na maioria das vezes, o que se aprende na faculdade vai ficando para trás e passa a prevalecer a atividade que a pessoa faz no dia a dia.

“Para mim, o diploma não deixou de ser importante, porque o estudo na universidade tem duas funções: estimular a capacidade cognitiva e ajudar as pessoas a se manterem atualizadas. Porém, diploma não garante que o profissional permaneça em uma companhia, ou tenha sucesso no que faz. Só estudar não capacita para o sucesso no mundo corporativo.”

Ela considera que os dois aspectos são complementares. “Conforme o momento de carreira, é possível ao RH identificar as habilidades de um candidato por meio de uma série de metodologias, que buscam a evidência do que ele está falando.”

Diretora de RH e Marketing da Manpower Group Brasil, Márcia Almström diz que o mundo está muito mais prático do que teórico. “Hoje, ter um diploma de nível superior não é sinônimo de empregabilidade. Quando pesquisamos o mercado, observamos que as demandas surgem nas áreas muito mais técnicas e especialistas. Essas qualificações têm sido as que têm gerado mais empregos”, conta.

Segundo ela, a experiência prática passou a ser um fator de inserção do jovem no mercado de trabalho. “Participamos de discussões com o MEC e representantes de vários países sobre como inserir o jovem no mercado de trabalho. Nossa contribuição para essa discussão foi a pesquisa que fizemos sobre Escassez de Talento, que aponta que há falta de talento na área técnica. E aonde tem escassez tem oportunidade de trabalho. É um desafio para as empresas, mas uma oportunidade para as pessoas. Por isso, o MEC alterou o currículo do ensino médio para oferecer formação técnica”, conta.

Márcia diz que a pesquisa feita pela Manpower aponta que o terceiro fator de maior dificuldade das empresas em preencher as vagas é a falta de experiência prática. “O que mostra o peso de se ter experiência efetiva. É indiscutível o quanto a experiência prática tem valor no currículo e na competitividade das pessoas.”

Habilidades. Ela afirma que a habilidade significa desenvolver uma expertise, o que é oferecido pelo curso técnico. “Diferentemente do curso superior, que qualifica a pessoa como médico, advogado etc. Mas esse profissional não é especialista, é generalista. Habilidade é o fazer técnico. A formação superior oferece competência.”

Elaine diz que entre as habilidades mais valorizadas pelo mercado estão: capacidade de resolver problemas e transformar uma questão complexa em algo mais simples; facilidade de comunicação e de perceber como se comunica e como o outro compreende de maneira efetiva; iniciativa; ambição – saber aonde quer chegar; capacidade de se conhecer e de entender como funciona e o impacto que causa em outras pessoas; capacidade de compreender o contexto onde está inserido; e percepção dos diferentes perfis de pessoas.

“Tem uma série de habilidades com as quais algumas pessoas já nascem e outras podem ser aprendidas, como a autoestima, que é um atributo bastante importante”, diz Elaine.

Diploma Digital: o que é e como funciona | Brasil Open Badge

Imagem extraída de: https://bropenbadge.com/blog/diploma-digital/

– Somos Livres para as Nossas Escolhas?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade.

O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

Números em revisão : Revista Pesquisa Fapesp

Imagem extraída de: https://revistapesquisa.fapesp.br/n%C3%BAmeros-em-revis%C3%A3o/

– 1 católico vs 20 ateus.

Assisti e compartilho: nesse programa de debates, 20 pessoas ateias sabatinando e tentando convencer o Professor Guilherme Freire, católico praticante e filósofo, que Deus não existe.

Aqui, vale observar: no começo, há pessoas mais contritas falando. Depois, um verdadeiro ataque contra Deus (até de “canalha” Ele foi chamado). Me impressiona como pessoas que não tem fé, desdenham de quem a tem. Mais do que isso: o ataque beira à Cristofobia!

Não é fácil defender o direito à fé e a se manter cristão em meio aos ataques. O Inimigo de Deus tenta as pessoas.

Em: https://youtu.be/TrPrYVWNz8o?si=v-z__KwPQp6k4LkE

– Science Quote By Patrick Heller: “After everything is…”

This one is a keeper! I’ll print it and keep it around me at all times!

Original em: Science Quote By Patrick Heller: “After everything is…”

– Science Quote By Kay Redfield Jamison: “One of the…”

Original em:

Science Quote By Kay Redfield Jamison: “One of the…”

– Poetry Quote By Richard Dawkins: “Science is the…”

The world wouldn’t be the same without Richard Dawkins don’t you think?

Continua em: Poetry Quote By Richard Dawkins: “Science is the…”

– As emoções das cores (para o Mercado).

Muito legal: muitas empresas estudam as cores de suas logomarcas, a fim de obter vários objetivos sensoriais.

Mas você sabe o que elas seignificam?

Veja que bacana:

– Será que a lógica do Futebol é realmente de 28%?

Republicando post de exatos 14 anos. Seria atual? Veja que interessante:

Amigos, costumo brincar que a única lógica do futebol é que ele é “ilógico”. Claro, opinião pessoal e discutível.

Entretanto, segundo o Caderno “Ciência” da Folha de São Paulo (clique aqui para link), na matéria intitulada “72% DO FUTEBOL É CAIXINHA DE SURPRESA”, um estudo mostrou que a probabilidade da Copa do Mundo premiar a melhor seleção é de apenas 28%. Assim, há 72% de chances do campeão não ter o melhor time. A reportagem de Rafael Garcia traz como base um estudo científico realizado pelo astrofísico inglês Gerald Skinner, do Centro Goddard de Washington. Após uma engenhosa fórmula, o cientista chegou a um modelo de resultados estatísticos resultante nesse número.

Assim, fica a discussão: em campeonatos eliminatórios (mata-mata), nem sempre há justiça, pois o melhor pode ser eliminado. Nos campeonatos de pontos corridos, pela regularidade, o melhor costuma ser campeão. Embora, ressalte-se, a comprovação mesmo científica pode levar a debates intermináveis.

Agora, dentro dessa tese, se uma equipe teoricamente “pior que outra” vencer o considerado “melhor de todos”, não seria ela a melhor?

Talvez não. Vide Once Caldas campeão da Libertadores ou Grécia campeã da Eurocopa. Campeões de torneios, mas não melhores do que os adversários, caso o torneio fosse em pontos corridos.

Matéria em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0310200901.htm

Imagem relacionada

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana.

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

Resultado de imagem para Santo Alberto Magno

Foto-arte extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-alberto-magno-o-grande-doutor-por-um-acordo-com-a-virgem-66711

– Como as novas gerações podem estar diminuindo o QI por culpa dos aparelhos eletrônicos.

Normalmente, os estudos mostram que de geração em geração os filhos têm QI maior que seus pais (em média). Porém, um novo estudo mostra que a “geração digital” está contrariando a lógica. Ou seja: as crianças estão se tornando menos inteligentes!

Abaixo extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2020/10/30/geracao-digital-por-que-pela-1a-vez-filhos-tem-qi-inferior-ao-dos-pais.ghtml

POR QUE PELA 1ª VEZ OS FILHOS PODEM TER QI INFERIOR AO DOS PAIS

Especialista analisa como as ferramentas tecnológicas têm influenciado negativamente no QI das crianças.

A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

“Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

As evidências são palpáveis: já há um tempo que os testes de QI apontam que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.

Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Veja abaixo trechos da entrevista com ele.

BBC News Mundo: Os jovens de hoje são a primeira geração da história com um QI (Quociente de Inteligência) mais baixo do que a última?

Michel Desmurget: Sim. O QI é medido por um teste padrão. No entanto, não é um teste “estático”, sendo frequentemente revisado. Meus pais não fizeram o mesmo teste que eu, por exemplo, mas um grupo de pessoas pode ser submetido a uma versão antiga do teste.

E, ao fazer isso, os pesquisadores observaram em muitas partes do mundo que o QI aumentou de geração em geração. Isso foi chamado de ‘efeito Flynn’, em referência ao psicólogo americano que descreveu esse fenômeno. Mas recentemente, essa tendência começou a se reverter em vários países.

É verdade que o QI é fortemente afetado por fatores como o sistema de saúde, o sistema escolar, a nutrição, etc. Mas se considerarmos os países onde os fatores socioeconômicos têm sido bastante estáveis por décadas, o ‘efeito Flynn’ começa a diminuir.

Nesses países, os “nativos digitais” são os primeiros filhos a ter QI inferior ao dos pais. É uma tendência que foi documentada na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc.

BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI?

Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem.

Os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico.

BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso?

Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral.

BBC News Mundo: Que dano exatamente as telas causam ao sistema neurológico?

Desmurget: O cérebro não é um órgão “estável”. Suas características ‘finais’ dependem da nossa experiência. O mundo em que vivemos, os desafios que enfrentamos, modificam tanto a estrutura quanto o seu funcionamento, e algumas regiões do cérebro se especializam, algumas redes são criadas e fortalecidas, outras se perdem, algumas se tornam mais densas e outras mais finas.

Observou-se que o tempo gasto em frente a uma tela para fins recreativos atrasa a maturação anatômica e funcional do cérebro em várias redes cognitivas relacionadas à linguagem e à atenção.

Deve-se ressaltar que nem todas as atividades alimentam a construção do cérebro com a mesma eficiência.

BBC News Mundo: O que isso quer dizer?

Desmurget: Atividades relacionadas à escola, trabalho intelectual, leitura, música, arte, esportes… todas têm um poder de estruturação e nutrição muito maior para o cérebro do que as telas.

Mas nada dura para sempre. O potencial para a plasticidade cerebral é extremo durante a infância e adolescência. Depois, ele começa a desaparecer. Ele não vai embora, mas se torna muito menos eficiente.

O cérebro pode ser comparado a uma massa de modelar. No início, é úmida e fácil de esculpir. Mas, com o tempo, fica mais seca e muito mais difícil de modelar. O problema com as telas é que elas alteram o desenvolvimento do cérebro de nossos filhos e o empobrecem.

BBC News Mundo: Todas as telas são igualmente prejudiciais?

Desmurget: Ninguém diz que a “revolução digital” é ruim e deve ser interrompida. Eu próprio passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando minha filha entrou na escola primária, comecei a ensiná-la a usar alguns softwares de escritório e a pesquisar informações na internet.

Os alunos devem aprender habilidades e ferramentas básicas de informática? Claro. Da mesma forma, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos professores? Claro, se faz parte de um projeto educacional estruturado e se o uso de um determinado software promove efetivamente a transmissão do conhecimento.

Porém, quando uma tela é colocada nas mãos de uma criança ou adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores. Isso inclui, em ordem de importância: televisão, que continua sendo a tela número um de todas as idades (filmes, séries, clipes, etc.); depois os videogames (principalmente de ação e violentos) e, finalmente, na adolescência, um frenesi de autoexposição inútil nas redes sociais.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças e os jovens costumam passar em frente às telas?

Desmurget: Em média, quase três horas por dia para crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para crianças de 8 anos e mais de sete horas para adolescentes.

Isso significa que antes de completar 18 anos, nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos em frente às telas ou, se preferir, 16 anos trabalhando em tempo integral!

É simplesmente insano e irresponsável.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças devem passar em frente a telas?

Desmurget: Envolver as crianças é importante. Eles precisam ser informados de que as telas danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem na aquisição da linguagem, enfraquecem o desempenho acadêmico, prejudicam a concentração, aumentam o risco de obesidade, etc.

Alguns estudos mostram que é mais fácil para crianças e adolescentes seguirem as regras sobre telas quando sua razão de ser é explicada e discutida com eles. A partir daí, a ideia geral é simples: em qualquer idade, o mínimo é o melhor.

Além dessa regra geral, diretrizes mais específicas podem ser fornecidas com base na idade da criança. Antes dos seis anos, o ideal é não ter telas (o que não significa que de vez em quando você não possa assistir a desenhos com seus filhos).

Quanto mais cedo forem expostos, maiores serão os impactos negativos e o risco de consumo excessivo subsequente.

A partir dos seis anos, se os conteúdos forem adaptados e o sono preservado, o tempo em frente a tela pode chegar até meia hora ou até uma hora por dia, sem uma influência negativa apreciável.

Outras regras relevantes: sem telas pela manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama ou quando estiver com outras pessoas. E, acima de tudo, sem telas no quarto.

Mas é difícil dizer aos nossos filhos que as telas são um problema quando nós, como pais, estamos constantemente conectados aos nossos smartphones ou consoles de jogos.

BBC News Mundo: Por que muitos pais desconhecem os perigos das telas?

Desmurget: Porque a informação dada aos pais é parcial e tendenciosa. A grande mídia está repleta de afirmações infundadas, propaganda enganosa e informações imprecisas. A discrepância entre o conteúdo da mídia e a realidade científica costuma ser perturbadora, se não enfurecedora. Não quero dizer que a mídia seja desonesta: separar o joio do trigo não é fácil, mesmo para jornalistas honestos e conscienciosos.

Mas não é surpreendente. A indústria digital gera bilhões de dólares em lucros a cada ano. E, obviamente, crianças e adolescentes são um recurso muito lucrativo. E para empresas que valem bilhões de dólares, é fácil encontrar cientistas complacentes e lobistas dedicados.

Recentemente, uma psicóloga, supostamente especialista em videogames, explicou em vários meios de comunicação que esses jogos têm efeitos positivos, que não devem ser demonizados, que não jogá-los pode ser até uma desvantagem para o futuro de uma criança, que os jogos mais violentos podem ter ações terapêuticas e ser capaz de aplacar a raiva dos jogadores, etc.

O problema é que nenhum dos jornalistas que entrevistaram esse “especialista” mencionou que ela trabalhava para a indústria de videogames. E este é apenas um exemplo entre muitos descritos em meu livro.

Isso não é algo novo: já aconteceu no passado com o tabaco, aquecimento global, pesticidas, açúcar, etc.

Mas acho que há espaço para esperança. Com o tempo, a realidade se torna cada vez mais difícil de negar.

BBC News Mundo:Há estudos que afirmam, por exemplo, que os videogames ajudam a obter melhores resultados acadêmicos…

Desmurget: Digo com franqueza: isso é um absurdo.

Essa ideia é uma verdadeira obra-prima de propaganda. Baseia-se principalmente em alguns estudos isolados com dados imprecisos, que são publicados em periódicos secundários, pois muitas vezes se contradizem.

Em uma interessante pesquisa experimental, consoles de jogos foram dados a crianças que iam bem na escola. Depois de quatro meses, elas passaram mais tempo jogando e menos fazendo o dever de casa. Suas notas caíram cerca de 5% (o que é muito em apenas quatro meses!).

Em outro estudo, as crianças tiveram que aprender uma lista de palavras. Uma hora depois, algumas puderam jogar um jogo de corrida de carros. Duas horas depois, foram para a cama.

Na manhã seguinte, as crianças que não jogaram lembravam cerca de 80% da aula em comparação com 50% das que jogaram.

Os autores descobriram que brincar interferia no sono e na memorização.

BBC News Mundo: Como o Sr. acha que os membros dessa geração digital serão quando se tornarem adultos?

Desmurget: Costumo ouvir que os nativos digitais sabem “de maneira diferente”. A ideia é que embora apresentem déficits linguísticos, de atenção e de conhecimento, são muito bons em “outras coisas”. A questão está na definição dessas “outras coisas”.

Vários estudos indicam que, ao contrário das crenças comuns, eles não são muito bons com computadores. Um relatório da União Europeia explica que a baixa competência digital impede a adoção de tecnologias educacionais nas escolas.

Outros estudos também indicam que eles não são muito eficientes no processamento e entendimento da vasta quantidade de informações disponíveis na internet.

Então, o que resta? Eles são obviamente bons para usar aplicativos digitais básicos, comprar produtos online, baixar músicas e filmes, etc.

Para mim, essas crianças se assemelham às descritas por Aldous Huxley em seu famoso romance distópico Admirável Mundo Novo: atordoadas por entretenimento bobo, privadas de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com sua sina.

BBC News Mundo: Alguns países estão começando a legislar contra o uso de telas?

Desmurget: Sim, especialmente na Ásia. Taiwan, por exemplo, considera o uso excessivo de telas uma forma de abuso infantil e aprovou uma lei que estabelece multas pesadas para pais que expõem crianças menores de 24 meses a qualquer aplicativo digital e que não limita o tempo de tela de meninos entre 2 e 18 anos.

Na China, as autoridades tomaram medidas drásticas para regulamentar o consumo de videogames por menores: crianças e adolescentes não podem mais brincar à noite (entre 22h e 8h) ou ultrapassar 90 minutos de exposição diária durante a semana (180 minutos nos finais de semana e férias escolares).

BBC News Mundo: O Sr. acredita que é bom que existam leis que protegem as crianças das telas?

Desmurget: Não gosto de proibições e não quero que ninguém me diga como criar minha filha. No entanto, é claro que as escolhas educacionais só podem ser exercidas livremente quando as informações fornecidas aos pais são honestas e abrangentes.

Acho que uma campanha de informação justa sobre o impacto das telas no desenvolvimento com diretrizes claras seria um bom começo: nada de telas para crianças de até seis anos de idade e não mais do que 30-60 minutos por dia.

BBC News Mundo: Se essa orgia digital, como você a define, não para, o que podemos esperar?

Desmurget: Um aumento das desigualdades sociais e uma divisão progressiva da nossa sociedade entre uma minoria de crianças preservadas desta “orgia digital” — os chamados alfas do livro de Huxley —, que possuirão, através da cultura e da linguagem, todas as ferramentas necessárias pensar e refletir sobre o mundo, e uma maioria de crianças com ferramentas cognitivas e culturais limitadas — os chamados gamas na mesma obra —, incapazes de compreender o mundo e agir como cidadãos cultos.

Os alfas frequentarão escolas particulares caras com professores humanos “reais”. Já os gamas irão para escolas públicas virtuais com suporte humano limitado, onde serão alimentados com uma pseudo-linguagem semelhante à “novilíngua” de (George) Orwell (em 1984) e aprenderão as habilidades básicas de técnicos de médio ou baixo nível (projeções econômicas dizem que este tipo de empregos serão super-representados na força de trabalho de amanhã).

Um mundo triste em que, como disse o sociólogo Neil Postman, eles vão se divertir até a morte. Um mundo no qual, através do acesso constante e debilitante ao entretenimento, eles aprenderão a amar sua servidão. Desculpe por não ser mais otimista.

Talvez (e espero que sim) eu esteja errado. Mas simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento.

Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget — Foto: Getty Images

Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget — Foto: Getty Images

– Dia Nacional da Língua Portuguesa.

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os lifelongs leaners: precisamos fazer parte deste número de pessoas com tal estilo de vida!

O aprendizado contínuo é uma necessidade a todos os profissionais. Cada vez mais, a ideia de que somos eternos aprendizes na vida se faz uma constante, tirando as pessoas da zona de conforto e encarando a importância de se atualizar como prioridade na carreira.

São os “lifelongs leaners”! Você é um deles?

Extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2020/02/27/como-nao-ficar-obsoleto-na-carreira-veja-dicas-de-especialistas.htm

COMO NÃO FICAR OBSOLETO NA CARREIRA? A RECEITA É NÃO PARAR DE APRENDER

Por Cláudia Varella

Você sabe o que são os “lifelong learners’? São os profissionais que nunca param de estudar, mesmo após terem se formado e garantido um bom emprego. Educação contínua, ou seja, estudar para sempre e adquirir novas competências é a solução para você não ficar obsoleto na carreira. É isso o que dizem especialistas consultados pelo UOL.

“Entramos na era do chamado ‘lifelong learning’, conceito que introduz a tese de que, diferentemente do passado, nossa jornada de aprendizado será contínua e longa. Ela tende a nunca acabar”, afirmou Sandro Magaldi, especialista em gestão de negócios.

Segundo ele, o conhecimento está muito mais acessível e disponível do que anteriormente, quando a única forma de estudar era por meio do modelo formal de ensino. “Atualmente, a internet permite o acesso a inúmeros conteúdos de alta relevância em diversos formatos, como videoaulas, podcasts, cursos online etc. O aprendizado contínuo é o caminho para se preparar para esses novos tempos”, declarou Magaldi.

Empresas buscam pessoas atualizadas

Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, afirma que as empresas buscam ativamente um colaborador que seja atualizado, ou seja, que domine bem os conhecimentos da sua área de atuação.

“Para que não fique obsoleto na carreira, o ideal é que ele acumule aprendizados contínuos alinhados às mudanças constantes que o mercado de trabalho tem vivido. Dentre elas, destacamos a capacitação remota, também chamada de treinamento online ou educação corporativa online, uma forte tendência para os próximos anos”, declarou.

Uranio Bonoldi, professor em curso de MBA na Fundação Dom Cabral, diz que o profissional deve buscar renovação do conhecimento, por meio de cursos rápidos, MBA, mestrados ou até PhD (doutorado no exterior).

“Cada profissional, dentro de sua área de atuação, deve procurar cursos de especialização que estejam de acordo com o estágio de sua carreira e que façam sentido para si e para a empresa em que trabalha. Mas a solução não está em emendar um curso no outro. Isso não é producente”, afirmou.

Sempre aberto para evoluir

Para Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina, aprendizado contínuo significa adotar uma postura de estar sempre aberto a evoluir e a descobrir coisas novas.

“Se você sente que já pode fazer seu trabalho de olhos fechados, deve se perguntar: ‘Será que existem novas ferramentas para apoiar minhas tarefas? Que tendências estão em alta entre os profissionais da minha área?’. Nunca faltarão novidades”, declarou.

Networking para troca de experiências

Joel Dutra, coordenador do Programa de Gestão de Pessoas da FIA (Fundação Instituto de Administração), diz que, além de fazer cursos, os profissionais devem usar sua rede de relacionamentos não só para alavancar oportunidades na carreira, mas também para aprender.

“É preciso aproveitar esse networking para a troca de conhecimentos e de experiências com pessoas da mesma área que a sua. O profissional deve sempre se manter antenado e buscar cursos fora do ambiente da empresa, até para manter certo distanciamento crítico em relação à companhia onde trabalha”, afirmou.

Como decidir quais cursos fazer?

Dutra diz que é importante procurar especialização em sua área de atuação. “O conhecimento só se transforma em competência se for aplicado na prática, de acordo com a sua vivência na empresa. Portanto, deve haver conexão entre o conteúdo do curso com a sua prática diária. O próprio mercado não valoriza esse tipo de conhecimento que não esteja alinhado à sua vivência profissional.”

Segundo Bonoldi, o profissional deve conhecer o que as empresas estão exigindo em termos de competências técnicas. “É muito importante você planejar sua carreira de forma estratégica, identificando em que estágio você está e onde deseja estar em cinco ou dez anos. A partir daí, você identifica as lacunas que deve preencher com cursos e especializações para atingir a situação desejada.”

Para Luciana, é muito importante refletir bem antes de tomar uma decisão, já que investir em estudos requer tempo e dinheiro.

“Você não precisa necessariamente ter um planejamento de carreira detalhado —até porque ele pode mudar à medida que for enveredando por novos caminhos em seus estudos. Mas é fundamental ter uma ideia de onde quer chegar para ter clareza sobre quais são as habilidades a desenvolver. Só assim conseguirá saber se determinado curso vale ou não o investimento.”

Buscar cursos que combinem com seu estilo

O profissional deve identificar quais tipos de ensino se adaptam seu estilo de estudo. “Há diversas formas de se qualificar, podem ser cursos presenciais ou online, de curta ou longa duração. Isso não significa necessariamente que o profissional precise ter uma graduação; significa que ele tem que estar preparado para a sua área de atuação”, diz Tábitha.

Ter disciplina é um atributo fundamental para a educação contínua, segundo Magaldi. “Cada indivíduo tem a possibilidade de criar sua própria trilha de aprendizado estudando quando, onde e quanto tempo desejar.”

Luciana dá outras dicas: participe de grupos, eventos e conferências relevantes relacionadas ao seu trabalho, para se manter atualizado, estimular novas ideias e aumentar sua rede de contatos; e invista em inteligência emocional.

“Ter empatia, conseguir lidar com os sentimentos e saber trabalhar em grupo são habilidades extremamente importantes para qualquer profissional ter sucesso na carreira e na vida pessoal.”

“Síndrome de FoMo” pode afetar carreira

Um dos males que rondam essa era tecnológica é a síndrome de FoMo (“Fear of Missing Out”, ou medo de perder algo).

Segundo Camilla Celi, psicóloga e assessora de carreira da Catho, a “síndrome de FoMo” pode ocasionar consideráveis mudanças sociais que decorrem de vários processos patológicos, sendo comum o aumento excessivo do uso de redes sociais, as mudanças no humor e os elevados níveis de estresse.

“Esse quadro pode afetar a vida pessoal e estender-se para a profissional”, afirmou.

Camilla diz que isso poderá acarretar um “efeito dominó”, repercutindo em atrasos frequentes no trabalho, diminuição na produtividade, bloqueios criativos, falta de motivação, dificuldade em ouvir opiniões externas e de criação de vínculos, com medo do julgamento alheio, e alto índice de frustração.

A psicóloga alerta: caso o profissional não receba o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, a síndrome pode apresentar sintomas como descontentamento com o próprio corpo e vida, má qualidade de sono e, em casos mais graves, depressão e transtorno de ansiedade. “Busque sempre orientação especializada”, disse.

Extraído de: http://lifelonglearningdesign.net/benefits-of-training/

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– A fertilização (em vídeo):

Muito legal! A fertilização, em um vídeo bem bacana:

Reprodução em:

Referência em: 

– REPOST: Design Inteligente, Papas e Revista.

A Revista Época (em uma edição de 2014) trouxe uma matéria sobre aqueles que defendem o “Design Inteligente” na Criação. É um movimento que fala sobre a Formatação do Mundo por obra planejada, não desordenada e desejada. Ou seja, que por trás de tudo o que existe no Universo, há uma força maior responsável que o desenhou. Os cristãos acreditam que foi o Pai; os esotéricos, as forças cósmicas; enfim, algo ou Alguém por trás.

Porém, a reportagem da revista ironizou dizendo “que não poderíamos levar muito a sério tal corrente de pensamento.

Por que não? Cientista não pode ter fé? O ateísmo é condição “sine qua non” para a comunidade científica?

Bobagem.

Ciência e Religião ainda são taxadas como inimigas?

Há séculos, foram notórios os conflitos entre estudiosos e religiosos. Mas hoje, ao contrário!

O falecido Papa João Paulo II, no começo do seu pontificado, proclamava a belíssima encíclica de que “a Fé e a Razão são duas asas que nos elevam para o Céu”. Em 1996, declarou que:

A Teoria da Evolução das Espécies era mais do que uma hipótese”.

Isso não impede que o Livro do Gênesis deixe de ser respeitado, já que é uma versão poética inspirada à luz do Espírito Santo sobre a Criação do Mundo, mostrando que tudo foi formado por Deus a seu tempo, mostrando por Adão e Eva (referindo-se aos primeiros homens e mulheres) como o pecado entrou na humanidade.

Já o Papa Emérito Bento XVI demonstrou muita simpatia ao declarar que:

O Design Inteligente sustenta a evolução, já que a idéia de que a seleção natural por si só é insuficiente para explicar a complexidade do mundo”.

Seu mais próximo auxiliar, o Cardeal Schoenborn, em 2005, foi perfeito em sua objetiva mensagem, a qual comungo, escrevendo que:

A evolução no sentido da ancestralidade comum pode ser verdade, mas a evolução no sentido neo-darwinista – um processo não planejado e sem guia – não é”.

Recentemente, o Papa Francisco declarou que:

Deus não usa uma varinha mágica capaz de fazer tudo (…) Ele criou os seres humanos e deixou que eles se desenvolvessem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um para que eles cheguem ao seu cumprimento. O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção do Criador Divino, mas sim o exige”.

Em suma, podemos sintetizar numa única questão: tudo foi uma grande coincidência?

Me custa crer que uma força maior – e na minha fé, um Criador (Deus, Nosso Pai) – não tenha sido o grande responsável pelo Universo. Imaginar que os milhares de seres surgiram pela combinação aleatória de forças químicas, biológicas e inanimadas, é ser, até certo ponto, forçoso.

Para crer em evolução das espécies não precisa ser ateu. Ao contrário: aquilo que Deus construiu aos poucos, evoluiu conforme seus anseios. Ou foi um grande acaso que após milhões de anos o homem reina sobre a Terra?

bomba.jpg

Imagem extraída da Web.

– Como se forma e como trabalha um bom professor?

A resposta a esse questionamento pode estar nesse ótimo arquivo de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras.

Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, 19/09/2016, pg A3.

O BOM PROFESSOR

Pesquisas recentes demonstram que a habilidade de ensinar não é inata. Assim como treinadores ajudam atletas a melhorar em suas modalidades, professores também podem ter suas vocações aprimoradas.

Sabe-se que o segredo para notas excelentes e estudantes bem-sucedidos não são os colégios elegantes, turmas pequenas ou equipamentos mirabolantes. São os professores. É a principal conclusão da reportagem publicada na revista “The Economist”, de 11 de junho de 2016.

No mundo todo, poucos professores são suficientemente bem preparados. Em países pobres, muitos recebem pouco treinamento. Em países ricos, o problema é mais sutil. Os professores se qualificam, seguindo um curso longo que, normalmente, envolve discussões rasas sobre diversas teorias.

Alguns desses cursos, inclusive mestrados em educação, não têm nenhum efeito sobre quão bem os alunos dos seus graduados acabam sendo ensinados. As escolas negligenciam os seus alunos mais importantes: os próprios professores.

É preciso aprender como transmitir conhecimento e preparar jovens mentes para recebê-lo. Bons professores definem objetivos claros, aplicam padrões altos de comportamento e administram o tempo em sala de aula com sabedoria.

Usam técnicas comprovadas de ensino para garantir que todas as cabeças estejam funcionando todo o tempo -como, por exemplo, fazer perguntas na sala de aula, escolhendo o aluno que irá responder, em vez de perguntar e esperar uma resposta, o que sempre leva a ter os mesmos alunos ansiosos levantando as mãos.

A aplicação dessas técnicas é mais fácil em teoria do que na prática. Com o ensino, o caminho para a maestria não é uma teoria confusa, mas sim uma intensa prática orientada, baseada no conhecimento do assunto e métodos pedagógicos.

Os estagiários deveriam ficar mais tempo em sala de aula. Os países onde os alunos têm o melhor desempenho fazem professores inexperientes passar por um aprendizado exigente.

Na América, as escolas com alto desempenho ensinam os estagiários em sala. Acertar nos incentivos também ajuda. Em Xangai, os professores ensinam somente de 10 a 12 horas por semana, menos que metade da média americana de 27 horas.

Estudos recentes da Universidade Harvard destacam o poder do bom ensino. Mas uma pergunta persegue os criadores de políticas: “Bons professores nascem bons ou se tornam bons?”. Preconceitos na cultura popular sugerem a última opção. Professores ruins são vistos como pessoas preguiçosas que odeiam crianças.

Edna Krabappel, de desenho “Os Simpsons”, trata as aulas como obstáculos para chegar aos intervalos. Enquanto isso, professores bons e inspiradores são vistos como pessoas dotadas de dons sobrenaturais.

Em 2011, um levantamento sobre atitudes em relação à educação verificou que essas visões indicam a crença das pessoas: 70% dos americanos acreditavam que a habilidade de ensinar resultava mais de talento inato que de treinamento.

As instituições que preparam professores precisam ser mais rigorosas. Mudanças nos sistemas escolares são irrelevantes se não mudarem como e o que as crianças aprendem. Para isso, importa o que os professores fazem e acham. A resposta, afinal, está na sala de aula.

O professor medíocre conta. O bom... William Arthur Ward - Pensador

– Cuidado para não prejudicar sua memória!

Se você tem preocupação em manter o cérebro sadio, não quer ter contratempos como esquecimentos e neurônios atrofiados, vale a pena seguir algumas dicas para não afetar sua mente e perder a capacidade cognitiva.

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/

8 COMPORTAMENTOS COMUNS CAPAZES DE AFETAR SUA MEMÓRIA

À medida que envelhecemos, cada ocasião em que esquecemos o nome de uma pessoa ou onde deixamos nossas chaves causa mais e mais ansiedade, e com razão, já que o risco de sofrer de demência e Alzheimer aumenta com a idade. Dito isso, os problemas de memória nem sempre são motivo de preocupação e podem ser apenas um sintoma normal do envelhecimento.

Afinal, o tamanho do nosso cérebro começa a diminuir por volta dos 30 anos e, com essas mudanças neurológicas, o cérebro sacrifica sua capacidade de memorizar coisas novas e reter memórias mais antigas.

Na verdade, mesmo se você notar uma mudança mais repentina em sua memória, não se precipite em tirar conclusões precipitadas e supor que é demência. Isso ocorre porque a perda de memória, a dificuldade de concentração e a névoa do cérebro podem ser sinais de uma condição de saúde não relacionada, medicamentos ou mesmo algumas escolhas de estilo de vida aparentemente inofensivas.

Todas as 8 coisas que mencionamos abaixo podem se manifestar por meio da perda de memória, mas estão longe de ser demência e Alzheimer.

1. Estresse

Se você já esteve estressado, provavelmente sabe como a preocupação e a ansiedade constantes que vêm com isso o impedem de se concentrar em qualquer coisa importante, o que pode levar a ainda mais estresse. Mas não é apenas em um nível psicológico que o estresse pode afetar nossa memória.

Estudos demonstraram que o estresse é prejudicial à nossa memória em nível celular também, porque o hormônio do estresse cortisol pode interromper as conexões entre as células nervosas do cérebro, tornando a evocação e a formação de novas memórias mais desafiadoras.

Por sua vez, o estresse crônico pode ter efeitos de longo prazo na química do cérebro, portanto, certifique-se de encontrar uma estratégia de enfrentamento certa para você e aprenda a combater o estresse.

2. Certos Medicamentos

Tanto os medicamentos prescritos quanto os de venda livre são realmente capazes de mexer com sua memória, mesmo com medicamentos comuns como anti-histamínicos e analgésicos OTC tendo o potencial de causar “neblina cerebral”, um estado de sensação de menos vigília ou consciência do que o normal, muitas vezes acompanhado de problemas de memória e concentração.

Os medicamentos com maior probabilidade de apresentarem confusão cerebral como um dos efeitos colaterais são os antipsicóticos, antidepressivos e auxiliares de sono e ansiedade, que influenciam diretamente a química cerebral. Lembre-se de que isso não torna esses medicamentos ruins, e se seu médico insistir que você não pode substituí-los por outros alternativos, você deve continuar com o tratamento pelo tempo que for necessário.

3. Dieta

Acontece que tanto o que você come quanto quando você come faz uma grande diferença para sua memória. Lanches tardios, por exemplo, mostraram interromper os ritmos circadianos, que são os ciclos naturais de sono e vigília pelos quais nossos corpos passam todos os dias. “Uma das coisas consistentes que vemos em pessoas que têm distúrbios em seus ritmos circadianos são os déficits de memória”, disse Christopher Colwell, professor de psiquiatria da UCLA School of Medicine, em uma entrevista ao Insider.

Além das refeições tardias, no entanto, comer demais comidas não saudáveis, frituras e doces também pode atrapalhar a função da memória. Em vez disso, opte por alimentos para o cérebro, como nozes e peixes gordurosos.

4. Problemas com a Tireóide

Não apenas hábitos, mas também certas condições de saúde não diretamente relacionadas ao cérebro podem se manifestar por meio da perda de memória e dificuldade de concentração, e os problemas de tireóide são uma preocupação comum. A glândula tireóide está situada no pescoço e controla o metabolismo, o desenvolvimento e o crescimento das células.

Quando a glândula tireóide não produz hormônios suficientes, desenvolve-se uma condição chamada hipotireoidismo, um sintoma comum do qual é a névoa do cérebro e perda de memória. Por outro lado, uma tireoide hiperativa, conhecida como hipertireoidismo, pode causar problemas de concentração. 

 

5. Depressão

Não apenas as condições de saúde física, mas também a podem ter um efeito negativo na memória. Depressão, uma condição mental cada vez mais comum que afeta mais de 264 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), está firmemente ligada a uma diminuição do funcionamento executivo, que inclui faculdades mentais como memória, concentração e até mesmo a capacidade de executar várias tarefas.

Como acontece com as condições de saúde física, a procura de tratamento também reduz a perda de e outros problemas mentais associados à depressão.

6. Sedentarismo como estilo de vida

Como mencionamos na introdução, o encolhimento do cérebro é um dos sintomas do envelhecimento que espera por todos, mas isso não significa que não possamos fazer nada a respeito. Na verdade, o segredo para um cérebro mais saudável são os exercícios, que, no fim das contas, são benéficos para o nosso corpo e mente! O exercício aeróbico, em particular, demonstrou aumentar o tamanho do hipocampo, um dos centros de memória mais importantes do cérebro.

Estudos envolvendo idosos descobriram que o exercício aeróbico desacelerou a perda de memória relacionada à idade em 1-2 anos. O melhor de tudo é que apenas 20 a 30 atividades moderadas, como jardinagem ou caminhadas, 5 vezes por semana parecem ser suficientes para produzir esses benefícios!

7. Tabagismo

Estamos todos bem cientes dos efeitos do fumo em nossos pulmões e até mesmo em nossa saúde cardiovascular, mas a influência negativa do hábito prejudicial em nossa saúde cerebral é geralmente esquecida. A triste verdade é, porém, que fumar torna o córtex – a camada mais externa do cérebro – mais fino em certas áreas, o que se manifesta em problemas de memória, além de outros sintomas negativos, de acordo com um estudo da Universidade McGill.

Outro estudo também descobriu que fumar pode levar à perda de até 1/3 das memórias do dia a dia. Felizmente, o primeiro estudo também aponta que abandonar o hábito prejudicial pode levar à recuperação parcial das áreas corticais afetadas pelo fumo.

8. Não Dormir o Suficiente

Você está dormindo a quantidade recomendada apropriada para sua idade todas as noites? Do contrário, você não deve se surpreender ao ver algumas mudanças na memória também, pois a perda de memória é, na verdade, um sintoma comum da .

De acordo com pesquisas, a consolidação da memória, um processo em que nossas memórias são definidas em nosso cérebro por meio do fortalecimento das conexões neurais, acontece enquanto estamos dormindo. O sono de má qualidade ou a privação do sono, por sua vez, podem interromper esse processo e levar a problemas de memória.

Fonte:

Pitaco: Dicas para melhorar a memória de curto prazo:

– Agendas, lembretes e anotações podem ser de grande utilidade;

– É possível treinar a memória de curto prazo com atividades padronizadas, que têm como objetivo estimular a atenção;

– Atividades como jogar videogame, ler, tocar instrumentos musicais, meditar e manter um ativo e ocupado contribuem para estimular a cognição.

A anatomia do cérebro é diferente em cada pessoa, indica estudo - Revista Galileu | Saúde

Imagem extraída de: Pixabay, por: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/07/anatomia-do-cerebro-e-diferente-em-cada-pessoa-indica-estudo.html

IN ENGLISH –

If you are concerned about keeping your brain healthy and want to avoid setbacks like forgetfulness and atrophied neurons, it’s worth following some tips to prevent affecting your mind and losing cognitive ability.

I am sharing an excerpt from: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/

8 COMMON BEHAVIORS THAT CAN AFFECT YOUR MEMORY

by Pitacos e Achados

As we age, every time we forget a person’s name or where we left our keys, it causes more and more anxiety, and with good reason, as the risk of suffering from dementia and Alzheimer’s increases with age. That said, memory problems aren’t always a cause for concern and may just be a normal symptom of aging.

After all, the size of our brain begins to shrink around age 30, and with these neurological changes, the brain sacrifices its ability to memorize new things and retain older memories.

In fact, even if you notice a more sudden change in your memory, don’t rush to jump to hasty conclusions and assume it’s dementia. This is because memory loss, difficulty concentrating, and brain fog can be signs of an unrelated health condition, medication, or even some seemingly harmless lifestyle choices.

All eight things we mention below can manifest through memory loss but are far from being dementia and Alzheimer’s.

1. Stress

If you have ever been stressed, you probably know how the constant worry and anxiety that come with it prevent you from focusing on anything important, which can lead to even more stress. But it’s not just on a psychological level that stress can affect our memory.

Studies have shown that stress is also harmful to our memory on a cellular level because the stress hormone cortisol can disrupt the connections between nerve cells in the brain, making recalling and forming new memories more challenging.

In turn, chronic stress can have long-term effects on brain chemistry, so be sure to find a coping strategy that is right for you and learn to combat stress.

2. Certain Medications

Both prescription and over-the-counter medications are truly capable of messing with your memory, even common medications like antihistamines and OTC pain relievers have the potential to cause “brain fog,” a state of feeling less alert or aware than usual, often accompanied by memory and concentration problems.

The medications most likely to present brain fog as a side effect are antipsychotics, antidepressants, and sleep and anxiety aids, which directly influence brain chemistry. Remember that this does not make these medications bad, and if your doctor insists that you cannot replace them with alternative ones, you should continue with the treatment for as long as necessary.

3. Diet

It turns out that both what you eat and when you eat make a big difference to your memory. Late-night snacks, for example, have been shown to disrupt circadian rhythms, which are the natural sleep-wake cycles our bodies go through every day. “One of the consistent things we see in people who have disruptions in their circadian rhythms is memory deficits,” said Christopher Colwell, a professor of psychiatry at the UCLA School of Medicine, in an interview with Insider.1

Besides late-night meals, however, overeating unhealthy foods, fried foods, and sweets can also hinder memory function. Instead, opt for brain foods like nuts and fatty fish.

4. Thyroid Problems

Not just habits, but also certain health conditions not directly related to the brain can manifest through memory loss and difficulty concentrating, and thyroid problems are a common concern. The thyroid gland is located in the neck and controls metabolism, development, and cell growth.

When the thyroid gland does not produce enough hormones, a condition called hypothyroidism develops, a common symptom of which is brain fog and memory loss. On the other hand, an overactive thyroid, known as hyperthyroidism, can cause concentration problems.

5. Depression

Not only physical health conditions, but also mental health conditions can have a negative effect on memory. Depression, an increasingly common mental condition that affects more than 264 million people worldwide, according to the World Health Organization (WHO), is strongly linked to a decrease in executive functioning, which includes mental faculties such as memory, concentration, and even the ability to multitask.

As with physical health conditions, seeking treatment also reduces memory loss and other mental problems associated with depression.

6. Sedentary Lifestyle

As we mentioned in the introduction, brain shrinkage is one of the symptoms of aging that awaits everyone, but that doesn’t mean we can’t do anything about it. In fact, the secret to a healthier brain is exercise, which, in the end, is beneficial for our body and mind! Aerobic exercise, in particular, has been shown to increase the size of the hippocampus, one of the brain’s most important memory centers.

Studies involving the elderly have found that aerobic exercise slowed age-related memory loss by 1-2 years. Best of all, just 20 to 30 minutes of moderate activity, such as gardening or walking, 5 times a week seems to be enough to produce these benefits!

7. Smoking

We are all well aware of the effects of smoking on our lungs and even our cardiovascular health, but the negative influence of the harmful habit on our brain health is often overlooked. The sad truth is, however, that smoking makes the cortex – the outermost layer of the brain – thinner in certain areas, which manifests as memory problems, in addition to other negative symptoms, according to a study by McGill University.

Another study also found that smoking can lead to the loss of up to 1/3 of day-to-day memories. Fortunately, the first study also points out that quitting the harmful habit can lead to a partial recovery of the cortical areas affected by smoking.

8. Not Getting Enough Sleep

Are you getting the recommended amount of sleep appropriate for your age every night? If not, you should not be surprised to see some changes in memory as well, as memory loss is actually a common symptom of sleep deprivation.

According to research, memory consolidation, a process in which our memories are set in our brain by strengthening neural connections, happens while we are sleeping. Poor quality sleep or sleep deprivation, in turn, can disrupt this process and lead to memory problems.

Source:

Tip: Tips for improving short-term memory:

  • Planners, reminders, and notes can be of great use;
  • It is possible to train short-term memory with standardized activities, which aim to stimulate attention;
  • Activities like playing video games, reading, playing musical instruments, meditating, and keeping an active and busy mind help to stimulate cognition.

– Science Quote By Sam Kean: “Never underestimate spite…”

Any comments on this?

Original em: Science Quote By Sam Kean: “Never underestimate spite…”

– Science Quote By Rikki De La Vega: “Religion at its…”

Original em:

Science Quote By Rikki De La Vega: “Religion at its…”

– Science Quote By John Green: “Keeping the box…”

Original em:

Science Quote By John Green: “Keeping the box…”

– O Conhecimento Raso é algo bom? A discussão entre ser Generalista nos dias atuais.

As pessoas que “sabem das coisas”, sabem mesmo? Ou o conhecimento delas é baixo, raso, insuficiente?

Leia esse artigo espetacular sobre o “conhecimento raso no mundo corporativo. Muito interessante!

Extraído de: https://medium.com/@jrsantiagojr/o-maior-mal-do-mundo-corporativo-o-conhecimento-raso-1f556224f4be

O MAIOR MAL DO MUNDO CORPORATIVO: O CONHECIMENTO RASO

Por José Renato Sátiro Santiago 

Vivemos a chamada “Era do Conhecimento” aquela sobre a qual Peter Drucker, ainda nos idos de 1960, afirmou que o diferencial competitivo iria estar presente nas pessoas que trabalhassem com as informações, as desenvolvessem, e de acordo com o contexto presente, as transformassem em conhecimentos a serem aplicados em suas atividades profissionais. O raciocínio que suporta este entendimento é claro. Apenas o conhecimento aplicado pode gerar aquilo que é essencial para qualquer organização e/ou profissional, a competência.

A grande evolução tecnológica tem impactado de forma consistente este cenário. Hoje em dia as mudanças ocorrem em grande velocidade, bem como seus impactos. Aquilo que ontem era de um jeito, hoje é desse e amanhã será de outro. Isto tem provocado a falta de previsibilidade dos eventos. Diante tudo isso, planejar tem sido algo ainda mais difícil e, ao mesmo tempo, longe de ser descartado. Cada vez é mais complexo afirmar que existe apenas uma resposta correta, mas sim diversas possíveis respostas para as situações, o que tem provocado também o surgimento de múltiplas interpretações para um mesmo fato. Diante disso, o conhecimento passou a ter um prazo de validade cada vez menor, um grande paradoxo para a “Era do Conhecimento”.

A necessidade de possuir conhecimentos específicos cada vez mais complexos vai na contramão de uma frequente constatação de muitos pseudo especialistas presentes no mercado corporativo, que diz respeito a “precisarmos ser generalistas”. Tempos atrás, o genial Ariano Suassuna afirmou que “… a massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto… Nunca vi um gênio com gosto médio.” Fazendo uma breve analogia, o ‘primo’ do gosto médio na arte é o conhecimento generalista no mundo corporativo. O conhecimento generalista, muitas vezes, é raso. Ele tem muito pouca valia no processo de geração de novos requisitos de riqueza, a inovação, que acontece, necessariamente, a partir do conhecimento profundo. Ainda que seja cabível considerar que a visão de alguém novo, ou de fora do processo, possa ser um importante gatilho, a inovação só acontece a partir da disposição daqueles que possuem muito conhecimento. Em tempos de redução da validade deste, saber quem sabe é a grande sacada para nos manter competitivos.

Há ainda aqueles que tendem a afirmar outros mantras que chegam a ser ainda mais constrangedores. Talvez por isso, ou certamente, por conta disso, vivemos uma epidemia de tantas práticas de autoajuda, disfarçadas, na maioria das vezes, com o título de coaching. Pessoas pobremente construídas de conhecimentos explicítos, em sua maioria formadas em barulhentos e caros cursos de finais de semana, e com parcos conhecimentos tácitos, frutos de inexpressivas ou quase nulas experiências pessoais e/ou profissionais, se acotovelam em buscar algo a ser conquistado, verdadeiramente, apenas por aqueles que construíram de forma efetiva seus pilares de aprendizado. Muitas das empresas e profissionais que constroem suas carreiras explorando este filão, levantam a bandeira em prol do conhecimento raso, o mal maior de nossa sociedade. Cabe prevenção. Esta injeção tem como princípio ativo o conhecimento. Com as bençãos de Drucker e Suassuna e sem qualquer contraindicação.

bomba.jpg

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– 56 anos da chegada à Lua. Mas e se a missão falhasse?

Há exatamente 56 anos Neil Armstrong pisava na Lua. Que epopéia para a humanidade! Mas…

Sabia que os EUA já tinham elaborado um cerimonial e uma carta de consolo, caso os astronautas tivessem algum problema e ficassem presos na lua?

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/leia-o-discurso-presidencial-que-seria-usado-se-a-missao-apollo-11-tivesse-fracassado/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO

por Carolina Vilaverde

A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em  julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.

Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:

“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”

Chegada do homem à Lua: 6 fatos sobre a Apollo 11 | Guia do Estudante

Imagem extraída de: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/chegada-do-homem-a-lua-6-fatos-sobre-a-apollo-11/

– Science Quote By Adrian Tchaikovsky: “Complex life was…”

Quotes are indestructible! Nothing can pierce them, but they can pierce anything!

Continua em: Science Quote By Adrian Tchaikovsky: “Complex life was…”

– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

bomba.jpg

– Fruit hybrids have more and more fans, and are especially interesting to amateur fruit growers who compete for more unusual fruits. In this case, it …

Fruit hybrids have more and more fans, and are especially interesting to amateur fruit growers who compete for more unusual fruits. In this case, it …

Continua em: Fruit hybrids have more and more fans, and are especially interesting to amateur fruit growers who compete for more unusual fruits. In this case, it …

– QIs individuais somados são maiores que “QIs coletivos”?

Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?

Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.

Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html

QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”
A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.
O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.
Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.
E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A Nossa Inteligência depende dos nossos genes ou do que aprendemos?

Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522 à André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:

“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”

Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas vinha da minha esposa; agora, tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com que elas convivem.

Resultado de imagem para inteligência

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Science Quote By Werner Heisenberg: “Revere those things…”

Have a good one!

Original em: Science Quote By Werner Heisenberg: “Revere those things…”

– Dia Nacional da Matemática.

Extraído de: https://rocha55.wordpress.com/2025/05/06/dia-nacional-da-matematica/

DIA DA MATEMÁTICA

por Rogério Rocha

A Matemática, é o fascinante universo dos números, formas e lógica, que governam o mundo ao nosso redor. Seja na engenharia, tecnologia, economia ou outra área, a matemática se revela uma ferramenta poderosa para a resolução de problemas. A data homenageia o matemático e professor Júlio César de Mello e Souza, nascido em 6 de maio de 1895.

Júlio César foi um educador apaixonado e um divulgador incansável da matemática. Através de suas obras, especialmente o aclamado livro “O Homem que Calculava”, ele desmistificou conceitos complexos e apresentou a matemática de forma lúdica e envolvente, conquistando gerações de leitores e despertando o interesse pela disciplina. Sua habilidade em narrar problemas matemáticos como histórias cativantes transformou a maneira como muitos viam essa área do conhecimento.

A data, instituída oficialmente em 2004, serve como um lembrete da importância da matemática em diversas áreas do conhecimento e em nosso cotidiano. Ela desenvolve o raciocínio lógico, a capacidade de análise e a criatividade, habilidades essenciais para o desenvolvimento individual e para o progresso da sociedade.

cppbauru

– Green vegetables are both food and a natural effective medicine

Green vegetables and spices are an excellent dose of energy for the human body and against various types of ailments.

Original continua em: Green vegetables are both food and a natural effective medicine