– Santo Alberto Magno e a Reflexão Dominicana.

Hoje a Igreja Católica celebra a memória de um santo que tinha propósito aos quais todos nós deveríamos ter atualmente: o da doçura e amabilidade aos desígnios do Pai!

Da ordem Dominicana, estudou Ciências Naturais, Mecânica, Engenharia, Meteorologia e Agricultura. Como professor, lecionava com o objetivo de compartilhar tudo o que sabia, a fim de que o próximo – que na maioria da vezes era seu próprio aluno – aprendesse coisas de assuntos diversos e as usasse de maneira cristã.

Devoto da Virgem Maria, pregava que o coração de cada um deveria estar aberto à vontade de Deus, assim como Nossa Senhora agiu em vida – sempre solícita aos desejos divinos.

É dele a frase:

“Minha intenção é única: a de disseminar a Ciência de Deus!“

Santo Alberto Magno nasceu na Alemanha, estudou em Padova (Itália) e Paris (França); foi bispo da Diocese de Ratisbona, marcada por guerras e disputas paroquiais. Lá, pacificou as comunidades com sua sabedoria e mansidão.

Fica a reflexão: deixamo-nos permanecer com o coração aberto para que saibamos qual a vontade do Senhor em nossa vida e assim possamos, a exemplo de Alberto Magno, partilhar conhecimento e caridade?

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Foto-arte extraída de: https://www.acidigital.com/noticias/hoje-e-celebrado-santo-alberto-magno-o-grande-doutor-por-um-acordo-com-a-virgem-66711

– Como as novas gerações podem estar diminuindo o QI por culpa dos aparelhos eletrônicos.

Normalmente, os estudos mostram que de geração em geração os filhos têm QI maior que seus pais (em média). Porém, um novo estudo mostra que a “geração digital” está contrariando a lógica. Ou seja: as crianças estão se tornando menos inteligentes!

Abaixo extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2020/10/30/geracao-digital-por-que-pela-1a-vez-filhos-tem-qi-inferior-ao-dos-pais.ghtml

POR QUE PELA 1ª VEZ OS FILHOS PODEM TER QI INFERIOR AO DOS PAIS

Especialista analisa como as ferramentas tecnológicas têm influenciado negativamente no QI das crianças.

A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

“Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.

As evidências são palpáveis: já há um tempo que os testes de QI apontam que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.

Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Veja abaixo trechos da entrevista com ele.

BBC News Mundo: Os jovens de hoje são a primeira geração da história com um QI (Quociente de Inteligência) mais baixo do que a última?

Michel Desmurget: Sim. O QI é medido por um teste padrão. No entanto, não é um teste “estático”, sendo frequentemente revisado. Meus pais não fizeram o mesmo teste que eu, por exemplo, mas um grupo de pessoas pode ser submetido a uma versão antiga do teste.

E, ao fazer isso, os pesquisadores observaram em muitas partes do mundo que o QI aumentou de geração em geração. Isso foi chamado de ‘efeito Flynn’, em referência ao psicólogo americano que descreveu esse fenômeno. Mas recentemente, essa tendência começou a se reverter em vários países.

É verdade que o QI é fortemente afetado por fatores como o sistema de saúde, o sistema escolar, a nutrição, etc. Mas se considerarmos os países onde os fatores socioeconômicos têm sido bastante estáveis por décadas, o ‘efeito Flynn’ começa a diminuir.

Nesses países, os “nativos digitais” são os primeiros filhos a ter QI inferior ao dos pais. É uma tendência que foi documentada na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc.

BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI?

Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem.

Os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico.

BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso?

Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral.

BBC News Mundo: Que dano exatamente as telas causam ao sistema neurológico?

Desmurget: O cérebro não é um órgão “estável”. Suas características ‘finais’ dependem da nossa experiência. O mundo em que vivemos, os desafios que enfrentamos, modificam tanto a estrutura quanto o seu funcionamento, e algumas regiões do cérebro se especializam, algumas redes são criadas e fortalecidas, outras se perdem, algumas se tornam mais densas e outras mais finas.

Observou-se que o tempo gasto em frente a uma tela para fins recreativos atrasa a maturação anatômica e funcional do cérebro em várias redes cognitivas relacionadas à linguagem e à atenção.

Deve-se ressaltar que nem todas as atividades alimentam a construção do cérebro com a mesma eficiência.

BBC News Mundo: O que isso quer dizer?

Desmurget: Atividades relacionadas à escola, trabalho intelectual, leitura, música, arte, esportes… todas têm um poder de estruturação e nutrição muito maior para o cérebro do que as telas.

Mas nada dura para sempre. O potencial para a plasticidade cerebral é extremo durante a infância e adolescência. Depois, ele começa a desaparecer. Ele não vai embora, mas se torna muito menos eficiente.

O cérebro pode ser comparado a uma massa de modelar. No início, é úmida e fácil de esculpir. Mas, com o tempo, fica mais seca e muito mais difícil de modelar. O problema com as telas é que elas alteram o desenvolvimento do cérebro de nossos filhos e o empobrecem.

BBC News Mundo: Todas as telas são igualmente prejudiciais?

Desmurget: Ninguém diz que a “revolução digital” é ruim e deve ser interrompida. Eu próprio passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando minha filha entrou na escola primária, comecei a ensiná-la a usar alguns softwares de escritório e a pesquisar informações na internet.

Os alunos devem aprender habilidades e ferramentas básicas de informática? Claro. Da mesma forma, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos professores? Claro, se faz parte de um projeto educacional estruturado e se o uso de um determinado software promove efetivamente a transmissão do conhecimento.

Porém, quando uma tela é colocada nas mãos de uma criança ou adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores. Isso inclui, em ordem de importância: televisão, que continua sendo a tela número um de todas as idades (filmes, séries, clipes, etc.); depois os videogames (principalmente de ação e violentos) e, finalmente, na adolescência, um frenesi de autoexposição inútil nas redes sociais.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças e os jovens costumam passar em frente às telas?

Desmurget: Em média, quase três horas por dia para crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para crianças de 8 anos e mais de sete horas para adolescentes.

Isso significa que antes de completar 18 anos, nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos em frente às telas ou, se preferir, 16 anos trabalhando em tempo integral!

É simplesmente insano e irresponsável.

BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças devem passar em frente a telas?

Desmurget: Envolver as crianças é importante. Eles precisam ser informados de que as telas danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem na aquisição da linguagem, enfraquecem o desempenho acadêmico, prejudicam a concentração, aumentam o risco de obesidade, etc.

Alguns estudos mostram que é mais fácil para crianças e adolescentes seguirem as regras sobre telas quando sua razão de ser é explicada e discutida com eles. A partir daí, a ideia geral é simples: em qualquer idade, o mínimo é o melhor.

Além dessa regra geral, diretrizes mais específicas podem ser fornecidas com base na idade da criança. Antes dos seis anos, o ideal é não ter telas (o que não significa que de vez em quando você não possa assistir a desenhos com seus filhos).

Quanto mais cedo forem expostos, maiores serão os impactos negativos e o risco de consumo excessivo subsequente.

A partir dos seis anos, se os conteúdos forem adaptados e o sono preservado, o tempo em frente a tela pode chegar até meia hora ou até uma hora por dia, sem uma influência negativa apreciável.

Outras regras relevantes: sem telas pela manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama ou quando estiver com outras pessoas. E, acima de tudo, sem telas no quarto.

Mas é difícil dizer aos nossos filhos que as telas são um problema quando nós, como pais, estamos constantemente conectados aos nossos smartphones ou consoles de jogos.

BBC News Mundo: Por que muitos pais desconhecem os perigos das telas?

Desmurget: Porque a informação dada aos pais é parcial e tendenciosa. A grande mídia está repleta de afirmações infundadas, propaganda enganosa e informações imprecisas. A discrepância entre o conteúdo da mídia e a realidade científica costuma ser perturbadora, se não enfurecedora. Não quero dizer que a mídia seja desonesta: separar o joio do trigo não é fácil, mesmo para jornalistas honestos e conscienciosos.

Mas não é surpreendente. A indústria digital gera bilhões de dólares em lucros a cada ano. E, obviamente, crianças e adolescentes são um recurso muito lucrativo. E para empresas que valem bilhões de dólares, é fácil encontrar cientistas complacentes e lobistas dedicados.

Recentemente, uma psicóloga, supostamente especialista em videogames, explicou em vários meios de comunicação que esses jogos têm efeitos positivos, que não devem ser demonizados, que não jogá-los pode ser até uma desvantagem para o futuro de uma criança, que os jogos mais violentos podem ter ações terapêuticas e ser capaz de aplacar a raiva dos jogadores, etc.

O problema é que nenhum dos jornalistas que entrevistaram esse “especialista” mencionou que ela trabalhava para a indústria de videogames. E este é apenas um exemplo entre muitos descritos em meu livro.

Isso não é algo novo: já aconteceu no passado com o tabaco, aquecimento global, pesticidas, açúcar, etc.

Mas acho que há espaço para esperança. Com o tempo, a realidade se torna cada vez mais difícil de negar.

BBC News Mundo:Há estudos que afirmam, por exemplo, que os videogames ajudam a obter melhores resultados acadêmicos…

Desmurget: Digo com franqueza: isso é um absurdo.

Essa ideia é uma verdadeira obra-prima de propaganda. Baseia-se principalmente em alguns estudos isolados com dados imprecisos, que são publicados em periódicos secundários, pois muitas vezes se contradizem.

Em uma interessante pesquisa experimental, consoles de jogos foram dados a crianças que iam bem na escola. Depois de quatro meses, elas passaram mais tempo jogando e menos fazendo o dever de casa. Suas notas caíram cerca de 5% (o que é muito em apenas quatro meses!).

Em outro estudo, as crianças tiveram que aprender uma lista de palavras. Uma hora depois, algumas puderam jogar um jogo de corrida de carros. Duas horas depois, foram para a cama.

Na manhã seguinte, as crianças que não jogaram lembravam cerca de 80% da aula em comparação com 50% das que jogaram.

Os autores descobriram que brincar interferia no sono e na memorização.

BBC News Mundo: Como o Sr. acha que os membros dessa geração digital serão quando se tornarem adultos?

Desmurget: Costumo ouvir que os nativos digitais sabem “de maneira diferente”. A ideia é que embora apresentem déficits linguísticos, de atenção e de conhecimento, são muito bons em “outras coisas”. A questão está na definição dessas “outras coisas”.

Vários estudos indicam que, ao contrário das crenças comuns, eles não são muito bons com computadores. Um relatório da União Europeia explica que a baixa competência digital impede a adoção de tecnologias educacionais nas escolas.

Outros estudos também indicam que eles não são muito eficientes no processamento e entendimento da vasta quantidade de informações disponíveis na internet.

Então, o que resta? Eles são obviamente bons para usar aplicativos digitais básicos, comprar produtos online, baixar músicas e filmes, etc.

Para mim, essas crianças se assemelham às descritas por Aldous Huxley em seu famoso romance distópico Admirável Mundo Novo: atordoadas por entretenimento bobo, privadas de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com sua sina.

BBC News Mundo: Alguns países estão começando a legislar contra o uso de telas?

Desmurget: Sim, especialmente na Ásia. Taiwan, por exemplo, considera o uso excessivo de telas uma forma de abuso infantil e aprovou uma lei que estabelece multas pesadas para pais que expõem crianças menores de 24 meses a qualquer aplicativo digital e que não limita o tempo de tela de meninos entre 2 e 18 anos.

Na China, as autoridades tomaram medidas drásticas para regulamentar o consumo de videogames por menores: crianças e adolescentes não podem mais brincar à noite (entre 22h e 8h) ou ultrapassar 90 minutos de exposição diária durante a semana (180 minutos nos finais de semana e férias escolares).

BBC News Mundo: O Sr. acredita que é bom que existam leis que protegem as crianças das telas?

Desmurget: Não gosto de proibições e não quero que ninguém me diga como criar minha filha. No entanto, é claro que as escolhas educacionais só podem ser exercidas livremente quando as informações fornecidas aos pais são honestas e abrangentes.

Acho que uma campanha de informação justa sobre o impacto das telas no desenvolvimento com diretrizes claras seria um bom começo: nada de telas para crianças de até seis anos de idade e não mais do que 30-60 minutos por dia.

BBC News Mundo: Se essa orgia digital, como você a define, não para, o que podemos esperar?

Desmurget: Um aumento das desigualdades sociais e uma divisão progressiva da nossa sociedade entre uma minoria de crianças preservadas desta “orgia digital” — os chamados alfas do livro de Huxley —, que possuirão, através da cultura e da linguagem, todas as ferramentas necessárias pensar e refletir sobre o mundo, e uma maioria de crianças com ferramentas cognitivas e culturais limitadas — os chamados gamas na mesma obra —, incapazes de compreender o mundo e agir como cidadãos cultos.

Os alfas frequentarão escolas particulares caras com professores humanos “reais”. Já os gamas irão para escolas públicas virtuais com suporte humano limitado, onde serão alimentados com uma pseudo-linguagem semelhante à “novilíngua” de (George) Orwell (em 1984) e aprenderão as habilidades básicas de técnicos de médio ou baixo nível (projeções econômicas dizem que este tipo de empregos serão super-representados na força de trabalho de amanhã).

Um mundo triste em que, como disse o sociólogo Neil Postman, eles vão se divertir até a morte. Um mundo no qual, através do acesso constante e debilitante ao entretenimento, eles aprenderão a amar sua servidão. Desculpe por não ser mais otimista.

Talvez (e espero que sim) eu esteja errado. Mas simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento.

Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget — Foto: Getty Images

Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget — Foto: Getty Images

– Dia Nacional da Língua Portuguesa.

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Os lifelongs leaners: precisamos fazer parte deste número de pessoas com tal estilo de vida!

O aprendizado contínuo é uma necessidade a todos os profissionais. Cada vez mais, a ideia de que somos eternos aprendizes na vida se faz uma constante, tirando as pessoas da zona de conforto e encarando a importância de se atualizar como prioridade na carreira.

São os “lifelongs leaners”! Você é um deles?

Extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2020/02/27/como-nao-ficar-obsoleto-na-carreira-veja-dicas-de-especialistas.htm

COMO NÃO FICAR OBSOLETO NA CARREIRA? A RECEITA É NÃO PARAR DE APRENDER

Por Cláudia Varella

Você sabe o que são os “lifelong learners’? São os profissionais que nunca param de estudar, mesmo após terem se formado e garantido um bom emprego. Educação contínua, ou seja, estudar para sempre e adquirir novas competências é a solução para você não ficar obsoleto na carreira. É isso o que dizem especialistas consultados pelo UOL.

“Entramos na era do chamado ‘lifelong learning’, conceito que introduz a tese de que, diferentemente do passado, nossa jornada de aprendizado será contínua e longa. Ela tende a nunca acabar”, afirmou Sandro Magaldi, especialista em gestão de negócios.

Segundo ele, o conhecimento está muito mais acessível e disponível do que anteriormente, quando a única forma de estudar era por meio do modelo formal de ensino. “Atualmente, a internet permite o acesso a inúmeros conteúdos de alta relevância em diversos formatos, como videoaulas, podcasts, cursos online etc. O aprendizado contínuo é o caminho para se preparar para esses novos tempos”, declarou Magaldi.

Empresas buscam pessoas atualizadas

Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, afirma que as empresas buscam ativamente um colaborador que seja atualizado, ou seja, que domine bem os conhecimentos da sua área de atuação.

“Para que não fique obsoleto na carreira, o ideal é que ele acumule aprendizados contínuos alinhados às mudanças constantes que o mercado de trabalho tem vivido. Dentre elas, destacamos a capacitação remota, também chamada de treinamento online ou educação corporativa online, uma forte tendência para os próximos anos”, declarou.

Uranio Bonoldi, professor em curso de MBA na Fundação Dom Cabral, diz que o profissional deve buscar renovação do conhecimento, por meio de cursos rápidos, MBA, mestrados ou até PhD (doutorado no exterior).

“Cada profissional, dentro de sua área de atuação, deve procurar cursos de especialização que estejam de acordo com o estágio de sua carreira e que façam sentido para si e para a empresa em que trabalha. Mas a solução não está em emendar um curso no outro. Isso não é producente”, afirmou.

Sempre aberto para evoluir

Para Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na América Latina, aprendizado contínuo significa adotar uma postura de estar sempre aberto a evoluir e a descobrir coisas novas.

“Se você sente que já pode fazer seu trabalho de olhos fechados, deve se perguntar: ‘Será que existem novas ferramentas para apoiar minhas tarefas? Que tendências estão em alta entre os profissionais da minha área?’. Nunca faltarão novidades”, declarou.

Networking para troca de experiências

Joel Dutra, coordenador do Programa de Gestão de Pessoas da FIA (Fundação Instituto de Administração), diz que, além de fazer cursos, os profissionais devem usar sua rede de relacionamentos não só para alavancar oportunidades na carreira, mas também para aprender.

“É preciso aproveitar esse networking para a troca de conhecimentos e de experiências com pessoas da mesma área que a sua. O profissional deve sempre se manter antenado e buscar cursos fora do ambiente da empresa, até para manter certo distanciamento crítico em relação à companhia onde trabalha”, afirmou.

Como decidir quais cursos fazer?

Dutra diz que é importante procurar especialização em sua área de atuação. “O conhecimento só se transforma em competência se for aplicado na prática, de acordo com a sua vivência na empresa. Portanto, deve haver conexão entre o conteúdo do curso com a sua prática diária. O próprio mercado não valoriza esse tipo de conhecimento que não esteja alinhado à sua vivência profissional.”

Segundo Bonoldi, o profissional deve conhecer o que as empresas estão exigindo em termos de competências técnicas. “É muito importante você planejar sua carreira de forma estratégica, identificando em que estágio você está e onde deseja estar em cinco ou dez anos. A partir daí, você identifica as lacunas que deve preencher com cursos e especializações para atingir a situação desejada.”

Para Luciana, é muito importante refletir bem antes de tomar uma decisão, já que investir em estudos requer tempo e dinheiro.

“Você não precisa necessariamente ter um planejamento de carreira detalhado —até porque ele pode mudar à medida que for enveredando por novos caminhos em seus estudos. Mas é fundamental ter uma ideia de onde quer chegar para ter clareza sobre quais são as habilidades a desenvolver. Só assim conseguirá saber se determinado curso vale ou não o investimento.”

Buscar cursos que combinem com seu estilo

O profissional deve identificar quais tipos de ensino se adaptam seu estilo de estudo. “Há diversas formas de se qualificar, podem ser cursos presenciais ou online, de curta ou longa duração. Isso não significa necessariamente que o profissional precise ter uma graduação; significa que ele tem que estar preparado para a sua área de atuação”, diz Tábitha.

Ter disciplina é um atributo fundamental para a educação contínua, segundo Magaldi. “Cada indivíduo tem a possibilidade de criar sua própria trilha de aprendizado estudando quando, onde e quanto tempo desejar.”

Luciana dá outras dicas: participe de grupos, eventos e conferências relevantes relacionadas ao seu trabalho, para se manter atualizado, estimular novas ideias e aumentar sua rede de contatos; e invista em inteligência emocional.

“Ter empatia, conseguir lidar com os sentimentos e saber trabalhar em grupo são habilidades extremamente importantes para qualquer profissional ter sucesso na carreira e na vida pessoal.”

“Síndrome de FoMo” pode afetar carreira

Um dos males que rondam essa era tecnológica é a síndrome de FoMo (“Fear of Missing Out”, ou medo de perder algo).

Segundo Camilla Celi, psicóloga e assessora de carreira da Catho, a “síndrome de FoMo” pode ocasionar consideráveis mudanças sociais que decorrem de vários processos patológicos, sendo comum o aumento excessivo do uso de redes sociais, as mudanças no humor e os elevados níveis de estresse.

“Esse quadro pode afetar a vida pessoal e estender-se para a profissional”, afirmou.

Camilla diz que isso poderá acarretar um “efeito dominó”, repercutindo em atrasos frequentes no trabalho, diminuição na produtividade, bloqueios criativos, falta de motivação, dificuldade em ouvir opiniões externas e de criação de vínculos, com medo do julgamento alheio, e alto índice de frustração.

A psicóloga alerta: caso o profissional não receba o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, a síndrome pode apresentar sintomas como descontentamento com o próprio corpo e vida, má qualidade de sono e, em casos mais graves, depressão e transtorno de ansiedade. “Busque sempre orientação especializada”, disse.

Extraído de: http://lifelonglearningdesign.net/benefits-of-training/

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– A fertilização (em vídeo):

Muito legal! A fertilização, em um vídeo bem bacana:

Reprodução em:

Referência em: 

– REPOST: Design Inteligente, Papas e Revista.

A Revista Época (em uma edição de 2014) trouxe uma matéria sobre aqueles que defendem o “Design Inteligente” na Criação. É um movimento que fala sobre a Formatação do Mundo por obra planejada, não desordenada e desejada. Ou seja, que por trás de tudo o que existe no Universo, há uma força maior responsável que o desenhou. Os cristãos acreditam que foi o Pai; os esotéricos, as forças cósmicas; enfim, algo ou Alguém por trás.

Porém, a reportagem da revista ironizou dizendo “que não poderíamos levar muito a sério” tal corrente de pensamento.

Por que não? Cientista não pode ter fé? O ateísmo é condição “sine qua non” para a comunidade científica?

Bobagem.

Ciência e Religião ainda são taxadas como inimigas?

Há séculos, foram notórios os conflitos entre estudiosos e religiosos. Mas hoje, ao contrário!

O falecido Papa João Paulo II, no começo do seu pontificado, proclamava a belíssima encíclica de que “a Fé e a Razão são duas asas que nos elevam para o Céu”. Em 1996, declarou que:

“A Teoria da Evolução das Espécies era mais do que uma hipótese”.

Isso não impede que o Livro do Gênesis deixe de ser respeitado, já que é uma versão poética inspirada à luz do Espírito Santo sobre a Criação do Mundo, mostrando que tudo foi formado por Deus a seu tempo, mostrando por Adão e Eva (referindo-se aos primeiros homens e mulheres) como o pecado entrou na humanidade.

Já o Papa Emérito Bento XVI demonstrou muita simpatia ao declarar que:

“O Design Inteligente sustenta a evolução, já que a idéia de que a seleção natural por si só é insuficiente para explicar a complexidade do mundo”.

Seu mais próximo auxiliar, o Cardeal Schoenborn, em 2005, foi perfeito em sua objetiva mensagem, a qual comungo, escrevendo que:

“A evolução no sentido da ancestralidade comum pode ser verdade, mas a evolução no sentido neo-darwinista – um processo não planejado e sem guia – não é”.

Recentemente, o Papa Francisco declarou que:

“Deus não usa uma varinha mágica capaz de fazer tudo (…) Ele criou os seres humanos e deixou que eles se desenvolvessem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um para que eles cheguem ao seu cumprimento. O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção do Criador Divino, mas sim o exige”.

Em suma, podemos sintetizar numa única questão: tudo foi uma grande coincidência?

Me custa crer que uma força maior – e na minha fé, um Criador (Deus, Nosso Pai) – não tenha sido o grande responsável pelo Universo. Imaginar que os milhares de seres surgiram pela combinação aleatória de forças químicas, biológicas e inanimadas, é ser, até certo ponto, forçoso.

Para crer em evolução das espécies não precisa ser ateu. Ao contrário: aquilo que Deus construiu aos poucos, evoluiu conforme seus anseios. Ou foi um grande acaso que após milhões de anos o homem reina sobre a Terra?

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Imagem extraída da Web.

– Cuidado para não prejudicar sua memória!

Se você tem preocupação em manter o cérebro sadio, não quer ter contratempos como esquecimentos e neurônios atrofiados, vale a pena seguir algumas dicas para não afetar sua mente e perder a capacidade cognitiva.

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/

8 COMPORTAMENTOS COMUNS CAPAZES DE AFETAR SUA MEMÓRIA

À medida que envelhecemos, cada ocasião em que esquecemos o nome de uma pessoa ou onde deixamos nossas chaves causa mais e mais ansiedade, e com razão, já que o risco de sofrer de demência e Alzheimer aumenta com a idade. Dito isso, os problemas de memória nem sempre são motivo de preocupação e podem ser apenas um sintoma normal do envelhecimento.

Afinal, o tamanho do nosso cérebro começa a diminuir por volta dos 30 anos e, com essas mudanças neurológicas, o cérebro sacrifica sua capacidade de memorizar coisas novas e reter memórias mais antigas.

Na verdade, mesmo se você notar uma mudança mais repentina em sua memória, não se precipite em tirar conclusões precipitadas e supor que é demência. Isso ocorre porque a perda de memória, a dificuldade de concentração e a névoa do cérebro podem ser sinais de uma condição de saúde não relacionada, medicamentos ou mesmo algumas escolhas de estilo de vida aparentemente inofensivas.

Todas as 8 coisas que mencionamos abaixo podem se manifestar por meio da perda de memória, mas estão longe de ser demência e Alzheimer.

1. Estresse

Se você já esteve estressado, provavelmente sabe como a preocupação e a ansiedade constantes que vêm com isso o impedem de se concentrar em qualquer coisa importante, o que pode levar a ainda mais estresse. Mas não é apenas em um nível psicológico que o estresse pode afetar nossa memória.

Estudos demonstraram que o estresse é prejudicial à nossa memória em nível celular também, porque o hormônio do estresse cortisol pode interromper as conexões entre as células nervosas do cérebro, tornando a evocação e a formação de novas memórias mais desafiadoras.

Por sua vez, o estresse crônico pode ter efeitos de longo prazo na química do cérebro, portanto, certifique-se de encontrar uma estratégia de enfrentamento certa para você e aprenda a combater o estresse.

2. Certos Medicamentos

Tanto os medicamentos prescritos quanto os de venda livre são realmente capazes de mexer com sua memória, mesmo com medicamentos comuns como anti-histamínicos e analgésicos OTC tendo o potencial de causar “neblina cerebral”, um estado de sensação de menos vigília ou consciência do que o normal, muitas vezes acompanhado de problemas de memória e concentração.

Os medicamentos com maior probabilidade de apresentarem confusão cerebral como um dos efeitos colaterais são os antipsicóticos, antidepressivos e auxiliares de sono e ansiedade, que influenciam diretamente a química cerebral. Lembre-se de que isso não torna esses medicamentos ruins, e se seu médico insistir que você não pode substituí-los por outros alternativos, você deve continuar com o tratamento pelo tempo que for necessário.

3. Dieta

Acontece que tanto o que você come quanto quando você come faz uma grande diferença para sua memória. Lanches tardios, por exemplo, mostraram interromper os ritmos circadianos, que são os ciclos naturais de sono e vigília pelos quais nossos corpos passam todos os dias. “Uma das coisas consistentes que vemos em pessoas que têm distúrbios em seus ritmos circadianos são os déficits de memória”, disse Christopher Colwell, professor de psiquiatria da UCLA School of Medicine, em uma entrevista ao Insider.

Além das refeições tardias, no entanto, comer demais comidas não saudáveis, frituras e doces também pode atrapalhar a função da memória. Em vez disso, opte por alimentos para o cérebro, como nozes e peixes gordurosos.

4. Problemas com a Tireóide

Não apenas hábitos, mas também certas condições de saúde não diretamente relacionadas ao cérebro podem se manifestar por meio da perda de memória e dificuldade de concentração, e os problemas de tireóide são uma preocupação comum. A glândula tireóide está situada no pescoço e controla o metabolismo, o desenvolvimento e o crescimento das células.

Quando a glândula tireóide não produz hormônios suficientes, desenvolve-se uma condição chamada hipotireoidismo, um sintoma comum do qual é a névoa do cérebro e perda de memória. Por outro lado, uma tireoide hiperativa, conhecida como hipertireoidismo, pode causar problemas de concentração. 

 

5. Depressão

Não apenas as condições de saúde física, mas também a podem ter um efeito negativo na memória. Depressão, uma condição mental cada vez mais comum que afeta mais de 264 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), está firmemente ligada a uma diminuição do funcionamento executivo, que inclui faculdades mentais como memória, concentração e até mesmo a capacidade de executar várias tarefas.

Como acontece com as condições de saúde física, a procura de tratamento também reduz a perda de e outros problemas mentais associados à depressão.

6. Sedentarismo como estilo de vida

Como mencionamos na introdução, o encolhimento do cérebro é um dos sintomas do envelhecimento que espera por todos, mas isso não significa que não possamos fazer nada a respeito. Na verdade, o segredo para um cérebro mais saudável são os exercícios, que, no fim das contas, são benéficos para o nosso corpo e mente! O exercício aeróbico, em particular, demonstrou aumentar o tamanho do hipocampo, um dos centros de memória mais importantes do cérebro.

Estudos envolvendo idosos descobriram que o exercício aeróbico desacelerou a perda de memória relacionada à idade em 1-2 anos. O melhor de tudo é que apenas 20 a 30 atividades moderadas, como jardinagem ou caminhadas, 5 vezes por semana parecem ser suficientes para produzir esses benefícios!

7. Tabagismo

Estamos todos bem cientes dos efeitos do fumo em nossos pulmões e até mesmo em nossa saúde cardiovascular, mas a influência negativa do hábito prejudicial em nossa saúde cerebral é geralmente esquecida. A triste verdade é, porém, que fumar torna o córtex – a camada mais externa do cérebro – mais fino em certas áreas, o que se manifesta em problemas de memória, além de outros sintomas negativos, de acordo com um estudo da Universidade McGill.

Outro estudo também descobriu que fumar pode levar à perda de até 1/3 das memórias do dia a dia. Felizmente, o primeiro estudo também aponta que abandonar o hábito prejudicial pode levar à recuperação parcial das áreas corticais afetadas pelo fumo.

8. Não Dormir o Suficiente

Você está dormindo a quantidade recomendada apropriada para sua idade todas as noites? Do contrário, você não deve se surpreender ao ver algumas mudanças na memória também, pois a perda de memória é, na verdade, um sintoma comum da .

De acordo com pesquisas, a consolidação da memória, um processo em que nossas memórias são definidas em nosso cérebro por meio do fortalecimento das conexões neurais, acontece enquanto estamos dormindo. O sono de má qualidade ou a privação do sono, por sua vez, podem interromper esse processo e levar a problemas de memória.

Fonte:

Pitaco: Dicas para melhorar a memória de curto prazo:

– Agendas, lembretes e anotações podem ser de grande utilidade;

– É possível treinar a memória de curto prazo com atividades padronizadas, que têm como objetivo estimular a atenção;

– Atividades como jogar videogame, ler, tocar instrumentos musicais, meditar e manter um ativo e ocupado contribuem para estimular a cognição.

A anatomia do cérebro é diferente em cada pessoa, indica estudo - Revista Galileu | Saúde

Imagem extraída de: Pixabay, por: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/07/anatomia-do-cerebro-e-diferente-em-cada-pessoa-indica-estudo.html

IN ENGLISH –

If you are concerned about keeping your brain healthy and want to avoid setbacks like forgetfulness and atrophied neurons, it’s worth following some tips to prevent affecting your mind and losing cognitive ability.

I am sharing an excerpt from: https://pitacoseachados.com/2020/10/05/8-comportamentos-comuns-capazes-de-afetar-sua-memoria/

8 COMMON BEHAVIORS THAT CAN AFFECT YOUR MEMORY

by Pitacos e Achados

As we age, every time we forget a person’s name or where we left our keys, it causes more and more anxiety, and with good reason, as the risk of suffering from dementia and Alzheimer’s increases with age. That said, memory problems aren’t always a cause for concern and may just be a normal symptom of aging.

After all, the size of our brain begins to shrink around age 30, and with these neurological changes, the brain sacrifices its ability to memorize new things and retain older memories.

In fact, even if you notice a more sudden change in your memory, don’t rush to jump to hasty conclusions and assume it’s dementia. This is because memory loss, difficulty concentrating, and brain fog can be signs of an unrelated health condition, medication, or even some seemingly harmless lifestyle choices.

All eight things we mention below can manifest through memory loss but are far from being dementia and Alzheimer’s.

1. Stress

If you have ever been stressed, you probably know how the constant worry and anxiety that come with it prevent you from focusing on anything important, which can lead to even more stress. But it’s not just on a psychological level that stress can affect our memory.

Studies have shown that stress is also harmful to our memory on a cellular level because the stress hormone cortisol can disrupt the connections between nerve cells in the brain, making recalling and forming new memories more challenging.

In turn, chronic stress can have long-term effects on brain chemistry, so be sure to find a coping strategy that is right for you and learn to combat stress.

2. Certain Medications

Both prescription and over-the-counter medications are truly capable of messing with your memory, even common medications like antihistamines and OTC pain relievers have the potential to cause “brain fog,” a state of feeling less alert or aware than usual, often accompanied by memory and concentration problems.

The medications most likely to present brain fog as a side effect are antipsychotics, antidepressants, and sleep and anxiety aids, which directly influence brain chemistry. Remember that this does not make these medications bad, and if your doctor insists that you cannot replace them with alternative ones, you should continue with the treatment for as long as necessary.

3. Diet

It turns out that both what you eat and when you eat make a big difference to your memory. Late-night snacks, for example, have been shown to disrupt circadian rhythms, which are the natural sleep-wake cycles our bodies go through every day. “One of the consistent things we see in people who have disruptions in their circadian rhythms is memory deficits,” said Christopher Colwell, a professor of psychiatry at the UCLA School of Medicine, in an interview with Insider.1

Besides late-night meals, however, overeating unhealthy foods, fried foods, and sweets can also hinder memory function. Instead, opt for brain foods like nuts and fatty fish.

4. Thyroid Problems

Not just habits, but also certain health conditions not directly related to the brain can manifest through memory loss and difficulty concentrating, and thyroid problems are a common concern. The thyroid gland is located in the neck and controls metabolism, development, and cell growth.

When the thyroid gland does not produce enough hormones, a condition called hypothyroidism develops, a common symptom of which is brain fog and memory loss. On the other hand, an overactive thyroid, known as hyperthyroidism, can cause concentration problems.

5. Depression

Not only physical health conditions, but also mental health conditions can have a negative effect on memory. Depression, an increasingly common mental condition that affects more than 264 million people worldwide, according to the World Health Organization (WHO), is strongly linked to a decrease in executive functioning, which includes mental faculties such as memory, concentration, and even the ability to multitask.

As with physical health conditions, seeking treatment also reduces memory loss and other mental problems associated with depression.

6. Sedentary Lifestyle

As we mentioned in the introduction, brain shrinkage is one of the symptoms of aging that awaits everyone, but that doesn’t mean we can’t do anything about it. In fact, the secret to a healthier brain is exercise, which, in the end, is beneficial for our body and mind! Aerobic exercise, in particular, has been shown to increase the size of the hippocampus, one of the brain’s most important memory centers.

Studies involving the elderly have found that aerobic exercise slowed age-related memory loss by 1-2 years. Best of all, just 20 to 30 minutes of moderate activity, such as gardening or walking, 5 times a week seems to be enough to produce these benefits!

7. Smoking

We are all well aware of the effects of smoking on our lungs and even our cardiovascular health, but the negative influence of the harmful habit on our brain health is often overlooked. The sad truth is, however, that smoking makes the cortex – the outermost layer of the brain – thinner in certain areas, which manifests as memory problems, in addition to other negative symptoms, according to a study by McGill University.

Another study also found that smoking can lead to the loss of up to 1/3 of day-to-day memories. Fortunately, the first study also points out that quitting the harmful habit can lead to a partial recovery of the cortical areas affected by smoking.

8. Not Getting Enough Sleep

Are you getting the recommended amount of sleep appropriate for your age every night? If not, you should not be surprised to see some changes in memory as well, as memory loss is actually a common symptom of sleep deprivation.

According to research, memory consolidation, a process in which our memories are set in our brain by strengthening neural connections, happens while we are sleeping. Poor quality sleep or sleep deprivation, in turn, can disrupt this process and lead to memory problems.

Source:

Tip: Tips for improving short-term memory:

  • Planners, reminders, and notes can be of great use;
  • It is possible to train short-term memory with standardized activities, which aim to stimulate attention;
  • Activities like playing video games, reading, playing musical instruments, meditating, and keeping an active and busy mind help to stimulate cognition.

– Science Quote By Sam Kean: “Never underestimate spite…”

Any comments on this?

Original em: Science Quote By Sam Kean: “Never underestimate spite…”

– Science Quote By Rikki De La Vega: “Religion at its…”

Original em:

Science Quote By Rikki De La Vega: “Religion at its…”

– Science Quote By John Green: “Keeping the box…”

Original em:

Science Quote By John Green: “Keeping the box…”

– 56 anos da chegada à Lua. Mas e se a missão falhasse?

Há exatamente 56 anos Neil Armstrong pisava na Lua. Que epopéia para a humanidade! Mas…

Sabia que os EUA já tinham elaborado um cerimonial e uma carta de consolo, caso os astronautas tivessem algum problema e ficassem presos na lua?

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blogs/superblog/leia-o-discurso-presidencial-que-seria-usado-se-a-missao-apollo-11-tivesse-fracassado/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_super

DISCURSO PRESIDENCIAL QUE SERIA USADO SE A MISSÃO APOLLO 11 TIVESSE FRACASSADO

por Carolina Vilaverde

A missão que levou Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin para a Lua podia ter dado muito errado. Em  julho de 1969, os dois astronautas americanos pisaram pela primeira vez na Lua e conseguiram retornar em segurança para a Terra. Mas, o risco de algo dar errado era tão grande que eles levaram uma cápsula de cianureto no macacão para abreviar a morte caso necessário.

Por isso, o redator de discursos do ex-presidente Richard Nixon, William Safire, fez questão de deixar uma fala preparada para caso a missão falhasse e os astronautas ficassem presos na Lua. Abaixo, você lê uma tradução livre do discurso que seria usado se uma tragédia acontecesse na missão espacial:

“EM CASO DE DESASTRE NA LUA:
O destino ordenou que os homens que foram à Lua para explorar em paz vão ficar na Lua para descansar em paz.
Esses bravos homens, Neil Armstrong and Edwin Aldrin, sabem que não há esperança de recuperação. Mas eles também sabem que há esperança para a humanidade em seu sacrifício.
Estes dois homens estão entregando suas vidas para o objetivo mais nobre da humanidade: a busca pela verdade e compreensão.
Eles serão velados por seus familiares e amigos; eles serão velados pela nação; eles serão velados pelas pessoas ao redor do mundo; eles serão velados pela Mãe Terra que ousou enviar dois de seus filhos para o desconhecido.
Em sua exploração, eles mobilizaram pessoas do mundo inteiro a se sentirem como uma só; com seu sacrifício, eles ligam mais fortemente a irmandade dos homens.
Em tempos passados, homens olharam para as estrelas e viram seus heróis nas constelações. Nos tempos modernos, nós fazemos basicamente o mesmo, mas nossos heróis são homens épicos de carne e osso.
Outros os seguirão, e certamente encontrarão o caminho de casa. A busca do homem não será negada. Mas estes homens foram os primeiros, e eles permancerão como primeiros em nossos corações.
Cada ser humano que olhar para a Lua nas noites que virão saberá que existe um canto de outro mundo que é para sempre da humanidade.
ANTES DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE:
O Presidente deve telefonar para cada uma das futuras viúvas.
DEPOIS DA DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE, NO MOMENTO EM QUE A NASA ENCERRA A COMUNICAÇÃO COM OS HOMENS:
Um clérigo deve adotar o mesmo procedimento que em um enterro no mar, recomendando suas almas para a “mais profunda das profundezas”, encerrando com o Pai Nosso.”

Chegada do homem à Lua: 6 fatos sobre a Apollo 11 | Guia do Estudante

Imagem extraída de: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/chegada-do-homem-a-lua-6-fatos-sobre-a-apollo-11/

– Science Quote By Adrian Tchaikovsky: “Complex life was…”

Quotes are indestructible! Nothing can pierce them, but they can pierce anything!

Continua em: Science Quote By Adrian Tchaikovsky: “Complex life was…”

– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Fruit hybrids have more and more fans, and are especially interesting to amateur fruit growers who compete for more unusual fruits. In this case, it …

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Continua em: Fruit hybrids have more and more fans, and are especially interesting to amateur fruit growers who compete for more unusual fruits. In this case, it …

– QIs individuais somados são maiores que “QIs coletivos”?

Sabe aquela história de que “muitas cabeças pensam melhor do que uma”, ou “há gente que produz mais individualmente trabalhando do que em grupo”?

Pois é: Pesquisa realizada no importantíssimo MIT conclui: “A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.

Trocando em miúdos: Pessoas inteligentes em grupo tem QI somado maior do que se trabalhassem em separado.

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI230003-16366,00-QUANDO+A+SOMA+PODE+DAR+MAIS+QUE.html

QUANDO A SOMA 1 + 1 PODE DAR MAIS QUE 2

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

Sabe aquele gerente circunspecto que sempre dá um jeito de concluir seus projetos sozinho, se possível num cubículo bem longe dos colegas? Pois então, a não ser que ele tenha o gênio criativo de um Picasso ou o QI de um Einstein, é melhor atraí-lo para mais perto do seu time. Uma pesquisa conduzida por professores das universidades americanas MIT, Carnegie Mellon e Union College concluiu que a inteligência coletiva pode ser maior do que a soma simples das partes – o que afeta diretamente as empresas. Eles verificaram que os grupos, como os indivíduos, têm níveis característicos de inteligência que podem ser medidos e usados para prever a performance de um time. “Nossa hipótese foi confirmada”, diz Thomas W. Malone, professor do MIT que é coautor do estudo e é conhecido por livros de administração como O Futuro dos Empregos. “Há uma inteligência coletiva que aparece no desempenho da equipe em várias situações.”
A pesquisa também mostrou que a atuação das equipes em que havia uma pessoa dominando os trabalhos era menos inteligente do que a produção dos grupos que atuavam de forma mais democrática. Pelos cálculos dos pesquisadores, houve uma variação de até 40% no resultado das tarefas por causa da inteligência coletiva. Os testes envolveram 699 pessoas, organizadas em grupos de dois a cinco indivíduos. Eles solucionaram quebra-cabeças visuais, fizeram brainstorming e negociações.
O sucesso da inteligência coletiva, segundo os pesquisadores, depende da qualidade da interação entre os membros de um time. Por exemplo: nos grupos formados por integrantes com um nível elevado de “sensibilidade social”, geralmente foram obtidos bons resultados no trabalho conjunto. “A sensibilidade social tem a ver com a percepção que os membros do grupo têm das emoções do outro”, diz Christopher Chabris, coautor do estudo.
Outro fato revelador diz respeito à atuação das mulheres nas atividades coletivas. Segundo a pesquisa, a sensibilidade social mostrou-se maior nas turmas formadas principalmente por figuras femininas. Em consequência disso, essas equipes apresentaram melhor desempenho em relação aos times em que os homens preponderavam – o que pode ser mais um indício de que, de fato, este será o século delas. “Não desenhamos o estudo com foco no efeito de gênero. Foi uma surpresa para nós”, diz Malone.
E para quem ainda acredita que o fator determinante para o bom desempenho pode ser aquele indivíduo brilhante, mas isolado do grupo, os pesquisadores dão uma última má notícia: os dados de inteligência média ou máxima dos membros não permitiram prever o resultado da equipe.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Science Quote By Werner Heisenberg: “Revere those things…”

Have a good one!

Original em: Science Quote By Werner Heisenberg: “Revere those things…”

– Green vegetables are both food and a natural effective medicine

Green vegetables and spices are an excellent dose of energy for the human body and against various types of ailments.

Original continua em: Green vegetables are both food and a natural effective medicine

– Atitudes para alcançar o sucesso? Aqui vão 5 delas:

Muito legal esse artigo: atitudes conscientes e simples para se alcançar o sucesso nos negócios.

Abaixo, extraído de Revista Dinheiro (clique aqui para link)

CINCO ATITUDES PARA QUEM QUER ALCANÇAR O SUCESSO

Por Carlos Wizard

Atitudes positivas e estrategicamente pensadas são fatores imprescindíveis para os empreendedores que trabalham em busca de resultados. O dia a dia nos negócios exige que o gestor esteja sempre atento às formas de se manter competitivo em um mundo cada vez mais dinâmico. Expandir os negócios é uma constante na agenda de quem pretende manter a liderança em seu setor.

Além de estratégias comerciais, alcançar o sucesso exige sabedoria para escolher o seu time e para mantê-lo motivado, utilizando todo o seu potencial criativo e de realização. Tornar um sonho individual em um sonho coletivo e manter uma equipe coesa é importante para quem quer alavancar os negócios. Afinal, ninguém já fez algo grandioso sozinho.

Nesse sentido a delegação é um elemento fundamental para todo gestor que busca se destacar em sua área de atuação. Após delegar o papel do líder é acompanhar e apoiar sua equipe e o desempenho individual dos profissionais que são parte de sua equipe. Talvez o papel principal do líder seja estabelecer metas realistas, porém, desafiadoras de modo a motivar os membros da equipe a superar seus resultados atuais.

Compartilho alguns dos conceitos que utilizo no meu dia a dia e que se forem seguidos, podem gerar grandes resultados em sua organização. Confira:

1)– A busca por resultados altos: Um dos princípios que adotei em relação ao meu time é ter ao meu lado profissionais de alta performance. Uma das formas de manter os colabores sempre motivados a entregarem os melhores resultados é promover uma espécie de competição entre eles, acompanhando os indicadores de vendas e bonificando, reconhecendo e valorizando aqueles que superam as metas.

Uma forma de incentivar até mesmo aqueles que não entregaram os resultados desejados, é oferecer a oportunidade de participar de treinamentos que ajudarão cada um aprimorar suas qualificações. Entretanto, se mesmo assim após um período de tempo combinado entre as partes, ainda não houver resultados positivos, não dá para ser complacente e aceitar o baixo desempenho.

2)– A busca por novos clientes: não acredite que um número fixo de clientes é o suficiente para manter o seu negócio e alcançar a liderança. É preciso ter consciência que quem se acomoda é rapidamente ultrapassado pela concorrência, perde participação no mercado e reduz suas chances de uma retomada. Por isso tenha um foco constante na busca de novos clientes. Em outras palavras, isso significa vendas, vendas, vendas.

3)– Definição de indicadores financeiros: defina quais são os indicadores financeiros que vão direcionar seu negócio. São eles que vão mostrar se você está no caminho correto e seguindo passos seguros para cumprir as suas metas. Com indicadores bem definidos você não precisará confiar somente no discurso de seus colaboradores ou no humor do mercado. Os números falam por si e demonstram com fidelidade o crescimento de seu negócio.

4)– Sociedade: Ter ou não ter? eis a questão: Em algum momento você pensou em ter um sócio? Pois essa é uma questão para se pensar com muito cuidado. Minha experiência diz que só se deve buscar um sócio em duas situações específicas: se você não tem os recursos financeiros para levar sozinho o seu projeto avante ou se não tem o conhecimento necessário para fazer o negócio crescer. Se você optar por ter um sócio, lembre-se de definir uma porta de entrada e outra de saída, e determinar muito bem qual a participação e responsabilidades de cada um. Tomar as devidas precauções, sempre imaginando que em algum momento pode haver ruptura, pode evitar muita dor de cabeça futura.

5)– Contratação de profissionais com potencial de crescimento: colocar a pessoa certa no lugar certo não é uma tarefa fácil. Por isso, quando for contratar um profissional, opte por pessoas com potencial, capacitando-as por meio de um modelo de educação corporativa consistente e que as prepare para enfrentar os desafios futuro. Busque profissionais capazes de trazer inovações, reduções de custo, aumento de eficiência e rentabilidade ao negócio. As organizações precisam de pessoas que tragam soluções para seu negócio e que façam a diferença nos resultados da empresa.

Imagem: citação no link acima.

– 7 características de quem aprende rápido:

Que gráfico bacana e verdadeiro sobre aprendizado! Mas talvez não seja propício para “aprender rápido”, mas “aprender bem”.

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Citação de @paulomaciels

– Como identificar crianças superdotadas.

Veja que interessante: o Conselho Brasileiro de Superdotação dá algumas dicas para observar se uma criança é superdotada de inteligência ou não.

Você sabia que o Brasil perde talentos por não identificar tais crianças?

QUEM É ELE?

A identificação do superdotado requer diferentes avaliações. Ele pode se destacar em uma ou várias áreas:

1) Acadêmica – Tira boas notas em algumas matérias na escola (não necessariamente em todas), tem facilidade com as abstrações, compreensão rápida, facilidade em memorizar.

2) Criativa – É curioso, imaginativo, gosta de brincar com ideia, tem resposta bem-humoradas e diferentes do usual.

3) Liderança – É cooperativo, gosta de liderar os que estão a seu redor, é sociável e prefere não estar só.

4) Artística – É habilidoso em expressar sentimentos, pensamentos e humores através da arte, dança, teatro e música.

5) Psicomotora – É talentoso em esportes e atividades que requeiram o uso do corpo ou parte dele. Tem boa coordenação psicomotora.

6) Motivação – Torna-se totalmente envolvido pela atividade do seu interesse, resiste à interrupção, facilmente se chateia com atividades de rotina, se esforça para atingir a perfeição e necessita de pequena motivação externa para completar um trabalho percebido como estimulante.

O artigo sugere que devemos elogiar as crianças por sua persistência ou estratégias, e não por sua inteligência.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito (https://catracalivre.com.br/educacao/se-uma-crianca-e-inteligente-nao-elogie-sua-inteligencia/)

– A Letra Cursiva vai acabar?

Com o advento do computador, muitas crianças deixam de escrever a tradicional “letra de mão”. A letra cursiva está fora de moda, e isso preocupa – e muito – os professores.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/uma-realidade-nas-escolas-eu-nao-sei-escrever-em-letra-146035-1.htm

EU NÃO SEI ESCREVER LETRA CURSIVA

Por Camila Rabelo

A letra ilegível era uma marca registrada dos médicos e suas receitas indecifráveis. Hoje, rompeu as fronteiras da profissão e se tornou quase uma tendência na sociedade da pressa. A ilegibilidade é uma das consequências da substituição do caderno pelo computador e da pouca ênfase que se dá ao ensino da letra cursiva nas escolas. Em outros tempos, os cadernos de caligrafia moldavam a escrita dos alunos. Até hoje, representam um importante rito de passagem para crianças recém-alfabetizadas que conseguem ultrapassar a barreira da letra de forma e se capacitam na cursiva – aos 6 anos, elas já se dividem em grupos dos que dominam o mundo da “letra corrida” e daqueles que ainda continuam nas “letras separadas”. Mas o entusiasmo é arrefecido com o passar dos anos. Elas precisam fazer pouco uso da técnica, pois até as provas são de múltipla escolha – basta marcar um X nas alternativas propostas e ir para casa sem gastar a caneta. Fora de uso, a letra perdeu a uniformidade e a nova grafia mescla traços cursivos com letras maiúsculas, comprometendo até mesmo os sinais de acentuação, como o til (~), que virou um traço (-). Nem sempre a legibilidade é mantida. E dá-lhe garranchos incompreensíveis.

O impacto da disgrafia – a escrita incompreensível – na vida das pessoas vai além do senso estético. Quem sofre deste distúrbio pode ser tachado de desleixado ou problemático. E não ser compreendido na sociedade da informação é um fardo que poucos podem carregar. A solução? Recorrer aos textos digitais do e-mail e mensagens instantâneas, como MSN e SMS. “A tecnologia pode ser a aliada e a vilã da história”, afirma Marco Arruda, neurologista da infância e da adolescência e diretor do Instituto Glia de Cognição e Desenvolvimento. O excesso de informação, a falta de tempo e o conforto da internet contribuem para a deformidade da letra, que se torna dispensável e, quando utilizada, apressada e incompreensível. “Escrevo muito rápido. Não dá tempo de enfeitar”, afirma Lucas Dias Oliveira, 12 anos, que foi reprovado no ano passado porque os professores não conseguiram corrigir a sua prova. “Não entendi nada”, assinou a professora na avaliação. “Ele é extremamente inteligente e rápido.

Tem uma velocidade incrível no teclado”, afirma a sua avó, Marialva Dias.

“Mas a letra é um garrancho.” Os esforços de Marialva, que comprou dezenas de cadernos de caligrafia e livros para o neto, não foram suficientes para que o menino deixasse o computador e melhorasse a grafia. “Ele é agoniado, ansioso e necessita de acompanhamento psicológico para melhorar a letra”, afirma.

Janice Cabral Falcão, psicóloga e presidente da Sociedade Brasileira de Psicomotricidade, acredita que os cadernos de caligrafia não resolvem o problema. Para ela, a falta de espaço para brincar e a vida sedentária comprometem o tônus muscular das crianças, que ficam sem coordenação motora e destreza para lidar com o lápis.

“Elas precisam participar das atividades domésticas que exijam alguma habilidade manual”, afirma. Para o neurologista Marco Arruda, a escrita está mais relacionada com as funções do cérebro do que com a tonicidade dos músculos e ele alerta que a escrita ilegível pode ser um sinal de enfermidade ou transtorno psicológico, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade.

“É preciso treinamento da letra com sessões de reabilitação”, afirma. O neurologista lembra que brincadeiras fora de moda com bolas de gude e palitinhos, além das aulas de caligrafia, favoreciam o desenvolvimento psicomotor da criança, que não tem os mesmos estímulos nos jogos eletrônicos de hoje.

Não são apenas as crianças as vítimas da disgrafia. A pesquisadora Luciana Moherdaui, 38 anos, especialista em novas mídias e interfaces digitais, trocou os cadernos pelo computador desde que saiu da faculdade. “A minha letra era legível, mas, depois que passei a usar diariamente a rede, perdi a capacidade de escrever”, afirma Luciana, que explica ter o raciocínio igual ao Word – ‘escreve, erra, apaga e refaz’ – impossível no texto à mão. Quando vai a uma palestra em que não pode levar o seu laptop, a pesquisadora também não leva o bloco de anotações. “Decoro tudo”, diz. “Não entendo a minha letra.” Como especialista no tema, Luciana acredita que o futuro do aprendizado caminha em direção às novas tecnologias. “A tendência é que os meninos troquem os cadernos pelos mininotebooks.” Apesar da alternativa da tecnologia, ter letra legível (e bonita) ainda é importante. “Já zerei provas no vestibular porque estavam incompreensíveis”, afirma José Ruy Lozano, corretor de redações dos principais processos seletivos de São Paulo e professor de redação do ensino médio do Colégio Santo Américo. Vale lembrar que as redações de vestibular também podem ser escritas em letras de forma. Mas a cursiva ainda conta pontos, por exemplo, em processos de seleção de emprego.

O ato de escrever teve os seus altos e baixos na história. Sócrates e Platão (séc. V a.C.) eram contra a escrita e defendiam a oralidade. Na Idade Média, ela ganhou visibilidade e subiu ao altar com os monges copistas, que registravam a cultura e as descobertas históricas em pergaminhos, para imortalizá-las ao longo dos séculos.

“Ela passou a ser a escrita própria dos textos cristãos, em oposição aos caracteres romanos dos textos pagãos”, afirma o grafólogo Paulo Sérgio de Camargo, autor do livro “Sua Escrita, Sua Personalidade” (Editora Ágora).

A caligrafia – palavra que tem origem no nome kallos (belo) e grafos (grafia) – surgiu como arte quando o imperador Carlos Magno (742-814) decidiu unificar os textos e documentos da Europa Central com a escrita cursiva, conhecida como ‘letra carolina’, mais rápida que a tipografada. Segundo os grafólogos, a cursiva é um sinônimo de elegância e uniformidade, mas também rigidez e padrão. Por ironia, ela está sendo gradativamente substituída pelo mesmo motivo que a originou – a necessidade de rapidez.

“As escolas não se preocupam mais com a letra”, afirma o neurologista Arruda. “Os cadernos de caligrafia caíram em desuso.” Resta saber se as belas letras trabalhadas em rococós se tornarão um raro tesouro, que sobrevive apenas nos convites de formatura ou casamento.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito.

– A origem do Natal, pelo Prof Rafael Brito e o Bispo da Diocese de Piracicaba, Dom Devair.

Muito bom!

O bispo Dom Devair e o Professor católico Rafael Brito falaram sobre o significado, origem, simbolismo e outras tantas coisas bacanas sobre o Natal, no Podcast Inteligência Ltda.

Uma aula sobre o dia de hoje. Vale a pena conferir.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=HaoENMlKjHo

– Il tunnel crapale.

Il tunnel crapale usciremo mai dall’epico scontro tra la profondità della superficie e la superficialità del profondo?! mais oui, le conflitton des …

Continua em: Il tunnel crapale (oldies!!)

– A metodologia de pesquisa precisa ser mudada?

O que está acontecendo com os institutos de pesquisa, mundo afora?

Recentemente, vimos, igualmente como no Brasil, errarem bastante. Nos EUA, todos davam empate ou Kamala, por ligeira vantagem, nas eleições americanas. E como se vê no mapa… (Vermelho é Trump, azul é Kamala Harris).

Precisa-se repensar as metodologias de pesquisa?

Mapa mostra Estados conquistados por Trump e Kamala Harris | Foto: Reprodução/Redes sociais

– As emoções das cores (para o Mercado).

Muito legal: muitas empresas estudam as cores de suas logomarcas, a fim de obter vários objetivos sensoriais.

Mas você sabe o que elas seignificam?

Veja que bacana:

– Dia Mundial da Ciência / Celebrating World Science Day.

Today, on World Science Day, let’s celebrate scientific discoveries and the brilliant minds that expand our knowledge. Science is an adventure into …

Continua em: #Celebrating World Science Day

– Dia Nacional da Língua Portuguesa.

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nossa língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa.

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Intervalos na escola sem celular?

Foi no ano retrasado, mas a ideia é boa, não?

Veja que medida interessante: uma escola americana cria um momento de “Almoço sem Celular”, fomentando mais contato físico ao invés de virtual, ajudando a promover mais amizades.

Daria certo por aqui? O que você pensa sobre isso?

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2019/11/11/diretora-de-escola-cria-almoco-sem-telefone-para-alunos-se-conhecerem.htm

DIRETORA DE ESCOLA CRIA ALMOÇO SEM TELEFONE PARA ALUNOS SE CONHECEREM

A diretora Janet Behrens criou no início deste ano o que agora virou uma tradição na Iowa Valley Junior-Senior High School, nos Estados Unidos. No almoço de sexta-feira, os alunos participam de rodas de conversa onde é proibido usar o celular. O objetivo é fazer novas amizades. A informação é da emissora KCRG.

Janet teve a ideia após reparar que os estudantes andavam de cabeça baixa, olhando para seus telefones.

Às sextas, os alunos recebem cartões coloridos que definem em qual mesa eles devem se sentar. É proibido usar o celular durante a atividade na hora do almoço.

Os estudantes dizem que uma hora sem telefone, conversando com novas pessoas, está ajudando a escola a se tornar um lugar mais agradável.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para crédito na postagem.

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– Como seriam os filhotes de Tiranossauro Rex?

Muito legal!

Os avanços da tecnologia nos estudos paleontológicos nos permitem descobrir coisas fantásticas, como essa que compartilho abaixo: o que de curioso teriam os bebês dinossauros?

Extraído de: https://vivimetaliun.wordpress.com/2019/10/25/bolinhas-peludas-e-adoraveis-vejam-como-eram-filhotes-de-tiranossauro-rex/

BOLINHAS PELUDAS E ADORÁVEIS: VEJAM COMO ERAM FILHOTES DE TIRANOSSAURO REX

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O Tiranossauro Rex adulto pode ser imponente, mas seus filhotes são mais parecidos com adoráveis bolinhas de pelo que dá vontade de morder.

Graças a novas descobertas que estão transformando a compreensão dos cientistas deste carnívoro colossal e seus primos, os quais provavelmente também tinham penas, sabemos agora que os tiranossauros jovens eram felpudos.

A reconstrução acima faz parte de uma exposição que traz os modelos mais precisos do dinossauro até hoje.Dinossauro gigante com penas é descoberto na China

Bebê tiranossauro

A exibição “T. rex: The Ultimate Predator” foi inaugurada hoje (11 de março) no Museu Americano de História Natural em Nova York.

De acordo com o paleontólogo Mark Norell, curador da exposição, mais ou menos do tamanho de um peru muito magro, com “braços” mais longos em proporção aos seus corpos do que os adultos, cada bebê T. rex era coberto por uma camada de penas felpudas.

Ver o post original 354 mais palavras

– Dificuldade impulsionando a Criatividade!

A dificuldade pode ser um fator tanto desanimador quanto incentivador. Porém, vemos que muitas pessoas, ao sentirem desafiadas pelos percalços, acabam se superando. Um artigo fala sobre isso, extraído do Caderno Inteligência, da Revista Época Negócios, ed Jan/13, pg 100.

Abaixo, compartilho, sobre “dificuldades desejáveis”:

NÃO FACILITE

A dificuldade estimula a criatividade

Nosso cérebro responde melhor às dificuldades do que imaginávamos. Na verdade, elas estimulam nossa criatividade. O pesquisador Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, até cunhou a expressão “dificuldades desejáveis” para defender um intervalo maior entre uma aula e outra, obrigando um esforço adicional dos alunos para lembrar a lição anterior. E cientistas da Universidade de Princeton descobriram que alunos assimilavam melhor os conteúdos impressos em fontes tipográficas mais feias e difíceis de ler. Estudos neurológicos mostram que, confrontadas com obstáculos inesperados, as pessoas conseguem aumentar seu “escopo perceptivo”, recuando seus pensamentos para enxergar o quadro mais amplo.

O poeta britânico Ted Hughes defendia que poesia deveria ser escrita à mão: o esforço para usar uma caneta em uma folha de papel obriga a criar expressões mais densas e sintéticas. Os Beatles são um exemplo de que as “dificuldades desejáveis” ajudam a criatividade: em 1966, depois de lançar Rubber Soul, planejavam gravar seu próximo disco nos Estados Unidos, onde os equipamentos eram muito mais sofisticados. Obrigações contratuais os obrigaram a gravar nos estúdios da gravadora, em Londres. Resultado: com a ajuda de um grande produtor e excelentes engenheiros de som, exploraram todas as possibilidades dos quatro canais de gravação disponíveis e produziram os revolucionários álbuns Sgt. Pepper e Revolver.

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Linguagem humana e Linguagem canina.

Quando contestarem que os cachorros não compreendem o que seu dono diz, alto lá! Isso não é verdade. Pesquisa comprova que eles entendem algumas palavras.

Extraído da Folha de São Paulo, ed 30/08/2016, Caderno Ciência, pg B7

CÃES CONSEGUEM ENTENDER A ENTONAÇÃO E AS PALAVRAS HUMANAS

Bichos usam regiões cerebrais semelhantes às usadas por humanos para captar a entonação da fala de seus donos.

Por Ricardo Bonalume Neto

“Lana, vamos passear?”

Os donos dessa cocker spaniel inglês, Anita e este repórter que vos escreve, acham que ela entende a frase, mas presumem que a entonação com que ela é dita surte mais efeito. No entanto, quando a palavra “passear” foi dita de modo neutro, a cachorrinha começou a saltitar em torno da gaveta onde fica sua guia.

É mais ou menos esse o teste que cientistas húngaros fizeram com 13 cães. A conclusão é que os pets entendem tanto o vocabulário quanto o tom da voz de humanos.

A pesquisa feita pela equipe de Attila Andics, da Universidade Eötvös Loránd, de Budapeste, Hungria, mostrou ainda que cães têm a capacidade de distinguir palavras de um vocabulário e captar a entonação da fala dos seus donos usando regiões cerebrais semelhantes àquelas usadas por seres humanos.

O estudo sairá na edição da próxima sexta na revista americana “Science”.

Para Andics, a aprendizagem do vocabulário “não parece ser uma capacidade exclusivamente humana que se segue a partir do surgimento da linguagem, mas sim uma função mais antiga que liga sequências sonoras arbitrárias a significados”.

Para chegar à conclusão do estudo, os pesquisadores mediram a atividade do cérebro dos cães, mas antes foi preciso treinar os cães para ficarem quietos dentro dos aparelhos de ressonância magnética. Eles ouviam então gravações de vozes de seus donos ou treinadores usando várias combinações de vocabulário e entonação, ou elogiando ou de modo neutro.

“A imagem por ressonância magnética funcional fornece um método não invasivo e inofensivo de medição de que os cães gostam”, diz Marta Gácsi, etóloga e coautora do estudo.

Independentemente da entonação, cães reconheceram cada palavra como algo distinto e o fizeram de uma forma similar aos seres humanos, usando o hemisfério esquerdo do cérebro.

Também como acontece com humanos, os pesquisadores descobriram que os cães processam a entonação separadamente do vocabulário, nas regiões auditivas no hemisfério direito do cérebro.

Andics e colegas observaram que o elogio ativa o “centro de recompensa” do cérebro dos cães –a região que responde a estímulos de prazer, como comida, sexo, ser acariciado. Mas o centro de recompensa só era ativado quando o cão ouvia tanto palavras de louvor e com entonação adequada.

Isso mostra que, para os cães, um elogio pode funcionar muito bem como recompensa, mas funciona melhor ainda se as palavras e a entonação baterem. Ou seja: os bichos não só separam o que dizemos e como dizemos, mas também podem combinar os dois para uma melhor interpretação do que aquelas palavras realmente querem dizer –de novo, algo bem similar ao que nós fazemos.

Foram estudados apenas 13 cães, por isso os resultados não indicam diferenças significativas entre raças. Foram usados seis border collies, cinco golden retrievers, um pastor alemão e um cão de crista chinês. “O único critério é que o cão tem de ser capaz de ficar imóvel para ser digitalizado”, disse Andics à Folha. “Mais tarde, poderemos comparar os padrões cerebrais através dos grupos.”

“Estou certo de que existem diferenças individuais, mas também acho que todas as raças têm essa capacidade”, conclui o pesquisador.

Os resultados indicam que os mecanismos neurais para processar palavras evoluíram bem antes do que se imaginava. Os autores afirmam que é possível que forças seletivas durante a domesticação do lobo possam ter ajudado a criar a estrutura cerebral subjacente a esta capacidade nos cachorros.

“O que torna itens léxicos [palavras] singularmente humanos não é a capacidade neural para processá-los”, dizem os autores. Seres humanos são únicos na sua capacidade de inventar palavras.

Para os amantes de gatos, Andics adianta: “Escolhemos cães para os nossos estudos, porque eles podem fazer isso… Mas assim que um gato for treinado e ficar imóvel, poderemos digitalizá-lo também”, brinca Andics.

– O maior Chefe de Estado brasileiro foi…

Sem dúvida, Dom Pedro II, nosso último imperador. Mas sabe por quê?

Dom Pedro foi o governante que sonhava em tornar o Brasil um país avançado na Educação e nas Ciências. Construiu escolas, laboratórios, museus e bibliotecas. Ao morrer, doou seu amplo acervo ao Museu Nacional. Como havia muita coisa, o Museu Nacional virou a sua casa, o Paço de São Cristóvão (pois era uma quantidade incrível de artefatos e documentos para levar)!

Dom Pedro II era apaixonado por fotografia e por astronomia (foi ele quem bancou as pesquisas que descobriram a origem do meteorito de Bendegó na Bahia; até então, achavam que era uma mineral gigante desconhecido e que nada caía do espaço).

O imperador falava: inglês, espanhol, alemão, francês, italiano e latim. Estudou e tinha noções de tupi-guarani, hebraico, grego e árabe. Ficou amigo de Graham Bell, e foi ele quem testou o telefone quando exposto publicamente numa feira de invenções nos EUA. Visitou a casa de Darwim em suas andanças e financiou todos os estudos de Louis Pasteur, criando a fundação do mesmo nome.

O primeiro projeto público de financiamento de cientistas foi criado por ordem de Dom Pedro II: o “Ciência sem Fronteiras” de 1885. Foi declarado antiescravagista e tinha vergonha, segundo os relatos, da resistência dos anti-abolicionistas. Por fim: sempre foi tido por um intelectual que não gostava de formalidades quando se encontrava com autoridades estrangeiras.

Dito tudo isso, fico pensando: e a gente vê tanto fanático brigando por Lula ou Bolsonaro? Tenha santa paciência…

Em tempo: A Proclamação da República, em 1889, sabidamente foi o acúmulo de uma série de fatores que se transformou em uma medida drástica na Convenção de Itu. O certo é: não se tinha um herdeiro à altura para Dom Pedro II, devido seus ideais. (Os marechais Deodoro e Floriano Peixoto, lembremo-nos, unicamente asseguraram a nova forma de Governo e a unidade do país, cessando os investimentos da Coroa na Educação e Ciência).

Dom Pedro II amava os banquetes

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Hydrangeas stay blue if the soil is acidic and turn pink if the soil is alkaline.

Hydrangeas stay blue if the soil is acidic and turn pink if the soil is alkaline cover page Hydrangeas (www.pexels.com)

Continua em: Hydrangeas stay blue if the soil is acidic and turn pink if the soil is alkaline