Com alegria, estive em nome do Sebrae ministrando um curso de gestão no Instituto Padre Haroldo, em Campinas.
Que trabalho maravilhoso eles fazem por lá. Que Deus abençoe essa obra social tão valiosa!
Com alegria, estive em nome do Sebrae ministrando um curso de gestão no Instituto Padre Haroldo, em Campinas.
Que trabalho maravilhoso eles fazem por lá. Que Deus abençoe essa obra social tão valiosa!
Estivemos hoje no Instituto Padre Haroldo, em Campinas. Um lugar mágico, onde a solidariedade prevalece, na preocupação em ajudar ao máximo as pessoas por lá (e por diversos motivos).
Falamos de Empreendedorismo e Cidadania, pelo Sebrae. Valeu a pena. Voltarei aqui amanhã.
#Educação
Esse pensamento transfóbico em letras garrafais (abaixo) viralizou na Internet nessa semana. O comentário em roxo, de autoria própria, surgiu diante da minha indignação.
Ninguém escolhe o seu sexo para nascer. Nascemos, simplesmente. Mas há aqueles que sofrem de disforia de gênero, e que passam uma vida inteira com dores físicas, emocionais e mentais. Quem escreve uma bobagem como essa, da frase preconceituosa, é totalmente ignorante a isso ou nunca soube a fundo o que acontece com gente que padece nesse mal.
Estamos no mês da campanha “Setembro Amarelo”, de prevenção ao suicídio! E há idiotas que insistem em frases tão sem empatia como essas… claro, provavelmente desconhecem ou não tiveram ninguém que tentou o suicídio por tal causa.
Hétero, Homo, Trans, Inter, Cis, A, B, C ou qualquer outra pessoa de qual denominação seja, QUER ser aceita na sociedade. Todos nós queremos viver com dignidade, respeito e cidadania. Por quê excluir um grupo?
Infelizmente, existem indivíduos que criam estereótipos na cabeça e associam a qualquer convenção sexual não predominante na sociedade, como libertina, ninfomaníaca, doente mental e outras coisas depreciativas! Isso existia no passado, onde se praticava o racismo sem qualquer receio, chamando preto de macaco e gay de depravado. Lembrando: racismo e fobia por gênero são crimes.
A pessoa que nasceu num corpo que não corresponde com a sua alma pode ser seu vizinho. Seu amigo. Seu próprio filho! E são pessoas corajosas, que enfrentarão a discriminação para, simplesmente, viver.
Aceitar ou não o seu corpo é um argumento tão pequeno para minimizar o problema… TODOS nós queremos ter paz e sermos aceitos em sociedade.
Um transsexual não é melhor do que um heterossexual. E nem pior. É uma pessoa com virtudes e defeitos como outra qualquer. Por que encher a paciência dela?
Deploravelmente, se confunde as pessoas da “lacração”, do radicalismo Woke, e de tantas outras ideologias, colocando o transexual nesse mesmo bololô. E por questão política se discute isso! Como se não existisse gay de direita, de centro ou de esquerda…
Fico assustado realmente é com a insensibilidade alheia. E, pior: há aqueles que falam que Jesus já as condenou! Justo o Nosso Senhor, que deu a própria vida pelos pecadores (que somos nós), condenaria ao inferno uma pessoa que nasceu num sexo diferente do que o corpo representa? Leia o que Ele falou sobre os julgamentos aos eunucos e afeminados! Veja o esforço de inclusão do Papa Francisco, jantando com um grupo de transex e falando do Evangelho. E, sinceramente, não queira me cancelar (sou católico praticante, que respeita todo o Magistério da Igreja Católica e que está em um processo particular de questão de Nulidade Sacramental, seguindo o rito do Vaticano e o Tribunal da Santa Mãe Igreja, a fim de estar em comunhão).
Por fim: transex não é a pessoa que “muda de sexo ao bel-prazer pois deu vontade”. É aquele que luta contra seus demônios e suas dores e quer ser apenas mais uma pessoa normal na sociedade.
Não escreva bobagem que não se conhece.
Estivemos hoje no Centro de Ressocialização de Bragança Paulista, realizando um trabalho de reinserção social através do Empreendedorismo, via Sebrae.
Ajudar o país através da Educação, é algo positivo e necessário.
✒️ #Educação
Nesta segunda-feira, encerramos um ciclo do curso “Sebrae na Comunidade”, falando sobre Cidadania aos detentos da Penitenciária P3.
É com a Educação que melhoraremos o Brasil!
✒️ #Educação
Participei nessa manhã desse evento muito bacana no UniAnchieta, a respeito das oportunidades e relações das mulheres no esporte (e na sociedade em geral).
Diante dos números e do cenário, fico pensando: temos muito o que aprender ainda…
🚺 #inclusão
Minha missão como professor é possibilitar que as pessoas cresçam como profissionais, mas acima de tudo, como cidadãos.
No Projeto “Sebrae na Comunidade”, onde tentamos tirar da marginalidade as pessoas para que voltem honesta e produtivamente à Sociedade, com muito sacrifício, conseguimos esses bons retornos (que particularmente, massagem o ego).
Vide as mensagens:
#Sebrae #SebraeNaComunidade #Ensino #Educação #IBSAmericas #Cidadania
Turno 2 de 3 – Nessa 5ª feira à tarde, tivemos mais um conjunto de aulas do projeto “Sebrae na Comunidade”, em Penitenciárias. E o trabalho foi excelente, conseguimos conscientizar nossos reeducandos.
Vale a pena levar cidadania.
🖊️ #Aprendizado
Estive nessa manhã em Franco da Rocha, pela parceria Sebrae / IBS Américas e Funap, falando sobre Empreendedorismo e Cidadania aos detentos da cadeia P1.
Sem essas ações, não é possível resolver questões de segurança e trabalho no Brasil.
Orgulho-me de tal árdua missão.
✍🏻 #educação
Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).
Abaixo, um pouco de Educação:

(Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/divina-s-lima-64b7a8214)
Discorda?
Respeitar o próximo faz bem, não?

Abordamos e lamentamos ontem a fala machista e grosseira do treinador palmeirense Abel Ferreira contra a jornalista Alinne Fanelli (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-ZZn).
Provavelmente, fará o que sempre tem feito: após ser mal-educado, divulgará uma nota dizendo que foi mal interpretado e pedirá desculpas. Já virou uma praxe, quando o ideal era não cometer o erro.
Penso: e se os jornalistas se levantassem e deixassem Abel falando sozinho, na hora da coletiva? Talvez seria um protesto que agradasse a todos (já que o Abel não gosta de falar educadamente).
Aliás, o que o time feminino do Verdão deve estar pensando? E a própria presidente Leila Pereira?
Sinceramente, acho que o Abel utiliza das estratégias de Mourinho e Felipão (como criar uma polêmica e usar isso para o time, dizendo que “são todos contra o Palmeiras” – como tem feito com a arbitragem), mas não consegue mais sair do personagem bronco. Não é possível que um cara viajado pelo mundo, que ganha milhões por mês, seja tão grosseiro estúpido assim.
Atualizando – Abel fez exatamente o que se esperava: disse que não quis ser grosseiro com ela e falou generalizando. O protocolo óbvio.
Imagem: Abel Ferreira (Alexandre Schneider/Getty Images), clique extraído de: https://veja.abril.com.br/brasil/veja-essa-2871
Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?
Portanto, um lembrete com ideais de Educação:

Como explicar a arrogância de algumas pessoas?
Todos somos iguais. Fracos e com algumas virtudes. Limitados e ao mesmo tempo expansivos. Mas igualmente dignos.
Concordo plenamente com esse pensamento:
Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/leila-simoes-244b2425
Originalmente, a Cultura Woke era uma filosofia de inclusão às ditas (como eram chamadas antigamente) minorias. Muitas empresas passaram a adotar programas de contratação para negros, LGBTs, deficientes e outros públicos específicos, mostrando a correta preocupação com a equidade.
Porém, a Cultura Woke transitou por questões ideológicas e se perdeu! Passou a ser uma bandeira do radicalismo de Esquerda (aqui, um lembrete: qualquer ideologia, de Direita ou de Esquerda, se radical, torna-se indevida) e militou de maneira intransigente contra qualquer opinião contrária. Se a pessoa não era socialista, cancele-se! Se defende oportunidades idênticas para heteros ou homossexuais, torna-se homofóbico automaticamente, pois dentro desse radicalismo há a necessidade de reparação histórica. Se é católico, protestante, conservador? Rotula-se automaticamente como fanático religioso pois o que vale é o cosmos universal.
Todas essas formas intolerantes praticadas (por quem defende, em tese, a tolerância) potencializaram um “mercado do medo”. Empresas criaram departamentos exclusivos para lidarem com essas questões, com medo de cancelamentos dos grupos wokes radicais (que fazem muito barulho). A Disney(1), por exemplo, introduziu essa filosofia em seus desenhos e filmes, e, principalmente, com bandeiras libertárias e de ideologia sexual. Depois de amargar prejuízos, trocou o presidente da empresa que anunciou o fim da cultura woke na cia.
O termo woke significa, numa tradução livre, ter uma “agenda acordada, despertada”, no sentido de que o mundo tem um novo padrão comportalmental, relacional, dentro das culturas modernas ou sentimentos de filosofia “new age / nova era”.
Diante de tantos excessos, grandes empresas passaram a repensar suas agendas, onde perceberam um cego modismo e caíram no erro de, ao invés de praticarem a inclusão cidadã, respeitosa, acabavam fazendo uma equivocada apologia às bandeiras woke e desrespeitavam quem não tinha o mesmo pensamento (como se o público woke fosse dono da verdade e da sabedoria do mundo). A Nike(2), por exemplo, retirou sua publicidade woke e voltou a falar de igualdade e cidadania, sem buscar “lacração”.
Tudo isso se potencializou ainda mais nos últimos dias: as declarações de Elon Musk sobre o vírus mortal Woke (https://wp.me/p4RTuC-ZhE), a grita para que o mundo se tornasse “woke na marra” (https://wp.me/p4RTuC-Zsn) e o episódio do deboche da Santa Ceia nas Olimpíadas 2024 travestido de “não nos referimos à Santa Ceia” (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Zr1) potencializaram a mudança de rumo. A Microsoft (3), inclusive, demitiu o “departamento woke” da empresa alegando que para cidadania e inclusão, já trabalha naturalmente com a causa, sem precisar levantar uma bandeira e ter tais custos, entre outras justificativas.
Abaixo, as matérias citadas:
(1) BOB IGER DIZ QUE A DISNEY WOKE ACABOU
(https://bcharts.com.br/t/e-agora-bob-iger-diz-que-a-disney-woke-acabou/180295)
O CEO da Disney, Bob Iger, enfatizou que a empresa se concentraria em entreter sobre o avanço de “qualquer tipo de agenda”, logo depois que a gigante da mídia sobreviveu a uma luta por procuração travada por acionistas ativistas.
Questionado durante a sessão anual de perguntas e respostas da reunião anual de acionistas da Disney em 3 de abril se a empresa apenas forneceria entretenimento e ficaria fora da política, Iger disse que o trabalho da Disney era “entreter, em primeiro lugar”.
“Sempre acreditei que temos a responsabilidade de fazer o bem no mundo, mas sabemos que nosso trabalho não é avançar nenhum tipo de agenda”, disse ele na reunião transmitida ao vivo. “Ento que eu estiver no trabalho, continuarei a ser guiado por um senso de decência e respeito, e sempre confiaremos em nossos instintos.”
É uma mensagem que Iger está interessado em enviar desde seu retorno como CEO em novembro de 2022.
Durante uma chamada de analista em abril de 2023, foi-lhe feita uma pergunta semelhante sobre “promover a agenda acordada”.
“Eu sou sensível a isso”, ele respondeu. “Nossa principal missão precisa ser entreter e, em seguida, através do nosso entretenimento, continuar a ter um impacto positivo no mundo. E eu estou falando muito sério sobre isso. Não deve ser orientado pela agenda.”
Então, em setembro, ele disse aos investidores que a empresa “acalmaria o barulho” quando se tratasse de guerras culturais, informou a Reuters.
Ele dobrou a mensagem na cúpula DealBook de novembro quando disse que os filmes de sua empresa estavam muito focados em mensagens e não priorizavam contar histórias de qualidade.
“Os criadores perderam de vista qual seu objetivo número um precisava ser” — para entreter — ele disse na cúpula.
“Eu usei ‘Pantera Negra’ como um ótimo exemplo disso apenas em termos de promover a aceitação, ou o filme ‘Coco’, que a Pixar fez sobre o Dia dos Mortos”, acrescentou. “Eu gosto de poder fazer isso, entreter e se você puder infundi-lo com mensagens positivas, ter um bom impacto no mundo, fantástico. Mas esse não deve ser o objetivo.”
Iger estava até disposto a colocar um alfinete na longa rivalidade entre o governador da Flórida. Ron DeSantis e Disney sobre a chamada lei “Don’t Say Gay” do estado. Em um movimento surpreendente, a Disney e a Flórida resolveram sua disputa legal em março.
Nos últimos anos, a Disney se tornou um alvo de políticos conservadores como DeSantis e vozes de mídia social — incluindo, mais recentemente, Elon Musk. Alguns criticam a empresa por incluir personagens e elementos LGBTQ+ em histórias — como um beijo do mesmo sexo em “Lightyear” e personagem não binário em “Elemental” — enquanto outros se desfenderam de uma Ariel Negra na recente “Pequena Sereia”.
O distanciamento de Iger do que alguns chamaram de “agenda acordada” veio quando ele lutou contra uma luta por procuração do investidor ativista Nelson Peltz.
Peltz fez da Disney uma prancha de sua campanha, questionando “Pantera Negra” e “As Maravilhas” da Marvel que lançaram protagonistas negras e femininas, respectivamente.
“Por que eu tenho que ter uma Marvel que é só mulher? Não que eu tenha algo contra as mulheres, mas por que eu tenho que fazer isso? Por que não posso ter Marvels que são as duas? Por que eu preciso de um elenco todo preto?” Ele disse em uma entrevista ao Financial Times no mês passado.
Não importa o quanto Iger insista que o foco da empresa seja o entretenimento, a Disney provavelmente ainda produzirá conteúdo que reflita o mundo ao seu redor e introduza novos personagens — Iger deixou claro que esses filmes ainda podem ser perfeitamente divertidos.
(2) NIKE ABANDONA CULTURA WOKE E RESGATA VALORES EM SUPERCOMERICAL
(https://www.updateordie.com/2024/08/07/nike-abandona-cultura-woke-e-resgata-meritocracia-em-super-comercial-narrado-por-willem-dafoe/)
A Nike abandona a cultura woke e adota a meritocracia em seu novo comercial, narrado por Willem Dafoe, destacando conquistas individuais e esforço pessoal.
O novo comercial da Nike, intitulado “Vencer não é para todos” e estrelado por grandes nomes do espeorte como Kobe Bryant, LeBron James, Giannis Antetokounmpo, Kylian Mbappé, Serena Williams, se afasta da cultura woke e abraça a meritocracia, gerando polêmica e debate sobre os valores éticos da competitividade no esporte.
Mensagem central: “You can’t win them all, but you should sure as hell try.”
Polêmica gerada entre a militância progressista e defensores da meritocracia.
Vídeo em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=4&v=pwLergHG81c&embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fwww.updateordie.com%2F&source_ve_path=Mjg2NjQsMjg2NjQsMjg2NjY
(3) MICROSOFT DEMITE TIME DE DIVERSIDADE POR NÃO SER MAIS NECESSÁRIO
(extraído de https://www.poder360.com.br/poder-tech/microsoft-demite-time-de-diversidade-por-nao-ser-mais-necessario/)
A Microsoft demitiu uma equipe que atuava para garantir diversidade, equidade e inclusão dentro da companhia. Em comunicado interno, um líder de equipe justificou que a política “não é mais crítica para os negócios”.
“O verdadeiro trabalho de mudança de sistemas associado a programas DEI [diversidade, equidade e inclusão] em todos os lugares não é mais crítico para os negócios ou inteligente como era em 2020”, escreveu o funcionário da big tech em um e-mail enviado para milhares de funcionários, ao qual o site Business Insider teve acesso.
Conforme o texto, a equipe foi eliminada a partir de 1º de julho, acompanhando “mudanças nas necessidades de negócios”. Não foi informado o número de funcionários demitidos.
Procurado pelo site, o autor do e-mail não se pronunciou sobre o caso.
O porta-voz da companhia Jeff Jones afirmou, em comunicado, que os compromissos da Microsoft com diversidade “permanecem inalterados”. E completou: “Nosso foco na diversidade e inclusão é inabalável e seguimos firmes nas nossas expectativas, priorizando essa responsabilidade e nos destacando neste trabalho”.

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.
Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:
“A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”
Santo Agostinho, Doutor da Igreja.
Perfeito.

O texto é de Emelyn Ribeiro, postado no LinkedIn. Nele se fala sobre como as pessoas não valorizam as pessoas experientes (como se “estar na casa dos 50” fosse um problema).
Excelente. Abaixo:
ETARISMO
“O sucesso não vem com as suas mãos enfiadas nos bolsos”
Uma frase irônica quando olhamos para a foto do turco Yusuf Dikec, de 51 anos que foi medalhista no tiro olímpico em Paris.
Eu quero falar de dois temas aqui: etarismo e preparo.
Prata na disputa de equipes no tiro esportivo com pistola 10m, esse homem viralizou nas redes sociais por estilo descontraído e por dispensar uso de equipamentos especiais. Mas vocês acham que ele começou assim?
Formado em Educação Física, ingressou na Academia da Gendarmaria (a força militar turca que também desempenha funções atribuídas à polícia) em 1994 aos 21 anos e chegou ao posto de sargento. Dois anos depois ele foi indicado à Jandarma Gücü, a equipe esportiva das Forças Armadas do país.
Ele também disputou os Jogos de Pequim na China, em 2008; Londres em 2012; foi ao Rio em 2016 e esteve em Tóquio em 2020. Essa, porém, foi sua primeira medalha olímpica.
E ainda existem empresas que insistem em escolher candidato pela idade. A sabedoria, a inteligência emocional e o conhecimento das pessoas maduras podem levar o ouro para tantos negócios! Alta performance não tem idade.
Eu não canso de repetir: é muito mais coerente ensinar técnica do que comportamental. Somos capazes de aprender qualquer coisa, desde que estejamos dispostos á isso.
E você? Já investiu em si o suficiente pra executar com excelência e mão no bolso?
Quem pode ser contra a Educação, mediante o conceito da imagem abaixo?

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Do you want to know how to spot moments when there’s no apology necessary? Here are the times to never say sorry that every target of bullying should…
Continua em: No Apology Necessary: 8 Things You Should Never Apologize For

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse que “as Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.
Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.
O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?
Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.
Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:
Segundo turno terminando. Estivemos em mais uma penitenciária, agora falando sobre Empreendedorismo e Cidadania.
S’ imbora para o terceiro turno de trabalho?

🖊️ #education
Hoje serão 3 períodos de aulas, de vários assuntos e em diferentes instituições.
O primeiro turno foi aqui em Franco da Rocha, na Penitenciária P3, onde buscamos levar Cidadania através do Empreendedorismo!
É com a Educação que faremos um país melhor. ✏️

A questão habitacional no Brasil sempre foi uma chaga. Há 20 anos, eu passava nesse trecho próximo à Rodovia Anhanguera, em Perus, e não havia nenhuma casa.
Hoje, virou uma enorme comunidade… como isso acontece?
As autoridades precisariam se preocupar mais com tal problema… evitar a ocupação ilegal e sanar o déficit habitacional, levando / ajudando à busca da dignidade. Mas… deve faltar vontade política!

Muitas vezes, tentar levar cidadania e mudança de vida aos reeducandos das penitenciárias é, para muitos, uma utopia.
É difícil sim! Mas um professor não pode desistir…
Olhe esse relato (nome omitido, obviamente) de um detento:
Erraram. Paguem. E que possam se ressignificarem!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).
De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:
Estivemos hoje à tarde pelo Sebrae em mais um turno de trabalho, levando Educação aos detentos de Franco da Rocha, buscando reinseri-los na Sociedade.
O trabalho é árduo, mas vale crer que uma semente é plantada! Que gere honestidade e mudança.

Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?
Veja a imagem:

Hoje estivemos aqui em Hortolândia, falando de Cidadania e Empreendedorismo, tentando ajudar a recuperar pessoas!
Me orgulho de fazer parte desse projeto chamado “Sebrae na Comunidade”:

#empreendedorismo
Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml
MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES
Por Amanda Ribeiro Marques
A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.
Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.
A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.
Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.
Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.
No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.
Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.
Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.
As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.
Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.
É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.
“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.
Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.
A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.
“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.
MERCADO NACIONAL
No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.
Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).
Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”
Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.
Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.
Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

Imagem extraída da Internet, autoria de Jean Galvão.
Terminamos mais uma turma pelo Projeto “Sebrae na Comunidade”, e a minha satisfação de dever cumprido é ver pessoas que estão no sistema penitenciário desejando mudar de vida!
Plantamos a semente da honestidade. Que ela frutifique… veja só o depoimento:
