– O pensamento racista é natural ao torcedor argentino?

Li na publicação de Bruno Vicari, a partir do original de Marcelo Bloc: as orientações do Rosário Central aos torcedores argentinos para se comportarem em Fortaleza (Copa Sulamericana)!
Veja o comunicado e perceba: o pensamento racista é, aparentemente, natural a eles. Triste:

– O racista de Botafogo 2x 1 Palmeiras:

O que podemos falar sobre essa pessoa racista?

Abaixo:

– Ser Político ou Apolítico?

Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.

Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:

A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Santo Agostinho, Doutor da Igreja.

Perfeito.

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– Etarismo? Veja o exemplo dos Cinquestões:

O texto é de Emelyn Ribeiro, postado no LinkedIn. Nele se fala sobre como as pessoas não valorizam as pessoas experientes (como se “estar na casa dos 50” fosse um problema).

Excelente. Abaixo:

ETARISMO

“O sucesso não vem com as suas mãos enfiadas nos bolsos”

Uma frase irônica quando olhamos para a foto do turco Yusuf Dikec, de 51 anos que foi medalhista no tiro olímpico em Paris.

Eu quero falar de dois temas aqui: etarismo e preparo.

Prata na disputa de equipes no tiro esportivo com pistola 10m, esse homem viralizou nas redes sociais por estilo descontraído e por dispensar uso de equipamentos especiais. Mas vocês acham que ele começou assim?

Formado em Educação Física, ingressou na Academia da Gendarmaria (a força militar turca que também desempenha funções atribuídas à polícia) em 1994 aos 21 anos e chegou ao posto de sargento. Dois anos depois ele foi indicado à Jandarma Gücü, a equipe esportiva das Forças Armadas do país.

Ele também disputou os Jogos de Pequim na China, em 2008; Londres em 2012; foi ao Rio em 2016 e esteve em Tóquio em 2020. Essa, porém, foi sua primeira medalha olímpica.

E ainda existem empresas que insistem em escolher candidato pela idade. A sabedoria, a inteligência emocional e o conhecimento das pessoas maduras podem levar o ouro para tantos negócios! Alta performance não tem idade.

Eu não canso de repetir: é muito mais coerente ensinar técnica do que comportamental. Somos capazes de aprender qualquer coisa, desde que estejamos dispostos á isso.

E você? Já investiu em si o suficiente pra executar com excelência e mão no bolso?

– Definindo Educação:

Quem pode ser contra a Educação, mediante o conceito da imagem abaixo?

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– No Apology Necessary: 8 Things You Should Never Apologize For.

Do you want to know how to spot moments when there’s no apology necessary? Here are the times to never say sorry that every target of bullying should…

Continua em: No Apology Necessary: 8 Things You Should Never Apologize For

– O que fazer com os haters e “bobões” mal educados na Internet?

A Web é um ambiente democrático. Cabe tudo, lê-se tudo e encontra-se de tudo (de bom ou de ruim). Em 2015, vendo pessoas que usavam esse espaço com falta de educação e destilavam ódio, fazendo mal uso da Internet, o sociólogo e filósofo italiano Umberto Eco disse queas Redes Sociais deram voz a uma legião de imbecis”.

Não dá para discordar que muitos idiotas causam males aos outros através delas. Cyberbullying, Fake News e Manifestações Contrárias aos Valores Éticos habitam no cotidiano de haters e afins.

O que fazer? Censurar? Calar? Expulsar da Web?

Não. Talvez a melhor solução seja, pela própria educação que recebemos, deixar falar, responder respeitosamente ou ignorá-los. Ter paciência e nunca retribuir com ofensas à eles.

Talvez essa imagem, abaixo, seja pertinente:

– Cidadania.

Segundo turno terminando. Estivemos em mais uma penitenciária, agora falando sobre Empreendedorismo e Cidadania.

S’ imbora para o terceiro turno de trabalho?

🖊️ #education

– Empreenda!

Hoje serão 3 períodos de aulas, de vários assuntos e em diferentes instituições.

O primeiro turno foi aqui em Franco da Rocha, na Penitenciária P3, onde buscamos levar Cidadania através do Empreendedorismo!

É com a Educação que faremos um país melhor. ✏️

– O problema habitacional no Brasil.

A questão habitacional no Brasil sempre foi uma chaga. Há 20 anos, eu passava nesse trecho próximo à Rodovia Anhanguera, em Perus, e não havia nenhuma casa.

Hoje, virou uma enorme comunidade… como isso acontece?

As autoridades precisariam se preocupar mais com tal problemaevitar a ocupação ilegal e sanar o déficit habitacional, levando / ajudando à busca da dignidade. Mas… deve faltar vontade política!

– Dê uma segunda chance… mas capacite!

Muitas vezes, tentar levar cidadania e mudança de vida aos reeducandos das penitenciárias é, para muitos, uma utopia.

É difícil sim! Mas um professor não pode desistir…

Olhe esse relato (nome omitido, obviamente) de um detento:

Erraram. Paguem. E que possam se ressignificarem!

– Ser respeitoso sempre!

Gostei bastante dessa mensagem: alguns valores / gentilezas / comportamentos nunca estão fora de moda (mesmo que o mundo faça você crer que estão em desuso).

De maneira bem clara, uma mensagem em uma imagem:

Imagem

– Cidadania aos Reeducandos.

Estivemos hoje à tarde pelo Sebrae em mais um turno de trabalho, levando Educação aos detentos de Franco da Rocha, buscando reinseri-los na Sociedade.

O trabalho é árduo, mas vale crer que uma semente é plantada! Que gere honestidade e mudança.

– Sentido a dificuldade do outro, de maneira cidadã (empatia e equidade).

Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?

Veja a imagem:

– Sebrae na Comunidade.

Hoje estivemos aqui em Hortolândia, falando de Cidadania e Empreendedorismo, tentando ajudar a recuperar pessoas!

Me orgulho de fazer parte desse projeto chamado “Sebrae na Comunidade”:

#empreendedorismo

– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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Imagem extraída da Internet, autoria de Jean Galvão.

– A semente da honestidade.

Terminamos mais uma turma pelo Projeto “Sebrae na Comunidade”, e a minha satisfação de dever cumprido é ver pessoas que estão no sistema penitenciário desejando mudar de vida!

Plantamos a semente da honestidade. Que ela frutifique… veja só o depoimento:

– Nada de egoísmo, mas de um mundo colaborativo!

Crescer, compartilhar, agregar e ajudar o mundo a ser mais equitativo, inteligente e humano. Dividir conhecimento e ajudar seu semelhante é o conjunto tão simples de coisa que nos torna mais felizes!

Essa simples imagem mostra isso:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Levando Cidadania.

No Parque do Juquery, há o Manicômio Judicial, as Penitenciárias e outras entidades. Aqui também levamos Cidadania, em nome do Sebrae.

É com a Educação que o país andará para frente.

✏️ #Education

– Sugerir Mudança de Hábitos.

Terminamos a labuta da tarde: hoje, falando de Reinserção e Mudança de Hábitos aos reeducandos

É com a Educação que obteremos um país melhor.

🖊️ #Educação

– Cidadania.

Nessa tarde, estivemos na P3 de Franco da Rocha, trabalhando pelo programa “Sebrae na Comunidade”, levando novos valores aos reeducanfus do sistema carcerário.

O trabalho é dificuldade, mas é possível.

✏️#Cidadania

– Cidadania.

Turno 2 de 3: saímos da Penitenciária III de Franco da Rocha, onde falamos de Cidadania.

É com a Educação que faremos um país melhor.

🖊️ #Educação

– Insista na honestidade:

Levar Educação aos presídios é muito difícil. E eu, representando o Sebrae, trabalho com os detentos falando sobre Empreendendorismo e Cidadania, tentando “plantar uma boa semente”, a fim de reinseri-los na Sociedade.

A ideia é: que sejam honestos e mudem de vida!

Olhe o resultado (vale a leitura):

 

– Sebrae Educação.

Tente fazer a sua parte. Plante sementes! Faça o possível para frutificar uma sociedade melhor…

Sobre o projeto educacional do Sebrae em Penitenciárias, compartilho nesse vídeo,
em: https://youtu.be/K9cLlZ-J07Y?si=TyrOZJpO0TGiaAX4

– Por que discriminar?

Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências…

Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!

Ou não?

Veja:

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Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.

– Cyberbullying Tactics: 9 Common Tricks of Cyber-Bullies and Trolls

Do you want to know all the cyberbullying tactics so that you can better protect yourself against cyberbullies? Cyberbullying can be bullying of …

Continua em: Cyberbullying Tactics: 9 Common Tricks of Cyber-Bullies and Trolls

– Dia Mundial de Combate à Agressão Infantil.

Não pode ser normal, aceitável ou justificável qualquer ato de violência contra as crianças.

Neste dia 04, celebra-se o dia de conscientização de proteção aos menores, combatendo qualquer agressão contra elas.

Não se omita! Se testemunhar ou souber de algum caso contra esses indefesos, denuncie!

– Here Are 7 Ways to Expose Your Bullies and Protect Yourself.

Here’s a list of several things you can do to rip the mask off and keep yourself safe. 1. Know your enemy. How you do this is to stand back and …

Continua em: Here Are 7 Ways to Expose Your Bullies and Protect Yourself

– Trabalhar com preocupação social.

Pelo Sebrae, estivemos hoje falando de Cidadania aos reeducandos da Penitenciária P2 de Franco da Rocha.

Incentivar o trabalho honesto, a capacitação e novos e necessários hábitos é muito importante.

🖌️ #Educação

– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.

– Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…

Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.

– Ensinando a empreender!

Nessa tarde, estivemos no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, falando pelo Sebrae sobre Empreendedorismo!

Somente com Cidadania faremos um mundo melhor…

🖊️ #Empreendedorismo

– Labuta 2 de 3: Levar Cidadania!

2 de 3 – Hoje de tarde pudemos trabalhar no CDP do Tijuco Preto. Através do Programa Sebrae na Comunidade, levamos a Cidadania e a possibilidade da população carcerária condicionar-se ao trabalho honesto e produtivo. 

É com a Educação que melhoraremos o país.

– Igualdade e Equidade.

Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).

Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.

A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Dia Internacional contra a Homofobia.

Respeitar, acima de tudo, é ser cidadão!

Faço minhas essas palavras abaixo: