– Diga não ao descarte de idosos.

O Papa Francisco falou nessa semana sobre a preocupação do “descarte de idosos”, onde são abandonados por suas famílias e vivem uma “vida esquecida”.

Fica a reflexão: como cuidamos dos nossos idosos?

O texto em: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-05/papa-francisco-mensagem-dia-mundial-avos-idosos-2024.html

O DESCARTE E A SOLIDÃO

O Papa divulgou nesta terça-feira (14/05) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos que será celebrado em 28 de julho. “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9) é o tema de reflexão proposto pelo Pontífice: “à atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!»”

O Papa Francisco divulgou nesta terça-feira (14) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos celebrado todo quarto domingo de julho, próximo à memória litúrgica dos Santos Joaquim e Ana, avós de Jesus. Neste ano, será comemorado em 28 de julho e o Pontífice oferece uma reflexão proposta do Salmo 71, “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9), voltando a tratar da rejeição na melhor idade, quando as pessoas enfrentam contextos de solidão e sentimentos de descarte.

A mensagem começa encorajadora, ao recordar que “Deus nunca abandona os seus filhos; nem sequer quando a idade vai avançando e as forças já declinam, quando os cabelos ficam brancos e a função social diminui, quando a vida se torna menos produtiva e corre o risco de parecer inútil. O Senhor não olha para as aparências (cf. 1 Sam 16, 7),” destaca o Papa no texto. Esse “amor fiel do Senhor”, do “modo como Deus cuida de nós”, continua ele, é revelado em toda Sagrada Escritura e, sobretudo, nos salmos: “aliás, segundo a Bíblia, é sinal de bênção poder envelhecer“.

A solidão na velhice

Mas, nos próprios salmos, também encontramos “esta sentida invocação ao Senhor: «Não me rejeites no tempo da velhice» (Sal 71, 9). Uma frase forte, crua. Faz pensar no sofrimento extremo de Jesus, quando gritou na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?» (Mt 27, 46)”. Assim, encontramos na Bíblia tanto “a certeza da proximidade de Deus” como “o temor do abandono, especialmente na velhice e nos períodos de sofrimento”. Isso porque é um reflexo da realidade, já que os idosos “com frequência”, encontram a solidão.

“Muitas vezes me sucedeu, como bispo de Buenos Aires, ir visitar lares de terceira idade, dando-me conta de como raramente recebiam visitas aquelas pessoas: algumas, há muitos meses, não viam os seus familiares.”

O Papa Francisco, então, traz algumas causas dessa solidão, provenientes, por exemplo, de situações de pobreza e conflitos, migrações e hostilidades dos jovens em relação aos idosos – essa uma mentalidade que deve ser “combatida e erradicada”, escreve o Pontífice, para não alimentar “uma certa conflitualidade geracional”: “se pensarmos bem, está hoje muito presente por todo o lado esta acusação, lançada contra os velhos, de «roubar o futuro aos jovens»”:

“O contraste entre as gerações é um equívoco, um fruto envenenado da cultura do conflito. Opor os jovens aos idosos é uma manipulação inaceitável: ‘O que está em jogo é a unidade das idades da vida’.”

O descarte dos idosos

“A solidão e o descarte dos idosos não são casuais nem inevitáveis, mas fruto de opções – políticas, econômicas, sociais e pessoais – que não reconhecem a dignidade infinita de cada pessoa”, continua Francisco na mensagem ao acrescentar nesse pacote triste da terceira idade, o descarte. O Papa afirma o quanto os idosos e as próprias famílias acabam sendo vítimas da “cultura individualista” porque, quando se envelhece, as pessoas ficam sem ajuda de ninguém: “cada vez mais «perdemos o gosto da fraternidade» (FRANCISCO, Carta enc. Fratelli tutti, 33)”.

“Isto acontece quando se perde vista o valor de cada pessoa, tornando-se ela apenas uma despesa que, em alguns casos, aparece demasiado elevada para pagar. O pior é que, muitas vezes, acabam dominados por esta mentalidade os próprios idosos que chegam a considerar-se como um fardo, sendo os primeiros a quererem desaparecer.”

“A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos”. Mas, a Sagrada Escritura apresenta opções diferentes face à velhice, porque “viver sozinhos não pode ser a única alternativa”. Diante de um «não me abandones», é possível responder «não te abandonarei!», cuidando “de um idoso ou simplesmente demonstrando diariamente solidariedade a parentes ou conhecidos que não têm mais ninguém”. Manter-se junto aos idosos, comenta ainda Francisco, reconhecer “o papel insubstituível que eles têm na família, na sociedade e na Igreja, também nós receberemos muitos dons, tantas graças, inúmeras bênçãos!”.

“Neste IV Dia Mundial a eles dedicado, não deixemos de mostrar a nossa ternura aos avós e aos idosos das nossas famílias, visitemos aqueles que estão desanimados e já não esperam que seja possível um futuro diferente. À atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!» e de seguir um caminho diferente.”

"A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos"

Imagem: Vatican News.

– Maio Laranja contra a Violência Infantil e dos Adolescentes.

Você sabia que em Maio existe a campanha do #MaioLaranja, em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, onde devemos estar atentos principalmente contra a violência à elas?

Seja atento e denuncie!

Olhe o telefone na imagem:

– Diga não ao descarte de idosos.

O Papa Francisco falou nessa semana sobre a preocupação do “descarte de idosos”, onde são abandonados por suas famílias e vivem uma “vida esquecida”.

Fica a reflexão: como cuidamos dos nossos idosos?

O texto em: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-05/papa-francisco-mensagem-dia-mundial-avos-idosos-2024.html

O DESCARTE E A SOLIDÃO

O Papa divulgou nesta terça-feira (14/05) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos que será celebrado em 28 de julho. “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9) é o tema de reflexão proposto pelo Pontífice: “à atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!»”

O Papa Francisco divulgou nesta terça-feira (14) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos celebrado todo quarto domingo de julho, próximo à memória litúrgica dos Santos Joaquim e Ana, avós de Jesus. Neste ano, será comemorado em 28 de julho e o Pontífice oferece uma reflexão proposta do Salmo 71, “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9), voltando a tratar da rejeição na melhor idade, quando as pessoas enfrentam contextos de solidão e sentimentos de descarte.

A mensagem começa encorajadora, ao recordar que “Deus nunca abandona os seus filhos; nem sequer quando a idade vai avançando e as forças já declinam, quando os cabelos ficam brancos e a função social diminui, quando a vida se torna menos produtiva e corre o risco de parecer inútil. O Senhor não olha para as aparências (cf. 1 Sam 16, 7),” destaca o Papa no texto. Esse “amor fiel do Senhor”, do “modo como Deus cuida de nós”, continua ele, é revelado em toda Sagrada Escritura e, sobretudo, nos salmos: “aliás, segundo a Bíblia, é sinal de bênção poder envelhecer“.

A solidão na velhice

Mas, nos próprios salmos, também encontramos “esta sentida invocação ao Senhor: «Não me rejeites no tempo da velhice» (Sal 71, 9). Uma frase forte, crua. Faz pensar no sofrimento extremo de Jesus, quando gritou na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?» (Mt 27, 46)”. Assim, encontramos na Bíblia tanto “a certeza da proximidade de Deus” como “o temor do abandono, especialmente na velhice e nos períodos de sofrimento”. Isso porque é um reflexo da realidade, já que os idosos “com frequência”, encontram a solidão.

“Muitas vezes me sucedeu, como bispo de Buenos Aires, ir visitar lares de terceira idade, dando-me conta de como raramente recebiam visitas aquelas pessoas: algumas, há muitos meses, não viam os seus familiares.”

O Papa Francisco, então, traz algumas causas dessa solidão, provenientes, por exemplo, de situações de pobreza e conflitos, migrações e hostilidades dos jovens em relação aos idosos – essa uma mentalidade que deve ser “combatida e erradicada”, escreve o Pontífice, para não alimentar “uma certa conflitualidade geracional”: “se pensarmos bem, está hoje muito presente por todo o lado esta acusação, lançada contra os velhos, de «roubar o futuro aos jovens»”:

“O contraste entre as gerações é um equívoco, um fruto envenenado da cultura do conflito. Opor os jovens aos idosos é uma manipulação inaceitável: ‘O que está em jogo é a unidade das idades da vida’.”

O descarte dos idosos

“A solidão e o descarte dos idosos não são casuais nem inevitáveis, mas fruto de opções – políticas, econômicas, sociais e pessoais – que não reconhecem a dignidade infinita de cada pessoa”, continua Francisco na mensagem ao acrescentar nesse pacote triste da terceira idade, o descarte. O Papa afirma o quanto os idosos e as próprias famílias acabam sendo vítimas da “cultura individualista” porque, quando se envelhece, as pessoas ficam sem ajuda de ninguém: “cada vez mais «perdemos o gosto da fraternidade» (FRANCISCO, Carta enc. Fratelli tutti, 33)”.

“Isto acontece quando se perde vista o valor de cada pessoa, tornando-se ela apenas uma despesa que, em alguns casos, aparece demasiado elevada para pagar. O pior é que, muitas vezes, acabam dominados por esta mentalidade os próprios idosos que chegam a considerar-se como um fardo, sendo os primeiros a quererem desaparecer.”

“A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos”. Mas, a Sagrada Escritura apresenta opções diferentes face à velhice, porque “viver sozinhos não pode ser a única alternativa”. Diante de um «não me abandones», é possível responder «não te abandonarei!», cuidando “de um idoso ou simplesmente demonstrando diariamente solidariedade a parentes ou conhecidos que não têm mais ninguém”. Manter-se junto aos idosos, comenta ainda Francisco, reconhecer “o papel insubstituível que eles têm na família, na sociedade e na Igreja, também nós receberemos muitos dons, tantas graças, inúmeras bênçãos!”.

“Neste IV Dia Mundial a eles dedicado, não deixemos de mostrar a nossa ternura aos avós e aos idosos das nossas famílias, visitemos aqueles que estão desanimados e já não esperam que seja possível um futuro diferente. À atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!» e de seguir um caminho diferente.”

"A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos"

Imagem: Vatican News.

– Acabou o expediente e fizemos a nossa parte.

Fim de expediente. Ufa!

Falei a 40 detentos sobre Cidadania e Empreendedorismo pelo Projeto “Sebrae na Comunidade”.

Uma semente está plantada. Tomara que vingue.

– Seja a direção do seu futuro.

Hoje estivemos trabalhando nas aulas do Projeto “Sebrae na Comunidade”, lecionando a disciplina “Seja a direção do seu futuro”, onde procuramos falar de bons valores e boas práticas aos detentos da P1 de Franco da Rocha.

Tentamos levar a mensagem da honestidade e do trabalho ético. Tomara que consigamos!

🖊️ #Educação

– Sebrae na Comunidade.

Estivemos hoje em mais uma atividade do programaSebrae na Comunidade”, levando Educação aos reeducandos de Franco da Rocha.

Tentar reinserir esse aluno à sociedade é um desafio!

🖊️ #education

– Cidadania e Profissionalismo.

Fim de turno!

Hoje, desde cedo na cadeia em Franco da Rocha, falando de “Cidadanias.

Não foi fácil, mas é necessário.

🖊️ #Education

– Descriminação e Discriminação.

Por José Horta Manzano – Em princípio, não é na escola que surgem casos de descriminação, como está escrito na chamada. Termo empregado em textos jurídicos…

Continua em: Descriminação

– Somos todos Desonestos ou Não?

A Revista Época, em uma edição antiga, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada Somos todos um pouco trapaceiros, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Todos têm sua luz!

Respeite-se a individualidade de cada indivíduoTodos têm o direito de brilhar do seu jeito!

Essa imagem diz tudo:

Imagem

– O que é Respeito? E Caráter?

Eu gostei dessas definições: há quem te respeite somente na sua presença, e há aqueles que sabem fazer isso longe dela.

Nada melhor do que um bom caráter:

– A cidadania e boa educação independem de alguns fatores…

A cidadania não depende da escolaridade ou do dinheiro. A boa educação é que nos ajuda a sermos mais cidadãos.

Discorda da Karol, na imagem abaixo?

– Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn.

Would You like to know the Most Important facts about bullying? Remembering these truths will help you gather the courage you need to stand up to …

Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn

– Shakira e Barbie: eu concordo com a cantora!

A cantora Shakira fez uma forte declaração sobre o filme da Barbie, do ano passado, e que ela assistiu com os filhos recentemente. Na crítica, disse o seguinte:

“Meus filhos odiaram [o filme] completamente. Eles acharam desvirilizante. E eu concordo, de certa forma. Estou criando dois meninos e quero que eles se sintam também poderosos enquanto respeitam as mulheres. Gosto quando a cultura pop tenta empoderar mulheres sem roubar dos homens a possibilidade de serem homens, de também proteger e prover. Acredito em dar às mulheres todas as ferramentas e a confiança de que podemos fazer tudo sem perder a nossa essência, sem perder a nossa feminilidade. Acho que os homens têm um propósito na sociedade, e as mulheres também têm outro propósito. Nós nos complementamos e esse complemento não deve ser perdido”.

Perfeito: para a mulher ser respeitada, o homem não precisa ser rebaixado. E vice-versa! Homens e Mulheres têm suas características próprias, diferenças fisiológicas e hormonais, e precisam conviver em sociedade de maneira harmoniosa. Além disso, em dignidade e respeito, nada diferem.

Parabéns pela fala da artista!

Margot Robbie e Ryan Gosling no lançamento do filme Barbie

Foto: Michael Tran / AFP

– O identitarismo:

Identitarismo: “Movimento ou ideologia que prioriza a identidade de um determinado grupo fechado (de cariz étnico, religioso, etc.), em detrimento de…

continua no original em: O IDENTITARISMO É UMA DROGA

– Sebrae na Comunidade.

Hoje estivemos aqui, falando de Cidadania e Empreendedorismo, tentando ajudar a recuperar pessoas!

Me orgulho de fazer parte desse projeto chamado “Sebrae na Comunidade”:

– Vinícius Jr, a bandeira viva da luta contra o racismo.

Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):

 “Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.

Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.

Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.

Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.

Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!

Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.

Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.

O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…

Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.

Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.

– Dia Nacional do Orgulho Gay: Reflexões.

Do ano retrasado, para refletir:

Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).

A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.

A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”

Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.

Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.

– Vinícius Jr, a bandeira viva da luta contra o racismo.

Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):

 “Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.

Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.

Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.

Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.

Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!

Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.

Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.

O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…

Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.

Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.

– Os motivos que levam jogadores famosos a fazerem barbaridades com as mulheres. (Não é Não).

Sobre Robinho e Daniel Alves: o futebol (e a sociedade) tentando explicar porque cometeram os estupros.

Endinheirados, neo-adolescentes, mimados e que gostam de sexo… como ter limites?

E o silêncio dos seus colegas de trabalho?

Em: https://wp.me/p4RTuC-Vhk

Ou no blog “Pergunte Ao Árbitro”: (https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/)

Ou ainda no blog “Discutindo Contemporaneidades”: (https://professorrafaelporcari.com/)

No meu Canal no YouTube, aqui: https://youtu.be/vchXkTiDSSU?si=LSniwwXAwQAJ34dn

– Doe Sangue, Doe Plaquetas.

Hoje é dia de colaborar! Estou fazendo a minha costumeira doação de plaquetas e hemoderivados.

Pratique a solidariedade. Ajude os bancos de sangue, a vida agradece.

🩸
#DoeSangue #DoePlaquetas #DoeHemoderivados.

– Racismo, homofobia, saúde mental e outras pautas necessárias no jornalismo esportivo.

Vini Jr se tornou um ícone da luta antirracista no futebol. Foto: Real Madrid/Divulgação Jornalismo esportivo não é só futebol. É vôlei, basquete, …

Continua em: Racismo, homofobia, saúde mental e outras pautas necessárias no jornalismo esportivo

– Capacitações desde Sempre!

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).

Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Transição de Gênero e Saúde Mental nem sempre caminham juntas.

Existem pessoas que “nasceram no corpo errado“. É fato. A transição de gênero é algo necessário e torna-se importante o preparo tanto emocional quanto social.

Uma pesquisa recente mostra: em muitos casos, a questão da Saúde Mental não está necessariamente ligada à Transição de Gênero, mas a outras situações que pode incomodar a pessoa, imaginando que a simples mudança de sexo resolveria o problema.

Há de se tratar com muita atenção, respeito, acolhimento e carinho todas as pessoas trans.

Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/57523/estudo-mostra-que-transicao-de-genero-medica-nao-diminui-taxa-de-suicidio

ESTUDO MOSTRA QUE A TRANSIÇÃO DE GÊNERO MÉDICA NÃO DIMINUI TAXA DE SUICÍDIO

por Tyler Arnold

Um estudo abrangente feito na Finlândia mostrou que dar medicamentos ou fazer cirurgias de transição de gênero para adolescentes não resolve os problemas de saúde mental subjacentes à dificuldade com a identidade de gênero.

O estudo contesta a afirmação repetida por legisladores e ativistas de que os medicamentos que bloqueiam a puberdade e os procedimentos cirúrgicos de “transição de gênero” são “remédios que salvam vidas”. A pesquisa não encontrou nenhuma redução estatisticamente significativa na taxa de suicídios entre adolescentes que receberam “redesignação médica de gênero” por meio de intervenções hormonais ou cirúrgicas.

“[A investigação] não apoia as alegações de que [a redesignação de gênero] é necessária para prevenir o suicídio”, escreveram os investigadores no estudo. “[A redesignação de gênero] também não demonstrou reduzir nem mesmo a ideação suicida, e a ideação suicida não é igual ao risco real de suicídio”.

O estudo analisou as taxas de mortalidade, incluindo as taxas de suicídio, de finlandeses com menos de 23 anos que procuraram ajuda psiquiátrica por questões de identidade de gênero entre os anos de 1996 e 2019. Os investigadores publicaram o estudo na revista médica britânica BMJ Mental Health.

Segundo os pesquisadores, o suicídio foi raro entre adolescentes que buscaram ajuda psiquiátrica no período analisado pelo estudo, independentemente de terem recebido medicamentos ou cirurgias.

Embora os adolescentes que tenham dificuldades com identidade de gênero tenham tido taxas de suicídio mais elevadas do que a população em geral, esta discrepância parece estar enraizada em problemas de saúde psicológicos subjacentes mais profundos que os jovens enfrentavam, e não na falta de acesso a medicamentos ou cirurgias para transgêneros.

O estudo observou que os adolescentes que têm dificuldades com a sua identidade de gênero têm normalmente outros problemas de saúde psicológicos.

“As morbidades psiquiátricas também são comuns nesta população”, argumenta o estudo. “Portanto, o risco de suicídio relacionado à identidade transgênero e/ou [disforia de gênero] em si pode ter sido superestimado.”

Os pesquisadores destacaram que os indivíduos estudados eram jovens e provavelmente necessitam de períodos de acompanhamento de várias décadas para aprender mais. Eles observaram ainda que o aumento de adolescentes que procuram drogas e cirurgias para transgêneros ocorreu principalmente na última década.

O presidente do American College of Pediatricians (ACPeds), Michael Artigues, disse à CNA, agência em inglês do grupo EWTN, que o estudo finlandês confirma os resultados de uma revisão recente de 60 estudos publicados pela ACPeds, que descobriu que “qualquer aumento no suicídio nesta população foi não com base na falta dessa intervenção, mas com base em comorbidades, como a depressão.”

“Isso enfatiza a necessidade de tratar agressivamente os transtornos mentais subjacentes, bem como de abordar experiências adversas na infância, em vez de enviar as crianças para o caminho de intervenções transgênero que muitas vezes levam ao uso de drogas bloqueadoras da puberdade, hormônios sexuais cruzados ou cirurgias que destroem partes saudáveis ​​do corpo”, disse Artigues.

O estudo é publicado num momento em que legisladores dos países ocidentais, incluindo os EUA, debatem se crianças que se identificam como sendo do sexo oposto devem ter acesso a medicamentos bloqueadores da puberdade, terapia hormonal transgênero e “mudanças de sexo” por cirurgia. Os apoiadores afirmam frequentemente que o acesso a tais medicamentos e procedimentos cirúrgicos evita o suicídio. Os opositores frequentemente rejeitam essa caracterização e alertam contra procedimentos irreversíveis de mudança de vida de menores, dos quais eles podem acabar se arrependendo.

Em alguns países europeus, como a Finlândia e o Reino Unido, apenas os adultos podem fazer cirurgias de “mudança de sexo”. Na Suécia e nos Países Baixos, os menores não podem ser submetidos a cirurgias genitais, mas os adolescentes podem ser submetidos a cirurgias torácicas quando atingirem os 16 anos de idade. Menos de metade dos estados americanos proíbem cirurgias transgênero para menores de idade – mas o número de estados que proíbem tais procedimentos aumentou substancialmente nos últimos anos.

Ao contrário das afirmações de que os jovens com disforia de gênero (identidade ou sofrimento relacionado com o corpo) têm maior probabilidade de [morrer por] suicídio e que as intervenções de ‘transição de gênero’ vão prevenir o suicídio, este estudo prova que problemas psiquiátricos preexistentes explicam as taxas de suicídio de esses jovens – e que, na verdade, a taxa de suicídio é muito menor do que normalmente é relatado”, disse Hasson.

“Esta é uma boa notícia e aponta o caminho para um tratamento mais eficaz para os jovens com ‘disforia de gênero’ e confirma a direção já tomada por vários países europeus”, acrescentou. “Eles estão proporcionando psicoterapia a jovens com disforia de gênero e abordando questões psiquiátricas subjacentes, em vez de tentar curar suas feridas internas por meio de cirurgia ou hormônios”.

Ideologia de gênero na medicina ??

Imagem referencial | Shutterstock

 

– Pela Educação.

Encerramos hoje pelo Sebrae / IBS Américas mais um programa “Sebrae na Comunidade”, levando capacitação e cidadania aos reeducandos do CPP de Franco da Rocha.

Somente com a Educação o Brasil sairá da crise.

📝
#Education

– O marcante do futebol no final de semana foi Vini Jr.

No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.

Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.

Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…

Foto: LaLiga

– Respeite, mesmo discordando.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– O marcante do futebol no final de semana foi Vini Jr.

No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.

Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.

Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…

Foto: LaLiga

– Todo dia 25 é Dia Laranja.

Em todo mundo, o Dia 25 de cada mês, passou a ser reconhecido como o Dia Laranja. A data é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas ( ONU), …

Continua em: Todo dia 25 – É Dia Laranja

– Um Estudo de Caso sobre Assédio Sexual.

Como eu gosto dos meus alunos, hoje teremos na disciplina “Resolução de Problemas” um estudo de caso bem polêmico: o Assédio Sexual nas Organizações!

Que tenhamos um bom debate.

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– Respeito, por Maurício de Sousa.

É por isso que sou fã do Mauricio de Sousa: sempre trazendo consciência social e representatividade para todas as causas!

Vejam esse quadrinho:

– Parabéns ao Sadio Mané!

Eu sou fã do Salah, que muito faz por sua vila no Egito; e, impossível não citar, igualmente aplaudo Mané, justamente por essa consciência e responsabilidade social, abaixo:

Vida longa a pessoas assim!

– Combata a Violência contra a Mulher.

Acusar a mulher de algo que não fez, xingá-la diante dos amigos e obviamente qualquer tipo de agressão verbal (entre outros comportamentos) configuram violência moral. Se você é vítima ou sabe de alguma situação de violência, denuncie!

Disque 190 para emergências e Ligue 180 para Central de Atendimento à Mulher.

– Só o Bahia se manifestou?

Do mundo do futebol, somente o Bahia se pronunciou no Dia da Visibilidade Transexual.

Aliás, o time tem sido pioneiro em engajamento nas causas de gênero. E fica a pergunta: e as outras agremiações esportivas?

– Uma Mensagem Atemporal sobre Fraternidade e Ecumenismo.

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro a uma mensagem do Papa Francisco que falou sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

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