Estivemos hoje à tarde pelo Sebrae em mais um turno de trabalho, levando Educação aos detentos de Franco da Rocha, buscando reinseri-los na Sociedade.
O trabalho é árduo, mas vale crer que uma semente é plantada! Que gere honestidade e mudança.

Estivemos hoje à tarde pelo Sebrae em mais um turno de trabalho, levando Educação aos detentos de Franco da Rocha, buscando reinseri-los na Sociedade.
O trabalho é árduo, mas vale crer que uma semente é plantada! Que gere honestidade e mudança.

Há representação mais fidedigna sobre empatia (sentir a dificuldade do próximo e se fazer semelhante) do que essa representação?
Veja a imagem:

Hoje estivemos aqui em Hortolândia, falando de Cidadania e Empreendedorismo, tentando ajudar a recuperar pessoas!
Me orgulho de fazer parte desse projeto chamado “Sebrae na Comunidade”:

#empreendedorismo
Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml
MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES
Por Amanda Ribeiro Marques
A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.
Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.
A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.
Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.
Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.
No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.
Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.
Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.
As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.
Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.
É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.
“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.
Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.
A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.
“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.
MERCADO NACIONAL
No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.
Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).
Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”
Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.
Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.
Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

Imagem extraída da Internet, autoria de Jean Galvão.
Terminamos mais uma turma pelo Projeto “Sebrae na Comunidade”, e a minha satisfação de dever cumprido é ver pessoas que estão no sistema penitenciário desejando mudar de vida!
Plantamos a semente da honestidade. Que ela frutifique… veja só o depoimento:

Tente fazer a sua parte. Plante sementes! Faça o possível para frutificar uma sociedade melhor…
Sobre o projeto educacional do Sebrae em Penitenciárias, compartilho nesse vídeo,
em: https://youtu.be/K9cLlZ-J07Y?si=TyrOZJpO0TGiaAX4
Vejo tanta gente intolerante com religião, cor da pele, comportamento, ideologia, preferências…
Somos todos cidadãos, irmãos, filhos de um mesmo pai. Pobre, rico, branco, negro, capitalista, comunista… todos têm o mesmo fim!
Ou não?
Veja:



Imagens extraídas da Internet, autoria desconhecida.
Do you want to know all the cyberbullying tactics so that you can better protect yourself against cyberbullies? Cyberbullying can be bullying of …
Continua em: Cyberbullying Tactics: 9 Common Tricks of Cyber-Bullies and Trolls

Here’s a list of several things you can do to rip the mask off and keep yourself safe. 1. Know your enemy. How you do this is to stand back and …
Continua em: Here Are 7 Ways to Expose Your Bullies and Protect Yourself

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.
Ele disse que:
“É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.
Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

Arte extraída da Web. Quem conhecer a autoria, favor informar para crédito no post.

Everywhere you look, you see slogans like, “Stop Bullying,” “Eradicate Bullying,” “No Bullying,” and other slogans. Not that that’s a bad thing. It’s…
Continua, em: Will We Ever Stop Bullying Completely? Here’s Your Answer.
Nessa tarde, estivemos no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, falando pelo Sebrae sobre Empreendedorismo!
Somente com Cidadania faremos um mundo melhor…

🖊️ #Empreendedorismo
2 de 3 – Hoje de tarde pudemos trabalhar no CDP do Tijuco Preto. Através do Programa Sebrae na Comunidade, levamos a Cidadania e a possibilidade da população carcerária condicionar-se ao trabalho honesto e produtivo.
É com a Educação que melhoraremos o país.

Falamos diversas vezes aqui no blog sobre a importância em tratar as pessoas com equidade, sempre que a igualdade não for possível (ou não for a melhor solução).
Trocando em miúdos: você precisa dar condições para alguém conseguir algo da maneira que ela possa utilizá-lo. Ou seja: você pode ensinar alguém dando a ela um ótimo livro em inglês; mas se você quiser ensinar outra pessoa, e ela for analfabeta, dar igualmente a ela uma leitura estrangeira não surtirá efeito.
A ilustração abaixo da bicicleta é perfeita: todos querem passear e se divertir de bike, mas nem todos podem usar um mesmo modelo para a finalidade: diversão. Há de ser equitativo, ou seja, permitir a igualdade na brincadeira, com elementos diversos para a adaptação! Veja:
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
O Papa Francisco falou nessa semana sobre a preocupação do “descarte de idosos”, onde são abandonados por suas famílias e vivem uma “vida esquecida”.
Fica a reflexão: como cuidamos dos nossos idosos?
O texto em: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-05/papa-francisco-mensagem-dia-mundial-avos-idosos-2024.html
O DESCARTE E A SOLIDÃO
O Papa divulgou nesta terça-feira (14/05) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos que será celebrado em 28 de julho. “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9) é o tema de reflexão proposto pelo Pontífice: “à atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!»”
O Papa Francisco divulgou nesta terça-feira (14) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos celebrado todo quarto domingo de julho, próximo à memória litúrgica dos Santos Joaquim e Ana, avós de Jesus. Neste ano, será comemorado em 28 de julho e o Pontífice oferece uma reflexão proposta do Salmo 71, “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9), voltando a tratar da rejeição na melhor idade, quando as pessoas enfrentam contextos de solidão e sentimentos de descarte.
A mensagem começa encorajadora, ao recordar que “Deus nunca abandona os seus filhos; nem sequer quando a idade vai avançando e as forças já declinam, quando os cabelos ficam brancos e a função social diminui, quando a vida se torna menos produtiva e corre o risco de parecer inútil. O Senhor não olha para as aparências (cf. 1 Sam 16, 7),” destaca o Papa no texto. Esse “amor fiel do Senhor”, do “modo como Deus cuida de nós”, continua ele, é revelado em toda Sagrada Escritura e, sobretudo, nos salmos: “aliás, segundo a Bíblia, é sinal de bênção poder envelhecer“.
Mas, nos próprios salmos, também encontramos “esta sentida invocação ao Senhor: «Não me rejeites no tempo da velhice» (Sal 71, 9). Uma frase forte, crua. Faz pensar no sofrimento extremo de Jesus, quando gritou na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?» (Mt 27, 46)”. Assim, encontramos na Bíblia tanto “a certeza da proximidade de Deus” como “o temor do abandono, especialmente na velhice e nos períodos de sofrimento”. Isso porque é um reflexo da realidade, já que os idosos “com frequência”, encontram a solidão.
“Muitas vezes me sucedeu, como bispo de Buenos Aires, ir visitar lares de terceira idade, dando-me conta de como raramente recebiam visitas aquelas pessoas: algumas, há muitos meses, não viam os seus familiares.”
O Papa Francisco, então, traz algumas causas dessa solidão, provenientes, por exemplo, de situações de pobreza e conflitos, migrações e hostilidades dos jovens em relação aos idosos – essa uma mentalidade que deve ser “combatida e erradicada”, escreve o Pontífice, para não alimentar “uma certa conflitualidade geracional”: “se pensarmos bem, está hoje muito presente por todo o lado esta acusação, lançada contra os velhos, de «roubar o futuro aos jovens»”:
“O contraste entre as gerações é um equívoco, um fruto envenenado da cultura do conflito. Opor os jovens aos idosos é uma manipulação inaceitável: ‘O que está em jogo é a unidade das idades da vida’.”
“A solidão e o descarte dos idosos não são casuais nem inevitáveis, mas fruto de opções – políticas, econômicas, sociais e pessoais – que não reconhecem a dignidade infinita de cada pessoa”, continua Francisco na mensagem ao acrescentar nesse pacote triste da terceira idade, o descarte. O Papa afirma o quanto os idosos e as próprias famílias acabam sendo vítimas da “cultura individualista” porque, quando se envelhece, as pessoas ficam sem ajuda de ninguém: “cada vez mais «perdemos o gosto da fraternidade» (FRANCISCO, Carta enc. Fratelli tutti, 33)”.
“A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos”. Mas, a Sagrada Escritura apresenta opções diferentes face à velhice, porque “viver sozinhos não pode ser a única alternativa”. Diante de um «não me abandones», é possível responder «não te abandonarei!», cuidando “de um idoso ou simplesmente demonstrando diariamente solidariedade a parentes ou conhecidos que não têm mais ninguém”. Manter-se junto aos idosos, comenta ainda Francisco, reconhecer “o papel insubstituível que eles têm na família, na sociedade e na Igreja, também nós receberemos muitos dons, tantas graças, inúmeras bênçãos!”.
O Papa Francisco falou nessa semana sobre a preocupação do “descarte de idosos”, onde são abandonados por suas famílias e vivem uma “vida esquecida”.
Fica a reflexão: como cuidamos dos nossos idosos?
O texto em: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-05/papa-francisco-mensagem-dia-mundial-avos-idosos-2024.html
O DESCARTE E A SOLIDÃO
O Papa divulgou nesta terça-feira (14/05) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos que será celebrado em 28 de julho. “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9) é o tema de reflexão proposto pelo Pontífice: “à atitude egoísta que leva ao descarte e à solidão, contraponhamos o coração aberto e o rosto radioso de quem tem a coragem de dizer «não te abandonarei!»”
O Papa Francisco divulgou nesta terça-feira (14) a mensagem para o IV Dia Mundial dos Avós e dos Idosos celebrado todo quarto domingo de julho, próximo à memória litúrgica dos Santos Joaquim e Ana, avós de Jesus. Neste ano, será comemorado em 28 de julho e o Pontífice oferece uma reflexão proposta do Salmo 71, “Na velhice, não me abandones” (Sal 71, 9), voltando a tratar da rejeição na melhor idade, quando as pessoas enfrentam contextos de solidão e sentimentos de descarte.
A mensagem começa encorajadora, ao recordar que “Deus nunca abandona os seus filhos; nem sequer quando a idade vai avançando e as forças já declinam, quando os cabelos ficam brancos e a função social diminui, quando a vida se torna menos produtiva e corre o risco de parecer inútil. O Senhor não olha para as aparências (cf. 1 Sam 16, 7),” destaca o Papa no texto. Esse “amor fiel do Senhor”, do “modo como Deus cuida de nós”, continua ele, é revelado em toda Sagrada Escritura e, sobretudo, nos salmos: “aliás, segundo a Bíblia, é sinal de bênção poder envelhecer“.
Mas, nos próprios salmos, também encontramos “esta sentida invocação ao Senhor: «Não me rejeites no tempo da velhice» (Sal 71, 9). Uma frase forte, crua. Faz pensar no sofrimento extremo de Jesus, quando gritou na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?» (Mt 27, 46)”. Assim, encontramos na Bíblia tanto “a certeza da proximidade de Deus” como “o temor do abandono, especialmente na velhice e nos períodos de sofrimento”. Isso porque é um reflexo da realidade, já que os idosos “com frequência”, encontram a solidão.
“Muitas vezes me sucedeu, como bispo de Buenos Aires, ir visitar lares de terceira idade, dando-me conta de como raramente recebiam visitas aquelas pessoas: algumas, há muitos meses, não viam os seus familiares.”
O Papa Francisco, então, traz algumas causas dessa solidão, provenientes, por exemplo, de situações de pobreza e conflitos, migrações e hostilidades dos jovens em relação aos idosos – essa uma mentalidade que deve ser “combatida e erradicada”, escreve o Pontífice, para não alimentar “uma certa conflitualidade geracional”: “se pensarmos bem, está hoje muito presente por todo o lado esta acusação, lançada contra os velhos, de «roubar o futuro aos jovens»”:
“O contraste entre as gerações é um equívoco, um fruto envenenado da cultura do conflito. Opor os jovens aos idosos é uma manipulação inaceitável: ‘O que está em jogo é a unidade das idades da vida’.”
“A solidão e o descarte dos idosos não são casuais nem inevitáveis, mas fruto de opções – políticas, econômicas, sociais e pessoais – que não reconhecem a dignidade infinita de cada pessoa”, continua Francisco na mensagem ao acrescentar nesse pacote triste da terceira idade, o descarte. O Papa afirma o quanto os idosos e as próprias famílias acabam sendo vítimas da “cultura individualista” porque, quando se envelhece, as pessoas ficam sem ajuda de ninguém: “cada vez mais «perdemos o gosto da fraternidade» (FRANCISCO, Carta enc. Fratelli tutti, 33)”.
“A solidão e o descarte tornaram-se elementos frequentes no contexto em que estamos imersos”. Mas, a Sagrada Escritura apresenta opções diferentes face à velhice, porque “viver sozinhos não pode ser a única alternativa”. Diante de um «não me abandones», é possível responder «não te abandonarei!», cuidando “de um idoso ou simplesmente demonstrando diariamente solidariedade a parentes ou conhecidos que não têm mais ninguém”. Manter-se junto aos idosos, comenta ainda Francisco, reconhecer “o papel insubstituível que eles têm na família, na sociedade e na Igreja, também nós receberemos muitos dons, tantas graças, inúmeras bênçãos!”.
Fim de expediente. Ufa!
Falei a 40 detentos sobre Cidadania e Empreendedorismo pelo Projeto “Sebrae na Comunidade”.
Uma semente está plantada. Tomara que vingue.

Hoje estivemos trabalhando nas aulas do Projeto “Sebrae na Comunidade”, lecionando a disciplina “Seja a direção do seu futuro”, onde procuramos falar de bons valores e boas práticas aos detentos da P1 de Franco da Rocha.
Tentamos levar a mensagem da honestidade e do trabalho ético. Tomara que consigamos!
🖊️ #Educação
Fim de turno!
Hoje, desde cedo na cadeia em Franco da Rocha, falando de “Cidadanias.
Não foi fácil, mas é necessário.

🖊️ #Education
Por José Horta Manzano – Em princípio, não é na escola que surgem casos de descriminação, como está escrito na chamada. Termo empregado em textos jurídicos…
Continua em: Descriminação

A Revista Época, em uma edição antiga, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.
O livro recém lançado fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:
5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS
1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.
2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.
3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.
4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.
5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.
5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS
1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.
2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.
3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.
4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.
5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.
E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Respeite-se a individualidade de cada indivíduo. Todos têm o direito de brilhar do seu jeito!
Essa imagem diz tudo: