Cidadania
– No CDP Feminino.
Tivemos uma experiência bacana: falamos de Empreendedorismo e Empoderamento no CDP Feminino de Franco da Rocha, em nome do Sebrae.
Ali, encontrei um grupo de jovens moças dispostas a mudar de vida pelo trabalho honesto. Que uma semente tenha sido plantada.

✏️ #Educação #Sebrae
– Reescrevendo Histórias:
Através do Projeto Sebrae na Comunidade, tentamos convencer os detentos a mudarem de vida!
O trabalho é árduo, mas alguns depoimentos nos dão certa esperança:
– Sebrae na Comunidade, parte 2:
Turno da Tarde: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Estratégia de Negócios, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Ensino #Cidadania
– Turno 3 de 3: Disciplinas na Faculdade de Administração.
Terceiro turno de 3: estive nessa noite (pela Faditu) levando aos nossos queridos alunos de Processos Gerenciais, Contábeis e Adm, algum conhecimento sobre Linguagem e Redação / Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

📝 #Ensino
– Turno 2 de 3: Marketing.
Segundo turno de 3: estive nessa tarde (pelo Sebrae) no Complexo P1/p2 de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Marketing, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

🖊️ #Ensino
– Turno 1 de 3: Empreendedorismo.
Primeiro turno de 3: estive nessa manhã (pelo Sebrae) no Complexo Hortolândia / Campinas, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Empreendedorismo, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino
– No CPP de Campinas:
Em nome do Sebrae, estive hoje no CPP Ataliba Leonel, em Campinas, levando o Projeto “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua história” aos detentos daquela unidade.
A ideia é: pelo trabalho honesto e pela capacitação, ressocializar essas pessoas!
É só com a Educação que conseguiremos bons frutos…
– Sejamos gentis e mais empáticos.
Precisamos ser gentis a todo instante. Muitas pessoas, mesmo quando aparentam estar bem, podem estar mal. Ou estarem mais sensíveis a qualquer grosseria, intolerância ou insensibilidade.
Gostei desse pensamento, de autoria anônima:
As pessoas não fingem ter ansiedade.
As pessoas não fingem ter depressão.
As pessoas não fingem estar mal.
Na verdade, geralmente as pessoas
fingem estar bem… Seja gentil!
Em: https://youtu.be/yD3IRLDk2HI?si=6xgGcXLJ1ud_LjT4
– Dica da Noite 1:
Seja gentil com todos!

– 8 situations in which a lawyer can help.
8 situations in which a lawyer can help
Continua no original em: 8 situations in which a lawyer can help

– Dia da Visibilidade Trans: Janeiro Lilás.
Estamos em Janeiro, e há a campanha “Janeiro Lilás“. Um dos motes sociais importantes é a defesa dos direitos dos transexuais. E, conforme se lê abaixo, as necessidades para essa parcela da população (especialmente pelas questões de emprego e dignidade) são sérias demais.
Um importante tema, extraído do site do Governo do Estado de SP, em: https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/janeiro-e-o-mes-da-visibilidade-trans/
JANEIRO É O MÊS DA VISIBILIDADE TRANS
No dia 29 de janeiro de 2004, foi organizado, em Brasília, um ato nacional para o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. O ato foi um marco na história do movimento contra a transfobia e na luta por direitos e a data foi escolhida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans.
Para celebrar e reafirmar a importância da luta pela garantia dos direitos das pessoas trans foi definido que o mês de janeiro seria inteiro dedicado à visibilidade dos transexuais. Intitulada como Janeiro Lilás, a iniciativa busca a sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero, com o intuito de combater os estigmas e a violência sofridos pela população transexual e travesti.
Em 2021 foi divulgado o Mapeamento de Pessoas Trans na Cidade de São Paulo, que revelou que 58% dos entrevistados – mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas não-binárias – realizam trabalho informal ou autônomo, de curta duração e sem contrato. Entre as travestis, esse percentual sobe para 72%. O estudo foi realizado pelo Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) junto à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo (SMDHC). A coleta de dados incluiu 1.788 pessoas, por meio de questionário estruturado, e 29 entrevistas qualitativas com entrevistas do tipo semiestruturadas, com perguntas abertas.
Em relação à principal ocupação exercida pela população entrevistada, o destaque é a parcela elevada de travestis (46%) e de mulheres trans (34%) que se declararam profissionais do sexo, acompanhantes e garotas de programa. Esta é a principal variável sócio ocupacional que distingue as identidades de gênero, conforme avaliação que consta no documento. Entre os homens trans, praticamente, não existe a ocorrência de pessoas que se declaram profissionais do sexo e, para as não binárias, o índice foi de 3%. Dentre as entrevistadas que se prostituem, 74% já sofreram violência física.
Nome social
O nome social é aquele pelo qual uma pessoa se apresenta e quer ser reconhecida socialmente, ainda que não tenha retificado os documentos civis. Desde abril de 2016, o decreto nº 8.727 passou a reconhecer que, nas repartições e órgãos públicos federais, pessoas travestis e transexuais tenham sua identidade de gênero garantida e sejam tratadas pelo nome social.
Entretanto, ainda hoje existe bastante dificuldade em realizar a alteração do nome nos documentos em cartório. Mas, para além das mudanças legais, o preconceito e a falta de respeito ainda é a principal barreira para a adesão ao nome social. Na dúvida, pergunte como a pessoa quer ser chamada e respeite o nome e gênero que ela quer ser reconhecida. Não é difícil, é sinal de humanidade e respeito à dignidade da pessoa.
Educação e emprego
Outro objetivo é a proteção das crianças trans. Crianças e adolescentes trans não raro sofrem violência doméstica e são até mesmo expulsos de casa por suas famílias. Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABLGBT), 45% dos estudantes afirmam que já se sentiram inseguros devido à sua identidade de gênero no ambiente escolar. E ainda, com pequenas variações, de 70% a 85% da população trans já teriam abandonado a escola pelo menos uma vez na vida.
Enfrentando tamanho preconceito no ambiente escolar e por vezes na própria família, a evasão escolar é recorrente, o que fortalece o ciclo vicioso de exclusão social e exclusão do mercado de trabalho pela falta de acesso à educação e pelo preconceito dos patrões, sobrando a prostituição com um dos poucos meios de sobrevivência para 90% da população trans no país.
Imagem extraída do link acima.
– Dia da Memória do Holocausto!
Há quem, infelizmente, teime em negar o genocídio cometido por Adolf Hittler contra o povo judeu. E para relembrar o horror do Holocausto, todo dia 27 de janeiro se recorda essa data, a fim de que tais atrocidades cometidas não se repitam contra qualquer povo na face da Terra.
Para nossa geração, é impensável que possa ter ocorrido tal maldade! Mas aconteceu…
– Encontro mensal da Comunidade Diversidade e Fé da Diocese de Jundiaí.
por Reinaldo Oliveira
Iniciando as atividades em 2025 da Comunidade Diversidade e Fé, da Diocese de Jundiaí, na noite de 17 de janeiro, com início às 20h, foi realizado, na Paróquia São Roque, da Vila Progresso, o primeiro encontro mensal ordinário.
A comunidade que é composta por pais e mães, amigos e amigas, apoiadores e aliados, além de pessoas LGBT+ (lésbicas, gays, bissexuais e trans), com a missão de vivenciar o Evangelho de Jesus Cristo, como um espaço de acolhimento e partilha, diálogo e respeito à diversidade sexual (orientação sexual e de gênero), no âmbito religioso por meio da espiritualidade, da caridade (amor e justiça) e do estudo.
Após a acolhida com boas vindas e cânticos, iniciando o Oficio Divino das Comunidades, foi proclamado o Evangelho de Marcos (2,1-12), seguido de reflexão e partilha. Após este momento, fazendo memória da atividade realizada em novembro passado, no Sindicato dos Bancários, o Cine Pipoca, com a exibição do filme “Orações para Boby”, que aborda o tema LGBT, com a participação de bom público, que no final da exibição participou de uma Roda de Conversa, mediada pelo bispo Dom Arnaldo Carvalheiro Neto.
O encontro deste dia 17, que também contou com a participação do bispo Dom Arnaldo, teve bons momentos de partilha e dada a repercussão da exibição do Cine Pipoca, ficou definida a sugestão de visita e diálogo com os párocos, para que também as paróquias adotem a exibição do Cine Pipoca, com filmes temáticos sobre a história da Igreja.
O calendário de atividades para 2025 foi apresentado, com destaque para a formação a ser ministrada pelo GT Bíblia e Sexualidade, a ser realizado nos dias 10/03, 07/04, 05/06 e 22/06, com os temas:
– A sexualidade no Levítico,
– Sodoma e Gomorra,
– O livro de Judite,
– Cartas de Paulo.
As formações serão ministradas das 20 às 22h, com oração inicial, exposição do tema/assessoria e Roda de Conversa.
Da programação, consta a continuidade dos encontros online/virtuais todas as primeiras segundas-feiras do mês, às 20h. As celebrações presenciais do Oficio Divino das Comunidades, todas as terceiras sextas-feiras do mês, as 20h, na Paróquia São Roque.
– Valores Corporativos.
Em minhas aulas, sempre abordamos as questões de Clima Organizacional e Cultura da Empresa. Sem os valores dela explicitados, fica difícil explaná-los.
Na blogosfera, achei esse interessante e muito bem elaborado artigo sobre valores empresariais. Abaixo:
Extraído de: https://diogoaraujodantas.com/2022/02/04/a-importancia-dos-valores-numa-empresa/
A IMPORTÂNCIA DOS VALORES NUMA EMPRESA
por Diego Araújo Dantas
Os valores são o conjunto de princípios éticos de uma empresa, pública ou privada, que formam o seu código de conduta nas relações laborais e sociais endógenas ou exógenas. Deveria ser a filosofia que conduz a relação entre trabalhadores, na estrutura hierárquica empresarial e com clientes ou fornecedores. Para além disso, seriam as máximas seguidas por cada elemento da empresa, no seu esforço produtivo diário. Deveriam definir a responsabilidade perante a sociedade, a forma de tratar os clientes, o comportamento dos funcionários, as crenças e convicções éticas e a forma de atuação empresarial. Mas será que isso é mesmo importante?
Lealdade
Algo que deveria existir reciprocamente entre empregador e empregado. Lealdade é pagar o devido a tempo e horas, mas também é não assinar petições para aumentos de salário no meio de uma pandemia. Lealdade é ser empenhado, focado e profissional, mas também proporcionar o melhor ambiente de trabalho ao trabalhador. A lealdade é um valor fundamental, mas não sobrevive numa empresa sem outros valores básicos.
Trabalho em Equipa
Resulta mal sempre que as motivações pessoais suplantam as do grupo, mas também quando a falta de valores individuais conduz a tentativas de sobressair pela intriga e o pedantismo. Conheci um empresário que sempre que descobria uma pessoa tóxica numa equipa, despedia toda a gente – isto acarretava ficar sem bons empregados e enormes perdas com custos de substituição; mas segundo ele a toxicidade é como uma doença infecciosa que contamina rapidamente e os custos de a manter serão fatais para a empresa a médio-prazo. É por isto que a tarefa de recrutamento, mais do que gerir cunhas ou instintos primários, deve atentar em todo o valor acrescentado que o trabalhador será capaz de adicionar, individualmente e em equipa.
Formação
A aprendizagem que temos desde crianças é a mais importante, a que reflete o trabalhador na sua plenitude e não se ensina nas escolas. Mas não é novidade que a aposta na formação profissional é essencial numa empresa de futuro. E também é um facto que um curso técnico ou superior não fazem um trabalhador. Por isso mesmo, é da responsabilidade das empresas, caso queiram um serviço de excelência, investir cada vez mais na formação interna de qualidade. Infelizmente, não há nem uma nem outra de forma continuada e consistente, o que faz com que o trabalhador opte muitas vezes pelo improviso, pelos conselhos de colegas cheios de vícios e pela falta de bom senso. Nesta situação, havendo a disponibilidade de uma infinidade de bons cursos sobre tudo e mais qualquer coisa, deve ser dever do funcionário fazer tudo para melhorar as suas aptidões profissionais. A questão é se queremos investir em nos tornarmos melhores profissionais.
Honestidade
Se os valores são os pilares e filosofia de uma empresa, a honestidade não poder ser apenas uma imagem de marketing. Se fazer o que está certo é uma opção, esta deve ser tão importante quanto os resultados mensais. Porque também a nível profissional, a lei do retorno é infalível: o que fazemos hoje, terá consequências inevitáveis no amanhã. O trilho do crescimento sustentado numa empresa de sucesso, nunca poderá ser conseguido com bases de corrupção e nepotismo. Quem não compreender esta premissa simples, é um amador condenado ao fracasso.
Há uma infinidade de outros valores, que não cabem nesta pequena reflexão. Deixo apenas a frase tantas vezes repetida, sobre a nova geração ser “a mais bem preparada de sempre” – pelo recurso da informação infinita ao seu dispor e pelo grau educacional (são a primeira, no máximo segunda linha geracional a obter uma licenciatura). A minha opinião pessoal é muito diferente e relativamente ao assunto deste texto, é onde as novas gerações mais falham em Portugal: onde há muita confusão, pedantismo e superficialidade, faltam obrigatoriamente valores. E sem valores, o ser humano é um autómato submisso, que até pode ser empenhado e resiliente – mas onde falta o caráter, a personalidade e a visão para chegar mais longe, falha tudo o que realmente interessa para sustentar qualquer organização nos momentos difíceis e nos desafios futuros.

Imagem extraída da Web.
– No Manhã Bandeirantes:
Daqui a pouco, estarei no Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes de Campinas, em entrevista ao jornalista Heitor Freddo, falando de Educação e Ressocialização de detentos.
Prestigie!
No link em: https://www.youtube.com/watch?v=zCTHIHrgdyg
– Não pare em vaga de idoso, se você for um jovem saudável!
Tem coisa mais feia do que jovens estacionando em vaga preferencial de idosos?
Hoje, vi um rapaz fazendo isso (havia outras vagas perto livres) e o alertei. Numa boa, ele disse que tinha bobeado e não percebeu que era exclusiva.
Mas quantos fazem isso por serem folgados?

(Foto: imagem arquivo pessoal).
– Apoie seu filho caso ele seja gay, disse o Papa Francisco.
Nenhum pai ou mãe, quando vê seu bebê no colo pela primeira vez, o enxerga como uma futura criança homossexual. Algumas famílias quando descobrem a orientação / condição de seus rebentos de maneira precoce, se assustam.
Alguns brigam, outros condenam, por muitas vezes há quem acolha ou reprima.
Em Janeiro de 2022, o Papa Francisco tocou nesse delicado assunto:
APOIE SEUS FILHOS CASO ELES SEJAM GAYS, DIZ O PAPA.
Em audiência semanal, Francisco mencionou dificuldades na criação dos filhos, incluindo “não se esconder atrás de uma atitude de condenação”
O Papa Francisco disse nesta quarta-feira (26) que os pais de crianças gays não devem condená-las, mas oferecer-lhes apoio.
O comentário não foi redigido e foi feito durante a audiência semanal do papa em referência às dificuldades que os pais podem enfrentar na criação de filhos.
Essas questões incluem “pais que observam diferentes orientações sexuais em seus filhos e como lidar com isso, como acompanhar seus filhos e não se esconder atrás de uma atitude de condenação”, disse Francisco.
O papa tinha dito anteriormente que os gays têm o direito de serem aceitos por suas famílias como filhos e irmãos.
Ele também disse que, embora a Igreja não possa aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, ela pode apoiar leis de união civil destinadas a garantir a casais gays direitos conjuntos nas áreas de pensões e saúde e questões de herança.
No ano passado, o escritório doutrinário do Vaticano emitiu um documento dizendo que os padres católicos não podem abençoar uniões entre pessoas do mesmo sexo, decisão que desapontou muito os gays católicos.
Em alguns países, como os Estados Unidos e a Alemanha, paróquias e ministros começaram a abençoar uniões entre pessoas do mesmo sexo em vez de casamento, e houve pedidos para que os bispos as institucionalizassem de fato.
Conservadores da Igreja de 1,3 bilhão de membros disseram que o papa – que enviou notas de agradecimento a padres e freiras que ministram a católicos gays – está dando sinais contraditórios sobre a homossexualidade, confundindo alguns fiéis.
Em: https://youtu.be/a0Vq_S63gYc
– Malala Yousafzai Condena o Talibã por “Apartheid de Gênero” e Clama por Ação Internacional.
A ativista e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, classificou a postura do Talibã em relação às mulheres no Afeganistão como “…
Continua em: Malala Yousafzai Condena o Talibã por “Apartheid de Gênero” e Clama por Ação Internacional

– Futebol Feminino Proibido no Brasil!
Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!
Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)
FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS
por João Carlos Assunção
Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.
No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.
Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.
“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.
Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.
No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.
Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”
Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”
O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.
Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.
Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.
De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.
Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.
Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.
Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.
Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.
– A injusta expulsão de Vini Jr no Valência x Real Madrid.
Voltemos a Valência x Real Madrid, onde o componente técnico é sucumbido pelas pressões sociais e, até mesmo, má vontade pessoal do árbitro. O espanhol Soto Grado é um importante juiz lá, mas não tão referencial para o restante da Europa.
Sobre o lance:
O goleiro Dimitrievski fez uma provocação a Vinícius Jr, que havia pedido um pênalti no lance (que não foi). O atleta do Valência o cutucou pelas costas e aparentemente fez uma graça com o cabelo dele. Vini revidou com um empurrão. Esperto, o goleiro desabou na grande área, simulando uma agressão.
Ali, é o clássico lance de advertência a ambos por atitude inconveniente, ou seja, cartão amarelo para os dois. Entretanto, o árbitro, após o VAR, entendeu que Vinícius praticou conduta violenta (agressão), que pode resultar em até 12 jogos de suspensão.
Em câmera lenta (ou avançada), você deturpa a realidade e perde a impressão real do lance. Se fosse um Pierluigi Colina, talvez até mesmo com uma boa advertência verbal teríamos resolvido a situação. O cartão vermelho foi totalmente fora de contexto.
Importante: abomino qualquer manifestação racista, mas Vinicius Jr tem cometido reclamações desnecessárias contra a arbitragem em lances de disputa de bola (não estou falando das ofensas, isso é outra coisa). Sua luta justa contra o preconceito acaba sendo contestada por adversários que o observam pedindo faltas “a là Brasileirão” em muitos momentos. Claro, a torcida responder com cantos racistas é obviamente desproporcional.
Que não vire (se é que já não virou) perseguição pessoal da arbitragem contra ele.
– Faça a diferença!
#SOLIDARIEDADE – Doar #sangue é um ato de amor!
Texto em: professorrafaelporcari.com/2024/12/30/doe .
– Things School Bullies Try to Hide: 13 Things They’re Ashamed Of.
‘Want to know the things school bullies try to hide? Here are 13 things that they’re ashamed of and possibly part of the reason they bully in the …
continua em: Things School Bullies Try to Hide: 13 Things They’re Ashamed Of

– Acredite em você e não aceite o bullying (by Today’s Quote).

“Don’t belittle yourself. Be BIG yourself.” ― Corita KentThe post Today’s Quote first appeared on Chateau Cherie.
Continua em; Today’s Quote
– O que é o Programa “Sebrae na Comunidade”? Como é lecionar em presídios?
Uma experiência muito bacana, contada aqui: https://youtu.be/1eD2fjnj5ZA.
A matéria final em: https://wp.me/p4RTuC-13st.
– Ajudando a ser honesto!
Agradeço aos amigos do Jornal de Jundiaí e ao jornalista Fábio Estevam pela ótima matéria sobre recuperação de reeducandos, feita comigo.
Em meu trabalho, pela Educação eu tento convencer o detento às práticas honestas de trabalho, através do Empreendedorismo e reinserção social. É difícil, cheio de contratempos, mas é possível algum resultado.
Obs: lamento os haters que, sem sequer ler a matéria, confundirem a luta para “ajudar a pessoa na busca da honestidade” com “apologia ao crime”.
E VOCÊ, ACREDITA?
Por Fábio Estevam
“Queria agradecer ao Sebrae e ao professor Rafael pela chance de aprender com o curso de empreendedor. Vou sair daqui e voltar para uma vida melhor. Vou montar com certeza um pet shop honesto com a minha esposa. Obrigado pela oportunidade. Quero sair e ficar longe desse inferno.”
Este relato é de um criminoso que está preso em uma penitenciária do estado de São Paulo, ao se expressar no final de um curso de seis dias sobre administração e empreendedorismo, ministrado dentro da cadeia pelo professor jundiaiense Rafael Porcari, por meio do projeto ‘Sebrae na comunidade, reescrevendo sua história’ – uma parceria entre a Fundação de Administração Penitenciária, o Governo do Estado de São Paulo e o Sebrae. O objetivo é proporcionar aos presos, conhecimentos que lhes permitam abrir o próprio negócio e, desta forma, terem uma vida honesta e longe do crime, quando deixarem a cadeia.
Porcari, especialista em administração, marketing e empreendedorismo, conversou com o Jornal de Jundiaí sobre o projeto no qual atua há quatro anos, atendendo a diversas penitenciárias, CDPs e outras instituições que mantêm reeducandos, dentro do estado de São Paulo. Frequentemente ele utiliza suas redes sociais para comemorar a finalização de um curso e expressar o orgulho do trabalho que faz. “É um projeto muito bonito e eu particularmente atuo nas cadeias de nossa região, em Campinas, Hortolândia, Franco da Rocha, Campo Limpo Paulista, Jundiaí… Muitos presos querem mesmo mudar de vida e perguntam bastante durante as aulas, porque querem fazer coisas novas quando saírem da cadeia. E o meu sentimento em ter ajudado alguém, é prazeroso, fico feliz com tudo isso. Cada vez que termino o curso de seis dias e vejo os relatos, percebo que são pessoas que precisam de acolhimento e transformação. Precisamos de mais professores levando educação para eles, isso seria fundamental para mudar a questão da criminalidade e do sistema carcerário. Isso é mudar a vida das pessoas”, completou.
Esse interesse dos presos, apesar de não serem muitos, é o que motiva o professor a continuar o trabalho. “Na minha última turma tinha 20 pessoas na sala e apenas três queriam ter conhecimento e mantinham a esperança de mudar de vida”, disse ele. “Já conheci preso que deu certo. Eu morava em Bragança Paulista e saí para andar de bicicleta. Um rapaz estava fazendo manutenção da via e me chamou de professor. Eu não o reconheci, mas ele me explicou que dei aula pra ele em uma instituição. Me disse que estava trabalhando, tendo uma vida nova, que a esposa havia voltado com ele e que não queria mais voltar para a cadeia. E eu lhe dei os parabéns”, comemorou Porcari.
Apesar de orgulhoso e realizado com o que faz, o trabalho não é fácil e, de certa forma, o clima durante as aulas é tenso em algumas situações. “Muitos não têm disposição, chegam a chutar as cadeiras, reclamando que estavam dormindo e os tiraram da cela, obrigando-os a estudar. Se dizem bandidos profissionais e que não têm interesse em mudar de vida. Um preso me disse: ‘saindo daqui quero roubar de novo, para voltar para cá, porque aqui tenho comida e ninguém fica me enchendo o saco’. Essas são pessoas desesperançosas da vida e para elas o crime compensa”, lamentou Porcari.
Não há pré-requisito para participar do curso. “Normalmente as administrações das cadeias colocam na lista prioritária os presos que pedem para estudar, aqueles que querem trabalhar, estudar e se reinventar. Porém, esses cursos também são oferecidos para aqueles que estão esquecidos e não querem mais nada com nada. Então também temos presos que não querem estudar e não querem trabalhar, mas que podem ter no curso um incentivo à mudança de vida. Muitos não têm nenhuma escolaridade. Tive salas em que a faixa etária era de 30 a 35 anos e nenhum deles havia trabalhado na vida. Não tinham carteira profissional e muitos começaram cedo na vida do crime, outros foram para o crime por falta de emprego”
As aulas são tensas, mas proveitosas. “São salas de aula completamente diferentes. Nos CDPs a estrutura é bacana, com sala de aula e recursos. Só não tem acesso à internet e telefone celular. Falamos de tendências de administração e empreendedorismo. Muitos deles, inclusive, são professores, pastores, empresários, médicos… Já nas penitenciárias, normalmente, são 20 alunos por sala. São salas próprias para situações de segurança, onde eu dou aula dentro de uma gaiola, cercado por grades, enjaulado (isso em algumas penitenciárias). E ali eu vou interagir com eles e dar a aula. Em outras não temos acesso a lápis ou canetas, nada que possa se tornar uma arma. Em algumas não posso usar relógio, correntes ou pulseiras. Até minhas apostilas são revistadas e, em algumas, até o espiral da apostila é retirado”.
No curso os presos aprendem sobre empreendedorismo, sobre como montar seu próprio negócio, educação financeira, oportunidade e ideia de negócios e formalização de empresa. “Falamos também de inteligência emocional e marketing.”
Em quatro anos dando aulas para reeducandos, Porcari já ouviu muitos relatos. “Eu não posso perguntar os crimes que eles cometeram, inclusive para não despertar em mim qualquer preconceito por ele. Mas suas histórias ficam marcadas. Um deles me contou: ‘Tive uma lojinha, fiz besteira e fui preso. Agora minha esposa está lá sozinha, tendo que tomar conta de tudo e visitar o marido preso. Preciso sair e mostrar que sou um homem de valor. Preciso ajudar ela, pois ela está sendo mãe a pai das minhas crianças'”.
Com base neste e em outros relatos e histórias, Rafael Porcari conclui: “como não vou me empolgar em ajudar um homem desse? Com esse trabalho passei a valorizar ainda mais a liberdade, e isso tem me ajudado a quebrar preconceitos”.

– Reflexão: 2024 está acabando. E o que você fez?
Reflexão: 2024 está terminando, e o que você fez?
por Reinaldo Oliveira
Faltam poucos dias para o encerramento do ano de 2024. E geralmente, neste período do ano a população é tocada de um sentimento utópico de ver tudo mais leve, com mais empatia, com melhor relacionamento entre as pessoas.
É um momento importante para uma reflexão: o ano está terminando, mas o que você fez? Cresceu, progrediu, avançou, melhorou como pessoa, como ser humano, melhorou o seu entorno, o espaço em que vive, melhorou a vida de outras pessoas?
Vivemos num momento de relatividades, o rápido, o instantâneo se faz urgente, somos sábios, vivemos conectados com um mundo onde grande parte das informações são duvidosas (fakenews), somos levados do humor ao horror em segundos, fato agravante com desentendimentos até entre familiares.
Logo como somos matéria e espírito, vale uma reflexão baseada nos princípios da Bíblia Sagrada, nos Evangelhos, onde independente da denominação religiosa nos coloca o livre exercício do bem viver, da caridade e fraternidade, de fazer o bem comum ao “outro”.
Poe estes motivos, nestes tempos de individualismo/consumismo, mas com esperanças renovadas com as manifestações simbólicas do nascimento de Cristo, segue sugestão de reflexão nos versículos bíblicos 5,3-12, do Evangelho de Mateus (O sermão da montanha – parábola das bem aventuranças) e também de Mateus os versículos 25,35-40.
Tem ainda a sugestão de participação nos movimentos pastorais das igrejas, das diversas denominações religiosas, como este da foto ilustrativa, Conferência Vicentina Santa Paulina, da paroquia São Vicente de Paulo, de Itupeva/SP, reunidos na manhã deste 15de dezembro para ação material e espiritual, que desenvolve importante trabalho, bem como as demais Conferencias e Pastorais Sociais, das igrejas e entidades, das cidades da Região Metropolitana de Jundiaí.
Que assim seja……Feliz Natal!!
– Sebrae, Instituto Padre Haroldo e Educação!
Pelo Sebrae / IBS Américas, estivemos nessa tarde na Fazenda Bom Jesus, do Instituto Padre Haroldo (em Campinas), falando a muitas pessoas que ali se encontram em recuperação do vício de narcóticos sobre Empreendedorismo, Cidadania e Vida.
Juntamente com o professor Jonas Alexandre, pudemos nesse maravilhoso projeto social levar um pouco de conhecimento a essas pessoas que tanto estão se esforçando! Aliás, parabéns pela responsável, a Dona Maria Lúcia!
É com a Educação que conseguiremos bons resultados na Sociedade e faremos um mundo melhor.
📝 #Aprendizado
– Respeite a ótica alheia.
Ter uma visão “diferente de mundo” não o faz pior ou melhor do que alguém, nem certo ou errado.
A figura abaixo é perfeita:

Imagem extraída de: https://statusimagens.com/listings/bate-no-pescoco/
– Sebrae Educação.
Estivemos nessa sexta-feira, pelo Sebrae, falando de “Oportunidades de Negócios” aos reeducandos de Franco da Rocha, na Penitenciária P1.
O propósito é: pela Educação, levar Cidadania e reinserir esse pessoal para que sejam novas pessoas na Sociedade, e possam se reinserir no Mercado de Trabalho.
É com o Ensino que conseguiremos bons resultados.















