‘Want to know the signs of a smear campaign? Here are the signs of relational bullying that you need to know about. Smear campaigns have ruined the …
Continua em: Signs of a Smear Campaign: 3 Indicators of Relational Bullying

‘Want to know the signs of a smear campaign? Here are the signs of relational bullying that you need to know about. Smear campaigns have ruined the …
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3º turno de 3: estive nessa noite em Itu, na Faditu, falando aos Universitários sobre Administração Estratégica.
Somente com a Educação teremos um país melhor!
📝 #Educação
2º turno de 3: estive nessa tarde na P2 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Marketing.
Somente com a Educação teremos um país melhor!

🖍️ #Educação
1º turno de 3: estive nessa manhã na P1 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Gestão de Pequenos Negócios.
Somente com a Educação teremos um país melhor!

🖊️ #Educação
‘Want to take a peek inside the mind of a bully? Here’s exactly how they think when it comes to their targets and victims and how you can use it to …
Continua em: Inside the Mind of a Bully

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.
Mas já que existe o simbolismo da data, e a necessidade de conscientização de cidadania: Feliz Dia das Mulheres!
Meu trabalho pelo Sebrae na Funap não tem sido muito fácil. Levamos a tentativa de educar detentos para que busquem trabalho honesto e se reinsiram na sociedade pelo Empreendedorismo.
Vejam esses depoimentos de algumas reeducandas de hoje, do CDP Feminino P4: há esperança quando se há disposição:
Em nome do Sebrae, estivemos nessa tarde em Franco da Rocha, no CDP de mulheres, levando às meninas de lá capacitação em busca de trabalho honesto e reinserção.
Só com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Cidadania
Vi as decisões da CBF quanto o combate ao racismo: num primeiro momento multa ao clube, em um segundo momento punição de mando de jogo e em terceiro lugar perda de pontos.
Não é muito “leve”? Elas acontecerão “pra valer”?
Desculpe, mas eu, particularmente, não acredito que funcionarão…
Compartilho este consciente e necessário texto, de dias atrás, sobre a necessidade de civilidade entre o mundo do futebol e o mundo real, abordando, inclusive, as injustificáveis manifestações discriminatórias.
Extraído de: https://universidadedofutebol.com.br/tempos-de-intolerancia/
TEMPOS DE INTOLERÂNCIA
por Virgílio Franceschi Neto
Infelizmente, observa-se um mundo cada vez mais intolerante. Racismo, xenofobia, questões de gênero. Tudo isso acontece semanalmente. Uns casos têm mais repercussão, outros nem tanto. No entanto, acontecem com frequência. O de domingo, dia 16 de fevereiro, na primeira liga portuguesa, com o atleta malinês do Porto, Marega, trouxe à tona novamente o tema. Em pleno século 21, quer seja na ciência e na tecnologia, o ser humano avança. Nas relações humanas, retrocede.
Alguns estudiosos dizem que tudo isso acontece por conta do aumento do fluxo migratório, do detrimento dos vínculos de trabalho formal, do anonimato que as redes sociais e do convívio que os grandes grupos conferem. Da ameaça à rotina, às instituições, aos ritos e tradições. Da perda da identidade que o “outro” pode colocar em risco.
O que se sabe é que é impossível justificar tais atitudes. Não há motivo para isso. O futebol desde o seu início foi feito por todos e é para todos. Estas situações devem ser amplamente debatidas e as soluções postas em prática. Combater e punir quaisquer atos racistas, xenófobos e que envolvam o gênero. É medíocre e inaceitável a falta de consideração com o próximo.

Todos falam em “futuro melhor” e “mundo melhor”. Mas isso não será alcançado se não houver o respeito. O futebol, pelo alcance que possui e a capacidade de formar opinião, está repleto de exemplos negativos dentro e fora de campo. Por que não tratá-lo para difundir bons valores, valores humanos – comuns a todas as religiões – de respeito e harmonia? Futebol de rendimento é competitivo e o foco está no desempenho, sim. No entanto, não a todo o custo. Para isso não é preciso se olvidar dos valores: o jogo limpo.
Portanto, é preciso pensar em como queremos o mundo para as próximas gerações. Confuso, com pessoas próximas ao seu círculo sendo vítimas de intolerância? Ou mais leve, com respeito e iguais oportunidades para todos, independente da origem? O futebol tem sido capaz de transformar tanta coisa. Pode transformar o mundo.
Em tempo: o amigo leitor pode se questionar de esta coluna nada se referir nesta semana ao Marketing Esportivo. Vamos pensar que a comunicação de um clube, uma liga e uma federação no combate à intolerância é no mínimo um começo para uma grande transformação.
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Em tempo, mais uma citação que se relaciona com o tema da coluna:
“Esforce-se não para ser de sucesso, mas sim para ser de valor”.
Albert Einstein
No terceiro turno de trabalho, estive em Itu, na Faditu, falando de Gestão da Inovação aos universitários de lá.
É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

📝 #Educação
No segundo turno de trabalho, estive na divisa de Franco da Rocha com Mairiporã, na Penitenciária P4, em nome do Sebrae, falando de Marketing às detentas de lá.
É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

🖊️ #Cidadania
Tivemos uma experiência bacana: falamos de Empreendedorismo e Empoderamento no CDP Feminino de Franco da Rocha, em nome do Sebrae.
Ali, encontrei um grupo de jovens moças dispostas a mudar de vida pelo trabalho honesto. Que uma semente tenha sido plantada.

✏️ #Educação #Sebrae
Através do Projeto Sebrae na Comunidade, tentamos convencer os detentos a mudarem de vida!
O trabalho é árduo, mas alguns depoimentos nos dão certa esperança:
Turno da Tarde: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Estratégia de Negócios, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Ensino #Cidadania
Terceiro turno de 3: estive nessa noite (pela Faditu) levando aos nossos queridos alunos de Processos Gerenciais, Contábeis e Adm, algum conhecimento sobre Linguagem e Redação / Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

📝 #Ensino
Segundo turno de 3: estive nessa tarde (pelo Sebrae) no Complexo P1/p2 de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Marketing, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

🖊️ #Ensino
Primeiro turno de 3: estive nessa manhã (pelo Sebrae) no Complexo Hortolândia / Campinas, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Empreendedorismo, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.
É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino
Em nome do Sebrae, estive hoje no CPP Ataliba Leonel, em Campinas, levando o Projeto “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua história” aos detentos daquela unidade.
A ideia é: pelo trabalho honesto e pela capacitação, ressocializar essas pessoas!
É só com a Educação que conseguiremos bons frutos…
Precisamos ser gentis a todo instante. Muitas pessoas, mesmo quando aparentam estar bem, podem estar mal. Ou estarem mais sensíveis a qualquer grosseria, intolerância ou insensibilidade.
Gostei desse pensamento, de autoria anônima:
As pessoas não fingem ter ansiedade.
As pessoas não fingem ter depressão.
As pessoas não fingem estar mal.
Na verdade, geralmente as pessoas
fingem estar bem… Seja gentil!
Em: https://youtu.be/yD3IRLDk2HI?si=6xgGcXLJ1ud_LjT4
Seja gentil com todos!

8 situations in which a lawyer can help
Continua no original em: 8 situations in which a lawyer can help

Estamos em Janeiro, e há a campanha “Janeiro Lilás“. Um dos motes sociais importantes é a defesa dos direitos dos transexuais. E, conforme se lê abaixo, as necessidades para essa parcela da população (especialmente pelas questões de emprego e dignidade) são sérias demais.
Um importante tema, extraído do site do Governo do Estado de SP, em: https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/janeiro-e-o-mes-da-visibilidade-trans/
JANEIRO É O MÊS DA VISIBILIDADE TRANS
No dia 29 de janeiro de 2004, foi organizado, em Brasília, um ato nacional para o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. O ato foi um marco na história do movimento contra a transfobia e na luta por direitos e a data foi escolhida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans.
Para celebrar e reafirmar a importância da luta pela garantia dos direitos das pessoas trans foi definido que o mês de janeiro seria inteiro dedicado à visibilidade dos transexuais. Intitulada como Janeiro Lilás, a iniciativa busca a sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero, com o intuito de combater os estigmas e a violência sofridos pela população transexual e travesti.
Em 2021 foi divulgado o Mapeamento de Pessoas Trans na Cidade de São Paulo, que revelou que 58% dos entrevistados – mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas não-binárias – realizam trabalho informal ou autônomo, de curta duração e sem contrato. Entre as travestis, esse percentual sobe para 72%. O estudo foi realizado pelo Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) junto à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo (SMDHC). A coleta de dados incluiu 1.788 pessoas, por meio de questionário estruturado, e 29 entrevistas qualitativas com entrevistas do tipo semiestruturadas, com perguntas abertas.
Em relação à principal ocupação exercida pela população entrevistada, o destaque é a parcela elevada de travestis (46%) e de mulheres trans (34%) que se declararam profissionais do sexo, acompanhantes e garotas de programa. Esta é a principal variável sócio ocupacional que distingue as identidades de gênero, conforme avaliação que consta no documento. Entre os homens trans, praticamente, não existe a ocorrência de pessoas que se declaram profissionais do sexo e, para as não binárias, o índice foi de 3%. Dentre as entrevistadas que se prostituem, 74% já sofreram violência física.
Nome social
O nome social é aquele pelo qual uma pessoa se apresenta e quer ser reconhecida socialmente, ainda que não tenha retificado os documentos civis. Desde abril de 2016, o decreto nº 8.727 passou a reconhecer que, nas repartições e órgãos públicos federais, pessoas travestis e transexuais tenham sua identidade de gênero garantida e sejam tratadas pelo nome social.
Entretanto, ainda hoje existe bastante dificuldade em realizar a alteração do nome nos documentos em cartório. Mas, para além das mudanças legais, o preconceito e a falta de respeito ainda é a principal barreira para a adesão ao nome social. Na dúvida, pergunte como a pessoa quer ser chamada e respeite o nome e gênero que ela quer ser reconhecida. Não é difícil, é sinal de humanidade e respeito à dignidade da pessoa.
Educação e emprego
Outro objetivo é a proteção das crianças trans. Crianças e adolescentes trans não raro sofrem violência doméstica e são até mesmo expulsos de casa por suas famílias. Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABLGBT), 45% dos estudantes afirmam que já se sentiram inseguros devido à sua identidade de gênero no ambiente escolar. E ainda, com pequenas variações, de 70% a 85% da população trans já teriam abandonado a escola pelo menos uma vez na vida.
Enfrentando tamanho preconceito no ambiente escolar e por vezes na própria família, a evasão escolar é recorrente, o que fortalece o ciclo vicioso de exclusão social e exclusão do mercado de trabalho pela falta de acesso à educação e pelo preconceito dos patrões, sobrando a prostituição com um dos poucos meios de sobrevivência para 90% da população trans no país.
Imagem extraída do link acima.
Há quem, infelizmente, teime em negar o genocídio cometido por Adolf Hittler contra o povo judeu. E para relembrar o horror do Holocausto, todo dia 27 de janeiro se recorda essa data, a fim de que tais atrocidades cometidas não se repitam contra qualquer povo na face da Terra.
Para nossa geração, é impensável que possa ter ocorrido tal maldade! Mas aconteceu…