– Signs of a Smear Campaign: 3 Indicators of Relational Bullying.

‘Want to know the signs of a smear campaign? Here are the signs of relational bullying that you need to know about. Smear campaigns have ruined the …

Continua em: Signs of a Smear Campaign: 3 Indicators of Relational Bullying

– Bispos são convidados para o Jubileu de 50 anos do Conselho Nacional do Laicato do Brasil.

– Terceiro turno de 3: Administração Estratégica.

3º turno de 3: estive nessa noite em Itu, na Faditu, falando aos Universitários sobre Administração Estratégica.

Somente com a Educação teremos um país melhor!

📝 #Educação

– Segundo turno de 3: Marketing.

 2º turno de 3: estive nessa tarde na P2 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Marketing.

Somente com a Educação teremos um país melhor!  

🖍️ #Educação

– Primeiro turno de 3: Gestão.

1º turno de 3: estive nessa manhã na P1 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos sobre Gestão de Pequenos Negócios.

Somente com a Educação teremos um país melhor!

🖊️ #Educação

– Inside the Mind of a Bully.

‘Want to take a peek inside the mind of a bully? Here’s exactly how they think when it comes to their targets and victims and how you can use it to …

Continua em: Inside the Mind of a Bully

– Sebrae na Comunidade:

Estive nessa tarde no Complexo Penitenciário de Franco da Rocha, em nome do Sebrae, falando de Vendas e Marketing aos reeducandos de lá.

Somente com o trabalho honesto e a Educação teremos um país melhor.

🖊️ #ensino

– Sebrae Educação: falando de Cidadania.

E terminamos o primeiro turno do dia, falando sobre Cidadania aos reeducandos do Complexo Penitenciário de Franco da Rocha, pelo Sebrae.

Somente com a Educação e o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.

📝 #ensino

– Turno 2 de 3: Marketing.

Turno 2 de 3: Estive nessa tarde na Penitenciária P2 de Franco da Rocha, em nome do Sebrae, falando sobre Marketing.

Somente com a Educação que faremos um país melhor.

🖍️ #Cidadania

– Dia Internacional da Mulher.

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data, e a necessidade de conscientização de cidadania: Feliz Dia das Mulheres!

– Reeduque!

Meu trabalho pelo Sebrae na Funap não tem sido muito fácil. Levamos a tentativa de educar detentos para que busquem trabalho honesto e se reinsiram na sociedade pelo Empreendedorismo.

Vejam esses depoimentos de algumas reeducandas de hoje, do CDP Feminino P4: há esperança quando se há disposição:

– Empreenda com Elas.

Em nome do Sebrae, estivemos nessa tarde em Franco da Rocha, no CDP de mulheres, levando às meninas de lá capacitação em busca de trabalho honesto e reinserção.

Só com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Cidadania

– REPOST: O futebol precisa gerar respeito! Sobre as decisões da CBF quanto ao fim do racismo:

Vi as decisões da CBF quanto o combate ao racismo: num primeiro momento multa ao clube, em um segundo momento punição de mando de jogo e em terceiro lugar perda de pontos.

Não é muito “leve”? Elas acontecerão “pra valer”?

Desculpe, mas eu, particularmente, não acredito que funcionarão…

Compartilho este consciente e necessário texto, de dias atrás, sobre a necessidade de civilidade entre o mundo do futebol e o mundo real, abordando, inclusive, as injustificáveis manifestações discriminatórias.

Extraído de: https://universidadedofutebol.com.br/tempos-de-intolerancia/

TEMPOS DE INTOLERÂNCIA

por Virgílio Franceschi Neto

Infelizmente, observa-se um mundo cada vez mais intolerante. Racismo, xenofobia, questões de gênero. Tudo isso acontece semanalmente. Uns casos têm mais repercussão, outros nem tanto. No entanto, acontecem com frequência. O de domingo, dia 16 de fevereiro, na primeira liga portuguesa, com o atleta malinês do Porto, Marega, trouxe à tona novamente o tema. Em pleno século 21, quer seja na ciência e na tecnologia, o ser humano avança. Nas relações humanas, retrocede.

Alguns estudiosos dizem que tudo isso acontece por conta do aumento do fluxo migratório, do detrimento dos vínculos de trabalho formal, do anonimato que as redes sociais e do convívio que os grandes grupos conferem. Da ameaça à rotina, às instituições, aos ritos e tradições. Da perda da identidade que o “outro” pode colocar em risco.

O que se sabe é que é impossível justificar tais atitudes. Não há motivo para isso. O futebol desde o seu início foi feito por todos e é para todos. Estas situações devem ser amplamente debatidas e as soluções postas em prática. Combater e punir quaisquer atos racistas, xenófobos e que envolvam o gênero. É medíocre e inaceitável a falta de consideração com o próximo.

(Foto: Reprodução/Divulgação)

Todos falam em “futuro melhor” e “mundo melhor”. Mas isso não será alcançado se não houver o respeito. O futebol, pelo alcance que possui e a capacidade de formar opinião, está repleto de exemplos negativos dentro e fora de campo. Por que não tratá-lo para difundir bons valores, valores humanos – comuns a todas as religiões – de respeito e harmonia? Futebol de rendimento é competitivo e o foco está no desempenho, sim. No entanto, não a todo o custo. Para isso não é preciso se olvidar dos valores: o jogo limpo.

Portanto, é preciso pensar em como queremos o mundo para as próximas gerações. Confuso, com pessoas próximas ao seu círculo sendo vítimas de intolerância? Ou mais leve, com respeito e iguais oportunidades para todos, independente da origem? O futebol tem sido capaz de transformar tanta coisa. Pode transformar o mundo.

Em tempo: o amigo leitor pode se questionar de esta coluna nada se referir nesta semana ao Marketing Esportivo. Vamos pensar que a comunicação de um clube, uma liga e uma federação no combate à intolerância é no mínimo um começo para uma grande transformação.

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Em tempo, mais uma citação que se relaciona com o tema da coluna:

Esforce-se não para ser de sucesso, mas sim para ser de valor”.
Albert Einstein

– Cidadania.

Hoje estivemos encerrando o curso Reescreva a sua história, pelo Sebrae, no Complexo Penitenciário de Franco da Rocha.

Tentar recuperar a honestidade e reinserir os reeducandos na sociedade é um desafio!

🖍️ #Cidadania

– Turno 3 de 3: Inovação.

No terceiro turno de trabalho, estive em Itu, na Faditu, falando de Gestão da Inovação aos universitários de lá.

É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

📝 #Educação

– Turno 2 de 3: Marketing.

No segundo turno de trabalho, estive na divisa de Franco da Rocha com Mairiporã, na Penitenciária P4, em nome do Sebrae, falando de Marketing às detentas de lá.

É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

🖊️ #Cidadania

– Turno 1 de 3: Gestão Empreendedora.

No primeiro turno de trabalho, estive na divisa de Franco da Rocha com Cajamar, na Penitenciária P1, em nome do Sebrae, falando de Gestão Empreendedora aos detentos de lá.

É somente com a Educação que melhoraremos o Brasil.

🖍️ #Cidadania

– Levando Cidadania.

Me orgulho de tentar ajudar as pessoas a mudarem de vida!

O depoimento de um aluno da Penitenciária P2 de Franco da Rocha (Dados omitidos, obviamente), na imagem abaixo:

É a beleza do Projeto “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua História”.

– Sebrae Educação, parte 2.

Segundo dos meus 3 turnos de ensino de hoje: falamos sobre “Oportunidades de Negócios” às detentas do CDP Feminino de Franco da Rocha, através de viabilizar trabalho honesto pelo Empreendedorismo!

É com a Educação que conseguiremos fazer um país melhor!

🖊️#Cidadania

– Sebrae na Comunidade, turno 1:

Primeiro dos meus 3 turnos de ensino de hoje: falamos sobre “Reescrever a sua história” aos detentos da Penitenciária P1 de Franco da Rocha, através de oportunidade de trabalho honesto pelo Empreendedorismo!

É com a Educação que conseguiremos fazer um país melhor!

🖍️ #Cidadania

– No CDP Feminino.

Tivemos uma experiência bacana: falamos de Empreendedorismo e Empoderamento no CDP Feminino de Franco da Rocha, em nome do Sebrae.

Ali, encontrei um grupo de jovens moças dispostas a mudar de vida pelo trabalho honesto. Que uma semente tenha sido plantada.

✏️ #Educação #Sebrae

– Reescrevendo Histórias:

Através do Projeto Sebrae na Comunidade, tentamos convencer os detentos a mudarem de vida!

O trabalho é árduo, mas alguns depoimentos nos dão certa esperança:

– Sebrae na Comunidade, parte 2:

Turno da Tarde: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Estratégia de Negócios, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.

É com a Educação que conseguiremos bons resultados.

🖊️ #Ensino #Cidadania

– Sebrae na Comunidade, Parte 1:

Turno da Manhã: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Campinas, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Iniciação Empreendedora, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.

É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino #Cidadania

– Turno 3 de 3: Disciplinas na Faculdade de Administração.

Terceiro turno de 3: estive nessa noite (pela Faditu) levando aos nossos queridos alunos de Processos Gerenciais, Contábeis e Adm, algum conhecimento sobre Linguagem e Redação / Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.

É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

📝 #Ensino

– Respeito, por Maurício de Sousa.

É por isso que sou fã do Mauricio de Sousa: sempre trazendo consciência social e representatividade para todas as causas!

Vejam esse quadrinho:

– Turno 2 de 3: Marketing.

Segundo turno de 3: estive nessa tarde (pelo Sebrae) no Complexo P1/p2 de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Marketing, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.

É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

🖊️ #Ensino

– Turno 1 de 3: Empreendedorismo.

Primeiro turno de 3: estive nessa manhã (pelo Sebrae) no Complexo Hortolândia / Campinas, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Empreendedorismo, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.

É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino

 

– No CPP de Campinas:

Em nome do Sebrae, estive hoje no CPP Ataliba Leonel, em Campinas, levando o Projeto “Sebrae na Comunidade: Reescrevendo a sua história” aos detentos daquela unidade.

A ideia é: pelo trabalho honesto e pela capacitação, ressocializar essas pessoas!

É só com a Educação que conseguiremos bons frutos…

– Sejamos gentis e mais empáticos.

Precisamos ser gentis a todo instante. Muitas pessoas, mesmo quando aparentam estar bem, podem estar mal. Ou estarem mais sensíveis a qualquer grosseria, intolerância ou insensibilidade.

Gostei desse pensamento, de autoria anônima:

As pessoas não fingem ter ansiedade.

As pessoas não fingem ter depressão.

As pessoas não fingem estar mal.

Na verdade, geralmente as pessoas

fingem estar bem… Seja gentil!

Em: https://youtu.be/yD3IRLDk2HI?si=6xgGcXLJ1ud_LjT4

– Dica da Noite 1:

Seja gentil com todos!

– 8 situations in which a lawyer can help.

8 situations in which a lawyer can help

Continua no original em: 8 situations in which a lawyer can help

– Dia da Visibilidade Trans: Janeiro Lilás.

Estamos em Janeiro, e há a campanha “Janeiro Lilás“. Um dos motes sociais importantes é a defesa dos direitos dos transexuais. E, conforme se lê abaixo, as necessidades para essa parcela da população (especialmente pelas questões de emprego e dignidade) são sérias demais.

Um importante tema, extraído do site do Governo do Estado de SP, em: https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/janeiro-e-o-mes-da-visibilidade-trans/ 

JANEIRO É O MÊS DA VISIBILIDADE TRANS

No dia 29 de janeiro de 2004, foi organizado, em Brasília, um ato nacional para o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. O ato foi um marco na história do movimento contra a transfobia e na luta por direitos e a data foi escolhida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans. 

Para celebrar e reafirmar a importância da luta pela garantia dos direitos das pessoas trans foi definido que o mês de janeiro seria inteiro dedicado à visibilidade dos transexuais. Intitulada como Janeiro Lilás, a iniciativa busca a sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero, com o intuito de combater os estigmas e a violência sofridos pela população transexual e travesti.

Em 2021 foi divulgado o Mapeamento de Pessoas Trans na Cidade de São Paulo, que revelou que 58% dos entrevistados – mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas não-binárias – realizam trabalho informal ou autônomo, de curta duração e sem contrato. Entre as travestis, esse percentual sobe para 72%. O estudo foi realizado pelo Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) junto à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo (SMDHC). A coleta de dados incluiu 1.788 pessoas, por meio de questionário estruturado, e 29 entrevistas qualitativas com entrevistas do tipo semiestruturadas, com perguntas abertas.

Em relação à principal ocupação exercida pela população entrevistada, o destaque é a parcela elevada de travestis (46%) e de mulheres trans (34%) que se declararam profissionais do sexo, acompanhantes e garotas de programa. Esta é a principal variável sócio ocupacional que distingue as identidades de gênero, conforme avaliação que consta no documento. Entre os homens trans, praticamente, não existe a ocorrência de pessoas que se declaram profissionais do sexo e, para as não binárias, o índice foi de 3%. Dentre as entrevistadas que se prostituem, 74% já sofreram violência física.

Nome social

O nome social é aquele pelo qual uma pessoa se apresenta e quer ser reconhecida socialmente, ainda que não tenha retificado os documentos civis. Desde abril de 2016, o decreto nº 8.727 passou a reconhecer que, nas repartições e órgãos públicos federais, pessoas travestis e transexuais tenham sua identidade de gênero garantida e sejam tratadas pelo nome social.

Entretanto, ainda hoje existe bastante dificuldade em realizar a alteração do nome nos documentos em cartório. Mas, para além das mudanças legais, o preconceito e a falta de respeito ainda é a principal barreira para a adesão ao nome social. Na dúvida, pergunte como a pessoa quer ser chamada e respeite o nome e gênero que ela quer ser reconhecida. Não é difícil, é sinal de humanidade e respeito à dignidade da pessoa.

Educação e emprego

Outro objetivo é a proteção das crianças trans. Crianças e adolescentes trans não raro sofrem violência doméstica e são até mesmo expulsos de casa por suas famílias. Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABLGBT), 45% dos estudantes afirmam que já se sentiram inseguros devido à sua identidade de gênero no ambiente escolar. E ainda, com pequenas variações, de 70% a 85% da população trans já teriam abandonado a escola pelo menos uma vez na vida.

Enfrentando tamanho preconceito no ambiente escolar e por vezes na própria família, a evasão escolar é recorrente, o que fortalece o ciclo vicioso de exclusão social e exclusão do mercado de trabalho pela falta de acesso à educação e pelo preconceito dos patrões, sobrando a prostituição com um dos poucos meios de sobrevivência para 90% da população trans no país.

Imagem extraída do link acima.

– No Núcleo de Inclusão Social.

Hoje estivemos em Atibaia, em nome do Sebrae, lecionando o curso Primeiros Passos no Núcleo de Inclusão Produtiva.

É com a Educação que o Brasil vencerá a crise.

📝 #Education

– Dia da Memória do Holocausto!

Há quem, infelizmente, teime em negar o genocídio cometido por Adolf Hittler contra o povo judeu. E para relembrar o horror do Holocausto, todo dia 27 de janeiro se recorda essa data, a fim de que tais atrocidades cometidas não se repitam contra qualquer povo na face da Terra.

Para nossa geração, é impensável que possa ter ocorrido tal maldade! Mas aconteceu…