– Doar é ajudar! Já fez sua Doação de Sangue?

Como de costume, fazendo minha doação voluntária de sangue. Na verdade, hoje doando plaquetas.

Ajude com seus hemoderivados. Nada substitui o sangue e seus componentes; assim, ajudar o próximo sendo solidário e doar a quem você nem conhece é um ato de cidadania.

Em especial, nessa época de feriado, os bancos de sangue estão carentes de ajuda. Aproveite e colabore com uma doação!

Eu, que sou medroso, doo sem problemas…

– Insultos no Futebol com temas de Homofobia, Racismo, Sexismo, entre outros, cansaram!

Certa feita, eu já entendi (mesmo sem concordância) que o campo de futebol era o local onde o sujeito desabafava de seus problemas existenciais. Discordava, mas sabia que era inevitável (pela cultura imposta) que o juiz de futebol fosse xingado de todos os adjetivos negativos possíveis (mesmo eu sendo árbitro e já tendo escutado “de tudo”).

Para felicidade de quem pensa (como sempre defendi) que isso era errado e uma hora ou outra a coisa deveria mudar, parece estar existindo uma luz no fim do túnel. Aos poucos, vai se entendendo que a arquibancada não pode ser mais uma terra sem lei.

Em 2017, havíamos contado a história de como a FIFA começou a punir rigorosamente (com multas financeiras pesadas) as equipes que estavam cometendo gritos de intolerância de qualquer origem (incluindo de ordem política e religiosa). Isso ocorreu pois no Interior de São Paulo, durante a Copa São Paulo de Futebol Jr daquele ano, passou a gritar “BICHA” (com o “i“ estendido) aos goleiros adversários.

A muitos, de nada valeu, embora a própria CBF tenha sido multada 4 vezes em jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo para 2018.

Pois bem: agora, a Conmebol começa a praticar a mesma iniciativa e multa a CBF por US$ 15 mil os gritos homofóbicos da torcida brasileira no jogo de estreia contra a Bolívia. É trocado para a entidade milionária, mas é simbólica a atitude. Que os clubes abram os olhos.

Ao invés de querer intimidar o adversário com gritos de bicha, macaco, entre outros tantos, por quê não gritar A FAVOR da sua equipe?

O texto citado acima, extraído de:
https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/01/09/paremos-com-gritos-homofobicos-pelo-habito-pela-forca-ou-pela-multa/

PAREMOS COM GRITOS HOMOFÓBICOS: PELO HÁBITO, PELA FORÇA OU PELA MULTA.

Tempos atrás, a FIFA se preocupou com os atos racistas que eram acompanhados de ações políticas em jogos na Europa, em especial nos países que formavam a Iugoslávia (Sérvia, Croácia, Montenegro, especificamente). Posteriormente, a “moda das ofensas” passou para a Itália (objetivamente: ofensas a negros e saudações fascistas). Mais recentemente, esse fenômeno racista migrou para a Espanha e alguns atos isolados na Argentina e Brasil.

Em todos eles, ocorreram algum tipo de punição: a Lazio (ITA) jogou com portões fechados, o Estrela Vermelha (SER) perdeu mando, o Villareal (ESP) foi multado e o Grêmio (BRA) eliminado na Copa do Brasil.

No conjunto de medidas contra a intolerância, a FIFA solicitou que os árbitros relatem em súmula (e parem o jogo, se for o caso) qualquer manifestação racial, religiosa, política e homofóbica.

Se a torcida jogar bananas em campo (como certa feita aconteceu com Daniel Alves, enquanto atleta do Barcelona), o jogo deve parar pois é racismo explícito. Se o jogador comemorar um gol tirando a camisa com os dizeres Jesus é o Rei ou Alá é Grande, o atleta deve receber cartão amarelo por desconfigurar o uniforme e ser citado para julgamento por apologia religiosa. Se o jogador, após um gol, saudar a torcida com o gesto de Hi Hitler imortalizado pelos nazistas, ele não recebe o cartão mas é citado por manifestação política. E, por fim, se os torcedores fazerem cânticos ou gritos homofóbicos, o árbitro deve relatar nos documentos da partida (se eles forem contínuos, o jogo pode até ser paralisado).

É nesse último item que chamo a atenção: no México, os torcedores gritavam PUTO (que é uma palavra similar a VIADO no coloquial espanhol) quando o goleiro cobrava o tiro de meta. Tal prática, ao mesmo tempo que começou a ser abolida aos poucos lá fora, passou a ser praticada no Brasil pela torcida do Corinthians, especificamente tendo nascida num jogo contra o São Paulo, a cada tiro de meta cobrado por Rogério Ceni (trocando-se o PUTO por BICHA, com um longo tempo no IIIIII até o chute do arqueiro). Palmeirenses, santistas e até os próprios são-paulinos, primeiras vítimas do ato, começaram a imitar.

Nesta cruzada contra a homofobia, a FIFA resolveu reforçar a orientação para que tal prática fosse extinta. Recentemente, a CBF foi punida por 20 mil francos suiços (65 mil dólares) por tais gritos na partida pelas Eliminatórias entre Brasil x Colômbia em Manaus, ocorrida em setembro. Neste mesmo “pacotão de punições” foram multadas equipes e seleções em Honduras, Albânia, Itália, México, Canadá, Argentina, Paraguai e Peru. O Chile, além da multa, perdeu um mando de jogo nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em parceira com a ONG Fare Network, a FIFA, depois destas punições, reforçou o pedido e o monitoramento (replicado pelas Federações / Confederações Nacionais e suas entidades filiadas), para que árbitros, clubes e federações sejam agentes denunciadores de tais situações, sejam essas personagens testemunhas ou vítimas. Ou seja: um árbitro deve relatar se presenciar os gritos, uma equipe pode denunciar se sentir atacada ou um goleiro pode até pedir a punição ao clube cuja torcida praticou a homofobia.

Porém, esses gritos de BICHA foram praticados novamente em jogo da Seleção Brasileira, dessa vez contra a Bolívia em Natal, também pelas Eliminatórias, com punição de  R$ 83 mil. Outros nove países também foram punidos por gritos homofóbicos, além do Irã, por cânticos religiosos do Islã.

Aqui no Brasil, os grandes clubes da Capital têm pedido, através do sistema de som, que os torcedores não pratiquem tal ato. Infelizmente, há aqueles que ainda não sabem das medidas recomendadas e as punições que podem receber.

Então, seja na Copa São Paulo de Futebol Jr ou em Copa do Mundo, os clubes e Seleções podem ser severamente multados ou até perderem o mando caso os torcedores gritem BICHA na arquibancada.

IMPORTANTE – sabemos que na cultura do futebol algumas situações são discutíveis (eu, que fui árbitro de futebol por tanto tempo, sei bem disso). Xingar o juiz de ladrão ou outros impropérios é algo “aceitável e comum” (não levando em conta o politicamente correto e nem que se ofende a pessoa, mas sim uma personagem). Mas se existe um novo momento no futebol, uma mudança de cultura, seja ela forçada por multas e punições ou por clamor social, que cumpra-se!

Torcedor, diante de tudo isso: seja prudente!

EM TEMPO – a FIFA colocou em seu game, o FIFA 17, a opção de “vestir o atleta nas cores do arco-íris”, em alusão à campanha contra homofobia (Stonewall’s Rainbow Laces). E aqui acrescento: não confunda a opção sexual, particular de cada um, com APOLOGIA (sempre condenável).

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– É hora de Greve? Mas promovida por quem e para o interesse de quem?

Greve geral? Ou Greve de grupos políticos?

Tenho muito cuidado quando o assunto é Greve. Ela deve partir sempre de quem se acha prejudicado, mas não deve prejudicar os outros que não tem nada relacionado com ela.

Digo isso pois surgiu a história de entidades sindicais quererem fazer uma Greve Geral amanhã, sexta-feira. Os motivos? Causas que os motivadores criticam, mas que nada fizeram enquanto foram poder.

Aqui, não é discurso de Esquerda e Direita, mas de pessoas sedentas ao poder. Ninguém está pensando na população, apenas na ânsia de conquistar votos futuros, lamentavelmente.

E quem quer trabalhar? Será obrigado a parar amanhã? Isso é democracia?

A Política do Brasil entristece o cidadão, que é obrigado a aguentar os raivosos que gritam em nome das radicais turmas de lulistas e bolosnaristas.

Sem fanatismo, mais sensatez. A sobriedade cidadã é necessária!

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– Protestos de gente truculenta não devem ser levados a sério!

Lamentável o que foi visto nas últimas semanas, em referência aos protestos e manifestações de rua.

NO DOMINGO, fanáticos de extrema direita tentaram agredir uma equipe de reportagem da TV Globo, por serem considerados “comunistas de esquerda”. Errado, são profissionais.

NA QUINTA-FEIRA, fanáticos de extrema esquerda tentaram agredir uma equipe de reportagem da Rádio Jovem Pan, por serem considerados “facistas de direita”. Errado, também são profissionais.

O mundo está se desvirtuando do que é respeito e pluralidade, não?

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– A “Adoção na Passarela” repercute demais! Um ato com bom mote, mas de maneira infeliz?

Aqui, um assunto delicadíssimo para se discutir: houve em Cuiabá um evento chamado “Adoção na Passarela”, dentro do Shopping Pantanal, onde crianças à espera de adoção desfilavam para as pessoas.

Se por um lado você pode louvar o fato de iniciativas para que os menores abandonados / retirados da guarda tenham uma família que os ame, por outro você tem uma avalanche de críticas: a exposição dos vulneráveis, a frustração de quem não é “escolhido” e, talvez, a comparação de que são mercadorias humanas mostradas para clientes.

A coisa é complicada… compartilho abaixo e penso: o evento já era uma 2a edição! Como houve outra anterior e não se repercutiu?

Extraído de: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Seguranca/noticia/2019/05/adocao-na-passarela-sociedade-brasileira-de-pediatria-pede-que-estimulo-adocao-respeite-leis-e-preserve-integridade-de-criancas-e-adolescentes.html

ADOÇÃO NA PASSARELA GERA REPERCUSSÃO

Após repercussão negativa do desfile que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), a SBP se posicionou com alertas e orientações aos órgãos de apoio à adoção e instituições responsáveis por crianças e adolescentes nessa situação

O evento “Adoção na Passarela”, que aconteceu na última terça-feira (21) no Pantanal Shopping, em Cuiabá (MT), foi amplamente divulgado em veículos de comunicação na última quarta-feira (22) e recebeu diversas críticas nas redes sociais. Isso porque, a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil (Seccional Mato Grosso (OAB-MT)) decidiu realizar um desfile com crianças e adolescentes de 4 a 17 para dar visibilidade que elas estão adptas para adoção.

Nessa quinta-feira (23) a Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) divulgou uma nota de alerta à população sobre a necessidade de cautela no momento de se promoverem ações de estímulo à prática da adoção no País. Para a SBP, todas essas iniciativas devem respeitar a legislação vigente, em especial o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e o respeito à integridade física e emocional dos jovens. Em nota, a SBP fala sobre as críticas que a ação gerou ao “expor crianças e jovens a uma situação de vulnerabilidade social e suscetíveis ao sentimento de frustração e à perda da autoestima.” A presidente da SBP, Dra. Luciana Rodrigues Silva, disse que trata-se de uma situação delicada. “Não duvidamos da boa intenção dos promotores, mas essas iniciativas devem ser pautadas por uma série de cuidados para que crianças e adolescentes não sejam prejudicadas.”

Na nota, a SBP pede ainda que iniciativas do tipo não se repitam e solicita a todos os comprometidos com o objetivo nobre de estimular a adoção que tenham o cuidado de proteger a integridade psíquica e moral desses jovens, conforme determina o artigo 17 do ECA, ao desenvolverem ações com essa finalidade.

O cenário da adoção no Brasil

Atualmente, no Brasil, 9540 crianças e adolescentes, com idades de zero a 17 anos, estão aptas para serem acolhidas. O número é pequeno diante das 46.008 pessoas que manifestaram, oficialmente, interesse em adotar. Os dados estão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma ferramenta digital, lançada em 2008, que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o país. O quadro aparentemente favorável a desfechos felizes (há mais pessoas querendo adotar do que crianças e adolescentes aguardando adoção), no entanto esbarra na resistência entre os interessados em acolher crianças com mais idade, o que faz com que milhares de meninos e meninas ainda permanecem nas instituições à espera de uma família. “A adoção é responsável por muitas histórias de amor, superação e felicidade. Formar uma nova família exige preparação e disposição, além de seguir as normas legais vigentes”, destaca a Dra. Luciana Rodrigues Silva. Segundo ela, a adoção no Brasil é regida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que foi alterado, dentro do tema, pela Lei nº 13.509/2017, melhorando os prazos de cada etapa.

A Lei também mudou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), equiparando os prazos de licença, estabilidade e descansos especiais de pais biológicos e adotivos. Além disso, a lei reforçou a necessidade do acompanhamento das famílias pretendentes e das crianças disponíveis para adoção, pela Vara de Infância e Juventude (VIJ). “Esperamos que cada vez mais famílias aceitem esse desafio e essa missão”, finalizou a presidente da SBP.

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– O Casamento da Siri com a Alexa

Haverá em Viena, a Capital da Áustria, um evento continental voltado ao público gay e seus simpatizantes: a EuroPride (a Parada LGBTQIA+). E duas gigantes mundiais, Apple e Amazon, a fim de incentivar o acontecimento (e ganhar novos consumidores com a estratégia de reconhecimento como “empresas amigas da casa”) promoveram uma ação de marketing impressionante: CASARAM as suas “inteligências artificiais”, a Siri e a Alexa!

Duvida?

Olhe aqui, extraído de: https://bhaz.com.br/2019/05/09/siri-iphone-casada-esposa-video/

A SIRI DO IPHONE AGORA É CASADA E A CERIMÔNIA FOI MUITO CHIQUE

A Siri, assistente pessoal de dispositivos da gigante Apple, agora é casada. Isso mesmo. Não estamos falando da mulher que emprestou a voz para a tecnologia, mas sim do sistema operacional em si. Ela foi oficializada esposa de outra assistente virtual, a Alexa, da Amazon. A ação foi promovida pela secretaria de turismo da Áustria em parceria com o estúdio Plan.net, a revista Vanguardist e a agência alemã Serviceplan. Vem ver o vídeo da cerimônia.

O objetivo da união das agora esposa e esposa é mostrar que todas as formas de amar são válidas. O casamento é o primeiro entre inteligências artificiais de todo o mundo. O evento ocorreu em 2 de abril, mas só foi divulgado oficialmente nos últimos dias.

Durante o matrimônio, Siri e Alexa foram pré-gerenciadas para ler um script personalizado. A iniciativa foi lançada para anteceder o Europride, a Parada LGBTQIA+ de Viena, a capital da Áustria. O vídeo que mostra o elance, cheio de convidados e com uma decoração de luxo, já foi visto mais de 2,2 milhões de vezes. Assista abaixo!

A ação, no entanto, trata-se de uma publicidade e não influenciou de forma prática a interação entre usuários da Siri e da Alexa. A assistente da Apple segue respondendo que está “casada com o trabalho” caso o status de relacionamento dela seja questionado.

Em: https://youtu.be/wG-l8YiQEs4

– Transfobia a quem é Anti- antropocêntrico?

Uma verdadeira loucura entender isso:

A transexual Duda Salabert, ex-PSOL, que saiu brigada do partido por se sentir usada pela sua condição sexual, foi convidada pelo PDT de Ciro Gomes. Mas Ciro, que deu declarações anti-semitistas nessa semana (irritou os judeus com isso), que está sendo processado de racismo pelo vereador paulistano Fernando Holliday após ter sido chamado de “capitãozinho-do-mato”, seria um parceiro ideal?

Tudo maluco. Depois de escrever isso, leio ainda que Duda Salabert, que é professora, alegou que se sentiu incomodada por que o partido tem visão excessivamente antropocêntrica (pensando no ser humano) e não dá o devido respeito aos animais (para ela, os animais têm os mesmos direitos dos homens).

Enfim: é muito confuso tudo isso pra mim, respeitosamente falando. A vida das pessoas – gays, eterno, brancos, negros, e de outras características – é muito mais importante que qualquer outra coisa. Aliás, só existe uma raça: a humana!

Abaixo, sobre a polêmica saída da ex-candidata ao Senado, em: https://oglobo.globo.com/celina/primeira-trans-disputar-vaga-ao-senado-duda-salabert-deixa-psol-acusa-partido-de-transfobia-estrutural-23615537

PRIMEIRA TRANS A DISPUTAR DO SENADO DEIXA PSOL ALEGANDO “TRANSFOBIA ESTRUTURAL”

Por Rayanderson Guerra

Duda Salabert diz que o partido a isolou politicamente; Ciro Gomes já teria demonstrado interesse na filiação da professora ao PDT.

A primeira candidata transexual a uma vaga ao Senado , a professora Duda Salabert, de 37 anos, anunciou a desfiliação do PSOL — partido que disputou as eleições em 2018, em Minas Gerais — e acusou o partido de “transfobia estrutural”. Ao GLOBO, Duda diz que a legenda a isolou politicamente, não demonstrou interesse em sua permanência e que a desfiliação teria servido como um “cala a boca” do partido.

— Desde o fim da eleição no ano passado tenho tentado uma ponte com o partido, que me isolou politicamente. Não percebi nenhuma tentativa do partido em me manter como quadro e nenhuma manifestação da Executiva Nacional ou do estado. Me pareceu que minha desfiliação fo ium “cala a boca” dentro da legenda — contou Duda, que disse ainda que a expulsão da ativista Indianara Siqueira, suplente a veredadora no Rio, teria sido a ponta do iceberg.

Segundo a ex-candidata ao Senado, além da expulsão, a luta de Indianara teria sido crimininalizada pelo partido.

— Além dela ser expulsa, a luta dela foi exposta e criminalizada. Criminalizaram a luta dela por moradia e impediram que ela disputasse a eleição no ano passado. Se o partido divulgar a média dos valores investidos em candidaturas trans e compararmos a média das candidaturas não trans fica clara a transfobia. O valor é ínfimo.

Duda diz que o candidato derrotado pelo PDT à Presidência, Ciro Gomes, a convidou a ingressar no partido, mas que no momento ainda analisa as opções e que pretende focar em seus “projetos de luta social”. Ela no entanto não descartou uma candidura à Prefeitura de Belo Horizonte.

Nas redes sociais, Duda diz que o partido se apropria da luta e da identidade trans para privilegiar figuras e candidaturas já privilegiadas. Ambientalista e defensora dos animais, ela acusa o partido ainda de colocar a causa animal em segundo plano.

“Deixo o PSOL por não concordar com a perspectiva antropocêntrica que estrutura o partido. Enquanto vegana, ambientalista e defensora dos direitos dos animais, não posso aceitar que a luta para difundir o respeito às vidas de todos animais fique em segundo plano. Deixo o PSOL também por não concordar com algumas diretrizes internas do partido”, afirma.

Duda diz ainda que a desfiliação ocorreu não por causa das pessoas que integram o partido, “mas à estrutura partidária”.

“Anuncio minha desfiliação do PSOL. Deixo o partido, mas continuo meu ativismo por uma sociedade mais justa, mais igualitária e mais democrática. Mantenho vivo também o projeto de colocar no protagonismo político as bandeiras da Educação, do Meio Ambiente e da Diversidade (…) Sigamos em luta, não mais na mesma organização, por um mundo sem desigualdades sociais. A utopia segue viva!”, escreveu.

Em nota, o diretório do partido em Minas Gerais diz que lamenta a desfiliação de Duda, anuncio que receberam com “tristeza”. O PSOL diz que reconhe falhas na estrutura e na pedagogia da legenda.

“Com muita tristeza recebemos hoje a notícia do pedido de desfiliação da companheira Duda Salabert, que com muito orgulho nos representou na candidatura para o senado de MG. A luta por um mundo sem opressão é coletiva e isso nos exige humildade para reconhecer falhas e pedagogia para corrigi-las visto que estamos em constante evolução”.

O partido reafirma, ainda, a luta por “um mundo sem machismo, rascismo, LGBT+fobia e a transfobia, e o enfrentamento dessas práticas seja no interior de nosso partido, ou em toda sociedade”.

Duda conseguiu 351.874 mil votos no estado, a maior votação do partido em Minas, mas não foi eleita.

Duda Salaber anuncia desfiliação do PSOL e acusa partido de

– O Racismo do conselheiro do Santos FC: #ExpulsaORacista

Que nojo! Racismo não cabe mais, pois somos somente uma raça: a humana!

Viram a declaração racista e totalmente condenável do conselheiro do Santos FC, Adilson Durante Filho

O áudio está disponível em: https://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/times/santos/noticia/conselheiro-do-santos-faz-declaracoes-racistas-clube-repudia-e-torcida-pede-expulsao.ghtml

Pois bem: o que eu penso sobre isso foi de encontro com a coluna abaixo de Juliano Costa (no GloboEsporte.com), que compartilho, 

Extraído de: https://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/futebol/times/santos/noticia/opiniao-santos-pode-fazer-historia-na-luta-contra-o-racismo.ghtml

SANTOS PODE FAZER HISTÓRIA NA LUTA CONTRA O RACISMO

Declaração racista de conselheiro expõe o clube, que não pode se omitir diante da gravidade do caso

A hashtag “ExpulsaORacista” foi uma das mais comentadas no Twitter no mundo todo nesta quinta-feira, mas a mobilização dos internautas – santistas ou não – foi insuficiente para fazer com que ao menos 20 membros do Conselho Deliberativo do Santos protocolassem um pedido de expulsão de Adilson Durante Filho.

Até agora, nada foi feito pelo clube além de uma nota de repúdio, que, apesar de bem escrita, é muito pequena diante da gravidade das declarações desse homem de meia-idade, filiado a um partido político e funcionário da Prefeitura de Santos, uma das cidades mais ricas e tradicionais do estado de São Paulo.

É dever de todos nós – jornalistas, torcedores, gente que se importa com gente, autoproclamadas “cidadão de bem” ou não – combater o racismo.

Manter Adilson Durante Filho no seu Conselho Deliberativo é uma vergonha indescritível para a história do Santos. Não há como passar pano. Ele mesmo já admitiu que gravou o áudio.

Ora, então o que os nobres conselheiros estão esperando? Não importa se é feriado.

O Santos precisa dar uma resposta não só aos seus torcedores, mas à sociedade como um todo. E precisa fazer isso rápido.

Trata-se de uma oportunidade de fazer história – assim como o Vasco fez nos anos 20, ao bancar a escalação de jogadores negros, e como o Bahia tem feito hoje, dia após dia, na luta pelas minorias.

O Santos se tornou conhecido no mundo todo (e ainda é o clube brasileiro mais famoso) com um time nos anos 60 que contava com quatro negros em seu ataque titular, incluindo o maior de todos, o Rei. O Santos continuou sendo reconhecido por revelar meninos como Robinho, Neymar, Rodrygo. Mais incrível: o Santos parou uma guerra na África, porque combatentes de duas etnias rivais queriam ver o time de Pelé jogar.

Pegando essa deixa, escrevo agora particularmente para o presidente José Carlos Peres e os membros do Conselho Deliberativo do Santos: sabem aquela foto do menino pobre na África, com uma camisa do Santos, brincando com uma bola improvisada? Aqui na Globo SP imprimimos essa foto há um tempo e a colocamos na nossa sala de reuniões – é a única coisa destoando em uma parede pintada de “branco corporativo”. Ela nos inspira. Gostamos da ideia de pensar que trabalhamos para atender gente como aquele menino sorridente – e não como Adilson Durante Filho.

Aquele menino mora em Moçambique, uma ex-colônia portuguesa, como o Brasil. Ele se chama João. É o mesmo nome do meu filho de três anos. Há um oceano separando os dois. Mas ambos torcem pelo mesmo time, o Santos Futebol Clube.

O João de Moçambique é negro. O meu João é branco. É a união dessas duas cores que faz o Santos ser o “Glorioso Alvinegro Praiano”, um “orgulho que nem todos podem ter”.

Então, senhor presidente, senhores do Conselho, é hora de vocês fazerem história, é hora de vocês mostrarem que “não é só futebol”, é hora de mostrar que o Santos está acima de qualquer questão política. É uma questão de princípios. É a oportunidade perfeita para mostrar que esse tipo de atitude não é mais aceitável, tolerável. Para que o meu João, o João de Moçambique e tantos outros Joões cresçam num mundo sem racismo.

*Juliano Costa, 38, é editor-executivo do GloboEsporte.com

Santos multicampeão dos anos 60: Pelé era um dos quatro negros do ataque titular — Foto: Divulgação / Conmebol

Santos multicampeão dos anos 60: Pelé era um dos quatro negros do ataque titular — Foto: Divulgação / Conmebol

– A nobre atitude do Goleiro do Peñarol com o torcedor adversário Down!

É mais do que futebol: viram a história de Dawson e Down, com participação do árbitro que entrou na brincadeira?

Conheça tal belo acontecimento:

Extraído de: https://esporte.ig.com.br/futebol/internacional/2019-04-15/goleiro-do-pearol-leva-gol-de-penalti-de-torcedor-com-sindrome-de-down.html

GOLEIRO DO PEÑAROL REALIZA SONHO DE TORCEDOR COM SÍNDROME DE DOWN

No último sábado, o futebol proporcionou um belo jogo para os torcedores que acompanhavam a partida entre Plaza Colonia e Peñarol, pelo Campeonato Uruguaio. Durante o tempo regulamentar, o jogo transcorreu de forma normal, e o Peñarol venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado no primeiro tempo.  Porém, após o jogo, o goleiro da equipe visitante realizou um gesto nobre.

Atendendo a um pedido de um jovem torcedor do Plaza, equipe da casa, o goleiro Dawson participou de uma mini-disputa de pênaltis. O jovem, que era portador da Síndrome de Down arrumou a bola no gramado e pediu para o arqueiro do Peñarol  ir para o gol. O árbitro da partida também entrou na brincadeira e se posicionou para autorizar a cobrança.

Após todos os preparativos, o árbitro autorizou a cobrança e o jovem bateu colocado. Para delírio do jovem, Dawson deixou a bola passar e o gol foi marcado. O torcedor foi comemorar com a torcida do Plaza, clube para o qual torce. Confira a cobrança no vídeo abaixo: 

Após o gol, o jovem foi comemorar com o goleiro e com os demais jogadores. Em suas redes sociais, o Penãrol publicou uma foto de Dawson abraçado com o torcedor com a legenda em espanhol “simplesmente futebol”. No próximo dia 8, o clube uruguaio enfrentará o Flamengo pela última rodada da fase de grupos da Libertadores.

Goleiro do Peñarol abraça torcedor que fez gol de pênalti
Reprodução/Facebook – Goleiro do Peñarol levou gol de torcedor mirim do time rival que sofre com Síndrome de Down

– Os torcedores que imitaram “avião em queda” no jogo da Chapecoense!

“Ser um idiota” tem limites?

Ás vezes, não. Não é a idiotice apenas que acaba com a pessoa, é também o fanatismo e a insensibilidade humana. Um lixo amontoado com formato de gente. Se é que dá para chamar de gente…

Digo isso ao ver esses babacas (perdoe-me o desabafo) de torcedores do Figueirense provocando os da Chapecoense com a tragédia da queda do avião, onde dezenas de inocentes pessoas foram vitimadas, fazendo “aviõezinhos que se esborracham” com as mãos.

Tenho certeza que a maioria dos torcedores do Figueira desaprova isso, e que o clube, ao identificá-los, terá vergonha de ter coisas assim ditas “apaixonadas” pelo time.

Pobre humanidade, onde existem tais seres sem sentimento algum.

Ops: se é durante o jogo e o árbitro vê, paralisa-se a partida e as autoridades policiais os detém. Tal manifestação está entre aquelas que devem ser proibidas como racismo, homofobia, sexismo, xenofobia, entre tantas.

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– A cada cinco chamadas ao SAMU, uma é trote!

Número impressionante: mais de 20% dos chamados ao SAMU são trotes (média do Brasil)!

Já imaginou tal número? O que faz um sujeito incomodar socorristas médicos e enfermeiros, a troco de nada? Pensem o que isso atrapalha a sociedade e como retarda o socorro aos doentes.

Fico refletindo: o cara não tem sensibilidade?

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– ReforAmar: a moça que criou um projeto de Reformas com Amor!

Admiro pessoas que sabem fazer de tudo para mudar o mundo para melhor!

Quer conhecer um caso assim?

Conheça Fernanda, que sentiu na pele a dor da pobreza e dificuldades na vida. Hoje, luta por quem precisa!

Extraído de: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2019/04/07/a-menina-que-cresceu-sonhando-com-um-lar-sem-goteiras-e-hoje-transforma-casas-de-graca.ghtml

A MENINA QUE CRESCEU SONHANDO COM UM LAR SEM GOTEIRAS E HOJE ‘TRANSFORMA CASAS’ DE GRAÇA

Fernanda Silmara Silva dos Santos se inspirou em dificuldades enfrentadas na infância, na casa de taipa e cheia de goteiras onde vivia, em Natal, para começar ação que envolve hoje 70 voluntários.

Fernanda ainda era criança quando olhava para o teto e pensava: “Sinto raiva da chuva”.

Ela morava com os pais e os cinco irmãos em uma casa “bem pequena, de taipa e tijolos brancos” em Natal, no Rio Grande do Norte, onde tinham sala, cozinha, dois quartos e um banheiro nos fundos do quintal – com um monte de goteiras.

Quando chovia, uma caixa de fogão transformada em guarda-roupa, a cama e o chão sempre ficavam encharcados. O “reboco antigo”, de barro, também infiltrava e o cheiro que ficava no ar – para “vergonha” da menina – foi chamado de ruim por um amigo da escola.

“O que eu pensava era que quando crescesse ia querer uma casa que não tivesse goteiras”, diz. “Era com isso que eu sonhava.”

Hoje técnica em controle ambiental, tecnóloga em construção de edifícios e prestes a se formar em Engenharia Civil, ela lembra da história para explicar por que, aos 21 anos, decidiu criar um projeto voluntário para reformar casas, sem cobrar nada.

O projeto nasceu em julho de 2018 e recebeu o nome de ReforAmar – uma “junção de reforma com amor” que idealizou influenciada pela própria história vida e com o qual pretende “mudar o que mais incomoda” a pessoas de baixa renda, asilos e, futuramente, também a abrigos de crianças. “A Fernanda criança ia querer que trocassem o telhado, para não cair mais chuva dentro de casa, mas para outras pessoas pode haver outras prioridades”, diz. E isso vai desde paredes pintadas até obras maiores.

A ação atendeu até agora cinco casas e um asilo em Natal. O número de voluntários passou de cinco para 70 em menos de um ano, e cinco novas obras são previstas até dezembro. É um alcance que Fernanda espera aumentar. “A intenção é chegar a outras cidades e quem sabe crescer a ponto de também poder contratar pessoas. Mas tudo com os pés no chão”.

INSPIRAÇÃO PARA COMEÇAR

O desejo de mudança que a menina alimentava para as próprias condições de moradia foi a maior inspiração para o projeto e para o caminho profissional que decidiu trilhar.

Filha de uma empregada doméstica e de um ex-padeiro, ela cresceu assistindo ao pai e posteriormente ao padastro derrubando e construindo paredes – “por partes e aos poucos”, para melhorar a casa.

Já aos 18 anos e morando sozinha em um “quartinho” no imóvel, após o restante da família se mudar, um tio aposentado se ofereceu para ajudá-la em uma possível reforma.

Ele trabalharia de graça. Só precisaria do material para a obra.

“Queria que as pessoas tivessem uma transformação de vida como eu tive vendo o meu tio Erivan construindo uma casa nova para mim”, diz Fernanda. “E isso não é uma questão só de autoestima para elas. É uma questão de saúde. Tem muita gente vivendo em lugares insalubres”.

Um outro trabalho voluntário que ela desenvolveu dos 15 aos 17 anos com amigos – e que só parou porque teria menos disponibilidade com a universidade – também serviu de ingrediente nessa história.

O projeto funcionava aos sábados, quando eles atravessavam a cidade com nariz de palhaço, tiaras, chapéus, tinta e maquiagem dentro da bolsa.

O grupo pintava o rosto e se vestia em banheiros de hospitais, para fazer mágica, teatro e brincar com as crianças internadas. Fernanda começou a fazer vendo outras pessoas que conhecia em ações semelhantes.

“Isso desperta a solidariedade nas pessoas e se multiplica”, acredita ela.

“E a gente saía mais feliz e mais grato de lá. A gente ganhava coisas muito mais importantes do que dinheiro. Era abraço, sorriso, as crianças pedindo para a gente ficar mais. Acredito que fazendo isso o universo nos manda coisas boas”.

No projeto voltado a reformas, além de gratidão ela diz receber um extra: é “experiência profissional e social” para ela e os outros voluntários.

O grupo é formado por estudantes de diversas áreas, mas principalmente da construção civil, e inclui engenheiros e arquitetos já formados e pós-graduados.

“Eu chamei meus amigos para participar e eles adoraram a ideia”.

Fotos e vídeos postados no Instagram mostram o grupo limpando fachadas, lixando e pintando paredes – ou com as mãos literalmente na massa.

Na primeira ação, eram apenas Fernanda e quatro amigos. Andando pelas ruas do Alecrim, o bairro de comércio popular onde ela cresceu em Natal, eles encontraram a casa onde poderiam começar.

Dentro do imóvel estavam uma artesã e o marido, na época desempregado – “desconfiados” ao ouvirem a “boa ação” batendo na porta.

“Eles não quiseram abrir e nós tivemos que pedir os contatos deles a uma vizinha para ligar e explicar a história”.

A história que ouviram de volta foi de que Leila, a dona, “sempre teve vergonha da frente da casa e nunca teve condições de pintar”. “O dinheiro que recebia era só para remédios e comida”.

Os voluntários dividiram então o custo que teriam, um total de R$ 200 que tiraram dos próprios bolsos, para comprar os primeiros pincéis, tintas e materiais como selador, uma espécie de base para deixar a parede em melhores condições de pintura.

Foi daí que vieram as primeiras imagens de “antes e depois” que postaram nas redes sociais e o incentivo para que o projeto começasse a deslanchar.

“Algumas casas nós encontramos buscando pelas ruas, mas também deixamos um link no Instagram para as pessoas mandarem fotos e histórias”, diz Fernanda.

“Com essas indicações, nós vamos conversar com as pessoas, perguntamos o que as incomoda, avaliamos a estrutura, fazemos medições, uma maquete eletrônica de como vai ficar e o orçamento. Daí postamos tudo no Instagram com fotos e a lista de o que vamos precisar. Arrecadamos sacos de cimento, tinta, outros produtos e dinheiro com essa divulgação na rede. E então quando estamos com o material vamos lá fazer, sem cobrar nada”.

Entre os contemplados está Bruna, que precisou deixar a faculdade para cuidar da mãe, vítima de AVC, e das duas filhas pequenas.

Em um vídeo divulgado na rede social, Bruna diz que a reforma era “um sonho” – e a casa amarela e de paredes descascadas onde morava com a família aparece em fotos, vídeos e stories com reboco novo e, agora, pintada de azul.

Sala, janelas e porta também foram renovados e a frente ganhou um pequeno jardim vertical, feito com estrados de madeira reciclados e a ajuda das crianças.

Em meio aos 70 voluntários, há quem doe mão de obra, materiais de construção e dinheiro.

Uma empresa de materiais elétricos recentemente aderiu à causa.

O grupo precisou ainda do reforço de pedreiros e para encontrar ao menos um que se engajasse na ação teve de buscá-los em uma página de classificados online, e adicionar vários para conversar. Foi aí que acharam Jacson.

Outros profissionais, como o grafiteiro Paulo, também se juntaram à empreitada.

Nesse caso específico, ele ajudou a dar vida à fachada de um asilo que abriga aproximadamente 50 idosos.

“Eles tinham um muro branco na frente, antigo, sujo, e uma placa pequena com o nome Lar da Vovozinha. O lugar passava despercebido”, diz Fernanda, e foi isso o que os voluntários mudaram a muitas mãos e com esse reforço no final do ano passado.

Em 2019, quando já voltaram a entrar em campo, eles fizeram a fachada, a sala e a cozinha de um homem de 96 anos que, segundo descrevem, toma conta de duas filhas”.

“Foi a ação que fizemos em fevereiro. Inicialmente faríamos a sala e a fachada, mas acabamos arrecadando mais do que precisávamos e compramos um armário para eles, porque o que tinham estava caindo. Também pintamos a cozinha”, diz Fernanda.

A próxima reforma, segundo os planos que anuncia, será realizada no final de abril.

“Será o nosso maior passo”, descreve a idealizadora. “Estamos fazendo o planejamento, as propostas e esperamos fazer a obra em três finais de semana. Queremos fazer a casa completa, derrubar a fachada e o banheiro, trocar o telhado e a instalação elétrica”.

Por trás das paredes, desta vez, está o que chama de “indicação de coração”.

É um amigo que conheceu aos 15 anos e que junto com ela se vestia de palhaço para alegrar crianças nos hospitais. “Desde que eu criei o projeto pensava em reformar a casa dele”, diz Fernanda.

“Ele trabalha como vendedor ambulante e o irmão entrega panfletos para lojas. É a pessoa mais humilde que eu conheço, não por questões financeiras, mas porque eu sei que mesmo também precisando dessa ajuda ele ajuda ao próximo”.

Fernanda diz que o projeto que criou “não tem data para acabar”.

Além de literalmente por a mão na massa como voluntária e de estudar, ela trabalha ajudando a contratar pessoal para obras e também na área de eventos, como operadora de caixa e servindo ao público.

Com o diploma de engenheira em mãos, sua expectativa é se especializar em perícia e patologia de edificações, assim como na área de gestão de projetos. No futuro, pretende abrir a própria empresa e continuar a ação voluntária.

A menina tem hoje 22 anos e vive na mesma casa que já foi de taipa. Hoje, não vê mais goteiras nem sente o cheiro que lhe envergonhou um dia – graças à reforma que o tio, um ex-funcionário de supermercado, fez com as próprias mãos, tendo ela e o irmão como ajudantes. A chuva, quando chega, é agora bem-vinda: “É bom demais ficar em casa com uma chuvinha tirando o calor de Natal”.

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Fernanda pintava o rosto, usava tiaras e nariz de palhaço para animar crianças em hospitais de Natal: “Saía feliz” — Foto: Arquivo pessoal/BBC

– Ao menos, um intolerante mal educado resolveu reconhecer o erro?

Eu não sabia desse feliz desfecho: dias atrás, Gabriela Moreira, da Sportv, foi ofendida covardemente por mais um daqueles desrespeitosos cidadãos que pensam “tudo poder nas Redes Sociais”. Um fanático torcedor de futebol escreveu coisas impublicáveis quanto à sua honra.

Diante da enorme repercussão na mídia, houve uma humilde e correta demonstração de arrependimento do mesmo, pedindo desculpas pela sua estupidez.

Vale a pena ler toda a história, no link em: https://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2019/03/23/gremista-chama-reporter-da-globo-de-vadia-e-se-arrepende-apos-reacao/

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– Xingar na Internet tem peso menor?

Muitos ainda cultuam a ideia de que “na arquibancada, tudo vale”. Discordo disso, e já discorri dos limites dessa situação em: https://wp.me/p55Mu0-29y

Infelizmente, ofender árbitro, comentarista ou qualquer pessoa ligada ao futebol via Redes Sociais (e fora do esporte também), parece ser algo “normal”, “aceitável” e “civilizado”. Se não é presencial, pode?

Ora, é de uma tremenda imbecilidade! Se a pessoa não pode cometer injúrias a outra no mundo real, por quê poderia no virtual?

Digo isso pois o comentarista Mauro Cezar, da ESPN Brasil (que tenho divergências de opiniões políticas e/ou esportivas, mas sempre o respeitei como bom profissional e pessoa respeitada que é), foi protagonista da demissão de um torcedor mal educado.

Entenda: após o Mauro fazer um comentário do jogo do Flamengo, um raivoso internauta o ofendeu mandando “VTNC” (que significa, para os desavisados, “Vai tomar no cu”, em linguagem de internet). E ainda o chamou de “bosta”.

Que raio de Educação tem um cara como esse? Discordar da opinião é uma coisa. Xingar gratuitamente, é ato de vagabundo. Já era o tempo da selvageria nas relações.

Pois bem: Mauro Cezar respondeu questionando-o se na firma em que trabalha incentiva comportamentos desajustados como esse, escrevendo: “lá na empresa eles estimam os funcionários a xingar a pessoas pura e simplesmente por discordar em algo sobre futebol?”. Na sequência, colou a logo do patrão do internauta, a gigante Arcelor Mittal.

Conclusão: o “boca-suja”foi demitido

Pense: no mundo de hoje, a Educação se faz presente em qualquer área, e um profissional, muitas vezes, representa a instituição que lhe emprega, exigindo a boa conduta full time.

Não discordo da Arcelor Mittal, nem do Mauro Cezar responder da forma que fez. Se o cara faz isso por uma bobagem chamada futebol, qual a reação que terá em pendengas mais sérias?

O tuíte da confusão, abaixo:

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– E os pobres saudosos dos defuntos de Brumadinho?

Há um mês aconteceu a tragédia socio-economico-ambiental em Brumadinho. Muito se tem falado sobre o andamento do pagamento das indenizações da Vale, mas algo mais tocante tem que ser entendido e discutido: a dor de quem não se despediu da pessoa querida e nem viu o corpo do ente desaparecido (que provavelmente faleceu no desastre).

Já imaginou o que é sofrer morrendo na lama? E o desespero da incerteza do parente que no fundo tem uma esperança em encontrá-lo em algum lugar?

Será que essas pessoas, independente do dinheiro, estão tendo ajuda psicológica adequada após tamanha violência emocional?

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– Os 5 Tricolores e suas diversas realidades.

1. Nos gloriosos anos 90, o Tricolor Paulista era respeitado como modelo de administração e de futebol bem jogado. Mas faz tempo… Hoje, virou uma bagunça. Jardine, o treinador demitido, continua no São Paulo em uma função a ser definida. Mancini, o diretor que prometeu não ser treinador, é quem treinará o clube no Paulistão, a fim de entregar no Brasileirão a equipe para Cuca, o treinador efetivamente contratado mas que ainda não treinará por estar de licença médica. Mas Jardine tem um estilo. Mancini outro. Cuca outro ainda. Dá para entender?

2. Já o Tricolor Gaúcho continua na sua Lua de Mel de time e torcida, com Renato Gaúcho fazendo o curso de treinador para a “licença A” exigida pela CBF. E com Tardelli, o Grêmio ganha ainda mais corpo e se prepara para o Brasileirão!

3. Não nos esqueçamos do Tricolor Carioca. O Fluminense, com elenco muito mais humilde do que o Flamengo e jogando no tik-tak de Fernando Diniz, ganhou do badalado Abel – que “não deu uma cara” para o Mengão ainda.

4. Por fim, destaque para o Tricolor Baiano. O Bahia está resgatando uma campanha em favor dos LGBTQ+, que começou em Maio do ano passado e retorna agora em Fevereiro no combate específico à Transfobia.

5. Ops: não poderia deixar de falar sobre o Tricolor Jundiaiense, nosso Paulista de Jundiaí. Próximo da 4a divisão estadual começar, não tem treinador contratado nem elenco no Jayme Cintra. Será que correria o risco de, apesar de confirmar a sua participação no torneio, desistir? Infelizmente sim. Uma pena.

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– Não confunda Educação Sexual com a Ideologia de Gênero

Gosto muito de ouvir a discussão (mesmo detestando o teor do assunto) para tentar entender quais argumentos força-se à compreensão: a turma que defende a Ideologia de Gênero e a que defende como uma forma de Educação Sexual.

Ora, aqui não estamos falando em defesa da homofobia, preconceito ou coisa que o valha. Falamos de respeito indistinto ao cidadão, seja ele LGBTQ+ ou não, sem a apologia de qualquer prática sexual e erotização precoce.

Educação Sexual é prevenção à Saúde, uma forma de mostrar para as crianças a caminho da adolescência a respeito da existência dos órgãos sexuais, funcionalidades e cuidados. Um limiar delicado entre a inocência da infância e ao aprendizado das malícias da adolescência e juventude.

Pesa-me ver que muitos utilizam o argumento da Ideologia do Gênero (onde defende-se a escolha do sexo a querer se seguir) como algo travestido da tão necessária e correta Educação Sexual. São coisas distintas!

É constrangedor (e ouso dizer: um crime moral contra a Educação proporcionada pelos pais às suas crianças) querer forçar ao pobre garoto ingênuo ou a pura menina inocente a “escolher o sexo” ou a se “identificar com algo diferente do que nasceu”. Nasce-se homem ou mulher e o caminho natural da maioria é escolher o sexo oposto para se relacionar, casar e procriar. Sabido é que uma outra parcela acaba preferindo o mesmo sexo, e na nossa sociedade há de se respeitar. Mas insistir com o propósito de que se “escolhe ser homem ou mulher”, fazendo disso uma bandeira imposta nas escolas através de tal equivocada bandeira, é pregar que as crianças, precocemente, desejem o sexo que bem lhe convier ou que sejam influenciadas a escolher. Isso não é Educação Sexual, é Doutrinação / Influência / Apologia, que nada têm a ver com o amadurecimento do indivíduo como pessoa.

Aliás, repararam como tal assunto tornou-se uma bandeira política? A sala de aula não é lugar de tal coisa, nem de partidarismos de qualquer linha (aproveitando a deixa da militância partidária). É lugar de politização (mostrando todos os lados), permitindo o debate sadio e o desenvolvimento do espírito crítico, sem rotular os alunos de esquerdistas, direitistas, feministas ou até mesmo, criando a alcunha disfarçada da heterofobistas. Parece que um homem desejar casar com uma mulher e ter tal comportamento se tornou um pecado!.

Por fim, repetindo o que já foi dito mas com outras palavras que há coisas distintas numa instituição de ensino: cuidado com o Proselitismo a ser evitado versus a Educação Cidadã que deve ser fomentada, pois a escola não deve ser um lugar onde se dê mais importância ao prazer do gosto sexual do que o respeito aos seus semelhantes, aos valores cidadãos e corretos de uma sociedade que carece de mais ética e honestidade.

Sinto pena ao reparar que o sexo, para muita gente influente, passou a ser a coisa mais importante do mundo do que a solidariedade e o socorro para outras causas sociais.

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– Doe Sangue, seja a diferença e contagie solidariedade!

Um momento de alegria que compartilho: meu depoimento ao livro publicado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, chamado “Linhas da Vida”, que retrata as motivações de doadores de sangue e o incentivo a novos voluntários. 

Do que pude falar, fico feliz das 4 frases (nas figuras à esquerda) que foram extraídas em destaque, lembrando sempre que nada substituirá a gentileza humana.

Abaixo, o Capítulo “A VOLUNTÁRIA”, onde conto a história real de uma anônima mulher que me transformou em agente da solidariedade.

– Cobrar, independente do voto!

O Brasil já é presidido por Jair Messias Bolsonaro. Mesmo se fosse Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Marina Silva ou Amoêdo, a ideia cidadã deve ser de que:

  • se o seu candidato venceu, cobre-o, pois você depositou o voto nele.
  • se não foi o seu candidato que venceu, ao vencedor deve-se cobrar, pois, afinal, você não o queria e ele deve te convencer.

É nisso que mora a cidadania: o respeito ao direito do voto e à democracia, além da necessidade de torcer sempre para um Brasil melhor, independente do nome escolhido lhe agradar ou não.

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– Exame de Consciência de Final de Ano

Um puxão de orelha necessário! É isso que penso ao ler esse texto escrito pelo Papa Bento XVI, em sua última homilia de Natal:

Estamos completamente repletos de nós mesmos, sem tempo e espaço suficientes para Deus, para as crianças e para os pobres”.

Tem ou não razão? Ótimo para refletirmos nesse final de ano…

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– Punho de Ferro, Super Drags e Audiência!

No mundo dos negócios, se não dá lucro, “fecha” / “para de vender”/ descontinua a produção.

A Netflix, canal da Web tão famoso no streaming, cancelou várias produções, incluindo algumas da Toda-Poderosa Marvel. A do Punho de Ferro é um dos exemplos.

Agora, leio uma crítica no site Observatório do Cinema de que uma nova temporada da série animada Super Drags foi cancelada pela onda de “Conservadorismo do Brasil”. O desenho se baseia na história de 3 jovens homens que durante o dia trabalham numa loja de departamentos, mas que de noite se vestem de mulher e se transformam em Drag Queens super poderosas, “recrutando LGBT+ para espalhar purpurina para o mundo inteiro”, conforme a publicação.

Ora, aqui não existe nada de homofobia ou coisa que o valha. Simplesmente não deu audiência, ficou somente na Temporada 1. Não se pode forçar a barra por uma temática se não esteja valendo a pena.

Parece que tudo será medido pelo extremo político, sexual, racial ou social nesse país… Nada de dividir o Brasil, amigos!

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– Falta pão em Cuba!

É muito sofrimento para um povo!

Após o colapso do sistema imposto pela Família Castro, Cuba vive, hoje, numa miséria assustadora.

Falta à população, acredite, pão!

Extraído de:  http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/cubanos-protestam-em-redes-sociais-contra-falta-de-pao/7239746/

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– O insensível deboche de “Jesus na Goiabeira” e a sensibilidade afeita com Battisti

Quando existe maldade ou má vontade, as pessoas deturpam uma realidade e a querem tornar verdade. Pior: quando o fanatismo político bate de frente com o religioso, ou vice-versa.

Digo isso pela COVARDIA na criação de memes ironizando a futura Ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves. Entenda:

Circula na Internet uma pregação cristã (Damares é evangélica) onde ela diz que “viu Jesus na goiabeira“. Tal frase, que “bombou” na Internet, foi retirada de uma tragédia pessoal: entre os 6 e 10 anos de idade, a então garotinha Damares foi abusada sexualmente por um tio, e sendo criança, pobre e com medo, cansada de ser violentada, tentou o suicídio. Perto de se matar, na goiabeira em que consumiria sua vida, pensou em Deus e viu / sentiu / clamou por Jesus.

Ora, é um testemunho de fé sobre o que fez para tentar viver. A frase em que “vê Jesus na goiabeira” é uma forma poética e de resiliência de uma coitadinha! Um depoimento para mostrar que a fé em Jesus Cristo a fez mudar de ideia no local onde estava.

Eu tenho filha nessa idade. Se você é pai ou mãe, se coloque neste contexto substituindo Damares pela sua pequena e pense duas vezes antes da ironia.

Quem fez meme desse fato pensando ser um delírio, certamente se arrepende. Mas quem ainda assim, sabendo dessa triste violência sexual e a história por trás dela, faz brincadeira de mau gosto, é desumano.

Concomitantemente, leio que começaram as manifestações contra a extradição do italiano político Cesare Battisti, sob a alegação de que é perseguido político.

Battisti é considerado terrorista na Itália e foi condenado à prisão perpétua por assassinatos cometidos contra inocentes. Fugiu para o Brasil onde os últimos governos o aceitaram como refugiado.

A este, muitos sarristas da figuração de “Jesus na goiabeira”, por questão ideológica, tem compaixão?

Falar de Deus – sendo católico, evangélico ou de qualquer outra denominação, parece ser uma aberração. Já para “defender bandido”, aí sim os “direitos do indivíduo” são lembrados por essas pessoas!

Encerrando: Damares Alves, com 10 anos e muitos abusos sofridos, teve quantas pessoas manifestando por ela e a ajudando? Parece-me que só um cabeludo no pé de goiaba… Já o carcamano italiano…

– Duas alegrias: doar e incentivar!

Hoje é o dia da minha costumeira doação de plaquetas e hemoderivados.

Tão grande a alegria em doar é a de motivar a doação alheia. Particularmente, incomensurável ver a minha filha Marininha abraçando tal causa com seus cartazes incentivadores.

Aqui, a “Gotinha de Natal“:

– Parabéns, Operação Lava-Jato!

Mais uma vitória na luta contra a corrupção política no Brasil: nesta quinta-feira cedo, prendeu-se o Pezão, governador do Rio de Janeiro que sucedeu o também corrupto Sérgio Cabral

Aos poucos, o país vai sendo passado a limpo. Parabéns! Mas ainda faltam Aécio, Serra, Dilma, Temer e tantos outros já denunciados / réus e suspeitos que “transpiram” incredibilidade.

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– A urgente carência de doadoras ao Banco de Leite de Jundiaí. Ajude, Doe Leite!

O Banco de Leite Humano de Jundiaí precisa URGENTE de doadoras de leite materno!

Segundo Marcela Biondi (responsável pela instituição) em entrevista para a Rádio Cidade ao jornalista Cícero Henrique, 95 litros de leite entraram nesse mês e toda a quantidade (que é pouca) já foi consumida pelos recém-nascidos nas incubadoras! O estoque está ZERADO para as UTIs neo-natal da nossa região.

Assim: divulgue, promova e abrace essa causa – Doe Leite Materno, tão necessário às crianças que nasceram com menos de 1kg e que se encontram hospitalizadas em Unidades de Terapia Intensiva.

O telefone do Banco de Leite Humano de Jundiaí é: 0800 17 81 55 onde se dá a orientação para a coleta e se agenda a retira EM CASA para a comodidade das doadoras.

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– Ainda desintoxicando-me da Web!

Amigos, como sabem, estou desde algum tempo “fora do mundo virtual”. Vez ou outra, volto para uma ou duas postagens.

Expliquei sobre essa decisão aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/10/08/pausa/

Voltarei à normalidade dos textos em breve. Mas confesso: é muito bom evitar visualizações extremistas que as Redes Sociais promovem por alguns grupos de fanáticos – da política, do esporte e da religião.

A sociedade, em geral, confundiu infelizmente liberdade de expressão com permissão para agressão. E isso é péssimo!

Até logo!

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– Novembro Azul

Não importa se você é H ou M; o que vale é que todos DIVULGUEM a causa: se tivemos #OutubroRosa para a prevenção do #Câncer de #Mama entre as mulheres, agora é a vez do #NovembroAzul entre os homens, visando os cuidados com a #Próstata.

CONSULTE UM MÉDICO, não tenha medo ou preconceito da prevenção; se você deixar para depois pode ser “tarde demais”…

#estamoscomvocê #previna-se #hiae

– Que cambada de Chatos! A INFERNET no dia-a-dia

Vou misturar dois assuntos que se interligam: Política e Religião, que pouca gente quer discutirmas se deve respeitar.

Viram como está se beirando o fanatismo religioso as Eleições? A turma do #EleNão, a dos #Bolsomitos, do #LulaLivre, do #MLB entre outros grupos de Direita e Esquerda querendo prevalecer a verdade deles sem respeitar a dos outros.

  1. Lula é deus e Haddad seu profeta para alguns (e toda a corrupção, petrolão e mensalão são “mentirinhas”.
  2. Bolsonaro e sua metralhadora são a salvação para todos os males da Nação (como se nunca estivesse ido a Brasília e fosse novo em pleitos).
  3. Alckmin é o santo, e seus pares discípulos intocáveis, como Aécio e Serra.
  4. Meirelles? Orbitou tanto tempo, é do MDB de Temer que não caiu e do Renan que sempre  se agarra no poder.
  5. Aliás, a dona Manuela, vice do Lula e agora do Haddad, tão correta que é, não se manifesta ou importa do Calheiros estar com eles (assim como Jucá e Temer estiveram um dia)? Demagogia barata…

O duro é você entrar na Internet e ver o Inferno que se tornou, com apoiadores de toda essa gente poluindo as Redes Sociais e transformando-as em Redes Anti-Sociais.

Sem dúvida, virou INFERNET, como diria nosso pároco, Padre Márcio. E é aqui que interajo Política com Religião. Leram o Evangelho desse domingo?

De São Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48):

Naquele tempo, 38João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”. 39Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. 40Quem não é contra nós é a nosso favor.

41Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

42E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço. 43Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

45Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno. 47Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, 48‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Pois é: assim como a Boa Nova diz entre outras coisas que, se nossas companhias nos levam às drogas, devemos nos afastar delas; ou como se nossas mãos servem para agredir ao invés de serem estendidas para ajuda, nós também devemos evitar / cortar coisas que nos perturbem ou levem à perdição. Discutir desrespeitosamente a Política e estimar pessoas corruptas é um desses casos, que nos cegam, que tiram da razão e afloram as discussões, transformando a Internet num verdadeiro “Infernet”!

Cuidado para que não nos esqueçamos de refletir a imagem abaixo:

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– Dá para levar a sério tais candidatos?

Caricaturas políticas devem ser levadas a sério?

Veja só alguns candidatos que fazem palhaçadas ou querem chamar a atenção bizzarramente na eleição. São de 2016, mas perfeitamente sem encaixam em 2018! Seriam confiáveis e competentes?

Extraído de: http://istoe.com.br/baixo-nivel-eleitoral/

O BAIXO NÍVEL ELEITORAL

No auge da descrença com a política, partidos deixam ideologias e propostas de lado e apostam em brincadeiras de mau gosto. Assim, fica difícil resgatar a credibilidade junto à sociedade.

Ao colocarem em vigor novas regras, as autoridades eleitorais esperavam ter um respiro nos velhos hábitos da política brasileira. Enganaram-se. A redução do tempo de rádio e televisão e o fim do financiamento empresarial não aplacaram práticas responsáveis por contaminar, ainda nas urnas, o nível e os costumes da política. Nem a insatisfação com os partidos, após o Petrolão, fez as legendas aumentarem a rigidez na escolha dos candidatos. Pelo contrário. Siglas de diferentes matizes colocaram novamente as ideologias e projetos em segundo plano. Dobraram a aposta em um vale-tudo por votos que mistura o jocoso com o oportunismo. Não se constrangem em impulsionar o desempenho nas urnas com celebridades, como os humoristas Marquito, sósias e personagens pitorescos. O PSDB mineiro, por exemplo, deixou uma postulante a vereadora em Contagem aderir ao nome de “Paula Tejano”. Sabe que ela não se destacará pelas promessas, mas por uma brincadeira adolescente. É similar ao que ocorre em Aracaju. Lá o nanico PHS dá palanque para que o motoboy André da Fonseca incorpore o personagem Chapolin e repita, fantasiado, bordões da série. Já, em Santos, o PP tenta pegar carona na Lava Jato. Fez de José Afonso Pinheiro, o zelador do tríplex do ex-presidente Lula no Guarujá, uma arma para ganhar cadeiras no legislativo.

Surfar em escândalos ou na popularidade de personalidades se tornou uma estratégia costumeira que empobrece a política. No auge do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 105 candidatos usavam o seu apelido em 2012. Um número que despencou com as denúncias contra o lulopetismo. E é graças a uma destas acusações que o PP de Santos, litoral paulista, lançou a candidatura de José Afonso Pinheiro. Trata-se, como ele frisa nos santinhos, do zelador do tríplex do Guarujá. Seus depoimentos complicaram a situação de Lula e da ex-primeira-dama Marisa Letícia com a Justiça. José Afonso afirmou que os dois vistoriaram a reforma do apartamento, que dizem não ser donos. Tamanha sinceridade fez com que fosse demitido no começo do ano. “Voltei para Santos, onde minha mulher trabalha como doméstica”, conta. As reportagens sobre o caso fizeram partidos o convidarem para ingressar na política. “Eu escolhi o PP, porque foi o primeiro que me chamou para conversar e gostei do pessoal”, afirma. Ex-campeão amador de boxe, sua plataforma se baseia na ajuda a projetos sociais. Os votos, espera conquistar principalmente de porteiros e zeladores. Para isto, passa o dia visitando edifícios. Invariavelmente, é questionado sobre o contato com Lula e Marisa Letícia.

TROCADILHOS

Se faltam ideologias, sobram brincadeiras. Candidatos usam trocadilhos e nomes inusitados para chamar a atenção. É o caso da autônoma Ana Paula Teodoro Mendonça (PSDB). Ela assumiu a identidade política de Ana “Paula Tejano” para concorrer a vereadora na cidade de Contagem, Minas Gerais. A cacofonia dos últimos dois nomes dá margens para inúmeras brincadeiras. “O pessoal acha graça. Acredito que ajuda (na eleição)”, conta a candidata, que quer trabalhar contra a homofobia e pelos animais. “Agora, se tem maldade, é na cabeça dos outros.” Ana Paula diz que trocou nas urnas o sobrenome Teodoro pelo Tejano por ser o jeito que a conhecem há tempos. A brincadeira teria começado entre os amigos na adolescência e pegou. Farão companhia para ela nestas eleições outros candidatos inusitados, como “Helio Quebra Bunda”em Cachoeira (BA), “Xereca” em Mongaguá (SP), “Nojo” em Parnaíba (MS) e “Vin Diesel Curitibano” na capital paranaense.

Em muitos casos, os nomes pitorescos afrontam a lei. Uma resolução TSE estabelece limites aos candidatos. É necessário que a alcunha escolhida “não atente contra o pudor e não seja ridículo ou irreverente”. A esteticista Risolene de Lima Macedo (PPL) acredita que seja o seu caso. Com o nome “Riso Sempre Riso”, ela concorre a uma vaga de vereadora em Igarassu, Pernambuco. “O meu nome (Risolene) leva a Riso. Todo mundo aqui me conhece desde criança assim”, afirma. “Nunca me viram triste”, garante. Na Câmara, ela pretende lutar pelo sorriso das crianças. Seu principal projeto é que o município ofereça dentistas nas escolas públicas. Com políticos como esses, fica díficil acreditar nos partidos. Se as brincadeiras trarão votos, só as urnas dirão. Mas, com certeza, não trazem credibilidade para a política.

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– Dia da Árvore

Quando eu era um garotinho, dia 21 de setembro sempre era um dia importante: o Dia da Árvore!

No primário, em todos os anos tínhamos aulas especiais e plantávamos alguma mudinha de qualquer coisa que fosse. Mas hoje, confesso que não li nem ouvi ninguém falando nada…

Está tudo virando concreto?

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– Os Banheiros Transexuais chegam às Escolas

Nos novos tempos em que tudo deve visar o politicamente correto, algumas faculdades inovam e adotam sanitários pensando em evitar a transfobia.

Compartilho, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/07/banheiros-unissex-ganham-espaco-em-universidades-do-pais.shtml

BANHEIROS UNISSEX GANHAM ESPAÇO EM UNIVERSIDADES DO PAÍS

Uso por alunos transexuais avança entre polêmicas e reações contrárias à medida

Por Mariana Estarque

No início deste ano, um adesivo foi colado na porta de um banheiro da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e, no mesmo dia, o lugar se tornou um campo de batalha. No aviso oficial estava escrito: “Banheiro unissex. Afinal, todo mundo usa o banheiro pelo mesmo motivo, né?”.

A mensagem era acompanhada pelos dois tradicionais bonequinhos, um de saia, outro sem. No meio deles, um sujeito novo, com metade da saia.

Por trás do tom bem-humorado do aviso, a medida do Centro de Ciências da Educação (CCE) dizia respeito a um debate sério sobre direitos básicos: o uso do banheiro por pessoas trans. Desde 2015, ao menos oito universidades federais adotaram banheiros unissex ou resoluções que permitem aos alunos usarem esses espaços segundo o gênero com o qual se identificam.

Na UFPI, já no primeiro dia, o adesivo oficial foi rasgado. Alunos que apoiavam a medida colaram cartazes por cima. Os papéis foram destruídos. Estudantes decidiram então pintar “unissex”. E assim ficou.
O diretor do CCE, Luis Carlos Sales, responsável pelo novo banheiro, diz que hoje o conflito está encerrado. “Acalmou. Não tem aviso oficial, mas todos sabem o que é.”

O professor destinou só um banheiro para uso comum, os outros permanecem iguais. “Alguns alunos trans não se sentiam à vontade nos banheiros convencionais, então atendemos a demanda deles”.

Assim como a Federal do Piauí, a Fluminense, a de Juiz de Fora, a do Sul da Bahia, a do ABC, a do Paraná, a do Rio Grande do Norte e do Tocantins adotaram medidas similares. Elas representam mais de 10% das 68 universidades federais do país. Em 2017, PUC-SP e USP fizeram o mesmo.

Segundo o Ministério da Educação, não há um levantamento oficial sobre o tema.

De acordo com a diretora de Promoção dos Direitos LGBT do Ministério dos Direitos Humanos (MDH), Marina Reidel, professora e mulher trans, a expansão dos banheiros está ligada a uma resolução de 2015.
Ela estabelece que as pessoas têm direito de usar o banheiro de acordo com a identidade de gênero, e dispõe sobre o uso do nome social em instituições de ensino. A decisão não tem força de lei, mas norteia políticas do setor.

A implementação dos banheiros e das políticas varia. Algumas partem de demandas de trans, outras surgem após agressões. Alguns casos são ações da universidade, outros, de unidades específicas.

A Federal do Paraná, por exemplo, abriu um banheiro  de uso comum em 2017, após requerimento de alunos trans. A medida não causou reações inflamadas, diz Silvana Carbonera, vice-diretora do setor onde a unidade foi feita.

Na Federal do Rio Grande do Norte, também não houve polêmica, segundo a reitora,  Angela Maria Paiva Cruz. Na Federal do Tocantins, em Araguaína (a 400 km de Palmas), a medida foi tomada após reclamações de heterossexuais.

“Chegavam mulheres evangélicas, chorando, que tinha ‘homem’ no banheiro. Os alunos trans não tinham para onde ir: eram sempre enxotados”, diz o diretor do campus, José Ribeiro, que transformou três banheiros em unissex.

Nem sempre, porém, há reações . A Escola Multicampi de Ciências Médicas, da UFRN, em Caicó, interior do estado, transformou todos os banheiros em unissex em 2016, com a entrada de uma aluna trans na residência médica. “Encontrei uma instituição que respeitou a minha dignidade”, diz Patrícia Targino Dutra, 30.

Patrícia se tornou professora da instituição. “Impressiona a postura da escola, no meio do sertão nordestino, onde o machismo impera.”

Na PUC-SP, que criou um banheiro unissex em 2017, a aluna e membro de um coletivo LGBT Luiza Ferrari, 22, diz que os embates acabaram. “A reação foi maior nas redes sociais”, diz a integrante da associação de professores, Maria Beatriz Abramides.

Entre as universidades que optaram por manter espaços segregados, mas garantir o acesso de trans por meio de portarias ou campanhas nos banheiros estão a Federal de Juiz de Fora (UFJF), Sul da Bahia (UFSB), do ABC (UFABC), Fluminense (UFF) e USP.

As quatro primeiras adotaram medidas que valem para toda a universidade. Já na USP, a iniciativa ficou restrita a uma unidade.

Em 2016, mulheres agrediram e expulsaram uma aluna trans do banheiro da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), da USP. Então, o conselho estabeleceu que os banheiros podem ser usados segundo a identidade de gênero.

Para a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da FFLCH, Elizabeth Harkot de La Taille, a implementação foi tranquila e “teve um efeito educativo”.

A UFF, por outro lado, ainda vive a polêmica, quase um ano após liberar os banheiros. A medida foi uma reação à atitude do vereador de Niterói (RJ) Carlos Jordy, do PSL, partido de Jair Bolsonaro.

Jordy afirma que enviou ofícios para a UFF, Ministério Público Federal e polícia sobre o tema e o uso de drogas. “Pessoas mal intencionadas podem dizer que se identificam com outro gênero para cometer assédio, estupro.”

A aluna de ciências sociais Liège Nonvieri, 22, trans, se sentiu contemplada pela resolução. Ela já usava o banheiro feminino, mas achou que o posicionamento da UFF foi importante.

Para a aluna de pedagogia Amanda Figueiredo, 30, a resolução tirou seu “direito e privacidade”. Ela se define como cristã e conservadora, e diz que se preocupa com sua segurança. “Se [um homem heterossexual] entrar, quem vai falar? Para depois ser acusado de homofóbico?”

Para o movimento UFF Livre, contrário à resolução, identidade de gênero e orientação sexual são questões “de foro íntimo”, e as placas visam “atender interesses de uma militância político-ideológica”.

A professora de estudos de gênero da Federal da Bahia (UFBA) Maíra Kubik diz que a violência contra mulheres é um risco, mas não deve ser usada para retirar direitos das trans. “Mulheres são estupradas em qualquer lugar”. Ela, com apoio de movimentos LGBT, diz que é melhor não identificar os banheiros.

A ideia do “terceiro banheiro”, entretanto, é controversa. Segundo Marina Reidel, do MDH, esse é um arranjo possível.  “Não é o melhor, mas são acordos para minimizar a violência e humilhação”, pondera.

Professora de psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro, Jaqueline de Jesus, trans, discorda. “Ou todos são unissex ou nenhum. Isso joga as trans no banheiro estranho, e reforça a segregação”.

bomba.jpgNa USP, banheiros ganharam adesivos após agressão a aluna trans – Zanone Fraissat/Folhapress

– Dia de Doar e de Torcer!

Você aproveita bem o seu tempo livre?

Eu “tento” e hoje consegui.

Amo futebol, e neste exato momento em que o Brasil está em campo contra o México pela Copa do Mundo, estou doando plaquetas como voluntário convocado. Afinal, nessa época do ano a carência nos bancos de sangue é muito grande.

Faça o mesmo: abra mão do seu prazer (no meu caso, o jogão pelas Oitavas de Final) por uma causa muito nobre: a solidariedade!

Não custa nada, não dói e você faz um golaço pela cidadania!

OPS: estou assistindo ao jogo aqui na sala de doação. Ficou de graça o pisão no Neymar, hein? 2×0 agora!!!!

– Consequências do bullying nas notas das crianças

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado.

Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– Libertação dos Escravos, mas sem Justiça Social!

Hoje se recorda a Abolição da Escravatura do Brasil. Mas muitas teorias absurdas de pseudo-intelectuais ainda ganhavam coro na Europa, como a do iluminista escocês David Hume, que no longíquo 1770 dizia:

Que negros sejam naturalmente inferiores aos brancos”.

Idiotice da época. A cor da pele nada faz para que se mude a dignidade das pessoas. Porém, mundo afora tivemos racismos históricos. A escravidão no Brasil é exemplo clássico.

Porém, em 13 de maio de 1888 a Princesa Isabel aboliu a escravatura. Foi a salvação para os negros?

Nada disso. Foi uma demagógica lei. No dia 12, eles dormiam em Senzalas e se alimentavam muito mal. No dia 13, foram livres e ficaram sem casa e sem comida.

Claro, o acerto foi a proibição da exploração. O grande erro foi a falta de assistencialismo da Lei, que deixou os pobres escravos ao Deus-dará.

Fica a histórica indagação: a Princesa Isabel bobeou e não pensou no futuro dos ex-escravos, ou simplesmente fez politicagem para ganhar os louros da fama?

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