– Desenvolvendo um olhar empático e inclusivo.

Ver o mundo através da perspectiva do outro. Colocar-se no lugar do outro. Conexão. Entendimento. Aceitação. Consideração. Acolhimento. Muitos são os…

Continua em: Desenvolvendo um olhar empático e inclusivo

– Bullying and Freedom Cannot Coexist / Bullying e Liberdade não Coexistem.

Bullying and personal freedom can never coexist. Why? Because bullying is zero sum. Always. When you suffer from bullying, it’s akin to people …

Continua em: Bullying and Freedom Cannot Coexist

– O direito de ter opinião.

É obvio que todos nós temos direito à liberdade de expressão. Igualmente temos que levar em conta a educação e o respeito no que escrevemos para não ofender alguém com injustiças ou calúnias.

Leio esse artigo, abaixo, e observo algo interessante: a necessidade da RESPONSABILIDADE do que se fala! E isso é importantíssimo para uma sociedade mais cidadã!

Criar fake news, promover movimentos controversos e que podem prejudicar alguém, ou ainda, levantar bandeiras sem embasamento e/ou de comprovada cientificidade adversa, não seria usar o direito de expressão de maneira perniciosa?

Compartilho, extraído de: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/artigos/daniel-martins-de-souza/o-direito-de-ter-opiniao

O DIREITO DE TER OPINIÃO

Por Daniel Martins de Souza

É possível afirmar que uma das maiores conquistas da humanidade é o direto de expressar suas opiniões. Direito este que é parte da tão apreciada liberdade de expressão, garantida por lei, a todos os cidadãos brasileiros. Expressar nossa opinião tem sido ainda mais frequente na era das redes sociais, onde encontramos canais totalmente abertos às mais diversas opiniões, sem nenhuma barreira ou limite.

Algumas décadas atrás, os fóruns para expressão de opiniões que atingissem uma quantidade significativa de pessoas eram muito restritos. Alguns poucos membros da sociedade opinavam: aqueles muitíssimo poucos indivíduos que podiam escrever uma coluna de jornal ou comentar num telejornal. A grande maioria das opiniões das pessoas eram emitidas a um número muito limitado de ouvintes, numa conversa de bar, ou na mesa de jantar. Talvez num jornal local.

Em meados da década de 1990, os grandes meios de comunicação passaram a tornar a participação popular mais presente em suas programações (no caso das rádios e TVs) ou publicações (no caso dos jornais e revistas). Esta popularização passou a possibilitar que a quantidade de opiniões nos grandes meios de comunicação se ampliasse cada vez mais.

E as redes sociais, já no século XXI, vieram para coroar o direto que cada individuo tem de expressar sua opinião a milhares, milhões de pessoas potencialmente, assim como o apresentador de um grande telejornal diariamente. Este é um feito maravilhoso para a humanidade. Cada indivíduo da sociedade teria direto e é livre para expressar o que pensa (teria, pois, infelizmente, ainda não há uma inclusão digital que propicie isso de verdade à grande parte da população brasileira).

À medida que a humanidade conquista um feito, reflexos deste aparecem e temos de ir sintonizando finamente como a conquista deve ser usufruída. Creio estarmos justamente neste momento de necessidade de ajuste, pois ao passo que temos direito de ter e expressar nossa opinião, temos também de exercer maior responsabilidade sobre ela. E hoje em dia, a responsabilidade sobre o que se fala e escreve, praticamente não existe.

O que temos visto e vivenciado diariamente é um aumento no número de canais que garantem o direito da expressão de opiniões, mas muito pouca, ou nenhuma cobrança de responsabilidade sobre elas. Cada um fala e escreve o que quer e bem entende, da forma que acha mais adequado. E quando isso acontece por trás de uma tela, de um teclado, de uma webcam ou até por trás de um microfone, parece que inclusive a simpatia e cordialidade se perdem.

Algumas pessoas defendem que podem dizer e escrever o que bem entender, mesmo sem assumir qualquer responsabilidade, pois aquela é a opinião pessoal dela. Opinião esta que é parte do direito garantido pela constituição da liberdade de se expressar. Assim, ninguém tem o direto de questionar o que é dito por outrem.

Mas está justamente aí um enorme equívoco. Ao passo que temos o direito de opinar, temos o dever de nos responsabilizar pelo que dizemos. É justamente da liberdade de expressar sem responsabilidade que nascem as famigeradas “fake news”: conceitos, fatos ou notícias expressas, sem nenhuma responsabilidade com a verdade, mas fortemente tendenciosas à opinião ou intenção do interlocutor. E a partir daí, especialmente dado o infinito alcance que os meios de comunicação e redes sociais têm, temos visto enxurradas de opiniões deletérias que desmontam, com muito poder e do dia para a noite, o trabalho conceitual de séculos da ciência e da justiça social.

Tanto esta afirmação é verdadeira que hoje temos visto questões superadas pela ciência há décadas (eventualmente há séculos!) voltarem como forma de explicação para conceitos da natureza. A crença de que a terra é plana é uma das maiores evidências deste argumento. E é bem aí que está o que me fez escrever este texto: conceitos comprovados cientificamente baseiam-se em dados. Não em opinião.

Se alguém diz “na minha opinião, a terra é plana”, esta não é uma opinião aceitável. Porque a terra é comprovadamente redonda. Temos aqui então um dilema, pois, numa sociedade democrática, todos têm direito a sua própria opinião. Mas tenho eu direito a uma opinião que é comprovadamente não verdadeira? Ou ainda tenho eu direito a uma opinião não aceitável socialmente? É justamente sob a luz de exercer o direito à opinião que as pessoas praticam atitudes homofóbicas, racistas e até neofascistas nas redes sociais diariamente.

Uma opinião sólida e com poder agregador perante a sociedade e não tendenciosa à formação de uma notícia falsa é aquela baseada em dados. Dados verdadeiros, sólidos e apropriadamente interpretados. Para ilustrar este ponto, temos diversos exemplos atualmente: a última eleição presidencial nos EUA tem sido posta em xeque por alguns quanto à sua validade; o uso de urnas eletrônicas na eleição para prefeitos aqui no Brasil foi também questionado por alguns. Mas quais são os dados que comprovam – ou ao menos indicam – que as eleições nos EUA foram fraudadas ou que as urnas eletrônicas não funcionam no Brasil? Até agora, nenhum. As alegações são somente opiniões pessoais, sem base em dados. As alegações baseiam-se em sentimentos de um apoio popular não quantificado. Assim, são opiniões que tendem a gerar notícias falsas, que se espalham com grande força e rapidez, ainda mais dependendo do interlocutor que as traz.

Durante a pandemia, é acalorado o debate sobre o tratamento da COVID-19. Uma das perguntas que permeiam a discussão cotidiana é: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? É comum ler e ouvir respostas como “na opinião do Doutor Fulano, o medicamento XYZ funciona”. Mas a questão aqui é que em termos de tratamento de uma doença, não existe opinião: ou o medicamento funciona ou não funciona, baseado em dados científicos. De maneira muito genérica, para o tratamento efetivo de uma doença, existe a necessidade de estudar em diversas fases e em diferentes modelos biológicos (células, animais até chegar em humanos) os efeitos de um composto químico (um medicamento) sobre a doença. Os dados destas investigações, conduzidas com rigor e apropriada cadência científica, é que vão definir se um tratamento é efetivo ou não. Assim, a opinião do “Doutor Fulano” só é válida se houver dados que comprovem sua afirmação. Do contrário, não importa a opinião dele. A opinião sobre um remédio só é válida se houver comprovação científica. Voltando a pergunta então: Há algum medicamento eficaz para tratar a COVID-19? A resposta é “não”, pois até hoje, não há estudo científico que comprove a eficácia de um medicamento sobre a COVID-19. E isso independe da opinião de qualquer pessoa.

Você pode ler este parágrafo acima e se contrapor, dizendo que teve COVID-19 e que se curou, por exemplo, tomando 3 copos de água a cada 1 hora. Ao passo que, na sua opinião, este seja o caminho da cura da COVID-19, esta é uma observação isolada, baseada na sua experiência, única e individual. Logo, não é uma opinião que vale como verdade. Provavelmente nem seja uma opinião segura e responsável. Para comprovarmos se 3 copos de água a cada 1 hora tem a capacidade de curar a COVID-19, um estudo sistemático e com rigor e design científico deve ser conduzido em centenas de milhares de pessoas. As observações clínicas e sintomatológicas serão coletadas por cientistas capacitados para interpretá-los e somente a partir destes resultados poderíamos afirmar se esta seria uma maneira de curar a COVID-19. Assim, será que alguém tem direito de ter a opinião que 3 copos de água a cada hora curam a COVID-19? Frente a responsabilidade envolvida neste caso, talvez esta não seja uma opinião que tenhamos direito de ter. É uma situação na qual a responsabilidade pela opinião impacta o seu direito constitucionalmente garantido de expô-la.

Nós vivemos em uma era na qual nunca tanta informação esteve tão disponível. Todas as enciclopédias do mundo e as experiências pessoais da humanidade estão nas palmas de nossas mãos. Na era da informação, a maneira com a qual se usa o conhecimento determina se é bom ou ruim ter tanta informação disponível. Dentre os tópicos mais discutidos da humanidade nas últimas semanas estão as vacinas para preveção da COVID-19. E o assunto vacina nos traz novamente para a discussão sobre como o obscurantismo pode ser cultivado, mesmo em tempos de tanta luz. Há uma crença, posta justamente por pessoas que expõe opiniões de forma irresponsável, de que vacinas fazem mal às pessoas. Este é um argumento insustentável cientificamente. Assim, não deve ser uma opinião válida. Grande parte da “opinião” sobre o eventual mal que as vacinas fazem vem de crenças pessoais ou do fato de dados científicos serem interpretados equivocadamente.

Certa vez li um blog anti-vacina que explicava o porquê uma vacina faz mal. Ao ler o texto, pude perceber que o autor, apoiado num texto científico legítimo, interpretou-o de maneira escandalosamente equivocada. E assim espalhou pela web sua interpretação: estudo científico mostra que vacinas causam doenças. O autor do texto era um advogado. Em posse de dados que esta pessoa não tem preparo técnico para interpretar – afinal, o estudo científico havia sido conduzido por imunologistas, cuja formação é muito distinta – gerou um entendimento incorreto e perigosíssimo, pois sua interpretação apoiava-se justamente em um texto científico. E tudo que clamo aqui é “confie na ciência”. E quando alguém usa a ciência pra justamente sustentar um argumento errado? Especialmente para defendê-lo a outras pessoas que também não tem as melhores condições para interpretá-lo? Este é um exemplo de como o acesso a muita informação pode ser deletério. É importantíssimo, portanto, que usemos filtros adequados no acesso a informação. Eu como bioquímico, por exemplo, não tenho a menor condição de ler um texto jurídico e interpretá-lo. Assim, devo procurar um canal, certificado e conduzido por especialistas no assunto, que o façam. Do contrário, as pessoas podem até se apoiar em dados científicos, mas para conclusões equivocadas. E pior, difundindo estes equívocos nas redes sociais, por exemplo, gerando uma falsa sensação de confiança em quem lê.

Abro um parênteses: o que discuto aqui versa sobre o conceito de vacina. Isso não tem a ver com a preocupação sobre a segurança e eficácia das vacinas que estão sendo produzidas para COVID-19. Sem sombra de dúvidas, as vacinas que estão sendo aceleradamente produzidas precisam ter sua eficácia comprovada, com estudos científicos robustos e rigorosos, seguindo o ritmo da ciência. Preocupar-se e cobrar das autoridades a eficácia e segurança das vacinas para COVID-19 é importantíssimo e até um ato de cidadania de cada um de nós. Com isso, a ciência é capaz de nos ajudar. E tem nos ajudado. Veja o quanto descobrimos sobre esta doença todos os dias.

Depois de argumentar que a falta de formação para a compreensão de determinada pauta é a causa pela qual conceitos errados se espalham, é necessário lembrar que o ser humano, inteligente como é, pode manipular a informação em prol de seu próprio benefício. É comum ver indivíduos cientificamente letrados defendendo causas que não têm embasamento científico, usando justamente suas credenciais como cientista para dar força a seus argumentos. Lembrem-se sempre que o uso da informação para promover desinformação nem sempre é ignorância, mas uma estratégia, ainda mais em tempos de acirradas e polarizadas discussões de cunho político.

Voltando a atenção ao direto à opinião e o incrível alcance das redes sociais, é observável como conceitos incrustados na sociedade brasileira como o racismo e o preconceito contra as classes menos favorecidas emergem em tempos de crise. Quando tudo vai bem – especialmente em termos econômicos – há menor polarização de opiniões e maior paz social. Quando a economia sucumbe ou situações como a atual pandemia emergem, há sempre a busca por culpados para aquelas situações. E é neste momento que invariavelmente estes conceitos reaparecem com muita força. O grande alcance das redes sociais une as opiniões, aumentando o eco significativamente. O eco é tamanho que a sinceridade daquele individuo que exprime uma opinião – que deveria ser socialmente inaceitável – é taxada como autêntica e não desprezível, como se esperaria ser. E esta bizarra espécie de selo de autenticidade é que mostra as entranhas preconceituosas do povo, eclodidas violentamente nas redes sociais. Quando a economia brasileira vai mal, as políticas governamentais integrativas – chamadas sarcasticamente de populistas – são culpadas. E por conseguinte, as classes desfavorecidas são culpadas pelo fracasso econômico daquele momento. Isso demonstra não só preconceito, mas a falta de conceitos das pessoas ao ignorar que promover maior igualdade de classes é necessário para a saúde da sociedade em todos os aspectos. Quando a diferença social é grande, não há paz e equilíbrio econômico. Para diminuir a desigualdade social, é natural que deva haver políticas promotoras desta noção. Momentos de crise, somadas a uma sociedade preconceituosa com ferramentas de alcance em massa pode realmente polarizar opiniões de forma deletéria.

Mas como resolver isso tudo? Como eliminar o obscurantismo, representados recentemente por conceitos como os de terra plana e movimento antivacinas? Como levar aos cidadãos o conceito do opinar responsável, baseado em dados e não em crenças? Como mostrar aos cidadãos que a ciência é confiável, dado seu rigor e imparcialidade? A resposta é sempre a mesma: educação. A educação é a resposta para todos os nossos problemas, inclusive os tantos outros que transcendem esta discussão. Além de uma educação que preze por dados e comprovações sólidas, é necessária uma educação que cultive o respeito à opinião do próximo e à diversidade de ideias. Com educação de qualidade e pautadas à luz da ciência e de conhecimento sólido, a população terá discernimento sobre manobras de desinformação.

Temos o direito a uma opinião? Claro! O ideal é que cada um de nós expresse sua opinião para um indivíduo, a um grupo ou ao mundo, usando a potência de alcance das redes sociais. Mas a responsabilidade de uma opinião, munida de dados confiáveis, é algo central para um mundo justo. O direito à opinião é um legado que deve ser perpetuado na humanidade. Mas com sempre com respeito e responsabilidade.

Cuidado com opiniões e relatos de caso - Ortodontia Descomplicada

Imagem extraída de: http://ortodontiadescomplicada.com.br/cuidado-com-opinioes-e-relatos-de-caso/

– Femminicidi e violenze di genere: un fenomeno complesso.

(Em Italiano, no original): Femminicidi e violenze di genere: un fenomeno complesso. 22 Novembre 2023 |  Pasquale Martucci Partendo del recente omicidio di Giulia Cecchettin, e …

Continua no link em: Femminicidi e violenze di genere: un fenomeno complesso

– E há algum fundo de verdade?

Já rodou pela Web algumas vezes esse texto, e sempre ele parece ser oportuno para discussões: temos na sociedade uma geração que prega a causa do politicamente correto e levanta bandeiras justas, mas, contraditoriamente, não age de maneira coerente no próprio lar e com os seus próximos?

Abaixo:

TRISTE GERAÇÃO QUE SE ESTRESSA POR TUDO

“Andam de carro, uber, táxi… Não lavam suas cuecas, nem suas calcinhas.

Não buscam conhecimento. Nem espiritualidade. Não se encantam com decorações natalinas, nem com um ipê florido no meio da avenida.

Reivindicam direitos de expressão e não oferecem nada em troca. Nenhuma atitude.

Consideram-se vítima dos pais. Julgam. Juízes duros! Impiedosos! Condenam.

Choram pelo cachorro maltratado e desejam que o homem seja esquartejado.

Compaixão duvidosa. Amorosidade mínima. “Preciso disso! Tem que ser aquilo!” E haja insatisfação! Infelicidade. Descontentamento. Adoecimento. Depressão. Suicídio… Geração estragada.

Inconformada. Presa em suas desculpas. Acomodada em suas gaiolas de ouro. Postam sorrisos, praias paradisíacas, mas não se banham no mar curador.

Limpam o lixo na praia com os amigos e não arrumam a própria cama. Em casa, estampam tristeza, sofrimento, dor… a dor de ter que crescer sem fazer por onde… merecer.”

Autor Desconhecido

Imagem extraída de Espaço Psique, em: https://pages.facebook.com/ClinicaEspacoPsique/photos/a.758927924190830/3470592426357686/?type=3&source=48

– Bandeira contra o Racismo.

Ela tem 85 anos e sua história a tornou um verdadeiro ícone no carnaval carioca. Porta-bandeira da minha querida Portela, por seu bailado de extrema …

Continua em:BANDEIRA CONTRA O RACISMO

– Respeite a ótica alheia.

Ter uma visão “diferente de mundo” não o faz pior ou melhor do que alguém, nem certo ou errado. 

A figura abaixo é perfeita:

Imagem extraída de: https://statusimagens.com/listings/bate-no-pescoco/

– Violência contra as mulheres, como ajudar?

Hoje, dia 25 de Novembro, é o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Talvez o dia mais adequado para apresentar as duas…

Continua em: Violência contra as mulheres, como ajudar?

– Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue!

Doar é um ato de amor. Doar sangue é ser solidário com quem não tem opção de utilizar outra coisa alternativa.

Pois bem: há aqueles que se tornaram voluntários conscientes pelo amor. Por ignorância, tornei-me pela dor e tenho como bandeira a divulgação da Doação Voluntária.

Existem “vários dias dos doadores” (dia mundial, dia nacional, dia internacional…). Independente disso: abrace essa nobre causa!

Resultado de imagem para doe sangue

– 26 anos doando sangue plaquetas!

Que alegria: completarei 26 anos de doações regulares de sangue e plaquetas!

Recordando quando fiz minha centésima, anos atrás, nesse re-post:

Muito feliz: hoje, dia de doar plaquetas! E ao todo: minha 100a vez.

A causa da doação voluntária surgiu em minha vida quando minha mãe estava doente, em 1995. Nunca havia doado nada e nem tinha noção da importância de tal gesto, e quando minha querida progenitora precisou, fraquejei.

Tentei doar a 1a vez logo quando ela necessitou. Desmaiei antes de começar o processo.

Tentei uma 2a vez, e ao ver o sangue passando pela mangueira à bolsa, idem.

Na 3a e última tentativa fracassada, em maio de 1997, meu estado emocional era ruim devido a gravidade da doença da minha mãe. A minha pressão caiu e fiquei extremamente perturbado. Uma senhora que estava à espera da doação se prontificou a doar para ela. Eu, ingênuo, agradeci e recusei, dizendo à generosa mulher que doasse sangue para o ente ou amigo que ela estava se prontificando. A resposta dela me marcou até hoje:

Eu não estou doando para ninguém que eu conheça, sou doadora voluntária e minha alegria é doar para aqueles que não podem agradecer e que eu nem sei quem é. O prazer em doar é simplesmente o de ajudar!“.

Foi um tapa em minha cara! Jamais pensei em “doação voluntária”, e por ter fobia de agulhas e sangue (não é medo da dor, é a soma da aicmofobia + hemofobia, o trauma de ser espetado e ver o líquido vermelhouma pura bobagem psicológica), não imaginei que eu poderia doar de verdade e justamente para pessoas que nem sei quem serão as receptoras.

Com a morte da minha mãe, insisti em fazer minha primeira doação voluntária pela honra da memória dela. Foi difícil, mas consegui.

Voltei uma segunda vez, com o propósito simbólico de agradecer à senhora doadora anônima (mesmo que essa pessoa que doou volutária e generosamente para a minha mãe não saiba). Também difícil, mas consegui.

Retornei a 3a vez, desta feita como um desafio pessoal para vencer minha barreira psicológica. Não a venci, mas fiz a doação.

Por fim, voltei ainda mais uma vez para doar voluntariamente, sem o propósito simbólico de devolver um favor, mas sim em ser cidadão solidário. Foi a melhor vez de todas! A alegria na alma extravasava o meu ser!!! Fiquei muito feliz.

Voltei a 5a, a 6a, a 7a… e resolvi encarar a dura missão de doar plaquetas (“dura” para quem é “panaca” como eu e pelas fobias citadas). Consegui, embora no começo pareça ser assustador (mas não é; é somente uma novidade).

Fui outras vezes, e junto dela com minha filhota Marininha, que se encantou com toda magia do “ajudar por amor sem desejar nada em volta” e abraçou a causa. Calma, é claro que ela não é doadora pela idade (um dia será, segundo ela própria), mas incentivando novos doadores sempre desenhando cartazes motivadores da doação.

Hoje, ciente da importância da doação de hemoderivados, estou acompanhado das minhas filhas Marina e Estela (na barriga da mamãe), para a minha centésima doação. Pois é, a número 100!

Não sou eu quem deve ser aplaudido por tantas doações (acredite: há muitas pessoas com muito mais doações realizadas do que eu), mas sim as pessoas que INCENTIVAM novos doadores. O sangue e as plaquetas não são produzidos pela indústria farmacêutica, são obtidos por um ato de amor. E graças a uma ilustre e desconhecida voluntária, me tornei um abnegado por esse ato solidário.

Portanto: #DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados. A vida agradece e você sentirá o quão bom é ajudar!

E aqui destaco: agradeço ao Hospital Israelita Albert Einstein, que tão bem me acolhe e me suporta.

0b267ae0-1b8d-498a-94c1-a10cc2f507ba

bomba.jpg

(comemoramos com um delicioso bolo de brigadeiro branco com brigadeiro preto, coberto de morangos).

– Sebrae na Comunidade.

Hoje, na Penitenciária II de Franco da Rocha, pelo Sebrae, falamos sobre Cidadania e Ética aos reeducandos.

Não é um trabalho fácil. Mas dignifica a profissão.

✏️ #Education

– Zumbi dos Palmares.

“Em 1971, um grupo de jovens negros se reuniu no centro de Porto Alegre para pesquisar a luta dos seus antepassados e questionar a legitimidade do 13…

Continua em: Zumbi dos Palmares

– Uma Mensagem Papal no Dia da Tolerância.

Em 17/11 é celebrado o “Dia Internacional da Tolerância”. E o Papa Francisco tuitou no ano passado uma importante mensagem sobre a data, na qual deveríamos pensar diariamente:

“O diálogo entre pessoas de diferentes religiões não se faz apenas por diplomacia, amabilidade ou tolerância. O objetivo do diálogo é estabelecer amizade, paz, harmonia e partilhar valores e experiências morais e espirituais num espírito de verdade e amor. #DayForTolerance

Respeitemos as diferenças, celebremos o que nos une.

Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, econômico ou cultural. Imagem extraída de: https://www.sonhosbr.com.br/dia-internacional-da-tolerancia/

– CCBB SP celebra o Dia da Consciência Negra

Palestra, debate, bate-papo, oficina e apresentações de dança e música ocupam o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo. Com uma programação …

Continua em: CCBB SP celebra o Dia da Consciência Negra

– Os objetivos da ONU serão alcançados?

Esses objetivos desejados pela ONU para o desenvolvimento sustentável, de fato, são possíveis?

Talvez. Depende da sociedade

– #tbt 3: Vamos doar Sangue ou Plaquetas?

Repost de 7 anos:

Hoje (e todo dia) é dia de #Doação de #Sangue e #Hemoderivados. Estou fazendo a minha doação de #plaquetas aqui no #BancoDeSangue do #HIAE. Seja #voluntário também. Você ajuda o próximo e faz o #bem sem olhar a quem

Lembrando: até 4 doações de sangue e 12 doações de plaquetas / hemoderivados anuais. Não faz mal, não dói e não lhe fará falta. E, certamente, sua #solidariedade + #cidadania despertará a outros!

#DoaçãoDeSangue 

#Voluntariado

#DoeSangue 

#DoeHemoderivados

@hiae

(OPS: gostaram do cartaz motivacional? Foi feito pela artista e voluntária-mirim Marina Porcari)

 

– O Ensino dá prazer!

Estive hoje em Hortolândia, no Espaço “Capacita”um local de cidadania e desenvolvimento humano – falando sobre Inteligência Emocional.

Que experiência prazerosa. Ganhei até um Suplá!

Obrigado, meninas.

📝 Educação.

– Buraco Negro não pode, Ministra?

Há certos exageros que me assustam. Digo isso pois leio que a Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse que o termo Buraco Negro é racista!

Eu sou contra qualquer tipo de preconceito e busco sempre tratar as pessoas de maneira inclusiva e respeitosa. Mas crer que o nome de um fenômeno da natureza (os buracos negros no universo) é de conotação preconceituosa, aí já foge do bom senso…

Menos, dona Ministra.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, participou do programa "Bom dia, Ministra" nesta 4ª feira (1º.nov.2023) | Reprodução/ Youtube- CanalGov

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/governo/termo-buraco-negro-e-racista-diz-anielle-franco/, com a matéria na íntegra. Crédito no próprio link.

– Quando suas Preferências o tornam ignorante por culpa das Redes Sociais!

Publicado originalmente há 3 anos, mas com uma temática bem atual…

As redes sociais estão por trás do fanatismo de muitos. Em especial, os algoritmos do Facebook, onde você lê o que “só se quer”.

Pegue Haddad ou Bolsonaro na última Eleição Presidencial: se você tem preferência por um deles, as publicações que lhe aparecem são de louvor ao amado e demonização ao outro. Não existe bom senso!

Aliás, o Internauta centrado, que tem espírito crítico aguçado, é obrigado a receber publicações dos dois lados! E isso cansa.

Talvez o texto abaixo, publicado na Folha de São Paulo em 12 de Outubro passado (5 dias depois do 1º turno presidencial), diga muita coisa sobre essa bolha criada pelas Redes Sociais (e aqui a observação é precisa, independente da preferência política da autora do texto). 

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/fernandatorres/2018/10/bolha.shtml

BOLHA

Por FERNANDA TORRES

WhatsApp, fake news e engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições

No programa de David Letterman na Netflix, Barack Obama cita um teste realizado pela Casa Branca durante a Primavera Árabe, que pretendia avaliar o poder de direcionamento do algoritmo nas redes sociais. Internautas de direita, de esquerda e de centro digitaram a palavra Egito, a fim de descobrir o que cada segmento obteria como resposta.

Os conservadores foram direcionados para links relacionados ao terrorismo, ao jihad e à ameaça muçulmana. A busca dos progressistas resultou em notícias que festejavam o levante egípcio como um auspicioso despertar do mundo árabe. Já os de centro foram brindados com inofensivos sites turísticos, que anunciavam os “Best Places to Visit in Egypt”.

Vivemos isolados em bolhas de preferência, ignorando, por completo, a do vizinho.

Quem esteve presente na manifestação do #EleNão vivenciou uma multidão pacífica de senhoras, senhores, crianças e militantes feministas. Os que não foram às ruas viram versões distorcidas de meninas de peito de fora, enfiando crucifixos no meio das pernas, fumando maconha e clamando pela volta de Satanás.

A assombrosa alavancada de um candidato a governo do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel —que, em dois dias, atingiu 39% de preferência nas urnas—, prova que os métodos de convencimento da velha política foram parar na lata de lixo da história.

O WhatsApp, as fake news e o engajamento dos cultos evangélicos ganharam de lavada as eleições de 2018.

Num vídeo gravado, Witzel se dirige à Polícia Militar, prometendo extinguir a Secretaria de Segurança Pública para eliminar a má influência dos políticos nos órgãos de policiamento investigativo e ostensivo.

A medida, acredito, receberá o apoio de uma massa de eleitores que associam a política ao crime. Um cidadão que, fora de sua bolha, levantar a voz em favor da secretaria de Segurança corre o risco de ser crucificado pela conivência com a corrupção.

A classe artística, cuja opinião vem sendo inoculada pelo simples teclar de dez letras: Lei Rouanet, tem enfrentado rejeição semelhante à da política.

No último debate presidenciável, na TV Globo, os candidatos presentes repetiram a retórica de acusações ao PT e ao PSDB, além das réplicas do Lula Livre. Indefesos diante da nova máquina eleitoral, eles pareciam falar do túnel do tempo do milênio passado.

Os grupos fechados do meu celular aplaudiram o discurso de Boulos contra a ditadura militar, mas a indignação morria ali, entre muros. A ditadura não está na pauta dos que cresceram na redemocratização com o celular em punho. A Lava Jato e a crise na segurança, sim.

O golpe de 1964 e o AI-5 são tão distantes da experiência histórica dos que têm menos de 40 anos quanto Juscelino, o tenentismo e a política do café com leite.

No colégio abastado do filho de um amigo meu, todos os garotos de 18 que votaram no partido Novo migrarão para o PSL, convencidos de que a aliança do livre mercado com a “sociedade de bem” armada trará benefícios para o país.

Nenhum deles se preocupa com uma possível ascensão de forças paramilitares —muito menos com a perseguição a grupos identitários. Tudo é visto como petismo travestido de mimimi humanitário para esconder os anos de roubalheira.

O que impressiona é perceber que, assim como na eleição de Donald Trump, os chamados progressistas, que deveriam estar atentos ao futuro das novas mídias, permaneceram fiéis aos mesmos instrumentos de divulgação de ideias do tempo da vovó menina.

Enquanto isso, a ultra direita vem agindo cirurgicamente, há bastante tempo, em dois campos aparentemente antagônicos e difíceis de serem vencidos agora: a inteligência artificial e a fé em Cristo, em voga desde o fim da Antiguidade.

Vai encarar?

Imagem extraída de: https://medium.com/convergência-digital/redes-e-bolhas-sociais-8ff920f1c269, por Karla Souza.

– Cuidemos dos nossos velhinhos queridos.

O idoso não é invisível. Respeitemos os mais experientes!
Fica o lembrete:
Imagem

– 4 Reasons Bullies Bring up Your Past.

If you are a target of bullying, have you ever noticed that bullies always seem to bring up your past? A past mistake? A record of some kind, such as…

Continua em: 4 Reasons Bullies Bring up Your Past

– Liberdade de Expressão é diferente de Agressão.

Amigos, confesso: é muito bom evitar visualizações extremistas que as Redes Sociais promovem por alguns grupos de fanáticos – da política, do esporte e da religião.

A sociedade, em geral, confundiu infelizmente liberdade de expressão com permissão para agressão. E isso é péssimo!

Como fazemos para não nos contaminarmos com isso, não?

– O Papa Francisco e sua posição ao Ministério LGBT dos EUA.

Nos EUA, causa bastante repercussão a resposta positiva do Papa Francisco a um Ministério de Acolhimento Católico às Pessoas Gays, mostrando uma tendência discutida pré-Sínodo: a de abertura maior.

Compartilho, extraído de ACI Digital.

Extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/56545/obrigado-pelo-seu-ministerio-escreve-papa-francisco-a-lider-lgbt

OBRIGADO PELO SEU MINISTÉRIO, ESCREVE PAPA FRANCISCO A LÍDER LGBT

por Joseph Bukuras*

Um homem do estado americano do Kentucky envolvido em um “ministério católico LGBTQ” publicou uma carta on-line que diz ter recebido no início deste mês do papa Francisco agradecendo-lhe pelo seu trabalho.

Stan “JR” Zerkowski chefia a comissão de divulgação LGBTQ da diocese de Lexington, no estado americano do Kentucky. A comissão é um “esforço diocesano de buscar, acolher, acompanhar e ministrar à comunidade LGBT”.

Ele também lidera o ministério LGBTQ+ na Igreja Católica de St. Paul em Lexington, uma paróquia que foi causa de polêmica no passado, inclusive por uma imagem da Bem-Aventurada Virgem Maria envolta em uma bandeira do orgulho gay postada em seu site e uma oração à Mãe Santíssima, compartilhada sob o título de “Mãe do Orgulho”.

A nota manuscrita do papa veio em resposta a um e-mail que Zerkowski escreveu a ele em 10 de outubro sobre os três ministérios LGBTQ de Zerkowski, dois dos quais estão sob a diocese de Lexington.

“Eu contei a ele sobre Fortunate Families. Eu disse a ele o que faço local e nacionalmente com paróquias, hierarquia, instituições educacionais e construção de ministérios LGBTQ+ intencionais”, escreveu Zerkowski em uma postagem no Facebook.

“Agradeci a ele por abrir as portas para o ministério LGBTQ+ e expliquei que foi e ainda é um ministério difícil. Eu disse a ele que sua abertura salvou vidas, sei disso em primeira mão. Mencionei que à medida que o Sínodo [da Sinodalidade] se desenrola em Roma, ele ocupa um lugar especial nas minhas/nossas orações”, escreveu.

A resposta do papa Francisco, traduzida para o inglês numa foto que Zerkowski publicou on-line, dizia: “Querido irmão, muito obrigado pelo seu e-mail. Obrigado pelo seu ministério. Eu oro por você, por favor, continue fazendo isso por mim. Que o Senhor te abençoe e Nossa Senhora cuide de você”.

“Eu entendo perfeitamente que esta nota não é sobre mim. Esta nota é sobre nós e nosso ministério. É sobre você. É uma afirmação do papa”, escreveu Zerkowski. “Minha lição pessoal? O papa está ouvindo. O papa se importa”.

Zerkowski é autor de um livro de memórias intitulado “Coming Out and Coming Home: A Gay Catholic Man’s Journey from Marginalization to Ministry, with a Few Miracles Along the Way” (Saindo do armário e voltando para casa: A jornada de um homem gay católico da marginalização ao ministério, com alguns milagres ao longo do caminho). O bispo de Lexington, dom John Stowe, OFMConv, escreveu o prefácio.

Além de liderar a comissão de divulgação da diocese e o ministério LGBTQ+ em St. Paul’s, Zerkowski dirige um ministério chamado Fortunate Families que oferece recursos e orientação ao clero, paróquias e escolas para “discernir e iniciar o ministério para pessoas LGBTQ+ através de boas-vindas intencionais e LGBTQ+ ministério” dentro da Igreja.

O site de Fortunate Families apresenta testemunhos de indivíduos que vivenciaram uma crise de identidade de gênero, alguns dos quais passaram por transições de gênero hormonais ou cirúrgicas. Contudo, ainda dizem que desejam estar em comunhão com a Igreja Católica.

Um homem que sofria de disforia de gênero escreveu em seu testemunho: “Depois de muita oração, consideração e ajuda de um terapeuta, comecei a terapia hormonal. Fisicamente estou muito melhor: minha saúde melhorou e meus sintomas diminuíram. Emocionalmente, estou lutando para saber como vou contar à minha esposa e a todos os outros. Acredito que meu caminho é fazer a transição e me apresentar como a mulher que sou. Acredito que é o único caminho a seguir, embora não saiba aonde o caminho vai levar. Continuo me lembrando de não ter medo e confiar em Deus”.

“Acredito que não há problema em ser transgênero e católico. A vida de Jesus na terra se centrou no cuidado dos pobres e marginalizados. Ninguém estava e está fora de sua compaixão. Como ele disse: ‘É misericórdia que desejo, não sacrifício’”, continuou o depoimento.

A CNA, agência em inglês do grupo EWTN, do qual ACI Digital faz parte, perguntou a Zerkowski se os depoimentos de indivíduos que passaram pela transição de gênero incentivavam a prática.

“Ouvimos e partilhamos histórias reais, tal como o papa Francisco encorajou a Igreja a fazer através do sínodo”, respondeu Zerkowski por e-mail. “As histórias são sagradas”.

Também no site há um livro para profissionais de saúde mental chamado “The Gender Affirmative Model: An Interdisciplinary Approach to Supporting Transgender and Gender Expansive Children” (O modelo afirmativo de gênero: uma abordagem interdisciplinar para apoiar crianças transgênero e com expansão de gênero). A sua descrição diz que “os leitores aprenderão como facilitar e permitir que as crianças vivam no seu gênero autêntico com os apoios sociais necessários”.

O livro diz que “influenciar as crianças a aceitarem o gênero que corresponde ao sexo na sua certidão de nascimento foi contestado, declarado antiético e avaliado como prejudicial ao bem-estar das crianças”.

Outro recurso, intitulado “Este é um livro para pais de crianças gays: um guia de perguntas e respostas para a vida cotidiana”, diz: “Seu filho, ao ter a liberdade de explorar quem é, pode conhecer alguém do mesmo sexo, cair loucamente apaixonado e envelhecer com eles, mais feliz do que você jamais poderia imaginar”.

Ao ser questionado por CNA se os dois livros contradizem o ensinamento da Igreja sobre relações entre pessoas do mesmo sexo e transgenerismo, Zerkowski se referiu ao site, que diz que Fortunate Families fornece uma lista de recursos, mas “não pode endossá-los”.

“Apoiamos o ensinamento social católico sobre a dignidade da pessoa humana e o mandato do Evangelho de trabalharmos juntos para o bem comum”, diz o site.

A notícia da carta surge após relatos de que o papa Francisco se reuniu em sua residência em outubro com a liderança da organização americana LGBT New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), que foi anteriormente denunciada tanto pela conferência dos bispos dos EUA quanto pela Congregação para a Doutrina da Fé da Santa Sé por causar confusão sobre a moralidade sexual entre os fiéis católicos.

A doutrina católica sobre a homossexualidade está resumida em três artigos do Catecismo: 2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atracção sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afetiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.

2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objetivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação, devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.

2359. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, e, às vezes, pelo apoio duma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

*Joseph Bukuras é jornalista da Catholic News Agency. Joe tem experiência anterior no governo estadual e federal, em organizações sem fins lucrativos e na educação católica. Contribuiu para uma série de publicações e suas reportagens foram citadas pelas principais fontes de notícias, incluindo o New York Times e o Washington Post. É bacharel em Ciências Políticas pela Universidade Católica da América. Está em Boston.

Imagem extraída do link acima

– Parabéns, Sevilla.

O bobão dessa foto que corre o mundo, imitando um macaco para Vinícius Jr, foi expulso pelo Sevilla, entregue as autoridades e denunciado pela La Liga.

Exatamente o contrário que o Valencia fez anteriormente.

Embora possamos nos contentar com a possível justiça do caso, o triste é: há pessoas que se sentem confortáveis em fazer esse nojento gesto.

O que pensam indivíduos como esse cara, não?

– Comungar-se com as Coisas que se Convive.

Se você costuma praticar o bem, o hábito lhe transforma numa pessoa sempre boa. Se convive com solidários, a solidariedade se torna intrínseca em seu coração. Se procura pessoas sábias, a sabedoria se tornará cotidiana.

Acredito que a convivência influencia as pessoas (algumas em muito; outras, em pouco). Há de se ter muita resiliência para não se influenciar.

Compartilho tal reflexão:

Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos.

Helen Adams Keller, educadora americana(1880-1968)

Concordo e assino embaixo!

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://portalcafebrasil.com.br/iscas-intelectuais/metamorfose-ambulante/

– A realista entrevista de Vini Jr sobre a luta contra o racismo.

Vinicius Jr parece estar lutando sozinho contra o racismo na Europa – e ainda assim não desiste.

Ao jornal francês L’Equipe, disse nessa semana:

“Se eu for o único contra o racismo, o sistema vai me esmagar com facilidade. Eu quero simplesmente estar tranquilo para jogar e saber que não vou ser insultado em campo porque sou preto. Não creio em um mundo sem racistas, mas eles devem ser uma minoria. As próximas gerações não podem pensar que é normal ser assim”.

Como se lê, ele é realista e clama: não pode ser uma voz solitária e precisa conscientizar a sociedade.

A pergunta é: onde estão os demais jogadores para apoiá-lo na mesma intensidade dos ataques que são praticados?

Imagem: Fadel Senna / AFP

– Girls and Their Rights.

Upon realizing that today marks the International Day of the Girl Child (IDG), some thoughts immediately came to my mind. This Day is being observed …

Continua em: Girls and Their Rights

– E Viva a Iniciativa do Outubro Rosa.

Outubro é o mês em que historicamente se chama a atenção para a prevenção do Câncer de Mama. Para isso, o “Cor-de-Rosa” é usado para lembrar as mulheres do auto exame.

Aliás, sabe como surgiu a iniciativa?

Abaixo, extraído de: http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm

OUTUBRO ROSA

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

bomba.jpg

 

– M&M’s no Outubro Rosa.

Ótima iniciativa dos chocolates M&M’s: por conta do Outubro Rosa, resolveu mudar sua “roupa para chamar a atenção!

Ideias simples para causas nobres

– Atitudes que não exigem talento:

Simples e não requer esforço (além da imagem ser autoexplicativa).

Abaixo, um pouco de Educação:

(Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/divina-s-lima-64b7a8214)

Discorda?

– Inadmissível nos dias atuais.

Homem bater (literalmente) em mulher?

Crime, cadeia e o alerta da falta de vergonha na cara!

Neste tempo do anúncio da foto (abaixo), não tinha Lei Maria da Penha! Como deveria ser difícil para as pobres senhoras mais indefesas…

Cada coisa que a humanidade já viu, não? Ao ler essa propaganda, me traz uma pontinha de curiosidade: o que as pessoas justificavam quando questionadas se “bater em mulher” era algo comum (e até aceito!)?

Imagem extraída da web, autoria desconhecida.

– Que carinho…

Amo o que faço!

Hoje, última aula em um programa assistencial que estou lecionando, e me deparei com essa surpresa!

Não existe retribuição que compense tal carinho…

– A Educação sempre ajuda.

Eu estou trabalhando nos últimos dias em uma ONG na cidade de Jordanesia (Cajamar-SP), com mulheres em situação vulnerável.

Quantas histórias de vida… Meu Deus! E elas são batalhadoras, vencedoras e entusiasmadas, mesmo com tantos problemas. 

Chama-se “Prospera Família”, do Governo do Estado, Prefeitura e Sebrae.

Como não aplaudir?

– Convivência Sadia e Necessária. Viva a Tolerância!

Todos nós temos virtudes e fraquezas.

Todos nós somos iguais em respeito, mas diferentes quanto a opiniões.

Todos nós temos (ou não) um partido, uma religião, um time de futebol, uma preferência ou gosto diferente.

E principalmente, todos nós vivemos e dependemos de um mesmo planeta.

Por quê não respeitar a diferença do próximo?

Há aqueles que não conseguem viver ao lado do seu semelhante justamente por ter uma opinião política ou um comportamento diferente. Pra quê?

Somos todos humanos. Iguais e diferentes ao mesmo tempo. Assim, reflitamos tal verdade!

DIpWAK_XgAMIe51

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Opinião alheia? É para respeitar!

Em uma sociedade ideal, o respeito não precisaria ser lembrado nas postagens em redes sociais, não?

Portanto, um lembrete com ideais de Educação: