Would You like to know the Most Important facts about bullying? Remembering these truths will help you gather the courage you need to stand up to …
Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn

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Important Facts About Bullying: 3 Truths You Must Learn

A cantora Shakira fez uma forte declaração sobre o filme da Barbie, do ano passado, e que ela assistiu com os filhos recentemente. Na crítica, disse o seguinte:
“Meus filhos odiaram [o filme] completamente. Eles acharam desvirilizante. E eu concordo, de certa forma. Estou criando dois meninos e quero que eles se sintam também poderosos enquanto respeitam as mulheres. Gosto quando a cultura pop tenta empoderar mulheres sem roubar dos homens a possibilidade de serem homens, de também proteger e prover. Acredito em dar às mulheres todas as ferramentas e a confiança de que podemos fazer tudo sem perder a nossa essência, sem perder a nossa feminilidade. Acho que os homens têm um propósito na sociedade, e as mulheres também têm outro propósito. Nós nos complementamos e esse complemento não deve ser perdido”.
Perfeito: para a mulher ser respeitada, o homem não precisa ser rebaixado. E vice-versa! Homens e Mulheres têm suas características próprias, diferenças fisiológicas e hormonais, e precisam conviver em sociedade de maneira harmoniosa. Além disso, em dignidade e respeito, nada diferem.
Parabéns pela fala da artista!
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Foto: Michael Tran / AFP
E hoje é dia de debater sobre o Autismo. O 2 de Abril é reservado para essa data, que visa eliminar os preconceitos e ajudar os autistas.
Que tal pensar nesse assunto? Clique em RevistaAutismo.com.br/DiaMundial


Identitarismo: “Movimento ou ideologia que prioriza a identidade de um determinado grupo fechado (de cariz étnico, religioso, etc.), em detrimento de…
continua no original em: O IDENTITARISMO É UMA DROGA
Hoje estivemos aqui, falando de Cidadania e Empreendedorismo, tentando ajudar a recuperar pessoas!
Me orgulho de fazer parte desse projeto chamado “Sebrae na Comunidade”:

Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):
“Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.
Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.
Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.
Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.
Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!
Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.
Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.
O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…
Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.
Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.
Do ano retrasado, para refletir:
Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).
A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.
A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: “Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”
Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.
Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.
Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):
“Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.
Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.
Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.
Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.
Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!
Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.
Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.
O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…
Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.
Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.
Sobre Robinho e Daniel Alves: o futebol (e a sociedade) tentando explicar porque cometeram os estupros.
Endinheirados, neo-adolescentes, mimados e que gostam de sexo… como ter limites?
E o silêncio dos seus colegas de trabalho?
Ou no blog “Pergunte Ao Árbitro”: (https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/)
Ou ainda no blog “Discutindo Contemporaneidades”: (https://professorrafaelporcari.com/)
No meu Canal no YouTube, aqui: https://youtu.be/vchXkTiDSSU?si=LSniwwXAwQAJ34dn
Vini Jr se tornou um ícone da luta antirracista no futebol. Foto: Real Madrid/Divulgação Jornalismo esportivo não é só futebol. É vôlei, basquete, …
Continua em: Racismo, homofobia, saúde mental e outras pautas necessárias no jornalismo esportivo

Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).
Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Existem pessoas que “nasceram no corpo errado“. É fato. A transição de gênero é algo necessário e torna-se importante o preparo tanto emocional quanto social.
Uma pesquisa recente mostra: em muitos casos, a questão da Saúde Mental não está necessariamente ligada à Transição de Gênero, mas a outras situações que pode incomodar a pessoa, imaginando que a simples mudança de sexo resolveria o problema.
Há de se tratar com muita atenção, respeito, acolhimento e carinho todas as pessoas trans.
Abaixo, extraído de: https://www.acidigital.com/noticia/57523/estudo-mostra-que-transicao-de-genero-medica-nao-diminui-taxa-de-suicidio
ESTUDO MOSTRA QUE A TRANSIÇÃO DE GÊNERO MÉDICA NÃO DIMINUI TAXA DE SUICÍDIO
por Tyler Arnold
Um estudo abrangente feito na Finlândia mostrou que dar medicamentos ou fazer cirurgias de transição de gênero para adolescentes não resolve os problemas de saúde mental subjacentes à dificuldade com a identidade de gênero.
O estudo contesta a afirmação repetida por legisladores e ativistas de que os medicamentos que bloqueiam a puberdade e os procedimentos cirúrgicos de “transição de gênero” são “remédios que salvam vidas”. A pesquisa não encontrou nenhuma redução estatisticamente significativa na taxa de suicídios entre adolescentes que receberam “redesignação médica de gênero” por meio de intervenções hormonais ou cirúrgicas.
“[A investigação] não apoia as alegações de que [a redesignação de gênero] é necessária para prevenir o suicídio”, escreveram os investigadores no estudo. “[A redesignação de gênero] também não demonstrou reduzir nem mesmo a ideação suicida, e a ideação suicida não é igual ao risco real de suicídio”.
O estudo analisou as taxas de mortalidade, incluindo as taxas de suicídio, de finlandeses com menos de 23 anos que procuraram ajuda psiquiátrica por questões de identidade de gênero entre os anos de 1996 e 2019. Os investigadores publicaram o estudo na revista médica britânica BMJ Mental Health.
Segundo os pesquisadores, o suicídio foi raro entre adolescentes que buscaram ajuda psiquiátrica no período analisado pelo estudo, independentemente de terem recebido medicamentos ou cirurgias.
Embora os adolescentes que tenham dificuldades com identidade de gênero tenham tido taxas de suicídio mais elevadas do que a população em geral, esta discrepância parece estar enraizada em problemas de saúde psicológicos subjacentes mais profundos que os jovens enfrentavam, e não na falta de acesso a medicamentos ou cirurgias para transgêneros.
O estudo observou que os adolescentes que têm dificuldades com a sua identidade de gênero têm normalmente outros problemas de saúde psicológicos.
“As morbidades psiquiátricas também são comuns nesta população”, argumenta o estudo. “Portanto, o risco de suicídio relacionado à identidade transgênero e/ou [disforia de gênero] em si pode ter sido superestimado.”
Os pesquisadores destacaram que os indivíduos estudados eram jovens e provavelmente necessitam de períodos de acompanhamento de várias décadas para aprender mais. Eles observaram ainda que o aumento de adolescentes que procuram drogas e cirurgias para transgêneros ocorreu principalmente na última década.
O presidente do American College of Pediatricians (ACPeds), Michael Artigues, disse à CNA, agência em inglês do grupo EWTN, que o estudo finlandês confirma os resultados de uma revisão recente de 60 estudos publicados pela ACPeds, que descobriu que “qualquer aumento no suicídio nesta população foi não com base na falta dessa intervenção, mas com base em comorbidades, como a depressão.”
“Isso enfatiza a necessidade de tratar agressivamente os transtornos mentais subjacentes, bem como de abordar experiências adversas na infância, em vez de enviar as crianças para o caminho de intervenções transgênero que muitas vezes levam ao uso de drogas bloqueadoras da puberdade, hormônios sexuais cruzados ou cirurgias que destroem partes saudáveis do corpo”, disse Artigues.
O estudo é publicado num momento em que legisladores dos países ocidentais, incluindo os EUA, debatem se crianças que se identificam como sendo do sexo oposto devem ter acesso a medicamentos bloqueadores da puberdade, terapia hormonal transgênero e “mudanças de sexo” por cirurgia. Os apoiadores afirmam frequentemente que o acesso a tais medicamentos e procedimentos cirúrgicos evita o suicídio. Os opositores frequentemente rejeitam essa caracterização e alertam contra procedimentos irreversíveis de mudança de vida de menores, dos quais eles podem acabar se arrependendo.
Em alguns países europeus, como a Finlândia e o Reino Unido, apenas os adultos podem fazer cirurgias de “mudança de sexo”. Na Suécia e nos Países Baixos, os menores não podem ser submetidos a cirurgias genitais, mas os adolescentes podem ser submetidos a cirurgias torácicas quando atingirem os 16 anos de idade. Menos de metade dos estados americanos proíbem cirurgias transgênero para menores de idade – mas o número de estados que proíbem tais procedimentos aumentou substancialmente nos últimos anos.
Ao contrário das afirmações de que os jovens com disforia de gênero (identidade ou sofrimento relacionado com o corpo) têm maior probabilidade de [morrer por] suicídio e que as intervenções de ‘transição de gênero’ vão prevenir o suicídio, este estudo prova que problemas psiquiátricos preexistentes explicam as taxas de suicídio de esses jovens – e que, na verdade, a taxa de suicídio é muito menor do que normalmente é relatado”, disse Hasson.
“Esta é uma boa notícia e aponta o caminho para um tratamento mais eficaz para os jovens com ‘disforia de gênero’ e confirma a direção já tomada por vários países europeus”, acrescentou. “Eles estão proporcionando psicoterapia a jovens com disforia de gênero e abordando questões psiquiátricas subjacentes, em vez de tentar curar suas feridas internas por meio de cirurgia ou hormônios”.

Imagem referencial | Shutterstock
No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.
Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.
Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…
Foto: LaLiga
A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.
Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).
Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!
Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.
Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.
Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…
Foto: LaLiga
Em todo mundo, o Dia 25 de cada mês, passou a ser reconhecido como o Dia Laranja. A data é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas ( ONU), …
Continua em: Todo dia 25 – É Dia Laranja

Como eu gosto dos meus alunos, hoje teremos na disciplina “Resolução de Problemas” um estudo de caso bem polêmico: o Assédio Sexual nas Organizações!
Que tenhamos um bom debate.
Acusar a mulher de algo que não fez, xingá-la diante dos amigos e obviamente qualquer tipo de agressão verbal (entre outros comportamentos) configuram violência moral. Se você é vítima ou sabe de alguma situação de violência, denuncie!
Disque 190 para emergências e Ligue 180 para Central de Atendimento à Mulher.
Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro a uma mensagem do Papa Francisco que falou sobre o Amor Fraterno indistinto.
Abaixo:
“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”
Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

Imagem extraída de: https://ocnbprc.squarespace.com
Após as imagens de Carlos Alberto Parreira viralizem nas redes sociais (ele estava debilitado no velório de Zagallo), a CBF confirmou que ele faz tratamento contra o câncer.
Eu estive uma única vez com Parreira, há 29 anos. E nessa singular oportunidade aprendi algo que tento praticar até hoje: ser humilde e dar atenção aos “invisíveis”.
Faço questão de testemunhar, pois lá em 1995 eu mesmo quase não acreditei: https://youtu.be/erLrGT7daXk?si=Q59pXkMb-gIzYG60
Hoje: minha 141ª doação de sangue. Há 15 dias, doei plaquetas.
Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR. Uma breve história:
Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.
Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com as festas de final de ano, o número de doadores voluntários cai muito.
Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho “fobia de agulhas” sou doador! Qual o problema então?
Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

#doesangue #doeplaquetas #doehemoderivados
Objetivamente, os motivos para respeitar as pessoas mais idosas são indiscutíveis!
Abaixo:
Hoje é dia de doar #plaquetas! A última doação de 2023.
#DoeSangue, #DoePlaquetas, #DoeHemoderivados!
A vida agradece.
Alguns aprendem pelo AMOR, outros pela DOR.
Foi pela DOR que me conscientizei e me tornei doador de sangue e de plaquetas. Após uma experiência pessoal, vi que tal ato humanitário é essencial, embora desprezado pela maioria.
Mas não venho usar espaço para isso nesse momento. Venho pedir: os bancos de sangue de todo o Brasil estão precisando com urgência de Doadores de Sangue e Doadores de Plaquetas! Com feriados, o número de doadores voluntários cai muito.
Que tal um ato solitário que dignifica o homem? Doe sangue ou doe plaquetas. Não dói nada, é rápido e faz bem para o corpo e para a alma. Até eu que tenho fobia de agulhas sou doador! Qual o problema então?
Os necessitados de sangue e plaquetas agradecem!

🩸 #Solidariedade #Voluntariado @hosp_einstein #sangue #hemoderivados
Independente de raça, credo, gênero ou qualquer ideologia, somos todos semelhantes.
Digo “semelhantes”, pois igual ninguém é em relação ao próximo. Afinal, temos nosso conjunto de características ímpar, de indivíduo para indivíduo. A única coisa que nos iguala (ou melhor: deveria nos igualar) é a dignidade humana!
Sendo assim, considerando que todos nós teremos o mesmo fim (a morte neste plano) por quê julgar inferior alguém ou discriminar?
Esse meme, abaixo, bem conhecido, é perfeito:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Vivemos tempos difíceis, onde as pessoas não aceitam críticas. E a primeira contestação delas é imputar a quem observa problemas e tece comentários, os mesmos termos do que ele, criticado, faz. Como, por exemplo, chamar alguém de “dono da verdade“.
O erro é visto; a abordagem pontual é feita; a correção é mostrada; mas… surge o VITIMISMO! Ao invés do aceite humilde do conselho, vem o discurso demagogo de perseguição.
Vide as falas de extremistas políticos. A Direita Radical acusa o mundo de perseguir as “pessoas de bem” (auto-intitulando-se). A Esquerda Radical fala de ditadura contra os “marginalizados e sofredores” (se auto-rotulando). E a sensatez fica esquecida…
A verdade é: poucos aceitam críticas, preferem criar discursos demagógicos para agradar a parcela que lhes segue cegamente. E aqui é um problema não só da política, mas da sociedade em geral. Nos Clubes de Futebol (falamos disso em: https://wp.me/p4RTuC-rZA), nas Igrejas, nas Associações diversas…
Quando iremos ser mais pro-ativos, receptivos e respeitosos com o próximo, aceitando a opinião diferente sem justificar o injustificável? Ou evitando tergiversar dos assuntos (tirando o foco do erro, mudando discursos e enrolando o próximo)?
O grande defeito daqueles que não aceitam críticas é: desqualificar o crítico, mesmo que isso seja algo não possível, dependendo do tema.

Imagem extraída de: https://www.alingua.com.br/petrolina-macaco-que-nao-olha-o-rabo-e-o-cachorro-morto/
Sempre aprendi que a política é a arte de se relacionar. Entretanto, a má prática vira politicagem.
Neste mundo difícil, não devemos ser apolíticos. Podemos ser apartidários, mas não alienados. Gosto desse pensamento:
“A política perfeita é um ato de amor ao próximo; não basta viver, é necessário conviver e participar.”
Santo Agostinho, Doutor da Igreja.
Perfeito.

O México, como muitos outros países, tem enfrentado desafios significativos relacionados ao machismo ao longo dos anos.
Continua em: O machismo no México
