– Sebrae Cidadania.

Vamos recuperar o Brasil?

Estive hoje, em nome do Sebrae, na Penitenciária 3 de Franco da Rocha, orientando os reeducandos de lá a buscarem pelo Empreendedorismo o Trabalho Honesto e a dignidade.

A tarefa é árdua, mas vale a pena mudar a Sociedade pela Educação.

– Futebol Feminino Proibido no Brasil!

Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!

Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)

FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS

por João Carlos Assunção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

– Turno 1 de 1: Em Franco da Rocha.

Estive hoje, pelo Sebrae, na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando aos reeducandos de lá sobre Reinserção e Novos Hábitos. 

Somente com o Trabalho Honesto e a Educação, teremos um país melhor.

✏️ #Cidadania

– Tolerar nas Redes Sociais é importante!

Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!

Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.

Imagem

– Dia Internacional da Mulher.

Hoje é Dia Internacional da Mulher. Sou meio contra certas comemorações, pois, afinal, deve-se respeitar as mulheres todos os dias, assim como todo dia é dia dos pais, das mães, entre outras datas.

Mas já que existe o simbolismo da data: Feliz Dia das Mulheres!

– A grandeza de um clube está nos seus valores.

– Esperançar! Um trabalho difícil…

Dar esperança ao próximo é algo difícil, ainda mais quando se tem culpa por crimes cometidos e o encarceramento faz com que a pessoa possa pensar muitas bobagens.

Ajudar que paguem suas penas, mudem de vida e busquem trabalho honesto é uma das missões da minha labuta, através do Projeto Sebrae “Reescrevendo sua História”.

Um depoimento (humilde, com seus naturais erros de escrita):

 

– Turno 1 de 2: Sebrae Cidadania.

Turno 1 de 2: Estive hoje em Franco da Rocha, na “Sala da Liberdade” da Penitenciária P3, numa parceria Sebrae / IBS / Funap, falando aos reeducandos de lá sobre “Reescrever a sua história”.

O trabalho é difícil, mas necessário.

✏️ #Educação

– Sebrae Educação: um projeto!

Estive hoje na Penitenciária P3 de Franco da Rocha, buscando levar um pouco de conhecimento e ressocialização aos reeducandos de lá.

Pelo Sebrae, falamos de Empreendedorismo e Cidadania, buscando ajudá-los a buscar emprego quando tiverem cumprido suas penas.

É com a Educação que faremos um bom trabalho.

– Sebrae Educação: falando de Cidadania.

E terminamos mais um dia de trabalho, falando sobre Cidadania aos reeducandos do Complexo Penitenciário de Franco da Rocha, pelo Sebrae.

Somente com a Educação e o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.

📝 #ensino

– Que tal uma “Regra Vini Jr” no Futebol contra o racismo?

Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.

Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.

Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).

Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?

Eu sou a favor de tal norma. E você?

– Mono ou Maricón?

Que absurdo: a defesa de Prestianni alegou à UEFA que o atleta do Benfica não chamou Vini Jr de “mono” (macaco), mas de “maricón” (marica). Lembrando: ambos são adjetivos pejorativos.

O que é pior: racismo ou homofobia?

Claro: ambos são condenáveis.

Acho que a defesa foi mal

– Contra o Etarismo!

Há muita gente que não se preocupa com o tema, extremamente necessário à discussão: o Etarismo!

Pede-se jovialidade, e abdica-se da experiência.

Tenha-se mais respeito e lembre-se: todos são dignos de respeito.

– Que tal uma “Regra Vini Jr” no Futebol contra o racismo?

Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.

Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.

Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).

Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?

Eu sou a favor de tal norma. E você?

– Respeite, mesmo discordando.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Sobre o racismo praticado por Prestianni a Vini Jr (Benfica 0x1 Real Madrid): agora foi diferente!

Sabemos que a Europa ainda é muito racista, e algumas nações, culturalmente, mais ainda (a Espanha que o diga). Em nosso continente, a Argentina lamentavelmente se destaca.

Entretanto, Vinícius Jr foi ofendido em terras portuguesas (primeiramente pelo jogador argentino Gianluca Prestianni e posteriormente pelos gritos da torcida do Benfica, no estádio da Luz).

O árbitro francês Benoît Bastien fez o correto: ao perceber que houve ato racista, chamou os capitães das equipes e fez o gesto que dá início à paralisação do jogo (é o protocolo anti-preconceito, que vale também para sexismo, homofobia ou manifestações político-religiosas). Importante: o árbitro só toma a atitude caso perceba o preconceito cometido. Aparentemente, ele não presenciou nada do jogador argentino (que chamou Vinícius Jr de “macaco” escondendo sua boca com a camisa levantada, para não se comprovar por leitura labial), mas sim pelo clima de ofensas no estádio.

Dessa vez, algo diferente ocorreu. Até então, Vinícius Jr era ofendido e ficava “isolado” por todos. O único que publicamente condenava os atos, além do próprio jogador, era seu ex-treinador de Real Madrid, Carlo Ancelotti. Acontece que dessa vez Kylian Mbappé tomou as dores e se solidarizou ainda em campo com Vini. Depois do jogo, igualmente defendeu o companheiro, indo aos microfones. Isso foi relevante, pois não ocorria a solidariedade explícita dos seus companheiros.

Fico imaginando: o Benfica tem vários negros no seu elenco. São eles:

  • Florentino Luís (Angola), Leandro Barreiro (Angola), Renato Sanches (Portugal), Issa Kaboré (Burkina Faso), Samuel Soares (Portugal) e Tiago Gouveia (Brasil).

Como será que o vestiário do Benfica reagiu a essa situação? Gostariam de apoiar Vini Jr, ou, por jogarem no time do racista, tiveram que silenciar?

Lamento a atitude covarde de José Mourinho, ao negar e acusar Vini Jr de ser culpado de provocar o ato racista.

No print de tela, abaixo, Mbappé “intimando Prestianni”, que foi substituído aos 35m do 2º tempo e aplaudido pela torcida.

Screenshot

– Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e Moradia

Na próxima quarta-feira, dia 18, começará a Campanha da Fraternidade 2026, uma iniciativa rotineira da CNBB para os católicos brasileiros refletirem durante a Quaresma.

Nesse ano, ela tem como tema “Fraternidade e Moradia”, e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). 

Fica para a nossa consciência avaliar: como estamos lidando com a questão das comunidades, submoradias e desabrigados do nosso entorno? E com os moradores de rua?

Enxergamos nessas pessoas a figura do Cristo?

Para pensar:

– Evite-se polemizar, mas defenda o respeito!

A Acadêmicos de Niterói homenageou o presidente Lula em seu desfile de Carnaval. Respeite-se. Eu não homenagearia político algum, nem Lula, Bolsonaro, Marronzinho, Enéas ou Dom Pedro. Se os sambistas o fizeram, é uma questão da Escola de Samba. Aceite-se e ponto final (se é propaganda irregular política, aí o TSE quem decidirá).

Eu lamento ao ver (e aí sim a situação foi infeliz ao extremo) debochar da “família”, fazendo uma “paródia de família conservadora em lata de conservas”, criticando-a. Totalmente desnecessário.

Na imagem, extraída de um print, uma tradicional família feliz impressa numa lata de conservas, com o tom crítico.

Pra quê? Para justamente criar a polêmica nas Redes Sociais, visando notoriedade da Acadêmicos de Niterói? Talvez sim.

Pode-se ter famílias tradicionais, não-tradicionais, atípicas, diferentes e outras quaisquer. Mas é lamentável criticar alguém por se constituir em pai, mãe e filhos, procurando preceitos de fé no norte de sua vida.

Uma pena que a escola tenha feito isso.

 

– Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e Moradia

Na próxima quarta-feira, dia 18, começará a Campanha da Fraternidade 2026, uma iniciativa rotineira da CNBB para os católicos brasileiros refletirem durante a Quaresma.

Nesse ano, ela tem como tema “Fraternidade e Moradia”, e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14). 

Fica para a nossa consciência avaliar: como estamos lidando com a questão das comunidades, submoradias e desabrigados do nosso entorno? E com os moradores de rua?

Enxergamos nessas pessoas a figura do Cristo?

Para pensar:

– Vale a pena trabalhar em prol da Sociedade!

Hoje estivemos em Jundiaí levando conhecimento aos detentos do CDP local, em nome do Projeto “Sebrae, reescrevendo a sua história”. A tentativa é de, através da Educação e do Trabalho Honesto, ajudá-los na reinserção à Sociedade.

Esforcemos-nos por um Brasil melhor!

– Falando de Educação:

Estive hoje no Centro de Detenção Provisória “Marcos Alves Bezerra”, em Jundiaí, falando sobre Empreendedorismo (em nome do Sebrae), aos reeducandos de lá.  

Somente com a Educação faremos um país melhor. 

🖊️ #Empreendedorismo 

– Ajudando a Sociedade.

Estive hoje no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, através do Projeto “Sebrae Comunidade”, falando sobre Planejamento a um grupo de Reeducandos.

Somente com a Educação conseguiremos uma Sociedade melhor.
  bomba.jpg

– Reescrevendo histórias:

Como Professor, também levo a reinserção aos presídios, pelo Projeto “Sebrae, Reescrevendo a sua História”, buscando conscientizar os reeducandos para o trabalho honesto.

Um depoimento, escrito com simplicidade e erros de português, mas com desejo de mudança de vida, abaixo:

bomba.jpg

📝 #Educação

– E se o povo tiver instrução?

Quanto mais inteligente uma população, menor é a manipulação do povo

A quem interessa? À classe política?

Na imagem, abaixo:

– Você acredita num mundo melhor?

Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…

Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:

“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”

Se queremos mudanças, sejamos ela!

Estamos fazendo a nossa parte?

Imagem extraída de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/

– Dia da Visibilidade Trans: Janeiro Lilás.

Estamos em Janeiro, e um dos motes sociais importantes é a defesa dos direitos dos transexuais. E, conforme se lê abaixo, as necessidades para essa parcela da população (especialmente pelas questões de emprego e dignidade) são sérias demais.

Um importante tema, extraído do site do Governo do Estado de SP, em: https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/janeiro-e-o-mes-da-visibilidade-trans/ 

JANEIRO É O MÊS DA VISIBILIDADE TRANS

No dia 29 de janeiro de 2004, foi organizado, em Brasília, um ato nacional para o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. O ato foi um marco na história do movimento contra a transfobia e na luta por direitos e a data foi escolhida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans. 

Para celebrar e reafirmar a importância da luta pela garantia dos direitos das pessoas trans foi definido que o mês de janeiro seria inteiro dedicado à visibilidade dos transexuais. Intitulada como Janeiro Lilás, a iniciativa busca a sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero, com o intuito de combater os estigmas e a violência sofridos pela população transexual e travesti.

Em 2021 foi divulgado o Mapeamento de Pessoas Trans na Cidade de São Paulo, que revelou que 58% dos entrevistados – mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas não-binárias – realizam trabalho informal ou autônomo, de curta duração e sem contrato. Entre as travestis, esse percentual sobe para 72%. O estudo foi realizado pelo Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) junto à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo (SMDHC). A coleta de dados incluiu 1.788 pessoas, por meio de questionário estruturado, e 29 entrevistas qualitativas com entrevistas do tipo semiestruturadas, com perguntas abertas.

Em relação à principal ocupação exercida pela população entrevistada, o destaque é a parcela elevada de travestis (46%) e de mulheres trans (34%) que se declararam profissionais do sexo, acompanhantes e garotas de programa. Esta é a principal variável sócio ocupacional que distingue as identidades de gênero, conforme avaliação que consta no documento. Entre os homens trans, praticamente, não existe a ocorrência de pessoas que se declaram profissionais do sexo e, para as não binárias, o índice foi de 3%. Dentre as entrevistadas que se prostituem, 74% já sofreram violência física.

Nome social

O nome social é aquele pelo qual uma pessoa se apresenta e quer ser reconhecida socialmente, ainda que não tenha retificado os documentos civis. Desde abril de 2016, o decreto nº 8.727 passou a reconhecer que, nas repartições e órgãos públicos federais, pessoas travestis e transexuais tenham sua identidade de gênero garantida e sejam tratadas pelo nome social.

Entretanto, ainda hoje existe bastante dificuldade em realizar a alteração do nome nos documentos em cartório. Mas, para além das mudanças legais, o preconceito e a falta de respeito ainda é a principal barreira para a adesão ao nome social. Na dúvida, pergunte como a pessoa quer ser chamada e respeite o nome e gênero que ela quer ser reconhecida. Não é difícil, é sinal de humanidade e respeito à dignidade da pessoa.

Educação e emprego

Outro objetivo é a proteção das crianças trans. Crianças e adolescentes trans não raro sofrem violência doméstica e são até mesmo expulsos de casa por suas famílias. Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABLGBT), 45% dos estudantes afirmam que já se sentiram inseguros devido à sua identidade de gênero no ambiente escolar. E ainda, com pequenas variações, de 70% a 85% da população trans já teriam abandonado a escola pelo menos uma vez na vida.

Enfrentando tamanho preconceito no ambiente escolar e por vezes na própria família, a evasão escolar é recorrente, o que fortalece o ciclo vicioso de exclusão social e exclusão do mercado de trabalho pela falta de acesso à educação e pelo preconceito dos patrões, sobrando a prostituição com um dos poucos meios de sobrevivência para 90% da população trans no país.

Imagem extraída do link acima.

– Dia da Memória do Holocausto!

Há quem, infelizmente, teime em negar o genocídio cometido por Adolf Hittler contra o povo judeu. E para relembrar o horror do Holocausto, todo dia 27 de janeiro se recorda essa data, a fim de que tais atrocidades cometidas não se repitam contra qualquer povo na face da Terra.

Para nossa geração, é impensável que possa ter ocorrido tal maldade! Mas aconteceu…

– Uma Mensagem Atemporal sobre Fraternidade e Ecumenismo.

Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro a uma mensagem do Papa Francisco que falou sobre o Amor Fraterno indistinto.

Abaixo:

“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”

Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

Resultado de imagem para Mãos dadas

Imagem extraída de: https://ocnbprc.squarespace.com

– Reinserção:

Ajudar as pessoas a recomeçarem na vida é um ato de cidadania.

Não é fácil! Mas tentar fazer pessoas que cometeram crimes a desejarem um trabalho honesto, é necessário à Sociedade.

Um exemplo do meu desafio pelo Sebrae:

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– Falando de Capacitação:

Estivemos na região do Parque Estadual Juquery, nos Complexos Penitenciários de lá, falando sobre reinserção social em nome do Sebrae, a fim de que os reeducandos possam tentar uma nova vida pelo trabalho honesto.

Não é fácil! Mas precisamos persistir.

Levemos Educação e Cidadania.

#empreendedorismo

– Sebrae Educação:

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, na Penitenciária P3 de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos de lá sobre Autoconhecimento.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

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🖊️ #Cidadania

– Quando diversidade vira estratégia: Numen cria ponte para pretos e pardos na TI.

Numen cria banco de talentos para ampliar a presença de pretos e pardos na TI e transformar diversidade em estratégia de inovação. #Linkezine ✊🏾 O …

Continua em: Quando diversidade vira estratégia: Numen cria ponte para pretos e pardos na TI

– Turno 2 de 2: Empreendedorismo.

Turno 2 de 2: Estive nessa tarde em Franco da Rocha em nome do Sebrae, falando sobre Empreendedorismo aos reeducandos da unidade prisional de lá.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

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– Turno 1 de 2: Gestão.

Turno 1 de 2: Estivemos nessa manhã em Franco da Rocha em nome do Sebrae, falando sobre Gestão aos reeducandos da unidade prisional de lá.

Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

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– Sebrae Educação:

Estivemos nessa manhã, em nome do Sebrae, na Penitenciária Mauro Moura de Franco da Rocha, falando aos Reeducandos de lá sobre Comportamento Empreendedor.

Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

bomba.jpg

🖊️ #Cidadania