E hoje é dia de debater sobre o Autismo. O 2 de Abril é reservado para essa data, que visa eliminar os preconceitos e ajudar os autistas.
Que tal pensar nesse assunto? Clique em RevistaAutismo.com.br/DiaMundial

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Recebi e compartilho: coisas que precisariam ser ensinadas independente de qual seja o curso universitário (além de outras, como respeito à vida e à cidadania, não listadas aqui).
Abaixo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.
Doar Sangue é um ato de amor ao próximo!
Infelizmente, não posso mais doar, mas continuo incentivando a doação solidária (sangue e plaquetas) e colocando na cabeça das minhas crianças sobre a importância desse ato solidário.
🩸 #DoeSangue #DoeVida #DoePlaquetas
Turno da manhã, 1 de 3: Estive hoje na Penitenciária José Aparecido Ribeiro, em Franco da Rocha, em parceria Funap e IBS, ministrando o curso “Sebrae Comunidades (Autoconhecimento)”.
Somente com o Trabalho Honesto e a Educação que faremos a diferença!
✏️ #Cidadania
Vamos recuperar o Brasil?
Estive hoje, em nome do Sebrae, na Penitenciária 3 de Franco da Rocha, orientando os reeducandos de lá a buscarem pelo Empreendedorismo o Trabalho Honesto e a dignidade.
A tarefa é árdua, mas vale a pena mudar a Sociedade pela Educação.
Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!
Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)
FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS
por João Carlos Assunção
Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.
No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.
Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.
“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.
Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.
No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.
Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”
Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”
O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.
Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.
Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.
De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.
Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.
Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.
Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.
Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.
Estive hoje, pelo Sebrae, na Penitenciária P1 de Franco da Rocha, falando aos reeducandos de lá sobre Reinserção e Novos Hábitos.
Somente com o Trabalho Honesto e a Educação, teremos um país melhor.
✏️ #Cidadania
Gostei demais dessa imagem, que retrata uma grande realidade: as Redes Sociais estão muitíssimo intolerantes!
Educação, Democracia, Empatia… aceitar o pensamento diferente (que não significa concordar com ele, mas respeitar a opinião alheia) é questão de cidadania.
(LUIZÃO, ex-Benfica): Como ex-capitão e alguém que dedicou tantos anos da sua vida ao Benfica, não posso esconder a minha preocupação diante da postura adotada pelo clube …
Continua em: A grandeza de um clube está nos seus valores

Dar esperança ao próximo é algo difícil, ainda mais quando se tem culpa por crimes cometidos e o encarceramento faz com que a pessoa possa pensar muitas bobagens.
Ajudar que paguem suas penas, mudem de vida e busquem trabalho honesto é uma das missões da minha labuta, através do Projeto Sebrae “Reescrevendo sua História”.
Um depoimento (humilde, com seus naturais erros de escrita):
Turno 1 de 2: Estive hoje em Franco da Rocha, na “Sala da Liberdade” da Penitenciária P3, numa parceria Sebrae / IBS / Funap, falando aos reeducandos de lá sobre “Reescrever a sua história”.
O trabalho é difícil, mas necessário.
✏️ #Educação
Estive hoje na Penitenciária P3 de Franco da Rocha, buscando levar um pouco de conhecimento e ressocialização aos reeducandos de lá.
Pelo Sebrae, falamos de Empreendedorismo e Cidadania, buscando ajudá-los a buscar emprego quando tiverem cumprido suas penas.
É com a Educação que faremos um bom trabalho.
E terminamos mais um dia de trabalho, falando sobre Cidadania aos reeducandos do Complexo Penitenciário de Franco da Rocha, pelo Sebrae.
Somente com a Educação e o trabalho honesto conseguiremos bons resultados.
📝 #ensino
Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.
Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.
Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).
Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?
Eu sou a favor de tal norma. E você?
Que absurdo: a defesa de Prestianni alegou à UEFA que o atleta do Benfica não chamou Vini Jr de “mono” (macaco), mas de “maricón” (marica). Lembrando: ambos são adjetivos pejorativos.
O que é pior: racismo ou homofobia?
Claro: ambos são condenáveis.
Acho que a defesa foi mal…
Há muita gente que não se preocupa com o tema, extremamente necessário à discussão: o Etarismo!
Pede-se jovialidade, e abdica-se da experiência.
Tenha-se mais respeito e lembre-se: todos são dignos de respeito.
Já falamos à exaustão sobre Vinícius Jr ter sido agredido verbalmente por Prestianni (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1dUL). E o assunto não pode ser esquecido, pois o quanto mais se discutir, maior será a pressão contra os atos racistas.
Em 1995, o belga Jean-Marc Bosman lutou solitariamente contra a “Lei do Passe” no futebol mundial. Até que, em certo momento, criou-se o fim do passe com a Lei Bosman.
Vini Jr tem 20 denúncias de racismo desde que chegou à Espanha. E parece ser uma voz solitária nessa luta. Nesse último episódio, o racista do Benfica colocou a camisa à frente da boca para impedir a leitura labial (se fosse algo lícito, faria isso?).
Assim, que tal a International Board (IFAB, a “dona das Regras do Futebol”) sugerir uma “Regra Vini Jr”, onde não se permita que os jogadores encubram a boca ao realizarem diálogos em campo? Ou, ao menos, que a FIFA oriente os árbitros a punirem tais situações?
Eu sou a favor de tal norma. E você?
A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.
Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).
Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!
Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

Sabemos que a Europa ainda é muito racista, e algumas nações, culturalmente, mais ainda (a Espanha que o diga). Em nosso continente, a Argentina lamentavelmente se destaca.
Entretanto, Vinícius Jr foi ofendido em terras portuguesas (primeiramente pelo jogador argentino Gianluca Prestianni e posteriormente pelos gritos da torcida do Benfica, no estádio da Luz).
O árbitro francês Benoît Bastien fez o correto: ao perceber que houve ato racista, chamou os capitães das equipes e fez o gesto que dá início à paralisação do jogo (é o protocolo anti-preconceito, que vale também para sexismo, homofobia ou manifestações político-religiosas). Importante: o árbitro só toma a atitude caso perceba o preconceito cometido. Aparentemente, ele não presenciou nada do jogador argentino (que chamou Vinícius Jr de “macaco” escondendo sua boca com a camisa levantada, para não se comprovar por leitura labial), mas sim pelo clima de ofensas no estádio.
Dessa vez, algo diferente ocorreu. Até então, Vinícius Jr era ofendido e ficava “isolado” por todos. O único que publicamente condenava os atos, além do próprio jogador, era seu ex-treinador de Real Madrid, Carlo Ancelotti. Acontece que dessa vez Kylian Mbappé tomou as dores e se solidarizou ainda em campo com Vini. Depois do jogo, igualmente defendeu o companheiro, indo aos microfones. Isso foi relevante, pois não ocorria a solidariedade explícita dos seus companheiros.
Fico imaginando: o Benfica tem vários negros no seu elenco. São eles:
Como será que o vestiário do Benfica reagiu a essa situação? Gostariam de apoiar Vini Jr, ou, por jogarem no time do racista, tiveram que silenciar?
Lamento a atitude covarde de José Mourinho, ao negar e acusar Vini Jr de ser culpado de provocar o ato racista.
No print de tela, abaixo, Mbappé “intimando Prestianni”, que foi substituído aos 35m do 2º tempo e aplaudido pela torcida.
Na próxima quarta-feira, dia 18, começará a Campanha da Fraternidade 2026, uma iniciativa rotineira da CNBB para os católicos brasileiros refletirem durante a Quaresma.
Nesse ano, ela tem como tema “Fraternidade e Moradia”, e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).
Fica para a nossa consciência avaliar: como estamos lidando com a questão das comunidades, submoradias e desabrigados do nosso entorno? E com os moradores de rua?
Enxergamos nessas pessoas a figura do Cristo?
Para pensar:
A Acadêmicos de Niterói homenageou o presidente Lula em seu desfile de Carnaval. Respeite-se. Eu não homenagearia político algum, nem Lula, Bolsonaro, Marronzinho, Enéas ou Dom Pedro. Se os sambistas o fizeram, é uma questão da Escola de Samba. Aceite-se e ponto final (se é propaganda irregular política, aí o TSE quem decidirá).
Eu lamento ao ver (e aí sim a situação foi infeliz ao extremo) debochar da “família”, fazendo uma “paródia de família conservadora em lata de conservas”, criticando-a. Totalmente desnecessário.
Na imagem, extraída de um print, uma tradicional família feliz impressa numa lata de conservas, com o tom crítico.
Pra quê? Para justamente criar a polêmica nas Redes Sociais, visando notoriedade da Acadêmicos de Niterói? Talvez sim.
Pode-se ter famílias tradicionais, não-tradicionais, atípicas, diferentes e outras quaisquer. Mas é lamentável criticar alguém por se constituir em pai, mãe e filhos, procurando preceitos de fé no norte de sua vida.
Uma pena que a escola tenha feito isso.
Na próxima quarta-feira, dia 18, começará a Campanha da Fraternidade 2026, uma iniciativa rotineira da CNBB para os católicos brasileiros refletirem durante a Quaresma.
Nesse ano, ela tem como tema “Fraternidade e Moradia”, e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).
Fica para a nossa consciência avaliar: como estamos lidando com a questão das comunidades, submoradias e desabrigados do nosso entorno? E com os moradores de rua?
Enxergamos nessas pessoas a figura do Cristo?
Para pensar:
Hoje estivemos em Jundiaí levando conhecimento aos detentos do CDP local, em nome do Projeto “Sebrae, reescrevendo a sua história”. A tentativa é de, através da Educação e do Trabalho Honesto, ajudá-los na reinserção à Sociedade.
Esforcemos-nos por um Brasil melhor!
Estive hoje no Centro de Detenção Provisória “Marcos Alves Bezerra”, em Jundiaí, falando sobre Empreendedorismo (em nome do Sebrae), aos reeducandos de lá.
Somente com a Educação faremos um país melhor.
🖊️ #Empreendedorismo
Estive hoje no CDP do Tijuco Preto, em Jundiaí, através do Projeto “Sebrae Comunidade”, falando sobre Planejamento a um grupo de Reeducandos.
Somente com a Educação conseguiremos uma Sociedade melhor.
Como Professor, também levo a reinserção aos presídios, pelo Projeto “Sebrae, Reescrevendo a sua História”, buscando conscientizar os reeducandos para o trabalho honesto.
Um depoimento, escrito com simplicidade e erros de português, mas com desejo de mudança de vida, abaixo:
📝 #Educação
Quanto mais inteligente uma população, menor é a manipulação do povo…
A quem interessa? À classe política?
Na imagem, abaixo:
Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…
Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:
“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”
Se queremos mudanças, sejamos ela!
Estamos fazendo a nossa parte?
Imagem extraída de: https://www.pieceofpaper.com.br/produtos/ima-de-geladeira-porta-copos-eu-crio/
Estamos em Janeiro, e um dos motes sociais importantes é a defesa dos direitos dos transexuais. E, conforme se lê abaixo, as necessidades para essa parcela da população (especialmente pelas questões de emprego e dignidade) são sérias demais.
Um importante tema, extraído do site do Governo do Estado de SP, em: https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/janeiro-e-o-mes-da-visibilidade-trans/
JANEIRO É O MÊS DA VISIBILIDADE TRANS
No dia 29 de janeiro de 2004, foi organizado, em Brasília, um ato nacional para o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. O ato foi um marco na história do movimento contra a transfobia e na luta por direitos e a data foi escolhida como o Dia Nacional da Visibilidade Trans.
Para celebrar e reafirmar a importância da luta pela garantia dos direitos das pessoas trans foi definido que o mês de janeiro seria inteiro dedicado à visibilidade dos transexuais. Intitulada como Janeiro Lilás, a iniciativa busca a sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero, com o intuito de combater os estigmas e a violência sofridos pela população transexual e travesti.
Em 2021 foi divulgado o Mapeamento de Pessoas Trans na Cidade de São Paulo, que revelou que 58% dos entrevistados – mulheres trans, travestis, homens trans e pessoas não-binárias – realizam trabalho informal ou autônomo, de curta duração e sem contrato. Entre as travestis, esse percentual sobe para 72%. O estudo foi realizado pelo Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) junto à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo (SMDHC). A coleta de dados incluiu 1.788 pessoas, por meio de questionário estruturado, e 29 entrevistas qualitativas com entrevistas do tipo semiestruturadas, com perguntas abertas.
Em relação à principal ocupação exercida pela população entrevistada, o destaque é a parcela elevada de travestis (46%) e de mulheres trans (34%) que se declararam profissionais do sexo, acompanhantes e garotas de programa. Esta é a principal variável sócio ocupacional que distingue as identidades de gênero, conforme avaliação que consta no documento. Entre os homens trans, praticamente, não existe a ocorrência de pessoas que se declaram profissionais do sexo e, para as não binárias, o índice foi de 3%. Dentre as entrevistadas que se prostituem, 74% já sofreram violência física.
Nome social
O nome social é aquele pelo qual uma pessoa se apresenta e quer ser reconhecida socialmente, ainda que não tenha retificado os documentos civis. Desde abril de 2016, o decreto nº 8.727 passou a reconhecer que, nas repartições e órgãos públicos federais, pessoas travestis e transexuais tenham sua identidade de gênero garantida e sejam tratadas pelo nome social.
Entretanto, ainda hoje existe bastante dificuldade em realizar a alteração do nome nos documentos em cartório. Mas, para além das mudanças legais, o preconceito e a falta de respeito ainda é a principal barreira para a adesão ao nome social. Na dúvida, pergunte como a pessoa quer ser chamada e respeite o nome e gênero que ela quer ser reconhecida. Não é difícil, é sinal de humanidade e respeito à dignidade da pessoa.
Educação e emprego
Outro objetivo é a proteção das crianças trans. Crianças e adolescentes trans não raro sofrem violência doméstica e são até mesmo expulsos de casa por suas famílias. Em uma pesquisa feita pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABLGBT), 45% dos estudantes afirmam que já se sentiram inseguros devido à sua identidade de gênero no ambiente escolar. E ainda, com pequenas variações, de 70% a 85% da população trans já teriam abandonado a escola pelo menos uma vez na vida.
Enfrentando tamanho preconceito no ambiente escolar e por vezes na própria família, a evasão escolar é recorrente, o que fortalece o ciclo vicioso de exclusão social e exclusão do mercado de trabalho pela falta de acesso à educação e pelo preconceito dos patrões, sobrando a prostituição com um dos poucos meios de sobrevivência para 90% da população trans no país.
Imagem extraída do link acima.
Há quem, infelizmente, teime em negar o genocídio cometido por Adolf Hittler contra o povo judeu. E para relembrar o horror do Holocausto, todo dia 27 de janeiro se recorda essa data, a fim de que tais atrocidades cometidas não se repitam contra qualquer povo na face da Terra.
Para nossa geração, é impensável que possa ter ocorrido tal maldade! Mas aconteceu…
Ela já tem algum tempo que foi escrita, mas só li hoje. Tudo bem, serve para qualquer época do ano. Me refiro a uma mensagem do Papa Francisco que falou sobre o Amor Fraterno indistinto.
Abaixo:
“Fraternidade entre os indivíduos de cada nação e cultura. Fraternidade entre pessoas de ideias diversas, mas capazes de respeitar e ouvir umas às outras. Fraternidade entre fiéis de todas as religiões. Nossas diferenças não são um obstáculo ou um perigo. São uma fonte de riqueza.”
Que perfeição! A riqueza é a diversidade somada ao respeito, tratando-nos todos como irmãos! Que mundo perfeito teríamos se assim agíssemos ou ao menos pensássemos no dia-a-dia…

Imagem extraída de: https://ocnbprc.squarespace.com
Ajudar as pessoas a recomeçarem na vida é um ato de cidadania.
Não é fácil! Mas tentar fazer pessoas que cometeram crimes a desejarem um trabalho honesto, é necessário à Sociedade.
Um exemplo do meu desafio pelo Sebrae:
Estivemos na região do Parque Estadual Juquery, nos Complexos Penitenciários de lá, falando sobre reinserção social em nome do Sebrae, a fim de que os reeducandos possam tentar uma nova vida pelo trabalho honesto.
Não é fácil! Mas precisamos persistir.
Levemos Educação e Cidadania.
#empreendedorismo